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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

O texto discute a aplicação dos princípios do livro “A Startup Enxuta” de Eric Ries no contexto da inovação pessoal. Ele destaca a necessidade de compreender o processo empreendedor não apenas para criar novos produtos ou serviços, mas também para desenvolver um estilo de vida mais satisfatório e alinhado com os potenciais individuais. A inovação pessoal é comparada à criação de uma startup, onde é essencial utilizar o método científico para tomar decisões baseadas em fatos e experimentos. Além disso, o texto explora a ideia de startups de baixa escala, que visam gerar receitas para viabilizar projetos de vida individuais, e enfatiza a importância de adaptar-se a um mundo cada vez mais dinâmico e incerto. Em suma, o texto propõe que, assim como as startups, as pessoas também precisam aprender a viver de forma empreendedora e adaptativa na Civilização 2.0.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Num cenário de mais incerteza como o atual, o espírito de viver como se fôssemos uma startup é cada vez mais demandado.
  2. Eis a questão no mundo das Startups Individuais ou Coletivas: pivotação ou perseveração?
  3. No passado, na Civilização 1.0, as pessoas tinham vidas muito mais previsíveis do que na 2.0.
  4. Na visão Bimodal, um Projeto de Felicidade Mais Forte é aquele em que a pessoa tira do armário os seus Potenciais Singulares.
  5. Tudo que consideramos chato, mas relevante para nossos projetos, se torna uma fraqueza, que requer uma atenção especial.
  6. Quando não conseguimos lidar, seja diretamente ou indiretamente, via terceirização, com as Chatices Relevantes, abrimos a brecha para que nossa vida perca em qualidade.
  7. Uma vida de mais qualidade está diretamente ligada a capacidade que temos de resolver de forma criativa e progressiva as Chatices Relevantes.
  8. Um Estilo de Vida Missionário Mais Completo demanda uma relação harmônica entre os dois clientes tanto o Exógeno quanto o Endógeno.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

Quanto maior a incerteza no mundo, mais difícil é prever o futuro.“  –  Eric Ries.

Este é o primeiro artigo no qual vamos Bimodalizar o livro “A startup enxuta: Como usar a inovação contínua para criar negócios radicalmente bem-sucedidos ” de Eric Ries.

(Já tínhamos feito isso em imersões passadas, mas vale o retorno agora com o foco na Inovação Pessoal.)

Primeiro, me permita um parênteses.

Conversando com o Bimodal Fábio Mentes, caiu a seguinte ficha.

A Inovação Pessoal tem, basicamente, dois clientes potenciais:

O cliente final – aquele que vai se beneficiar do projeto Felicidade 2.0 diretamente na sua vida;
O Disseminador da Felicidade 2.0 – aquele que vai além de se beneficiar do projeto Felicidade 2.0 diretamente na sua vida, usar o Ferramental Conceitual para ajudar os outros, gerando dinheiro ou não.

O material didático produzido pela Bimodais, por causa disso, precisa ser pensado para estes dois clientes da seguinte maneira:

Para o cliente final – precisamos detalhar mais apenas três camadas relevantes: Missão, Atitude e Métrica (MAM);
Para o Disseminador da Felicidade 2.0 – além do MAM, podemos detalhar mais o Cenário e as Escolhas (CEMAM).

O livro “Felicidade 2.0”, que será publicado até final de setembro, terá esta divisão, no primeiro capítulo voltado para o público geral e o segundo para os disseminadores.

Dito isso, ainda vale o registro da relevância de estarmos desenvolvendo o projeto de Certificação de Disseminadores da Felicidade 2.0, pois as contribuições vão se somando.

Um bom exemplo é a sugestão do Bimodal Endógeno e que participa do projeto de certificação, Wagner Fonseca, que sugeriu ao invés da sigla TBMRC (Tranquilidade, Bom Humor, Motivação, Resiliência e Criatividade) para as métricas da Felicidade 2.0 usar também Tambor Criativo.

Bom, né?

Entremos agora na Bimodalização do livro de Ries.

O Startup Enxuta é um livro referência para os empreendedores de todo o mundo, pois ele propõe um método mais reflexivo para o desenvolvimento desse tipo de projeto.

Ries define assim uma startup:

“Uma startup é uma instituição humana projetada para criar um novo produto ou serviço sob condições de incerteza extrema.”

Tio Gemini define assim:

“Uma startup pode ser definida como uma empresa jovem e inovadora que busca desenvolver um modelo de negócio escalável, ou seja, que possa crescer rapidamente e atender a um grande número de clientes.”

Tio Chatinho define assim:

“Uma startup é uma empresa emergente, geralmente de base tecnológica, que está no estágio inicial de desenvolvimento e busca explorar uma ideia de negócio inovadora. O termo é comumente associado a empresas que têm potencial para crescimento rápido e escalável. As startups geralmente operam em setores de alta tecnologia, como software, biotecnologia, inteligência artificial, entre outros, e muitas vezes buscam solucionar problemas específicos do mercado de forma criativa e eficiente.”

Bimodalizando o termo, podemos dizer que uma Startup é um projeto de uma nova organização que visa romper, de forma mais disruptiva, com os Paradigmas Vigentes, criando novas formas de sobrevivência para o Sapiens.

Como sugere um dos nossos queridos Padrinhos, o Cientista da Ciência, Thomas Kuhn (1922-96) uma startup opera em momentos extraordinários e uma empresa não startup em situações normais.

Uma Startup, assim, é uma rompedora de fronteiras dos Paradigmas Vigentes.

E você vai me perguntar: como o livro de Ries pode servir para a Inovação Pessoal?

Um Projeto de Felicidade Mais Consistente nos leva também OBRIGATORIAMENTE a um rompimento dos Paradigmas Vigentes de uma pessoa.

Na visão Bimodal, um Projeto de Felicidade Mais Forte é aquele em que a pessoa “tira do armário” os seus Potenciais Singulares.

A principal dificuldade que todos temos, portanto, ao escolher nossas Missões Existenciais é justamente superar as seguinte barreiras:

Do desconhecimento das atividades que nos fazem subir no Tapete de Aladim, que precisam ser pesquisadas ao longo de toda a vida;
Viabilizar para que estas atividades passem a estar cada vez mais presentes nas nossas vidas, principalmente, gerando recursos para que possamos passar a ganhar dinheiro para trabalhar, adotando um Estilo de Vida Missionário.

E, assim, temos uma variada possibilidade, dependendo da pessoa e do contexto, no exercício dos nossos Potenciais Singulares os seguintes Estilos de Vida Missionários:

Um Estilo de Vida Missionário Mais Completo, quando conseguimos viabilizar financeiramente nossos Potenciais Singulares;
Um Estilo de Vida Missionário Incompleto, quando conseguimos viabilizar nas horas vagas nossos Potenciais Singulares, mas não ganhamos dinheiro por exercê-lo;
Um Estilo de Vida ainda Não Missionário, quando NÃO conseguimos viabilizar nem nas horas vagas e nem no trabalho nossos Potenciais Singulares.

Nas mentorias que faço acontecer muito o seguinte: a pessoa está insatisfeita no trabalho e acaba – por insatisfação – abrindo uma outra frente, um plano B profissional, mas que não está ligado a um Potencial Singular.

O ideal é que se abra um Plano B que, ao mesmo tempo, que se inicie a pesquisa dos Potenciais Singulares e se procure, no longo prazo, viabilizá-lo como Plano A Profissional.
Qual a diferença entre o Plano A e o Plano B Profissional?

No Plano A, se ganha dinheiro de forma sustentável para pagar os boletos;
No Plano B, se abrem novas frentes para se mudar de atividades e vir a ser a nova forma sustentável de pagar boletos.

Na batalha para que possamos criar projetos sustentáveis dos nossos Potenciais Singulares, Ries pode nos ajudar.

Diz ele:

“Os empreendedores são diferentes em muitos aspectos, quer estejam abrindo uma pequena empresa ou concebendo novos produtos e negócios dentro de uma multinacional como a GE. Mas eles também têm algumas características em comum. São rápidos, abraçam novas maneiras de pensar, são orientados para a ruptura e a inovação através da incerteza.”

Diria que o empreendedorismo não é algo fechado, mas uma Taxa de Empreendedorismo, que as pessoas têm mais ou menos.

Uma pessoa com Alta Taxa de Empreendedorismo é aquela que:

Procura novas maneiras de pensar, através da revisão da Mente Primária pela Mente Secundária;
Por causa disso, tendem a romper com os Paradigmas Mais Mainstream;
E lidam melhor com a incerteza – algo que tende a assustar a maior parte das pessoas.

O problema, diz Ries, é que nem sempre as startups vingam, pois “pois não conhecem o processo necessário para transformar nossas ideias em uma empresa sólida.”

Bimodalizando a ideia, podemos dizer que nem todo mundo consegue chegar a um Estilo de Vida Missionário Completo, pois faltam Ferramentas Conceituais mais adequadas.

Não se chega nem na criação de startups ou de um Estilo de Vida Missionário Completo sem que tenhamos bases mais sólidas.

Ries divide as atividades empreendedoras em duas, já Bimodalizando o discurso:

As mais divertidas – aquelas diretamente ligadas ao Tapete de Aladim;
As mais chatas – aquelas que vão dar suporte para que possamos subir o tempo todo no Tapete de Aladim.
Diz ele:

“Acho que há um ponto muito atraente nessa versão moderna da narrativa do sucesso transformador: o sucesso é pintado como inevitável desde que você tenha o produto certo. Ou seja, os detalhes práticos, as partes chatas, as pequenas escolhas individuais não importam.”

Aqui, vamos voltar à “conversa” que tivemos com a Julia Cameron, sobre o livro da Criatividade.

Temos na nossa Mente Secundária dois personagens principais:

O Eu Criativo – responsável pelas atividades fins da nossa Missão Existencial;
O Eu Organizativo – responsável pelas atividades meios da nossa Missão Existencial.

Um erro em qualquer camada da inovação praticada é apostar todas as fichas no Eu Criativo e esquecer que é preciso também muscular o Eu Organizativo.

O Eu Organizativo – que demanda também criatividade – está ali para tornar viável as atividades fins da Missão Existencial.

Porém, o Eu Organizativo tem também as suas Cavernas do Dragão – atividades que ele não consegue resolver bem.

Nestes casos é preciso saber os seus limites e terceirizar determinadas atividades para que possa se concentrar naquelas que resolve melhor.

Voltemos ao Ries.

“Aprendi , com meus sucessos e fracassos e com os de muitas outras pessoas, que o mais importante são justamente as partes chatas.”

Tudo que consideramos chato, mas relevante para nossos projetos, se torna uma fraqueza, que requer uma atenção especial.

E aqui é preciso fazer uma distinção entre as Chatices da Vida:

As Chatices Irrelevantes – são aquelas que não têm nenhuma repercussão na nossa sobrevivência;
As Chatices Relevantes – são aquelas que têm forte repercussão na nossa sobrevivência.

Quando não conseguimos lidar, seja diretamente ou indiretamente, via terceirização, com as Chatices Relevantes, abrimos a brecha para que nossa vida perca em qualidade.

Diz ele:

“Nos últimos tempos, essas duas palavras têm carregado associações tremendamente divergentes: empreendedorismo evoca algo descolado, inovador e empolgante, enquanto administração evoca algo chato , sério e sem graça . Está na hora de superar essas ideias preconcebidas.”

Na Inovação Pessoal, temos algo parecido.

Uma vida de mais qualidade está diretamente ligada a capacidade que temos de resolver de forma criativa e progressiva as Chatices Relevantes.

Ries defende que é preciso em startups fazer “uso do método científico para a tomada de decisões.”

Mas o que é fazer uso do método científico?

É preciso tomar decisões, seja na vida pessoal, seja em uma startup, baseadas em fatos, em padrões, em teorias e metodologias fortes.

Ries, como vários outros Conceituadores da Inovação Grupal procura situar seus clientes no novo cenário da Civilização 2.0.

Mais do que “criar novos produtos e serviços sob condições de extrema incerteza.” todos nós, precisamos aprender a viver em um mundo muito mais dinâmico.

O que nos leva a um estilo de vida de aprendizado contínuo, no qual é preciso usar a estratégia da pivotação ou da perseverança.

Uma pessoa que deseja praticar um Estilo de Vida Missionário Mais Completo tem muito a aprender com as startups.

Uma startup, entretanto, no estilo clássico é uma organização que tem que escalar, gerar muito dinheiro, se não foi um fracasso.

Talvez, seja o caso de se pensar em dois tipos de startups:

Startups de Larga Escala – que visam grandes mercados;
Startups de Baixa Escala – que visam gerar receitas para viabilizar projetos de vidas individuais.
As duas têm em comum a necessidade de atender mais os Clientes Exógenos, mas a Startup de Baixa Escala precisa se preocupar mais com os Clientes Endógenos.

A pessoa está procurando viabilizar tirar do armário os seus Potenciais Singulares e é preciso criar um jogo de ping-pong entre o Cliente Exógeno com o Endógeno.

Um Estilo de Vida Missionário Mais Completo demanda uma relação harmônica entre os dois clientes tanto o Exógeno quanto o Endógeno.

Diz Ries:

“As startups existem não somente para produzir bens, gerar dinheiro ou mesmo atender aos clientes, mas também para aprender a construir um negócio sustentável. Essa aprendizagem pode ser validada cientificamente por meio de experimentos frequentes que permitam aos empreendedores testar cada elemento de sua visão.”

Basicamente, Ries defende o Aprendismo, uma das Atitudes Estruturantes de um Projeto de Felicidade Mais Forte.

E complementa:

“A atividade fundamental de uma startup é transformar ideias em produtos, avaliar a reação dos clientes e, a partir daí, concluir se deve pivotar ou perseverar. Todos os processos bem-sucedidos devem ser empregados para acelerar esse ciclo de feedback.”

No caso da Inovação Pessoal, é preciso desenvolver duas métricas relevantes, que precisam estar em harmonia:

As atividades profissionais ligadas aos Potenciais Singulares estão gerando dinheiro para pagar os boletos?
E estão ao mesmo tempo aumentando o Tambor Criativo ou TBMRC, gerando Tranquilidade, Bom Humor, Motivação, Resiliência e Criatividade?

A partir destas respostas.

Eis a questão no mundo das Startups Individuais ou Coletivas: pivotação ou perseveração?
Diz ele:

“Planejamento e previsão são precisos apenas quando se baseiam num histórico operacional longo e estável e num ambiente relativamente estático.”

Diria que isso vale para as startups e para as pessoas também.

No passado, na Civilização 1.0, as pessoas tinham vidas muito mais previsíveis do que na 2.0.

Hoje, você pode escolher com muito mais facilidade o lugar onde quer viver, pois tem mais chances de trabalhar a distância.

As especializações em cada uma das atividades profissionais são muito mais variadas e isso nos permite uma gama muito maior de escolhas.

Tudo isso nos leva para:

Num cenário de mais incerteza como o atual, o espírito de viver como se fôssemos uma startup é cada vez mais demandado.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 500,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Chatinho:

O texto aborda a continuação da bimodalização do livro “O caminho do artista: desperte o seu potencial criativo e rompa seus bloqueios” de Julia Cameron. O autor destaca a importância de dialogar com os autores, comentando e refletindo sobre os trechos que chamam atenção, promovendo assim a criatividade e a construção de uma narrativa existencial. São discutidos conceitos como Missão de Vida, Potenciais Singulares, e a importância de desenvolver metodologias viáveis para projetos como o da Felicidade 2.0. Além disso, são destacados os papéis do Eu Criativo e do Eu Organizador na busca pela singularidade e no enfrentamento do Eu Censor, que pode limitar a expressão criativa.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O objetivo de colocar para rodar um Projeto de Felicidade Mais Forte é passar a ter uma visão de mundo mais consciente e consistente do que antes.
  2. Nestes momentos, quando o Eu Criativo entra em ação de forma frequente passa a ficar claro o que é fim (a Missão de Vida) e o que é meio (as ferramentas como o dinheiro) para que possamos ir em frente.
  3. Quando o Eu Criativo entra em ação de forma frequente e regular na vida da pessoa, temos o aumento progressivo de um Estado de Espírito Mais Positivo.
  4. Na verdade, em uma vida mais significativa, o Eu Criativo passa a ser o epicentro das nossas atividades.
  5. Disruptores, por exemplo, tem uma tendência por adorar montar Barracas em Praias Desertas – desafios que vão acompanhá-los, de forma estrutural ao longo de toda a vida.
  6. Quando sentimos que estamos aumentando a nossa Taxa de Singularidade, há, naturalmente e sem esforço, um aumento das Sensações Positivas.
  7. É missão do Eu Criativo, através do uso da Mente Secundária, superar o Eu Censor, que foi embutido dentro de nós para que a nossa Singularidade seja boicotada por nós mesmos.
  8. Uma vida bem gerenciada é aquela que está o tempo todo revisando tanto os Paradigmas Exógenos (que vem de fora para dentro) quanto os Endógenos (que vem de dentro para fora).

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Assuma o controle de sua vida e o que acontece? Uma coisa terrível: você não terá mais ninguém para culpar.” – Erica Jong;

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 500,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Chatinho:

O texto aborda a continuação da discussão sobre o desbloqueio criativo, baseado no livro “O Caminho do Artista” de Julia Cameron, enfatizando a importância da singularidade e do diário de bordo para projetos mais fortes de felicidade. Discute a gestão do descontrole e das emoções negativas diante da inovação, destacando a necessidade de gerenciar a mente primária e secundária. São exploradas as dificuldades enfrentadas pelos perfis inovadores, tanto saudáveis quanto tóxicos, e a relação entre o eu criativo e organizador. O texto ressalta a importância do equilíbrio entre esses dois aspectos para uma vida mais satisfatória e criativa, além de ponderar sobre a resistência às mudanças.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Você não cria, você gerencia a criatividade do seu Eu Criativo.
  2. As pessoas tendem a ter medo do novo, pois temem o descontrole.
  3. O exercício da escrita diária é uma espécie de Pilates da Mente Secundária.
  4. Não existe inovação que não seja, em última instância, o desenvolvimento da Singularidade de alguém que está saindo para fora.
  5. Quanto mais é inflexível e centralizado um Ambiente de Sobrevivência, mais os Disruptivos vão ter que aprender a dar nó em pingo-d’água.
  6. A Singularidade, isso é importante, não é algo pronto, mas um processo de descoberta continuada e progressiva, que vai se alterando no tempo.
  7. Não tem jeito, uma vida mais feliz é aquela que conseguimos tirar nossa Singularidade do armário.
  8. As pessoas não querem, no fundo, ir contra nenhuma mudança, o que elas temem é perder o controle sobre suas vidas e ser inundado de Sensações Negativas.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“As páginas matinais são a principal ferramenta para sua recuperação criativa.“  – Julia Cameron.

Este é o terceiro artigo no qual continuamos a Bimodalizar o bom livro “O caminho do artista: desperte o seu potencial criativo e rompa seus bloqueios” de Julia Cameron.

Cameron aborda o problema do bloqueio criativo e a Bimodais se preocupa com o bloqueio da singularidade.

O foco da Cameron são artistas, o nosso são pessoas.

Não tem jeito, uma vida mais feliz é aquela que conseguimos tirar nossa Singularidade do armário.

O problema da Singularidade é que você não se olha no espelho e ela aparece, você precisa ir descobrindo ela.

A Singularidade, isso é importante, não é algo pronto, mas um processo de descoberta continuada e progressiva, que vai se alterando no tempo.

Não existe inovação que não seja, em última instância, o desenvolvimento da Singularidade de alguém que está saindo para fora.

Como conseguimos descobrir nossa Singularidade? É um trabalho continuado de pesquisa, que se assemelha muito a criação de uma startup, é preciso ir testando e avaliando.

É preciso criar um diálogo interno de você com as suas duas mentes: a Primária e a Secundária, conhecer os seus diferentes Eus e ir inventando a sua personal vida.

E aí surge a OBRIGATÓRIA demanda pela criação de um Diário de Bordo, no qual, entre outras coisas, é possível refletir sobre essa conversa com “seus botões”.
Diários de Bordo são ferramentas fundamentais e obrigatórias para Projetos Mais Fortes de Felicidade.

Dividiria os Diários de Bordo em dois:

Os Diários de Bordo da Rotina – aqueles que vamos usando para refletir no cotidiano sobre nossos projetos mais criativos, que nos levam ao Fluxo (ou a voar no Tapete de Aladim);
Os Diários de Bordo da Crise – aqueles que usamos para nos ajudar em momentos de crise diante de situações em que Emoções Negativas passam a inundar nossas mentes.

No Diários de Bordo da Crise, eu tenho feito o seguinte procedimento como referência:

Nomear o Gatilho Stressor – aquele que dá início a uma determinada crise, que inunda a nossa mente de Emoções Negativas, comparando-os com outros parecidos;
Nomear as Emoções Negativas que aparecem – para que possamos identificá-las e compará-las com outras que já surgiram em outros momentos da nossa vida;
Procurar maneiras de lidar com a crise, procurando, basicamente, ter como meta a redução da influência das Emoções Negativas na nossa mente;
Reduzida as Emoções Negativas, que nos impedem de pensar melhor, passar ao Aprendismo, procurando transformar o limão da crise na limonada do aprendizado;
Analisar o que pode ser feito para que aquele tipo de situação não se repita mais, ou se ocorre de novo, que possamos colocar nosso novo aprendizado para rodar;
Criar Mandamentos Preventivos para que tal situação não ocorra mais;
E analisar o que daquela situação estressante pode ser útil para outras crises parecidas ou não, para irmos criando uma metodologia cada vez mais forte de superação de crises eventuais, aumentando nossa capacidade de resiliência.

Cameron defende algo do tipo, numa prática diária de um caderno de anotações para desbloquear a criatividade, escrevendo três páginas por dia – parte integrante da metodologia dela para o desbloqueio criativo.

O exercício da escrita diária é uma espécie de Pilates da Mente Secundária.

Num Projeto Mais Forte de Felicidade precisamos estar o tempo todo ativando a Mente Secundária para rever os Paradigmas Mais Atrapalhantes e reforçar os Mais Ajudantes.

Dito isso, voltemos à análise do livro da Cameron.

Diz ela:

“A verdade é que nada demora tanto a morrer quanto uma ideia ruim.”

Digamos que a tendência da sociedade é mais de conservação do que de inovação.

Temos aqui um problema, basicamente, de gerenciamento do descontrole. Quando sentimos que não dominamos determinada situação, a tendência é o surgimento de Emoções Negativas.

As pessoas não querem, no fundo, ir contra nenhuma mudança, o que elas temem é perder o controle sobre suas vidas e ser inundado de Sensações Negativas.

Isso, inclusive, é bem ressaltado no livro de Thomas Kuhn (1922-96), “Estrutura das Revoluções Científicas”, quando ele nos lembra que novos paradigmas não são aceitos de pronto pelo status quo.

As pessoas rejeitam o novo, não pelo medo do novo, mas pela perda de controle daquilo que o novo pode trazer.

E aqui podemos fazer algumas reflexões interessantes.

A dificuldade da inovação ocorre de forma mais radical nas seguintes situações:

Quando o Ambiente é mais Centralizado e menos afeito a alterações que não venham do centro e não das pontas;
Quando lidamos com pessoas com uma Taxa menor de Abstração, isso as leva a ter mais dificuldade de uso da Mente Secundária.

Quando uma pessoa está mais imersa na Mente Primária, sem capacidade de revisá-la de fora e de longe, qualquer coisa que altere as regras será vista de forma mais assustadora.

Perfis mais Inovadores, que têm uma Capacidade Abstrativa maior, têm mais facilidade de lidar com mudanças, pois não estão tão imersos nos Paradigmas da Mente Primária.

O fator principal é que não sentem a sensação de perda de controle, pois estão mais acostumados a rever os Paradigmas.

As pessoas tendem a ter medo do novo, pois temem o descontrole.

Por causa disso, podemos dizer que:

O processo de introdução de mudanças em qualquer ambiente precisa estar FORTEMENTE preocupado no gerenciamento da perda de controle, que gera emoções negativas intensas.

De maneira geral, para não se perder o controle, se inventa frases do tipo “é melhor um pássaro na mão do que dois voando.”

Quanto mais é inflexível e centralizado um Ambiente de Sobrevivência, mais os Disruptivos vão ter que aprender a dar nó em pingo-d’água.

E aí voltamos com a necessidade do Diário de Bordo, que é, basicamente, um instrumento diário de reconhecimento das emoções, nos permitindo ter uma sensação maior de controle.

Com um Diário de Bordo Existencial, conseguimos criar o hábito de analisar melhor as tempestades e ficamos mais prontos para enfrentá-las.

O Diário de Bordo Existencial nos ajuda bastante a ter mais controle sobre nossas emoções.

E aí nós entramos em outra questão relevante sobre as duas abordagens sobre os Perfis Inovadores.

Temos duas visões sobre os Perfis Inovadores ao ler diferentes autores:

Neutralidade dos Perfis Inovadores (a do Mainstream) – todo mundo pode inovar do mesmo jeito, pois não há muita diferença entre as pessoas quando se trata da inovação;
Dualidade dos Perfis Inovadores (a da Bimodais) – há pessoas que têm a mente mais abstrata (disruptivos) que têm mais facilidade para a inovação no geral e a disrupção, em particular, do que pessoas com mentes menos abstratas.

Por exemplo, no livro de Kim e Mauborgne, “A estratégia do oceano azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante”, que Bimodalizamos antes, temos ali uma abordagem da Neutralidade dos Perfis Inovadores. Como é também o caso da Julia Cameron no livro que estamos Bimodalizando agora.

Kim e Mauborgne defendem a criação de Oceanos Azuis, mas em nenhum momento – pelo menos eu não achei – destacam a importância da escolha de Perfis Disruptivos para ajudar no processo.
Cameron também acredita que “todos os artistas são visionários”, como se todos tivesse nascido com a capacidade abstrativa maior.

Há uma preocupação – válida inclusive – de que é preciso destacar que todos nós somos criativos e podemos desenvolver mais nossa singularidade, sem dúvida.

Mas determinadas pessoas nascem com uma capacidade abstrativa maior e são mais aptas para desenvolver inovações mais disruptivas.

Elas não são melhores do que as demais, apenas tem um tipo de Singularidade mais afeita a esse tipo de inovação.

Eles falam de criatividade e inovação como se todo mundo tivesse o mesmo potencial para inovar – o que não se encaixa com a minha percepção da realidade.

Isso não quer dizer que não se pode aumentar a taxa de abstração de qualquer pessoa, mas apenas que determinadas pessoas já nascem com a capacidade abstrativa maior.

Voltemos ao livro.

Ela diz:

“A identidade do artista sofredor é a raiz de muitos males: alcoolismo, promiscuidade, problemas fiscais, agressividade e um comportamento autodestrutivo em assuntos do coração. Todo mundo sabe da fama dos artistas: estão sempre sem dinheiro, são loucos e irresponsáveis. Mas e se eles não precisassem ser assim? Qual seria minha desculpa para agir dessa forma?”

Eu extrapolaria o termo “artista” e colocaria a situação de qualquer pessoa no lugar.

Diria que uma Existência Mais Tóxica este é um problema geral, que é um mal gerenciamento da nossa capacidade personalizadora.

Quando se trata de inovação, isso é um fato, pessoas mais disruptivas tenderão a ter mais dificuldade de gerenciar a sua vida.

Por quê?

A demanda por desafios é maior, não aceita muito o estabelecido, e a demanda pelo Gerenciamento Existencial se torna mais complexo.

Quem tem uma Mente Menos Abstrata acredita mais nos Paradigmas Mais Mainstream e tem um problema menor para administrar a sua inquietude.
Uma pessoa mais disruptiva faz um esforço maior para administrar a sua vida, pois tem por natureza não aceitar o que está pronto.

E aí está o “x” da questão para uma vida de um disruptivo mais sábio.

Que regras podem ser quebradas e quais devem ser respeitadas?

Temos que separar então o Disruptivismo em dois, o Tóxico e o Saudável:

No Disruptivismo Mais Saudável – as regras que estão sendo quebradas geram vidas mais saudáveis;
No Disruptivismo Mais Tóxico – as regras que estão sendo quebradas geram vidas mais problemáticas.

De maneira geral, o Disruptor tem problemas, principalmente quando enfrenta Ambientes de Sobrevivência Mais Massificadores.

Quanto mais estes Ambientes de Sobrevivência são mais Massificadores, mais o Disruptivo vai ter que ter sabedoria para evitar praticar o Disruptivismo Tóxico.

Mudando de assunto, diz ela:

“Nosso artista criativo é uma criança interior.”

Sim, o Eu Criativo precisa ser bem cuidado para que ele possa render.

De maneira geral, o Eu Criativo é o Cachorrinho Interno mais exigente que temos, pois ele precisa:

Ser identificado;
Ter seu valor reconhecido;
Precisa ser desafiado;
Ter seus tempos de descanso.

Muitas vezes cometemos um grande engano ao afirmar “eu sou criativo”. Isso é falso. O que temos é uma área da nossa mente que nos permite criar. O que fazemos é gerenciar esta área.

A criatividade vem desta área da mente que precisa ser bem gerenciada.

Você não cria, você gerencia a criatividade do seu Eu Criativo.

Esta área da mente que tem facilidade para criar NÃO é você!

Você precisa aprender a gerenciar o Eu Criativo para que ele possa render bem.

Assim, o que uma pessoa que pratica o Orgulho Saudável pode dizer é o seguinte: eu sou um bom gerente do meu Eu Criativo. Nada além disso.

Vejamos a diferença entre os dois tipos de orgulho:

Orgulho Saudável – aquele que nos orgulhamos da nossa capacidade de gerenciar nossos Potenciais Singulares e de colocá-los para agir, os resultados são relevantes, mas não são fundamentais;
Orgulho Tóxico – aquele que nos orgulhamos mais dos resultados obtidos do que de nossa capacidade de gerenciar nossos Potenciais Singulares.

Diz ela sobre os riscos de uma vida mais disruptiva:

“Salte e a rede vai aparecer.”

Sim, uma vida mais disruptiva envolve sempre riscos, pois estamos operando numa área mais de sombra do que de luz.

A disrupção nos leva ao Oceano Azul.

Porém, isso depende do apetite de risco de cada pessoa e dos contextos dos Ambientes de Sobrevivência.

Diria o seguinte, se existe um percentual de mais de 50% do projeto dar certo, vale a pena pesar o risco.

É importante no processo de Singularização aprender a criar uma relação entre o Eu Criativo e o Eu Organizador.

Um não vive sem o outro.

Quando o Eu Organizador abafa o criativo temos problema e vice-versa.

Uma vida melhor é quando conseguimos harmonizar os dois Eus: o Criativo e o Organizador, ambos habitam a Mente Secundária.

Uma outra frase emblemática:

“Lembre-se de que frequentemente resistimos ao que mais precisamos fazer.”

Interpreto de forma um pouco mais comedida.

Nem tudo que resistimos é algo que deve ser feito.

Volta a ideia da ponderação.

O Eu Criativo precisa, portanto, do Eu Organizador. Quando os dois criam uma dupla de vôlei bem afinada, as chances de se correr para o abraço é maior.

O Eu Organizador é mais cauteloso e o Eu Criativo mais atirado, mas ambos estão na Mente Secundária nos ajudando a ter vidas melhores..

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 500,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

O texto descreve a transição para a Civilização 2.0, destacando a descentralização das atividades do Sapiens como sua característica principal. Com o aumento populacional, há uma necessidade de lidar com a complexidade demográfica por meio da descentralização progressiva. Isso leva o Sapiens 2.0 a viver em um ambiente mais dinâmico e autônomo, exigindo mais reflexão sobre sua jornada de vida e aumentando a demanda por projetos de felicidade. A Bimodais foca em aumentar a taxa de felicidade do Sapiens 2.0, integrando a ciência da inovação em sua abordagem, culminando na busca por projetos de felicidade mais fortes e compatíveis com os desafios da nova civilização. O texto serve de base para cursos e formação de disseminadores da felicidade, visando desenvolver projetos mais eficazes e publicar um livro sobre o tema até setembro de 2024.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Teremos que refletir muito mais sobre a Felicidade para ter uma vida melhor neste novo cenário do pós-Digital.
  2. É da escolha de boas teorias e metodologias sobre a felicidade que dependerá a qualidade de vida do Sapiens 2.0.
  3. Quanto mais escolhas temos, mais o tempo fica nublado e quanto mais nublado é o tempo, melhores bússolas precisamos ter para nos guiar ao longo da jornada.
  4. O aumento exponencial de autonomia do Sapiens 2.0 nos leva a uma forte demanda por vidas mais estratégicas.
  5. Quanto mais escolhas temos na vida, mais precisamos saber para onde queremos ir.
  6. O Sapiens 2.0 terá que ter muito mais autonomia ao longo da vida e isso exige que ele reflita, de forma mais consciente, sobre a sua jornada de vida.
  7. O Sapiens 2.0 terá que fazer – dentro deste mundo mais descentralizado – muito mais escolhas do que teve o 1.0.
  8. A única forma de lidar melhor com o aumento da Complexidade Demográfica sempre será a Descentralização Progressiva.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Quanto mais escolhas temos na vida, mais precisamos saber para onde queremos ir.” Roy Bennett.

Link para o texto completo: https://encurtador.com.br/jMQX3

Estamos entrando na nova e ainda pouco conhecida Civilização 2.0, que tem como característica principal o aumento exponencial da descentralização das atividades do Sapiens, através da chegada da Curadoria – um novo Macro Modelo de Cooperação (mais conhecida como Uberização ou Blockchenização).

O aumento populacional dos últimos dois séculos, quando saltamos de um para oito bilhões de Sapiens, tem nos obrigado a criar um Ambiente Civilizacional mais participativo para que possamos lidar melhor com o aumento da Complexidade Demográfica.

Fato é na vida do Sapiens:

A única forma de lidar melhor com o aumento da Complexidade Demográfica sempre será a Descentralização Progressiva.

O que nos leva obrigatoriamente a passar a viver em um Ambiente de Sobrevivência muito mais dinâmico, empreendedor, autônomo e inovador.

O Sapiens 2.0 terá que fazer – dentro deste mundo mais descentralizado – muito mais escolhas do que teve o 1.0.

O Sapiens 2.0 terá que ter muito mais autonomia ao longo da vida e isso exige que ele reflita, de forma mais consciente, sobre a sua jornada de vida.

E tudo isso nos leva a um aumento radical da demanda por Projetos Mais Fortes de Felicidade.
Eis a regra que vale para todos os cenários da história humana:

Quanto mais escolhas temos na vida, mais precisamos saber para onde queremos ir.

O aumento exponencial de autonomia do Sapiens 2.0 nos leva a uma forte demanda por vidas mais estratégicas.

Quanto mais escolhas temos, mais o tempo fica nublado e quanto mais nublado é o tempo, melhores bússolas precisamos ter para nos guiar ao longo da jornada.

E tudo isso nos leva diretamente à demanda por Projetos Mais Fortes de Felicidade.

Sim, temos vários Projetos de Felicidade disponíveis no mercado conceitual e – como qualquer outro – cada agente dentro dele vive uma intensa disputa para atrair seus respectivos clientes.

É preciso procurar aqueles que são melhores e mais adequados para que possamos aumentar a nossa Taxa de Felicidade.

É da escolha de boas teorias e metodologias sobre a felicidade que dependerá a qualidade de vida do Sapiens 2.0.

Teremos que refletir muito mais sobre a Felicidade para ter uma vida melhor neste novo cenário do pós-Digital.

O objetivo de todos os Sapiens – mesmo que não admita isso – sempre foi e sempre será, ser mais feliz amanhã do que está sendo hoje.

O aumento da Taxa da Felicidade, mais do que nunca, de Teorias e Metodologias mais fortes e consistentes.

Esta é a meta do Projeto de Felicidade Blockchain da Bimodais.

O projeto, entretanto, faz parte de um estudo mais amplo da Ciência da Inovação.

Carlos Nepomuceno, o Curador da Bimodais, se dedica há mais de 20 anos ao desenvolvimento da Ciência da Inovação, que tem três camadas integradas e sinérgicas: Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Concluímos as etapas da Inovação Civilizacional e Grupal nos últimos quatro anos e temos dedicado os últimos dois anos para a Inovação Pessoal, que tem no seu epicentro Projetos de Felicidade.

Portanto, ajudar no aumento da taxa da Felicidade do Sapiens 2.0 passou a ser o foco da Bimodais, a partir de 2023 e será mantido e ampliado agora em 2024 nas 11ª e 12º imersão da escola.

Este texto serve de base para:

Os cursos sobre Projetos de Felicidade 2.0 da Bimodais, que serão ministrados ao longo de 2024 voltado para pessoas físicas interessadas em Projetos de Felicidade Mais Fortes;
E para a formação dos Disseminadores da Felicidade 2.0 da Bimodais, já em curso.

Nosso objetivo é apresentar um Projeto Mais Forte de Felicidade e mais compatível com os desafios e possibilidades do Sapiens 2.0.

Aqui temos uma versão bem resumida, mas completa, que servirá de base para o livro que estaremos publicando até o final de setembro de 2024.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 500,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

O texto aborda a busca pela singularidade e pela criatividade, destacando a importância de desbloquear o potencial criativo e alcançar a felicidade. Ele discute a influência dos ambientes de sobrevivência na expressão da singularidade das pessoas, distinguindo entre ambientes mais massificadores e aqueles que estimulam a singularidade. A ideia central é que o indivíduo precisa desenvolver sua mente secundária para revisar paradigmas limitantes e permitir a expressão plena de sua singularidade. O texto também menciona a abordagem de Julia Cameron em seu livro “O caminho do artista” e a importância de escrever diariamente para estimular a criatividade. Por fim, ele explora a noção de um “Poder Superior” como uma energia criativa interna que pode ser acessada para desbloquear o potencial humano.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quando não conseguimos desenvolver, de forma progressiva, o nosso Potencial Singular até os seus limites extremos, nos invade uma sensação de frustração por não estar aproveitando, ao máximo, nossa vida.
  2. Não é à toa que em determinados Ambientes de Sobrevivência, o pessoal mais criativo joga a criatividade para atividades não remuneradas, por falta de condições de viver a partir delas.
  3. Num Projeto de Felicidade Mais Forte “Deus” não está fora. Está totalmente dentro. É o Deus da Singularidade e é preciso apenas aprender a se relacionar melhor com ele.
  4. Uma vida na qual não colocamos desenvolver os nossos Potenciais Singulares gera a sensação de que temos um passaporte e uma passagem para ir para determinado lugar e não conseguimos nunca pegar o trem.
  5. Diria que cada um de nós vem com um Potencial Singular de fábrica e que quanto mais o colocamos para rodar, mais nos sentimos bem.
  6. Na vida podemos definir que há uma separação entre aquilo que controlamos mais (visões e atitudes) e aquilo que controlamos menos (as sensações).
  7. Quanto mais um Ambiente de Sobrevivência for centralizado, mais haverá o abafamento da singularidade e o estímulo à massificação e vice-versa.
  8. Você não estabelece que: amanhã vou ser mais criativo porque eu quero e fim de papo. Você escolhe ter determinadas visões e atitudes mais adequadas, que permitem que a Taxa de Criatividade aumente ao longo do tempo.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“O homem é instado a fazer de si mesmo aquilo que deve se tornar para cumprir o seu destino“Paul Tillich.

Este é o segundo livro, quando continuamos a Bimodalizar o livro “O caminho do artista: Desperte o seu potencial criativo e rompa seus bloqueios” de Julia Cameron.

No artigo passado, tivemos uma Abordagem Mais Ambientológica e acredito que podemos criar duas formas de definir os artigos da Bimodais:

Artigos Mais de Sala – que são mais abertos e abordam mais o fenômeno, podendo ser chamados também de Artigos Mais Fenomenológicos;
Artigos Mais de Cozinha – que são mais fechados e abordam mais o ambiente do estudo do fenômeno, podendo ser chamados também de Artigos Mais Ambientológicos.

E ainda, como questão que ficou em aberto no artigo passado, escrevi: “a criatividade é uma atitude ou uma sensação?”.

Atitude é algo que temos mais controle e a sensação é algo mais incontrolável, que ocorre de dentro para fora.

Podemos definir que:

Há sensações que temos que vêm de algum lugar de dentro de nós que temos menos controle.

Quando sentamos em um determinado sofá que nos causa horas depois dor nas costas, a dor é uma sensação que não veio por que quisemos, ela veio, apesar da nossa vontade.

A dor nas costas é involuntária e só vai deixar de crescer ou continuar, se tomarmos a atitude de deixar de sentar naquele sofá e, se for o caso, passar algo nas costas ou mesmo ir num fisioterapeuta.
Assim, podemos dizer que:

Na vida podemos definir que há uma separação entre aquilo que controlamos mais (visões e atitudes) e aquilo que controlamos menos (as sensações).

A Criatividade, por exemplo, NÃO pode ser considerada uma atitude, mas uma sensação, que pode surgir, conforme o Projeto de Felicidade adotado.

A Criatividade, de fato, não é uma dor, é mais, um estado de espírito como a tranquilidade, a resiliência, o bom humor e a motivação.

Você não estabelece que: amanhã vou ser mais criativo porque eu quero e fim de papo. Você escolhe ter determinadas atitudes mais adequadas, que permitam que a Taxa de Criatividade aumente ao longo do tempo.

Quando escolhemos e adotamos Visões e Atitudes mais adequadas na nossa vida, com o tempo, um Estado de Espírito Mais Positivo passa a nos acompanhar com mais frequência.

Vejamos a diferença entre o Estado de Espírito Mais Negativo e o Mais Positivo:

Estado de Espírito Mais Negativo – quando determinadas sensações piores passam a ser mais frequentes nas nossas vidas, a partir de Visões e Atitudes mais inadequadas;
Estado de Espírito Mais Positivo – quando determinadas sensações melhores passam a ser mais frequentes nas nossas vidas, a partir de Visões e Atitudes mais adequadas.

Dentro desta lógica, temos a sugestão de Cameron de que é preciso escrever num caderno todos os dias, que ela chama de Caderno de Anotações.

Este, segundo ela, é o primeiro passo para que possamos sair de uma posição de bloqueio para o início de uma jornada na direção do aumento da Taxa de Criatividade.

Temos algo bom aqui quando falamos em Felicidade também.

Uma pessoa, de maneira geral, não está desenvolvendo um Projeto de Felicidade de forma mais consciente e mais forte.

Ela está com um certo bloqueio, que pode ter o seguinte diagnóstico nas três definições dos Estilos de Vida:

Estilo de Vida Mais Sobrevivente – trabalha com o conceito de Felicidade Chuva, de que tudo vai acontecer sem nenhum projeto;
Estilo de Vida Mais Instagrante – escolheu um Projeto de Felicidade Mais Fraco, baseado em parâmetros Exógenos e em Coisas;
Estilo de Vida Mais Missionário – escolheu um Projeto de Felicidade Mais Forte em alguns aspectos, mas precisa de ajuda para aprimorá-lo.

A sugestão de escrever sempre é ótima, pois a escrita é a melhor musculação que temos da Mente Secundária, pois nos permite estabelecer um diálogo permanente com ela;

A Mente Secundária nos permite rever os Paradigmas Mais Atrapalhantes do que Ajudantes. Vejamos a diferença:

Paradigmas Mais Ajudantes – aqueles que nos permitem subir nossa Taxa de Felicidade e permanecer alta;
Paradigmas Mais Atrapalhantes – aqueles que não deixam nossa Taxa de Felicidade subir e permanecer alta.

Vamos Bimodalizar a Cameron.

O que é um bloqueio?

Uma pessoa bloqueada é aquela que não tem ou não consegue adotar um Projeto de Felicidade Mais Forte.

É preciso entender que toda a sociedade – seja ela qual for – por uma questão de proteção, tende a abafar a singularidade das pessoas.

Ela diz:

“A criatividade é nossa verdadeira natureza e que os bloqueios são um entrave nada natural a um processo que é tão normal e milagroso quanto o desabrochar de uma flor.”

Bimodalizaria da seguinte forma:

O Sapiens é a espécie mais singular do planeta, se compararmos cada Sapiens com os demais.

Porém, a Singularidade varia conforme a Topologia dos Ambientes de Sobrevivência:

Um Ambiente de Sobrevivência Mais Saudável – é aquele em que há um estímulo e a possibilidade de que possamos aumentar a Taxa de Singularidade. Isso ocorre com a Topologia de Sobrevivência Mais Descentralizada;
Um Ambiente de Sobrevivência Menos Saudável – é aquele em que há um estímulo e a possibilidade de que possamos aumentar a Taxa de Singularidade. Isso ocorre com a Topologia de Sobrevivência Mais Centralizada.

Porém, nem sempre podemos escolher, do ponto de vista civilizacional, Ambientes de Sobrevivência Mais Saudáveis, pois existe o fator básico da sobrevivência.

Quando temos aumentos populacionais, por exemplo, há uma demanda grande pela produção de produtos básicos de sobrevivência e isso nos leva ao aumento da centralização, tornando o ambiente viável para se sobreviver, mas se perde na qualidade de sobrevivência.

Quando analisamos a Inovação Civilizacional, por exemplo, podemos perceber este Zig Zag Civilizacional, a saber:

Novas Mídias nos permitem criar Novos Modelos de Cooperação Mais Sofisticados;
Que nos permite ter um novo ciclo de aumento populacional;
Que nos leva a um desgaste das Novas Mídias e dos Novos Modelos de Cooperação Mais Sofisticdos;
Tornando, sem que queiramos, no surgimento de Ambientes de Sobrevivência Mais Centralizados e Menos Saudáveis, que só vão ser revisados com o surgimento de novas mídias.

Nós estamos aqui para sobreviver – antes de qualquer coisa – e muitas vezes as circunstâncias da sobrevivência levam os Ambientes de Sobrevivência a abafar a singularidade das pessoas.

Quando vamos procurar tirar as pessoas de um determinado Bloqueio da Felicidade é preciso dar a elas a visão do cenário geral para que ela possa compreender o contexto.

Quando queremos desenvolver um Projeto de Felicidade Mais Forte é preciso entender em que tipo de Ambiente de Sobrevivência estamos inseridos e o quanto ele está mais aberto ou fechado para singularidades.
Não é à toa que em determinados Ambientes de Sobrevivência, o pessoal mais inquieto acaba por jogar seus Tapetes de Aladim para atividades não remuneradas, por falta de condições de viver a partir delas.

Há sem dúvida Ambientes de Sobrevivência que favorecem mais ou menos a singularidade e, a partir disso, podemos extrair a seguinte regra:

Ambientes de Sobrevivência Mais Massificadores – aqueles em que a Singularidade é fortemente questionada;
Ambientes de Sobrevivência Mais Singularizadores – aqueles em que a Singularidade é fortemente estimulada.

É preciso entender o contexto mais geral para entender de que tipo de ambiente estamos falando.

Mais ainda.

Depende também do Perfil Inovador de cada pessoa se tem um Perfil Mais ou Menos Abstrato:

Pessoas com Perfil Inovador Mais Abstrato terão uma demanda maior por Singularização, pois terão mais facilidade de enxergar de fora e de longe a Mente Primária;
Pessoas com Perfil Inovador Menos Abstrato terão uma demanda menor por Singularização, pois terão menos facilidade de enxergar de fora e de longe a Mente Primária.

O abafamento da singularidade visa a proteção do que foi conquistado, mas, muitas vezes, impede também o questionamento do que precisa ser melhorado.

Vejamos a relação de singularidade e Topologia dos Ambientes de Sobrevivência:

Quanto mais um Ambiente de Sobrevivência for centralizado, mais haverá o abafamento da singularidade e o estímulo à massificação;
Quanto mais um Ambiente de Sobrevivência for descentralizado, mais haverá o estímulo à singularidade e o questionamento à massificação.

Hoje, diante da descentralização provocada pelo Digital, estamos tendo uma exponencial demanda pela singularidade e questionamento da massificação.

Por isso, um livro como o da Cameron, que procura desbloquear a criatividade, ganha tanta relevância.

Na verdade, o livro dela procura desbloquear a singularidade e, por causa disso, há um aumento da Taxa de Criatividade.

O livro da Cameron é um livro Desmassificador e Singularizador.

Mudando de assunto, aqui, como citei anteriormente no artigo passado, temos a influência do AA:

“Eu queria que “O caminho do artista” fosse como o programa dos 12 passos dos Alcoólicos Anônimos, praticamente sem líderes, autodidata , crescendo mediante a ausência de um controle central, expandindo – se por meio de uma série natural de avaliações pessoais.”

Ela usa um termo bastante usado no AA de Poder Superior, ela diz:

“Poderes superiores estão à nossa disposição sempre que precisamos de auxílio.”

O termo “superior” aqui, se aproxima da seguinte definição, colhida no Tio Chatinho:

“Superior” também pode descrever algo que é de qualidade superior ou excelência em comparação com outros itens semelhantes. Por exemplo, um produto superior é de melhor qualidade do que outros produtos da mesma categoria.”

O Poder aqui vai na direção daquilo que é possível de fazer.

Poder Superior pode ser interpretado por áreas da nossa mente que podem ser acessadas e musculosas que são melhores do que outras, quando queremos ter vidas melhores.

Uma pessoa que tem uma vida de mais qualidade é aquela que usa com mais frequência a Mente Secundária, fazendo o tempo todo as revisões necessárias nos Paradigmas Mais Atrapalhantes da Mente Primária.

Ao Bimodalizar podemos dizer que:

A Mente Secundária tem um Poder Superior sobre a Primária, quando se trata de promover revisões de Paradigmas Atrapalhantes.

A Mente Primária, sem dúvida, é útil e será OBRIGATORIAMENTE usada para nossas atividades mais automáticas e isso é ótimo, desde que estejamos o tempo todo atentos para aquilo que precisa ser revisto.

Quando nos vemos em situações complicadas, precisamos pedir auxílio à Mente Secundária para nos ajudar a resolvê-las.

Gosto da frase:

“Eu ensino as pessoas a se permitirem ser criativas.”

Note que a frase está bem alinhada com a ideia de que são as atitudes que geram criatividade.

A Felicidade, como diz o título do artigo, é uma flor que precisa ser adubada para florescer.

Bimodalizando, se falarmos sobre o Projeto de Felicidade 2.0 da Bimodais, eu diria que:

O Projeto de Felicidade 2.0 da Bimodais visa permitir que as pessoas sejam mais singulares e, por causa disso, a tendência é o aumento da Taxa da Felicidade, o que inclui a da Criatividade.

Cameron no seu livro está o tempo todo defendendo, sem explicitar, a necessidade de Singularização, que, como consequência, nos leva ao aumento da Taxa de Criatividade.

Ela diz, de uma forma mais mística:

“Engajar o Grande Criador na descoberta e na recuperação dos nossos poderes criativos, vi bloqueios se desfazerem e vidas se transformarem enquanto eu usava.”

Aqui, podemos ter várias interpretações, mas ao Bimodalizar a frase, nós estamos falando na musculação do Eu Criativo na Mente Secundária, permitindo a superação de vários Paradigmas Limitantes.

Ela cita a seguinte frase de terceiro:

“O homem é instado a fazer de si mesmo aquilo que deve se tornar para cumprir o seu destino.” – Paul Tillich.

O que seria “o destino?”

Diria que cada um de nós vem com um Potencial Singular de fábrica e que quanto mais o colocamos para rodar, mais nos sentimos bem.

Quando não conseguimos desenvolver, de forma progressiva, o nosso Potencial Singular até os seus limites extremos, nos invade uma sensação de frustração por não estar aproveitando, ao máximo, nossa vida.
Uma vida na qual não colocamos para “rodar” nossos Potenciais Singulares gera a sensação de que temos um passaporte e uma passagem para ir para determinado lugar e não conseguimos nunca pegar o trem.

Ela explica que Poder Superior, Deus, ou outros termos similares, “podem ser substituídos por direção boa e ordenada, fluxo ou energia criativa”.

Ou seja.

