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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito pelo Tio Chatinho (ChatGPT):

No presente texto, Nepô nos apresenta uma análise dos quatro tipos de projetos de vida que uma pessoa pode assumir, destacando a importância de tornar conscientes as escolhas existenciais. Ele enfatiza que muitos vivem de maneira inconsciente, sendo levados pelas circunstâncias em vez de conduzirem suas próprias vidas. Viver melhor implica questionar os paradigmas pessoais e escolher conscientemente entre deixar nenhum legado, apenas legados genéticos, legados não genéticos incrementais, ou legados não genéticos disruptivos. Nepô sublinha que a sociedade, em geral, tem baixa consciência sobre os projetos existenciais, ao contrário da cultura japonesa que, com o conceito de Ikigai, incentiva desde cedo a reflexão sobre o propósito de vida.

No presente texto, Nepô nos apresenta ainda uma análise crítica do livro “Crescer & Transcender: os Benefícios do Autoconhecimento e as Características da Mentalidade Expansiva” de Di Saval, um filósofo brasileiro. Nepô destaca que Saval, autor prolífico de e-books, não hierarquiza recomendações, não busca padrões ou contextos históricos, e se limita a sugestões de conduta sem apresentar histórias ou pesquisas. Saval define autoconhecimento como um processo contínuo de autoexploração, porém, Nepô sugere que é mais eficaz pensar em gerenciar nossos diversos “Eus Internos” de maneira progressiva. Nepô também discute a importância de reconhecer a formatação obrigatória que passamos para nos tornarmos Sapiens, e a necessidade de questionar e ajustar hábitos dentro dos nossos ambientes para uma vida mais alinhada com nossos projetos existenciais, especialmente aqueles mais disruptivos.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Como todos nós somos formatados para ser Sapiens, uma pessoa que pouco pensa sobre o seu projeto de vida, é mais levado do que leva a sua vida.
  2. Viver, de forma mais independente, é um continuado processo de reformatação da Formatação Básica Obrigatória que passamos.
  3. No fundo toda terapia emocional é uma hábitoterapia.
  4. Uma terapia emocional mais adequada, seja ela qual for, sempre deve procurar fazer uma revisão dos hábitos para que eles mais nos ajudem do que nos atrapalhem.
  5. Os hábitos são a base da nossa vida. Quando queremos mudar algo em nós, na verdade, estamos nos dizendo: “vou refletir e procurar hábitos mais adequados”.
  6. Uma vida melhor é aquela que aprendemos a conhecer e gerenciar de forma progressiva e continuada (que nunca tem fim) os nosso vários Eus Internos.
  7. De maneira geral, na cultura ocidental, onde se inclui a brasileira, as pessoas NÃO são estimuladas desde cedo a escolher um tipo de Projeto Existencial.
  8. Nos Ambientes de Sobrevivência, que estimulam o Ikigai, há uma Taxa Maior de Consciência dos Projetos de Vida.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Não se pode chegar aonde ninguém chegou fazendo do mesmo jeito que todo mundo faz.”   Albert Einstein.

Iniciamos a Bimodalização dos livros de Di Saval, filósofo brasileiro, que produziu uma série deles e publicou, de forma independente na Amazon.
Este é o primeiro artigo.

Iniciamos com o livro “Crescer & Transcender: os Benefícios do Autoconhecimento e as Características da Mentalidade Expansiva.” Vamos Bimodalizar quatro no total.

Primeiro um parênteses.

Os quatro tipos de projetos de vida 

Quando vamos procurar ajudar alguém a ter uma vida melhor, o primeiro passo é analisar, antes de tudo, o quanto as escolhas de vida que ela faz são mais conscientes ou inconscientes.

Como todos nós somos formatados para ser Sapiens, uma pessoa que pouco pensa sobre o seu projeto de vida, é mais levado do que leva a sua vida.

Viver, de forma mais independente, é um continuado processo de reformatação da Formatação Básica Obrigatória que passamos.

Se eu digo que quero viver melhor, significa que eu vou procurar questionar paradigmas que eu estou usando e estão mais atrapalhando que ajudando na minha vida.

Se eu digo, quero assumir mais a minha vida, acabamos diante de quatro escolhas existenciais, em termos de legados que quero deixar:

  • Sem nenhum legado;
  • Com apenas legados genéticos (filhos e netos);
  • Com legados (independente dos genéticos) não genéticos incrementais;
  • Com legados  (independente dos genéticos) não genéticos disruptivos.

Quando leio que as pessoas precisam trabalhar 10 mil horas para chegar na excelência, que é preciso ter um Ikigai, ou um propósito de vida, antes de tudo, é preciso que cada pessoa se pergunte:

Qual é o tipo de projeto de vida que eu quero para mim?

Não podemos generalizar que todas as dicas de vida melhor e mais significativas servem para todos – depende da escolha existencial que cada pessoa faz.

Se vamos procurar ajudar alguém a melhorar de vida, antes de tudo, devemos tornar consciente a escolha existencial que ela quer fazer.

Para cada tipo de projeto existencial escolhido, cabe um estilo de vida.

De maneira geral, o que temos na sociedade são vidas com baixa consciência sobre os Projetos Existenciais escolhidos.

Quando os japoneses criaram o Projeto Existencial, baseado no Ikigai, há uma preocupação, desde cedo, que cada pessoa reflita e tome consciência do seu projeto.

Nos Ambientes de Sobrevivência, que estimulam o Ikigai, há uma Taxa Maior de Consciência dos Projetos de Vida.

De maneira geral, na cultura ocidental, onde se inclui a brasileira, as pessoas não são estimuladas desde cedo a escolher um tipo de Projeto Existencial.

Dito isso, passemos à Bimodalização dos livros de Saval.

Um resumo inicial do estilo Saval 

Saval é um autor muito produtivo, tem muitos livros na Amazon, na maioria bem curtos, no estilo e-books. Faria o seguinte diagnóstico da sua produção, com textos que não: 

  • Hierarquizam pouco as recomendações que faz;
  • Não procuram padrões;
  • Não procura entender o Sapiens de forma mais ampla, se restringindo a sugestões de conduta;
  • Que não relaciona os desafios da vida aos contextos históricos;
  • Não conta histórias ou apresenta pesquisas – uma característica bem presente nos autores americanos de Inovação Pessoal.

A Bimodalização de Saval vai assim na procura de mais insights do que de aprendizados, que foram poucos.

O livro “Crescer & Transcender” é o primeiro dele.

Diz ele:

“Esse livro é dedicado a todas as pessoas que não veem a vida somente como um processo biológico entre o nascimento e a morte, mas como um processo de autodescoberta.”

Ou seja, pessoas que estão querendo sair de Projetos Existenciais Mais Inconscientes.

Eu não sou, eu estou em contínuo processo, enquanto estou vivo 

Ele continua:

É preciso reconhecer que só se conhecendo profundamente você lida melhor com o mundo e que, dessa maneira, irá poder viver e aproveitar as suas experiências diárias de maneira mais plena.”

É preciso definir o que entendemos como “se conhecendo profundamente”.

Eu prefiro dizer que:

Uma vida melhor é aquela que aprendemos a conhecer e gerenciar de forma progressiva e continuada (que nunca tem fim) os nosso vários Eus Internos. 

Não é algo profundo, mas continuado e progressivo, que vai se modificando em função da idade e das novas situações de vida que vão ocorrendo.

Saval diz:

“Autoconhecimento pode-se definir como o processo pelo qual alguém conhece a si mesmo, a partir da investigação dos seus gostos, hábitos, limitações, capacidades, ações e reações.” // “Uma vez conectados com tudo aquilo que nos faz ser quem somos poderemos nos expressar melhor em todos os aspectos.”

Não há um “conhecer a si mesmo”, pois o “si mesmo” não existe, somos um continuado processo.

Não temos alguém para conhecer em nós, mas desenvolver um projeto de pesquisa do que podemos nos chamar de fenômenos em movimento.

Eu não sou, eu estou em contínuo processo, enquanto estou vivo.

Prefiro quando ele vai nessa linha:

Quanto mais funcional você se torna, você vai reagir cada vez menos e agir cada vez mais, de maneira mais consciente, diante das influências do mundo e dos apelos dos outros.”

Eu mudaria para:

Quanto mais curador você se torna dos seus vários Eus, você vai reagir de forma melhor e mais proativa, diante das influências do mundo e dos apelos dos outros.

A importância de assumirmos que somos formatados para ser Sapiens 

Saval diz:

“Vamos sendo alienados de nós mesmos. E ao “deixar a vida nos levar” viramos um papel ao vento. Um dia, quando somos obrigados a agir por nós mesmos, ficamos tão ansiosos que paralisamos.”

Note que aqui temos um problema de visão do Sapiens.

Somos formatados para virar Sapiens, não somos alienados de “nós mesmos”, nós somos filhos dessa formatação obrigatória.

Se não somos, desde cedo, preparados para entender que viver é se reformatar, acabamos achando que a formatação que tivemos é o que chamamos de “nós mesmos”.

Uma boa frase:

“A primeira verdade observável sobre os hábitos é: eles não são eliminados, mas substituídos.”

Os hábitos são a base da nossa vida. Quando queremos mudar algo em nós, na verdade, estamos nos dizendo: “vou refletir e procurar hábitos mais adequados”.

Uma terapia emocional mais adequada, seja ela qual for, sempre deve procurar fazer uma revisão dos hábitos para que eles mais nos ajudem do que nos atrapalhem. 

No fundo toda terapia emocional é uma hábitoterapia.

Veja como não entendemos a FBO, diz ele:

“Bem cedo, vamos sendo como que “colonizados” pelo mundo exterior. Vamos sendo adestrados pelas influências e padrões alheios que invadem as nossas consciências e gradualmente vamos sendo moldados.” // A tradição familiar, que ironia, é a nossa primeira barreira de controle. Somos educados nos bons costumes que supostamente facilitariam a nossa vida social. Levados pela máxima de “respeitar aos mais velhos”, nós vamos sendo reduzidos a bonecos repetidores de regras.”

Ele considera isso algo ruim e malvado.

O Sapiens precisa disso para virar Sapiens.

O que precisamos, no estilo Ikigai, é saber que isso ocorre e sermos preparados para descobrir nossos potenciais, separando o que foi adequado, ou não, na formatação.

Diz ele:

Levantar-se contra o status quo é de fato o maior dos desafios, mas também é o passo definitivo para se conquistar a liberdade individual.”

Nem todo status quo precisa ser questionado, depende. É preciso saber o que atrapalha e o que não atrapalha.

Ele diz:

Eis aí os grandes pilares da nossa zona de conforto. Ela garante uma vida tranquila, bem provida e até e segura, mas padronizada e por isso mesmo incapaz de corresponder e satisfazer à realidade individual de cada ser humano.”

Depende da escolha.

É preciso sempre destacar que as escolhas de Projetos Existenciais de Vida podem estar mais alinhados ou menos alinhados com o status quo.

Projetos Existenciais de Vida escolhidos dependem do apetite por desafios de cada pessoa, que são influenciados por:

  • Características genéticas;
  • Formatação Básica Obrigatória que recebeu;
  • Ambiente de Sobrevivência que vive;
  • E a conjuntura civilizacional em que nasceu. 

Na verdade, o livro de Saval é mais voltado para pessoas que querem Projetos Existenciais de Vida Mais Disruptivos.

Que extrapolam a escolha por filhos e netos ou não deixar legado nenhum.

Nem todo mundo fez esta escolha.

É importante que os Conceituadores da Inovação Pessoal façam esse tipo de escolha.

Hábitos e ambiente 

Outro ponto, agora de reforço, é a relevância da compreensão que determinados hábitos praticamente não serão modificados, sem que mudemos o nosso ambiente:

Ele diz:

“Não interessa tanto a sua resolução interior, você não vai mudar a sua vida se não alterar o seu ambiente. É aqui que a força de vontade fracassa. Ela não se concentra na mudança do ambiente, mas no aumento dos esforços pessoais para sobreporse a esse ambiente. E o que acontece? Você acaba sucumbindo a ele, apesar de todo o seu esforço.”

A defesa do egoísmo saudável 

A psicóloga usa o exemplo do motorista de um caminhão da Cruz Vermelha que, para levar água e comida para feridos de uma tragédia natural, precisa de vez em quanto recarregar e abastecer o veículo. Se ele não cuidar disso, logo vai travar à beira da estrada, sem poder ajudar ninguém.” // “É o que podemos chamar de “egoísmo necessário”.

 

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

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Por aqui:
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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

Resumo feito pelo Tio Chatinho (ChatGPT):

No presente texto, Nepô nos apresenta um resumo da semana Bimodal 11.6.2, destacando a importância da leitura semanal e a consolidação dos aprendizados através de artigos. Ele introduz o conceito de Alometria, que explica como a complexidade crescente na sociedade exige novos ambientes de comunicação e cooperação. Nepô também discute a Sindicalização Científica, que limita a capacidade de vários conceituadores de entender o cenário digital.  Além disso, enfatiza a importância de melhor gerenciar a Mente Primária, distinguindo entre Automatismos Saudáveis e Tóxicos, e critica o Mindset do Sangue Azul, que sustenta um Sapiens mais imutável. Finalmente, Nepô aborda a relevância do Ikigai e a necessidade de uma agenda proativa e a revisão constante da Mente Primária para uma saúde integral.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Para um mundo mais descentralizado, dinâmico e inovador, o Paradigma Existencial Proativo e Singularizador vai deixando de ser uma opção e passando a ser uma obrigação.
  2. A ideia de que o Sapiens pode se reinventar – extremamente inovadora – aparece mais em ambientes mais descentralizados, quando a singularização é vista com bons olhos.
  3. Quantos compromissos você colocou na sua agenda voltados para projetos escolhidos por você de longo prazo?
  4. O Monolismo – a falta de diálogo interno – é extremamente estimulada em Ambientes de Sobrevivência Mais Centralizados.
  5. Colocar no Caderninho de Bordo nomes de personagens que existem dentro de nós que nos boicotam para aprender a superá-los.
  6. Mente Primária: elemento fundamental para a nossa saúde física e mental, desde que seja o tempo todo revisada.
  7. Os estudos sobre o Mundo Digital das Ciências da Educação, da Administração, da Psicologia, da Economia, entre outras, se torna inviável, pois os Paradigmas Estruturais da Ciência Social – a mãe de todas elas – estão com problemas.
  8. É preciso, antes de tudo, rever a Ciência Social 1.0, adotar a 2.0 e, só então, analisar os ajustes necessários em todas as Ciências Sociais correlatas.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Todo organismo vivo quando cresce precisa mudar de forma.”  D’Arcy Thompson.

Vamos fazer um resumo da semana Bimodal 11.6.2.

Fechando a Décima Primeira

Estamos, na verdade, fechando a cada semana a Décima Primeira Imersão, na qual passamos a ter como sistemática:

  • Leitura e Bimodalização de um livro por semana;
  • Fechamento da semana com um artigo consolidador. 
Alometria  

Logo no primeiro artigo, trouxemos para a bibliografia básica da escola o livro “On Growth and Form” de D’Arcy Thompson.

Ele é um dos Padrinhos estruturais da Bimodais, ao defender que todo organismo vivo quando cresce precisa mudar de forma.

Isso complementa o trabalho dos pesquisadores da comunicação canadenses, liderados por Marshall McLuhan (1911-80), que afirmaram que “mudou a mídia, mudou a sociedade”.

Thompson nos ajuda a entender que a mídia muda, pois há um crescimento de complexidade na sociedade humana o que nos obriga a:

  • Ter um novo ambiente de comunicação;
  • Que nos permite criar, na sequência, novos ambientes de cooperação.

O nome científico do padrão (mais complexidade = mudança de forma) se chama Alometria.

Entrou para o Glossário.

Sindicalização Científica 

Outro conceito importante foi o da Sindicalização Científica.

A Sindicalização Científica ocorre com a limitação dos conceituadores a se prender em demasia em determinado campo.

Como nos ensinou Thomas Kuhn (1922-96) a ciência é feita de dois momentos:

  • Normal – quando os Paradigmas Estruturais são válidos e se usa o método indutivo e se mergulha em um determinado campo restrito;
  • Extraordinária – quando os Paradigmas Estruturais não são mais válidos e se usa o método dedutivo e se sai do campo restrito para uma visão mais global para poder fazer os ajustes nos Paradigmas Estruturais.

Há momentos de anomalia, como é o caso agora, que a compreensão do Mundo Digital não será conhecida pelas Ciências Sociais específicas, já que a Ciência Social – mãe de todas elas – está em crise.

Em outras palavras:

Os estudos sobre o Mundo Digital das Ciências da Educação, da Administração, da Psicologia, da Economia, entre outras, se torna inviável, pois os Paradigmas Estruturais da Ciência Social – a mãe de todas elas – estão com problemas.

É preciso, antes de tudo, rever a Ciência Social 1.0, adotar a 2.0 e, só então, analisar os ajustes necessários em todas as Ciências Sociais correlatas.

As duas grandes mudanças da Civilização 2.0 

Outro ponto importante foi a compreensão de dois movimentos distintos na chegada da Civilização 2.0.

  • Do ponto de vista estrutural – e de forma inédita – temos hoje a opção da Curadoria – um disruptivo Modelo Cooperativo nunca antes experimentado em larga escala pelo Sapiens (houve uso da mesma de forma regional e não tecnológica);
  • Do ponto de vista conjuntural e com resgate de paradigmas do passado o incentivo em larga escala do Paradigma Existencial Proativo e Descentralizador, que defende uma série de posturas do Sapiens, mais Singularizadora, compatível com o novo cenário.

A tabela ilustra bem esse embate:

Os dois Paradigmas Existenciais disponíveis para o Sapiens 2.0
Paradigma Existencial Reativo
(menos adequado
para o Sapiens 2.0 – mais comum em Ambientes de Sobrevivência Mais Centralizados)
Paradigma Existencial Proativo
(mais adequado
para o Sapiens 2.0  – mais comum em  Ambientes de Sobrevivência Mais Centralizados)
Coisitivista – Perspectiva de vida baseada em coisas (dinheiro, bens, status) – o orgulho mais exógeno – preocupado com a visão do outro; Legadista – Perspectiva de vida baseada em legados – o orgulho mais endógeno – pouco preocupado com a visão do outro, referenciado por você mesmo;
Reativista – atitude passiva diante dos fatos, muito influenciado pelos contextos e mais voltado para a Zona de Preocupação do que para a de Atuação, tendência ao Reclamismo, à Procrastinação e à Vitimização; Proativista  – uma atitude ativa diante dos fatos, pouco influenciado pelos contextos e mais voltado para a Zona de Atuação do que a da Preocupação, tendência à Inovação e ao Empreendedorismo;
Pasteurizador – procura de ser parecido com os demais; Singularizador – procura de se diferenciar dos demais;
Curto Prazista – atitudes e pensamentos sempre voltados para o curto prazo, se deixando levar por emoções passageiras; Longo Prazista – atitudes e pensamentos sempre voltados para o longo prazo, procurando rejeitar emoções passageiras, não compatível com um projeto mais amplo de vida;
Instagrante – baixa capacidade de aprender com as falhas. O orgulho fica colocado nas conquistas e não no aprendizado; Aprendiz – alta capacidade de aprender com as falhas. O orgulho fica colocado no aprendizado e não nas conquistas.

Podemos dizer que:

Para um mundo mais descentralizado, dinâmico e inovador, o Paradigma Existencial Proativo e Singularizador vai deixando de ser uma opção e passando a ser uma obrigação.

Ele sempre foi usado no passado com sucesso e permitiu que as pessoas vivessem mais e melhor com a sua adoção.

O que muda é que ele passa a ter uma exponencial demanda em função do novo Ambiente de Sobrevivência mais Descentralizado.

Tudo que temos lido no campo da Inovação Pessoal, na verdade, é a defesa dos Paradigmas Existenciais Descentralizadores.

Bimentalidade 

Tivemos com Dweck, mais uma vez o reforço, da Bimentalidade e uma novidade.

A ideia de que a Mente Primária pode ser bastante útil, desde que seja o tempo todo revisada pela Mente Secundária, sendo a responsável pelos nossos Automatismos Saudáveis.

Façamos uma separação:

  • Automatismos Saudáveis – hábitos que estão alinhados com um projeto de vida mais saudável;
  • Automatismos Tóxicos- hábitos que NÃO estão alinhados com um projeto de vida mais saudável.
Mindset do Sangue Azul 

O conceito Mindset de Sangue Azul faz parte dos Paradigmas Existenciais Centralizadores.

Há aqui uma defesa de um Sapiens mais imutável, no qual heranças genéticas e culturais definem o futuro das pessoas.

O Mindset do Sangue Azul é extremamente benéfico para o centro na defesa de um Ambiente de Sobrevivência mais verticalizado.

A ideia de que o Sapiens pode se reinventar – extremamente inovadora – aparece mais em ambientes mais descentralizados, quando a singularização é vista com bons olhos.

A pergunta campeã 

Surgiu na mentoria com a Aline.

Como descobrir com mais facilidade o seu Ikigai?

Se imagine rico, sem problema com dinheiro, você deixaria de fazer o que e faria mais o que?

Isso nos dá a liberdade de atender os nossos clientes internos.

Muito do que nos atrapalha a escolher nosso Ikigai é a demanda que temos para pagar os boletos.

Acabamos mais atendendo o que há de demanda no mercado e deixamos de procurar nossas vocações.

Na proposta Ikigai se procura alinhar de maneira inteligente para se chegar a um meio termo entre quatro pontos:

  • Vocação;
  • Paixão;
  • Demanda do mercado;
  • E viabilidade financeira.
Quem manda na sua agenda? 

Outro ponto importante, como diagnóstico para saber que tipo de Paradigma Existencial é hegemônico na sua vida (Reativo ou Proativo) é analisar a sua agenda.

Quantos compromissos você colocou na sua agenda voltados para projetos escolhidos por você de longo prazo?

Quanto menos você colocou, mais os seus Paradigmas são mais reativos do que Proativos.

PEMD e PEMC 

Consolidamos a ideia de que na história do Sapiens temos dois Paradigmas Existenciais Mais Centralizados, que tendem a Reatividade e os mais Descentralizados, que tendem à Proatividade. 

Polilismo e Monolismo 

Abordamos também o Polilismo (curadoria dos nossos vários Eus) e Monolismo (ignorando que eles existem).

O Monolismo – a falta de diálogo interno – é extremamente estimulada em Ambientes de Sobrevivência Mais Centralizados.

Eus Boicotadores 

Sugestão de:

Colocar no Caderninho de Bordo nomes de personagens que existem dentro de nós que nos boicotam para aprender a superá-los.

Revisão do Papel da Mente Primária 

Mente Primária: elemento fundamental para a nossa saúde física e mental, desde que seja o tempo todo revisada.

Frases de destaque do Nepô da semana: 

 

  1. O Mindset Missionário foca no processo e não no resultado. O que lhe dá a resiliência de aceitar resultados ruins e aprender com eles.
  2. Automatizar hábitos é algo extremamente positivo (o que é feito pela Mente Primária), desde que estejam cada vez mais alinhados com a nossa saúde física e mental.
  3. Nos Paradigmas Existenciais Mais Centralizadores há um baixo incentivo a qualquer inovação que não parta do centro para as pontas.
  4. Nossa Cabeça 1.0 foi preparada para um mundo com muito menos escolhas e quando temos um aumento exponencial de opções, simplesmente ficamos perdidos.
  5. O Sapiens 2.0 precisa aprender a lidar com um mundo, no qual as escolhas, informações e opções deram um salto quântico!
  6. A Singularização e a Responsabilização do Sapiens 2.0 não é mais uma escolha, virou uma obrigação!
  7. Se você se imaginar rico – depois de ganhar na loteria – e querer continuar determinada atividade na sua vida: isso é o seu Ikigai!
  8. O diferencial na vida não vem do que herdamos, mas com aquilo que fazemos com o que foi herdado.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

Quer doar e ganhar quatro aulas de aula gravada?

Por aqui:
https://chk.eduzz.com/2358389

Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito pelo Tio Chatinho (ChatGPT):

No presente texto, Nepô nos apresenta uma reflexão sobre a dicotomia entre mindsets e paradigmas existenciais, baseando-se na obra de Carol Dweck. Ele discute a diferença entre o mindset fixo, que valoriza o resultado, e o mindset de crescimento, que valoriza o processo independentemente do resultado. Nepô relaciona isso com dois tipos de paradigmas existenciais: o centralizador, que busca controle e mantém o status quo, e o descentralizador, que promove a inovação e a autonomia individual. Ele introduz os conceitos de Monolismo e Polilismo, onde o Monolista acredita que controla todos os aspectos de si mesmo, enquanto o Polilista dialoga internamente com seus diversos Eus. O texto enfatiza a importância do autoconhecimento e da negociação interna para alcançar um propósito de vida significativo, destacando que a revisão contínua da nossa “Mente Primária” é essencial para amadurecer e alinhar nossos automatismos com a saúde mental e física.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A base de toda mudança de qualquer pessoa, começa justamente com o diálogo interno – e sua respectiva qualidade.
  2. É preciso, assim, com o tempo ir aprendendo as idiossincrasias da sua Equipe Interna para fazê-la entrar em harmonia com você.
  3. Nós não temos uma identidade perdida que pode ser achada com um processo eficaz de auto conhecimento. Isso é falso!
  4. Não há como impor atividades que o seu Eu Criativo não gosta tanto, ele, como um bom cachorrinho que é, acaba te mordendo.
  5. O Mindset Missionário foca no processo e não no resultado. O que lhe dá a resiliência de aceitar resultados ruins e aprender com eles.
  6. Automatizar hábitos é algo extremamente positivo (o que é feito pela Mente Primária), desde que estejam cada vez mais alinhados com a nossa saúde física e mental.
  7. Nos Paradigmas Existenciais Mais Centralizadores há um baixo incentivo a qualquer inovação que não parta do centro para as pontas.
  8. Amadurecer é um processo contínuo e progressivo de reformatação da Mente Primária em tudo aquilo que está nos atrapalhando.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“No mindset fixo, tudo gira em torno do resultado. O mindset de crescimento permite que as pessoas deem valor ao que fazem independentemente do resultado.  Carol Dweck.

Terminamos aqui a Bimodalização do livro “Mindset: a nova psicologia do sucesso” de Carol Dweck.

Este é o quarto e último artigo.

Antes de tudo, é bom frisar que ficou bem claro, a partir desta semana, que temos duas grandes escolhas na vida do Sapiens, ao abraçar dois tipos de Paradigmas Existenciais:

  • O Mais Centralizador – mais inadequado na vida em geral e ainda mais inconveniente para a Civilização 2.0;
  • O Mais Descentralizador – o mais adequado na vida geral e o muito conveniente para a Civilização 2.0.

Falemos agora de Polilismo e Monolismo.

O Sapiens Polilista e o Monolista

Primeiro expliquemos os dois conceitos:

  • No Monolismo –  crença de que mandamos em tudo, com pouca conversa de você com você mesmo, pois se acredita que a pessoa é um tipo de imperador que manda e desmanda em tudo dentro dela, incluindo o corpo, a mente e no meio de tudo isso, as emoções;
  • No Polilismo – crença de que é preciso estabelecer uma conversa maior e mais aberta de você com você mesmo, pois se acredita num tipo de Curadoria, que vai aprendendo a lidar com os nossos diferentes Eus, que inclui o corpo, a mente e no meio de tudo isso as emoções.

Vejamos a regra:

  • Dentro do Paradigma Existencial Mais Centralizador, temos como tendência a defesa do Monolismo;
  • Dentro do Paradigma Existencial Mais Descentralizador, temos como tendência a defesa do Polilismo.

Temos a seguinte dicotomia entre como vemos o Sapiens, de uma forma mais simples:

  • Monolista – um Sapiens que tem a ilusão que determina tudo que rola dentro dele;
  • Polilista – um Sapiens que conversa com seus diferentes eus e procura gerenciá-los da melhor forma possível.

Quando pensamos, por exemplo, em procurar uma vida com mais propósito, não adianta você querer impor um determinado rumo sem conversar com seus outros Eus. 

Quando fazemos algo que faz sentido para nossa mente, há o que se chama entrada no Estado de Fluxo.

O Estado de Fluxo é algo que acontece quando você oferece atividades que deixam o seu Eu Criativo em estado de transe.

Você precisa experimentar diversas atividades para ir descobrindo aquelas que deixam o seu Eu Criativo mais confortável.

Por isso, não é tão fácil escolher um propósito, pois há uma negociação entre aquilo que você acha e aquilo que os seus outros Eus sentem em relação aos testes que serão feitos.

Não há como impor atividades que o seu Eu Criativo não gosta tanto, ele, como um bom cachorrinho que é, acaba te mordendo.

É algo parecido com comidas que gostamos e não gostamos: quem não gosta da comida é o seu paladar, que influencia bastante a sua alimentação.

Comer, no fundo, é uma negociação entre você e seu paladar. Uma relação de provei e ele (seu paladar) gostou ou não gostou.

É preciso, assim, com o tempo ir aprendendo as idiossincrasias da sua Equipe Interna para fazê-la entrar em harmonia com você.

Um Sapiens mais malandro é aquele que entende que ele é um Curador de vários Eus dentro de nós, conseguindo negociar com eles da melhor maneira possível. 

Temos a fantasia que uma pessoa é um bloco único e nós, todos poderosos, estamos no comando.

Isso é fortemente incentivado em um Paradigma Existencial mais Centralizador, que tem como meta uma baixa taxa de inovação e a manutenção do status quo na sociedade.

Nos Paradigmas Existenciais Mais Centralizadores temos o seguinte:

  • Há um baixo incentivo a qualquer inovação que não parta do centro para as pontas;
  • Temos um lema: “Inovar pode, desde que de forma extremamente controlada!”;
  • As pessoas são fortemente estimuladas a conversar pouco com elas mesmas, pois é desta conversa que começa a vontade de fazer coisas diferentes – o que pode fugir do controle do centro.

A base de toda mudança de qualquer pessoa, começa justamente com o diálogo interno – e sua respectiva qualidade.

Eus Boicotadores 

Dweck fala dos nossos outros Eus e em especial dos Eus Boicotadores – “diabinhos” que existem dentro de nós, que nos empurram sempre para um lado não muito positivo.

Ela acredita que – dentro do diálogo interno que precisamos fazer – é necessário reconhecê-los e até mesmo dar nomes a eles para que possamos evitar que eles nos prejudiquem.

Diz ela: 

“Agora, dê um nome a sua persona com mindset fixo. Você leu corretamente. Observei como Susan Mackie trabalhou com executivos financeiros que haviam dado nomes a suas personas com mindset fixo.”

Exemplo.

Digamos que você tem um Eu Boicotador Procrastinador.

Quando aparece algo que precisa ser feito, ele lhe sopra no ouvido:

“Fica calmo, não tenha pressa, deixa isso para amanhã.” 

E no dia seguinte a mesma coisa para o outro dia.

É um incentivador da preguiça e da procrastinação.

Se você chama ele de Tio Procrastinador é o começo da mudança, pois você pode começar a conversar com ele e dizer: 

“Não, eu não acho legal adiar isso, vou resolver isso agora.”

Pode até criar o Tio Proativo que é chamado para combater o Tio Procrastinador.

O que ela sugere é a ampliação da conversa de você com você mesmo, admitindo que há personagens dentro de você que tem uma forte dose de atuação sobre a sua vida.

Nessa direção, ela diz:

“Quanto mais ciente estiver dos gatilhos de seu mindset fixo, mais você poderá estar vigilante para a chegada de sua persona.”

Na verdade, o que temos aqui é o acionamento da Mente Secundária, refletindo e fazendo ajustes na Mente Primária para que ela deixe de ser uma inimiga e passe a ajudar no projeto de vida melhor.

Ela detalha:

“Se você está prestes a sair de sua zona de conforto, esteja pronto para recebê-la quando ela aparecer e avisá-la para parar. Agradeça por seu aparecimento, mas então diga-lhe por que você quer dar esse passo e peça que o acompanhe na jornada: ‘Olha, sei que isso pode não funcionar, mas realmente gostaria de tentar. Posso contar com você para me apoiar?’.”

Ela comenta:

“Lembre-se de que sua persona de mindset fixo nasceu para protegê-lo e mantê-lo em segurança. Mas desenvolve formas muito limitantes de fazer isso. Então, eduque-a nas novas formas do mindset de crescimento.”

Discordo um pouco com a expressão “nasceu”. 

Nossos Eus Boicotadores fazem parte da nossa Formatação Básica Obrigatória, que moldam nossos Paradigmas.

Uma pessoa mais medrosa, por exemplo, precisa aprender a lidar com os seus medos, através da revisão das heranças que teve no passado.

Ainda na conversa de você com você mesmo, ela diz:

“Cada um de nós tem uma jornada a tomar. Começa com a aceitação de que todos temos os dois mindsets. Em seguida aprendemos a reconhecer quais são os gatilhos do nosso mindset fixo. Fracassos? Críticas? Prazos? Desentendimentos? E vamos entender o que nos acontece quando nossa persona com mindset fixo é desencadeada. Quem é essa persona? Qual é o seu nome? O que ela nos faz pensar, sentir e fazer? Como afeta aquelas que estão ao nosso redor? Podemos aprender gradualmente a permanecer num mindset de crescimento apesar dos gatilhos, educando nossa persona e convidando-a a se juntar a nós em nossa jornada para o mindset de crescimento. Idealmente, aprenderemos cada vez mais sobre como também ajudar os outros em sua jornada.”

Basicamente, estamos revisando nossa Mente Primária e a recriando.

O verdadeiro papel da Mente Primária 

Repare o seguinte.

Para que possamos virar Sapiens OBRIGATORIAMENTE somos formatados, desde o dia que nascemos.

Se Singularizar é um processo de Reformatação da nossa Mente Primária, a partir da conversa constante com nossos Outros Eus.

Nós não temos uma identidade perdida que pode ser achada com um processo eficaz de auto conhecimento. Isso é falso!

O Sapiens precisa ser formatado para ser Sapiens e nossa Mente Primária passa a armazenar essa formatação com pontos positivos (que nos ajudam a viver melhor) e pontos negativos (que nos atrapalham a viver melhor).

Uma vida mais Singularizada e Mais Significativa passa NECESSARIAMENTE por uma revisão pela Mente Secundária da formatação feita em nós, que está  armazenada na Mente Primária.

Amadurecer é um processo contínuo e progressivo de reformatação da Mente Primária em tudo aquilo que está nos atrapalhando.

Nós não somos, nós estamos em um longo processo de pesquisa daquilo que nos singulariza mais na vida, a partir dos nossos potenciais.

A Mente Primária, entretanto, não é boa ou ruim, pois ela é feita para os automatismos da vida. O problema é quando estes automatismos vem da FBO sem revisão.

E aí temos o Zecapagodismo: quando nossa Formatação Básica Obrigatória passa a ser o guia das nossas vidas, muitas vezes mais nos atrapalhando do que nos ajudando.

Automatizar hábitos é algo extremamente positivo (o que é feito pela Mente Primária), desde que estejam cada vez mais alinhados com a nossa saúde física e mental.

Ela diz do jeito dela:

Pergunta: Percebo em mim os dois mindsets. É possível ser meio a meio? Todos nós temos elementos de ambos. Tenho falado deles como se um excluísse o outro apenas para simplificar. Também é possível alguém ter diferentes mindsets em campos diferentes. Posso acreditar que minha capacidade artística é imutável, mas que minha inteligência pode ser desenvolvida. Ou então que minha personalidade é fixa, mas minha criatividade pode se desenvolver. Nossa conclusão é que, qualquer que seja o mindset adotado por uma pessoa em determinada área, será esse o que a guiará nessa área.”

Ou seja, você pode revisar em um determinado aspecto e outros ficarem faltando e serem revisados depois ao longo da jornada.

E ainda:

“O mindset de crescimento também não determina que tudo que é possível mudar deva ser mudado. Todos precisamos aceitar algumas de nossas imperfeições, em especial aquelas que realmente não prejudicam nossa vida ou a vida de outrem.”

E confirma nossa tese:

“Simplesmente tomando conhecimento da existência dos dois mindsets, pode-se começar a raciocinar e reagir de novas maneiras.”

Frases com comentários: 
  • “Muitas pessoas de mindset de crescimento nem sequer planejaram chegar ao topo. Chegaram porque gostavam do que faziam. É uma ironia: o topo é o lugar onde os de mindset fixo anseiam estar, mas é aí que muitos dos de mindset de crescimento chegam como consequência secundária de seu entusiasmo pelo que fazem.”

Uma força para os que conseguem ter um trabalho missionário, no qual se ganha dinheiro para trabalhar. 

  • “No mindset fixo, tudo gira em torno do resultado. O mindset de crescimento permite que as pessoas deem valor ao que fazem independentemente do resultado.” //“O fracasso se transformou, passando de um fato (eu fracassei) a uma identidade (sou um fracassado). Isso é especialmente verdadeiro no mindset fixo.” //“No mindset fixo, no entanto, perder-se por causa do fracasso pode transformar-se num trauma permanente e temível.”

O Mindset Missionário foca no processo e não no resultado. O que lhe dá a resiliência de aceitar resultados ruins e aprender com eles.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

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Nepô.

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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta uma análise sobre o livro “Mindset: a nova psicologia do sucesso” de Carol Dweck, posicionando-o dentro do movimento global que promove Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores (PEMD), em oposição aos Paradigmas Existenciais Mais Centralizadores (PEMC). Ele discute a importância de desenvolver uma mentalidade mutante e proativa, favorecendo a singularização e responsabilidade individual em resposta à complexidade demográfica progressiva. Nepô argumenta que a evolução humana e a capacidade de lidar com o aumento exponencial de opções exigem uma descentralização progressiva e uma maior utilização da Mente Secundária para filtrar e fazer melhores escolhas, destacando a necessidade de novas tecnologias e metodologias filtradoras para navegar no mundo contemporâneo.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens 2.0, temos repetido, precisa ser muito mais autônomo e responsável sobre a sua vida do que foi o 1.0.
  2. Descentralizar é preciso, centralizar, não mais.
  3. Nossa Cabeça 1.0 foi preparada para um mundo com muito menos escolhas e quando temos um aumento exponencial de opções, simplesmente ficamos perdidos.
  4. O Sapiens 2.0 precisa aprender a lidar com um mundo, no qual as escolhas, informações e opções deram um salto quântico!
  5. Na Civilização 1.0, a demanda do uso da Mente Secundária era muito menor do que agora na vida do Sapiens 2.0.
  6. A Singularização e a Responsabilização do Sapiens 2.0 não é mais uma escolha, virou uma obrigação!
  7. Temos potenciais genéticos que nos influenciam, mas boa parte do que somos é algo que vem muito mais de fora para dentro do que de dentro para fora.
  8. Não é adequado dizer que vamos nos autoconhecendo, mas nos auto pesquisando, pois temos que deixar claro que a pesquisa nunca acaba.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Não temos um problema de excesso de informação, mas de filtros.  Clay Shirky.

Continuamos esta semana a Bimodalização do livro “Mindset: a nova psicologia do sucesso” de Carol Dweck.

Este é o terceiro artigo.

As nova siglas PEMD e PEMC

Se eu tivesse que fazer uma síntese do livro da Dweck – e dos demais livros que temos lido na linha de sugestões vidas melhores, mais longas  e significativas – diria o seguinte:

  • Dweck faz parte do movimento global da defesa de Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores (PEMD), questionando os Paradigmas Existenciais Mais Centralizadores (PMEC);
  • Dentro do campo específico da Psicologia este movimento ganhou o nome na Bimodais de Psicologia 2.0;
  • O epicentro do movimento do PEMD vai na linha da defesa do Sapiens Mais Mutante contra o Sapiens Mais Fixo;
  • Da necessidade do aumento da Taxa de Proatividade contra a da Reatividade;
  • Da Singularização versus a Pasteurização do Sapiens;
  • Do esforço continuado contra a fantasia do sucesso fácil, a partir de pseudos inteligências e talentos.

Tudo isso faz parte do recorrente movimento da Macro História das Renascenças Civilizacionais, que sempre visam criar, melhorar e difundir Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores.

A nova visão necessária para entender o Sapiens e a nossa Civilização 

E precisamos compreender as seguintes regras sobre o Sapiens e a nossa Civilização:

  • Com o tempo, o Sapiens foi se diferenciando das outras espécies pela capacidade de criar uma segunda mente: a primeira mais automática e a segunda mais reflexiva;
  • A criatividade humana ao longo da Macro História pode ser explicada pela capacidade que temos de usar a Mente Secundária para repensar Paradigmas armazenados na Mente Primária;
  • A Mente Secundária – mais criativa – nos permite ser a única espécie viva que cresce demograficamente de forma integrada (outros animais precisam se dividir quando passam de determinado tamanho);
  • É a Complexidade Demográfica Progressiva que explica a necessidade do Sapiens estar sempre promovendo Revoluções da Sobrevivência, que se iniciam com Revoluções Midiáticas;
  • Revoluções da Sobrevivência, como fazemos agora neste novo século, nos levam ao aumento exponencial da demanda por Singularização e por Responsabilização do Sapiens;
  • Por que isso? A única forma sustentável que encontramos para lidar melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva é descentralizando as decisões; 
  • É a Descentralização Progressiva que explica o forte movimento em vários setores na defesa dos Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores (PEMDs);
  • Carol Dweck faz parte deste movimento em prol dos Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores (PEMDs).
A Síntese dos autores Renascentistas Descentralizadores 

Autores defensores do Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores (PEMDs) vão basicamente defender:

  • Uma visão do Sapiens muito mais em processo e mutante do que fixo e definido por heranças culturais e genéticas;
  • A defesa do esforço e da disciplina para se conseguir aumentar a Taxa de Sapiencidade;
  • A procura de propósitos de longo prazo para nos ajudar a lidar melhor com os problemas e atrações de curto prazo, que nos tiram a qualidade e a longevidade de vida. 

Muda aqui e ali um ponto ou outro, na forma de abordar o tema, mas todos vão na mesma direção: descentralizar é preciso, centralizar, não mais.

O Sapiens 2.0, temos repetido, precisa ser muito mais autônomo e responsável sobre a sua vida do que foi o 1.0.

É essa demanda obrigatória e necessária pela Descentralização Progressiva que faz com que passemos a questionar de cabo a rabo os Paradigmas Existenciais Mais Centralizadores (PEMCs).

Qual é o problema que estamos tendo?

Nossa Cabeça 1.0 foi preparada para um mundo com muito menos escolhas e quando temos um aumento exponencial de opções, simplesmente ficamos perdidos.

Características do Sapiens 1.0 

O Sapiens 1.0 tem pelos Paradigmas Existenciais Mais Centralizadores (PEMCs), que foi formatado, uma forte tendência a ser:

  • Coisitivista – se preocupar mais a ter coisas do que sensações positivas de estar realizando a sua missão; 
  • Exogenista – se preocupar mais com a opinião dos outros do que com suas demandas internas;
  • Reclamista – procurar problemas inatingíveis para reclamar, ao invés de pensar e agir sobre problemas na sua Zona de Atuação;
  • Curto Prazista – se preocupar mais com o curto e não ter projetos existenciais de longo prazo;
  • Pasteurizado – se preocupa mais em imitar os outros do que potencializar a sua Singularidade;
  • Reativo – se tornar mais dependente dos fatores ambientais, ao invés de uma atitude mais proativa;
  • Instagrantes – se preocupar mais em querer aparecer do que em aprender.
Tendências fortes para o Sapiens 2.0 

Toda a batalha dos Renascentistas tem sido a de adotar Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores (PEMDs) para incentivar o Sapiens 2.0 na seguinte direção:

  • Legadista – se preocupar mais em ter uma missão na vida do que se preocupa com coisas; 
  • Endogenista – se preocupar mais com suas demandas internas do que com o que vem dos outros;
  • Proativo – pensar e agir sobre problemas na sua Zona de Atuação do que se preocupar com coisas da Zona de Preocupação;
  • Longo Prazista – se preocupar mais com o longo do que com o curto prazo;
  • Singularizado – se preocupar em potencializar a sua Singularidade;
  • Aprendiz – se preocupar mais em querer aprender do que aparecer.

O Sapiens 2.0 precisa aprender a lidar com um mundo, no qual as escolhas, informações e opções deram um salto quântico!

Melhorando os filtros 

Como diz Clay Shirky:

“Não temos um problema de excesso de informação, mas de filtros.”

Podemos dividir da seguinte maneira os filtros humanos para realizar melhores escolhas, quando se aumentam as opções:

  • Tecnologias Filtradoras – que nos ajudam a filtrar, tais como os spams do e-mail ou aplicativos que impedem ligações de determinados números de celular ou mesmo o uso de IAs específicas;
  • Metodologias Filtradoras – aquelas atitudes que passamos a ter para que possamo separar o joio do trigo;
  • Essencilogia Filtradora – a mais importante de todas, que vai definir nossos objetivos mais relevantes e importantes para servir de referência para as nossas decisões.

Na Civilização 1.0, a demanda do uso da Mente Secundária era muito menor do que agora na vida do Sapiens 2.0.

A Singularização e a Responsabilização do Sapiens 2.0 não é mais uma escolha, virou uma obrigação! 

Por isso, se questiona tanto hoje em dia as atitudes mais reativas e se defende as mais Proativas.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

Quer doar e ganhar quatro aulas de aula gravada?

Por aqui:
https://chk.eduzz.com/2358389

Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta uma reflexão sobre o conceito de Ikigai, ou “Tapete de Aladim”, que representa nosso propósito de vida. Ele compartilha uma experiência de mentoria, onde questiona o impacto da liberdade financeira nas atividades que escolheríamos manter se ganhássemos uma grande quantia de dinheiro. Nepô argumenta que o verdadeiro Ikigai são aquelas atividades que faríamos independentemente da grana. Além disso, ele destaca a dificuldade de priorizarmos nossos projetos pessoais, observando que muitas vezes negligenciamos nossos objetivos internos em favor de demandas externas, influenciados por um paradigma existencial centralizador. Nepô enfatiza a importância de incluir nossos projetos pessoais de longo prazo na agenda para garantir que eles sejam realizados.

Nepô nos apresenta ainda uma análise sobre os paradigmas existenciais centralizadores e descentralizadores, conectando esses conceitos ao livro “Mindset: a nova psicologia do sucesso” de Carol Dweck. Ele discute como a ideia de um ser humano fixo e imutável, típica da Civilização 1.0, contrasta com a visão mais mutável e flexível da Civilização 2.0, onde a curadoria e a cooperação são fundamentais. Nepô destaca a importância da mentalidade de crescimento e do “aprendismo”, enfatizando que a inteligência e as habilidades podem ser desenvolvidas ao longo da vida através do esforço e da paixão. Ele também explora a dualidade das mentes humanas, primária e secundária, e como a capacidade de inovação depende da habilidade de refletir sobre nossos pensamentos e reações. Finalmente, Nepô ressalta que os mindsets são moldados pelos paradigmas existenciais predominantes e que a excelência é alcançada por meio de foco, disciplina e a transformação contínua de nossas crenças e atitudes.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Se você se imaginar rico – depois de ganhar na loteria – e querer continuar determinada atividade na sua vida: isso é o seu Ikigai!
  2. O diferencial na vida não vem do que herdamos, mas com aquilo que fazemos com o que foi herdado.
  3. Se você não colocar na sua agenda, os seus projetos pessoais de longo prazo, como é que eles vão acontecer?
  4. Quanto mais tornamos a nossa sociedade complexa – aumentando a população – mais precisamos aprender a aprimorar o uso da Mente Secundária!
  5. Quem planta foco e disciplina em atividades que gosta e faz bem, tem boa chance de colher excelência.
  6. Quanto mais de longe uma pessoa consegue ver a sua Mente Primária, mais capacidade ela tem de criar coisas diferentes e fora do padrão.
  7. A inovação, assim, depende FORTEMENTE da capacidade abstrativa de cada pessoa em conseguir olhar de fora como pensa – e conseguir se repensar.
  8. No Aprendismo, quando ocorre algo na minha vida, eu logo me pergunto: o que eu posso aprender com isso para que torne minha vida cada vez melhor?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

Não divido o mundo entre os fracos e os fortes, ou entre sucessos e fracassos […] divido o mundo entre os que aprendem e os que não aprendem.”  Benjamin Barber.

Continuamos esta semana a Bimodalização do livro “Mindset: a nova psicologia do sucesso” de Carol Dweck.

Este é o segundo artigo.

E já tem parênteses.

A pergunta campeã sobre propósito 

Na mentoria que fiz com a Aline, caiu uma super ficha.

Papo vai, papo vem falando sobre Ikigai ou Tapete de Aladim, eu acabei perguntando para ela.

  • Aline, imagina que você ganhou 20 milhões na loteria e não precisa mais trabalhar. Das atividades que você faz, qual você deixaria de fazer totalmente? E quais já faz ou gostaria de fazer que você gostaria de se dedicar até o fim da vida, mesmo cheia de dinheiro? 

O Tapete de Aladim ou o Ikigai – nosso propósito de vida – são atividades que faremos independente de estar rolando grana ou não.

Se você se imaginar rico – depois de ganhar na loteria – e querer continuar determinada atividade na sua vida: isso é o seu Ikigai!

A liberdade financeira, que um dia passamos a ter vontade de alcançar – na chamada “aposentadoria” – deve ser vista como o momento de atender de forma integral e sem concessões nossos clientes internos.

Segundo parênteses.

A dificuldade de nos priorizar 

Uma outra coisa que me bateu essa semana, em outra mentoria, foi o seguinte depoimento, que faz sentido dentro da leitura de Dweck:

“Coisas externas, eu coloco na agenda e faço, mas dificilmente, coloco nela meus projetos individuais criados por mim.”

Na verdade, a agenda é algo fundamental nas nossas vidas, pois ela é um guia daquilo que eu vou fazer todos os dias.

Se você não colocar na sua agenda, os seus projetos pessoais de longo prazo, como é que eles vão acontecer?

Porque não colocamos as nossas demandas internas na nossa agenda?

Somos estimulados num Paradigma Existencial Mais Centralizador a operar muito com o viés Exógeno e não Endógeno.

Dito isso, voltemos ao livro da Dweck.

Reforço da Síndrome do Sangue Azul 

Diz ela:

Achava que as qualidades humanas eram esculpidas em pedra.”.

Já vimos que:

  • Nos Paradigmas Existenciais Mais Centralizadores – que são hegemônicos no final da Civilização 1.0 –  há uma forte tendência de incentivar a ideia de um Sapiens pouco mutante, na linha da Síndrome do Sangue Azul;
  • Nos Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores há uma forte tendência de incentivar a ideia de um Sapiens mais mutante, no qual as heranças culturais e genéticas são passíveis de recriação.

Vivemos hoje, como disse no artigo passado, dois movimentos distintos na preparação para vivermos na Civilização 2.0 :

  • De forma mais estrutural – a migração da Gestão para a Curadoria, um novo e disruptivo modelo de cooperação, que só viável em larga escala com o uso das novas tecnologias digitais;
  • De forma mais conjuntural – a obrigatória migração de Paradigmas Existenciais Mais Centralizadores para os Mais Descentralizadores. 

(A Curadoria é um tipo de Cooperação, que já teve experiências no passado, mas não em larga escala como é possível agora.)

Vejamos a diferença entre os dois tipos de Paradigmas Existenciais:

  • Nos Paradigmas Existenciais Mais Centralizadores temos o incentivo da Reatividade (Reclamismo e Vitimismo), da Pasteurização, da Exogenia e do Coisitivismo;
  • Nos Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores temos o incentivo da Proatividade (Empreendedorismo e Aprendismo), da Singularização, da Endogenia e do Legadismo.

Façamos aqui um detalhamento de novos conceitos:

  • Reatividade – atitude diante da vida mais passiva do que ativa, que tem como sintomas o Reclamismo (reclamar mais do que o normal) e o Vitimismo (atribuir sempre a elementos externos os nossos problemas;
  • Pasteurização – reduzir a Taxa de Singularização das pessoas;
  • Coisitivismo – crença de que que a métrica da Felicidade deve se basear em coisas e não em sensações positivas;
  • Legadismo – crença de que é importante deixar legados, que transcendam a nossa existência;
  • Vitimismo – procurar sempre culpados fora de você, eximindo você da responsabilidade sobre a sua vida.

Dweck – como os demais representantes da Psicologia 2.0 –  são defensores dos Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores ao defender uma Visão do Sapiens Mais Mutante.

Diz ela:

As pessoas têm maior capacidade do que se havia imaginado para aprender e desenvolver o cérebro durante toda a vida.”

Sim, mas isso não é novidade dos tempos atuais, vários Essenciológos (antigos filósofos) já defendiam isso.

O que ela quer dizer – reforçando um Paradigma Existencial Mais Descentralizador é que:

O Sapiens 2.0 precisa abandonar as antigas premissas de que a genética define fortemente a nossa vida.

O Sapiens – é preciso enfatizar isso fortemente – é a espécie mais flexível entre do planeta.

A mente, como já tinha percebido Marshall McLuhan (1911-80) é muito mais plástica e flexível, do que imagina a nossa vã filosofia.

É o que reforça Dweck:

Nem sempre as pessoas que começam a vida como as mais inteligentes acabam sendo as mais inteligentes.”

A inteligência é plástica, flexível e pode ir se desenvolvendo, conforme as escolhas que cada um faz na sua vida.

Existe o que muita gente chama de crença.

A crença que eu tenho de mim mesmo e sobre todas as coisas, armazenada na Mente Primária – que foi fortemente influenciada pelo meu passado – pode ser alterada.

Diz ela:

A opinião que você adota a respeito de si mesmo afeta profundamente a maneira pela qual você leva sua vida.”

E continua na linha dos Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores:

Não se pode prever o que alguém é capaz de realizar com anos de paixão, esforço e treinamento.”

Bimentalidade – as duas mentes do Sapiens 

Nesta direção dos defensores dos Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores acaba aparecendo aqui e ali, a ideia de duas mentes.

Somos os únicos que temos duas mentes: uma armazenadora e mais automática e outra revisora e mais criativa. 

As outras têm apenas uma que lhes permite sobreviver de forma instintiva.  

Quanto mais tornamos a nossa sociedade complexa – aumentando a população – mais precisamos aprender a aprimorar o uso da Mente Secundária!

A Bimodais entende que:

A Mente Primária do Sapiens foi tendo a necessidade de criar uma Secundária para fazer revisões e criar novidades sobre a primeira.

Quando usamos a expressão “sair da caixa”, isso, do ponto de vista Bimodal, significa: olhar a Mente Primária pela Secundária.

A criatividade humana é completamente dependente do desenvolvimento e do aperfeiçoamento da Mente Secundária.

Eis a regra da relação entre as duas mentes:

  • Quanto mais de longe uma pessoa consegue ver a sua Mente Primária, mais capacidade ela tem de criar coisas diferentes e fora do padrão;
  • Quanto menos de longe uma pessoa consegue ver a sua Mente Primária, menos capacidade ela tem de criar coisas diferentes e fora do padrão.

A inovação, assim, depende FORTEMENTE da capacidade abstrativa de cada pessoa em conseguir olhar de fora como elas pensam e repensar.

Inovar é, basicamente, repensar sobre o pensamento, via Mente Secundária, para poder criar novos conceitos e objetos de todos os tipos.

O retorno do Papo sobre Aprendismo 

E aí entramos na conversa sobre Aprendismo.

Nessa linha, diz ela, citando Benjamin Barber, na frase que abre o artigo:

Não divido o mundo entre os fracos e os fortes, ou entre sucessos e fracassos […] divido o mundo entre os que aprendem e os que não aprendem.”

Paradigmas Existenciais Mais Descentralizadores nos levam ao Aprendismo.

Aprendismo é a capacidade que temos de transformar quase tudo que ocorre nas nossas vidas em aprendizado.

O Aprendismo é uma atitude Proativa e se distancia da Reatividade, onde se inclui o Reclamismo ou o Vitimismo.

No Aprendismo, quando ocorre algo na minha vida, eu logo me pergunto: o que eu posso aprender com isso para que torne minha vida cada vez melhor?

No Aprendismo, todos os problemas são transformados em desafios, que, no linguajar de Dweck, se chama Mindset do Crescimento:

“No mindset de crescimento, as pessoas não apenas buscam o desafio, mas prosperam com ele. Quanto maior o desafio, mais elas se desenvolvem.”

A excelência se constrói com uma rotina criativa de longo prazo 

A Excelência é o esforço continuado de desenvolver nossos Potenciais Singulares.

Duas coisas ficam bem marcadas quando falamos em excelência seja em que atividade for: é preciso ter foco e disciplina.

Vejo muitas pessoas tendo vidas medianas com diversas atividades nas quais são apenas boas, mas não excelentes.

Portanto, podemos dizer que:

Quem planta foco e disciplina em atividades que gosta e faz bem, tem boa chance de colher excelência.

É uma questão de tempo, como nos lembra Dweck:

“As pessoas com mindset de crescimento sabem que é preciso tempo para que o potencial floresça.”

E aqui temos uma frase diamante sobre excelência, combatendo o Vitimismo:

“John Wooden, lendário técnico de basquete, diz que ninguém pode ser considerado fracassado enquanto não começar a culpar os outros.”

Característica típica do Vitimismo e do Reclamismo.

O diferencial na vida não vem do que herdamos, mas com aquilo que fazemos com o que foi herdado.

“Qualquer que seja a capacidade de alguém, o esforço é que deflagra a capacidade e a transforma em realização.”

Mindsets são filhos de paradigmas existenciais….

Quando Dweck fala de Mindsets, ela em nenhum momento (ou muito pouco) procura identificar se há alguma relação da Topologia do Ambiente com os respectivos Mindsets.

Mindsets são filhos dos Paradigmas Existenciais e os Paradigmas Existenciais são filhos da Topologia do Ambiente.

Vejamos o mapa da relação ambiente versus mindsets:

  • A Topologia de Ambiente (mais ou menos centralizada) define a tendência dos Paradigmas Existenciais Hegemônicos;
  • Os Paradigmas Existenciais Hegemônicos definem os Mindsets, que podem ser mais Proativos ou Reativos.

É como se os Paradigmas Existenciais fossem a proposta que recebemos e o Mindset é como colocamos eles para rodar.

Eu prefiro, portanto, ao invés de usar Mindset Fixo ou de Crescimento, chamá-los Mindsets Proativos ou Reativos.

Outro ponto.

Aprender ou aparecer? 

Se existe um dilema hoje nas mídias digitais é esse: aprender ou aparecer?

Diz ela:

“O mindset fixo faz com que você se preocupe com a forma pela qual será avaliado; o mindset de crescimento torna-o interessado em seu aperfeiçoamento.”

Vejamos a diferença entre os dois Mindsets Reativo versus o Proativo:

  • Quando alguém quer aparecer o tempo todo, isso é um sintoma de um Mindset Reativo e Exógeno, no qual o orgulho é colocado de fora para dentro e não de dentro para fora.
  • Por outro lado, quando alguém quer aprender o tempo todo, isso é um sintoma de um Mindset Proativo e Endógeno, no qual o orgulho é colocado de dentro para fora e não de fora para dentro.

Diz ela:

“Tentávamos compreender por que alguns estudantes se preocupavam tanto em demonstrar suas capacidades, enquanto outros simplesmente se deixavam levar e tratavam de aprender. De repente, percebemos que havia dois tipos de capacidade, e não apenas um: uma capacidade fixa, que precisa ser provada, e outra mutável, capaz de desenvolver-se por meio do aprendizado.”

E ainda:

“Quando adotamos um mindset, ingressamos num novo mundo. Num dos mundos—o das características fixas—, o sucesso consiste em provar que você é inteligente ou talentoso. Afirmar-se. No outro mundo—o das qualidades mutáveis—, a questão é abrir-se para aprender algo novo. Desenvolver-se.”

O detalhe: nós somos formatados para virar Sapiens e os Mindsets são armazenados na nossa Mente Primária. Ou seja, nós não adotamos um Mindset, nós recebemos um.

O que podemos fazer, no processo de Singularização das nossas vidas, é transformá-lo, a partir dos nossos potenciais.

Diz ela:

“Os mindsets nada mais são do que crenças. São crenças poderosas, mas são apenas algo que está em sua mente, e você pode mudar sua mente.”

Mas que são colocadas lá por alguém e que você tem que revisar. 

Todo Sapiens passa por uma Formatação Básica Obrigatória.

Frases top 
  • “O fracasso é uma circunstância, e não uma condenação.”
  • “Creio que agora podemos concordar que as pessoas são capazes de fazer muito mais do que parece à primeira vista.”
  • “Nada é melhor do que ver as pessoas encontrarem os caminhos para chegar àquilo a que dão valor.”
  • “As crenças são a chave da felicidade (e da infelicidade)”
  • “Os indivíduos extraordinários possuem ‘um talento especial para identificar seus próprios pontos fortes e fracos’.”
  • “Os CEOs enfrentam outro dilema. Podem preferir estratégias de curto prazo que aumentem o valor das ações da firma e façam com que pareçam heróis. Ou podem trabalhar em busca de aperfeiçoamento de longo prazo, arriscando-se à desaprovação de Wall Street ao lançar as bases para a saúde e o crescimento da empresa num prazo mais longo.”
  • “Os mais receptivos às críticas são considerados promissores.”
  • “Em resumo, indivíduos que acreditam em características imutáveis têm uma urgência em serem bem-sucedidos e, quando o conseguem, sentem algo mais do que orgulho. Podem ter uma sensação de superioridade, pois o sucesso significa que seus traços imutáveis são melhores do que os dos demais.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

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Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta uma análise do livro “Mindset: A nova psicologia do sucesso” de Carol Dweck, destacando a dicotomia entre os mindsets fixo e de crescimento. Dweck sugere que pessoas com uma mentalidade fixa acreditam que suas habilidades são inatas e imutáveis, levando-as a evitar desafios e desistir facilmente, enquanto aquelas com uma mentalidade de crescimento veem suas habilidades como desenvolvíveis através do esforço e aprendizado, aceitando desafios e valorizando feedback. Nepô também conecta essa dicotomia ao Paradigma Existencial 2.0, que promove uma cultura de aprendizado contínuo e questiona a centralização das características herdadas, defendendo a importância do esforço e da experiência no desenvolvimento pessoal.

No presente texto, Nepô nos apresenta ainda uma reflexão sobre a Camada da Inovação Civilizacional dentro da Ciência da Inovação Bimodal, influenciada pela obra de D’Arcy Thompson. Thompson argumenta que a relação entre forma e tamanho é crucial para entender as adaptações dos organismos, uma perspectiva que Nepô aplica para explicar as Revoluções da Sobrevivência na história humana. Aumentos populacionais exigem novos modelos de comunicação e cooperação, levando a uma nova Revolução da Sobrevivência. Nepô critica a “Sindicalização Científica” nas Ciências Sociais, que não permite compreender o fenômeno da migração do Sapiens 2.0 para um ambiente mais descentralizado, o que requer Paradigmas Existenciais Mais Fortes, incentivando proatividade, singularização e responsabilidade individual para enfrentar a Complexidade Demográfica Progressiva.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quando aumentamos a quantidade de pessoas no planeta, tanto os modelos de comunicação como os de cooperação ficam obsoletos.
  2. A mudança na comunicação, que ocorre de tempos em tempos na Macro História humana, é o Fator Detonante da chegada de um novo Modelo de Cooperação.
  3. Quando o Sapiens aumenta o tamanho da população, mais dia ou menos dia, ele se vê obrigado a mudar o seu modelo de sobrevivência.
  4. Estamos vivendo hoje, segundo nossa análise, a maior Revolução da Sobrevivência já feita pelo ser humano, que afeta fortemente a maneira como enxergamos o Sapiens e a Jornada Humana.
  5. Temos na atual Revolução da Sobrevivência a migração de um ambiente menos para um mais descentralizado.
  6. O Sapiens 2.0 está sendo obrigado a assumir maior responsabilidade sobre a sua vida e, por causa disso, precisa de Paradigmas Existenciais Mais Fortes.
  7. O Mindset Fixo foi incentivado nas décadas passadas e é claramente filho da Crise Civilizacional que estamos saindo.
  8. Os efeitos da centralização e da descentralização nos Paradigmas Existenciais do Sapiens não aparecem em nenhum dos autores da Psicologia 2.0, que vivem profundamente a síndrome da Sindicalização Científica.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Em um sistema complexo, a mudança na escala muda tudo.”  D’Arcy Thompson.

