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Um dos principais erros profissionais é focar em problemas e não em fenômenos.

Fenômenos causam problemas, problemas são sintomas de relações inadequadas com fenômenos.

Quem se dedica a fenômenos tem mais chance de ajudar a minimizar os problemas.

Pneumonia é um fenômeno e a febre que ela causa é um sintoma, que causa problema ao doente.

O médio estuda doenças no pulmão. Quanto mais ele entende do fenômeno, mais tem chance de ajudar.

Obviamente, que a relação do cliente com o fenômeno faz parte do aprendizado. Existem os aspectos psicológicos da inadequação da relação fenômeno-cliente.

O profissional é alguém que faz o meio de campo entre fenômeno-cliente para melhorar a taxa de adequação do cliente com ele.

Fenômenos tem, assim, padrões e sintomas. Um profissional inexperiente olha para os sintomas, o mais experimente para os padrões.

A melhor forma de descobrir os padrões de qualquer fenômeno é analisar as suas recorrências no passado.

Assim, há uma anatomia histórica dos fenômenos para identificar causas, possíveis consequências, sintomas, relação dos clientes com o fenômeno.

A partir da análise das recorrências do passado, podemos identificar o que é estrutural (o que não muda) e o que é conjuntural (aquilo que muda conforme cada recorrência).

Definido os padrões, pode-se analisar as características específicas de mais uma manifestação do dado fenômeno.

O objetivo do que podemos chamar de Fenomenologia é chegarmos a uma anatomia do fenômeno, que nos permite a cada caso traçar um diagnóstico, um prognóstico e tratamento

Quando se quer analisar um determinado problema é preciso assim conhecer o fenômeno que provoca o problema.

O Digital, por exemplo, é uma Revolução Midiática Civilizacional, fenômeno social recorrente, que, ao analisar o passado, nos permite entender muito melhor o que vem e o que virá.

Se você não faz uma boa anatomia do fenômeno, você pode ficar restrito apenas ao sintoma e não as causas.

É isso, que dizes?

 

“A maior vantagem competitiva de uma empresa é a visão do futuro.”Hamel e Prahalad;

O Futurismo não foi inventado agora. Desde que o sapiens saiu das cavernas, praticamos algum tipo de Futurismo.

O Futurismo é uma ferramenta humana para traçar cenários e tomar decisões melhores hoje sobre algo que vai ocorrer no curto, no médio e longo prazo.

O Futurismo, por necessidade, tem se profissionalizado com o tempo, pois o mundo foi ficando cada vez mais complexo e o futuro menos óbvio.

Saímos do profetas e videntes do passado, para a tentativa de um Futurismo cada vez mais científico.

E aí temos duas ferramentas futuristas para aplicar em cenários distintos:

  • O Futurismo Indutivo é recomendado para cenários estáveis, que faz levantamento e análise dos fatos sem questionar os paradigmas (podemos chamar também de Futurismo Normal, por adaptação dos conceitos de Thomas Kuhn);
  • O Futurismo Dedutivo é recomendado para cenários instáveis, que faz ajustes nos paradigmas para, só então, fazer o levantamento e a análise dos fatos. (podemos chamar também de Futurismo Extraordinário, por adaptação dos conceitos de Thomas Kuhn).

O Futurismo Indutivo trabalha com o levantamento, análise e síntese dos fatos e o dedutivo na procura de novos padrões para depois analisar os fatos.

O Futurismo Dedutivo faz revisões filosóficas e teóricas para, só então, sugerir mudanças metodológicas e operacionais.

Quanto mais o cenário se torna instável, mais precisamos rever os paradigmas filosóficos e teóricos, pois há algum erro maior ou menor na nossa base conceitual sobre a sociedade.

O que estamos assistindo hoje é que os futuristas de plantão estão tentando colocar um prego na parede do futuro com uma chave de fenda.

As organizações, principalmente as tradicionais, que têm um forte legado com o passado estão perdidas pela baixa qualidade do Futurismo que praticam.

Sem o uso do Futurismo Dedutivo, que mergulha na revisão dos paradigmas, se conseguirá muito pouco. Simples assim, trágico assim.

É isso, que dizes?

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A filosofia é uma ferramenta para o sapiens viver melhor.

A filosofia, assim, é um rabo para que o “cachorro humano” seja mais feliz.

A filosofia sugere perguntas estruturais para que possamos ir melhorando as respostas ao longo do tempo.

O que importa na filosofia NÃO são os filósofos, a história deles, mas aquilo que eles modificaram ou nas perguntas ou nas respostas.

As respostas progressivas ajudam as pessoas e os grupos a viver melhor, por isso, o que importa na filosofia é o que os filósofos do passado nos ajudam nesse aspecto.

Hoje, se criou um ensino de filosofia muito mais preocupado com a vida dos filósofos do que com as sugestões das respostas progressivas que eles sugeriram.

Hoje em dia estamos cercados de filósofos caixa baixa, que praticamente fazem da filosofia mais uma disciplina para decorar nomes e datas, ao invés de usá-la para ajudar as pessoas a viver melhor.

É isso, que dizes?

“Hoje, recebemos mais informação em um dia do que uma pessoa durante toda sua vida no século XVIII”Times;

Com o excesso de informação pós-digital, se recebe muito, mas se aprende muito pouco.

O primeiro passo para sair de uma leitura de baixa taxa de eficácia, é ter na sua atividade profissional uma pergunta foco.

Uma pergunta foco – e não uma área de atuação –  nos leva a procurar, ao longo do tempo, ter respostas progressivas.

O objetivo tanto da pergunta foco, quanto da resposta progressiva é ajudar clientes a lidar melhor com determinado fenômeno.

Vejamos o relacionamento entre estes fatores:

  • Fenômenos ocorrem e podem gerar problemas para as pessoas (tal como a pandemia).
  • Problemas são fruto de relações não adequadas com determinados fenômenos.
  • Profissionais são chamados para ajudar a clientes a lidar de forma mais adequada com determinados fenômenos.
  • Um profissional eficaz cria perguntas focos para ajudar clientes a ter uma relação mais adequada com fenômenos.
  • Perguntas focos geram respostas progressivas, que serão melhoradas ao longo do tempo.

Quando um Profissional (caixa alta) vai ler algo (ou consumir qualquer tipo de conteúdo ligado à sua pergunta foco) vai procurar entender como pode melhorar a sua resposta progressiva.

Assim, não se deve fazer uma leitura às cegas, mas saber o que cada uma vai melhorar as respostas progressivas.

Há, assim, um dever de casa de cada profissional que é:

  • descobrir na sociedade relações inadequadas dos clientes com fenômenos;
  • transformar essa relação inadequada em uma pergunta foco, a minha, por exemplo: “ajudar pessoas, profissionais e organizações a lidar melhor com o mundo digital”;
  • e, a partir da pergunta foco, iniciar a procura constante das respostas progressivas.

O aumento da taxa de eficácia do aprendizado profissional, onde se inclui a leitura de livros dependerá destes passos.

É isso, que dizes?

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Maturidade é o que acontece quando aprendemos a só nos importarmos para o que vale à pena.” – Mark Manson.

Por mais que nós enganemos, vamos morrer. E há algum necessidade natural de deixar algum tipo um legado.

Queremos que, de alguma forma, um “eu conceitual” sobreviva ao “eu físico”. O legado pretendido, assim, quase sempre irá definir o que chamamos de propósito.

Porém, há dois tipos de legados pretendidos: o tóxico, aquele que você não viverá feliz só pensando na vida depois que morre. E o saudável, o oposto disso.

Uma vida mais “feliz”, a meu ver, é uma contínua “musculação”  das nossas particulares individualidades.

O propósito está diretamente ligado em descobrir nossas particulares individualidades para que possamos colocá-las no nosso cotidiano.

Uma vida mais feliz é aquela em que acordamos segunda feira motivados, pois nossas particulares individualidades serão musculadas ao longo da semana.

Assim, o propósito não é algo que se faz para os outros, mas algo que nos causa bem estar ao longo da nossa existência.

O propósito é uma espécie de Rivotril para que possamos nos sentir no longo prazo uma felicidade estrutural e não alegrias conjunturais.

Quando se pratica rotineiramente nossas particulares individualidades, naturalmente, vamos criando um legado, mas não como causa, mas como consequência.

Assim, um legado saudável é aquele que ocorre quando praticamos nossa particular individualidade ao longo da nossa vida.

Quando me perguntam, assim, o que é a felicidade, posso dizer que é conseguir viver de forma sustentável musculando nosso propósito existencial. O legado vem naturalmente.

Num mundo mais aberto, mais descentralizado, mais empreendedor vai se aumentar, cada vez mais, a demanda por legados saudáveis, vindo da prática de particulares individualidades.

É isso, que dizes?

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“Para entender uma situação desconhecida, lançamos mão de elementos conhecidos e, por causa disso, não conseguimos entendê-la.”Proust;

Vivemos hoje uma profunda crise do pensamento. Pensamos de forma inadequada, pois mudamos o ambiente, mas ainda não a nossa mentalidade.

Nossa mentalidade foi preparada para um mundo menos inovador, menos mutante, menos conectado, com muito menos informação do que o atual.

Temos aí dos problemas.

É preciso modificar a formação das crianças e jovens para que possam lidar com esse novo cenário mais mutante e com abundância de informação.

É preciso readaptar, dentro do que é possível,  a mentalidade dos adultos para que possam ficar menos inadequados a este novo mais mutante e com abundância de informação.

A filosofia, apesar de tudo que fizeram de equivocado com ela recentemente, é o remédio ideal para a crise de mentalidade que estamos passando.

A filosofia surgiu como uma necessidade de promover algumas perguntas e respostas para que pudéssemos nos adaptar aos diferentes cenários de sobrevivência.

A ideia que a filosofia é uma “viagem na maionese” é um dos fatores de crise de mentalidade que estamos vivendo.

A filosofia tem perguntas focos e respostas progressivas, que são a “ponta do novelo” de tudo aquilo que pensamos e agimos nas nossas vidas.

Muito das relações inadequadas que temos com a realidade vêm da dificuldade de:

  •  ter consciência das melhores perguntas e respostas filosóficas;
  • e saber responder da melhor forma possível as diferentes perguntas filosóficas, pois todas são integradas e sinergéticas.

Na filosofia, temos perguntas focos – aquelas que são estruturais e permanentes em todos os momentos da história da nossa Tecnoespécie.

Na filosofia, temos respostas progressivas – aquelas que são conjunturais, que variam nos diferentes momentos da história da nossa Tecnoespécie.

Note, assim, que as perguntas filosóficas não mudam, o que se altera é flexibilidade que precisamos ter para respondê-las.

As perguntas focos estruturais são as seguintes:

  • De onde viemos? (Metafísica);
  • Quem somos? (Existencial);
  • Como viver melhor? (Ética);
  • Como saber o que é menos mentira e mais verdade na busca por uma vida melhor? (Epistemologia);
  • Qual é a forma menos violenta e menos injusta de se organizar uma sociedade? (Política)
  • Qual é deve ser o papel da arte papel da arte para nos levar a uma vida melhor? (Arte).

O aumento ou redução da taxa de inadequação com a realidade de cada pessoa ou de determinado grupo vem das respostas adequadas às perguntas focos centrais da filosofia.

Mais ainda.

As respostas progressivas precisam estar articuladas entre si, pois o que você responde em uma tem impacto nas demais.

As respostas progressivas filosóficas precisam ser vistas como um grande bloco, um sistema interligado e sinergético.

É isso, que dizes?

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“A nossa cultura atual confunde atenção com sucesso.” – Mark Manson.

Todo mundo quer ter milhares de seguidores.

Mas isso é sucesso?

Algumas coisas importantes.

Sucesso é um processo e não uma estação de trem.

Sucesso é conseguir tirar do armário seus potenciais.

O sucesso, portanto, é um processo endógeno, que vem de dentro para fora. Você tem consciência de que está na estrada adequada.

Podemos dizer que é o sucesso endógeno é o saudável, aquele que mantém alta a sua taxa de felicidade estrutural.

Podemos dizer ainda que é o sucesso exógeno é o tóxico, aquele que mantém alta a sua taxa de felicidade conjuntural, mas não a estrutural.

A felicidade estrutural preenche a nossa necessidade de completar o vazio existencial, que todos temos.

Com as tecnopossibilidades do digital, cresceu exponencialmente a demanda pela admiração rápida.

Faz-se aquilo que o senso comum quer consumir, o que geralmente não gera felicidade estrutural.

A sensação é de alegria e euforia passageira.

É isso, que dizes?

 

 

“Na instabilidade, é preciso separar as mudanças conjunturais das estruturais.”Miles D. White.

A chegada de uma nova mídia – isso não é novo –  é um detonador de um processo de aceleração das mudanças na sociedade.

Uma nova mídia quebra barreiras de interação de tempo e lugar entre as pessoas e isso provoca uma aceleração das mudanças.

O Digital, em particular, é uma mídia que permite mudanças muito rápidas, pois é toda baseada em códigos, que são fáceis de serem alterados.

Além disso, há uma inovação constante nos equipamentos, como o lançamento anual de novos smartphones.

Podemos dizer que houve um radical aumento da taxa de inovação e o que demorava muito tempo para ser alterado, hoje é muito mais acelerado.

Nossas mentes foram preparadas, ao longo das últimas gerações, para viver em um mundo menos mutante do que o atual e há uma necessidade de adaptação, mesmo para os mais jovens.

Quando temos um cenário mais estável, desenvolvemos a capacidade de analisar fatos e utilizamos o método de análise indutivo – observação dos fatos sem revisão dos padrões.

Quando temos um cenário mais instável, desenvolvemos a capacidade de analisar padrões e utilizamos o método de análise dedutivo – revisão dos padrões para, só então, analisar os fatos.

Num cenário mais estável, promovemos, em geral, uma capacidade de alteração de hábitos. Num cenário mais instável, precisamos desenvolver a habilidade da revisão de valores.

Os valores definem, em geral, nossos hábitos. E ambos criam um apego a determinadas condutas, que passam a ser invisíveis e muitas vezes, inacessíveis. Portanto, impossíveis de serem alteradas.

Podemos dizer que os hábitos e valores não foram conscientemente trabalhados e, por causa disso, a pessoa não sabe como começar o processo de mudança.

Vivemos hoje uma alta taxa de Zecapagodismo, na qual hábitos e valores foram criadas de forma exógena (de fora para dentro) e não de maneira endógena (de dentro para fora).

Vivemos hoje uma alta taxa de Massificação das pessoas, na qual as pessoas não optaram por seus hábitos e valores, mas foram deixando “a vida os levar”.

As pessoas, nessa fase final e início de uma nova era civilizacional, são apegadas a valores e hábitos que não foram submetidos a uma lógica interna.

Os processos educacionais futuros terão que resgatar a missão original da filosofia – a contínua procura da felicidade – para que as pessoas possam procurar, de dentro para fora, seus valores.

Muito do que achamos hoje que são valores, são hábitos e muito do que deveriam ser valores simplesmente nunca paramos para pensar sobre eles.

Num mundo mais mutante haverá a necessidade da personalização dos valores, através do resgate do que realmente funcionou no tempo, desde que saímos das cavernas.

Como lidar com um mundo mais mutante? Escolhendo valores estruturais e adotando hábitos flexíveis, sabendo que podem ser alterados conforme as circunstâncias.

É isso, que dizes?

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“A única constante é a mudança.”Heráclito.

Mudar é ir para outro. É algo, como diz Heráclito, que ocorre sempre, mas não paramos para pensar adequadamente sobre o tema.

O primeiro tipo de mudança parte da sua origem: exógena (de fora para dentro) ou endógena (de dentro para fora) das pessoas ou dos grupos.

A Pandemia e a Internet são mudanças exógenas, já você, por conta própria, decidir mudar de bairro ou de emprego são mudanças endógenas.

O segundo tipo de mudança se deve a alterações de hábitos e valores. Hábitos são arraigados, mas muito menos do que valores.

O terceiro aspecto que podemos observar é a velocidade. Quanto mais rápida for a mudança, seja endógena ou exógena, seja alteração de hábitos e/ou valores, mais aumentará a taxa de dificuldade para se adaptar à ela.

Podemos desenhar os três fatores de mudança na seguinte figura:

Podemos, a partir dos três aspectos das mudança dizer o seguinte:

  • quanto mais exógena (de fora para dentro) for a mudança, mais difícil será a adaptação à ela;
  • quanto mais obrigar a alteração de valores, mais difícil será a adaptação à ela;
  • quanto mais rápida for, mais difícil será a adaptação à ela.

E podemos, a partir dos três aspectos das mudanças, trabalhar com taxas de dificuldade às mudança, que varia, obviamente, de pessoa para pessoa.