Num Projeto de Felicidade Mais Forte “Deus” não está fora. O Deus da Singularidade está totalmente dentro. É preciso apenas aprender a se relacionar melhor com ele.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Gemini ou Chatinho:

O texto introduz a exploração do livro “O Caminho do Artista: Desperte o seu potencial criativo e rompa seus bloqueios” de Julia Cameron, destacando sua abordagem para desbloquear a criatividade e incentivar o desenvolvimento pessoal ao longo de doze semanas. A autora é descrita como uma “Conceituadora Metodológica” que se inspira nos doze passos dos Alcoólicos Anônimos. O autor aprecia a obra, observando que seus princípios podem ser aplicados não apenas por artistas, mas por qualquer pessoa em busca de projetos mais significativos de felicidade. O texto aborda também conceitos sobre criatividade, singularidade e gestão pessoal, destacando a importância da criatividade em um contexto dinâmico como o da Civilização 2.0. No entanto, são feitas críticas à repetição e à idealização dos artistas apresentadas pela autora, assim como algumas reflexões sobre a mente e a gestão pessoal, sugerindo uma visão mais pragmática e multifacetada do desenvolvimento individual. O resumo termina com uma reflexão sobre a relação entre criatividade, bem-estar e o desenvolvimento dos potenciais singulares de cada indivíduo, deixando questões em aberto para futuras análises.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Com a chegada do Digital, todas as pessoas com uma conexão com a internet podem produzir conteúdo, teoricamente, sem limite de fronteiras.
  2. Hoje, há uma demanda pelo aumento da Taxa de Criatividade em todas as áreas da sociedade.
  3. Temos na Civilização 2.0 um Ambiente de Sobrevivência muito mais dinâmico e inovador que tivemos no passado.
  4. Nós, absolutamente, não mandamos nos nossos Cachorrinhos Internos. Uma vida melhor demanda que consigamos fazer o melhor gerenciamento possível com nosso Canil.
  5. Quando desenvolvemos nossos Potenciais Singulares passamos a ter, sem dúvida, uma vida melhor, pois nos permitimos nos personalizar.
  6. Um Projeto de Felicidade Mais Forte é aquele em que a pessoa recebe ferramentas para que possa se personalizar mais e mais.
  7. No Foquismo de um Projeto de Felicidade Mais Forte é preciso escolher com sabedoria conteúdos, pessoas, atividades e ambientes que mais nos ajudem do que atrapalhem a nossa jornada.
  8. Quando uma pessoa não entra em processo de personalização, percebe que não está se potencializando ao máximo.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“A criatividade é como capim – volta a crescer com um mínimo de cuidado.” Julia Cameron.

Começamos hoje a Bimodalizar o livro “O caminho do artista: Desperte o seu potencial criativo e rompa seus bloqueios” de Julia Cameron.

Ela promete no livro ir curando o artista que há dentro de você e reerguer o seu eu criativo.

Antes, porém, me permitam fazer uma separação mais geral sobre os Conceituadores para que possamos classificá-los. Podemos dizer que temos os seguintes tipos:

Cameron é uma Conceituadora Metodológica. Seu objetivo é incentivar a criatividade em artistas, baseada em propostas de ação ao longo de doze semanas.

Ela cita os Alcoólicos Anônimos (acho que ela fez parte deles) e a ideia das doze semanas do seu método de desbloquear a criatividade me parece inspirada nos doze passos do AA.
(Parênteses: se analisarmos com calma os doze passos do AA, veremos que são seis ou sete, mas que foram estendidos a doze para facilitar o processo.)

Gostei bastante do livro, pois se substituirmos artistas por pessoas e criatividade por singularidade, Cameron pode nos ajudar bastante na superação dos bloqueios para se adotar Projetos de Felicidade Mais Forte.

Cameron – e aqui vai uma crítica – é uma Conceituadora Mais Metodológica e as suas propostas são meio misturadas, com uma repetição grande ao longo dos capítulos. É um livro mais Percepcionista do que Padronista.

Fato é que:

O Sapiens 2.0 precisará ser muito mais singular e criativo do que foi o 1.0.

O livro de Cameron – repito – acaba por ser útil não só para artistas, mas para qualquer pessoa que queira abraçar Projetos de Felicidade Mais Fortes.

Hoje, há uma demanda pelo aumento da Taxa de Criatividade em todas as áreas da sociedade.

Temos na Civilização 2.0 um Ambiente de Sobrevivência muito mais dinâmico e inovador que tivemos no passado.

Por isso, não podemos manter a mesma Taxa de Criatividade de antes, pois a demanda aumentou muito neste novo século.

Por isso, o livro de Cameron é útil não apenas para artistas, que praticam a criatividade nas artes, mas para qualquer pessoa.

Cameron tem uma visão meio idealizada dos artistas.

Artistas se dedicam à criação de arte, que é um tipo específico de produção, que demanda, como em várias outras áreas, criatividade.

Ela diz:

“Artistas são visionários.”

Nem sempre. Temos artistas que são e outros que não.

Diz ela:

“É nossa obra que cria o mercado e não o mercado que cria nossa obra.”

Nem sempre. Nem toda obra cria mercado depende do tipo de obra.

Ela está se referindo a Disruptores na Arte.

Disruptores são pessoas que já nascem com mais apetite para desafios, também chamado de Inquietos, que possuem uma capacidade abstrata maior e, por causa disso, conseguem analisar com mais facilidade a Mente Primária.

Estimular a criatividade nas pessoas de maneira geral é uma coisa e em Disruptores é algo particular.

Ela diz:

“Estou aqui porque a “arte” me chamou. Obediente, eu vim.”

No livro, se percebe uma outra divisão importante quando estudamos o Fenômeno da Mente. Podemos ter dois tipos de abordagem:

Abordagem Unimental da Mente – que identifica uma Mente e não uma;
Abordagem Bimental da Mente – que identifica duas Mentes e não uma.

Kahneman, por exemplo, é um Conceituador Bimental quando sugere que temos a mente rápida e devagar.

Cameron aborda o Censor e o Criador sempre em contraposição na hora que se procura ser criativo.

Temos ainda duas abordagens sobre o Sapiens, do ponto de vista do gerenciamento das nossas vidas:

Abordagem Unicista do Gerenciamento do Eu – eu sou um ser único e não tenho dentro de mim um conjunto de Eus, que precisam ser conhecidos com os quais eu negocio o tempo todo;
Abordagem Múltipla do Gerenciamento do Eu – eu sou um ser múltiplo e tenho dentro de mim um conjunto de Eus, que precisam ser conhecidos com os quais eu negocio o tempo todo.

Cameron opta por uma Abordagem Múltipla do Gerenciamento do Eu, quando procura nos orientar a negociar o tempo todo com nosso Eu Censor.

Eu Censor é aquele Eu Interno que está o tempo todo, a partir da Mente Primária, nos criticando e não nos deixando ir adiante no desenvolvimento dos nossos Potenciais Singulares, no desenvolvimento do nosso Eu Criador.
Cameron em vários momentos se deixa levar pelo Eu Criador:

“Foi aqui que comecei a ensinar o Caminho do Artista. Fui “ chamada ” a ensinar e atendi ao chamado com alguma relutância.”

Claramente, temos uma Abordagem Múltipla do Gerenciamento do Eu, quando percebemos que muitas vezes temos que seguir determinados instintos.

Nós, absolutamente, não mandamos nos nossos Cachorrinhos Internos. Uma vida melhor demanda que consigamos fazer o melhor gerenciamento possível com nosso Canil.

Ela fala, particularmente, mais e muito do nosso Eu Criativo.

O Eu Criativo é um dos elementos da nossa Mente Secundária, que assim se divide:

Eu Criativo – área criativa da Mente Secundária, responsável pelas atividades fins dos nossos Potenciais Singulares;
Eu Organizativo – área organizadora da Mente Secundária, responsável pela sustentação das atividades que nos permitem desenvolver nossos Potenciais Singulares.

O Eu Criativo, a meu ver, deve estar no epicentro das nossas vidas, nos permitindo estar o tempo todo reinventando nossos Paradigmas, quando eles apresentam sinais que estão mais atrapalhando do que ajudando.

Quando Cameron diz que foi chamada, ela está dando voz ao seu Eu Criativo e se deixando levar por ele.

Cameron usa muito as palavras “fé”, “Deus”, “Poder Superior”.

Aqui, podemos ter várias interpretações, mas eu diria que:

Quando passamos a negociar com nossos Eus Internos, aqueles mais positivos, via Mente Secundária, há algo de Superior ali.

Vejamos a diferença entre os dois tipos de Eus Internos:

Eus Internos Negativos são aqueles que nos impedem de desenvolver os nossos Potenciais Singulares e reduzem nossa Taxa de Felicidade;
Eus Internos Positivos são aqueles que nos permitem desenvolver os nossos Potenciais Singulares e aumentam nossa Taxa de Felicidade.

Quando desenvolvemos nossos Potenciais Singulares passamos a ter, sem dúvida, uma vida melhor, pois nos permitimos nos personalizar.

Quando uma pessoa não entra em processo de personalização, percebe que não está se potencializando ao máximo.

Um Projeto de Felicidade Mais Forte é aquele em que a pessoa recebe ferramentas para que possa se personalizar mais e mais.

Diz ela, já mudando de assunto:

“…percebi que eu me desenvolveria muito mais facilmente caso estivesse ao lado de pessoas que dão os mesmos saltos de fé que eu.”

Aqui reforça uma de nossas sugestões de Atitude, representadas pela sigla FGHEAD (Foco, Gratidão/Perdão, Honestidade, Empreendedorismo, Aprendismo e Disciplina).

No Foquismo de um Projeto de Felicidade Mais Forte é preciso escolher com sabedoria conteúdos, pessoas, atividades e ambientes que mais nos ajudem do que atrapalhem a nossa jornada.

Para fechar o artigo, ela diz:

“As pessoas são “curadas” porque a criatividade é saudável – e , ao praticá-la, elas alcançam seu eu superior. Todos somos maiores do que podemos conceber.”

Como eu Bimodalizo esta frase?

Quando eu inicio a jornada de um Projeto de Felicidade Mais Forte, eu passo a desenvolver os meus Potenciais Singulares, o que me gera Energias Positivas e me dá uma sensação de bem estar continuado.

E aí surge uma questão.

A criatividade é uma atitude ou uma sensação?

Vou refletir e volto amanhã para detalhar.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Link encurtado: https://encurtador.com.br/rBPS9

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo do Tio Chatinho:

O texto aborda a transição dos profissionais de comunicação para o ambiente digital, destacando a distinção entre conteudistas genéricos e especializados. Com o advento da internet, todos têm acesso à produção de conteúdo, desafiando os conteudistas a se especializarem e se atualizarem constantemente. A velocidade das mudanças na era digital exige uma mente ágil e adaptável, onde o conteúdo deve ser relevante e progressivamente aprimorado. O autor ressalta a importância de um processo de aprendizado contínuo e reflexivo, enfatizando que a escrita é essencial para aprimorar o pensamento e criar um diário de bordo para registrar ideias. A divulgação do conteúdo deve ser uma consequência natural do processo de aprendizado, priorizando a qualidade sobre a quantidade e visando o longo prazo em vez do sucesso imediato.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A geração de conteúdo na Web, assim, não deve ter um fim em si mesmo, mas ser vista como um meio para viabilizar a sua excelência.
  2. Projetos de Felicidade Mais Fortes pedem pensamento de longo prazo e a procura da profundidade e não da superficialidade.
  3. Você não deve escrever, estudar, pensar para aparecer, mas o contrário, escrever, estudar e pensar para aprender. O aparecer vem naturalmente.
  4. Hoje, tudo está em processo acelerado de mudança e cada pessoa precisa desenvolver uma capacidade de reflexão muito maior do que no passado.
  5. As pessoas não estão se aprofundando nas suas especialidades para aprender e ajudar seus clientes, mas para agradar ao Google.
  6. Quanto mais você produzir uma pesquisa interessante e útil, mais e mais vai gerar fidelidade do cliente e vice-versa.
  7. Na Civilização 2.0, o que era interessante ontem, se torna totalmente desinteressante no dia seguinte.
  8. Hoje, precisamos aprender a ter uma cabeça de software, que está o tempo todo criando novas versões dos nossos Paradigmas.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“xxx“ – xxx.

É isso, que dizes?

“Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.” – Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Gemini:

O texto discute a evolução do estudo da felicidade, desde a filosofia da felicidade no passado até a psicologia no presente. Argumenta que a psicologia, apesar de seu foco em saúde mental, ainda é uma ciência “mais fraca” por não oferecer ferramentas práticas para alcançar a felicidade. Para superar essa limitação, o autor propõe a criação da Ciência da Inovação Pessoal, que integraria conhecimentos da filosofia, psicologia e coaching para oferecer ferramentas práticas e eficazes para o desenvolvimento pessoal e a felicidade.

Essa nova ciência teria duas vertentes de coaching: Preventiva, para pessoas com equilíbrio emocional, e Pósventiva, para pessoas com problemas emocionais mais graves. O objetivo central da Ciência da Inovação Pessoal seria a difusão de “Projetos de Felicidade Mais Fortes”, comprovadamente eficazes em levar a uma vida mais feliz e plena. Ainda em desenvolvimento, a Ciência da Inovação Pessoal se apresenta como uma proposta promissora para auxiliar o Sapiens 2.0 a navegar no mundo descentralizado da atualidade e alcançar uma vida mais significativa e feliz.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Psicólogo, assim, é hoje, ou deveria ser, um profissional da felicidade.
  2. Um Psicólogo nada mais faz do que abraçar um determinado Projeto de Felicidade e procura ajudar as pessoas a desenvolvê-lo.
  3. O problema que vejo na formação dos psicólogos é a quebra da continuidade entre os Filósofos da Felicidade do passado e o seu papel no presente.
  4. Quando uma pessoa diz que vai fazer terapia, a sua expectativa será sempre a de entrar mais triste no tratamento e sair de lá mais feliz. Ou não?
  5. O trabalho do psicólogo nada mais é do que nos ajudar a gerenciar melhor as nossas emoções para que tenhamos vida melhores.
  6. Não há necessidade de se criar um novo campo da Ciência da Felicidade, mas, ao contrário, trazer os conceitos de Felicidade do passado para a Psicologia.
  7. O antigo filósofo preocupado com a felicidade, nada mais era do que um Psicólogo primitivo.
  8. Uma Ciência que não visa ajudar o Sapiens a viver melhor é uma Ciência Mais Fraca.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Você não pode simplesmente desligar uma emoção indesejada quando bem entender, mas pode se esforçar para que a próxima emoção não ganhe impulso a ponto de sair do controle.” – John Sellars.

Neste artigo, continuamos a Bimodalizar o livro “Lições de estoicismo: o que os filósofos antigos têm a ensinar sobre a vida” de John Sellars.

O livro apresenta um resumo da abordagem estóica com o objetivo de tornar melhor a vida das pessoas.

Quando lemos algo sobre os Estóicos, ou de Filósofos da Felicidade do passado, fica impossível não repensar o papel dos psicólogos e da Psicologia.

Vejamos por que isso ocorre, a partir de Sellars:

“É trabalho do filósofo nos apoiar para curar as enfermidades de nossa alma.”

Segundo o Tio Gemini:

“Um filósofo é um indivíduo que se dedica à filosofia, um campo de estudo que busca compreender a natureza da realidade, do conhecimento, da moral, da beleza e de outras áreas fundamentais da experiência humana. Filósofos utilizam a razão e a lógica para analisar o mundo e formular ideias sobre como devemos viver.”

Quando surgiram os primeiros filósofos a Ciência engatinhava, ainda mais a Social.

Assim, a Filosofia e os Filósofos assumiram o papel de começar a estruturar algo que depois foi ganhando forma com outros nomes.

Note que é preciso separar duas atividades no campo da Filosofia:

Filósofos Específicos – que se dedicavam a um campo específico e que acabaram sendo substituídos por outros cientistas;
Filósofos Gerais – uma atividade de formular questões o tempo todo, que prefiro definir como Essenciológos, que procuram questionar a essência dos fenômenos.

A frase “É trabalho do filósofo nos apoiar para curar as enfermidades de nossa alma.” se confunde hoje com as atividades dos Psicólogos, como nos detalha o Tio Gemini:

“Promover a saúde mental e o bem-estar das pessoas, ajudando-as a lidar melhor com seus problemas emocionais, comportamentais e relacionais.”

Parecido não?

Aqui, cabem algumas observações.

Tivemos ao longo de vários séculos o desenvolvimento de diversas teorias e metodologias, que depois, com o tempo, acabaram virando ciências.

A Física, por exemplo, começou na Filosofia e se desdobrou em um campo específico de estudo.

A Filosofia, na verdade, é um nome genérico do passado – que teve a sua função – para criar as bases estruturais de diversas ciências.

Existem, assim, vários campos da Filosofia e um dos principais é aquele que sugere formas do ser humano pensar e agir para ser mais feliz.

É a chamada Filosofia da Felicidade, como nos detalha o Tio Chatinho:

“A filosofia que estuda a felicidade é conhecida como “filosofia da felicidade” ou “filosofia da vida boa”. Ela explora questões como: O que é felicidade? Como podemos alcançá-la? Quais são os componentes essenciais para uma vida feliz? Diversos filósofos ao longo da história têm abordado essas questões, cada um oferecendo perspectivas e teorias distintas sobre a natureza e a realização da felicidade. Além disso, há também o campo acadêmico interdisciplinar da “ciência da felicidade”, que combina insights da psicologia, sociologia, economia e outras disciplinas para compreender melhor as características da felicidade humana.”

O problema começa quando perdemos a noção do papel das Ciências.

Uma Ciência é sempre criada para que o Sapiens possa entender e lidar melhor com determinado fenômeno.

Tio Gemini define a Ciência da seguinte maneira:

“A ciência, em seu âmago, é uma jornada empolgante e em constante evolução na busca por compreender o universo e nosso lugar nele. Ela se baseia em um conjunto de métodos rigorosos e sistemáticos para explorar o mundo natural e social, buscando explicações precisas e verificáveis para os diversos fenômenos que nos rodeiam.”

Note como a visão mainstream, representada pelo Tio Chatinho, nos leva a pensar na Ciência Eunuca:

Na “busca por compreender o universo e nosso lugar nele. (…) buscando explicações precisas e verificáveis para os diversos fenômenos que nos rodeiam.”

(Ciência Eunuca é aquela que muito conversa e discute, mas não entrega teorias e metodologias para a sociedade para que possamos entender e lidar melhor com os fenômenos.)

Não, não e não.

A Ciência não tem um fim em si mesmo! O papel da ciência é nos ajudar a entender e lidar melhor com os fenômenos.

Uma Ciência que não visa ajudar o Sapiens a viver melhor é uma Ciência Mais Fraca.

Vejamos a diferença entre as duas Ciências:

Ciência Mais Fraca (ou Eunuca) – aquela que vê a ciência como um fim em si mesmo, que não melhoram no curto, no médio e/ou longo prazo a relação do Sapiens com determinado fenômeno;
Ciência Mais Forte (ou de Excelência) – aquela que vê a ciência como um meio para melhorar no curto, no médio e/ou longo prazo a relação do Sapiens com determinado fenômeno.

A visão da Ciência Eunuca ou Mais Fraca acaba por atrapalhar a organização dos Ambientes de Diálogo Científico.

A melhor forma de organizá-los de forma mais adequada é pelos objetivos.

Me diga o objetivo de um pensador, seja ele do presente, do passado ou do futuro e fica mais fácil organizar o campo de estudo a que ele se dedicou, se dedica ou deve se dedicar.

Quando eu abordo a questão, por exemplo, da “Filosofia da Felicidade” – numa Abordagem Mais Proativa da Ciência – qual é o objetivo deste campo?

Ajudar as pessoas a ter uma vida melhor.

E se cria a ideia de que é possível criar a “Ciência da Felicidade”, segundo o Tio Chatinho: “que combina insights da psicologia, sociologia, economia e outras disciplinas para compreender melhor as características da felicidade humana.”

Isso mais ajuda ou mais nos atrapalha?

Eu acho que mais atrapalha.

Vejamos o que considero a mais adequado para definir a sequência histórica destes campos e sua tendência futura:

No passado mais distante, tivemos a Filosofia da Felicidade, que sugeria uma relação melhor como “nossa alma”;
No presente, a Filosofia da Felicidade foi absorvida pela Psicologia, que passou a ocupar a mesma função e não a Ciência da Felicidade, que me parece algo sem sentido, que procura nos ajudar melhor com nossas emoções, onde se incluem os traumas, neuroses, distúrbios, etc;
No futuro, acredito que a Psicologia dará lugar à Ciência da Inovação Pessoal, uma das camadas da Ciência da Inovação.

Um psicólogo nada mais é do que um profissional que tem como meta melhorar a Taxa da Felicidade das pessoas. Certo?

Um psicólogo, diferente de um médico ou de um fisioterapeuta, procura melhorar a relação das pessoas com as suas emoções para que ela melhore a sua qualidade de vida. Certo?

O trabalho do psicólogo nada mais é do que nos ajudar a gerenciar melhor as nossas emoções para que tenhamos vida melhores.

A Psicologia, mesmo que muitos não assumam isso, é a herdeira da Filosofia da Felicidade.

Não há necessidade de se criar um novo campo da Ciência da Felicidade, mas, ao contrário, trazer os conceitos de Felicidade do passado para a Psicologia.

O problema que vejo na formação dos atuais psicólogos é a quebra da continuidade entre os Filósofos da Felicidade do passado e a sua atividade no presente.

Quando uma pessoa diz que vai fazer terapia, a sua expectativa será sempre a de entrar mais triste no tratamento e sair de lá mais feliz. Ou não?

Um Psicólogo nada mais faz – ou deveria fazer – do que abraçar um determinado Projeto de Felicidade e ajudar as pessoas a desenvolvê-lo, superando os obstáculos emocionais que aparecem no caminho.

O Psicólogo, assim, é hoje, ou deveria ser, um profissional da felicidade.

Há uma crise na Psicologia, quando não se coloca dessa maneira. Por isso, surge dentro da Psicologia a proposta da Ciência da Felicidade.

A Ciência da Felicidade é um remédio inadequado para superar a atual crise da Psicologia, que precisa ser repensada.

A proposta Bimodal não é criar um campo como a Ciência da Felicidade ou manter a atual Psicologia, mas incorporar os dois, de forma mais adequada, na Ciência da Inovação Pessoal.

(Ciência da Inovação Pessoal visa criar teorias e metodologias para que o Sapiens 2.0 possa viver melhor, incorporando do passado tanto os ensinamentos dos Filósofos da Felicidade, quanto dos Psicólogos. É uma das camadas da Ciência da Inovação, sendo a Civilizacional e a Grupal/Organizacional – as outras duas.)

Assim, na Ciência da Inovação Pessoal se procura entender o fenômeno da Inovação Pessoal, tendo como núcleo central a procura de teorias e metodologias, que tornem a vida do Sapiens melhor.

Neste momento, é preciso, entretanto, separar duas coisas.

A difusão de Projetos de Felicidade Mais Fortes, o objetivo central da Ciência da Inovação Pessoal e as dificuldades que temos para adotá-los.

E aí temos uma importante divisão dos novos profissionais que vão operar neste novo e inovador campo da Inovação Pessoal:

Coaching da Inovação Pessoal Preventiva – atividade de disseminação de Projetos de Felicidade Mais Forte, que terão clientes com um equilíbrio emocional maior;
Coaching da Inovação Pessoal Pósventiva (o que chamamos hoje de Psicólogos) – atividade de disseminação de Projetos de Felicidade Mais Forte, que terão como clientes pessoas com um desequilíbrio emocional maior.

Por que ambos se chamam coach?

Nos diz o Tio Gemini:

“Um Coach é um profissional que atua como um guia e mentor, auxiliando pessoas a alcançarem seus objetivos pessoais e profissionais.”

Um Psicólogo é um tipo de coach – nada além disso – que tem um papel de trabalhar com clientes com problemas emocionais mais complicados.

O papel de um Coaching da Inovação Pessoal Pósventiva (ex-psicólogo) é ajudar as pessoas a poderem operar com Projetos Mais Forte de Felicidade de forma mais autônoma possível.

Um Coaching da Inovação Pessoal Pósventiva (ex-psicólogo) não deve, assim, apostar na dependência do cliente, mas na sua independência para que possa gerenciar o seu Projeto Mais Forte de Felicidade com mais autonomia.

Como os Coaches da Inovação Pessoal (tanto o Preventivo quanto o Pósventivo) operam? Eles têm como missão:

Escolher Projetos de Felicidade Mais Fortes e adotá-los para a sua vida pessoal para evitar dizer algo e fazer outro;
Ajudar a disseminá-los, através do seu trabalho de Coach;
Apoiar seus respectivos clientes para que adotá-los e gerenciá-los da forma mais autônoma possível.

Basicamente, o trabalho dos Coaches da Inovação Pessoal (tanto o Preventivo quanto o Pósventivo) é o de muscular a Mente Secundária (a mais reflexiva) para que gerencie bem os Paradigmas armazenados na Mente Primária (a mais automática).

Em resumo, o que defendemos é que os Filósofos da Felicidade, ou Inovadores Pessoais (Bimodalizando o termo) cumpriram um papel de Pré-Psicologia.

O filósofo (preocupado com a felicidade) exercia no passado o papel do Coach Preventivo e Pósventivo da Inovação Pessoal.

Vista do ponto de vista da Ciência da Inovação Bimodal, a frase (“Curar as enfermidades de nossa alma”) pode ser interpretada como gerenciar melhor as nossas emoções, a partir de um propósito mais significativo de vida.

O antigo filósofo preocupado com a felicidade, nada mais era do que um Psicólogo primitivo.

Um Coach da Inovação Pósventiva (atual Psicólogo) tem como missão ajudar as pessoas para que possam ter autonomia no desenvolvimento de um Projeto de Felicidade Mais Forte.

Diz ele:

“A missão do filósofo, enquanto médico da alma, é nos levar a analisar nossas crenças sobre o que pensamos ser bom e mau, o que achamos que vai nos beneficiar e o que acreditamos ser necessário para levarmos uma vida boa e feliz.”

É a descrição exata dos Profissionais da Inovação Pessoal tanto o Preventivo quanto o Pósventivo.

Há uma influência forte da Revolução de Mídia, da atual Renascença Civilizacional nisso tudo, pois há uma forte demanda hoje por mais autonomia do Sapiens 2.0.

O Sapiens 2.0 precisa de uma Ciência Mais Forte no campo da Inovação Pessoal para ajudá-lo a viver melhor neste mundo mais descentralizado.

Os ajustes propostos neste artigo procuram ir nessa direção. Estamos apenas iniciando a conversa sobre tudo isso.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Aqui:

https://on.soundcloud.com/bRnsh

E aqui:

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

O texto discute a aplicação dos princípios estoicos no contexto contemporâneo, destacando a importância de incorporar conceitos como métricas de felicidade endógenas e sensibilistas em projetos pessoais. A ênfase recai sobre a compreensão do caráter como elemento central desses projetos, definido pela visão, atitudes e métricas que moldam a busca pela felicidade duradoura. Além disso, o texto aborda a relação entre dinheiro e felicidade, ressaltando que o dinheiro é um meio, não um fim, para alcançar uma vida boa e feliz. A reflexão também inclui a ideia de que o dinheiro é um viabilizador de projetos de felicidade mais fortes, mas não deve ser o objetivo final. Em suma, o texto enfatiza a importância de buscar o desenvolvimento dos potenciais singulares de cada indivíduo como uma abordagem mais significativa para a busca da felicidade.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Muito do que vemos numa Baixa Taxa de Felicidade é justamente a incapacidade de conhecer e gerenciar nosso Canil Interno.
  2. O dinheiro, assim, é um “adubo” relevante para que possamos sobreviver com qualidade e poder ver as “flores” das sensações positivas brotarem dentro de nós.
  3. Nós podemos moldar algo nos nossos Cachorrinhos Internos, num processo de negociação, mas não de imposição.
  4. Uma pessoa mais feliz, assim, é aquela que não se liga na estação, mas percebe que o mais importante é a estrada.
  5. No fundo, bem no fundo, o que queremos na vida nada mais é do que acordar todos os dias mais tranquilos, de bom humor, motivados, resilientes e criativos. Ou não?
  6. O caráter muitas vezes é imaginado como algo que está pronto e imutável, quando, na verdade, precisa ser construído, a partir da reflexão e disciplina.
  7. O dinheiro é um viabilizador de Projetos de Felicidade Mais Forte, mas não o objetivo dele.
  8. Uma pessoa que está procurando ter um Projeto de Vida Missionário não trabalha para ganhar dinheiro, mas ganha dinheiro para trabalhar.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“A pessoa para quem o dinheiro não é apenas um meio de atender às necessidades de sobrevivência, mas algo que automaticamente lhe dará uma vida boa e feliz, está terrivelmente enganada.” – John Sellars.

Neste artigo, continuamos a Bimodalizar o livro “Lições de estoicismo: o que os filósofos antigos têm a ensinar sobre a vida” de John Sellars.

Estoicismo, como vimos antes, é uma abordagem antiga, que remonta há séculos, dentro do Campo da Inovação Pessoal, que apresenta propostas para Projetos de Felicidade.

Os Estoicistas eram Cientistas da Inovação Pessoal, que tiveram forte influência ao longo dos últimos séculos.

O livro de Sellars se baseia principalmente em quatro dos principais representantes do Estoicismo:

Zenão (333 a.C – 263 aC);
Sêneca (4-65);
Epicteto (que em grego, significa simplesmente “adquirido) (50-135);
Marco Aurélio (121-180).

Nada melhor – para construirmos um Projeto de Felicidade Mais Forte – do que conhecer e ver o que podemos incorporar deles, sempre no processo de adaptação das sugestões – quando for necessário.

Comecemos pela antiga encruzilhada entre Métricas de Felicidade Endógenas e Exógenas, algo que vem do tempo de Sócrates (470 a.C – 399 a.C).

Diz Sellars:

“Sócrates é conhecido por criticar seus companheiros atenienses por darem muita atenção ao corpo e às posses, mas pouca à alma – àquilo que pensavam ou em que acreditavam, a seus valores e seu caráter. Sócrates insistia que a base para uma vida boa e feliz reside na alma, não no corpo .”
Precisamos fazer alguns ajustes aqui.

Segundo o Tio Gemini, caráter quer dizer:

“O caráter molda a maneira como uma pessoa se relaciona com o mundo e com os outros, influenciando suas decisões, ações e reações, incluindo seus valores, princípios, crenças, hábitos e comportamentos.”

Na verdade, caráter é sinônimo de Projeto de Felicidade, no qual temos: visão (princípios, crenças e valores), atitudes (hábitos e comportamentos) e métricas (que permitem avaliar se a visão e atitudes estão nos proporcionando uma vida pior ou melhor.

O caráter muitas vezes é imaginado como algo que está pronto e imutável, quando, na verdade, precisa ser construído, a partir da reflexão e disciplina.

Alma, por outro lado, conforme o Tio Gemini:

“A alma é frequentemente concebida como a parte imaterial do ser humano, distinta do corpo físico. Ela é vista como a sede da consciência, da personalidade, das emoções e da vontade.”

Quando Sócrates questiona a pouca atenção à alma, está propondo que se dê mais atenção ao que é imaterial, puxando para o lado Sensibilista da vida e não Coisista.

Vejamos, de novo a diferença entre os Coisitivistas e os Sensibilistas:

Abordagem da Felicidade Mais Coisista feita pelos Coisitivistas – prioriza os aspectos mais materiais do que os imateriais;
Abordagem da Felicidade Mais Sensibilista feita pelos Sensibilistas – prioriza os aspectos mais imateriais do que os materiais.

A preocupação dos Cientistas da Inovação Pessoal do passado com o termo “alma” se refere a Métricas de Felicidade Endógenas e Sensibilistas e não Exógenas e Coisitivistas.

Assim, podemos dizer que Sócrates tendia a ser um Endogenista e Sensibilista.

Por que uma visão Endogenista e Sensibilista é mais forte?

Quando uma pessoa não terceiriza os seus critérios de felicidade, ela tem mais controle sobre a sua vida e não fica à mercê dos outros.

Mais ainda.

Métricas mais imateriais são aquelas que duram mais no tempo.

Um carro de luxo enferruja, mas a sensação de estar melhorando progressivamente a sua capacidade de pensar e agir sobre um determinado fenômeno, não.

Um Projeto de Felicidade Mais Forte precisa OBRIGATORIAMENTE definir valores, que são mais perenes daqueles que são mais passageiros.

No fundo, bem no fundo, o que queremos na vida nada mais é do que acordar todos os dias mais tranquilos, de bom humor, motivados, resilientes e criativos. Ou não?

Um Projeto de Felicidade Mais Forte tem que permitir que essa sensação de bem estar continuada seja mais possível e, por causa disso, a abordagem mais Endogenistas e Sensibilista faz mais sentido.

É por isso que no livro “Flow” de Mihaly Csikszentmihalyi, que já analisamos, quando ele pesquisou o trabalho de vários pintores, percebeu que o objetivo deles não era produzir telas.

O objetivo de um pintor, quando pinta, é desenvolver, ao máximo, o seu Potencial Singular da pintura.

A recompensa de um pintor não é o quadro que foi pintado, mas a sensação que ele passa a ter de bem estar. Ele pinta, assim, não para produzir quadros, mas para se sentir bem ao longo dos dias.

Isso é reforçado por este trecho do livro de Sellars, que considerei um diamante:

“Mais adiante em seu Manual, Epicteto sugere que pensemos em nossa vida como se fôssemos atores de um espetáculo. Não escolhemos nosso papel, não cabe a nós decidir o que acontece e não temos controle sobre a duração da peça. Em vez de lutar contra tudo que está fora de nosso controle, nossa missão é desempenhar da melhor forma possível o papel para o qual fomos escalados.”

Isso é bom se entendermos a escalação em uma peça de teatro como nossos Potenciais Singulares, que vieram de fábrica e que podemos desenvolvê-los.

E nessa sugestão de Epiteto temos um dos principais equívocos quando pensamos em Projetos de Felicidade: a falsa ilusão de que eu mando em todos os meus Cachorrinhos Internos.

Nós somos, no fundo, gerentes de um canil, repleto de cachorrinhos, com raças e tamanhos distintos. Cabe a nós aprender e praticar atividades que fazem com que cada um deles abane o rabinho.
Nós podemos moldar algo nos nossos Cachorrinhos Internos, num processo de negociação, mas não de imposição.

Muito do que vemos numa Baixa Taxa de Felicidade é justamente a incapacidade de conhecer e gerenciar nosso Canil Interno.

E ainda:

“Se vinculamos nossa felicidade à conquista de um resultado específico, corremos o risco de nos frustrarmos muitas vezes, mas se determinamos que nosso objetivo é simplesmente fazer o melhor possível, nada pode atrapalhar nossos planos.”

Uma pessoa mais feliz, assim, é aquela que não se liga na estação, mas percebe que o mais importante é a estrada.

Como diz Almir Sater na letra de “Tocando em Frente”:

“Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou.”

Aqui, temos a ótima colaboração de Mihaly para projetos de Felicidade Mais Fortes, o que ele percebeu é que o que faz a pessoa se sentir melhor são sensações incontroláveis que vêm de dentro como se fossem flores.

Se você não souber cuidar do jardim de forma adequada (com Projetos de Felicidade Mais Fortes) as sensações de bem estar, simplesmente, não florescem.

Ontem, em uma mentoria, o Fábio Mendes me perguntou por que estava desenvolvendo o projeto de Felicidade Blockchain, formando disseminadores.

Eu respondi que tinha dois objetivos ao desenvolver a formação de disseminadores para o projeto de Felicidade Blockchain:

A primeira delas, sem dúvida, é pelo prazer de ver o meu Cachorrinho Criativo balançando o rabinho todos os dias, colhendo, por causa disso, uma sensação continuada e progressiva de bem estar, o que me faz andar por aí assobiando;
A segunda é de perceber que estou construindo um legado conceitual e uma contínua curiosidade de saber até onde consigo potencializar o meu Eu Criativo, que tem uma verdadeira paixão por Montar Barracas em Praias Desertas ao longo da vida e, agora, depois dos 50 anos, procurando sempre novos desafios conceituais;
Por fim, perceber que todo este esforço, que me enche de sensações positivas, pode ajudar pessoas a lidar melhor com a Inovação no geral, através do desenvolvimento da Ciência da Inovação e, principalmente, espalhar o quanto puder Projetos de Felicidades Mais Fortes.

Voltemos ao Sellars. Na sequência do livro, ele fala do item dinheiro:

“O dinheiro em si não é bom nem ruim . É o caráter de quem o possui que define se ele será bem ou mal utilizado. Uma pessoa virtuosa pode usá-lo para fazer coisas boas, enquanto um indivíduo não tão virtuoso pode causar grandes danos com ele.”

Acredito que aqui podemos abordar a complicada e difícil questão do que é meio e o que é fim nas nossas vidas.

As sensações positivas num Projeto de Felicidade Mais Forte são o fim e todo o resto é o meio para se chegar a elas.

O dinheiro, assim, é um “adubo” relevante para que possamos sobreviver com qualidade e poder ver as “flores” das sensações positivas brotarem dentro de nós.

O fim (objetivo) em um Projeto de Felicidade Mais Forte está voltado no desenvolvimento – no máximo que conseguirmos – de nossos Potenciais Singulares.

O dinheiro, assim, é um viabilizador de Projetos de Felicidade Mais Forte, mas não o objetivo dele.

Diz Sellars:

“A pessoa para quem o dinheiro não é apenas um meio de atender às necessidades de sobrevivência, mas algo que automaticamente lhe dará uma vida boa e feliz, está terrivelmente enganada.”

Uma pessoa que está procurando ter um Projeto de Vida Missionário não trabalha para ganhar dinheiro, mas ganha dinheiro para trabalhar.

Sobre isso, voltamos ao Sellars:

“A resposta de Zenão foi afirmar que é completamente natural buscarmos o que nos ajuda a sobreviver – comida , abrigo , coisas que colaboram para nossa saúde e posses que contribuem para o nosso conforto físico. Todos fazemos isso , e não há motivo para nos sentirmos mal. Todos buscamos a prosperidade material porque ela ajuda a garantir nossa sobrevivência.”
Repare, entretanto, o peso.

Grana é um viabilizador de felicidade, mas não o objetivo da mesma.

Num Projeto de Vida Missionário o epicentro da existência é a capacidade de potencializar ao máximo o Potencial Singular de cada um.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

No texto, Nepô discute a evolução do autor como conceituador ao longo do tempo, explorando suas mudanças de perspectiva e de áreas de estudo. Inicialmente influenciado por Pierre Lévy, o autor adotou a Antropologia Cognitiva como sua Ciência de Referência, mas eventualmente mudou para a Ciência da Inovação. O texto explora a definição e importância da Ciência da Inovação, destacando sua relevância no entendimento das mudanças sociais e pessoais. Ele também aborda a busca pela felicidade como um tema central da inovação pessoal e discute diferentes abordagens para definir e alcançar a felicidade, destacando a importância da reflexão e da disciplina nesse processo. O autor destaca a necessidade de escolher entre projetos de felicidade mais ou menos conscientes e explora diferentes tipos de projetos de felicidade, comparando-os com a hierarquia das necessidades de Maslow.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. É a busca pela Felicidade que nos gera a demanda pela inovação.
  2. Tudo que fazemos nessa vida, de forma mais ou menos consciente, são tentativas de termos vidas melhores amanhã do que estamos tendo hoje.
  3. A bifurcação principal de todo processo de inovação que é responder a pergunta: o que é viver melhor?
  4. É da resposta desta simples questão “o que é viver melhor”, que se desdobram todas as questões mais importantes do Sapiens.
  5. De maneira geral, as pessoas vivem e não pensam muito ou quase nada em Projetos de Felicidade.
  6. No Projeto de Felicidade Chuveiro, a felicidade é um projeto consciente que exige muita reflexão e disciplina para que tenhamos uma vida melhor.
  7. No Projeto de Felicidade Chuva, a felicidade cai do céu, basta eu ficar dançando uma determinada dança no meio da praça.
  8. Na sequência, se escolhemos um Projeto Chuveiro, mais consciente, iremos decidir qual é a nossa referência: serão Mais Endógenas (de dentro para fora) ou Mais Exógenas (de fora para dentro)?

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Todos buscam o que pensam que é bom , mesmo que sua noção do que é bom ou do que os beneficiará seja totalmente distorcida.” – John Sellars.

Já comentamos por aqui que um Conceituador Mais Completo é aquele que procura não só entender o fenômeno, mas se situar dentro do Ambiente Científico que ele opera.

É um Conceituador que não é só Fenomenológico (preocupado com o fenômeno), mas também Ambientológico (os impactos que o estudo do fenômeno promove nas ciências).

Quando comecei a minha jornada de Conceituador, em 2005, muito influenciado por Pierre Lévy, adotei inicialmente a Antropologia Cognitiva como minha Ciência de Referência.

Ciência de Referência é aquela que serve de base para um Conceituador estudar o fenômeno escolhido.

A Antropologia Cognitiva foi um jeito que ele escolheu para fugir da Ciência da Comunicação, influenciado por Marshall Mcluhan(1911-80) com o intuito de destacar o estudo histórico das Revoluções de Mídia – que Lévy tão bem realizou.

Quando eu incorporei no estudo das Revoluções de Mídia, o Fator Causante (a demografia) e o Fator Consequente (os novos Macro Modelos de Cooperação), que surgem depois das Revoluções Midiáticas, considerei que ter a “Antropologia Cognitiva” como Ciência de Referência era fraco.

Optei, então, por utilizar a Antropologia da Sobrevivência como Ciência de Referência para o meu estudo do Digital, que passou a ser utilizado em várias imersões da Bimodais.

Porém, com o tempo, também achei inadequada a Antropologia da Sobrevivência e percebi uma maior adequação em adotar a Ciência da Inovação.

Não fomos nós que inventamos o termo “Ciência da Inovação”.

Segundo o Tio Gemini:

“A Ciência da Inovação é um campo de estudo multidisciplinar que se dedica a compreender e investigar os processos de inovação em sua totalidade. Seu objetivo é desvendar como a inovação acontece, quais são os fatores que influenciam seu surgimento e sucesso, bem como as organizações e a sociedade podem promovê-la de forma mais eficaz.”

Vou Bimodalizar a definição:

A Ciência da Inovação vem substituir a antiga Ciência Social, pois não existe a possibilidade de entender o Sapiens que não seja dentro de uma perspectiva de contínuo processo reflexivo de mudança constante.

A Ciência da Inovação tem várias abordagens.

Muitos Conceituadores Mais Fenomenológicos estudam a inovação, mas não desenvolvem, em paralelo, esforços no desenvolvimento da Ciência da Inovação.

São autores que escolhem como Ciência de Referência a Administração, por exemplo, perdendo a possibilidade de compreender melhor o fenômeno da inovação de forma mais integrada.

Dessa forma, não consegue perceber a Inovação nas suas diferentes camadas: Civilizacional, Grupal (onde se incluem as Organizações) e Pessoal, bem como, sugerir as formas mais eficazes para promovê-la.

Eis a definição que coloquei no Glossário agora:

Ciência da Inovação – vem substituir a Ciência Social, pois não existe a possibilidade de entender o Sapiens que não seja em um contínuo processo de mudança constante. A Ciência da Inovação visa procurar explicar a inovação – bem como, sugerir as formas mais eficazes para promovê-la – de forma integrada e sinérgica, nas suas diferentes camadas: Civilizacional, Grupal (onde se incluem as Organizações) e Pessoal;

Nosso esforço, a partir de 2023, com mais ênfase em 2024, é o desenvolvimento agora da Inovação Pessoal, já que publiquei os livros “Administração 3.0 – por que e como uberizar organizações tradicionais?” (2018/Inovação Grupal/Organizacional) e “Civilização 2.0 – por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas” (2023/Inovação Civilizacional).

O livro “Felicidade Blockchain – como viver melhor em um mundo mais descentralizado, dinâmico e empreendedor?” (a ser lançado em setembro de 2024) fecha o ciclo inicial da Ciência da Inovação Bimodal.
O livro “Felicidade Blockchain” passa a ser a base inicial da Ciência da Inovação, pois tudo OBRIGATORIAMENTE começa pelas pessoas.

Tudo que fazemos nessa vida, de forma mais ou menos consciente, são tentativas de termos vidas melhores amanhã do que estamos tendo hoje.

Por causa disso, na Ciência da Inovação Bimodal consideramos a Felicidade como o tema central da Inovação Pessoal, que se desdobra nas Camadas que estão acima (Grupal e Civilizacional).

É a busca pela Felicidade que nos gera a demanda pela inovação.

As pessoas inovam, seja em que camada for da inovação, para que possam viver melhor.

E aí temos o “x” da questão da inovação que é procurar responder: o que é viver melhor?

É da resposta desta simples questão “O que é viver melhor?”, que se desdobram todas as questões mais importantes do Sapiens.

Todos os Projetos Estratégicos, seja de pessoas ou de grupos, se iniciam por essa questão “O que é viver melhor?”.

Quando introduzimos a palavra “melhor”, estamos entrando em um processo comparativo: algo hoje será melhor do que algo de ontem.

E quando temos a comparação é obrigatório a escolha de um critério.

Melhor é definido no dicionário como “O mais conveniente, sensato, prudente ou acertado.”

Porém, não existe a possibilidade de comparar nada com nada se não temos métricas para definir a medida de que “a” é melhor do que “b”:

Uma pizza é melhor do que outra, a partir do gosto de cada pessoa. A métrica é subjetiva baseada no gosto de cada um que vai comê-la;
Um emprego é melhor do que outro, a partir dos critérios objetivos e subjetivos de quem está trabalhando nele.

Assim, para que possamos responder a questão “O que é viver melhor?” precisamos definir qual é a métrica que você vai utilizar para definir o que é melhor na sua vida:
Se você se utiliza de Métricas Exógenas de Felicidade, baseada nos critérios que vêm de fora para dentro, o melhor é aquilo que determinadas pessoas que você escolheu vão achar. Aqui você terceiriza a sua métrica de viver melhor para o outro;
Ou se você se utiliza de Métricas Endógenas de Felicidade, baseada nos seus critérios, independente de em pessoas de fora. Aqui você personaliza a sua métrica de viver melhor por seus critérios.

De maneira geral, as pessoas vivem e não pensam muito ou quase nada em Projetos de Felicidade:

No Projeto de Felicidade Chuva, a felicidade cai do céu, basta eu ficar dançando uma determinada dança no meio da praça, baseado na sorte do que na lógica e discliplina;
No Projeto de Felicidade Chuveiro, a felicidade é um projeto consciente que exige muita reflexão e disciplina para que tenhamos uma vida melhor.

Assim, podemos dizer que, de maneira geral, temos na sociedade mais Projetos de Felicidade Chuva (mais inconscientes e contando com a sorte) do que Chuveiro (mais conscientes e contando com a lógica e disciplina).

Dentro dessa perspectiva, temos uma escolha inicial na vida de cada pessoa, Projetos de Felicidade Mais ou Menos Conscientes.

Na sequência, se escolhemos um Projeto Chuveiro, mais consciente, iremos decidir qual é a nossa referência: serão Mais Endógenas (de dentro para fora) ou Mais Exógenas (de fora para dentro)?

Dentro da abordagem da Ciência da Inovação Bimodal, percebemos três possibilidades de Projetos de Felicidade:

O Projeto de Felicidade Sobrevivente – aquele que a pessoa luta para sobreviver, aciona pouco a sua Mente Secundária Revisora;
O Projeto de Felicidade Instagrante – aquele que a pessoa já superou em alguma medida a luta para sobreviver, aciona mais a sua Mente Secundária Revisora, porém está muito preocupada com a opinião dos outros, abraçou um Projeto de Felicidade Mais Fraco e ainda não encontrou um propósito de vida mais aderente aos seus Potenciais Singulares;
O Projeto de Felicidade Missionário – aquele que a pessoa já superou em alguma medida a luta para sobreviver, aciona bastante a sua Mente Secundária Revisora, está muito pouco preocupado com a opinião dos outros, abraçou um Projeto de Felicidade Mais Forte e já encontrou um propósito de vida mais aderente aos seus Potenciais Singulares.

Se formos recorrer a Abraham Maslow (1908 – 1970) iremos perceber que há uma escalada de cada pessoa dentro de uma pirâmide que vai da sobrevivência (na base) para a autorrealização (no topo).

 

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

O Estoicismo, derivado da palavra grega “stoá”, que significa pórtico de ensinamentos filosóficos, é uma abordagem da Inovação Pessoal com elementos incorporados no Projeto de Felicidade Blockchain da Bimodais. Baseado nas sugestões de Tio Gemini, o Estoicismo destaca a distinção entre o controlável e o incontrolável, a busca pela excelência de caráter, a manutenção da calma, viver o presente com atenção e aceitar a mortalidade. Os Estóicos, representados por figuras como Zenão, Sêneca, Epicteto e Marco Aurélio, formam uma escola de pensamento que procurou criar uma metodologia tangível para uma vida melhor. Eles reorganizaram abordagens anteriores, questionaram Sócrates, Platão e Aristóteles e sugeriram Projetos de Felicidade Mais Fortes. Segundo Sellars procuravam evitar sentimentos negativos e oferecer terapias melhores para lidarmos com nossas emoções. Os Psicólogos pela Bimodais são vistos como Profissionais da Inovação Pessoal, divididos em Pósventivos e Preventivos. O conceito de “alma” dos antigos Cientistas da Inovação Pessoal é interpretado como mente, pensamentos e crenças, determinando a qualidade de vida conforme a escolha do Projeto de Felicidade de cada indivíduo.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A missão dos Psicólogos (chamados pelos Bimodais de Profissionais da Inovação Pessoal Pósventivos) é de que as pessoas consigam ter vidas cada vez melhores.
  2. Quem inventou a Psicologia não foi Sigmund Freud (1856 – 1939), mas os Essenciólogos da Felicidade do passado.
  3. A escolha do Projeto de Felicidade de cada um determina a qualidade da sua vida.
  4. Os Estóicos sugerem, sem definir este nome, que adotemos a Psicologia Preventiva com diversas sugestões para que as pessoas vivam vidas melhores.
  5. Os Estóicos formam uma Escola de Pensamento, que procurou criar uma metodologia mais tangível para ajudar as pessoas a terem vidas melhores.
  6. O que falta de maneira geral, ainda mais agora no fim da Crise e início da Renascença Civilizacional, são Projetos de Felicidade Mais Fortes.
  7. Todo mundo, de forma consciente, ou não, adota um Projeto de Felicidade, a diferença é a qualidade do mesmo, podendo ser mais forte ou fraco.
  8. Sentimentos negativos que nos invadem e nos perturbam podem ser evitados ou melhor gerenciados se estamos operando com Projetos de Felicidade Mais Fortes.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Emoções (negativas) que nos invadem o tempo todo, são, na verdade, produto de uma forma equivocada de enxergar o mundo.”John Sellars.

Neste artigo, começamos a Bimodalizar o livro “Lições de estoicismo: o que os filósofos antigos têm a ensinar sobre a vida” de John Sellars.

O livro procura abordar as sugestões dos primeiros Cientistas da Inovação Pessoal do passado conhecidos como Estóicos.

A palavra Estóico tem origem da palavra grega “stoá”, que significa pórtico, local de ensinamentos filosóficos.

O Estoicismo é uma das abordagens da Inovação Pessoal que tem diversos elementos já incorporados nas sugestões do Projeto de Felicidade Blockchain da Bimodais.

Tio Gemini define assim as principais sugestões do Estoicismo, que considero útil para um Projeto de Felicidade Mais Forte:

Distinguir entre o que é controlável e incontrolável:
Busque a excelência de caráter e aja com integridade em todas as áreas da vida;
Mantenha a calma e a compostura em situações difíceis;
Viva o presente com atenção;
Aceite a mortalidade.

Os Estóicos sugerem, sem definir este nome, que adotemos a Psicologia Preventiva com diversas sugestões para que as pessoas vivam vidas melhores.

(Na verdade, dentro da Ciência Social 2.0, que é sinônimo de Ciência da Inovação, a Psicologia passa a ser chamada de Ciência da Inovação Pessoal. E o que chamamos de Psicologia Preventiva é a Inovação Pessoal Preventiva. Um tema que deve ser abordado mais adiante.)

O livro de Sellars se baseia principalmente em quatro dos principais representantes do Estoicismo:

Zenão (333 a.C – 263 aC);
Sêneca (4-65);
Epicteto (que em grego, significa simplesmente “adquirido) (50-135);
Marco Aurélio (121-180).

Os Estóicos formam uma Escola de Pensamento, que procurou criar uma metodologia mais tangível para ajudar as pessoas a terem vidas melhores.

E questionaram de diferentes maneiras as abordagens de Sócrates (470 a.C – 399 a.C), Platão (427 a.C – 348 a.C) e Aristóteles (384 a.C – 322 a.C).

Na verdade, eles reorganizaram o que vinha sendo sugerido no campo da Inovação Pessoal com diversas novas sugestões.

Passemos aos comentários do livro de Sellars.

Diz ele:

“E se alguém lhe dissesse que grande parte do sofrimento em sua vida se deve simplesmente à sua forma de encarar as situações?”