Iniciamos esta semana a Bimodalização do livro “Mindset: A nova psicologia do sucesso” de Carol Dweck.

Este é o primeiro artigo.

Vou antes de começar a Bimodalização vou abrir um parênteses.

Estive com um amigo que trabalha com Transformação Digital, que está lendo o meu livro “Civilização 2.0”, lançado ano passado.

Voltei um pouco a refletir sobre a Camada da Inovação Civilizacional dentro da Ciência da Inovação Bimodal.

A Alometria de D’Arcy Thompson 

E lembrei de incluir o livro de D’Arcy Thompson (1860 – 1948) na bibliografia básica da escola.

A leitura de Thompson, por recomendação de um dos meus orientadores do doutorado, Aldo Barreto, foi fundamental na construção do novo Motor da História da Ciência Social 2.0.

Thompson, segundo o Tio Chatinho:

“Thompson defende a alometria, que descreve como as características de um organismo mudam com o tamanho. Ele propõe que as formas dos organismos são moldadas por princípios matemáticos e físicos tanto quanto pela evolução biológica. A relação entre forma e tamanho é crucial, pois o crescimento altera as demandas físicas e funcionais sobre os organismos, levando a adaptações que otimizam a forma para o tamanho. Essa perspectiva interdisciplinar abre novos caminhos para entender a biologia através da matemática e da física.”

As ideias de Thompson ajudam a entender a Macro História humana.

Diz ele:

“Crescimento e forma estão inseparavelmente conectados no estudo da vida.”

Desta percepção, veio a explicação para a pergunta: por que o sapiens de tempos em tempos faz uma Revolução de Mídia?

Quando aumentamos a quantidade de pessoas no planeta, tanto os modelos de comunicação como os de cooperação ficam obsoletos.

A Revolução de Mídia é apenas uma Sub-Revolução da Sobrevivência. 

A mudança na comunicação, que ocorre de tempos em tempos na Macro História humana, é o Fator Detonante da chegada de um novo Modelo de Cooperação.

Quando o Sapiens aumenta o tamanho da população, mais dia ou menos dia, ele se vê obrigado a mudar o seu modelo de sobrevivência.

E essa nova visão sobre a jornada humana, se inicia com Marshall Mcluhan (1911-80), que defendeu que  quando “muda a mídia, muda a sociedade! 

Que diz:

“Os meios de comunicação afetam a sociedade não pelo conteúdo entregue através deles, mas pela mudança nas escalas, ritmos e padrões que introduzem nas interações humanas.”

McLuhan era um cientista da comunicação e – daquilo que conheço dele – não extrapolou suas reflexões para a Ciência Social.

E este é um dos problemas que mais vejo hoje nas leituras dos livros, incluindo o desta semana de Dweck.

Sindicalização Científica 

Podemos chamar o fenômeno de Sindicalização Científica.

A Sindicalização Científica pode ser descrita nas Ciências Sociais, que não consegue entender que em determinados momentos é preciso sair de uma determinada caixinha sindical e analisar a Ciência Social.

Todos os livros que tenho lido sobre Psicologia e afins caem no mesmo problema, incluindo o atual da Dweck.

Os Ponto de Vista Estrutural e Conjuntural 

Estamos vivendo hoje, segundo nossa análise, a maior Revolução da Sobrevivência já feita pelo ser humano, que afeta fortemente a maneira como enxergamos o Sapiens e a Jornada Humana.

Temos dois movimentos distintos e paralelos ocorrendo neste novo século:

  • Do Ponto de Vista Estrutural da Macro História – estamos migrando da Gestão para a Curadoria, uma mudança profunda no nosso Modelo de Sobrevivência;
  • Do Ponto de Vista Conjuntura da Macro História – estamos migrando de uma Crise Civilizacional para uma Renascença.

Em ambos os movimentos da atual Revolução da Sobrevivência, o que temos?

Temos na atual Revolução da Sobrevivência a migração de um ambiente menos para um mais descentralizado.

Paradigmas Existenciais Mais Fortes 

O Sapiens 2.0 está sendo obrigado a assumir maior responsabilidade sobre a sua vida e, por causa disso, precisa de Paradigmas Existenciais Mais Fortes.

Paradigmas Existenciais Mais Fortes são aqueles que:

  • Potencializam aquilo que nos distinguem das outras espécies, tal como a Singularização e a Criatividade;
  • Se usados permitem uma qualidade de vida melhor e mais longa, a partir da experiência do uso do passado;
  • Que aumentam a responsabilização de cada Sapiens nos permitindo lidar cada vez melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Dentro da atual Conjuntura Civilizacional, o que observamos é a passagem da Crise para a Renascença Civilizacional, quando diversas tendências de Paradigmas Existenciais começam a ser questionadas.

 Paradigmas Existenciais Hegemônicos: os questionados e os incentivados 

Pontos nos atuais Paradigmas Existenciais Hegemônicos que começam a ser questionados e incentivados fortemente por vários segmentos da sociedade:

  • Sendo questionados – reatividade (reclamismo e vitimismo), pasteurização, exogenia e coisitivismo;
  • Sendo incentivados – proatividade (aprendismo e empreendedorismo),  singularização, endogenia e propositivismo.

Estes são os padrões de tudo que tenho lido da literatura da Psicologia 2.0, qual o livro de Dweck está inserido.

Fecha parênteses e passemos a ver o que aprendemos com ela.

Os dois Mindsets:  o fixo e o do crescimento 

O ponto central de Dweck é a dicotomia que ela cria entre dois Mindsets: o fixo e o do crescimento.

Ela propõe a existência de duas mentalidades distintas que influenciam significativamente a forma como as pessoas enfrentam desafios e lidam com o sucesso e o fracasso. 

Essas duas mentalidades são:

  • Pessoas com uma mentalidade fixa acreditam que suas habilidades e inteligência são inatas e imutáveis. Eles veem os traços pessoais como fixos e acreditam que o talento natural é a chave para o sucesso;
  • Pessoas com uma mentalidade de crescimento acreditam que suas habilidades e inteligência podem ser desenvolvidas através de esforço, aprendizado e persistência.

Segundo ela, mentalidade fixa nos leva a:

  • Evitar Desafios;
  • Desistir Facilmente; 
  • Ignorar Feedback; 
  • Sentir-se Ameaçado pelo Sucesso dos Outros.

Segundo ela, mentalidade de crescimento nos leva a:

  • Aceitação de Desafios;
  • Persistência;
  • Valorização do Feedback;
  • Inspirar-se no Sucesso dos Outros.
Paradigma Existencial 2.0 

O que nos leva ao Paradigma Existencial 2.0, que vários autores de diferentes campos nos têm trazido, que, entre outros, incluindo Dweck sugerem:

  • Reforçar o processo, não apenas o resultado;
  • Encarar o fracasso como aprendizado;
  • Promover uma cultura de aprendizado contínuo.

Diz ela:

“O mindset fixo dificulta o desenvolvimento e a mudança. O mindset de crescimento é um ponto de partida para a mudança, mas cada um deve decidir por si mesmo em que direção seus esforços de mudança seriam mais úteis.”

O Mindset Fixo foi incentivado nas décadas passadas e é claramente filho da Crise Civilizacional que estamos saindo.

Os efeitos da centralização e da descentralização nos Paradigmas Existenciais do Sapiens não aparecem em nenhum dos autores da Psicologia 2.0, que vivem profundamente a síndrome da Sindicalização Científica.

Mindset do Sangue Azul 

Temos uma regra aqui, que vale para todos os Ambientes de Sobrevivência Civilizacionais, Organizacionais, Educacionais, Familiares:

  • Ambientes de Sobrevivência Mais Centralizados ou Mais Verticalizados tendem a incentivar o Mindset de Sangue Azul, que defende que características herdadas (genéticas ou culturais) são definitivas para o status social;
  • Ambientes de Sobrevivência Mais Descentralizados ou Mais Horizontalizados tendem a questionar o Mindset de Sangue Azul, defendendo o esforço sobre as características herdadas (genéticas ou culturais) como fundamentais para vidas mais significativas.

Um exemplo do Mindset do Sangue Azul, pode ser visto aqui no livro de Dweck:

“Nossas carteiras na sala eram arrumadas em ordem de QI, e somente os alunos de QI mais elevado eram encarregados de transportar a bandeira, cuidar dos apagadores ou levar um bilhete ao diretor.”

E aqui um bom exemplo do questionamento do Mindset do Sangue Azul:

“Esse mindset de crescimento se baseia na crença de que você é capaz de cultivar suas qualidades básicas por meio de seus próprios esforços. Embora as pessoas possam diferir umas das outras de muitas maneiras — em seus talentos e aptidões iniciais, interesses ou temperamentos—, cada um de nós é capaz de se modificar e desenvolver por meio do esforço e da experiência.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

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Valor: R$ 200,00, no pix.

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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta um resumo da semana Bimodal 11.6.1, destacando a importância de Bimodalizar o livro “Garra: o poder da paixão e da perseverança” de Angela Duckworth. Ele reforça a necessidade de combater os Paradigmas Existenciais Mais Reativos, propondo em seu lugar Paradigmas Existenciais Mais Proativos, que incentivam uma visão mais empreendedora do ser humano. Nepô discute a crise da Ciência Social 1.0, a importância do esforço e da inteligência desenvolvida, e a busca por uma vida mais significativa através da Singularização. Ele ressalta ainda a importância de encontrar a vocação e a excelência por meio de pequenos progressos diários, abordando diversos temas como aposentadoria, disruptividade, sofrimento controlado, e a dicotomia entre eudemonismo e hedonismo. Por fim, destaca a necessidade de uma rotina criativa e de educar através de exemplos, enfatizando que cada pessoa deve buscar suas próprias regras e fusos horários para alcançar o seu destino.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Se Sapientizar é se Singularizar!
  2. Os Paradigmas Existenciais Mais Proativos vão na direção de uma visão mais empreendedora e Singularista do Sapiens.
  3. Quem quer promover mudanças consistentes numa sociedade, tem que questionar os Paradigmas Existenciais Hegemônicos.
  4. O Mito do Sangue Azul – que tem origem na monarquia – é a ideia de que algo no nascimento, nos aspectos maleáveis do Sapiens, são inflexíveis.
  5. É possível muscular nossa mente para que possamos ser mais inteligentes a cada dia.
  6. Quando se questiona o QI, o talento inato e outras tantas características, se aposta no esforço e no mérito – num Sapiens em processo e movimento e não em um estático.
  7. O objetivo dos movimentos Renascentistas Digitais, nada mais é do que aumentar a Taxa de Proatividade das pessoas na sociedade.
  8. Cada ser é um país e cada um tem que procurar as regras e os fusos horários mais adequados, desde que não atrapalhe o país dos outros.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Sem experimentação, não se pode determinar quais interesses vão permanecer.”Angela Duckworth.

Vamos fazer um resumo da semana Bimodal 11.6.1.

Topamos o desafio de Bimodalizar o livro “Garra: o poder da paixão e da perseverança.” de Angela Duckworth.

Se consolida a ideia de que estamos combatendo hoje em dia em diversos campos da sociedade os Paradigmas Existenciais Mais Reativos e propondo Paradigmas Existenciais Mais Proativos.

Os Paradigmas Existenciais Mais Proativos vão na direção de uma visão mais empreendedora e Singularista do Sapiens.

Se Sapientizar é se Singularizar!

O livro da Angela vai nessa direção.

Melhoramos mais um pouco a Metodologia de Leitura e Bimodalização dos livro para que possamos trazer o que é mais interessante para a Bimodais.

Fizemos um bom aprofundamento da Crise da Ciência Social 1.0 e como os Paradigmas Existenciais Mais Reativos atrapalham uma vida mais longa e saudável.

Nos Paradigmas Existenciais Mais Reativos há uma forte defesa de que determinadas características de nascença definem o futuro das pessoas – o que é falso.

Se consolida, assim, o importante conceito dos Paradigmas Existenciais – formas de sentir, pensar e agir, que estão na sociedade e definem fortemente nossas vidas.
Quem quer promover mudanças consistentes numa sociedade, tem que questionar os Paradigmas Existenciais Hegemônicos.

O livro da Angela – que se junta a vários outros – questiona o que passei a chamar de Mito do Sangue Azul.

O Mito do Sangue Azul – que tem origem na monarquia – é a ideia de que algo no nascimento, nos aspectos maleáveis do Sapiens, são inflexíveis.

Sim, a altura é algo mais inflexível, mas a inteligência, não.

É possível muscular nossa mente para que possamos ser mais inteligentes a cada dia.

Quando se questiona o QI, o talento inato e outras tantas características, se aposta no esforço e no mérito – num Sapiens em processo e movimento e não em um estático.

O objetivo dos movimentos Renascentistas Digitais, nada mais é do que aumentar a Taxa de Proatividade das pessoas na sociedade.

É por isso que criamos Renascenças Civilizacionais.

Resgatamos e melhoramos os Paradigmas Existenciais Mais Fortes do passado, damos uma turbinada e disseminados para o novo Sapiens que vem surgindo.

Reforçamos a ideia das três escolhas que uma pessoa tem na vida:

Sobrevivente – ter uma vida de passarinho;
Instagrante – ter uma vida com uma preocupação excessiva com os outros;
Missionária – aprender e desenvolver os seus potenciais de forma empreendedora, servindo aos outros e ficando mais feliz com isso.

Detalhamos que não é possível entender o novo cenário digital com a Ciência Social 1.0. E que tudo começa justamente pela revisão da maneira que vemos o Sapiens e como ele avança na história.

Fiz, assim, a brincadeira de “Houston, temos um problema”.

Ou começamos a entender a Ciência Social 2.0, ou vamos ficar boiando diante do novo cenário, tateando mais do que compreendendo.

Um dos pontos principais no aprendizado com a Angela foi a ideia da separação das três camadas das metas:

Básica – vou ao mercado comprar legumes para me alimentar;
Intermediária – vou tocar flauta e fazer ginástica para manter meu corpo e minha mente mais ativa;
Superior – vou escrever meus artigos sobre o digital, pois ajudar as pessoas a entender o digital é o meu Ikigai.

Destaco ainda o aprendizado de que quando você percebe que aprende mais rápido alguma coisa, ali está um bom sinal de sua vocação.

Outro ponto importante foi um motivo mais estrutural de valorizarmos os gênios além da conta, que passa a ser uma justificativa para tirar meu corpo fora.

Eu digo “ele é um gênio e, por isso, conseguiu chegar onde chegou.” E eu, como não sou um gênio, vou continuar comendo grama.

O “gênio”, na visão reativa, chegou aonde chegou sem esforço.

O que faz com que toda vez que alguém consiga determinado êxito eu diga, eu não poderia chegar lá, pois não sou gênio, ou talento, etc.

O papo é: procure a sua vocação e seja o mais genial possível ao desenvolvê-la, fazendo disso um propósito de vida.

Voltamos a falar da importância de entender que a excelência não vem de grandes saltos, mas de saltinhos diários, progressivos e consistentes.

Por fim, um reforço de Mark Manson de que é fundamental dizer um F****-se. O destaque disso foi na mentoria com o João, quando ele me perguntou como é a minha dinâmica de acordar às 3 da manhã para trabalhar.

Eu respondi, no meu país é assim.

Cada ser é um país e cada um tem que procurar as regras e os fusos horários mais adequados, desde que não atrapalhe o país dos outros.

Ainda como destaque coloco:

A volta da conversa sobre Aposentadoria;
O novo desafio Bimodal: o que faz alguém ser disruptivo e como lidar melhor com isso?;
Singularização Progressiva
Sofrimento sem controle e com controle;
A dicotomia Eudemonismo e Hedonismo;
Não use os termos pessoa otimista e/ou pessimista e sim proativa e/ou reativa!;
A Rotina Criativa em cima do Ikigai Principal de cada um;
O que é uma Teoria?;
A Inteligência Progressiva;
O Sisu Finlandês;
Quem tem bons padrinhos inspiradores, vai longe!;
Não eduque seus filhos com apenas palavras, mas com exemplos;
Não use eu tenho uma bússola na minha vida, mas um destino, que tem diversas bússolas, que me ajudam a chegar lá;
Kaizen: novo termo.

As frases top que eu criei na semana:

Saia da Banheira de Piche da nossa cultura que te convenceu que os ditos talentosos e os inteligentes são donos do mundo.
Não eduque seus filhos com apenas palavras, mas com exemplos.
Uma vida mais significativa é aquela em que você consegue potencializar a sua Singularidade.
O sofrimento é algo estrutural e permanente na vida. O que precisamos fazer é escolher os sofrimentos adequados e gerenciá-los com sabedoria.
Quando você passa a atuar na área que você tem mais vocação, a sua velocidade de aprendizado é maior!
Talento é potencial, uma semente. Uma vida significativa e realizadora é árvore e depende fortemente do esforço e da qualidade da jardinagem.
Assim, todos nós temos na vida essa encruzilhada: minha existência será mais de Passarinho ou de um Reinventor?
Quando o Sapiens aumenta a população de forma rápida e exponencial, na sequência, teremos um ciclo centralizador na sociedade.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

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Valor: R$ 200,00, no pix.

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Por aqui:
https://chk.eduzz.com/2358389

Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta uma análise sobre o conceito de aposentadoria e sua ligação com a ideia de encontrar propósito no trabalho, com base na obra “Garra: O poder da paixão e da perseverança” de Angela Duckworth. Ele discute como a noção tradicional de aposentadoria está associada ao desejo de descansar após anos de trabalho pouco satisfatório, contrastando isso com a filosofia japonesa do Ikigai, que propõe a busca por atividades que trazem alegria e propósito ao longo da vida. Nepô também explora a importância de definir metas superiores alinhadas com nossa vocação e a necessidade de uma prática disciplinada e criativa para alcançar a realização pessoal. Ao longo do texto, ele destaca a diferença entre uma abordagem proativa e reativa à vida, enfatizando que a capacidade de abstração e a singularização progressiva são essenciais para a inovação e a satisfação duradoura.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Passar a chamar a aposentadoria como Momento de Independência de Clientes Externos, no qual se pode continuar praticando o seu Ikigai com mais liberdade.
  2. Saia da Banheira de Piche da nossa cultura que te convenceu que os ditos talentosos e os inteligentes são donos do mundo.
  3. Não eduque seus filhos com apenas palavras, mas com exemplos.
  4. Talento vira com esforço uma habilidade. Habilidade com esforço vira legado.
  5. Quanto mais abstrativa é uma pessoa, mais ela pode olhar de fora os Paradigmas Existentes e criar novos.
  6. A Inteligência não é estática, se você treinar a sua mente ela vai ficando cada vez mais aguçada.
  7. Uma vida mais significativa é aquela em que você consegue potencializar a sua Singularidade.
  8. O sofrimento é algo estrutural e permanente na vida. O que precisamos fazer é escolher os sofrimentos adequados e gerenciá-los com sabedoria.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Não existe no planeta espécie mais adaptável do que a nossa.”Angela Duckworth.

Vamos dar continuidade à Bimodalização do livro “Garra: O poder da paixão e da perseverança.” de Angela Duckworth.

Este é o quarto e último artigo.

Comecemos e voltemos ao papo de aposentadoria que acabou dando título ao artigo.

A volta da conversa sobre Aposentadoria

Ela diz:

“Por fim , quando os melhores do mundo se aposentam, não costumam manter o mesmo ritmo de prática disciplinada. Se ela fosse intrinsecamente prazerosa — divertida por si mesma — seria de esperar que mantivessem.”

Até o dia que escreveu o livro, Angela não leu muito sobre Ikigai.

A prática disciplinada que ela aborda é uma rotina permanente que a pessoa sempre procura desenvolver, mas isso vai depender apenas do ritmo.

A rotina bem articulada e criativa, que acaba sendo feita em todos os aspectos da vida, dá tanta sensação de bem estar quanto a atividade em si.

Aprendemos com o Ikigai – o aspecto mais relevante do Paradigma Existencial japonês – que não faz sentido falar de aposentadoria.

Olha que engraçado.

O Tio Chatinho nos ensina que:

“A palavra “aposentadoria” tem origem no português e está relacionada ao ato de aposentar-se, ou seja, de se retirar para um “aposento” para descansar.”

Quando as pessoas morrem, é comum dizer: fulano ou fulana descansou.

No fundo, o conceito de aposentadoria no Brasil está fortemente ligada com a ideia de “parar de trabalhar e descansar”.

Ou seja.

A pessoa, de maneira geral, exerce um trabalho muito chato e não vê a hora de parar de fazer isso.

O trabalho não é divertido e o que ele espera é parar com tudo e ir para um “aposento” descansar.

O que o Ikigai nos mostra é algo diferente:

Primeiro, a ideia é procurar desde cedo um trabalho menos chato e mais divertido;
Segundo, depois que se consegue viver com a sua própria poupança (para não usar aposentadoria), a pessoa pode até diminuir o ritmo, mas continua a exercer a mesma atividade divertida.

O conceito de aposentadoria no Brasil – e acredito que no mundo ocidental – é bem compatível com um Paradigma Existencial:

Reativo – muito mais movido por fatores externos do que internos;
Não Empreendedor – pouco incentivador a servir a outro em uma troca voluntária e saudável, no qual as pessoas trabalham para ganhar dinheiro e não ganham dinheiro para trabalhar;
Não Singularista – não incentivador da pesquisa progressiva e continuada do desenvolvimento dos nossos potenciais únicos.

O trabalho hoje em dia é visto com algo chato e obrigatório, que vai minando a energia das pessoas ao longo da vida. E todos estão louco para “descansar”.

Por outro lado, a palavra aposentadoria também é interpretada como nos diz Tio Chatinho:

“A aposentadoria é um benefício concedido a trabalhadores que atingem determinado tempo de serviço ou idade mínima.”

A sugestão, assim, é:

Passar a chamar a aposentadoria como Momento de Independência dos Clientes Externos, no qual se pode continuar praticando o seu Ikigai com mais liberdade.

No qual, a pessoa tem a sua receita garantida sem ser obrigado a atender clientes externos, apenas seus clientes internos.

E nesse Momento de Independência dos Clientes Externos a pessoa pode:

Se aprofundar ainda mais na sua vocação, escolhendo melhor os Clientes Externos;
E ditar melhor um ritmo mais brando compatível com a Quarta Idade.

Na análise da Inovação Pessoal da Bimodais, o momento da vida que passamos a poder ter Independência dos Clientes Externos, é caracteriza pela chegada na Quarta Idade.

Façamos a revisão das cinco idades, dentro da visão da Inovação Pessoal:

Primeira – até começar a se independer da mesada;
Segunda – da independência financeira até procurar atividades mais compatível com a sua vocação;
Terceira – até poder viver da sua poupança e se independer dos Clientes Externos;
Quarta – até conseguir ter saúde mental e física para tocar seu Ikigai;
Quinta – fase final “foi bom ter passado por aqui, um abraço!”

Ela diz para fechar o tema:

“Pessoas ficam muito mais satisfeitas com o trabalho quando fazem algo que coincida com suas vocações.” // “Unir seu trabalho àquilo que mais atrai sua atenção é uma boa ideia.”

E, assim, quem vai na linha do Ikigai não vê o trabalho como uma pedreira, mas como um parque de diversões.

O novo desafio Bimodal: o que faz alguém ser disruptivo e como lidar melhor com isso?
Como espécie, estamos ficando cada vez melhores em raciocínio abstrato.
Temos um desafio aqui que é a relação de cada pessoa com a sua capacidade abstrativa.

Acredito fortemente que:

É da capacidade de abstração de alguém, que vem a possibilidade de ser mais ou menos criativo.

E podemos dizer que:

Quanto mais abstrativa é uma pessoa, mais ela pode olhar de fora os Paradigmas Existentes e criar novos.

Se a abstração é vital para a inovação, é preciso responder:

A capacidade abstrativa é genética?
É possível criar formas para que se aumente a abstração?
Uma pessoa geneticamente mais abstrativa tem um potencial maior para a disrupção?
Caso sim, como ajudar as pessoas mais abstrativas a cumprir a sua vocação de disruptor?

Vamos precisar – isso é um projeto já para a décima segunda imersão – na literatura sobre inteligência, criatividade, superdotados, capacidade abstrativa para começar a responder a estas questões.
Singularização Progressiva
Um bom reforço – com pitadas de aprendizado – foi o aprofundamento que Angela faz sobre metas básicas, intermediárias e principais.
Ela diz:
“Ao fazer a si mesmo essas perguntas, qual é a sua resposta? Se for apenas ‘Porque sim!’, você saberá que chegou ao topo de uma hierarquia de metas.” // “A meta de nível superior não é um meio para algum outro fim. Ela é, na verdade, um fim em si.” // “Alguns psicólogos preferem se referir a ela como o ‘interesse supremo.”
Note que temos como uma espécie animal – como todas as outras – uma série de atividades que fazemos para nos manter vivos: comer, dormir, ir ao banheiro, beber água, se agasalhar no frio, se refrescar no calor.
Tudo isso são Metas Intermediárias, que para muita gente acaba se tornando uma Meta de Nível Superior.
Quando falamos em Metas Superiores, estamos procurando potencializar o Sapiens Criativo que existe dentro de nós.
Cada pessoa é única e a sua missão na existência – conforme nossa visão – é conseguir se potencializar ao máximo – essa é o “interesse supremo”.
Uma vida mais significativa é aquela em que você consegue potencializar a sua Singularidade.
A Singularização Progressiva tem um aspecto importante na sua saúde:
Você gera energias positivas o tempo todo;
O que aumenta a sua Taxa de BOMTRC – Bom Humor, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade.
Segundo aprendemos com a experiência do Ikigai, a Singularização Progressiva nos faz ter uma vida mais longa e mais feliz.
Complementa:

“Quanto mais unificadas, alinhadas e coordenadas forem nossas hierarquias de metas, melhor.” // “Quando uma pessoa precisa dividir suas ações entre várias metas de carreira muito diferentes, cria para si um conflito drástico. Precisa de uma bússola interior, e não de duas, três, quatro ou cinco.” // “Meta de nível superior requer, talvez de maneira contraditória, certa flexibilidade em metas de níveis mais baixos. É como escrever a meta definitiva a tinta e, depois de viver e refletir o bastante para defini-la, anotar as metas inferiores a lápis para que se possa revisá-las e, às vezes, até apagá-las e substituí-las por objetivos diferentes.” // “Desistir de metas de nível inferior não só é algo perdoável como às vezes é absolutamente necessário.” // “Deve-se desistir quando uma meta de nível inferior possa ser trocada por outra mais viável.” // “Contudo, quanto mais alto for o nível da meta, mais sentido fará ser obstinado. Pessoalmente, procuro não ficar abalada demais quando recebo uma rejeição de um pedido de bolsa ou de um artigo acadêmico; ou quando um experimento não dá certo. O sofrimento causado por esses reveses é real, mas não penso neles durante muito tempo. Prefiro seguir adiante. Por outro lado, não é com a mesma facilidade que abro mão de metas de nível intermediário. E, para ser honesta, não consigo imaginar alguma coisa que seja capaz de alterar minha meta definitiva — minha filosofia de vida, como diria Pete.”
Em síntese, o que ela sugere?
Uma vida melhor é aquela que você entende claramente qual é a sua Meta Superior, aquela que você desenvolve a sua Singularidade Progressiva;
Para tocar o projeto da Singularidade Progressiva é preciso coordenar bem a meta principal com as secundárias;
Quando necessário mudar as secundárias e evitar ficar trocando de Metas Superiores.
Sofrimento sem controle e com controle
“O sofrimento sem controle causa sintomas de depressão clínica, como alterações no apetite e na atividade física, distúrbios do sono e dificuldade de concentração.”
Isso me lembra as dicas do Mark Manson nos seus livros.
Ele nos ensina que:
O sofrimento é algo estrutural e permanente na vida. O que precisamos fazer é escolher os sofrimentos adequados e gerenciá-los com sabedoria.
Por isso, quem passa a vida evitando sofrer, na verdade não está gerenciando bem seus sofrimentos, pois eles vêm independente da nossa vontade.
Sofrimentos com controle é a meta e não uma vida com sofrimentos sem controle – com a fantasia de que eles não vão aparecer.
A dicotomia Eudaimonismo e Hedonismo
“Aristóteles foi um dos primeiros a reconhecer que existem duas maneiras de buscar a felicidade. Chamou uma delas de ‘eudemonismo’ — em harmonia com o bom (eu) espírito (daemon) — e a outra de ‘hedonismo’ — voltada para experiências positivas imediatas e autocentradas.”
Diria que:
Eudemonismo é ser guiado por objetivos maiores e de longo prazo, que nos permite baixar a taxa de hedonismo, prazeres imediatos sem que estejam afinados com nossos propósitos.
Ela complementa:
“Até certo ponto, todos nós estamos programados para buscar tanto a felicidade hedonista quanto a eudemonista. Mas a importância relativa que damos a esses dois tipos de felicidade pode variar. Para algumas pessoas, o propósito importa muito mais do que o prazer, e vice-versa.”
Quem está na caminhada da Singularização Progressiva, tende a ter mais resiliência para prazeres imediatos e sem sentido, com uma visão mais de longo prazo.
Não use os termos “pessoa otimista e/ou pessimista” e sim “pessoa proativa e/ou reativa”!
“Os otimistas, descobriu o psicólogo, são tão propensos a topar com acontecimentos ruins quanto os pessimistas. Eles divergem apenas nas explicações que formulam para essas situações: os otimistas normalmente procuram causas temporárias e específicas para o sofrimento, enquanto os pessimistas culpam causas permanentes e genéricas.” // “Os pessimistas são mais propensos a sofrer de depressão e ansiedade.”
Há um erro aqui.
A Proatividade se relaciona melhor com o que acontece na vida. E a Reatividade, menos.
Um proativo pode ter um diagnóstico pessimista sobre determinado fato, mas não quer dizer que ele não vai agir para contorná-lo.
Vejamos como fica a frase acima se colocarmos os conceitos, a nosso ver, mais adequados:
Os reativos, descobriu o psicólogo, são tão propensos a topar com acontecimentos ruins quanto os proativos. Eles divergem apenas nas explicações que formulam para essas situações: os proativos normalmente procuram causas temporárias e específicas para o sofrimento, enquanto os reativos culpam causas permanentes e genéricas.” // Os reativos são mais propensos a sofrer de depressão e ansiedade.
Fica mais exato e gera menos confusão.
A Rotina Criativa em cima do Ikigai Principal de cada um
“E agora? O que acontece depois que se alcança uma meta? Os notáveis começam tudo outra vez, com uma nova meta ambiciosa.”// “A prática disciplinada determina o avanço para etapas mais avançadas muito mais do que qualquer outro tipo de preparação.”// …prática disciplinada é vivenciada como um esforço supremo.” // …uma hora de prática disciplinada sem intervalo e, ao todo, conseguem dedicar apenas de três a cinco horas diárias a ela.// “Primeiro, sabendo como fazer. Os princípios que norteiam a prática disciplinada são simples: Uma meta ambiciosa claramente definida. Concentração e dedicação totais. Feedback imediato e informativo. Repetição com reflexão e aprimoramento.” //“…a garra não envolva apenas a quantidade de tempo dedicado ao interesse, mas também a qualidade desse tempo. Não apenas dedicar mais tempo à prática, mas também dedicar um tempo melhor.” // “Quanto mais você sabe sobre sua área, mais sutil será seu aperfeiçoamento de um dia para o outro. // “A descoberta crucial da pesquisa de Ericsson, contudo, não é que os profissionais excepcionais dedicam mais horas à prática. O mais importante, na verdade, é que eles praticam de maneira diferente. Ao contrário da maior parte das pessoas. “
Façamos uma síntese:
No Ikigai Principal, passe um determinado desafio, quando concluir, procure outro dentro do mesmo campo;
Estabeleça nas atividades mais criativas um tempo específico, não muito, pois o Eu Criativo não gosta de trabalho muito contínuo;
Procure sempre aprimorar a qualidade do trabalho e isso envolve uma série de melhorias no que ela chama de Metas Secundárias.
O que é uma Teoria?

Angela escreve assim:

“Uma teoria é uma explicação. Parte de uma enxurrada de fatos e observações explica, nos termos mais básicos, que diabo está acontecendo. Uma teoria é, necessariamente, incompleta. Simplifica demais as coisas. Mas, com isso, nos ajuda a compreender.”

Como eu diria isso?

Uma Teoria é uma tentativa de explicação de um determinado fenômeno para que possamos lidar melhor com eles;
Uma Teoria Mais Forte é aquela que procura padrões dos fenômenos para que possamos nos antecipar e mesmo prevenir determinados eventos relacionados a ele;
Sim, uma Teoria é uma tentativa de explicação, a melhor possível, mas sempre está sujeita a ajustes, conforme os fatos vão nos levando a isso.

A Inteligência Progressiva
“Que a pontuação no teste de QI não se mantenha idêntica ao longo da vida de uma pessoa — costuma causar surpresa.” // “Assim como um músculo se fortalece com o uso, o cérebro muda quando você se esforça para superar um novo desafio.”
A Inteligência não é estática, se você treinar a sua mente ela vai ficando cada vez mais aguçada.
O Sisu Finlândes
“Um finlandês típico é um sujeito obstinado que acredita poder levar a melhor sobre o azar provando que é capaz de aguentar coisas piores.”// “A ideia do sisu faz parte da cultura finlandesa há séculos. No entanto, é possível criar culturas em muito menos tempo.”
Na Finlândia, a obstinação por uma vida melhor passou a fazer parte da cultura!
Quem tem bons padrinhos inspiradores, vai longe!

“Não dê murros em ponta de faca na tentativa de levar a cabo uma coisa que não passa de um meio para um fim mais importante.”

Não eduque seus filhos com apenas palavras, mas com exemplos

“Nossas crianças nos observam e imitam o que fazemos.” // “Se você quiser fomentar garra em seu filho, pergunte primeiro a si mesmo quanta paixão e perseverança você demonstra em relação às suas próprias metas de vida. Depois, pergunte-se em que medida sua postura como pai ou mãe incentiva seu filho a emular você. Se a resposta à primeira pergunta for “muita” e à segunda for “em boa medida”, você já está educando para a garra.”
Não use eu tenho uma bússola na minha vida, mas um destino, que tem diversas bússolas, que me ajudam a chegar lá
“Eu penso nessa meta como uma bússola que confere direção e significado a todos os outros objetivos abaixo dela.”
Kaizen: novo termo
A palavra japonesa kaizen significa não ceder à estagnação do desenvolvimento. A tradução literal do termo é “aperfeiçoamento contínuo.” Há algum tempo, a ideia se popularizou na cultura empresarial americana, trombeteada como o princípio básico da eficientíssima economia industrial japonesa. Depois de entrevistar dezenas de modelos de garra, posso afirmar que todos eles transpiram kaizen. Sem exceção.
Frases Diamante que encontrei no livro.

“Ter um excelente treinador ou professor — também são de enorme importância, talvez mais do que qualquer característica individual.” // “Aproxime-se de um mentor estimulante.” // “Nem todos os modelos de garra foram amparados por um pai ou uma mãe sensatos, mas todos os que entrevistei indicavam alguém em sua vida que, no momento certo e da maneira correta, incentivou-os a sonhar alto e proporcionou a confiança e o apoio de que precisavam.”
Sem experimentação, não se pode determinar quais interesses vão permanecer.
…os interesses não são descobertos por meio de introspecção. Pelo contrário, são acionados por interações com o mundo à nossa volta.
“Na verdade, encontrar um parceiro é uma analogia perfeita. Conhecer um par possível — não o único e exclusivo par perfeito, mas um par promissor — é só o começo.”
“Perguntam a três pedreiros: ‘O que vocês estão fazendo?’ O primeiro responde: ‘Estou assentando tijolos.’ O segundo responde: ‘Estou construindo uma igreja.’ E o terceiro responde: ‘Estou construindo a casa de Deus.’ O primeiro pedreiro tem um emprego. O segundo, uma carreira. O terceiro, uma vocação.” // “O que importa é se a pessoa que executa o trabalho acredita que assentar o tijolo seguinte é apenas mais uma coisa que precisa ser feita, se é algo que vai conduzir a maior sucesso pessoal, ou se conecta a pessoa com algo muito maior do que ela mesma.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

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Abraços,
Nepô.

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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta a crise da Ciência Social como o principal problema enfrentado na difícil tarefa de entender o Digital. Utilizando os ensinamentos de Thomas Kuhn (1922-1996) sobre as fases normais e extraordinárias da ciência. Nepô argumenta que a Ciência Social, mãe de todas as ciências sociais, precisa evoluir para uma nova versão 2.0 para compreender melhor o contexto atual, caracterizado por uma das maiores crises civilizacionais e uma disrupção na sobrevivência do Homo sapiens devido às novas tecnologias digitais. Nepô enfatiza que o aumento da complexidade demográfica exige mais participação e responsabilização individual, levando a uma maior singularização das pessoas, um movimento refletido nas atuais tendências da Psicologia Cognitiva e Positiva.

No presente texto, Nepô nos apresenta ainda uma análise sobre a obra “Garra: O poder da paixão e da perseverança” de Angela Duckworth, destacando a importância de encontrar e desenvolver nossos talentos para acelerar o aprendizado e promover o bem-estar. Ele argumenta que atuar em áreas alinhadas com nossas vocações aumenta a eficiência cerebral e gera energias positivas, reforçando a ideia de que o esforço contínuo é fundamental para o progresso e o sucesso. Citando Nietzsche, Duckworth critica a valorização exagerada do talento inato, que muitas vezes serve como desculpa para não enfrentar desafios e explorar todo o potencial individual. Ela enfatiza que, além de paixão e vocação, é crucial ter um propósito maior para que o esforço seja sustentável e significativo ao longo do tempo.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Depois de muito estudar o Digital, percebo que o principal problema que temos hoje é a crise da Ciência Social.
  2. A Ciência Social é a mãe de todas as demais Ciências Sociais, nas quais estão a Psicologia, a Educação, a Economia e a Administração, entre outras.
  3. Não é possível, portanto, falar do futuro em qualquer área sem que superemos a Crise da Ciência Social.
  4. Estamos saindo de uma das maiores Crises Civilizacionais já vividas pelo Sapiens!
  5. É preciso entender que quando temos Crises Civilizacionais, haverá uma forte tendência a redução da singularização do Sapiens.
  6. Quando temos Crises Civilizacionais, a tendência é de que Paradigmas Existenciais Mais Singularizadores percam espaço na sociedade para os Mais Pasteurizadores.
  7. Quando você passa a atuar na área que você tem mais vocação, a sua velocidade de aprendizado é maior!
  8. Encarar de frente nossos potenciais e partir para desenvolvê-los, nos obriga a combater em nós o vitimismo, o relativismo e o reclamismo.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Oitenta por cento do sucesso na vida é dar as caras.” Woody Allen.

Vamos dar continuidade à Bimodalização do livro “Garra: O poder da paixão e da perseverança.” de Angela Duckworth.

Este é o terceiro artigo.

Primeiro parênteses

Houston não temos um problema!

Qual é o problema, Nepô?

Não é um problema pequeno.

Como nos ensinou Thomas Kuhn (1922-1996) a ciência passa sempre por duas fases: a normal e a extraordinária:

Na Ciência Normal, desenvolvemos incrementalidades depois de quebras disruptivas de Paradigmas;
Na Ciência Extraordinária, criamos novos Paradigmas depois do desenvolvimento de incrementalidades.

Depois de muito estudar o Digital, percebo que o principal problema que temos hoje é a crise da Ciência Social.

A Ciência Social é a mãe de todas as demais Ciências Sociais, nas quais estão a Psicologia, a Educação, a Economia e a Administração, entre outras.

Não é possível, portanto, falar do futuro em qualquer área sem que superemos a Crise da Ciência Social.

Temos estudado nesta imersão os Inovadores Pessoais, a maior parte dele com formação em Psicologia, que conseguem ver uma parte da crise e não sua visão mais completa.

Ajuda muito passar a utilizar a nova Ciência Social 2.0 quando pensamos em atuar neste mundo Pós-Digital para que possamos entender o contexto geral, pois estamos:

Saindo de uma das maiores Crises Civilizacionais já vividas pelo Sapiens!
Promovendo a maior disrupção na sobrevivência do Sapiens dentro da nova Civilização 2.0, através do uso das novas Tecnopossibilidades Digitais;
E que tudo isso está diretamente relacionado ao salto demográfico exponencial, que vivemos nos últimos 200 anos, de um para oito bilhões de Sapiens.

Temos lido um livro por semana, de diversos autores, que conseguem entender parte e não o todo do problema.

O que é importante entender?

O Sapiens quando aumenta a Complexidade Demográfica, tendo mais gente para sobreviver, precisa obrigatoriamente aumentar:

A maior participação das pessoas nos processos e nas decisões das suas vidas, tanto no âmbito individual quanto no coletivo;
Isso implica, necessariamente, em mais responsabilidades;
E mais responsabilidades, implica em maior singularização de cada pessoa.

Todo o movimento da Psicologia 2.0, por exemplo, na linha da Psicologia Cognitiva ou da Positiva vai na direção da singularização.

Não é um movimento apenas motivado pelos Renascentistas, mas algo que se encaixa em um movimento maior.

Vontade de mudar já havia no passado, o que faltava era a adesão das pessoas, que sentem a demanda por mais singularização e responsabilização.

Estamos hoje com uma forte demanda de alteração no que podemos chamar de Paradigmas Existenciais.

Paradigmas Existenciais são formas de sentir, pensar e de agir, que são disseminados na sociedade e guiam a Formatação Básica Obrigatória das pessoas.

Paradigmas Existenciais

Os Paradigmas Existenciais variam:

Regionalmente – a partir da tradição cultural de determinados países;
Na Civilização – a partir do momento Civilizacional existente (Renascente, de Crise ou Consolidante).

É preciso entender que:

Quando temos Crises Civilizacionais, haverá uma forte tendência a redução da singularização do Sapiens;
E nas Renascenças Civilizacionais – como agora – um movimento pró-Singularização para que possamos viver numa nova sociedade mais descentralizada.

Portanto, não é por acaso que vemos hoje um forte movimento no campo da Psicologia, por exemplo, na direção da Singularização.

Paradigmas Existenciais são disseminados, se tornam parte da cultura de uma região, passam a ser disseminados pela família, passam pela educação formal e entram pelo mercado de trabalho e em todas as relações sociais.

Vejamos a regra:

Quando temos Crises Civilizacionais, a tendência é de que Paradigmas Existenciais Mais Singularizadores percam espaço na sociedade para os Mais Pasteurizadores;
E vice-versa. Quando temos Renascenças Civilizacionais, a tendência é de que Paradigmas Existenciais Mais Singularizadores ganhem espaço na sociedade sobre os Mais Pasteurizadores.
Porém, estes são fatores conjunturais dentro das mudanças civilizacionais, mas, além deles, temos os estruturais, algo que se tornou a cultura de uma determinada região.

São os Paradigmas Existenciais Mais Hegemônicos, pois temos:

Paradigmas Existenciais Mais Hegemônicos – que estão enraizados e vão definir a Formatação Básica Obrigatória da maioria das pessoas naquele Ambiente de Sobrevivência;
Paradigmas Existenciais Mais Alternativos – novas propostas para a Formatação Básica Obrigatória das pessoas.

Os Paradigmas Existenciais Hegemônicos se dividem da seguinte maneira:

As dicotomias entre os diferentes tipos
de Paradigmas Existenciais Mais Hegemônicos
Mais Empreendedor
Menos Empreendedor
Mais Proativista
Menos Proativista
Mais Singularizador
Menos Singularizador

 

 

 

Se analisarmos três regiões do planeta, podemos dizer que:

No Japão, os que abraçam o Ikigai, tem um Paradigma Existencial Mais Empreendedor, Mais Proativista e Mais Singularizador;
Nos Estados Unidos, os que abraçam a ideia do modo americano de sucesso, tem um Paradigma Existencial Mais Empreendedor, Mais Proativista e Menos Singularizador;
No Brasil, de maneira geral, temos um Paradigma Existencial Menos Empreendedor, Menos Proativista e Menos Singularizador.

Um Ambiente de Sobrevivência que tem um viés mais Empreendedor, mais Proativista e Mais Singularizador, como vemos no Japão, tende a aumentar tanto a Taxa de Felicidade, quanto da Longevidade.

O esforço dos Inovadores Pessoas Renascentistas vai justamente na direção de defender um Paradigma Existencial Alternativo que substitua os atuais, que, de maneira geral, podem até ser Empreendedores e Proativistas, mas pouco Singularizadores.
Feito o parênteses, vamos retornar ao texto.
A vantagem de achar o seu talento é a velocidade que você ganha no aprendizado!

E aqui temos um Aprendizado Diamante:

“O que o talento nos proporciona é a capacidade de aprender coisas de modo relativamente rápido e fácil.” Qual é a novidade aqui?

Quando você passa a atuar na área que você tem mais vocação, a sua velocidade de aprendizado é maior!
A sua mente se sente mais confortável e mais viva, pois consegue se desenvolver mais;
E isso tudo dá uma sensação de bem estar que não é tão grande e profunda quando você está numa área em que a sua velocidade de aprendizado é menor.

Achar as suas vocações e colocá-las para rodar tem a seguinte vantagem:

Seu cérebro sente mais facilidade em fazer e aprender;
E também gera energias positivas, aumentando a taxa do seu BOMTRC.

Complementa ela:

“O talento nos ajuda a aprender mais rápido, é o esforço que nos faz progredir mais.”
A questão de tirar meu corpo fora

Um outro bom aprendizado com a Angela é a percepção de que não só temos uma tendência a valorizar o talento inato, sem esforço, como um sintoma da centralização – que é algo mais conjuntural.

Mas também, do ponto de vista estrutural, uma tendência de tirar meu corpo fora, quando vejo alguém conquistando coisas interessantes na vida.

Ela diz:

“Quando não conseguimos ver com clareza como a experiência e o treinamento levaram uma pessoa a um nível de excelência que esteja nitidamente acima da média, nossa reação automática é declarar que essa pessoa tem um “dom inato”.”

Se a pessoa nasceu com algo que eu não tenho, eu tiro meu corpo fora, pois ela deu sorte na vida, algo que eu não tive e não teria como fazer algo parecido.

Isso é mais estrutural do que conjuntural.

Angela cita Nietzsche nesse aprendizado, que diz:

“Só não falem de dons e talentos inatos! Podemos nomear grandes homens de toda espécie que foram pouco dotados. Mas adquiriram grandeza, tornaram-se ‘gênios’ (como se diz)… todos tiveram a diligente seriedade do artesão, que primeiro aprende a construir perfeitamente as partes, antes de ousar fazer um grande todo; permitiram-se tempo para isso, porque tinham mais prazer em fazer bem o pequeno e secundário do que no efeito de um todo deslumbrante.”

Encarar de frente nossos potenciais e partir para desenvolvê-los, nos obriga a combater em nós o vitimismo, o relativismo e o reclamismo.

Diz ela:

“A verdade é que a maioria de nós não está em posição de saber do que somos capazes, enquanto não colocarmos à prova nossos talentos de forma justa e séria. É natural preferir não encarar os desafios que revelariam todo nosso potencial, pois isso nos obriga a admitir o quanto podemos fazer se realmente nos esforçarmos.”

Ainda diz Nietzsche:

“Chamar alguém de ‘ divino ’ significa dizer: ‘ aqui não precisamos competir .”

E se tira o corpo fora.

Ela diz:

“É assim que nossa vaidade, nosso amor – próprio , favorece o culto ao gênio ”.

Do ponto de vista estrutural, sim, do conjuntural, não, pois depende da Topologia do Ambiente de Sobrevivência.

E complementa:

“Em outras palavras, mitologizar o talento nato nos livra de responsabilidade. Faz com que possamos relaxar e aceitar o status quo.”

O papel do Foco

Um dos pontos principais e recorrentes dos Inovadores Pessoais 2.0 é a questão do foco.

Uma vida melhor, mais longa e significativa, exige que a pessoa faça escolhas na direção de suas paixões e vocações.

Ela defende assim, algo que aparece há séculos no Ikigai:

“Focar em uma só atividade e aprimorá-la poderia trazer mais satisfação do que ser amador em várias coisas.”

Isso exige foco e tenacidade, dentro da ideia de que a excelência em algo que leva, pelo menos, uns 10 anos para que torne a pessoa realmente um especialista em algo.

Ela diz:

“Os primeiros dez mil vasos são difíceis, mas depois vai ficando mais fácil.”

Do talento para o êxito

Angela tem um padrão que achei interessante.

Ela diz:

“Depois de pensar durante mais de uma década sobre essa questão, às vezes sozinha e às vezes com colegas, enfim publiquei um artigo no qual exponho duas equações simples que mostram como se caminha do talento para o êxito.”

Ela apresenta o seguinte gráfico:

O que aprendemos aqui?

Que temos duas etapas na direção de uma vida mais longa e mais significativa:

É preciso se esforçar para se chegar a uma habilidade;
E que é preciso transformar a habilidade em uma atividade permanente.

São duas etapas.

Diz ela, uma Esforço Incentivadora:

“O esforço que uma pessoa dotada de garra dedica em um dia é importante, mas ainda mais importante é ela acordar no outro dia, e no outro, disposta a subir naquela esteira e continuar a correr.”

Ela lembra que ter Garra significa não se esforçar que nem um maluco, sem que se tenha algo maior:

“Seja o esforço diário motivado pela paixão ou pela simples necessidade, ele não vai nos levar até onde queremos ir, caso não estejamos trabalhando em algo de fato importante para nós.”

Como diz o aprendizado do Ikigai, não basta procurar uma paixão ou uma vocação, mas é preciso sentir que está construindo algo que vai além de nós.

O Sapiens sabe que vai morrer e trabalhar num projeto de transcendência para depois da nossa morte, é algo que aplaca essa difícil aceitação da finitude.

E complementa:

“O esforço entra nesses cálculos duas vezes, e não apenas uma. O esforço constrói a habilidade. Ao mesmo tempo, o esforço torna a habilidade produtiva.” // “À medida que os esforçados aprimoram sua habilidade, estão também empregando essa habilidade — para fazer cerâmica , escrever livros , dirigir filmes , dar concertos.”

Diz ainda:

“O talento é a rapidez com que as habilidades de uma pessoa aumentam quando ela se esforça. Êxito é o que acontece quando essa pessoa utiliza as habilidades adquiridas. // “Sem esforço, sua habilidade não passa do que você poderia ter feito, mas não fez. Com esforço, o talento se transforma em habilidade e, ao mesmo tempo, o esforço torna a habilidade produtiva.”

O reforço dos desafios pequenos e progressivos

Diz ela:

“Estudos realizados com pessoas altamente criativas revelam que elas, por vezes, procuram ativamente dificuldades e obstáculos para desenvolver suas habilidades ao máximo.”

Diga um F****-se para os outros, conforme nos ensina Galileu

“Aquele que se aventurar a avançar mais do que os outros, e ir mais longe do que é permitido pelo conhecimento humano, não deve ser dissuadido pelas críticas ou obstáculos impostos por quem o cerca.” – Galileu.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta a segunda parte da Bimodalização do livro “Garra: O poder da paixão e da perseverança” de Angela Duckworth. Ele explora a visão de Duckworth sobre a importância do esforço em dobro em comparação com o talento, enfatizando a necessidade de singularização do Sapiens na era da Civilização 2.0. Angela é descrita como uma Inovadora Pessoal Renascentista que questiona os paradigmas existenciais exógenos e resgata aqueles endógenos, propondo a reinvenção como uma característica distintiva do Sapiens diante das outras espécies. Nepô discute a influência do ambiente, da genética, e dos fatores pessoais na capacidade de diferenciação de cada indivíduo, destacando a relevância da garra e da meta de nível superior como guias para uma vida mais significativa.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Talento é potencial, uma semente. Uma vida significativa e realizadora é árvore e depende fortemente do esforço e da qualidade da jardinagem.
  2. Nós somos diferentes dos passarinhos que podem se diferenciar muito pouco de outros membros da sua espécie.
  3. Assim, todos nós temos na vida essa encruzilhada: minha existência será mais de Passarinho ou de um Reinventor?
  4. Somos a única espécie do planeta que não opera apenas com o instinto. Temos a capacidade de nos reinventar para poder sobreviver com uma população cada vez maior.
  5. É a Sobrevivência Criativa do Sapiens que nos dá a possibilidade de ter uma vida bem diferenciada de outro membro da nossa espécie.
  6. O Sapiens, assim, diferente das outras espécies, nasceu com a possibilidade da reinvenção, que pode ser feita de forma maior ou menor, dependendo de cada pessoa.
  7. O Sapiens 2.0, como temos dito, precisa ser muito mais autônomo, responsável e singular do que foi o 1.0.
  8. Hoje, ser mais singular passou a ser um fator de mais competitividade.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“xxx” – xxx.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

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Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô inicia a Bimodalização do livro “Garra: O poder da paixão e da perseverança” de Angela Duckworth, ressaltando a importância do esforço sobre o talento inato. Nepô destaca que a crise civilizacional que centraliza e padroniza a sociedade, tende a desvalorizar a individualidade e o esforço pessoal. Ele argumenta que a superação dessa crise vem com a descentralização e a reindividualização, onde o esforço e a perseverança ganham destaque sobre os talentos inatos. Angela Duckworth é vista como uma inovadora pessoal que desafia os paradigmas exógenos, propondo que o sucesso depende mais da paixão e perseverança do que da inteligência herdada geneticamente. O texto conclui que na Civilização 2.0, é crucial combater a valorização excessiva do talento inato e promover o esforço e a garra como fundamentos para uma vida mais plena e significativa.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Na Civilização 2.0 – na qual há uma exponencial demanda por descentralização, empreendedorismo e singularização –  é preciso que estes Paradigmas Existenciais Mais Exógenos sejam fortemente combatidos.
  2. Quando o Sapiens aumenta a população de forma rápida e exponencial, na sequência, teremos um ciclo centralizador na sociedade.
  3. Na Centralização Civilizacional é normal que haja um forte incentivo a todos aceitarem as autoridades não pelos seus méritos (ideias e ações), mas apenas pela posição que ocupam.
  4. Na Centralização Civilizacional é normal que se acredite que uma vida boa é predestinada a determinadas pessoas, que foram sorteadas pela loteria genética.
  5. Na Centralização Civilizacional é normal que o Sapiens seja muito mais valorizado pelo seus talentos inatos e não pelo seu esforço para construir algo diferente.
  6. O talento, assim como a inteligência e outros fatores genéticos, são apenas sementes que PODEM ser transformadas em árvores, dependendo do esforço de “jardinagem” de cada pessoa.
  7. Quando temos aumento da centralização – seja em qualquer Ambiente de Sobrevivência – temos a redução dos Paradigmas Existenciais Mais Endógenos e o aumento dos Mais Exógenos.
  8. Depois de exponenciais aumentos populacionais, precisamos produzir mais de forma mais massificada e padronizada e isso gera uma demanda para termos também uma padronização similar no coração e mentes das pessoas.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Os homens não diferem muito em intelecto , apenas em empenho e em trabalho duro.”Darwin.

Iniciamos a Bimodalização do livro “Garra: O poder da paixão e da perseverança.” de Angela Duckworth.

Este é o primeiro artigo.

Na verdade, já tinha lido o livro, mas parece que li pela primeira vez.

Tinha gostado muito.

Talvez, não tenha sido o mesmo Nepô que leu e a metodologia de leitura mudou – o que me fez lê-lo de outra maneira.

Mudança pequena na Metodologia de Leitura

As marcações ao longo da leitura se modificaram para o seguinte:

Laranja – frases em destaque;
Rosa – novidades para o aprendizado;
Azul – reforço do que já temos dito;
Amarelo – pontos a serem questionados.

O que tem de novo é que os objetivos do livro passaram a ser copiados e colocados em um arquivo no Google Drive, pois são poucos trechos.

Neste arquivo vou colocando agora todas as perguntas que o autor faz, que são os seus motivadores para as explicações que vêm depois.
As flutuações na Inovação Pessoal com a Centralizações e Descentralizações Civilizacionais

O que temos visto na leitura dos artigos sobre Inovação Pessoal é que muito do que se critica no Sapiens de hoje está relacionado à Crise Civilizacional que estamos saindo.

Quando o Sapiens aumenta a população de forma rápida e exponencial, na sequência, teremos um ciclo centralizador na sociedade.

Por que isso acontece?

Precisamos produzir mais de forma mais massificada e padronizada e isso gera uma demanda para termos também uma padronização similar no coração e mentes das pessoas.

As pessoas são incentivadas a uma desindividualização para que possam aceitar, sem problema, produtos mais padronizados.

Temos, com isso, uma série de problemas emocionais, que os Inovadores Pessoais 2.0 vão percebendo, tais como a valorização:

De objetivos exógenos (externos) e não endógenos (internos) como objetivo e propósito de vida;
De um Sapiens fortemente definido pelos fatores genéticos e pelo status social e não pela sua capacidade de se reinventar.

O papel das Renascenças Civilizacionais

A Crise Civilizacional Centralizadora só começa a ser superada com a chegada de novas mídias, que permitem:

A possibilidade da personalização dos produtos e serviços;
Que abre as portas para o Sapiens voltar a se individualizar.

A partir daí, iniciamos uma jornada de Reindividualização do Sapiens em larga escala, questionando os Paradigmas Existenciais Mais Exógenos. O que se faz?

Se questiona os Paradigmas Existenciais Mais Exógenos;
Se resgata no passado os Paradigmas Existenciais Mais Endógenos;
E se cria novos Paradigmas Existenciais Mais Endógenos, mais compatíveis com a contemporaneidade.
O livro de Angela vai nessa linha.

O ponto principal que ela questiona são os Paradigmas Existenciais Mais Endógenos que destacam o papel da inteligência – que vem da genética – e desvalorizam o esforço.

Na Centralização Civilizacional é normal que:

Haja um forte incentivo a todos aceitarem as autoridades não pelos seus méritos (ideias e ações), mas apenas pela posição que ocupam;
Que se acredite que uma vida boa é predestinada a determinadas pessoas, que foram sorteadas pela loteria genética;
E uma visão de que o Sapiens seja muito mais valorizado pelo seus talentos inatos e não pelo seu esforço para construir algo diferente.

Angela é uma Inovadora Pessoal Renascentista e está dentro da macrotendência de questionar os Paradigmas Existenciais Mais Exógenos, diz ela:

“É preciso combater a ideia de que uma vida mais bem sucedida depende mais de nossa paixão e perseverança do que de um talento inato.”

O livro “Garra” é um questionamento veemente e bem feito dos Paradigmas Existenciais Mais Exógenos, que vêem o Sapiens:

Como algo muito mais estático do que em processo;
Um Sapiens que tem sorte de ter ganhado na loteria genética e não há nada a fazer se o bilhete premiado não veio para a sua vida;
Um forte incentivo a aceitar o status quo da sociedade, pois nada pode ser mudado se houver um esforço individual.

Eis aqui a ode por um Sapiens 2.0 muito mais Empreendedor e Meritocrático, que ela dirige ao pai dela:

“Vou crescer e amar tanto o meu trabalho quanto o senhor ama o seu. Não vou apenas ter um emprego; terei uma vocação. Vou me desafiar todos os dias. Quando fracassar, vou me levantar outra vez. Posso não ser a aluna mais inteligente da minha turma, mas vou me esforçar para ser a mais determinada, a que tenha mais garra.”

Os três perfis possíveis do Sapiens diante do objetivo de vida

Angela reforça a classificação que nós e diversos autores têm feito para as três vertentes possíveis diante da vida. Nós Bimodalizamos da seguinte maneira:

Sobreviventes – trabalham e ganham dinheiro para viver sem preocupação com status ou desenvolver a sua vocação, deixando um legado mais amplo;
Instagrantes – trabalham e ganham dinheiro para viver com forte preocupação com status e a visão dos outros sobre a sua vida;
Missionários – trabalham e ganham dinheiro para viver, mas com forte preocupação em desenvolver a sua vocação e deixar um legado mais amplo.

Ela exemplifica os três perfis da seguinte maneira:

“Perguntam a três pedreiros: “O que vocês estão fazendo?” O primeiro responde: “ Estou assentando tijolos. ”O segundo responde: “ Estou construindo uma igreja. ”E o terceiro responde: “ Estou construindo a casa de Deus.” O primeiro pedreiro tem um emprego. O segundo, uma carreira. O terceiro, uma vocação.”

O livro de ngela é um radical manifesto contra a ideia de que talento, inteligência, QI (como também ressaltou o Goleman) sejam garantia de vidas melhores.

Ela diz:

“Nosso potencial é uma coisa. O que fazemos com ele é outra, bem diferente.”

Na Civilização 2.0, na qual há uma exponencial demanda por descentralização, empreendedorismo e singularização é preciso que estes Paradigmas Existenciais Mais Exógenos sejam fortemente combatidos.

Ela reforça:

“Talento para matemática era uma coisa; tirar boas notas em matemática era outra.”

Ela traz William James para a conversa:

“O homem costuma viver bastante abaixo de seus limites; possui poderes de vários tipos que raramente utiliza. Ele atua abaixo de seu máximo e se comporta abaixo do nível ótimo.” // “O fato é que os homens detêm certos níveis de capacidade que só pessoas muito excepcionais utilizam ao máximo.”

Falta a eles a visão da Ciência Social 2.0.

Quando temos aumento da centralização – seja em qualquer Ambiente de Sobrevivência – temos a redução dos Paradigmas Existenciais Mais Endógenos e o aumento dos Mais Exógenos.

Toda a batalha dos diversos Inovadores Pessoais 2.0 que estamos analisando vão sempre na mesma direção:

Questionamento dos Paradigmas Existenciais Mais Exógenos;
Defesa dos Paradigmas Existenciais Mais Endógenos.

Goleman questionou o QI como referência, Angela trabalha na mesma linha e escolhe ao invés de Inteligência Emocional o termo “Garra”, ela diz:

“Na minha opinião, a principal razão pela qual a valorização do talento pode ser nociva é simples: ao focarmos apenas no talento, nós arriscamos deixar tudo o mais fora do nosso campo de visão.”

O talento, assim como a inteligência e outros fatores genéticos, são apenas sementes que PODEM ser transformadas em árvores, dependendo do esforço de “jardinagem” de cada pessoa.

Diz ela, na defesa do esforço como algo fundamental para o Sapiens 2.0:

“Sem querer, passamos a mensagem de que esses outros fatores — como a garra — são menos importantes.”

A questão é que não é sem querer. É querendo.

Ambientes de Sobrevivência Mais Centralizados são mais:

Estáticos por serem mais Verticalizados;
As autoridades são mais Sobreviventes ou Instagrantes e, por causa disso, se valoriza pouco os Missionários;
A meritocracia não é valorizada e nem incentivada e sim a obediência sem grandes questionamentos do que é definido pelo centro.

Isso não acontece por acaso. É resultado direto das variações civilizacionais, que são influenciadas pelos fatores demográficos, midiáticos e cooperativos.

Ela questiona:

“O foco no talento nos desvia de uma coisa que tem pelo menos a mesma importância: o esforço.”

O livro de Angela faz diversas perguntas, que giram em torno de duas principais preocupações:

Mostrar que ter Garra é fundamental para uma vida melhor;
E procurar mostrar como é possível que possamos aumentar nossa Taxa de Garricidade na vida.

É o que vamos analisar na sequência dos artigos ao longo da semana.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

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Valor: R$ 200,00, no pix.

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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta os principais aprendizados da semana Bimodal 11.5.5. Ele destaca a relação entre empreendedorismo, singularidade, saúde e longevidade, exemplificada pelo Ikigai japonês que promove uma vida mais empreendedora e singular desde a infância. Também discute a importância do sentido da vida para superar desafios, conforme abordado pela Logoterapia de Viktor Frankl, e o impacto de uma vida comunitária cordial e de uma mente continuamente desafiada. Nepô aprofunda o conceito de Ikigai, diferenciando atividades centrais e periféricas, e propõe uma visão renovada sobre a aposentadoria, influenciada pela prática japonesa de manter-se ativo. Adicionalmente, ele enfatiza a relevância da religiosidade, a necessidade de inventar nossa jornada e o amadurecimento das ideias sobre sabedoria e felicidade. Por fim, introduz rituais diários para aplicar esses princípios e uma tabela para avaliar a sabedoria, além de destacar frases inspiradoras que reforçam esses conceitos.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quanto mais sábios formos nas nossas escolhas, mais chances temos de viver mais e melhor – simples assim. 
  2. Quanto mais uma pessoa tem escolhas, mais complicada fica a tomada de decisões! 
  3. Se dissessem que quem inventou o Ikigai foi alguém do Vale do Silício, a Fakenews se espalharia fácil, fácil. 
  4. Uma pessoa mais proativa aprende que a vida é imperfeita, não perde tempo com isso. O que ela se pergunta é: como posso lidar cada vez melhor com essa imperfeição? 
  5. Saia da preocupação com o planeta e a galáxia e passe a mudar o seu planeta e a sua galáxia! 
  6. Uma boa dica para estimular a proatividade é sempre começar a conversa perguntando: me diga três coisas top que te aconteceram ontem? 
  7. O Sapiens é a única espécie viva que se suicida, quando não vê um sentido para viver. 
  8. Uma pessoa que vai envelhecendo e não coloca desafios cotidianos na sua vida, tende a perder a qualidade da saúde física e mental.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Aquele que tem um porquê para viver pode enfrentar quase todos os comos.”  Nietzsche.