Quanto mais exógena, rápida e alterar valores, de maneira geral, mais as mudanças sofrerão resistência e causarão sofrimento e vice-versa.

É isso, que dizes?

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Torça para uma vida cheia de bons problemas.” – Mark Manson.

Em 2005, um aluno levantou o dedo e me perguntou: “Como a minha empresa se torna competitiva neste mundo digital?”.

Naquele momento, eu não sabia (nem ele) que eu tinha chegado aos 50 anos à minha pergunta foco. Aquela questão que iria definir o rumo da minha vida nas últimas décadas.

Há anos que procuro a melhor resposta para aquela pergunta “como lidar com o digital?”, através de uma Resposta Progressiva.

Uma Pergunta Foco e a procura da melhor Resposta Progressiva, através do contato permanente com o cliente é o grande segredo para um aprendizado eficaz.

É muito comum, entretanto, as pessoas se enxergarem como profissionais não de perguntas e respostas, mas de áreas, setores – o que é muito tóxico para o aprendizado.

A filosofia do aprendizado sem perguntas e respostas é, ao meu ver, o principal problema para que as pessoas consigam ser um profissional de excelência.

Se você não tem uma Pergunta Foco, você irá ler, assistir palestras, participar de seminários sem saber o que pode ser aproveitado e o que não pode para a sua Resposta Progressiva.

A Resposta Progressiva exige de você a criação de algum tipo de documentação pessoal, na qual você pode ir aprimorando, através da produção de conteúdo, a forma de pensar e agir.

Quando você lê, ouve, faz um curso deixa de ser uma “folha em branco” (sei que nada sei), mas passa a ser alguém que está construindo a melhor Resposta Progressiva possível.

Com essa metodologia Bimodal de Aprendizado de Excelência, você consegue aproveitar muito mais cada “input” que recebe e avalia o que agrega e o que não, para sua Resposta Progressiva.

Por fim, como saber se a Resposta Progressiva para o seu Problema Foco está ficando melhor ou pior? Simples: pergunte para o seu cliente!

É isso, que dizes?

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Antes do Digital nós filtrávamos para publicar e agora se publica para filtrar.” – Clay Shirky.

O banimento de Donald Trump na semana passada do Twitter e Facebook escancara uma crise que já vinha latente há muito tempo.

Vivemos hoje a maior mudança administrativa da história do Sapiens. Estamos saindo do modelo “lobo” (Gestão) para o das “formigas” (Curadoria).

Na Curadoria, o centro não cuida mais do controle de qualidade do conteúdo, dos serviços e produtos. Isso é distribuído para que as pontas assumam este papel.

A Revolução Midiática Digital propicia não uma mudança de metodologia na administração, mas uma profunda alteração nas bases filosóficas do controle.

Podemos dizer, adaptando Clay Shirky, que na gestão se filtrava para publicar e se garantia, assim, a qualidade, a partir do centro. Hoje, deixa publicar e a qualidade é definida diretamente pelos usuários.

Todo o sucesso das BigTechs se deve justamente pela adoção desse novo modelo filosófico de uma qualidade que vem de baixo para cima, que garante exponencialidade a baixo custo.

Porém, a Curadoria, uma nova forma completamente disruptiva de administrar a sociedade é algo totalmente novo e difícil de ser assimilado. Está dando ainda os primeiros passos.

Plataformas de todos os tipos, inclusive as de conteúdo, muitas vezes insistem em querer controlar a qualidade, a partir do centro e não deixar os usuários decidirem o que é adequado, ou não.

Na Curadoria, o que gera escalabilidade, baixa o custo e garante a exponencialidade é justamente “deixar rolar” os usuários classificar, desde motoristas do Uber a apartamentos do AirBnb.

Plataformas de conteúdo, como o Twitter e Facebook, teoricamente, dentro da nova filosofia, deveriam ser neutras no conteúdo e se preocupar exclusivamente com a forma.

Plataformas Curadoras de Conteúdo não deveriam se importar no que é colocado dentro delas, deixando que os usuários julguem e classifiquem o que é adequado, ou não.

Plataformas Curadoras de Conteúdo deveriam apenas melhorar os algoritmos para que os os usuários pudessem gerenciá-los da melhor forma possível.

O papel da Plataforma Curadora é a de ser uma reguladora de interações, via algoritmos, aperfeiçoando-os gradualmente para que todos possam acessar o que quiserem, a partir de seus respectivos critérios e valores.

Porém, o que temos assistindo no avançar do digital, em diversos projetos, é um modelo híbrido que podemos chamar de “Gestoria” uma mistura de alguma coisa de Curadoria, mas ainda muito da filosofia da Gestão.

Ainda estamos – nessa primeira etapa da Revolução Digital – com nossas mentes intoxicadas pela Gestão, no qual o centro ainda acredita que é, de alguma forma, responsável pela qualidade do conteúdo.

O problema das Big Techs é de que, apesar da plataforma vender a ideia de que é Curadora, o modelo administrativo interno ainda pratica a filosofia da gestão.

Nas atuais Plataformas de Conteúdo há um “dono que manda“, além de investidores, gerentes, gestores, que acreditam que são responsáveis, de alguma forma, pela qualidade do que circula lá dentro.

A qualidade em uma plataforma curadora – repito – não é a do conteúdo que é postado, mas da forma de como é gerenciado, via algoritmos, pela comunidade de usuários.

A censura ao presidente dos EUA, por motivos políticos, tirou o véu da pseudo-imparcialidade das Plataformas de Conteúdo, abrindo a seguinte pergunta: o que são elas exatamente?

Vivemos hoje um momento em que os chamados dois polos de embate esquerda e direita são falsos. A verdadeira encruzilhada é Gestão ou Curadoria (sem controle do centro)?

A Curadoria é uma forma mais sofisticada e inteligente de gerar prosperidade para uma Tecnoespécie que conseguiu, por mérito, a proeza de chegar à casa dos 8 bilhões de habitantes.

O que apostamos que vai ocorrer é, no curto prazo, uma tentativa frustrada de se criar plataformas que terão conteúdo “do outro lado”, o que não vai ajudar muito a resolver o problema futuro.

O que vai desenredar, entretanto, o nó civilizacional, no longo prazo, será o surgimento, de forma gradual, de Plataformas Curadoras Blockchenizadas , nas quais os algoritmos serão distribuídos e sem chance de controle central.

Nas Plataformas Blockchenizadas não haverá um dono que possa censurar, pois não se conseguirá mexer nos algoritmos depois que forem criados.

As pessoas escolherão o ecossistema que achar melhor e teremos o avançar da terceira etapa da revolução civilizacional em curso: digitalização, uberização e blockchenização.

Nas Plataformas Blockchenizadas não haverá a concessão de um “dono da plataforma” em não censurar conteúdo, pois será impossível que isso ocorra.

O Blockchain, que vai dominar todas as plataformas, incluindo as de conteúdo, substituirá o atual poder das BigTechs. Será uma ruptura radical na forma de organizar a sociedade.

A censura ao presidente dos EUA, independente se você gostou, ou não, é incompatível com esse um futuro cada vez mais distribuído.

A demanda por plataformas blockchenizadas vai ganhar um impulso cada vez maior depois da censura a Trump. A crise, amigos e amigas, anotem, saiu do armário.

É isso, que dizes?

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O certo é aquilo que vem de fora para dentro.

O adequado é o que vem de dentro para fora.

que está em perfeita conformidade com algo; adaptado, ajustado.

2.

apropriado ou conveniente.

É relacional com os valores do que você define em viver cada vez melhor.

Uma pessoa com baixa taxa de autonomia diante da vida, em geral, procura sempre estar certa. Uma com alta, adequada.

A adequação se refere a algo que é definido antes. Meus valores que eu escolhi, algo que refleti, me guiam.

E o que eu faço, onde vou, com quem me relaciono são mais ou menos adequados.

Meus valores não são fixos, pois posso descobrir que alguns deles precisam ser revistos.

Assim, são adequados para o momento que estamos vivendo.

O certo é algo que congela. O adequado, não.

É isso, que dizes?

“O homem está sempre disposto a negar tudo aquilo que não compreende.”Blaise Pascal.

Que estamos nos horizontalizando, todo mundo percebe. John Naisbitt fala isso no livro dele “Megratrends“, já em 1982.

Falar da horizontalização como um sintoma é parte do desafio diante do enigma do digital. A principal barreira, entretanto, é identificar o motivo.

Podemos, diante de qualquer fenômeno, de dois tipos de causas conhecidas: a primária e a secundária.

Uma febre foi provocada por uma pneumonia (secundária), que ocorreu por que a pessoa foi submetida a um frio intenso (primária).

O avanço da ciência é a descoberta de causas primárias, até então, desconhecidas, como, por exemplo, a relação entre aumento populacional e o surgimento de novas mídias.

A maior parte dos analistas que estudam a atual horizontalização acreditam que é um fenômeno sem causa aparente. Acontece como algo impossível de se compreender cientificamente.

A horizontalização que estamos vivendo faz parte de um fenômeno recorrente da jornada humana. Uma resposta espontânea ao aumento populacional.

A causa da atual horizontalização é o aumento populacional, que se inicia (fator detonante), a partir da chegada e massificação de uma nova mídia.

Na macro história, podemos observar, com o aumento da complexidade demográfica, um processo contínuo de horizontalização da informação e da administração.

A chegada da mídia digital, com uma anatomia mais horizontal, permitiu que a sociedade pudesse começar a viver um processo de horizontalização mais radical e exponencial.

Mas isso é muito importante observar: a tendência pelo horizontalização atinge as pessoas de diferentes maneiras. Quanto mais apegado ao antigo modelo, mais difícil é aceitar e se adaptar ao novo.

Uma tecnoespécie como a nossa (podem haver outras em outros planetas) pode crescer a população e se vê obrigada, sem opção, de horizontalizar o modelo administrativo.

Quem não se horizontalizar ao longo do tempo, por algum motivo, perde a capacidade de aumentar a taxa de prosperidade e aumenta a da pobreza.

Quem não se horizontalizar ao longo do tempo, por algum motivo, passa a virar zona de abandono reduzindo a taxa de zona de atração.

Podemos afirmar que uma tecnoespécie, que tem o aumento populacional como um movimento estrutural, tem na horizontalização progressiva uma característica permanente, apenas com idas e vindas.

A horizontalização progressiva tem fases incrementais, radicais e disruptivas, que variam conforme a anatomia das novas mídias que chegam e se massificam.

Vivemos hoje o resultado da horizontalização provocada pela chegada do digital. O objetivo: permitir ao Sapiens lidar melhor com 8 bilhões de habitantes.

É isso, que que dizes?

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Uma nova verdade científica não triunfa porque os que se opunham a ela veem a luz e saem convencidos, mas porque eles acabam morrendo e surge uma nova geração mais familiarizada com ela.” – Thomas Kuhn. 

Todas as teorias sociais que temos sobre a sociedade se iniciam, a partir das respostas que conseguimos apresentar para a pergunta “Quem somos?“.

Hoje em dia é senso comum nas ciências sociais afirmar que somos uma espécie racional, cultural, que teve origem de uma espécie similar a dos macacos.

Marshall McLuhan (1911 – 1980) – um dos maiores filósofos do século passado –  ainda pouco valorizado, sugeriu outra resposta para a mesma questão.

McLuhan sugeriu que somos uma Tecnoespécie, que quando cria tecnologias, se modifica com elas, principalmente, quando inventamos e massificamos novas mídias.

Tal afirmação filosófica existencial “Somos uma Tecnoespécie” tem efeito dominó EXPONECIAL em todas as ciências sociais.

As tecnologias deixam, a partir de McLuhan, de ter um papel neutro na sociedade, mas são a chave para entender diversas mudanças sociais, que não tinham, até então, explicação.

A visão filosófica de “Somos uma Tecnoespécie Midiática” de McLuhan, são a senha para compreender as alterações civilizacionais, que estamos passando neste novo século.

Arriscaria dizer que sem as respostas filosóficas de McLuhan não se conseguirá compreender o presente e nem o futuro que teremos. Simples assim.

Anota isso e prende em cima da tela do seu computador: as Ciências Sociais abrem uma nova Era Paradigmática, a partir de McLuhan.

Percebe-se, a partir da visão McLuhaniana,  que há um padrão civilizacional em espiral, com os seguintes fatores: aumento populacional, novas mídias, novas formas de organizar a sociedade, novo ciclo de aumento populacional.

Tal visão McLuhaniana da sociedade é o que Thomas Kuhn chamou fase final de momento de anomalia, quando surge uma explicação muito melhor do que as atuais para explicar algo, até então, inexplicável.

A nova visão McLuhaniana sobre a sociedade humana nos diz o seguinte: nossa espécie é aquilo que as tecnologias nos possibilitam que sejamos, a cada etapa da nossa jornada.

Novas tecnologias, assim como novas ideias, criam novas “paredes do nosso Tecnoaquário” que nos permitem fazer o que era impossível anteriormente, tomo como voar ou viajar para outros planetas.

É preciso começar, urgente, uma nova etapa das Ciências Sociais, pós McLuhaniana, se quisermos entender e projetar o que o futuro nos reserva.

É isso, que dizes?

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É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe.” – Epíteto.

Desde que o Sapiens apareceu pela Terra se iniciou o processo do que podemos chamar de “globalização”. Globalizar significa ocupar o planeta, gradualmente, de seres humanos.

Nossa tecnoespécie, quando pode, tem a tendência a aumentar a população e globalizar – não é algo novo, mas antigo. O que muda é a taxa de globalização que conseguimos.

O ato de globalizar é algo estrutural da espécie, uma gradual e, cada vez maior, espacial, depois informacional e, por fim, de trocas comerciais.

Gradualmente, fomos saindo de civilizações isoladas de baixa conexão entre elas, através do gradual repetitivo e contínuo surgimento de novas mídias.

O que temos no mundo contemporâneo, assim, não é a novidade da “globalização”, mas uma continuação de algo que ocorre desde os tempos das cavernas.

A novidade contemporânea não é a globalização como fenômeno único e isolado, mas a exponencial capacidade das pessoas trocarem entre si, possibilitada pela chegada do Digital.

Muitos analistas consideram que podemos analisar o novo século, tendo a globalização como referência e causa principal das mudanças que estamos assistindo.

Porém, a globalização não é causa das mudanças é mais uma das consequências da Revolução Midiática Civilizacional Digital. Não se pode confundir o rabo com o cachorro.

A globalização é consequência direta da característica de qualquer Tecnoespécie (podendo ter outras no universo): a complexidade demográfica progressiva.

O aumento demográfico progressivo praticamente nos obriga a, cada vez mais, nos conectar uns aos outros para garantir a melhor qualidade de sobrevivência. Essa é a causa da globalização continuada.

O aumento demográfico progressivo nos obriga, de tempos em tempos, alterar as tecnologias midiáticas para que possamos criar modelos de comunicação mais sofisticados, integrando cada vez mais pessoas.

A globalização continuada, assim, é algo estruturante da espécie, que começou desde que iniciamos nossa jornada como sapiens. O que muda apenas é a taxa de conexão que conseguimos atingir com as mídias disponíveis.

É isso, que dizes?

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“Um homem aponta o céu. O tolo olha o dedo, O sábio vê a lua.”provérbio chinês.

A epistemologia é o espaço da filosofia que é utilizado para entender a realidade: separar o que é menos para o mais próximo dela.

Um dos preceitos básicos da epistemologia é a capacidade de separar o que é estrutural do que é conjuntural de qualquer fenômeno da realidade.

Outro preceito relevante da epistemologia é a capacidade de separar o que é causa do que é consequência.

Se formos conceituar o ano de 2020, por exemplo, não podemos chamar de “o ano da doença”, pois, na verdade, tivemos um aumento CONJUNTURAL da taxa de doenças.

Ficar doente, de quando em vez, é algo ESTRUTURAL em qualquer ser vivo, o que varia é a taxa de quantidade que isso ocorre.

Podemos dizer ainda que não podemos chamar a pneumonia, por exemplo, de doença da febre, pois a febre é um sintoma da doença e não o contrário.

A pneumonia é uma doença que ataca o pulmão que é a CAUSA do doente passar a ter febre (SINTOMA).

Vejamos o conceito equivocado da Sociedade da Informação, geralmente comparado com o que vem depois da Sociedade Industrial.

Informação é algo estruturante em uma Tecnoespécie. Toda a sociedade SEMPRE será da Informação, o que varia é a taxa para mais ou para menos.

Informação é algo estruturante em uma Tecnoespécie. Toda a sociedade SEMPRE será da Informação, o que também varia são as tecnologias de produção e consumo da mesma.