O que falta de maneira geral, ainda mais agora no fim da Crise e início da Renascença Civilizacional, são Projetos de Felicidade Mais Fortes.

Projetos de Projetos de Felicidade Mais Fortes, do ponto de vista Bimodal, demandam consistentes Visões, Atitudes e Métricas para que as pessoas possam ter vidas melhores.

Todo mundo, de forma consciente, ou não, adota um Projeto de Felicidade, a diferença é a qualidade do mesmo, podendo ser mais forte ou fraco.

O que a Bimodais procura fazer – semelhante aos Estóicos – é reorganizar forma e conteúdo, para oferecer um Projeto de Felicidade Mais Forte, a partir de:

Revisões a partir dos novos Contextos Civilizacionais;
Incorporar sugestões de outros Cientistas da Inovação Pessoal, que viveram depois;
E se aproveitar de metodologias, tal como a de desenvolvimento de projetos, que não havia no passado.

Diz Sellars sobre o que Projetos de Felicidade Mais Fortes procuram evitar:

“(…) coisas que podem puxar alguém para baixo: ansiedade, frustração, medo, decepção, raiva e descontentamento generalizado.”

Sentimentos negativos que nos invadem e nos perturbam podem ser evitados ou melhor gerenciados se estamos operando com Projetos de Felicidade Mais Fortes.

Quando não gerenciamos bens os sentimentos negativos e eles estão o tempo todo presentes na nossa vida é sinal de que algo não vai bem.

É sinal de que estamos praticando Projetos de Felicidade Mais Fracos e precisamos de Projetos de Felicidade Mais Fortes.

Diz ele sobre os sentimentos negativos:

“(…) todas essas emoções (negativas) que nos invadem o tempo todo, são, na verdade, produto de uma forma equivocada de enxergar o mundo.”

E complementa:

“(…) nossa forma de pensar sobre as coisas pode, às vezes, gerar emoções prejudiciais.”

Sellars faz um resumo do Projeto de Felicidade Estóico (que serve para qualquer Projeto de Felicidade Mais Forte), a partir das seguintes perguntas:

Como levar uma vida melhor? (Visão geral);
Como entender seu lugar no mundo? (Visão particular);
Como agir quando algo dá errado, administrar as emoções e lidar com o próximo? (Atitudes);
Faltou falar algo sobre Métrica (Como saber que o projeto vai bem?).

Diz Sellars:

“Os Estóicos acreditavam que a filosofia deles tinha a oferecer, ou seja, uma terapia para a mente.”

O que chamamos no geral de “Filosofia” é um nome geral para campos de estudos que ainda não tinham nome.

A “Filosofia” desenvolveu vários ramos e aqui estamos falando objetivamente de Inovação Pessoal, que se desdobrou antes na Psicologia.

Os Estóicos, na verdade, dão sequência ao estudo da Felicidade dos gregos que é a origem básica da Psicologia.

Assim, podemos dizer que:

Quem inventou a Psicologia não foi Sigmund Freud (1856 – 1939), mas os Essenciólogos da Felicidade do passado.

A missão dos Psicólogos (chamados pelos Bimodais de Profissionais da Inovação Pessoal Pósventivos) é de que as pessoas consigam ter vidas cada vez melhores.

Vejamos o que incorporamos no Glossário Bimodal sobre os dois tipos de Profissionais da Inovação Pessoal:

Profissionais da Inovação Pessoal Pósventivos – que oferecem Projetos de Felicidade Mais Fortes de maneira geral para pessoas com problemas emocionais mais graves;
Profissionais da Inovação Pessoal Preventivos – que oferecem Projetos de Felicidade Mais Fortes de maneira geral para pessoas sem grandes problemas emocionais.

Diz ele sobre isso, que reforça a ideia do desenvolvimento prévio da Psicologia:

“O filósofo é um médico e a escola do filósofo é um hospital – um hospital para almas.”

Na verdade, o termo filósofo é algo, como vimos por aqui, muito genérico que causa muita confusão.

É mais preciso chamar de Cientistas da Inovação Pessoal do passado, pois há outros ramos da Filosofia que não lidam com a questão da felicidade, como é o caso dos Cientistas da Ciência (chamados de Epistemólogos).

Assim, os Cientistas da Inovação Pessoal do passado ao serem chamados por Sellars como “médicos da alma” temos aqui uma dicotomia.

Médico do Corpo, que cuida dos problemas físicos e objetivos e o Médico da Mente e subjetivos que cuida dos problemas das emoções.

Repare que a Mente tem a parte física cérebro, que pode ser operada, por exemplo, para se tirar um tumor e a parte subjetiva que precisa de um tipo específico de tratamento.

O que eles chamavam de “alma”, assim, é basicamente a parte subjetiva da mente.

Diz Sellars:

“Sócrates argumentou que a missão do filósofo é cuidar da alma das pessoas, tal como um médico cuida do corpo.”

Temos aqui, claramente, o lado Psicológico da abordagem dos antigos Cientistas da Inovação Pessoal.

(Repare que é papel de um Curador de uma Escola de Pensamento não deixar que Conceitos Mais Fracos sejam utilizados pelos membros da respectiva escola. Cabe ao Curador organizar os Ambientes de Diálogo e uma das suas atividades é apontar os Conceitos Fracos, colocando Mais Fortes no lugar.)

Sellars explica o conceito de “alma”:

““Alma ” não devemos pressupor nada imaterial, imortal ou sobrenatural. Nesse contexto, devemos compreendê – la apenas como mente, pensamentos e crenças.”

Foi a forma possível para os Cientistas da Inovação Pessoal do Passado se referirem ao estudo da mente.

O que se reforça aqui:

“(…) porque eles defendiam que, em última análise, a condição de nossa alma determina a qualidade de nossa vida.”

Aqui, acho que ficou confuso.

Eu Bimodalizaria a frase da seguinte maneira:

A escolha do Projeto de Felicidade de cada um determina a qualidade da sua vida.

(Note que quando vamos trazer do passado autores bem antigos é preciso entender o contexto. Eles são precursores de ciências que foram batizadas de outros nomes. Mais: alguns conceitos eram datados e precisam de uma recodificação.)

Na verdade, vou abordar num artigo futuro, temos um Eu Gerenciador das nossas vidas, que é responsável por fazer nossas escolhas.

O Eu Gerenciador é responsável por:

Definir os rumos da nossa vida, a partir das nossas características particulares pontos fortes e fracos;
E o gerenciamento das nossas duas Mentes (a Primária Armazenadora Mais Automática e a Secundária Revisora Mais Reflexiva).

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

O artigo continua a explorar a abordagem bimodalizada do livro “Flow: a psicologia do alto desempenho e da felicidade” de Mihaly Csikszentmihalyi, delineando as diferentes perspectivas da Ciência Forte, Ciência Fraca e Pré-Ciência. Destaca-se a prática endogenista de Mihaly na inovação pessoal, defendendo que a melhoria da vida está enraizada em referências internas. A análise ambientológica ressalta a importância da personalização e descentralização na inovação pessoal, contrastando com abordagens massificadas e exogenistas. Mihaly promove o conceito de “Flow”, relacionando-o ao aumento da motivação e à descoberta dos potenciais singulares, enfatizando a importância de escolhas conscientes e rituais para facilitar a concentração e a criatividade. A crítica é dirigida à busca externa por poder e fama, enquanto se advoga por uma vida centrada na realização pessoal e na conexão com os outros. Em suma, o artigo destaca a importância de encontrar o “Flow” em diferentes aspectos da vida para melhorar a qualidade de vida globalmente.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. “O grande mistério da existência humana não é permanecer vivo, mas achar algo porque viver.”
    Dostoievski;
  2. “Conceber o trabalho como uma maldição deve ser algo a ser evitado a todo custo.” – Mihaly;
    “Manter o Flow demanda uma complexidade crescente.” – Mihaly;
  3. “Desconfio que no uso imprudente do lazer ocorrem os maiores desperdícios da vida americana.” – Mihaly;
  4. Quando Mihaly defende a importância de se conhecer o que nos faz entrar em Estado de Fluxo, ele está defendendo uma Abordagem Personalizadora, Endogenista e Descentralizadora da Inovação Pessoal.
  5. A motivação, assim, não é algo que vem por que queremos, mas por que passamos a fazer escolhas na vida que fazem ela emergir.
  6. Descobrir nossos Potenciais Singulares e fazer com que eles estejam presentes nas nossas vidas, aumenta a Taxa de Motivação.
  7. Uma vida melhor é, assim, repleta de escolhas na direção de fazer o que gostamos no trabalho e no lazer e nos relacionar com quem nos faz bem.
  8. Numa vida com alta taxa de criatividade é preciso uma alta taxa de repetição rotineira para que possa haver um equilíbrio entre a vela (viagem na maionese) e a âncora (o que suporta os devaneios).
  9. A vida de uma pessoa mais criativa, que consegue ter projetos sustentáveis, vista de fora para dentro, tende a parecer muito chata.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“O grande mistério da existência humana não é permanecer vivo, mas achar algo porque viver.”  – Dostoievski.

Neste artigo, continuamos a Bimodalizar o livro “Flow: a psicologia do alto desempenho e da felicidade” de Mihaly Csikszentmihalyi.

Temos procurado na Bimodais praticar o que chamamos de Ciência Forte. Vejamos as diferentes abordagens:

Ciência Forte – baseada em padrões e preocupada em desenvolver não só teorias, mas metodologias no estudo de determinado fenômeno, preocupada ainda com os aspectos Ambientológicos das descobertas nas demais Ciências;
Ciência Fraca – baseada em padrões, mas não preocupada com os impactos Ambientológicos na Ciência no estudo de determinado fenômeno e/ou mesmo com metodologias;
Pré-Ciência – análise de determinado fenômeno baseado apenas em percepções.

Mihaly pratica em alguma medida a Ciência Forte, pois não só procura desenvolver o estudo do fenômeno da felicidade e em alguns momentos aborda a questão da Psicologia Positiva.

Mihaly é dentro da Inovação Pessoal um autor Endogenista, pois defende que a referência para uma vida melhor está baseada nas referências internas e não externas.

Vejamos a diferença entre as duas abordagens da Inovação Pessoal:

Abordagem Mais Endogenista na Inovação Pessoal – defesa de que as referências de uma vida melhor deve ser de dentro para fora;
Abordagem Mais Exogenista na Inovação Pessoal – defesa de que as referências de uma vida melhor pode ser de fora para dentro – não se importa muito com o enfoque interno.
Na análise mais Ambientológica do estudo de um determinado fenômeno é importante separar as diferentes abordagens para que os clientes possam ter mais capacidade de escolha entre elas.

Na Abordagem Mais Endogenista de Mihaly, ele percebe a demanda do Sapiens por desenvolver atividades dentro do seu Potencial Singular.

Mihaly parte do princípio de que a pessoa ao praticar determinadas atividades consegue entrar no Estado de Fluxo.

Conseguir fazer e colocar isso na sua vida é algo fundamental para uma vida melhor

Mihaly, assim, tem uma abordagem mais Endogenista e Personalizadora do Sapiens no campo da Inovação Pessoal.

Vejamos outra diferença nas abordagens da Inovação Pessoal:

Abordagem Mais Personalizadora na Inovação Pessoal – defesa de que as referências de uma vida melhor deve ser no desenvolvimento dos Potenciais Singulares;
Abordagem Mais Massificadora na Inovação Pessoal – não preocupação na defesa do desenvolvimento dos Potenciais Singulares.

E, por fim, temos ainda uma nova divisão:

Uma Abordagem Mais Personalizadora e Endogenista nos leva a uma visão mais Descentralizadora da Inovação Pessoal;
Uma Abordagem Mais Massificadora e Exogenista nos leva a uma visão mais Centralizadora da Inovação Pessoal.

Quando Mihaly defende a importância de se conhecer o que nos faz entrar em Estado de Fluxo, ele está defendendo uma Abordagem Personalizadora, Endogenista e Descentralizadora da Inovação Pessoal.

Feita esta abordagem Mais Ambientológica, passemos a comentar alguns trechos do livro.

Diz ele:

“A marca de uma pessoa no controle da consciência é sua capacidade de focar a atenção quando bem entender, permanecer alheia às distrações e concentrar – se pelo tempo que for necessário, e nem um pouco além, para atingir uma meta.”

Mihaly chama a Mente Secundária ora de consciência, ora de Self.

“Onde está o self, a entidade que decide o que fazer com a energia psíquica gerada pelo sistema nervoso? Onde fica o capitão do navio, o senhor da alma?”

Quando não gerenciamos bem a nossa Mente Primária, ele diz:

“Todas essas variedades de desordem forçam a atenção a se desviar para objetos indesejáveis, impedindo nossa liberdade de usá-los segundo nossa preferência. A energia psíquica torna – se morosa e ineficiente.”

A Mente Secundária, segundo ele, e eu concordo, deve estar atenta para procurar as atividades e as relações que nos deixem em Estado de Fluxo, no Flow:

“As experiências do Flow são tão gratificantes que as pessoas se dispõem a empreendê-las, sem grandes preocupações quanto ao que possam lucrar com ela, mesmo quando é difícil ou perigosa.”

Isso me lembra a frase de Fiódor Dostoievski (1821-1881): “O grande mistério da existência humana não é permanecer vivo, mas achar algo porque viver.”

Dentro do campo da Métrica da Felicidade Blockchain da Bimodais destacamos a importância da Motivação.

Na nossa métrica definimos a TBMRC (Tranquilidade, Bom Humor, Motivação, Resiliência e Criatividade).

Veja algo parecido em Mihaly:

“Pessoas que entram em flow com mais frequência tendem a se sentir mais “fortes”, “ativas”, “criativas”, “concentradas” e “motivadas”.

Se adaptarmos mais fortes com mais resilientes, quase empatados, pois criativas, motivadas, resilientes. Faltou dois itens que considero importantes: tranquilidade (que pode ter o aspecto de concentrada) e ainda algo fundamental o Bom Humor.

Nenhuma delas vem por que se quer, mas a partir das escolhas que fazemos na cotidianamente na nossa vida.

A motivação, assim, não é algo que vem por que queremos, mas por que passamos a fazer escolhas na vida que fazem ela emergir.

Descobrir nossos Potenciais Singulares e fazer com que eles estejam presentes nas nossas vidas, aumenta a Taxa de Motivação.

É a principal mensagem de Mihaly.

Diz ele, complementando a ideia:

“Flow proporciona um sentimento de descoberta, a sensação criativa de ser transportado a uma nova realidade, a níveis mais elevados de desempenho e a estados de consciência nunca sonhados.”

Passamos a chamar Flow na Bimodais de Tapete de Aladim, algo que fazemos e nos tira do chão.

Mihaly, entretanto, fala de três tipos de Flow:

No trabalho;
No lazer;
E nas relações.

Diz ele:

“Sem dúvida, se a pessoa encontra flow no trabalho, no lazer e nas relações com os outros, está no caminho certo para melhorar a qualidade de vida como um todo.”

Uma vida melhor é, assim, repleta de escolhas na direção de fazer o que gostamos no trabalho e no lazer e nos relacionar com quem nos faz bem.

Um ponto importante é o conceito dos rituais, que já apareceu em outros livros da da Inovação Pessoal.

Diz ele comentando os rituais dos cirurgiões antes das cirurgias:

“O motivo disso (de criar rituais) não é superstição, mas a sensação de que o comportamento habitual facilita dedicar toda a atenção ao desafio apresentado.”

Tenho defendido a ideia de que:

Numa vida com alta taxa de criatividade é preciso uma alta taxa de repetição rotineira para que possa haver um equilíbrio entre a vela (viagem na maionese) e a âncora (o que suporta os devaneios).

Por causa disso:

A vida de uma pessoa mais criativa, que consegue ter projetos sustentáveis, vista de fora para dentro, tende a parecer muito chata.

Ele critica quem acaba por ter uma visão Exógena da própria vida:

“Alguns se perdem na carreira por tédio ou porque perseguem poder e fama inatingíveis.”

Não diria inatingíveis. Eles colocam a meta no lugar errado… são Instagramantes.

E aqui vou definir três tipos de perfis de Sapiens no quesito que fazemos na nossa vida, quando pensamos no aspecto da Felicidade:

Os Sapiens Sobreviventes – que estão na vida ganhando dinheiro para sobreviver com baixa taxa de uso da Mente Secundária;
Os Sapiens Instagramantes – que já usam mais a Mente Secundária, mas os critérios de Felicidade são mais de fora para dentro do que de dentro para fora;
Os Sapiens Missionários – aqueles que usam mais a Mente Secundária e conseguem definir projetos estruturais sustentáveis, a partir dos seus Potenciais Singulares.

 

Frases em destaque:

“Conceber o trabalho como uma maldição deve ser algo a ser evitado a todo custo.”
“Manter o Flow demanda uma complexidade crescente.”
“Cirurgiões que apreciam o que fazem em geral trabalham em hospitais que permitem variedade e certa quantidade de experimentação com as técnicas mais recentes , o que torna a pesquisa e o ensino parte de suas atribuições.”
“Quando sentimos que investimos atenção numa tarefa contra nossa vontade, é como se nossa energia psíquica fosse desperdiçada.”
“Desconfio que no uso imprudente do lazer ocorrem os maiores desperdícios da vida americana.”
“Não obstante, em vez de usar nossos recursos físicos e mentais para experimentar o flow, a maioria passa muitas horas toda semana vendo atletas celebrados jogando em enormes estádios. Em vez de fazer música, escutamos discos de platina de artistas milionários. Em vez de fazer arte, admiramos pinturas que obtiveram os lances mais altos no último leilão.”
“O futuro ”, escreveu C . K . Brightbill, “ pertence não apenas ao homem instruído , mas também ao homem instruído a usar seu lazer sabiamente.”
“Se aprendermos a deixar as relações com os outros mais próximas de uma experiência de flow , nossa qualidade de vida como um todo será muito melhor.”
“A cada década que passa , nossa cultura se torna mais dependente da tecnologia da informação.”
“Pode-se sobreviver à solidão, mas apenas encontrando maneiras de ordenar a atenção e impedir que a entropia destrua a mente.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

O artigo discute a metodologia de criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante, inspirado no livro “A estratégia do oceano azul”. Destaca a importância da mente disruptiva, dividida em primária (armazenadora) e secundária (revisora). Pessoas com uma “Bancada Revisora” maior tendem a promover inovações mais disruptivas. A Revolução Civilizacional 2.0 amplia as “Bancadas Revisoras”, embora algumas pessoas já nasçam com predisposição para serem mais disruptivas. Em resumo, o artigo aborda como as mentes com maior capacidade de revisão impulsionam inovações disruptivas em meio a mudanças paradigmáticas da sociedade.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma pessoa mais criativa é aquela que consegue ver com mais facilidade o que está armazenado na sua Mente Primária.
  2. Uma Mente Mais Disruptiva não é mais inteligente – é mais criativa.
  3. A Bancada Revisora do Sapiens 1.0 é menor do que tenderá a ser a do 2.0.
  4. Uma pessoa com uma Bancada Revisora maior consegue separar melhor os Paradigmas Herdados da sua Identidade.
  5. Quanto mais dinâmico é um Ambiente de Sobrevivência, mais há a demanda por uma Bancada Revisora maior.
  6. A Revolução Civilizacional 2.0 (Digital) está incentivando de forma exponencial o alargamento das Bancadas Revisoras do Sapiens.
  7. Metodologias que querem desenvolver a disrupção, assim, não devem apenas falar no como, mas ressaltar com quem.
  8. O problema que temos hoje no campo da inovação é que não está claro que a disrupção precisa de mentes específicas.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“A criatividade exige coragem para abandonar as certezas.”  – Erich Fromm.

No livro “A estratégia do oceano azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante” de Kim Chan e Renée Mauborgne temos o desenvolvimento de uma metodologia para iniciar projetos disruptivos em organizações.

Sair do Oceano Vermelho que significa dentro dos Paradigmas Mainstream e ir para novos Paradigmas do Oceano Azul.

Os autores se preocupam bastante em explicar como fazer isso, mas em NENHUM momento abordaram a questão de quem pode fazer.

Temos aí o que nosso querido Cientista da Ciência Thomas Kuhn (1922-96) chamou de Anomalia e o Cientista da Inovação Pessoal Mihaly Csikszentmihalyi (1934-2021) chamou de Entropia.

Entropia e Anomalia são sintomas de que nossos Paradigmas estão brigando com a realidade.

(Paradigmas Disruptivos são aqueles que se afastam de forma profunda dos que vêm sendo usados pela sociedade.)

No estudo que a Bimodais tem feito da Ciência da Inovação identificamos diversos novos Paradigmas Disruptivos nas suas três camadas (Civilizacional, Grupal e Pessoal) temos:

Na Inovação Civilizacional – mudou a mídia, mudou a sociedade, a civilização, os Macro Modelos de Cooperação, a mente humana, em função do aumento populacional;
Na Inovação Grupal – como mudaram os Macro Modelos de Cooperação, há uma necessidade de recriação das bases mais Essenciológicas das novas organizações para continuarem competitivas;
Na Inovação Pessoal – como mudou a sociedade, há uma necessidade de novos Paradigmas para se viver melhor neste novo cenário mais descentralizado, dinâmico e inovador com novas formas de se pensar a felicidade.

Há, entretanto, a demanda pela compreensão da Mente Disruptiva – um novo Paradigma Disruptivo importante para podermos entender como a Inovação ocorre nas três camadas.

Muito se fala, por exemplo, de diferentes tipos de inteligência, mas uma Mente Mais Disruptiva não é mais inteligente é mais criativa.

Inspirados em Daniel Kahneman, no livro “Rápido e devagar: duas formas de pensar”, a Bimodais optou por defender que nossa mente é dividida em duas: a primária (armazenadora) e a Secundária (revisora).

Uma pessoa que tem tendências a ter uma Taxa de Criatividade maior, consegue olhar mais de fora a Mente Primária.

Uma pessoa mais criativa é aquela que consegue ver com mais facilidade o que está armazenado na Mente Primária.

Uma pessoa mais criativa nasce com uma capacidade abstrativa maior. Ou seja, consegue criar um espaço de reflexão entre as duas Mentes (Primária e Secundária).

Sim, há possibilidade de melhorar e aprimorar a capacidade de revisão da Mente Primária, mas é inegável que há pessoas que já nasceram com essa facilidade.

Uma pessoa com uma Bancada Revisora maior consegue separar melhor os Paradigmas Herdados da sua Identidade.
A Bancada Revisora maior permite que haja uma maior musculação da Mente Secundária analisando com mais frequência a Mente Primária.

Quando queremos promover Inovações Mais Disruptivas na sociedade é fundamental que possamos contar com pessoas com a Bancada Revisora maior.

Deste ponto de vista, podemos dizer que:

Quando queremos promover Inovações Mais Disruptivas é fundamental que tenhamos mentes com a Bancada Revisora maior.

Metodologias que querem desenvolver a disrupção, assim, não devem apenas falar no como, mas ressaltar com quem.

O problema que temos hoje no campo da inovação é que não está claro que a disrupção precisa de mentes específicas.

Pessoas com a Bancada Revisora menor têm grande dificuldade de ver de fora os Paradigmas armazenados na Mente Primária.

Conseguem, por causa disso, lidar melhor com mudanças mais incrementais, mas são avessas às mais Disruptivas.

Se fizermos uma pesquisa com aqueles que geraram e geram ideias e projetos mais disruptivos, vamos constatar que temos ali mentes com a Bancada Revisora maior.

Há, porém, um outro ponto relevante sobre isso.

Quando criamos novas civilizações, a partir de Revoluções Midiáticas, temos uma demanda pele aumento generalizado das Bancadas Revisoras.

A Bancada Revisora do Sapiens 1.0 é menor do que tenderá a ser a do 2.0.

Quanto mais dinâmico é um Ambiente de Sobrevivência, mais há a demanda por uma Bancada Revisora maior.

Assim, podemos dizer que:

A Revolução Civilizacional 2.0 (Digital) está incentivando de forma exponencial o alargamento das Bancadas Revisoras do Sapiens.

Porém, a divisão continua.

Por mais que tenhamos o aumento da Bancada Revisora generalizada, ainda teremos pessoas que já nascerão com uma maior e tenderão a serem mais disruptivas.

Vejamos o papel das duas formas de pensar:

Pessoas que têm Bancadas Revisoras maiores tendem a ser mais criativas e ajudam a sociedade a dar upgrades importantes nos seus Paradigmas;
Pessoas que têm Bancadas Revisoras menores tendem a ser menos criativas e ajudar a sociedade a desenvolver os Paradigmas existentes.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

Síntese do Artigo:

Resumo do Tio Chatinho:

O artigo explora o livro “Flow: a psicologia do alto desempenho e da felicidade” de Mihaly Csikszentmihalyi. Nepô enfatiza a importância do estado de fluxo para compreender a felicidade, argumentando que ela é uma condição ativamente cultivada e defendida. Ele critica a criação de conceitos como “psicologia positiva” e “psicologia negativa”, sugerindo que representam abordagens complementares. Introduzindo o conceito de Psicologia preventiva e “pós-ventiva”.

Frases de Divulgação do Artigo:

Do Mihaly:

  1. Para atingir tal autonomia, a pessoa tem de aprender a oferecer recompensas para si.
  2. É crucial aprender a transformar o emprego em uma atividade geradora de Flow.
  3. São esses momentos de dificuldade em superar um desafio que as pessoas mais apreciam na vida.
  4. O que realmente satisfaz alguém não é ser esbelto ou rico , mas se sentir bem em relação a si mesmo.
  5. A felicidade, na verdade, é uma condição para a qual devemos nos preparar, que deve ser cultivada e defendida particularmente por cada um.

    Do Nepô:

  6. A Felicidade Mais Consciente, ou de Chuveiro, exige que haja uma dedicação maior da pessoa no seu projeto de vida.
  7. Se o foco da felicidade é experimentar o fluxo, não é obter coisas, fama, status ou dinheiro, mas fazer atividades que geram sensações positivas.
  8. Felicidade demanda projeto e não se chega em Taxas mais Altas de Felicidade apenas na contemplação.
  9. Na Psicologia Pós-Ventiva temos eventos que estão ocorrendo mais graves, estruturais e profundos, que precisa não só de algo geral, mas um trabalho mais longo e aprofundado.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

”A felicidade, na verdade, é uma condição para a qual devemos nos preparar, que deve ser cultivada e defendida particularmente por cada um.“ Mihaly Csikszentmihalyi.

Neste artigo, começamos a Bimodalizar o texto do livro “Flow: a psicologia do alto desempenho e da felicidade” de Mihaly Csikszentmihalyi.

Ele diz que a intenção do livro é:

“A intenção deste livro é usar as ferramentas da psicologia moderna para explorar essa antiga questão: em que momento estamos mais felizes?”

Procuremos entender como Mihaly é conhecido para poder compreender o que o fez tão importante para a Ciência da Psicologia.

Segundo Tio Gemini:

Mihaly Csikszentmihalyi (1934-2021) é um psicólogo húngaro-americano que teve um impacto significativo na psicologia, especialmente no campo da psicologia positiva. Sua principal contribuição foi a teoria do “fluxo” (“flow” em inglês), que descreve um estado mental de total imersão e engajamento em uma atividade.

A Psicologia Positiva é um ramo da psicologia que se dedica a compreender e promover o que faz a vida valer a pena. Em vez de focar em problemas e patologias, essa área busca estudar e promover as forças e virtudes humanas, em torno da felicidade.

Vejamos como o Tio Gemini explica a polêmica:

A Psicologia Negativa é um termo cunhado por Martin Seligman, considerado o pai da Psicologia Positiva, para se referir ao estudo das experiências e comportamentos humanos negativos. É importante ressaltar que a Psicologia Negativa não se opõe à Psicologia Positiva. Na verdade, as duas áreas se complementam. A Psicologia Positiva busca entender o que faz a vida boa, enquanto a Psicologia Negativa se concentra no que faz a vida ruim. Juntas, elas oferecem uma visão mais completa da experiência humana.

Um problema que sempre constato quando vamos analisando os conceitos que estão por aí, é a falta de cuidado em criá-los.

Note que se eu crio um conceito “Psicologia Positiva”, que envolve teorias e metodologias para ajudar as pessoas a viver vidas melhores.

E eu crio um oposto que é a “Psicologia Negativa”, o que se subentende é que são Teorias e Metodologias Fracas e Ruins.

Se você disser que temos Paradigmas Mais Fracos e Mais Fortes que guiam nossas vidas.

E que os Mais Fortes são mais Positivos e os Mais Fracos são mais Negativos, tudo bem, tudo certo.

Precisamos detalhar de dois ramos dentro da Psicologia:

Um mais geral, que aborda a questão da saúde mental preventiva, através de Paradigmas Mais Fortes a serem usados para evitar problemas mais graves;
Uma mais particular, que aborda a questão da saúde mental pós-ventiva, através de Paradigmas Mais Fortes a serem usados quando problemas mais graves ocorrem.

Assim, o que temos na verdade são dois ramos da Psicologia:

A Psicologia Preventiva – que oferece sugestões para se levar a vida de forma mais saudável;
A Psicologia Pós-Ventiva – que aplica técnicas quando determinados problemas mais estruturais e graves ocorrem.

Pós-Ventiva é um Neologismo Bimodal.

Por que criamos?

Quando eu pergunto ao Tio Chatinho a etimologia da palavra “preventiva”, ele me retorna:

“A palavra “preventiva” tem sua origem no latim “praeventivus”, que deriva do verbo “praeventus”, que por sua vez é formado por “prae” (antes) e “eventus” (evento). Assim, “preventiva” refere-se a algo que é feito ou tomado antecipadamente para evitar ou prevenir um evento ou situação. No contexto legal, por exemplo, uma medida preventiva é aquela tomada para evitar que algo ocorra, como uma medida preventiva de segurança.”

Se aplicarmos o conceito Preventivo a saúde mental é todo apoio que é dado pela Psicologia antes dos eventos para que eles não ocorram e, se ocorrerem, que sejam mais leves.

Na Psicologia Pós-Ventiva temos eventos que estão ocorrendo mais graves, estruturais e profundos, que precisa não só de algo geral, mas um trabalho mais longo e aprofundado.

Desta forma, situamos o seguinte.

A questão da Felicidade está no epicentro da Inovação Pessoal, uma das camadas da Ciência da Inovação.

E se formos dialogar com o Ambiente de Diálogo da Psicologia, o campo mais indicado é o da Psicologia Preventiva, que estimula Paradigmas melhores para que as pessoas vivam vidas mais felizes e evitem problemas de saúde mental mais graves. Ou se tem problemas mais graves, que possam ser minimizados.

Dentro da Inovação Pessoal, trazendo a Psicologia Preventiva para nos ajudar, temos em especial o trabalho de Csikszentmihalyi.

O destaque do autor é o conceito de “fluxo”, que é importante por várias razões:

1. Compreensão da felicidade: a teoria do fluxo oferece uma explicação para como as pessoas experimentam felicidade e satisfação. Csikszentmihalyi argumenta que a felicidade não é um estado passivo, mas sim um estado de intensa atividade e engajamento. Quando as pessoas estão em um estado de fluxo, elas se sentem energizadas, focadas e completamente absorvidas pela atividade que estão realizando. Isso leva a um sentimento de felicidade e realização.

Aqui temos duas encruzilhadas importantes na conversa sobre Felicidade.

Felicidade demanda projeto e não se chega em Taxas mais Altas de Felicidade apenas na contemplação.

Mihaly é enfático ao questionar a ideia de que a Felicidade é obtida pelo relaxamento, pela meditação, pelo desligamento da pessoa do mundo.

Vejamos a diferença que Mihaly propõem no que podemos chamar de Visão de Felicidade Mais Proativa do que Passiva:

Felicidade Mais Proativa – procura dos nossos Potenciais Singulares para que possamos gerar uma química positiva ao longo da vida, que ele e nós consideramos Paradigmas Mais Fortes;
Felicidade Mais Contemplativa – não geração de químicas, num estado de contemplação permanente, que ele e nós consideramos Paradigmas Mais Fracos.

Se pensarmos do ponto de vista da Felicidade Mais Passiva, o Estado de Fluxo não faz sentido, pois viver bem é apenas ficar contemplando.

Só faz sentido dar relevância ao Estado de Fluxo, se adotarmos a visão da Felicidade Mais Proativa.

É uma abordagem que a Bimodais abraça, pois ela é coerente com a Visão da Felicidade Mais Sensitiva e Mais Endogenista.

2. Motivação: A teoria do fluxo também pode ser usada para entender a motivação. Csikszentmihalyi argumenta que as pessoas são mais propensas a serem motivadas por atividades que lhes permitem experimentar o fluxo. Isso ocorre porque essas atividades são intrinsecamente gratificantes e não exigem recompensas externas.

Aqui, temos claramente uma escolha de Mihaly pela Visão da Felicidade Mais Endogenista e Sensitivista.

Se o foco da felicidade é experimentar o fluxo, não é obter coisas, fama, status ou dinheiro, mas fazer atividades que geram sensações positivas.

3. Aplicações práticas: A teoria do fluxo tem sido aplicada em uma variedade de áreas, incluindo educação, negócios, esportes e artes. Ao entender as condições que levam ao fluxo, podemos criar ambientes que sejam mais propensos a promover esse estado mental positivo.

Quando se aplica a visão de Felicidade Mais Ativa dentro de um determinado Ambiente temos a opção grupal da visão da Felicidade Mais Sensitiva e mais Endógena.

Isso implica OBRIGATORIAMENTE um ambiente mais descentralizado.

Em resumo, Mihaly Csikszentmihalyi é um psicólogo importante que fez contribuições significativas para a compreensão da felicidade, motivação e criatividade. Sua teoria do fluxo é um conceito importante na psicologia positiva e tem sido aplicado em uma variedade de áreas para promover o bem-estar das pessoas.
Dito isso, entremos agora nas primeiras marcações que fiz no livro de Mihaly.

Comecemos, apesar de concordar com muito do que ele diz, discordando:

“Uma vida bem vivida é uma criação individual que não pode ser passada como uma receita.”

Existe uma diferença entre uma receita de bolo fechada e uma receita de bolo em aberto.

Podemos afirmar, por exemplo, que um Projeto de Felicidade Mais Forte tem dois aspectos:

Aspectos Genéricos de Projetos de Felicidade – que servem para todas as pessoas;
Aspectos Personalizados de Projetos de Felicidade – que são específicos de cada pessoa.

Se Mihaly defende que as pessoas devem procurar o Estado de Fluxo isso é algo que se encaixa no Aspecto Genérico de Projetos de Felicidade, que vale para todo mundo.

O que é um Aspecto Personalizado de Projetos de Felicidade é que tipo de atividade deixa fulano em fluxo e qual é a que deixa cicrano.

Temos uma receita geral e específicas.

Obviamente, que cada pessoa vai adaptar a receita geral a seu modo, mas oferecer uma abordagem sempre ajuda.

Questiono assim a frase: “Uma vida bem vivida é uma criação individual que não pode ser passada como uma receita.”.

Há sugestões de receita que valem para todos e há partes que são específicas.

Ele nos diz mais o seguinte, entrando em outro ponto do texto de Mihaly:

“Descobri que a felicidade não é algo que acontece. Não é o resultado da boa sorte nem do acaso aleatório. A felicidade, na verdade, é uma condição para a qual devemos nos preparar, que deve ser cultivada e defendida particularmente por cada um.”

Mihaly reforça a visão Bimodal na dicotomia Felicidade Chuva e Felicidade Chuveiro, ou Passiva e Ativa:

Felicidade Mais Consciente – aquela que conscientemente é feita, através de um projeto com teorias e metodologias disponíveis, mais guiada pela Mente Secundária do que pela Primária, também chamada no Conceito de Sala de Felicidade Chuveiro;
Felicidade Menos Consciente – aquela que não é feita de forma tão consciente. Não se utiliza de teorias e metodologias disponíveis, mais guiada pela Mente Primária do que pela Secundária, também chamada no Conceito de Sala de Felicidade Chuva.

A Felicidade Mais Consciente, ou de Chuveiro, exige que haja uma dedicação maior da pessoa no seu projeto de vida.

Ele reforça:

“Quem aprende a controlar sua experiência interior é capaz de determinar a qualidade de sua existência, que é o mais perto que podemos chegar de ser felizes.”

Frases em destaque:

O que realmente satisfaz alguém não é ser esbelto ou rico, mas se sentir bem em relação a si mesmo.

São esses momentos de dificuldade em superar um desafio que as pessoas mais apreciam na vida.

Alguém que obtenha o controle da sua energia psíquica e a invista em metas conscientemente escolhidas vai se transformar num ser mais complexo.

É crucial aprender a transformar o emprego em uma atividade geradora de flow.

Quantas pessoas você conhece que apreciam o que estão fazendo , sentem – se razoavelmente satisfeitas com seu quinhão na vida , não lamentam o passado e olham para o futuro com genuína confiança?

Para superar as ansiedades e depressões da vida contemporânea , os indivíduos devem se tornar independentes do ambiente social a um grau em que não reajam mais exclusivamente nos termos de suas recompensas e punições.

Para atingir tal autonomia, a pessoa tem de aprender a oferecer recompensas para si.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

O texto aborda a bimodalização do livro “Faça coisas difíceis – por que não entendemos o que é resiliência e a ciência surpreendente da verdadeira” de Steve Magness, destacando sua abordagem como um Conceituador da Inovação Pessoal.  Magness questiona a visão mainstream sobre força, resiliência e segurança, promovendo uma abordagem mais centrada no indivíduo. Nepô, ao comentar o texto de Magness, destaca a importância de reconhecer e lidar com as “Cavernas dos Dragões”, representando desafios pessoais e pontos fracos. Além disso, ressalta a necessidade de uma Rotina Espiral, que busca constantemente melhorias e evita influências externas excessivas. Magness faz parte dos Conceituadores de Inovação Pessoal Sensibilistas e Endogenistas, que  enfatizam a importância do propósito e da motivação interna na busca pelo desenvolvimento pessoal.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Cavernas dos Dragões são atividades que você detesta fazer, tem dificuldade para realizá-las e que precisa de um esforço especial para ir em frente.
  2. Acredito que ajuda bastante fazer uma lista das nossas Cavernas do Dragão e, sem medo ou vergonha, assumir que temos problemas em realizar aquela atividade.
  3. A Rotina Espiral se consiste em revisitar sempre e de forma progressiva aqueles hábitos que criamos no cotidiano, a partir dos primeiros sinais de problemas.
  4. O aumento exponencial da Visão Endógena é uma das fortes demandas do Sapiens 2.0.
  5. Não podemos abraçar na Rotina Espiral atividades que sejam inalcançáveis e nem muito fracas, que tirem o nosso ânimo.
  6. Num Projeto de Felicidade Mais Forte, é preciso escolher Dom (Potenciais Singulares), tocar o Tom (atitudes) e, com isso, conseguir ouvir o Som (Métricas).
  7. Ao ler qualquer livro, é importante entender qual é a tensão que existe entre o mainstream e as novas propostas do autor.
  8. Todo Conceituador, de maneira geral, escreve livros para questionar determinados aspectos do pensamento mainstream. Se não fosse assim, não escreveria.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

”A sociedade precisa desesperadamente enfatizar o interno, não o externo.“Magness.

Neste artigo, terminamos de Bimodalizar o texto do livro “Faça coisas difíceis – por que não entendemos o que é resiliência ” de Steve Magness.

Bimodalizar significa incorporar ideias e conceitos de outros autores à Narrativa Conceitual Bimodal.

Todo Conceituador, de maneira geral, escreve livros para questionar determinados aspectos do pensamento mainstream. Se não fosse assim, não escreveria.

É como se a regra fosse a seguinte:

De maneira geral se pensa e/ou agir do jeito “x” sobre determinado fenômeno e eu estou propondo pensar e/ou do jeito “y”.

Ao ler qualquer livro, é importante entender qual é a tensão que existe entre o mainstream e as novas propostas do autor.

Steve Magness é um Conceituador da Inovação Pessoal:

Mais Sensibilista e Mais Endogenista;
Ou seja, questiona a visão mainstream de Projetos de Felicidade Mais Coisisistas e Mais Exogenistas.

Magness, como vários outros Conceituadores da Inovação Pessoal, que têm conseguido influenciar pessoas, é um Conceituador Renascentista.

Conceituadores Renascentistas são aqueles que surgem ao longo das Renascenças Civilizacionais, logo após Revoluções de Mídia, criando novos Paradigmas para que uma Nova Ordem mais descentralizada possa se consolidar.

A preocupação de Magness dentro da Inovação Pessoal é voltada para a revisão dos conceitos de força, resiliência e resistência, visando melhorar nossa capacidade de enfrentar desafios na vida.

Magness foca o seu trabalho no questionamento de força, resiliência e segurança do passado voltada para os outros e não para os desafios da própria pessoa:

“O modelo antigo de confiança foca no exterior, criando a aparência de alguém que parece forte e seguro de si, mas não é.”

E defende uma visão de segurança interior mais Endógena do que Exógena:

“Precisamos de uma nova abordagem para criar confiança, uma que seja focada no interior.” // “Passamos tempo demais desenvolvendo o tipo errado de confiança.”

Complementa:

“Confiança é silenciosa, já a insegurança é barulhenta.”

Diz ele:

“Grande parte deste livro foca no que podemos fazer para melhorar a própria força.”
Magness questiona uma visão mais mainstream do desenvolvimento da força, que é muito mais para parecer que é forte do que realmente ser forte.

Dentro dos diversos aspectos que ele aborda, temos um novo Conceito Bimodal da Caverna do Dragão.

Diz ele:

“Se você for honesto consigo mesmo e reconhecer quais são seus pontos fortes e fracos, do que você é capaz e o que o assusta, então você consegue chegar em um acordo com o que está enfrentando e lidar com isso.”

Num Projeto de Felicidade Mais Forte, como temos dito, é preciso reconhecer os nossos Dons, aquelas atividades que somos singulares e nos colocam no Tapete de Aladim.

Ou se quiserem, ao estilo de Mihaly Csikszentmihalyi, no Estado de Fluxo.

Magness, entretanto, nos alerta que precisamos não só conhecer os Tapetes de Aladim, mas reconhecer e aprender a lidar com as Cavernas dos Dragões.

O que são elas?

Cavernas dos Dragões são atividades que você detesta fazer, tem dificuldade para realizá-las e que precisa de um esforço especial para ir em frente.

São o que ele chama de Pontos Fracos.

Minha dentista, por exemplo, detesta falar em público e estava totalmente estressada na semana para uma apresentação para pouca gente.

(Não contem para ela que eu contei.) 🙂

Para ela, falar em público é uma verdadeira Caverna do Dragão que gera um forte stress quando precisa ser visitada.

Eu, por exemplo, não tenho dificuldade para falar em público, mas meus cabelos ficam logo em pé diante de burocracias, sejam elas quais forem.

Quer um exemplo?

Mesmo sabendo que é mais fácil se aposentar hoje em dia no Brasil, coloquei uma advogada para me ajudar, pois reconheço que ali tem um Dragão Cavernoso.

Mesmo sabendo que muita gente faz e não é tão complicado, é a minha contadora, que está comigo há décadas, que faz meu imposto de renda.

Diz Magness sobre isso:

“Um dos principais componentes da resistência é reconhecer quando algo é difícil , não fingir que não é.”

Acredito que ajuda bastante fazer uma lista das nossas Cavernas do Dragão e, sem medo ou vergonha, assumir que temos problemas em realizar aquela atividade.

Reconhecer que temos pontos fracos – e não ignorá-los – é algo que nos permite lidar melhor com eles.

Esta é uma das mensagens centrais de Magness.

Temos aí três atitudes possíveis para superar as Cavernas do Dragão:

Fazer um tratamento específico com um especialista quando é algo mais sério tal como falar em público ou ter medo de andar de avião;
Criar um ritual para enfrentar determinadas Cavernas do Dragão, escolhendo a melhor hora do dia ou algum dia específico na semana para entrar lá;
Ou simplesmente, quando possível, terceirizar a atividade sem que isso possa ser considerado algo ruim.

Magness nos lembra que nas situações em que estamos assustados, percebendo a proximidade do dragão, nosso corpo gera químicas no corpo, que nos congelam:

“Quando entramos em estado de ameaça, “congelamos”.”

E aqui vai um dos principais aprendizados que tive lendo Magness.

Eis as regras na relação de ameaça com desafio:

Quando encaramos uma situação, seja ela qual for, como um desafio uma determinada química do corpo motivacional aparece e nos fortalece;
Quando encaramos uma situação, seja ela qual for, como algo assustador, outra determinada química do corpo ameaçadora aparece e nos enfraquece.

Ele diz:

“Quando nos falta controle , o estresse aumenta.” // “Pequenos sinais de que você está no controle , que você pode ter um impacto, serão o bastante para ligar o córtex pré-frontal novamente.”

E dá a dica:

“Em vez de lutar com o monstro gigante, comece com o menor item sobre o qual você tem controle e que é relacionado ao problema.”

A princípio, a Mente Secundária tem muita relação com o córtex pré-frontal.

“Treinar seus córtex pré-frontais para possuírem a capacidade de serem ativados, para lidar com as emoções negativas que a fadiga traz, estamos ensinando – os a serem indefesos.”

Um dos pontos centrais da abordagem de Magness é a necessidade do diálogo com os sentimentos, que na Bimodais, seria o ping-pong entre a Mente Primária e a Secundária.

Ignorar sentimentos nos deixa perdidos do que nossos Cachorrinhos Internos estão demandando.

Diz ele:

“Os sentimentos levam a avaliar se um sinal significa perigo ou se devemos ignorar e seguir em frente. Se ouvirmos, os sentimentos nos informarão e guiarão.” // “É por isso que ouvir as emoções é essencial para a verdadeira força: elas estão nos contando informações importantes.” // ”Ignorar os sentimentos é o mesmo que destruir os indicadores no nosso painel.” // “Nós só temos as sensações . Precisamos preencher o significado com contexto .”// “Sentimentos são sinais que precisam ser entendidos . A dor não é algo para temer ou pela qual precisamos forçar caminho , é uma mensagem que precisa de interpretação.”

Quem dá o contexto? A Mente Secundária!

Magness, infelizmente, não tem uma visão mais ampla da Inovação Civilizacional e do Motor da História 2.0.

O Motor da História 2.0 tem como referência os seguintes Fatores Causante, Detonante e Consequente, que se relacionam ao longo da jornada humana:

Demografia que cresce;
Novas mídias que passam a ser necessárias;
Que viabilizam novos Macro Modelos de Cooperação que surgem sempre na direção de menos para mais descentralização.

Assim, assumir que temos Cavernas do Dragão e que precisamos lidar com ela de forma consciente e mais madura ajuda muito na nossa caminhada.

Outro aprendizado importante de Magness é algo que já tinha lido no Joel Jota, no livro “100% presente”, que já está na Bibliografia Bimodal.

Precisamos ter uma Rotina na vida, mas não uma Rotina Carrossel, mas uma Rotina Espiral. Vejamos a diferença:

Rotina Carrossel – os hábitos que criamos no cotidiano, mas que NÃO estão sempre sendo revisitados, a partir dos primeiros sinais de problemas;
Rotina Espiral – os hábitos que criamos no cotidiano, que estão sempre sendo revisitados, a partir dos primeiros sinais de problemas.

Nosso principal desafio dentro da Rotina Espiral é o de procurar sempre melhorar gradualmente, mas evitar desafios inalcançáveis que tirem o nosso ânimo.

Diz ele:

“Devemos traçar metas que vão pouco além das capacidades atuais. Se há um desequilíbrio muito grande entre as capacidades e as metas, a motivação diminui.”

O problema do ritmo da Rotina Espiral é evitar também que ela seja inundada da Exogenia (a visão dos outros) e, por outro lado, seja fortalecida pela Endogenia (a nossa própria referência).

O aumento exponencial da Visão Endógena é uma das fortes demandas do Sapiens 2.0.

Diz ele:

“Quando as pessoas traçam metas que refletem o que realmente elas são por dentro, não a versão pública, é mais provável que vão até o fim. Aqueles que fracassam muitas vezes escolhem metas que são impostas a eles pelos pais, treinadores ou pela sociedade em geral.”

Ou seja:

É preciso evitar viver a sua vida não para você e sim para aquilo que você acha que os outros querem de você.

Nossa Rotina Espiral faz parte de um Projeto de Felicidade Mais Forte, que tem no seu epicentro o desenvolvimento dos nossos Potenciais Singulares, que, quando praticados, nos fazem subir no Tapete de Aladim.

Diz Magness:

“Ver a realidade não significa apenas entender do que você é capaz e quais são as verdadeiras exigências da tarefa. Significa tirar um tempo para entender quem você é e o que importa para você.”

Bimodalizando a dica: colocar a Mente Secundária para agir em prol de um Projeto de Felicidade Mais Forte.

No caso da Bimodais, sugerimos:

Num Projeto de Felicidade Mais Forte, é preciso escolher Dom (Potenciais Singulares), tocar o Tom (atitudes) e, com isso, conseguir ouvir o Som (Métricas).

Outras frases relevantes:

“Nós fomos cativados pela aparência sem a substância.”
“Propósito é o combustível que permite que você seja forte .”
“Maslow preparou o terreno para a psicologia fazer a transição de buscar o que está errado com as pessoas para buscar o que as ajuda a crescer e se desenvolver.”
“ A motivação interna importa mais do que a externa.”
“Uma análise recente descobriu que as pessoas que são motivadas por incentivo interno são três vezes mais engajadas do que as que são motivadas pelo externo.”
“Quando sentimos que podemos ter um impacto no que fazemos , nos tornamos melhores.”
“A necessidade de proclamar que uma pessoa é confiante é, sem dúvida , um sinal de que ela é tudo menos isso.”
“Quando chegamos a um acordo com os defeitos, podemos adotar um senso de identidade seguro .”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

Um Conceituador organiza debates sobre um tema, podendo se preocupar apenas com o tema em si (Fenomenologia) ou também com o impacto do debate em outras áreas (Ambientologia). A Bimodais estuda a Jornada Humana no Digital (Fenomenologia) e a Ciência da Inovação (Ambientologia), que substitui a Ciência Social por entender o ser humano em constante movimento. A Ciência não produz verdades absolutas, mas diferentes abordagens. Um Conceituador defende uma abordagem específica nesse “Mercado de Conceitos”.

A Bimodais no seu novo projeto “Felicidade Blockchain” defende a “Visão Sensibilista e Endogenista” da Felicidade, baseada em sensações e em uma visão de dentro para fora, alinhada com as demandas do “Sapiens 2.0”.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A Ciência nada mais é do que a criação de Ambientes de Diálogos, nos quais uma série de abordagens sobre determinado fenômeno disputa bravamente o seu lugar ao sol.
  2. Apesar do Mainstream considerar que a Ciência produz verdades inquestionáveis, o que temos é um movimentado Mercado de Conceitos disputando clientes.
  3. Expressões como “a Ciência já provou”, “ou os cientistas já têm certeza sobre isso” são falsas. Para cada afirmação de um cientista, que diz “x” tem outro que diz “y”.
  4. Os clientes que fazem uso da Ciência devem ser bem informados das diversas abordagens existentes para que possam escolher a que consideram a mais adequada.
  5. Ninguém inova por inovar na sua vida pessoal sem que, em alguma medida, a felicidade seja o seu norte.
  6. Existem apenas duas métricas possíveis quando falamos sobre felicidade: ou você define que sua métrica será baseada em coisas ou em sensações.
  7. Nas Renascenças Civilizacionais, como a que estamos vivendo agora, quando a sociedade entra em um exponencial processo de descentralização, há o aumento radical da Visão Sensibilista sobre a Felicidade.
  8. O aumento da Visão Mais Sensibilista e Endogenista de Felicidade, assim, não ocorre ao acaso, mas é um movimento sistêmico na direção da Descentralização Progressiva.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

A responsabilidade pela nossa felicidade está em nossas próprias mãos.–  Mark Manson.

Um Conceituador, seja ele de que área for, tem como missão organizar Ambientes de Diálogos para que as pessoas possam entender e lidar melhor com fenômenos.

A Ciência nada mais é do que a criação de Ambientes de Diálogos, nos quais uma série de abordagens sobre determinado fenômeno disputa bravamente o seu lugar ao sol.

Temos dois tipos de Conceituadores:

Conceituador Mais Parcial ou Mediano – aquele que se preocupa apenas com o fenômeno, através da Fenomenologia;
Conceituador Mais Completo ou de Excelência – aquele que se preocupa não só com o fenômeno, mas também com a Ambientologia (a Ambientologia é uma meta reflexão sobre o próprio diálogo.)