Vamos fazer um resumo da semana Bimodal 11.5.5.

Quais foram os aprendizados Top – Parte I?

A relação do Empreendedorismo e Singularidade com a saúde e a longevidade – a longevidade no Japão comprovou que a singularização e o empreendedorismo fazem tão bem à saúde, que permite que se viva bem mais;
Os dois tipos de Formatação Básicas Obrigatórias – note que o Ikigai é um tipo de FBO, que desde criança a pessoa é preparada para o empreendedorismo e a singularização – algo que não ocorre em diversas outras culturas. Um Modo de Vida menos Empreendedor e Singular gera diversos tipos de problemas, pois são mais fracos, tornando as pessoas mais indefesas diante dos desafios da vida;
O Sapiens é a única espécie que se suicida – algo que a Logoterapia nos trouxe, o que reforça a ideia da importância de termos sentido na nossa vida para superar os obstáculos. Destaco a pergunta que abre as sessões de Viktor Frankl: “porque você não se suicida?” – o que pede para a pessoa pensar sobre o que vale a pena na vida dela. Há aqui elementos da Animalogia, pois outras espécies vivas não têm consciência da morte e nem aventar a possibilidade de acabar com a vida;
O primeiro contato com a Logoterapia – mais uma Escolas de Pensamento da Inovação Pessoal Emocional (Ex-Psicologia), que reforça o Renascentismo, na busca de trazer mais sabedoria e responsabilidade para o Sapiens 2.0;
Aprofundamento do Ikigai – percebendo que é um pedaço do Modo de Vida (e não o Modo de Vida) de algumas comunidades japonesas, que são agregadas com a vida em comunidade, alimentação mais saudável e cuidado com o corpo;
Os dois tipos de Ikigai – uma separação de atividades mais centrais e relevantes e outras mais periféricas – ambas dando sentido a existência dos seus praticantes;
Uma mudança de visão sobre Aposentadoria – o fato de no Japão não ter um termo próprio para aposentadoria e de que todo mundo já sabe que depois de poder não mais trabalhar, continua trabalhando é algo, que aumenta a Taxa de Longevidade, pois uma mente ativa, permite ter uma vida com mais saúde e longa.
Quais foram os aprendizados Top – Parte II?

A importância da vida comunitária mais cordial – sugerindo que o ideal é viver em um lugar que as pessoas se cumprimentem com uma taxa de cordialidade maior;
A dicotomia Mente Afiada versus Embotada – sendo a Mente Afiada resultado de Rituais Rivotril, que a permita sempre estar sendo continuamente e levemente desafiada todos os dias;
A ideia de que precisamos inventar nossa jornada – que temos sim limites externos e internos, que precisam ser conhecidos e superados, com destaque para a frase de Bernard Shaw: “A vida não é sobre se encontrar. A vida é sobre se criar.”;
O amadurecimento sobre a importância da Religiosidade – que não é ter uma religião, mas ter um princípio maior para evitar que entremos nas armadilhas do curto prazo, que mais nos levam para trás ou nos atolam, do que para frente;
O novo nome do livro ter passado para Sapiens 2.0 – consolidando o projetão do desenvolvimento da Ciência da Inovação pelos Bimodais;
Um melhor amadurecimento entre sabedoria e felicidade – sendo sabedoria o Fator Causante/Atuante dos paradigmas que escolhemos para decidir e a felicidade o Fator Consequente, aquilo que colhemos, quando fazemos escolhas melhores e mais adequadas;
A Inclusão no livro dos Rituais Rivotril – que são ferramentas para colocar os princípios no cotidiano;
A tabela conclusiva da avaliação da sabedoria – o que nos permite verificar se no geral, estamos conseguindo ter uma taxa de sabedoria menor ou maior.

 

 

Quais frases eu criei que achei Top?

Quanto mais sábios formos nas nossas escolhas, mais chances temos de viver mais e melhor – simples assim.

Quanto mais uma pessoa tem escolhas, mais complicada fica a tomada de decisões!

Se dissessem que quem inventou o Ikigai foi alguém do Vale do Silício, a Fakenews se espalharia fácil, fácil.

Uma pessoa mais proativa aprende que a vida é imperfeita, não perde tempo com isso. O que ela se pergunta é: como posso lidar cada vez melhor com essa imperfeição?

Saia da preocupação com o planeta e a galáxia e passe a mudar o seu planeta e a sua galáxia!

Uma boa dica para estimular a proatividade é sempre começar a conversa perguntando: me diga três coisas top que te aconteceram ontem?

O Sapiens é a única espécie viva que se suicida, quando não vê um sentido para viver.

Uma pessoa que vai envelhecendo e não coloca desafios cotidianos na sua vida, tende a perder a qualidade da saúde física e mental.

Quais as frases que coletei que achei Top?

“Só em atividade você vai querer viver cem anos.” – Provérbio japonês.

“Se você mantiver sua mente ocupada e seu corpo ocupado, você estará por aí por muito tempo.” – Walter Breuning.

“Excelência não é um ato, mas um hábito.” Aristóteles.

“Devemos aprender a desligar o piloto automático que nos move.” – Francesc Miralles de Garcia e Dan Buettner.

“Se você está com raiva e quer brigar, pense nisso por três dias antes de começar a brigar. Depois de três dias, a intensa emoção de querer lutar terá desaparecido naturalmente.” – Francesc Miralles de Garcia e Dan Buettner.

“Tudo pode ser tirado de uma pessoa, exceto uma coisa, a última das liberdades humanas: a escolha de como enfrentar as circunstâncias que lhe são dadas, a escolha do próprio caminho” – Viktor Frankl.

O que melhoramos na Metodologia Bimodal?

A produção do último artigo, de consolidação da semana, ficou mais organizada e sintética, dividido em diferentes tópicos, a saber:

Quais foram os aprendizados Top da semana?
Quais as frases que coletei que achei Top da semana?
Quais frases eu criei que achei Top da semana?
O que melhoramos na Metodologia Bimodal?

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

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Por aqui:
https://chk.eduzz.com/2358389

Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta uma revisão do Livro Bimodal de 2024, agora intitulado “Sabedoria 2.0: como viver mais e melhor em um mundo mais descentralizado, dinâmico e inovador?”. O autor explica as mudanças no título e subtítulo, destacando a importância do aumento da Taxa de Responsabilização e da Sabedoria para enfrentar os desafios da Civilização 2.0. Ele ressalta a necessidade de adaptação às novas realidades sociais, enfatizando que a sabedoria é fundamental para melhorar a qualidade de vida e promover uma longevidade saudável. O texto também aborda a introdução dos “Rituais Rivotril” como hábitos diários para incrementar a sabedoria e, consequentemente, a felicidade, além de apresentar uma avaliação comparativa entre uma vida mais sábia e uma menos sábia.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quanto mais sábios formos nas nossas escolhas, mais chances temos de viver mais e melhor – simples assim.
  2. O Sapiens 2.0 vive hoje uma forte demanda de aumento da Taxa de Responsabilização.
  3. Quanto mais uma pessoa tem escolhas, mais complicada fica a tomada de decisões!
  4. A sabedoria é algo que temos mais controle, pois define as escolhas que fazemos (é o Fator Causante) e a felicidade são as sensações que temos, a partir das escolhas (é o Fator Consequente).
  5. Com uma sabedoria mais forte, temos mais possibilidade de gerar energias positivas ao longo do tempo – que é o que podemos chamar de vida mais feliz.
  6. Uma pessoa mais sábia se alimenta melhor, cuida mais do corpo e tem uma mente mais saudável e afiada. Por isso, tende a viver mais.
  7. A felicidade, assim, são sensações positivas, que só aparecem quando temos Paradigmas Mais Fortes, que nos permitem pensar e agir com mais sabedoria.
  8. Nossa sugestão é produzir uma espécie de um Rivotril Orgânico – criando sensações internas que nos encham de energias positivas.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Excelência não é um ato, mas um hábito.”Aristóteles.

Como estamos na última semana do mês, é o momento de dar mais uma revisada do nosso livro Bimodal de 2024, que ganhou outro nome: Sabedoria 2.0: como viver mais e melhor em um mundo mais descentralizado, dinâmico e inovador?

O que mudou da última versão para cá?

O nome mudou de Felicidade 2.0 para Sapiens 2.0;
E o subtítulo de “como viver melhor em um mundo mais descentralizado, dinâmico e inovador?” para “como viver >MAIS< e melhor em um mundo mais descentralizado, dinâmico e inovador?”.

Comentemos as duas novidades.
Revisão do objetivo do Livro Bimodal de 2024: por que mudamos o título de Felicidade 2.0 para Sapiens 2.0?

Primeiro, antes de tudo, temos que entender, de novo, o objetivo geral do Livro Bimodal de 2024.

O Sapiens 2.0 vive hoje uma forte demanda de aumento da Taxa de Responsabilização.

Eis as regras que valem para todas as épocas e situações da vida:

Quanto mais uma pessoa tem escolhas, mais complicada fica a tomada de decisões!
Quanto mais complicada é a tomada de decisões pelo excesso de escolhas, mais necessitamos de um norte e de um direcionamento na direção dos nossos potenciais singulares;
Mais Singularização nos leva a mais Responsabilização;
E mais Responsabilização nos à demanda pelo aumento da Taxa de Sabedoria nas nossas vidas!.

Vivemos hoje, a partir da nova Ciência Social 2.0, um período de migração da Civilização 1.0 para a 2.0.

A Civilização 2.0 tem como objetivo central criar um Ambiente de Sobrevivência mais compatível com a nova Complexidade Demográfica, que saltou de 1 para 8 bilhões de Sapiens em um pouco mais de 200 anos.

Do ponto de vista particular de cada Sapiens isso implica no aumento da responsabilização de cada pessoa diante do mundo, a saber:

Temos que participar mais dos processos, fazendo o que os antigos intermediários faziam por nós, tal como passar a ser caixa de banco, bilheteiro de cinema, avaliador de desempenho de motorista de táxi (hoje Ubers);
Temos que influenciar mais nas decisões sobre os rumos da sociedade, descentralizando as decisões cada vez mais para as pontas e reduzindo o poder que os políticos tinham e tenderão a não ter mais ao longo do tempo.

Vivemos assim, conforme a Ciência Social 2.0 nos ensina, a Renascença Civilizacional 2.0, que inicia a passagem do Sapiens 1.0 para o 2.0.

É um momento difícil, pois temos a difícil tarefa de:

Questionar os antigos paradigmas (modos de sentir, pensar e agir) da Civilização 1.0;
Procurar entender a demanda pelos novos Paradigmas da Civilização 2.0;
E criar etapas migratórias de uma para a outra – o que, convenhamos, não é fácil.

Tudo isso se inicia com o surgimento da Ciência da Inovação (também chamada de Ciência Social 2.0 para facilitar o entendimento), que vem substituir a antiga Ciência Social 1.0.

A Ciência da Inovação nos diz que não é possível entender o Sapiens e a sociedade, a não ser que seja em movimento, como nos ensinou Heráclito (535 a.C – 475 a.C):

“Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois quando nele se entra novamente, não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser já se modificou.”

Se fôssemos reverberar a frase de Heráclito no espírito da Ciência da Inovação, podemos dizer que:

Não se pode entender o Sapiens e a sociedade a não ser em movimento, pois tanto o Sapiens quanto a sociedade mudam no tempo.

A Bimodais – uma escola de pensamento focada em entender e ajudar a sociedade a lidar melhor com o fenômeno da inovação – tem procurado entender melhor essa dinâmica nas suas três camadas:.

Inovação Civilizacional – entender de uma nova forma o avanço do Sapiens na Macro-História, que se consolidou com o Livro Bimodal de 2023: “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?”;
Inovação Grupal – entender de uma nova forma as adaptações necessárias das Organizações 1.0 para a 2.0, que se consolidou com o Livro Bimodal de 2018: “Administração 3.0: como uberizar uma organização tradicional?”;
Inovação Pessoal – entender de uma nova forma as adaptações necessárias do Sapiens 1.0 para o 2.0, que está se consolidando com a primeira versão do Livro Bimodal de 2024: “Sabedoria 2.0: como viver mais e melhor em um mundo mais dinâmico, descentralizado e inovador?”

Se não entendermos a passagem da Civilização 1.0 para a 2.0, se torna mais difícil promover a necessária migração de paradigmas em todas as áreas, sejam elas nas organizações, no desenvolvimento das pessoas ou em campos da ciência social específicos, como na educação e na psicologia.

O objetivo, assim, do presente livro é colaborar para que possamos compreender os desafios e sugerir ações específicas na migração do Sapiens 1.0 para o 2.0, tendo como base conceitual a nova Ciência da Inovação.
A vital diferença entre Sabedoria e Felicidade

O novo Livro Bimodal 2024, assim, é um Guia de migração dos Paradigmas do Modo de Vida do Sapiens 1.0 para o 2.0.

E isso implica entrar nos detalhes do aumento da Taxa de Felicidade e qual o papel da Sabedoria nesse processo.

Sem o aumento da Taxa de Sabedoria, não vamos aumentar a Taxa de Felicidade! Detalhemos isso:

A Sabedoria é algo que temos mais controle, pois define as escolhas que fazemos na nossa forma de pensar e agir – é o Fator Causante das nossas vidas;
A Felicidade são as sensações que temos, a partir das escolhas (é o Fator Consequente).

Podemos seguir determinadas visões e ações para tocar a nossa vida que são mais fortes e isso aumenta nossa Taxa de Sabedoria.

Quanto mais sábios formos nas nossas escolhas, mais chances temos de viver mais e melhor – simples assim.

Com uma sabedoria mais forte, temos mais possibilidade de gerar energias positivas ao longo do tempo – que é o que podemos chamar de vida mais longa e feliz.

O que o Sapiens 2.0 precisa é de uma Taxa de Sabedoria muito maior do que o 1.0 e isso implica um esforço gigante de todos nós!

Os paradigmas são os pais das decisões e os avós de sentimentos mais positivos, que nos dão a sensação de maior felicidade.

A felicidade, assim, são sensações positivas, que só aparecem quando temos Paradigmas Mais Fortes, que nos permitem pensar e agir com mais sabedoria.

Paradigmas Mais Fortes são:

Baseados no que funcionou no passado, pois foram testados pela realidade;
Adaptados para as mudanças que estamos vivendo agora;
E flexíveis no sentido de adaptação a situações específicas.

 

Por que introduzimos a questão da longevidade?

Passamos a definir o subtítulo com “como viver >MAIS< e melhor em um mundo mais descentralizado, dinâmico e inovador?”.

Incluímos como uma das métricas de uma vida mais sábia e feliz, a questão da longevidade.

Uma pessoa mais sábia consegue manter uma saúde melhor – naquilo que depende dela, obviamente – e, por isso, vive mais.

Uma pessoa mais sábia se alimenta melhor, cuida mais do corpo e tem uma mente mais saudável e afiada. Por isso, tende a viver mais.

Viver mais é uma das métricas importantes se a pessoa escolheu um estilo de vida mais sábio.

Dentro do nosso critério de sabedoria, está a Singularização Progressiva – que faz com que a pessoa vá até o final da vida colocando pequenos desafios – o que estimula a mente, a mantém motivada e isso é muito importante para a saúde;

O objetivo de uma pessoa mais sábia não é apenas viver mais, mas viver bem. E o viver bem acaba tendo como consequência o viver mais.

Quando temos um Modo de Vida Mais Sábio melhoramos a qualidade das nossas escolhas e isso nos leva para uma vida melhor e mais longa.

Todo mundo, no fundo, quer ser mais feliz e também viver o máximo possível. E essa demanda passou a ser uma das missões do nosso novo livro.

Passemos agora a outra novidade.

O detalhamento e melhoria dos Rituais Rivotril

Quando falamos, em princípios, estamos escolhendo linhas de conduta mais gerais para guiar nossa vida, do tipo: seja honesto, empático, gentil e procure relações saudáveis.

São recomendações gerais.

Porém, podemos descer isso para os detalhes quando falamos de hábitos corriqueiros, que passamos a chamar de Rituais Rivotril.

Rivotril é utilizado no tratamento de diversos distúrbios, como transtorno de ansiedade e transtorno de humor.

Nossa sugestão com os rituais abaixo é produzir uma espécie de um Rivotril Orgânico – criando sensações internas que nos encham de energias positivas.

Vejamos as sugestões:

Rituais Rivotril – coloque na sua agenda para todo dia estar fazendo:
Rituais Rivotril
Detalhamento
Agradeça todos os dias
estar vivo e ter chegado até aqui
Em algum momento do dia agradeça a existência, a procedência, a assistência e a permanência – faço isso quando vou alongar antes da caminhada;
Agradeça aos que te ajudaram ontem
Em particular, reserve um tempo para agradecer as pessoas que estão à sua volta pelo carinho que elas têm por você e, se possível, envie mensagens expressando a sua gratidão;
Se perdoe
Perdoe tuas pisadas de bola, seja recentemente ou no passado, algo que te ainda te incomoda, admita que os erros se devem a um mal gerenciamento da sua Mente Primária, pois agora você está conseguindo lidar melhor com ela;
Perdoe os outros
Perdoe os que te magoaram tanto ontem quanto hoje. Aqueles que, como você em algum momento, pois eles também não lidam ou não lidaram bem com a Mente Primária. Isso, entretanto, não significa que você precisa estar próximo de quem te magoa, avalie o quanto deve estar perto ou longe dela, mesmo tendo perdoado;
Escreva três atividades top do dia ao anoitecer
Pelo menos, três fatos tops que aconteceram com você hoje. Isso eleva o astral, cria uma proatividade e nos ensina a ver o que nos faz mais bem do que mal e passamos a perseguir coisas top na nossa vida para colocar na lista do entardecer;
Reorganize algo no seu entorno
Procure nos ambientes que controla (casa ou trabalho) algo que pode ser jogado fora, reaproveitado, modificado, atividades que podem ser feitas de forma mais fácil – o que faz com que fiquemos mais atentos e com a nossa mente mais afiada e passamos a colocar nossa vida onde deve estar: em movimento;
Não deixe seu artista sem atividade
Procure desenvolver alguma atividade artística, dedique um tempinho do dia para ela, mesmo que seja pouco tempo, isso faz com que um lado da sua mente trabalhe e oxigene todos os outros, tornando a sua mente cada vez mais afiada.

 

 

A inclusão da Avaliação da Sabedoria – se estamos, ou não, como uma vida mais Sábia

É preciso, depois de tudo que lemos, ter uma referência geral de como anda a nossa vida.

Concluímos o livro com uma tabela comparativa entre uma vida mais sábia e uma menos sábia, detalhando diferenças significativas nas abordagens e atitudes em relação à vida.

Uma vida menos sábia é caracterizada por um pensamento focado no curto prazo, maior suscetibilidade aos contextos conjunturais, menor controle emocional, e uma orientação guiada pela mente primária.

Indivíduos menos sábios tendem a ter pouca ou nenhuma preocupação com legados e desenvolvimento do potencial singular, além de uma baixa taxa de BOMTRC (bom humor, motivação, tranquilidade, resiliência e criatividade).

Em contraste, uma vida mais sábia prioriza o longo prazo, é menos influenciada por contextos conjunturais, demonstra maior controle emocional e é guiada pela mente secundária.

Indivíduos mais sábios mostram uma preocupação significativa com legados e desenvolvimento pessoal, exibem uma alta taxa de BOMTRC e têm uma tendência ao ativismo e superação, em vez de vitimismo e reclamação.

Essa comparação destaca a importância de cultivar sabedoria para uma vida mais equilibrada e satisfatória.

Tabela Comparativa entre uma Vida Mais Sábia e uma Menos Sábia
Vida Menos Sábia
Vida Mais Sábia
Pensamento mais no curto
do que no longo prazo;
Pensamento mais no longo
do que no curto prazo;
Mais afetada pelos Contextos Conjunturais;
Menos afetada pelos Contextos Conjunturais;
Menor controle sobre as reações emocionais diante de situações estressantes;
Maior controle sobre as reações emocionais diante de situações estressantes;
Mais guiado pela Mente Primária do que pela Secundária;
Mais guiado pela Mente Secundária do que pela Primária;
Preocupação pequena ou nenhuma de deixar Legados e desenvolver seu Potencial Singular;
Preocupação maior ou grande de deixar Legados e desenvolver seu Potencial Singular;
Baixa Taxa de BOMTRC
(Bom humor, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade).
Alta Taxa de BOMTRC
(Bom humor, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade).
Tendência ao Vitimismo
e à Reclamação;
Tendência ao Ativismo
e à Superação.
Ambiente de moradia e trabalho confuso – com baixa taxa de operacionalidade e com poucas modificações no tempo;
Ambiente de moradia e trabalho organizado – com alta taxa de operacionalidade e com modificações constantes no tempo;
Pouco Disciplinada ou com uma Disciplina Tóxica, que não vai sendo aprimorada no tempo;
Disciplinada, praticando a Disciplina Saudável, que vai sendo aprimorada no tempo.

 

 

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

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Valor: R$ 200,00, no pix.

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Por aqui:
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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta a Bimodalização do livro “Ikigai: os segredos do Japão para uma vida longa e feliz”, destacando a importância de descobrir e desenvolver nossos potenciais singulares ao invés de simplesmente inventá-los. Ele argumenta que a singularização, ou o processo de se tornar único, é um caminho individual que exige autoconhecimento e cultivo contínuo de nossas habilidades e vocações. Através da filosofia do Ikigai e da Logoterapia, Nepô ressalta que a criação de uma vida significativa está na capacidade de transformar nossos potenciais em realizações duradouras, afastando-se da mente primária e adotando uma abordagem empreendedora e proativa. Além disso, destaca a importância de viver em ambientes que promovam cordialidade e segurança para uma vida mais longa e feliz.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Se dissessem que quem inventou o Ikigai foi alguém do Vale do Silício, a Fakenews se espalharia fácil, fácil.
  2. Uma pessoa mais proativa aprende que a vida é imperfeita, não perde tempo com isso. O que ela se pergunta é: como posso lidar cada vez melhor com essa imperfeição?
  3. Saia da preocupação com o planeta e a galáxia e passe a mudar o seu planeta e a sua galáxia!
  4. Uma boa dica para estimular a proatividade é sempre começar a conversa perguntando: me diga três coisas top que te aconteceram ontem?
  5. São poucas as religiões que estimulam fortemente a Singularização e o Empreendedorismo.
  6. Viver é criar algo sobre um tipo de “tela com pincéis disponíveis“ que encontramos dentro de nós.
  7. O Sapiens para se potencializar, não procura um eu perdido, mas se reinventa, naquilo que percebe que são seus potenciais.
  8. Temos em nós sementes, que precisam ser plantadas, adubadas, regadas para que possam se transformar em algo inédito e inesperado.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Se você mantiver sua mente ocupada e seu corpo ocupado, você estará por aí por muito tempo.” – Walter Breuning.

Continuamos a Bimodalização do livro “Ikigai: os segredos do Japão para uma vida longa e feliz” de Francesc Miralles de Garcia e Dan Buettner.

Este é o segundo artigo.

Primeiro parênteses.

Saia da Zona de Preocupação

Ontem na mentoria com o Wagner, conversamos bastante sobre proatividade e reatividade.

Vejamos a diferença entre os sintomas da reatividade e da proatividade:

Um dos sintomas de uma atitude mais reativa diante da vida é situar a conversa e a atenção para a Zona de Preocupação e não na de Atuação;
Um dos sintomas de uma atitude mais proativa diante da vida é situar a conversa e a atenção para a Zona de Atuação e não na de Preocupação.

Uma pessoa que passa a maior parte do na Zona de Preocupação tende ao Reclamismo e, em alguns casos, ao Vitimismo.

Uma pessoa mais proativa aprende que a vida é imperfeita, não perde tempo com isso. O que ela se pergunta é: como lidar posso lidar cada vez melhor com essa imperfeição?

Uma pessoa mais reativa, que não aceita as imperfeições do mundo, quer mudar tudo que NÃO está a seu alcance e a sua vida perde qualidade por causa disso.

Dizem eles:

“É preciso aceitar que o mundo é um lugar imperfeito, como quem o habita, mas cheio de possibilidades de crescimento e realização.”

Na verdade, podemos dizer que:

Aceitar a imperfeição em nós, nos outros e no mundo e aprender a lidar de forma proativa com tudo isso – é um dos segredos de uma Sabedoria mais alta.

Exemplo:

O problema da morte dos macacos no Japão por causa do calor é triste, mas não pode ocupar sua mente por mais de trinta segundos.

Vejamos exemplos de mais proatividade:

Procure “macacos” que estão com problemas perto de você dentro da sua Zona de Atuação;
Recolha garrafas vazias que foram deixadas na rua para que pessoas distraídas não se machuquem;
Participe de campanhas, tais como junte tampinhas de plástico e troque por cadeiras de rodas para quem não tem grana para comprar uma.

Saia da preocupação com o planeta e a galáxia e passe a mudar o seu planeta e a sua galáxia!

Uma boa dica para estimular a proatividade é sempre começar a conversa perguntando: me diga três coisas top que te aconteceram ontem?

Primeiro parênteses.

Microfluxos e Mente Atenta

Como aumentar a sua taxa de atenção na vida e se dedicar mais à atuação do que à preocupação?

Seja mais caprichoso nas atividades do dia a dia, lembrando um pouco os japoneses, quando vão servir um chá.

Eles criaram um ritual do chá como um exemplo de que devemos ficar atentos a tudo que fazemos, aumentando a nossa atenção.

Seja mais caprichoso nas atividades do dia a dia, evitando fazer de qualquer jeito.

Tenho me repetido isso e procurado agir dessa maneira.

A isso podemos chamar de Estados de Micro Fluxo, que vale desde separar a roupa para ser lavada como a limpeza da louça.
Não se vive, se cria a vida

Voltemos ao texto.

Eles dizem citando Sartre:

“O homem não inventa o sentido da sua existência, como disse Sartre, mas antes o descobre.”

Precisamos fazer uma retificação aqui.

Cada Sapiens herda um potencial genético e uma formação cultural, que precisa, quando vai se Singularizando, ir sendo aprimorado.

Mas aqui temos um problema.

Por mais que você peça ajuda para ir conhecendo seus potenciais, muito do processo de singularização depende só de você.

Ninguém consegue olhar para dentro de você como você mesmo consegue.

O que Sartre o que quis dizer, a meu ver é o seguinte:

Você não pode inventar algo para a sua vida, que não esteja alinhado com suas vocações mais fortes.

O que temos que descobrir na vida são as nossas vocações, potenciais, singularidades – que é a base da ideia do Ikigai.

Porém, nossos potenciais são apenas sementes singulares, que precisam ser plantadas e cuidadas.

Como nos ensina TC:

“Potencial refere-se à capacidade ou possibilidade de algo se desenvolver ou ocorrer no futuro.”

É algo que pode vir a ser.

Portanto, na nossa vida há algo a ser descoberto (nossos potenciais), que precisa ser desenvolvido e, dentro dos contextos possíveis, criar formas para que ele se viabilize de forma mais permanente e duradoura.

Não criamos os potenciais, apenas os descobrimos. O que nos cabe é criar formas para que eles sejam algo permanente no nosso cotidiano.

Por isso o título do artigo: “A vida não é para ser levada, mas para ser criada!”

Nós não levamos nossa vida, nós a criamos.

E é isso que distingue o Sapiens das outras espécies.

O Sapiens nasceu com uma capacidade única de se reinventar dentro de determinados limites, que são muito maiores do que os demais seres vivos!

Esta é uma característica particular do Sapiens, diferente das outras espécies.

Quem passa por uma Formatação Básica Obrigatória com os Paradigmas do Ikigai, desde cedo é melhor preparado para criar o seu caminho empreendedor e não seguir o dos outros.

Quem não tem uma formatação básica nesse espírito empreendedor, singularizador, tem um desafio a mais.

Hoje, de maneira geral, na Civilização 1.0, temos a difusão generalizada dos Paradigmas Menos Singularizadores e Menos Empreendedores.

O interessante que o Ikigai, uma cultura milenar, já defendida há muito tempo a singularização e o empreendedorismo – algo extremamente atual.

Se dissessem que quem inventou o Ikigai foi alguém do Vale do Silício, a Fakenews se espalharia fácil, fácil.

Ou seja.

Nosso principal problema para ter uma vida mais significativa está na nossa capacidade de nos afastar da Mente Primária.

Se eu tenho, como o pessoal que segue o Ikigai, uma formação na qual a procura da Singularidade Empreendedora foi armazenada na Mente Primária, eu vou em frente sem grandes problemas.

Não tenho como desafio abraçar a Singularidade Empreendedora, mas escolher uma.

Quando a Formatação Básica Obrigatória de uma sociedade vai contra a Singularidade Empreendedora, como é o caso da FBO hegemônica da Civilização 1.0, passo a ter dois desafios:

Ter que me afastar da minha Mente Primária, através da abstração, desenvolvendo mais a Mente Secundária, optando por uma Essenciologia mais Ikigai;
E, só então, procurar a minha Singularidade Empreendedora. São dois passos e não apenas um.

Mais reflexões sobre suícido

Falamos disso no primeiro tópico, mas isso volta a partir do seguinte trecho do livro:

“Frankl explica que uma das primeiras perguntas que fez aos seus pacientes é a seguinte: “Por que você não comete suicídio?” E os pacientes geralmente encontravam bons motivos para não fazer isso e seguir em frente na sua vida.”

Qual era o objetivo de Viktor Frankl (1905-1997) ao perguntar sobre o suícidio?

Responde eles:

“Bem, a resposta é muito clara: encontre razões para viver.”

Diria mais.

Não se encontra razões para viver, mas se cria razões para viver.

As razões não estão prontas dentro de nós.

Precisamos aprender a transformar sementes em plantas dentro do jardim da nossa vida.

O Sapiens para se potencializar, não procura um eu perdido, mas se reinventa, naquilo que percebe que são seus potenciais.

Temos em nós sementes, que precisam ser plantadas, adubadas, regadas para que possam se transformar em algo inédito e inesperado, sempre em processo, que tem que ser cultivado até o último suspiro.

Papo de Logoterapia

O que a Logoterapia bate com o que temos falado?

Ela aparece no livro do Ikigai, pois o epicentro defendido por Frankl foi justamente a defesa de uma vida melhor, a partir dos significados.

Temos aqui uma boa divisão entre a Logoterapia e a Terapia tradicional, que fiz a partir do livro, primeiro entra a tradicional e depois a Logoterapia, vejamos:

Sofá de costas para o terapeuta x cadeira na frente do terapeuta;
É retrospectiva, olha para o passado x olha para o futuro;
Foca na neurose x Não se aprofunda na neurose do paciente;
A vontade é a do prazer x a vontade é a do sentido;
Procura conciliar conflitos e agradar impulsos e instintos x Procura que o homem dê sentido à sua vida e satisfaça os seus princípios morais.

Eles dizem:

“A logoterapia estimula o paciente a descobrir conscientemente o sentido de sua vida para enfrentar suas neuroses. Assim, a luta pessoal para alcançar o seu destino irá motivá-lo a seguir em frente e superar as amarras mentais do passado, evitando os obstáculos que encontra no seu caminho.”

Volto a dizer que é mais criar do que descobrir.

Diria mais.

Viver é criar algo sobre um tipo de “tela com pincéis disponíveis que encontramos dentro de nós.”

Como resumimos isso?

Uma terapia na Inovação Pessoal Mais Forte é aquela que procura ajudar as pessoas a começar a desenvolver o seu Projeto de Sabedoria.

Uma vida Mais Sábia é aquela que:

Conseguimos que a nossa singularidade passe a ser uma constante progressiva na nossa vida;
Aprendemos a lidar com as adversidades de forma cada vez mais proativa;
Nos afastamos do que não nos faz bem e nos aproximamos e criamos aquilo que faz.
Papo de Religiosidade versus Religião

Dizem eles:

“Para Frankl, o conflito espiritual é um fenômeno natural e benéfico para o ser humano, pois leva quem o sofre a buscar uma solução, seja com ajuda ou por meios próprios, e assim alcançar maior satisfação com a vida. Ou seja, ajuda a mudar o destino.”

Uma das bases da Logoterapia é a espiritualidade e a religiosidade.

Seria uma religião?

Pergunto a diferença para o Tio Chatinho entre religião e religiosidade:

“A religião geralmente se refere a um sistema organizado de crenças, práticas e rituais relacionados a uma divindade ou entidade espiritual específica. Já a religiosidade é mais ampla e se refere à expressão individual da fé, espiritualidade e busca por significado na vida, independentemente de seguir uma religião organizada. Enquanto a religião pode ter estruturas e dogmas definidos, a religiosidade é mais pessoal e subjetiva, envolvendo a conexão espiritual e a busca por transcendência.”

Diria que eu tenho religiosidade, tocar meus projetos e me transcender, mas não religião.

Lembro que li no livro “Levar Adiante” que conta a vida de Bill Wilson, um dos fundadores do AA, que uma das bases para a recuperação dos compulsivos é a procura de um poder superior – seja ele qual for.

A ideia de que precisamos ter na vida uma visão de propósitos maiores, de longo prazo e mais duradouros, nos ajuda a poder dizer não para algo menor, de curto prazo e mais passageiro.

Se eu consigo abraçar um projeto de mais de longo prazo, passo a ter uma ferramenta poderosa para conseguir dizer não para muita coisa que me atrase ou tire da minha jornada.

As religiões, na verdade, cumpriram e ainda cumprem, um papel de criar Modos de Vidas para evitar que as pessoas se deixem levar pelos prazeres mais fáceis.

 

Porém:

São poucas as religiões que estimulam fortemente a Singularização e o Empreendedorismo.

E aqui temos a vantagem do Ikigai para quem o segue: é uma espécie de religiosidade, que é passada para as pessoas desde o berço.

Ter um propósito singular e empreendedor é algo que a pessoa colocou como a base para o seu Modo de Vida – uma espécie de religiosidade não religiosa.

Psicologia 2.0

Temos mais uma vertente da Psicologia 2.0:

“Na mesma década em que nasceu a logoterapia, aliás alguns anos antes, o japonês Shoma Morita criou a sua própria terapia baseada no propósito vital.”

E seguem:

“Morita explicou-o com esta fábula: “Se um burro é amarrado a um poste, continua a caminhar para tentar escapar, mas começa a girar e acaba imobilizado junto ao poste. O mesmo acontece com as pessoas quando temos pensamentos recorrentes e obsessivos e tentamos bloqueá-los com outros pensamentos.”” // “A terapia Morita, além de aceitar emoções, busca “criar” novas emoções a partir da ação.”

Uma coisa importante é justamente esta.

Um dos pulos do gato de uma vida mais sábia é aprender a não gerar energias negativas e aprender a cultivar as positivas.

Dizem eles:

“Morita se concentra em ensinar os pacientes a aceitarem seus sentimentos sem tentar controlá-los, pois os sentimentos mudam por meio da ação.”

Isso vai contra a ideia mais tradicional e disseminada das terapias emocionais de que os sentimentos e as neuroses nos controlam e a única forma de lidar com eles é refletir.

A Psicologia 2.0 diz mais ou menos o seguinte para nossas vidas:

Pare de ficar fuçando o passado;
Procure um significado maior;
Coloque o significado maior como eixo central das tuas decisões;
Crie, a partir disso, uma nova vida, através de atitudes, hábitos e rituais que o vão levar a uma vida melhor e mais longa.

Qual é o objetivo? Sai vazio e entra significado.

Uma vida de melhor qualidade é aquela que temos um significado maior, que gera atividades diárias e nos permite acordar todos os dias motivados.

Dizem eles:

“Depois de realizar um estudo no Hospital Policlínico de Viena, a equipe de Frankl descobriu que 55% dos pacientes pesquisados ​​apresentavam algum grau de vazio existencial.” // “O vazio existencial, por outro lado, é típico das sociedades modernas em que o homem faz o que os outros lhe fazem ou lhe dizem, em vez do que gostaria de fazer. Muitas vezes tenta-se preencher esse vazio com poder econômico, prazer físico ou entorpecimento mental. Pode até levar ao suicídio.”
A importância de viver em lugares mais cordiais

Uma coisa importante para uma vida de mais qualidade e mais longa, é o ambiente que você vive.

É importante ter uma sensação de pertencimento e se sentir querido quando caminha nas ruas.

Digo isso, pois tenho vivido isso em uma cidade de 200 mil habitantes.

A baixa densidade demográfica tem como tendência aumentar as seguintes taxas:

De confiança;
De segurança;
De cordialidade.

Eles sentem isso quando visitam uma aldeia no Japão:

“Assim que chegámos àquele local, pudemos perceber a extraordinária simpatia dos seus habitantes, que riam e brincavam a todo momento no meio das encostas verdejantes regadas por água pura.” // “A chave estava numa alegria inusitada que brota dos nativos e que guia sua vida por um longo e agradável caminho.”

Aqui, temos a junção de dois elementos: uma baixa densidade demográfica e o Modo de Vida Forte (Singularizador e Empreendedor).

Eles dizem:

“Este sentimento de pertença e ajuda mútua proporciona segurança à pessoa e contribui para o aumento da esperança de vida.”

Os reforços da Narrativa

O que o livro de Francesc Miralles de Garcia e Dan Buettner reforçou na nossa narrativa?

Quanto mais você se estressa, mais você perde a saúde e menos tempo de vida tem;
É fundamental criar micro desafios todos os dias para que possamos nos sentir motivados;
A visão estóica de focar na atuação e não na preocupação;
A citação de novo da famosa frase de Nietzsche: “Quem tem um porquê para viver, consegue suportar qualquer como!”.

O que não concordamos com eles?

Individualismo: mas uma vez usado incorretamente e não colocado como o tóxico e o saudável;
A ideia de que o mundo não sabe para onde vai, falta a eles os padrões da Ciência Social 2.0;
O uso indevido da palavra tecnologia, como se ela fosse inventada agora, confundem algumas vezes, nem sempre, novas tecnologias com tecnologias.

Frases finais:

“Ikigai, seu combustível existencial para a vida.”

“O sentido da vida é único para cada indivíduo e pode ser reconvertido e mudado muitas vezes ao longo dos anos.”

“O humor pode ajudar a desbloquear ciclos viciosos e liberar ansiedades. “O ser humano tem a capacidade de agir de maneira nobre e vil, sem distinção.”

“A geração dos nossos pais e avós acreditava num mundo estável, em empregos para a vida toda e num futuro mais ou menos controlável. Tudo isso foi explodido.”

“Ter um ikigai claro e definido, uma grande paixão, dá satisfação, felicidade e sentido à vida.”

“Há muita sabedoria no lema clássico mens sana in corpore sana: ele nos lembra que tanto a mente quanto o corpo são importantes e que a saúde de um está interligada com a do outro.”

“Instituto Americano del Estrés llegó a la conclusión de que la mayoría de los problemas de salud están causados por el estrés.”

“Quando uma pessoa descobre qual é a sua contribuição para o mundo, então a sua vida torna-se significativa.”

“Devemos aprender a desligar o piloto automático que nos move.”

“Aprenda por que o mundo se move e o que o move.”

“Tudo pode ser tirado de uma pessoa, exceto uma coisa, a última das liberdades humanas: a escolha de como enfrentar as circunstâncias que lhe são dadas, a escolha do próprio caminho” – Viktor Frankl.

“Olá, solidão, como você está hoje? Venha sentar comigo e eu cuidarei de você.” – Thich Nhat Hanh.

“Se você está com raiva e quer brigar, pense nisso por três dias antes de começar a brigar. Depois de três dias, a intensa emoção de querer lutar terá desaparecido naturalmente.”

“Somos o que fazemos, dia após dia. Excelência não é um ato, mas um hábito.” Aristóteles.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

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Por aqui:
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Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta a bimodalização do livro “Ikigai: os segredos do Japão para uma vida longa e feliz” de Francesc Miralles e Dan Buettner. Ele destaca que, embora o Ikigai seja mencionado, o foco principal é a experiência de longevidade dos japoneses, especialmente de uma vila específica. O livro aborda cuidados com o corpo, alimentação e relações sociais como pilares para uma vida longa e saudável. Nepô relaciona o conceito de Ikigai com a Logoterapia de Viktor Frankl, ressaltando a importância de ter um propósito na vida para uma existência mais plena e significativa. Ele também explora como o conceito de aposentadoria difere no Japão, onde as pessoas mantêm-se ativas por toda a vida, e como a busca por atividades significativas pode influenciar positivamente a saúde mental e física.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens é a única espécie viva que se suicida, quando não vê um sentido para viver.
  2. O Ikigai é o epicentro de uma vida mais longeva, pois dá a pessoa um sentido para viver.
  3. A pergunta milenar no Japão: qual é teu Ikigai? É a mesma que se faz hoje em dia sem cessar nas Mídias Digitais: qual é o teu propósito de vida?
  4. Não existe a possibilidade de uma vida mais longeva e saudável, tanto do corpo quanto da mente, sem que você tenha definido o seu propósito/Ikigai.
  5. Quando dizemos no Brasil “vou me aposentar” – isso significa, no fundo, que: “não dependo mais dos clientes externos para viver.”
  6. Uma pessoa que vai envelhecendo e não coloca desafios cotidianos na sua vida, tende a perder a qualidade da saúde física e mental.
  7. Para que não percamos a qualidade mental, temos que colocar nas nossas vidas atividades apaixonantes e todo o dia subir o “sarrafo” mais um pequeno centímetro.
  8. Ikigai seria: escolhas que fazemos para ter uma vida que vale a pena ser vivida.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Só em atividade você vai querer viver cem anos.” – Provérbio japonês.

Iniciamos a Bimodalização do livro “Ikigai: os segredos do Japão para uma vida longa e feliz.” Francesc Miralles de Garcia e Dan Buettner.

Este é o primeiro artigo.

O livro deveria ter outro título e se chamar “Longevidade, a partir das experiências japonesas”.

O livro fala do Ikigai?

Fala sim, mas não é o ponto central.

A conversa central é a experiência japonesa no geral e de uma vila específica no Japão de mais longevidade, na qual o Ikigai é um dos Paradigmas utilizados.

O livro de Garcia e Buettner aborda, além do Ikigai, as seguintes preocupações:

Com o corpo – apresentando uma série de exercícios;
Com a alimentação – sugerindo várias dietas;
Com as relações – com amigos e comunidade.

Podemos dizer que:

O Ikigai é o epicentro de uma vida mais longeva, pois dá a pessoa um sentido para viver.

Lendo o livro e depois ouvindo um podcast sobre Logoterapia – citada no livro – caiu a seguinte ficha, bem importante:

A questão do suicído na Animalogia

O Sapiens é a única espécie viva que se suicida, quando não vê um sentido para viver.

A consciência da morte gera uma demanda por uma justificativa de vida.

E daí vem a importância do Ikigai e similares, tal como a Logoterapia, que passam a ser o epicentro de uma vida mais sábia.

A pergunta milenar no Japão: qual é teu Ikigai? É a mesma que se faz hoje em dia sem cessar nas Mídias Digitais: qual é o teu propósito de vida?

Uma constatação importante:

Não existe a possibilidade de uma vida mais longeva e saudável, tanto do corpo quanto da mente, sem que você tenha definido o seu propósito/Ikigai.

Dizem eles:

“O diretor do MIT Media Lab, Joichi Ito, sempre diz: “É muito mais importante ter uma bússola apontando para um objetivo concreto do que ter um mapa”.”

A relação da bússola-mapa é interessante.

Se usa um mapa para saber como chegar onde queremos.

Se não temos um foco – um norte – o mapa e diria até a bússola pouco ajudam.

O Ikigai é um método de reflexão sobre o propósito de vida, que precisa se transformar em rotina para que possamos ter uma vida mais sábia.

Passemos a falar do que aprendi com o livro de Provérbio japonês.

Papo de Logoterapia

Pela primeira vez, ouvi falar de Logoterapia e uma comparação entre ela e o Ikigai.

Dizem eles:

“Logoterapia, isto é, a terapia do sentido da vida.”

Diz o Tio Chatinho (TC):

“A logoterapia é uma abordagem psicoterapêutica desenvolvida pelo neurologista e psiquiatra austríaco Viktor Frankl. Baseada na crença de que a busca por sentido na vida é a principal força motivadora nos seres humanos, a logoterapia se diferencia de outras formas de psicoterapia ao focar na busca pelo significado pessoal como caminho para a saúde mental e o bem-estar.

Aqui estão alguns pontos-chave sobre a logoterapia:

Busca de Sentido: A logoterapia sugere que o desejo fundamental do ser humano é encontrar um propósito ou sentido na vida. Frankl argumenta que, mesmo em circunstâncias extremamente difíceis, as pessoas podem encontrar significado em suas experiências, o que lhes dá força para continuar.

Triádica de Valores: Frankl identificou três categorias de valores que podem ajudar as pessoas a encontrar sentido: valores criativos (o que a pessoa dá ao mundo através de suas criações e ações), valores de experiência (o que a pessoa recebe do mundo em termos de experiências e sentimentos), e valores de atitude (a atitude que a pessoa adota diante do sofrimento inevitável).

Responsabilidade Pessoal: A logoterapia enfatiza a responsabilidade pessoal na busca por sentido. Frankl acreditava que cada indivíduo é responsável por encontrar e realizar seu próprio sentido na vida.

Superação do Sofrimento: A logoterapia propõe que, ao encontrar sentido em seu sofrimento, as pessoas podem superar as adversidades. Frankl desenvolveu essa ideia enquanto estava preso em campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, onde observou que aqueles que encontravam um propósito tinham mais chances de sobreviver.

Diferença entre Logoterapia e Outras Terapias: Enquanto a psicanálise de Freud se concentra no inconsciente e a psicologia individual de Adler na busca por poder, a logoterapia foca na busca por sentido e propósito na vida.

A obra principal de Viktor Frankl, “Em Busca de Sentido”, detalha sua teoria e é amplamente considerada uma das bases fundamentais da logoterapia.

Referência:
FRANKL, Viktor E. Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração. São Paulo: Editora Vozes, 2008.”

(O próximo livro que vamos analisar é dele.)

Garcia e Buettner procuram comparar a Logoterapia com o Ikigai.

Aprofundando o Ikigai

Eles sugerem novas formas de pensar o Ikigai, dizem eles:

“Este conceito japonês, que seria traduzido aproximadamente como “a felicidade de estar sempre ocupado.”

Não acho que é bem isso.

Diria que:

Ter Ikigais é escolher algumas atividades centrais – cada um tem a sua – que colocamos no nosso cotidiano, que nos permitem acordar todos os dias motivados.

Vejamos a etimologia japonesa, dizem eles:

“Ikigai é escrito 生き甲斐, onde 生き significa “vida” e 甲斐 significa “vale a pena”. 甲斐 pode ser dividido em 甲, que significa “armadura”, “número um”, “ser o primeiro a ir (para a frente em uma batalha tomando iniciativa e liderança)”, e 斐, que significa “elegante”, “lindo”.”

Ikigai seria: escolhas que fazemos para ter uma vida que vale a pena ser vivida.

Eles se redimem e dizem o seguinte:

“Ikigai é a razão pela qual nos levantamos de manhã.”

Uma pessoa sem sentido na vida acorda de manhã mais desmotivada e isso, temos visto nos livros, tem impactos na saúde e na longevidade.

Dizem eles:

“Alguns estudos sobre longevidade sugerem que viver em comunidade e ter um ikigai claro são tão ou mais importantes do que uma dieta japonesa saudável.”

Os dois tipos de Ikigais

Veremos no decorrer da Bimodalização do livro, detalhar que existem dois tipos de Ikigais:

O Ikigai Central – aquele mais importante, tal como, no meu caso, o desenvolvimento das pesquisas conceituais, com desdobramento na produção de livros;
Os Ikigais Periféricos – aqueles que complementam minha atividade central, tal como caminhar, nadar, tocar música, desenhar, pintar, cuidar das plantas.

Reflexões sobre o conceito “Aposentadoria”

Dizem eles:

“Uma das coisas que surpreende quando você mora no Japão há algum tempo é ver como as pessoas permanecem ativas mesmo depois de se aposentarem. Na verdade, um grande número de japoneses nunca “se aposenta”, continuam trabalhando no que gostam, desde que a saúde o permita.”

E complementam:

“Na verdade, não existe nenhuma palavra em japonês que signifique aposentar-se com o significado exato de “aposentar-se para sempre”, como fazemos no Ocidente. Conforme afirma Jan Buettner, jornalista da National Geographic que conhece bem o país japonês.”

Note que precisamos rever isso.

Na Narrativa Bimodal definimos cinco idades:

Primeira – até a pessoa deixar de receber mesada;
Segunda – até escolher além de uma profissão remunerada, algo que faça mais sentido para ela;
Terceira – até que consiga não precisar mais depender de clientes externos, podendo atender só os internos (seus próprios propósitos);
Quarta – até ter condições de saúde física e emocional de continuar produzindo seus Ikigais ou subindo no seu Tapete de Aladim;
Quinta – “foi bom ter passado por aqui”.

Quando dizemos no Brasil “vou me aposentar” – isso significa, no fundo, que: “não dependo mais dos clientes externos para viver.”

Ou se quiserem, podemos dizer:

Agora que entrei na minha Terceira Idade, posso colocar o meu Ikigai totalmente a serviço dos meus clientes internos.

Assim, podemos ainda dizer que temos:

Ikigai até a Terceira Idade – no qual eu preciso atender um cliente externo, pois dependo dele para pagar meus boletos;
Ikigai da Terceira Idade em diante – no qual eu NÃO preciso MAIS atender um cliente externo, pois NÃO dependo mais dele para pagar meus boletos.

Dizem eles:

“Ter um propósito na vida é tão importante nesta cultura que é por isso que eles não têm o nosso conceito de aposentadoria.”

Qual é uma diferença importante?
O Paradigma do Ikigai – que é repassado desde a Formatação Básica Obrigatória – cria nas sociedades que o abraçam uma visão mais realista do Sapiens.

Note que a procura do Ikigai é bem atual e antenado com a conversa atual sobre empreendedorismo, pois defende a procura de atividades:

Que você ama fazer;
Que você é bom;
Que o mundo necessita;
Que permite que você sobreviva dela, pagando seus boletos.

É o que temos defendido na Bimodais na procura do seu Tapete de Aladim.

A diferença é que no Brasil e nos países ocidentais o Paradigma Ikigai, Logoterapia, Tapete de Aladim não é algo que já está na Formatação Básica Obrigatória.

E esse é o diferencial japonês, que dá melhores resultados.

O Ikigai faz parte da Formatação Básica Obrigatória de algumas famílias japonesas, tornando seus descendentes pessoas mais saudáveis e longevas.

No fundo, toda a batalha da Psicologia 2.0, nas duas diferentes vertentes, vai na direção de que famílias e escolas passem a adotar uma Formatação Básica Obrigatória Mais Forte, na qual se procura tornar viável o Ikigai de cada um.

Os dois tipos de Formatação Básica Obrigatória

Formatação Básica Obrigatória Mais Fraca – na qual o seu epicentro não torna viável o Ikigai de cada um;
Formatação Básica Obrigatória Mais Forte – na qual o seu epicentro torna viável o Ikigai de cada um.

Papo de Alimentação: não encha o bucho!

Destaco ainda, segundo eles:

“Hara hachi bu, que é usado antes ou depois de comer e significa algo como “80% de barriga”.”

Relevância de ter uma vida em comunidade e na comunidade

Dizem eles:

“Os moai são um grupo informal de pessoas com interesses comuns que se ajudam. Para muitos, o serviço comunitário torna-se um dos seus ikigais.”

Papo de Mente Afiada versus Embotada

Com um Ikigai ativo, passamos a ter uma Mente Afiada no lugar de uma Embotada, eles dizem:

“Os fatores essenciais para permanecer jovem, está na capacidade que temos de manter uma mente ativa e flexível, capaz de continuar aprendendo o tempo todo ao longo de toda vida.”

E complementam:

“Na ausência de exercício físico, o corpo e o humor deterioram-se; “Na ausência de exercício mental também há um impacto negativo no indivíduo, pois provoca a perda de neurónios e de conexões neuronais e, portanto, uma diminuição da capacidade reativa.”

Dizem ainda:

“Um pioneiro na defesa do exercício mental é o neurocientista Shlomo Breznitz, que defende que o cérebro precisa de muitos estímulos para se manter em forma: «Há uma contradição entre o que é bom para a pessoa e o que ela tem vontade de fazer. Porque as pessoas, especialmente as mais velhas, gostam de fazer as coisas como sempre fizeram. O problema é que quando o cérebro desenvolve rotinas muito fortes, ele não precisa mais pensar. Tudo é feito de forma automática, muito rápida e eficiente, e ainda mais econômica. Portanto, há uma tendência de nos apegarmos às rotinas, e a única maneira de sair delas é confrontar o cérebro com novas informações.” // “Desta forma, ao introduzir novas informações, o cérebro cria novas conexões e se revitaliza. Por isso, é importante se expor às mudanças, mesmo que o nível de ansiedade aumente ao sair da zona de conforto.” // “Enfrentar novas situações, aprender algo novo todos os dias, brincar e interagir com outras pessoas parece ser vital para o antienvelhecimento mental.”

Uma pessoa que vai envelhecendo e não coloca desafios cotidianos na sua vida, tende a perder a qualidade da saúde mental.

Dizem eles:

“A partir dos vinte anos, os neurônios começam a envelhecer, mas esse processo é retardado pelo trabalho intelectual, pela curiosidade e pela vontade de aprender.”

Para que não percamos a qualidade mental, temos que colocar nas nossas vidas atividades apaixonantes e todo o dia subir o “sarrafo” mais um pequeno centímetro.

Eles complementam:

“Você começa a treinar o cérebro e faz isso através de uma tarefa que está enfrentando pela primeira vez. E parece muito difícil para você, mas como você está aprendendo, o treinamento funciona. E na segunda vez que você perceber que é mais fácil para você.” // “O efeito que tem no humor de uma pessoa é fantástico. Em si, é uma transformação que afeta não só os resultados que obtêm, mas também a percepção que têm de si mesmos.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

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Me pergunta….

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Nepô.

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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta as inovações realizadas durante a semana Bimodal 11.5.4, destacando melhorias no processo de Leitura-Marcação-Bimodalização, a produção simplificada de Mapas Mentais, e insights obtidos a partir do livro “Inteligência Emocional” de Daniel Goleman. Ele introduz conceitos como Individualismo Tóxico e Saudável, Ikigai, e metodologias para realizar críticas mais saudáveis, além de aprofundar o conceito de “caráter” e a distinção entre livros de sala e de cozinha. Nepô também critica a abordagem de Goleman por ainda operar na Ciência Social 1.0 e propõe o desenvolvimento de projetos de Sabedoria em vez de Inteligência Emocional, enfatizando a importância da Mente Secundária em sociedades cada vez mais complexas.

Frases de Divulgação do Artigo:

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Vamos ao Artigo:

“A vida é uma comédia para os que pensam e uma tragédia para os que sentem.” – Horace Walpole.

Aqui, estamos na reta final da semana Bimodal 11.5.4.

Inovamos nas Metodologias Bimodais em diversos aspectos nesta semana:

Melhoramos o jogo entre Leitura-Marcação-Bimodalização do livro;
Salvamos as marcações do livro em arquivos diferentes;
Pudemos, com isso, dar mais destaques aos novos aprendizados;
Simplificamos a produção de Mapas Mentais;
Temos agora dois artigos para fechar a semana;
Incluindo as frases de destaque que eu criei.

Tivemos, portanto, vários insights com a Bimodalização do livro “Inteligência emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente” de Daniel Goleman.

No artigo passado, falamos das novidades Top, agora falemos de outras novidades, das críticas, dos reforços e das frases mais bacanas que tivemos na Bimodalização do Goleman.
Quais foram as novidades?

A criação dos Conceitos Individualismo Tóxico e Saudável, evitando o uso como ele diz no livro “Individualismo Exacerbado”;
O Ikigai – um Modo de Vida Mais Singularizado e Mais Empreendedor – vai se tornando uma das principais referências para o nosso Projeto de Sabedoria 2.0. Goleman (ele não fala de Ikigai), mas diversas de suas propostas tangenciam com o projeto de vida secular japonês;
Criamos os Conceitos de Crítica Mais Saudável e Mais Tóxica, procurando sugerir que as críticas que forem feitas evitem atacar a pessoa e se limitem aos processos, não critique na frente dos outros, prefira o presencial e não o online, sempre apontando alternativas melhores para o que considera equivocado;
Na forma de receber as críticas, destaco a importância de colocar nossa identidade nos processos e não nos resultados, querer mais aprender do que aparecer e não responder de pronto Críticas Tóxicas (levar a questão para o Caderninho da Crise) e, só então, apoiado pela Mente Secundária, decidir como responder;
Pela primeira vez, aprofundamos o conceito “caráter”, definindo-o como a forma de tomada de decisões, criando dois novos conceitos: Caráter Intrapessoal (decisões que só afetam a nós mesmos) e Interpessoal (as que afetam os demais). Quem tem uma Taxa de Sabedoria mais alta, toma decisões melhores e vai aperfeiçoando seu caráter com o tempo;
Goleman me inspirou a detalhar mais a relação entre disrupção e abstração e saiu as seguintes frases: Pessoas mais disruptivas são aquelas, assim, que conseguem se distanciar mais da sua Mente Primária! Quanto mais abstração, mais disrupção;
A conversa sobre pais ineptos, me fez levantar algumas questões, que acho relevante para definir se alguém realmente deveria ter filhos, evitando criar problemas para os filhos e para a própria sociedade. É uma conversa endógena que cada um deve fazer consigo mesmo;

A distinção de Livros de Sala e de Cozinha, um mais aberto e com mais concessões conceitual, voltado para um público mais leigo e outro mais preocupado com a precisão dos conceitos, voltado para um público mais especializado;
O reforço do papel dos Profissionais da Inovação Pessoal Corporal (atuais médicos, fisioterapeutas, personal trainers) com uma especialização específica do detalhamento das áreas do cérebro, principalmente para intervenções cirúrgicas. Evitando que entremos em muitos detalhes da área do cérebro para quem quer desenvolver Projetos de Sabedoria;
O conceito de Cientista Social 2.0, que já opera com o novo Motor da História 2.0 (relação entre demografia, mídias e Macromodelos de Sobrevivência), o que inclui a visão do Espiral Civilizacional Progressivo nas suas três fases (Crise, Renascença e Consolidação);
O destaque da raiva como a emoção mais negativa entre todas com piores efeitos na nossa saúde física e emocional;
O resgate de que no passado os primeiros Sapiens, que viviam em sociedades menos complexas e mais diretamente na natureza, precisavam de emoções mais imediatas, se utilizando mais a Mente Primária. Fato é que: Quanto mais complexa é uma sociedade, mais precisamos fazer uso da nossa Mente Secundária!
Quais são os reforços na nossa narrativa?

Mais um que fala em Bimentalidade;
Mais um que cita Mihaly e a conversa de fluxo;
O reforço de que a Psicologia 1.0 está em crise, pois não consegue entender o contexto geral, percebe e sente, mas não explica o onde estamos e para onde vamos e qual é o papel dos Psicólogos 2.0 (Profissionais de Inovação Pessoal) nisso tudo;
A proposta de mudar radicalmente a educação, mais voltada para o desenvolvimento das aptidões com forte ênfase no aumento da Taxa de Sabedoria para que possamos lidar melhor com nossas emoções;
Mais um que fala no uso de um caderninho para que possamos acionar a Mente Secundária para pensar como pensamos e pensar o que sentimos;
O reforço do viés genético como algo relevante como referência para acharmos nosso Tapete de Aladim, não como uma amarra, mas um ponto de partida.
O que tivemos que criticar no Goleman?

Ele ainda opera na Ciência Social 1.0 e as críticas que faz aos problemas emocionais não levam em conta a Crise Civilizacional que estamos saindo e não enxerga a Renascença que estamos entrando;
Ele usa o termo Individualismo exacerbado como um dos motivos da atual crise, questionamos isso, pois não temos algo exacerbado, mais tóxico, o individualismo pode ser, assim, Individualismo Tóxico e Saudável;
Sugerimos ao invés de desenvolvimento da Inteligência Emocional ou Quoeficiente Emocional, de desenvolvimento de Sabedoria;
Questionamos, mais uma vez, a falsa dicotomia emoção versus razão;
Optamos por não aceitar a dicotomia pessoas otimistas e pessimistas e optamos por pessoas mais reativas e mais proativas;
No detalhamento dos temperamentos/perfis genéticos, a incapacidade geral e dele também de separar incrementais de disruptivos. O disruptivo tem uma inteligência específica: uma capacidade abstrativa maior.
Quais são as cinco frases Top da semana?

“Os que estão à mercê dos impulsos — os que não têm autocontrole — sofrem de uma deficiência moral.” – Goleman.
“A vida é uma comédia para os que pensam e uma tragédia para os que sentem.” – Horace Walpole.
“Em suma, com muita freqüência enfrentamos dilemas pós-modernos com um repertório talhado para as urgências do Pleistoceno.” – Goleman.
“O problema não está na emocionalidade, mas na adequação da emoção e sua manifestação.” – Aristóteles.
“Qualquer um pode zangar-se – isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa – não é fácil.” – Aristóteles.

 

Frases relevantes restantes que produzi ao longo da semana:

É falsa a dicotomia razão versus emoção!

Não existe uma mente zerada de emoções!

Crítica Saudáveis:

Numa Crítica Mais Saudável não colocamos a pessoa criticada em um beco sem saída;
Meu pai sugeria que antes de criticar é sempre bom elogiar, para, só então, começar a rever um determinado problema;

Papo de Caráter:

Caráter é, a meu ver, os critérios que usamos na vida para tomar decisões.

Pense bem antes de ter filhos:

O problema é que todo mundo acha que quer ter filhos, mas não se pergunta se quer realmente dedicar tempo para cuidar e prepará-los para a vida.

Rumo à Educação 2.0 para o Sapiens 2.0!

As crianças estão sendo educadas para viver num mundo que está se acabando!

Facilitismo já!

O filé dos desafios deve ir para a Mente Secundária e o osso a ser automatizado para a Primária.
Coloque a sua mente mais criativa sempre no filé e procure formas, também criativas, de automatizar ou terceirizar o osso.

Rumo à Ciência Social 2.0!

Não é possível entender o “onde estamos e para onde vamos?” sem que possamos entender a atual Revolução da Sobrevivência 2.0 no Pós-Digital!
Goleman é defensor de um Sapiens que controla melhor suas emoções (isso é ótimo), mas, como aquela figura dos cegos e do elefante, ele apalpa o rabo, mas não consegue ver o bicho por inteiro.

Não use a expressão “Individualismo Exacerbado”!

O Sapiens 1.0 foi massacrado pelo incentivo a um Individualismo Tóxico, massificado, voltado para coisas e preocupado com a visão de fora para dentro e não de dentro para fora!

 

Complemento final com as últimas marcações no livro do Goleman:

Falta de sabedoria:

“Nas palavras do diretor de pesquisa de uma empresa de seleção de executivos, “os CEOs são contratados por seu intelecto e habilidade empresarial — e são despedidos por falta de inteligência emocional”.”
O impulso é uma pré-emoção:
“O impulso é o veículo da emoção; a semente de todo impulso é um sentimento explodindo para expressar-se em ação.” // “A capacidade de controlar os impulsos é a base da força de vontade e do caráter.”
A ideia de que os impulsos são uma pré-emoção é interessante.
Se analisarmos, por exemplo, as sugestões dos grupos de mútuo ajuda (no estilo Alcoólicos Anônimos), quando eles sugerem:
“Se afaste de pessoas, lugares e situações que os estimule a beber.”
Eles percebem que é preciso evitar o impulso, pois depois que ele chega a pessoa perde o controle sobre as emoções.
Miopia:

“Uma visão da natureza humana que ignore o poder das emoções é lamentavelmente míope.”
Quem não reflete, sofre mais:

“A vida é uma comédia para os que pensam e uma tragédia para os que sentem.” – Horace Walpole.