Tivemos, assim, a sociedade da informação gestual, oral, escrita e agora digital, que aumenta exponencialmente a taxa de quantidade de dados circulante na sociedade.

A indústria, como a área de serviços, bem como os consumidores, passam a viver nesse novo ambiente tecno-informacional.

Vivemos, se quiserem, na sociedade digital, mas não da informação, pois o que é conjuntural é a chegada de novas tecnologias informacionais e não termos mais informação!

Evite usar conceitos inadequados, pois, a partir deles decisões equivocadas serão tomadas, com prejuízo para pessoas, organizações e para a própria sociedade.

É isso, que dizes?

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“Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir.”Sêneca.

Vamos estabelecer alguns, até então desconhecidos, padrões do sapiens: quando se aumenta a população há um processo gradual de massificação das pessoas.

Mais gente significa, mais produtos e serviços. E isso nos leva, gradualmente e naturalmente, a ir, aos poucos, massificando corações e mentes para ir atendendo à demanda.

Aumentos populacionais, fique sabendo, rima com massificação da sociedade.

A massificação da sociedade provocada pelo aumento populacional não é um movimento consciente ou planejado, mas do tipo ordem natural e espontânea.

Estamos saindo, com a chegada da Internet, de um longo processo de massificação iniciado nos últimos dois séculos.

A massificação gera uma crise civilizacional, pois as pessoas perdem gradualmente a sua capacidade de criar uma identidade mais personalizada.

Hoje, temos alta taxa de Zecapagodismo no coração e mente de cada pessoa: a vida muito mais está nos levando do que nós a ela.

Vivemos hoje uma profunda crise filosófica: todas as ferramentas disponíveis para que possamos ter uma vida mais personalizada estão sendo muito pouco utilizadas.

A crise civilizacional, como no passado, começa a ser dirimida com a chegada da Internet, que possibilita uma produção personalizada para grande quantidade.

A Internet abre espaço para que as pessoas comecem a consumir de forma personalizada e isso abre espaço para que haja muito mais escolhas.

E quando o ser humano está diante de mais escolhas NECESSARIAMENTE precisa definir qual é a “sua praia” – o que quer mais e o que quer menos.

As questões filosóficas “o que estamos fazendo aqui?”, “para que serve nossas vidas?” “como posso ter uma vida mais significativa” saem do armário nas revoluções midiáticas.

Com a chegada da nova mídia se inicia um forte movimento para que se tenha o aumento da taxa de propósito, que vai muito além de ser algo bacana e esotérico.

Numa sociedade mais aberta, após revoluções midiáticas, há mais competitividade para sobreviver, e é preciso descobrir como gerar mais valor para os clientes.

As pessoas numa sociedade mais competitiva têm mais dificuldade de gerar valor para o cliente se não estão “apaixonadas” pelo que fazem.

Saber o que ser quer, no que você realmente é diferenciado, já é e será cada vez mais um diferencial competitivo para sobreviver no atual patamar competitivo.

O aumento da demanda pelo aumento da a taxa de propósito tem gerado uma avalanche de ofertas de coaching, livros e palestras de “autoajuda”.

E voltamos a Sêneca, num mundo em que cada vez temos mais opções, quem não sabe para onde quer ir, verá o seu barquinho sem rumo e perdido no meio do oceano.

É isso, que dizes?

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“Nós não temos um problema de excesso de informação, mas de filtros.” – Clay Shirky;

Toda Revolução Midiática Civilizacional traz para a sociedade um aumento exponencial da quantidade de informação circulante.

Há, como diz Clay Shirky, uma crise dos filtros. É preciso inventar novas formas de filtragem, tanto de forma objetiva como subjetiva, dentro de cada Sapiens.

Objetivamente, estamos criando um conjunto enorme de filosofias, teorias, metodologias, tecnologias para resolver o novo patamar muito mais elevado de complexidade informacional.

Subjetivamente, vamos precisar, isso começa muito lentamente, desenvolver novas formas de refletir, com uso intenso de ferramentas filosóficas.

A primeira ferramenta filosófica relevante para lidar com o excesso de informação é o aumento da taxa do senso de propósito para poder separar o que é mais ou menos adequado para nossa vida.

A segunda ferramenta filosófica relevante para lidar com o excesso de informação é o aumento da taxa do senso epistemológico para aumentar nossos critérios do que é menos para o mais verdadeiro.

Revoluções Midiáticas Civilizacionais são marcadas pelo surgimento de longos ciclos de renascimento filosófico, no qual se resgata antigos e se cria novos conceitos.

A filosofia volta a sua origem: deixa de ser uma disciplina, como é tratada agora, para que se decore nomes de filósofos e volta a ser uma fundamental ferramenta humana para se viver melhor.

Já há um aumento radical de filósofos ajudando pessoas a pensar melhor. E isso só tende a aumentar.

Assim, a resposta da pergunta: como lidar melhor com o excesso de informação? Podemos dizer que com novas tecnologias e metodologias e, principalmente, muita filosofia!

É isso, que dizes?

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Linguagens humanas foram criadas para se tomar decisões de sobrevivência.

Como uma Tecnoespécie pode aumentar de tamanho, temos gradualmente o aumento da complexidade das decisões.

E as linguagens de plantão já não dão conta da demanda por decisões cada vez mais complexas.

E surge a necessidade de uma nova mais sofisticada.

Gestos, oral, escrita e, agora, por rastros.

É isso, que dizes?

O Sapiens é uma espécie que tem, diferente das outras, uma alta taxa de autonomia instintiva.

Outros animais sobrevivem do instinto.

É da nossa essência sermos obrigados a aprender a sobreviver, através do aprendizado contínuo e da reflexão.

A sobrevivência do Sapiens é resultado de escolhas, que podem ser conscientes, ou não.

A filosofia deveria ser o espaço, no qual refletimos sobre estas escolhas.

Podemos dizer que pessoas e grupos, que vivem melhor são aqueles que:

– tomaram consciência das opções filosóficas;

– e escolheram aquelas que tiveram melhores resultados comprovados no passado.

A filosofia, assim, é parte integrante de tecnoespécies como a nossa (podem existir outras).

Crises humanas são marcadas pela baixa taxa de diálogo filosófico.

Momentos como o atual, no qual a filosofia não é ensinada e, quando é,  não é como uma ferramenta de melhoria da qualidade de vida, mas apenas mais um conteúdo para se decorar.

Sem filosofia, o sapiens reduz a taxa de opções de sobrevivência e acaba por ficar mais perto de outras espécies.

É isso, que dizes?

Já vimos que um sistema filosófico é um espiral ascendente, em que cada uma das respostas nos leva mais para cima e novas perguntas surgem.

São elas:

Metodologia filosófica – como organizar o sistema filosófico?

Existencial – Qual é a nossa essência?

Ética – Como viver melhor, a partir da essência?

Epistemologia – como saber o que é mais verdadeiro, a partir da ética?

Política – Como organizar a sociedade, a partir de todas as premissas acima?

Todas as questões e respostas são encadeadas, mas não em forma de degrau, como sugeriu o objetivismo de Ayn Rand, mas em espiral.

O espiral ascendente é uma resposta nova para a pergunta da organização do sistema filosófico.

McLuhan, por exemplo, ao lançar a ideia da Tecnoespécie (não com este nome) alterou uma resposta padrão de espécie “racional e cultural”.

Tal mudança afeta todo o espiral num efeito dominó.

Há, claramente, uma ordem mais lógica.

Não se pode, por exemplo, responder questões epistemológicas sem que se defina o propósito do conhecimento.

A ética define o propósito. É o conteúdo.

E o conhecimento é a ferramenta para que caminhe, sempre em espiral, nessa direção.

É isso, que dizes?

 

 

Na vida existe algo que podemos chamar de efeito dominó.

Os dominós estão articulados entre si e a  queda de um pode significar a de vários outros em cadeia.

Se você tem uma boa intenção para resolver um determinado problema tem que se preocupar com efeito dominó.

Ao se pensar dessa maneira, nem sempre determinado tipo de ação por melhores intenções que as pessoas tenham, terão os resultados esperados.

A ação pode parecer extremamente interessante bem intencionada, mas os efeitos colaterais poderão ter o efeito contrário do desejado.

Tudo que é feito com atuação na realidade tem que ser baseado em princípios matemáticos, científicos, para que os resultados possam ser bem avaliados.

É isso, que dizes?

Conceitos são ferramentas do pensamento humano criados para que tomemos decisões melhores.

É da qualidade dos conceitos criados, articulados em uma narrativa, que vivemos melhor.

Conceitos e narrativas precisam ter duas preocupações:

–  Percepção – refletir os fatos;

– Transmissão – transmitir o que se concluiu.

Conceitos, em geral, são formados por duas palavras.

Uma bem concreta e outra qualitativa (um adjetivo).

Cachorro Grande.

Cachorro é algo concreto.

Grande é da característica específica de um cachorro.

Tanto a percepção e a transmissão serão mais precisas.

Democracia, por exemplo, é algo também abstrato, pois pede que se defina que tipo de participação haverá.

Democracia republicana é algo preciso, que se distingue de Democracia Socialista praticada em Cuba.

Transformação Digital é um péssimo conceito, pois transformar é uma ação de passagem de algo para outro.

A nova forma tem que ser precisa.

Transformação de sexo.

O Digital é um conceito abstrato, que permite diversas interpretações.

Tais conceitos são usados, em geral, para a propaganda, para a venda, para unir pessoas em torno de algo ainda carente de explicação.

Cada pessoa, terá que definir o que entende por cachorro, democracia ou transformação, pois são conceitos que pedem complemento objetivo.

Transformação para a Uberização, por exemplo, é algo mais concreto.

Transformação para o modelo Netflix.

Ou algo do gênero.

É isso, que dizes?

 

Quando se conceitua, por exemplo, economia do compartilhamento se confunde conjuntura com estrutura.

Absoluto com taxas.

Expliquemos.

O que é estrutural num fenômeno não varia.

O ser humano é uma espécie que compartilha para sobreviver em grupos.

Um ermitão numa cabana isolada compartilha menos. Uma pessoa que mora em São Paulo compartilha mais.

Assim, não se pode definir uma economia como “do compartilhamento”, que seria uma visão absoluta.

A confusão comum entre estrutura e conjuntura.

Mas apenas se pode definir a quantidade, as taxas de compartilhamento: maior ou menor.

Revoluções midiáticas civilizacionais tendem a aumentar a taxa de compartilhamento.

E aumentos demográficos, sem nova mídia, tendem a diminuir, verticalizar a produção.

O mesmo se pode dizer sobre sociedade da informação, do conhecimento.

É um erro comum.

Se formos dar um nome podemos chamar de “Definição inadequada da essência”.

Até achar um conceito melhor.

(Aberto a sugestões).

É isso, que dizes?

Podemos dividir a forma de responder ao “Quem somos?” de duas maneiras:

Um sapiens com liberdade absoluta, ignorando a sua animalidade e, portanto, as demandas de sobrevivência;

Um sapiens com liberdade parcial, que leva em conta a sua animalidade e, portanto, as demandas de sobrevivência.

Podemos dizer que a liberdade absoluta nos leva às chamadas utopias de todos os tipos, pois se imagina que a sobrevivência é algo automático e não conquistado.

Já a liberdade parcial nos leva a vida coletiva por aprendizado, pois se imagina que a sobrevivência é algo conquistado e não automático.

O Sapiens, diferente das outras espécies, tem que inventar uma forma de sobreviver. E fazer escolhas, que podem resultar em prosperidade ou colapso.

É isso, que dizes?

Essência – aquilo que é o mais básico, o mais central, a mais importante característica de um ser ou de algo.

Diria que são as características estruturais, que não se alteram nunca.

Faz o contraponto a exterioridade, ao que é passível de mudança, conjuntural.

Aquilo que se modifica.

Quando analisamos uma borboleta podemos dizer que é da essência desse ser vivo a mutação de lagarta à borboleta.

E o tamanho e as cores das asas são exterioridades,  a conjunturais, que depende de diversos fatores.

Quando estudamos qualquer fenômeno, é preciso logo definir aparência, de exterioridades.

O Sapiens, por exemplo, têm na tecnologia a sua essência. E os tipos que cria são exterioridades.

Revoluções de mídia fazem parte da essência da nossa Tecnoespécie e o tipo da revolução fazem parte das exterioridades.

É isso, que dizes?

 

 

Para que serve o conhecimento?

Como saber que o que sabemos sobre algo é válido e adequado?

Em geral, o conhecimento é vazio, pois não tem uma métrica.

Antes de definir o conhecimento (na filosofia a área é a epistemologia), é preciso definir o propósito.

Onde estamos e para onde vamos?

E aí temos a área existencial ou metafísica.

Da resposta “para onde devemos ir?” se define que tipo de conhecimento é válido.

Existem várias respostas e a que adotei é a seguinte: devemos sobreviver da melhor forma possível.

E a referência é a Felicidade (caixa alta) Individual ou Felicidade Estrutural, aquela que nos permite dar um sentido para nossas vidas.

E aí se desdobra a ética.

Sobreviver como?

Como sobreviver sem abusar dos outros?

E aí é preciso definir a ética dos acordos voluntários. Na qual, os projetos de felicidade são compartilhados em trocas abertas e acordadas entre as pessoas.

Um sistema filosófico não pode ser visto, assim, como uma escada, mas um espiral, no qual uma resposta em um campo nos leva a outro e há um retorno, pois as respostas dadas precisam ser testadas.

E, como a filosofia é uma ferramenta para a felicidade, tem que ser testada e revista o tempo todo.

Uma nova resposta num campo, altera a do outro e assim sucessivamente.

É um sistema filosófico em espiral, que se inicia do seguinte ponto.

Somos uma Tecnoespécie, diferente das demais, mas que também precisa sobreviver.

Porém, nossa sobrevivência tem uma taxa muito menor de dependência genética.

E, por causa disso, precisamos fazer escolhas.

Por isso, a filosofia é tão importante, pois é o espaço de reflexão que nos permite fazer escolhas melhores.

Uma pessoa que não reflete sobre os temas filosóficos, adota-os sem saber.

E provavelmente terá uma vida de uma felicidade ou infelicidade massificada.

É isso, que dizes?

 

 

 

 

 

Tecnoespécies como o Sapiens (podem ter outras pelo universo) têm a capacidade de aumentar a população de forma integrada, algo que outros animais não conseguem.

Até a chegada da Prensa, em 1450, o Sapiens vivia em civilizações isoladas que viviam apogeus seguidos de colapsos localizados.

A chegada da Prensa, em 1450, foi, na verdade, a massificação da escrita, que estava restrita a muito pouca gente. Foi ali que se iniciou o processo de globalização.

Vivemos, ao longo dos últimos séculos, a globalização, que implica o aumento exponencial da interdependência entre todos os sapiens do planeta.

A massificação da escrita nos deixou de legado um movimento renascentista, que conseguiu conceber um modelo muito mais sofisticado de sociedade, unindo novas ideologias com novas tecnologias.

Foi este modelo mais sofisticado de sociedade, que se consolidou em 1800, que permitiu, pela primeira vez, um salto global de um para 8 bilhões de sapiens, em apenas 220 anos.

Muita gente critica o atual modelo de sociedade, mas isso é uma ingratidão. Hoje, 8 bilhões de pessoas podem viver, precariamente, ou não, algo que era impensável no passado.

Temos como legado uma crise civilizacional a ser resolvida, em função do mérito do atual modelo de sociedade, que precisa ser aprimorado.

A crise civilizacional apresenta sintomas em várias áreas e regiões. E o diagnóstico é o seguinte: a atual complexidade demográfica precisa de um modelo de sociedade mais sofisticado. Ponto!

A Pandemia de 2020 mostrou claramente isso: a sociedade de 8 bilhões precisa ser muito mais flexível, descentralizada, desterritorializada, destemporalizada do que a atual. Ponto!

Como no passado, estamos já agora em um período renascentista, no qual inovadores de todos os tipos estão criando a nova civilização mais adequada para a atual complexidade.

As pessoas com a pandemia tiveram a noção de que do jeito que está a coisa não vai e que é preciso mudanças muito mais profundas do que imaginavam.

Talvez,  2020 será conhecida no futuro como o ano em que “a ficha caiu”. A taxa de desapego do passado aumentou muito e isso é o legado positivo da atual pandemia.

É isso, que dizes?

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Muita gente tenta definir a sociedade atual, mas nada mais preciso e científico do que afirmar que chegamos, pela primeira vez, a 8 bilhões de sapiens.

A história nos mostra que a sofisticação da sociedade permite e estimula aumentos populacionais e nos leva a crises demográficas.