Um Conceituador de Excelência, assim, é aquele que não só se preocupa em organizar a conversa sobre o fenômeno, mas também com os aspectos Ambientológicos.

Um exemplo.

Quando Marshall McLuhan (1911-80) proferiu a sua famosa visão “Mudou a Mídia, mudou a sociedade”, estava, sem explicitar, questionando a Ciência Social, algo que ia além do diálogo da Ciência da Comunicação.

McLuhan não se preocupou (até tudo que li dele até agora) em refletir sobre os impactos da sua visão na Ciência Social e ficou restrito ao estudo da Ciência da Comunicação.

Ele teve uma preocupação mais Fenomenológica (análise do fenômeno em si) e menos Ambientológica (o que os seus conceitos impactavam a organização das ciências correlatas a sua).

Acredito que um Conceituador de Excelência é aquele que está o tempo todo pensando nos dois campos: tanto na Fenomenologia, quanto na Ambientologia.

Imaginem um marceneiro que procura ser excelente em tudo que faz.

Ele vai se preocupar não só com a qualidade dos móveis que faz, mas também com a sua oficina.

Os móveis – aplicando a metáfora à Ciência – são o estudo do fenômeno e a preocupação com a oficina, as reflexões sobre o Ambiente de Diálogo.

Quando a Bimodais resolveu se dedicar primeiro ao estudo do Digital e agora ao da Felicidade escolhemos dois fenômenos relevantes para a sociedade, da seguinte maneira:

Nossas teses sobre os estudos da Jornada Humana para entender o Digital foi uma escolha Fenomenológica;
Definir que Ciência da Inovação era o nosso melhor campo de estudo foi uma opção Ambientológica.

Ou seja, não estamos apenas apresentando aspectos Fenomenológicos sobre o Digital e sobre o fenômeno da Felicidade, mas também refletindo sobre os impactos Ambientológicos das nossas conclusões ao desenvolver a Ciência da Inovação.

A Ciência da Inovação é um Ambiente de Diálogo – a nosso ver – que substitui a Ciência Social, pois entende o Sapiens como uma espécie sempre em movimento.

Já que:

O que mais caracteriza a nossa espécie – diante dos outros seres vivos – é o nosso acelerado, diferenciado e contínuo processo de reinvenção da forma como sobrevivemos.

Assim, a reflexão nestes dois aspectos Fenomenológico e Ambientológico ajudam a pensar melhor sobre o Fenômeno.

Por quê?

Apesar do Mainstream considerar que a Ciência produz verdades inquestionáveis, o que temos é um movimentado Mercado de Conceitos disputando clientes.
Expressões como “a Ciência já provou”, “ou os cientistas já têm certeza sobre isso” são falsas. Para cada afirmação de um cientista, que diz “x” tem outro que diz “y”.

Dentro de cada Ambiente de Diálogo sobre qualquer fenômeno, temos um conjunto de abordagens diferentes, que sugerem formas distintas de pensar e agir sobre ele.

É o que nosso querido Cientista da Ciência Imre Lakatos (1922-74) definiu como Escolas de Pensamento, que partem de um Núcleo Duro e sugerem formas de pensar e agir sobre determinados fenômenos.

Assim, quando você quer entender e agir diante de determinado fenômeno, você precisa:

Saber que existem diversas abordagens sobre ele;
Conhecer as diferentes abordagens sobre ele;
E, por fim, escolher aquelas que são mais consistentes, que possam balizar as tuas decisões.

Basicamente, temos duas abordagens possíveis diante dos fenômenos:

Visão sobre o Fenômeno Mais Percepcionista – aquela que o Conceituador apresenta sensações, mas não padrões, baseados em recorrências históricas;
Visão sobre o Fenômeno Mais Padronista – aquela que o Conceituador apresenta padrões, baseados em recorrências históricas e menos percepções.

Os clientes que fazem uso da Ciência devem ser bem informados das diversas abordagens existentes para que possam escolher a que consideram a mais adequada.

Um Conceituador, assim, não é neutro. Ele é alguém que está marquetando uma abordagem no mercado, considerando-a melhor do que as outras.

Ele escolhe e defende uma abordagem específica, pertence de forma consciente ou não, a uma Escola de Pensamento e precisa explicitar isso para que não passe a falsa ideia de que a dele é a única.

Dito isso, entramos agora na organização do Ambiente de Diálogo da Inovação Pessoal, uma das camadas da Ciência da Inovação que tem três (Civilizacional, Grupal e Pessoal).

A questão central da Inovação Pessoal – campo que a Bimodais está estudando com mais afinco desde 2023 – tem no seu epicentro o diálogo sobre Felicidade.
Ninguém inova por inovar na sua vida pessoal sem que, em alguma medida, a felicidade seja o seu norte.

Quando pensamos, assim, sobre Inovação Pessoal, temos que procurar entender mais a fundo o fenômeno da Felicidade e organizar este Ambiente de Diálogo para que ele seja menos Percepcionista e mais Padronista.

Dentro do estudo que fizemos sobre Felicidade, descobrimos duas fortes abordagens que criam uma espécie de encruzilhada sobre o assunto:

Os Sensibilistas – aqueles que acreditam que a métrica da Felicidade deve se basear em sensações, uma visão mais Endógena (de dentro para fora) do que Exógena (de fora para dentro);
E os Coisitivistas – aqueles que acreditam que a métrica da Felicidade deve se basear em coisas, uma visão mais Exógena (de fora para dentro) do que Endógena (de dentro para fora).

Como chegamos a esta divisão?

Todo mundo que pensa sobre felicidade, querendo ou não, acaba por definir uma métrica para saber se está indo bem ou mal.

Existem apenas duas métricas possíveis quando falamos sobre felicidade: ou você define que sua métrica será baseada em coisas ou em sensações.

Se analisarmos os diferentes Conceituadores que abordam o tema da Felicidade teremos esta divisão: ou defenderão criar o critério das sensações ou das coisas.

A Bimodais, por exemplo, fez a escolha pela Abordagem Sensibilista sobre a Felicidade, pois considera ela mais forte do que a Coisitivista.

Porém, ainda fomos além, ajudados pela abordagem da Ciência da Inovação, principalmente no estudo da Camada da Inovação Civilizacional.

Conseguimos perceber que existe uma relação entre as abordagens sobre a Felicidade e as Topologias de Poder dos Ambientes de Sobrevivência.

Claramente, há uma relação entre a Topologia do Ambiente (mais ou menos centralizada) com o crescimento de uma ou outra abordagem sobre Felicidade:

A Centralização Ambiental provoca o aumento da Visão Coisitivista sobre a Felicidade;
A Descentralização Ambiental provoca o aumento da Visão Sensibilista sobre a Felicidade.

Nas Renascenças Civilizacionais, como a que estamos vivendo agora, quando a sociedade entra em um exponencial processo de descentralização, há o aumento radical da Visão Sensibilista.

Há uma profusão exponencial de Conceituadores sobre Felicidade que defendem hoje a Visão Mais Sensibilista e questionam a Visão Mais Coisititivista.

Sensitivistas são mais Endogenistas (defendem uma visão de dentro para fora) e os Coisitivistas são mais Exogenistas (defendem uma visão de fora para dentro).

Todos os autores que tenho analisado têm em comum a defesa da Visão Sensibilista no lugar da Coisitivista, cada um à sua maneira.

Peguemos um exemplo.

O livro “A Sutil Arte de Ligar o F*da-se” de Mark Manson, por exemplo, é o exemplo típico da Visão Sensibilista/Endogenista.

Ele é Sensibilista e Endogenista quando sugere com as seguintes frases:

“É importante escolher o que realmente importa para você e se concentrar nisso, ignorando o resto.”

E.

“A responsabilidade pela nossa felicidade está em nossas próprias mãos.”

O livro de Mason questiona, de forma interessante, a visão Exogenista de Felicidade baseada em Fama, Status e Dinheiro.

Por que faz tanto sucesso?

Na Renascença Civilizacional temos a demanda de um resgate da Visão Mais Sensibilista e Endogenista de Felicidade.

Por quê?

O Sapiens precisa depois de Revoluções Midiáticas assumir mais responsabilidades e por isso tem a demanda de uma Visão Mais Sensibilista e Endogenista de Felicidade.

O aumento da Visão Mais Sensibilista e Endogenista de Felicidade, assim, não ocorre ao acaso, mas é um movimento sistêmico na direção da Descentralização Progressiva.

O projeto “Felicidade Blockchain”, que a Bimodais desenvolve, está mais alinhada com esta visão mais Sensibilista e mais Endogenista de Felicidade.

Esta visão tende a ser cada vez mais difundida, pois vai ao encontro com as demandas do Sapiens 2.0.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

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Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Link encurtado: https://encurtador.com.br/uLRVZ

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O texto discute a aplicação do conceito de “oceano azul”, presente no livro “A Estratégia do Oceano Azul” de Kim e Renée Mauborgne, à vida pessoal. Nos convida a refletir sobre como podemos aplicar a estratégia do oceano azul à nossa vida pessoal. Ao desenvolvermos nossa mente secundária, explorarmos nossos potenciais únicos e criarmos projetos de vida mais fortes, podemos navegar em direção a um futuro mais próspero e gratificante.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O que era válido ontem, não é mais hoje e nem amanhã, pois não só temos mais gente no planeta, como vamos aprendendo com os acertos e erros do passado.
  2. O Sapiens vive, assim, em um Espiral Progressivo Inovador sempre na direção de menos para mais sofisticação.
  3. Inovar, basicamente, é uma ação de revisão de Paradigmas Mais Fracos armazenados na Mente Primária, que mais estão atrapalhando do que nos ajudando.
  4. Na vida você escolhe, ou não, desenvolver ao máximo os seus Potenciais Únicos.
  5. Uma Mente Secundária bem desenvolvida tem a capacidade de revisar melhor o que não está funcionando na vida.
  6. Nós temos a tendência de nos agarrar ao que está armazenado na Mente Primária como se aquilo fosse uma verdade imutável.
  7. A vida do Sapiens demanda muito mais escolhas do que as do Não Sapiens.
  8. Numa vida mais mediana é a Mente Primária que comanda a sua vida. Numa vida mais extraordinária é a Mente Secundária que dá o tom.
  9. A Música da Felicidade é formada pelo Dom (potenciais), o Tom (atitudes) e o Som (métricas) que precisam estar em harmonia.
  10. Por tendência, na maior parte dos ambientes e contextos, os nossos Potenciais Únicos não são tirados do armário.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“No Oceano Vermelho, as pessoas ficam encalhadas em águas rasas.”Kim Chan e Renée Mauborgne.

Neste artigo, vamos continuar o processo da Bimodalização do livro “A estratégia do oceano azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante” de Kim Chan e Renée Mauborgne.

Bimodalizar, diga-se de passagem, é o processo de incorporar textos e ideias de outros autores à Narrativa Bimodal.

O livro sobre o Oceano Azul, como dissemos no artigo anterior, é completamente voltado para a Inovação Organizacional de Negócios – um dos ramos da Inovação Grupal.

Porém, o estudo da nova Ciência da Inovação – esta é uma das vantagens desta nova ciência – permite trafegar entre suas três camadas inovadoras: Civilizacional, Grupal e Pessoal.

O que é dito em uma camada pode muito bem servir para outra, pois todas estão relacionadas, pois o cenário, os grupos e as pessoas estão em relação o tempo todo.

A ideia aqui é trazer a experiência do que passamos a chamar de Inovação Azul para a Inovação Pessoal.

Inovação Azul – um novo conceito Bimodal – é a capacidade que temos de reinventar de forma mais profunda os nossos Paradigmas – o que pode acontecer em qualquer uma das três Camadas da Ciência da Inovação.

A Inovação Pessoal Azul é aquela em que vamos, aos poucos, nos afastando dos Projetos de Felicidade Mais Fracos – muito influenciados pela Mente Primária – e migrando para um Projeto de Felicidade Mais Forte, conduzido pela Mente Secundária.
O que dizem Kim e Renée sobre a Inovação Organizacional Azul?

“Para chegar ao Oceano Azul é preciso ter foco, singularidade e mensagem consistente.”

É preciso evitar, assim, no Oceano Azul, seguir o mainstream, que está dentro da Inovação Vermelha, perdendo a singularidade.

Dizem eles:

“Na ausência de singularidade, a estratégia da empresa é mera imitação, sem atributos que a destaquem dos concorrentes.”

Diria o mesmo da vida das pessoas.

Cada um de nós nasceu com Potenciais Particulares e singulares, que na maioria dos ambientes e contextos:

Não são conhecidos;
Quando conhecidos, não são estimulados;
Quando estimulados, não conseguem ser sustentáveis (gerar receitas para que se possa viver deles).

Um Projeto de Felicidade Mais Forte passa, assim, por estas etapas: conhecer o dom, desenvolver o tom e analisar o som. Vejamos:

O Dom – o que nos permite subir no Tapete de Aladim;
O Tom – as atitudes para que isso se torne constante;
O Som – as métricas para que possamos avaliar nosso desempenho ao longo do tempo.

Por tendência, na maior parte dos ambientes e contextos, os nossos Potenciais Únicos não são tirados do armário.

Quando os autores falam em Singularidade Organizacional está se pensando na seguinte junção:

Capacidade da organização gerar valor pelas suas características únicas e originais, que ela tem e outras não conseguem ter;
E conseguir gerar valor, a partir desta singularidade para um determinado tipo de cliente.

Se Bimodalizarmos o conceito de Singularidade Organizacional para a Singularidade Pessoal temos a mesma lógica:

Capacidade da pessoa em gerar valores específicos pelas suas características únicas e originais;
E conseguir gerar valor com esta singularidade para um determinado tipo de cliente tanto o interno (seus Cachorrinhos) quanto para o externo (aqueles que vão pagar pelo valor gerado).

Assim, sem dúvida, um Projeto de Felicidade Mais Forte procura potencializar a sua Singularidade Pessoal.

Mas isso tudo – que é bem enfatizado no livro de Kim e Renée – esbarra num sério problema de romper resistências.

Kim e Renée falam em um Transe Hipnótico (conceito que incorporamos no Glossário Bimodal):

“Um transe hipnótico prende as organizações na armadilha da concorrência em oceanos vermelhos.“ // “O que faz com que se aceite os apelos funcionais e emocionais do setor.”

Como podemos bimodalizar o conceito Transe Hipnótico?

É a incapacidade de uma pessoa ou organização conseguir enxergar e rever pela Mente Secundária os Paradigmas Mais Fracos que estão armazenados na Mente Primária.

Nós temos a tendência de nos agarrar ao que está armazenado na Mente Primária como se aquilo fosse uma verdade imutável.

Dizem eles sobre isso:

“Executivos (isso vale para todas as pessoas – inclusão Bimodal) geralmente relutam em aceitar a necessidade de mudança, pois talvez tenham interesses pessoais no status quo ou talvez esperem que o tempo confirme o acerto de suas decisões anteriores.”

É natural que haja uma mistura da pessoa mais dominada pela Mente Primária entre o que é:

A certeza provisória da certeza absoluta;
Da identidade provisória da identidade definitiva.

Isso me lembra uma frase do filme a “Grande Aposta”:

“A verdade é como poesia. E a maioria das pessoas odeia poesia.” de Michael Burry.

(O filme “A Grande Aposta” (The Big Short) é uma comédia dramática de 2015 que narra a história real de um grupo de investidores que previu a crise financeira global de 2008 e apostou contra o mercado imobiliário americano. O filme é baseado no livro “The Big Short: Inside the Doomsday Machine” de Michael Lewis.)

Uma pessoa que pouco reflete sobre a sua Mente Primária tem a ilusão de que os Paradigmas com os quais ela foi formatada são imutáveis ou podem ser pouco modificados.

Uma Mente Secundária bem desenvolvida tem a capacidade de revisar melhor o que não está funcionando na vida.

Uma Estratégia de Vida mais Fraca é basicamente mais comandada pela Mente Primária do que pela Secundária.

Dizem eles ao se referir à Inovação Organizacional, que podemos adaptar à Inovação Pessoal sobre Estratégias Mais Fracas:

“A maioria dos planos organizacionais (podemos falar o mesmo das estratégias pessoais – inclusão Bimodal) não envolve nenhuma estratégia, mas apenas uma colcha de retalhos de táticas que individualmente fazem algum sentido, mas em conjunto não propõem um rumo unificado e inequívoco que, de fato, diferencie a empresa e muito menos torne a concorrência irrelevante.”

Projetos Estratégicos de Vida Mais Fracos são justamente aqueles em que:

Você é mais levado do que leva a sua vida, no estilo Zecapagodando;
As tuas escolhas são menos do que mais conscientes;
Os seus potenciais únicos não são conhecidos e quando até são não estão no epicentro das tuas escolhas;
Teus potenciais únicos não fazem parte integrante da sua rotina, não gerando cotidianamente sensações positivas na sua vida.

A Música da Felicidade é formada, assim, pelo Dom – (potenciais), o Tom (atitudes) e o Som (métricas) que precisam estar em harmonia.

Numa vida mais mediana é a Mente Primária que comanda a sua vida. Numa vida mais extraordinária é a Mente Secundária que dá o tom.

Fato é que:

A vida do Sapiens demanda muito mais escolhas do que as do Não Sapiens.

Temos – quando pensamos em Estratégias de Vida Mais Fortes – algumas escolhas fundamentais:

Queremos ter um Projeto de Felicidade Mais ou Menos Consciente;
O que implica, necessariamente, de um Projeto de Felicidade Mais Forte ou Mais Fraco;
E, como consequência, uma vida mais mediana ou medíocre ou de excelência?

Na vida você escolhe, ou não, desenvolver ao máximo os seus Potenciais Únicos.

Projetos de Vidas Mais Fortes são mais Originalizados.

É a capacidade que temos de criar Estratégias de Vida Mais Fortes que nos permite o desenvolvimento de nossos Potenciais Únicos e uma Vida de Mais Excelência e Menos Mediocridade.

Os autores ainda comentam:

“Buscar oceanos azuis e introduzir mudanças geralmente vem de um líder com forte determinação ou uma crise muito séria.”

Isso é interessante.

E me lembra a frase de Ayn Rand:

“Você pode ignorar a realidade, mas não as consequências de a ter ignorado.”

Mudanças ocorrem, de maneira geral, quando:

As crises batem à nossa porta e nos obrigam a rever os Paradigmas Mais Fracos da Mente Primária;
Ou o desenvolvimento constante da Mente Secundária, que consegue evitar crises e criar Inovações Azuis.

Quando eles se referem a líder com forte determinação me parece um Conceito Mais Fraco do que Mais Forte.
Diria que uma pessoa com uma Mente Secundária mais musculada, que consegue questionar Paradigmas Mais Fracos consegue ter uma vida melhor.

Isso vale para a Inovação Organizacional e a Pessoal.

Não é, assim, um Líder Determinado que faz a diferença, mas um que consegue ter uma Mente Secundária mais trabalhada.

Eles complementam:

“Os modelos mentais das pessoas , advindos de suas origens e conhecimentos preexistentes , levaram – nas muitas vezes a interpretar a estratégia do oceano azul através de lentes conceituais antigas que inadvertidamente as prenderam no oceano vermelho. Em particular, foram identificadas armadilhas comuns do oceano vermelho que trabalham contra a criação de oceanos azuis.”

Isso me lembra Matrix, que talvez tenha servido de inspiração na conversa entre o azul e o vermelho (em função das pílulas).

No filme, há uma batalha para se sair dos antigos paradigmas e conseguir olhá-los de fora, a partir de uma pílula (neste caso invertida): a vermelha tira a pessoa de Matrix e a azul a mantém lá.

Inovar, basicamente, é uma ação de revisão de Paradigmas Mais Fracos armazenados na Mente Primária, que mais estão atrapalhando do que ajudando.

O livro de Kim e Renée fala muito de metodologias, mas se aprofunda pouco na psicologia tanto dos perfis inovadores mais ou menos disruptivos e do trabalho da Mente Secundária sobre a Primária.

Para ir concluindo a Bimodalização do livro, temos a seguinte frase:

“De fato , muitos inovadores de tecnologia não conseguem criar e captar oceanos azuis por confundir inovação com inovação de valor, a pedra angular da estratégia do oceano azul.”

Eles chamam Inovação de Valor aquela que consegue estabelecer uma relação de ganha-ganha com os clientes e tornar o projeto sustentável financeiramente.

Ou seja.

Num Projeto de Estratégia Mais Forte ideias ou produtos são apenas um primeiro passo.
É preciso transformá-los em projetos sustentáveis que permitam pessoas e organizações sobreviver dos mesmos.

Eles complementam:

“Apenas criar algo original e útil por meio de inovação não é suficiente para criar e desbravar um oceano azul , mesmo que a inovação ganhe os elogios da empresa , e seus pesquisadores, um Prêmio Nobel.”

Organizações são as responsáveis por criar novos Ambientes de Sobrevivência mais sofisticados e empurrar o Sapiens para novas fronteiras.

O Sapiens vive, assim, em um Espiral Progressivo Inovador sempre na direção de menos para mais sofisticação.

O que era válido ontem, não é mais hoje e nem amanhã, pois não só temos mais gente no planeta, como vamos aprendendo com os acertos e erros do passado.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O texto discute a Estratégia do Oceano Azul, proposta por Kim Chan e Renée Mauborgne, e sua aplicação no contexto da Inovação Pessoal. A estratégia consiste em criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante, ao invés de competir em mercados já existentes.

O autor do texto propõe a Bimodalização do livro “A Estratégia do Oceano Azul”, dividindo as mentes em “Mais Quietas” e “Mais Inquietas”. As Mentes Mais Quietas são mais aptas a lidar com os Paradigmas Estruturais Estabelecidos, enquanto as Mentes Mais Inquietas são mais propensas a revisá-los e criar novos.

O autor argumenta que a criação de Oceanos Azuis depende de Mentes Mais Inquietas, que possuem maior capacidade de abstração e observam de fora a Mente Primária. Ele critica o livro por não dar ênfase a esse tipo de mente e por não oferecer ferramentas para o desenvolvimento da Inquietude.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não precisamos, assim, sair da caixa, o que é impossível, mas revisar de forma cada vez melhor a caixa (nossa Mente Primária pela Secundária).
  2. A famosa “Caixa” – que tanto temos que sair – nada mais é do que a Mente Primária, que precisa ser revisada pela Mente Secundária.
  3. O Sapiens 2.0 terá que aprender a muscular cada vez mais a sua Mente Secundária para revisar com muito mais frequência a sua Mente Primária.
  4. Um dos desafios principais do Sapiens 2.0 é justamente este: aumentar a Inquietude das suas mentes.
  5. Mentes Mais Inquietas não costuma dizer “eu sou assim” preferem optar por “eu estou assim”.
  6. Mentes Mais Inquietas desconfiam o tempo todo de seus próprios pensamentos.
  7. Inovações Disruptivas nascem de Mentes Mais Inquietas e não das Mais Quietas.
  8. De tempos em tempos, o que era o normal e vermelho fica obsoleto e precisamos criar novas fronteiras extraordinárias caminhando para o azul.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Sua mentalidade está mais impregnada do que você imagina.” –  Kim Chan e Renée Mauborgne.

Neste artigo, vamos iniciar a Bimodalização do livro “A estratégia do oceano azul: Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante” de Kim Chan e Renée Mauborgne.

Fiz no livro 77 marcações – o que considero uma média baixa, se comparada aos outros livros analisados.

Fato é que o livro – bem famoso – é voltado para a Inovação Organizacional e o foco atual da Bimodais tem sido o da Inovação Pessoal.

Porém, esta é uma das vantagens da Ciência da Inovação, de poder fazer a transposição, sempre que necessária, entre a Inovação Organizacional e a Pessoal.

No livro, há uma novidade na Inovação Organizacional na contraposição entre Oceano Azul e Vermelho. Duas formas, segundo os autores, de inovar de uma Organização:

No Oceano Vermelho – dentro dos mesmos Paradigmas Estruturais estabelecidos;
No Oceano Azul – criando novos Paradigmas Estruturais.

O primeiro exemplo que eles nos oferecem é do Cirque du Soleil – uma companhia de entretenimento canadense com sede em Montreal, Quebec. Fundada em 1984 por Guy Laliberté e Daniel Gauthier. A empresa é conhecida por seus shows circenses que combinam acrobacias, música, teatro e dança.

O Cirque du Soleil reinventou os Paradigmas Estruturais Organizacionais do Circo, que estavam em crise. Eles saíram de uma visão de que Circo era sempre algo pré-estabelecido com animais, palhaços, trapezistas para um show diferenciado, que atraía um outro público – disposto a pagar mais pelo ingresso.

O conceito Oceano Azul se assemelha muito ao de Thomas Kuhn (1922-96) que defendeu a ideia de que a inovação na Ciência ocorre de duas maneiras:
Na Ciência Normal – dentro dos mesmos Paradigmas Estruturais;
Extraordinária – revisando os Paradigmas Estruturais.

O que temos de comum é o seguinte.

Na Inovação – seja Organizacional ou Pessoal – temos momentos em que os Paradigmas Estruturais são alterados ou são mantidos.

Quando são mantidos, temos uma normalidade e quando são alterados uma extraordinariedade.

É a clássica Inovação Incremental (Paradigmas Estruturais Mantidos) ou Disruptiva (Paradigmas Estruturais Alterados).

O que Kuhn, Chan e Mauborgne nos ensinam é o seguinte:

O Sapiens – seja em que área for – sempre está se reinventando e quebrando as antigas fronteiras e criando novos Ambientes de Sobrevivência.

O Espiral Civilizacional Progressivo – que vale para a Civilização com a chegada de novas mídias, vale também para a Inovação Organizacional e para a Pessoal e nele temos:

Surgimento de novos Paradigmas Estruturais, criando uma Renascença de uma organização, setor ou pessoas, criando um novo Oceano Azul;
Consolidação do novos Paradigmas Estruturais, uma vermelhização do Oceano;
E uma crise dos Paradigmas Estruturais, que demanda o surgimento de novos Oceanos Azuis.

Na verdade, temos um Espiral Progressivo da Inovação, que vale para todas as Camadas Inovadoras.

De tempos em tempos, o que era o normal e vermelho fica obsoleto e precisamos criar novas fronteiras extraordinárias caminhando para o azul.

A migração do Oceano Vermelho para o Azul, assim, não é algo opcional, mas obrigatório.

Quem insiste em ficar no Oceano Vermelho se situa numa Zona de Abandono e quem parte para o Oceano Azul, cria uma Zona de Atração.

A minha principal crítica ao livro de Chan e Mauborgne é a seguinte:

Kim e Renée não perceberam que os Oceanos Azuis só podem ser criados por Mentes Mais Inquietas.

O que precisamos entender é que temos dois perfis de Mentes Mais Quietas e Mais Inquietas, que cumprem na sociedade papéis diferentes:

As Mentes Mais Quietas – têm mais facilidade para o desenvolvimento dos Paradigmas Estruturais Estabelecidos;
As Mentes Mais Inquietas – têm mais facilidade para a revisão e a criação de novos Paradigmas Estruturais Estabelecidos.

Mentes Mais Inquietas tem as seguintes características:

Uma capacidade de abstração maior;
Que lhes permite desenvolver mais a Mente Secundária;
Observar de fora a Mente Primária e não confundir, assim, Paradigmas Armazenados com a própria identidade.

Dizem eles:

“Todas as empresas ascendem e sucumbem com base nos movimentos estratégicos que fazem ou deixam de fazer. Um dos desafios que elas enfrentam é como renovar os oceanos azuis ao longo do tempo, já que todo oceano azul será, em algum momento, imitado e se tornará vermelho.”

Os autores apresentam uma série de metodologias para se criar Oceanos Azuis, mas esquecem de tocar no ponto central:

Inovações Disruptivas nascem de Mentes Mais Inquietas e não das Mais Quietas.

Mentes Mais Inquietas desconfiam o tempo todo de seus próprios pensamentos.

Mentes Mais Inquietas não costuma dizer “eu sou assim” preferem optar por “eu estou assim”.

Um dos desafios principais do Sapiens 2.0 é justamente este: aumentar a Inquietude das suas mentes.

O Sapiens 2.0 terá que aprender a muscular cada vez mais a sua Mente Secundária para revisar com muito mais frequência a sua Mente Primária.

Kim e Renée afirmam que é preciso para criar Oceanos Azuis questionar crenças consolidadas na área de estratégia da seguinte maneira:

“A concorrência não deve ocupar o cerne do pensamento estratégico.”

Qual é a mensagem?

A organização não inventa nada, pois não está focada num pensamento Endógeno (de dentro para fora), mas sempre Exógeno (de fora para dentro) olhando o que os outros fazem sem se preocupar em criar algo novo.

Segundo eles, a Inovação Azul é o de permitir “realizar um salto de valor para os consumidores, permitindo romper com o estrangulamento.”

O Estrangulamento Inovador, criando um novo conceito Bimodal, pode ser entendido por: incapacidade de rever e criar novos Paradigmas Estruturais que passaram a ser incompatíveis com os novos Ambientes de Sobrevivência.

Note que quando falamos em “salto de valor para o consumidor” estamos nos referindo à melhoria da vida do Sapiens, que vive no modelo “a” que entra em crise e precisa passar, em algum momento, para o modelo “b”.

Ele dizem:

“A estrutura de um setor não é determinada, pode ser moldada.”

Eu Bimodalizaria este conceito “moldada”.

Tudo na vida é baseado em Paradigmas que determinam nossas formas de sentir, pensar e agir. Paradigmas foram criados por alguém e podem ser revistos.

Faz parte Estrangulamento Inovador a incapacidade de entender que os Paradigmas que praticamos podem ser revistos.

Eles estão tão profundamente entranhados na nossa Mente Primária, que perdemos a capacidade de revê-los pela Mente Secundária.

Dizem eles:

“As fronteiras de mercado e as estruturas do setor não são fixas, podem ser recriadas.”

Sim, para isso, é preciso que Mentes Mais Inquietas, com a Mente Secundária Mais Musculada possam perceber o que pode ser revisto.

Os autores percebem a Guinada Civilizacional da Civilização 2.0, quando dizem:

“Que o foco predominante dos trabalhos sobre estratégia nos últimos anos se concentrou nos oceanos vermelhos da competição acirrada, mas isso precisa mudar diante do novo cenário”.

Quando se fala muito hoje em dia em “sair da caixa” – está se propondo o uso com mais frequência da Mente Secundária não para sair da caixa, mas olhar a caixa.

A famosa “Caixa” que tanto temos que sair nada mais é do que a Mente Primária, que precisa ser revisada pela Mente Secundária.

Não precisamos, assim, sair da caixa, o que é impossível, mas revisar de forma cada vez melhor a caixa (nossa Mente Primária pela Secundária).

Eles defende uma nova atitude no Mundo 2.0:

“A criação de oceanos azuis continua a ser mera fantasia, vista como arriscada demais para ser perseguida como estratégia.”

Hoje, a estratégia do Sapiens 1.0 e das Organizações 1.0 é de baixo uso da Mente Secundária.

Temos duas demandas para o Sapiens 2.0:

Do ponto de vista conjuntural – entender a nova Civilização;
Do ponto de vista estrutural – se reformatar para lidar com este cenário Curador mais dinâmico.

Os autores lembram que organizações criadoras de Oceano Azul nem sempre conseguem ter uma atitude sempre azul ao longo do tempo.

Isso, a meu ver, ocorre de forma natural no Sapiens, pois sempre acaba se habituando a um novo ambiente, colocando-o na Mente Primária e vai reduzindo as atividades da Mente Secundária.

Para que tenhamos uma atitude mais Inovadora no Mundo 2.0, entretanto, é preciso do ponto de vista organizacional:

Compreender o papel das Mentes Mais Inquietas, colocando-os sempre para criar novos projetos em áreas separadas;
Mantendo as Mentes Mais Quietas para tocar os projetos inovadores do passado.

Para que tenhamos uma atitude mais Inovadora no Mundo 2.0, entretanto, é preciso do ponto de vista pessoal:
Desenvolver de forma contínua e progressiva a Mente Secundária para que se possa ter Projetos de Felicidade Mais Fortes.

Compreender a demanda da Inquietude da sua mente e atendê-la na medida certa com um projeto de vida mais ou menos disruptivo.

Para fechar, dizem eles:

“A inovação de valor atribui a mesma ênfase ao valor e à inovação. Valor sem inovação tende a concentrar – se na criação de valor em escala incremental, algo que aumenta o valor, mas não é suficiente para a empresa se sobressair no mercado. Inovação sem valor tende a ser movida por tecnologia, promovendo pioneirismos ou futurismos que talvez se situem além do que os compradores estejam dispostos a aceitar e a comprar. Nesse sentido , é importante promover a distinção entre inovação de valor e os conceitos de inovação de tecnologia e pioneirismo no mercado.” // A inovação de valor ocorre apenas quando as empresas alinham inovação com utilidade, preço e ganhos de custo.”

Acho que o conceito “Inovação de Valor” é confuso, eles poderiam ter optado por Inovação Azul e Vermelha, incremental e disruptiva.

A Azul cria novas fronteiras de mercado e a Vermelha opera na mesma, basicamente, a diferença são os Paradigmas Estruturais que são utilizados.

Na Azul, temos novos Paradigmas Estruturais e na Vermelha os mesmos.

Thomas Kuhn nos ajuda nisso.

Na Azul, temos a Inovação Extraordinária e na Vermelha a Normal.

O que eles destacam é que a Inovação Azul, dentro das organizações não se limita a ter ideias, ou desenvolver produtos, mas um conjunto de atividades que criam novas fronteiras nos negócios, gerando retorno para os empreendedores.

Eles comentam que muitos tiveram ideias e desenvolveram produtos interessantes, mas “colocaram ovos que acabaram sendo chocados por outras empresas.”

É isso, que dizes?

 

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

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Forte abraço,

Nepô.

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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O texto fala sobre os dois paradigmas da felicidade: Baseada em Coisas e Baseada em Sensações. Afirma que a Felicidade Baseada em Coisas é mais utilizada e estimulada em ambientes centralizados, enquanto a Felicidade Baseada em Sensações ganha mais espaço em ambientes descentralizados. O texto também discute a falsa sensação de controle sobre a felicidade que a Visão Top Down (Baseada em Coisas) oferece, em contraste com a Visão Bottom Up (Baseada em Sensações) que reconhece a natureza menos controlável da felicidade. A Bimodais opta por uma abordagem da Felicidade Baseada em Sensações e Bottom Up, com o objetivo de entregar aos seus clientes um Projeto de Felicidade Mais Forte.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Você, de forma consciente ou não terá que responder, ao longo da vida: “o que é Felicidade para mim?“
  2. De maneira geral, a Felicidade Baseada em Coisas é a mais utilizada e a mais mainstream.
  3. Repare que, se eu tenho a ilusão de que vou ser mais feliz se eu conquistar coisas, eu tenho um controle Top Down da minha felicidade.
  4. Na Ilusória Visão da Felicidade Top Down eu tenho o domínio completo da minha felicidade, que passa a ser totalmente controlável: eu mando e minha felicidade entra pela porta dizendo: “Sim, senhor!”
  5. A Bimodais – em claro e bom som – faz uma série de escolhas dentro da Inovação Pessoal para que as pessoas possam aumentar a sua Taxa de Felicidade.
  6. Nós questionamos a ideia da Ciência Eunuca que muito conversa e discute e não entrega teorias e metodologias para a sociedade.
  7. A Ciência só é Ciência se claramente sugere formas de pensar e agir para as pessoas e se avalia se elas melhoraram ou pioraram a relação com determinado fenômeno.
  8. A Visão da Felicidade Bottom Up é o que temos chamado de uma abordagem de Felicidade Mais Endógena do que Exógena.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“A forma como vemos o mundo molda como reagimos a ele.” –  Steve Magness.

O primeiro passo para um Projeto de Felicidade Mais Forte é nos concentrarmos na Visão.

Você, de forma consciente ou não terá que responder, ao longo da vida: “o que é Felicidade para mim?”

Neste momento de responder a questão “O que é Felicidade para mim?”, temos uma encruzilhada importante com duas grandes opções nos Paradigmas da Felicidade:

A Visão da Felicidade Baseada em Sensações – que ocorrem dentro de mim e se tornam a minha referência;
A Visão da Felicidade Baseada em Coisas – que eu conquisto ao longo da minha vida.

Desta encruzilhada, vão se desdobrar diferentes abordagens de qual é a melhor Visão Essenciológica de Felicidade para você.

De maneira geral, a Felicidade Baseada em Coisas é a mais utilizada e a mais mainstream.

Vejamos as regras da relação dos Paradigmas Mais Primários da Felicidade com a Topologia dos Ambientes:

A Felicidade Baseada em Coisas tende a ter mais espaço e acaba sendo estimulada em Ambientes Mais Centralizados;
A Felicidade Baseada em Sensações tende a ter mais espaço e acaba sendo estimulada em Ambientes Mais Descentralizados.

Vejamos as regras agoras da relação dos Paradigmas Mais Primários da Felicidade com o Espiral Civilizacional Progressivo:

Quando vivemos Crises Civilizacionais, temos a tendência do aumento da Felicidade Baseada em Coisas e não em Sensações;
Quando entramos na Renascença Civilizacional, temos a tendência do aumento da Felicidade Baseada em Sensações e não em Coisas.

A Felicidade Baseada em Coisas nos leva a falsa sensação de controle Top Down sobre a Felicidade.

Repare que, se eu tenho a ilusão de que vou ser mais feliz se eu conquistar coisas, eu tenho um controle Top Down da minha felicidade.

Se eu fizer “a”, “b” e “c” e conseguir “x”, “y” e “z” serei feliz e tudo depende apenas do meu esforço para conquistar “a”, “b” e “c”.

Na Ilusória Visão da Felicidade Top Down eu tenho o domínio completo da minha felicidade, que passa a ser totalmente controlável: eu mando e minha felicidade entra pela porta dizendo: “Sim, senhor!”

Vejamos a diferença entre a Visão da Felicidade Top Down e a Visão da Felicidade Bottom Up:

Visão da Felicidade Top Down – parto do princípio que eu controlo a minha felicidade, que é muito mais baseada em coisas do que em sensações;
Visão da Felicidade Bottom Up – parto do princípio que eu NÃO controlo a minha felicidade, que é muito mais baseada em sensações do que em coisas.

No artigo passado, chegamos a usar a metáfora da Visão da Felicidade Top Down de Felicidade Soldado e a Visão da Felicidade Bottom Up de Felicidade Cliente.

A Visão da Felicidade Bottom Up é o que temos chamado de uma abordagem de Felicidade Mais Endógena do que Exógena.

Quando a Bimodais, se propõe a desenvolver e disseminar um Projeto Forte de Felicidade, há uma escolha primária pela Felicidade Baseada em Sensações.

No Núcleo Duro da Abordagem Bimodal sobre Inovação Pessoal optamos pela:

Visão da Felicidade Baseada em Sensações e não em Coisas;
E, por consequência, na Abordagem Bottom Up (Felicidade Cliente) e não na Abordagem Top Down (Felicidade Soldado).

A Bimodais – em claro e bom som – faz uma série de escolhas dentro da Inovação Pessoal para que as pessoas possam aumentar a sua Taxa de Felicidade.
Nós questionamos a ideia da Ciência Eunuca que muito conversa e discute e não entrega teorias e metodologias para a sociedade.

A Ciência só é Ciência se claramente sugere formas de pensar e agir para as pessoas e se avalia se elas melhoraram ou pioraram a relação com determinado fenômeno.

Nossa meta na Inovação Pessoal é entregar para nossos clientes um Projeto de Felicidade Mais Forte com a expectativa que os clientes melhorem e mantenham alta a sua Taxa de Felicidade.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

 

Resumo feito pelo Tio Bard:

O texto aborda o conceito de “Estado de Fluxo”, também conhecido como “Tapete de Aladim”, definido como uma atividade que gera total concentração, perda de autoconsciência e sensação de prazer. Segundo o autor, a busca por essa experiência é fundamental para a felicidade, pois as atividades que geram fluxo nos fazem sentir realizados e contribuem para o bem-estar geral.

O autor divide as atividades em três tipos de Tapetes de Aladim: profissional, lazer e relacional. Para identificar se uma atividade se encaixa nesse conceito, é preciso observar se há perda da noção de tempo, presença total e fusão com a tarefa.

Por fim, o texto conclui que a busca por uma vida mais plena não se trata de um destino final, mas sim da capacidade de nos sentirmos bem ao longo da jornada, percorrendo nossos Tapetes de Aladim com regularidade.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma vida bem vivida é aquela em que os seus Potenciais Únicos estão sendo colocados para fora do armário.
  2. Quanto mais os Tapetes de Aladim passam a estar presente nas nossas vidas, mais temos a manutenção alta da Taxa de Felicidade e vice-versa.
  3. Nem sempre sabemos o que nos interessa, o que nos deixa em estado de Tapete de Aladim, pois, muitas vezes, a nossa relação com os nossos Eus Internos não foi bem desenvolvida.
  4. As energias positivas que são geradas pelo Tapete de Aladim servem de vacina contra nossas personals pandemias, que, de vez em quando, nos invadem.
  5. Quem quer ser mais feliz procura recompensas, o que muda é o tipo de recompensa mais forte ou fraca.
  6. O Estado de Fluxo, na verdade, é quando você consegue descobrir que tipo de atividade deixa seus Cachorrinhos Internos malucos.
  7. Cada pessoa nasceu com um tipo de potencial específico e se ela não o coloca para “rodar”, vive parcialmente e não integralmente a sua vida.
  8. Uma vida mais plena não é uma estação, um lugar de chegada, mas a capacidade de nos sentirmos bem, todos os dias, com nossa voltinha contínua e progressiva nos nossos Tapetes de Aladim.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“O caminho mais poderoso para sair da dispersão é encontrar seu fluxo.” –  Johann Hari.

Um dos pontos altos do livro “Foco roubado: os ladrões de atenção da vida moderna” de Johann Hari é a síntese que ele faz sobre o conceito de Estado de Fluxo do psicólogo húngaro-americano Mihaly Csikszentmihalyi (1934-2021).

Diz o Bard sobre Mihaly:

O estado de fluxo, também conhecido como concentração plena ou concentração ótima, é um estado mental de envolvimento total em uma atividade. É caracterizado por uma sensação de concentração e foco, perda de autoconsciência e uma sensação de prazer e satisfação.

Mihaly é o pai do conceito Estado de Fluxo, que, ao ser Bimodalizado, passa a ser chamado no Conceito de Sala na Bimodais de Tapete de Aladim.

Mihaly fez seus primeiros estudos sobre o Estado de Fluxo, segundo Hari, com pintores e percebeu que o prazer dos artistas não era o de produzir o quadro em si, mas o Estado de Fluxo que entravam ao estar pintando.

Os pintores estudados na pesquisa de Mihaly não pintavam para fazer o quadro, mas para gerar sensações que o ato de pintar produzia.

Diz Hari sobre este estudo de Mihaly:

“As pessoas criativas pareciam quase desinteressadas em recompensas, nem sequer o dinheiro interessava à maioria delas queria apenas ser transportada pelo fluxo.”

Ele continua:

“Quando se procura o Fluxo, não se conquista nada exceto coisas em você. O ato de compor poesia, por exemplo, é sua própria justificativa. Com a escalada é igual. É se reconhecer como um fluxo.”

Discordo do jeito que Hari desenvolve a frase.

Ele diz:

“As pessoas criativas pareciam quase desinteressadas em recompensas.”

As pessoas quando estão dentro de um Projeto de Felicidade Mais Forte procuram:

Sensações internas de bem estar;
Trocam coisas por sensações;
Passam a ter uma referência muito mais interna do que externa.

Assim, é falso afirmar que num um Projeto de Felicidade Mais Forte não se procura recompensas. O que muda, na verdade, é o tipo de recompensa.

Temos dois tipos de recompensas em Projetos de Felicidade:

Recompensas Mais Fracas – Exógenas (de fora para dentro), baseada em coisas e não em sensações;
Recompensas Mais Fortes – Endógenas (de dentro para fora), baseada em sensações e não em coisas.

O Estado de Fluxo, assim, faz parte da procura de Recompensas Mais Fortes.

Quem quer ser mais feliz procura recompensas, o que muda é o tipo de recompensa mais forte ou fraca.

Hari, ao comentar o trabalho de Mihaly, define Estado de Fluxo assim:

“É quando você fica tão absorvido no que está fazendo que perde a noção de si mesmo e o tempo parece deixar de existir e você flui com a própria experiência.”

O Estado de Fluxo, na verdade, é quando você consegue descobrir que tipo de atividade deixa seus Cachorrinhos Internos malucos.

Digamos que:
Cada pessoa nasceu com um tipo de potencial específico e se ela não o coloca para “rodar”, vive parcialmente e não integralmente a sua vida.

E aqui podemos fazer uma separação entre Vidas Mais Medíocres e Vidas Mais Excelentes:

Vidas Mais Medíocres – aquelas em que a pessoa não consegue colocar o seu principal potencial para fora;
Vidas Mais Excelentes – aquelas em que a pessoa consegue colocar o seu principal potencial para fora.

A preocupação central de Hari é com o foco, em função dele perceber o Zumbilismo Digital, no qual as pessoas o perdem completamente.

O foco é a capacidade que temos de fazer escolhas melhores ao longo da nossa vida de tudo que consumimos, desde produtos, pessoas, lugares, conteúdos.

O Foquismo é uma das atitudes que sugerimos no Projeto de Felicidade Blockchain da Bimodais.

Mas para que alguém consiga ter um Foquismo Mais Forte é preciso, antes de tudo, definir os seus Tapetes de Aladim.

Vejamos os dois tipos de Foquismos:

Foquismo Mais Forte – a pessoa já definiu os seus Tapetes de Aladim e procura aumentar estas atividades na sua vida, deixando outras de lado;
Foquismo Mais Fraco – a pessoa NÃO definiu os seus Tapetes de Aladim e NÃO sabe que atividades deve aumentar na sua vida.

Diz Hari:

“O fluxo só pode instalar – se se você estiver em uma única tarefa – isto é , quando decide pôr de lado todo o resto e fazer uma coisa só. Mihaly descobriu que a dispersão e a multitarefa matam o fluxo e que ninguém o alcançará se estiver tentando fazer duas ou mais coisas ao mesmo tempo.”

Quando a pessoa descobre os seus Tapetes de Aladim e passa a colocá-los na sua vida, ela entra no Estado de Fluxo.

O Estado de Fluxo é o melhor custo-benefício que temos na geração de energias positivas dentro da nossa Usina de Sensações Positiva.

Nossa mente se sente muito satisfeita de estar potencializando aquilo que ela mais gosta e ela agradece gerando sensações positivas ao longo dos dias.

Por isso, o conceito de Estado de Fluxo é tão importante para os Projetos de Felicidade Mais Forte.

Mihaly, segundo o Tio Bard:

“Foi um dos primeiros psicólogos a se concentrar no estudo dos aspectos positivos da experiência humana, como a felicidade, a criatividade e o bem-estar. Seu trabalho foi fundamental para o desenvolvimento da psicologia positiva como um campo de estudo. Csikszentmihalyi acreditava que o estado de fluxo era essencial para o bem-estar humano. Ele argumentou que o estado de fluxo pode nos ajudar a alcançar nossos objetivos, a superar desafios e a nos sentirmos realizados.”

Bimodalizamos o conceito de Psicologia Positiva como Psicologia Preventiva.

A Psicologia Preventiva – um ramo da Psicologia 2.0 – oferece ferramentas para que os problemas sejam melhor gerenciados pelas pessoas, através de Projetos de Felicidade Mais Fortes.

Assim, o Estado de Fluxo de Mihaly faz parte do Núcleo Duro da Psicologia Preventiva.

Diz Mihaly sobre esta nova pegada da Psicologia, que se preocupa em reduzir os problemas, dando a elas ferramentas para viver melhor:

“Devemos primariamente focar em coisas que façam a vida valer a pena ser vivida e encontrar maneiras de estimulá-las.”

Uma vida bem vivida é aquela em que os seus Potenciais Únicos estão sendo colocados para fora do armário.

Diz ele:

“Em algum nível sabemos que, quando não estamos focados, não usamos uma das nossas maiores capacidades. Carentes de fluxo, tornamo-nos apenas pedaços de nós mesmos, e em algum lugar de nós temos a sensação do que poderíamos ter sido.”

Num Projeto de Felicidade Mais Forte a procura e a incorporação no cotidiano das atividades que geram o Estado de Fluxo fazem parte do seu epicentro.

Por que isso?

Há uma necessária revisão dos Paradigmas Mais Mainstream sobre Felicidade da seguinte maneira:

Usina de Sensações Positivas Soldado – tem se a ilusão de que a geração da Felicidade é totalmente controlada pela pessoa, encarando a Usina de Sensações Positivas como um soldado. Eu sou um general que manda na Usina e ela me obedece completamente: “Agora eu quero estar mais tranquilo” e a tranquilidade é entregue como se fosse um pacote da Amazon;
Usina de Sensações Positivas Cliente – tem se a consciência de que a geração da Felicidade NÃO é totalmente controlada pela pessoa, encarando a Usina de Sensações Positivas como um cliente. Eu sou um empreendedor que tem visões e atitudes, compatíveis com a minha Usina para que ela, encantada, possa gerar as sensações que eu preciso, a saber Tranquilidade, Bom Humor, Motivação, Resiliência e Criatividade.

Projetos de Felicidades Mais Fortes criam as condições – como se fosse um jardim – para que as sensações positivas floresçam, pois ninguém tem o controle total sobre o desabrochar de uma flor.

Os Tapetes de Aladim – sendo colocados dentro das nossas vidas – nos ajudam a gerar, com mais qualidade e quantidade, estas energias positivas.

Quanto mais os Tapetes de Aladim passam a estar presente nas nossas vidas, mais temos a manutenção alta da Taxa de Felicidade e vice-versa.

Podemos dividir nossos Tapetes de Aladim da seguinte maneira:

Tapetes de Aladim Profissional – as atividades que nos garantem recursos para continuar vivos;
Tapetes de Aladim de Lazer – as atividades que fazemos nas horas que não estamos trabalhando, os hobbies sem perspectiva de gerar grana;
Tapetes de Aladim Relacionais – as pessoas que nos relacionamos que nos fazem bem.
Como saber que aquela ou esta atividade gera o Tapete de Aladim em você?

Você perde a noção do tempo, quando vê já se passaram várias horas;
Você sente que está totalmente presente;
Experimenta uma perda da autoconsciência;
É como se sua identidade tivesse desaparecido e você se fundisse à tarefa – como se mesmo fosse a rocha que está escalando.

Hari explica que nossa mente tende a “prestar atenção nas coisas pelas quais se interessa.”

Nem sempre sabemos o que nos interessa, o que nos deixa em estado de Tapete de Aladim, pois, muitas vezes, a nossa relação com os nossos Eus Internos não foi bem desenvolvida.

Diz ele:

“Quanto mais fluxo se experimenta, melhor você se sente.“ // “A visão mais profunda de Mihaly tem sido esquecida: a de temos dentro de nós uma força que torna possível focar por períodos mais longos e extrair prazer nisso é o que nos torna mais felizes e saudáveis, bastando criar as circunstâncias adequadas para que flua.”

E, ao contrário:

“Se você tenta se convencer a fazer algo que não tem sentido para si , sua atenção vai se desviar disso com frequência.”

Quando pensamos em uma vida melhor e a capacidade que passamos a ter de dizer não para o que nos faz mal, seja algo muito ou pouco tóxico, está diretamente ligada a nossa capacidade de manter alta a nossa Taxa de Felicidade, tendo como eixo central estar sempre passeando no Tapete de Aladim.

As energias positivas que são geradas pelo Tapete de Aladim servem de vacina contra nossas personals pandemias, que, de vez em quando, nos invadem.

Diz Hari:

“Mas se você apenas corta a dispersão indo descansar – se não a substitui por uma meta positiva que esteja perseguindo – continuará sendo trazido de volta para a dispersão mais cedo ou mais tarde.”

Hari nos diz que relaxar não tem o mesmo impacto que o Tapete de Aladim. Ele – nas experiências que fez longe das telinhas e voltando a escrever – disse que:

“Percebi que nos dias em que logo cedo experimentava três horas de fluxo, pelo resto do dia eu me sentia relaxado, aberto e capaz de me envolver – de andar pela praia, ou de começar a conversar com alguém, ou de ler um livro, sem me sentir restringido, ou irritável, ou com vontade de ter um celular.” // Ler e escrever sempre foram as principais fontes de fluxo na minha vida.”