Piada:

“Como se chama um chato daqui a anos?” Resposta: “Chefe.”
Novo rumo para a educação:

“A maior contribuição que a educação pode dar ao desenvolvimento de uma criança é ajudá-la a escolher uma profissão onde possa melhor utilizar os seus talentos, onde ela será feliz e competente. Perdemos isso inteiramente de vista.” – Howard Gardner.

E ainda:

“Uma das soluções é uma abordagem da parte das escolas em termos da educação do aluno como um todo, ou seja, juntando mente e coração na sala de aula.”

As nossas falhas em aptidões emocionais podem ser remediadas: em grande parte, cada um desses campos representa um conjunto de hábitos e respostas que, com o devido esforço, pode ser aprimorado.
Reforço do Caderninho

“Conhece-te a ti mesmo” – Sócrates. // “Reconhecer um estado de espírito negativo é querer livrar-se dele.”
O primeiro passo de qualquer mudança, é:
Identificar os Paradigmas (que incluiu as emoções) para torná-los conscientes;
E separar aqueles que estão mais atrapalhando do que ajudando e mudá-los e os que estão mais ajudando do que atrapalhando e devem permanecer.
Base da Sabedoria:

“A arte de manter a tranqüilidade é um dom fundamental da vida.”
Fugindo da raiva:

“A raiva nunca é sem motivo, embora raramente seja um bom motivo.” – Benjamin Franklin.
Liderança:

“Liderar não é dominar, mas, sim, a arte de convencer as pessoas a trabalharem com vistas a um objetivo comum.”
Exemplo de Crítica Tóxica:

“Na verdade, uma das formas mais comuns de crítica destrutiva no local de trabalho, diz um consultor empresarial, é uma declaração generalizada do tipo “Você está fodendo tudo”.”

Mais sobre Crítica Tóxica:

“É desmoralizante simplesmente ouvir que estamos fazendo “alguma coisa errada”, sem saber que coisas são essas para que possamos corrigi-las.” // “A crítica pode abrir portas para outras alternativas de que a pessoa não se dera conta ou simplesmente sensibilizar para deficiências que exigem atenção — mas deve incluir sugestões sobre como cuidar desses problemas.”

Aprendendo com o sofrimento:

“Quem ensinou tudo isso ao senhor, Doutor? A resposta veio prontamente: — O sofrimento.” Albert Camus (no livro “A Peste”)
Ilusão de Invulnerabilidade:
“Ficamos tão fragilizados emocionalmente quando doentes porque nosso bem-estar mental repousa, em parte, na ilusão de que somos invulneráveis.”
Nosso sistema imunológico tem vida e é impactado pela taxa de sabedoria:

“O sistema imunológico é o “cérebro do corpo”.” // “emoções nocivas são tão danosas para nossa saúde física quanto fumar desbragadamente e como o equilíbrio emocional preserva a nossa saúde e bem-estar.”
Raiva: emoção mais tóxica

“Raiva parece ser a espécie de emoção que mais mal faz ao coração.
Essa constatação é parte de uma rede maior de indícios, que surgem de dezenas de estudos que demonstram como é nocivo, para o funcionamento do coração, o sentimento da raiva.”

Sabedoria e autocontrole:

“O princípio fundamental do caráter é a autodisciplina; a vida virtuosa, como têm observado os filósofos desde Aristóteles, se baseia no autocontrole.”

Mente Primária nos puxa para o passado e a secundária para o futuro:

“A mente emocional reage ao presente como reagiu no passado.”

Herança genética e temperamento:

“Nossa herança genética nos dota de uma série de referenciais que determinam nosso temperamento.”
Emoção e ação imediata:

“Todas as emoções são, em essência, impulsos, legados pela evolução, para uma ação imediata, para planejamentos instantâneos que visam lidar com a vida. A própria raiz da palavra emoção é do latim movere —“mover”— acrescida do prefixo “e-”, que denota “afastar-se”, o que indica que em qualquer emoção está implícita uma propensão para um agir imediato. Essa relação entre emoção e ação imediata fica bem clara quando observamos animais ou crianças; é somente em adultos “civilizados” que tantas vezes detectamos a grande anomalia no reino animal: as emoções — impulsos arraigados para agir — divorciadas de uma reação óbvia.”
Mente Secundária

“Nessa consciência auto-reflexiva, a mente observa e investiga o que está sendo vivenciado, incluindo as emoções.” // “ A autoconsciência não é uma atenção que se deixa levar pelas emoções, reagindo com exagero e amplificando a percepção. Ao contrário, é um modo neutro, que mantém a auto-reflexividade mesmo em meio a emoções turbulentas.” // “A capacidade de manter o autocontrole, de suportar o turbilhão emocional que o acaso nos impõe e de não se tornar um “escravo da paixão” tem sido considerada, desde Platão, como uma virtude.”
Proatividade versus Reatividade
“Os otimistas vêem um fracasso como devido a algo que pode ser mudado, para que possam vencer da próxima vez, enquanto os pessimistas assumem a culpa pelo fracasso, atribuindo-o a alguma imutável característica pessoal.” // “Otimismo e esperança — da mesma forma que o sentimento de impotência e desespero — podem ser aprendidos.”

Leia-se reatividade versus proatividade.
Papo de Fluxo

“O estado que descrevem é chamado de “fluxo” por Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo da Universidade de Chicago que coletou essas histórias de máximo desempenho em duas décadas de pesquisa.” // “A capacidade de entrar em fluxo é inteligência emocional no ponto mais alto; o fluxo representa, talvez, a última palavra na canalização das emoções a serviço do desempenho e aprendizado.” // “As pessoas parecem concentrar-se melhor quando o que lhes é exigido é pouco, e elas podem dar mais. Se o que lhes é exigido é muito pouco, elas se entediam. Se tiverem de lidar com coisas para elas excessivas, ficam ansiosas. O fluxo ocorre naquela zona delicada entre o tédio e a ansiedade.” // “Se a tarefa é simples demais, entedia; se desafiadora demais, resulta mais em ansiedade que em fluxo.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

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Abraços,
Nepô.

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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

Resumo feito por um Chatbox:

Em resumo, na Bimodalização feita pelo Nepô do livro “Inteligência Emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente” de Daniel Goleman destaca a importância de uma maior consciência emocional para uma vida melhor. O processo de Bimodalização do livro está sendo concluído em dois artigos, com este sendo o penúltimo e incluindo o primeiro resumo da semana Bimodal 11.5.4. Na análise bimodal, a inteligência emocional é redefinida como sabedoria, que envolve entender nossos potenciais e criar hábitos que promovam uma vida proativa. Além disso, a metodologia de Leitura Ativa, utilizada na Bimodalização, auxilia na produção de artigos ao destacar aprendizados, reforços, críticas e objetivos do livro. As recentes inovações incluem a definição de camadas emocionais e a distinção entre mentes primárias saudáveis e tóxicas, reforçando a necessidade de um modo de vida 2.0 para o Sapiens 2.0. No próximo artigo, serão detalhadas as novidades e análises restantes.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens 2.0 precisa urgente gerenciar melhor suas emoções, através de uma Taxa de Sabedoria maior.
  2. Um dos objetivos centrais de uma vida com mais sabedoria é uma relação melhor com nossas emoções, tendo como foco um projeto de vida mais significativo.
  3. Sabedoria é uma ferramenta humana que gerencia nossa capacidade de lidar com nosso corpo, mente e emoções.
  4. A principal ferramenta de filtragem inventada pelo Sapiens, desde que saímos das cavernas, é a velha e conhecida Sabedoria!
  5. Uma vida mais sábia é aquela que estamos o tempo todo nos revisando e nos aperfeiçoando, separando o joio do trigo que temos dentro de nós.
  6. Quem vive mais feliz e com menos stress fica menos doente e é mais longevo.
  7. Qualquer processo terapêutico emocional tem como meta, mesmo que não explicite isso, aumentar a Taxa de Sabedoria.
  8. Dê sempre o filé para o Eu Mais Criativo e o osso para o Eu Mais Automático.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Em suma, com muita frequência enfrentamos dilemas pós-modernos com um repertório talhado para as urgências do Pleistoceno.”Goleman.

Começamos a concluir aqui a Bimodalização do livro “Inteligência emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente” de Daniel Goleman.

Um processo de Bimodalização final que será feito em dois artigos.

Este é o penúltimo artigo e vamos fazer, ao mesmo tempo, o primeiro resumo da semana Bimodal 11.5.4.

O livro de Goleman é extenso e a sua questão central é o resgate da importância de uma maior consciência para um controle emocional para uma vida melhor das pessoas.

O livro é bem bom e foi incluído na Bibliografia Básica da Bimodais, ele diz:

“Neste livro, eu atuo como um guia numa viagem através de percepções científicas acerca das emoções, uma viagem que visa levar maior compreensão a alguns dos mais intrigantes momentos de nossas vidas e do mundo que nos cerca.”

Sim, concordo e digo:

Um dos objetivos centrais de uma vida com mais sabedoria é uma relação melhor com nossas emoções, tendo como foco um projeto de vida mais significativo.

Ele complementa:

“O fim da jornada é entender o que significa — e como — levar inteligência à emoção.”

Bimodalizaria da seguinte forma:

O Sapiens 2.0 precisa urgente gerenciar melhor suas emoções, através de uma Taxa de Sabedoria maior.

O que Goleman chamou de Inteligência Emocional ou Quoeficiente de Inteligência optamos por chamar de Sabedoria.

Sabedoria é a capacidade progressiva que temos de:

Conseguir, com o tempo, entender e compreender nossas potenciais singulares principais;
A partir disso, criar hábitos que nos permitam desenvolver esses potenciais;
O que, além de nos dar sentido para a vida, nos ajuda a enfrentar todos os desafios de forma mais proativa.

Paralelo à análise do livro, estamos desenvolvendo cada vez mais e melhor a Metodologia de Leitura Ativa.

Leitura Ativa é aquela que se torna possível:

Que temos um problema a ser resolvido na vida bem definido, que nos permite subir no nosso Tapete de Aladim;
Que passamos a ter uma Narrativa Ativa sobre ele;
E que cada autor que temos contato nos ajuda a melhorar nossa Narrativa Ativa.

Definimos, na nossa Metodologia de Leitura Ativa, a partir das Tecnopossibilidades do Kindle, os seguintes critérios de marcações, que servem para nos ajudar na produção dos artigos:

Rosa – Aprendizados novos;
Azul – Reforços importantes;
Amarelo – Críticas necessárias;
Laranja – Objetivo do livro e Frases a serem destacadas.

Mudamos também, a partir desta semana, na Metodologia de Produção da Narrativa Ativa, a confecção de Mapas Mentais, de algo mais visual e mais complexo, para mapas visualmente mais acanhados e simples.

A redução do esforço nos permitiu economizar energia para nos dedicar mais ao texto – dentro do espírito do Facilitismo:

Dê sempre o filé para o Eu Mais Criativo e o osso para o Eu Mais Automático.
De maneira geral, podemos dizer sobre Goleman de 1995, ele pode ter mudado algumas coisas depois disso:

Opera dentro da Ciência Social 1.0;
Por causa disso, sente problemas e a necessidade de mudança, mas não consegue entender por que elas ocorrem;
Assim, o diagnóstico do problema deixa a desejar, nos aproveitando mais dos tratamentos.

Nesta semana, introduzi outra novidade, que é a produção de dois artigos finais sobre a leitura, que já servem também para a avaliação da semana.

Fiz a seguinte divisão já bem alinhada com a forma de marcação no livro, o que torna melhor a relação Leitura-Marcação-Bimodalização:

Quais foram as grandes novidades?
O que tivemos que criticar no Goleman?
Quais são os reforços na nossa narrativa?
E quais são as frases marcantes, que valem ser colocadas na avaliação final?

Tudo isso, nos possibilitou fazer um detalhamento muito melhor do livro, o que já pode ser visto nos dois artigos finais da semana.

Quais foram as novidades Top da semana?

A ideia de que estamos procurando desenvolver na Inovação Pessoal, o Modo de Vida 2.0, mais adequado para o Sapiens 2.0, Um Modo de Vida Mais Forte para uma sociedade mais complexa. O Conceito “Modo de Vida” é algo mais amplo e que se torna mais sustentável quando é incorporado pelos Ambientes Familiares, Educacionais e Organizacionais;
A mudança, mais uma vez, do nome do novo livro Bimodal de 2024, que passou a ser até o momento: “Sabedoria 2.0: como viver mais e melhor num mundo mais descentralizado, dinâmico e inovador?”
A consolidação da relação de baixa sabedoria no sistema imunológico das pessoas com o aumento da possibilidade de problemas de saúde e vidas mais curtas;
Definimos quatro camadas emocionais de forma melhor: as emoções em estado mais puro e automático, tal como o coração que dispara; uma primeira tentativa de interpretação também mais automática feita pela Mente Primária; Uma interpretação mais reflexiva feita pela Mente Secundária; E, por fim, decisões que são tomadas, a partir de tudo isso, pelo Curador Geral da sua vida, que é você;
A diferença entre a Mente Primária Mais Saudável (que automatiza o que é bom com monitoramento da Mente Secundária, aumentando a interferência do Curador Geral) e a Mente Primária Mais Tóxica (que automatiza o que é ruim e NÃO tem o monitoramento da Mente Secundária, reduzindo a interferência do Curador Geral);
A ideia de que a Mente Primária opera como um retrovisor, só olha para o que está atrás e a Secundária, nos ajuda a nos projetar e criar o que está para frente.

Frases relevantes sobre estes temas que produzi ao longo da semana:

O papel da Sabedoria na vida

Desenvolver a Sabedoria não é não ter emoções, mas aprender a gerenciá-las sempre na direção de uma vida menos para uma mais adequada.
Uma vida mais sábia é aquela que tomamos decisões com uma Taxa de Química Emocional adequada a cada situação.
Sabedoria é uma ferramenta humana que gerencia nossa capacidade de lidar com nosso corpo, mente e emoções.

A Sabedoria como uma ferramenta de filtro:

O Sapiens 2.0 precisa saber filtrar muito mais do que o 1.0, pois tem muito mais informações e escolhas na sua vida. Por isso, precisa ser mais sábio!
A principal ferramenta de filtragem inventada pelo Sapiens, desde que saímos das cavernas, é a velha e conhecida Sabedoria!
O Sapiens 2.0 precisa urgente adotar um Modo de Vida, que lhe dê base para poder lidar com mais sabedoria diante do exponencial aumento das escolhas e da informação disponível.

A Sabedoria nos levando da semente ao jardim florido:

Uma coisa é a semente (o potencial genético entre outros), a outra é a capacidade que temos de cuidar do jardim (a sabedoria para que ele possa florescer cada vez mais).
Descubra os seus Potenciais Genéticos e já terá uma boa pista para que possa desenvolver uma vida mais significativa.
Uma vida mais sábia é aquela que estamos o tempo todo nos revisando e nos aperfeiçoando, separando o joio do trigo que temos dentro de nós.

Sabedoria e Complexidade:

Quanto mais a sociedade se torna complexa, mais precisamos de um maior Quoeficiente de Sabedoria.

Sabedoria e Longevidade:

Quem vive mais feliz e com menos stress fica menos doente e é mais longevo.

Terapias emocionais e sabedoria:

Qualquer processo terapêutico emocional tem como meta, mesmo que não explicite isso, aumentar a Taxa de Sabedoria.

No próximo artigo detalho o resto.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

O texto do Nepô aborda a diferença entre críticas saudáveis e tóxicas, destacando a importância de apontar soluções ao criticar e evitar ataques pessoais. A sugestão de Ginott de utilizar a fórmula XYZ para expressar queixas é ressaltada, assim como a necessidade de manter uma abordagem construtiva nas críticas. A reflexão sobre a forma como as críticas são feitas em relacionamentos e no ambiente de trabalho também é abordada. Outros assuntos são tratados, tais como: Evite usar a dicotomia pessoa pessimista versus otimistas. Opte por Proativa e Reativa, As quatro camadas das emoções, Caráter Interpessoal versus Caráter Intrapessoal, As atitudes que aumentam a Taxa de Sabedoria, As particularidades da Inovação Conceitual Disruptiva, Todo mundo é obrigado a ser pai e mãe?, Mais Complexidade, Mais Sabedoria, além de Frases e Comentários.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Numa crítica mais saudável quando apontamos uma solução ou uma saída para um problema, não colocamos a pessoa criticada em um beco sem saída.
  2. Meu pai sugeria que antes de criticar é sempre bom procurar um ponto positivo, elogiar, para, só então, começar a rever um determinado problema.
  3. Quanto mais a sociedade se torna complexa, mais precisamos de um maior Quoeficiente de Sabedoria.
  4. Quem vive mais feliz e com menos stress vive mais e fica menos doente.
  5. Não existe uma mente zerada de emoções!
  6. Qualquer processo terapêutico emocional tem como meta, mesmo que não explicite isso, aumentar a Taxa de Sabedoria.
  7. Caráter é, a meu ver, os critérios que usamos na vida para tomar decisões.
  8. O problema é que todo mundo acha que quer ter filhos, mas não se pergunta se quer realmente dedicar tempo para cuidar e prepará-los para a vida.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“O problema não está na emocionalidade, mas na adequação da emoção e sua manifestação.”Aristóteles.

Continuamos a Bimodalização do livro “Inteligência emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente” de Daniel Goleman.

Este é o terceiro e penúltimo artigo.

Crítica Saudável versus Tóxica

Diz Goleman:

“O psicólogo Haim Ginott, avô dos programas de comunicação efetiva, recomendava que a melhor fórmula para uma queixa é XYZ: “ Quando você fez X, me fez sentir Y e eu preferia que você, em vez disso, fizesse Z.”

Note que na sugestão de Ginott você ao criticar está apontando um caminho.

Diria que:

Numa crítica saudável quando apontamos uma solução ou uma saída para um problema, não colocamos a pessoa criticada em um beco sem saída.

Meu pai sugeria que antes de criticar é sempre bom procurar um ponto positivo, elogiar, para, só então, começar a rever um problema.

Com isso, se abre a possibilidade de uma escuta maior.

Diz ele:

“Ásperas críticas pessoais têm um efeito emocional muito mais corrosivo do que as queixas mais moderadas.”
Goleman, interpretação minha, alerta que:

Uma Crítica Tóxica ou destrutiva é aquela que você ataca a pessoa em algo mais estrutural e não no conjuntural.

Coloquemos assim a diferença:

Crítica Tóxica – quando você critica alguém e ataca a pessoa em algo que ela – aparentemente ou supostamente – não pode fazer nada, do tipo “você não nasceu para isso!”;
Crítica Saudável – quando você critica alguém e não ataca a pessoa em algo que ela – aparentemente – não pode fazer nada e sugere alternativas para que o problema específico não se repita, do tipo: “que tal pensarmos em fazer deste jeito?”.

Goleman analisar, por exemplo, as críticas em casamento e afirma que:

Em um casamento que está perto do fim, as Críticas Tóxicas se tornaram comum.

Ele complementa:

“Assim como a saúde emocional de um casal depende da forma como eles externam suas queixas, também a eficiência, satisfação e produtividade das pessoas no trabalho dependem de como lhes são transmitidos os problemas incômodos.”

Obviamente, que não se deve manter e estabelecer relações com:

Pessoas que têm como hábito sempre estar praticando Críticas Tóxicas;
Pessoas que se mantém indiferentes e não estão dispostas a avaliar suas ações quando recebe Críticas Saudáveis.

A ideia do XYZ é boa:

X – O que você fez;
Y – O que eu percebi, não gostei, acho que pode mudar?
Z – O que eu sugiro que se faça diferente?

As dicas de Goleman, que eu Bimodalizo e sintetizo para passarmos a fazer Críticas Mais Saudáveis:

Não faça ataques pessoais, opte por reclamações específicas a partir das quais alguma medida possa ser tomada – “agressões emocionais com forte carga de repugnância, sarcasmo e descaso provocam uma reação defensiva, fuga à responsabilidade e, finalmente, o retraimento total ou a acirrada resistência passiva que vem do sentimento de ter sido injustamente tratado”;
Não gere, assim, impotência, raiva e revolta, ofereça a possibilidade de um melhor desempenho e sugira o início de um plano para isso;
Evite que as pessoas acreditem que seus fracassos se devem a algum déficit imutável em si mesmas, pois por causa disso, elas se desiludem e desistem;
Sugerir a superação de problemas envolve a percepção de que podemos sempre interferir com a finalidade de mudar para melhor;
Concentre-se nos detalhes, dizendo o que a pessoa fez bem, o que fez mal, dando-lhe a oportunidade de mudar, procure elogiar algo primeiro;
Faça a crítica pessoalmente e não na frente de ninguém e se possível no presencial. As críticas, como os elogios, são mais efetivas cara a cara e em particular;
Seja sensível, procure entender o motivo do erro, não julgue, perdoe (quando for o caso), pois isso aumenta a empatia, a sintonia com a pessoa a quem você se dirige.

Diz ele para fechar:

“Ofereça uma solução. A crítica, como todo feedback útil, deve ser acompanhada de uma sugestão para resolver o problema.”

Por outro lado, ele sugere – e eu Bimodalizei – a melhor forma de receber críticas?

Vê-la como uma informação valiosa para aprimorar o seu próprio trabalho e não como um ataque pessoal. Isso é mais facilitado se você tem um projeto missionário e está adequadamente colocando sua identidade nos processos e não nos resultados;
Evite logo de cara cair na defensiva, em vez de assumir as possíveis responsabilidades;
Encare críticas como uma oportunidade de trabalhar junto com quem critica, para resolver o problema, e não como uma situação de enfrentamento;
E, caso seja muito perturbadora, peça para continuar a conversa mais tarde, após o período necessário para a absorção da mensagem difícil e para esfriar um pouco a cabeça. Vá para o seu Caderninho de Crise para ele te ajudar.

Chamo a atenção de que ficamos mais vulneráveis às críticas quando:

Estamos mais preocupados com os resultados do que no processo;
Não estamos em projetos missionários, nos quais nossas referências são mais endógenas do que exógenas;
Quando queremos mais aparecer do que aprender de forma progressiva;
Continuamos perto, apesar dos sinais negativos, e não nos afastamos de pessoas tóxicas.

Evite usar a dicotomia pessoa pessimista versus otimistas. Opte por Proativa e Reativa

Goleman falou muito sobre otimismo e pessimismo.

Diz ele:

“Tal como ocorre na depressão, há ônus clínicos acarretados pelo pessimismo e vantagens correspondentes no otimismo.”

Aqui, temos um problema que merece um aprofundamento.

Note que:

Nossa relação com a vida pode ser viajante (pés na lua) ou pisante (pés no chão).

O otimismo e o pessimismo são prognósticos que podemos ter em relação ao futuro, que variam conforme os diagnósticos que temos.

Por causa disso, se nos deixarmos influenciar por um otimismo ou um pessimismo fixo, podemos nos afastar da realidade, gerando um Realismo Mais Tóxico.

De nada adianta o otimismo exagerado de uma pessoa mais viajante acreditar que a chuva não vai cair, apesar de todos os sinais de tempestade. Isso é um Realismo Mais Tóxico.

Quando alguém – com bases meteorológicas diz que vai cair uma forte tempestade em determinado lugar – não tem um Prognóstico Pessimista, está apenas praticando o Realismo Saudável.

Vejamos o que diz Tio Chatinho sobre isso:
“Otimismo é a disposição ou tendência para ver e julgar as coisas pelo lado mais favorável. É a expectativa de que o futuro será favorável e que os acontecimentos terão desfechos positivos. Essa visão positiva pode influenciar o comportamento, a saúde mental e o bem-estar geral de uma pessoa. Etimologia de Otimismo: A palavra “otimismo” deriva do francês “optimisme”, que por sua vez vem do latim “optimum”, o qual é o superlativo de “bonus” (bom). “Optimum” significa “o melhor” ou “a melhor condição”. O sufixo “-ismo” é usado para formar substantivos que indicam uma prática, sistema ou doutrina. Assim, “otimismo” pode ser entendido literalmente como a doutrina ou prática de esperar pelo melhor.”

Aqui, é preciso separar algumas coisas para evitar confusões.

A ideia de que alguém é sempre mais otimista e isso é bom, pode nos levar para fora da realidade.

Existem diversas coisas que ocorrem na nossa vida que estão na Zona de Não Atuação, da qual não temos nenhum controle, tal como a Pandemia.

Uma pessoa não podia – sendo otimista – acreditar que a pandemia ia durar apenas um mês, pois não dependia dela o tempo de duração.

Diante da pandemia, por exemplo, ao invés de lamentar, me juntei com meus alunos e escrevi o livro “Civilização 2.0”. Foi uma atitude proativa e não otimista.

Sabia, que apesar de toda a dificuldade que a pandemia causou, iria passar e não queria que ela me afetasse do meu Tapete de Aladim.

O que tive diante da pandemia não foi uma atitude otimista ou pessimista, mas proativa.

Prefiro dizer que eu tive uma atitude proativa diante da pandemia, pois apesar dela consegui desenvolver o meu projeto.

Uma pessoa que teve uma Atitude Mais Reativa, sentiu mais a pandemia – como uma amiga que morreu de ataque cardíaco pelo stress que sentiu.

Sugiro, assim, evitar a falsa dicotomia entre otimismo e pessimismo. E optar por Atitudes Mais Reativas e Mais Proativas.

 

Modifiquemos, assim, a frase do Goleman:

A original: “Tal como ocorre na depressão, há ônus clínicos acarretados pelo pessimismo e vantagens correspondentes no otimismo.”
Bimodalizada: Tal como ocorre na depressão, há ônus clínicos acarretados por uma Atitude Mais Reativa e vantagens quando optamos por Atitudes Mais Proativas.

O psicólogo Viktor Frankl (1905-1997), por exemplo, não teve necessariamente uma atitude otimista diante dos nazistas e dos campos de concentração, mas foi extremamente proativo na sua postura dentro de um deles.

Veja como faz mais sentido, trocar a forma de se dizer as coisas evitando pessimismo e otimismo e colocando no lugar proatividade e reatividade:

Diz Goleman: “Do mesmo modo como nos adultos, modos pessimistas de interpretar as derrotas da vida parecem alimentar os sentimentos de impotência e desesperança.”
Digo eu: Do mesmo modo como nos adultos, modos reativos de se relacionar com as derrotas da vida parecem alimentar os sentimentos de impotência e desesperança.

Numa maior Quoeficiente de Sabedoria se deve praticar o Realismo Saudável (sem criar falsas ilusões sobre o cenário) e diante dele ter sempre uma Atitude Mais Proativa.

Quando pensamos em herança genética e cultural, podemos dizer que:

Há pessoas que têm uma tendência a ser mais proativa diante da vida;
E pessoas que têm uma tendência a ser mais reativa diante da vida.

Quando vamos desenvolver um projeto de aumento da Taxa de Sabedoria, é importante constatar qual a tendência do cliente diante dos desafios: mais proativo ou mais reativo?

As quatro camadas das emoções

Voltemos a um papo relevante na Bimodais sobre Bimentalidade.

“Na verdade, temos duas mentes — a que raciocina e a que sente.”

Avançamos nisso.

É falso dizer que temos uma mente que se emociona. As emoções são químicas que são geradas em todo o corpo. E as mentes não estão fora do corpo, mas são parte integrante dele.

O que temos, assim, são quatro camadas possíveis diante das emoções:

As emoções em estado mais puro e automático, tal como o coração que dispara;
Uma primeira tentativa de interpretação também mais automática feita pela Mente Primária;
Uma interpretação mais reflexiva feita pela Mente Secundária;
Decisões que são tomadas, a partir de tudo isso, pelo Curador Geral, que é você.

Não temos uma mente que sente, mas um corpo que sente, da qual as mentes fazem parte e procuram interpretar as emoções para poder agir.

Emoção é química e as mentes também fazem parte do corpo. Por causa disso, são afetados por elas.

Refletir não é, assim, acabar com as emoções, mas identificá-las e as gerenciar para que se possa ter atitudes melhores sobre elas.

Não existe, assim, em hipótese alguma, uma mente zerada de emoções!

Diz ele:

“Há uma acentuada gradação na proporção entre controle racional e emocional da mente; quanto mais intenso o sentimento, mais dominante é a mente emocional — e mais inoperante a racional. É uma disposição que parece ter tido origem há bilhões de anos, quando se iniciou nossa evolução biológica: era mais vantajoso que emoção e intuições guiassem nossa reação imediata frente a situações de perigo de vida — parar para pensar o que fazer poderia nos custar a vida.”

Qual é a regra?

Quanto mais uma determinada emoção balança o seu coreto, mais tempo você terá que se dedicar para gerenciá-la de forma mais adequada!

Caráter Interpessoal versus Caráter Intrapessoal

Diz ele:

“Um conjunto de traços — alguns chamariam de caráter — que também exerce um papel importante em nosso destino pessoal.”

Diz TC:

“O caráter pode ser definido como o conjunto de características e traços que determinam a forma como uma pessoa age e se comporta em diferentes situações. Ele está relacionado à integridade, ética, valores e princípios que guiam as ações de um indivíduo. O caráter de uma pessoa é construído ao longo da vida, através de suas experiências, educação e escolhas. É a base que sustenta a personalidade e influencia as decisões e atitudes de cada um. Espero que essa definição seja útil para você!”

Não gosto da definição.

O Caráter está sendo usado aqui como sinônimo de guia de conduta, mas não se tem um guia de conduta, se não temos antes um panorama geral, no qual está a sabedoria.

A sabedoria que adotamos, a partir do que aprendemos e adquirimos ao longo da vida, influencia o quem somos e, consequentemente, nossas ações – o que está se chamando de caráter.

Caráter é, a meu ver, os critérios que usamos na vida para tomar decisões.

É da qualidade da nossa sabedoria, que podemos ter decisões melhores ou piores, de um mais bom ou mau caráter.

Assim, podemos dizer que:

Uma pessoa de bom caráter é aquela que toma decisões mais acertadas;
Uma pessoa de mau caráter é aquela que toma decisões mais equivocadas.

E ainda precisamos separar sobre o papo de caráter que envolve dois tipos de decisão:

Caráter Interpessoal – decisões que afetam outras pessoas, tal como ir trabalhar com gripe sem máscara e passar para todos do escritório;
Caráter Intrapessoal – decisões que afetam apenas a pessoa, tal como sair na rua sem casaco e pegar uma gripe.

A pessoa, por exemplo, pode ter um bom caráter para com os outros e um mau caráter com ela mesma.

As atitudes que aumentam a Taxa de Sabedoria

Diz ele:

“Salovey, com seu colega John Mayer, propôs uma definição elaborada de inteligência emocional, expandindo essas aptidões em cinco domínios principais:
1. Conhecer as próprias emoções. Autoconsciência — reconhecer um sentimento quando ele ocorre — é a pedra de toque da inteligência emocional. Como veremos no Capítulo 4, a capacidade de controlar sentimentos a cada momento é fundamental para o discernimento emocional e para a autocompreensão. A incapacidade de observar nossos verdadeiros sentimentos nos deixa à mercê deles. As pessoas mais seguras acerca de seus próprios sentimentos são melhores pilotos de suas vidas, tendo uma consciência maior de como se sentem em relação a decisões pessoais, desde com quem se casar a que emprego aceitar.
2. Lidar com emoções. Lidar com os sentimentos para que sejam apropriados é uma aptidão que se desenvolve na autoconsciência. O Capítulo 5 vai examinar a capacidade de confortar-se, de livrar-se da ansiedade, tristeza ou irritabilidade que incapacitam — e as conseqüências resultantes do fracasso nessa aptidão emocional básica. As pessoas que são fracas nessa aptidão vivem constantemente lutando contra sentimentos de desespero, enquanto outras se recuperam mais rapidamente dos reveses e perturbações da vida.
3. Motivar-se. Como mostrará o Capítulo 6, pôr as emoções a serviço de uma meta é essencial para centrar a atenção, para a automotivação e o controle, e para a criatividade. O autocontrole emocional — saber adiar a satisfação e conter a impulsividade — está por trás de qualquer tipo de realização. E a capacidade de entrar em estado de “fluxo” possibilita excepcionais desempenhos. As pessoas que têm essa capacidade tendem a ser mais produtivas e eficazes em qualquer atividade que exerçam.
4. Reconhecer emoções nos outros. A empatia, outra capacidade que se desenvolve na autoconsciência emocional, é a “aptidão pessoal” fundamental. O Capítulo 7 investigará as raízes da empatia, o quanto nos custa não saber “escutar” as emoções, e os motivos pelos quais a empatia gera altruísmo. As pessoas empáticas estão mais sintonizadas com os sutis sinais do mundo externo que indicam o que os outros precisam ou o que querem. Isso as torna bons profissionais no campo assistencial, no ensino, vendas e administração.
5. Lidar com relacionamentos. A arte de se relacionar é, em grande parte, a aptidão de lidar com as emoções dos outros. O Capítulo 8 examina a competência e a incompetência, e as aptidões específicas envolvidas. São as aptidões que determinam a popularidade, a liderança e a eficiência interpessoal. As pessoas excelentes nessas aptidões se dão bem em qualquer coisa que dependa de interagir tranqüilamente com os outros; são estrelas sociais.”

Em resumo, Bimodalizando a conversa sobre as dicas para aumentar nossa Taxa de Sabedoria:

Identificar as emoções que vêm de forma mais automática e inesperadas e criar métodos para lidar melhor com elas e mesmo para que elas não ocorram novamente, quando for o caso;
Criar situações na vida em que cultivemos emoções mais saudáveis, através de rotinas que geram cada vez mais ações que nos fazem mais bem do que mal;
Aprender ao longo do tempo o que nos motiva e o que nos desmotiva, optando por praticar o que nos motiva mais;
E criar métodos para que possamos nos relacionar melhor com os outros, identificando as emoções alheias cada vez melhor. Quando for o caso, não custa nada perguntar.

Ele complementa:

“A pedra de toque da inteligência emocional: a consciência de nossos sentimentos no momento exato em que eles ocorrem.”

Diria:

Quanto mais aprendemos a reconhecer e dar nome aos nossos sentimentos, mais chance temos de lidar melhor com eles.

 

 

As particularidades da Inovação Conceitual Disruptiva

Goleman aborda bastante a questão da interação de grupo, como vemos aqui:

”Embora um grupo não possa ser mais “inteligente” que a soma total dessas forças específicas, pode ser muito mais burro caso seus mecanismos internos não permitam que as pessoas exibam seus talentos.”

Aqui, temos um ponto interessante que quero destacar.

Uma diferença importante entre:

Inovação Conceitual e Inovação Operacional, em especial a Inovação Conceitual Disruptiva.

A história nos mostra que a Inovação Operacional e a Conceitual Incrementais tendem a ser feitas por grupos.

Mesmo a Disruptiva Operacional tendo partido de uma Mente Mais Abstrata, ela precisa de um grupo para ser desenvolvida.

Porém, isso não é se dá da mesma maneira para a Inovação Conceitual Disruptiva.

Mudanças muito profundas de Paradigmas em diversas áreas da sociedade se iniciaram por uma pessoa com uma Mente Mais Abstrata e, por isso, Mais Disruptiva.

Uma Mente Mais Disruptiva consegue analisar os Paradigmas Vigentes e propor um diferente.

E é por causa disso que a coisa se complica, quando queremos entender novos Paradigmas.

Pegue o exemplo de Einstein que desenvolveu as suas primeiras teses de forma isolada e sozinho. É o mesmo caso de Darwin, McLuhan ou Freud.

Depois eles se engajaram em grupos, mas o início da jornada foi solitário.

Quando temos anomalias, como nos ensina Thomas Kuhn, problemas mais complicados, é uma Mente Mais Disruptiva, isolada e sozinha, que, em geral, traz a solução!

Por isso, não podemos procurar disrupções conceituais em estruturas tradicionais, que são mais afeitas à Incrementalidade Conceitual.

Todo mundo é obrigado a ser pai e mãe?

“Para serem treinadores tão eficientes, os próprios pais devem ter uma compreensão profunda acerca dos rudimentos da inteligência emocional.”

O problema é que todo mundo acha que quer ter filhos, mas não se pergunta se quer realmente dedicar tempo para cuidar e prepará-los para a vida.

Acho que algumas boas questões para pessoas que se perguntam se querem ter filhos deveriam ser:

Você quer realmente ter filhos?
Está preparado para o esforço que isso vai significar?
Está pronto para abrir mão de tantas coisas por uma criança?
Está disposto a rever tudo que considerou errado na sua própria formação ou vai repetir os erros?

Qual o problema quando não se pensa bem sobre as questões acima e se tem filhos?

“O aprendizado emocional adquirido na infância pode ter um profundo impacto no temperamento, ampliando ou reduzindo uma predisposição inata.” // “A grande plasticidade do cérebro na infância indica que as experiências então vividas podem causar um impacto duradouro no esculpir das rotas neurais para o resto da vida. Talvez a melhor ilustração dos tipos de experiência que podem melhorar o temperamento esteja na observação que surgiu da pesquisa de Kagan com crianças tímidas.”

Mais Complexidade, Mais Sabedoria

“Enquanto, no passado distante, a raiva instantânea funcionava como arma decisiva para garantir nossa sobrevivência, a eventual disponibilidade de uma arma para um garoto de 13 anos pode resultar numa catástrofe.”

O que reforça o seguinte:

Quanto mais a sociedade se torna complexa, mais precisamos de um maior Quoeficiente de Sabedoria.
Mais sabedoria, mais saúde e longevidade

“Alguns dos mais fortes indícios da existência de uma linha reta que permite que as emoções causem impacto sobre o sistema imunológico.” // “As emoções exercem um poderoso efeito sobre o sistema nervoso autônomo, o qual regula tudo, desde quanta insulina é secretada até os níveis da pressão sanguínea.” // “Apesar desses indícios, muitos ou a maioria dos médicos ainda se mostram céticos sobre a possibilidade de as emoções influírem em termos clínicos.” // Dr. Camran Nezhat, eminente cirurgião ginecolaparoscópico da Universidade de Stanford, diz: — Se alguém em vias de ser submetido a uma cirurgia me diz que está em pânico e não se sente em condições de se submeter a ela, eu cancelo a cirurgia. — E explica: — Todo cirurgião sabe que as pessoas muito apavoradas se dão mal na cirurgia. Sangram demais, contraem infecções e há complicações. Têm uma recuperação mais difícil. É muito melhor que estejam tranqüilas.” // Descobriu-se que pessoas que sofriam de ansiedade crônica, longos períodos de tristeza e pessimismo, incessante estresse ou desgosto, inarredável ceticismo ou desconfiança corriam risco dobrado de contrair doenças.” // “Aqueles que, no primeiro exame, disseram estar vivendo sob intensa tensão emocional tiveram uma taxa de mortalidade três vezes maior que os que disseram que suas vidas eram calmas e plácidas.”

Ou seja:

Quem vive mais feliz e com menos stress vive mais e fica menos doente.

Complementa:

“Essa ordem de magnitude faz com que as emoções perturbadoras se constituam num fator de risco tão tóxico para a doença cardíaca quanto, por exemplo, o fumo ou o colesterol alto — em outras palavras, são uma grande ameaça para a saúde.”

Frases & Comentários curtos:

“Essa autoconsciência parece exigir um neocórtex ativado, sobretudo nas áreas da linguagem, sintonizado para identificar e nomear as emoções despertadas.”

O que reforça nossa sugestão:

Crie um Caderninho que tenha páginas dedicadas às reflexões pessoais, para as profissionais, para as crises e para as tomadas de decisão.

Ele cita John Mayer:

“Autoconscientes – conscientes de seu estado de espírito no momento em que ele ocorre, essas pessoas, evidentemente, são sofisticadas no que diz respeito à sua vida emocional. A clareza com que sentem suas emoções pode reforçar outros traços de suas personalidades: são autônomas e conscientes de seus próprios limites, gozam de boa saúde psicológica e tendem a ter uma perspectiva positiva sobre a vida. Quando entram num estado de espírito negativo, não ficam ruminando nem ficam obcecadas com isso e podem sair dele mais rápido. Em suma, a vigilância as ajuda a administrar suas emoções;
Mergulhadas – pessoas muitas vezes imersas em suas emoções e incapazes de fugir delas, como se aquele humor houvesse assumido o controle de suas vidas. São instáveis e não têm muita consciência dos próprios sentimentos, de modo que se perdem neles, ficando sem perspectivas. Em conseqüência, pouco fazem para tentar escapar desses estados de espírito negativos, achando que não são capazes de exercer controle sobre suas emoções. Muitas vezes se sentem esmagadas e emocionalmente descontroladas;
Resignadas – pessoas muitas vezes vejam com clareza o que estão fazendo, também tendem a aceitar seus estados de espírito e, portanto, não tentam mudá-los. Parece haver dois ramos do tipo resignado: pessoas que estão geralmente de bom humor e por isso pouca motivação têm para mudá-los, e as que, apesar de verem com clareza seus estados emocionais, são susceptíveis aos maus estados de espírito e os aceitam com um “deixa rolar”, nada fazendo para mudá-los, apesar da aflição que sentem — um padrão encontrado, por exemplo, em pessoas deprimidas que se resignam ao seu desespero.”

Quando ele diz Mergulhada, diria que é uma boa expressão.

Uma vida com baixa Taxa de Sabedoria é aquela que está muito mergulhada na banheira de piche da Mente Primária.

Um projeto que visa aumentar a Taxa de Sabedoria é uma espécie de banho com produtos especiais para tirar o piche que atrapalha a nossa vida.

No fundo, podemos dizer que:

Qualquer processo terapêutico emocional tem como meta, mesmo que não explicite isso, aumentar a Taxa de Sabedoria.

Acredito que a dicotomia autoconsciente e mergulhada não é boa.

Mais consciente e menos consciente das ações da Mente Primária nas nossas vidas, me parece melhor.

 

“Aptidão emocional é uma metacapacidade que determina até onde podemos usar bem quaisquer outras aptidões que tenhamos, incluindo o intelecto bruto.”

Não gosto.

Prefiro.

Sabedoria é uma metacapacidade – que cada pessoa tem no desenvolvimento da sua autoconsciência – de gerenciar toda a sua “equipe interna”, que envolve corpo, mentes e as emoções que brotam de todos os lugares.

“As pessoas com prática emocional bem desenvolvida têm mais probabilidade de se sentirem satisfeitas e de serem eficientes em suas vidas, dominando os hábitos mentais que fomentam sua produtividade; as que não conseguem exercer nenhum controle sobre sua vida emocional travam batalhas internas que sabotam a capacidade de concentração no trabalho e de lucidez de pensamento.”

Ou seja: quem está mais ou menos sendo dominado, ou Zecapagodado pela Mente Primária.

“Devíamos gastar menos tempo avaliando as crianças e mais tempo ajudando-as a identificar suas aptidões e dons naturais, e a cultivá- los. Há centenas e centenas de maneiras de ser bem-sucedido e muitas, muitas aptidões diferentes que as ajudarão a chegar lá.”

Disseminar a Sabedoria 2.0, na qual, como sugere, inclusive o Ikigai, desde cedo a pesquisa continuada e progressiva pelo Tapete de Aladim.

“Não há nenhum número mágico para a multiplicidade de talentos humanos.”

Algo que inclusive vai se multiplicar ainda mais com o uso das IAs Curadoras.

“Os modelos adotados pelos cientistas do conhecimento para explicar como a mente processa a informação não levam em conta o fato de que a racionalidade da mente é guiada pela emoção.”

Aqui, temos uma concordância, que é uma contradição com outras partes do texto dele, que a emoção não é algo descartável em nenhum momento.

“É a diferença entre, por exemplo, sentir uma fúria assassina contra alguém e ter o pensamento auto-reflexivo: “O que estou sentindo é raiva”, mesmo quando se está furioso.”

Quanto mais conheço meus sentimentos, mais consigo dominá-los e vice-versa.

“Autoconsciência, em suma, significa estar “consciente ao mesmo tempo de nosso estado de espírito e de nossos pensamentos sobre esse estado de espírito””

Aqui, temos o estado de espírito gerado pelo corpo e pela Mente Primária e a análise de tudo isso pela Mente Secundária, sendo usada pelo Curador de toda a equipe que chamamos de Eu.

“O problema se agrava quando os médicos não levam em consideração o lado emocional do paciente, mesmo quando lhe dão toda a assistência clínica. Essa falta de percepção demonstra que a prática médica não está se dando conta de vários indícios que demonstram, muitas vezes, que a condição emocional das pessoas desempenha um papel muito importante na vulnerabilidade à doença e no processo de cura. De um modo geral, a moderna assistência médica não recorre à inteligência emocional.” // “Ajudar as pessoas a lidar melhor com sentimentos incômodos como a raiva, ansiedade, depressão, pessimismo e sensação de solidão é uma forma de prevenir doenças.” // “Muitos pacientes podem auferir imensos benefícios quando a assistência clínica é acompanhada de assistência psicológica.”

O reforço da ideia de que os médicos devem se ver e ser vistos como Profissionais de Inovação Corporal.
“Mente, emoção e corpo não sejam entidades separadas, mas intimamente interligadas.”
Concordância total.

“A sensação de que não temos com quem partilhar os nossos mais íntimos sentimentos ou ter uma relação de intimidade — duplica a possibilidade de contrairmos doença ou de morrermos.” //”Há uma grande diferença entre solidão e isolamento; muitas pessoas que vivem sozinhas ou que têm poucos contatos com amigos vivem satisfeitas e saudáveis. É a sensação subjetiva de estar isolado das pessoas, e de não ter com quem contar, que se constitui em risco para a saúde.”// “O fato de terem pessoas com quem contar, conversar, pessoas que podiam oferecer consolo, ajuda e aconselhamento protegia-os do impacto mortal dos rigores e traumas da vida.” // “A qualidade e um razoável número de pessoas com quem nos relacionamos parecem ser fundamentais para amenizar tensões.” // “John Cacioppo, psicólogo da Universidade do Estado de Ohio, que fez essa pesquisa, me disse: — São os relacionamentos mais importantes na vida da gente, as pessoas com quem a gente mantém contato cotidiano, que são importantes para nossa saúde. E quanto mais significativo for o relacionamento, mais ele é importante para a preservação de nossa saúde.”

Falaremos mais sobre isso no livro sobre o Ikigai.

“As lições emocionais — mesmo os hábitos mais profundamente arraigados do coração, aprendidos na infância — podem ser reformuladas. A aprendizagem emocional é para toda a vida.”

O projeto da sabedoria de vida de cada um é progressivo, continuado e vai até o último suspiro.

“A incidência das vezes em que os bebês eram postos no colo quando estavam calmos e quando estavam perturbados demonstrou que as mães protetoras ficavam com o bebê no colo muito mais tempo durante os períodos de perturbação do que em períodos calmos.// “A repetição desse desafio centenas e centenas de vezes no primeiro ano de vida proporciona ao bebê contínuos ensaios, em pequenas doses, para o enfrentamento, na vida, do inesperado.”

Há uma medida certa para se dar colo, quando isso se torna algo excessivo, a criança tende à reatividade e ao vitimismo.

“Sinal vermelho: 1. Pare, se acalme e pense antes de agir. Sinal amarelo: 2. Diga qual é o problema e como você se sente. 3. Estabeleça uma meta positiva. 4. Pense em muitas soluções. 5. Tente prever as conseqüências. Sinal verde: 6. Siga e tente o melhor plano.”

Dicas para o Caderninho da Crise.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

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Valor: R$ 200,00, no pix.

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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

Neste segundo artigo do Nepô sobre o livro “Inteligência Emocional” de Daniel Goleman, ele continua a realizar a análise dos conceitos apresentados. Goleman distingue “Livros de Sala” e “Livros de Cozinha”, sugerindo que este livro pertence à primeira categoria, que aborda conceitos de maneira mais ampla e acessível. Nepô propõe substituir os conceitos de QI e QE pelo Quociente de Sabedoria, integrando a gestão da mente e do corpo para um relacionamento melhor com as emoções. Ele critica a falsa dicotomia entre razão e emoção e defende a ideia da Bimentalidade, onde a Mente Primária armazena hábitos e traumas, enquanto a Mente Secundária é reflexiva e revisa esses elementos. Nepô argumenta que uma vida mais sábia envolve a constante revisão dos nossos traumas, crenças, identidades e hábitos. Ele enfatiza a necessidade de uma nova abordagem na educação e na psicologia, voltada para aumentar a sabedoria e preparar o Sapiens 2.0 para um mundo mais descentralizado, destacando a importância da inovação pessoal na direção de uma adaptação mais adequada aos novos desafios civilizacionais.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens 2.0 precisa saber filtrar muito mais do que o 1.0, pois tem muito mais informações e escolhas na sua vida.
  2. Uma coisa é a semente (o potencial genético entre outros), a outra é a capacidade que temos de cuidar do jardim (a sabedoria para que ele possa florescer cada vez mais).
  3. A principal ferramenta de filtragem inventada pelo Sapiens, desde que saímos das cavernas, é a velha e conhecida Sabedoria!
  4. Pessoas mais disruptivas são aquelas, assim, que conseguem se distanciar mais da sua Mente Primária!
  5. Descubra os seus Potenciais Genéticos e já terá uma boa pista para que possa desenvolver uma vida mais significativa.
  6. As crianças estão sendo educadas para viver num mundo que está se acabando!
  7. O filé dos desafios deve ir para a Mente Secundária e o osso a ser automatizado para a Primária.
  8. Uma vida mais sábia é aquela que estamos o tempo todo nos revisando e nos aperfeiçoando, separando o joio do trigo que temos dentro de nós.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Vamos ao Artigo:

“Os que estão à mercê dos impulsos — os que não têm autocontrole — sofrem de uma deficiência moral.”Goleman.

Continuamos a Bimodalização do livro “Inteligência emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente” de Daniel Goleman.

Este é o segundo artigo.

Goleman segue um padrão que podemos chamar de Livros de Sala ao invés de Livros de Cozinha.

Livros de Sala e de Cozinha

O que seria isso?

Livros de Sala – não são tão preocupados com a escolha de conceitos, visando mais o curto e o médio prazo do que o longo, que visa um público mais amplo e menos especializado;
Livros de Cozinha – mais preocupados com a escolha de conceitos, visando mais o curto e o médio prazo do que o longo, que visa um público mais restrito e mais especializado.

Os conceitos, entretanto, que acabam se tornando mais comuns na sociedade são os do Livro de Sala e não de Cozinha.

O livro que estamos Bimodalizando do Goleman é um livro de Sala.

Quoeficiente da Sabedoria

De cara, como falamos no artigo passado, proponho substituir a ideia de QI (Quoeficiente de Inteligência) ou QE (Quoeficiente Emocional) pelo Quoeficiente da Sabedoria.

Criamos o conceito neste artigo.

O Quoeficiente da Sabedoria abarca tanto nossa capacidade de gerenciamento da nossa mente quanto do nosso corpo, tendo no meio do caminho, o melhor relacionamento com nossas emoções.

A dicotomia QI versus QE me parece estranha, pois não há chance de pensar na inteligência sem emoção e da emoção sem algum tipo de inteligência.

É uma falsa separação.

O que Goleman quer, no fundo, de forma ainda não clara, é melhorar a Sabedoria das pessoas.

Revisão do Conceito das duas Mentes

Como temos dito aqui no desenvolvimento das sugestões do Modo de Vida 2.0 da Bimodais, defendemos a ideia da Bimentalidade.

A Bimentalidade é um conceito abstrato para nos ajudar a entender que temos duas mentes dentro de nós:

Mente Primária – mais automática, onde ficam armazenados nossos traumas e nossas crenças, identidades e os automatismos dos nossos hábitos;
Mente Secundária – mais reflexiva, responsável por revisar nossos traumas e crenças, identidades e os automatismos dos nossos hábitos.

Goleman considera que a Bimentalidade faz sentido, mas tem outra visão da mesma:

“Essas duas mentes, a emocional e a racional, na maior parte do tempo operam em estreita harmonia, entrelaçando seus modos de conhecimento para que nos orientemos no mundo. Em geral, há um equilíbrio entre as mentes emocional e racional, com a emoção alimentando e informando as operações da mente racional, e a mente racional refinando e, às vezes, vetando a entrada das emoções.”

Primeiro, como dissemos, é falsa a dicotomia razão versus emoção.

O Sapiens com a sua consciência e sua capacidade de desenvolver uma Taxa de Sabedoria maior é o curador das duas mentes.

A Mente Primária é armazenadora dos hábitos, que precisam estar o tempo todo sendo revistos.

Uma pessoa com baixa taxa de sabedoria é justamente aquela que é conduzida na vida pela sua Mente Primária e não pela Secundária.

A Mente Secundária não é fria e calculista, é apenas aquela que aprende com os erros e nos ajuda a não nos metermos em roubadas.
Emoções Mais Automáticas e Emoções Mais Revisadas

Note que temos dois tipos de emoções:

Emoções Mais Automáticas – aquelas que nos dominam sem nenhuma revisão e conduzem nossa vida sem nenhum tipo de critério mais amplo ou de longo prazo;
Emoções Mais Revisadas – aquelas que foram revisadas e estão mais coerentes com nossas vidas com critérios mais amplo ou de longo prazo.

Quando se defende, como os Estóicos, uma vida com mais controle das emoções, não está se falando de uma vida sem emoção, mas uma vida com emoções mais bem gerenciadas.

Quem se deixa levar o tempo todo por Emoções Mais Automáticas corre o risco de tomar decisões que terão consequências indesejadas.

A batalha por mais sabedoria nos leva para o seguinte:

O filé dos desafios deve ir para a Mente Secundária e o osso a ser automatizado para a Primária.

O que podemos automatizar ou terceirizar não faz sentido estar na área mais nobre da mente.

Mente Primária Mais Saudável versus Mente Primária Mais Tóxica

Vejamos a diferença:

Mente Primária Mais Saudável é aquela em que os hábitos que temos estão o tempo todo sendo revisados pela Mente Secundária e estão conduzindo a nossa vida com um norte mais coerente;
Mente Primária Mais Tóxica é aquela em que os hábitos que temos NÃO estão o tempo todo sendo revisados pela Mente Secundária e estão conduzindo a nossa vida sem um norte mais coerente.

Goleman, entretanto, além da falsa dicotomia, deixa passar um pouco batido a ideia de que na Mente Primária (que ele chama de emocional) não estão armazenadas apenas as emoções, mas as crenças.

Como vimos nas semanas anteriores, temos na Mente Primária traumas, crenças, identidades e hábitos.

Quando queremos aumentar o nosso Quoeficiente de Sabedoria, precisamos estar, de forma adequada e progressiva, conhecendo e revisando nossos traumas, crenças, identidades e hábitos.

Uma vida mais sábia é aquela que estamos o tempo todo nos revisando e nos aperfeiçoando, separando o joio do trigo que temos dentro de nós.

Quando falamos em Mentes temos agora com a Neurociência, impulsionada pelas tecnologias que nos permitem ver dentro do cérebro, diversas áreas, tais como o Córtex Pré-Frontal, onde estaria a base da Mente Secundária e aqui cabe uma separação.

A missão de um Profissional da Inovação Pessoal Emocional/Mental é aquele que ajuda as pessoas a aumentar o seu Quoeficiente de Sabedoria.

E temos o Profissional da Inovação Pessoal Corporal/Cerebral que vai cuidar e estudar os detalhes internos da nossa mente.

Prefiro, assim, falar de Mente Secundária e não de Córtex Pré-Frontal, pois se torna mais fácil que a pessoa possa usá-lo de maneira mais sábia.

Uma coisa é cuidar de alguém que quer aumentar a sua sabedoria e outra é alguém que bateu com a cabeça no vidro do carro e vai ser operada.

São dois profissionais distintos, que pedem especializações distintas.

Profissional da Inovação Pessoal Corporal especializado em cérebro

Diferente de um Profissional da Inovação Pessoal Corporal com especialização do cérebro, que precisa saber onde fica cada coisa em situações de traumas físicos.

Uma visão geral sobre Mente Primária e Secundária facilita mais a compreensão sem que entremos muito em detalhes sobre as químicas envolvidas ou as partes específicas onde elas se situam.

Ele diz sobre isso:

“O que mais impressiona é que agora podemos ver o cérebro em funcionamento, graças às novas tecnologias que permitem a obtenção de imagens desse órgão.”// “Elas tornaram visível, pela primeira vez na história humana, o que sempre foi um grande mistério: como atua essa intricada quantidade de células enquanto pensamos e sentimos, imaginamos e sonhamos.”

A crise da Psicologia 1.0

“O lugar dos sentimentos na vida mental foi, ao longo dos anos, surpreendentemente desprezado pela pesquisa, fazendo das emoções um continente pouco explorado pela psicologia científica.”

Diria que isso é falso.

Tivemos todo o esforço dos chamados Filósofos Éticos, que procuraram ajudar as pessoas a lidar melhor com suas emoções.

Como dizia Sócrates: “os filósofos são os médicos da alma”.

(Compreenda “médicos da alma” como se fosse um melhor gerenciamento da mente e emoções.)

Assim, o estudo com as ferramentas que se tinha na época sempre foram tema de preocupação dos cientistas da época, que eram os filósofos.

Não é verdade, assim, que as emoções foram negligenciadas na história, foram sim muito pelos Psicólogos 1.0, que não fizeram a devida conexão com os Filósofos Éticos.

Falta a Goleman e aos candidatos a Psicólogos 2.0 a capacidade de passar a usar a Ciência Social 2.0 para entender as idas e vindas civilizacionais, que afetam esse tipo de coisas.

Cientista Social 2.0

Um Cientista Social 2.0 já opera de outra maneira diante da jornada humana:

Já entende o novo Motor da História 2.0 (que vê a relação entre demografia, mídias e macro modelos de sobrevivência);
E tem noção de que temos três momentos dentro do Espiral Civilizacional Progressivo (Renascenças, Crises e Consolidações).

Quando vivemos Crises Civilizacionais, temos o aumento da centralização na sociedade, quando há naturalmente uma queda na Taxa do Quoeficiente de Sabedoria.

Um Psicólogo que quer ajudar a aumentar a Taxa do Quoeficiente de Sabedoria do Sapiens 2.0 irá desempenhar de forma muito melhor o seu papel se já estiver se utilizando da Ciência Social 2.0.

Não é o caso do Goleman.

Fato é que:

Quando temos centralização nos Ambientes de Sobrevivência a conversa sobre um melhor gerenciamento dos sentimentos perdem espaço na sociedade.

A forte demanda do Sapiens 2.0 por Modos de Vida Mais Fortes

Goleman percebe a demanda por projetos de Modos de Vida Mais Fortes ao comentar:

“Dessa perspectiva, observei duas tendências opostas: uma, que retrata a crescente calamidade na vida emocional partilhada pelos indivíduos, e outra, que oferece soluções auspiciosas para esse problema.”

Sim, há muita fumaça e pouco fogo nesse mercado da sabedoria e nosso objetivo, como o dele também, é o de oferecer algo mais consistente.

Nessa linha ele diz:

“O que podemos mudar para ajudar nossos filhos a se sentirem melhor?”.

De pronto eu digo, Modos de Vida 2.0, que permitam dentro deste novo cenário aumentar o Quoeficiente de Sabedoria do Sapiens 2.0.

Ele retruca:

“Se há um remédio, acho que ele consiste na preparação de nossos jovens para a vida.”

Precisamos disseminar na sociedade Modos de Vidas Mais Fortes!

Modos de Vida Mais Forte é justamente o aumento do Quoeficiente da Sabedoria.

Ele pergunta:

“Que fatores entram em jogo, por exemplo, quando pessoas de alto QI malogram e aquelas com um QI modesto se saem surpreendentemente bem? Eu diria que o que faz a diferença são aptidões aqui chamadas de inteligência emocional, as quais incluem autocontrole, zelo e persistência, e a capacidade de automotivação.”

Taxas de Sabedoria maiores, que potencializam as Singularidades das pessoas tenham elas maiores ou menores QIs.

Diria mais.

Pessoas que têm uma Taxa de Abstração maior (que no passado podem ter sido chamados de mais QI) são justamente aquelas que precisam gerenciar ainda mais as suas vidas.

O livro de 2025: Modo de Vida 2.0 para Disruptores

Por isso, pretendo no ano que vem, em 2025, desenvolver o estudo do Modo de Vida 2.0 para Disruptores.

Educação para o Sapiens 2.0

Ele alerta:

“Atualmente, deixamos a educação emocional de nossos filhos ao acaso, com consequências cada vez mais desastrosas.”

Isso não é verdade.

Toda a Educação tem um viés emocional.

O formato verticalizado da educação atual está influenciando emocionalmente as crianças.

As crianças estão sendo educadas hoje dentro do Ambiente Educacional 1.0 para viverem na Civilização 1.0 (Gestora), no qual terão um chefe que as dirá como e para onde devem ir.

O problema hoje é que há um gigantesco abismo entre o Ambiente Educacional 1.0 (Gestor) e o Ambiente da Civilização 2.0 (Curador).

As crianças estão sendo educadas para viver num mundo que está se acabando!

Porém, elas estão recebendo uma educação emocional.

Estão todos os dias aprendendo emocionalmente a respeitar um líder mais vertical (o professor), que tem o poder de dizer para elas se elas vão passar de ano.

É falso o que diz Goleman: “deixamos a educação emocional de nossos filhos ao acaso.”

Ela está sendo feita de forma a preparar os jovens a viver num mundo mais centralizado e não no novo mundo mais descentralizado.

Fato é que:

Os Modos de Vida 1.0 se tornaram obsoletos não só pela centralização que sofreram no último século, mas pela própria demanda do novo Sapiens 2.0.

O Sapiens 2.0 para viver num ambiente mais descentralizado precisa, urgente, de um Quoeficiente de Sabedoria maior.

Precisamos na Educação 2.0:

Entender o cenário atual e futuro, apoiados na Ciência Social 2.0;
Preparar os jovens para aumentar a sua Taxa de Responsabilização;
E, para isso, precisamos gerar um forte incentivo ao aumento do Quoeficiente de Sabedoria.

Não chamaria, assim, de “educação emocional”, diria que a Educação 2.0 precisa preparar os jovens para serem mais filtradores.

O Sapiens 2.0 precisa saber filtrar muito mais do que o 1.0, pois tem muito mais informações e escolhas na sua vida.

A principal ferramenta de filtragem inventada pelo Sapiens, desde que saímos das cavernas, é a velha e conhecida Sabedoria!

A Educação para o aumento do Quoeficiente da Sabedoria envolve um intenso e progressivo trabalho individual.

O Sapiens 2.0 precisa cada vez mais Aumentar a sua Autoconsciência para gerenciar os vários Eus dentro dela, a saber:

Os vários Eus do corpo;
Os vários Eus das duas mentes;
Para gerenciar as diferentes emoções nos seus vários contextos.

Ele defende, dentro da visão dele, algo que nós também abraçamos:

“Quero encorajar uma maior democratização desse tipo de desenvolvimento de habilidades humanas.”

Papo de Genética: Disruptivos e Incrementais

Diz ele:

“Nosso destino é, em grande parte, determinado pela aptidão intelectual recebida geneticamente.”// “Essas aptidões, como vamos ver, podem ser ensinadas às crianças, na medida em que lhes proporcionam a oportunidade de lançar mão de qualquer que seja o potencial intelectual que lhes tenha sido legado pela loteria genética.”

Sim e isso vem se tornando mais claro agora.

Podemos concluir sobre as influências genéticas nas nossas vidas:

Fazem parte das nossas crenças, identidades e hábitos;
Podem ser mais bem trabalhadas e alteradas, se conhecidas e criarmos formas de potencializá-las e, se necessário, alterá-las com clareza e determinação.

Goleman fala muito do vieses genético e destaca os seguintes citando Jerome Kagan:

“Ele afirma que existem pelo menos quatro tipos de temperamento — tímido, ousado, otimista e melancólico”.

Não tem muita lógica nestes vieses.

Dou desconto por ser um livro antigo.

Mas note que todo o viés genético faz um contraponto com outro:

Uma pessoa mais tímida ou introvertida, tem o seu oposto que é uma pessoa mais audaciosa e extrovertida.
Temos ainda uma pessoa com tendência mais otimista ou mais alegre e outra mais pessimista e mais triste.