Hoje, o sistema produtivo mundial tem que gerar todos os dias algo em torno de 24 bilhões de pratos de comida. Uma marca inédita para o Sapiens.

Precisamos entender como a nossa Tecnoespécie se adapta no tempo: nova mídia, modelos produtivos mais sofisticados, mais gente, crise e novas mídias, novamente.

Atribuir a atual crise ao capitalismo se compara a culpar a mãe por ter concebido trigêmeos.

Diferente dos colapsos do passado, há neste novo século uma diferença relevante para que a atual crise demográfica seja superada: conexão entre o sapiens.

O que permite uma Tecnoespécie superar crises demográficas é a sua capacidade inovadora de inventar, de forma cíclica, novas ideologias e novas tecnologias.

Precisamos de mentes brilhantes, que têm muito mais chance de aparecer entre oito bilhões de possibilidades.

A nova Civilização 2.0 surge justamente pela tecnopossibilidade que temos de reinventar o ambiente social, a partir de um novo Macro Modelo Administrativo.

Podemos dizer que o pior da Crise Demográfica já passou. Temos agora a chance de iniciar a resolução dos problemas com as novas Tecnopossibilidades.

Nosso grande problema atual não é superar a natural dificuldade de desapegar dos hábitos, privilégios, interesses e mentalidades da civilização passada.

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Se queres conhecer o futuro, estuda o passado.” – Confúcio ( 552 a.c e 489 a.c).

Quando analisamos determinado fenômeno, é preciso, antes de tudo, entender quais são seus Ciclos de Recorrência.

Cometas passam próximos da terra de séculos em séculos, assim como eclipses, que não ocorrem todos os dias. São exemplos de Ciclos de Recorrência Longos.

O nascimento do sol ou a mudança de fases da lua são exemplos típicos de Ciclos de Recorrência Curtos.

Assim, o primeiro passo quando vamos analisar qualquer fenômeno é definir qual é Ciclo de Recorrência do mesmo: curto ou longo?

O principal erro de análise sobre o mundo digital é justamente este: 99% dos analistas sobre o tema interpreta que é um Ciclo de Recorrência Curto, quando, na verdade é Longo.

O Fator Detonante do Mundo Digital é caracterizado pela chegada e massificação de novas mídias, que é um Fenômeno Social de Ciclo de Recorrência Longo.

Mídias não se alteram todos os dias. E para que possamos entender as causas e as consequência da chegada delas é preciso sair da micro e caminhar para a macro história.

Além disso, as mídias fazem parte do DNA da nossa espécie. São as próteses tecnológicas, que utilizamos para definir o nosso Macro Modelo de Comunicação.

A Antropologia, assim, se torna a melhor ferramenta para entender o digital por dois motivos: permite o estudo da macro história e tem o sapiens como foco.

Optamos na Bimodais de criar a nova ciência Antropologia da Sobrevivência, que permite analisar o Digital na dimensão necessária.

Sem essa visão macro do Digital,  sempre tendemos a analisar apenas os sintomas e nunca as causas e consequências: muita sombra e pouca luz.

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Estamos lendo na Escola Bimodal o livro “Colapso” de Jared Diamond.

O livro “Colapso” de Diamond analisa e procura entender por que diversas civilizações isoladas do passado viveram grandes crises e muitas foram extintas.

Podemos dizer que nas civilizações do passado tivemos : surgimento de ambiente social, político e econômico mais sofisticado, que permitiu aumento populacional e, na sequência, incapacidade de administrar a nova complexidade demográfica.

A sobrevivência humana, diferente da dos outros animais, é feita de escolhas (conscientes ou inconscientes), que podem resultar em melhoria ou piora da qualidade de vida de cada pessoa ou dos grupos.

A sobrevivência de uma tecnoespécie como a nossa tem como característica um espiral adaptativo, no qual o aumento populacional é o fator da maior parte das crises.

Quanto mais gente houver no planeta, mais sofisticadas terão que ser as sociedades.

No passado, lemos isso no livro “Colapso” de Diamond, as civilizações isoladas não conseguiram sofisticar o ambiente social para enfrentar principalmente booms demográficos.

Hoje, a grande vantagem do mundo globalizado, interdependente e conectado é que temos um inusitado aprendizado constante na forma de pensar e agir.

Hoje, temos saídas criativas para a atual Complexidade Demográfica de oito bilhões de sapiens, que estão sendo testadas e propostas num determinado lugar, que rapidamente são adotadas em outros.

Os colapsos do passado ocorreram, pois as Civilizações Isoladas não tiveram capacidade de resolver determinados impasses com o seu próprio repertório.

Hoje, temos enorme dever de casa pela frente: criar civilização mais sofisticada, através de melhorias, pela ordem: do sistema filosófico, metodológico/tecnológico e, por fim, operacional.

Temos sim a pesada herança produtiva de oito bilhões de sapiens, mas, por outro lado, a chance de surgir um exército de inovadores de todos os tipos para solucioná-la.

A macro história demonstra que o aumento das trocas criativas, via novas mídias, favorece muito o surgimento, como já ocorre, de uma grande onda renascentista.

O pior já passou (principalmente o século passado). O futuro promete ser muito melhor.

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Muitos dos meus alunos, quando chegam na escola tem o péssimo hábito do que podemos chamar de “Leitura Netflix”: lê muito, mas aproveita pouco.

O principal problema da Leitura Netflix é filosófico: quando você lê livros profissionais, não lê para você, mas para o seu cliente.

Um profissional precisa resolver o problema de alguém para gerar valor e poder sobreviver. Então, o seu aperfeiçoamento, via leitura, tem o foco na melhoria do resultado para o cliente.

A leitura profissional com foco no cliente é uma bússola, pois você pode aferir, a cada livro, se foi útil, ou não, na sua forma de pensar e agir.

Um PROFISSIONAL (caixa alta) precisa desenvolver a melhor narrativa (filosofia e metodologia) para entender o fenômeno do qual é especialista e a melhor forma de lidar com ele.

A narrativa profissional é como se fosse um “banquete”,  que você está preparando para o seu cliente e cada livro é uma visita ao “supermercado” para comprar “ingredientes”.

Quando você lê algum livro profissional, vai procurar nele algo para mudar ou reforçar a forma como você pensa e age sobre o seu problema foco.

Você não lê profissionalmente como se fosse um filme do Netflix, mas desenvolve método de “pegar em cada prateleira” (autor)” aquilo que pode te ajudar a ser um profissional cada vez melhor.

Temos alguns graves problemas nas leituras profissionais, que impedem que a “leitura focada em uma narrativa” seja feita:

  • as pessoas não se veem como solucionadores de um determinado problema, mas profissionais de uma área ou setor;
  • as pessoas acreditam que estão lendo para o seu aperfeiçoamento profissional e não para servir cada vez melhor ao seu cliente;
  • as pessoas não desenvolvem a sua personal narrativa, estão muito mais na onda do zecapagodismo, deixa a narrativa dos outros me levar.

Cada livro que é lido na Leitura Focada para o Cliente é um ou mais tijolos colocados na sua “casa” para aperfeiçoar a sua capacidade de enxergar e resolver determinado problema.

A métrica se você está lendo bem é sempre feita pelo cliente. Quanto mais valor você passa a gerar para ele, mais  é sinal de que o método de leitura praticado está adequado e vice-versa.

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Nossa querida tia Ayn Rand (1905 – 82) defendeu a ideia que o Sapiens é uma espécie, diferente dos outros animais, que tem alta taxa de liberdade para alterar o seu destino.

Por causa da nossa maior liberdade genética, temos a OBRIGAÇÃO  de responder uma série de perguntas para poder sobreviver melhor.

Tecnoespécies têm essa característica: a sobrevivência não é instintiva, mas precisa ser adquirida para que se possa viver melhor ou pior – tanto pessoas, quanto grupos.

Nós não somos como as outras espécies que deixamos a vida nos levar. Para sobreviver, o sapiens precisa pensar, escolher, decidir e para isso serve de maneira geral a FILOSOFIA (com caixa alta).

Há um preconceito generalizado (e tem motivo) contra a filosofia (caixa baixa), que não está voltada para ajudar o sapiens a sobreviver, voltada apenas para o umbigo dos pseudo-filosófos.

Gosto de chamar a FILOSOFIA (caixa alta) de um Sistema Básico e Opcional de Sobrevivência, no qual algumas perguntas são levantadas para que você procure as melhores respostas na sua vida.

O Sistema Básico e Opcional de Sobrevivência cria perguntas fundamentais para que pessoas e grupos possam viver de forma mais consciente, reflexiva e, portanto, melhor.

É da qualidade das escolhas feitas diante do Sistema Básico e Opcional de Sobrevivência que cada pessoa e grupo pode obter mais ou menos qualidade de vida.

A FILOSOFIA (caixa alta), portanto, não é algo opcional, mas obrigatório na vida do sapiens. Quanto mais responder e praticar as respostas mais adequadas, mais sua vida será melhor ou pior.

As perguntas fundamentais de Sistema Básico e Opcional de Sobrevivência (SBOC) são as seguintes:

Qual é a melhor forma de organizar o próprio SBOC? (Metodologia Filosófica)

Quem somos, de onde viemos e para onde vamos?  (Metafísica Aplicada)

O que podemos fazer para viver melhor? (Ética)

Como saber que estamos no caminho pretendido? (Epistemologia)

E como devemos nos organizar em grupo para que todos possam viver melhor? (Política)

Momentos como o atual, fim e início de uma Era Civilizacional torna fundamental a revisão e o diálogo sobre o Sistema Básico e Opcional de Sobrevivência.

É da qualidade dessa revisão do Sistema Básico e Opcional de Sobrevivência que pessoas e grupos poderão viver melhor ou pior dentro da Civilização 2.0.

É isso, que dizes?

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Toda vez que inventamos uma tecnologia, ela precisa ser “civilizada” pelas pessoas.

Civilizar tecnologias significa muitas vezes criar novos paradigmas filosóficos, teóricos, metodológicos para poder ir para o operacional.

Uma coisa é alguém que inventa a tecnologia e outra bem diferente é como os beneficiários da mesma vão compreendê-la e utilizá-la.

As mídias são as tecnologias centrais da espécie. Tudo o que fazemos de interação, de intermediação, de trocas, de aprendizado tem forte influência da mídia de plantão.

Depois da chegada de novas mídias há um período de “civilização midiática“, na qual, antes de tudo, filósofos precisam ajustar as premissas da nova forma de sobreviver.

As novas mídias, antes de tudo, trazem novas tecnopossibilidades de reintermediação mais sofisticadas, que precisam ser conceituadas.

Já estamos vivendo, como no passado, um movimento de renascimento civilizacional, típico de Revoluções Midiáticas.

Renascimentos Civilizacionais têm por objetivo criar novos paradigmas para que possamos utilizar as novas mídias e, assim, resolver problemas antes insolúveis.

Podemos chamar, para ficar na moda, o Renascimento Civilizacional de “grande reset“. Porém, diferente do que está se propondo por aí, ele será longo e descentralizado.

Precisamos de um novo mapa filosófico, que definirá os novos paradigmas civilizacionais para que teóricos e metodológicos possam aplicar nas diferentes áreas, de forma operacional.

É isso, que dizes?

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O Sapiens é uma espécie que precisa tomar decisões baseadas em conceitos e não no instinto como as demais.

Quanto mais os conceitos forem precisos, mais serão úteis para a tomada de decisão e vice versa.

A política (ciência da organização, direção e administração de nações), sem dúvida, é algo fundamental para que as pessoas possam sobreviver cada vez melhor.

Quando escolhemos conceitos políticos para decidir os rumos da sociedade, eles precisam ser ter uma alta taxa de precisão para que as pessoas possam escolher adequadamente.

Esquerda e direita são originalmente conceitos de localização geográfica, que foram adaptados para a política. Direita e esquerda não são, na verdade, conceitos, mas apelidos.

Ninguém tem dúvida numa estrada quando o Waze fala em dobrar a direita. Mas todo mundo precisa de mais explicações quando alguém se diz de direita ou de esquerda.

Na análise que fazemos da história, estudando as Revoluções Midiáticas Civilizacionais, podemos identificar duas visões distintas em como organizar sociedades: a centralizadora e a descentralizadora.

A visão descentralizadora contemporânea, que tem origem nas pesquisas de Adam Smith (1723 – 90), a sociedade deve estimular que o poder venha do indivíduo para o centro, a partir da criação de ordens espontâneas (mão invisível).

A visão centralizadora contemporânea, que tem origem nos estudos de Karl Marx (1818 – 1883), a sociedade deve estimular que o poder venha do centro, a partir da criação de ordens dirigidas e centralizadas.

Existem diversas variações dos dois modelos, mas basicamente podemos dizer que sempre haverá uma encruzilhada política, que tenderá para o incentivo da centralização ou da descentralização na política e, por sua vez, na economia.

Os estudos da Antropologia da Sobrevivência (ciência que estuda revoluções midiáticas civilizacionais) consegue identificar um Espiral Adaptativo do Sapiens, que nos leva no longo prazo da centralização para a descentralização.

O Espiral Adaptativo do Sapiens tem as seguintes etapas que se repetem de forma distinta: mais gente, novas mídias, novo modelo mais descentralizado, mais gente…

Nossa Tecnoespécie, ao aumentar a complexidade demográfica, precisa – para sobreviver melhor – criar ordens espontâneas cada vez mais sofisticadas, reintermediando as decisões para cada vez mais gente.

Os países que optam pela descentralização progressiva conseguem ser mais resilientes às cada vez maiores mudanças repentinas que a complexidade demográfica nos traz e vice-versa.

Ao optarmos pela dicotomia centralização versus descentralização, é possível criar planilhas para que se possa relacionar cada governo com cada um dos lados e poder aferir a sua qualidade de sobrevivência.

Com uma dicotomia política mais realista e factível, é possível quantificar e facilitar as decisões, pois sem números, não existe ciência possível, apenas propaganda.

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O primeiro questionamento que podemos fazer é do próprio conceito de modernidade.

Toda sociedade de hoje de ontem e de amanhã poderá dizer que é mais moderna do que a anterior.

Moderno no dicionário é sinônimo de contemporâneo.

Todas as Se todas as sociedades são contemporâneas porque as pessoas vivem hoje.

para definir as mudanças civilizacionais.

Modernidade então é uma falácia.

a ideia dele que deixo vai em contraposição a solidez.

toda vez que a sociedade humana tem uma revolução midiática passamos de um estado solo sólido para o líquido.

compatíveis com a complexidade demográfica.

então a liquidez não é uma característica deste momento mas uma característica de todos os momentos que ocorrem depois revoluções civilizacionais.

aumentos demográficos de mando mais flexibilidade O que podemos chamar de liquidez.

a liquidez, ou flexibilidade, é compatível com o mundo mais complexo que demanda uma resiliência maior.

Modernidade líquida, então, não é a definição deste mundo que estamos vivendo.

É apenas um sintoma compatível com a chegada de uma revolução midiática civilizacional.

o conceito “modernidade líquida” mais atrapalha do que ajuda a entender o mundo contemporâneo.

Primeira pergunta relevante sobre Ciência é saber para que serve E por que foi criado.

A ciência é uma ferramenta de sobrevivência humana.

O objetivo da ciência é trazer mais felicidade para as pessoas.

Uma ciência que não tem o foco da Felicidade é uma ciência sem bússola.

Academia brasileira é fortemente intermediada pelos órgãos centrais de Brasília.

os órgãos centrais Brasília definir quais são as revistas científicas com qualidade e a partir delas quem consegue publicar mechas revistas sob e quem não consegue desce.

do que resolver os problemas da sociedade.

os atuais pesquisadores não estão a serviço da Felicidade dos indivíduos mas da sua própria felicidade.

Se você analisar a conclusão de qualquer artigo científico ou boa parte deles o que estará escrito é o seguinte diante de tudo que foi apresentado precisamos continuar pesquisar.

não é uma ciência voltada para ajudar as pessoas mas uma ciência que pesquisa por pesquisar escreve por escrever e conhece por conhecer.

tirando raríssimas exceções principalmente na área de humanas a contribuição para os grandes problemas da sociedade não vem de dentro da academia.

Vivemos hoje o fim da obsolescência do modelo de validação geral escrito.

temos agora como possibilidade a criação de novos modelos utilizando a descentralização digital.

A descentralização digital aplicada na ciência terá forte participação dos indivíduos Na tentativa que resolver os seus problemas em direção a felicidade.

não será uma ciência para agradar os pares mais uma que tentará agradar os indivíduos da sociedade.

O Sapiens é uma Tecnoespécie que vive ciclos civilizacionais, que entram em processo de obsolescência, conforme a população cresce.