E complementa:

“Era como se o fluxo estivesse relaxando meu corpo e abrindo minha mente – talvez porque soubesse que havia dado o meu melhor . Senti que entrava em um ritmo diferente . Percebi então que o simples fato de nos recuperarmos de nossa perda de atenção não é suficiente . Isso apenas cria um vazio . Precisamos nos livrar de nossas dispersões e no lugar delas colocar fontes de fluxo.”

Nessa linha, fecho o artigo lembrando do trecho da música “Tocando em Frente” de Almir Sater muito afinada com o papo do Hari que diz:

“Estrada eu vou, estrada eu sou.”

Que representa bem a procura do Tapete de Aladim.

Sater nos dá a dica que:

Uma vida mais plena não é uma estação, um lugar de chegada, mas a capacidade de nos sentirmos bem, todos os dias, com nossa voltinha contínua e progressiva nos nossos Tapetes de Aladim.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

McLuhan se concentrou na ciência da comunicação, mas sua visão pode ser aplicada a outras áreas das ciências sociais. Sua obra é comparada à de Charles Darwin e Albert Einstein por sua importância e impacto.

O Motor da História é um conceito da Ciência Social que busca explicar as principais disrupções civilizacionais do Sapiens. A Bimodais, a partir das revisões propostas na Ciência Social por McLuhan, aperfeiçoou o Motor da História 2.0.

O texto aborda a relação entre felicidade, centralização e descentralização. A felicidade é definida como um jeito de pensar e agir mais adequado diante dos desafios da sobrevivência. Os não-sapiens têm uma felicidade menos complexa, pois são mais instintivos do que reflexivos. O sapiens, por outro lado, é mais reflexivo e, por isso, sua felicidade é mais complexa.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Felicidade pode ser resumida como um jeito de pensar e agir mais adequado diante dos desafios da sobrevivência.
  2. Quanto mais centralizada é uma sociedade, mais a visão sobre a Felicidade tende a ser mais massificada e vice-versa.
  3. A Felicidade do Sapiens é mais complexa, pois envolve o conhecimento, o atendimento e o gerenciamento de diversos personagens internos.
  4. McLuhan, sem exagero, é o nosso Darwin 2.0.
  5. Felicidade é o objetivo primário de todos os seres vivos, não só o do Sapiens.
  6. O Sapiens tem uma felicidade mais complexa, pois somos mais reflexivos do que instintivos.
  7. Os Não Sapiens são mais Monolíticos e o Sapiens mais Polilíticos.
  8. Quanto mais centralizada é uma sociedade, mais a visão sobre a Felicidade tende a ser mais massificada e vice-versa.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Mudou a mídia, mudou a sociedade.” –  McLuhan.

Marshall McLuhan (1911-80) com a sua famosa frase “Mudou a mídia, mudou a sociedade” modificou a forma como o Sapiens enxerga a sua jornada histórica.

Um pequeno parêntese antes de seguirmos, comentando o trabalho de McLuhan setenta anos depois:

McLuhan se manteve focado na Ciência da Comunicação e não extrapolou, até onde eu saiba, sua visão para a Ciência Social;
Não teve assim uma visão Mais Ambientológica do seu trabalho de Conceituador;
Por causa disso, não procurou os Fatores Causantes e Consequentes das Revoluções de Mídia, deixando, entretanto, uma marca na história da Ciência, comparada a Charles Darwin (1809-82) e a Albert Einstein (1879-1955).

É impossível, segundo nossa percepção, compreender onde estamos e para onde vamos sem começar os estudos baseados nas Premissas McLuhinianas.

McLuhan, sem exagero, é o nosso Darwin 2.0.

Fecha o parêntese.

A Ciência Social – mãe de todas as Ciências Sociais – tem no seu epicentro o Motor da História.

É o Motor da História que define como caminhamos no passado e para onde, provavelmente, iremos no futuro.

Me apresente o Motor da História que você escolheu e te direi como fará as suas projeções das tendências futuras.

A partir das revisões propostas na Ciência Social por McLuhan, a Bimodais começou a aperfeiçoar o Motor da História 2.0.

O que acrescentamos?

Se as Revoluções Midiáticas são recorrentes ao longo da história, cabia a pergunta: por que de tempos em tempos temos necessidade de criá-las?

Desta pergunta, a partir de várias leituras de autores diversos, chegamos a conclusão que era preciso definir alguns fatores para criar o Motor da História 2.0, que define as principais disrupções civilizacionais do Sapiens.

No estudo mais científico de de qualquer fenômeno é preciso estabelecer três fatores principais, a saber, já aplicado ao estudo da relação das mídias com a história humana:

Fator Causante – aumento populacional, que nos obriga a alterar o Macro Modelo de Comunicação;
Fator Detonante – surgimento de nova mídia, que abre as portas para a descentralização;
Fator Consequente – o desenvolvimento de modelos de cooperação mais descentralizados, que nos permitem resolver com mais qualidade problemas mais complexos.

Se a afirmação de McLuhan faz sentido – e nos parece que faz – podemos desdobrar várias outras possibilidades do ponto de vista do impacto das mídias:

Mudou a Mídia, Mudou a Mente;
Mudou a Mídia, Mudou o modelo de cooperação;
Mudou a Mídia, Mudou a demanda por felicidade.

Mas o que é felicidade afinal?

Felicidade é o objetivo primário de todos os seres vivos, não só o do Sapiens.

Felicidade pode ser resumida como um jeito de pensar e agir mais adequado diante dos desafios da sobrevivência.

Vejamos a comparação da Felicidade Mais Instintiva da Mais Reflexiva:

Os Não Sapiens tem uma felicidade menos complexa, pois são mais instintivos do que reflexivos;
O Sapiens tem uma felicidade mais complexa, pois somos mais reflexivos do que instintivos.

Os Não Sapiens são mais Monolíticos e o Sapiens mais Polilíticos.

A Felicidade do Sapiens é mais complexa, pois envolve o conhecimento, o atendimento e o gerenciamento de diversos personagens internos.

Definido o que é Felicidade para o Sapiens, entremos agora na relação da centralização e descentralização com a Felicidade e a influência das mídias neste fenômeno.

Primeiro, vamos entender a relação da Felicidade com as Topologias de Poder mais ou menos centralizada:

Quanto mais centralizada é uma sociedade, mais a visão sobre a Felicidade tende a ser mais massificada;
Quanto mais descentralizada é uma sociedade, mais a visão sobre a Felicidade tende a ser mais personalizada.

As mídias são disjuntores ou Fatores Detonantes importantes no processo de centralização e descentralização dos Ambientes Civilizacionais.

Quando temos novas mídias, há uma tendência à descentralização do Ambiente Civilizacional por um determinado período, que vai da Renascença até o final da Consolidação Civilizacional;
O que estimula neste período o aumento populacional;
E, na sequência, em função do aumento da complexidade, um processo de centralização, trazendo a Crise Civilizacional.

Assim, temos um Espiral Civilizacional Progressivo na sociedade que nos leva a três situações:

Renascença Civilizacional – quando a nova mídia se expande;
Consolidação Civilizacional – quando o novo Macro Modelo de Cooperação se consolida;
E Crise Civilizacional – quando o aumento populacional, viabilizado pelo novo Macro modelo de Cooperação chega a seu limite.

Assim, temos uma modificação nos Paradigmas sobre Felicidade na sociedade, que podem variar em dois extremos:

Quando temos uma Renascença Civilizacional, o tema da Felicidade volta com toda força e começa a não só resgatar sugestões de passado, mas incorporar novas abordagens contemporâneas mais fortes e mais personalizadas;
Quando temos Crise Civilizacional, o tema da Felicidade decai com toda força e começa a não só esquecer as sugestões do passado, mas incorporar novas abordagens contemporâneas mais fracas e mais massificadas.

Fato é que temos a Macrotendência no longo prazo a criarmos Paradigmas de Felicidade cada vez mais Personalizados, mas que sofre momentos conjunturais de mais ou menos massificação.

O Sapiens vive sob a égide da Descentralização Progressiva na Macro-História e, por causa disso, a tendência é sempre termos um processo de personalização dos Paradigmas da Felicidade ao longo do tempo.

Por causa disso, na atual Renascença Civilizacional, o tema da Felicidade voltou com toda força.

Na maioria das abordagens, entretanto, se opera ainda com a Ciência Social 1.0 e não com a 2.0.

As atuais abordagens sobre Felicidade não conseguem enxergar o contexto geral, a partir da atual Revolução Civilizacional Digital.

Esse é o diferencial da Bimodais.

A proposta que a Bimodais está fazendo de conceituação e disseminação da Felicidade Blockchain procura:

Resgatar os Paradigmas Mais Fortes sobre Felicidade do passado;
Incorporar os Paradigmas Mais Fortes sobre Felicidade contemporâneos;
Porém, entendendo o contexto civilizacional geral já dentro da Ciência Social 2.0 – algo fundamental para a compreensão da demanda por Projetos de Felicidade Mais Fortes.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

Para evitar o zumbilismo digital, é importante ter um projeto de felicidade forte. Isso significa ter metas claras e valores que orientem as suas escolhas. Quando você tem um projeto de felicidade forte, você é menos propenso a se deixar levar por conteúdos que não são relevantes para você.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Os nãos da nossa vida, entretanto, só são possíveis de serem ditos, quando temos a clareza dos nossos sins.
  2. É natural que estejamos vivendo um enorme e profundo curto-circuito na passagem de uma Mídia de Massa para uma Mídia de Nicho.
  3. Projetos Mais Fracos de Felicidade são os que nos levam ao Zumbilismo Digital, a um consumo e a produção de conteúdo sem nenhum foco.
  4. Portanto, o consumo e a produção da informação do Sapiens 2.0 precisam estar alinhados com Projetos Mais Fortes de Felicidade.
  5. Felicidade é a produção interna continuada de sensações positivas, a partir de uma série de escolhas que fazemos na nossa vida.
  6. Estamos mais preocupados na quantidade e não na qualidade dos seguidores que passamos a ter.
  7. Estamos aumentando exponencialmente a demanda e a possibilidade de nos personalizar e não estamos preparados para isso.
  8. Não existe ninguém na Mídia Digital colocando uma arma na cabeça de ninguém, obrigando aquela pessoa a ficar ali ligadão.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Não temos um problema de excesso de informação, mas de filtros.” –  Clay Shirky.

Neste artigo, continuamos a analisar o texto do livro “Foco roubado: os ladrões de atenção da vida moderna” de Johann Hari e começamos a incorporar também o texto do livro “TikTok Boom: um Aplicativo Viciante e a Corrida Chinesa Pelo Domínio das Redes Sociais” de Chris Stokel-Walker na Narrativa Bimodal.

O livro “TikTok Booom” procura contar a história do Tik Tok, a primeira grande startup chinesa, que foge do padrão da cópia e cria algo diferente.

Foi um livro que mais fui informado do que houve repasse de vivências como foi o caso da leitura do livro “Unicórnio verde-amarelo” de Paulo Veras (fundador) e Tania Menai (redatora).

No livro de Walker Fiz apenas 39 marcações – uma das menores dos últimos livros – pois a obra é mais factual do que reflexiva – o que me deu menos margem para minhas reflexões.

Nosso objetivo aqui é, aproveitando as provocações do autor, falar sobre a relação entre Felicidade e consumo e produção da informação.

O TikTok tem o mérito de aprimorar o que vamos chamar de Mídia de Nicho.

A Mídia de Nicho é aquela que nos permite personalizar de forma exponencial nosso consumo e produção de informação.

O TikTok é um exemplo da Mídia de Nicho já que:

Um uso intenso e bem feito das Máquinas que Aprendem e Decidem com o Uso (Maqacus), também chamada pelo mainstream de Inteligência Artificial;
O estímulo de vídeos extremamente curtos, o que permite um conhecimento muito maior sobre as preferências dos usuários.

Podemos dizer, antes de tudo, que:

O Tik Tok é um Youtube com vídeos mais curtos.

Por causa da brevidade dos vídeos, as Maqacus do TikTok conseguem ser muito mais eficazes em termos de conhecer o gosto dos usuários.

O TikTok analisa:

Que tipo de vídeo você vê, principalmente aqueles que visualiza até o final e até repete;
Aqueles que você pula, o que comenta e ou ou compartilha.

Diz ele:

“O algoritmo permite fornecer conteúdo de acordo com o histórico de visualização e os interesses dos usuários. É um tipo de visão panorâmica e superior, que bebe direto da enxurrada de vídeos postados todos os dias.”

Ele detalha uma diferença importante:

“O algoritmo do TikTok usa o chamado “gráfico de conteúdo”, levando em consideração o que já assistimos, em vez de um “gráfico social”, que leva em conta os perfis que seguimos.”

O TikTok consegue, muito mais do que Youtube, personalizar o acesso daquilo que você gosta mais e isso, apesar das críticas, é muito bom.

Vídeos rápidos são mais afinados com um ambiente em que temos mais excesso de informação do que no passado.

As pessoas têm menos tempo e isso se encaixa bem neste novo cenário.

De maneira geral, as críticas que são feitas a esse tipo de uso das Maqacus é de que esse tipo de mídia vicia de propósito.

É importante dizer, entretanto, que toda a mídia tem e teve um lado viciante, seja ela qual for.

No passado, as pessoas já foram bem viciadas – e também foram estimuladas a isso – por livros, jornais, revistas, pelo rádio e pela televisão.

Temos diversos apelos na sociedade – não só na mídia – para que nos deixemos viciar por determinadas atividades.

Obviamente, que alguém quer que você passe a ser um consumidor frequente, assíduo e cabe a cada pessoa dizer se quer ou não fazer isso.

E isso nos traz para a nossa conversa sobre Felicidade 2.0 ou Felicidade Blockchain.

Não é a mídia que gera problemas nas pessoas, mas são as pessoas que se deixam levar por que é negativo nas mídias.

Não existe ninguém na Mídia Digital colocando uma arma na cabeça de ninguém, obrigando aquela pessoa a ficar ali ligadão.

Como disse no artigo passado, estamos vivendo um difícil e complicado momento de Adaptação Midiática.

Nossas mentes foram preparadas para viver em um mundo de escassez não só de consumo como de produção informacional.

Nossos Paradigmas foram todos construídos para viver em uma civilização que está chegando ao fim.

É natural que estejamos vivendo um enorme e profundo curto-circuito na passagem de uma Mídia de Massa para uma Mídia de Nicho.

Precisamos de novos Paradigmas para viver em uma Civilização com informação mais abundante.

Estamos aumentando exponencialmente a demanda e a possibilidade de nos personalizar e não estamos preparados para isso.

Quando Clay Shirky nos diz:

“Não temos um problema de excesso de informação, mas de filtros.”

Interpreto essa frase da seguinte maneira:

A filtragem de informação precisa de ajustes em três ferramentas importantes:

Filtros Essenciológicos – paradigmas diferentes de por que e para que consumimos conteúdo, definindo critérios mais de dentro para fora do que de fora para dentro;
Filtros Metodológicos – metodologias diferentes para o consumo de conteúdo;
Filtros Tecnológicos – tecnologias diferentes para o consumo de conteúdo.

De maneira geral, na escassez da informação que vivíamos os Filtros Informacionais eram adequados e agora deixaram de ser.

Atualmente, precisamos dizer não para muito mais coisas que estão disponíveis em termos de conteúdo do que no passado.

Temos, assim, na Filtragem Informacional 2.0 que aprender a dizer não.

Os nãos da nossa vida, entretanto, só são possíveis de serem ditos, quando temos a clareza dos nossos sins.

Um Ambiente de Sobrevivência com informação mais abundante demanda OBRIGATORIAMENTE uma clareza maior dos nossos projetos de curto, médio e longo prazo.

Eis as regras para que possamos fazer melhores escolhas:

Se temos uma meta mais bem definida na vida, fica mais fácil dizer sim para algo e não para outro;
Se NÃO temos uma meta mais bem definida na vida, fica mais difícil dizer sim para algo e não para outro.

Temos ainda um outro agravante nos desafios informacionais do Sapiens 2.0.

No passado, havia os produtores de informação mais centralizados e todos nós éramos, na sua grande maioria, apenas consumidores de conteúdo.

Hoje, cada pessoa é, com mais ou menos intensidade, ao mesmo tempo, produtor e consumidor de conteúdo, basta ter um celular com internet.

Nós não fomos formatados para viver em um mundo em que você pode ser um conteudista.

Da mesma maneira, que o consumo de informação exige um desafio de filtragem, a possibilidade de produção de conteúdo, demanda novos Paradigmas.

O consumo e produção de conteúdo do Sapiens 2.0 precisam estar afinados com os respectivos Projetos de Felicidade.

Isso se evidencia quando lemos algo assim no livro sobre “Foco” de Johann Hari:

“Outra vez fui ver a Mona Lisa em Paris, e só serviu para descobrir que agora ela fica permanentemente escondida atrás de uma muralha de gente, como naqueles amontoados do rúgbi. É gente de todas as partes da Terra, empurrando-se para poder avançar, e cada um que chega vira-se imediatamente de costas para ela, tira uma selfie e volta batalhando para abrir caminho no meio daquele bolo de gente. (…) Ninguém – uma única pessoa – olhou para a Mona Lisa por mais de alguns segundos. O sorriso dela não parece mais um enigma. A impressão é que ela está olhando para nós, empoleirada lá na Itália do século 16, e perguntando: “Por que vocês simplesmente não olham pra mim como faziam antes?”.

Aqui, temos o exemplo típico do problema da produção da informação voltada para os outros e não para a própria pessoa.

Temos aqui um problema grave de Projetos de Felicidade.

Os Projetos de Felicidade 1.0 não são mais adequados para o Sapiens 2.0.

É preciso fazer um ajuste nos Projetos de Felicidade do Sapiens 2.0 para que ele possa viver, de forma mais adequada, em um mundo no qual você pode consumir muito mais conteúdo e poder produzi-lo por conta própria.

Ocorre algo assim.

Estamos com os Paradigmas da Mídia de Massa sem entender o que é exatamente uma Mídia de Nicho.

O grande barato do Mundo Digital é a possibilidade que temos de nos personalizar e encontrar parceiros na nossa caminhada originalizadora.

Um artista que mora numa cidade do interior que ninguém valoriza a arte pode hoje ter contato com outros perfis similares – o que era impossível no passado.

Note que no passado havia um intermediador da mídia de massa que fazia, a partir de critérios fechados e particulares, a seleção de quem ia ou não ia, ter espaço na sociedade.

Hoje isso mudou.

Porém, o que queremos ainda é sermos adorados por multidões e não criar nichos originalizadores, nos quais podemos ser cada vez mais nós mesmos.

Estamos mais preocupados na quantidade e não na qualidade dos seguidores que passamos a ter.

Nesta Mídia de Nicho podemos:

Ser admirados e admirar perfis parecidos;
Consumir produtos tangíveis e intangíveis compatíveis com nossas particularidades;
E conseguir oferecer produtos tangíveis e intangíveis e sobreviver com atividades que antes não eram viáveis de financiar nossas vidas.

No livro do Tik Tok de Stokel, ele lembra a frase de Andy Warhol de que qualquer um pode desfrutar de quinze minutos de fama.

Repare que a “fama” é vista como objetivo, mesmo que seja de 15 minutos.

Num Projeto Mais Fraco de Felicidade confundimos o objetivo com as ferramentas para se chegar nesse objetivo.

Felicidade é a produção interna continuada de sensações positivas, a partir de uma série de escolhas que fazemos na nossa vida.

Temos dentro de nós uma usina de sensações positivas que precisa ser acionada para que possamos aumentar nossa Taxa de Felicidade.

Fazemos escolhas para que possamos manter nossa Usina de Sensações Positivas a pleno vapor.

Nossa Usina de Sensações Positivas exige que conheçamos nossos Eus Internos, que são os operários dessa fábrica.

Em um Projeto Mais Fraco de Felicidade confundimos o que é o meio com o que é fim.

Fama, Status e Dinheiro não necessariamente fazem com que nossa Usina de Sensações Positivas funcione a pleno vapor.

Para que nossa Usina de Sensações Positivas funcione melhor, temos que agradar aos nossos Eus Internos para que eles trabalhem com todo gás.

Quando você ignora a demanda de seus operários internos da tua Usina de Sensações Positivas, simplesmente, eles entram em greve.

Portanto, o consumo e a produção da informação do Sapiens 2.0 precisam estar alinhados com Projetos Mais Fortes de Felicidade.

Eis as regras da Felicidade e dos problemas com o consumo e produção informacional no Mundo Digital:

Projetos Mais Fracos de Felicidade são os que nos levam ao Zumbilismo Digital, a um consumo e a produção de conteúdo sem nenhum foco;
Projetos Mais Fortes de Felicidade são os que nos tiram do Zumbilismo Digital e nos levam a um consumo e a produção de conteúdo com melhor foco.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O texto discute a diferença entre abordagens indutivistas e dedutivistas no estudo de paradigmas. Abordagens indutivistas são baseadas em dados coletados a partir do paradigma vigente, enquanto abordagens dedutivistas questionam o paradigma vigente e buscam novos paradigmas.

A adaptação midiática para o digital é um processo complexo e desafiador, pois envolve mudanças significativas na forma como nos comunicamos, colaboramos e tomamos decisões. Essa adaptação é mais problemática do que as do passado, pois é mais disruptiva e rápida. O Sapiens 1.0 precisa se reinventar para viver na Civilização 2.0.

O Zumbilismo digital é o consumo compulsivo de informação desconectado de um projeto de felicidade mais forte.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens 1.0 precisa se reinventar para viver na Civilização 2.0.
  2. McLuhan se encaixa bem na definição de Conceituador Disruptivo, que introduz na Ciência Social um novo Macro Paradigma.
  3. McLuhan inaugura a Ciência Social 2.0, pois percebe o papel da mídia como o principal Disjuntor Civilizacional, inaugurando novas Eras ao longo da jornada do Sapiens.
  4. A partir do novo Motor da História sugerido por McLuhan, a Bimodais procura melhorá-lo, introduzindo novos elementos, tais como a demografia e novos modelos de cooperação.
  5. Estamos vivendo um profundo ajuste entre duas Eras Civilizacionais, no qual estávamos habituados com um tipo de mídia e estamos indo para outro.
  6. Diversos ajustes precisam ser feitos na nossa Formatação Básica Obrigatória para que possamos viver de forma mais adequada dentro do novo Ambiente Digital.
  7. No epicentro desta reinvenção do Sapiens 1.0 para o 2.0, está a conversa sobre os Projetos de Felicidade.
  8. Para que possamos superar o Zumbilismo Digital é preciso que usemos a Felicidade Blockchain, mais adequada aos novos tempos.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Você não sabe mais o que é estar presente! Está jogando sua vida fora!” – Johann Hari.

Neste artigo, começamos a analisar o texto do livro “Foco roubado: os ladrões de atenção da vida moderna” de Johann Hari.

Fiz algo em torno de 140 marcações – o que mostra que gostei razoavelmente do livro.

Diria, entretanto, que:

Gostei a parte da Inovação Pessoal, quando ele faz uma reflexão e sugestões para que possamos entender e lidar melhor com o foco diante do Digital – o que reforçou bastante a Narrativa Bimodal;
Não gostei da parte da Inovação Civilizacional, quando ele faz sugestões de controle sobre as organizações da Curadoria 1.0, mostrando que não tem uma boa leitura do atual cenário.

O livro de Hari tem uma abordagem Indutivista similar ao do Magness, visto anteriormente.

Primeiro, vamos entender, do ponto de vista dos Paradigmas, o que é uma Abordagem Indutivista e uma Dedutivista:

  • Abordagem Indutivista – é aquela que levanta dados baseada nos Macro Paradigmas Vigentes;
  • Abordagem Dedutivista – é aquela que procura rever os Macro Paradigmas Vigentes.

Macro Paradigmas são aqueles mais Essenciológicos, que acabam por guiar, de forma mais ampla, nossas formas de pensar e agir.

Sigmund Freud (1856-1939) defendia a ideia de que de tempos em tempos tínhamos essa revisão de Macro Paradigmas (o conceito é nosso), quebrando nosso narcisismo da forma de pensar.

O conceito de Freud é o de Ferida Narcísica, que segundo Tio Bard, Freud o define da seguinte maneira:

“Todas as grandes descobertas científicas e filosóficas que abalaram a posição do homem no mundo foram recebidas com hostilidade e resistência. Elas foram consideradas uma ameaça ao narcisismo humano, que se baseia na crença de que o homem é o centro do universo.”

Note que não estamos de mudanças em Paradigmas, mas em Macro Paradigmas, que iniciam novas formas disruptiva de sentir, pensar e agir.

Além de Darwin, Freud também citava outros pensadores que, segundo ele, haviam provocado disrupções na forma de pensar, como Copérnico, Galileu e Newton.

Podemos dizer, assim, que Charles Darwin (1809-82) modificou Macro Paradigmas e foi teve uma abordagem mais Dedutivista do que Indutivista.

É o que Thomas Kuhn (1922-96) chamava de momentos da Ciência Normal e Extraordinária, segundo o Tio Bard:

  • Ciência Normal é o período em que a comunidade científica trabalha dentro de um paradigma, ou seja, um conjunto de crenças, valores e práticas compartilhados pelos cientistas. Durante a ciência normal, os cientistas buscam resolver problemas que estão dentro do escopo do paradigma. Eles usam as ferramentas e conceitos do paradigma para fazer isso, e esperam que suas soluções sejam consistentes com o paradigma;
  • Ciência Extraordinária ocorre quando o paradigma dominante entra em crise. Isso pode acontecer quando os cientistas encontram anomalias, ou seja, observações que não podem ser explicadas pelo paradigma. Quando isso acontece, os cientistas começam a questionar o paradigma e a buscar alternativas.

Bimodalizando a conversa, diria que Conceituadores Disruptivos introduzem novos Macro Paradigmas na sociedade e isso faz com que consigamos ver e agir melhor diante de determinados fenômenos.

Magnes e Hari são exemplos típicos de Conceituadores Incrementalistas, pois ainda operam diante do Digital sem a Disrupção Macro Paradigmática introduzida por Marshall McLuhan (1911-80).

McLuhan se encaixa bem na definição de Conceituador Disruptivo, que introduz na Ciência Social um novo Macro Paradigma.

McLuhan inaugura a Ciência Social 2.0, pois percebe o papel da mídia como o principal Disjuntor Civilizacional, inaugurando novas Eras ao longo da jornada do Sapiens.

Tanto Magness quanto Hari ainda operam na Ciência Social 1.0 pré-McLuhan.

O interessante é que Hari, diferente de Magness, cita McLuhan, mas apenas no seu aspecto da relação da Mídia com a mente.

Entendamos melhor.

McLuhan tem uma grande contribuição em termos de Macro Paradigma, quando afirmou que “Mudou a mídia, mudou a sociedade”.

Além disso, o autor canadense percebeu que as mídias alteravam a mente de forma involuntária, como desdobramento do seu Macro Paradigma principal, na sua famosa frase: “O meio é a mensagem”.

Que se desdobra em:

“Não importa o canal de televisão que você assiste, a tevê está alterando a sua cabeça.”

Hari cita McLuhan neste aspecto dos efeitos da mídia na mente, mas não abraça o Macro Paradigma mais importante do autor canadense.

Vejamos os Macro Paradigmas de McLuhan:

  • Mídia e Motor da História – mudou a mídia, mudou a sociedade;
  • Mídia e Mente – mudou a mídia, mudou a mente.

Vejamos as citações de Hari sobre McLuhan que me chamaram a atenção:

“É por isso que McLuhan disse que toda vez que aparece um novo meio – uma nova maneira de os humanos se comunicarem – traz embutido nele uma mensagem.”

E continua:

“Segundo McLuhan, a maneira pela qual a informação chega é mais importante que a própria informação.”
Quando analisamos a Bimodais, por exemplo, o que temos feito, na verdade, é o desenvolvimento de uma Abordagem Mais Dedutivista.

A partir do novo Motor da História sugerido por McLuhan, a Bimodais procura melhorá-lo, introduzindo novos elementos, tais como a demografia e novos modelos de cooperação.

A Bimodais, assim, já opera na nova Ciência Social 2.0.

Por causa disso, toda a abordagem da segunda parte do livro de Hari, no qual defende controle sobre as Organizações Curadoras 1.0 não faz muito sentido para nós, pois:

  • A atual centralização da Curadoria 1.0 é temporária e será substituída pela Curadoria 2.0;
  • A melhor forma de resolver os problemas gerados pela Curadoria 1.0 é incentivar a Curadoria 2.0 e não controlar a 1.0.

Voltemos ao livro.

A principal preocupação de Hari é a dificuldade que as pessoas estão tendo em focar diante do novo cenário Digital.

Estamos vivendo um profundo ajuste entre duas Eras Civilizacionais, no qual estávamos habituados com um tipo de mídia e estamos indo para outro.

Diversos ajustes precisam ser feitos na nossa Formatação Básica Obrigatória para que possamos viver de forma mais adequada dentro do novo Ambiente Digital.

Adaptações Midiáticas de um determinado ambiente para outro, diga-se de passagem, não é novidade: já vivemos isso no passado e viveremos isso no futuro.

No livro de Hari, imerso na Ciência Social 1.0, não há nenhuma comparação com outras Adaptações Midiáticas do passado.

Temos nas Adaptações Midiáticas recorrentes e hoje não é diferente a exponencial e rápida passagem da Escassez para a Abundância:

  • Da Informação;
  • Da Cooperação;
  • Das Escolhas;
    Da Autonomia.

Fato é que a Adaptação Midiática para o Digital é mais problemática do que foram as do passado, pois é muito mais do que as anteriores:

  • Disruptiva;
  • E Rápida.

O Sapiens 1.0 precisa se reinventar para viver na Civilização 2.0.

No epicentro desta reinvenção do Sapiens 1.0 para o 2.0, está a conversa sobre os Projetos de Felicidade.

Hari questiona bastante e como razão uma espécie de Zumbilismo, que estamos vivendo diante do uso intenso principalmente de celulares.

Zumbilismo – relação inadequada com a nova mídia, quando se entra em um estado compulsivo de consumo de informação de forma totalmente desarmônica com um Projeto de Felicidade Mais Forte.

Como podemos identificar o Zumbilismo Digital?

Consumo e Produção de informação totalmente desvinculado de um Projeto de Felicidade Mais Forte baseado em:

  • Mais em coisas do que em valores;
  • Mais para agradar aos outros do que aos nossos Cachorrinhos Internos;
  • Gerador mais de sensações negativas do que positivas;
  • Com foco muito mais no curto do que no longo prazo.

O livro de Hari é muito bom ao identificar o Zumbilismo Digital e sugerir alguns ajustes individuais.

Para que possamos superar o Zumbilismo Digital é preciso que usemos a Felicidade Blockchain, mais adequada aos novos tempos.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O autor do texto explica que, quando lê um livro, não está interessado em fazer um resumo dele, mas sim em analisar o que o livro pode agregar à sua Narrativa de Conceituador. Ele chama esse processo de “Bimodalizar” o texto do autor, ou seja, de traduzi-lo para a linguagem da Narrativa Bimodal.

O texto discute a importância de entendermos a natureza da mente humana para lidarmos melhor com os desafios da vida. O autor defende que a mente humana é composta de duas partes: a Mente Primária e a Mente Secundária. A Mente Primária é responsável pelos pensamentos e sentimentos automáticos, enquanto a Mente Secundária é responsável pela reflexão e análise.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Se eu penso sobre um pensamento negativo, quem pensa sobre o pensamento negativo e quem produz o pensamento negativo?
  2. Quando passamos a ter essa Visão Polilista do Sapiens, de que nós gerenciamos uma comunidade de Eus Internos dentro de nós, a coisa melhora bastante.
  3. Ninguém acorda de manhã perdido dentro de casa. Temos uma série de rotinas automáticas guiadas pela Mente Primária.
  4. Nossa mente precisa criar uma série de automatismos para que posamos economizar energia para aquilo que é diferente.
  5. Nem tudo que é automático faz bem. Muitas vezes é preciso acionar a Mente Secundária para revisar os automatismos para que eles mais ajudem do que atrapalhem.
  6. O papel da Mente Secundária é igual ao de um programador de sistemas: passa o tempo todo corrigindo os bugs da Mente Primária.
  7. Quando pensamos em inovação e criatividade, o que queremos é o seguinte: concentrar o melhor da nossa mente para o filé e não para o osso.
  8. Uma pessoa que está vivendo uma Taxa de Felicidade maior, de maneira geral, acorda com pensamentos mais criativos, pensando mais no filé do que no osso.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Crie um espaço para que você não salte diretamente da ansiedade para a solução mais rápida possível, mas sim para a solução correta.” – Magness.

Neste artigo, continuamos a analisar o texto do livro “Faça coisas difíceis” de Steve Magness.

Permitam, entretanto, antes de voltar à análises, fazer um parênteses sobre o aprimoramento da minha metodologia de leitura.

Quando eu leio um livro, não estou interessado em fazer o resumo dele, como se eu fosse um funcionário do Resumocast.

Não.

Quando eu leio um livro, estou focado naquilo que ele pode agregar para a minha Narrativa de Conceituador e, no meu caso particular, como Curador de Pesquisa da Bimodais.

Na verdade, quando eu leio um livro eu estou Bimodalizando o texto do autor para ver o que ele agrega na Narrativa Bimodal.

Temos três situações possíveis diante do texto de um livro que estamos lendo e analisando:

  • O que agrega à Narrativa?;
  • O que reforça a Narrativa?;
  • O que a Narrativa critica e não concorda com o que está sendo lido?

O livro de Magness reforçou bastante a Narrativa Bimodal e tem sido fonte de inspiração para diversos insights nos artigos.

Ele diz:

“Pensamentos negativos de desistência são normais. Não significa que você seja fraco. Eles representam uma tentativa da sua mente de protegê-lo.”

Na Narrativa Bimodal, chegamos à conclusão de que não podemos falar apenas de uma mente na vida do Sapiens.

Fomos inspirados pelo livro “Rápido e devagar: duas formas de pensar”, de Daniel Kahneman.

O que nos diz Kahneman, segundo o Tio Bard, sobre os dois tipos de pensamento:

  • O pensamento rápido, intuitivo e emocional;
  • O pensamento lento, deliberativo e lógico.

Complementa o Bard:

“O pensamento rápido é o sistema automático da mente, que é responsável por tarefas simples e rápidas. Ele é baseado em heurísticas, que são atalhos mentais que nos ajudam a tomar decisões rápidas. As heurísticas podem ser úteis, mas também podem nos levar a erros, como o viés de confirmação, que nos faz buscar informações que confirmam nossas crenças existentes.

O pensamento lento é o sistema deliberativo da mente, que é responsável por tarefas complexas e que requerem atenção. Ele é baseado na lógica e na razão. O pensamento lento é mais preciso do que o pensamento rápido, mas também é mais lento e requer mais esforço.”

Assim, Kahneman defende que temos duas mentes, que ele chama de rápida e devagar e nos adaptamos para a Mente Primária e a Secundária.

Repare bem a seguinte lógica.

Se eu penso sobre um pensamento negativo, quem pensa sobre o pensamento negativo e quem produz o pensamento negativo?

A Mente Primária produz o pensamento negativo e a Secundária reflete e o analisa para saber como lidar melhor com ele.

Quando passamos a ter essa Visão Polilista do Sapiens, de que nós gerenciamos uma comunidade de Eus Internos dentro de nós, a coisa melhora bastante.

Nossos Eus Internos estão abrigados na nossa Mente Primária e nos ajudam a tocar a vida, mas precisamos sempre de alguns ajustes.

Imagina isso de outra forma.

Vejamos a comparação das nossas Mentes com um Sistema de Computador:

  • Imagine que nossa Mente Primária é um sistema operacional, que nos permite rodar todos os nossos aplicativos;
  • Porém, como ocorre em qualquer sistema de computação, de quando em vez o Sistema Operacional mostra problemas e precisa de uma reprogramação;
  • A Mente Secundária nada mais é do que um programador que fica observando a Mente Primária à procura de bugs, que estão tornando o sistema mais lento e prejudicando nossas vidas.

A Mente Primária armazena Paradigmas Mais Automáticos, que são fundamentais para que possamos tocar nossas vidas.

Ninguém acorda de manhã perdido dentro de casa. Temos uma série de rotinas automáticas guiadas pela Mente Primária.

Nossa mente precisa criar uma série de automatismos para que posamos economizar energia para aquilo que é diferente.

Porém:

Nem tudo que é automático faz bem. Muitas vezes é preciso acionar a Mente Secundária para revisar os automatismos para que eles mais ajudem do que atrapalhem.

O papel da Mente Secundária é igual ao de um programador de sistemas: passa o tempo todo corrigindo os bugs da Mente Primária.

Quando pensamos em inovação e criatividade, o que queremos é o seguinte: concentrar o melhor da nossa mente para o filé e não para o osso.

Vejamos as regras da relação do osso com o filé:

  • Quando usamos o melhor da nossa mente mais para o filé do que para o osso, isso gera em nós uma motivação maior;
  • Quando usamos o melhor da nossa mente mais para o osso do que para o filé isso gera em nós uma desmotivação maior.

Quando acordamos, por exemplo, pensando em problemas (em ossos e não em filé) tem algo errado que precisa ser corrigido.

Uma pessoa que está vivendo uma Taxa de Felicidade maior, de maneira geral, acorda com pensamentos mais criativos, pensando mais no filé do que no osso.

Voltemos ao Magness:

“Todos nós enfrentamos uma batalha interna, uma série de sentimentos , emoções e pensamentos, tanto para insistir quanto para jogar a toalha.”  

Sim, há um diálogo constante entre a Mente Primária e a Secundária.

A Mente Secundária quando quer fazer a revisão de um Paradigma Mais Automático Mais Fraco, ela utiliza uma Bancada Criativa ou Revisora.

A Bancada Criativa é o que nossos antepassados chamavam de “conversar com os nossos botões”.

(A expressão “conversar com os nossos botões” vem do hábito de as pessoas falarem consigo mesmas, ou de refletirem sobre algo, enquanto se arrumam ou vestem. No passado, as roupas eram muito mais adornadas com botões, que eram usados para fechar casacos, camisas, vestidos, calças, etc. Assim, as pessoas tinham muito tempo para conversar consigo mesmas enquanto se vestiam ou se arrumavam.)

Conversar com os botões é o momento em que a Mente Secundária está usando a Bancada Revisora para analisar um problema de algum Paradigma Automático na Mente Primária.

É um lugar que criamos, que pode ser um caderninho, no qual a cada problema que nos tira do prumo, vamos procurando desenvolver novas “linhas de código” para que possamos lidar cada vez melhor com ele. 

Voltemos ao Magness:

“De acordo com teorias científicas recentes, o cérebro funciona para manter a ordem.  O cérebro é uma máquina redutora de incertezas, disposto a fazer o que precisar para minimizar as surpresas, mesmo que isso tenha um custo alto.”

Diria que a Mente (com seus três setores) procura manter uma ordem estabelecida e aciona o lado revisor quando ocorrem problemas.

Quais são os três setores da mente, segundo a Narrativa Bimodal:

  • Mente Primária – responsável pela automatização dos processo e geradora de sentimentos, que abriga os nossos Eus Internos, Diabinhos e Cachorrinhos;
  • Mente Secundária – responsável pela revisão da Mente Primária;
  • Bancada Revisora – espaço que a Mente Secundária cria para comparar o que existe e o que pode ser mudado, gerando novos automatismos.

As Mentes, entretanto, são formatadas para viver em determinados ambientes mais ou menos estáveis, vejamos as regras:

  • Quanto mais houver centralização e estabilidade, mais as Mentes terão mais dificuldade de lidar com as incertezas e terão a demanda por uma resiliência menor, tendo um destaque maior para o predomínio da Mente Primária sobre a Secundária;
  • Quanto mais houver descentralização e instabilidade, mais as Mentes terão mais facilidade de lidar com as incertezas e terão a demanda por uma resiliência maior, tendo um destaque maior para o predomínio da Mente Secundária sobre a Primária.

Diz ele:

“Procuramos uma solução que transforma a desordem em ordem.”

Este é o papel dos setores revisionistas da nossa mente.

Este trabalho, segundo ele:

“Consiste em treinar a mente para lidar com a incerteza por tempo suficiente para que você possa se deslocar e guiar a resposta na direção certa.”

Eu reescreveria a frase Bimodalizando ela da seguinte maneira:

Ter resiliência é a atividade constante e progressiva de musculação da Mente Secundária na direção de criação de Paradigmas cada vez Mais Fortes.

Continua:

“Crie um espaço para que você não salte diretamente da ansiedade para a solução mais rápida possível, mas sim para a solução correta.”

Isso reforça a frase que usamos no outro artigo e repito aqui:

Entre o fato e a ação é necessário criar uma zona de reflexão!

Para que isso seja feito de forma continuada e progressiva é preciso abraçar o Aprendismo, que é uma das atitudes do Projeto Bimodal de Felicidade Blockchain.

No Aprendismo, entendemos que a vida é um contínuo processo de aprendizado e o que éramos ontem não será igual ao que seremos amanhã.

No Aprendismo Bimodal, entretanto, temos a consciência que a Mente Primária não somos nós, mas um repositório de Paradigmas Mais Automáticos que está passível de revisão permanente.

Quando enfrentamos um problema e percebemos que nossos Paradigmas Mais Automáticos não são capazes de lidar com ele, temos a oportunidade de aprimorá-los.

A melhor atitude diante de um problema é:

“Oba, olha mais uma oportunidade de aperfeiçoar meus Paradigmas Mais Automáticos.”

Eu transformo, assim, o que é um problema em um desafio motivador.

A inspiração para esse tipo de conduta vem do livro “Problemas: Oba!” de Roberto Shinyashiki.

É o que diz Magness nessa frase:

“Pesquisas mostram de forma consistente que indivíduos mais resistentes são capazes de entender situações estressantes como desafios em vez de ameaças.  Um desafio é uma coisa difícil, mas manejável.”//”Dentro de seus corpos, os iniciantes estão produzindo cortisol, enquanto os veteranos têm mais adrenalina.”

O que isso quer dizer?

Os iniciantes em lidar com determinado problema têm medo (geram cortisol) e os mais experientes ficam motivados (geram adrenalina) em função do desafio.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

Os paradigmas são modelos que moldam nossas percepções e escolhas. Não temos consciência dos paradigmas que nos influenciam. É importante que nos tornemos conscientes dos paradigmas e que façamos escolhas conscientes. Diferentes Escolas de Pensamento competem em diferentes áreas do conhecimento. No momento atual, vivemos uma encruzilhada conceitual. A Abordagem Midiática é a mais forte para explicar as mudanças que estão ocorrendo no mundo.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma das principais fantasias que temos na vida é considerar que fomos nós que criamos os nossos Paradigmas.
  2. O Sapiens passa por uma Formatação Básica Obrigatória, na qual recebemos, de forma menos consciente, Paradigmas criados por outro.
  3. Somos os seres vivos mais artificiais do planeta.
  4. Amadurecer é, assim, o processo progressivo de substituição de Paradigmas Mais Fracos por Mais Fortes.
  5. Temos a ilusão de que a verdade é única e absoluta e que não existe uma verdadeira guerra no Mercado Conceitual.
  6. Se defende muito por aí de que a Ciência é como a arte e cada um inventa a sua sem problema.
  7. A Ciência não é arte, pois ela indica Paradigmas que desaguam em ações, que têm consequência na vida das pessoas.
  8. O avanço do Mundo Digital mostrou que a Ciência Social, mãe de todas as Ciências Sociais, está em crise.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“A criatividade não é sobre ser original, mas sim sobre combinar ideias existentes de uma maneira nova e original.” Austin Kleon.

No livro “Roube como um artista”, Austin Kleon defende que:

“A criatividade não é sobre ser original, mas sim sobre combinar ideias existentes de uma maneira nova e original.”

Fato é que:

Uma das principais fantasias que temos na vida é considerar que fomos nós que criamos os nossos Paradigmas.

Isso é falso.

O Sapiens passa por uma Formatação Básica Obrigatória, na qual recebemos, de forma menos consciente, Paradigmas criados por outros.

A fantasia de que existe um Eu Puro que precisa ser resgatado em algum momento da vida é ilusória.

O Eu Puro se encaixa numa fantasia muito difundida de que o Sapiens tem uma identidade perdida, que precisa ser resgatada. Isso é falso. 

Somos os seres vivos mais artificiais do planeta.

Amadurecer significa um longo, reflexivo e progressivo processo de:

  • Revisão dos Paradigmas Mais Fracos do que Fortes, que foram colocados dentro de nós;
  • Criação de novos Paradigmas Mais Fortes que geram decisões mais positivas do que negativas nas nossas vidas.

Amadurecer é, assim, o processo progressivo de substituição de Paradigmas Mais Fracos por Mais Fortes.

Isso vale para nossa vida pessoal e para a profissional.

Quando abraçamos, por exemplo, qualquer profissão, na verdade, estamos nos propondo a:

  • Ajudar pessoas a pensar e lidar melhor com determinado fenômeno;
  • E, de forma consciente, ou não, escolhendo Narrativas Conceituais (Teorias e Metodologias), que estão no Mercado Conceitual, que sugerem a melhor forma de lidar com ele. 

Guarde bem isso.

Existe um Mercado Conceitual, no qual diferentes abordagens estão disputando clientes para que estes adotem as suas respectivas Teorias e Metodologias.

A maioria dos profissionais não dedica muito tempo a pensar nas escolhas conceituais na sua atividade. Vai no fluxo da manada.

Porém, quando queremos sair da Mediocridade Profissional e passar para a Excelência Profissional é preciso escolher, de forma mais consciente, uma determinada Narrativa Conceitual.

Vejamos a diferença:

  • Mediocridade Profissional – segue mais o fluxo do mainstream do que faz escolhas mais conscientes na direção de Paradigmas Mais Fortes;
  • Excelência Profissional –  segue menos o fluxo do mainstream do que faz escolhas mais conscientes na direção de Paradigmas Mais Fortes.

Note que em todas as atividades profissionais humanas há sempre um embate entre diferentes Narrativas Conceituais:

  • Na Psicologia, temos a Freudiana, a Junguiana, a Lacaniana, entre outras;
  • Na Economia, temos a Austríaca, a Keynesiana a de Chicago, entre outras;
  • Na Educação, temos a Montessoriana, Piagetiana, Vygotskiana, entre outras.

A título de exemplo perguntei ao Tio Bard “O que a abordagem Lacaniana da psicologia se diferencia da Freudiana?”:

Ele me respondeu:

“A abordagem lacaniana da psicologia, desenvolvida por Jacques Lacan (1901-81), é uma derivação da psicanálise freudiana, mas apresenta algumas diferenças significativas. Uma das principais diferenças está na ênfase dada à linguagem. Enquanto Freud acreditava que o inconsciente era uma força psíquica inconsciente, Lacan acreditava que o inconsciente era estruturado como linguagem. Ou seja, o inconsciente é formado por signos e símbolos que são organizados de acordo com as regras da linguagem.”

A título de exemplo perguntei ainda ao Tio Bard “O que a abordagem da Escola Austríaca na Economia se difere das mais tradicionais?”:

Ele me respondeu:

“A Escola Austríaca acredita que a economia deve ser estudada a partir da perspectiva do indivíduo, e não da sociedade como um todo. Isso significa que os economistas austríacos se concentram nos comportamentos e decisões dos agentes econômicos individuais, como consumidores, produtores e investidores.”

É importante entender que a Ciência, seja em que área for, é um Ambiente de Diálogo que:

  • Define as Melhores Verdades e não as verdades;
  • Um eterno embate entre diferentes abordagens, que se digladiam para ganhar clientes na sociedade como qualquer outro negócio.

Cada uma destas abordagens dentro do Mercado Conceitual, em geral se inicia sempre por um determinado Conceituador, que ganha adeptos e, a partir daí, se criam Escolas de Pensamento.

Escolas de Pensamento são uma espécie de Startups Conceituais, que surgem para questionar os Paradigmas Mainstream e colocar outros melhores no lugar.

Escolas de Pensamento, como nos sugere Imre Lakatos (1922 – 1974) defendeu que elas partem de um Núcleo Duro.

Segundo Tio Bard:

“Núcleo Duro é um conjunto de proposições básicas que são consideradas incontestáveis pelos membros da escola. Essas proposições são geralmente consideradas verdades fundamentais ou axiomas, e não são sujeitas a questionamento ou revisão.”

Podemos dizer que o Núcleo Duro de uma Escola de Pensamento é a estrutura da casa e o que vem depois são os acessórios.

Quando queremos nos tornar Profissionais de Excelência, precisamos conhecer as diferentes Escolas de Pensamento no nosso campo de atuação para que possamos, a partir de nossos critérios, escolher a mais adequada.

Se você for um Conceituador totalmente fora da curva é possível até partir para a criação de novas Escolas de Pensamento.

Porém, de maneira geral, não nos preocupamos muito com tudo isso.

Temos a ilusão de que a verdade é única e absoluta e que não existe uma verdadeira guerra no Mercado Conceitual.

Mais ainda, como já ocorreu comigo em diversas aulas.

O aluno me disse que escolheu, diante da análise do Digital, a “visão a” e que eu tenho a “visão b” e cada um pode caminhar tranquilamente na sua opção.

É bem comum uma confusão entre a Ciência e a Arte, que nos leva a esse tipo de afirmação.

Se defende muito por aí de que a Ciência é como a arte e cada um inventa a sua sem problema.

Só que isso não é verdade quando tratamos da Ciência.

A arte não gera teorias e metodologias, que serão, em algum momento, aplicadas na sobrevivência das pessoas. 

Você pode gostar ou não de uma pintura e isso não terá consequências objetivas.

Diferente quando optamos por uma Abordagem Científica, que vai se desdobrar dos conceitos para as decisões e ações.

A Ciência não é arte, pois ela indica Paradigmas que desaguam em ações, que têm consequência na vida das pessoas.

Ao escolher determinada Escola de Pensamento, no fundo, estamos optando por um Núcleo Duro, criado por um Padrinho Conceitual, que se desdobrou em Metodologias e, a partir delas, em diferentes consequências.

Um Padrinho Conceitual, que deu origem a uma Escola de Pensamento, é alguém que percebemos que, comparado com outros, tem uma visão que consideramos mais forte e que vai nos ajudar a pensar e a lidar melhor com determinado fenômeno.

O Padrinho Conceitual serve como uma espécie de âncora e vela ao mesmo tempo:

  • É âncora, pois nos dá base para começar a pensar e agir sobre o problema;
  • E vela que nos permite, a partir de uma base, começar a navegar de forma mais adequada.

Hoje, diante das atuais mudanças, estamos também em uma grande Encruzilhada Conceitual, um momento em que determinadas decisões precisam ser obrigatoriamente tomadas em termos de abordagem científica.

O diagnóstico do que estamos vivendo neste novo século é algo maior, pois as perguntas que não querem calar são:

  • Que tipo de mudança estamos passando neste novo século?
  • Quem consegue explicá-la melhor para que eu possa decidir melhor o que fazer?
  • O que eu preciso deixar de lado e o que eu devo abraçar? 

Note que não estamos falando de uma Ciência Social em particular, mas da própria mãe de todas as Ciências Sociais.

O avanço do Mundo Digital mostrou que a Ciência Social, mãe de todas as Ciências Sociais, está em crise.

Os Motores da História, responsáveis por explicar como o Sapiens promove mudanças civilizacionais se mostraram obsoletos.

E passamos, a partir daí, a produzir diferentes abordagens de qual é o melhor Motor da História que possa explicar as atuais mudanças.

Isso se resume na tentativa de explicar que tipo de Revolução estamos passando. Me diga que Revolução estamos vivendo e te digo que Escola de Pensamento você adotou, mesmo sem querer.

Vejamos as diferentes opções:

  • Abordagem Industrialista – aquela que acredita que estamos vivendo uma nova, mas recorrente, Revolução Industrial;
  • Abordagem Conhecimentista – aquela que acredita que estamos vivendo uma inédita Revolução do Conhecimento;
  • Abordagem Midiática (escolhida pela Bimodais) aquela que acredita que estamos vivendo uma nova e recorrente Revolução Midiática;
  • Abordagem Tecnológica – que acredita que estamos vivendo uma revolução das tecnologias sem definir exatamente que é a midiática, bem específica.

Estas diferentes abordagens não são neutras, pois, a partir delas, as pessoas tomam decisões.

Se, por acaso, optamos pela Abordagem Conhecimentista vamos sugerir que se use a Metodologia da Gestão do Conhecimento na Inovação Organizacional para conseguir estar alinhado com o novo cenário.

As organizações que estão na frente do Digital optaram por ela? Acredito que não.

No nosso entender a Abordagem Midiática, que parte do Núcleo Duro proposto por Marshall McLuhan (1911- 80) é a mais forte.