Temos tendências e funções para cada um destes perfis.

Os mais tímidos e introvertidos tenderão a se relacionar menos com pessoas e poderão ocupar determinadas funções na sociedade, diferente dos mais audaciosos e extrovertidos.

Há, como vimos em outros autores, uma relação dos perfis genéticos com a sobrevivência.

A pessoa tem um viés genético que a habilita a realizar determinada função e o que ela precisa é identificá-lo para desenvolvê-lo.

Descubra os seus Potenciais Genéticos e já terá uma boa pista para que possa desenvolver uma vida mais significativa.

Dentro da conversa sobre Inovação Pessoal, entretanto, descobrimos dois vieses genéticos relevantes para a caminhada do Sapiens: o incremental e o disruptivo.

Como temos duas mentes (Primária e a Secundária) o diferencial, do ponto de vista da inovação, é a capacidade que temos de poder revisar a Mente Primária.

Vejamos a regra:

Quanto mais olhamos para a Mente Primária com distância, maior é a capacidade de poder alterá-la – o que favorece mais a inovação;
Quanto mais não conseguimos olhar para a Mente Primária com distância, menor é a capacidade de poder alterá-la – o que atrapalha mais a inovação.

Pessoas mais disruptivas são aquelas, assim, que conseguem se distanciar mais da sua Mente Primária!

O diferencial entre duas pessoas – uma mais disruptiva e uma menos -, portanto, está na sua capacidade de abstração:

Incrementais – têm uma Taxa de Abstração menor, por causa disso, acreditam mais na sua Mente Primária, não conseguem vê-la mais de fora e desconfiar do que está lá. Acreditam mais que a sua identidade e a Mente Primária são mais próximas;
Disruptivos – têm uma Taxa de Abstração maior, por causa disso, acreditam menos na sua Mente Primária, conseguem vê-la mais de fora e desconfiar do que está lá. Desconfiam mais da sua identidade e do que está mais armazenado na Mente Primária.

Ele diz:

“Enquanto a inteligência emocional determina nosso potencial para aprender os fundamentos do autodomínio e afins, nossa competência emocional mostra o quanto desse potencial dominamos de maneira que ele se traduza em capacidades profissionais.”

Ou seja:

Uma coisa é a semente (o potencial genético entre outros), a outra é a capacidade que temos de cuidar do jardim (a sabedoria para que ele possa florescer cada vez mais).

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

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Por aqui:
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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

O texto do Nepô apresenta sua Metodologia de Leitura, que envolve ler no Kindle da Amazon, marcar trechos do livro com quatro cores diferentes e comentar esses trechos em quatro dias da semana. As novidades incluem uma definição mais clara das cores usadas (Azul para Reforço, Amarelo para Crítica, Rosa para Novidade e Laranja para Frases e Objetivo do Livro) e o salvamento de quatro arquivos distintos no Kindle para comentários separados. Além disso, Nepô menciona uma nova forma de criar Mapas Mentais para agilizar o processo e focar mais no texto.

 

O texto de Nepô aborda a obra “Inteligência Emocional” de Daniel Goleman, destacando a importância das emoções na vida humana e criticando as abordagens tradicionais da psicologia que priorizam a inteligência cognitiva sobre a emocional. Nepô defende uma nova abordagem, a Ciência Social 2.0, focada na inovação e na adaptação às demandas do Sapiens 2.0. Nepô propõe substituir a dicotomia entre razão e emoção pela noção de sabedoria, que abrange o gerenciamento equilibrado do corpo, mente e emoções para uma vida mais adequada.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens 2.0 precisa urgente adotar um Modo de Vida, que lhe dê base para poder lidar com mais sabedoria diante do exponencial aumento das escolhas e da informação disponível.
  2. Não é possível entender o “onde estamos e para onde vamos?” sem que possamos entender a atual Revolução da Sobrevivência 2.0 no Pós-Digital!
  3. Desenvolver a Sabedoria não é não ter emoções, mas aprender a gerenciá-las sempre na direção de uma vida menos para uma mais adequada.
  4. Uma vida mais sábia é aquela que tomamos decisões com uma Taxa de Química Emocional adequada a cada situação.
  5. Coloque a sua mente mais criativa sempre no filé e procure formas, também criativas, de automatizar ou terceirizar o osso.
  6. O Sapiens 1.0 foi massacrado pelo incentivo a um Individualismo Tóxico, massificado, voltado para coisas e preocupado com a visão de fora para dentro e não de dentro para fora!
  7. Sabedoria é uma ferramenta humana que gerencia nossa capacidade de lidar com nosso corpo, mente e emoções.
  8. Goleman é defensor de um Sapiens que controla melhor suas emoções (isso é ótimo), mas, como aquela figura dos cegos e do elefante, ele apalpa o rabo, mas não consegue ver o bicho por inteiro.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Vamos ao Artigo:

“Qualquer um pode zangar-se – isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa – não é fácil.”Aristóteles.

Iniciamos a Bimodalização do livro “Inteligência emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente” de Daniel Goleman.

Este é o primeiro artigo.

Primeiro parênteses.

Novidades na Metodologia de Leitura

Já faz tempo que eu tenho na minha Metodologia de Leitura:

Sempre lendo pelo Kindle da Amazon;
Marcando trechos do livro sobre aquilo que quero comentar depois nas quatro cores existentes;
Comentando os trechos durante quatro dias da semana.

O que trago de novidade neste artigo?

A definição mais clara das quatro cores Azul (Reforço), Amarelo (Crítica), Rosa (Novidade) e Laranja (Frases e Objetivo do Livro definido pelo autor);
E o salvamento no Kindle de quatro arquivos e não apenas mais um – o que me dá a possibilidade de comentar cada um em separado.

Segundo Parênteses.

Novidades no Mapa Mental

Passei também a utilizar uma nova forma de criar os Mapas Mentais Corriqueiros do artigo para agilizar o processo e me concentrar mais tempo no texto e menos nos mapas.

Frase boa sobre Facilitismo

Estou aqui praticando o Facilitismo, que tem como máxima: coloque a sua mente mais criativa sempre no filé e procure formas, também criativas, de automatizar ou terceirizar o osso.

Entremos no texto.

O livro de Goleman – um clássico escrito em 1995 – entra na Bibliografia Básica pelo tanto que nos ajuda a entender o aspecto e a importância das emoções para uma vida melhor do Sapiens.

Goleman é um dos autores Renascentistas da Inovação Pessoal, que defende:

A importância de nos preocuparmos com as emoções para melhorar nossa qualidade de vida;
Questiona com ênfase às abordagens tradicionais da Psicologia, mais pósventistas do que preventistas;
E em especial a ênfase que é dada na Inteligência (que ele chama de acadêmica ou operacional) e não se destacando a emocional.

Goleman opta por um estilo bem americano de escrita, que inicia todos os capítulos com uma história e depois detalha pesquisas feitas para nos explicar e sugerir formas melhores de lidar com os problemas apresentados.

Os limites da Ciência Social 1.0

O problema de Goleman e de todos os outros autores renascentistas que temos trabalhado são os seguintes:

Todos estão dentro dos Paradigmas Estruturais da Ciência Social 1.0;
Não se consegue dentro da Ciência Social 1.0 enxergar a atual passagem entre duas Civilização (da 1.0 para a 2.0);
Não se entende, por causa disso, as principais e novas demanda do Sapiens 2.0;
Se opera dentro dos limites das Ciências Sociais 1.0;
Por causa disso, se vê uma parte e menos o todo de onde estamos e para onde vamos e o que podemos fazer melhor para ajudar ao Sapiens 2.0.

Diz ele:

“Entre meados de 1970 e meados de 1980, os indicadores de bem-estar entre crianças americanas sofreram um declínio.” // “o tempo “livre” se tornou estruturado e organizado demais. Afinal, a inteligência emocional sempre foi tradicionalmente transmitida nos momentos da vida cotidiana — com os pais e os parentes, e na desordem das brincadeiras livres — que os jovens estão perdendo.”

Por que isso?

Ele diagnostica, mas não explica.

Na nossa visão, o aumento populacional e a massificação das mídias eletrônicas – mais centralizadas – colaboraram para uma crise civilizacional, que tem se estendido até os dias de hoje.

Tivemos o aumento das grandes cidades, crianças que brincavam na rua e aprendiam com outras crianças as malandragens da vida, ficaram, cada vez mais, presas diante da televisão.

Agora, com a chegada da Internet, sem que tenhamos um esforço grande para quebrar o vício nos celulares, o processo continua.

É preciso um grande esforço para criar o novo Modo de Vida 2.0.

Começamos a ter uma saída melhor da Crise Civilizacional 1.0, da seguinte maneira, com a chegada do Digital e da Curadoria:

Novas Alternativas de Fontes de Informação para questionar os Paradigmas Mais Mainstream;
Novas propostas de Modo de Vida Mais Personalizados;
Início das experiências de disseminação destes Modos de Vida Mais Personalizados.

Hoje, com o Digital o Sapiens 2.0 tem mais escolhas e, por causa disso, precisa aumentar a sua Taxa de Responsabilização.

Essa visão mais Macro do atual contexto civilizacional é algo vital para que possamos traçar as estratégias futuras em TODAS as Ciências Sociais, onde se inclui, no caso do Goleman, a Psicologia.

Não é possível entender o “onde estamos e para onde vamos?” sem que possamos entender a atual Revolução da Sobrevivência 2.0 no Pós-Digital!

Por isso, sugiro que tenhamos que dar uma boa rearrumada na Ciência Social na seguinte direção:

Substituir a Ciência Social por Ciência da Inovação ou, se preferirem, Ciência Social 2.0 (com foco na inovação);
Incorporar na Ciência Social 2.0 o tripé do novo Motor da História 2.0 (demografia, novas mídias e novo modelo de sobrevivência) para entender o contexto;
Só depois destes novos Paradigmas voltarmos para as Ciências Sociais Específicas (onde estão a educação e a Psicologia, por exemplo).

Novo Conceito: Individualismo Saudável versus o Tóxico

Diz Goleman:

“Nos países desenvolvidos, a tendência é para um individualismo exacerbado, o que acarreta, consequentemente, uma competitividade cada vez maior.”

Não, Goleman, o problema não é um Individualismo exacerbado, mas um Individualismo Tóxico, um Individualismo Massificado e Não Singularizado – um Individualismo Saudável!

Vejamos a diferença:

Individualismo Saudável – voltado para o desenvolvimento do seu potencial singular, empreendedor, endógeno;
Individualismo Tóxico – sem o desenvolvimento do seu potencial singular, manipulador, exógeno.

O Sapiens 1.0 foi massacrado pelo incentivo a um Individualismo Tóxico, massificado, voltado para coisas e preocupado com a visão de fora para dentro e não de dentro para fora!

Consolidação do conceito Modo de Vida

Todo o esforço renascentista de criar o Modo de Vida 2.0, que estamos assistindo no início da Civilização 2.0 nos leva para a seguinte direção:

Mais Singularização;
Mais Endogenia (visão de dentro para fora e não de fora para dentro);
Melhor gerenciamento dos nossos diferentes Eus (Mentais, Emocionais e Corporais).

Ele diz:

“Essa visão de mundo traz consigo o isolamento e a deterioração das relações sociais.”

Qual visão do mundo?

Repare que é inócuo questionar o Individualismo Tóxico sem sabermos a causa de sua existência e nem as saídas saudáveis e sustentáveis que temos para colocar o Individualismo Saudável no lugar.

Goleman é defensor de um Sapiens que controla melhor suas emoções (isso é ótimo), mas, como aquela figura dos cegos e do elefante, ele apalpa o rabo, mas não consegue ver o elefante inteiro.

O Sapiens 2.0 precisa urgente adotar um Modo de Vida, que lhe dê base para poder lidar com mais sabedoria diante do exponencial aumento das escolhas e da informação disponível.

Em síntese, Goleman como argumento principal é um questionador:

Da visão de que uma pessoa inteligente é aquela que tem potencial cognitivo para exercer um tipo de tarefa;
Ele aposta que todo o potencial humano só pode ser melhor desenvolvido, se houver um grande esforço do gerenciamento das emoções.

Diz ele sobre isso:

“Nos níveis mais altos, os modelos de competência para liderança consistem geralmente em algo em torno de 80% a 100% de habilidades do tipo QE.” // “Identificam seus principais líderes, descobriremos que os indicadores de QI e aptidões técnicas caem para o final da lista quanto mais alto for o cargo. (O QI e as aptidões técnicas são fortes indicadores de excelência em empregos menos qualificados.)”

Vício Dialógico: não usem Inteligência Emocional optem por Sabedoria!

Aqui, entretanto, temos um Vício Dialógico de Dicotomia Inadequada.

Inteligência Emocional faz sucesso? Faz.

Mas ela se contrapõe a que tipo de outra inteligência? A operacional?

Quando Goleman critica o QI (Quoeficiente de Inteligência), sugerindo o QE (Quoeficiente Emocional), a coisa não faz sentido.

Diria que o que estamos falando não é de Inteligência, mas de Sabedoria.

Sabedoria é uma ferramenta humana que gerencia nossa capacidade de lidar com nosso corpo, mente e emoções.

O que Goleman defende, mas não se expressa bem, é o aumento da Taxa de Sabedoria do Sapiens no gerenciamento da sua vida.

Eu, na procura de aumentar a minha Taxa de Sabedoria, preciso:

Aprender e procurar desenvolver os meus potenciais;
Gerenciar melhor meu corpo e minha mente;
E, dentro dos contextos que vivo, as emoções que vão surgindo e precisam ser gerenciadas.

Diga não a falsa dicotomia emoção versus razão!

Temos um problema aqui – e Goleman é um reprodutor do mesmo – da falsa dicotomia entre razão e emoção.

Diz ele:

“Como sabemos por experiência própria, quando se trata de moldar nossas decisões e ações, a emoção pesa tanto — e às vezes muito mais — quanto a razão.”

Temos optado por questionar sempre o conceito de razão e trocá-lo por reflexão.

Por quê?

A falsa dicotomia razão versus emoção nos leva a uma confusão de que existe razão pura, ou razão desemocionada.

Isso é impossível!

O Sapiens está inundado de químicas emocionais e não existe a possibilidade de decidirmos algo com química zero.

Uma vida mais sábia é aquela que tomamos decisões com uma Taxa de Química Emocional adequada a cada situação.

Como nos ensina Aristóteles na sua maravilhosa frase, que abre o artigo:

“Qualquer um pode zangar-se – isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa – não é fácil.”

Desenvolver a Sabedoria não é não ter emoções, mas aprender a gerenciá-las sempre na direção de uma vida menos para uma mais adequada.

E nisso há concordância com o Goleman, quando ele diz:

“Aspectos fundamentais do QE — autoconsciência, autocontrole, consciência social e a habilidade de gerenciar relacionamentos — se traduzem em sucesso profissional.”

Na frase acima, troque QE por Taxa de Sabedoria.

Diz ele:

“Porém o QI cai por terra quando a questão é prognosticar quem, em meio a um grupo talentoso de candidatos dentro de uma profissão intelectualmente exigente, será o melhor líder.”

Diria que o que faz diferença na vida das pessoas é a capacidade que temos de aumentar a nossa Taxa de Sabedoria. Como?

Procurar progressivamente os nossos talentos para colocá-los na vida de forma sustentável;
E gerenciar cada vez melhor nosso corpo, nossa mente e, por consequência, nossas emoções.

Ele aposta:

“Finalmente, imagino um dia em que a inteligência emocional será tão amplamente compreendida que não será preciso mais discuti-la, pois ela já terá se fundido às nossas vidas.”

Aqui temos o reforço do que ficou mais claro na semana passada.

Papo Ikigai

Quando vemos uma vila no Japão que tem o Ikigai como um Modo de Vida, fica claro do que estamos falando.

O Ikigai é um Modo de Vida, que é baseado em sugestões de Sabedoria Mais Fortes e por isso:

Gera tanto um aumento na Taxa de Felicidade;
Como um aumento na Taxa de longevidade.

Porém, aquelas vilas japonesas que abraçaram o Modo de Vida Ikigai, até o momento, não tiveram:

Variação Demográfica;
Variação Midiática;
O que permitiu a continuidade da difusão do Modo de Vida.

O que falta a Goleman – e aos psicólogos renascentistas – é compreender que a Taxa de Qualidade do Modo de Vida do Sapiens tem variações no tempo da seguinte maneira:

Centralização dos Ambientes de Sobrevivência por qualquer motivo;
Aumentos populacionais, que nos levam, no primeiro momento, ao aumento da Centralização dos Ambientes de Sobrevivência até que possamos criar e massificar mídias descentralizadoras.

No passado, já tivemos o aumento da Taxa da Sabedoria, como temos em regiões isoladas.

O que precisamos agora é produzir um esforço para dentro do atual cenário da Civilização 2.0, com oito bilhões de Sapiens (e aumentando) de sair de e ir para:

Sair e questionar o Modo de Vida 1.0 mais pasteurizador, exógeno, coisitivista e instagrante;
Para a difusão do Modo de Vida 2.0, mais singularizador, endógeno, sensibilista e empreendedor.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

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Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

Resumo feito por um Chatbox:

O texto de Nepô aborda a influência do estoicismo na percepção de duas camadas de Propostas Existenciais na sociedade: o Modo de Vida consolidado e as Novas Propostas Existenciais que questionam o antigo. Os Modos de Vida Vigentes são moldados pelo ambiente midiático, aumento populacional, tradições culturais e fatores genéticos. A crise do Modo de Vida 1.0 surge da centralização midiática, resultando em modos de vida massificadores. A evolução para o Sapiens 2.0 demanda um novo Modo de Vida 2.0, caracterizado por menos massificação, coisificação e exogenia, e mais singularização, sensibilização e endogenia. A sociedade está num processo de Responsabilização Progressiva, e a inovação é essencial. Nepô destaca a importância da sabedoria, inovação pessoal e a comparação entre vidas virtuosas e menos virtuosas, sublinhando a necessidade de um enfoque preventivo e pósventivo na Psicologia 2.0. O texto conclui com lições estoicas para viver com mais virtudes e menos vícios, enfatizando a necessidade de coerência e autoconhecimento.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens 2.0 não pode, de forma alguma, viver dentro dos parâmetros do Modo de Vida 1.0!
  2. A Pré-Psicologia nasceu com os filósofos éticos.
  3. Quando temos centralização em qualquer ambiente da sociedade, há uma tendência ao aumento de um Modo de Vida Mais Exógeno, Coisitivista e Massificador.
  4. Tenha um Caderninho para conversar com você mesmo, Epicteto já sugere isso há séculos!
  5. Temos o urgente e obrigatório desenvolvimento de um Modo de Vida mais compatível com o novo Patamar de Responsabilização 2.0.
  6. A Psicologia 2.0 (nome de sala para a Inovação Pessoal Emocional) tem como norte a popularização não só da prevenção como também da pósvenção, contando com o apoio das IAs Curadoras.
  7. Quem não tem foco em um problema, não consegue desenvolver uma narrativa e, sem narrativa e foco no problema, toda a leitura tende à dispersão.
  8. Tenha Padrinhos Fortes: quem começa do zero é cronômetro!

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Os estóicos nos deixam o seguinte legado: o que é “bom” para nós é a realização de nosso potencial, ou a perfeição.“de nossa natureza.”Robertson.

Vamos fazer um resumo da semana Bimodal 11.5.3.

A leitura do livro “Estoicismo e a arte da felicidade” de Donald Robertson, apesar de muito repetitivo, foi bastante produtiva.

O ponto alto da semana, com a leitura dos Estóicos, foi a perceção de que temos duas camadas das Propostas Existenciais na sociedade:

Modo de Vida – bem consolidada e que passam a ser disseminadas naturalmente e sem questionamentos pelas famílias, como é o caso do Ikigai;
Novas Propostas Existenciais – que questionam o Modo de Vida atual e propõe, na verdade, um novo Modo de Vida, melhor do que o aterior e mais adaptado às novas demandas.

Os Modos de Vida Vigentes são influenciados por:

Pelo Ambiente Midiático;
Pelo aumento populacional recente;
Pelas tradições culturais, que envolvem religião, ideologias políticas e particularidades regionais e vieses genéticos que passam a ser mais disseminados.

A Crise do Modo de Vida 1.0 tem as seguintes causas:

Exponencial aumento populacional;
Longo tempo de uma mídia eletrônica muito verticalizada;
E, em função dos fatores acima, disseminação na sociedade de Modos de Vidas Mais Exógenos, Coisitivistas e Massificadores.

Podemos apontar a seguinte regra na sociedade:

Quando temos centralização em qualquer ambiente da sociedade, há uma tendência ao aumento de um Modo de Vida Mais Exógeno, Coisitivista e Massificador;
Quando temos descentralização em qualquer ambiente da sociedade, há uma tendência ao aumento de um Modo de Vida Mais Endógeno, Sensibilista e Singularizador.

Fato é que o Sapiens vive o processo de Responsabilização Progressiva.

Ao olharmos a Macro História, percebemos que a única forma sustentável de lidar com mais complexidade é aumentar a responsabilização de cada Sapiens.

O Sapiens 2.0 não pode, de forma alguma, viver dentro dos parâmetros do Modo de Vida 1.0!

Pior.

O Modo de Vida 1.0 foi muito piorado depois que tivemos décadas de mídia centralizada que aguçou a Exogenia, o Coisitivismo e a Massificação.

As principais características dos movimentos de Renascença Civilizacional, que estamos vivendo agora, se opõe a estes: Endogenia, Sensibilismo e Singularização.

Temos o urgente e obrigatório desenvolvimento de um Modo de Vida mais compatível com o novo Patamar de Responsabilização 2.0.

A Responsabilização 2.0 nos aponta para as seguinte tendências:

Menos Massificação e mais Singularização;
Menos Coisificação e mais Sensibilização;
Menos Exogenia e mais Endogenia.

Temos ativo e de forma emergente sendo disseminado na sociedade o novo Modo de Vida 2.0, que se torna possível pela chegada da nova mídia mais descentralizadora.

São sintomas visíveis e exponenciais da Renascença Civilizacional, que apontam na direção da Responsabilização 2.0:

Resgate das éticas filosóficas do passado, do tipo Ikigai, Estóicos, Socráticos, Aristotélicos, entre outros;
O Boom do papo sobre felicidade, propósito, bem viver;
O surgimento das diferentes Psicologias Renascentistas, que aposta na prevenção, tais como TCC, TREC e Positiva.

Destaco ainda na semana.

Os novos profissionais:

A ideia do desenvolvimento da Inovação Pessoal como referência para o desenvolvimento das Propostas Existenciais para o novo Modo de Vida 2.0;
A divisão da Inovação Pessoal em duas linhas: PIPCs (Profissionais de Inovação Pessoal do Corpo) e PIPEs (Profissionais de Inovação Pessoal das Emoções e da Mente).

A visão de que o Estoicismo tem dois lados:

No nome, a defesa de um Projeto Existencial voltado para a sociedade e não para um centro voltado para ele mesmo;
Na proposta, voltada para a singularidade das pessoas, na procura da excelência, conforme a natureza de cada um, com diversas sugestões de atitudes mais proativas e menos reativas.

A escolha da frase de Heráclito (agradeço ao Fábio Mendes) como referência principal para a Ciência da Inovação, na sua maravilhosa frase:

“Ninguém entra em um mesmo rio uma segunda vez, pois quando isso acontece já não se é o mesmo, assim como as águas que já serão outras.”

Ou seja.

Nem a sociedade pode ser vista parada e sem movimento e nem a vida de cada pessoa. Tudo está em processo de mudança e, por causa disso, a inovação se torna obrigatória.

Falamos de sabedoria.

Viver com mais sabedoria é usar o nosso potencial único e singular com mais adequação.

É preciso Sabientizar-se!

Com isso ocorre?

Temos dentro de nós vários Eus, que inclui nosso corpo, mente, emoções e reflexões sobre tudo isso.

Temos um Eu Gerenciador que cuida de tudo isso.

O Eu Gerenciador precisa passar o tempo todo desenvolvendo a sua consciência, capacidade de gerenciar a “equipe” dentro dos diferentes contextos.

Por fim, tivemos o desenvolvimento inédito, que será bem útil para o nosso projeto, de um comparativo de uma Vida Mais Virtuosa e de uma Menos, em formato de tabela, eis aqui a última versão da mesma:

Tabela Comparativa entre uma Vida Mais Virtuosa
e uma Vida Menos Virtuosa
Vida Menos Virtuosa
Vida Mais Virtuosa
Pensamento mais no curto
do que no longo prazo;
Pensamento mais no longo
do que no curto prazo;
Mais afetada pelos Contextos Conjunturais;
Menos afetada pelos Contextos Conjunturais;
Menor controle sobre as reações emocionais diante de situações estressantes;
Maior controle sobre as reações emocionais diante de situações estressantes;
Mais guiada pela Mente Primária do que pela Secundária;
Mais guiada pela Mente Secundária do que pela Primária;
Preocupação pequena ou nenhuma de deixar Legados e desenvolver seu Potencial Singular;
Preocupação maior ou grande de deixar Legados e desenvolver seu Potencial Singular;
Baixa Taxa de BOMTRC
(Bom humor, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade) ao longo do tempo;
Alta Taxa de BOMTRC
(Bom humor, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade) ao longo do tempo;
Tendência ao Vitimismo
e à Reclamação;
Tendência ao Ativismo
e à Superação;
Mente mais direcionada para a Zona de Preocupação do que a de Atuação;
Mente mais direcionada para a Zona de Atuação do que a de Preocupação.

 

 

 

A tabela (Vida Mais Virtuosa ou Menos) é uma boa referência para fazer um diagnóstico, tal como um formulário, para saber a quantas anda a qualidade de vida de cada pessoa.

Outro ponto relevante da semana foi o reforço da ideia de que a Psicologia não nasceu com Freud e amigos.

A Pré-Psicologia nasceu com os filósofos éticos.

O que se fez na Psicologia foi o foco em problemas emocionais mais graves e agudos, mas, infelizmente, deixando de lado, em parte ou totalmente, o lado preventivo.

Esta é a principal crítica dos Psicólogos 2.0.

A Psicologia 2.0 (nome de sala para a Inovação Pessoal Emocional) tem como norte a popularização não só da prevenção como também da pósvenção, contando com o apoio das IAs Curadoras.

Estabelecemos ainda uma relação das escolhas dos problemas que queremos ajudar a sociedade com a qualidade de leitura.

Quem não tem foco em um problema, não consegue desenvolver uma narrativa e, sem narrativa e foco no problema, toda a leitura tende à dispersão.

Reforçamos as nossas três camadas na proposta de Modo de Vida 2.0 da Bimodais:

Visão Forte – da civilização, do sapiens, da felicidade e dos nossos potenciais singulares;
Atitudes Fortes – para que possamos potencializar, ao máximo, nossa capacidade mental;
Métricas Fortes – para saber se estamos indo bem ou mal na nossa jornada de vida.

No artigo final da semana, fizemos um apanhado geral. E destacamos como relevante na mensagem Estóica:

Foque no que pode atuar e deixe o que não pode, gastando energia mental à toa;
Tenha mais virtudes e menos vícios;
Problemas não são para ser evitados, mas para serem transformados em limonadas;
Não procure ajudar quem não quer ajuda ou que você não consegue ajudar;
Saiba perdoar, mas isso não significa continuar próximo de quem te faz mal (avalie a cada caso);
Tenha Padrinhos Fortes: quem começa do zero é cronômetro!
Pratique o Otimismo Saudável, não ignorando os piores cenários, para que não seja surpreendido por ele e possa lidar melhor com cada situação de stress;
Tenha um Caderninho para conversar com você mesmo, Epicteto já sugere isso há séculos!
Não seja incoerente: se quer disseminar guias de felicidade, coloque-os na sua vida!

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

Quer doar e ganhar quatro aulas de aula gravada?

Por aqui:
https://chk.eduzz.com/2358389

Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

Texto do Nepô: Continuemos a bimodalização do livro “Estoicismo e a arte da felicidade” de Donald Robertson. Este é o quarto e último artigo. Robertson poderia ter sido mais conciso, mas seu objetivo foi trazer o Estoicismo para melhorar a vida moderna, aplicando-o com foco na prevenção de distúrbios emocionais através de paradigmas e atitudes que promovem uma vida melhor. A distinção estóica entre o que podemos controlar e o que não podemos é fundamental para viver bem, destacando a importância de focar na Zona de Atuação ao invés da Zona de Preocupação. Robertson reforça que aceitar o que não podemos mudar e agir sobre o que podemos é crucial para uma vida saudável e emocionalmente equilibrada.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. É fundamental em uma vida mais saudável que consigamos estar mais na Zona de Atuação do que na da Preocupação.
  2. A Zona de Preocupação é uma espécie de fuga da realidade, na qual colocamos nossa mente para pensar naquilo que ABSOLUTAMENTE não podemos agir.
  3. Os estóicos, aliás, criaram essa dicotomia de uma vida mais saudável: Mais Virtudes e Menos Vícios.
  4. Viver é a arte de estar o tempo todo transformando os limões da vida em limonada!
  5. Quando temos Projetos Existenciais Mais Fracos colocamos no outro a referência de que estamos bem e não em nós mesmos.
  6. Não podemos mudar tudo que está à nossa volta e podemos alguma coisa. Se todo mundo se preocupasse com essa alguma coisa, o mundo estaria bem melhor.
  7. Se você não escolhe Padrinhos Fortes tem problemas na sua jornada mais saudável. Se não escolher nenhum Padrinho, ela não se inicia.
  8. Se você dissemina um guia de felicidade, tem que ser o primeiro usuário de tudo que está sugerindo dentro dele.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Concentre-se no que você pode controlar e aceite o que não pode. Escolha sabiamente suas preocupações.”Plutarco.

Continuemos a Bimodalização do livro “Estoicismo e a arte da felicidade” de Donald Robertson.

Este é o quarto e último artigo.

Como disse no início Robertson poderia ter sido mais conciso no seu livro.

Seu objetivo, porém, foi:

Trazer o Estoicismo (uma proposta Ética) para se ter uma vida melhor e aplicá-la nos dias atuais.

Ele um psicólogo que abraçou a Terapia Cognitiva Comportamental é mais um que acredita na importância da Prevenção para evitar que mais e mais pessoas tenham distúrbios emocionais.

Dentro da prevenção, temos uma série de sugestões de Paradigmas (formas de pensar e agir) sobre nossa vida na direção de uma vida melhor.

Destaco como muito relevante a colaboração Estóica na questão da Alienação Saudável em relação a tudo na vida.

Diz Robertson:

“A escola de Epicteto fez do tema central de toda a sua filosofia a doutrina de que devemos distinguir muito cuidadosamente o que “é nosso encargo”, ou está sob nosso poder, e o que não depende de nós. Isso porque o principal bem da vida está diretamente situado dentro da esfera de nosso controle, em nossas próprias ações e julgamentos, e tudo o mais é classificado como “indiferente” no que diz respeito a viver uma boa vida.”

E aqui temos algo que marcou no tempo e tem sido usado, desde os grupos de mútuo ajuda, tipo Alcoólicos Anônimos (AA) e autores importantes tal como Stephen Covey – conhecido pelo seu livro “Os sete hábitos de uma pessoa eficaz” (que consta da nossa Bibliografia Básica.

Covey fez uma distinção entre a Zona de Preocupação e a Zona de Atuação.

Zona de Preocupação e Zona de Atuação

Vejamos a regra na comparação de virtuosidade e as zonas que cada um ocupa:

Numa Vida Mais Virtuosa, concentramos nossa energia na Zona de Atuação e deixamos de lado a da Preocupação;
Numa Vida Menos Virtuosa, concentramos nossa energia na Zona de Preocupação e deixamos de lado a da Atuação.

Isso, aliás, é um dos sintomas para se avaliar a saúde emocional de alguém.

Quem passa o tempo todo preocupado com o que não pode controlar, tende a estar com mais problemas.

Diz ele, citando Plutarco:

“Concentre-se no que você pode controlar e aceite o que não pode. Escolha sabiamente suas preocupações.” – Plutarco.

É fundamental em uma vida mais saudável que consigamos estar mais na Zona de Atuação do que na da Preocupação.

Pessoas que estão o tempo todo na Zona de Preocupação são aquelas que estão com mais dificuldade de resolver os problemas que as afligem.

A Zona de Preocupação é uma espécie de fuga da realidade, na qual colocamos nossa mente para pensar naquilo que ABSOLUTAMENTE não podemos agir.

Diz ele:

“Essa dicotomia fundamental entre o que “é nosso encargo” e o que não é foi descrita como o princípio “soberano” e mais característico dos estóicos.”

Dentro do nosso Projeto Existencial Bimodal temos as sugestões das Atitudes Estruturantes. Nela, a preocupação com se ligar no que podemos mudar, é o Foquismo.

No Foquismo temos a sugestão de sair e evitar se perder na Zona de Preocupação.

Isso é reforçado por Robertson da seguinte forma:

“A consciência dessa distinção entre o que é nosso encargo e o que não nos compete é um dos principais remédios para o sofrimento emocional.”

E ainda:

“Isso é claramente expresso na “Oração da Serenidade”, uma conhecida fórmula do início do século , utilizada pelos Alcoólicos Anônimos e muitos terapeutas modernos: Deus, concede-me a serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem para mudar as coisas que posso e a sabedoria para discernir umas das outras.”

(A oração da serenidade do AA chamamos na Bimodais de Mantra da Potência)

Por fim, diz ele:

“A maior parte do sofrimento humano está relacionada à ruminação sobre o passado ou à preocupação com o futuro, e que ninguém confina sua preocupação ao momento presente.” // “Ao nos concentrarmos no que nos é presente em vez de nos preocuparmos com o futuro, podemos dar um passo de cada vez e superar obstáculos que de outra forma poderiam parecer esmagadores.”

Outro aspecto do Foquismo.

Não perca tempo com o que você não pode modificar e isso envolve:

O que está no passado;
E o que está no presente e futuro longe da sua Zona de Atuação.

E isso nos leva para a sugestão de seguir o fluxo:

“Zenão ilustrou isso com uma metáfora marcante: o homem sábio é como um cão amarrado a uma carroça, correndo ao seu lado e acompanhando-a com suavidade, enquanto um homem tolo é como um cão que luta contra a trela, mas se vê arrastado ao longo da carroça de qualquer maneira.” // “Não procure que os eventos aconteçam como você deseja, mas deseje que os eventos aconteçam como eles acontecem, e sua vida correrá sem sobressaltos.” (Encheirídion). // “Os homens são perturbados não pelos acontecimentos, mas por suas opiniões a respeito deles” – Epicteto.

E ainda:

“Entretanto, a maioria das pessoas julga erroneamente as coisas externas como “boas” e, portanto, experimenta sentimentos de desejo por coisas fora de seu controle, o que as conduz à frustração e ao sofrimento.”
O AA é um bom exemplo de Curadoria Pré-Digital

Diante da liberação das bebidas o atendimento aos viciados no álcool, um tratamento e larga escala se tornou uma demanda exponencial, que exigia:

Nova forma de pensar no problema;
Um novo modelo de tratamento mais popularizado.

Como resolveram?

Criaram um Modelo Curador, no qual cada grupo segue – numa espécie de Blockchenização – um código geral, com adaptações específicas.

Virtude versus vício

Os estóicos, aliás, criaram essa dicotomia de uma vida mais saudável: Mais Virtudes e Menos Vícios.

Uma das premissas de um Guia de Felicidade Mais Forte, aliás, é justamente este: quando temos um propósito maior, isso nos enche de energia e reduz a nossa demanda por Paixões Mais Tóxicas.

Quando sentimos que estamos subindo cotidianamente no nosso Tapete de Aladim, fica mais fácil dizer não para determinadas necessidades que acabam virando vício:

Beber líquido é uma necessidade, mas pode virar um vício;
Comer é uma necessidade, mas pode virar um vício.

Se estamos gerando, a partir das nossas rotinas e do nosso senso de propósito, sempre energias mais positivas, fica mais fácil não transformar nossas necessidades em vícios.

Uma frase boa de Sócrates nessa direção:

“Devemos “comer para viver” em vez de “viver para comer”.” Uma frase boa de Sócrates nessa direção:

Outra:

“Paixões irracionais, excessivas ou doentias são simplesmente incompatíveis com a obtenção de uma boa vida e nos impedem de progredir em Ética ou Lógica.”

Não fuja dos desafios, transforme-os em limonada

“O que se coloca no caminho se torna o caminho. Apenas mais uma oportunidade de exercer a virtude, que é tudo o que ele de fato tem vontade de fazer na vida.” // “O resultado dos eventos ainda depende muitas vezes de suas ações.”

Isso lembra o livro “Problemas? Oba!” de Roberto Shinyashiki, que sugere que os problemas que aparecem precisam ser transformados em desafios.

Algo que colabora com a melhoria da sua jornada.

Bimodalizamos isso da seguinte forma.

Viver é a arte de estar o tempo todo transformando os limões da vida em limonada!

O problema da Codependência Existencial

“Se outra pessoa controla o que desejamos, então nos tornamos efetivamente escravos dessa pessoa.”

Aqui, temos o problema de colocar o norte do seu projeto de felicidade nos outros, uma visão exógena e não endógena.

Quando temos Projetos Existenciais Mais Fracos colocamos no outro a referência de que estamos bem e não em nós mesmos.

Destaco:

“A riqueza não traz a virtude, mas a virtude faz a riqueza e tudo mais que é bom para os homens, tanto individual como coletivamente” – Sócrates.

E ainda:

“Podemos retomar a posse de nós mesmos escolhendo valores intrínsecos, como sabedoria, em vez de valores extrínsecos, como status ou poder.”

Não confunda aceitação com resignação

“A maioria das pessoas confunde aceitação com resignação.”

Na verdade, aqui está o epicentro das escolhas que fazemos.

Se temos algo que não podemos atuar, é melhor deixar de lado.

Se age diretamente sobre o que podemos.

Um bom exemplo é um Altruísmo Saudável que você faz todos os dias.

Tem que cair a ficha.

Não podemos mudar tudo que está à nossa volta e podemos alguma coisa. Se todo mundo se preocupasse com essa alguma coisa, o mundo estaria bem melhor.

Não tente salvar ninguém que não quer

“É claro que outras pessoas são “externas” a mim, e, portanto, sua virtude não é meu encargo, não depende de mim e não pode contribuir diretamente para minha Felicidade ou eudaimonia – em última análise, é assunto deles, e não meu.”

Isso lembra mais um aspecto estóico do AA, quando eles dizem:

Se você bebe é um problema seu, se quer parar de beber é um problema nosso.

Adapte essa frase para todas as relações que tem na vida.

Pergunte-se sempre quando pensa em ajudar alguém (isso vale também para clientes):

A pessoa quer REALMENTE que ser ajudada?
Você tem condições de ajudá-la (tempo e competência)?
Você quer ajudá-la? Isso vai te fazer mais bem ou mais mal?

Perdão Saudável

“De certa forma, os estóicos viam as pessoas tolas e maldosas como se fossem crianças pequenas fazendo birra. Eles não entendem realmente o que estão fazendo, e não faz sentido ficarmos zangados com eles.”

Aqui se pratica um tipo de Perdão Saudável:

Você não consegue gerenciar bem a sua mente primária e eu já tive problemas parecidos, me identifico, lamento e te perdôo;
Mas, conforme o grau de sem noção da pessoa, é preciso escolher o tipo de afastamento necessário, mais light ou mais radical.

Papo de Padrinho

“Sêneca coloca isso muito bem quando diz que precisamos do conceito de uma pessoa verdadeiramente “sábia e boa” como um padrão com o qual possamos nos comparar, porque “sem uma régua para fazê-lo você não vai deixar reto o que está torto”.”

É uma máxima Bimodal.

Se você não escolhe Padrinhos Fortes tem problemas na sua jornada mais saudável. Se não escolher nenhum Padrinho, ela não se inicia.

Otimismo Mais Saudável

“Ao rever o que mais teme, o paciente começa a aceitar a possibilidade do evento temido.” // “Faça uma lista com as quatro ou cinco piores catástrofes que poderiam ocorrer verdadeiramente em sua vida.” // “Em vez de imaginar o futuro mais provável, os estóicos treinam imaginar o pior cenário possível, mesmo que seja improvável que aconteça de fato.” // A versão de premeditação de Russell envolve enfrentar nossos piores medos na imaginação, pacientemente, e nos convencer de que eles não são tão catastróficos quanto se supunha inicialmente.”.// “Não vejo a razão”, observou a raposa, “não há caçadores nem cães de caça à vista; de fato, neste momento não vejo ameaça alguma.” O javali respondeu: “É verdade, mas, quando o perigo surgir, terei outras coisas na mente além de afiar as armas”. Em tempos de paz, prepare-se para a guerra.”

Aqui temos um questionamento do Otimismo Mais Tóxico.

Um Otimismo Mais Saudável é aquele que você julga os pontos positivos e negativos do que pode ocorrer.

Aposta tudo no melhor, mas sabe que tais e tais coisas podem ocorrer, aumentando a sua resiliência caso ocorram.

A ideia do Caderninho veio de Epicteto

“Epicteto diz que devemos manter um registro de nossas paixões prejudiciais, ou podemos manter um registro mais detalhado, como o demonstrado anteriormente, olhando particularmente para os “sinais precoces de alerta” quanto a medos e desejos irracionais; isso ajuda a aumentar a consciência e a “distância cognitiva” das impressões automáticas.”

“Adiando as respostas: se elas forem potencialmente avassaladoras, evite ser “levado” por paixões perturbadoras recusando-se a dar consentimento às impressões subjacentes, em vez de segui-las; “ganhe tempo e tranquilidade” ao postergar a tomada de novas medidas até que você se acalme e as impressões não estejam mais “frescas” na mente; fique a certa “distância cognitiva”, lembrando a si mesmo que são apenas impressões, e não as coisas que elas dizem representar, e que você está perturbado pelos próprios juízos de valor, e não pelas coisas ou acontecimentos em si.” // “Monitore seus pensamentos e comportamentos; por exemplo, escrevendo-os em um diário de terapia pessoal.”

Efeito do Caderno.

E ainda:

“Examinando filosoficamente: quando conseguir fazer isso com calma e racionalmente, comece a aplicar suas doutrinas estóicas às impressões que o incomodam; antes de tudo, examine se você está fazendo julgamentos de valor que entram em conflito com a doutrina básica de que apenas o que é “seu encargo” pode ser verdadeiramente “bom” ou “ruim”; você também pode considerar como uma pessoa modelo ou o Sábio ideal responderia à mesma situação; você pode se perguntar quais faculdades ou virtudes potenciais poderia ter que lhe permitiriam lidar melhor com a situação.”

Incoerência

“Temos que digerir essas ideias e permitir que elas permeiem nossas vidas, comparando-as com as ovelhas que comem capim e usam os nutrientes para produzir sua lã. Caso contrário, não somos verdadeiros filósofos: somos apenas comentadores das opiniões de outras pessoas.”

Se você dissemina um guia de felicidade, tem que ser o primeiro usuário de tudo que está sugerindo dentro dele.

Diz ele:

“Por essa razão, os estóicos enfatizam a necessidade de treinamento diário em filosofia como um modo de vida, utilizando exercícios do tipo descrito ao longo deste livro.”

A Ética Filosófica foi a Pré-Psicologia

“A filosofia antiga, em outras palavras, era inerentemente uma forma de terapia psicológica.”

Reforça a ideia de que:

A Ética Filosófica foi a Pré-Psicologia.

“Relevância da filosofia antiga para a vida moderna, particularmente como um meio de melhorar a resistência.”

Um foco maior na Prevenção do que na Pósvenção.

Reforço:

“Sócrates nos mostrou que todos temos o poder de nos curar e mudar nossos hábitos, em qualquer etapa da vida; talvez não nos tornemos sábios perfeitos como ele, mas acredito que possamos nos tornar um pouco mais sábios e felizes”.

Singularização

“Talvez mais fundamentalmente, os estóicos definam o que é “bom” para nós como a realização de nosso potencial, ou a perfeição de nossa natureza.”

“O bom para todos os seres vivos, tanto plantas quanto animais, é a perfeição de sua própria natureza. ”

O bom para o sapiens é se singularizar….

“Mandamento de Zeus, o pai da humanidade, é: levar seu trabalho inacabado à perfeição.” // “Ao dizer que é “benéfica”, eles querem dizer que, de maneira crucial, a virtude é sua própria recompensa. Ela mesma é a própria perfeição da natureza humana e a maior forma de bem-estar a que podemos aspirar, embora também tenda a trazer muitas outras vantagens na vida, se o destino permitir.”

Frases:

“Como notamos, o termo grego aretê é notoriamente complicado de traduzir. Geralmente é traduzido como “virtude”, mas realmente se refere à excelência em termos de função natural ou caráter essencial, de uma maneira que é ao mesmo tempo sadia e louvável.”

Novidade, a partir deste livro: Virtude = excelência.

“Musônio diz que a Natureza nos estabeleceu o objetivo de florescer, de nos tornarmos homens e mulheres “bons”, e que “ser bom é a mesma coisa que ser um filósofo”, um amante da sabedoria.”

De onde Seligman tirou a ideia de Florescer.

“As coisas boas incluem “sabedoria, temperança, justiça, coragem e tudo o que é virtude ou participa da virtude”. As coisas ruins incluem “tolice, intemperança, injustiça, covardia e tudo o que é vício ou participa do vício”.

“Todas as escolas de filosofia antiga concordavam que o principal bem na vida é a eudaimonia, que traduzi como “Felicidade” ou “realização”.

A diferença é o método que nos leva a ela.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

O texto de Nepô apresenta, na sua primeira parte, uma sequência lógica no consumo de novos conteúdos, destacando a importância de definir claramente o “Tapete de Aladim” como o problema principal que se deseja ajudar os outros a lidar melhor. Para isso, é necessário criar uma Narrativa Ativa, refletindo e explicitando os avanços em relação a esse problema, o que facilita a Leitura Ativa. Nepô argumenta que quem não tem um Tapete de Aladim bem definido enfrentará mais dificuldades em absorver conteúdos, resultando em uma experiência onde grande parte do que é consumido não terá um impacto significativo na vida profissional da pessoa.

Na sua segunda parte, o texto do Nepô explora a relação entre o estoicismo, a psicologia cognitivo-comportamental e o conceito japonês de Ikigai como fundamentos para um novo modo de vida. Nepô destaca a importância de incorporar esses princípios não apenas como práticas terapêuticas, mas como guias para uma vida mais significativa e resiliente. Ele argumenta que a disseminação de paradigmas existenciais mais fortes é essencial para enfrentar os desafios da nova Civilização 2.0. Além disso, ele propõe uma abordagem bimodal que combina escolhas individuais, atitudes e métricas existenciais para promover o florescimento pessoal e social. Ao abordar a obsolescência dos paradigmas existenciais tradicionais, Nepô enfatiza a necessidade de um movimento multidisciplinar na disseminação desses novos modos de vida. Ele sugere que essa transição é fundamental para capacitar indivíduos e sociedades a lidar com as demandas e complexidades do mundo contemporâneo.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. As pessoas, assim, quando colocam algo no Instagram não querem disseminar algo positivo dela para os outros, mas, arranjar formas de se sentir como se fossem artistas da Globo.
  2. O objetivo de todo Projeto Existencial (seja ele Filosofia Ética ou Prevenção Emocional) é se transformar em um Modo de Vida fortemente enraizado na vida das pessoas.
  3. Temos Paradigmas Existenciais da Mídias de Massa da Civilização 1.0, que são incompatíveis com a 2.0.
  4. Os atuais Paradigmas Existenciais ao invés de nos fortalecer está nos enfraquecendo diante do novo contexto.
  5. Estamos, assim, vivendo a profunda crise do Modo de Vida 1.0, não só incompatível com o novo cenário, mas nos tornando extremamente frágeis diante dele.
  6. Precisamos de um equilíbrio emocional melhor e, por causa disso, carecemos de Paradigmas Existenciais Mais Fortes.
  7. Quem não tem um Tapete de Aladim bem definido terá muito mais dificuldade de absorver conteúdos.
  8. Todos nós somos uma semente, que tem apenas potencial, se ela vai desabrochar e virar uma planta ou uma árvore, vai depender das decisões escolhidas ao longo da jornada.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“A “filosofia estóica” foi inventada para pessoas comuns e não para que ficasse trancada nas “torres de marfim” da academia.”Robertson.

Primeiro parênteses.

Conversando com Carla Ponce, uma Bimodal Exógena, me veio o seguinte insight:

A relação entre Tapete de Aladim, Narrativa e Leitura Ativa

Temos uma sequência lógica no consumo de novos conteúdos, em especial livros:

É preciso que tenhamos definido claramente nosso Tapete de Aladim (que define nosso problema principal que queremos ajudar os outros a lidar melhor com ele);
Para isso, é preciso criar uma Narrativa Ativa, na qual refletimos e explicitamos em textos nossos avanços em relação a isso;
E, com tudo isso, conseguimos ter uma Leitura Ativa.

Ou seja:

Quem não tem um Tapete de Aladim bem definido terá muito mais dificuldade de absorver conteúdos.

Boa parte do que tiver contato em termos de conteúdo entrará por uma porta e sairá por outra sem grande impacto na vida profissional da pessoa.

Fecha parênteses.

Continuemos a Bimodalização do livro “Estoicismo e a arte da felicidade” de Donald Robertson.

Este é o Terceiro artigo.

Robertson é defensor da linha Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) da Psicologia:

“Em particular, existe um grande corpo de pesquisas sobre a TCC que nos diz muito sobre formas sadias e prejudiciais de responder à angústia emocional.”

Temos o resgate na Inovação Pessoal Emocional 2.0 (Psicologia 2.0), como vimos no Seligman, da defesa da disseminação de uma prevenção generalizada contra distúrbios emocionais:

“Entretanto, como observado acima, a prevenção é melhor que a cura, e o foco principal dos exercícios psicológicos estóicos seria mais bem descrito como parecido com o que agora chamamos de “construção de resiliência emocional”.”

E aqui temos algo interessante.

Quando olhamos a experiência de algumas regiões no Japão, que se utilizam do Ikigai, observamos que eles não encaram o Ikigai como um ramo da Psicologia Preventiva e bem de uma Filosofia Ética.

O conceito Modo de Vida

O Ikigai é visto como um Modo de Vida.

O Ikigai é – numa linguagem mais Bimodal – um Paradigma Existencial, que se tornou um Modo de Vida.

O que é um Modo de Vida?

O Modo de Vida é um Paradigma Existencial, que se tornou a base para que as famílias passem a educar seus filhos com aqueles princípios.

Modo de Vida não é mais:

Algo que é ensinado na escola;
Ou algo que é absorvido pelo pessoa na vida adulta;
Mas algo que passa a ser incorporado na educação familiar, se Bimodalizarmos isso, na Formatação Básica Obrigatória.

O Ikigai é um Modo de Vida, que foi incorporado por regiões no Japão e, pela sua eficácia, permite que se aumente não só a Taxa da Felicidade, mas também a da longevidade.

Quando falamos de Modo de Vida, não estamos falando de ramos preventivos da Psicologia e nem de Filosofias Existenciais.

Na verdade, podemos dizer que:

O objetivo de todo Projeto Existencial (seja ele Filosofia Ética ou Prevenção Emocional) é se transformar em um Modo de Vida fortemente enraizado na vida das pessoas.

O objetivo de um Modo de Vida Mais Forte é aquele que permite que as pessoas possam se relacionar melhor com suas emoções.

Por isso, que:

A conversa sobre novos Paradigmas Existenciais Mais Fortes envolve não só as famílias, mas também todo o ramo educacional.

Quando falamos assim:

De Ética Filosófica, tal como a dos Estoicos e de Prevenção Emocional, tal como TCC, TREC ou Psicologia Positiva, estamos sugerindo que se transformem em Modos de Vida;
Quando falamos de Ikigai, temos Projetos Existenciais, que conseguiram se transformar em Modos de Vida.

A Proposta Existencial Bimodal (ou Guia de Felicidade) é, na verdade, mais uma proposta a ser transformada em Modo de Vida.

Revoluções da Sobrevivência e Paradigmas Existenciais Mais Fortes

O que estamos descobrindo é o seguinte com a Ciência da Inovação 2.0 (também chamada de Ciência Social 2.0):

O Sapiens, ao longo da Macro História, precisa assumir mais responsabilidades na sua vida;
O aumento da Taxa de Responsabilização sofre um aumento exponencial depois das Revoluções da Sobrevivência, iniciados pela chegada de uma nova mídia;
Uma maior Taxa de Responsabilização nos obriga a começar a disseminar na sociedade Paradigmas Existenciais Mais Fortes;
A proposta dos Paradigmas Existenciais Mais Fortes é que, com o tempo, se transformem em Modos de Vida.

Não estamos falando, assim, nem de Psicologia Preventiva ou Ética Filosófica, mas da própria Formatação Básica Obrigatória do Sapiens, que precisa de uma guinada.

Talvez, essa seja a principal missão dos movimentos renascentistas.

Criar condições para que os novos Paradigmas Existenciais Mais Fortes sejam disseminados para poder atender a um Sapiens ainda mais responsável.

Isso não é um trabalho de Psicólogos ou de Filósofos, mas de um movimento multidisciplinar na disseminação destes novos Paradigmas Existenciais Mais Fortes, tendo como eixo central a Ciência da Inovação..

A obsolescência dos Paradigmas Existenciais

O que vivemos é um obsolescência dos Paradigmas Existenciais do passado, da seguinte maneira:

Os Paradigmas Existenciais Mais Fortes do passado, que viraram Modos de Vida, passaram a ficar restritos a nichos regionais, como é o caso do Ikigai;
Não foram mais disseminados em larga escala, dando lugar ou para Paradigmas Existenciais Anti-Sistêmicos (“tudo está ruim é preciso mudar tudo”) ou Paradigmas Existenciais Sistêmicos Tóxicos (“o importante é grana, coisas, status, seguidores, fama, curto prazo”).

O que precisamos é disseminar Paradigmas Existenciais Mais Fortes que nos permitam:

Resgatar os do passado que se mostraram consistentes;
Adaptá-los ao novo cenário;
E iniciar um amplo processo de disseminação, com o objetivo que sejam incorporados pelas famílias e Ambientes Educacionais.

É o que procura fazer alguns ramos da Psicologia, mas isso não é algo da Psicologia, mas da sociedade.

Fato é que estamos dentro da nova Civilização 2.0, usando os Paradigmas Existenciais 1.0.

As pessoas, assim, quando colocam algo no Instagram não querem disseminar algo positivo dela para os outros, mas, arranjar formas de se sentir como se fossem artistas da Globo.

Temos Paradigmas Existenciais da Mídias de Massa da Civilização 1.0, que são incompatíveis com a 2.0.

Estamos com os Paradigmas Existenciais 1.0 vivendo na Civilização 2.0, que pede um modelo muito mais sofisticado.

Qual é a consequência?

Os atuais Paradigmas Existenciais ao invés de nos fortalecer está nos enfraquecendo diante do novo contexto.

Mudando de assunto, diz ele:

“Devemos permitir que a filosofia permaneça conosco, vigiando continuamente nossos julgamentos ao longo da vida, fazendo parte de nosso regime diário, como ter uma dieta saudável ou fazer exercícios físicos.”

Não diria que é a “filosofia que deve permanecer conosco”, mas temos que ter Paradigmas Existenciais Mais Fortes para guiar nossas decisões.

Continua ele:

“Assim como nos tempos antigos, as pessoas insatisfeitas com a vida, e necessitadas de cura emocional, estão frequentemente entre as que se sentem atraídas pelo estoicismo, em busca tanto de paz de espírito quanto de um sentido de propósito.”

DIria que:

Precisamos de um equilíbrio emocional melhor e, por causa disso, carecemos de Paradigmas Existenciais Mais Fortes.

“A ética e a terapia estóica, portanto, andam de mãos dadas, estão no centro do tema e são os aspectos que as pessoas tendem a achar mais relevantes e interessantes hoje.”

A ficha que cai.

Não é algo da Psicologia, mas muito maior.

É algo da Inovação Pessoal, que envolve todas as Ciências Sociais, onde se inclui a Educação, Economia, Política, Psicologia, Medicina, etc.

Ou seja, o que estamos defendendo? Um novo Modo de Vida 2.0, um movimento que não pode ficar restrito a uma das Ciências Sociais, mas a todas as Ciências Sociais!

E aqui temos:

“O estoicismo tem sido descrito como a inspiração filosófica para a terapia cognitivo-comportamental (TCC) porque ambas as abordagens interpretam as emoções como algo decorrente principalmente de crenças e padrões de pensamento (“cognições”).”

Sim, o problema, assim, não é da Psicologia, mas de todos que querem uma sociedade melhor, na disseminação de Paradigmas Existenciais Mais Fortes.

Diz ele:

“Elas também compartilham a suposição de que, alterando crenças relevantes, podemos superar o sofrimento emocional.”

Ou seja:

Paradigmas Existenciais Mais Fortes sendo disseminados desde cedo, de maneira geral, tornam a sociedade melhor, reduzindo a demanda por terapias emocionais mais básicas, sobrando apenas para os problemas mais graves.

Modo de Vida 1.0 e 2.0

Estamos, assim, vivendo a profunda crise do Modo de Vida 1.0, não só incompatível com o novo cenário, mas nos tornando extremamente frágeis diante dele.

As Três Camadas da Proposta de Modo de Vida Bimodal

Diz ele:

“A isso, os estóicos mais ortodoxos podem objetar que a “tranquilidade” (ataraxia) é tradicionalmente vista como um efeito colateral positivo da virtude, e não como o objetivo da própria vida.” // “Os estóicos argumentaram que o principal bem na vida deve ser algo tanto bom em si como “instrumentalmente” bom, o que significa trazer boas consequências.” //Entretanto, a busca da sabedoria e da virtude como objetivo principal na vida leva a algo que tanto se mantém quanto traz outras coisas benéficas, incluindo a tranquilidade.”

Por isso, dividimos nossa Proposta Existencial em três camadas:

As Escolhas Individuais – do nosso Tapete de Aladim, que é um dos Fatores Causantes de uma vida mais feliz;
As Atitudes Individuais – como nos relacionamos com nosso corpo, mente e emoções e com todos os contextos que temos contato, lugares, pessoas, situações, conteúdos (conceitos e narrativas), que é o outro Fator Causante de uma vida mais feliz;
E, por fim, as Métricas Existenciais Conjuntural e Estrutural – para saber se as Escolhas Individuais do Tapete de Aladim e as nossas Atitudes Individuais estão sendo bem feitas, através da avaliação do BOMTRC, que é o Fator Consequente.

E aqui estamos dando uma guinada.

A Guinada de visão influenciada pelo Ikigai

O que o Ikigai nos ensina é que a Potencialização da Singularidade é algo que faz bem para todo mundo e não só para os disruptivos – como achava antes.

O que diferencia um disruptivo de um incremental não é a Potencialização da Singularidade, mas o tipo de atividade singular que vai se exercer.

Nesse sentido temos dois tipos de atividades possíveis:

Atividades Singulares Mais Incrementais – que se aproximam do mainstream e do tradicional, desenvolvida por Perfis Inovadores Mais Incrementais;
Atividades Singulares Mais Disruptivas – que se distanciam do mainstream e do tradicional, desenvolvida por Perfis Inovadores Mais Disruptivos.

O que dizem os estóicos sobre isso?

Diz Robertson:

“O caminho do estoico: “Viver de acordo com a Natureza”” // ““O objetivo da vida é ‘viver de acordo com a Natureza’, aceitando de bom grado coisas fora de nosso controle.” //. “Devemos também viver em harmonia com nossa própria natureza humana, tentando cultivar a razão e progredir em direção à perfeita sabedoria e virtude.” . “Devemos viver em harmonia com o restante da humanidade, vendo-nos como todos fundamentalmente semelhantes uns aos outros, na medida em que possuímos a razão.”

Note algumas coisas interessantes.

O viver conforme a nossa própria natureza é o que interpretamos de viver, conforme a nossa própria singularidade.

Quando temos que viver de acordo com a natureza geral, digamos a realidade, é aceitar que há algo lá fora que não controlamos.

Numa vida mais sábia é preciso aceitar o que não podemos controlar.

Estoicismo como sinônimo de Pracismo

Aqui se reforça o que tenho dito sobre Estoicismo como sinônimo de Pracismo, inclusive no artigo passado:

“A expressão “filosofia estóica” foi, portanto, tomada para sugerir algo como uma “filosofia de rua”, uma filosofia para pessoas comuns, e não trancadas nas proverbiais “torres de marfim” da academia.”

Outro ponto.

Estóico sim, mendigo não!

Diz ele:

“Musônio diz a seus alunos que, enquanto eles tiverem as virtudes interiores de um filósofo, “não precisará vestir uma capa velha, andar por aí sem camisa, ter cabelos longos, ou comportar-se de forma excêntrica”, como os cínicos.”

Ou seja, se questiona uma corrente mais minimalista radical, que queria viver na rua sem nada.

Mais ainda:

“Concentrar particularmente nessa dimensão prática do estoicismo, como uma “arte de viver”, que tradicionalmente mantinha a promessa de alcançar a eudaimonia, a suprema Felicidade e a realização.”

Diz TC:

“A palavra “eudaimonia” vem do grego antigo “εὐδαιμονία”, que é composta por “eu” (bom) e “daimon” (espírito, alma). Tradicionalmente, é traduzido para o latim como “beatitudo” e para o inglês como “happiness” (felicidade), embora algumas traduções prefiram “florescer” (florescimento) ou “bem-estar” (bem-estar). A eudaimonia é um conceito central na ética aristotélica, que se refere não apenas a um estado de prazer do passageiro, mas sim a uma vida de virtude e excelência, na qual a pessoa realiza seu potencial mais elevado e atinge a realização pessoal e a felicidade verdadeira.”

Procurar a Eudaimonia é, basicamente, potencializar a sua singularidade.

Aparece aqui a palavra “florescimento” que Seligman passou a usar na Psicologia Positiva. Ou seja, um termo que está embutido dentro da ideia da procura da eudaimonia.

E para isso::

“Xenofonte também acreditava que, assim como as pessoas que não exercitavam o corpo se tornavam fisicamente fracas, as pessoas que não treinavam o caráter por meio da autodisciplina se tornavam moralmente fracas.”

Diria que não treinavam nem a mente e nem o caráter, mas exercitavam um Modo de Vida Mais Forte.

Singularização:

“Eles acreditavam que todos nós nascemos com a responsabilidade de nos sobressair, levando nossa própria natureza à perfeição.”

E aqui temos muito de Ayn Rand com um tipo de Animalogia:

“Não agir como um “animal estúpido”, mas sim realizar nosso potencial natural como animais humanos.”

O que nos diferencia? O uso da reflexão.

Mais ainda.

“Por “virtude”, eles na verdade entendiam “excelência” ou “ desabrochar” em termos de nossa natureza humana racional, em vez do que hoje poderíamos conceber como um comportamento “virtuoso”.”

Aqui me veio a imagem de que:

Todos nós somos uma semente, que tem apenas potencial, se ela vai desabrochar e virar uma planta ou uma árvore, vai depender das decisões escolhidas ao longo da jornada.

Reforça aqui a ideia de Projeto Existencial:

“Portanto, o estoicismo é uma filosofia que se concentra em nos ensinar como nos destacar na vida, como nos tornar melhores seres humanos e como viver uma boa vida.”

Com fazer com que a semente possa germinar.

“Portanto, também pode parecer um pouco como uma religião, embora baseada principalmente na racionalidade, e não na fé.”

As religiões ocuparam o papel ao longo dos séculos de Projetos Existenciais, guiando as pessoas para algo melhor.

Porém, como diz Robertson, era mais baseado na fé, sem comprovação, de que aquelas atitudes poderiam gerar uma vida melhor.

As etapas dos Projetos Existenciais no tempo

Temos as seguintes etapas na disseminação de Projetos Existenciais no tempo, que, de alguma forma, hoje ainda ocupam seus lugares na sociedade:

Religiões;
Filosofias Éticas;
Psicologias Preventivas;
E agora estamos propondo um Projeto Existencial, um novo Modo de Vida, dentro da Ciência da Inovação, um espaço multidisciplinar.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

O texto do Nepô na sua primeira parte aborda o conceito de Alienação Saudável, que envolve a escolha de se afastar parcial ou completamente das notícias diárias em favor de conteúdos mais aprofundados, como livros e áudios longos, especialmente diante do aumento exponencial da informação na Civilização 2.0. Nepô também discute a importância de uma ciência equilibrada, destacando a necessidade de priorizar o estudo dos fenômenos que afetam a sobrevivência humana. Além disso, ele introduz uma nova classificação da bibliografia em: básica, intermediária e periférica. O texto segue com reflexões sobre o futuro da Inovação Pessoal, destacando a demanda por projetos existenciais mais consistentes na era da Civilização 2.0. Por fim, Nepô aborda a Psicologia 2.0 e a divisão entre Preventistas e Pósventistas na Inovação Pessoal, delineando seus papéis na promoção de guias de felicidade mais fortes e no apoio emocional às pessoas.