Basicamente, o aumento de complexidade demográfica exige ambientes de comunicação e administração mais flexíveis e descentralizados.

Saltos demográficos causam, ao longo do tempo, uma latente demanda por mudanças, pois determinados novos problemas surgem sem solução no modelo disponível.

Podemos dizer que há uma expectativa por macro mudanças no modelo de sobrevivência da espécie, mas as alternativas ainda nem foram inventadas.

Novas mídias abrem novos ciclos civilizacionais, que permitem que inovadores sociais possam propor ambientes sociais, políticos e econômicos mais flexíveis.

A atual pandemia foi um fenômeno que demonstrou claramente nosso grau de obsolescência diante da nova complexidade demográfica.

Antes de tudo, o aumento de adensamentos populacionais e a circulação de pessoas entre eles sempre foi um fator de aumento de epidemias e pandemias.

Há, por causa dessa cada vez mais interdependência global, a demanda por filosofias, tecnologias e metodologias para evitar que vírus de todos os tipos se propaguem.

Além disso, uma sociedade global altamente conectada e interdependente –  sujeita a “efeitos dominós” constantes – precisa de ambientes administrativos cada vez mais flexíveis.

O trabalho e o ensino a distância, por exemplo, são exemplos de alternativas que já existiam e não eram utilizadas por puro comodismo.

Uma sociedade global  com oito bilhões de sapiens – cada vez mais interdependentes – terá que ser cada vez mais flexível para ter resiliência diante de cada cada vez mais frequentes “efeitos dominós”.

O grande legado positivo da atual pandemia (diante de tantas tragédias pessoais) será o radical aumento da taxa de aceitação da flexibilização dos ambientes sociais.

Houve um grande aprendizado de que o mundo precisa de mudanças mais radicais para poder reduzir os efeitos de fenômenos globais, como da atual pandemia.

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Nossa Tecnoespécie vive um movimento civilizatório em espiral, no qual temos: mais gente, novas mídias, novo modelo de intermediação, mais gente…

A frase dos jovens da Espanha quando foram às ruas, motivados pelas mídias digitais, é emblemática: “não sabemos o que queremos da democracia, mas, com certeza, não queremos mais a atual”.

Há uma forte insatisfação latente na sociedade hoje com o atual modelo de intermediação de todos os processos, onde se inclui o da política.

O ambiente intermediador que criamos no passado foi adequado para aquele antigo tamanho da população, mas foi ficando obsoleto, conforme o número de sapiens foi aumentando.

Vivemos hoje uma profunda (e muitas vezes não bem diagnosticada) crise civilizacional: os macro modelos de intermediação caducaram e precisam ser renovados.

Os atuais intermediadores (aonde se inclui os políticos) aprenderam com o tempo a se beneficiar, cada vez mais, do atual modelo – o que agrava ainda mais a crise.

A democracia liberal –  que tem sua origem marcada pela chegada da prensa (1450) – precisa ser renovada, com a preservação de vários valores e revisão de diversas metodologias.

O futuro da política NÃO será feito dentro do atual Tecnoambiente, mas em um outro bem diferente, no qual as possibilidades são outras bem distintas.

Os inovadores da política se utilizarão da inteligência coletiva (participação à distância, através de voto e conversas de todos os tipos via aplicativos), regulados cada vez mais por algoritmos (inteligência artificial).

O que assistiremos no que podemos chamar de Revolução Republicana 2.0 é a redução gradual e continuada do papel dos atuais políticos na vida da sociedade.

A Revolução Republicana 2.0 ocorrerá em determinados locais, que terão o papel do “efeito dominó”, se espalhando cada vez mais para os demais.

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Temos repetidamente afirmado que o conceito “Transformação Digital” é uma falácia, que dá margem aos espertos tirar dinheiro dos otários.

A melhor definição de falácia que encontrei é a seguinte: uma afirmação que não define nada, pois é feita de conceitos vagos.

Falácias são muito utilizadas nas propagandas, pelos políticos, por palestrantes picaretas, por alunos que vão fazer prova e não estudaram.

Note o vazio do termo. Trans é mudar. Formação é como as coisas são organizadas. Digital é qualquer coisa. Transformação Digital é sair da atual formação para um nada absoluto.

Transformação Digital é uma espécie de viagem adolescente, na qual você pega a estrada, com mochila e a roupa do corpo, sem saber para onde vai.

Para que um projeto de Transformação Digital (utilizemos o termo) tenha sucesso é preciso definir qual é a nova formação QUE VAI PERMITIR QUE VOCÊ CONTINUE COMPETITIVO.

O objetivo de projetos de Transformação Digital não é o da inovação pela inovação, mas a inovação para a COMPETIÇÃO!

Num mercado em processo de mutação, há algumas métricas para saber a taxa de competitividade:

  • não perder clientes antigos e estar ganhando clientes com faixa etária mais nova;
  • estar fazendo coisas que os outros ainda não estão, aumentando o lucro progressivamente.

Conseguiram convencer os clientes desse tipo de projeto que o lucro não é mais a referência, mas a inovação competitivamente eunuca.

Resumo da ópera da orquestra do Titanic: os consultores de Transformação Digital estão ficando ricos e os respectivos clientes, pobres.

Sem ter um mapa da nova FORMAÇÃO, que permita REALMENTE aumentar a taxa de competitividade, qualquer processo TRANS é um tiroteio de cego.

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Com a chegada do Digital o Sapiens, começou , pela primeira vez, a experimentar organizações baseadas no modelo de administração das formigas.

Formigas não têm comando central, pois o número de membros do formigueiro demanda um modelo “bottom up” (de baixo para cima) e não “top down” (de cima para baixo).

O macro modelo de administração que praticávamos até aqui era baseado nos limites das linguagens oral e escrita, que obrigam a coordenação de algum tipo de “líder-alfa intermediador”.

Ao longo dos últimos séculos, sem dúvida, aprimoramos bastante o atual macro modelo de administração oral e escrito, mas ele bateu “no muro” da complexidade demográfica.

Podemos dizer que tivemos que chegar à marca de 8 bilhões de habitantes para começar a experimentar um modelo de administração disruptivo, baseado no das formigas.

O antigo modelo de intermediação oral e escrito, que ficou obsoleto, tornava os processos mais lentos e caros.

O grande impasse, com a chegada de oito bilhões de Sapiens, é o de garantir serviços e produtos de qualidade para grande quantidade.

O macro modelo administrativo oral e escrito torna impossível a qualidade de massa, pois são linguagens que têm decodificação complexa, o que nos obriga a presença de um intermediador.

A Civilização 2.0 introduz a Linguagem dos Rastros (similar a das formigas), de baixa complexidade, que permite que cada pessoa possa decidir sem os antigos intermediadores centrais.

O uso criativo da nova linguagem dos rastros para a solução de todo o tipo de problemas é a grande macrotendência administrativa dos próximos séculos.

Por causa disso, o principal problema que temos pela frente é o seguinte: o novo modelo questiona uma série de privilégios e interesses consolidados, que irão resistir fortemente.

Não vivemos hoje o momento Vuca, nem Bani, mas um Bimodal: dois modelos administrativos disruptivamente distintos, competindo um com o outro.

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A primeira novidade para repensar o Sapiens é a seguinte: são as mídias que definem o DNA administrativo das organizações.

Organização são criadas dentro dos limites do DNA midiático-administrativo com capacidade máxima na relação quantidade/qualidade.

Novos DNAs midiáticos-administrativos estimulam e permitem aumentos populacionais, que acabam tornando o modelo obsoleto no tempo.

Em resumo: quando a população do planeta cresce, o DNA administrativo da espécie vai ficando obsoleto e demandando um novo mais sofisticado!

As organizações tradicionais, estruturadas com o antigo DNA administrativo, passam a não conseguir mais atender com qualidade em grande quantidade. Este é o impasse.

Revoluções Midiáticas Civilizacionais, como a chegada do Digital, vêm quebrar os antigos limites administrativos do Sapiens.

As atuais organizações tradicionais operam se utilizando dos antigos canais e linguagens, que não permitem garantir determinada qualidade em grande quantidade.

Os Ubers e similares são os primeiros protótipos das organizações do futuro, pois quebram a barreira da qualidade na quantidade.

Os Ubers e similares têm como grande novidade o uso dos novos canais digitais e, principalmente, pela primeira vez, da linguagem similar a das formigas.

Formigas não têm “gerentes”, pois cada membro do formigueiro é ao mesmo tempo “gestor e consumidor”, dependendo de cada contexto.

Formigas operam com uma linguagem de baixa complexidade, que permite que haja um modelo administrativo “bottom up” compatível com o tamanho de membros do formigueiro.

A crise das organizações tradicionais é simples de explicar: nossa tecnoespécie cresceu demais e precisa de um novo DNA administrativo mais sofisticado. Ponto!

O que assistiremos neste novo século é a melhoria continuada do novo DNA Administrativo, sendo utilizado em cada vez mais lugares de forma cada vez mais criativa.

As locomotivas do novo século, sejam países, organizações ou pessoas, serão aqueles que estarão propagando e se utilizando do novo DNA administrativo e vice-versa.

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Se compararmos o século atual com o passado, estamos no lucro. Não tivemos ainda uma guerra mundial, como nas duas primeiras décadas do século XX, apesar de termos hoje muito mais habitantes.

A Antropologia da Sobrevivência, nova ciência social, nos ajuda a entender determinados padrões de uma Tecnoespécie, que estavam nublados até aquele momento.

Antes de tudo, o Sapiens é a espécie mais mutante do planeta, com o destino em aberto, pois pode criar novas tecnologias e, a partir delas, novas formas de organização.

Uma Tecnoespécie é a única também que pode aumentar o tamanho da população, porém, por causa disso, se vê obrigada a reinventar a forma de se comunicar e se organizar.

O que ocorreu no século passado foram dois efeitos combinados: o gradual aumento populacional, que se iniciou em 1800, e a chegada de uma mídia centralizadora (meios eletrônicos de massa).

O que tivemos foi o início do fim de uma Era Civilizacional, iniciado com a prensa em 1450, com uma rápida e radical concentração de poder com resultados trágicos para a espécie.

Uma Tecnoespécie vive ciclos em espiral, que se iniciam com novas mídias descentralizadoras, a criação de modelos de comunicação e organização mais sofisticados, seguidos de aumento populacional, obsolescência e, de novo, novas mídias.

O século passado marcou o momento de obsolescência do modelo, que agora tem a chance de se reinventar, a partir das novas Tecnopossibilidades abertas pela Internet.

Os pessimistas de plantão, em geral interessados em manter o status quo atual, que me desculpem, mas vivemos hoje um momento de renascimento.

Hoje, temos um exército de novas pessoas participando ativamente da vida política, lendo, se informando, questionando, debatendo, trocando e isso, ao contrário do que se diz, é muito positivo.

Os momentos mais violentos da história humana foram marcados não pelo intenso diálogo, mas pelo silêncio e aceitação. Estamos reiniciando. O grande reset já ocorreu e foi feito de forma descentralizada.

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Marshall McLuhan (1911 – 80) é a “chave mestra” para conseguir abrir a caixa preta do novo século.

É de MacLuhan duas frases esclarecedoras: “O meio é a mensagem” e “O homem cria a tecnologia e esta recria o sapiens“.

Ao ser questionado sobre a enigmática frase “O meio é a mensagem” ele respondeu: “Independente do canal da televisão que você assiste, o ato de assistir a TV está alterando a sua mente“.

O ambiente político não é puro, mas um tecnoambiente, praticamos, desde os tempos da caverna uma Tecnopolítica!

Os ambientes midiáticos mudam no tempo e tais alterações abrem espaço para que novos modelos Tecnopolíticos sejam propostos e experimentados.

Podemos dizer que as mídias definem a hierarquia das relações sociais e estas acabam influenciando fortemente o fazer político.

O século passado foi extremamente vertical, pois tivemos mídias com esta hierarquia (rádio e televisão).

Assim, como depois da Idade Média tivemos um movimento renascentista, com a chegada da prensa – uma mídia mais descentralizada.

Há três fatores com a chegada das novas mídias que influenciam diretamente as mudanças políticas: mudanças na mente, na forma de se informar e de interagir com as outras pessoas.

A mudança na mente, a partir das novas mídias, pode, dependendo da hierarquia da mesma, aumentar ou reduzir a taxa de aceitação à verticalização política.

Note que em todos os regimes centralizadores há claramente o forte controle das mídias, com um radical aumento da taxa de verticalização.

Outro fator relevante relação mídia com política é o aumento ou redução das fontes da informação disponível. Quanto mais fontes houver, melhor será, no tempo, a capacidade de decidir de cada pessoa.

Por fim, outro fator relevante na relação mídia com política é o aumento ou redução das interações disponíveis. Quanto mais houver capacidade de interagir, mais haverá coesão social entre grupo de interesse.

Acho muita graça das profecias catastróficas sobre um futuro totalitário, pois a história nos mostra que depois de mídias descentralizadoras vêm renascimento e não fechamento.

Quem define o tipo de regime político que será implantado é o grau de maturidade política do conjunto de pessoas, que aceita, ou não, determinados caminhos.

Apesar do aparente caos deste início do século, o renascimento político está apenas começando e mostrará sua força ao longo das próximas gerações.

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Não há faz muito tempo que o Sapiens passou de Civilizações isoladas para uma Civilização Global. Aumentamos radicalmente a taxa de interdependência da espécie.

No passado, diversas Civilização entraram em colapso, pois não conseguiram se reinventar, através de um fenômeno denominado Descentralização Progressiva.

Tecnoespécies, a nossa e outra qualquer que exista no universo, podem, por causa das tecnologias, aumentar o tamanho populacional, mas precisam descentralizar decisões.

O aumento continuado do número de habitantes gera um fenômeno denominado Complexidade Demográfica Progressiva.

Se analisarmos a macro história, iremos observar que a única forma sustentável de lidar com a Complexidade Demográfica Progressiva é a Descentralização Progressiva.

E há algo importante para aprender sobre a nossa Tecnoespécie. Nós não somos um exército que caminha todo mundo para uma mesma direção, ao mesmo tempo.

A Descentralização Progressiva ocorre por fases e por etapas, a partir da chegada de mídias mais sofisticadas, que nos permitem reintermediar processos decisórios.

A Civilização Global cria organizações, que são limitadas pelas mídias disponíveis. E, com o aumento populacional, vão lentamente se tornando obsoletas.

As organizações operam no modelo de intermediação que as mídias permitem. Com o aumento populacional, o modelo de intermediação perde qualidade.

Revoluções Midiáticas Civilizacionais, nada mais são do que a possibilidade que se abre para nossa Tecnoespécie experimentar modelos de intermediação mais sofisticados.

A Reintermediação Progressiva é um processo de, gradualmente, a partir de Tecnopossibilidades, ir transferindo decisões do antigo centro para as pontas.

Desde a chegada da Internet, em três etapas (digitalização, uberização e blockchenização) já iniciamos o processo de Reintermediação Progressiva.

Toda a briga política do novo século se dará entre os representantes do antigo modelo de intermediação para os novos, como foi na clássica contenda Uber x Táxis.

Vivemos hoje algo parecido ao final da Idade Média, quando chegou a Prensa, na briga entre a intermediação mais centralizada da Monarquia Absolutista x República.

Independente, quando, onde, quanto tempo, de que forma, a Reintermediação Progressiva será o movimento mais inovador do novo século.

O cidadão/consumidor está ganhando cada vez mais poder e os ambientes políticos futuros terão que atender a esse novo perfil.

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Existe uma proposta feita em uma reunião do Fórum Econômico Mundial (FEM), na qual líderes globais das Nações Unidas, Reino Unido, Estados Unidos, Fundo Monetário Internacional (FMI) e corporações multinacionais discutirão e anunciarão um plano para reiniciar toda humanidade incluindo a economia mundial. Esse plano é conhecido como “O Grande Reinício” ou, em inglês, The Great Reset.

Isso não vai funcionar.

Uma tecnoespécie como a nossa tem uma “coisa” que se chama Complexidade Demográfica Progressiva. Podemos aumentar a população, de forma integrada, como nenhuma outra.

Os estudos que começaram com Adam Smith demonstram que a única forma de lidar com o aumento da Complexidade Demográfica é aumentar as decisões das pontas.

Um dos motivos de termos conseguido chegar a inusitada marca de oito bilhões de sapiens foi o processo radical da descentralização progressiva, ocorrido desde 1450.

A república é um modelo mais “bottom up´” (de baixo para cima) do que a monarquia absolutista. Assim com o sistema de livre mercado se comparado ao feudalismo.

O modelo trabalhista da carteira assinada, ou similares, é muito mais de baixo para cima do que a escravidão.