Nela, podemos ver que temos como Fator Causante principal a chegada da nova mídia, que isso é recorrente na história (chegada da oralidade e da escrita) e que isso causa outras Sub-Revoluções tal como a Industrial e a do Conhecimento.

Dentro do acirrado e pouco visível Mercado Conceitual, a Bimodais defende  a Abordagem Midiática, pois acreditamos que ela permite que se veja e se decida melhor diante do novo cenário.

As opções estão abertas e cada um escolhe a Abordagem Científica que achar melhor.

Mas acho que nestas horas é sempre bom trazer nossa Tia Ayn Rand para nos ajudar, adaptando um pouco a sua famosa frase:

“Você pode ignorar a realidade sem problema. O que não dá para fazer é ignorar as consequências de ter ignorado a realidade.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O texto discute a importância de aprender a lidar com nossos Eus Internos para aumentar nossa força mental e resiliência. O autor argumenta que, muitas vezes, interpretamos fatos desagradáveis de forma exagerada e negativa. Isso acontece porque nós não temos uma boa relação com nossas emoções e pensamentos criadas por nossos Eus Internos. Há na nova Civilização 2.o uma demanda pelo aumento da Taxa de Resiliência.  Para melhorar isso, é importante aprender a identificar nossos Eus Internos e desenvolver ferramentas para lidar com eles. 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A chegada da Civilização 2.0 nos faz sair da escassez para a abundância das adversidades.
  2. Amadurecer nada mais é do que a progressiva arte de ir revisando os Paradigmas inadequados que temos armazenados na nossa Mente Primária.
  3. Evitar transformar Tempestades em copo d’água demanda OBRIGATORIAMENTE a aprender a lidar com nossos diabinhos internos.
  4. A Civilização 2.0 exige que o Sapiens seja muito mais resiliente do que foi o 1.0.
  5. O aumento da adversidades exige, na mesma proporção, a ampliação da resiliência.
  6. A visão mais mainstream e mais centralizada do Sapiens incentiva a ideia de que somos um monolito e não um polilito.
  7. O que precisamos fazer é transformar a tempestade – que nossos diabinhos produzem – em copos d’águas.
  8. Entre o fato e a ação é sempre necessário que criemos uma zona de reflexão!    

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“A verdadeira força (mental) consiste em fornecer o conjunto de ferramentas para lidar com a adversidade.” Magness.

Neste artigo, começamos a analisar o texto do livro “Faça coisas difíceis” de Steve Magness.

Começo a análise com uma conversa inspirada no livro que tive com um amigo caminhando aqui por Teresópolis, cidade onde moro, no interior do Rio.

Lá pelas tantas, quando estava comentando sobre nossa relações com os problemas ele me retrucou:

“Sim, é importante não fazer tempestade em copo d’água.”

E, pela primeira vez, desde que ouço esta frase há muito tempo, ela me caiu mal, muito mal.

(Diga-se de passagem ela inspirou o livro “Não faça tempestade em copo d’água e tudo na vida são copos d’água” de Richard Carlson.)

Na verdade, argumentei:

“O que precisamos fazer é transformar a tempestade – que nossos diabinhos produzem – em copos d’águas.”

Explico.

Muito do que chamamos de tempestades nas nossas vidas é apenas uma interpretação de fatos desagradáveis que ocorrem ao longo da jornada.

Os fatos não são tempestades, muitas vezes, são apenas copos d’água e nós – com nossas dificuldades de nos relacionar com nossa Mente Primária – os transformamos em tempestades.

A visão mais mainstream e mais centralizada do Sapiens incentiva a ideia de que somos um monolito e não um polilito.

Vejamos a diferença entre a Visão Mais Monolítica e a Visão Mais Polilítica que temos sobre o Sapiens:

  • A Visão Mais Monolítica do Sapiens imagina que nós temos controle total sobre nossas emoções e pensamentos;
  • A Visão Mais Polilítica do Sapiens percebe que nós NÃO temos controle total sobre nossas emoções e pensamentos e precisamos aprender a nos relacionar com nossos Eus Internos.

Nós não mandamos e controlamos completamente nos nossos Paradigmas, que envolve sentimentos, pensamentos e ações.

O que podemos fazer é aprender a nos relacionar com os nossos Eus Internos para que possamos aprender a lidar de forma mais adequada com cada um deles.

Quando nos vemos em uma situação complicada em que determinadas emoções e pensamentos nos invadem, sem que tenhamos muito controle, geramos uma verdadeira tempestade sem necessidade.

É como se houvesse um fato nas nossas vidas, que atua como um Fator Causante que detona uma verdadeira tempestade interna que vem de dentro para fora para nos invadir.

O importante nisso tudo é o seguinte:

Quem faz a tempestade interna diante de problemas cotidianos não é você – o seu lado mais consciente, reflexivo e lógico – de forma consciente ou voluntária, mas os seus Eus Internos que geram a tempestade descontrolada e involuntária.

Você não quer transformar o copo em tempestade, mas isso acontece independente da sua vontade. 

Aí está o cerne do problema.

Nós muitas vezes não conhecemos e não controlamos nossas emoções e pensamentos e não sabemos o que fazer quando elas começam a produzir raios na nossa cabeça.

Evitar transformar Tempestades em copo d’água demanda OBRIGATORIAMENTE a aprender a lidar com nossos diabinhos internos.

A frase adequada, assim, não seria esta, mas a seguinte:

Transforme as tempestades que seus Eus Internos fazem diante de problemas em simples e meros copos d’água.

No decorrer da análise do livro de Magness, veremos que ele conversa muito sobre isso – a dificuldade que temos de conhecer nossos Diabinhos.

Demorei uns quatro dias para ler o livro de Magness e fiz 242 marcações – o que é um sintoma de que gostei bastante do texto.

(Marcações de um livro passaram a ser uma das minhas métricas para saber o quanto ele me inspirou.)

Se pudesse resumir o livro numa frase, interpretado a partir da Narrativa Bimodal, eu diria o seguinte:

Magness defende que a Força da Mente deve partir da capacidade que temos de negociar com nossos Eus Internos para que possamos criar Paradigmas Mais Fortes e não na ideia de que ser forte é ignorar nossos Cachorrinhos Internos.

Façamos um resumo um pouco mais amplo do que acho mais relevante do livro para a Narrativa Conceitual Bimodal.

Em resumo, o livro de Magness é nos traz o seguinte:

  • É um extenso resumo de uma longa e profunda pesquisa do autor sobre o tema “força” e resiliência (vou chamar “Força” de “Força da Mente” para não deixar dúvida do que estamos falando);
  • Ele questiona a visão mainstream de Força da Mente, que considera algo que é mais voltada para os outros do que para a pessoa, mais fraca do que forte, que gera menos do que mais resiliência;
  • Apesar de ter gostado bastante do conteúdo do livro, acredito que ele poderia ter sido mais resumido e que poderia ter gerado dicas de forma mais simples e objetiva de como aumentar a Força da Mente;
  • Porém, considero que, pelo volume das marcações que fiz (242), o livro ajudou bastante a reforçar a Narrativa Bimodal sobre Felicidade Blockchain.

Comecemos a análise.

Ele diz:

“Priorizamos demonstrações externas em vez da verdadeira força (mental) interna. E isso gera consequências.”  

Aqui, temos essa tendência que aparece em diversos autores contemporâneos da Inovação Pessoal na direção da construção de Paradigmas Mais Endógenos do que Exógenos.

Já vimos que a centralização dos ambientes gera Exogenia e a descentralização a Endogenia.

Vejamos a diferença:

  • Endogenia – parâmetros que vêm mais de dentro para fora do que de fora para dentro;
  • Exogenia – parâmetros que vêm mais de fora para dentro do que de dentro para fora.

Estamos saindo de uma Crise Civilizacional dentro do Espiral Civilizacional Progressivo, baseado no Motor da História 2.0, que nos levou, principalmente no século passado, ao aumento exponencial da massificação e ao uso corrente de Paradigmas Mais Exógenos.

Fato é que:

A nova e acelerada chegada da Civilização 2.0 exige que o Sapiens seja muito mais personalizado do que foi o 1.0 e, para isso, precisa gradualmente migrar dos Paradigmas Mais Exógenos para os Mais Endógenos.

Há, sem dúvida, neste novo cenário, uma urgente e forte demanda por outro tipo de Formatação Básica Obrigatória, que precisa preparar o Sapiens 2.0 para ser muito mais resiliente do que o 1.0.

Quanto mais dinâmico for um Ambiente de Sobrevivência, mais as pessoas precisarão aprender a aumentar a Taxa de Resiliência.

O aumento da Taxa de Resiliência do Sapiens deve estar no epicentro da conversa tanto dos Educadores quanto dos Psicólogos tanto na Educação 2.0 quanto na Psicologia 2.0.

Diz Magness sobre o problema da Formatação Básica Obrigatória 1.0:

“A parentalidade autoritária leva a uma menor independência, mais comportamentos agressivos e uma alta probabilidade de abuso de substâncias e comportamentos de risco.”

Ele define que a Força Mental Mais Fraca, que é baseada em aparência (aquilo que eu faço para os outros) ao invés de substância (aquilo que eu faço a partir das minhas demandas, a partir de um diálogo com meus Eus Internos).

Vejamos a diferença entre os dois tipos de Forças Mentais:

  • Força Mental Mais Forte – aquela que é mais resiliente;
  • Força Mental Mais Fraca – aquela que é menos resiliente.

Ele percebe – apesar de não explicar o por que da nova era – de que há um movimento relevante para gerar um novo tipo de Força Mental mais coerente com o novo cenário:

“Estamos em uma nova era. E nela temos um esforço da ciência à procura de uma definição muito diferente de resistência.” 

Podemos chamar, incorporando a Narrativa Bimodal, de Força da Mente 2.0. Ou resistência (ou resiliência) diante dos problemas, mais afinados com Projetos de Felicidade Mais Fortes.

Como o autor define essa  Força da Mente 2.0?

Diz ele:

“Ter força (mental) é superar o desconforto para tomar a melhor decisão possível. E pesquisas mostram que esse modelo de resistência é mais efetivo em resultados do que o antigo.”

Em resumo:

Prestar atenção nos sentimentos, que vão brotando sem controle, para que se possa criar espaço para agir com mais cuidado. 

Ou ainda mais sintético:

Entre o fato e a ação é sempre necessário que criemos uma zona de reflexão!

Ele afirma que:

“A verdadeira força (da mente) nos incentiva a trabalhar com o nosso corpo e mente, não contra eles.”

É preciso aprender e criar diversas ferramentas para lidar com o conjunto de problemas que enfrentamos.

Diz ele:

“Cada passo ao longo do caminho requer um conjunto diferente de habilidades e abordagens. Requer muitas ferramentas, não apenas um martelo.”   

O incentivo aqui de criar ferramentas para que possamos lidar melhor com os problemas dentro das propostas do Projeto de Felicidade Blockchain nos leva a:

  • Diante de um problema que nos abala e gera tempestades, criar um método para identificar as sensações e pensamentos que estão brotando de forma involuntária pela Mente Primária;
  • Nomeá-los para passar a conhecer os seus padrões recorrentes e se sentir mais controlador do processo, via Mente Secundária, usando a nossa Bancada Criativa;
  • Procurar experimentar a melhor forma de lidar com eles, através do desenvolvimento de Metodologias Mais Fortes;
  • Criar, a partir da reflexão, Mandamentos Existenciais para que se possa evitar que ocorram;
  • E quando ocorrem, passar a usar os antídotos que vão sendo desenvolvidos ao longo do tempo.

Vejamos a diferença entre Metodologias Mais Fracas e Fortes:

  • Metodologias Mais Fortes – aquelas que são mais adequadas para lidar com os fenômenos;
  • Metodologias Mais Fracas – aquelas que são menos adequadas para lidar com os fenômenos.

No fundo, o que estamos defendendo aqui é o aumento da reflexão sobre nossos Paradigmas para que possamos reduzir os Paradigmas Mais Exógenos que nos atrapalham e colocar os Paradigmas Mais Endógenos no lugar.

Amadurecer nada mais é do que a progressiva arte de ir revisando os Paradigmas inadequados que temos armazenados na nossa Mente Primária.

Magness vai também na linha – como diversos outros autores contemporâneos da Inovação Pessoal,  do que chamamos na Bimodais de Psicologia Preventiva.

Diz ele:

“Partindo do campo da psicologia positiva, em vez de focar em se preparar para o pior e fortalecer fraquezas, tal abordagem ensina o básico sobre bem – estar e saúde mental, incluindo otimismo aprendido, resiliência, crescimento pós – traumático e regulação emocional”.  

No fundo, a Psicologia Preventiva (conhecida no mercado por Psicologia Positiva) é, nada mais nada menos, do que uma base para que possamos trabalhar com Projetos de Felicidades Mais Fortes.

O que sugere Magness para a nova formação do Sapiens 2.0?

“Precisamos ensinar as habilidades para lidar com a adversidade.”

Fato é que a chegada da Civilização 2.0 nos faz sair da escassez para a abundância das adversidades.

Sim, um mundo mais dinâmico aumenta a Taxa de Adversidades – o que causa maior desconforto e nos obriga a ter uma Taxa de Resiliência maior.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O texto aborda a transição da Civilização 1.0, caracterizada por uma ordem estabelecida, para a Civilização 2.0, marcada por um dinamismo e desordem crescentes. Nessa transição, o Sapiens 2.0 precisa desenvolver a capacidade de lidar com mais escolhas, autonomia, dinamismo e descentralização. Em suma, o texto defende que o Sapiens 2.0 precisa exercitar a mente secundária, ter um propósito claro, estar aberto a aprender e ser coerente.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Na Civilização 2.0, a coerência subiu muito de valor: se aceita menos a distância entre o agir e o pensar.” 
  2. A Civilização 2.0 adora Cisnes Negros.
  3. O Sapiens 2.0 precisa aprender a ter uma relação dupla de ganha-ganha: agradar tanto os Clientes Externos quanto os Internos.
  4. A Civilização 2.0 tem nos trazido a passagem da escassez para a abundância de escolhas e, por isso, o gerenciamento da felicidade tem se tornado cada vez mais complexo.
  5. Quanto mais escolhas uma pessoa tem no ambiente que vive, mais difícil se torna o gerenciamento da sua felicidade.
  6. Como eu sei o quanto um livro mexeu comigo? Pela quantidade de marcações que fiz ao longo da leitura.
  7. Antes do Digital, era menos faroeste e mais xerife. Hoje, no Pós-Digital temos mais faroeste e menos xerife.
  8. O Sapiens, diferente das outras espécies, consegue repensar como ele pensa e se reinventar.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“É preciso gerenciar a tensão , e não a neutralizar.”Paulo Veras.

Faço aqui o texto final do bom livro que li “Unicórnio verde-amarelo” sobre a criação da 99 de Paulo Veras e Tania Menai.

Aprendi com este livro que é possível tirar muitos ensinamentos da conversa sobre a criação e o desenvolvimento de startups para o aperfeiçoamento da Inovação Pessoal.

Leitura Didática Forte

Como tenho feito a dinâmica das minhas leituras didáticas?

  • Leio sempre no Digital, em particular na Amazon;
  • Faço as marcações enquanto vou lendo do que me chama a atenção;
  • Exporto o caderno de anotações e trago aqui para os “Escritos do Nepô”;
  • E, só então reflito com mais calma sobre tudo que destaquei.

Como eu sei o quanto um livro mexeu comigo? Pela quantidade de marcações que fiz ao longo da leitura.

No livro da 99 marquei bastante e fiz vários artigos.

Muita gente se preocupa com a quantidade de livros lidos, eu diria que ler bastante é bom, mas sempre é bom ter a preocupação com a qualidade.

É preciso refletir sobre o que foi lido e, mais do que tudo, incorporar o que nos chamou a atenção, de alguma forma, à nossa narrativa.

Abaixo seguem as últimas marcações que fiz sobre o livro e alguns comentários.

Mídias e os efeitos na relação de ordem e progresso

Dizem eles:

“Primeiro o faroeste, depois o xerife.” 

E seguem: 

“Gosto de dizer que progresso implica desordem, cruzar os limites da organização, executar coisas nunca feitas, estimular todos a se esticarem e tomar algum risco . A organização encaixotada e metódica não evolui rápido. O único lugar onde ordem e progresso convivem pacificamente é na bandeira do Brasil. São conceitos conflitantes.”

Temos uma regra na relação de ordem e progresso e mídia:

  • Quando estamos dentro das Crises Civilizacionais, principalmente na fase final, temos uma ordem estabelecida com mais controle sobre o progresso;
  • Quando entramos dentro das Renascenças Civilizacionais, principalmente na fase inicial, temos um progresso questionando a ordem. 

A metáfora do xerife é boa. Podemos adaptá-la para o seguinte.

Antes do Digital, era menos faroeste e mais xerife. Hoje, no Pós-Digital temos mais faroeste e menos xerife.

No faroeste digital, uma das principais demandas para o Sapiens 2.0 é a capacidade de lidar com:

  • Mais Escolhas;
  • Mais Autonomia;
  • Mais Dinamismo;
  • Mais Descentralização.

E aqui temos uma regra importante da Inovação Pessoal:

Quanto mais escolhas uma pessoa tem no ambiente que vive, mais difícil se torna o gerenciamento da sua felicidade.

A Civilização 2.0 tem nos trazido a passagem da escassez para a abundância de escolhas e, por isso, o gerenciamento da felicidade tem se tornado mais complexo.

O Sapiens, diferente das outras espécies, consegue repensar como ele pensa e se reinventar.

Por isso:

O Sapiens foi dotado de duas mentes: uma que armazena e automatiza os paradigmas e outra que repensa e os modifica, quando atrapalham.

Temos as seguintes regras em relação a isso:

Quando uma pessoa usa pouco a Mente Secundária, ela se torna mais dependente dos Paradigmas Mais Exógenos, aqueles que ela armazena sem grandes reflexões.

Vejamos a diferença destes dois tipos de Paradigmas:

  • Paradigmas Mais Endógenos –  aqueles que alguém armazenou na sua Mente Primária com mais reflexões, a partir da Mente Secundária;
  • Paradigmas Mais Exógenos – aqueles que alguém armazenou na sua Mente Primária sem grandes reflexões.

Vejamos a relação destes Paradigmas com a centralização e a descentralização dos ambientes:

 Quando vivemos um Ambiente de Sobrevivência menos dinâmico e mais centralizado, a tendência é o aumento da Taxa dos Paradigmas Mais Exógenos sobre os Endógenos;

  • Quando vivemos um Ambiente de Sobrevivência mais dinâmico e mais descentralizado, a tendência é o aumento da Taxa dos Paradigmas Mais Endógenos sobre os Exógenos.

Por fim, temos ainda a relação destes Paradigmas com o perfil de cada Sapiens:

 

  • Uma pessoa com um Perfil Mais Quieto tende a ter uma Taxa maior dos Paradigmas Mais Exógenos sobre os Endógenos;
  • Uma pessoa com um Perfil Mais Inquieto tende a ter uma Taxa maior dos Paradigmas Mais Endógenos sobre os Exógenos.

Podemos praticar um Gerenciamento Existencial nos reinventando ao longo de nossa vida para que possamos manter alta a nossa Taxa de Felicidade.

Com a chegada da Civilização 2.0, teremos um aumento exponencial e generalizado, independente do perfil de cada pessoa, dos Paradigmas Mais Endógenos do que dos Exógenos.

Volto a eles:

“Organização inovadora e de crescimento acelerado precisa tolerar certa desordem — e necessita de esforço para se organizar.”

O que isso quer dizer?

Na Civilização 2.0 precisaremos muscular muito mais nossa Mente Secundária para que possamos desenvolver mais os Paradigmas Exógenos.  

“É preciso gerenciar a tensão e não a neutralizar.” 

A tensão existe, pois o que era hoje de um jeito, amanhã já é de outro. 

É por isso que o papo da agilidade, da resiliência, da antifragilidade se tornou popular.

Eles dizem:

 “Quanto mais rápidas forem as soluções e mais ágil e menos burocrática for a empresa, melhor.”

Diria o mesmo diante dos nossos desafios de Sapiens 2.0.

Num mundo tão dinâmico como o atual é preciso muita resiliência e antifragilidade.

A Civilização 2.0 adora Cisnes Negros.

Quando falamos em mais resiliência, é preciso, ao mesmo tempo,  aumentar a Taxa de Propósito.

O gerenciamento do nosso Canil Interno aumenta muito de complexidade quando temos mais descentralização e dinamismo.

Precisamos aprender a viver num mundo em que dois clientes passaram a ter muito mais poder:

  • O Cliente Externo – aquele que te paga pela sua energia e que te ajuda a saldar os boletos;
  • O Cliente Interno – os teus cachorrinhos que com mais escolhas querem fazer o que não podiam antes. 

Por isso, temos a frase:

“Trabalhe com paixão e diversão, pois se você não se divertir no emprego, não aguenta a pressão.”

O Sapiens 2.0 precisa aprender a ter uma relação dupla de ganha-ganha: agradar tanto os Clientes Externos quanto os Internos.

O aumento da Taxa de Propósito vale para todos os Sapiens, independente se tem um Perfil Mais Quieto ou Mais Inquieto.

E nesse cenário temos uma outra passagem.

Na Civilização 1.0, o que se sabia valia muito, pois a Taxa de Dinamismo era menor.

Hoje, com uma Taxa de Dinamismo do Ambiente Civilizatório maior é preciso mais do que saber, ter a capacidade de reaprender.

Por isso, destaco a frase:

“Priorizar mais o brilho no olho do que a bagagem que alguém trazia.”

Ou seja:

No Mundo 2.0, é mais importante ter vontade e espaço para aprender do que saber algo que não esteja o tempo todo sendo revisto.

Ou seja.

Uma coisa fundamental para se competir no Mercado 2.0 é a capacidade que temos de acionar a nossa Mente Secundária. 

Dentro desta perspectiva, não podemos ter a mesma relação que tínhamos com os erros.

Eis a frase:

“O objetivo não é “ não errar ”, mas sim vencer no final . Errar machuca . Mas quem não erra não ganha.”

Quem não erra, não aprende. 

Na mesma linha, eles dizem:

“Quem fica na zona de conforto não conquista nada. As pessoas dizem “ estou aqui há um ano e não fiz nenhuma grande besteira”. Mas que grande coisa você construiu nesse ano? Nada.” // “Para ter segurança em tomar decisões é preciso aceitar o erro. Ninguém acerta sempre . Não se aprende a andar ou esquiar sem levar tombos.”// É preciso: “Se virar e sair rapidamente em busca de soluções em vez de remoer os problemas.” 

Sim, temos dois tipos possíveis da nossa relação com os erros:

  • Erros em Carrossel – aqueles chamados na Psicologia de Neuroses, que se repetem na Mente Primária, sem revisão pela Mente Secundária;
  • Erros em Espiral – que ocorrem, são avaliados pela Mente Secundária, que cria novos Paradigmas Mais Endógenos para que não se repitam, através da criação de Mandamentos Existenciais.

Errar com consciência, praticar o Erro em Espiral e mudar a cada erro é algo fundamental para um Projeto de Felicidade Mais Forte na Civilização 2.0.

Mais ainda.

Hoje, é preciso entender que estamos muito mais expostos do que no passado.

Na Civilização 2.0, a coerência subiu muito de valor: se aceita menos a dicotomia entre o agir e pensar.

A frase de Ralph Waldo Emerson ajuda aqui: 

“Suas ações falam tão alto que eu não consigo escutar o que você diz ” .

Num mundo onde tudo está disponível na rede, as contradições entre a fala e a ação fica mais fácil de ser percebida.

Papo de Startup

Alguns registros que deixo sobre comentário que são de uso específico para a Inovação Grupal de Startups, que considero relevantes:

  • “Em geral , as empresas investem bem menos do que deveriam em recrutamento e gestão de talentos . A tendência natural é gastar menos tempo contratando e mais tempo resolvendo problemas . Mas para crescer e escalar é preciso fazer justamente o contrário.” // “No mercado , há um ditado interessante: “ Gente nível A atrai gente nível A . Gente nível B atrai nível C ”. Ou seja, o cara mediano não leva gente boa para sua equipe temendo que lhe roube o emprego.”
  1. “Hoje , esses profissionais querem trabalhar em startups, porque sabem que vão crescer e aprender mais, vão estar expostos a mais experiências, vão se divertir mais e, possivelmente, em pouco tempo poderão ganhar igual ou mais do que ganhariam nas outras empresas . Bancos e consultorias já sentem essa mudança . Para eles , está ficando mais difícil recrutar.”
  2. “Respondi que sequer teríamos salas . Para nós essa distribuição hierárquica do espaço era obsoleta . A área mais nobre devia ser compartilhada , dedicada à colaboração, todos no mesmo barco.”
  3.  “A cultura de uma empresa não é o que está escrito na plaquinha na parede, mas as crenças , valores e práticas das pessoas que de fato estão lá no cotidiano.”
  4. “Quanto maior a concorrência , menor a margem de lucro . A livre concorrência gera esse efeito , que em geral beneficia os consumidores . Antes da Uber , as corridas tinham um preço artificial , determinado pela escassez de oferta e pela regulamentação : a prefeitura só colocava  mil licenças de táxi na rua em São Paulo e ainda ditava o preço do serviço , mas havia centenas de milhares de pessoas que topariam receber menos trabalhando como motoristas.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O atual momento histórico é de uma Renascença Civilizacional. O Motor da História 2.0 é mais adequado para entender o atual cenário. A Renascença Civilizacional Digital é marcada pela chegada da Curadoria. A Curadoria é um Macro Modelo de Cooperação que se baseia nas Tecnopossibilidades do Digital. A Curadoria modifica completamente as possibilidades de solução de problemas do Sapiens. A missão dos Conceituadores Renascentistas Digitais é questionar os Paradigmas da Velha Ordem feitos dentro da Gestão.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A grande novidade da Era Digital, é a chegada da Curadoria – Macro Modelo de Cooperação que passa a se utilizar das Tecnopossibilidades do Digital.
  2. Até a chegada da Era Digital, as Eras Civilizacionais tinham sido marcadas pela Gestão – Macro Modelo de Cooperação restrita às Tecnopossibilidades da Oralidade e da Escrita.
  3. Na Renascença Civilizacional, temos o resgate dos interesses das pontas sobre os do centro.
  4. Quando uma Narrativa Conceitual é operacionalizada podemos validar, ou não, a sua eficácia.
  5. Quando lemos diversos livros hoje em dia sugerindo revisões dos nossos Paradigmas estamos diante de Conceituadores Renascentistas.
  6. Em uma Renascença Civilizacional, temos a revisão dos Paradigmas vigentes (formas de sentir, pensar e agir), que eram baseados por sobre as mídias anteriores.
  7. Dentro do novo Motor da História 2.0, podemos diagnosticar o atual momento como de uma Renascença Civilizacional.
  8. De maneira geral, quando vamos tentar entender o atual Macro Cenário, utilizamos os Motores da História 1.0, que ficaram obsoletos.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Não importa o canal de tevê que você assiste, a televisão está mudando a sua cabeça.”McLuhan.

“Não importa o canal de tevê que você assiste, a televisão está mudando a sua cabeça.”McLuhan.

O principal problema que temos hoje para nos situar de forma mais adequada no início deste novo século, é a incapacidade de entender o atual cenário.

De maneira geral, quando vamos tentar entender o atual Macro Cenário, utilizamos os Motores da História 1.0, que ficaram obsoletos.

Vejamos uma comparação entre os Motores da História:

  • Motor da História 1.0 – os fatores disruptivos civilizacionais baseados na cultura e/ou na economia;
  • Motor da História 2.0 –  os fatores disruptivos civilizacionais baseados na demografia, nas mídias e nos Macro Modelos de Cooperação.

O Motor da História 2.0 se baseia nos novos Paradigmas do Motor da História 2.0 iniciados pelos Conceituadores Canadenses McLuhinianos (influenciados por Marshall Mcluhan (1911-1980). 

No Motor da História 2.0, percebemos o Espiral Civilizacional Progressivo em três grandes ciclos:

  • Renascença Civilizacional – quando surge uma nova mídia descentralizadora, que promove uma Revolução Midiática;
  • Consolidação Civilizacional – quando um novo Macro Modelo de Cooperação se consolida;
  • Crise Civilizacional – quando um novo Macro Modelo de Cooperação permite o aumento populacional e torna o Macro Modelo de Cooperação obsoleto.

Dentro do novo Motor da História 2.0, podemos diagnosticar o atual momento como de uma Renascença Civilizacional.

Em uma Renascença Civilizacional, temos a revisão dos Paradigmas Vigentes (formas de sentir, pensar e agir), que eram baseados por sobre as mídias anteriores.

Em uma Renascença Civilizacional temos:

  • Um forte embate entre a Velha e a Nova Ordem;
  • O surgimento de vários Conceituadores Renascentistas;
  • O resgate de Narrativas Conceituais Mais Fortes do passado;
  • O questionamento de Narrativas Conceituais Mais Fracas que passaram a ser disseminadas na Crise Civilizacional.

Vejamos a diferença entre as Narrativas:

  • Narrativas Conceituais Mais Fortes – aquelas que, ao longo do tempo, se mostraram mais adequadas para nos ajudar a pensar e a lidar com os fenômenos;
  • Narrativas Conceituais Mais Fracas – aquelas que, ao longo do tempo, se mostraram menos adequadas para nos ajudar a pensar e a lidar com os fenômenos.

Fato é que Conceituadores sempre acreditam estar defendendo Narrativas Conceituais Mais Fortes. 

O que define uma Narrativa Conceitual Mais Fraca de uma mais Forte são as consequências do seu uso.

Quando uma Narrativa Conceitual é operacionalizada podemos validar, ou não, a sua eficácia.

O que ocorre dentro dos diferentes ciclos do Espiral Civilizacional Progressivo é o seguinte:

  • Quando vamos entrando no ciclo da Crise Civilizacional, há uma Centralização Midiática e os Paradigmas Vigentes passam a ser disseminados não pelos seus méritos, mas pelos interesses conjunturais do centro;
  • Quando vamos entrando no ciclo da Renascença Civilizacional, há uma Descentralização Midiática e novos Paradigmas passam a ser disseminados a partir da demanda dos interesses das pontas.

Quando lemos diversos livros hoje em dia sugerindo revisões dos nossos Paradigmas estamos diante da procura de Narrativas Conceituais Mais Fortes.

Na Renascença Civilizacional, temos ainda o resgate:

  • Dos interesses das pontas sobre os do centro;
  • E dos Paradigmas Mais Fortes, que são resgatados e atualizados ao novo contexto.

Cada Renascença Civilizacional, entretanto, tem pontos em comum e distintos:

  • Em comum – todas elas promovem um ajuste Paradigmático entre a Velha e a Nova Ordem;
  • Diferente –  o tipo de disrupção e a velocidade da mesma.

Vivemos hoje a Renascença Civilizacional Digital que tem como grande novidade a chegada da Curadoria.

Até a chegada da Era Digital, as Eras Civilizacionais tinham sido marcadas pela Gestão – Macro Modelo de Cooperação restrita às Tecnopossibilidades da Oralidade e da Escrita.

A grande novidade da Era Digital, é a chegada da Curadoria – Macro Modelo de Cooperação que passa a se utilizar das Tecnopossibilidades do Digital.

A Curadoria modifica completamente as possibilidades de solução de problemas do Sapiens, possibilitando a espécie a viver, de forma mais adequada e sustentável, no novo Patamar Demográfico.

A missão dos Conceituadores Renascentistas Digitais passa a ser não só questionar os Paradigmas da Velha Ordem, mas também os Paradigmas da Gestão.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O texto aborda o tema da felicidade, destacando que ela é um conceito complexo e que pode ser compreendida de diferentes maneiras, ficando no epicentro do controle da sociedade. O autor argumenta que a felicidade não é algo que pode ser controlado diretamente, mas que é preciso um conjunto de cuidados para que ela floresça.

O texto apresenta dois paradigmas sobre felicidade: a felicidade mais fraca e a felicidade mais forte. A felicidade mais fraca é baseada em bens e coisas, é de curto prazo e está mais associada aos conceitos de sucesso mainstream. A felicidade mais forte é baseada em valores e sensações, é de longo prazo e está mais associada à individualidade.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Felicidade, repito, não é chuva, mas chuveiro que exige regulagem todos os dias.
  2. A Felicidade é como uma planta: por mais que se queira que ela floresça é preciso um conjunto de cuidados para que as flores brotem.
  3. Sucesso e Felicidade definem o rumo que as pessoas terão na vida e isso faz que se tornem temas FORTEMENTE políticos.
  4. A noção de Sucesso e Felicidade estão no epicentro do controle de qualquer ambiente social.
  5. Me diga como você pensa Felicidade e Sucesso e te direi quem és.
  6. Me diga como um determinado ambiente da sociedade dissemina o conceito de Felicidade e Sucesso e te direi o grau de centralização ou descentralização do mesmo.
  7. Temos a fantasia de que compramos a felicidade no site “Feliz Agora” e ela, com certeza, vai chegar, como um pacote da Amazon vai chegar, na minha porta no dia seguinte.
  8. Um Projeto de Felicidade Mais Forte demanda uma série de visões e atitudes para que determinados sentimentos – que nascem de dentro para fora – passem a ser mais frequentes na nossa vida.
  9. Você não manda nos seus “Cachorrinhos Internos”. No máximo, o que você faz é aprender, com o tempo, a lidar com eles para que eles balancem o rabo e não te mordam.
  10. Seus Cachorrinhos Internos são uma espécie de cliente que você precisa aprender a agradar e fidelizar tanto quanto os clientes externos.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Cada ser em si carrega o dom de ser capaz, de ser feliz.”. – Almir Sater.

Temos visto por aqui que o tema Felicidade é cercado de problemas.

Não é à toa.

Sucesso e Felicidade definem o rumo que as pessoas terão na vida e isso faz que se tornem temas FORTEMENTE políticos.

A noção de Sucesso e Felicidade estão no epicentro do controle de qualquer ambiente social.

Me diga como você pensa Felicidade e Sucesso e te direi quem és.

Me diga como um determinado ambiente da sociedade dissemina o conceito de Felicidade e Sucesso e te direi o grau de centralização ou descentralização do mesmo.

Assim, é preciso dizer que:

Quando queremos ajudar as pessoas a desenvolver Projetos de Felicidade Mais Fortes temos OBRIGATORIAMENTE que enfrentar a “banheira de piche” dos Paradigmas equivocados sobre o tema.

Vivemos hoje, aliás, a passagem dos conceitos de Felicidade 1.0 (da Gestão) para o 2.0 (da Curadoria):

  • Felicidade Curadora ou 2.0 – Felicidade que pode ser praticada dentro das novas Tecnopossibilidades Digitais;
  • Felicidade Gestora ou 1.0 – Felicidade que era praticada dentro dos limites das Tecnopossibilidades da Oralidade e da Escrita.

Um dos Paradigmas equivocados sobre Felicidades mais difundidos é de que controlamos diretamente nossa felicidade. Isso não acontece.

A Felicidade é como uma planta: por mais que se queira que ela floresça é preciso um conjunto de cuidados para que as flores brotem.

Felicidade, repito, não é chuva, mas chuveiro que exige regulagem todos os dias.

Um Projeto de Felicidade Mais Forte demanda uma série de visões e atitudes para que determinados sentimentos – que nascem de dentro para fora – passem a ser mais frequentes na nossa vida.

E aí temos um impasse entre duas visões sobre Projetos de Felicidade:

  • Felicidade Mais Fraca – menos reflexiva, mais operada pela Mente Primária do que pela Secundária, de curto prazo, mais baseada em coisas do que em valores, mais exógena (de fora para dentro do que de dentro para fora), que se aproxima mais dos conceitos de sucesso mainstream por ser mais massificada;
  • Felicidade Mais Forte – mais reflexiva, mais operada pela Mente Secundária do que pela Mente Primária, de longo prazo, mais baseada em valores do que em coisas, mais endógena (mais baseada de dentro para fora do que de fora para dentro), que se distancia mais dos conceitos de sucesso mainstream por ser mais personalizada.

Repare que a Felicidade baseada em bens e coisas imagina que ser mais feliz é algo direto. 

Temos a fantasia de que compramos a felicidade no site “Feliz Agora” e ela, com certeza, vai chegar, como um pacote da Amazon vai chegar,  na minha porta no dia seguinte.

Felicidade baseada em valores e sensações, a Mais Forte, entretanto, não funciona desse jeito.

Eu preciso ter visões e atitudes específicas para que os meus “cachorrinhos internos” balancem o rabinho e me gerem, de forma continuada, cada vez mais as Sensações TBMRC (Tranquilidade, Bom Humor, Motivação, Resiliência e Criatividade).

Anote e guarde isso para toda a sua vida: 

Você não manda nos seus “Cachorrinhos Internos”. No máximo, o que você faz é aprender, com o tempo, a lidar com eles para que eles balancem o rabo e não te mordam.

Seus Cachorrinhos Internos são uma espécie de cliente que você precisa aprender a agradar e fidelizar tanto quanto os clientes externos.

Assim, num Projeto de Felicidade Mais Forte você precisa conhecer as demandas dos seus cachorrinhos para que eles possam abanar o rabinho para você.

Não é algo que você determina, de forma direta: “olha galera canina vamos acordar motivados, criativos, resilientes, bem humorados e tranquilos, pois eu quero e estou mandando.”

Isso não rola.

É preciso escolher tanto a forma de ver a Felicidade quanto praticar as atitudes para que possamos gerar as sensações mais positivas, vejamos as siglas para facilitar o processo:

  • Visão – passar pelo processo VCQPMDTA (Ter uma Visão de Cenário Forte, Questionar os Paradigmas Mainstream e Descobrir o Tapete de Aladim);
  • Atitudes – passar a ter atitudes que geram mais bem estar, na linha FGHEAD (Foco, Gratidão, Honestidade, Empreendedorismo, Aprendizado e Disciplina);
  • E, por fim, permitir que as sensações TBMRC possam fluir.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

A Metodologia Bimodal para Escola de Pensamento 2.0 foi modificada para que a produção dos textos seja coordenada no Google Docs. O “Escritos do Nepô de 2024” passa a ser o espaço para brainstorms conceituais, enquanto a produção mais organizada será feita em livros específicos, como “Metodologia de Leitura de livros Didáticos”, “Reflexões do Nepô sobre o trabalho de Conceituador” e “Felicidade Blockchain”.

A Revolução Midiática, que ocorre no início de cada Era Civilizacional, representa a migração de poder do centro para as pontas. Isso significa que as pessoas passam a ter mais opções e, consequentemente, mais poder de escolha. No Mercado 2.0, as organizações que querem competir precisam se preocupar muito mais com o cliente do que nos tempos do Mercado 1.0. Isso porque o cliente está mais maduro e com mais opções, e sempre haverá um concorrente pronto para roubar seu negócio. A ideia de se ganhar dinheiro pelo dinheiro sem propósito de longo prazo não se sustenta no Mercado 2.0. Isso porque o cliente está mais exigente e sempre buscará empresas que tenham um propósito claro e que entreguem felicidade.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Os concorrentes da Curadoria 1.0 não virão de organizações similares uberizadas, mas de novas blockchenizadas.
  2. No Mercado 2.0, há mais espaço para os missionários, pois passa a ser possível uma relação mais próxima com os clientes.
  3. Um Propósito Mais Fraco ficou mais difícil de ser praticado no Mercado 2.0, pois o cliente passou a ter mais poder e a concorrência é muito maior.
  4. Quando se imagina uma empresa com mais propósito, estamos falando de se concentrar em tudo aquilo que aumenta a felicidade do cliente.
  5. Organizações foram criadas para tornar o Sapiens mais feliz, através de alguma atividade, que entrega bens tangíveis ou intangíveis.
  6. “O bordão “precisamos focar no cliente”, assim, não é uma opção, mas uma obrigação dos novos tempos.
  7. Organizações que querem disputar o Mercado 2.0 passam a ser obrigadas a se preocupar muito mais com o cliente do que nos tempos do Mercado 1.0.
  8. Quanto mais uma mídia é descentralizada, maior será o poder das pontas sobre o centro.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Vivemos a oposição entre missionários e mercenários. Os jovens tendem a ser mais missionários.”Paulo Veras.

Permitam um parênteses, antes de entrar no texto.

O presente texto “Escritos do Nepô de 2024” modifica a Metodologia Bimodal para Escola de Pensamento 2.0  

Até a 10ª Imersão o epicentro da produção dos textos era o meu blog (nepo.com.br). Isso mudou agora.

A produção do texto tem sido dentro do Google Docs, de forma coordenada, pois aqui temos:

  • A sequência de textos que pode ser acessada por interessados de forma integrada e que será disponibilizada na Amazon;
  • A produção do Glossário, tanto de Conceitos Novos e Antigos;
  • Bem como a Bibliografia sugerida.

Dentro deste ponto de vista, a produção conceitual da Bimodais passou a ser:

  • “Escritos do Nepô de 2024”, que passa a ser o espaço para Brainstorms Conceituais, com registro e organização;
  • A Produção mais Organizada, tal como: “Metodologia de Leitura de livros Didáticos”, “Reflexões do Nepô sobre o trabalho de Conceituador” e o livro central e mais importante do ano “Felicidade Blockchain”.

Houve também, em função da mudança, a possibilidade de curtir mais, por exemplo, o livro “Unicórnio verde-amarelo” , de Paulo Veras e Tania Menai, que tem sido guia inspirador ao longo da atual semana.

Fato é que o meu “Galo Leitor” cantou mais alto com o livro de Veras e Menai.

Feito o parênteses, entremos no texto.

O depoimento da trajetória da 99 apresenta bem o cenário dos novos Paradigmas da Curadoria, fundamentais para grupos e pessoas viverem melhor na Civilização 2.0.

Dizem eles: 

“A equipe compartilhava do nosso sonho. Buscava, de verdade, construir uma história a longo prazo. Boa parte do time abriu mão de salários mais polpudos para se juntar a nós. A gente ralava muito, dava prioridade aos clientes, às relações com todas as pontas envolvidas na start-up e a todas as questões do negócio. Adoro o título do livro de Howard Schultz , então CEO da Starbucks: “Pour Your Heart Into It” (Dedique-se de coração). O compromisso de “despejar o coração”.// “Eu costumava repetir para o time que a gente iria refundar a empresa a cada três meses.”// “O modelo de gestão segue a filosofia de dar autonomia às pessoas . Todo mundo é um pouco dono da sua área . É um modelo descentralizado , pouco hierárquico , em que se delega o poder de resolver problemas.”

O que podemos aprender e refletir sobre tudo isso?

Em primeiro lugar, precisamos ter a compreensão de que no início das Eras Civilizacionais, com a chegada de uma Revolução Midiática, temos uma forte retomada do poder das pontas.

Eis a Regra Bimodal da relação entre mídia e poder:

  • Quanto mais uma mídia é centralizada, maior será o poder do centro sobre as pontas;
  • Quanto mais uma mídia é descentralizada, maior será o poder das pontas sobre o centro.

Vivemos hoje a migração de poder do centro para as pontas e uma série de Paradigmas começam a se ajustar nesse processo.

Numa Revolução Midiática, o cidadão passa a ter mais opções, ganhando mais poder de escolha e isso dá a ele mais poder.

Organizações que querem disputar o Mercado 2.0 passam a ser obrigadas a se preocupar muito mais com o cliente do que nos tempos do Mercado 1.0.

O bordão “precisamos focar no cliente”, assim, não é uma opção, mas uma obrigação dos novos tempos.

A ideia de se ganhar dinheiro pelo dinheiro sem propósito de longo prazo não se sustenta muito, pois:

  • O cliente está mais maduro e com mais opções;
  • E sempre haverá um concorrente pronto para roubar o cliente.

Quando se pensa em propósito, necessariamente, voltamos a falar de felicidade.

Organizações foram criadas para tornar o Sapiens mais feliz, através de alguma atividade, que entrega bens tangíveis ou intangíveis.

Quando se imagina uma empresa com mais propósito, estamos falando de se concentrar em tudo aquilo que aumenta a felicidade do cliente. 

Assim, a ideia de aumentar a Taxa de Propósito passa a ser muito mais afinada com as demandas do Mercado 2.0.

Propósito, segundo o Tio Bard, é a razão de ser de algo ou de alguém. É aquilo que dá sentido à vida, ao trabalho ou a qualquer outra atividade. O propósito pode ser pessoal, profissional ou até mesmo coletivo.

Vejamos como a Revolução de Mídia afeta o Mercado:

  • Nos tempos do Mercado 1.0, o propósito mais mainstream passou a ser a tentativa de monopolizar determinado nicho de mercado, fazer a maior quantidade de dinheiro possível, reduzindo a entrega de felicidade para o cliente. As coisas cresceram de importância e os valores perderam espaço;
  • Já nos novos tempos do Mercado 2.0, o propósito tem sido o de ocupar determinado nicho de mercado, aumentando a felicidade do cliente, colocando o dinheiro em segundo plano.Os valores voltaram a ter mais espaço e as coisas perderam importância.

Podemos definir, assim, dois tipos de Propósito, seja de uma organização ou de um profissional:

  • Propósito Mais Fraco – aquele que é mais baseado em coisas do que em valores, que para prosperar precisa de um ambiente mais centralizado e uma monopolização dos clientes;
  • Propósito Mais Forte – aquele que é mais baseado em valores do que em coisas, que para prosperar precisa de um ambiente mais descentralizado com mais autonomia dos clientes.

Um Propósito Mais Fraco ficou mais difícil de ser praticado no Mercado 2.0, pois o cliente passou a ter mais poder e a concorrência é muito maior.

A tendência, tanto na Inovação Pessoal quanto na Organizacional, passou a ser de um Propósito Mais Forte.

Num Propósito Mais Forte, temos as seguintes tendências:

Pensamento de longo prazo;

  • Foco no cliente, com a procura da Felicidade no processo ganha-ganha com o cliente;
  • Capacidade constante de revisitar os paradigmas;
  • Descentralização das decisões;
  • Passagem da visão de mercado mais mercenária para a mais missionária.

Volto a eles.

“Vivemos a oposição entre missionários e mercenários. Os jovens tendem a ser mais missionários.”

Acredito que a dicotomia mercenários versus missionários expressa bem a passagem que estamos vivendo.

Propósitos Mais Fracos são mais Mercenários do que Missionários.

Eu diria que no Mercado 1.0 os Propósitos Mais Mercenários tinham mais espaço de se dar bem do que no Mercado 2.0.

No Mercado 2.0, há mais espaço para os missionários, pois passa a ser possível uma relação mais próxima com os clientes. 

Fato é que estamos nestas primeiras décadas do novo século tendo a passagem da Gestão para a Curadoria 1.0 (Uberização).

A história da 99 marca bem uma espécie de Gestionamento da Curadoria.

O que isso quer dizer?

A venda da 99 para uma firma chinesa, com um Propósito Mais Fraco, faz parte da crise que a Curadoria 1.0 vive.

Explico.

Houve um rearranjo no qual os grandes players da Curadoria 1.0 conseguiram monopolizar o mercado.

Hoje, é muito difícil que tenhamos uma concorrência mais ampla da Curadoria 1.0, o que faz com que haja uma tendência de aumentar a taxa de Propósitos Mais Fracos e se reduzir a de Propósitos Mais Fortes.

Porém, se analisarmos de forma mais ampla, a competição da Curadoria 1.0 com a própria Curadoria 1.0 me parece com pouco espaço.

Porém, o Cliente 2.0 está cada vez mais maduro e exigente e começa a demandar novas alternativas.

A crise já existente da Curadoria 1.0 com seus clientes nos levará à explosão da Curadoria 2.0, com o uso intenso do Blockchain, que oferecerá novas alternativas para os clientes.

Na verdade, a chegada da Curadoria 2.0 (Blockchenização) será a Revolução dentro da Revolução.

Ou seja.

Os concorrentes da Curadoria 1.0 não virão de organizações similares uberizadas, mas de novas blockchenizadas.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

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Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

Blockchain é uma tecnologia de registro distribuído que permite a criação de ambientes de cooperação mais descentralizados. Essa descentralização é possível graças à utilização de um sistema de blocos interligados, que torna a falsificação ou alteração de dados muito mais difícil. A Curadoria 2.0, que utiliza a tecnologia blockchain, é a versão mais descentralizada disponível. Ela tem como principal missão criar Ambientes de Sobrevivência mais compatíveis com o novo Patamar Demográfico, que exige ambientes de cooperação mais flexíveis e resilientes.

O texto detalha alguns desafios do Sapiens 2.0: não tenha vergonha de pedir ajuda, aprenda a ser você mesmo uma startup, fuja da Atitude Negativa diante dos Problemas e Escolha Bons Padrinhos.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Cada vez mais, cada pessoa se sentirá uma startup na Civilização 2.0.
  2. Quando as mídias se centralizam, as pontas perdem poder; Quando as mídias se descentralizam, as pontas ganham poder.
  3. Quando encaramos problemas como ameaças ou algo que não deveriam ocorrer, a tendência é termos uma postura mais negativa diante deles.
  4. A escolha de Bons Padrinhos permite trafegar por “estradas” mais longas, melhor pavimentadas e com menos risco de buracos e assaltos.
  5. Dentro de um Projeto de Felicidade Blockchain há uma forte demanda para que as pessoas tenham uma atitude positiva diante dos problemas.
  6. Quanto mais mutante e dinâmico se torna um ambiente, mais as pessoas precisam de liberdade para tomar decisões por conta própria.
  7. Quanto mais gente tivermos no planeta, mais descentralizado terão que ser os Ambientes de Cooperação.
  8. A Curadoria, seja ela a 1.0 ou a 2.0, tem como principal missão criar Ambientes de Sobrevivência mais compatíveis com o novo Patamar Demográfico.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Quem busca se aperfeiçoar, em vez de culpar o outro, chega mais longe.” Paulo Veras.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

A Ciência é um processo contínuo de reflexão e sugestão de formas mais adequadas para que o Sapiens possa lidar com qualquer fenômeno. Não existem verdades absolutas, apenas as melhores verdades, que disputam seu lugar na luta pela sobrevivência. A Ciência da Inovação Bimodal é uma abordagem que se divide em três camadas: Civilizacional, Grupal e Pessoal. Essas camadas estão interconectadas, de modo que a inovação em uma camada influencia a inovação nas demais.

Empreendedores são uma tribo singular, verdadeiros motores de inovação e progresso. Há um verdadeiro hiato dentro da Camada da Inovação Pessoal, que é o estudo comparativo das Mentes Mais Inquietas com as Mais Quietas. Pessoas que nascem com um apetite maior para desafios têm uma capacidade de abstração maior. Elas conseguem perceber que há uma diferença entre o que está armazenado na Mente Primária e a sua própria identidade.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Um inquieto consegue refletir com mais distância sobre os Paradigmas Mais Automáticos e, por causa disso, consegue criar mais, pois é menos levado por eles.
  2. Um inquieto, pelo perfil da sua mente, acredita menos nas verdades mainstream.
  3. Um inquieto tem uma uma Bancada Criativa maior e, por causa disso, uma Mente Secundária mais ativa e pode rever com mais facilidade os Paradigmas Mais Automáticos da Mente Primária.
  4. Os Inquietos têm uma capacidade de abstração maior e, por causa disso, conseguem observar a sua Mente Primária com mais distância.
  5. Uma pessoa mais Quieta tende a considerar que os Paradigmas Mais Automáticos da sua Mente Primária foram criados por ela e é ela mesma.
  6. Os Inquietos têm uma capacidade maior de enxergar os Paradigmas Mais Automáticos de fora.
  7. Nas Guinadas Civilizacionais, sempre teremos um embate mais tenso entre os inquietos e os quietos.
  8. Quanto mais uma pessoa ou um grupo se beneficia dos Paradigmas do passado, mais as novas mudanças tenderão a incomodá-la.
  9. Quanto mais uma pessoa ou um grupo está imerso nos Paradigmas do passado, mais as novas mudanças tenderão a incomodá-la.
  10. Haverá sempre nestas grandes guinadas civilizacionais uma tensão entre o passado e o futuro, entre os reativos e os disruptivos.
  11. Nestes momentos iniciais de uma nova Era Civilizacional é normal e recorrente que haja uma disputa entre a velha e a nova Ordem.
  12. A Civilização 2.0 cria um novo ambiente de sobrevivência humana mais propício para a inquietude e para a inovação.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Empreendedores são uma tribo singular, verdadeiros motores de inovação e progresso.” Paulo Veras.

O objetivo da Ciência é o de refletir e sugerir formas mais adequadas para que o Sapiens possa lidar de forma mais adequada com qualquer fenômeno.