O texto, do Nepô, na segunda parte, aborda a bimodalização do Estoicismo, destacando sua proposta de trazer sugestões de uma vida melhor para a praça, fora das catedrais. Ele destaca duas linhas claras do estoicismo: a divulgação das propostas sobre felicidade para um público mais amplo e o foco na singularização através da busca constante pela excelência e virtude. O autor ressalta que o estoicismo foi um movimento de protesto contra projetos de felicidade exclusivos para elites. Além disso, discute a relação entre os paradigmas da torre e da praça, defendendo a tendência dos paradigmas da praça em se disseminar mais na sociedade horizontalizada. Ele destaca a necessidade de evitar que o estoicismo se torne estéril, enfatizando sua aplicação prática na vida moderna. O texto também aborda a questão da sabedoria, destacando-a como um processo contínuo de aumento gradual da melhoria das tomadas de decisões na direção de uma vida melhor. Finalmente, explora em formato de tabela uma vida mais virtuosa com uma vida menos virtuosa, destacando as diferenças em relação ao pensamento de longo prazo, controle emocional, desenvolvimento do potencial singular e outros aspectos.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Qual é o objetivo da Psicologia 2.0? Que as pessoas consigam – de forma mais autônoma possível – tocar sozinha Propostas Existenciais Mais Fortes.
  2. Ter uma Taxa de Sabedoria maior significa tomar decisões melhores, mais afinadas com os nossos potenciais e com o bem viver.
  3. O Estoicismo foi, antes de tudo, um movimento de protesto contra projetos de felicidade feitos para o pessoal da torre, que não descia para a praça!
  4. Tanto a humanidade, quanto cada Sapiens é um processo em movimento. Não existe o somos ou o sou, mas o estamos e estou.
  5. Na Civilização 2.0, diante do aumento exponencial da informação, precisamos cada vez mais pensar no longo prazo e em padrões.
  6. Numa ciência mais equilibrada e saudável, o esforço para aquilo que afeta a sobrevivência deve ser maior do que aquilo que não afeta.
  7. O movimento da Psicologia 2.0 (TCC, Trec, Positiva) tem sido na mesma direção: mais praça e menos torre.
  8. O movimento Estóico foi a defesa dos Paradigmas da Praça contra os Paradigmas da Torre.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Ninguém deve ousar dizer que é sábio, embora todos devam ousar tentar sê-lo.”Robertson.

Um primeiro parênteses.

Alienação Saudável

Na mentoria feita ontem com o Fábio Mendes aprofundei o conceito da Alienação Saudável.

O que é?

Quando abrimos mão de forma parcial ou completa para as notícias diárias e nos concentramos mais em conteúdos contemporâneos mais aprofundados, tal como áudios longos e, principalmente, livros.

Por que isso sempre foi importante e ainda mais agora?

Na Civilização 2.0, diante do aumento exponencial da informação disponível:

Precisamos cada vez mais pensar no longo prazo e em padrões;
Muito mais do que no curto e nas percepções.

A Alienação Consciente e Saudável nos leva para consumir conteúdos mais significativos e que nos dão mais base para enfrentar um mundo mais dinâmico.

Segundo parênteses.

Melhorando a visão de Ciência

Na mesma mentoria, conversamos sobre ciência e argumentei que a ciência se divide em duas no estudo de explicações e sugestões das melhores ações para:

Fenômenos Incontroláveis – terremoto, tempestades, tsunamis, explosões de estrelas;
Fenômenos Controláveis – produção de alimentos, de roupas, sapatos, de estradas.

Diante dos Fenômenos Incontroláveis, temos outra divisão:

Fenômenos Incontroláveis que afetam a sobrevivência do Sapiens – terremoto, tempestades, tsunamis;
Fenômenos Incontroláveis que NÃO afetam a sobrevivência do Sapiens – explosões de estrelas ou a reprodução dos golfinhos no meio do oceano.

Os Fenômenos Incontroláveis que NÃO afetam a sobrevivência do Sapiens são estudados para ou aplacar a nossa curiosidade ou serem úteis de alguma forma no futuro.

Numa ciência mais equilibrada e saudável, o esforço para aquilo que afeta a sobrevivência deve ser maior do que aquilo que não afeta.

Terceiro Parênteses.

As divisões da Bibliografia: Básica, Intermediária e Periférica

Faltou dizer no artigo passado, que criei uma nova classificação da bibliografia:

Bibliografia Básica – fundamental para a formação Bimodal;
Bibliografia Intermediária – que é relevante, mas não vital;
Bibliografia Periférica – referência para os totalmente nerds no tema.

E já enquadrei os livros nesse novo modelo.

O Futuro da Inovação Pessoal 2.0 (Conceito de Cozinha) ou Psicologia 2.0 (Conceito de Sala)

Antes de voltar ao texto, porém, vamos falar um pouco sobre o futuro da Inovação Pessoal.

Um alerta em termos conceituais:

Do ponto de vista de Conceito de Sala, vamos chamar de Psicologia 2.0;
Para efeito de Conceito de Cozinha, vamos chamar de Inovação Pessoal Emocional 2.0.

Qual é a nova demanda do Sapiens 2.0 na demanda pela Inovação Pessoal Emocional?

Mais escolhas e Mais informação dentro da Civilização 2.0, geram mais demanda por Projetos Existenciais Mais Consistentes;
Isso nos leva a um esforço maior na Prevenção, pois teremos muito mais instabilidade do que no passado;
Isso demanda um trabalho maior de Guias de Felicidade Mais Fortes (Projetos Existenciais Mais Fortes);
E ainda uso intenso de Tecnologias Curadoras, que nos permitem um atendimento mais personalizado, de mais qualidade com custo menor.

Em função da Revolução da Sobrevivência 2.0, passamos a ter uma forte demanda por Projetos Existenciais Mais Consistentes.

E, por causa disso, estamos indo ao passado, revisando tudo que já foi feito neste campo, tal como o resgate das Sugestões Estóicas e do Ikigai.

Quando falamos, por fim, da Psicologia 2.0 (Conceito de Sala) ou Inovação Pessoal Emocional (Conceito de Cozinha), faltou dizer algo importante.

Novo Conceito: Tecnologias Curadoras

(Tecnologias Curadoras – aquelas que favorecem a Curadoria – o novo Macro Modelo de Sobrevivência do Sapiens.)

As obrigatórias escolhas da Psicologia 2.0

O pessoal que vai trabalhar na Psicologia 2.0 vai, na verdade, abraçar uma determinada linha de Proposta Existencial.

Nova divisão na Inovação Pessoal PIPCs e PIPEs Preventistas e Pósventistas

Eis a nova divisão na Inovação Pessoal:

Profissionais da Inovação Pessoal – aqueles que se dedicam a melhorar a vida das pessoas, podem ser emocionais (hoje psicólogos e afins) ou corporais (médicos e afins);
Profissionais da Inovação Pessoal Corporal (PIPCs) – aqueles que se dedicam a melhorar a relação das pessoas com o corpo;
Profissionais da Inovação Pessoal Emocional (PIPEs) – aqueles que se dedicam a melhorar a relação das pessoas com a mente e as emoções.

Todos os profissionais da Inovação Pessoal estarão defendendo o mesmo Projeto de Felicidade, a diferença será de que tipo de relação com o que estamos falando:

Com o corpo?
Com a mente e com as emoções?
E quando for com a mente e com as emoções, de que tipo de problema relacional estamos falando? Mais grave ou mais brando?

O objetivo dos PIPEs (Profissionais de Inovação Pessoal Emocionais) será que as pessoas consigam se utilizar dos Projetos de Felicidade Mais Fortes.

A Proposta Existencial (também chamada na sala de Guia de Felicidade) será um guia tanto para os PIPEs Preventistas como para os Pósventistas.

Qual é o objetivo da Psicologia 2.0? Que as pessoas consigam – de forma mais autônoma possível – tocar sozinha as Propostas Existenciais Mais Fortes.

A diferença entre Preventistas e os Pósventistas

Eis a divisão que haverá entre os Preventistas e os Pósventistas:

Preventistas da Inovação Pessoal 2.0 – aqueles que ajudam pessoas a usar os Guias de Felicidade Mais Fortes (Propostas Existenciais Mais Fortes);
Pósventistas da Inovação Pessoal 2.0 – aqueles que ajudam pessoas com problemas emocionais mais agudos e profundos a usar os Guias de Felicidade Mais Fortes (Propostas Existenciais Mais Fortes).

Dito isso, continuemos a Bimodalização do livro “Estoicismo e a arte da felicidade” de Donald Robertson.

Este é o segundo artigo.

O Estoicismo, ou como Bimodalizamos, o Pracismo ou o Bazarcismo, pretende trazer as Sugestões de uma vida melhor para a praça, tirando o papo da Catedral.

As duas linhas claras do Estoicismo

Estoicismo, assim, no nosso entender, tem duas propostas:

Do ponto de vista do foco da divulgação – tornar as propostas sobre felicidade disponível para cada vez mais gente, tirando o papo das catedrais e a colocando nos bazares;
Do ponto de vista do tipo de felicidade – um foco na singularização, através da procura da constante busca da excelência, procurando fugir dos vícios e aumentar a taxa da virtude.

Diz ele:

“A ênfase do estoicismo seja muito mais na prática assídua do que na discussão.”// “(…) com elementos práticos na vida diária.”

A ideia de guia de felicidade do portão (Estóico), ou do portal, é justamente esta: vamos ajudar as pessoas da rua a viver melhor.

O Estoicismo foi, antes de tudo, um movimento de protesto contra projetos de felicidade feito para o pessoal da torre, que não descia para a praça!

Os Estóicos procuraram:

Fugir do papo estéril do conhecimento pelo conhecimento;
E propor um papo profícuo, do conhecimento como uma ferramenta mais adequada para sobrevivermos melhor.

A regra da Torre e da Praça

E aqui vale uma ressalva na relação entre Torre e Praça.

Quando temos um Ambiente de Sobrevivência (pode ser local, familiar, organizacional ou civilizacional) Mais Verticalizado, a tendência é que os Paradigmas da Torre tendam a se disseminar mais pela sociedade;
Quando temos um Ambiente de Sobrevivência (pode ser local, familiar, organizacional ou civilizacional) Mais Horizontalizado, a tendência é que os Paradigmas da Praça tendam a se disseminar mais pela sociedade.

E aqui temos uma diferença importante:

Nos Paradigmas da Torre – a tendência é que tudo passe a ser feito, a partir dos interesses dos centros e não das pontas, tornando os objetivos voltados da Torre para a Torre;
Nos Paradigmas da Praça – a tendência é que tudo passe a ser feito, a partir dos interesses da praça e não do centro, tornando os objetivos voltados da Praça para a Praça.

O movimento Estóico foi a defesa dos Paradigmas da Praça contra os Paradigmas da Torre.

Assim como:

O movimento da Psicologia 2.0 (TCC, Trec, Positiva) tem sido na mesma direção: mais praça e menos torre.

Ele se pergunta:

“Quem sabe agora estejamos entrando na era do ciberestoicismo?”

Acredito que estamos entrando na popularização da Inovação Pessoal Emocional Preventiva e que algo do Estoicismo será útil nessa jornada.

É um movimento, como já tivemos diversos no passado, da Praça contra a Torre.

Ciência Estéril ou Eunuca

Richardson lembra e reforça a dicotomia Praça versus Torre que a ideia básica do Estoicismo era o de ser algo aberto e voltado para as pessoas e que é preciso:

“Devemos ser especialmente cautelosos para que o estoicismo não se transforme em um assunto estéril e acadêmico.”

Diria que o problema não é “ser acadêmico”, mas de que tipo de acadêmico estamos falando.

O questionamento aqui é o da Ciência Estéril ou Eunuca que é voltada para ela mesma e os problemas que importam não é da sociedade, mas dos próprios pesquisadores.

Algo típico de uma Era das Torres.

Na Era das Torres o que importa é o interesse do centro sobre as pontas. A Torre focada em resolver os problemas da própria Torre.

O termo estéril é bom. O que nos diz TC:

“”Estéril” geralmente se refere à incapacidade de conceber ou produzir descendência. Pode ser usado para descrever tanto a infertilidade em seres humanos e animais quanto a incapacidade de produzir plantas, frutos ou sementes em uma área específica, como um solo estéril. Também pode se referir à ausência de vida microbiana em ambientes como laboratórios estéreis. isso é bom.”

Ciência estéril é aquela que é incapaz de ajudar, de alguma maneira, o Sapiens a viver melhor.

A proposta do Estoicismo é tornar popular Propostas Existenciais Mais Fortes. Richardson se mostra um estudioso e defensor ferrenho daquela linha de propostas:

“Há mais de dez anos venho tentando assimilar o estoicismo, em termos de estratégias práticas específicas, bem como a maneira geral como vivo minha vida.” // “O estoicismo me interessa, portanto, porque concordo com o que considero serem suas doutrinas centrais e porque acredito que seus exercícios psicológicos são de valor prático na vida moderna.”

Papo de Sábio e Sabedoria

E aí entramos na conversa sobre Sábio e Sabedoria, diz ele:

“Ninguém deve ousar dizer que é sábio, embora todos devam ousar tentar sê-lo.”

Diz o Tio Chatinho sobre isso:

“A sabedoria pode ser definida como o conhecimento profundo e a compreensão das verdades fundamentais da vida, da natureza humana e do mundo ao nosso redor. Ela vai além do mero acúmulo de informações, envolvendo discernimento, bom senso e a capacidade de aplicar esse conhecimento de maneira ética e benéfica. A sabedoria também implica em aprender com experiências passadas, avaliando as consequências das ações e tomando decisões que promovam o bem-estar próprio e dos outros a longo prazo.”

Em resumo:

Sabedoria não é conhecimento, mais o uso mais inteligente ou esperto que fazemos sobre o conhecimento para tomar decisões melhores na direção de uma vida melhor.

Ter uma Taxa de Sabedoria maior significa tomar decisões melhores, mais afinadas com os nossos potenciais e com o bem viver.

Não existe, assim, o sábio ou a sabedoria final, mais um processo progressivo e continuado de aumento gradual da Taxa de Sabedoria.

Tanto a humanidade, quanto cada Sapiens é um processo em movimento. Não existe o somos ou o sou, mas o estamos e estou.

Heráclito e a Ciência da Inovação

Como sugeriu o Fábio Mendes, lembrando Heráclitos:

“Não se pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois quando nele se entra novamente, não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser que ali se encontra já é outro.” – Heráclito.

Note que isso é a base da Ciência da Inovação, pois tudo está em movimento:

Os contextos à nossa volta;
E nós mesmos, pois hoje estou um dia mais velho do que ontem.

Por isso, podemos dizer que:

Não faz sentido falar em Ciência Social, mas sempre em Ciência da Inovação, que sempre nos coloca em processo.

Ser sábio, assim, não é um lugar ou uma estação de trem, mas uma estrada, na qual avançamos.

Podemos, assim, dizer que:

Quando estamos procurando melhorar de vida, estamos nos Sabientizando.

Sabientizar

Sabientizar-se significa promover o uso de forma cada vez mais inteligente e eficaz da consciência.

Consciência

A Consciência é uma espécie de curadoria dos nossos vários eus, incluindo mente e corpo, com seus respectivos legados (cultural, traumático, genético, vocacional, vivencial) nos diferentes contextos.

O eixo central da Proposta Existencial Estóica gira em torno da Virtude.

Diz ele sobre a explicação central, do ponto de vista de proposta do Estoicismo:

“O único bem é a virtude.”

Diz Tio Chatinho:

“Virtude é um termo que remete a qualidades positivas ou atributos considerados morais admiráveis. Ela está relacionada à excelência do caráter e ao comportamento ético. As virtudes variam de acordo com diferentes tradições filosóficas e culturais, mas geralmente incluem características como coragem, justiça, temperança, sabedoria, generosidade, honestidade, entre outras.

Na ética, as virtudes são frequentemente contrastadas com os vícios, que são comportamentos ou disposições negativas. Cultivar virtudes é visto como um caminho para alcançar uma vida boa e plena, tanto individualmente quanto em sociedade. Em muitas tradições filosóficas, como o estoicismo, o aristotelismo e o confucionismo, a prática e o desenvolvimento das virtudes são considerados fundamentais para o florescimento humano e a busca pela felicidade.”

Na verdade, a virtude vai se contrapor a vida Mais Virtuosa versus uma vida Menos Virtuosa.

Façamos uma tabela comparativa:

Tabela Comparativa entre uma Vida Mais Virtuosa
e uma Vida Menos Virtuosa
Vida Menos Virtuosa
Vida Mais Virtuosa
Pensamento mais no curto
do que no longo prazo;
Pensamento mais no longo
do que no curto prazo;
Mais afetada pelos Contextos Conjunturais;
Menos afetada pelos Contextos Conjunturais;
Menor controle sobre as reações emocionais diante de situações estressantes;
Maior controle sobre as reações emocionais diante de situações estressantes;
Mais guiado pela Mente Primária do que pela Secundária;
Mais guiado pela Mente Secundária do que pela Primária;
Preocupação pequena ou nenhuma de deixar Legados e desenvolver seu Potencial Singular;
Preocupação maior ou grande de deixar Legados e desenvolver seu Potencial Singular;
Baixa Taxa de BOMTRC
(Bom humor, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade).
Alta Taxa de BOMTRC
(Bom humor, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade).
Tendência ao Vitimismo
e à Reclamação;
Tendência ao Ativismo
e à Superação.

 

 

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

Quer doar e ganhar quatro aulas de aula gravada?

Por aqui:
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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

O texto do Nepô, inicia com a proposta de bimodalização do livro “Estoicismo e a arte da felicidade” de Donald Robertson, situando o estoicismo dentro do contexto da Inovação Pessoal Emocional 2.0. Discute-se a responsabilização progressiva como resposta à complexidade da sobrevivência, destacando a necessidade de projetos existenciais mais fortes. O texto aborda a influência dos estoicos na atualidade, ressaltando a importância do estoicismo na promoção da resiliência psicológica e na prevenção emocional. Além disso, compara o estoicismo com o conceito de Ikigai, destacando diferenças e semelhanças. Conclui-se com reflexões sobre a natureza da mente humana, a popularização do estoicismo e a transição da psicologia 1.0 para a 2.0, enfatizando a busca por tratamentos emocionais mais acessíveis e eficazes.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O boom que estamos assistindo hoje do papo de felicidade, propósito, bem viver não é por acaso – se inicia com a chegada da nova mídia!
  2. O Sapiens 2.0 precisa de Projetos Existenciais Mais Fortes para viver em uma Civilização com muito mais informação e escolhas.
  3. A Psicologia não foi inventada por Freud e amigos no século passado, mas pelos Filósófos (Essencialistas) Éticos do passado!
  4. O Ikigai é uma metodologia simples e eficaz para ajudar as pessoas a encontrarem um norte para as suas vidas.
  5. Viver bem é viver da melhor forma possível a nossa singularidade!
  6. Quando conseguimos ser mais nós mesmos, temos uma saúde física e emocional melhor e, por causa disso, temos a tendência a viver mais e melhor.
  7. Ser estóico é, antes de tudo, querer popularizar sugestões para que as pessoas tenham vida mais felizes.
  8. Se os estóicos se rebelaram contra a Filosofia Ética da Torre os atuais Psicólogos 2.0 se rebelam contra a Psicologia 1.0 da Catedral.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“O Estoicismo fornece rico arsenal de estratégias e técnicas para desenvolver a resiliência psicológica.”Robertson.

Comecemos a Bimodalização do livro “Estoicismo e a arte da felicidade” de Donald Robertson.

Este é o primeiro artigo.

Primeiro precisamos situar por que estamos trazendo os estóicos e o estoicismo sobre a conversa da Inovação Pessoal Emocional 2.0.

Responsabilização Progressiva

A Ciência da Inovação 2.0 nos mostra o seguinte do ponto de vista Civilizacional:

O Sapiens vive sob a égide da Complexidade Demográfica Progressiva, aumentando gradualmente a Complexidade da Sobrevivência;
O Aumento da Complexidade da Sobrevivência no longo prazo nos obriga a um processo de Responsabilização Progressiva, o que significa que cada Sapiens tem que assumir mais responsabilidades na vida;
O aumento da Responsabilização é a forma mais sustentável que encontramos para lidar com o aumento da Complexidade da Sobrevivência.

Complexidade da Sobrevivência

Temos ainda as seguintes regras dentro da Ciência da Inovação 2.0 do ponto de vista da Inovação Pessoal Emocional:

O aumento da Taxa de Responsabilização se inicia com a chegada de uma nova mídia;
E isso nos obriga a abraçar Projetos Existenciais Mais Fortes (ou Guia de Felicidade Mais Fortes) para que possamos lidar melhor com mais autonomia.

Eis a regra:

Projetos Existenciais do passado vão ficando obsoletos, pois o Sapiens vai tendo que assumir cada vez mais responsabilidades na sua vida.

Um dos papéis das Renascenças Civilizacionais é dar um upgrade nos Projetos Existenciais para que eles fiquem compatíveis com a nova Taxa de Responsabilização.

O boom que estamos assistindo hoje do papo de felicidade, propósito, bem viver não é por acaso – se inicia com a chegada da nova mídia!

O processo renascentista que estamos passando na Inovação Pessoal Emocional consiste no seguinte:

Questionamento dos Projetos Existenciais existentes, fortemente influenciados pela Crise Civilizacional que estamos saindo, provocada por mais gente sem mídias novas;
Recuperação, Revisão e Adaptação aos novos tempos dos Projetos Existenciais do passado que deram mais certo e nos ajudaram a viver melhor.

De novo.

O boom que estamos assistindo hoje do papo sobre Ikigai, Estoicismo, Ética Filosófica não é por acaso – se inicia com a chegada da nova mídia!

O Sapiens 2.0 precisa de Projetos Existenciais Mais Fortes para viver em uma Civilização com muito mais informação e escolhas.

Dito isso, precisamos ainda entender que:

A quebra da ideia de que foi Freud e amigos que inventaram a Psicologia

A Psicologia não foi inventada por Freud e amigos no século passado, mas pelos Essencialistas (Filósofos) Éticos do passado!

Da mesma maneira que sempre tivemos problemas de saúde corporais sempre tivemos também problemas de saúde emocionais.

Não havia psicólogos para lidar no passado com os problemas de saúde emocionais e essa demanda gerou a demanda pelos Projetos Existenciais da antiguidade.

Fato é que:

No passado, não havia uma especialização para os tratamentos emocionais mais graves e profundos e, por causa disso, se apostava muito na prevenção para que eles não aparecessem.

A Filosofia Ética é, basicamente, a tentativa da prevenção emocional, a partir de várias sugestões de melhores condutas na vida.

Já analisamos na Bimodais, basicamente, propostas vindas do Ikigai e dos Estóicos.

Qual a diferença?

Separação entre o Ikigai e os Estóicos

O Ikigai é uma metodologia simples e eficaz para ajudar as pessoas a encontrarem um norte para as suas vidas.

Até onde estudamos não tem, como o Estoicismo, todo um aparato teórico. É apenas o uso de quatro elementos para nos ajudar a encontrar uma razão maior para viver.

O Estoicismo é menos operacional e mais prolixo.

Repare, por exemplo, que ninguém diz que é um Ikigaista ou que temos o Ikigaismo.

A pessoa diz que encontrou o seu Ikigai ou está procurando o seu Ikigai, que é a razão para viver.

Quando alguém diz que abraçou o Estoicismo ou é Estóico é algo bem mais complicado, pois no Estoicismo temos:

Diversos autores que sugerem diversas coisas umas sobre as outras;
É algo menos objetivo e mais prolixo;
Temos diversos problemas de tradução dos termos, que numa época eram evidentes e hoje deixam margem à interpretação.

Como resgatar as Sugestões Estóicas?

A melhor forma de resgatar as sugestões para Projetos Existenciais feitas pelos Estóicos é separar aquilo que é:

Fácil de compreensão e uso;
Adaptável para o atual cenário;
Separando a sugestão da sua origem, ou seja, não preciso ser estóico para dizer que quero procurar a excelência na minha vida.

Comecemos a Bimodalização do livro de Donald Robertson.

Diria que Robertson é:

Preocupado com conceitos (o que é bom);
Muito prolixo;
Repetitivo (o livro merecia uma boa revisão enxugadora).

O foco do livro é mais para pessoas que querem entender melhor o Estoicismo e não para quem quer apenas usá-lo em sua vida (apesar de apresentar vários exercícios nessa direção).

O que inspirou Robertson para escrever o livro foi algo do tipo: vamos dirimir algumas dúvidas frequentes e perenes sobre o Estoicismo.

Ele é psicólogo e precisava ter tido um bom redator para dar uma limpada geral, pois as coisas se repetem bastante.

Vamos ao texto.

Diz ele sobre o foco principal das Sugestões Estóicas para Projetos Existenciais:

“Em resumo, os estóicos diziam que o objetivo (telos, “fim” ou “propósito”) da vida é viver consistentemente em harmonia e concordância com a natureza do universo, e fazer isso destacando-se em relação à nossa própria natureza essencial como seres racionais e sociais.”

Quando se fala da “nossa própria natureza” está subentendido a natureza particular de cada um.

Diria, assim, que as Sugestões Estóicas para Projetos Existenciais abraçam a linha Singularista (assim como o Ikigai)

Estoicismo e Singularização

Viver bem é viver da melhor forma possível a nossa singularidade.

Diria mais.

Boa parte das Sugestões para Projetos Existenciais da Antiguidade aposta na Singularidade.

Quando conseguimos ser mais nós mesmos, temos uma saúde física e emocional melhor e, por causa disso, temos a tendência a viver mais e melhor.

Por que questionamos os termos razão e racional?

Os termos “razão” e “racional” são muito usados no livro de Robertson.

Já dissemos que este uso é enganador e merece ser questionado.

Nós temos o uso da Mente Secundária, mais reflexiva e lógica, sobre a Mente Primária, mas NUNCA estamos desprovidos 100% de emoções.

Refletir sobre algo é sempre um processo de redução da Taxa das Emoções, mas nunca de Desemocionação ampla, geral e irrestrita!

Diz ele sobre o essencial das Sugestões Estóicas para Projetos Existenciais Contemporâneos:

“O Estoicismo fornece rico arsenal de estratégias e técnicas para desenvolver a resiliência psicológica.”

As Sugestões Estóicas para Projetos Existenciais Contemporâneos vão na direção da Prevenção Emocional.

Criar Paradigmas Mais Fortes para nos ajudar a pensar e agir melhor diante das nossas emoções, o tempo todo, como sempre, confrontadas com todo o tipo de pessoas, situações e lugares pretensamente conhecidos e claramente desconhecidos.

Diz ele ainda sobre as Sugestões Estóicas para Projetos Existenciais Contemporâneos:

“Mudando nossos sentimentos de forma racional e natural, em vez de simplesmente tentar bloqueá-los pela força.”

Bimodalizo a frase da seguinte maneira.

Mudando nossa maneira de encarar as emoções de forma mais reflexiva e curadora, evitando uma gestão mais verticalizada deles.

Ele diz ainda:

“Em certo sentido, o antigo Estoicismo foi o avô de toda “autoajuda”, e suas ideias e técnicas inspiraram muitas abordagens modernas tanto no desenvolvimento pessoal quanto na terapia psicológica.”

Diria mais.

Não foi o Estoicismo, Sócrates já dizia que os “Filósofos são os médicos da alma”.

Na verdade, a abordagem da Ética na Filosofia procurou atender à demanda humana de um Tratamento Emocional Preventivo.

As Sugestões Estóicas para Projetos Existenciais Contemporâneos são apenas uma das influências que temos hoje na sociedade e NÃO a maior influência.

Este resgate de Tratamentos Emocionais Preventivos da Ética Filosófica estrutura hoje as novas abordagens da Psicologia:

“Os antigos “remédios estóicos para problemas emocionais são a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e sua precursora Terapia Racional-Emotiva Comportamental (Trec).” // “As origens filosóficas da terapia cognitiva podem ser rastreadas até os filósofos estoicos” (Beck, Rush, Shaw & Emery, 1979, p. 8).” // “Estamos olhando para um antigo sistema filosófico, empregado para a construção da resiliência emocional, que inspirou uma terapia moderna extremamente bem-sucedida com um desempenho cientificamente comprovado.”

É a base também para a Psicologia Positiva.

Os efeitos da Crise Civilizacional 1.0 nos Tratamentos Emocionais

O que temos do ponto de vista dos Tratamentos Emocionais na Crise Civilizacional que teve seu ápice no século passado foi o seguinte do ponto de vista dos Tratamentos Emocionais:

Redução radical da Preventividade e aumento exponencial da Pósventividade;
Ruptura entre os Tratamentos Emocionais da Antiguidade com os Contemporâneos.

O que temos do ponto de vista dos Tratamentos Emocionais, agora, Renascença Civilizacional que se iniciou no novo século, em função da Revolução da Sobrevivência 2.0, é o seguinte:

Aumento radical da Preventividade e passagem da Pósventividade com apoio das Tecnologias Curadoras;
Resgate, revisão e adaptação dos Tratamentos Emocionais da Antiguidade para uso Contemporâneo.

Diz ele:

“Ao objetivo supremo da iluminação filosófica, e se tornando um sábio Estoico de pleno direito, ou simplesmente “Sábio”.”

Acredito que os estóicos não criam o estoicismo para ser um tipo de religião, mas um guia de felicidade ou um Projeto Existencial para ser um norte para as pessoas.

O Bazar/Praça versus a Catedral/Torre

A palavra estóico vem de portão, lugar onde eles se reuniam.

Mas a ideia de portão tem um outro sentido, que se percebe lendo o livro de Donald Robertson.

Os estóicos queriam criar algo mais popular e menos elitista.

Algo do tipo: mais praça do que torre e mais bazar do que catedral.

Na minha interpretação, eles não queriam que as pessoas fossem sábios estóicos, mas sábios e, para isso, sugerem determinados Paradigmas.

A ideia do Estoicismo vai na direção do Pracismo ou do Bazarcismo no lugar das Torres e das Catedrais.

Foi uma tentativa de popularização de Guias de Felicidade Mais Fortes para as pessoas.

Diria que:

Ser estóico é, antes de tudo:

Querer popularizar sugestões para que as pessoas tenham vida mais felizes;
Tirar os Tratamentos Emocionais das Torres de Marfim, voltadas sempre do conhecimento pelo conhecimento.

Passagem da Psicologia 1.0 para a 2.0

E é de novo o que estamos vivendo na passagem da Psicologia 1.0 para a 2.0: um movimento de popularização dos Tratamentos Emocionais, tanto os Preventivos quanto os Pósventivos.

Hoje, quando se pensa popularmente na Psicologia 1.0 temos o seguinte:

Está com problema? Deita em qualquer divã, que seus problemas vão se resolver;
É preciso se autoconhecer por se autoconhecer, pois quem se autoconhece a fundo, não terá mais problemas emocionais. Por isso, fique anos pagando um terapeuta para se autoconhecer cada vez mais fundo;
Qualquer tentativa de Tratamento Emocional Preventivo é taxado de autoajuda – algo desprezível e ineficaz de quem não cursou Psicologia e quer se dar bem em cima dos pobres pacientes.

Se os estóicos se rebelaram contra a Filosofia Ética da Torre os atuais Psicólogos 2.0 se rebelam contra a Psicologia 1.0 da Catedral.

São movimentos renascentistas recorrentes na Macro-História do Sapiens.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

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Mais dúvidas?

Me pergunta….

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Nepô.

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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

O texto do Nepô, resume as discussões da semana Bimodal 11.5.2, que giraram em torno de mudanças, hábitos e uma vida mais saudável, a partir das reflexões provocadas por James Clear. Abordou-se também o tema da inteligência artificial, destacando sua utilização e classificação. Além disso, discutiu-se a ideia de que grandes mudanças na vida são resultado de pequenos passos diários, em oposição à ideia de mudanças repentinas e fáceis. O texto abordou também a questão do orgulho e da autoestima, enfatizando a importância de colocar o orgulho nos processos em vez dos resultados. Outros temas incluíram a leitura ativa, o papel do cientista na criação de conceitos, críticas e elogios à obra de James Clear, o papel da psicologia 2.0, a bifurcação sobre identidade, exercícios de mudança pessoal e o momento de platô.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. IA é um conceito da moda, que, do jeito que está sendo usado, está mais atrapalhando do que ajudando.
  2. Uma vida guinadeira e não passeira é aquela que temos a fantasia de que vamos mudar de vida passando por um portal mágico.
  3. É dos pequenos passos do dia a dia que conseguimos dar grandes guinadas e não o contrário.
  4. Não adianta achar que felicidade é chuva, que vai cair do céu, dançando um dia só na praça, mas é chuveiro, que precisa ser regulado o tempo todo.
  5. Mudar a nossa vida não é definitivamente entrar no beco escuro de Clark Kent e sair cinco minutos depois de super-homem.
  6. Se você coloca a sua autoestima no lugar errado, a tendência é que ela vai flutuar sempre de forma indevida.
  7. Me diga onde você coloca o seu orgulho e te direi como você está lidando com a sua autoestima.
  8. James Clear é um autor renascentista (ligado às necessárias mudanças do tempo presente) e descentralizador (abraça visões que fortalecem a singularização).

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Sempre que se sentir autêntico e genuíno, você está indo na direção certa.” James Clear.

Vamos fazer um resumo da semana Bimodal 11.5.2.

O papo geral foi sobre mudanças, hábitos e como podemos caminhar para uma vida mais saudável, a partir das provocações feitas pelo James Clear.

No meio do caminho tivemos um papo paralelo sobre IA.
Papo sobre IA

Melhoramos bastante nossa visão sobre IA.

IA é um conceito da moda, que, do jeito que está sendo usado, está mais atrapalhando do que ajudando.

Qual a novidade na nossa definição de IA?

1- Definimos que existem tecnologias que tem um tipo de inteligência, basta agir sozinha, tal como a máquina de lavar, ao contrário de uma enxada, que não tem nenhuma, uma separação entre máquinas não eletrônicas e eletrônicas;
2- Que temos máquinas eletrônicas que são analógicas ou digitais;
3- E que dentro das máquinas digitais, temos as Inteligências Artificiais Digitais da Gestão (que seguem ordens orais e escritas) e as da Curadoria (que funcionam pelos Rastros).

Demos um bom upgrade e contamos com as sacadas de Marshall McLuhan para nos trazer a este ponto.

Guinadas não existem sem passos

O primeiro ponto foi um questionamento da ideia de que nossa vida é feita de grandes guinadas e não de pequenos passos.

Uma vida guinadeira e não passeira é aquela que temos a fantasia de que vamos mudar de vida passando por um portal mágico.

Clear nos aponta que uma vida melhor só é conquistada justamente pelo oposto.

É dos pequenos passos do dia a dia que conseguimos dar grandes guinadas e não o contrário.

Isso foge do senso comum.

Se vende a ideia que tudo é fácil, basta comprar o produto tal e que no dia seguinte você será outra pessoa.

O mainstream vem daí.

O esforço é hoje ainda pouco valorizado por dois motivos:

Os sistêmicos – vendem facilidades se você comprar algo deles;
Os anti-sistêmicos – acreditam que não vale se esforçar em um sistema que precisa ser alterado.

Assim, quem se esforça não é valorizado. Isso é algo que Martin Seligman questiona bastante e cita Angela Duckworth como autora que questiona bastante isso.

O mainstream vende a ideia de que ou mudamos de vez (basta comprar meu produto) ou não mudamos – o que acaba nos levando para a procrastinação e a não mudança.
Fantasia Infantil Disneyliana

Nessa linha, temos a infantilização das pessoas, que acreditam que o esforço não é a base principal de uma vida melhor.

Vai na linha que questionamos do Paradigma Estrutural sobre Felicidade:

Não adianta achar que felicidade é chuva, que vai cair do céu, dançando um dia só na praça, mas é chuveiro, que precisa ser regulado o tempo todo.

Cheguei a brincar e criar a ideia da fantasia infantil Disneyliana.

Mudar a nossa vida não é definitivamente entrar no beco escuro de Clark Kent e sair cinco minutos depois de super-homem.

O processo exige tempo e paciência para colher bons resultados.

Malandrismo

Chegamos ao Malandrismo – nova e boa atitude que foi incorporada ao GFB 2.0.
Coloquei no Glossário Bimodal:

Malandrismo – a arte de transferir tarefas mais fáceis e rotineiras para nossa Mente Primária e deixar a Mente Secundária com o mais complexo. Ou ainda: problemas novos e conhecidos devem ser colocados na Mente Primária, deixando os novos para a Mente Secundária.

Saiu uma boa frase:

Uma mente melhor aproveitada é aquela que automatiza tudo que é osso e dedica a área nobre para o filé!
Orgulho e Autoestima

A questão central da felicidade passa justamente onde decidimos colocar nosso orgulho.

Note que o orgulho é algo diretamente ligado à autoestima.

Se eu sou uma pessoa muito preocupada com meu cabelo, muito da minha autoestima está ligada ali.

Se você coloca a sua autoestima no lugar errado, a tendência é que ela vai flutuar sempre de forma indevida.

Vejamos a diferença das posições da Autoestima:

A Autoestima Mais Eficaz é aquela que coloco em processos e não em coisas ou resultados;
A Autoestima Mais Ineficaz é aquela que coloco em coisas ou resultados não em processos.

Porém, quando temos Ambientes Mais Centralizados, a tendência é que nossa autoestima vá se deslocando dos processos para as coisas e resultados.

No caso de um Conceituador, que passa a ter orgulho dos conceitos que cria e não do processo de descoberta de determinado fenômeno.

O orgulho é filho direto da autoestima.

Me diga onde você coloca o seu orgulho e te direi como você está lidando com a sua autoestima.

Orgulho Tóxico e Saudável

Aqui temos a diferença entre o Orgulho Tóxico do Saudável.

Orgulho Tóxico – em coisas e resultados e não em processos, mais voltado para os outros do que para você mesmo;
Orgulho Saudável – em processos e não em coisas e resultados, mais voltado para você do que para os outros.

Orgulho e Poder

Podemos ainda estabelecer regras de como tudo isso varia, conforme a Topologia de Poder, mais ou menos centralizada. Vejamos a regra:

Na Centralização – teremos o aumento do Orgulho Tóxico, Exógeno a ser mais voltado para coisas e resultados e não nos processos, um orgulho menos empreendedor e menos missionário;
Na Descentralização – teremos o aumento do Orgulho Saudável, Endógeno a ser mais voltado para processos e não em coisas e resultados, um orgulho mais empreendedor e mais missionário.

Quando temos Verticalização na sociedade, temos:

O aumento da Taxa da Vida Sobrevivente;
O aumento da Taxa da Vida Instagrante;
E a redução da Taxa da Vida Missionária.

Quando temos Horizontalização na sociedade, temos:

Redução da Taxa da Vida Mais Sobrevivente;
Redução da Taxa da Vida Mais Instagrante;
Aumento da Taxa da Vida Mais Missionária.

Hoje, dentro da Renascença Civilizacional que estamos vivendo, temos a exponencial demanda da passagem da Vida Sobrevivente e Instagrante para uma Mais Missionária.

O que nos levou para a conversa sobre Autoestima Mais Personalizada, que estamos tendo agora e a redução da Mais Massificada, da qual estamos saindo.

Leitura Ativa

O que é uma Leitura Ativa?

É aquela que o leitor já tem uma Narrativa Ativa e não lê por ler, mas incorpora algo no que já existe. Ao ler, ele questiona, incorpora, modifica e se torna mais forte em cada leitura. Evita fazer uma Leitura Passiva, que se aproveita pouco do que foi lido e boa parte é esquecida com o tempo.

Narrativa Ativa
Quanto mais se lê, melhor fica a nossa Narrativa Ativa.

Para que possamos ter uma Narrativa Ativa Mais Forte, entretanto, é preciso:

Estar envolvido de forma missionária com um problema, no intuito de mais aprender do que aparecer;
Não ter o orgulho nos resultados da Narrativa Ativa, mas no processo, que aumenta a abertura para o aprendizado.

Papel do cientista

Detalhamos de novo, deixando claro que ele organiza Ambientes de Diálogo, que servem para entender e lidar melhor com fenômenos.

Ele não procura verdades, mas melhores verdades.

E uma das atividades principais é a criação de Conceitos Mais Fortes do que Fracos.

Na Excelência da atividade, diria até que consegue separar, sem criar confusão, os conceitos mais de sala (para um público mais leigo) e de cozinha (para um mais especializado).

Elogios e críticas ao Clear

James Clear é um autor renascentista (ligado às necessárias mudanças do tempo presente) e descentralizador (abraça visões que fortalecem a singularização).

Por isso, gostei tanto do livro.

Ele, por estar longe da academia, é mais Carpinteiro (cria conceitos) do que Escopetador (crítico do mainstream).

Falta ele um pouco mais de teorização, mas de maneira geral o livro serve de base para a Bimodais e passou a entrar na Bibliografia Básica da Escola.

Constatamos algumas falhas no livro de Clear:

A definição de Hábitos ruins, quando ele não separa os mais tóxicos dos super tóxicos;
Quando não aborda a questão dos traumas, algo fundamental e importante no processo de mudanças;
O problema de não separar as Metas em Saudáveis e Tóxicas, o conceito “Metas” sem adjetivos cria problema.

Porém, serve de base, sem dúvida, para ajudar na preparação para se abraçar Guias de Felicidades Mais Fortes.

Psicologia 2.0

Cada vez fica mais claro o papel da Psicologia 2.0, que tem como missão:

Sair de uma visão mais passiva para uma mais ativa nas mudanças das pessoas;
Passar a usar IADCs para ampliar e popularizar os tratamentos;
Se voltar para o autoconhecimento progressivo na direção da singularização efetiva do que no viés do autoconhecimento pelo autoconhecimento;
Resgatar os conceituadores e respectivas narrativas sobre a felicidade do passado e atualizá-las para o novo cenário;
Por fim, deixar de se ter um campo de Psicologia e abraçar a Ciência da Inovação dentro do subconjunto Inovação Pessoal e, em alguns casos, Inovação Organizacional.

Bifurcação sobre Identidade

Detalhamos duas possibilidades:

A Identidade Aberta – sempre em processo, com foco no presente e futuro, aquela que entendemos que ela é sempre uma construção progressiva, que nos leva a singularização e à responsabilização;
A Identidade Fechada – a ser resgatada no passado, aquela que entendemos que não se modifica, que nos leva à massificação e à vitimização.

Exercícios da Mudança

Mudanças Pessoais podem ser divididas em dois tipos:

Conjunturais – que vão e passam, voltando para um ponto anterior, de curto prazo;
Estruturais – que vão e ficam, NÃO voltando para um ponto anterior, de longo prazo.

Mudanças Pessoais Estruturais passam pelas seguintes etapas:

Revisão das Crenças Limitantes (sobre o Sapiens e sobre Felicidade e sobre nós mesmos);
Revisão das Identidades ligadas às Crenças Limitantes;
Procura das novas Identidades;
Criação de novos hábitos afinados com as revisões acima.
Tripé da Mudança Essencial

Para facilitar, podemos operar com a revisão do seguinte tripé:

Se revisa as crenças, mãe das identidades;
Para se revisar os hábitos filhos das identidades.

Momento Platô

Novo conceito que indica determinados momentos que percebemos os resultados dos nossos esforços, respiramos, nos orgulhamos e continuamos a jornada.

Destaco ainda na semana, o que comentei no artigo anterior, como relevante:

O conceito Identidade Provisória Razoável;
Crenças Existenciais Individuais e Coletivas;
Reeducação Existencial;
Assumir o Ikigai como referência a procura do Tapete de Aladim;
A criação do conceito do Eu Curador.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

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Por aqui:
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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

Este é um resumo do texto escrito por Nepô, que continua a explorar os conceitos apresentados no livro “Hábitos Atômicos” de James Clear. Nepô destaca a importância de assumir uma nova identidade ao adotar novos hábitos, enfocando a transformação pessoal em vez de simplesmente alcançar resultados específicos. Ele discute a eficácia da mudança de hábitos com base na identidade desejada e destaca a necessidade de revisão existencial para projetos de felicidade mais fortes. O texto também aborda o conceito japonês de Ikigai, que promove uma vida mais longa e significativa, e diferencia entre crenças existenciais coletivas e individuais. Além disso, Nepô enfatiza a importância do autoconhecimento, do gerenciamento da energia mental e do papel da mente consciente na formação de hábitos. Ele também explora a ideia de identidade provisória razoável e discute a psicologia 1.0 versus 2.0, destacando a necessidade de uma abordagem mais flexível e adaptativa para o desenvolvimento pessoal. O texto encerra com várias reflexões sobre a importância do autoaperfeiçoamento e da dedicação a causas significativas para alcançar a felicidade mais duradoura.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma mente melhor aproveitada é aquela que automatiza tudo que é osso e dedica a área nobre para o filé!Hábitos são filhos das identidades e netos das crenças. Mudar de hábitos demanda revisar todo o processo.
  2. Vidas melhores não só nos fazem nos sentir bem, mas nos permitem ter uma longevidade maior.
  3. Quando se consegue o equilíbrio e se coloca o Ikigai para rodar, a tendência é nossa Taxa de Felicidade aumentar no longo prazo.
  4. Quando vamos pensar em reconstruir a nossa vida e abraçar um Projeto de Felicidade Mais Forte, começamos uma espécie de doutorado de nós mesmos.
  5. Sim, temos uma Identidade, mais ela é provisória e pode ser alterada, desde que tenhamos fatos ou argumentos razoáveis, que nos façam modificá-la.
  6. O processo de mudança de comportamento sempre começa com a musculação e a pilatação da consciência.
  7. É preciso sempre estar em processo de criar microdesafios na nossa vida para espantar o tédio.
  8. Se você está num processo de reeducação alimentar, na fase emagrecimento, evite marcar um papo de trabalho em um rodízio de pizza!

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Aquele que tem um porquê para viver pode suportar quase todos os comos.”Friedrich Nietzsche.

Parênteses.

Reflexões sobre a Jornada Fogo e não Fumaça

Todo dia, acordo de madrugada para estar diante desta tela para produzir mais uma etapa do nosso projeto.

Muitas vezes, sento aqui achando que nada de novo vai ocorrer, mas sempre acontece alguma coisa nova.

Não, o trabalho não é, visto de fora, empolgante, pode parecer chato.

Num momento de passagem civilizacional, no qual as pessoas estão ainda se acostumando com o novo ambiente, o que parece interessante é mais a fumaça do que o fogo.

Porém, não é a fumaça que vai nos levar para resolver os principais problemas que temos pela frente.

É o trabalho diário de muita gente, muitos Trabalhadores Missionários, que estão empenhados em construir formas de pensar e agir mais adequadas para o Sapiens 2.0.

Quem quer seguidores e fumaça, necessariamente, é obrigado a atender, em alguma medida, as demandas de curto e não de longo prazo.

O trabalho de longo prazo exige que o que faz sucesso hoje seja deixado de lado.

É, sem dúvida, um trabalho que poucos, como são os Bimodais Endógenos, que ficam com o tempo, entendem e apoiam.

Eles conseguem enxergar não o dedo, mas a lua.
E são eles e meu Eu Criativo (sempre empolgado) que me animam a continuar esse trabalho que aposta no longo prazo.

Fecha parênteses.

Continuemos a Bimodalização do livro “Hábitos Atômicos: Um Método Fácil e Comprovado de Criar Bons Hábitos e Se Livrar dos Maus” de James Clear.

Este é o quarto e último artigo.

O que vale ainda comentar?

Experiência objetiva de como se assume uma nova identidade:

“Tenho uma amiga que perdeu mais de kg somente se perguntando: “ O que uma pessoa saudável faria? ”Durante todo o dia, ela usava essa pergunta como guia. Uma pessoa saudável caminharia ou pegaria um táxi? Uma pessoa saudável pediria um burrito ou uma salada? Ela imaginou que se agisse como uma pessoa saudável por tempo suficiente, eventualmente se tornaria essa pessoa. Ela estava certa.”

Havia no caso do exemplo citado uma identidade de pessoa não saudável e ela queria assumir a de pessoa saudável.

Ficar repetindo “sou uma pessoa mais saudável”, “sou uma pessoa mais atlética”, “sou uma pessoa mais artística”, etc, faz com que a Mente Secundária vá operando e incorporando melhor com a nova identidade.

Ele sugere foque na nova identidade e nunca nas metas ou resultados:

“O foco deve ser sempre se tornar um tipo de pessoa e não obter um resultado particular.”

Já disse isso e vou repetir, algo que ficou marcado depois da leitura do Clear:

Hábitos são filhos das identidades e netos das crenças. Mudar de hábitos demanda revisar todo o processo.
Mudança de Hábito Mais Eficaz versus Mudança de Hábitos Mais Ineficaz

Nesta direção, temos dois tipos de Mudanças de Hábitos:

Mudança de Hábito Mais Eficaz – vou me tornar uma pessoa mais saudável, com um peso mais adequado e quero ficar com tantos quilos na balança;
Mudança de Hábitos Mais Ineficaz – vou perder tantos quilos em tantos meses.

Isso é algo importante, que reforça a ideia de uma Mudança de Hábito Mais Eficaz:

“O primeiro passo não é o que ou como, mas quem.”

Diria que:

Focar na nova crença, seguida de uma nova identidade, nos gera um senso de direção, que facilita bastante lidar com os novos hábitos.

Quem eu quero me tornar e o que eu preciso fazer para isso?

Isso vale tanto para uma reeducação alimentar quanto para uma Reeducação Existencial.

Reeducação Existencial

Quando falamos de Projetos de Felicidade Mais Fortes não estamos apenas falando de mudanças de hábitos, como sugere Clear, mas de algo mais amplo, no longo prazo.

Projetos de Felicidade Mais Fortes nos obriga a rever Crenças Existenciais Limitantes, que moldam nossas Identidades no Longo Prazo e que criam os hábitos que temos nas nossas vidas.

As Crenças Existenciais Limitantes são um misto de:

Paradigmas Essenciais sobre a Civilização, o Sapiens e a Felicidade;
Paradigmas Essenciais sobre nós mesmos, que envolvem nossas singularidades (habilidades, paixões, traumas e traços genéticos).

Um processo de Revisão Existencial pode começar debaixo para cima, partindo dos hábitos e revendo os Paradigmas Essenciais ou vice-versa, mas o pacote completo torna o processo mais forte, mais completo e ajuda no longo prazo.

O Quadrilátero do Ikigai

Aqui, podemos pensar no Quadrilátero do Ikigai.

Por que Ikigai?

Ikigai é um exemplo de Projeto de Felicidade Mais Forte, que aposta na Singularização.

É algo testado no tempo e que tem como resultado objetivo o seguinte:

Vidas melhores não só nos fazem nos sentir bem, mas nos permitem ter uma longevidade maior.

As regiões no Japão que adotaram o Ikigai como as Crenças Existenciais de formação dos seus habitantes têm habitantes mais longevos.
Crenças Existenciais Coletivas vs Crenças Existenciais Individuais

E aí temos algo interessante, pois temos:

Crenças Existenciais Coletivas – que são disseminadas em uma determinada região e que levam a resultados que atingem mais gente, tal como o Ikigai e, em certa medida, o Estoicismo;
Crenças Existenciais Individuais – que são adotadas por uma determinada pessoa, apesar das Crenças Existenciais Coletivas de onde vive não ser aquela.

No Ikigai, se procura um meio termo entre quatro questões:

Sou apaixonado nisso;
Sou diferenciado nisso?
Há uma demanda no mercado para isso?
Consigo viver (ganhar dinheiro, a partir disso)?

O interessante é que as questões não são em cadeia, uma que vem antes da outra, mas é uma equação que se procura algo no meio delas, a partir das condições existentes.

Quando se consegue o equilíbrio e se coloca o Ikigai para rodar, a tendência é nossa Taxa de Felicidade aumentar no longo prazo.

Os resultados coletivos que aparecem nas regiões que adotam o Ikigai quebram um pouco algo que vinha dizendo antes.

Mesmo pessoas mais quietas, menos disruptivas, precisam procurar algo que os apaixona e ele se sinta em desenvolvimento.

A diferença entre os incrementais e os disruptivos está no tipo de desafios mais próximos ou menos próximos do mainstream.

O que fica claro é que ter algo que nos dê a sensação de estar o tempo todo apaixonado, nos traz mais saúde e longevidade.

E aqui temos uma diferença do que estamos falando e o que Clear aborda.

Quando Clear fala que precisamos construir uma nova identidade, ele se refere a qualquer mudança, desde fazer ginástica a uma reeducação alimentar.

Quando aplicamos a ideia de mudança, estamos nos referindo Mudanças Existenciais dentro de um Projeto de Felicidade.

A pergunta é mais existencial.

Quando vamos pensar em reconstruir a nossa vida e abraçar um Projeto de Felicidade Mais Forte, começamos uma espécie de doutorado de nós mesmos.

O passo inicial da passagem de um Projeto de Felicidade Mais Fraco ou Inconsciente para um Mais Forte e Consciente é justamente chegar numa versão 1.0 do seu Ikigai.

Note bem.

É um anteprojeto de tese existencial, no qual você vai desenhar o quadrilátero e vai procurar responder o que considera viável dentro do teu perfil e do contexto que vive.

Eu sou mais ou menos assim e posso dentro do contexto que vivo, fazer isso e aquilo. É um jogo que você tem que aprender a jogar.

Vai começar a procurar falar disso, pensar nisso, agir a partir disso para ir recriando o projeto e ir avançando.

Clear nos diz, de certa forma isso:

“Você precisa saber quem quer ser. Caso contrário, sua busca pela mudança é um barco sem leme.”

Isso vale para perder 10 quilos e mudar totalmente de vida, quando se abraça um Projeto de Felicidade Mais Forte.

Identidade Provisória Razoável

E aqui temos o reforço da Visão Mais Descentralizadora do Sapiens, o da Identidade Provisória Razoável.

Num ambiente mais centralizado, do qual estamos saindo na Crise Estrutural Civilizacional que está acabando, temos dois problemas:

A Visão sobre a realidade tenderá a ser mais fechada e absoluta – existe uma realidade lá fora e as autoridades de plantão a conhecem;
A Visão sobre a identidade tenderá a ser mais fechada e absoluta – existe uma identidade pura e original, que você precisa autoconhecer, bem parecida com a que sugerem as autoridades de plantão, bem massificadas.

Num ambiente mais descentralizado, do qual estamos entrando na atual Renascença Estrutural Civilizacional que está apenas começando, temos dois desafios:

Rever a Visão sobre a realidade fechada e absoluta – adotando a Ética do Conhecimento da Certeza Provisória Razoável, na qual vamos procurar lidar da melhor forma possível com a realidade;
Rever a Visão sobre a identidade fechada e absoluta – e ter consciência de que NÃO existe uma identidade pura e original, mas algo dinâmico que você precisa criar de forma singularizada, bem distante do que sugerem as autoridades de plantão – uma identidade mais particularizada.

Sim, temos uma Identidade, mas ela é provisória e pode ser alterada, desde que tenhamos fatos ou argumentos razoáveis, que nos façam modificá-la.

Ter uma Identidade Provisória Razoável não significa que “sei que nada sei” sobre mim. Sim, sei algumas coisas, mas estou aberto a ajustes, desde que razoáveis.

“O poder de mudar suas crenças sobre si mesmo é seu. Sua identidade não é algo gravado em pedra.”

Psicologia 1.0 vs a 2.0

Note que neste momento Clear está abraçando algo bem maior em termos de Essenciologia do Sapiens, uma divisão entre a Psicologia 1.0 e a 2.0:

Sapiens com Identidade Fechada – viver melhor é conhecer a sua identidade pura e fixa, baseada no passado, Psicologia 1.0;
Sapiens com Identidade Aberta – viver melhor é estar o tempo todo repensando a nossa identidade, a partir dos contextos, a partir de algo do passado, mas principalmente do presente para mudar o futuro, Psicologia 2.0.

Ele cita Hreha:

“Os hábitos são soluções confiáveis para problemas recorrentes em nosso ambiente.” – Jason Hreha.

Melhoraria da seguinte forma:

Os hábitos são soluções aparentemente confiáveis para problemas recorrentes em nosso ambiente, que precisam ser revistos conforme os resultados.

Automatizar hábitos é preciso, o problema é saber o que deve e como ser automatizado.

Diz ele:

“A formação de hábitos é incrivelmente útil porque a mente consciente é o obstáculo do cérebro . Por ser capaz de prestar atenção a apenas um problema de cada vez , seu cérebro está sempre trabalhando para guardar sua atenção consciente para qualquer tarefa que seja mais essencial.” // “Sempre que possível, a mente consciente delega tarefas para que a mente não consciente as realize automaticamente.” // Os hábitos reduzem a carga cognitiva e liberam a capacidade mental , para que você possa direcionar sua atenção para outras tarefas.

Em outras palavras:

É mais saudável: o fácil e conhecido descer para o automatismo da mente e o complicado e o novo subir para a área nobre para se decidir o que fazer.

Falamos disso ao criar o Malandrismo.
Relação de hábitos e liberdade

“Pessoas que não controlam seus hábitos muitas vezes são as que têm menos liberdade.”

E aqui temos algo interessante.

Quem controla os hábitos?

É o O Eu Curador com o apoio da Mente Secundária, que controla melhor a Mente Secundária.

Quem se deixa levar pela Mente Primária tem um Eu Curador menos desenvolvido, utiliza menos a Mente Secundária e se deixa levar pelo passado.

Seja este passado a herança genética, cultural ou traumática.

Quanto mais conhecemos nossa equipe interna, melhor podemos lidar com ela e tomar decisões mais adequadas para o nosso Eu Curador.

Eu Curador

Quem é o EU Curador?

É o que podemos chamar de consciência – aquele que comanda toda a equipe formada pelas áreas da mente e do corpo.

Malandrismo e o Gerenciamento da Energia Mental

E aí passamos a ter um processo de Gerenciamento da Energia Mental.

Diz ele:

“Quando tornarmos os fatos básicos da vida mais fáceis é que conseguimos criar o espaço mental necessário para o pensamento livre e a criatividade.”

Ou seja, voltamos a falar do Malandrismo:

Uma mente melhor aproveitada é aquela que automatiza tudo que é osso e dedica a área nobre para o filé!

A batalha contra o Zecapagodismo e o reforço da visão Bimental, presente também no Clear:

“À medida que os hábitos se formam, suas ações emergem sob o comando de sua mente automática e não consciente.”

Reforço de peso para a Bimentalidade

E aqui recebemos um reforço de peso para a Bimentalidade:

“Até que transforme o inconsciente em consciente, ele direcionará sua vida , e você o chamará de destino.” – Carl Jung.

O inconsciente é a Mente Primária, o Zeca Pagodismo.

Frases e comentários:

“Quanto mais automático se torna um comportamento, é menos provável que pensemos conscientemente nele.” // “Muitos dos nossos fracassos de desempenho são em grande parte atribuíveis à falta de autoconsciência.” // “Um dos nossos maiores desafios na mudança de hábitos é manter a consciência do que estamos realmente fazendo.”

Quanto mais a Mente Secundária se aguça, mais ela é capaz de ir identificando e mudando os hábitos automáticos que estão mais atrapalhando do que ajudando.

“Se ainda tiver problemas para avaliar certo hábito, aqui está uma pergunta que gosto de usar: “ Esse comportamento ajuda a me tornar o tipo de pessoa que desejo ser? Esse hábito é um voto a favor ou contra minha identidade desejada? ”Os hábitos que reforçam sua identidade desejada geralmente são bons; os que entram em conflito com ela, ruins.” // “O primeiro passo para mudar os maus hábitos é estar atento a eles. Se você sente que precisa de ajuda extra, experimente o sistema Apontar e Falar em sua vida. Diga em voz alta a ação que está pensando em tomar e qual será o resultado. Se quiser reduzir o consumo de junk food , mas percebe que está prestes a pegar outro biscoito , diga em voz alta: “Estou prestes a comer este biscoito , mas não preciso dele. Comê-lo vai me fazer ganhar peso e prejudicar minha saúde.”

Um ótimo critério para julgar os hábitos e outra boa dica para batalhar pelo fim de um indesejado.

O processo de mudança de comportamento sempre começa com a musculação e a pilatação da consciência.

Vida mais consciente e com um foco vs Vida mais inconsciente e sem um foco

Divisão entre o Sapiens:

Vida mais consciente e com um foco – menos Eu Geral e menos Mente Secundária;
Vida mais inconsciente e sem um foco – mais Mente Primária.

“Muitas pessoas pensam que não têm motivação quando o que realmente lhes falta é clareza . Nem sempre é óbvio quando e onde agir. Algumas pessoas passam a vida inteira esperando o tempo certo para se aprimorar.”
Reforça a ideia de que:

Mudanças mais estruturais precisam de um primeiro passo “do para onde” e depois vêm “os comos eu chego lá”.

Mão invisível

“As pessoas geralmente escolhem produtos não pelo que são, mas por causa de onde estão.” // “ O ambiente é a mão invisível que molda o comportamento humano.”.

A ideia da mão invisível é excelente!

Arquiteto da própria vida

“Você não precisa ser vítima do ambiente. Também pode ser o arquiteto.” // “A maioria das pessoas vive em um mundo que os outros criaram para elas.” // O planejamento do ambiente permite retomar o controle e se tornar o arquiteto da sua vida . Seja o criador do seu mundo e não apenas seu consumidor.// “

Ótimas frases!

“É mais fácil mudar os hábitos em um novo ambiente,”

Reforça Bill Wilson e sua turma:

“Quer parar de beber? Afaste-se de pessoas, lugares e situações, que o leve para isso.”

“O que acontece na verdade é que pessoas “disciplinadas” são melhores em estruturar suas vidas de uma forma que não exija força de vontade ou autocontrole hercúleos.” // “As pessoas com mais autocontrole são tipicamente aquelas que precisam exercê-lo minimamente.” // A maneira de melhorar essas qualidades não é desejar que você seja uma pessoa mais disciplinada, mas criar um ambiente mais disciplinado.” // “Uma das coisas mais eficazes que você pode fazer para construir hábitos melhores é viver em uma cultura em que seu comportamento desejado é o padrão.”

Ou seja.

Se você está num processo de reeducação alimentar, na fase emagrecimento, evite marcar um papo de trabalho em um rodízio de pizza!

Reforço:

“Moral da história : você pode quebrar um hábito, mas é improvável que o esqueça.” // “Para ser franco, nunca vi alguém manter hábitos positivos de forma consistente em um ambiente negativo.” // “O autocontrole é uma estratégia de curto, não de longo prazo.”

Reforço da FBO

“Não escolhemos nossos primeiros hábitos, nós os imitamos. Seguimos o roteiro de nossos amigos e familiares , igreja ou escola , comunidade local e sociedade em geral.”

Muito bom:

“Na maior parte das vezes, preferimos errar com a multidão do que estar certos sozinhos.” // “Cerque-se de pessoas que têm os hábitos que você quer ter. Vocês prosperarão juntos.”

“Grande parte da batalha de construir hábitos melhores se resume a encontrar maneiras de reduzir a resistência associada aos nossos bons hábitos e aumentar a resistência associada aos maus.”

“A civilização avança estendendo o número de operações que podemos realizar sem pensar.” – Alfred North Whitehead.

Papo de Maestria

“Maestria requer prática . Mas quanto mais você pratica alguma coisa , mais chata e rotineira ela se torna.” // “A maior ameaça ao sucesso não é o fracasso, mas o tédio.”

É preciso sempre estar em processo de criar microdesafios na nossa vida para espantar o tédio.

Diz ele:

“Os comportamentos precisam permanecer novos para que continuem atraentes e satisfatórios. Sem variedade, ficamos entediados. “ // “Os comportamentos precisam permanecer novos para que continuem atraentes e satisfatórios. Sem variedade, ficamos entediados.” // O tédio é talvez o maior vilão na busca do auto aperfeiçoamento.”