A única forma sustentável para lidar com o aumento da Complexidade Demográfica Progressiva é justamente criar ambientes para que se pratique a Descentralização Progressiva.

Temos que resgatar o ensinamento de Friedrich Hayek (1899 – 1922), que nos diz: “Quanto mais complexo o todo, mais dependemos da divisão de conhecimentos entre indivíduos”.

Decisões centralizadas têm efeitos em cascatas inesperados, pois vêm de cima para baixo nas relações entre as pessoas, o que acabam gerando muito mais desordem do que ordem.

Vivemos hoje, no início da Civilização 2.0, com a demanda de permitir que novas ondas de Ordem Espontâneas ocorram para que se permita resolver problemas antes insolúveis.

A tendência de resolver os problemas da espécie humana, via centralização, é recorrente sempre com resultados trágicos.

Por trás do grande reset, é claro, têm muitos ingênuos bem intencionados, mas há também o forte interesse daqueles que não querem as mudanças de baixo para cima que estão brotando pelo mundo.

Se existe algo que sempre ocorrerá em todos os tempos é a eterna luta entre duas formas de pensar e agir dos centralizadores (top down) e os descentralizadores (bottom up).

O grande reset é um movimento dos centralizadores para tentar resolver de cima para baixo, algo que pede DESESPERAMENTAMENTE novas soluções de baixo para cima.

É isso, que dizes?

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O aumento populacional de um para oito bilhões nos últimos 220 anos é o fenômeno social mais inusitado de todos os tempos da história do sapiens.

Ter conseguido chegar a histórica marca de oito bilhões de sapiens deve ser considerado um sucesso e não um fracasso da espécie humana.

A marca dos oito bilhões de sapiens é resultado direto de vários acertos que foram feitos nos campos social, político, tecnológico e econômico.

Os oito bilhões demandam uma produção de, no mínimo, 24 bilhões de pratos de comida todos os dias – sem falar em todo o resto: transporte, comunicação, habitação, etc.

Os pensadores sociais (incluindo os filósofos) não viveram esse tipo de fenômeno para poder refletir sobre ele: por que podemos crescer demograficamente e o que isso significa para nossa espécie?

Conseguimos crescer demograficamente, pois somos a única Tecnoespécie do planeta, que pode, conforme vão surgindo novos desafios, ir inventando novas tecnologias.

Um dos principais equívocos que temos hoje em dia é atribuir os problemas que vemos pelo mundo ao atual ambiente social, político e econômico majoritário.

O atual sistema nos trouxe até os oito bilhões e precisa ser aprimorado, aperfeiçoado e não substituído por outro, pois, se isso for feito, a crise civilizacional será cada vez mais aguda.

O DNA do atual sistema foi criado, a partir de 1450 com a chegada da prensa. Estamos fechando um ciclo civilizacional e iniciando outro com a massificação da Internet.

A principal mudança que precisa ser feita nas ciências sociais é a compreensão do papel das mídias para entender Ciclos Civilizacionais.

Estamos iniciando nova Civilização, que pode, a partir das novas tecnopossibilidades, resolver os problemas que eram impossíveis antes da Internet.

Temos que aprender que uma Tecnoespécie funciona da seguinte maneira: novas mídias, novo modelo social, aumento populacional, crise, novas mídias…

Precisamos nos desapegar do passado. Entender que estamos diante de um novo ciclo civilizacional e que as soluções para a atual crise têm que ser “tecnoinventadas”.

É isso, que dizes?

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É natural que com tanta mudança as pessoas queiram entender a nova Era, batizando de vários nomes: da Informação, do Conhecimento, da Tecnologia.

Porém, quando vamos definir um determinado momento da história humana é fundamental separar duas coisas: o que é permanente e o que é transitório.

Não podemos chamar o renascimento, pós-idade média, de Era das Artes por mais que tivéssemos Leonardos da Vinci. Arte não é algo transitório, mas permanente para o Sapiens.

O que ocorre em vários momentos da história é que temos mais ou menos o desenvolvimento de algo que é permanente: podemos ter uma explosão das artes, mas isso não caracteriza a Era das Artes.

O Sapiens é  uma tecnoespécie. Desenvolve progressivamente tecnologias para sobreviver. Isso faz parte da nossa essência.

Como dizia McLuhan: “O ser humano cria a tecnologia e esta recria o ser humano”. Num processo contínuo e PERMANENTE.

O que existe de novidade no estudo dos padrões da história humana é a relação existente entre aumento da necessidade de novas tecnologias e o aumento populacional.

Quanto mais gente houver no mundo, mais haverá demanda por novas tecnologias para que se possa atender o novo patamar de complexidade demográfica!

Não vivemos, assim, a Era da Tecnologia, podemos dizer que a grande novidade da sociedade humana é ter conseguido chegar, pela primeira vez, a espantosa marca de 8 bilhões de Sapiens.

Tudo que estamos vivendo, a explosão do conhecimento, da informação, das tecnologias são sintomas do fenômeno maior e único: a explosão demográfica dos últimos 22o anos.

O sapiens, por ser tecnológico, é a única espécie que pode dar saltos demográficos. E quanto faz isso aumenta a taxa de várias atividades que são permanentes da espécie.

Assim, denominar a nova civilização de Era Tecnológica é chamar a febre de doença e a pneumonia de sintoma.

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Em primeiro lugar há uma falsa dicotomia entre teoria e prática. Teoria é análise do fenômeno. E esta análise traça uma rota para que se possa ir para o operacional.

Assim, a verdadeira polarização não é teoria/prática, mas estratégia/operacional. Tanto a estratégia quando o operacional são atividades extremamente práticas!

Nós somos, até aqui, a única Tecnoespécie conhecida do Universo, que tem como característica possuir uma taxa bem maior de liberdade sobre a carga genética.

A vida de um urso, por exemplo, será muito mais previsível do que de um ser humano, que tem que decidir sobre um conjunto enorme de opções ao longo da existência.

Temos que primeiro entender que somos uma espécie geneticamente muito mais aberta, que precisa definir valores para que possam nos ajudar a levar nossas vidas.

Tecnoespécies como a nossa (e outras que possam existir no universo) precisam de um conjunto de ferramentas conceituais para criar um mapa para nos guiar.

As ferramentas conceituais para ajudar a guiar a vida e não nos deixar tão perdidos é o que podemos chamar de “filosofia”.

A filosofia mais eficaz é aquela que define um sistema completo de perguntas essenciais encadeadas para nos ajudar a ter uma bússola para nos guiar no “nevoeiro”.

Um sistema filosófico precisa responder: como as perguntas essenciais são encadeadas? Quem somos? Como devemos viver? Como saber o que é mais verdadeiro? Como a sociedade deve se organizar?

Todos,  de alguma, foram obrigados a responder as cinco filosóficas essenciais de alguma maneira. A diferença entre as pessoas é o quanto estas respostas foram conscientes.

A Civilização 2.0 tem como missão aumentar a autonomia das pessoas. E, cada vez mais, sistemas filosóficos precisarão ser conhecidos e adotados.

Quanto mais consciente você for do teu sistema filosófico, mais terá capacidade de fazer ajustes e mais poderá escolher respostas mais adequadas.

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Futurismo é uma metodologia de análise de cenário para projetar o futuro no médio e longo prazo.

Modismo é uma metodologia de análise de cenário para projetar o futuro no curtíssimo e/ou no curto prazo.

O modismo trabalha basicamente com a projeção de fatos. E o Futurismo com a projeção de padrões.

Um Modista é informado que uma determinada empresa vai lançar um novo tipo de celular (fato) e faz a projeção do que isso pode significar para um cliente particular.

O Futurista para projetar o futuro no médio e longo prazo precisa de padrões para que possa ver além dos fatos.

Um dos motivos do “tiroteio de cego” no mercado diante do digital vem justamente do fato de que está se usando do modismo e não do futurismo para entender o futuro.

Estamos diante de uma revolução civilizacional, provocada pela chegada de uma nova mídia, que tem padrões, até então, pouco estudados e, portanto, pouco conhecidos.

Futuristas (com caixa alta) para projetar o futuro no médio e longo prazo precisam de uma nova ciência que estude os padrões das revoluções midiáticas civilizacionais.

Ciências são criadas para procurar padrões em determinados fenômenos para que se possa diagnosticar, sugerir tratamentos e prognósticos para os afetados por eles.

A Bimodais precisou desenvolver a Antropologia da Sobrevivência para encontrar padrões de Revoluções Midiáticas Civilizacionais.

Sem uma ciência que lhe dê suporte para encontrar padrões, Futuristas fingirão que são Futuristas, mas serão sempre modistas. Não tem jeito.

O Digital criou uma instabilidade no mercado por se tratar de fenômeno pouco estudado. Enquanto não for destrinchado adequadamente por uma ciência, continuará causando estragos.

O mercado precisa urgentemente de um Futurismo Profissional. E este de uma ciência eficaz para que possamos sair do nevoeiro para um céu de brigadeiro.

A Antropologia da Sobrevivência já foi criada. Agora é apenas uma questão de tempo para que ela, aos poucos, vá ganhando corações e mentes.

É isso, que dizes?

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Criamos o mito de que os jovens estão prontos para o mundo Digital. Podemos dizer que para usar os equipamentos sim, mas para lidar com outros aspectos, não.

Revoluções de Mídia marcam a chegada de novas Civilizações, que demandam alterações educacionais, em diferentes etapas.

O Digital nos tirou da escassez para o excesso de informação. Não basta, assim, saber operar um celular, mas é preciso saber lidar com um volume enorme de dados para tomar decisões.

O Digital tem reduzido gradualmente a carteira assinada para uma relação de trabalho mais flexível. Não basta assim se preparar para um emprego, mas para empreender.

O Digital tem tornado o conhecimento cada vez mais líquido. É preciso preparar a cabeça para um aprender e reaprender continuado.

O Digital exige que cada pessoa tenha mais liberdade de procurar o seu potencial para que possa sobreviver atendendo, com ele, clientes.

Podemos dizer que o papel das organizações educacionais é sempre fazer o contra ponto daquilo que o meio ambiente social não oferece.

Até a chegada do Digital, os jovens iam para as organizações educacionais para receber conteúdo. Hoje, precisam ser preparados para viver num mundo de informação abundante.

Os jovens precisam de uma preparação bem diferente das que estão recebendo. Por isso, estão tão em conflito.

Os jovens estão sendo preparados pelas organizações educacionais para viver num mundo que estão se acabando!

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Volta e meia alguém vem com o papo do virtual: aula, sexo, relação, mundo. É uma forma bem errada de encarar a nova civilização.

Vejamos a etimologia:

Virtual – existente apenas em potência ou como faculdade, sem efeito real. “sua propalada bondade era apenas v.”

Podemos dizer que uma pessoa quis muito se tornar um jogador de futebol, mas ficou só no desejo, no virtual.

O que ocorre no mundo digital não é uma virtualidade, mas um distanciamento, que estabelece relações COM EFEITO REAL.

Quando alguém tem aula, como agora na Pandemia, não é uma aula virtual, mas uma aula a distância, via ferramentais digitais com efeito real.

Já tivemos aulas pela televisão (os famosos telecursos) e ninguém chamou de aula virtual, pois já tinham se acostumado com a televisão.

O mesmo podemos dizer das relações afetivas. Quantas pessoas namoraram por cartas no passado e ninguém chamou tais romances de virtuais.

O mesmo podemos dizer das conversas telefônicas. Pessoas passavam anos se comunicando por fone e não era uma relação virtual, mas apenas a distância.

O uso do conceito Virtual reflete um estranhamento para a nova forma de interação a distância, tirando dela algo objetivo, concreto e real e tornando algo “estranho”, “anormal”.

Revoluções de Mídia têm esse tipo de consequência: permitem, além de outras coisas, novas formas de interações a distância, que causam estranhamento.

As novas interações criam um “novo normal”. É o estranhamento e uma certa resistência, que nos faz chamar o que é real de virtual.

Mesmo os jogos de computadores por mais sofisticados que possam ser são jogos, como no passado havia os de tabuleiro agora não presenciais, mas a distância.

O termo mais adequado para tudo que estamos assistindo é não virtual, mas a distância ou “no ambiente digital”. Isso reduz bastante a resistência do novo.

Quem quer ajudar a sociedade a lidar melhor com a nova Civilização, tem que se esforçar para utilizar os conceitos adequados.

Não sei se você sabe, mas o primeiro passo para que se possa lidar melhor com novidades é procurar questionar conceitos mal formulados pelo medo do novo.

Ao se questionar conceitos mal formulados, vai se reduzindo a carga emocional da resistência às novidades e trazendo as pessoas à reflexão.

Minha sugestão: não use o termo virtual e questione quem usa. Tal atividade lhe dará boa oportunidade de ajudar a alguém a reduzir a resistência à nova Civilização.

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“As crenças comuns são convencidas, incertas e, em si mesmas, contraditórias. ” – Bertrand Russel.

Somos uma Tecnoespécie. A única do planeta, mas não sabemos se a única do universo. Veja o artigo em que detalhei essa possibilidade.

Uma Tecnoespécie tem particularidades únicas. Ela é uma espécie geneticamente independente. Podemos mudar a forma como nos comunicamos e nos organizamos.

Por causa da nossa alta taxa de adaptação, podemos crescer o tamanho da população, mas isso nos leva à crise do antigo modelo de intermediação.

A mídia disponível em cada era civilizacional define um macro modelo de intermediação, que passa a ser utilizado por todas as organizações.

A principal crise que vivemos hoje é do atual modelo de intermediação baseado na oralidade e escrita. Tal modelo foi adequado para um patamar de complexidade demográfica.

É simples assim: o atual macro modelo de intermediação ficou obsoleto. E a Civilização 2.0 está vindo para “matar” os antigos intermediadores.

Não estamos promovendo na Civilização 2.0 um processo de DEsintermdiação, mas de REintermediação.

Temos hoje um novo macro modelo de intermediação baseado no Digital, no qual conseguimos superar a barreira da qualidade em grande quantidade.

A melhor metáfora da Civilização 2.0 é a do bom e conhecido restaurante a quilo, que para atender com mais qualidade na grande quantidade tirou o garçom para que todo mundo fosse se servir diretamente.

O que estamos assistindo na Civilização 2.0 é a reintermediação em duas etapas: primeiro no operacional (na digitalização dos serviços e produtos) e depois no gerencial (os Ubers que não têm gerente).

Desse ponto de vista, não estamos promovendo nenhuma Transformação Digital, mas uma Transformação Civilizacional para um novo modelo mais sofisticado de intermediação.

Gerentes, políticos, professores, carteira assinada, emprego, banco central, cartórios, juízes, entre outros, serão as vítimas da Civilização 2.0.

Aos poucos, no avançar da Civilização 2.0, pouco a pouco, os inovadores irão conseguindo apresentar soluções criativas para que possamos viver melhor com tanta gente.

O maior interessado nestas mudanças, mesmo que não tenha ainda consciência disso, é o cidadão e o consumidor. E os maiores inimigos os intermediadores, que serão reintermediados.

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Já tivemos o VUCA VUCA e agora temos o BANI BANI (Em inglês): Brittle (Frágil), Anxious (Ansioso), Nonlinear (Não linear) e Incomprehensible (Incompreensível).

Repara bem uma coisa.

Uma coisa é a sensação que estamos tendo em relação às novidades do novo mundo. Outra bem diferente é o que será o novo mundo, certo?

Se estivéssemos falando do MOMENTO Vuca, MOMENTO Bani, aquilo que estamos sentindo, não entendendo nada, estaria tudo certo, mas a proposta não é essa.

Apliquemos Bani as sensações: as pessoas realmente estão se sentindo frágeis, ansiosas, não compreendendo as coisas e com fatos não lineares ocorrendo. Mas isso é o novo mundo?

Vejamos o conceito Vuca: as pessoas realmente estão sentindo uma certa volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Mas isso é o novo mundo?

Note que precisamos hoje de análises mais científicas sobre a nova civilização. É preciso criar um mapa do que realmente está mudando e como podemos competir nesse novo cenário e não apontar as sensações diante dele.

Hoje há uma grande indústria de serviços de “transformação digital”, que está muito mais preocupada em criar conceitos, que vendam do que expliquem algo.

Uma estratégia conhecida da propaganda é conceitos vazios que aparentemente dizem muita coisa mas aos analisar um pouco mais com detalhes não querem dizer nada.

Podemos dizer que a Civilização 2.0 será aquela que vai lidar com uma taxa de complexidade maior, pois hoje temos muito mais informações disponíveis.