Não existem verdades, apenas as melhores verdades, que disputam seu lugar na luta pela sobrevivência.

A Ciência da Inovação Bimodal – que está sendo desenvolvida pela Bimodais – é apenas mais uma abordagem entre tantas possíveis.

A Ciência da Inovação Bimodal se divide em três camadas (Civilizacional, Grupal e Pessoal), pois como enxergamos uma camada influencia diretamente nas demais outras.

Não se pode, por exemplo, propor uma Inovação Grupal, dentro de uma organização, se não há uma visão forte da Inovação Pessoal ou Civilizacional.

As camadas inovadoras OBRIGATORIAMENTE precisam ser vistas de forma integrada.

Passei o último fim de semana lendo o livro “Unicórnio verde-amarelo” de Paulo Veras e Tania Menai, que conta a interessante história da 99, startup de mobilidade, que acabou, depois de anos de idas e vindas, sendo vendida para uma firma chinesa.

Diversos trechos do livro são bastante úteis para a melhoria da Camada da Inovação Grupal, com foco em startups, aquelas organizações iniciantes, que já operam nas alternativas do Pós-Digital.

A Bimodais, entretanto, optou por não se aprofundar na pesquisa dentro da Camada da Inovação Grupal focada em Startups, pois considerou ser uma área bem coberta pelos americanos.

As opções de pesquisa da Bimodais estão sempre voltadas para as áreas em que consideramos em que reina maior confusão conceitual.

Optamos por pesquisas nas Camadas da Inovação, que consideramos que estão  com Paradigmas Científicos Mais Fracos, tais como:

  • Na Inovação Grupal, com o foco Organizacional, optamos pelo estudo da melhor Migração das Organizações Tradicionais para a Curadoria, com o livro “Administração 3.0” (2018);
  • Na visão geral, desenvolvemos o livro “Civilização 2.0 (2023)”;
  • E agora, em 2024, estamos empenhados na Inovação Pessoal, no desenvolvimento do livro “Felicidade 2.0”.

Ao ler o livro de Veras e Menai, observei que diversas passagens da sua experiência como gerenciador de uma relevante startup brasileira poderiam ser absorvidas pelo projeto de Felicidade 2.0 da Bimodais.

E, então, veio a ideia de criar um apelido – um Conceito de Sala – de Felicidade Startup para a Felicidade 2.0, que pode também ser chamada de Felicidade Blockchain.

A Civilização 2.0 cria um novo ambiente de sobrevivência humana mais propício para a inquietude e para a inovação.

Nestes momentos iniciais de uma nova Era Civilizacional é normal e recorrente que haja uma disputa entre a velha e a nova Ordem.

Haverá sempre nestas grandes guinadas civilizacionais uma tensão entre o passado e o futuro, entre os reativos e os disruptivos. 

Eis algumas regras dentro da tensão da velha com a nova ordem:

  • Quanto mais uma pessoa ou um grupo está imerso nos Paradigmas do passado, mais as novas mudanças tenderão a incomodá-la;
  • Quanto mais uma pessoa ou um grupo se beneficia dos Paradigmas do passado, mais as novas mudanças tenderão a incomodá-la.

Nas Guinadas Civilizacionais, sempre teremos um embate mais tenso entre as Mentes Mais Inquietas e as Mais Quietas.

A troca de experiências, assim, entre Inovação Grupal das Startups e a Inovação Pessoal tem muita sinergia e espaço.

Foi esta a ficha que caiu ao ler o livro de Veras e Menai.

Vejamos, assim, algumas frases do livro que marquei ao longo da minha leitura no Kindle que podemos comentar para o projeto Felicidade 2.0:

“Empreendedores são uma tribo singular, verdadeiros motores de inovação e progresso.”

De fato, há um verdadeiro hiato dentro da Camada da Inovação Pessoal, que é o estudo comparativo das Mentes Mais Inquietas com as Mais Quietas.

Há, sem dúvida, pessoas que nascem com um apetite muito maior para desafios.

Por que isso ocorre?

Mentes Mais Inquietas têm a facilidade de enxergar os Paradigmas Mais Automáticos de fora.

Uma pessoa mais Quieta tende a considerar que os Paradigmas Mais Automáticos da sua Mente Primária foram criados por ela e é ela mesma. 

Os Inquietos têm uma capacidade de abstração maior e, por causa disso, conseguem observar a sua Mente Primária com mais distância.

Eles conseguem perceber que há uma diferença entre o que está armazenado e a sua própria identidade.

Por causa disso, Mentes Mais Inquietas questionam com mais facilidade tanto as autoridades de plantão como os Paradigmas Mais Mainstream.

A mente de todas as pessoas tem três camadas principais:

  • A Mente Primária – responsável pelos Paradigmas Mais Automáticos;
  • A Mente Secundária – responsável pela revisão dos Paradigmas Mais Automáticos;
  • Bancada Criativa – espaço reservado para que a Mente Secundária proceda a sua reflexão e possa rever os Paradigmas Mais Automáticos armazenados na Mente Primária.

Um inquieto tem uma uma Bancada Criativa maior e, por causa disso, uma Mente Secundária mais ativa e pode rever com mais facilidade os Paradigmas Mais Automáticos da Mente Primária.

Um inquieto, pelo perfil da sua mente, acredita menos nas verdades mainstream.

Um inquieto consegue refletir com mais distância sobre os Paradigmas Mais Automáticos e, por causa disso, consegue criar mais, pois é menos levado por eles.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

A morte dos intermediadores é um fenômeno recorrente na história humana. Ela é impulsionada pelo aumento populacional, que gera a necessidade de modelos mais descentralizados e eficientes.

As novas tecnologias, como o blockchain, podem levar à morte de intermediários tradicionais, como Uber e 99.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Os Ubers atuais darão lugar aos Uberchains, que se utilizarão das novas Tecnopossibilidades do Blockchain, que vai oferecer, novamente, redução de custo e melhor qualidade, matando, novamente, os atuais intermediadores.
  2. Toda a estrutura de poder de qualquer sociedade é baseada por sobre uma determinada mídia, que quando se altera, permite que tudo seja revisto e alterado.
  3. Mudou a mídia, mudou a estrutura de poder!
  4. A história da 99, como de várias outras startups digitais, é passar a fazer alguma atividade, a partir das novas Tecnopossibilidades, substituindo antigos intermediadores.
  5. A Reintermediação Progressiva ocorre paulatinamente ao longo da história, mas ganha muito em velocidade quando temos Revoluções de Mídia.
  6. Os antigos intermediadores, com o aumento populacional, vão ficando obsoletos e precisam ser substituídos por outros mais descentralizadores.
  7. O Sapiens vive sob a égide da Complexidade Demográfica Progressiva, que nos leva a ter que praticar a Reintermediação Progressiva sempre na direção de menos para mais descentralização.
  8. Revoluções de Mídia criam novas Intermediações Mais Descentralizadas e o que vemos na sequência, em todas as áreas, é o conflito entre a nova e a velha ordem.
  9. A 99, como todas as outras startups digitais, tiveram como missão “matar” os antigos intermediadores.
  10. A regra do Motor da História Humana é simples: quanto mais gente no mundo, mais as pessoas vão ter que aprender a operar e decidir por conta própria!

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“A grande sacada da tecnologia era justamente eliminar o intermediário, a central — ou seja, a própria cooperativa .”  –  Paulo Veras.

Passei o fim de semana lendo o livro “Unicórnio verde-amarelo” de Paulo Veras, que conta a interessante história da 99, startup de mobilidade, que foi vendida para uma firma chinesa.

Tive alguns insights que vou comentar neste texto:

  • A demanda de voltar no assunto da morte dos intermediadores como uma obrigação humana para que possa superar determinados limites de sobrevivência;
  • Passar a usar conceitos e metodologias das startups, que trata das novidades da Inovação Grupal, para os Projetos de Felicidade dentro da Inovação Pessoal, o que nos leva até a chamar a Felicidade 2.0 de Felicidade Startup (tema de um próximo artigo).

Vamos por partes.

A 99, como todas as outras startups digitais, tiveram como missão “matar” os antigos intermediadores.

A substituição de antigos intermediadores por novos, entretanto, é um fenômeno recorrente na jornada do Sapiens.

O Sapiens vive sob a égide da Complexidade Demográfica Progressiva, que nos leva a ter que praticar a Reintermediação Progressiva sempre na direção de menos para mais descentralização.

Os antigos intermediadores, com o aumento populacional, vão ficando obsoletos e precisam ser substituídos por outros mais descentralizadores.

A Reintermediação Progressiva ocorre paulatinamente ao longo da história, mas ganha muito em velocidade quando temos Revoluções de Mídia.

Os restaurantes a quilo são um exemplo vivo deste processo de Reintermediação Progressiva:

  • Muito mais gente para comer, num prazo curto;
  • Gerou a demanda pela retirada do garçom e do cardápio.

A regra do Motor da História Humana é simples: quanto mais gente no mundo, mais as pessoas vão ter que aprender a operar e decidir por conta própria!

A história da 99, como de várias outras startups digitais, é passar a fazer alguma atividade, a partir das novas Tecnopossibilidades, substituindo antigos intermediadores.

As Tecnopossibilidades Digitais, no caso da mobilidade urbana, permitiu:

  • Através do GPS, aproximar motoristas dos passageiros;
  • Permitir, via celular, que qualquer pessoa pudesse passar a operar neste novo mercado;
  • E, via rastros, permitir que se pudesse estabelecer uma fiscalização tanto sobre os motoristas, quanto dos passageiros.

Com o aumento populacional, o antigo modelo de intermediação de mobilidade urbana, que operava dentro dos limites analógicos, se tornou cada vez mais fraco.

Uma Intermediação Mais Fraca é aquela que promove a intermediação com:

  • Qualidade mais baixa;
  • Custo mais alto; 
  • Cercada de proteções burocráticas contra novas concorrências.

No caso da Mobilidade Urbana, houve, ao longo do tempo, um monopolização do mercado, através das:

  • Licenças oferecidas pela prefeitura, que limitava a quantidade de motoristas;
  • Bem como a criação de cooperativas de táxi, que também passaram a intermediar a relação motorista-passageiro.

Veja o que Veras diz sobre isso:


“Antes da Uber, as corridas tinham um preço artificial, determinado pela escassez de oferta e pela regulamentação: a prefeitura só colocava  mil licenças de táxi na rua em São Paulo e ainda ditava o preço do serviço, mas havia centenas de milhares de pessoas que topariam receber menos trabalhando como motoristas.”

O que aprendemos com a história é que as sociedades, com o tempo, criam modelos de intermediação, que vão gerando regras e leis para que possam se perpetuar no poder.

Revoluções de Mídia criam novas Intermediações Mais Descentralizadas e o que vemos na sequência, em todas as áreas, é o conflito entre a nova e a velha ordem.

Os modelos de intermediação, isso é a novidade que a Ciência Social 2.0 nos traz, é de que:

Toda a estrutura de poder de qualquer sociedade é baseada por sobre uma determinada mídia, que quando se altera, permite que tudo seja revisto e alterado.

Mudou a mídia, mudou a estrutura de poder!

As novas Tecnopossibilidades Digitais permitiram que mais gente pudesse entrar neste mercado e quebrar com os antigos intermediadores obsoletos.

O curioso é que, com o tempo, algumas grandes organizações, tal como o Uber e a 99 passaram a ser os principais intermediadores deste novo mercado e acreditam que ele agora está fechado para novos entrantes.

Estão enganados.

A tendência em todas as atividades humanas, conforme aprendemos na história, é o surgimento de novas tecnologias que vão, novamente, quebrar os atuais intermediadores e trazer novos modelos ainda mais descentralizados.

Hoje, a Uberização pratica a Curadoria 1.0 (Uberização), que enfrentará a concorrência da Curadoria 2.0 (Blockchenização). Vejamos a diferença do ponto de vista tecnológico:

Comparação entre a Curadoria 1.0 (Uberização)
e a Curadoria 2.0 (Blockchenização) do ponto de vista tecnológico:
Características Curadoria 1.0
(Uberização)
Curadoria 2.0
(Blockchenização)
Uso dos Rastros Digitais para permitir uma maior Taxa de Confiança entre os participantes Usa Usa
Plataforma Centralizada com maior controle central sobre as regras, códigos e o conteúdo Sim Não
Ecossistema Descentralizado (P2P) sem um controle central sobre as regras, códigos e o conteúdo Não Sim

 

 Vejamos a diferença do ponto de vista mercadológico:

Comparação entre a Curadoria 1.0 (Uberização)
e a Curadoria 2.0 (Blockchenização) do ponto de vista mercadológico:
Características Curadoria 1.0
(Uberização)
Curadoria 2.0
(Blockchenização)
Atuação  Uso global dos mesmos aplicativos ou similares; Uso global dos códigos do ecossistema, mas com aplicativos distintos;
Custo e qualidade para os participantes Menos personalização com maior custo Mais personalização com menor custo
Lucratividade Empresa Curadora Desenvolvedores de códigos e Mineradores

Os Ubers atuais darão lugar aos Uberchains, que se utilizarão das novas Tecnopossibilidades do Blockchain, que vai oferecer, novamente, redução de custo e melhor qualidade, matando, novamente, os atuais intermediadores.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O texto do Nepô discute a importância de uma felicidade baseada em valores internos e de longo prazo. A autora defende que essa forma de felicidade é mais autêntica e sustentável, pois permite que as pessoas sejam mais independentes e resilientes.

Para alcançar a Felicidade Mais Forte, é preciso assumir a responsabilidade pela própria felicidade, desenvolver a autoestima e a capacidade de lidar com a solidão.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A autora Nika Vázquez no livro “Solosofia” questiona a ideia de que solidão é sinônimo de depressão.
  2. É preciso assumir uma auto-responsabilização pelo seu Projeto de Felicidade, a partir dos seus critérios, que só você é capaz de medir, pois as sensações são tuas.
  3. É preciso saber escolher com quem vamos nos relacionar para saber se estas pessoas estão nos trazendo sensações positivas ou negativas.
  4. É preciso usar a Mente Secundária para estar o tempo todo revendo os Paradigmas Automáticos da Mente Primária que estão fazendo mais mal do que bem.
  5. É preciso ter consciência que dentro de nós existem outros eus, um verdadeiro canil, que, como o qual, nos relacionamos, mas não os obrigamos a balançar o rabinho.
  6. É preciso descobrir o seu Tapete de Aladim, as atividades que te deixam em Estado de Fluxo e colocá-las na sua vida.
  7. É preciso ter como norte a visão de uma Felicidade Mais Endógena (mais de dentro para fora do que de fora para dentro).
  8. Por incrível que pareça, você é o único – e mais ninguém – tem capacidade de ouvir, entender e gerenciar seus cachorrinhos internos.
  9. Uma terapia mais adequada para você é aquela que aumenta a sua taxa de felicidade. Esta é a medida.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Estar feliz e satisfeito não depende de quem está a seu lado e sim de como você trata a si mesmo.”  –  Nika Vázquez.

(Inspirado no livro “Solosofia: A arte de se sentir completo e desfrutar a vida em sua própria companhia” de Nika Vázquez.)

Vivemos hoje no início da Civilização 2.0 o recorrente processo de Renascença Civilizacional que, entre outras coisas, inicia um processo de disseminação de uma Felicidade Mais Fraca para uma Mais Forte.

Vejamos a diferença:

  • Felicidade Mais Fraca – menos reflexiva, mais operada pela Mente Primária do que pela Secundária, de curto prazo, mais baseada em coisas do que em valores, mais exógena (de fora para dentro do que de dentro para fora), que se aproxima mais dos conceitos de sucesso mainstream e mais massificada;
  • Felicidade Mais Forte – mais reflexiva, mais operada pela Mente Secundária do que pela Mente Primária, de longo prazo, mais baseada em valores do que em coisas, mais endógena (mais baseada de dentro para fora do que de fora para dentro), que se distancia mais dos conceitos de sucesso mainstream e mais personalizada.

 Se colocarmos isso em uma tabela seria assim:

Tabela comparativa entre a Felicidade Mais Forte e Mais Fraca:
Características Felicidade Mais Fraca Felicidade Mais Forte
Reflexão Menos Mais
Uso da Mente Secundária Menos Mais
Baseada em valores Menos Mais
Endógena (mais baseada de dentro para fora do que de fora para dentro) Menos  Mais
Questionadora da visão Mainstream de Sucesso Menos Mais
Personalizada Menos Mais

Renascenças Civilizacionais cumprem o papel de preparar a passagem de uma Civilização menos para uma mais sofisticada, que pode contar com novos modelos de comunicação e cooperação.

Durante a Renascença Civilizacional, haverá um forte movimento para estimular a passagem de uma Felicidade Mais Fraca para uma Mais Forte.

O livro “Solosofia: A arte de se sentir completo e desfrutar a vida em sua própria companhia” de Nika Vázquez reforça esse movimento geral.

A autora Nika Vázquez no livro “Solosofia” questiona a ideia de que  solidão é sinônimo de depressão.

Vamos analisar o que marquei quando li o livro dela.

“A maioria das pessoas esquece que o destino é individual e exclusivo. Você é o único responsável pela qualidade da sua vida . Ninguém pode vir salvá-lo e, pela mesma razão , ninguém pode arruinar sua existência sem que você permita.”

Aqui, temos.

Duas atitudes fundamentais dentro de um Projeto de Felicidade Mais Forte:

  • É preciso assumir uma auto-responsabilização pelo seu Projeto de Felicidade, a partir dos seus critérios, que só você é capaz de medir, pois as sensações de bem ou mal estar são tuas;
  • É preciso saber escolher com quem vamos nos relacionar para saber se estas pessoas estão nos trazendo sensações positivas ou negativas.

Vejamos as sugestões da autora para uma vida mais feliz: 

“Descartar preconceitos e ideias falsas sobre como alguém deve viver e se relacionar;”// “Assumir o controle do próprio destino, sem depender de qualquer coisa que não sejam suas decisões e escolhas.”


Na Narrativa Bimodal diria:

É preciso usar a Mente Secundária para estar o tempo todo revendo os Paradigmas Automáticos da Mente Primária que estão fazendo mais mal do que bem.

“Conectar – se com os próprios desejos e prioridades a fim de ter em si mesmo um melhor amigo.”

Na Narrativa Bimodal diria:

É preciso ter consciência que dentro de nós existem outros eus, um verdadeiro canil, que, como o qual, nos relacionamos, mas não os obrigamos a balançar o rabinho.

“Construir sua autoestima a partir do desenvolvimento de suas capacidades e do que você quer fazer no mundo.”

Na Narrativa Bimodal diria:

É preciso descobrir o seu Tapete de Aladim, as atividades que te deixam em Estado de Fluxo e colocá-las na sua vida.

  “Estar sozinho não é o mesmo que se sentir sozinho.”

A frase é boa, mas demanda adjetivações, o que me possibilita criar conceitos novos para o Glossário.

Podemos dizer que temos duas solidões:

  • A Solidão Tóxica – aquela que você não consegue lidar bem com você mesmo;
  • A Solidão Saudável – aquela que você consegue lidar bem com você mesmo.

Ela explica depois os dois conceitos “loneliness” e “solitude”. 

“O primeiro se refere à solidão não desejada, à carência e à tristeza . O segundo é um estado escolhido porque você quer ser dono de seu tempo e espaço.”

“Em muitas ocasiões nos vemos travados ou inibidos na hora de tomar decisões devido à preocupação com “ o que os outros vão dizer ”.

Na Narrativa Bimodal diria:

É preciso ter como norte a visão de uma Felicidade Mais Endógena (mais de dentro para fora  do que de fora para dentro).

“Ninguém está na sua pele, ninguém sabe como você se sente ou do que precisa mais do que você mesmo.”

Na Narrativa Bimodal diria:

Por incrível que pareça, você é o único – e mais ninguém – tem capacidade de ouvir, entender e gerenciar seus cachorrinhos internos.

“Em seu ensaio “ A expulsão do outro ” , Byung – Chul Han se refere ao mal – estar que implica seguir o comportamento da maioria , deixando de lado a própria natureza, aquilo que nos torna autênticos.”

Na Narrativa Bimodal diria:

Aquilo que nos originaliza, que faz com o que nosso Tapete de Aladim saia do chão.

“Descubro, com frequência, que não somos capazes de diferenciar o que é importante e o que é urgente em nossa vida ou na dos outros.”// “Em resumo, ela (a Solosofia) o ensina que para ser feliz é importante encontrar um equilíbrio entre o que você dá aos outros e o que dá a si mesmo.”

Na Narrativa Bimodal diria:

É importante ter foco para que saibamos com o que devemos nos preocupar.

“Ter a mente aberta e ágil para aceitar a realidade e usá – la a seu favor a fim de que seu estado de espírito não dependa do que acontece fora de você, ou não dependa das limitações que você coloque.”// “Não se trata de viver sem medo . Trata – se de dar aos medos o valor que eles têm e usá – los para prevenir de maneira emocional ou prática essas possíveis ameaças que tanto nos acovardam.”

Na Narrativa Bimodal diria:

Uma atitude aprendiz diante da vida.

“Existe o triângulo dramático definido por Karpman , no qual só podemos nos desenvolver nos papéis de vítima, salvador ou perseguidor.”

Isso achei bom e novo.

São atitudes negativas na nossa relação com o outro.

Isso eu acho que pode ser encaixado no Perdão Saudável, que tem dois tipos:

  • Perdão Saudável sem aproximação – você perdoa a pessoa por entender que ela não conseguiu superar determinados Paradigmas Automáticos da Mente Primária, mas se afasta por entender que a pessoa tem uma toxicidade mais permanente e não tem muito como ser alterada;
  • Perdão Saudável com aproximação – você perdoa a pessoa por entender que ela não conseguiu superar determinados Paradigmas Automáticos da Mente Primária, mas mantém a relação por entender que a discórdia não foi tão grave.

“Terapia é estar diante de um profissional , que é um interlocutor neutro , vai ajudar você a enxergar e analisar a situação objetivamente.”

Isso é falso, pois o terapeuta não é neutro e nem analisa objetivamente. 

Uma terapia mais adequada para você é aquela que aumenta a sua taxa de felicidade. Esta é a medida.

O terapeuta, entretanto, nunca é neutro ou objetivo, ele tem que conseguir te ajudar a melhorar a sua taxa de felicidade.

Boas frases:

“Se você se sente sozinho quando está sozinho, está mal acompanhado.”  –  Sartre

“Se você está procurando aquela pessoa que vai mudar sua vida , olhe no espelho

 Esse “alguém” que você está procurando é você mesmo.” – Nika;

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

A felicidade é um dos objetivos centrais da vida da grande maioria das pessoas. No entanto, quando começamos a conversar sobre como aumentar a taxa de felicidade, muitas pessoas começam a achar que é perda de tempo.

A Felicidade 2.0 é uma nova perspectiva sobre a felicidade que tem o potencial de transformar a vida das pessoas dentro deste novo cenário mais descentralizado, dinâmico e inovador.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A Felicidade 2.0 demanda Projetos de Felicidade muito mais reflexivos e consistentes do que os do passado.
  2. O que considerávamos Felicidade para o Sapiens 1.0 não é mais o que passaremos a considerar agora para o Sapiens 2.0.
  3. Estamos vivendo agora a Renascença Civilizacional e há uma forte demanda e oferta de abordagens da Felicidade Mais Chuveiro do que Chuva.
  4. Me diga qual é a visão mainstream sobre felicidade de uma sociedade e te direi o quanto ela tende a ser mais ou menos controlada.
  5. O tema da felicidade, descobri isso recentemente, tem um grande problema para ser trabalhado e desenvolvido, pois está no epicentro do controle social e político de qualquer sociedade.
  6. O aumento da Taxa de Felicidade é vista pela maioria como um processo apenas emocional e não reflexivo.
  7. No fundo, temos um Jeito Zecapagodista de ver a Felicidade, achando que a vida nos levando para lá, vai trazer a felicidade para cá.
  8. O pensamento mainstream sobre felicidade é de que a dita cuja não demanda um projeto, ela é como a chuva que cai aqui e ali para os sortudos.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“A felicidade é uma escolha, não um destino.” – Viktor Frankl.

Se perguntar para qualquer Sapiens do planeta, com o mínimo de lucidez, ele vai afirmar que a sua prioridade na vida é ser feliz.

Ser feliz é um objetivo central da vida da grande maioria das pessoas.

Porém, quando começamos a conversar sobre como aumentar a Taxa de Felicidade, boa parte das pessoas começam a achar que é perda de tempo.

Como explicar que algo tão importante como a Felicidade é tratada de forma tão pouco reflexiva?

Na verdade, tenho a dizer o seguinte:

O pensamento mainstream sobre felicidade é de que a dita cuja não demanda um projeto, ela é como a chuva que cai aqui e ali para os sortudos.

Temos a ilusão de que a nossa Mente Primária, na qual estão depositados os nossos Paradigmas Mais Automáticos, consegue aumentar a Taxa de Felicidade.

No fundo, temos um Jeito Zecapagodista de ver a Felicidade, achando que a vida nos levando para lá, vai trazer a felicidade para cá.

O aumento da Taxa de Felicidade é vista pela maioria como um processo apenas emocional e não reflexivo.

Se analisarmos os esforços de todos os autores, conceituadores, essenciólogos (para não usar filósofos), psicólogos do passado, entre outros, em sua grande maioria foram na direção da passagem da Felicidade Chuva para a Felicidade Chuveiro.

Explico a diferença entre os dois conceitos Felicidade Chuva e Chuveiro:

  • Felicidade Chuva – Felicidade sem projeto reflexivo,  guiado mais pela Mente Primária do que pela Secundária;
  • Felicidade Chuveiro – Felicidade com projeto reflexivo, guiado mais pela Mente Secundária do que pela Primária.

O tema da felicidade, descobri isso recentemente, tem um grande problema para ser trabalhado e desenvolvido, pois ele está no epicentro do controle social e político de qualquer sociedade.

Num ambiente mais centralizado ser feliz será estar:

  • De alguma forma mais próximo aos paradigmas (formas de sentir, pensar e agir) das autoridades de plantão;
  • Mais ligada a coisas do que a valores;
  • Mais voltada para a Felicidade Chuva do que na de Chuveiro;
  • Mais trabalhada pela Mente Primária do que pela Secundária;
  • E em critérios de Felicidade mais Exógenos (de fora para dentro) do que Endógenos (de dentro para fora). 

E vice-versa.

Num ambiente mais descentralizado ser feliz será estar:

  • De alguma forma questionando os paradigmas (formas de sentir, pensar e agir) das autoridades de plantão;
  • Mais ligada a valores do que coisas;
  • Mais voltada para a Felicidade Chuveiro do que a de Chuva;
  • Mais trabalhada pela Mente Secundária do que pela Primária;
  • E em critérios de Felicidade mais Endógenos  (de dentro para fora) do que Exógenos (de fora para dentro).

Me diga qual é a visão mainstream sobre felicidade de uma sociedade e te direi o quanto ela tende a ser mais ou menos controlada.

A variação de abordagens de Felicidade Mais Chuva ou Mais Chuveiro, assim, se relacionam com o grau de controle do centro sobre as pontas.

Veja a regra que descobrimos sobre a relação da Felicidade com o modelo de controle de um ambiente:

  • Quanto mais um ambiente é mais controlado pelo centro, mais a Felicidade tenderá a ser de Chuva;
  • Quanto mais um ambiente é menos controlado pelo centro, mais a Felicidade tenderá a ser de Chuveiro.

Já identificamos, na abordagem da nova Ciência Social 2.0, de que o Motor da História Humana é feito dentro de um Espiral Civilizacional Progressivo, em três etapas ao longo da Macro-História humana:

  • Renascença Civilizacional – logo após as Revoluções Midiáticas quando os antigos Paradigmas são questionados e outros mais próximos da nova Civilização começam a ser criados;
  • Consolidação Civilizacional – quando os novos Paradigmas se tornam mais hegemônicos e viram o mainstream na maior parte das regiões; 
  • Crise Civilizacional – a partir da nova civilização, aumentamos a população, gerando uma crise devido a incompatibilidade da nova complexidade com os Paradigmas de plantão.

Porém, há diferentes aspectos do tema da Felicidade, só percebidos agora dentro da Ciência Social 2.0:

  • Nas Crises Civilizacionais, o tema da Felicidade tende a ser massificado e banalizado, aumentando a sua abordagem mais Chuva do que Chuveiro;
  • Nas Renascenças Civilizacionais, o tema da Felicidade tende a ser revivido e valorizado de forma rápida e exponencial, aumentando a sua abordagem mais Chuveiro.

Estamos vivendo agora a Renascença Civilizacional e há uma forte demanda e oferta de abordagens da Felicidade Mais Chuveiro do que Chuva.

Porém, também dentro da nova abordagem da Ciência Social 2.0, observamos que não podemos observar a Felicidade como algo estático, mas algo que se modifica com a chegada de novas Civilizações.

O que considerávamos Felicidade para o Sapiens 1.0 não é mais o que passaremos a considerar agora para o Sapiens 2.0. 

Até a chegada do Digital, vivíamos a Felicidade 1.0, na qual as pessoas tinham uma limitação de escolhas e possibilidades.

A limitação de escolhas e possibilidades da Felicidade 1.0 tinha dois motivos:

  • Limitação Conjuntural da Felicidade – dentro da Crise Civilizacional existente;
  • Limitação Estrutural da Felicidade – dentro dos limites das mídias oral e escrita.

Hoje, com as novas Tecnopossibilidades Digitais, ampliamos muito as escolhas que cada pessoa pode ter na sua vida, necessitando, portanto, trabalharmos com a ideia da Felicidade 2.0.

Vejamos a diferença entre a Felicidade 1.0 e a 2.0:

  • Felicidade 1.0 – operada dentro dos limites orais e escritos, uma Felicidade Gestora;
  • Felicidade 2.0 – operada dentro das novas Tecnopossibilidades do Digital, uma Felicidade Curadora.

A Felicidade 2.0 demanda Projetos de Felicidade muito mais reflexivos e consistentes do que os do passado.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

A Civilização 2.0, caracterizada pela Revolução Digital, está gerando um novo desafio para a Psicologia: a diversidade humana.

A Psicologia 1.0 foi estruturada para atender a um Sapiens 1.0, que era mais massificado e menos diverso. A Psicologia 2.0, por sua vez, precisa ser mais personalizada e inclusiva.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O principal desafio da Psicologia 2.0 é ajudar muito mais gente a ter vidas com mais qualidade , aumentando a capacidade de atendimento.
  2. O Sapiens 2.0 tem como desafio ser muito mais autônomo e responsável do que o 1.0.
  3. A Psicologia 1.0 foi toda estruturada para atender a um Sapiens 1.0 – muito mais massificado e menos diverso e originalizado do que o 2.0.
  4. Na Civilização 2.0 conseguiremos ter, de forma inédita, uma diversidade muito maior das pessoas.
  5. O aumento exponencial da diversidade humana na Civilização 2.0 gera um novo problema para a Psicologia.
  6. A Psicologia é a ciência que veio para a sociedade para que possa, através de teorias e metodologias, ajudar as pessoas a serem mais felizes.
  7. As pessoas não querem se conhecer por se conhecer, mas se conhecer para ter vidas melhores.
  8. Se começarmos a usar ferramentas digitais, onde se inclui a IA, podemos traçar problemas de felicidade com respectivas soluções mais adequadas e personalizadas para milhões de pessoas.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Uma revolução não acontece quando a sociedade adota novas ferramentas. Acontece quando a sociedade adota novos comportamentos.”Clay Shirky.

Vimos nos últimos dois textos que escrevemos no início da imersão o seguinte:

  • A Ciência Social 1.0 está em crise, pois não conseguiu perceber o papel das mídias no início de novas Eras Civilizacionais;
  • Temos, a partir de Marshall McLuhan (1911-80), o início da Ciência Social 2.0, que incorpora não só as mídias, mas a demografia como Fator Causante e novos modelos de Cooperação como Fator Detonante das Revoluções Midiáticas;
  • A crise da Ciência Social 1.0 reverberando nas demais Ciências Sociais, onde se inclui a Administração, a Economia, a Psicologia, entre outras;
  • E, por fim, o fenômeno da Personalização em Larga Escala do Sapiens 2.0, algo característico da Revolução Digital.

A partir da Ciência Social 2.0 – e só com esta nova ótica – percebemos que o Sapiens 2.0 conseguirá viver uma Personalização em Larga Escala. 

A regra da caminhada humana é a seguinte:

  • Quanto mais Sapiens temos no planeta, mais haverá a demanda pela participação de cada um deles no gerenciamento e nas decisões dos processos da sociedade;
  • Quanto mais temos autonomia de participação, mais há um processo de personalização e de originalização de cada Sapiens.

Revoluções Midiáticas vêm para a sociedade para nos permitir criar modelos de cooperação mais descentralizados.

Modelos de Cooperação mais descentralizados aumentam a diversidade humana.

Mais e mais temos, ao longo da Macro História, um Sapiens mais diferente do outro, aumentando ainda mais a complexidade humana.

Por ser a espécie mais originalizada de todas, o Sapiens quando aumenta a população gera uma complexidade demográfica ainda maior, pois fulano não gosta da mesma comida do que cicrano.

No primeiro momento, a espécie tende a criar mídias mais massificadoras, de forma provisória, por um período curto de tempo, mas logo cria mídias descentralizadoras, que nos permite expandir nossa diversidade.

A  Personalização em Larga Escala não era possível antes do Digital, pois não havia nem comunicação e nem cooperação que permitisse algo desse tipo.

Na Civilização 2.0 conseguiremos ter, de forma inédita, uma diversidade muito maior das pessoas.

O Sapiens 1.0 era muito menos diverso entre si do que o 2.0.

O aumento exponencial da diversidade humana na Civilização 2.0 gera um novo problema para a Psicologia.

A psicologia, segundo o tio Bard, é a ciência que estuda a mente e o comportamento humano. 

Eu diria diferente.

A Psicologia é a ciência que veio para a sociedade para que possa, através de teorias e metodologias, ajudar as pessoas a serem mais felizes.

As pessoas não querem se conhecer por se conhecer, mas se conhecer para ter vidas melhores.

Da mesma maneira que os médicos nos ajudam a ter uma saúde corporal melhor, a Psicologia nos ajuda a ter uma saúde mental melhor.

E é aí que temos um grande desafio para a Psicologia 2.0.

A Psicologia 1.0 foi toda estruturada para atender a um Sapiens 1.0 – muito mais massificado e menos diverso e originalizado do que o 2.0.

Temos algumas novidades relevantes na Psicologia 2.0:

  • O Sapiens mudou, está muito mais diverso e precisa de teorias e metodologias que permitam que ele seja muito mais personalizado do que era antes;
  • Temos hoje recursos para gerenciamento de mais dados, que permitem que possamos conhecer muito mais e melhor diversos perfis, que precisam de tratamentos distintos e personalizados, contando inclusive com Máquinas que Aprendem e Decidem com o Uso (também conhecidas como Inteligência Artificial);
  • E isso vai nos levar para um exponencial processo de especialização dos psicólogos, que cuidarão, como é na medicina hoje, de casos cada vez mais particulares.

Diria, que grosso modo, temos duas grandes vertentes na Psicologia 2.0:

  • Os problemas mais estruturais – que demandam um trabalho de mais tempo e um perfil específico de psicólogos;
  • Os problemas mais conjunturais – que demandam um trabalho de menos tempo e um perfil específico de psicólogos.

Em cada um destes campos, teremos diversas especializações, conforme cada caso e situação.

Mais ainda.

Um psicólogo tradicional ao longo da sua vida fica restrito a atender, digamos, a uns 500 pacientes. Se começarmos a usar ferramentas digitais, onde se inclui a IA, podemos traçar problemas com respectivas soluções mais adequadas e personalizadas para milhões de pessoas.

Ao comentar sobre educação, o educador Ronaldo Mota, apresentou esta frase:

“A principal inovação na educação neste novo século é superar o desafio da qualidade na quantidade e na quantidade com qualidade.” Ronaldo Mota.

Eu faria a seguinte adaptação.

“O principal desafio da Psicologia 2.0 é ajudar  muito mais gente a ter vidas com mais qualidade , aumentando a capacidade de atendimento.”

Na verdade, as novas tecnologias digitais, quando usadas adequadamente, procuram gerar mais qualidade para cada vez mais pessoas.

Façamos uma tabela comparativa entre a Psicologia 1.0 e a 2.0 nos aspectos das novas possibilidades e novas demandas:

 

Tabela comparativa entre a Psicologia 1.0 para a 2.0
nos aspectos das novas possibilidades e novas demandas:
Novas possibilidades Psicologia 1.0 Psicologia 2.0
Capacidade de identificar perfis, encontrando novos
problemas e soluções
Menos Mais
Capacidade de massificação do atendimento com redução de custo Menos Mais
Uso de tecnologias para ajudar no trabalho tal como IA Inexistente Existente
Novas demandas Psicologia 1.0 Psicologia 2.0
Originalização e Diversidade Menos  Mais

Por fim, do ponto de vista Ambientologia, temos o seguinte:

  • O melhor enquadramento da Ciência Social é chamá-la de Ciência da Inovação, pois aponta um processo dinâmico, pois não existe sociedade sem que a inovação esteja no seu epicentro. Se era assim no passado, muito mais agora;
  • A Ciência da Inovação, que substitui a Ciência Social, tem três camadas, a Civilizacional, Grupal e Pessoal;
  • Psicologia 2.0 – é a ferramenta que visa criar teorias e metodologias para tornar melhor a vida do Sapiens 2.0 mais feliz, chamada, de forma mais adequada, de Ciência da Inovação Pessoal.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O Sapiens é a única espécie viva do planeta que pode alterar a forma como se administra para sobreviver. Essa capacidade de cooperação progressiva é o que nos permitiu desenvolver tecnologias e criar civilizações cada vez mais sofisticadas.

A cooperação progressiva é um processo contínuo de adaptação e inovação. À medida que a população cresce, os modelos de comunicação e cooperação existentes tornam-se obsoletos. Essa necessidade de inovação é o que impulsiona as revoluções midiáticas, que são momentos de ruptura no paradigma de comunicação e cooperação.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens 2.0 tem como desafio ser muito mais autônomo e responsável do que o 1.0.
  2. O Sapiens é a única espécie viva do planeta que pode alterar a forma como se administra para sobreviver.
  3. As outras espécies vivas são instintivas e nós reflexivos.
  4. O Sapiens, por ser uma Tecnoespécie Reflexiva, pode mudar a sua forma de sobrevivência de forma mais disruptiva e acelerada do que as demais espécies.
  5. O aumento demográfico torna obsoleto, com o tempo, nossos modelos de comunicação e cooperação, que precisam OBRIGATORIAMENTE serem reinventados.
  6. A Descentralização Progressiva é a única forma sustentável de uma Tecnoespécie.
  7. Novas mídias, que não geram descentralização, não são revolucionárias, mas evolucionárias.
  8. Quanto mais Sapiens temos no planeta, mais e mais cada um deles precisa colaborar com a administração da sobrevivência.
  9. Estamos vivendo, com a chegada do Digital, assim, uma Personalização de Massa, um aumento exponencial da capacidade das pessoas viverem de forma mais sustentável a sua subjetividade.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“A cooperação é a força mais poderosa da natureza.”Charles Darwin.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

O Sapiens é a única espécie viva do planeta que pode alterar a forma como se administra para sobreviver.

Vivemos sob a égide da Cooperação Progressiva, pois o que era adequado antes, passa a ficar obsoleto depois.

As outras espécies vivas são instintivas e nós reflexivos.

Nossa capacidade de reflexão nos permitiu criar tecnologias para que pudessem nos auxiliar no nosso processo progressivo de sobrevivência.

O Sapiens, por ser uma Tecnoespécie, pode mudar a sua forma de sobrevivência de forma mais disruptiva e acelerada do que as demais espécies.

Temos o único modelo tecno de sobrevivência do planeta.

Nosso modelo de sobrevivência nos permite viver sob a égide da Complexidade Demográfica Progressiva. 

O aumento demográfico torna obsoleto, com o tempo, nossos modelos de comunicação e cooperação, que precisam OBRIGATORIAMENTE serem reinventados.

Temos, dentro da jornada humana, três momentos distintos, no Espiral Civilizacional Progressivo:

  • Revolução Midiática – momento que surge uma nova mídia, que nos permite criar um novo modelo de cooperação mais descentralizado. (Novas mídias, que não geram descentralização, não são revolucionárias, mas evolucionárias);
  • Consolidação Da Nova Civilização – quando o novo modelo de cooperação passa a ser utilizado largamente;
  • Crise Civilizacional – quando a nova complexidade demográfica fica incompatível com os modelos de cooperação existentes, demandando uma nova mídia.

Logo após as Revoluções Midiáticas passamos a ter um período de Renascença Civilizacional.

A Renascença Civilizacional é o momento em que há um processo de ajuste dos antigos paradigmas para novos, tanto na nossa forma de sentir, pensar e agir.

Apesar de haver momentos de centralização, ao longo deste Espiral Civilizacional Progressivo, o que prevalece no longo prazo é a tendência à descentralização.

Por que isso?

O aumento da Complexidade Demográfica gera problemas cada vez mais sofisticados, que demandam uma participação maior das pessoas nas decisões e nos processos.

A Descentralização Progressiva é uma característica estrutural de uma Tecnoespécie que aumenta progressivamente a população.

Quanto mais Sapiens temos no planeta, mais e mais cada um deles precisa colaborar com a administração da sobrevivência.

A Descentralização Progressiva é a única forma sustentável de uma Tecnoespécie.

Assim, logo após as Revoluções Midiáticas, passamos a viver um exponencial movimento de passagem de um Sapiens menos para um mais responsável.

O Sapiens 2.0 tem como desafio ser muito mais autônomo e responsável do que o 1.0.

A Personalização Em Larga Escala é o principal – e ainda pouco explorado – desafio do Sapiens 2.0.

A Personalização Em Larga Escala na Civilização 2.0 tem os seguintes problemas particulares:

  • Tivemos nos últimos séculos o maior aumento populacional já vivido pelo Sapiens;
  • O aumento populacional gera, naturalmente, no período de crise, uma exponencial centralização, que precisa ser agora modificada;
  • Temos a Revolução Midiática mais Disruptiva e Acelerada da história do Sapiens, o que faz com o que o ajuste seja muito maior em muito menos tempo.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

A Ciência Social 1.0, que dominou o pensamento social até o século XX, não percebia o papel das mídias nas grandes mudanças civilizacionais. Essa visão era baseada na ideia de que a sociedade é determinada por fatores econômicos, políticos e culturais, e que as mídias são apenas um reflexo dessas forças.

A Ciência Social 2.0, que se baseia nas ideias de Marshall McLuhan, incorpora o papel das mídias nas grandes mudanças civilizacionais. Essa abordagem entende que as mídias são uma força motriz da história, e que elas desempenham um papel fundamental na formação da sociedade.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Temos hoje, assim, uma crise da Economia 1.0, da Educação 1.0, da Psicologia 1.0, do Direito 1.0, que precisam de uma profunda revisão.
  2. Sem a Ciência Social 2.0 se torna impossível compreender de forma adequada e consistente a Civilização 2.0.
  3. A Bimodais, seguidora da Escola de Pensamento McLuhaniana, aprofundou o detalhamento da Ciência Social 2.0.
  4. A Ciência Social 2.0, assim, se inicia com uma revisão da relevância das mídias nas mudanças civilizacionais.
  5. Como as mídias se modificam de forma muito espaçada a sua influência nas mudanças sociais ficou um tanto mascarada pelo tempo.
  6. A Ciência Social 2.0 tem como padrinho principal Marshall McLuhan (1911-80).
  7. Podemos ter diferentes abordagens sobre a sociedade a serem escolhidas, que acabam se consolidando e tornando no que podemos chamar de visões mainstream.
  8. Temos a ilusão de que a forma como pensamos a sociedade não tem padrinhos, mas tem.
  9. Tudo que pensamos sobre a sociedade humana parte da visão dos Cientistas Sociais.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Mudou a mídia, mudou a sociedade.”McLuhan.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Os Cientistas Sociais criam Narrativas Conceituais que vão se espalhando pela sociedade e vão se tornando nosso senso comum.

Temos a ilusão de que a forma como pensamos a sociedade não tem padrinhos, mas tem.

Podemos ter diferentes abordagens sobre a sociedade a serem escolhidas, que acabam se consolidando e tornando no que podemos chamar de visões mainstream.

Das diferentes abordagens da Ciência Social, nascem as Ciências Sociais, tais como a Administração, a Economia, a Psicologia e o Direito.

Podemos dividir a Ciência Social (a mãe de todas as Ciências Sociais) em duas etapas:

  • A Ciência Social 1.0 – que não percebia o papel das mídias nas grandes mudanças civilizacionais;
  • A Ciência Social 2.0 – que passa a incorporar o papel das mídias nas grandes mudanças civilizacionais.

A Ciência Social 1.0, que dominou o pensamento social até o século XX, não percebia o papel das mídias nas grandes mudanças civilizacionais. Essa visão era baseada na ideia de que a sociedade é determinada por fatores econômicos, políticos e culturais, e que as mídias são apenas um reflexo dessas forças.

A Ciência Social 2.0, que se baseia nas ideias de McLuhan, incorpora o papel das mídias nas grandes mudanças civilizacionais. Essa abordagem entende que as mídias são uma força motriz da história, e que elas desempenham um papel fundamental na formação da sociedade.

McLuhan, por outro lado, acreditava que as mídias são um agente ativo de mudança social. Ele argumentava que as mídias moldam a forma como pensamos, sentimos e nos comportamos, e que, portanto, elas têm um impacto profundo na sociedade.

A Ciência Social 2.0 tem como padrinho principal Marshall McLuhan (1911-80).

Ao afirmar que “mudou a mídia, mudou a sociedade”, McLuhan, depois seus seguidores, passaram a ver a sociedade de forma completamente distinta.

Como as mídias se modificam de forma muito espaçada a sua influência nas mudanças sociais ficou um tanto mascarada pelo tempo.

A Ciência Social 2.0, assim, se inicia com uma revisão da relevância das mídias nas mudanças civilizacionais.

A Bimodais, seguidora da Escola de Pensamento McLuhaniana, tem se esforçado para aprofundar o detalhamento da Ciência Social 2.0.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

Nepô apresenta uma visão interessante e estimulante dos conceitos de ciência, humanidade, educação e indivíduo. Sua análise destaca a importância desses elementos para melhorar o mundo e aponta para a necessidade de definições claras e de uma visão evolutiva.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. É o empreendedorismo mais saudável que nos leva a ser mais bondosos.
  2. “Trabalhar juntos” é algo que sempre ocorreu. O que se altera são as ferramentas cooperativas melhores para que o “trabalhar junto” seja mais eficaz.
  3. A educação (ou a formatação das pessoas) é algo que sempre existiu e vai existir, o que é preciso definir é o tipo de formatação que teremos.
  4. A ciência não procura verdades, mas sempre as melhores verdades para que possamos tomar decisões mais adequadas em determinado tempo e lugar.
  5. Viver melhor é OBRIGATORIAMENTE um processo reflexivo sobre a Mente Primária, via Mente Secundária, procurando tomar decisões melhores e mais adequadas.
  6. Sim, o que viabiliza uma pessoa se sustentar no mundo – de forma justa e adequada – é conseguir gerar valor para outro alguém.
  7. A história mostra que o Sapiens sempre teve a capacidade de se reinventar do pior para o melhor, levando sempre em conta que mais gente no mundo nos traz sempre novos problemas.
  8. Quem não tem uma missão maior na vida , conforme vai envelhecendo, vai aumentando a taxa do vazio existencial.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Não é difícil compreender que todos os bens materiais , intelectuais e morais recebidos pela sociedade chegaram até nós no decorrer de inúmeras gerações de individualidades criativas.” Einstein.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Reflexões finas sobre a décima imersão.

Sempre ano todo ano com a curiosidade de saber onde os estudos deste período vão me levar.

Confesso que nunca imaginei que estaria aprofundando o tema sobre Felicidade 2.0, mas foram os estudos sobre o Digital que me trouxeram até aqui.

Se me perguntarem hoje, neste dezembro de 2023, algo sobre minha jornada, eu diria que sempre tive tesão em ser um barraqueiro de praia deserta.

Adoro começar do zero alguma atividade e ter resultados meio fora do padrão.

Tive minha jornada como operador e de 17 anos para cá, comecei a montar barracas nas praias da conceituação.

Um conceituador, dentro do meu estilo barraqueiro de praia deserta, no fundo, é aquele que organiza diálogos bagunçados sobre determinado fenômeno.

O que faz um barraqueiro de praia deserta da conceituação – dentro do meu ponto de vista – diante da análise bagunçada de fenômenos?

  • Procura padrões, fugindo das sensações;
  • Questiona a dubiedade dos conceitos;
  • Procura autores com abordagens mais fortes e descarta os que têm abordagens mais fracas;
  • Desenvolve uma narrativa progressiva, apontando metodologias para que possamos lidar melhor com determinado fenômeno.

Fato é que são poucos os autores que tratam o fenômeno do Digital de forma Padronista, a maior parte deles promoveu análises Percepcionistas.

O livro “Civilização 2.0” é a síntese de 17 anos de estudos sobre o digital e termina um ciclo na minha vida de conceituador.

Foi lançado na décima imersão.

Na décima primeira imersão, o foco principal será a Felicidade 2.0.

De maneira geral, se formos analisar o Ambiente de Diálogo que estou desenvolvendo, no que podemos chamar de Ciência da Inovação (que vem substituir a Ciência Social) podemos situar os estudos da seguinte maneira com meus livros:

  • Conhecimento em Rede (2006), Gestão 3.0 (2013) e Administração 3.0 (2018) se encaixaram dentro da Inovação Grupal, com foco maior na Inovação Organizacional;
  • Civilização 2.0 (2023) na Inovação Civilizacional;
  • E agora o Felicidade 2.o (a ter a primeira versão lançada em 2024) na Inovação Pessoal.

Todas as abordagens conceituais que fogem do mainstream, como são as nossas, tendem a ser mais desprezadas.

O mainstream gosta de ouvir tudo o que está mais próximo do seus paradigmas e que reforça o status vigente.

Assim, todo aquele que quer ter uma abordagem conceitual diferenciada do mainstream, terá que ter paciência e perseverança maior, pois, no fundo, NÃO estará conceituando para a atual geração, mas para a futura.

A décima imersão marcou o fim da primeira etapa da Bimodais, na qual o foco maior era a Inovação Civilizacional. A décima primeira imersão inicia a nova etapa do estudo da Inovação Pessoal.

A missão Bimodal continua a mesma: ajudar as pessoas a lidar melhor com a Civilização 2.0, através da organização de diálogos mais fortes.

O que muda é apenas a camada da Ciência da Inovação, saindo da Grupal e Civilizacional e entrando na Pessoal.

Na verdade, não poderíamos chegar até a Inovação Pessoal, sem ter passado pela Inovação Civilizacional, que nos situa no tempo e no espaço.

A Inovação Grupal Organizacional foi uma tentativa de apoio as organizações que se mostraram muito reticentes a esta análise mais Padronista.

E agora vamos experimentar a Inovação Pessoal, com a expectativa de encontrar, com certeza ainda muita resistência, mas em uma dose bem menor.

Acredito que a mudança pessoal é difícil, sem dúvida, mas muito menos burocrática e difícil do que uma organizacional.

Feito o parênteses, passemos a análise da autobiografia do Einstein.

Síntese Tio Bardiana do livro sobre a Autobiografia do Einstein:

Como Vejo o Mundo é uma obra autobiográfica do físico alemão Albert Einstein, publicada pela primeira vez em 1934. O livro é uma coletânea de ensaios e palestras escritos por Einstein entre 1930 e 1935, e aborda uma ampla gama de temas, incluindo ciência, filosofia, política e religião.

No ensaio que dá nome ao livro, Einstein discute suas crenças sobre o mundo e o lugar da humanidade nele. Ele afirma que o universo é um lugar ordenado e lógico, e que a ciência é a melhor ferramenta que temos para entendê-lo. Ele também acredita que a humanidade tem o potencial de criar um mundo melhor, mas que isso só será possível se trabalharmos juntos pela paz e pela cooperação.

Outros ensaios do livro abordam temas como a natureza da relatividade, a relação entre ciência e religião, a importância da educação e o papel do indivíduo na sociedade. Einstein escreve de forma clara e concisa, e suas ideias são sempre estimulantes e desafiadoras.