E segue:

“Uma vez que um hábito tenha sido estabelecido, é importante continuar avançando em pequenos passos. Essas pequenas melhorias e novos desafios mantêm você engajado. E, se atingir a Zona Cachinhos Dourados , você pode alcançar um estado de fluxo.” // “Trabalhar em desafios de dificuldade perto do limite de sua capacidade — só um pouquinho além — parece crucial para manter a motivação.”

Frases finais:

“Os genes não determinam seu destino. Eles determinam suas áreas de oportunidade.”

“Todos queremos vidas melhores para nossos futuros eus. No entanto, quando chega o momento da decisão, a gratificação instantânea geralmente ganha.”

“Escolha o hábito que melhor lhe convier, não o mais popular.”

“Sempre que se sentir autêntico e genuíno, você está indo na direção certa.”

“Nunca revisar seus hábitos é como nunca se olhar no espelho.”

“Quando escolhida de forma eficaz , uma identidade é flexível e não frágil. Como a água fluindo por um obstáculo, sua identidade trabalha junto com as circunstâncias em transformação, e não contra elas.”

“A falta de autoconsciência é um veneno. A reflexão e a revisão são o antídoto.”

“Quanto mais nos apegamos a uma identidade, mais difícil se torna crescer além dela.”

“O segredo para obter resultados duradouros é nunca parar de fazer melhorias.”

“A felicidade só acontece como o efeito colateral não intencional da dedicação pessoal de alguém a uma causa maior do que a si mesmo ou subproduto de sua entrega a uma pessoa diferente de si mesmo.” – Viktor E . Frankl.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

Nepô reflete sobre os insights que teve ao ler o livro “Hábitos Atômicos: Um Método Fácil e Comprovado de Criar Bons Hábitos e Se Livrar dos Maus” de James Clear, destacando a importância de mudar hábitos para promover mudanças na vida. Nepô inclui Clear na bibliografia básica da Bimodais, ressaltando a necessidade de mudanças reais no presente e futuro, alinhando-se com a visão de Martin Seligman. Ele destaca a transição das terapias emocionais para uma abordagem mais teórico-metodológica, criticando a falta de consideração dos traumas por Clear. Nepô também discute a chegada da Psicologia 2.0 e a necessidade de tratamentos terapêuticos em larga escala. Ele critica a abordagem de Clear sobre hábitos tóxicos e destaca a importância da mudança de identidade na mudança de hábitos. Por fim, Nepô enfatiza o tripé da mudança estrutural: crença, identidade e hábitos.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma mudança mais eficaz é aquela em que você não está apenas num projeto de mudança de atitudes, mas mudança de percepção sobre você mesmo.
  2. Na Psicologia 2.0, iremos popularizar o tratamento terapêutico emocional, com o apoio de Inteligências Artificiais Digitais Curadoras.
  3. Se você não está empenhado em ser um outro eu e se desapegar do antigo, a tendência é que os antigos hábitos retornem.
  4. A identidade é um processo de pesquisa em aberto e não algo pronto e acabado.
  5. As crenças são as mães da nossa identidade e avós dos nossos hábitos.
  6. É preciso mudar a crença, a identidade e os hábitos – num processo integrado.
  7. Quanto mais embrenhado estiver um Paradigma na sua Mente Primária, mais difícil será mudá-lo.
  8. Hábitos reforçam identidades, que reforçam, hábitos, que reforçam identidades, num ciclo infinito. Mudar um, significa alterar o outro.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Quanto mais profundamente um pensamento ou ação está vinculado à sua identidade, mais difícil é mudá-lo.”James Clear.

Parênteses.

Leitura Ativa

Este artigo é o exemplo claro de como uma Leitura Ativa pode colaborar com a melhoria da Narrativa Profissional de qualquer um.

Quanto mais eu vou lendo, mais eu vou comparando e melhorando minha capacidade de pensar sobre a Inovação Pessoal.

É um somatório de consolidações que vai ocorrendo leitura a leitura.

Fecha e abre outro.

Melhorando Papo de IA

Partimos do princípio que qualquer máquina tem algum tipo de inteligência quando é ligada, pois consegue fazer algo sozinha.

Uma enxada não é inteligente, pois não faz nada sozinha.

Já uma máquina de lavar, quando programada, opera sozinha.

Uma enxada podemos dizer que é uma tecnologia desprovida de inteligência, pois não faz nada sozinha.

Quando uma máquina opera sozinha em algum momento tem algum tipo de inteligência, que foi transferida para ela.

Uma máquina de lavar não aprende e não decide, apenas segue um padrão.

Uma máquina de lavar roupa, assim, apesar de pouca inteligência, tem algum tipo.

Ela é artificial, pois precisa ser fabricada. Uma planta que nasce no jardim tem uma inteligência natural, quando, por exemplo, procura um posicionamento melhor à procura do sol.

Se for uma máquina tradicional sem nenhum processador digital embutido é uma Inteligência Artificial.

É Inteligente, pois opera sozinha. E é artificial, pois foi criada e não nasce independente do ser humano.

Se a espécie humana acabar não nascerão mais máquinas de lavar, mas as plantas continuarão a fazer o que fazem, naturalmente.

Uma primeira divisão, assim, é a seguinte:

Tecnologias sem nenhuma inteligência – exemplo, enxada;
Tecnologias com alguma inteligência – exemplo, máquina de lavar.

Melhorando o papo sobre Inteligência Artificial, nós temos o seguinte:

Inteligência Artificial Analógica – máquinas que têm determinada autonomia, mas que NÃO usam NENHUM recurso digital, tal como a televisão e uma máquina de lavar antiga;
Inteligência Artificial Digital – máquinas que têm determinada autonomia, mas que usam recursos digitais.

O diferencial entre as diferentes Inteligências Artificiais é a sua similaridade com a inteligência humana.

Quanto mais ela aprende, resolve, compreende e reconhece padrões sozinha, mais inteligente ela é.

Porém, não podemos chamar todas as máquinas de Inteligência Artificial, pois fica difícil separar uma das outras.

Se eu digo para um determinado programa:

“Faz uma foto, ou um desenho, ou um vídeo, assim e assado.”

Eu estou dando uma ordem e ela obedecendo, como se fosse um gerente e um funcionário, diretamente.

Neste caso, temos uma Inteligência Artificial da Gestão, que segue a lógica “faça isso” e ela faz, sem nenhuma autonomia.

Pode fazer maravilhosamente bem, mas continua sendo uma Inteligência Artificial da Gestão, que é operada pelos comandos de voz ou texto.

Usa como referência as Mídias Orais e Escrita.

Quando eu introduzo a Linguagem dos Rastros, ela passa a operar a partir delas, eu tenho uma Inteligência Artificial diferente.

Ela é programada por um Curador que diz o seguinte:

“Conforme o uso que se faz, você faz isso e aquilo”, deixando que ela decida.”

Temos assim:

Inteligência Artificial Digital da Gestão – que segue comandos orais e escritos e não aprende nada e nada decide com os Rastros Digitais, tipo os Chatboxes;
Inteligência Artificial Digital da Curadoria – que pode ou não seguir comandos orais e escritos, mas aprende e decide a partir dos Rastros Digitais, tipo os algoritmos do Tik Tok ou do Waze.

Fecha parêntese.

Abre outro.

Por que precisamos definir com precisão as Inteligências Artificiais?

Cientista: seu papel

O papel de um cientista é ser um Organizador de Ambientes de Diálogos. É aquela atividade humana que organiza diálogos para que possamos explicar e agir diante de fenômenos. Um dos principais papéis dos cientistas é detalhar melhor os conceitos que são utilizados de forma corrente, que muitas vezes gera mais confusão do que explicação.

Se não definirmos, por exemplo, o que é Inteligência Artificial com precisão e suas diversas variantes, não vamos saber do que exatamente estamos falando.

Quando o Google, por exemplo, destaca mais o termo “Inteligência Artificial”, todo mundo diz que está falando sobre isso e a confusão está montada.

Fecha parêntese.

Continuemos a Bimodalização do livro “Hábitos Atômicos: Um Método Fácil e Comprovado de Criar Bons Hábitos e Se Livrar dos Maus” de James Clear.

Este é o terceiro artigo.

Inclusão de James Clear na Bibliografia Básica da Bimodais

Clear nos traz insights importantes e, por causa disso, inclui ele na bibliografia básica da Bimodais.

O seu grande mérito é apontar que:

Não existe mudança na vida de ninguém, se não alterarmos nossos hábitos.

Na verdade, ele se alinha com Martin Seligman ao defender que:

Terapias não podem ficar restritas às teorias sobre os traumas do nosso passado, mas que precisam apontar mudanças reais e concretas no presente e no futuro.

Sim, Clear deixa claro que:

Se não houver mudanças nas nossas crenças, que geram nossas identidades, dificilmente, mudanças nos hábitos no longo prazo.

Clear reforça uma tendência deste novo século na passagem das Terapias Emocionais Mais Teóricas e pouco Metodológicas para uma Mais Teórica-Metodológica.

A ficha que cai:

Não adianta a pessoa ir para uma terapia para se autoconhecer e não mudar nada ou muito pouco na sua vida.

Papo de Terapia Emocional Cognitiva Comportamental

Por isso, hoje se fala tanto em Terapia Emocional Cognitiva Comportamental, que é a linha do Seligman e do Clear.

A relação de custo/benefício das Terapias Cognitiva Comportamental é melhor, pois a pessoa tem resultados mais objetivos.

Nas Terapias Cognitiva Comportamental, que prometem melhorar a vida das pessoas, têm menos margem para a enrolação e, de certa forma, uma manipulação entre cliente-terapeuta.

A pessoa, numa Terapia Emocional centrada no Autoconhecimento pode passar anos se autoconhecendo e não modifica absolutamente nada na sua vida.

O terapeuta do autoconhecimento ganha seu dinheiro e não pode ser cobrado que não foi eficaz, pois o que ele entrega é o autoconhecimento pelo autoconhecimento.

Críticas ao Clear

Qual o problema que vejo ao ler o Clear.

Ele aborda a questão das crenças e da identidade e deixa de fora os traumas.

Todo Sapiens para virar Sapiens precisa:

Ganhar determinadas heranças genéticas – que definem diversas tendências ao longo da vida;
Ganhar determinadas heranças emocionais e culturais – que também definem diversas tendências ao longo da vida.

Do ponto de vista das heranças emocionais e culturais, a partir de uma Formatação Básica Obrigatória, que nos deixa de forma mais inconsciente na nossa Mente Primária:

Traumas Emocionais – que nos fazem reagir de forma mais automática quando determinados gatilhos são acionados, que podem ser Primários (herdados da família) ou Secundários (que vieram depois fora do ambiente familiar);
Crenças Culturais – que vêm da nossa família (Influências Culturais Primárias), amigos, escolas, local em que vivemos (Influências Culturais Secundárias);
Ambiente Midiático – que define muito as nossas relações com os outros e com o consumo de todos os tipos.

Depois disso, com toda essa herança ainda temos:

A relação da nossa genética com toda essa herança traumática, cultural e midiática;
Os acontecimentos que cada um será exposto que pode criar novos traumas, novas heranças culturais (Influências Culturais Secundárias);
Bem como alterações midiáticas, que modificam nossa relação com o consumo do ambiente.

Quando estamos falando de mudança, todos estes aspectos terão um peso grande.

Papo de Psicologia 2.0

Com a chegada da Psicologia 2.0, muito vai mudar.

Na Psicologia 2.0, iremos popularizar o tratamento terapêutico emocional, com o apoio de Inteligências Artificiais Digitais Curadoras (IADC).

Teremos como nunca tivemos no passado o atendimento em larga escala, com o uso das IADCs, que vão nos permitir estabelecer as relações entre:

Os padrões genéticos;
Influências culturais primárias e secundárias;
Traumas Primárias e Secundários;
E, a partir disso, com a avaliação dos melhores resultados por cada perfil, sugerir ações mais eficazes para que possamos ter vidas melhores.

Tipos de Hábitos Tóxicos

Outra crítica que faço ao Clear é falar de Maus Hábitos, mas não separar dois que são relevantes.

Temos dois tipos de Hábitos Tóxicos:

Hábitos Tóxicos – práticas que nos fazem mais mal do que bem, mas que os riscos e prejuízos são relativamente baixos, tal como comer biscoito toda vez que vê televisão. Vai se ganhar peso, o que não é bom, mas não vai fazer com que você bata num poste totalmente bêbado. Demanda um tratamento mais light e menos profundo;
Hábitos Super Tóxicos – práticas que nos fazem mais mal do que bem e envolvem riscos e prejuízos relativamente altos, tal como beber todos os dias ou jogar a dinheiro. Demanda um tratamento mais intenso e mais profundo.

Este detalhamento não está no livro do Clear e é necessário fazer.

Um ponto que abordamos, mas vale repetir é a relação de mudanças de hábitos e identidade.

Diz ele:

“Há um conjunto de crenças e suposições que moldam o sistema, uma identidade por trás dos hábitos.”

O que ele diz, numa tradução livre?

Uma mudança mais eficaz é aquela em que você não está num projeto de mudança de atitudes, mas mudança de percepção sobre você mesmo.

Ele diz:

“O comportamento incoerente com o “ eu ” não durará.”

Ou seja:

Se você não está empenhado em ser um outro eu e se desapegar do antigo, a tendência é que os antigos hábitos retornem.

Diria que aqui esbarramos de novo com a questão central dos Paradigmas Estruturais do Sapiens.

A Bifurcação sobre a identidade

O que temos de bifurcação sobre a identidade:

Temos uma identidade – se nos autoconhecer vamos chegar a ela (uma visão platônica, diga-se de passagem) – Visão da Identidade Mais Definitiva – fantasia de que sabemos quem nós somos, de forma final e absoluta;
Nossa identidade é um processo de descoberta progressiva e permanente – que precisa estar o tempo todo sendo avaliada e testada. Visão da Identidade Mais Provisória – é impossível saber quem realmente somos, mas podemos nos aproximar mais de uma identidade que nos aproxima mais do que podemos ser.

Isso é um reflexo da nossa própria relação com a realidade:

Realidade é passível de ser conhecida pelo Sapiens – ela existe, está lá fora e tem algumas autoridades que a conhecem e precisam ser seguidas e respeitadas;
Realidade não é passível de ser conhecida pelo Sapiens – o que podemos fazer é ter teorias e metodologias mais fortes para melhor nos relacionar com elas.

A visão mainstream, ainda mais em Ambientes Mais Centralizados, terão a visão da Realidade/Identidade Absolutas, que é algo que impede as mudanças coletivas e individuais.

Para que, como sugere Clear, a pessoa precisa rever a sua identidade, antes disso, é preciso que ela entenda que:

A identidade é um processo de pesquisa em aberto e não algo pronto e acabado.

Vamos dar exemplo de alguém que adota a Identidade Provisória.

Quando queremos emagrecer, não estamos apenas procurando comer melhor, mas criar um Outro Eu que tem um corpo mais magro ou menos gordo.

Emagrecer é, no fundo, antes de tudo, se desapegar de um corpo gordo que tomou conta de nós.

Ir para uma academia é querer ter ou recuperar um corpo atlético, que se perdeu ou nunca esteve presente.

O que Clear sugere é que precisamos migrar de uma identidade para outra como o norte principal de todo o processo de mudança.

Os exercícios da mudança

Precisamos começar a educar nossa mente e abraçar este novo eu com dois tipos de exercícios:

O Exercício Prévio a qualquer mudança – entender que nossa identidade é um processo de descoberta;
Exercício Direto da Mudança – comer melhor, ir para a academia, começar a pintar ou a tocar violão;
O Exercício Indireto da Mudança – criar Rituais Rivotril para reforçar o novo eu dentro de nós, num trabalho para que a mente abrace este novo personagem.

Diz ele:

“É difícil mudar seus hábitos se não mudar as crenças subjacentes que levaram a seu comportamento passado.”

Coloquemos desse jeito.

As crenças são as mães da nossa identidade e avós dos nossos hábitos.

É preciso mudar a crença, a identidade e os hábitos – num processo integrado e conjunto, através de uma sinergia.

Segundo ele:

Não adianta procurar novos hábitos se a crença na sua identidade continua a mesma!

Ele é Escopeteiro com esta frase:

“Você tem um novo objetivo e um novo plano, mas não mudou quem é.”

Ele radicaliza:

“A forma definitiva de motivação intrínseca é quando um hábito se torna parte de sua identidade. Uma coisa é dizer que sou o tipo de pessoa que quer algo. O que é muito diferente de dizer que sou o tipo de pessoa que é algo.”

Tripé da Mudança Estrutural

Prefiro dizer que temos o Tripé da Mudança Estrutural formado por Crença-Identidade-Hábitos.

Cada pessoa e situação tem um ritmo e um método de Mudança Estrutural, que sempre envolve o Tripé da Mudança Estrutural:

Mudança de Crença;
Mudança de Identidade;
Mudança de Hábito.

E aí temos algo interessante:

“Quanto mais orgulho você tiver em um aspecto particular de sua identidade, mais motivado estará para manter os hábitos associados a ele.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

Quer doar e ganhar quatro aulas de aula gravada?

Por aqui:
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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

Neste texto, Nepô discute conceitos relacionados à mudança de hábitos e à busca pela excelência. Inspirado no livro “Hábitos Atômicos” de James Clear, ele argumenta que o foco nos sistemas e processos é mais eficaz do que simplesmente definir metas, destacando a importância da felicidade contínua ao longo da jornada, em oposição à busca por uma felicidade momentânea ao atingir objetivos específicos. Nepô propõe a distinção entre hábitos mais saudáveis e tóxicos, e a necessidade de uma mudança mais profunda na identidade para sustentar mudanças duradouras. Ele também introduz a ideia de mudança conjuntural superficial, mais profunda e estrutural, enfatizando que a mudança de hábitos está intimamente ligada à transformação da identidade. Por fim, destaca a importância dos rituais e da atividade da “Mente Secundária” para sustentar essas mudanças.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Todo o processo de mudança de qualquer pessoa estará sempre ligado ao desenvolvimento da Mente Secundária – mais reflexiva.
  2. Me diga como você está se relacionando com a sua Mente Secundária e te direi quem és!
  3. As causas dos problemas estão em processos inadequados. Enquanto não se revê a inadequação, há pouca chance de se ter mudanças substanciais.
  4. Quanto mais a mudança de hábitos envolve uma alteração da sua identidade, mais duradoura ela se torna.
  5. Uma Mudança Estrutural Mais Profunda, assim, é um processo de revisão da nossa identidade e não dos nossos hábitos.
  6. O Sapiens não é e nunca foi, sempre está em processo de redescobrimento, conforme vai caminhando no tempo.
  7. Todo o processo terapêutico emocional – seja ele qual for – sempre terá no seu epicentro a separação entre o que podemos ser e o que achamos que somos!
  8. Precisamos, assim, aplicar a Ética do Conhecimento da Certeza Provisória Razoável na nossa identidade, tornando-a uma pesquisa continuada e nunca uma certeza definitiva.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Corrija as entradas e as saídas se corrigirão.” James Clear.

Primeiro Parênteses:

Nova definição de Inteligência Artificial

Vamos falar de Inteligência Artificial e dividi-la em duas:

Inteligência Artificial da Gestão – aquela em que a máquina executa apenas o que é pedido;
Inteligência Artificial da Curadoria – aquela que a máquina, a partir de alguns parâmetros aprende e decide a partir do uso.

Fecha Parênteses.

Continuamos aqui a Bimodalização do livro “Hábitos Atômicos: Um Método Fácil e Comprovado de Criar Bons Hábitos e Se Livrar dos Maus” de James Clear.

Este é o segundo artigo.

Voltemos ao ponto que paramos no artigo anterior.

Diz ele:

“Se quiser melhores resultados, esqueça a definição de metas. Concentre-se no seu sistema.”

Bimodalizo dando título ao artigo:

Quer excelência? Olhe para os processos e não para os resultados!

Diz ele, citando diversos exemplos:

“Somente quando implementaram um sistema de pequenas melhorias contínuas, conseguiram um resultado diferente.”

Com isso, se consegue:

“Vários problemas surgem quando se gasta muito tempo pensando nas metas e não há tempo suficiente para projetar seus sistemas.”

O que ele quer dizer?

Quando temos processos adequados, os resultados virão mais dia, menos dia.

Os processos analisam as causas e, com melhores tratamentos, se chega aos melhores resultados.

Diz ele:

“Alcançar uma meta muda sua vida no momento. Esse é um fato controverso sobre o aperfeiçoamento. Achamos que precisamos mudar os resultados, mas eles não são o problema. O que realmente precisamos mudar são os sistemas que os produzem.”

As causas dos problemas estão em processos inadequados. Enquanto não se revê a inadequação, há pouca chance de se ter mudanças substanciais.

Clear nos traz, de novo, a conversa da Felicidade Estrada ou Estação.

Podemos dividir em:

Felicidade Estação versus Felicidade Estrada.

Diz ele questionando o papo da Felicidade Estação:

“O pressuposto implícito por trás de qualquer meta é o seguinte: “ Quando alcançar minha meta, serei feliz.”

Ele defende a Felicidade Estrada:

“Quando você se apaixona pelo processo, e não pelo produto, não precisa esperar para se dar ao luxo de ser feliz.”

Na Felicidade Estrada, começamos a dar menos importância para os resultados e abraçamos mais os processos.

A cada dia, podemos comemorar uma pequena vitória e isso gera Sentimentos Positivos.

A Felicidade Estrada tem o viés Endógeno.

Vejamos a diferença entre as duas:

Felicidade Estrada – pensamento de longo prazo, baseado em Metas Saudáveis, focada mais no processo e não tanto em resultados e na visão Endógena de Felicidade;
Felicidade Estação – pensamento de curto prazo, baseado em Metas Tóxicas, focada mais em resultados do que no processo e na visão Exógena de Felicidade.

Quando se pensa no longo prazo, a melhoria dos processo dá melhores resultados.

Peguemos o exemplo de uma reeducação alimentar.

Chegar a determinado peso é uma referência para uma estabilidade alimentar.

Porém, chegar naquele peso é apenas uma referência dentro de um processo mais amplo que é passar a comer de forma diferente da atual e melhor.

O objetivo é comer de forma mais saudável e diferente do que estamos fazendo e o peso é apenas uma métrica do processo.

Eu me peso toda sexta-feira para não perder o rumo, mas o mais importante, no longo prazo, para minha saúde e longevidade, é a qualidade da minha alimentação.

Uma Reeducação Alimentar Mais Saudável, assim, vai na seguinte direção: eu estou comendo melhor e, por causa disso, estou conseguindo manter meu peso ideal por longo tempo.

Clear nos alerta:

“As metas estão em desacordo com o progresso em longo prazo.” // “É por isso que muitas pessoas se veem retomando os velhos hábitos depois de realizar um objetivo.”

Eu acho que isso pode ser melhorado.
Novos conceitos: Metas Saudáveis e Metas Tóxicas

Podemos ter Metas Saudáveis e Tóxicas, vejamos a diferença:

Metas Saudáveis – o objetivo não é um fim em si mesmo, mas apenas uma referência para que você possa estabelecer uma determinada métrica para avaliar quanto está o projeto – o foco é Endógeno, uma referência para você mesmo seguir adiante e se motivar;
Metas Tóxicas – o objetivo passa a ser um fim em si mesmo e não uma referência para que você possa estabelecer uma determinada métrica – o foco é o Exógeno, uma referência para ou outros.

O que ele está questionando não são Metas no geral, mas Metas Tóxicas.

Diz ele:

“O objetivo de estabelecer metas é ganhar o jogo. O propósito de construir sistemas é continuar jogando. O verdadeiro pensamento em longo prazo é o pensamento sem metas. Não se trata de uma única realização, mas sim de um ciclo de refinamento e melhoria contínua. Em última análise, é o seu compromisso com o processo que determinará seu progresso.”

Não acho que não precisamos ser tão radicais.

Metas Saudáveis são referências importantes e motivadoras.

Estou nadando de novo e resolvi passar de 10 para 12 idas e vindas, aumentando de 30 para 36 o total da natação.

Gostei de ter chegado a 36, mas o meu objetivo não é 30 ou 36, mas é conseguir nadar um pouco todos os dias, como um exercício a mais entre vários outros.

O questionamento de Clear é claramente contra as Metas Tóxicas:

“Concentrar-se no sistema geral, em vez de em um único objetivo, é um dos temas centrais deste livro.”

Melhoria do Conceito de Sala: Momento Platô

Falamos semana passada na Escalada Conceitual em duas etapas: Escalada e Chegada em um Platô, Clear fala algo parecido:

“Pequenas alterações, geralmente, parecem não fazer diferença até que você cruze um limite crítico.”

Tem determinados momentos da jornada que chegamos a um determinado ponto que percebemos um limite que foi transposto.

No Momento Platô, conseguimos subir um determinado trecho da montanha e chegamos a um platô – momento de respirar, curtir, se orgulhar, olhar a vista e se preparar para a nova etapa.

Um determinado momento em que uma dada etapa foi vencida.

E aí se inicia uma conversa entre Hábitos Saudáveis e Tóxicos.
Criação dos Conceitos Hábitos Mais Saudáveis e Mais Tóxicos

Vejamos a diferença entre Hábitos Mais Saudáveis e Mais Tóxicos:

Hábitos Mais Saudáveis – fazem mais bem do que mal e nos levam a um Bem Estar Mais Continuado no Longo Prazo;
Hábitos Mais Tóxicos- fazem mais mal do que bem e NÃO nos levam a um Bem Estar Mais Continuado no Longo Prazo.

O que ele sugere é diante dos hábitos:

Passar a ter consciência de nossos hábitos;
Identificar os que nos fazem mais mal do que bem e o contrário;
Procurar eliminar os Mais Tóxicos e criar os Mais Saudáveis.

É simples assim.

Porém, é preciso dizer:

Nossos hábitos – sejam eles mais tóxicos ou saudáveis – estão armazenados na nossa Mente Primária e são difíceis de serem percebidos e alterados.

E esse é basicamente o esforço do Clear no seu livro, sugerir a entrada de Hábitos Mais Saudáveis e sugerir a saída dos Mais Tóxicos.

Qual é o problema central?

Nós somos muito mais guiados pela Mente Primária Mais Automática que vai no Zecapagodismo, do que pela Mente Secundária Reflexiva.

Todo o processo de mudança de qualquer pessoa estará sempre ligado ao desenvolvimento da Mente Secundária – mais reflexiva.

Me diga como você está se relacionando com a sua Mente Secundária e te direi quem és!

Existe, portanto, uma metodologia mais adequada para as Mudanças de Hábitos.

Novos conceitos: Mudança Mais Conjuntural (Mais ou Menos Profunda) e Mais Estrutural

Diz ele:

“A primeira camada é a mudança de seus resultados. Esse nível está preocupado em mudar seus resultados: perder peso, publicar um livro, vencer um campeonato. A maioria das metas que você definiu está associada a esse nível de mudança.”

É o que chamamos de Mudança Conjuntural Mais Superficial.

Você foca no resultado e não no processo.

Não faz uma mudança mais profunda na sua própria identidade. É uma mudança de hábitos temporária.

A outra é a Mudança Conjuntural Mais Profunda.

“A segunda camada é a mudança de seus processos. Esse nível está preocupado com a mudança de seus hábitos e sistemas: implementar uma nova rotina na academia, organizar sua mesa para ter um melhor fluxo de trabalho, desenvolver uma prática de meditação. A maioria dos hábitos que você cria está associada a esse nível.”

Mudança Estrutural Mais Profunda.

“A terceira e mais profunda camada é a mudança de sua identidade. Esse nível está relacionado com a mudança de suas crenças: sua visão de mundo, sua autoimagem, seus julgamentos sobre você e os outros. A maioria das crenças, suposições e preconceitos está associada a esse nível.”

Ele faz a diferença:

“Os resultados referem-se ao que você obtém. Processos, ao que você faz. Identidade, ao que acredita.”

Organizemos as três mudanças:

Mudança Conjuntural Mais Superficial – aquelas que vamos alterar alguns hábitos, sem revisão a identidade, fortemente baseado em Metas Tóxicas – o que levará necessariamente ao retorno dos Hábitos Mais Tóxicos no curto prazo;
Mudança Conjuntural Mais Profunda – aquelas que vamos alterar alguns hábitos, sem revisão a identidade, com uso relativo de Metas Tóxicas – o que provavelmente nos levará ao retorno dos Hábitos Mais Tóxicos no médio e longo prazo;
Mudança Estrutural Mais Profunda – aquela que vamos revisar de forma mais profunda nossa identidade, que nos levará a mudança dos hábitos de forma mais definitiva.

Clear acredita na seguinte regra, interpretação minha – e eu concordo com ele:

Quanto mais a mudança de hábitos envolve uma alteração da sua identidade, mais duradoura ela se torna.

Uma Mudança Estrutural Mais Profunda, assim, é um processo de revisão da nossa identidade e não dos nossos hábitos.

Quem muda a identidade, altera hábitos e vice-versa.
Novo Conceito Processo Clark Kent

Obviamente, que a mudança da identidade não é um processo Clark Kent: entrou num beco, colocou a capa e já é o Superman.

Aquela fantasia de que as mudanças na nossa vida ocorrem sem esforço e disciplina.

Quando vamos criando novos hábitos, mas estamos focados numa mudança de identidade, temos uma visão mais ampla do processo e menos parcial.

Vejamos a diferença da mudança de identidade:

Uma coisa é dizer: vou dar uma corridinha;
E outra é dizer para si mesmo: coloquei a corrida como algo que faz parte da minha vida.

O principal problema que temos é que misturamos os Paradigmas que habitam nossa Mente Primária com nossa Identidade.

O Sapiens não é e nunca foi, sempre está em processo de redescobrimento, conforme vai caminhando no tempo.

Na nossa Mente Primária, temos vários Paradigmas, muitos deles colocados lá durante a nossa FBO – Formatação Básica Obrigatória, onde se incluem os traumas, que não conseguimos separar da nossa identidade.

Todo o processo terapêutico emocional – seja ela qual for – sempre terá no seu epicentro a separação entre o que podemos ser e o que achamos que somos!

Não temos, assim, uma Identidade Definitiva, mas uma Identidade Provisória.
Novos Conceitos: Visão da Identidade Mais Definitiva e Visão da Identidade Mais Provisória

Vejamos a diferença:

Visão da Identidade Mais Definitiva – fantasia de que sabemos quem nós somos, de forma final e absoluta;
Visão da Identidade Mais Provisória – é impossível saber quem realmente somos, mas podemos nos aproximar mais de uma identidade que nos aproxima mais do que podemos ser.

O problema é que o Mainstream vende a ideia de que é possível termos uma Identidade Mais Definitiva – o que é falso e nos atrapalha na nossa busca por uma Identidade Mais Provisória.

Precisamos, assim, aplicar a Ética do Conhecimento da Certeza Provisória Razoável na nossa identidade, tornando-a uma pesquisa continuada e nunca uma certeza definitiva.

Diz ele:

“Quando lhe oferecem um cigarro, a primeira pessoa diz: “Não, obrigado. Estou tentando parar.” Parece uma resposta razoável, mas essa pessoa ainda acredita que é um fumante tentando ser outra coisa. Ela espera que seu comportamento mude, mas ao mesmo tempo continua carregando as mesmas crenças. A segunda pessoa recusa dizendo: “Não, obrigado. Não fumo. ”É uma pequena diferença, mas essa afirmação sinaliza uma mudança na identidade. Fumar fazia parte de sua vida anterior, não da atual. Ela não se identifica mais como alguém que fuma.”

Ele defende que se as pessoas:

“Não mudam a maneira como olham para si mesmas, não percebem que sua antiga identidade é capaz de sabotar seus novos planos de mudança.”

O que tiro disso tudo?

Mudanças profundas exigem uma mudança da nossa relação com a nossa identidade.

E aí esbarramos na diferença entre hábito e vício, que Clear deveria fazer e não faz:

Perguntei ao Tio Chatinho a diferença:

“Um hábito é um comportamento regular e repetitivo que é adquirido através da prática e da repetição. Pode ser consciente ou inconsciente e geralmente é realizado como uma resposta a um estímulo particular ou situação;
Um vício, por outro lado, é um padrão de comportamento compulsivo que é difícil de controlar e que geralmente resulta em consequências negativas para a pessoa envolvida ou para os outros ao seu redor.”

Podemos dizer que:

Um vício é um hábito mais tóxico e mais difícil de se largar.

Porém, um vício não deixa de ser um hábito.

Uma pessoa viciada é aquela que tem compulsão, que segundo TC::

“É um forte impulso ou desejo irresistível de realizar um determinado comportamento, muitas vezes mesmo contra a própria vontade da pessoa. Esses comportamentos compulsivos podem se manifestar de diversas formas e podem estar relacionados a diferentes áreas da vida, como alimentação, compras, jogo, trabalho, entre outros.”

Acredito que aqui temos um problema no Clear, que mistura hábitos com vícios, que são coisas diferentes.
Vícios demandam movimentos ainda mais consistentes e, por causa disso, se criou os grupos de mútuo-ajuda, tipo AA (Alcoólicos Anônimos).

Quando falamos em Guias de Felicidade estamos mais nos referindo a Hábitos Saudáveis e Tóxicos, mas não a vícios, que demandam uma ajuda específica e especial.

Se formos criar um mantra, podemos trabalhar na seguinte direção:

Tinha o hábito de comer biscoito sempre que ligava a televisão.
Hoje, eu bebo água quando sinto vontade de colocar algo na boca.

E aí temos algo importante:

“Por trás de todo sistema de ações, há um sistema de crenças.”

Basicamente, o que temos é o seguinte.

Mudanças mais permanentes passam por um trabalho continuado de revisão dos Paradigmas Armazenados na Mente Primária. E na ação continuada do uso da Mente Secundária.

É preciso, assim, mudarmos de uma vida pior para uma melhor, passar a muscular ou pilatar, a Mente Secundária.

As mudanças de hábitos serão mais profundas e mais permanentes, conforme nossa Mente Secundária estiver mais ativa e aguçada.

Por isso, os Rituais Rivotril são tão importantes: são um exercício constante da Mente Secundária, que vão dar o suporte necessário para as mudanças de hábito desejadas.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 500,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

O texto é uma análise detalhada do livro “Hábitos Atômicos” de James Clear, realizado pelo autor Nepô. Nepô destaca a importância dos hábitos na qualidade de vida, resumindo a mensagem central do livro como a ideia de que a vida melhora quando a “Mente Secundária” guia nossas ações, o que implica em mudar hábitos ao invés de buscar mudanças radicais. Nepô chama a atenção que Clear enfatiza a importância das pequenas mudanças diárias, contrastando com a visão utópica de grandes transformações instantâneas. Nepô chama a atenção que Clear propõe uma abordagem realista, baseada em pequenos passos que levam a mudanças de longo prazo. Nepô destaca a importância de sair da mentalidade de “mudar de vida” para “mudar de hábitos”, ressaltando que melhorias graduais são fundamentais. Nepô, por fim, defende uma mudança na visão sobre a nossa autoestima e no nosso e discute a importância de uma autoestima personalizada na era da Civilização 2.0.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Porém, quem deseja ter uma vida melhor na Civilização 2.0 precisa, obrigatoriamente, migrar do Orgulho 1.0 para o 2.0.
  2. Uma vida melhor é aquela que conseguimos que a Mente Secundária seja mais presente nas nossas vidas, guiando nossas ações.
  3. Só se muda a vida, se mudarmos de hábitos.
  4. De pequena mudança em pequena mudança, nossa vida dá uma guinada!
  5. A ideia de que você começa a muscular na academia e na semana seguinte já é o Schwarzenegger precisa ser combatida!
  6. Pensar não mais em “nossa vida”, mas “nos nossos hábitos da vida”.
  7. Temos uma fantasia infantil Disneyliana de que nossas vidas vão mudar rapidamente, basta mergulhar num poço mágico.
  8. São as tecnologias que nos permitem aumentar gradualmente o uso das áreas cada vez mais nobres do nosso cérebro.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Mudanças que parecem pequenas e sem importância a princípio terão resultados notáveis se você estiver disposto a persistir nelas por anos.”  James Clear.

Começamos aqui a Bimodalização do livro “Hábitos Atômicos: Um Método Fácil e Comprovado de Criar Bons Hábitos e Se Livrar dos Maus” de James Clear.

Este é o primeiro artigo.

Se compararmos Clear com Seligman, que vimos na semana passada, Clear tem uma vantagem: ele está mais distante da academia e não precisa enfrentar a burocracia acadêmica para desenvolver as suas ideias.

Como diz um dos nossos Padrinhos Conceituais, Thomas Kuhn, diante das Anomalias Conceituais, os novos Paradigmas sempre vêm de fora.

Clear é um exemplo claro dessa afirmação.

Clear equilibra bem o conteúdo do livro com histórias pessoais, de outros e pesquisas.

O livro é muito focado na metodologia das mudanças pessoais, com diversas dicas de como ter mais controle sobre a sua vida.

Ele não fala explicitamente em Mente Primária e Secundária, mas utiliza a ideia de Mente Automática e Mais Reflexiva.

Em resumo:

Uma vida melhor é aquela que conseguimos que a Mente Secundária seja mais presente nas nossas vidas, guiando nossas ações.

Clear, deixa claro, (Clear deixa claro é ótimo) que:

Só se muda a vida, se mudarmos de hábitos.

O livro dele questiona a ideia de que as grandes mudanças são grandes.

Ao contrário, as grandes mudanças começam e se consolidam com um longo processo de pequenas mudanças.

De pequena mudança em pequena mudança, nossa vida dá uma guinada!

Ele conta a sua história quando sofreu um acidente – levando um taco de beisebol na cara – que o obrigou a proceder uma série de pequenas mudanças na vida.

E ele traz uma Essenciologia importante:

“Essas melhorias foram pequenas, mas me deram uma sensação de controle sobre a minha vida.”

Destaco a expressão “controle sobre a minha vida”.

Uma referência de que a vida vai bem é quando temos a nítida sensação de que estamos controlando mais a nossa vida do que antes.

E por causa disso é melhor:

Pensar não mais em “nossa vida”, mas “nos nossos hábitos da vida”.

Se você diz para si mesmo: preciso mudar de vida é algo que não te leva à mudança, mas se você diz, preciso mudar alguns dos meus hábitos, a coisa melhora bastante.

Novos Conceitos: Mudança de Vida Mais Utópica versus Mudança de Vida Mais Realista

E aqui temos uma mudança de Paradigma Estrutural sobre Felicidade, com a seguinte encruzilhada:

Mudança de Vida Mais Utópica – Mudar de vida significa algo grande e geral, de forma radical;
Mudança de Vida Mais Realista – Mudar de vida significa mudar meus hábitos, devagarinho.

De maneira geral, nossos hábitos, como define Clear:

“…é uma rotina ou comportamento que é realizado regularmente — e, em muitos casos, de modo automático.”

Ele define que apostar em hábitos nos leva a vitórias de longo prazo:

“Mudanças que parecem pequenas e sem importância a princípio terão resultados notáveis se você estiver disposto a persistir nelas por anos.” // “Melhorar em 1 % em cada uma delas, teria um aumento significativo ao colocar todas em ação.”

De maneira geral, o que temos?

Temos uma Visão Utópica sobre as mudanças nas nossas vidas e queremos que ocorra uma guinada do dia para noite.

Clear nos apresenta uma Visão Realista sobre mudanças, baseado em pequenos passos, que nos levam a mudanças no longo prazo.

Porém, isso é complicado, pois:

Uma árvore só começa a dar sombra e frutos depois de muito tempo de dedicação e adubação.

Clear chega a defender uma Ciência da Formação de Hábitos.

Ele lançou, em 2017, a Habits Academy e, de certa forma, entrou como competidor com o pessoal da Psicologia Positiva.

Ele não é muito teórico, mas extremamente metodológico e deixa claro:

“Este livro não é um trabalho de pesquisa acadêmica; é um manual de operação.” // “De modo global , a estrutura que ofereço é um modelo integrado das ciências cognitivas e comportamentais.”

Clear se coloca com um sintetizador de boas ideias, tornando-as operacionais para quem quiser mudar de vida.

“Minha contribuição, espero, é a de encontrar as ideias que mais importam e conectá-las de uma forma altamente prática.”

Fala no desenvolvimento do potencial das pessoas, a partir da sua própria experiência:

“Pequenos hábitos me ajudaram a alcançar meu potencial.”

E ele define quatro etapas na construção de um hábito:

“A espinha dorsal deste livro é o meu modelo de quatro passos de hábitos — estímulo, desejo, resposta e recompensa — as Quatro Leis da Mudança de Comportamento que evoluem a partir dessas etapas.”

Talvez, esta frase resume bem a proposta de Clear:

“É muito fácil superestimar a importância de um momento decisivo e subestimar o valor das pequenas melhorias diárias.”

Volto aqui o recado central de Clear.

Precisamos sair da eterna briga entre:

A Visão Utópica das Mudanças, mudar de vida é feita de grandes guinadas;
Para a Visão Realista das Mudanças, mudar de vida é feita de um processo lento e gradual de pequenos passos, através da mudanças de hábitos, escolhendo os mais saudáveis e eliminando os mais tóxicos.

Diz ele:

“Muitas vezes, nos convencemos de que um grande sucesso requer uma grande ação.”

E detalha:

“A diferença que uma pequena melhoria pode fazer ao longo do tempo é impressionante. Veja como a matemática funciona: se você conseguir ficar 1 % melhor a cada dia durante um ano, acabará sendo 37 vezes melhor quando terminar.” // “Muitas vezes desprezamos as pequenas mudanças porque não parecem importar muito no momento.”

Na verdade, um dos grandes problemas da resistência à mudança é justamente a ideia de que grandes guinadas ocorrem no curto prazo, como um passe de mágica.

Fantasia Infantil Disneyliana

Temos uma fantasia infantil Disneyliana de que nossas vidas vão mudar rapidamente, basta mergulhar num poço mágico.

Diria que todo processo de mudança pessoal, seguindo a linha de Clear, passa da/para:

Saída da fantasia das Mudança Utópica das Grandes Guinadas;
Mudança Realista dos Pequenos Passos.

Diz ele, comparando hábitos com juros:

“Hábitos são os juros compostos do autoaperfeiçoamento.”

Dentro da Visão Realista dos Pequenos Passos ele defende:
“Uma ligeira mudança em seus hábitos diários pode direcionar sua vida para um destino muito diferente.”

Ele lembra o vôo de um avião, no qua:

Se um piloto mudar apenas um pouco a rota deixa de ir para uma cidade e vai parar em outra.

E aí temos algo importante.

Uma vida melhor é aquela em que conseguimos:

Passar o cada vez mais simples para a área Mais Automática da Mente;
E o cada vez mais complexo para a área mas Mais Reflexiva da Mente.

De certa forma, é isso que o Sapiens faz ao longo da história ao criar novas tecnologias.

Novas tecnologias vão, aos poucos, liberando o Sapiens de tarefas mais burras para cada vez mais inteligentes.

São as tecnologias que nos permitem aumentar gradualmente o uso das áreas cada vez mais nobres do nosso cérebro.
O novo conceito do Malandrismo

Podemos dar na nossa vida pessoal um nome para isso, que vou chamar de Malandrismo.

Malandrismo é a arte de transferir tarefas mais fáceis e rotineiras para nossa Mente Primária e deixar a Mente Secundária com o mais complexo. Ou ainda: problemas novos e conhecidos para a Mente Primária, deixando os novos para a Mente Secundária.

Ele diz isso de outra maneira:

“Quanto mais tarefas você puder realizar sem pensar, mais seu cérebro estará livre para se concentrar em outras áreas.”

Clear cita diversos casos de grandes conquistas que foram feitas de pequenas mudanças invisíveis para quem estava de fora.

Lembro do caso dos ciclistas ingleses, que ganharam diversas provas depois de realizarem centenas de micros mudanças.

“Momentos revolucionários são muitas vezes o resultado de várias ações anteriores, que criam o potencial necessário para desencadear uma grande mudança.”

E aí temos a grande mensagem de Clear.

“Essa é uma das principais razões de ser tão difícil construir hábitos duradouros. As pessoas fazem algumas pequenas mudanças, não conseguem ver um resultado tangível e decidem parar.”

Ele está se referindo a Hábitos Mais Saudáveis.

A ideia de que você começa a muscular na academia e na semana seguinte já é o Schwarzenegger precisa ser combatida!

Clear criou o conceito “Platô do Potencial Latente” – momentos em que os resultados aparecem de forma mais clara.

Quando as pessoas percebem o esforço que você já está fazendo:

“O mundo exterior só vê o acontecimento mais drástico e não tudo o que o precedeu.”

E ele defende, assim, a ideia do desenvolvimento do seu potencial, da sua maestria e nos diz:

“Maestria requer paciência.” // “Muitas vezes esperamos que o progresso seja linear.”. // “No entanto , esse trabalho não foi desperdiçado . Estava simplesmente sendo armazenado. Apenas muito mais tarde é que o valor total dos esforços prévios é revelado.”

Segundo ele, quando se chega ao Platô do Potencial Latente.

Ele diz que a passagem dos Hábitos Mais Tóxicos para os Mais Saudáveis é igual a:

“A tarefa de abandonar um mau hábito é como desenraizar um poderoso carvalho de dentro de nós. E criar um bom hábito é como cultivar uma flor delicada um dia de cada vez.”

 

E aí entramos na conversa do orgulho.
Melhoria dos conceitos Orgulho Mais no Resultado do que no Processo e Orgulho Mais no Processo do que no Resultado

Diz ele:

“As metas estão relacionadas aos resultados que deseja alcançar. Os sistemas se referem aos processos que levam a esses resultados.”

Note que todos nós temos uma autoestima que precisa ser bem posicionada. Temos duas alternativas:

No Orgulho Mais no Resultado do que no Processo – colocamos nossa autoestima no que é visível para os outros, de forma mais Exógena (de fora para dentro);
No Orgulho Mais no Processo do que no Resultado – colocamos nossa autoestima no que é visível para nós mesmos, de forma mais Endógena (de dentro para fora).

Melhoria na relação entre o Orgulho e a Topologia de Poder

E aqui temos uma regra importante, apenas percebida pela Ciência da Inovação 2.0:

Ambientes de Sobrevivência Mais Centralizados tendem a estimular mais o Orgulho Mais no Resultado do que no Processo;
Ambientes de Sobrevivência Mais Descentralizados tendem a estimular mais o Orgulho Mais no Processo do que no Resultado.

Os novos conceitos Orgulho Mais Endógeno e Exógeno

Na Renascença Civilizacional que estamos passando temos claramente a forte e exponencial demanda por um Orgulho Mais Endógeno do que Exógeno.

Vejamos a diferença:

Orgulho Mais Endógeno – visto mais de dentro para fora do que de fora para dentro;
Orgulho Mais Exógeno – visto mais de fora para dentro do que de dentro para fora.

Muitos dirão que é justamente o contrário.

No mundo das Mídias Digitais as pessoas só querem aparecer e o que temos é a explosão do Orgulho Mais Exógeno, certo?

Sim, se tivermos o uso mais inconsciente e mais automático das Mídias Digitais, o que estamos fazendo é a migração do Orgulho da Civilização 1.0 para a 2.0.

Porém, quem deseja ter uma vida melhor na Civilização 2.0 precisa, obrigatoriamente, migrar do Orgulho 1.0 para o 2.0.

É o Orgulho 2.0 – que tem no seu epicentro uma Autoestima Mais Personalizada – que nos permite filtrar de forma mais adequada os ruídos da Civilização 2.0.
Os novos conceitos Autoestima Mais Personalizada e Autoestima Mais Massificada

Vejamos a diferença:

Autoestima Mais Personalizada – aquela que você se importa mais com as suas referências, com a sua jornada, com seus processos e pouco com os resultados e com as pessoas à nossa volta;
Autoestima Mais Massificada – aquela que você se importa menos com as suas referências, com a sua jornada, com seus processos e muito com os resultados e com as pessoas à nossa volta.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 500,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

Resumo feito por um Chatbox:

O texto, escrito por Nepô, destaca os principais aprendizados da semana 11.4.5. A bimodalização do livro “Florescer: Uma nova e visionária interpretação da felicidade e do bem-estar” de Martin Seligman é central, com avaliações feitas a partir de uma aula na pós-graduação do Crie/Coppe/UFRJ. Destacam-se três formas de se posicionar no mundo – sobrevivente, instagrante e missionária – e suas relações com a necessidade de padrinhos. A busca pela excelência na forma missionária é ressaltada, assim como a importância de padrinhos padronistas. O texto aborda ainda a revolução da sobrevivência, o embate entre a Psicologia 1.0 e 2.0, críticas à Psicologia Positiva, a importância dos conceitos mais fortes, entre outros temas. A necessidade de cuidado com os conceitos utilizados e a defesa de uma felicidade mais descentralizada são ressaltadas, assim como a distinção entre escopeteiros e carpinteiros na disseminação de ideias. Outros pontos discutidos incluem a busca por propostas existenciais milenares, o humor neutro e a definição de relação pilar. O texto encerra com reflexões sobre fuso horário pessoal, guia de felicidade versus proposta existencial do bem viver, e a relação entre topologia de poder e felicidade.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Conceitos ruins levam para vidas ruins.
  2. A excelência, entretanto, só é atingida na forma missionária, pois a preocupação no longo prazo passa a ser vital.
  3. Na Civilização 2.0, cada pessoa tem que viver cada vez mais no seu próprio país, estabelecendo as suas leis, desde que não violente a dos outros.
  4. A Ciência é feita pelo desenvolvimento de Patotas Mais Saudáveis.
  5. Revolução da Sobrevivência é a melhor definição da atual Revolução, que se inicia com a chegada de uma nova mídia.
  6. O Sapiens muda a comunicação para poder criar, com as novas Tecnopossibilidades que ela traz, um novo Macro Modelo de Sobrevivência mais sofisticado.
  7. A base da Psicologia 2.0 é a proposta de disseminação de Paradigmas Estruturais do Bem Viver Mais Descentralizadores do que os atuais.
  8. Na verdade, não temos humoristas, mas incentivadores do bom humor.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Um enorme esforço pode compensar uma habilidade modesta, assim como uma tremenda habilidade pode compensar esforços moderados, mas não se um dos dois for zero.”  –  Seligman.

Resumo do que foi top em termos de aprendizado nos artigos ao longo da semana 11.4.5.

Bimodalizamos esta semana o livro “Florescer: Uma nova e visionária interpretação da felicidade e do bem-estar” de Martin Seligman. E fiz algumas avaliações, a partir da minha aula na pós do Crie/Coppe/UFRJ.

O primeiro ponto é a necessidade, ou não ter ter Padrinhos.

Entenda aqui Padrinhos, como pessoas que servem de modelo, que você admira.

Temos três formas de nos posicionar no mundo (algo, inclusive que o Seligman reforçou como vimos no texto anterior):

Sobrevivente, como os passarinhos, totalmente neutra, passiva, Zecapagodando, deixando a vida me levar;
Instagrante – ativa, mas operando sempre no curto prazo, vendo como posso atender aos meus desejos mais imediatos;
Missionária – ativa, procurando operar no médio e longo prazo, cumprindo uma missão que atenda minha vocação e servindo a um propósito maior da humanidade.

Relações das formas de viver com Padrinhos

Vejamos a relação destas formas com os Padrinhos:

Na Forma de Viver Sobrevivente – a vida te leva e você não precisa de padrinhos;
Forma de Viver Instagrante – o importante é ter status e aparecer e neste caso até precisa, mas pode trabalhar bem com Padrinhos Percepcionistas, que conseguem se situar bem no curto prazo;
Forma de Viver Missionária – estou cumprindo a minha missão e, para isso, é necessário Padrinhos Padronistas, pois é importante se situar bem no médio e longo prazo.

A excelência, entretanto, só é atingida na forma missionária, pois a preocupação no longo prazo passa a ser vital.

(Cada vez mais, tenho interesse em entender e ajudar pessoas que querem abraçar uma forma Missionária de Viver.)

Quando você procura a excelência, algo que busco há 20 anos dentro da Conceituação, se aprende que existem algumas decisões relevantes:

Que você precisa de Padrinhos Padronistas, que procuram padrões e não percepções;
Que você precisa encontrar os mais fortes e procurar não só entendê-los profundamente, mas, principalmente, superá-los.

Papo de Padrinhos Padronistas

Mais ainda sobre Padrinhos Padronistas:

Que Padrinhos Padronistas pertencem a uma Escola de Pensamento;
Que Escolas de Pensamento são a base de qualquer ciência;
Que Escolas de Pensamento possuem Premissas Estruturais;
E escolher Escolas de Pensamento com Premissas Estruturais Mais Fortes é o que te ajuda a se situar no meio do caos.

Assim, por incrível que pareça, ninguém chega à excelência se não procurar encontrar a sua patota (desde que ela seja a melhor patota entre tantas outras).

Alguns equívocos do Mainstream sobre Ciência

Alguns equívocos do Mainstream sobre Ciência que valem ser revisados:

A Ciência procura melhores verdades e nunca e não a verdade;
A Ciência é feita dentro de um disputado e aquecido mercado conceitual, que está o tempo todo brigando à procura das melhores verdades;
Dentro de cada uma das áreas que estudam determinados fenômenos se formam Escolas de Pensamento, que reúnem diversos pesquisadores;
As Escolas de Pensamento partem de Melhores Verdades que consideram estruturais e são elas que dão início ao trabalho daquele grupo;
Sem Escolas de Pensamento não há ciência.

Em resumo:

A Ciência é feita pelo desenvolvimento de Patotas Mais Saudáveis.

Papo de Patota

Por que o papo de patota?

Na sala de aula, um aluno me disse que “não gosta de patotas”.

Tio Chatinho me informa que:

“”Patota” é uma palavra em português que geralmente se refere a um grupo de amigos ou colegas que se reúnem regularmente para socializar, realizar atividades em conjunto ou compartilhar interesses comuns. É comumente usada para descrever um grupo informal e descontraído de pessoas que têm afinidade entre si. A palavra pode variar em significado dependendo do contexto regional, mas geralmente denota uma associação amigável e informal.”

Temos que melhorar isso.

Podemos dizer que temos dois tipos de Patotas Conceituais (Conceito de Sala) – aquelas que são criadas para entender e sugerir atitudes diante de fenômenos, se quiserem Escolas de Pensamento:

Patotas Conceituais Saudáveis – aquelas que estão trabalhando com a Certeza Provisória Razoável, melhorando sempre os Paradigmas, mesmo que tenham aqueles mais Estruturais;
Patotas Conceituais Tóxicas – aquelas que NÃO estão trabalhando com a Certeza Provisória Razoável, NÃO melhorando os Paradigmas, principalmente os mais Estruturais.

Escolher uma patota, entretanto, está longe de significar que você vai se fechar para novas ideias.

O que você faz é poder analisar as novas ideias, baseada em premissas consistentes, o que ajuda muito a saber o que é ruim, bom, muito bom e excelente.

Revolução da Sobrevivência e não Midiática

Outro ponto importante da semana foi a ficha que caiu:

Revolução da Sobrevivência é a melhor definição da atual Revolução, que se inicia com a chegada de uma nova mídia.

Por que a mudança?
O objetivo do Sapiens ao longo da história, depois que aumenta a população, não é mudar a comunicação por mudar a comunicação.

O Sapiens muda a comunicação para poder criar, com as novas Tecnopossibilidades que ela traz, um novo Macro Modelo de Sobrevivência mais sofisticado.

A Revolução da Sobrevivência gera diversas sub-revoluções, tais como do conhecimento, da informação, industrial, entre outras.

O embate entre a Psicologia 1.0 e a 2.0

Outro ponto importante foi um mergulho no debate intenso entre a Psicologia 1.0 e a 2.0.

Na verdade, o que temos é a conversa das melhores formas de lidar com problemas emocionais:

Uma mais centralizadora, mais focada nas doenças e na pósvenção.
E outra mais descentralizada, mais focada nas mudanças de paradigmas e na prevenção.

Cheguei a fazer uma tabela e vamos atualizá-la agora:

Tabela comparativa entre a Psicologia 1.0 e a 2.0:
Psicologia 1.0
Psicologia 2.0 ou Inovação Pessoal Emocional
(com a abordagem Bimodal)
Conceituadores Principais: Freud, Lacan, Jung, entre outros;
Conceituadores Principais: Maslow, Seligman, Mihaly, Goleman, entre outros;

Maior dependência dos Psicólogos;

 

Maior Independência dos Psicólogos;

Abordagem Mais Pósventista
do que Preventiva;

Abordagem Mais Preventiva do que Pósventista;

Sem a preocupação de criação de
Guias de Felicidade
ou Bem Estar;

Com a preocupação de criação de
Guias de Felicidade
ou Bem Estar;

Mais voltada para resolver problemas do passado do que do presente e do futuro;

 

Mais voltada para resolver problemas do presente e do futuro do que do passado;

Mais massificadora;

Mais personalizadora
e singularizadora;

Opera ainda com os Paradigmas
da Ciência Social 1.0.
Precisa operar com os novos Paradigmas
da Ciência Social 2.0.

Mais preocupada com o sofrimento;
Mais preocupada com o florescimento/Singularização.

 

 

 

 

Na verdade, quando leio Seligman observo que:

A base da Psicologia 2.0 é a proposta de disseminação de Paradigmas Estruturais do Bem Viver Mais Descentralizadores do que os atuais.

Vivemos hoje Propostas Existenciais para o Bem Viver Mais Centralizadoras, que são:

Geradores de Problemas Emocionais mais constantes, por isso o aumento dos casos de depressão e afins;
Incompatíveis com o novo cenário mais descentralizador;
E que vão contra a uma tendência do Sapiens por uma vida mais feliz, sempre na direção da personalização.

Críticas à Psicologia Positiva

Apesar de termos uma boa simpatia por vários aspectos da Psicologia Positiva, uma espécie de início da conversa sobre a Psicologia 2.0, criamos uma tabela em que sintetizamos nossas discordâncias, agora atualizada:

Críticas que a Bimodais faz à Psicologia Positiva:
Crítica
Detalhamento

Ao próprio nome Psicologia Positiva;
Que sugere que as outras são negativas. Seria melhor usar Psicologia 2.0 ou Inovação Pessoal Emocional, já dentro do novo campo da Ciência da Inovação 2.0;

Operar com as bases da
Ciência Social 1.0;

 

Precisa operar com os novos Paradigmas da Ciência Social 2.0;

Não define claramente que está desenvolvendo um Guia da Felicidade ou do Bem Estar

Precisa definir que a base metodológica é o desenvolvimento do Guia;

Confusão entre o que é a visão, princípios, atitudes e métricas;

 

Precisa separar as três camadas;
Uma visão mais percepcionista do que padronista.
Consegue enxergar a demanda por florescimento, mas não as causas e a demanda do Sapiens pela descentralização singularizada;
Cria a falsa polêmica bem estar e felicidade;
É preciso adjetivar para deixar claro que ambos os conceitos visam o longo prazo e a continuidade e não o curto e as oportunidades passageiras.

 

 

 

 

A importância dos Conceitos Mais Fortes

Outro ponto importante da semana é a compreensão que a nossa vida é:

Resultado das decisões que tomamos;
Que estão atreladas às Narrativas que adotamos;
Que estão diretamente definidas pelos conceitos dentro delas.

Conceitos, assim, são de certa forma o ponto inicial de todas as Narrativas e, na sequência, das nossas decisões e, por fim, da qualidade de nossas vidas.

Conceitos ruins levam para vidas ruins.

Por isso, temos que:

Ter muito cuidado com os conceitos que usamos, pois estão sempre impregnados dos diversos interesses que povoam a sociedade.

Usar e questionar, por exemplo, o conceito “Felicidade” é algo extremamente salutar para ajudar as pessoas a pensar de forma diferente sobre ela.

Quando usamos o conceito Felicidade estamos detalhando a nossa abordagem e evitando que as pessoas possam entrar de gaiato no navio no conceito mainstream.

Vejamos os desafios dos Profissionais da Inovação Pessoal Emocional neste novo século:

Hoje, o que temos na sociedade é uma Felicidade Mais Centralizadora, voltada para a massificação das pessoas;
Precisamos defender uma Felicidade Mais Descentralizadora, voltada para a personalização e singularização das pessoas.

Quando Ayn Rand escreveu um livro inteiro questionando o conceito “Egoísmo”, ela estava procurando defender uma visão mais descentralizadora do conceito e menos centralizadora.

Defendeu que o egoísmo pode ser saudável ou tóxico, mas ele de forma neutra não quer dizer que é bom ou ruim – como sugere a interpretação mais mainstream.

Hoje, se você diz que alguém é egoísta, claramente vai ter uma visão negativa dessa pessoa.

Escopeteiros x Carpinteiros

A leitura do Seligman provocou também uma nova classificação dos conceituadores. Dividimos entre:

Os Escopeteiros – aqueles que sabem atirar com qualidade no Mainstream;
Os Carpinteiros – aqueles que sabem construir com qualidade novas paredes diferentes das existentes.

A busca por Propostas Existenciais Milenares

Uma boa sacada da semana é a percepção que não devemos procurar Propostas Existenciais novas ou inéditas, pois já temos vários que foram feitos no passado e já mostraram sua eficácia.

O Ikigai é um exemplo.

Nossa missão é entendê-los e adaptá-los para o atual contexto, onde se incluem também as sugestões dos Estóicos.

Papo de Humor

Questionamos o conceito “Humor”, defendendo que ele é neutro.

Na verdade, não temos humoristas, mas incentivadores do bom humor.

Humor, por si só, quer dizer estado de espírito, que pode ser positivo ou negativo, bom ou mau.

Papo de Relação Pilar

Outro ponto importante foi a definição de Relação Pilar, aquela importante e fundamental nas nossas vidas, que estão ali para compartilhar os detalhes da nossa vida bem como receber suporte nas crises.

Fuso Horário Pessoal

Na Civilização 2.0, cada pessoa tem que viver cada vez mais no seu próprio país, estabelecendo as suas leis, desde que não violente a dos outros.

Guia de Felicidade ou Proposta Existencial do Bem Viver?

É uma questão para conversarmos mais à frente.

Topologia de Poder e Felicidade

Só enxerga isso com mais clareza neste novo cenário quem já está dentro da Ciência Social 2.0.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 500,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

O texto, escrito pelo Nepô, refletindo sobre o livro do Seligman, “Florescer”, explora a transição da Psicologia 1.0 para a Psicologia 2.0, delineando a necessidade de uma revisão profunda dos paradigmas estruturais da felicidade. O autor destaca a importância de uma abordagem mais descentralizada e personalizada da felicidade, contrastando-a com a visão mais centralizada predominante na Psicologia tradicional. Ele defende a adoção de uma nova ciência social, denominada Ciência da Inovação 2.0, que deve rever os paradigmas essenciais para melhor entender o contexto atual. O texto também discute a importância do esforço, da autodisciplina e do foco na construção de habilidades para alcançar a realização extraordinária. Ao criticar a Psicologia 1.0 por se concentrar nas patologias e não no desenvolvimento das forças individuais, o autor destaca a necessidade de uma abordagem mais proativa e voltada para o bem-estar.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A Psicologia, como as outras Ciências Sociais, perderam o rumo em função da Anomalia da Ciência Social 1.0.
  2. A demanda do Sapiens 2.0 hoje é pela migração de uma Visão Mais Centralizada da Felicidade para uma mais Descentralizada.
  3. O eixo central do Projeto Existencial do Ikigai é a Singularização de cada pessoa a partir dos seus potenciais.
  4. A Psicologia 1.0, tradicional, reforça os Paradigmas Estruturais da Felicidade Mais Centralizada, que tira do indivíduo a responsabilidade sobre suas vidas.
  5. A missão IP 2.0: a disseminação de Paradigmas Estruturais de uma Felicidade Mais Descentralizada para ajudar o Sapiens 2.0 nos seus desafios.
  6. Sem esforço não tem habilidade que resolva e sem habilidade pode ser que o esforço seja em vão.
  7. Quanto mais automatizarmos as tarefas mais fáceis com a Mente Primária, mais energia mental sobrará para as áreas mais nobres da mente cuidar do mais complexo.
  8. Defendemos a passagem do Orgulho 1.0 (autoestima colada em resultados) para o Orgulho 2.0 (autoestima colada nos processos).

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Se você quiser se tornar excelente em alguma coisa , deve dedicar sessenta horas por semana a isso durante dez anos.” Seligman.