Podemos dizer que a Civilização 2.0 será aquela que vai, pela primeira vez, lidar com uma linguagem similar a das formigas, que nos obrigará a lidar com uma filosofia administrativa muito mais distribuída do que antes.

Podemos dizer que o Sapiens vive e viverá diante das mudanças da Civilização 2.0 uma crise de adaptação psicológica bastante intensa.

Conceitos como Vuca e Bani muito mais do que ajudar, atrapalham, pois as pessoas se identificam com as sensações, mas não recebem nenhuma explicação que as acalme.

Vamos ao diagnóstico sobre o momento atual: os atuais consultores de Transformação Digital não têm a mínima noção do que realmente está ocorrendo.

Vamos ao diagnóstico sobre o momento atual: boa parte dos atuais consultores de Transformação Digital estão se aproveitando do caos para ganhar dinheiro fácil.

Vamos ao diagnóstico sobre o momento atual: boa parte dos atuais consultores de Transformação Digital jogam conceitos que vendem fácil, mas não explicam nada, para continuar vendendo serviços.

Se você quer reduzir a sua ansiedade, receio, medo, ambiguidade sobre o mundo atual procure uma narrativa consistente sobre ele e não os conceitos MIMIMI, que vendem muito, mas duram apenas poucos meses.

Não use os conceitos Vuca e Bani, pois você vai pagar mico.

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Imaginemos que em Marte exista uma espécie de habitantes usando disco voadores, portanto, produtora de tecnologia como nós.

Diferente de todos os animais que nós conhecemos até aquela data, pela primeira vez, temos contato em Marte com uma outra tecnoespécie parecida conosco.

Até conhecer os marcianos, tínhamos uma dificuldade enorme de entender a diferença entre uma espécie tecno e outra genética.

Pela capacidade de criar novas tecnologias, tecnoespécies conseguem ser animais com uma adaptação ao meio ambiente mais abertas, com muito mais opções.

Tecnoespécies são as únicas de todas as galáxias que podem alterar a forma de se comunicar e administrar e, por causa disso, aumentar o tamanho populacional.

Tecnoespécies quando têm algum tipo de problema de sobrevivência desenvolvem novas tecnologias.

Nossa grande dificuldade de nos entender é que sempre estamos nos comparando com outros animais apenas genéticos e não tecnos como nós e os “marcianos”.

Hoje, com a chegada do Digital, estamos realizando mudanças que só serão compreendidas quando entendermos a fundo o que realmente significa ser uma tecnoespécie.

Para entender o novo século é preciso fazer uma profunda revisão de como tecnoespécies se adaptam ao meio ambiente ao longo do tempo.

No fundo, por que somos Sapiens, somos Tecnos. E por que somos Tecnos, conseguimos continuar a ser Sapiens.

Precisamos “sair do armário” e assumir nossa “tecnocidade” senão continuaremos, como muitos têm afirmado, que o futuro é imprevisível.

O futuro só passará a ser, de novo previsível, quando entendermos o que uma típica tecnoespécie faz para se adaptar no tempo.

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Temos um grande problema de entender o papel da tecnologia para o sapiens. Tecnologias são uma espécie de fronteira daquilo que podemos e não podemos fazer AINDA.

A sociedade humana vive dentro de um Tecnoaquário, cuja as paredes são as ideias e as tecnologias e disponíveis.

Vivemos, assim, um espiral da seguinte maneira: novas ideias e tecnologias permitem ao sapiens aumentar a população, que nos obriga criar mais ideias e mais tecnologias.

Tecnologias permitem criar novas formas de sobrevivência sempre na direção de menos para mais complexidade.

Ao se adotar novas tecnologias, na verdade, estamos mudando em algum grau a forma de sobreviver.

Vivemos hoje a chegada das tecnologias centrais da espécie. Mídias alteram de forma radical ou disruptiva a forma como o sapiens sobrevive.

As tecnologias midiáticas digitais, em particular, são as mais disruptivas de todas as revoluções civilizacionais vividas até aqui.

O Digital permite quebrar a barreira do tempo e lugar, de forma horizontal. Nunca tantos, puderam acessar tanta informação e conversar com tanta gente!

O Digital permite quebrar a barreira das trocas, de forma horizontal. Nunca tantos, puderam confiar e fazer negócios com tanta gente!

Pierre Lévy sintetiza que a nova civilização permite, pela primeira vez na nossa jornada adaptativa, a interação humana de muito para muitos.

Clay Shirky sintetiza que a nova civilização permite, pela primeira vez na nossa jornada adaptativa, publicar informações serviços e produtos e filtrar depois.

Temos hoje o início de um novo modelo administrativo, que nos permite quebrar a barreira da qualidade personalizada em larga escala.

Quem quer se transformar para enfrentar a nova civilização, tem que entender as novas tecnopossibilidades abertas e usar a criatividade para fazer novos negócios.

Não é, assim, Transformação Digital, mas Civilizacional!

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O ser humano é a única espécie com destino geneticamente aberto. Não é a carga genética que define nossas escolhas.

Podemos optar por ter filhos, ou não, casar, ou não, morar perto do mar ou nas montanhas. E definir que tipo de atividade profissional é mais adequada.

O sapiens precisa fazer escolhas para sobreviver e viver, pois o “pacote das nossas vidas” não vem fechado.

O sapiens, assim, é dependente de uma carga de conhecimento para que possa aprender a fazer escolhas.

O conhecimento, assim, não é um fim em si mesmo, não é o cachorro, mas o rabo do cachorro sobrevivência e existência.

Cada pessoa, a partir de determinados critérios existenciais , vai definindo a vida que quer para si e procurando conhecimentos que o ajudem nessa jornada.

Podemos definir, assim que o conhecimento é uma ferramenta da felicidade existencial de cada pessoa.

E aí podemos definir o conhecimento em dois:

  • O conhecimento filosófico nos ajuda a refletir sobre nossa existência, fundamental para ir melhorando nossos critérios de felicidade;
  • O conhecimento operacional nos ajuda, a partir dos critérios existenciais de felicidade, chegar a uma taxa cada vez maior.

O conhecimento filosófico é a base para que possamos optar por separar o joio do trigo. O conhecimento relevante do irrelevante.

O conhecimento filosófico é o que chamamos de valores, a partir do critério de cada um e a sua capacidade e vontade de ter uma vida mais ou menos personalizada.

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Temos dito que Transformação Digital não é um conceito, mas apenas uma hashtag para chamar a atenção para um grande problema competitivo deste novo século.

Transformação Digital é uma espécie de lembrete: “olha, você já reparou que teus clientes estão indo consumir em novos concorrentes?” 

O principal problema é conceitual. O conceito “Digital” é algo totalmente abstrato. Você não sabe direito para onde tem que se transformar. E as pessoas ficam sem mapa.

Assim, na Transformação Digital tem muita gente, não é pouca não, que está vendendo bússola quebrada e mapa que leva do nada para lugar nenhum.

Temos na Transformação Digital a velha briga do que vem primeiro o “como?” ou o  “para onde?”. No atual momento, o “como?” está na frente e ninguém sabe “para onde?”.

Quando se fala em trans (mudar) para uma nova formação é preciso entender que tipo de novo modelo de negócios está gerando valor para o cliente.

Quando se fala em trans (mudar) para uma nova formação é preciso entender que tipo de mudança é preciso ser feita no modelo atual para o novo.

Quando se fala em trans (mudar) para uma nova formação é preciso colocar o “para onde?” na frente do “como?”. E isso definitivamente não está sendo feito.

As novas organizações digitais mais competitivas não têm gerente de qualidade, criam plataformas unindo comunidades de consumo, que auto gerenciam o desempenho de pessoas, produtos e serviços.

As novas organizações mais competitivas não têm produtos e serviços próprios, mas uma rede de fornecedores externos, que não têm nenhum vínculo empregatício com elas.

As novas organizações mais competitivas têm uma nova filosofia administrativa disruptivamente diferente do modelo atual. É preciso um forte trabalho psicológico de desapego.

Um mapa adequado para a Transformação Digital implica num enorme esforço de desapegar da atual filosofia administrativa, que deram certo até aqui, mas entraram em obsolescência.

É isso, que dizes?

A Bimodais – melhor escola de futurismo do Brasil –  tem se esforçado para desenvolver uma narrativa, que consiga explicar o que está ocorrendo e sugerir caminhos para pessoas, profissionais e organizações.

Quem tem feito nossos cursos tem aprovado, como vemos no depoimento abaixo:

Quer sair do “tiroteio de cego” que o mercado se transformou?

Venha ser Bimodal:

https://www.bimodais.com.br/assinatura

Conheça a última versão da nossa narrativa, no livro do Nepomuceno:

Se quiser o PDF é por aqui:

https://sun.eduzz.com/347192

Se quiser impresso, na sua casa, por aqui:

https://clubedeautores.com.br/livro/civilizacao-20

O conhecimento sobre a sociedade humana é estruturado sobre um determinado pilar filosófico que responde a seguinte pergunta: “Quem somos?”.

A resposta da pergunta “Quem somos?” define a essência da espécie e, a partir dela, se desenvolve todas as outras teorias sobre o Sapiens.

A chegada das novas tecnologias midiáticas tem provocado profundas mudanças na sociedade, o que nos obriga a refletir se a resposta ao “Quem Somos?” que tínhamos era tão adequada.

Não somos só uma espécie cultural e racional, diferente das demais. Mas uma tecnoespécie que consegue modificar no tempo os modelos de comunicação e, por causa disso, os de administração.

A revisão da resposta do “Quem Somos?” tem um efeito dominó sobre todas as outras ciências sociais. Muito do que achávamos sobre a sociedade precisa ser revisto.

Podemos dizer que o DNA da compreensão filosófica sobre o Sapiens está em mutação. E enquanto este ajuste não for feito as teorias sociais de plantão não vão “rimar” com os fatos.

Os grandes pensadores sobre a sociedade humana não refletiram sobre as causas e efeitos de um salto demográfico como o atual de um para 8 bilhões em 220 anos.

Os grandes pensadores sobre a sociedade humana não refletiram sobre as causas e efeitos que uma mudança midiática causa na sociedade.

Os grandes pensadores sobre a sociedade humana não refletiram sobre as causas e efeitos que uma mudança midiática causa nos modelos administrativos.

Quando tentamos enxergar o futuro da espécie no geral e nas diversas áreas específicas, temos OBRIGATORIAMENTE proceder estes ajustes na resposta do “Quem Somos?”.

E aí está o impasse da compreensão do novo século. As pessoas estão tentando “achar o Wally” no lugar errado.

É isso, que dizes?

A Bimodais – melhor escola de futurismo do Brasil –  tem se esforçado para desenvolver uma narrativa, que consiga explicar o que está ocorrendo e sugerir caminhos para pessoas, profissionais e organizações.

Quem tem feito nossos cursos tem aprovado, como vemos no depoimento abaixo:

Quer sair do “tiroteio de cego” que o mercado se transformou?

Venha ser Bimodal:

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A pedidos, vamos voltar ao assunto de ontem.

Falácia é um argumento que contém uma verdade aparentemente verdadeira, mas contém também uma mentira nem sempre fácil de identificar.

Digamos que você diga que encontrou uma borboleta e a passou a chamar de borboleta “lagartosa”.  Como toda borboleta foi uma lagarta você criou uma falácia.

É verdade que aquela borboleta foi uma lagarta? Sim, foi, mas como ser lagarta é algo da estrutura essencial das borboletas, não pode ser um critério classificatório.

Para classificar qualquer coisa é preciso analisar o que é estrutural ou conjuntural e/ou geral ou particular no que se quer detalhar.

Há borboletas multicoloridas e as de uma cor única, o que poderia ser um critério. Maiores ou menores seria outro. Migratórias e não migratórias, mais um.

Quando classificamos algo pelo que é estrutural, criamos uma falácia, pois há uma verdade no que está se dizendo, mas não nos permite separar o joio do trigo.

O Sapiens têm algumas características particulares, essenciais da espécie: conhecer, se informar, trocar, compartilhar, aprender, ensinar, que não podem caracterizar uma sociedade específica.

Sociedades humanas, ao longo do tempo, desenvolvem mais quantidade de conhecimento, aprendizado, informação, tecnologia, são mais modernas do que as anteriores, mas não podem ser caracterizadas por isso.

Um bom conceito é aquele que consegue separar o que é estrutural do conjuntural. O que é geral do particular.

Um bom conceito foge das das falácias, que são fáceis de classificar, contém uma verdade parcial, mas geram muita confusão.

O conceito “sociedade do conhecimento” é tipicamente uma falácia, pois o conhecimento pode variar de quantidade e sofisticação, mas não caracterizar uma época.

Podemos, com segurança, classificar a sociedade do conhecimento gestual, oral, escrito, eletrônico e digital. Não há aqui nenhuma falácia. São mudanças conjunturais e não essencial da sociedade.

Falácias são conceitos que deixam margem a muitas interpretações, e dificultam as decisões. São bússolas com defeito, que devem ser evitadas pelos mais competitivos.

A falácia da sociedade do conhecimento, vale também para várias outras como da informação, vem da incapacidade de enxergar as mídias como detonadoras de novas civilizações.

É isso, que dizes?

A Bimodais – melhor escola de futurismo do Brasil –  tem se esforçado para desenvolver uma narrativa, que consiga explicar o que está ocorrendo e sugerir caminhos para pessoas, profissionais e organizações.

Quem tem feito nossos cursos tem aprovado, como vemos no depoimento abaixo:

Quer sair do “tiroteio de cego” que o mercado se transformou?

Venha ser Bimodal:

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Os gregos chamavam de sofismo. Ou podemos chamar de falácias. São argumentos interessantes, mas que não resistem à lógica.

Pode reparar que a maior parte dos palestrantes ao falar do digital apela bastante para os efeitos “pirotécnicos”. São palestras muito mais motivacionais do que “explicacionais“.

Note, entretanto, que diante de qualquer fenômeno desconhecido é preciso primeiro entendê-lo para que se tenha motivação para lidar com ele.

Um discurso lógico apela para a reflexão e não para a emoção. Procura encadear causa e efeito para que as pessoas possam julgar e poder contra argumentar.

Gosto de chamar determinadas palestras de “cracolândia“, repleta de diversão, mas com baixa taxa de explicação para que se tome decisões melhores.

Em geral, uma narrativa falaciosa não apresenta causas. Por exemplo: por que estamos vivendo o digital hoje, agora, desse jeito? Existe alguma? Pergunte ao palestrante.

Se um palestrante não apresenta a causa consistente de um fenômeno, não poderá enxergar as consequências. E não terá sugestões eficazes para lidar com ele.

Outro truque é selecionar algo que é essencial e determinar que é conjuntural. Por exemplo, chamar a atual sociedade do conhecimento, quando o conhecimento é da essência do sapiens.

Outro truque de trocar o que é essencial pelo conjuntural? Economia compartilhada (todas são). Sociedade da Informação (todas foram).

Fique atento: vivemos em uma época de muita fumaça e pouco fogo. Muita motivação e pouca explicação. E ninguém vai longe motivado, mas sem saber o melhor caminho.

É isso, que dizes?

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Quem viu milhares de árvores, não necessariamente viu a floresta.” – Einstein.

Um pesquisador da medicina nunca estuda febre, mas sempre a doença que provoca a febre. A febre é um sintoma de um fenômeno.

A ciência é dedicada a fenômenos, que gera diagnósticos, tratamento e prognósticos para que possamos lidar melhor com eles.

O grande problema que temos tido diante do Digital é: estamos empenhados em estudar os sintomas, mas nunca o fenômeno mais amplo.

O que chamamos “Digital” deve ser classificado como uma Revolução de Mídia, fenômeno social recorrente, inserido dentro de macro movimentos da espécie, visando a sobrevivência.

Revoluções de Mídia são respostas a aumentos populacionais continuados, que nos permitem, a partir delas, criar ambientes organizacionais mais sofisticados.

Vivemos hoje a maior mudança civilizacional da macro história do Sapiens, mas não temos noção disso, pois faltava uma ciência que a explicasse na sua verdadeira extensão.

A Antropologia da Sobrevivência resgata os movimentos da espécie na macro história, revelando a relação de três fatores: população, mídias e macro mudanças administrativas.

A Antropologia da Sobrevivência é a base para recomeçar o estudo das demais Ciências Sociais, que terão que ser reajustadas diante dessa nova perspectiva.

Sem uma ciência que entenda o digital de forma mais consistente, todas as estratégias que estão sendo adotadas, principalmente pelas organizações tradicionais, tendem ao fracasso.

É isso, que dizes?

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Problemas dos mais variados são sintomas de que há uma relação inadequada com determinado fenômeno. E, por causa disso, se cria uma ciência para estudar o fenômeno para minimizar o problema.