Aqui estão alguns dos principais pontos da autobiografia de Einstein:

  • A ciência é uma ferramenta poderosa que pode ser usada para melhorar o mundo.
  • A humanidade tem o potencial de criar um mundo melhor, mas isso só será possível se trabalharmos juntos.
  • A educação é essencial para o desenvolvimento individual e social.
  • O indivíduo tem o poder de fazer a diferença no mundo.

Meus comentários sobre a síntese Tio Bardiana do livro sobre a Autobiografia do Einstein:

“A ciência é uma ferramenta poderosa que pode ser usada para melhorar o mundo.”

Sim, concordo, mas é preciso definir claramente de que tipo de ciência estamos falando.

O que eu diria é o seguinte:

A ciência forte, baseada nos padrões dos fenômenos, que gera metodologias testáveis, é uma ferramenta poderosa e fundamental para melhorar a vida do Sapiens.

Note que “melhorar o mundo” é algo estranho, pois o que a ciência faz é melhorar a vida do Sapiens, do mundo do Sapiens.

“A humanidade tem o potencial de criar um mundo melhor, mas isso só será possível se trabalharmos juntos.”

A ideia do trabalho conjunto é também estranha.

Diria que:

A melhoria progressiva e continuada da cooperação humana nos permite, através de idas e vindas, ir nos aproximando de paradigmas melhores.

O ser humano é uma espécie cooperativa. Cooperar é operar junto. O que temos, entretanto, é formas de cooperação que vão ficando obsoletas e novas precisam ser criadas.

“Trabalhar juntos” é algo que sempre ocorreu. O que se altera são as ferramentas cooperativas melhores para que o “trabalhar junto” seja mais eficaz.

“A educação é essencial para o desenvolvimento individual e social.”

Diria que uma educação progressiva e compatível com os contextos cooperativos é algo essencial para a melhoria da vida do Sapiens no planeta.

Porém, é preciso dizer que a educação (ou a formatação das pessoas) é algo que sempre existiu e vai existir, o que é preciso definir é o tipo de formatação que teremos.

“O indivíduo tem o poder de fazer a diferença no mundo.”

Mais ou menos.

Dependendo do modelo de cooperação, tem mais poder ou menos poder de influenciar a vida do planeta.

O que marquei ao longo da leitura da autobiografia do Einstein?

  1. “É aqui que reside a grandeza e o drama do pensamento: em continuamente se agarrar à verdade e vê – la escapar continuamente na busca de uma verdade mais verdadeira, de uma realidade ainda mais real que encontrará infinitamente outras verdades ” mais verdadeiras ” e outras realidades ” mais reais ” .”
  2. “Porque , e isto já deveria ser óbvio , a vida de um povo, assim como a vida dos indivíduos, mesmo o mais inculto e verbalmente desprezível da filosofia (o cepticismo vulgar é também uma forma de filosofar) é condicionado pela sua visão do mundo , por mais rude que seja, e pelo método que eles, talvez inconscientemente , adotam para enfrentá-lo e torná-lo seu próprio .”
  3. “A maior parte do que sabemos e acreditamos foi – nos ensinado por outros através de uma linguagem que outros criaram . Sem linguagem nossa faculdade de pensar seria muito mesquinha e comparável à dos animais superiores.”
  4. “O valor de um homem para a comunidade em que vive depende sobretudo da medida em que os seus sentimentos , pensamentos e ações contribuem para o desenvolvimento da existência de outros indivíduos.”
  5. “Não é difícil compreender que todos os bens materiais , intelectuais e morais recebidos pela sociedade chegaram até nós no decorrer de inúmeras gerações de individualidades criativas.”
  6. “E , no entanto , só o indivíduo livre pode meditar e consequentemente criar novos valores sociais e estabelecer novos valores éticos através dos quais a sociedade se aperfeiçoa.”
  7. “Sem personalidades criativas capazes de livre pensamento e julgamento, o desenvolvimento da sociedade num sentido progressivo é tão inimaginável quanto o desenvolvimento da personalidade individual sem a ajuda vital da sociedade.”
  8. “O renascimento da cultura no Renascimento italiano , que substituiu a estagnação da Idade Média na Europa , encontrou o seu fundamento sobretudo na liberdade e no relativo isolamento do indivíduo.”
  9. “O número de homens dotados de um temperamento genial diminuiu fora de toda a proporção.” 
  10. “A escassez de personalidades é particularmente perceptível no campo artístico . A pintura e a música degeneraram agora claramente , e atingem um acorde muito menos intenso com o povo . A política não só carece de líderes : a independência intelectual e o sentimento de direito diminuíram profundamente entre a burguesia , e a organização democrática e parlamentar baseada nessa independência foi perturbada em muitos países ; as ditaduras surgiram e foram suportadas porque o sentimento de dignidade e de direito já não está suficientemente vivo.”
  11. “Não sou um desses pessimistas: acredito num futuro melhor.”
  12. “Somente o exemplo de personalidades grandes e puras pode levar a pensamentos nobres e ações eletivas . O dinheiro só estimula o egoísmo e leva sempre irresistivelmente ao seu mau uso . Pode – se imaginar Moisés , Jesus ou Gandhi armados com a bolsa do Carnegie?”
  13. “Sinto a necessidade de levar uma vida simples, já que uma vida modesta é adequada para todos, tanto para o corpo como para o espírito.”
  14. “Cada homem está vinculado por certos ideais que servem de guia nas suas ações e pensamentos.”
  15. “Os ideais que iluminaram o meu caminho e me deram coragem constante têm sido a bondade, a beleza e a verdade.”
  16. “Sem a consciência de estar em harmonia com aqueles que partilham as minhas convicções , sem a árdua busca do direito eternamente elusivo , o domínio da arte e da pesquisa científica , a vida teria parecido absolutamente vazia.”
  17. “Desde a minha juventude , sempre considerei desprezíveis os objetivos vulgares para os quais a humanidade dirige os seus esforços: a posse de bens , o aparente sucesso e o luxo.”
  18. “Sempre senti a necessidade de solidão.”
  19. “Para mim, o elemento precioso na maquinaria da humanidade não é o estado, mas o indivíduo criativo.”
  20. “Tudo o que é feito e imaginado pelos homens serve para satisfazer as suas necessidades e apaziguar as suas dores.”
  21. “O verdadeiro valor de um homem é determinado pelo exame de até que ponto e em que sentido ele veio a se libertar do ego.”

O que comento a partir do que marquei da autobiografia do Einstein?

“É aqui que reside a grandeza e o drama do pensamento: em continuamente se agarrar à verdade e vê – la escapar continuamente na busca de uma verdade mais verdadeira, de uma realidade ainda mais real que encontrará infinitamente outras verdades ” mais verdadeiras ” e outras realidades ” mais reais ” .”

Einstein reforça a abordagem da ciência progressiva.

A ciência não procura verdades, mas sempre as melhores verdades para que possamos tomar decisões mais adequadas em determinado tempo e lugar.

“Porque , e isto já deveria ser óbvio , a vida de um povo, assim como a vida dos indivíduos, mesmo o mais inculto e verbalmente desprezível da filosofia (o cepticismo vulgar é também uma forma de filosofar) é condicionado pela sua visão do mundo , por mais rude que seja, e pelo método que eles, talvez inconscientemente , adotam para enfrentá-lo e torná-lo seu próprio .”

Todos nós fomos formatados e nossa vida é guiada pelos Paradigmas armazenados na Mente Primária.

Viver melhor é OBRIGATORIAMENTE um processo reflexivo sobre a Mente Primária, via Mente Secundária, procurando tomar decisões melhores e mais adequadas.

“A maior parte do que sabemos e acreditamos foi – nos ensinado por outros através de uma linguagem que outros criaram . Sem linguagem nossa faculdade de pensar seria muito mesquinha e comparável à dos animais superiores.”

Sim, o Sapiens tem Tecnolinguagens, que são aperfeiçoadas, a partir das mídias disponíveis.

“O valor de um homem para a comunidade em que vive depende sobretudo da medida em que os seus sentimentos , pensamentos e ações contribuem para o desenvolvimento da existência de outros indivíduos.”

Sim, o que viabiliza uma pessoa se sustentar no mundo – de forma justa e adequada – é conseguir gerar valor para outro alguém.

“Não é difícil compreender que todos os bens materiais , intelectuais e morais recebidos pela sociedade chegaram até nós no decorrer de inúmeras gerações de individualidades criativas.”

Dei destaque.

“E , no entanto , só o indivíduo livre pode meditar e consequentemente criar novos valores sociais e estabelecer novos valores éticos através dos quais a sociedade se aperfeiçoa.”

Bom.

“Sem personalidades criativas capazes de livre pensamento e julgamento, o desenvolvimento da sociedade num sentido progressivo é tão inimaginável quanto o desenvolvimento da personalidade individual sem a ajuda vital da sociedade.”

“O renascimento da cultura no Renascimento italiano , que substituiu a estagnação da Idade Média na Europa , encontrou o seu fundamento sobretudo na liberdade e no relativo isolamento do indivíduo.”

Einstein defende bastante o que podemos chamar da solidão saudável.

“O número de homens dotados de um temperamento genial diminuiu fora de toda a proporção.” //“A escassez de personalidades é particularmente perceptível no campo artístico . A pintura e a música degeneraram agora claramente , e atingem um acorde muito menos intenso com o povo . A política não só carece de líderes : a independência intelectual e o sentimento de direito diminuíram profundamente entre a burguesia , e a organização democrática e parlamentar baseada nessa independência foi perturbada em muitos países ; as ditaduras surgiram e foram suportadas porque o sentimento de dignidade e de direito já não está suficientemente vivo.”

Einstein viveu dentro da Macro Crise Civilizacional da Civilização 1.0.

“Não sou um desses pessimistas: acredito num futuro melhor.”

A história mostra que o Sapiens sempre teve a capacidade de se reinventar do pior para o melhor, levando sempre em conta que mais gente no mundo nos traz sempre novos problemas.

“Somente o exemplo de personalidades grandes e puras pode levar a pensamentos nobres e ações eletivas . O dinheiro só estimula o egoísmo e leva sempre irresistivelmente ao seu mau uso . Pode – se imaginar Moisés , Jesus ou Gandhi armados com a bolsa do Carnegie?”//”Desde a minha juventude , sempre considerei desprezíveis os objetivos vulgares para os quais a humanidade dirige os seus esforços: a posse de bens , o aparente sucesso e o luxo.”//”Sinto a necessidade de levar uma vida simples, já que uma vida modesta é adequada para todos, tanto para o corpo como para o espírito.”

Aqui, vamos usar a Ayn Rand e questionar o mau uso do conceito “egoísmo” desadjetivado.

O que ele aborda é a questão do egoísmo tóxico.

Ele questiona a visão de sucesso baseado em bens materiais e não de bens imateriais.

O uso do dinheiro como um fim em si mesmo e não um meio para realizar fins mais nobres.

Einstein foi um minimalista.

“Cada homem está vinculado por certos ideais que servem de guia nas suas ações e pensamentos.”

Somos levados pelos nossos paradigmas armazenados na nossa Mente Primária.

“Os ideais que iluminaram o meu caminho e me deram coragem constante têm sido a bondade, a beleza e a verdade.”

Bondade é um termo interessante.

Bard nos diz que:

“A bondade é uma qualidade humana que se manifesta na disposição de ajudar o outro, de ser gentil e atencioso. É uma virtude que está associada a conceitos como amor, compaixão, empatia e generosidade.”

Podemos praticar a bondade, ou ela é consequência de atitudes?

Se eu pratico o empreendedorismo saudável eu preciso ajudar os outros para sobreviver. Eu preciso ser gentil e atencioso. Não sou bom, assim, por que escolho, mas por que sou obrigado.

Preciso desenvolver a generosidade e a empatia.

Assim, podemos dizer que:

É o empreendedorismo mais saudável que nos leva a ser mais bondosos.

“Sem a consciência de estar em harmonia com aqueles que partilham as minhas convicções , sem a árdua busca do direito eternamente elusivo , o domínio da arte e da pesquisa científica , a vida teria parecido absolutamente vazia.”

Quem não tem uma missão maior na vida e tem uma inquietude maior, conforme vai envelhecendo, vai  aumentando a taxa do vazio existencial.

“Sempre senti a necessidade de solidão.”

Einstein praticava a Solidão Saudável.

“Para mim, o elemento precioso na maquinaria da humanidade não é o estado, mas o indivíduo criativo.”

O reforço da importância dos disruptores para o equilíbrio da sociedade.

“Tudo o que é feito e imaginado pelos homens serve para satisfazer as suas necessidades e apaziguar as suas dores.”

Sempre queremos viver melhor hoje do que vivemos ontem.

“O verdadeiro valor de um homem é determinado pelo exame de até que ponto e em que sentido ele veio a se libertar do ego.”

Diria que o ego aqui é sinônimo de Mente Primária.

O que é novidade na nossa Narrativa, a partir do meu diálogo com Einstein?

  • Afirmar que ego e mente primária são sinônimos;
  • O conceito da Solidão Saudável;
  • O conceito do empreendedorismo saudável;
  • A ideia de que a bondade é uma obrigação e não uma escolha;
  • O termo conceitos desadjetivados;
  • O questionamento da educação, sem adjetivos, como solução;
  • O questionamento da ciência, sem adjetivos, como solução;
  • O questionamento do termo “trabalhar juntos” como solução.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na nova imersão. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024. Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação em duas lives, basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para manter o nosso projeto vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O autor defende que as autobiografias são um bom caminho para os Cientistas da Inovação Pessoal, pois oferecem reflexões e experiências de vida de pessoas relevantes.

O autor defende que a psicanálise de Freud foi um marco importante no desenvolvimento do Sapiens, pois nos mostrou que nós não dominamos todos os nossos eus.

Décimo Ciclo de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quando se vai inovar ou mudar de paradigmas, principalmente de forma disruptiva, o afastamento de determinadas relações é algo que vai acontecer sempre.
  2. Inovar é e será sempre questionar o mainstream, no qual autoridades – que terão algo a perder – vão defendê-lo de forma mais ou menos radical.
  3. Quem acredita em autoridades, não inventa coisa alguma.
  4. Freud teve que ir para a academia off-Broadway para poder desenvolver as suas ideias.
  5. Por fim, com a chegada da Civilização 2.0 há uma demanda muito maior da Psicologia, pois as pessoas vão precisar lidar de forma mais adequada com problemas de todos os tipos.
  6. Problemas mais superficiais podem ser melhor resolvidos com o trabalho no subconsciente e os mais profundos no inconsciente.
  7. Não existe assim uma Psicologia melhor ou pior, mas aquele tratamento que é mais adequado para o problema que se deseja resolver.
  8. O Sapiens precisa aprender a se relacionar melhor com nossos outros eus para que possa viver melhor.
  9. Freud nos ensinou que não comandamos tudo em nós.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Fui um homem afortunado; na vida nada me foi fácil” Freud.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Reflexões sobre autobiografias:

Um bom caminho para os Cientistas da Inovação Pessoal é o de ler autobiografias.

São reflexões que pessoas relevantes (a critério de cada cientista), passando experiências de vida.

Ao longo das leituras, pude perceber que temos:

  • Autobiografias Mais Fracas – nas quais os autores se perdem detalhando demais o seu trabalho e não trazendo experiências mais amplas para a sociedade;
  • Autobiografias Mais Fortes – nas quais os autores se perdem conseguem trazer experiências mais amplas para a sociedade.

Se eu fosse um Ghostwriter eu sugeriria o seguinte para uma Autobiografia mais forte, dividida em três partes:

  • A experiência da pessoa na sua atividade fim específica, tal como Santos Dumont como inventor de tecnologias aéreas;
  • A experiência da pessoa na sua atividade fim mais geral, tal como Santos Dumont como inventor;
  • A experiência da pessoa na sua vida, tal como Santos Dumont narrando as dificuldade que teve para existir e inventar.

Diria, dentro desta perspectiva, que a Autobiografia de Freud é mais fraca e de Einstein mais forte.

Síntese Tio Bardiana do livro do Freud:

A autobiografia de Sigmund Freud, escrita em 1925, é um relato conciso e bem-escrito de sua vida e obra. O livro começa com a infância de Freud em Freiberg, na Morávia, onde nasceu em 1856. Freud descreve sua família como sendo de classe média, e sua infância como sendo feliz e tranquila.

Em 1865, Freud mudou-se para Viena para estudar medicina. Ele se formou em 1881 e começou a trabalhar como neurologista. Em 1885, Freud viajou para Paris para estudar com Jean-Martin Charcot, um dos principais especialistas em histeria.

Após retornar a Viena, Freud começou a desenvolver sua própria teoria da histeria. Ele acreditava que a histeria era causada por conflitos inconscientes, e que esses conflitos poderiam ser resolvidos através da psicanálise.

Em 1895, Freud publicou seu livro mais famoso, A Interpretação dos Sonhos. Este livro foi um marco na história da psicanálise, pois estabeleceu as bases para a teoria dos sonhos de Freud.

Ao longo dos anos, Freud continuou a desenvolver sua teoria da psicanálise. Ele publicou uma série de livros e artigos sobre a teoria, e também treinou uma nova geração de psicanalistas.

A autobiografia de Freud termina com uma discussão sobre o futuro da psicanálise. Freud acreditava que a psicanálise era uma ciência nova e promissora, e que ela tinha o potencial de revolucionar a forma como entendemos a mente humana.

A autobiografia de Freud é uma leitura obrigatória para qualquer pessoa interessada na história da psicanálise. O livro é bem escrito e informativo, e fornece uma visão fascinante da vida e obra de um dos mais importantes pensadores do século XX.

Aqui estão alguns dos principais pontos da autobiografia de Freud:

  • Freud foi um homem brilhante e dedicado, que teve uma grande influência no mundo;
  • A psicanálise é uma teoria complexa e controversa, mas que tem o potencial de nos ajudar a entender melhor a mente humana.

Meus comentários sobre o resumo do Tio Bard sobre o livro do Freud:

Independente o que podemos aprimorar do trabalho de Freud, ele é responsável por nos trazer a seguinte quebra de paradigma: nós não comandamos tudo em nós.

O Sapiens precisa aprender a se relacionar melhor com nossos outros eus para que possa viver melhor.

Do que tenho lido e aprendido diria o seguinte:

  • Existe uma Psicologia Mais Estrutural, que lida com problemas mais profundos e pede um tipo de tratamento específico;
  • Existe uma Psicologia Mais Conjuntural, que lida com problemas menos profundos e pede um tipo de tratamento específico.

Não existe assim uma Psicologia melhor ou pior, mas aquele tratamento que é mais adequado para o problema que se deseja resolver.

Problemas mais superficiais podem ser melhor resolvidos com o trabalho no subconsciente e os mais profundos no inconsciente.

Por fim, com a chegada da Civilização 2.0 há uma demanda muito maior da Psicologia, pois as pessoas vão precisar lidar de forma mais adequada com problemas de todos os tipos.

A demanda exponencial por uma Psicologia Mais de Massa nos levará ao uso de novas teorias, tecnologias e metodologias para que se possa operar neste novo cenário.

O que marquei ao longo da leitura da autobiografia do Freud?

“Quando pouco depois as portas do laboratório de Anatomia do Cérebro se fecharam para mim e me vi sem local para ministrar minhas palestras, afastei-me completamente da vida acadêmica e das relações profissionais. Desde então não voltei a colocar os pés na Sociedade de Médicos.”

“Ajudou a me libertar de um resquício de minha fé ingênua nas autoridades.”

“Mais tarde, o desenvolvimento da psicanálise custou-me sua amizade. Foi muito difícil para mim viver sem ela, mas era inevitável.”

“Descobriu-se assim algo que poetas e psicólogos sempre afirmaram, ou seja, que as impressões deste período inicial da vida, apesar de sucumbirem em grande parte à amnésia, deixam marcas muito duradouras no desenvolvimento do indivíduo, determinando, e acima de tudo, a predisposição para doenças neuróticas subsequentes.”

“O anátema oficial contra a psicanálise teve como consequência tornar a união dos analistas mais íntima e compacta.”

“Quando uma comunidade se baseia na coincidência de certos pontos cardeais, é muito natural que aqueles que abandonaram esse ponto comum a abandonem.”

“As neuroses foram, portanto, o primeiro dos objetos da psicanálise.”

O que comento a partir do que marquei da autobiografia do Freud?

“Quando pouco depois as portas do laboratório de Anatomia do Cérebro se fecharam para mim e me vi sem local para ministrar minhas palestras, afastei-me completamente da vida acadêmica e das relações profissionais. Desde então não voltei a colocar os pés na Sociedade de Médicos.”

Interessante notar que aqui ocorre o que Thomas Kuhn afirma no seu livro: novos paradigmas geram forte resistência entre as pessoas do status quo.

Note que:

Freud teve que ir para a academia off-Broadway para poder desenvolver as suas ideias.

“Ajudou a me libertar de um resquício de minha fé ingênua nas autoridades.”

Quem acredita em autoridades, não inventa coisa alguma.

Inovar é e será sempre questionar o mainstream, no qual autoridades – que terão algo a perder – vão defendê-lo de forma mais ou menos radical.

“Mais tarde, o desenvolvimento da psicanálise custou-me sua amizade. Foi muito difícil para mim viver sem ela, mas era inevitável.”

Quando se vai inovar ou mudar de paradigmas, principalmente de forma disruptiva, o afastamento de determinadas relações é algo que vai acontecer sempre.

“Descobriu-se assim algo que poetas e psicólogos sempre afirmaram, ou seja, que as impressões deste período inicial da vida, apesar de sucumbirem em grande parte à amnésia, deixam marcas muito duradouras no desenvolvimento do indivíduo, determinando, e acima de tudo, a predisposição para doenças neuróticas subsequentes.”

Isso reforça bastante o que temos dito sobre a Formatação Básica Obrigatória.

“O anátema oficial contra a psicanálise teve como consequência tornar a união dos analistas mais íntima e compacta.”

Aqui, lembro de Emre Lakatos que diz que ideias novas formam núcleos duros, que acabam por estruturar Escolas de Pensamento.

“Quando uma comunidade se baseia na coincidência de certos pontos cardeais, é muito natural que aqueles que abandonaram esse ponto comum a abandonem.”

“Pontos Cardeais” – são igual a Núcleo Duro.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Comecei esta semana uma avaliação para definir os nosso grupos dos Bimodais Exógenos (aquelas que pessoas que recebem material da escola, mas não estão dentro dela).

Criei um formulário para entender como você está aproveitando o que produzo todos os dias, que pode ser acessado e respondido aqui: https://encurtador.com.br/egiLQ

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na nova imersão. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024. Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação em duas lives, basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para manter o nosso projeto vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte cnepomu@gmail.com

Agradeço o preenchimento do formulário, o retorno a esta mensagem, a adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Pessoal, com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon:
https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

A Civilização 2.0 é caracterizada pelo aumento da descentralização das atividades do Sapiens. Isso torna mais complexo e sofisticado aumentar a taxa da Felicidade 2.0. Para aumentar a taxa da Felicidade 2.0, é preciso superar os Paradigmas Limitantes e ter clareza de seus potenciais. No artigo de Nepomuceno ele apresenta 10 atitudes que podem ajudá-lo a aumentar a sua Taxa de Felicidade 2.0.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Aumentar a taxa da Felicidade 2.0 é algo muito mais complexo e sofisticado do que foi na Felicidade 1.0.
  2. O objetivo de todos os Sapiens – mesmo que não admita isso – é ser mais feliz amanhã do que é hoje.
  3. O aumento da taxa da Felicidade 2.0, mais do que nunca, exige um projeto de Felicidade mais forte e consistente.
  4. Se temos uma vida em espiral, no qual tudo que acontece é visto como mais um aprendizado, o descascar abacaxis fica mais fácil.
  5. Um corpo e uma casa mais enxuta nos faz ter mais disposição para enfrentar os desafios.
  6. Aprender a investir em pessoas legais e se afastar dos malas é algo fundamental em um projeto de felicidade mais forte.
  7. Precisamos aprender a viabilizar financeiramente nossos potenciais, agradando ambos os clientes: o externo e o interno.
  8. Pessoas que não cumprem palavras são tóxicas e precisam ficar distantes.
  9. A prática do perdão recorrente nos torna mais humanos e mais resilientes para nossos próprios erros.
  10. Sua casa é apenas um espelho da sua mente. Arrume as duas.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“O homem que move uma montanha começa carregando pedras pequenas.” Confúcio.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Uma visão geral sobre Felicidade 2.0:

Estamos entrando na Civilização 2.0 que tem como característica principal o aumento da descentralização das atividades do Sapiens.

O objetivo de todos os Sapiens – mesmo que não admita isso – é ser mais feliz amanhã do que é hoje.

O problema principal do Sapiens 2.0 é o seguinte: aumentar a taxa da Felicidade 2.0 é algo muito mais complexo e sofisticado do que foi na Felicidade 1.0.

O aumento da taxa da Felicidade 2.0, mais do que nunca, exige um projeto mais forte e consistente.

Ajudar no aumento da taxa da Felicidade 2.0 passou a ser o foco da Bimodais, a partir de 2023.

Resumo feito pelo Tio Bard, com meus ajustes:

Métodos para uma vida mais feliz

Com uma visão mais adequada diante do cenário, superando os Paradigmas Limitantes e tendo clareza de seus potenciais, podemos partir para as sugestões dos melhores métodos de um Projeto de Felicidade 2.0 Mais Forte.

Aprendismo

A vida é cheia de desafios (também chamados de problemas). Ao aprender com eles, podemos tornar nossa vida mais fácil.

Disciplinismo

Ter rotinas criativas, sempre melhorando o que não funciona todos os dias, é essencial para irmos avançando.

Empreendedorismo

Precisamos encontrar formas de viabilizar financeiramente nossos potenciais para que eles passem a fazer parte da nossa rotina.

Foquismo

É importante focar no que podemos controlar e não no que não podemos.

Gratidãonismo

Aprender a agradecer pelas coisas boas da vida nos torna mais empáticos, nos ajudando a melhorar a nossa relação com os outros.

Honestismo

Cumprir nossas promessas e acordos é fundamental para construir relacionamentos saudáveis.

Minimalismo

Eliminar o que não é necessário nos ajuda a ter mais espaço e tempo para o que realmente importa.

Organizacionismo

Manter um ambiente organizado nos ajuda a pensar e agir de forma mais clara e eficiente.

Perdãonismo

Perdoar os outros nos ajuda a seguir em frente e a ser mais felizes.

Projetismo

Transformar nossas metas, sejam de que tamanho for, em projetos nos ajuda a alcançá-las de forma mais eficaz.

Relacionismo

Envolver-se com pessoas, lugares, situações e conteúdos mais saudáveis e nos afastar dos mais tóxicos é algo fundamental para nossa saúde física e mental.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na nova imersão. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024. Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação em duas lives, basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para manter o nosso projeto vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

O autor defende que é importante seguir a paixão, ou seja, o que nos motiva e nos coloca em estado de fluxo. No entanto, o grande desafio é transformar essa paixão em uma atividade profissional financeiramente sustentável.

Para isso, é importante definir de maneira ampla o que é o nosso Tapete de Aladim, ou seja, o que nos faz sentir vivos. Em seguida, precisamos atuar como um corretor entre dois clientes: nossos clientes internos (os cachorrinhos da motivação) e nossos clientes externos (que precisam ver valor nas atividades que nos motivam).

Décimo Ciclo de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens 2.0 terá que aprender a viver em um mundo com muito mais escolhas do que o 1.0.
  2. Ser feliz na Civilização 2.0 exigirá muito mais reflexão do que foi no passado.
  3. Quando falamos em “seguir a paixão”, estamos nos referindo ao que nos motiva, ao que nos coloca em estado de fluxo, ou nos faz subir no tapete de Aladim.
  4. O grande desafio de qualquer pessoa é conseguir transformar nossas vocações em atividades profissionais financeiramente sustentáveis.
  5. Chamo nossas fraquezas de Caverna do Dragão – que são lugares que temos verdadeiro pavor de entrar ou atividades que não gostamos de jeito nenhum.
  6. Quando conseguimos colocar nossos talentos para “rodar” as sensações positivas são acionadas e passamos a ter uma Taxa de Felicidade maior ao longo da vida.
  7. Muitas vezes tomamos decisões na vida irreais, viajantes, que não são baseadas em fatos e padrões. É quando deixamos nossa Mente Primária mandar nas nossas vidas.
  8. São poucas as pessoas que realmente vivem a vida de forma mais originalizada. A tendência é nos deixarmos massificar e entrar para o fluxo da manada.
  9. Diria que competimos com a visão mainstream de sucesso, armazenada na nossa Mente Primária, que impede que vivamos vidas mais significativas.
  10. Diria aqui que temos que ter uma persistência consistente e real. Não pode ser uma persistência inconsistente e irreal e nem falta de persistência.
  11. Isso faz parte de todos que querem se originalizar: aprender a lidar com o estranhamento – e mesmo a reprovação – de quem está no fluxo da manada.
  12. Quando se entra em estado de fluxo, o relógio deixa de existir.
  13. Quando o trabalho vira esporte, ou lazer, ir trabalhar é sempre uma diversão.
  14. Negócios, na verdade, é uma relação entre pessoas que estão se ajudando a serem mais felizes.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

O seu objetivo não deve ser o de procurar um emprego, nem mesmo uma carreira , mas procurar o seu chamado. Phil Knight.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Reflexões prévias sobre leitura de livros empreendedores:

O Sapiens 2.0 terá que aprender a viver em um mundo muito mais escolhas do que o 1.0.

Isso significa que não temos apenas que ter projetos profissionais, mas projetos de felicidade.

Ser feliz na Civilização 2.0 exigirá muito mais reflexão do que foi no passado.

Quanto mais aumentamos a descentralização dos ambientes:

  • Mais as pessoas precisam ser mais autônomas e mais responsáveis;
  • E quanto mais autônomas e mais responsáveis, mais precisarão se utilizar da Mente Secundária (mais reflexiva);
  • E quanto mais vamos usar a Mente Secundária, mais precisaremos de ferramentas conceituais mais fortes.

Por causa disso, leituras sobre empreendedorismo, ajudam bastante os Projetos de Felicidade 2.0.

Podemos promover a adaptação do que se sugere para as empresas e adotar as dicas para nossos projetos de Felicidade 2.0.

Vamos, a partir dessa constatação, analisar o livro de Phil Knight.

Síntese Tio Bardiana do livro “A Autobiografia do Criador da Nike”, Phil Knight :

Em “A Marca da Vitória: A Autobiografia do Criador da Nike”, Phil Knight conta a história de sua vida e da criação da Nike. O livro começa com Knight contando sobre sua infância e adolescência, destacando sua paixão pelo esporte e sua ambição de ser um empresário.

Após se formar na faculdade, Knight viaja pelo mundo por um ano, visitando países como Japão, Índia e Europa. Essa viagem o convence de que o Japão é o lugar certo para importar tênis de alta qualidade e baixo custo.

De volta aos Estados Unidos, Knight funda a Blue Ribbon Sports, que mais tarde se tornaria a Nike. Os primeiros anos da empresa são marcados por desafios, mas Knight é persistente e não desiste de seu sonho.

Em 1971, Knight conhece Bill Bowerman, um treinador de atletismo da Universidade de Oregon. Bowerman é um inventor brilhante e desenvolve uma nova tecnologia de sola de tênis que torna os calçados da Blue Ribbon Sports mais confortáveis e duráveis.

A parceria entre Knight e Bowerman é fundamental para o sucesso da Nike. Os dois homens compartilham uma visão ambiciosa para a empresa e trabalham incansavelmente para torná-la realidade.

Nos anos seguintes, a Nike cresce rapidamente e se torna uma das marcas de roupas esportivas mais populares do mundo. Knight é um dos homens mais ricos do mundo e é considerado um dos maiores empreendedores do século XX.

O livro “A Marca da Vitória” é uma leitura essencial para qualquer pessoa interessada em negócios, esportes ou empreendedorismo. O livro é bem escrito e envolvente, e oferece uma visão fascinante da vida de Phil Knight e da criação da Nike.

Aqui estão alguns dos principais aprendizados que podem ser extraídos do livro:

  • Siga sua paixão: Knight sempre foi apaixonado por esportes e empreendedorismo. Essas paixões o motivaram a fundar a Nike e a mantê-la no caminho certo.
  • Não desista de seus sonhos: Knight enfrentou muitos desafios ao longo da vida, mas nunca desistiu de seu sonho de construir uma grande empresa.
  • Crie parcerias fortes: A parceria entre Knight e Bowerman foi fundamental para o sucesso da Nike.
  • Tenha uma visão ambiciosa: Knight tinha uma visão ambiciosa para a Nike desde o início. Essa visão ajudou a empresa a se tornar o que é hoje.

O que tiramos do resumo Bardiano para Projetos de Felicidade 2.0?

Quando falamos em “seguir a paixão”, estamos nos referindo ao que nos motiva, ao que nos coloca em estado de fluxo, ou nos faz subir no tapete de Aladim.

O grande desafio de qualquer pessoa é conseguir transformar nossas vocações em atividades profissionais financeiramente sustentáveis.

A batalha para empeendedorizar nossos talentos, implica em um processo longo que precisamos não desistir.

É importante definir de maneira mais ampla o que é o nosso Tapete de Aladim.

A minha batalha para empeendedorizar meus talentos por exemplo foi a de:

  • Abrir campos novos, inexplorados, que teve uma longa fase operadora;
  • E depois dentro dessa perspectiva, caminhar para uma fase conceituadora.

O desafio para empeendedorizar talentos está no processo de atuar como um corretor entre dois clientes:

  • Nossos clientes internos (os cachorrinhos da motivação), que têm determinadas atividades que os fazem “balançar o rabinho”;
  • E nossos clientes externos que precisam ver valor nas atividades que nos motivam.

Eis a regra do processo de empeendedorizar nossos talentos:

  • Não adianta conseguir gerar valor para clientes externos, se as atividades que estamos realizando não atendem nossos cachorrinhos da motivação;
  • E nem adianta passar a fazer atividades que atendem nossos cachorrinhos da motivação, mas que não são financeiramente sustentáveis.

Quando Phil Knight sugere parcerias fortes, eu diria que precisamos sempre conhecer nossas fraquezas.

Chamo nossas fraquezas de Caverna do Dragão – que são lugares que temos verdadeiro pavor de entrar ou atividades que não gostamos de jeito nenhum.

Precisamos ter pessoas que possamos nos ajudar com a Caverna do Dragão.

Por fim, quando falamos de ambição do ponto de vista da Felicidade 2.0 é a de conseguir ter uma vida em que nossos talentos estarão sendo o tempo todo trabalhados.

Quando conseguimos colocar nossos talentos para “rodar” as sensações positivas são acionadas e passamos a ter uma Taxa de Felicidade maior ao longo da vida.

O que marquei ao longo da leitura?

  • “Mas o que me preocupava era ter de tomar decisões reais sobre a vida.”
  • O processo de tomada de decisões é uma parte agradável da jornada.” 
  • “ Os covardes jamais começaram ” , ele me dissera , “ e os fracos morreram ao longo do caminho . Assim , restamos nós ” .
  • Como todos os meus amigos , eu queria ser bem – sucedido . Mas ao contrário deles , eu não sabia o que isso significava . Dinheiro ? Talvez . Família ? Casa ? Claro , se tivesse sorte . Esses eram os objetivos que me ensinaram a aspirar , e parte de mim de fato os aspirava , instintivamente.”
  • “Eu queria que o meu tempo fosse significativo . Importante . E criativo . E mais do que tudo isso : diferente.”
  • Eu queria deixar uma marca no mundo . Eu queria vencer.”
  •  “ E se existir uma maneira de sentir o que os atletas sentem sem ter de ser atleta ? De praticar esportes o tempo todo em vez de trabalhar , ou , então , de gostar tanto do trabalho que ele se torna essencialmente a mesma coisa ? ” .
  • O que resta , contudo , é esta certeza reconfortante , esta verdade que é como uma âncora que jamais iria embora . Aos vinte e quatro anos eu tive uma Ideia Maluca e , de alguma forma , apesar de estar tonto com essa angústia existencial , como todos os jovens homens e mulheres em seus vinte e poucos anos , eu resolvi que o mundo era feito de ideias malucas . A história é uma longa procissão de ideias malucas . As coisas que eu mais amava – livros , esportes , democracia , livre iniciativa – começaram como ideias malucas.”
  •  “ Deixe que todos os outros chamem a sua ideia de maluca … Apenas siga em frente . Não pare . Nem pense em parar até chegar lá , e não pense muito onde fica esse ‘ lá ’ . O que quer que aconteça , apenas não pare ” .
  •  Todos receberam a minha paixão e a minha intensidade com suspiros profundos e olhares vazios .
  • Essa viagem , essa Ideia Maluca , seria a única maneira garantida de eu me tornar alguém diferente dele . Alguém menos respeitável.”
  •  Era fácil conversar com ele , e também era fácil não conversar – qualidades igualmente importantes num amigo . E essenciais num companheiro de viagem.”
  • Confúcio – O homem que move uma montanha começa carregando pedras pequenas.”
  •  Tinha sido incapaz de vender enciclopédias , e desprezei a situação toda . Saí – me ligeiramente melhor vendendo fundos mútuos , mas me sentia morto por dentro ao fazer aquilo . Então , por que vender tênis era tão diferente ? Porque , percebi , eu não estava vendendo . Eu acreditava na corrida . Acreditava que , se as pessoas saíssem para correr alguns quilômetros todos os dias , o mundo seria um lugar melhor , e acreditava que era melhor correr com aqueles tênis . As pessoas , sentindo a minha convicção , queriam parte daquela convicção para si . Convicção , concluí . A convicção é irresistível.”
  •  As pessoas acreditam , num ato reflexo , que competir é sempre algo bom , que traz o melhor das pessoas , mas isso só é verdade em relação às pessoas que esquecem a competição . A arte de competir , aprendi nas pistas , é a arte de esquecer , e nessa hora me lembrei disso.”
  •  É como diz Hesse – ela murmurou durante um dos jantares – , a felicidade é como , não quando.”
  •  Não diga às pessoas como quer que elas façam as coisas , diga – lhes o que fazer e deixe – as surpreendê – lo com os resultados.”
  • Se a minha vida seria só trabalho sem diversão , que pelo menos meu trabalho fosse divertido.”
  •  Queria construir algo meu , algo para o qual eu pudesse apontar e dizer : fui eu quem construiu isso.” Era a única maneira que eu via de fazer com que minha vida tivesse significado.”
  •   Mas éramos desajustados com uma missão.”
  • “Penso na frase “ são apenas negócios ” . Nunca são apenas negócios . Não deveriam ser . Caso se tornem apenas negócios , isso significa que os negócios vão mal.”
  • “Faça o que você sabe e ama fazer ( como correr ) . Haverá dias sombrios mesmo se você fizer isso . Se não fizer , os dias sombrios serão intoleráveis.”
  • “Mas veja desta forma : quanto mais você se esforçar , melhor será o Tao . E já que ninguém nunca definiu Tao , eu ainda vou à missa . Tenha fé em si mesmo , mas também tenha fé na fé . Não a fé definida pelos outros . A fé que você define.”
  • “A minha abordagem era oposta . É difícil estar lá fora : consiga a ajuda que puder . Pedir ajuda é apenas uma parte daquela busca eterna pela sabedoria.”
  • “O seu objetivo não deve ser o de procurar um emprego, nem mesmo uma carreira , mas procurar o seu chamado.”
  • “ Você só não pode fracassar … na última vez que tentar.”

O que comento a partir do que marquei?

  • “Mas o que me preocupava era ter de tomar decisões reais sobre a vida.”

Acho interessante o aspecto “reais”.

Muitas vezes tomamos decisões na vida irreais, viajantes, que não são baseadas em fatos e padrões. É quando deixamos nossa Mente Primária mandar nas nossas vidas.

  • “ Os covardes jamais começaram ” , ele me dissera , “ e os fracos morreram ao longo do caminho . Assim , restamos nós ” .

Nesta citação o que ele diz?

São poucas as pessoas que realmente vivem a vida de forma mais originalizada. A tendência é nos deixarmos massificar e entrar para o fluxo da manada.

  • “Eu queria que o meu tempo fosse significativo . Importante. E criativo . E mais do que tudo isso : diferente.”

Aqui, agregaria, não diferente, mas que fizesse sentido para os cachorrinhos dele. Que fossem atividades motivadoras.

  • Eu queria deixar uma marca no mundo . Eu queria vencer.”

Acho uma conversa Essenciológica interessante.

Vencer tem um espírito de competição, de trófeu, de chegar na frente.

Na verdade, quem é nosso competidor?

Diria que competimos com a visão mainstream de sucesso, armazenada na  nossa Mente Primária, que impede que vivamos vidas mais significativas.

  •  “ E se existir uma maneira de sentir o que os atletas sentem sem ter de ser atleta ? De praticar esportes o tempo todo em vez de trabalhar , ou , então , de gostar tanto do trabalho que ele se torna essencialmente a mesma coisa ? ” .

Quando o trabalho vira esporte, ou lazer, ir trabalhar é sempre uma diversão.

  • “ Deixe que todos os outros chamem a sua ideia de maluca … Apenas siga em frente . Não pare . Nem pense em parar até chegar lá , e não pense muito onde fica esse ‘ lá ’ . O que quer que aconteça , apenas não pare ” .

Diria aqui que temos que ter uma persistência consistente e real. Não pode ser uma persistência inconsistente e irreal e nem falta de persistência.

  •  Todos receberam a minha paixão e a minha intensidade com suspiros profundos e olhares vazios.”

Isso faz parte de todos que querem se originalizar: aprender a lidar com o estranhamento – e mesmo a reprovação – de quem está no fluxo da manada.

  • Confúcio – O homem que move uma montanha começa carregando pedras pequenas.”

Boa frase para expressar a importância da disciplina.

  •  Tinha sido incapaz de vender enciclopédias , e desprezei a situação toda . Saí – me ligeiramente melhor vendendo fundos mútuos , mas me sentia morto por dentro ao fazer aquilo . Então , por que vender tênis era tão diferente ? Porque , percebi , eu não estava vendendo . Eu acreditava na corrida . Acreditava que , se as pessoas saíssem para correr alguns quilômetros todos os dias , o mundo seria um lugar melhor , e acreditava que era melhor correr com aqueles tênis . As pessoas , sentindo a minha convicção , queriam parte daquela convicção para si . Convicção , concluí . A convicção é irresistível.”

Note que ele era o mesmo vendedor, mas ele estava vendendo algo em que ele acreditava.

Foi a passagem de uma visão de atividade profissional de sobrevivência para uma missionária.

Naquele momento da história, correr era algo que ainda não era pop.

O que ele queria era, via venda de tênis, incentivar que as pessoas corressem.

Não estava vendendo tênis, mas incentivando o hábito da corrida, que era uma demanda latente da sociedade e que acabou virando rotina.

  •  As pessoas acreditam , num ato reflexo , que competir é sempre algo bom , que traz o melhor das pessoas , mas isso só é verdade em relação às pessoas que esquecem a competição . A arte de competir , aprendi nas pistas , é a arte de esquecer , e nessa hora me lembrei disso.”

Uma boa metáfora para o estado de fluxo.

Quando se entra em estado de fluxo, o relógio deixa de existir.

  •  É como diz Hesse – ela murmurou durante um dos jantares – , a felicidade é como, não quando.”

Boa frase também.

  • Se a minha vida seria só trabalho sem diversão, que pelo menos meu trabalho fosse divertido.”

Boa, dei destaque.

  •  Queria construir algo meu , algo para o qual eu pudesse apontar e dizer: fui eu quem construiu isso. Era a única maneira que eu via de fazer com que minha vida tivesse significado.”

Deixar uma marca, tornar a nossa existência menos vazia de sentido.

  •   Mas éramos desajustados com uma missão.”

O termo desajustado é interessante para sinônimo de inquieto. Diria que ele era um desajustado pé no chão.

  • “Penso na frase “ são apenas negócios ” . Nunca são apenas negócios . Não deveriam ser . Caso se tornem apenas negócios, isso significa que os negócios vão mal.”

Negócios, na verdade, é uma relação entre pessoas que estão se ajudando a serem mais felizes.

  • “Faça o que você sabe e ama fazer ( como correr ) . Haverá dias sombrios mesmo se você fizer isso . Se não fizer , os dias sombrios serão intoleráveis.”

A demanda de um inquieto por desafios é sempre maior.

  • “Mas veja desta forma : quanto mais você se esforçar , melhor será o Tao . E já que ninguém nunca definiu Tao , eu ainda vou à missa . Tenha fé em si mesmo , mas também tenha fé na fé . Não a fé definida pelos outros . A fé que você define.”

Bom.

  • “O seu objetivo não deve ser o de procurar um emprego, nem mesmo uma carreira , mas procurar o seu chamado.”

Dei destaque.

  • “ Você só não pode fracassar … na última vez que tentar.”

Ou seja, persistência consistente o tempo todo.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Comecei esta semana uma avaliação para definir os nosso grupos dos Bimodais Exógenos (aquelas que pessoas que recebem material da escola, mas não estão dentro dela).

Criei um formulário para entender como você está aproveitando o que produzo todos os dias, que pode ser acessado e respondido aqui: https://encurtador.com.br/egiLQ

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na nova imersão. O valor é de R$ 715,00, ficando até o final de junho de 2024. Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação em duas lives, basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para manter o nosso projeto vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte cnepomu@gmail.com

Agradeço o preenchimento do formulário, o retorno a esta mensagem, a adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Pessoal, com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon:
https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

A Psicologia 2.0 tem um aspecto mais preventivo, que visa disseminar algumas formas de pensar e agir para melhorar a vida das pessoas.

Décimo Ciclo de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quando se sugere Projetos de Felicidade, na verdade, estamos entrando no campo da Psicologia Preventiva.
  2. Todo o esforço para que possamos ter uma vida melhor é, na verdade, a capacidade que podemos ter de reprogramar o nosso sistema operacional instalado na Mente Primária.
  3. Num mundo mais dinâmico, as pessoas precisam ter uma capacidade de lidar de forma muito mais adequada com os problemas que crescem exponencialmente.
  4. A Psicologia 1.0 focava muito no problema e não na solução.
  5. Dessa forma, a Psicologia Preventiva deve ser disseminada o máximo possível para que se reduza a demanda por problemas de saúde mental mais graves.
  6. Com a chegada do Sapiens 2.0, há uma demanda por cada vez mais Projetos de Felicidade Mais Fortes para se viver num mundo mais complexo.
  7. A Psicologia Preventiva resgata os conceitos e metodologias de uma vida mais feliz do passado e os atualiza.
  8. Obviamente, que há diferentes problemas de saúde mental e nem todos se resolvem apenas com ferramentas de Projetos de Felicidade.
  9. A Psicologia 2.0 tem um aspecto mais preventivo, que visa disseminar algumas formas de pensar e agir para melhorar a vida das pessoas.
  10. A Psicologia 2.0 é mais afinada com o atual cenário, pois dá respostas mais rápidas para um mundo mais mutante e com mais desafios.
  11. Quando imaginamos modificar as nossas vidas e alterar a programação do nosso sistema operacional, precisamos de novos códigos.
  12. Toda vez que temos algo que funciona e não sabemos o motivo, temos uma tendência a atribuir a forças inexplicáveis.
  13. A Psicologia 2.0 tem um foco maior no subconsciente, deixando de focar, como é a Psicologia 1.0, mais no Inconsciente.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Deixamos de fazer as coisas que mais nos ajudam .” Stutz e Michels.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Análise geral do autor:

O livro “O método” de Phil Stutz & Barry Michels é um exemplo típico do que podemos chamar da Psicologia 2.0.

A Psicologia 2.0 tem um foco maior no subconsciente, deixando de focar, como é a Psicologia 1.0, mais no Inconsciente.

A Psicologia 2.0 tem um aspecto mais preventivo, que visa disseminar algumas formas de pensar e agir para melhorar a vida das pessoas.

Temos pequenos problemas na nossa vida, que um pouco de mudança de atitude pode nos ajudar a superá-los.

Obviamente, que há diferentes problemas de saúde mental e nem todos se resolvem apenas com ferramentas de Projetos de Felicidade.

Diria, assim no papel da Psicologia Preventiva:

  • Todas as pessoas devem procurar adotar Projetos de Felicidade Mais Fortes para ter vidas melhores;
  • E algumas pessoas, além de adotar Projetos de Felicidade Mais Fortes, precisam também de um apoio mais direcionado para problemas mais estruturais e profundos.

Dessa forma, a Psicologia Preventiva deve ser disseminada o máximo possível para que se reduza a demanda por problemas de saúde mental mais graves.

Digo mais.

Com a chegada do Sapiens 2.0, há uma demanda por cada vez mais Projetos de Felicidade Mais Fortes para se viver num mundo mais complexo.

A Psicologia 2.0, assim, teria como possibilidades:

  • A disseminação cada vez maior de Projetos de Felicidade;
  • O uso até de Máquinas Inteligentes que Aprende com o Uso (Inteligência Artificial);
  • E um trabalho específico para problemas mais profundos e graves de forma mais personalizada.

O pessoal tem chamado, na minha opinião de forma equivocada, o novo movimento da Psicologia 2.0, que tem um forte viés preventivo, de Psicologia Positiva.

Não gosto, pois estaria fazendo um contraponto a uma pretensa Psicologia Negativa.

O que há de novo neste campo que estamos entrando agora?

Há uma preocupação maior com uma espécie de Psicologia Preventiva.

(Agradeço a sugestão de nome à Bimodal Endógena, Fernanda Pompeu.)

A Psicologia Preventiva, que vai aumentar a sua atuação na Civilização 2.0, resgata os conceitos e metodologias de uma vida mais feliz do passado e os atualiza.

Segundo Tio Bard a Psicologia Preventiva é:

“A psicologia preventiva é uma área da psicologia que se preocupa com a prevenção de problemas psicológicos. Ela se baseia na ideia de que é melhor prevenir do que remediar.”

Quando se sugere Projetos de Felicidade para as pessoas, na verdade, estamos entrando no campo da Psicologia Preventiva.

No livro, Método se percebe a dificuldade de lidar com este novo campo.

Vejamos em detalhes a mudança da Psicologia 1.0 para a 2.0:

  • A Psicologia 1.0 focava muito mais no problema e não na solução;
  • A Psicologia 1.0 se dedica muito ao trabalho com o inconsciente e não com o subconsciente.

Num mundo mais dinâmico, as pessoas precisam ter uma capacidade de lidar de forma muito mais adequada com os problemas que crescem exponencialmente.

Quando falamos em Psicologia Preventiva ou Projetos de Felicidade estamos, na verdade, procurando lidar com nossa Mente Primária.

A Mente Primária tem todo um lado inconsciente, mas tem um lado subconsciente bem ativo e é com ele que estamos aprendendo a lidar.

Todo o esforço para que possamos ter uma vida melhor é, na verdade, a capacidade que podemos ter de reprogramar o nosso sistema operacional instalado na Mente Primária.

O trabalho com o subconsciente é algo ainda bastante novo.

Por causa disso, o livro fala muito em ferramentas, pois é preciso criar rotinas para se aprender a lidar com o subconsciente.

Os autores defendem que estão operando com forças superiores e sugerem que é preciso ter fé nos métodos que funcionam.

A meu ver, eles chegaram nas metodologias  que funcionam melhor, mas ainda não conseguiram entender por que funcionam melhor, os padrões.

Toda vez que temos algo que funciona e não sabemos o motivo, temos uma tendência a atribuir a forças inexplicáveis.

Diria que o subconsciente é, basicamente, a base da Mente Primária, que se divide em duas áreas:

  • O armazenamento de conceitos, informações, conhecimento;
  • E um sistema operacional, que nos guia nas nossas atitudes.

Quando imaginamos modificar as nossas vidas e alterar a programação do nosso sistema operacional, precisamos de novos códigos.

A Psicologia 2.0 é mais afinada com o atual cenário, pois dá respostas mais rápidas para um mundo mais mutante e com mais desafios.

Os dois autores são psicoterapeutas operacionais e estão utilizando as ferramentas com êxito.

Por não terem explicações mais razoáveis por que estão dando certo, caminham um pouco na direção da fé.

O que eu diria é o seguinte.

Está dando certo, tem alguma explicação mais lógica, que eles ainda não conseguiram chegar.

É uma questão de tempo até entendermos as causas por que tais ferramentas geram resultados.

Vamos a síntese feita pelo Tio Bard do livro.

Síntese Tio Bardiana do livro:

O método: 5 ferramentas para gerar coragem, criatividade, força de vontade e uma vida com propósito é um livro escrito pelos psicoterapeutas Barry Michels e Phil Stutz. O livro apresenta um método de cinco ferramentas que visam ajudar as pessoas a superar obstáculos e alc