Um médico não estuda a febre, mas a doença (fenômeno) que provoca a febre, mas os fatores causantes, detonantes, consequentes e atuantes (diagnóstico, tratamento e prognóstico).

Os fatores causantes dos fenômenos, que geram problemas, definiram e definem as ciências que foram e precisam ser criadas: econômicos? de saúde? cósmicos? informacionais? de aprendizado?

Ciências nascem, assim, para estudar fenômenos, que têm uma causa similar e formam um corpo de conhecimento para ajudar a sociedade a lidar melhor com eles.

A atual revolução digital, sem dúvida, é um fenômeno que tem causado diversos problemas, pois as pessoas estão tendo dificuldade de se adaptar a eles. E é o caso de se perguntar: qual a ciência atual disponível mais adequada para entendê-lo?

Os pesquisadores canadenses da Escola de Toronto foram os primeiros – e praticamente únicos – que se dedicaram ao estudo da história das mudanças de mídia, partindo da Ciência da Comunicação.

Porém, uma Revolução Midiática se enquadra em algo mais amplo do que um fenômeno comunicacional, pois, segundo a sugestão de Pierre Lévy (da escola canadense) novas mídias são um marco do início e fim das macro civilizações humanas.

Desse ponto de vista, temos um fator Antropológico – ciência do homem no sentido mais lato, Macro-Históricos, que engloba origens, evolução, mudanças civilizacionais, desenvolvimentos físico, material e cultural, fisiologia, psicologia, costumes sociais, crenças, ambientes administrativos.

As Revoluções Midiáticas só podem ser compreendidas com uma visão Antropológica ligada diretamente à jornada humana com uma visão Macro-Histórica (milenar).

Uma Revolução Digital, no nosso entender, é um movimento humano de sobrevivência, relacionado à sobrevivência, na relação entre aumento da população, surgimento de novas mídias e de nova civilização.

Uma Revolução Midiática precisa de um tipo específico de abordagem Antropológica dedicado aos macro movimentos humanos diretamente voltados para a SOBREVIVÊNCIA.

A Revolução Digital só será compreendida de forma mais ampla, quando entendermos que: é um movimento Macro-Histórico, de mudança civilizacional, diretamente ligado a um movimento espontâneo da espécie para viver com mais qualidade.

É um fenômeno que, até aqui, estava sem uma ciência adequada. Por isso, a Bimodais criou a Antropologia da Sobrevivência, um ferramental científico, mais adequado para entender o fenômeno mais relevante do sapiens sobre o qual ainda conhecemos muito pouco.

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Há claramente hoje em dia um desprezo e abandono pela tradição do pensar. Parece que o sapiens começou a refletir sobre a realidade, a partir do século XXI e todo os pensadores do passado podem ir para o lixo.

Aristóteles (384 a.c. – 322 a.c), por exemplo, pode nos ajudar bastante a entender por que há tanta confusão diante do Digital, com dois conceitos que já têm mais de dois mil anos: análise indutiva e dedutiva.

A indução é um tipo de análise da realidade que parte do específico para o geral. E a dedução é justamente o contrário, do geral para o específico.

As análises dedutiva e indutiva são ferramentas diferentes mais adequadas para problemas distintos. Problemas mais conhecidos e repetitivos, pedem indução. Os desconhecidos e inusitados pedem dedução.

O Digital é um problema desconhecido e inusitado e pede que se faça uma revisão do pensamento geral para que se possa entender uma parte que não está se encaixando. Pede dedução!

O Digital se encaixa claramente no que outro pensador, este mais recente, Thomas Kuhn (1922 – 96) denominou de anomalia, quando a realidade começa a não rimar mais com as teorias de plantão.

Vivemos hoje o que podemos chamar de “Crise do Indutivismo”. Tentamos entender um fenômeno novo com os paradigmas que ficaram obsoletos!

As pessoas, profissionais e organizações estão indo para um oceano novo e desconhecido, com caravelas frágeis, baseados em mapas e bússolas criados para um oceano antigo.

Precisamos hoje de um ferramental de análise muito sofisticado para entender tudo que estamos passando. Para isso, é preciso colher o que há de bom e ainda atual nos pensadores antigos.

A fatal arrogância, o indutivismo radical, é a principal causa da incompreensão do atual cenário. E quando não entende o que ocorre, fica impossível agir de forma eficaz.

É isso, que dizes?

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É comum se defender que os Ubers (Airbnb, Youtube, Mercado Livre e o próprio Uber) são apenas um novo modelo de negócio. Isso é falso!

As teorias administrativas não admitem que existem modelos administrativos que mudam na Macro-História, a partir de mudanças de mídia. Por causa disso, a confusão.

Os Ubers têm os mesmos fundamentos da administração: um tipo de controle de qualidade sobre serviços e produtos, clientes, relação de custo-benefício, etc.  Porém, a diferença não está no que fazem, mas como fazem!

Os Ubers se utilizam da nova mídia (em especial a linguagem dos rastros) para permitir que o usuário possa decidir sobre um conjunto enorme de fatores dentro da organização.

É essa participação ativa do cliente, via linguagem dos rastros, que permite que os Ubers possam ter o acervo de produtos e serviços aberto e mais exponencial.

Há critérios para que se possa colocar filmes no Youtube, abrir sua casa para aluguel, mas a decisão se aqueles produtos e serviços devem continuar é cada vez mais tomada pelo cliente, conforme o modelo vai ganhando maturidade para ter cada vez mais escala.

Os Ubers têm nova forma disruptiva de praticar o controle de qualidade de produtos e serviços. E é essa nova forma que permite ser muito mais exponencial do que os modelos administrativos tradicionais.

Nos Ubers, cada cliente, de alguma forma, assume o antigo papel do gestor de qualidade, avaliando cada produto e serviço, permitindo aumento da taxa de qualidade na quantidade e vice-versa.

Clay Shirky, tecno-pensador americano, define bem a passagem administrativa: antes se filtrava para publicar e hoje se publica para filtrar. Os Ubers são assim.

O Netflix, por exemplo, filtra para publicar. O Youtube publica para filtrar. São dois DNAs administrativos diferentes. O Netflix tem um “carimbador” central de qualidade e o Youtube não tem.

O Netflix tem um modelo de negócios baseado na Administração 1.0 – é acervo fechado e controlado pelo centro. O Uber tem um modelo de negócios baseado na Administração 2.0 – é acervo aberto e controlado pelas pontas.

Hoje, se olhamos para os dois podemos ter a ilusão que eles visam públicos diferentes e tem monetizações distintas. Porém, se olhamos com uma perspectiva comparativa de outras revoluções midiáticas, se consegue perceber a mudança.

A tendência futura é que modelos administrativos como do Youtube ganhem cada vez mais espaço, ocupando lentamente aquele que é hoje ocupado pelo Netflix e similares.

Ubers conseguem praticar uma qualidade na quantidade muito mais exponencial do que os modelos tradicionais. É essa a grande macrotendência para o futuro.

Estamos diante de uma disrupção administrativa, na qual novas organizações podem ter milhões de usuários e fornecedores sem a necessidade de um gerente de qualidade central. É essa a grande novidade do cenário, o resto é incremental ou radical.

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As lideranças estratégicas já viveram diversas crises diante de alterações do mercado, mas a do Digital é muito especial. A Revolução Digital é um fenômeno Macro-Histórico de altíssimo impacto e sobre o qual temos baixíssimo conhecimento.

Existem diversos sintomas que nos dão a dimensão da crise: a perda radical de valor de diversas organizações tradicionais na última década e a liderança do mercado apenas de empresas que começaram do zero.

Se o novo mercado é ocupado apenas por novas empresas, é sintoma claro que a forma de pensar das organizações tradicionais precisa de ajuste radical.

O mercado se habitou com mudanças dentro da Micro-História, mas uma revolução digital é um fenômeno de alto impacto da Macro-História.

Fenômenos Macro-Históricos só podem ser compreendidos, quando analisamos forças que ocorrem em milênios ou séculos, tais como aumentos demográficos e mudanças tecnoculturais profundas.

Fenômenos Sociais Macro-Históricos são raros, mas quando surgem, exigem que as lideranças consigam superar uma visão de curto e passem a operar numa visão estratégica de longo prazo.

As mudanças que estamos assistindo em toda a sociedade, incluindo nos negócios, demonstram que as teorias administrativas precisam de revisão, pois ignoraram solenemente a influência das mídias nos negócios.

Vivemos hoje a maior crise administrativa da história do Sapiens e assistiremos ao longo das próximas décadas o desaparecimento de organizações, que nunca imaginaríamos que teriam fim.

É isso, que dizes?

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Estou aguardando a aprovação de um curso que criei na Eduzz. Isso é gestão. Quem controla o conteúdo que vai entrar na plataforma é o gestor, que precisa “carimbar” meu curso.

Note que a Eduzz aceita que eu proponha o curso, coloque todo o conteúdo, mas o gerente de qualidade deles aprove para ir ao ar.

Com a possibilidade de cada vez mais gente propor cursos, o gerente de qualidade tem um volume cada vez maior de cursos a serem avaliados.

Diferente de uma escola tradicional, como a Fundação Getúlio Vargas, que tem muito menos cursos novos a serem avaliados.

A Eduzz está numa sinuca de bico, sem saída, pois terá cada vez mais cursos a serem aprovados, num tempo cada vez mais curto, sem que consiga carimbar todos eles.

A Eduzz, como diversas outras plataformas digitais, estão vivendo uma crise entre duas civilizações. Aceitam a inclusão direta pelos fornecedores, mas acreditam que, filosoficamente, é mais correto o gerente de qualidade interno aprovar.

O problema que temos das plataformas digitais tipo Eduzz é de escala. O custo da equipe interna de qualidade será cada vez maior, sem que o resultado seja satisfatório. O modelo é insustentável.

O grande pulo do gato disruptivo da Uberização é ter matado o gerente da qualidade e transferido a responsabilidade para os clientes.

Como diz Clay Shirky na frase que define a encruzilhada civilizacional do Sapiens: “antes se filtrava para publicar, hoje se publica para filtrar“.

A Uberização tem um novo DNA administrativo, no qual todo o controle de qualidade de produtos e serviços é feito pelo cliente.

O cliente 2.0 é aquele que faz o que fazia o antigo gerente de qualidade de produtos e serviços das organizações tradicionais, via estrelas, curtições, cliques.

O que é exponencial na uberização não é, portanto, a tecnologia, mas a nova filosofia administrativa, na qual o filtro da qualidade dos produtos e serviços é transferido para os clientes.

A Uberização se caracteriza por uma filosofia de controle dos produtos e serviços radicalmente diferente e é, por causa disso, que as lideranças tradicionais estão com tanta dificuldade de adotá-la.

É isso, que dizes?

O tema Uberização faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
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Mídias surgem na sociedade e, no primeiro momento, geram alguma resistência, mas vão sendo naturalmente aceitas e adotadas pela maioria dos sapiens do planeta.

Mídias, entretanto, sofisticam a comunicação e permitem a criação de novos modelos administrativo, que têm uma resistência muito maior de adoção.

O Sapiens é a única espécie do planeta que cresce demograficamente e, por causa disso, precisa sofisticar tanto a forma de se comunicar como de se administrar (basicamente tomar decisões).

A adesão às novas mídias e a modelos mais sofisticados de administração, sem dúvida nenhuma, são opcionais. Até hoje, temos tribos isolados que não têm escrita.

Porém, quando determinadas regiões, países, cidades não adotam o “estado da arte” midiático-administrativo passam a ter limitações para lidar com a complexidade demográfica.

Quando determinadas regiões, países, cidades não adotam o “estado da arte” midiático-administrativo passam a ter limites demográficos ou, se crescem, reduzem gradualmente a qualidade de vida das pessoas (tanto da sobrevivência, quanto da existência).

A macro história do sapiens nos mostra que a adesão ao estado da arte midiático-administrativo é opcional, tanto em termos do uso da nova mídia, quanto de tudo que ela pode oferecer na solução de velhos problemas.

O novo “estado da arte” midiático-administrativo, que começa a ser testado e resolve antigos problemas de nova maneira, vai definindo gradualmente as novas zonas de atração, neutras ou de abandono do planeta.

Temos uma regra de ouro na história humana.

Quanto mais as decisões são compartilhadas pelas pessoas, se utilizando do novo o “estado da arte” midiático-administrativo, mais  conseguem ser eficazes diante da complexidade de plantão e vice-versa.

Isso não é uma determinação, mas uma recomendação, uma opção, que pode ser adotada, ou não. Quem não adota, paga o preço de gradual perda de qualidade de vida.

Fato: a população humana tende sempre a aumentar, os problemas vão ficando cada vez mais complexos e os antigos modelos midiáticos-administrativos cada vez mais obsoletos.

A encruzilhada de cada região é a seguinte: vamos nos utilizar do que há de mais sofisticado em termos midiáticos-administrativos para resolver antigos problemas, ou não? Eis a questão!

É isso, que dizes?

O tema do estado da arte midiático-administrativo faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo.

Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
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Vivemos hoje uma crise das teorias sobre administração e negócios. O Digital demonstrou que as bases filosóficas estão equivocadas.

O ambiente administrativo opera sobre o ambiente midiático. E quando mudamos a mídia, alteramos o ambiente administrativo e não o contrário.

Os modelos administrativos mudam ao longo da macro história, a partir das alterações que são feitas nas mídias. Mudou a mídia, mudou o modelo de administração!

Administrar é decidir. E ninguém decide nada sem utilizar as mídias disponíveis.

O atual modelo de administração é baseado na oralidade e na escrita, que permite que os atuais gestores decidam e comuniquem o que decidiram.

A Administração 1.0 é, assim, o modelo administrativo, no qual gestores decidem ANTES dos produtos e serviços irem ao mercado sobre os quais têm o controle absoluto.

Há diversos MODELOS DE NEGÓCIO possíveis na Administração 1.0, mas todos têm o mesmo DNA administrativo: gerente, decisões orais e escritas e controle total dos produtos e serviços.

Os Ubers são MODELOS ADMINISTRATIVOS diferentes. Não são novos MODELOS DE NEGÓCIO, pois se utilizam de novos recursos midiáticos, que não existiam anteriormente.

Há diversos tipos de MODELOS DE NEGÓCIO na Administração 2.0 com o mesmo DNA administrativo: não há gerentes, as decisões são por rastros e não há nenhum controle sobre produtos e serviços.

A migração da Administração 1.0 para a 2.0, portanto, é uma mudança filosófica de controle, pois quem passa a tomar a decisão não é mais o gestor e sim o usuário.

Enquanto não houver uma profunda revisão das bases filosóficas e teóricas da administração e dos negócios, os líderes continuarão sem chão para entender o tamanho do desafio.

É isso, que dizes?

O tema da crise da administração faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


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Thomas Kuhn (1922 – 96) precisa ser lembrado neste momento de crise. Ele nos legou a ideia de as concepções do sapiens da realidade entram em crise.

A realidade é formada por fenômenos que vão, ao longo do tempo, aparecendo de forma diferente e revisões são necessárias para que possamos lidar melhor com eles.

Problemas são sintomas de que não estamos lidando bem com determinados fenômenos. É preciso entendê-los para que possamos melhorar a relação.

A sociedade neste novo século está presenciando a chegada de uma Revolução Midiática – o fenômeno social recorrente mais impactante para a sociedade, sobre o qual não conhecemos praticamente nada!

Todas as áreas de atuação da sociedade, onde se inclui a administração, estão em crise, pois os fatos não estão mais rimando com as teorias de plantão!

Administrar, para quem ainda não sabe, é decidir. E quem é mais competitivo é justamente aquele que toma decisões melhores.

É preciso entender que as mídias criam um novo DNA administrativo mais sofisticado. Quando mudamos a mídia, começam a surgir empresas mais competitivas, pois passam a usar a nova Tecnopossibilidade.

Os Ubers não são um novo modelo de negócio, mas organizações que tomam decisões de uma nova forma, utilizando o potencial do novo DNA Administrativo.

Quando se defende o conceito “Transformação Digital” estamos saindo do nada para lugar nenhum, pois não é colocar tecnologia no antigo DNA Administrativo. É começar a utilizar o novo!

O problema é que quando se pensa em Transformação Digital está se utilizando as velhas teorias da Administração, nas quais não se inclui o impacto das novas mídias nos modelos administrativos.

Enquanto não se incorporar – como a Bimodais vem fazendo – as novas teorias para se entender a revolução midiática, não se chegará muito longe.

Como diz Thomas Kuhn: “crises são ótimas oportunidades para se renovar os instrumentos.”

É isso, que dizes?

O tema da Crise da Administração faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


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