Primeiro parênteses.

Fuso Horário Pessoal

Este artigo começou a ser escrito às duas horas da manhã.

Costumo ouvir bastante que é meio loucura acordar a esta hora para trabalhar.

Porém, estamos caminhando para que cada pessoa desenvolva o seu próprio país, o que inclui definir o seu fuso horário ideal.

Podemos chamar de Fuso Horário Pessoal – no qual cada um define seus melhores horários para tocar o seu Projeto Existencial.

Assim, no Fuso Horário do Nepô, duas horas da manhã é um momento espetacular para se trabalhar.

Estou cercado de silêncio e o meu Eu Criativo está a todo vapor.

Fecha parênteses.

Momentos Escalada de Pedra e Chegada a um Platô

Temos dois momentos, quando nos dedicamos a um determinado fenômeno:

Momento Conceitual Escalada na Pedra – momento em que estamos ainda mais tateando os detalhes com visões parciais e conjunturais;
Momento Conceitual Chegada Em Um Platô – quando concluímos determinada etapa e conseguimos ver com mais clareza determinados aspectos mais estruturais.

Este início de artigo é claramente um Momento Chegada no Platô.

Está bem mais claro agora:

O Sapiens 2.0 vive a crise da passagem dos Paradigmas de Felicidade Mais Centralizados para os Mais Descentralizados.

Vou explicar com mais detalhes mais adiante dentro da continuidade da Bimodalização do livro “Florescer: Uma nova e visionária interpretação da felicidade e do bem-estar” de Martin Seligman.

Este é o terceiro e último artigo.

Ao ler o Seligman, alguns pontos ficam evidentes:

A Psicologia, como as outras Ciências Sociais, perderam o rumo em função da Anomalia da Ciência Social 1.0.

Isso tem uma explicação.

Como nos ensina Thomas Kuhn, vivemos dois momentos dentro da Ciência, adaptados pela visão Bimodal:

Momento da Ciência Normal – quando a Essenciologia do Fenômeno continua válida e nos dedicamos a melhorar as Teorias e as Metodologias;
Momento da Ciência Extraordinária – quando a Essenciologia do Fenômeno entra em Anomalia e precisa ser revista, para, a partir de uma nova, criarmos novas Teorias e Metodologias.

Hoje, a Ciência Social está em crise, pois temos:

O surgimento de uma nova Civilização, a partir da chegada de uma nova mídia, que não consegue ser explicada pela Ciência Social 1.0.

A atual anomalia nos obriga a rever o epicentro Essenciológico da Ciência Social 1.0:

Precisamos rever a nossa compreensão do Sapiens enquanto espécie, não só na comparação com outras, mas com nós mesmos no presente e no passado;
E, a partir dessa revisão, precisamos entender de uma nova maneira como o Sapiens avança na Macro História.

Sem estas revisões Essenciológicas da Ciência Social 1.0, continuaremos sem entender o contexto geral com mais clareza, produzindo teorias e metodologias fracas.

No livro Civilização 2.0, que lançamos ano passado, propomos as bases da nova Ciência Social 2.0, a saber:

O Sapiens é uma Tecnoespécie, que, por causa disso, pode aumentar a população;
Mas, por causa disso, se vê obrigado a criar novas mídias para ajudar a lidar com o aumento da complexidade;
Que viabilizam o surgimento de um novo Macro Modelo de Sobrevivência mais descentralizado e, por causa disso, mais sofisticado, que nos permite resolver problemas de mais quantidade com mais qualidade.

Detalhamos mais a Ciência Social 2.0:

O Sapiens caminha, assim, ao longo da Macro-História na direção sempre, mesmo que com idas e vindas, da Descentralização Progressiva;
Vivemos hoje o início de uma Renascença Civilizacional (como a que vivemos na Grécia e no Pós-Idade Média);
E a grande demanda que temos hoje é de conseguir passar de uma Topologia de Poder Mais Centralizada e Massificada para outra Mais Descentralizada e Personalizada.

Precisamos, em função de tudo isso, utilizar e melhorar a nova Ciência Social 2.0, que precisa ter um outro nome que sugerimos ser Ciência da Inovação, com três camadas (Civilizacional, Grupal e Pessoal).

Esta nova Ciência – que vem substituir a Ciência Social – visa lembrar a todas as Ciências Sociais (onde se inclui a Psicologia), que é preciso rever os Paradigmas Essenciais para, só então, começar a voltar à Ciência Normal.

Sem que isso seja feito, teremos de volta aquela velha figura dos cegos apalpando o elefante e cada um definindo o animal sempre pelas partes e nunca pelo todo.

Quando leio a proposta do Seligman sobre a Psicologia 2.0, vejo claramente essa confusão.

Ele sente que tem algo de errado, mas não sabe exatamente o que e quer propor algo novo, mas não sabe exatamente o como.

Do alto da Ciência Social 2.0, fica claro que:

A Psicologia 1.0 com o tempo, foi assumindo o papel de guia dos problemas emocionais da sociedade, sempre com uma visão de ação pósventiva e não preventiva.

Visão de Felicidade Mais Descentralizada

Temos hoje uma visão disseminada da Felicidade Mais Centralizada que se divide em duas:

Visão de Felicidade Mais Centralizada Sistêmica – daqueles que apoiam o atual sistema;
Visão de Felicidade Mais Centralizada Anti-Sistêmica- daqueles que questionam o atual sistema.

Quando falamos de sistema, a polêmica gira em torno dos defensores e críticos da república e do livre mercado e não do verdadeiro embate entre os sistemas da Civilização 1.0 e a 2.0.

O Sapiens 2.0 – com a nova Complexidade Demográfica – precisa aprender a lidar com um novo Ambiente de Sobrevivência muito mais descentralizado do que todos os outros do passado.

Por isso, precisamos de uma profunda revisão quando falamos sobre Felicidade e Bem Estar.

Hoje, praticamos de forma hegemônica, em função da Crise da Civilização 1.0, uma Visão Felicidade Mais Centralizada, extremamente tóxica para o bem viver.

Para superar a crise provocada pela Visão Felicidade Mais Centralizada precisamos:

Ter consciência dos reais motivos da crise;
Compreender o que precisa ser questionado;
Encontrar Visões de Felicidade Mais Descentralizadas do passado, que já se mostraram mais válidas;
E adaptá-las para o atual contexto.

O Conceito Proposta Existencial

Um exemplo de uma Visão de Felicidade Mais Descentralizada é a Proposta Existencial do Ikigai.

O Ikigai, por ter ficado localizado dentro de um pequeno ambiente, não sofreu as inflexões de centralização e descentralização das mídias e é um bom exemplo de uma Proposta Existencial Mais Descentralizada.

O eixo central da Proposta Existencial do Ikigai é a Singularização de cada pessoa a partir dos seus potenciais.
A Proposta Existencial do Ikigai foi adotado, como se fosse um laboratório de pesquisa, por muitas pessoas, ao longo de muito tempo, gerando:

Mais Bem Estar;
E Mais Longevidade.

Propostas Existenciais Mais Singularizadoras e Propostas Existenciais Massificadoras

Temos, assim, dois tipos de Propostas Existenciais:

Propostas Existenciais Mais Singularizadoras – que defendem no seu eixo central o desenvolvimento do Potencial Singular de cada pessoa;
Propostas Existenciais Massificadoras – que NÃO defendem no seu eixo central o desenvolvimento do Potencial Singular de cada pessoa.

Tivemos, como vemos, a partir dos novos Paradigmas da Ciência Social 2.0, um longo e profundo processo de centralização da sociedade, que nos leva a uma visão Mais Centralizadora da Felicidade.

Vejamos a relação de Topologia de Poder com o papo sobre Felicidade:

Ambientes Mais Centralizados e Mais Verticalizados nos levam a uma visão mais massificadora da Felicidade, estimulando a Exogenia (visão de fora para dentro);
Ambientes Mais Descentralizados e Mais Horizontalizados nos levam a uma visão mais personalizadora da Felicidade, estimulando a Endogenia (visão de dentro para fora).

Assim, podemos dizer que:

A demanda do Sapiens 2.0 hoje é pela migração de uma Visão Mais Centralizada da Felicidade para uma mais Descentralizada.

Estamos imersos em uma Banheira de Piche da Felicidade Mais Centralizadora e precisamos tomar banhos e mais banhos de uma visão de Felicidade Mais Descentralizadora.

Um erro da Psicologia 2.0 proposta pelo Seligman é não entender que a Felicidade Mais Descentralizada, Mais Horizontalizada, Mais Singularizada não é uma novidade.

A proposta do Ikigai, já testada e com resultados concretos de aumento da longevidade, é um exemplo de uma Felicidade Mais Descentralizada e deve servir de base para o que se propõe.

Sim, Seligman fala do Ikigai, mas na sua Proposta Existencial da Psicologia Positiva, ele não serve de base para o início da conversa.

Qual é o grande desafio do Sapiens 2.0?

Conseguir substituir os Paradigmas Estruturais da Felicidade Mais Centralizada por outros da Felicidade Mais Descentralizada.

E, para isso, não precisamos inventar a roda, como vejo no Seligman, mas, ao contrário:

Ir para o passado e procurar as Propostas Existenciais Mais Descentralizadas;
E adaptá-las para o novo cenário Pós-Digital, melhorando a sua Essências, as Teorias e as Metodologias.

A sociedade precisa urgente de um banho de loja (profundo) nos Paradigmas Estruturais sobre Felicidade.

Isso não é missão isolada nem da Psicologia, ou da Economia, ou da Política ou da Educação.

Isso é uma missão da Ciência da Inovação 2.0, que pode entender de forma mais adequada o macro cenário e acelerar o processo.

Sim, se trata de acelerar o processo, que vai ocorrer naturalmente, mas pode levar muito mais tempo – e causar mais sofrimento – do que é necessário.

Dito isso, voltemos ao texto.

A Razão Losada

Seligman entra em algo interessante sobre a nossa relação com a vida, ao defender uma fórmula sentimentos positivos e negativos do 3:1 (criada por um brasileiro Marcel Losada, que passou a se chamar Razão Losada).

O ideal, ao longo do nosso dia a dia, é conseguir viver três emoções positivas para uma negativa.

Por isso, é preciso para uma vida emocionalmente mais saudável:

Aprender a produzir, de forma proativa e deliberada, as emoções positivas;
Evitar criar as negativas;
E aprender a lidar com as que geram as negativas, que aparecem sem que a gente saiba ou queira.

“Mudamos quando descobrimos o que há de melhor em nós e quando percebemos maneiras específicas de usar mais as nossas forças pessoais. Eu entro em grandes organizações e coloco todo o corpo de funcionários para se concentrar no que estão fazendo bem.”

Sim, é o que temos defendido:

Defendemos a passagem do Orgulho 1.0 (autoestima colada em resultados) para o Orgulho 2.0 (autoestima colada nos processos).

O Reforço dos Três perfis profissionais: Sobrevivente, Instagrante e Missionário

Seligman também defende os três perfis profissionais (Sobrevivente, Instagrante e Missionário) do jeito dele:

“Os sociólogos fazem distinção entre trabalho, carreira e chamado. Você desenvolve um trabalho por dinheiro, e quando ele deixa de vir, você para de trabalhar. Você desenvolve uma carreira pelas promoções, e quando as promoções cessam , depois de você chegar ao topo, você desiste ou se torna um cumpridor de horário. Um chamado , ao contrário , é cumprido por ele mesmo. Você o faria de qualquer jeito, mesmo sem pagamento ou promoções.”

Um Profissional Missionário, assim, não trabalha para ganhar dinheiro, mas ganha dinheiro para trabalhar.

Dicas de filme de Seligman afinados com a Psicologia 2.0:

O Feitiço do Tempo – transformação pessoal positiva;
O Diabo Veste Prada – sobre a integridade;
Os Condenados de Shawshank – redenção do narrador do filme (Morgan Freeman);
Carruagens de Fogo – os três motivos para vencer (por Deus, pela beleza e por si mesmo e pelo grupo;
Domingo no Parque – o que é permanente e o que é efêmero se mesclam;
Campo dos Sonhos – uma obra-prima.

Voltando ao tema escola, ele diz:

“Por mais de um século , a escolarização tem pavimentado o caminho para o trabalho adulto. Sou totalmente a favor do sucesso, da alfabetização, da perseverança e da disciplina, mas quero que você imagine que as escolas poderiam ensinar tanto as habilidades do bem – estar quanto as da realização, e sem comprometer nenhuma das duas . Quero que você imagine uma educação positiva.”

Ele defende isso, pois:

“Há muito mais depressão atingindo pessoas muito mais jovens , e a média nacional de felicidade — que tem sido avaliada com competência por meio século — não acompanhou mesmo que remotamente a melhora do mundo objetivo.” //”Há duas razões para que o bem – estar seja ensinado nas escolas: a avalanche de depressão e o aumento nominal da felicidade ao longo das duas últimas gerações . Uma terceira razão é que um bem – estar maior melhora a aprendizagem, o objetivo tradicional da educação.” // ’As crianças classificam o apelo para ir à escola pouco acima de uma ida ao dentista.”

E segue:

“Para ajudar alunos com desempenho cronicamente baixo, mas inteligentes, os educadores e pais devem primeiro reconhecer que o caráter é no mínimo tão importante quanto o intelecto.”

Isso é importante, pois não basta ter talento e vocação se você não tem ferramentas morais para colocá-los para rodar.

E aponta um futuro, a partir de uma visão ainda meio percepcionista, mas que se alinha aos Bimodais:

“No mundo moderno, acredito que tenhamos chegado finalmente a uma era na qual terá cada vez mais êxito o pensamento criativo — sim, e até a alegria — do que o seguimento mecânico de ordens.”

E defende o uso da Psicologia 2.0 nas escolas:

“O bem – estar deveria ser ensinado nas escolas, porque ele seria um antídoto à incidência galopante da depressão, um modo de aumentar a satisfação com a vida e um auxílio a uma melhor aprendizagem e a um pensamento mais criativo.”

Melhoria no Ritual Rivotril das ocorrências Tops do dia

Ele sugere uma melhoria no Ritual Rivotril das ocorrências Tops do dia (achei bom e vou incorporar):

Por que essa coisa boa aconteceu?
O que isso significa para você?
Como você pode obter mais disso no futuro?

Diz ele:

“Uma ciência (Psicologia 1.0) que demonstraria que o ambiente, e não o caráter nem a hereditariedade, era uma melhor explicação para o que as pessoas faziam.” // “Quase toda a história da psicologia do século XX e suas disciplinas irmãs — a sociologia , a antropologia e a ciência política — desenvolveram essa premissa.”

A visão Mais Centralizada da Felicidade nos leva a uma cascata, que é observada assim por Seligman:

“Observe a cascata de mudanças que resultam do abandono do caráter como explicação para o mau comportamento humano.” // “Os indivíduos já não são mais responsáveis por suas ações, já que as causas não estão na pessoa, mas na situação.” // “Se você quiser produzir um mundo melhor, deve aliviar as circunstâncias que produzem más ações em vez de desperdiçar seu tempo tentando mudar o caráter ou punindo o mau comportamento e recompensando o bom.”

Qual o lado perverso de tudo isso?

Não se aposta no que está dando certo e no esforço de quem está conseguindo superar as adversidades para tornar isso um exemplo.

E desce o malho na Psicologia 1.0:

“Temos a premissa de que somos conduzidos pelo passado e não movidos pelo futuro.” // “A psicologia tradicional é a psicologia das vítimas, das emoções negativas, da alienação , da patologia e da tragédia.”

Bimodalizando.

A Psicologia 1.0, tradicional, reforça os Paradigmas Estruturais da Felicidade Mais Centralizada, que tira do indivíduo a responsabilidade sobre suas vidas.

Ele defende:

“Responsabilidade e livre-arbítrio são processos necessários dentro da psicologia positiva.”

Diria que:

Responsabilidade e livre-arbítrio são processos necessários dentro de uma visão Mais Desentralizada da Felicidade – mais afinada com o novo cenário do Século XXI.

E isso não é algo que pode ficar restrito à Psicologia, mas ao novo campo da Inovação Pessoal Emocional 2.0, que abrange todos os setores.

A missão IP 2.0: a disseminação de Paradigmas Estruturais de uma Felicidade Mais Descentralizada para ajudar o Sapiens 2.0 nos seus desafios.

Diz ele:

“O fato de sermos movidos pelo futuro em vez de apenas conduzidos pelo passado é extremamente importante e diretamente contrário à herança da ciência social e à história da psicologia. É , no entanto , uma premissa básica e implícita da psicologia positiva.”

Aí entramos em outro ponto interessante na parte da Metodologia e na relação do Eu Organizativo com o Eu Criativo e, ambos, como a Mente Primária.

Diz ele:

“Quanto mais componentes de uma tarefa você tiver automatizados, mais tempo terá para o trabalho pesado.”

Diria isso de outra maneira.

A passagem do mais chato para o mais criativo

Quanto mais automatizarmos as tarefas mais fáceis com a Mente Primária, mais energia mental sobrará para as áreas mais nobres da mente cuidar do mais complexo.

No fundo, é isso que temos como criamos novas tecnologias na sociedade:

Passamos as tarefas mais operacionais e menos nobres para as máquinas;
E passamos a nos dedicar a tarefas mais nobres em um processo de espiral.

Outro ponto, ele citando a Angela Duckworth, que tem a seguinte equação:

Realização = habilidade x esforço

Sem esforço não tem habilidade que resolva e sem habilidade pode ser que o esforço seja em vão.

Por isso, recorrendo de novo ao Ikigai, é preciso criar o círculo:

No que eu sou bom?
O que me apaixona?
O que a sociedade precisa?
E como eu posso ganhar dinheiro com tudo isso?

Diz ele:

“Um enorme esforço pode compensar uma habilidade modesta, assim como uma tremenda habilidade pode compensar esforços moderados, mas não se um dos dois for zero.”

E mais:

“O segundo componente da inteligência e da realização é a lentidão e o que você faz com todo o tempo extra que a rapidez lhe proporcionou.”

Colocar sempre o Eu Criativo para assumir as tarefas mais complexas.

“Os exímios jogadores de xadrez não têm pensamento mais rápido , nem possuem memórias inusitadamente boas para as manobras. Antes, eles têm tanta experiência que são incrivelmente melhores no reconhecimento de padrões nas posições do xadrez.”

Isso aconteceu comigo.

Jogo rápido no início, num jogo de três minutos, para poder levar mais tempo quando entramos nas situações mais críticas.

Não fazia isso e jogava rápido, mesmo quando tinha mais tempo e não me beneficiava do tempo extra que eu mesmo havia conseguido.

A importância da autodisciplina:

“Acreditamos que muitas crianças americanas têm dificuldade em tomar decisões que lhes exijam o sacrifício do prazer imediato em favor de um ganho de longo prazo, e que programas que desenvolvem a autodisciplina podem ser a via régia para a construção do êxito acadêmico.”

Se quisermos maximizar o desempenho das crianças , precisamos promover a autodisciplina

Dicas dele para a realização extraordinária, nas seguintes habilidades, exemplo artigos acadêmicos:

De pensar em um bom problema;
Em trabalhar nele;
Em reconhecer um resultado pertinente;
Em tomar uma decisão sobre quando parar para redigir os resultados;
Escrever adequadamente;
Tirar proveito construtivo da crítica;
Persistência em fazer alterações.

Papo de esforço:

“Esforço é nada mais nada menos do que a quantidade de tempo que você dedica à prática da tarefa.”

Outro tiro na Psicologia 1.0:

“Se concentrar nas patologias da depressão, ansiedade , suicídio e TEPT é deixar que o rabo balance o cachorro.”

Mais um:

“Freud era um seguidor do filósofo Arthur Schopenhauer ( – ) . Ambos acreditavam que a felicidade era uma ilusão e que o melhor que poderíamos almejar era manter a miséria e o sofrimento em níveis mínimos . Que não reste dúvida sobre isso: a psicoterapia tradicional não é projetada para produzir bem-estar, mas para reduzir o sofrimento.” // “Cumpre apenas metade do trabalho: corrigir os déficits sem desenvolver as forças.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 500,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito pelo Tio Gemini:

O autor do texto, Nepô, critica o livro “Florescer” de Martin Seligman, mas reconhece seus méritos.

Nepô critica:

  • A falta de clareza na definição de conceitos como “felicidade” e “bem-estar”.
  • A confusão entre diferentes elementos da proposta de Seligman, como engajamento, significado e realização.
  • A falta de foco na singularização individual como caminho para o bem-estar.

Nepô reconhece:

  • A importância da crítica de Seligman à psicologia tradicional.
  • A percepção de Seligman da demanda por uma nova psicologia.
  • Algumas sugestões metodológicas úteis, como o “Ritual Rivotril das 5 Coisas Top do Dia”.

Nepô propõe:

  • Uma definição mais precisa de “felicidade” e “bem-estar”, levando em conta a singularidade individual.
  • Um foco maior na singularização como caminho para o bem-estar.
  • A utilização de ferramentas como o “Ritual Rivotril das 5 Coisas Top do Dia” e o “Alarme Anti-reclamação” para promover o bem-estar individual.

Em resumo, Nepô acredita que a psicologia positiva precisa ser mais clara, focada e prática para ser realmente útil às pessoas.

Alguns pontos adicionais:

  • Nepô concorda com a ideia de que a psicologia positiva deve visar a “cura” dos problemas emocionais, e não apenas o “alívio dos sintomas”.
  • Ele acredita que a democratização do conhecimento e das ferramentas de psicologia positiva é fundamental para promover o bem-estar individual e social.
  • Nepô propõe a criação de “Guias de Felicidade” para auxiliar as pessoas na construção de seus próprios projetos de bem-estar.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Se no século passado, tivemos o boom da musculação do corpo, no século XXI teremos o boom do pilates da mente!
  2. Um Profissional Missionário, assim, não trabalha para ganhar dinheiro, mas ganha dinheiro para trabalhar.
  3. Defendemos a passagem do Orgulho 1.0 (autoestima colada em resultados) para o Orgulho 2.0 (autoestima colada nos processos).
  4. Um Projeto de Felicidade 2.0 pretende que cada pessoal desenvolva o seu Rivotril Orgânico para não precisar ir mais comprar na farmácia.
  5. Não resta dúvida que o grande objetivo da Psicologia 2.0 é promover a democratização dos divãs na sociedade.
  6. Bom Humor não é sair rindo por aí feito um maluco, é muito mais não estar chorando o tempo todo.
  7. Seligman é um ótimo destruidor de paredes, mas não tão bom reconstrutor das mesmas.
  8. Quanto mais eu me Singularizar, mais eu floresço enquanto ser humano!

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“A maior parte das psicoterapias e muitos medicamentos são apenas cosméticos, aliviando os sintomas por um curto período de tempo, seguido de um frustrante retorno ao ponto de partida.”Seligman.

Continuemos a Bimodalização do livro “Florescer: Uma nova e visionária interpretação da felicidade e do bem-estar” de Martin Seligman

Este é o segundo artigo.

Quando fazemos uma Leitura Mais Ativa do que Passiva isso implica em ler, marcar o que chamou a atenção e depois escrever, refletindo sobre cada um dos pontos.

Mais.

Procurar o que vai ser e como incorporado na Narrativa, seja ela Pessoal ou Profissional.

Aos poucos, nesse processo, vamos chegando a algumas conclusões sobre os autores.

Podemos, a partir deste livro, criar uma nova definição dos Conceituadores da Inovação Pessoal Emocional (que serve para qualquer área):

Bons ou Maus Questionadores do Mainstream, ou no popular, Escopeteiros;
Bons ou Maus Criadores de Teorias e Metodologias.

Seligman é um maravilhoso Escopeteiro, pois tem um dom especial para questionar a Psicologia 1.0, mas não é tão bom em criar as Teorias e Metodologias da Psicologia 1.0.

Ele é ótimo nas críticas e fraco na criação do que deve vir depois.

A sua proposta Teórica e Metodológica me parece confusa e mal formulada.

Destaco, porém, o seu grande mérito de perceber no ar as demandas do novo século, mesmo que não consiga entendê-las de forma mais profunda.

Vamos em frente.

Seligman assume ser afilhado de Aristóteles e procura agora revisar um pouco essa escolha:

“Minha visão original se aproximava mais à de Aristóteles — segundo a qual tudo o que fazemos tem como objetivo nos fazer felizes.”

Ele questiona o senso comum do conceito “felicidade”, ao defender, a partir de agora, o foco da Psicologia Positiva não mais em Felicidade, mas no Bem Estar:

“Ao ouvir a palavra “feliz”, o ouvido moderno escuta humor leve, alegria, bom ânimo e sorrisos.”

Ele sugere:

“Aquilo que sentimos (emoções positivas): prazer, entusiasmo, êxtase, calor, conforto e sensações. Uma vida conduzida com êxito em torno deste elemento eu chamo de “vida agradável ”.

Temos algumas variações do termo, que vão de vida feliz, agradável, bem viver.

Todos os conceitos, sejam eles quais forem, de maneira geral, estão dentro da Banheira de Piche do Mainstream.

Da mesma maneira que felicidade pode gerar confusão, bem estar também pode.

Quando colocamos qualquer conceito para rodar, é bem provável que as pessoas os interpretem de determinada maneira, pois vão usar os Paradigmas existentes dentro da Mente Primária delas.

Muitos termos precisam, assim, ser adjetivados e mais detalhados do tipo Orgulho Tóxico, Saudável, 1.0 ou 1.0 para que as pessoas parem e pensem:

“O que seria Orgulho Tóxico, já que orgulho imagino que sei, mas porque tóxico?”

Felicidade, bem estar, bem viver podem ser conceitos que se referem ao curto ou longo prazo.

E, por isso, precisam de melhores especificações.

Acredito, assim, que bem estar versus felicidade é uma falsa polêmica, pois ambas as escolhas precisam de adjetivos, tais como:

Bem Estar de Longo Prazo ou Continuado ou Felicidade de Longo Prazo ou Continuado – algo que dura no tempo, no longo prazo;
Bem Estar de Curto Prazo ou Momentâneo ou Felicidade de Curto Prazo ou Continuada – algo que dura no tempo, no longo prazo.

O fato de dizer que ao falar em bem estar estou necessariamente abordando algo no longo prazo e que todo mundo vai entender desse jeito, é fantasia.

Mais ainda.

A ideia de que se eu falar felicidade estou apenas me referindo aos extrovertidos e deixando os introvertidos de fora, também é outra fantasia.

Diria que sempre é preciso definir que estamos falando de Felicidade e Bem Estar Continuado e de Longo Prazo.

E que:

Felicidade ou bem estar não é ficar sorrindo, mas um conjunto de sensações continuadas que tornamos comuns nas nossas vidas.

Sem explicações mais detalhadas, ambos os conceitos geram confusão.

Temos ainda uma outra questão aqui, que é uma vida melhor, que pode ser mais ou menos engajada.

Vejamos:

“O engajamento é algo diferente, até oposto, de uma emoção positiva; pois quando você pergunta às pessoas que se entregam a uma atividade o que estão pensando e sentindo, elas geralmente dizem: “Nada.”. No envolvimento nós nos fundimos com o objeto. Acredito que a atenção concentrada exigida pelo engajamento consome todos os recursos cognitivos e emocionais que formam nossos pensamentos e sentimentos. Não há atalhos para o engajamento. Ao contrário, nele você tem de empregar suas forças pessoais e talentos para se envolver com o mundo. Existem atalhos fáceis para sentir uma emoção positiva, o que é ainda outra diferença entre o engajamento e a emoção positiva. Você pode se masturbar, ir às compras, usar drogas ou assistir à televisão. Daí a importância de identificar seus pontos mais fortes e aprender a usá-los com mais frequência para entrar no engajamento.”

Acredito que aqui temos um problema, que é a dificuldade que vejo em Seligman na criação de conceitos.

“Emoções Positivas” não são o oposto de engajamento – isso não faz sentido.

Eu sinto Emoções Mais Positivas em várias atividades da minha vida, naquelas em que estou mais ou menos vivendo um maior engajamento.

Engajamento vem de Mihaly, isso está no primeiro livro, que é o Estado de Fluxo.

Temos, assim:

Emoções Mais Positivas de Curto Prazo;
Emoções Positivas de Longo Prazo.

E ainda:

Emoções Positivas que vêm de atividades que me geram o Estado de Fluxo;
Emoções Positivas que vêm de atividades que NÃO me geram o Estado de Fluxo.

Usar drogas de forma frequente – e dependendo da droga – por exemplo, me gera uma emoção, sem dúvida, mas não é positiva é negativa, pois pode me viciar.

Não podemos chamar de Emoção Positiva algo que não me gera um bem estar maior ao longo do tempo.

Por isso, temos que separar as Emoções Positivas das Negativas.

O que ele está se referindo são Emoções.

Portanto, se ele se refere a Emoções – temos que separar em duas: as negativas e as positivas.

E talvez nos referir a Falsas Emoções Positivas, pois que no médio e longo prazo acabam nos fazendo mal.

Tenho uma namorada que sempre está me perturbando e eu não consigo me separar dela. Sim eu tenho emoções, são Falsas Emoções Positivas, pois podem até me fazer bem hoje, mas no longo prazo, muito mal.

Outro ponto.

Seligman cria uma certa confusão ao misturar Engajamento, Significado e Realização.

Engajamento (na linha do Mihaly) é descobrir atividades que me levam ao Tapete de Aladim, que servem de base para descobrir as minhas vocações.

Descoberto aquilo que me deixa num Estado de Engajamento (acho um nome melhor para isso), vou procurar colocá-lo na minha vida.

Desenvolver, ao máximo, os meus Estados de Engajamentos em projetos que sejam bons para mim e para mais gente me gera um Significado e, tudo isso, me dá a sensação de Realização.

Tá tudo integrado e não separado.

Por isso, prefiro definir que o foco de um Projeto de Felicidade deve ser a Singularização, na qual precisamos:

Descobrir nossas vocações;
Transformá-las em projetos sustentáveis, de forma a servir aos outros e ser remunerados por isso, se possível;
Gerando, assim, sensações de realizações de longo prazo, aplacando nossa dificuldade de lidar com a finitude.

Precisamos separar:

Pessoas que conseguem colocar nas suas vidas algum tipo de Estado de Engajamento;
Pessoas que NÃO conseguem colocar nas suas vidas NENHUM tipo de Estado de Engajamento.

Na sequência, é preciso detalhar diferentes Estados de Engajamento:

Estados de Engajamentos Não Servis – aqueles que servem apenas para a pessoa, tal como ir na academia malhar;
Estados de Engajamento Servis – colher tampinhas na rua para trocá-las por cadeiras de rodas para defincientes mais pobres.

E, por fim:

Estados de Engajamento Servis Menos Criativos – colher tampinhas na rua para trocá-las por cadeiras de rodas para deficientes mais pobres;
Estados de Engajamento Servis Mais Criativos – desenvolver um aplicativo para melhorar o projeto de colher tampinhas na rua para trocá-las por cadeiras de rodas para deficientes mais pobres.

Nem todo mundo quer ou consegue:

Ter algo que gere o Estado de Engajamento;
Ter um Estado de Engajamento Servil;
E ainda um Estado de Engajamento Servil Mais Criativo.

Diria ainda que:

Todos deveriam procurar um Estado de Engajamento, seja ele qual for;
Que o ideal é que estes Estado de Engajamento seja mais Servil;
E que os Disruptivos devem procurar o Estado de Engajamento Mais Servil e ainda Mais Criativo.

Isso tudo nos leva um pouco na linha do Ikigai.

Diz o Tio Chatinho:

“Ikigai é um conceito japonês que pode ser traduzido como “razão de ser” ou “razão para viver”. Originário da ilha de Okinawa, onde se concentra uma das maiores populações centenárias do mundo, o ikigai representa a convergência de quatro elementos principais na vida de uma pessoa:

Paixão: O que você ama fazer.
Vocação: O que você é bom em fazer.
Profissão: O que você pode ser pago para fazer.
Missão: O que o mundo precisa que você faça.

Quando alguém encontra o seu ikigai, experimenta um sentido profundo de propósito e satisfação na vida. É um equilíbrio entre esses quatro elementos, onde as paixões pessoais se alinham com os talentos, o que pode ser monetizado e o que contribui para o mundo. Encontrar o ikigai é um processo de autodescoberta e pode levar tempo, reflexão e exploração das próprias habilidades e interesses.”

Diria que quem consegue achar um Ikigai Completo consegue se sentir melhor na vida e vice-versa.

Vejamos as possibilidades do Ikigai:

Ikigai Completo (ideal) – consegue trabalhar no que ama, juntando paixão, vocação, missão e profissão e ainda servindo ao outro, deixando um legado mais consistente;
Ikigai Incompleto (bom) – consegue ter paixão, vocação e missão, mas não na profissão e nem servindo ao outro;
Sem Ikigai – (ruim) não tem nenhuma atividade que envolva paixão, vocação, missão, muito menos na profissão.

Nem sempre, entretanto, se consegue transformar Ikigai Completo. E aí a pessoa trabalha em algo que até não gosta e faz outra nos tempos livres.

Diz ele:

“O verdadeiro modo como a psicologia positiva começou é um segredo até hoje.”

Diria que é um mistério, que só pode ser explicado pela Ciência Social 2.0, que consegue enxergar a forte demanda pela Renascença Civilizacional.

A Psicologia Positiva atende fortemente várias destas demandas.

Ele define cinco elementos que formam os princípios da Psicologia Positiva:

Emoção Positiva – Reconhecer e cultivar emoções positivas, como alegria, gratidão, esperança e amor, promovendo um maior bem-estar emocional.
Engajamento: Encontrar atividades nas quais as pessoas se sintam imersas, concentradas e “no fluxo”, experimentando um senso de realização e satisfação profunda.
Relacionamentos: Valorizar e nutrir relacionamentos significativos e saudáveis, pois as conexões interpessoais são essenciais para o bem-estar emocional e psicológico.
Significado: Buscar e criar significado na vida, seja por meio de propósitos pessoais, valores, crenças ou contribuições para algo maior do que o próprio eu.
Realização: Estabelecer metas desafiadoras e alcançáveis, celebrar conquistas e desenvolver um senso de competência e eficácia pessoal.

Acho a ideia no geral boa, mas há uma confusão grande aqui.

Temos que definir uma visão do Sapiens para balizar aquilo que consideramos mais relevante no desenvolvimento do aumento da Taxa de Sapiencidade (me tornar o mais Sapiens que eu conseguir ser).

A visão Bimodal vai na direção da Singularização.

Quanto mais eu conseguir me Singularizar, mais Sapiens eu me torno.

O que diferencia o Sapiens das outras espécies é justamente a nossa capacidade de nos singularizar.

Assim, na Psicologia Bimodal 2.0 ou na Inovação Pessoal Emocional Bimodal 2.0 consideramos que Florescer é se Singularizar.

Quanto mais eu me Singularizar, mais eu floresço enquanto ser humano!

Assim, eu defino uma bússola e um norte: uma vida melhor, mais feliz, com mais bem estar vai na direção da Singularização.

Singularizar é o norte do Projeto de Felicidade Bimodal 2.0. Ponto!

O que me ajuda no processo Progressivo e Continuado de Singularização?

Visões mais Fortes (já dentro da Ciência Social 2.0) sobre o Motor da História e do próprio Sapiens como espécie;
Visões Mais Fortes do que é e o que não deve ser Projetos de Felicidade ou Bem Estar;
Sugestões de Princípios para guiar minhas Atitudes na vida;
Sugestões de Métricas para saber se estou indo bem ou mal na minha jornada.

Se aplicarmos essa visão Bimodal ao que sugere Seligman teríamos o seguinte:

Comparação do que sugere Seligman com o Projeto de Felicidade Bimodal:
Seligman
Crítica
Solução

Emoção Positiva – Reconhecer e cultivar emoções positivas, como alegria, gratidão, esperança e amor, promovendo um maior bem-estar emocional.

Aqui temos duas coisas misturadas. Uma coisa são ações que geram emoções positivas e outra são as próprias emoções que servem de guia para saber se estou indo bem ou mal;

Nas ações criar Hábitos e Rituais Rivotril que geram as Emoções Positivas; Outras medir se elas estão vindo para saber como estão avançando, isso é métrica;

Engajamento: Encontrar atividades nas quais as pessoas se sintam imersas, concentradas e “no fluxo”, experimentando um senso de realização e satisfação profunda.

 

Isso faz parte da Pesquisa Progressiva e Continuada pelo Estado de Fluxo ou Tapete de Aladim.

Na Visão sobre o Projeto de Felicidade é preciso separar as atividades que servem para todos os Sapiens e esta, em particular, se enquadra na busca individual de cada um;

Relacionamentos: Valorizar e nutrir relacionamentos significativos e saudáveis, pois as conexões interpessoais são essenciais para o bem-estar emocional e psicológico.

Isso faz parte do que chamamos de Foquismo é um dos princípios que deve servir de base para que não se tenha relacionamentos mais tóxicos;

A procura de se afastar de relações tóxicas, ainda envolve se manter distante de determinados lugares, situações, conteúdos, conceitos, padrinhos;

Significado: Buscar e criar significado na vida, seja por meio de propósitos pessoais, valores, crenças ou contribuições para algo maior do que o próprio eu.

Isso se embola com o Engajamento. Se eu procuro o que me faz bem, isso me define um significado, o que temos é um Engajamento e um Significado, como ideal, que sirva o outro, maior do que eu mesmo;

Aqui entra a ideia de um Ikigai Mais Completo – consegue trabalhar no que ama, juntando paixão, vocação, missão e profissão e ainda servindo ao outro, deixando um legado mais consistente;
Realização: Estabelecer metas desafiadoras e alcançáveis, celebrar conquistas e desenvolver um senso de competência e eficácia pessoal.
Isso embola de novo. Não tem como separar realização, significado e engajamento.
Claramente, Seligman consegue ser um bom questionador da Psicologia 1.0, mas não um bom desenvolvedor da nova Psicologia 2.0.

 

 

 

Diria que Seligman é um ótimo questionador do status quo, mas não é um bom desenvolvedor da Psicologia 2.0.

Ou em outras palavras.

Seligman é um ótimo destruidor de paredes, mas não tão bom reconstrutor das mesmas.

Ao Bimodalizá-lo vamos aproveitar mais as críticas que faz à Psicologia 1.0 (Tradicional) do que as sugestões na construção da Psicologia 2.0 (Inovação Pessoal Emocional 2.0).

Vamos aproveitar seu senso de propósito de entender a demanda pela Psicologia 2.0, mas não o que ele propõe como Teorias para que isso seja atingido.

O que ele propõe dos cinco princípios é algo muito embolado.

Diz ele:

“Florescimento pelo aumento da emoção positiva, do engajamento, do sentido, dos relacionamentos positivos e da realização.”

Me desculpe, Seligman, mas isso está bem confuso.

“Os introvertidos são muito menos animados do que os extrovertidos , mas se a política pública se baseia (como verificaremos no último capítulo) em maximizar a felicidade no sentido do humor, os extrovertidos recebem uma atenção muito maior do que os introvertidos.”

Veja bem.

Não estamos aqui para saber o que se diz no mainstream, mas sugerir formas de pensar e agir que ajudem a superar o que é ruim.

A ideia de que felicidade é só bom humor é falsa, depende de como vamos definir o conceito, na Bimodais, sugerimos o BOMTRC: no qual, o bom humor, otimismo, motivação, tranquilidade, resiliência e criatividade valem para todos.

Bom Humor não é sair rindo por aí feito um maluco, é muito mais não estar chorando o tempo todo.

Diz ele:

“A satisfação com a vida avalia essencialmente o bom humor, então não lhe cabe um lugar central em nenhuma teoria que pretenda ser mais do que uma alegrologia.”

Diz TC:

“A palavra “humor” tem uma origem interessante. Deriva do latim “humor”, que originalmente se referia a líquidos corporais, especialmente aqueles considerados responsáveis pela saúde e temperamento de uma pessoa. Na medicina antiga, a teoria dos humores, atribuída principalmente aos antigos gregos como Hipócrates e Galeno, sustentava que o corpo humano era composto por quatro humores básicos: sangue, bile amarela, bile negra e fleuma. O equilíbrio ou desequilíbrio desses humores era pensado para afetar a saúde física e mental de uma pessoa, incluindo seu estado de espírito e temperamento. Com o tempo, o termo “humor” passou a ser associado não apenas aos fluidos corporais, mas também ao estado de espírito ou disposição de uma pessoa.”

Note que, apesar do mainstream, humor é uma palavra neutra, não significa bom humor, ou show de humor, ou humorista.

Humor é o estado de espírito de alguém que pode ser para cima ou para baixo, conforme o índice particular de cada um.

Uma pessoa mais introvertida pode estar de bom humor e não estar rindo para todo mundo, mas estar mais carinhosa com os que estão à sua volta.

O bom humor significa um estado de espírito positivo e o mau humor um estado de espírito negativo, que pode ser passageiro ou mais permanente.

Projetos de Felicidade Mais Fortes visam, sem dúvida, manter o Bom Humor de forma continuada.

Qualquer guia de felicidade deve incentivar o bom humor e não o mau humor ou o estado de espírito mais positivo do que negativo.

Ele diz:

“Alguns jogadores especializados em bridge jogam para melhorar, aprender, solucionar problemas e para estarem envolvidos no jogo. Quando ganham, é ótimo. Eles chamam de “ganhar bonito”. Mas quando perdem é quase tão bom quanto — desde que tenham jogado bem.”

Tipicamente, aqui temos o que chamamos de Orgulho Saudável, que foca a autoestima no Processo e o Orgulho Tóxico, que coloca a autoestima no Resultado.

No xadrez, que eu jogo muito, estou o tempo todo me preocupando:

Em me preocupar cada vez menos com a minha posição no ranking;
Aprender cada vez mais com cada partida;
Procurando transformar cada aprendizado a cada jogo em ensinamentos para minha vida.

Isso faz parte do meu Projeto de Felicidade.

Diz ele:

“As pessoas que levam uma vida realizadora estão frequentemente absorvidas no que fazem.”

Uma vida mais realizadora é aquela que eu pratico o Ikigai Mais Completo, que não é só me engajar, mas servir aos outros também, realizando algo.

Podemos ter, ou não, mais ou menos criatividade nisso tudo.

Quando temos mais criatividade, eu passo a desenvolver o Eu Criativo.

O Eu Criativo é o maior gerador de energias positivas do Sapiens.

O Eu Criativo é a área mais nobre da mente.

Se ele está bem atendido pelo Eu Organizativo e consegue gerenciar bem a Mente Primária, temos tudo para ir adiante.

Uma vida realizadora (e criativa) é aquela em que colocamos o tempo todo o Eu Criativo para atuar.

Sobre a qualidade dos relacionamentos, define uma boa métrica:

“Existe alguém em sua vida com quem você se sente suficientemente à vontade para telefonar às quatro horas da manhã a fim de falar de seus problemas? Se sua resposta for sim, você provavelmente viverá mais.”

Diria que temos vários tipos de relacionamentos e que temos que procurar que sejam os mais saudáveis que conseguimos ter.

E dentro deles, temos aquelas amizades que podemos chamar de Relações Pilar.

São aquelas que nos dão suporte não só para as pequenas coisas da vida, mas também para as grandes crises.

Assim, como elas são os nossos pilares, nós também somos os pilares dela.

Diz ele:

“O objetivo da psicologia positiva é plural e significativamente diferente: aumentar a quantidade de florescimento na vida das pessoas e no planeta.”

Diria que esse é o objetivo parecido com o da Inovação Pessoal 2.0, que eu Bimodalizaria da seguinte maneira:

O objetivo da Inovação Pessoal Emocional 2.0 é aumentar a quantidade de singularização na vida das pessoas e no planeta, o que provoca, como consequência direta, o aumento da taxa de bem estar.

Note que o Ikigai fala não de florescimento, mas de singularização para que se possa florescer.

Repito:

Paixão: O que você ama fazer (cada um tem a sua).
Vocação: O que você é bom em fazer (cada um tem a sua).
Profissão: O que você pode ser pago para fazer (colocando a vocação, que apaixona para rodar).
Missão: O que o mundo precisa que você faça (transformando tudo isso em uma missão de vida).

Diria que me sinto muito mais confortável da seguinte maneira:

Pego os questionamentos do Seligman sobre a Psicologia 1.0;
A percepção dele do momento civilizacional, que demanda projetos de felicidade e bem estar;
Algumas sugestões Metodológicas;
Mas como inspiração para um guia, principalmente a parte teórica, acho muito mais adequado nos aprofundarmos na linha do Ikigai e dos Estóicos, deixando as Teorias de Seligman na gaveta.

Aí entramos no que Seligman é forte – questionar a Psicologia 1.0:

“A maior parte das psicoterapias e muitos medicamentos são apenas cosméticos, aliviando os sintomas por um curto período de tempo, seguido de um frustrante retorno ao ponto de partida.”

Dentro os Rituais Rivotril que tenho usado e sugerido usar, ele reforça também o “Ritual Rivotril das 5 Coisas Top do dia”:

“Toda noite, ao longo da próxima semana, reserve dez minutos antes de ir dormir . Escreva três coisas que deram certo hoje e por que deram certo.”

O que o Ritual Rivotril das 5 Coisas Top do dia tem gerado em mim, já estou fazendo há 15 dias:

Destacando o que me fez bem, aumentando emoções positivas e reduzindo as negativas;
Identificando, ao longo do tempo, o que me faz bem e começando, instintivamente, a fazer mais daquilo.

Ele diz:

“A probabilidade é que daqui a seis meses você esteja menos deprimido, mais feliz e viciado nesse exercício.”

O Ritual Rivotril das 5 Coisas Top é um bom exemplo da Inovação Pessoal Emocional 2.0, pois o que temos, em geral, é falar o tempo todo de coisas ruins.

O Alarme Anti-reclamação se soma ao Ritual Rivotril das 5 Coisas Top, que vai na seguinte direção (com uma boa inspiração nos Estóicos):

Não dê atenção e muito menos reclame sobre aquilo que você não pode mudar;
Não reclame do que você pode mudar, faça algo para que resolva ou minimize o problema;
Procure criar o hábito de destacar o que tem sido bom para você e incentive os outros a falar o que foi bom para eles, espalhando a energia positiva.

Seligman, na sequência, apresenta dados da Organização Mundial da Saúde (OMS):

“A depressão é a doença mais onerosa do mundo e os tratamentos preferidos são os medicamentos e a psicoterapia.”

Não resta dúvida que o grande objetivo da Psicologia 2.0 é promover a democratização dos divãs na sociedade.

Temos aí algumas macrotendências visíveis para a Psicologia 2.0:

O uso da Inteligência Artificial;
A disseminação da prevenção, via Guias de Felicidade (ou Bem Estar, se preferirem);
A formação de profissionais de Inovação Pessoal Emocional, na área de coaching para disseminar os guias.

Nessa linha, diz Sealing:

“Imagine um tratamento — oferecendo exercícios de psicologia positiva pela internet — barato, amplamente disseminado e pelo menos tão eficaz quanto as terapias e os medicamentos.”

Ele, como bom escopeteiro, não deixa barato, procurando sair da seguinte sinuca de bico:

“Hoje, temos o domínio esmagador que duas indústrias — as empresas farmacêuticas e a corporação das psicoterapias — têm sobre o tratamento dos transtornos do humor, incluindo a depressão.”

Ele leva da seguinte forma a ideia da Psicologia 2.0 versus a 1.0:

“Cura versus alívio de sintomas.”

E pisa ainda mais fundo:

“O primeiro segredinho sujo da psiquiatria biológica e da psicologia clínica é que ambas desistiram da noção de cura. // “Todos os medicamentos podem ser classificados como de intenção curativa ou cosmética.” // “Em outras palavras, essas terapias não se autorreforçam, e , portanto , os benefícios desaparecem com o tempo.”

Como dissemos na tabela do artigo anterior, a Psicologia 1.0 aposta na dependência cliente-terapeuta e não na sua independência, via ferramentas individuais de geração do Rivotril Orgânico.

No fundo, podemos dizer que:

Um Projeto de Felicidade 2.0 pretende que cada pessoa desenvolva o seu Rivotril Orgânico para não precisar ir mais comprar na farmácia.

Para termos uma maior independência das pessoas sobre problemas emocionais, é preciso criar guias, que elas possam usar para prevenir os sintomas mais graves, antes que ocorram.

E aí vamos de boas piadas, que sempre são boas para levantar o astral:

“Por estranho que pareça, a terapia de casal geralmente consiste em ensinar os parceiros a brigar melhor.”

Diz ele:

“A psicologia positiva, no entanto, está mais interessada em como transformar um relacionamento bom em excelente.”

Ele sugere o que podemos chamar de Ritual da Empatia:

“Eis a sua tarefa para a semana: ouça atentamente cada vez que uma pessoa importante para você contar algo bom que lhe aconteceu. Pare o que estiver fazendo para responder ativa e construtivamente. Peça à pessoa para lhe contar o fato em detalhes; quanto mais tempo ele ou ela passar revivendo-o.”

Diria mais.

Incentive as pessoas ao seu redor a falar de coisas boas, quando elas não estiverem sendo faladas.

Fora isso, preste atenção no que vem de bom da outra pessoa:

“As pessoas com quem nos importamos com frequência nos contam sobre uma vitória, um triunfo , e coisas menos significativas que aconteceram com elas. O modo como respondemos pode fortalecer o relacionamento ou miná-lo.”

Lembra uma conversa que já tivemos aqui sobre jogo de tênis, como metáfora de relacionamento de McKeown.

Relembro:

“E aí entramos em um dos diamantes do livro de McKeown, que é o jogo de tênis das relações, que eu vou Bimodalizar aqui:

Respostas com a bola perto – quando a pessoa responde bem perto do que você disse e com isso temos um upgrade no papo;
Repostas com a bola longe – quando a pessoa responde distante, mas mesmo assim ainda dá para ir adiante, mas com mais esforço, sinal de que a coisa não vai tão bem;
Repostas na rede – quando a pessoa não responde ou te dá um retorno em que claramente não está escutando o que você disse antes, num sinal de “não estou gostando nada dos teus papos”.

Diz ele:

“A maioria dos traços de personalidade é altamente herdável, o que significa dizer que uma pessoa pode ter herdado geneticamente uma forte predisposição à tristeza, à ansiedade ou à religiosidade.”

Um dos grandes desafios da Inovação Pessoal Emocional 2.0 é justamente este: compreender os efeitos da genética nos diferentes perfis das pessoas na sociedade.

Cada pessoa, que sabe que herdou geneticamente determinadas características, pode lidar melhor com elas, pois terá uma base maior para se entender.

O uso da IAs no campo da Inovação Pessoal Emocional vai ajudar bastante não só a definir os perfis, mas saber como cada um deles pode lidar melhor com os desafios que tem pela frente.

Diz ele, na limitação de traços genéticos e transtornos emocionais:

“As emoções e os traços de personalidade negativos têm limites biológicos muito fortes, e o máximo que um clínico pode fazer com a abordagem cosmética é levar seus pacientes a viver na melhor parte de sua faixa definida de depressão, ansiedade ou raiva.”

Faz uma diferente abordagem entres os tratamentos da Psicologia 1.0 e a 2.0:

“Resumindo, eles removem as condições debilitantes da vida. Remover essas condições debilitantes, no entanto, não é o mesmo que construir as condições propícias da vida.”

Estamos aqui falando de:

Proatividade Preventiva (Psicologia 2.0) – diante de problemas emocionais, através de uma musculação frequente da mente, evitando que se agravem e a necessidade de tratamentos mais fundos e personalizados;
Passividade Pósventiva (Psicologia 1.0) – se manter passiva diante de problemas emocionais e só resolvê-los depois que se agravam em um divã.

Ele resume:

“Se quisermos florescer e ter bem – estar, precisamos, sim, minimizar nosso sofrimento; mas além disso precisamos ter emoção positiva, sentido, realização e relacionamentos positivos.”

E aqui temos um ponto alto do livro de Seligman, que define bem o que é a Psicologia 2.0:

“Eu cultivo rosas. Passo muito tempo limpando a vegetação rasteira e as ervas daninhas. As ervas daninhas prejudicam as rosas; são uma condição debilitante. Mas, se você quiser ter rosas, não basta roçar e arrancar as ervas daninhas. Você tem de fertilizar o solo, plantar uma boa roseira, regá-la e alimentá-la com nutrientes.”

A mensagem é simples.

Se no século passado, tivemos o boom da musculação do corpo, no século XXI teremos o boom do pilates da mente!

Seligman é muito bom para questionar e apontar as tendências futuras e não tão bom em detalhar os caminhos, do ponto de vista teórico e metodológico, para nos ajudar a chegar lá.

Continua o tiroteio:

“Os pacientes precisam ser informados de que os remédios e as terapias apenas aliviam temporariamente os sintomas e que eles devem esperar a recorrência quando o tratamento se encerrar.”

E vai além:

“Os seguidores de Freud cometeram o erro de restringir a psicanálise aos médicos, e a psicologia positiva não pretende dar cobertura para mais um grupo corporativista. Se você estiver adequadamente treinado nas técnicas de coaching, nas teorias da psicologia positiva, em avaliações fundamentadas de estados e traços positivos, nas intervenções que funcionam, e souber quando deve encaminhar um cliente a alguém com uma formação mais adequada, você será, no meu entender, um genuíno disseminador da psicologia positiva.”

E as balas continuam:

“Pesquisar o mundo real tem um odor ligeiramente fétido nos altos escalões da psicologia acadêmica.”

E atira forte na pesquisa de base, também chamada de Ciência Pura:

“A aplicação frequentemente mostra o caminho para a pesquisa de base , enquanto a pesquisa de base que não tem noção de como pode ser aplicada geralmente não passa de masturbação.”

E, então, ele denuncia uma atitude Integrante da Ciência diante da pesquisa da Psicologia 2.0 e cita nome:

“Stan Moldawsky, um dos veteranos mais convictos, pôs fim à minha iniciativa ao dizer: E se as evidências não nos beneficiarem?”

Ou seja:

Eis a definição da Ciência Instagrante: não importa muito uma ciência que resolva problemas dos outros, mas apenas aqueles que a fazem.

Neste momento, Seligman se define claramente como um Conceituador Missionário, que combate os Instagrantes e os Sobreviventes.

E aí começa a jornada para levar a Psicologia 2.0 para as escolas:

“Além disso, hoje podemos ensinar as competências do bem – estar — como ter mais emoções positivas, mais sentido, melhores relacionamentos e realizações mais positivas. As escolas, em todos os níveis, devem ensinar essas competências (…) já que a a psicologia positiva é pessoal e profissionalmente transformadora.”

Diz ele:

“A emoção positiva é muito mais do que uma sensação agradável; ela é um sinal evidente de que está havendo crescimento, de que está havendo um acúmulo de capital psicológico.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 500,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

Nepô inicia a bimodalização do livro “Florescer: Uma nova e visionária interpretação da felicidade e do bem-estar” de Martin Seligman. Ele categoriza os conceituadores da inovação pessoal emocional em três grupos éticos: os mais sobreviventes, os mais carreiristas e os mais missionários, sugerindo que Seligman é um exemplo do último grupo. Nepô destaca as propostas de Seligman, como substituir “felicidade” por “bem-estar” e focar no florescimento das pessoas. Ele explora as diferenças entre bem-estar e felicidade, ressaltando a importância de adjetivações para ambos os conceitos. Além disso, discute a relevância do florescimento e da singularização nos projetos de felicidade, relacionando-os com as demandas da civilização 2.0. Nepô critica a psicologia positiva por permanecer dentro da ciência social 1.0 e defende uma abordagem mais ampla, como a psicologia 2.0. Ele apresenta uma tabela comparativa entre a psicologia 1.0 e 2.0, junto com críticas à psicologia positiva. O texto destaca a visão renascentista de Seligman e seu contraste entre a psicologia do sofrimento e a do florescimento, enfatizando a importância da prevenção no tratamento dos problemas emocionais.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Os novos ramos da Psicologia, como em várias áreas das Ciências Sociais, avançam, mas não conseguem enxergar o todo, por causa da obsolescência da Ciência Social 1.0.
  2. Quando procuramos viver uma Vida Mais Excelente e não Mais Mediana, se torna impossível chegar na Excelência sem o apoio de Padrinhos.
  3. Seligman é tipicamente um Conceituador Mais Missionário com forte preocupação em mais aprender e ajudar do que aparecer.
  4. A Civilização 2.0 tem como forte demanda o aumento da responsabilidade e da personalização de cada pessoa.
  5. A Ciência Social 2.0 consegue enxergar a atual Revolução da Sobrevivência 2.0 e, por causa disso, consegue perceber com mais clareza o que temos pela frente como demanda.
  6. O boom da Psicologia Positiva – ou a demanda por revisões profundas na forma como enxergamos a qualidade de vida das pessoas – é um dos sintomas da atual Revolução da Sobrevivência 2.0.
  7. Se não tivéssemos vivendo a Revolução da Sobrevivência 2.0, toda a revisão interessante e bem vinda proposta por Seligman não teria a repercussão que está tendo.
  8. A visão da Ciência Social 2.0 nos permite enxergar melhor a grande demanda da Descentralização Progressiva como o principal norte do Sapiens 2.0.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“É pelo cultivo do positivo que somos capazes de aprender, crescer e florescer.”Seligman.

Primeiro parênteses.

No fim de semana passado, ministrei aula em uma Pós-Graduação e tivemos um bom aprendizado na conversa com os alunos.

No meio do caminho, eu defendi a ideia de que era importante na vida pessoal e profissional de cada pessoa escolher um Padrinho.

Padrinho é alguém que nos influencia de alguma forma na nossa vida, seja ela profissional ou pessoal.

Por mais inteligente que alguém possa ser, ele sempre dá continuidade aos Paradigmas de alguém.

Neste momento, diante da escolha de influências, realizei que podemos ter três caminhos:

Escolhi tal Padrinho por considerar seus Paradigmas melhores e estou aperfeiçoando o que posso (o caminho que o Nepô e a Bimodais escolheu);
Não é preciso escolher Padrinhos, pois não é bom entrar em “patotas”, prefiro sempre ir com minhas próprias pernas (o que recebi de feedback neste fim de semana);
Cada um pode ter o Padrinho que quiser, no caso Conceitual, pois tudo é relativo e isso não faz muita diferença.

Quando procuramos viver uma Vida Mais Excelente e não Mais Mediana, se torna impossível chegar na Excelência sem o apoio de Padrinhos.

Vejamos a diferença entre uma Vida Mais Excelente e outra Mais Mediana:

Vida Mais Excelente – capacidade que temos de criar Estratégias de Vida Mais Fortes que nos permite o desenvolvimento de nossos Potenciais Únicos;
Vida Mais Mediana – incapacidade que temos de criar Estratégias de Vida Mais Fortes que nos permite o desenvolvimento de nossos Potenciais Únicos.

Se eu quero ter uma Vida Mais Excelente, vou precisar:

Ter Padrinhos Mais Fortes – aqueles que realmente vão mais me ajudar do que atrapalhar nas minhas escolhas pessoais e profissionais;
E um esforço gigante para conseguir fazer com que as minhas escolhas consigam ser colocadas para “rodar” na minha vida.

Uma Vida Mais Excelente pode ser abraçada tanto por Incrementadores como Disruptores.

Segundo parênteses.

É preciso caracterizar a atual Revolução Civilizacional de uma maneira mais precisa.

Podemos dizer que hoje vivemos, não uma Revolução de Mídia, a saber:

Vivemos neste novo século uma Revolução da Sobrevivência da Sapiens, que se inicia com as novas Tecnopossibilidades existentes, principalmente, com a chegada e massificação de uma nova mídia.

Fecha os parênteses.

Comecemos a Bimodalização do livro “Florescer: Uma nova e visionária interpretação da felicidade e do bem-estar” de Martin Seligman

Este é o primeiro artigo.

Seligman nos ajuda a aprimorar nossa classificação dos Conceituadores da Inovação Pessoal Emocional.

Diria que podemos chamá-los do ponto de vista das escolhas éticas que fazem de:

Conceituadores Mais Sobreviventes – que querem apenas publicar para ganhar um dinheiro sem grandes pretensões;
Conceituadores Mais Carreiristas – que fazem de tudo para vender, serem adorados pelo Google e aumentar os seguidores do Instagram;
Conceituadores Mais Missionários – que tem um foco principal em facilitar a conversa para ajudar a realmente melhorar a vida das pessoas, com um forte foco no aprendizado.

Seligman é tipicamente um Conceituador Mais Missionário com forte preocupação em mais aprender e ajudar do que aparecer.

No livro, ele resolve fazer uma autocrítica a diversos conceitos apresentados em outros que já tinha escrito. Seligman sugere:

Mudar o conceito felicidade por bem estar;
E colocar o foco da Psicologia Positiva na ideia do Florescimento das pessoas.
Pergunto ao Tio Chatinho qual seria a diferença entre bem estar e felicidade. E ele me diz:

“O bem-estar geralmente se refere a um estado de saúde física e mental satisfatória. Ele engloba várias dimensões, como saúde física, saúde mental, satisfação com a vida, relações sociais, realização pessoal, entre outros. O bem-estar pode ser medido através de diferentes indicadores, como qualidade de vida, níveis de estresse, saúde física, entre outros.
Por outro lado, a felicidade é uma emoção ou estado emocional geralmente associado a sentimentos de contentamento, alegria e satisfação com a vida. É uma sensação subjetiva de bem-estar e plenitude. A felicidade pode ser influenciada por fatores internos (como a maneira como uma pessoa percebe e interpreta eventos) e externos (como relacionamentos, realização de metas, etc.).”
Eu diria que quando falamos em Felicidade, de fato, precisamos explicar que estamos falando de algo mais amplo e maior, pois pode parecer que queremos alegrias.
Diria que Felicidade pode ser considerado um Conceito de Sala e o Bem Estar um Conceito de Cozinha.
Ambos, querendo ou não, precisam de adjetivações, pois posso ter tanto um Bem Estar de Curto ou Longo Prazo como uma Felicidade de Curto ou Longo Prazo.
A outra polêmica é o foco de Projetos de Felicidade.
Seligman defende o Florescimento e nós temos trabalhado com a ideia da Singularização, vejamos o que nos diz o TC:
“”Florescer” é frequentemente associado ao crescimento, desenvolvimento e prosperidade. Pode se referir ao processo de alcançar o potencial máximo em várias áreas da vida, como pessoal, profissional, emocional e espiritual. Quando uma pessoa floresce, ela está se expandindo e se tornando mais completa e realizada em diferentes aspectos. No contexto do bem-estar e da psicologia positiva, “flourishing” (florescimento) é um conceito que descreve um estado de funcionamento ótimo, caracterizado por emoções positivas, engajamento, relacionamentos positivos, sentido de propósito e realização pessoal.
Singularizar:
“Singularizar” pode se referir ao ato de tornar algo ou alguém singular, único ou distinto em relação aos outros. Pode ser usado para descrever o processo de individualização, onde uma pessoa ou objeto se destaca por suas características distintivas ou especiais. No contexto das relações interpessoais ou identidade pessoal, “singularizar” pode envolver o reconhecimento e a celebração das características únicas de uma pessoa, permitindo-lhe expressar sua individualidade de maneira autêntica e significativa.”
Diria que qualquer projeto de incentivo à Felicidade, ou de Bem Estar, procura fazer com que a pessoa floresça, que tem como sinônimos:
Desabrochar
Brotar
Germinar
Crescer
Prosperar
Expandir
Desenvolver-se
Abundar
Frutificar
Viçar
E que existem possibilidades neste Florescimento, escolhas que podemos fazer, ou se quiserem linhas distintas dentro disso.
Quando a Bimodais defende a Singularização como um norte ela está sugerindo um Florescimento com foco maior na Singularidade.
E por que isso?
Dentro da nossa análise de cenário, podemos dizer que:
A Civilização 2.0 tem como forte demanda o aumento da responsabilidade e da personalização de cada pessoa.
Dentro das revisões dos Paradigmas Estruturais Mais Fortes sobre o Sapiens é preciso destacar a Descentralização Progressiva.
Como o Sapiens é uma espécie que pode aumentar a população, de forma cooperativa, somos obrigados a nos personalizar e nos responsabilizar cada vez mais para que possamos lidar com cada vez mais complexidade.
A demanda pelo florescimento está presente ao longo de todas as épocas do Sapiens, mais a Singularização é o ponto central dentro das Revoluções da Sobrevivência.
E aqui vai a principal crítica que posso fazer ao trabalho de Seligman e aos seus diversos seguidores:
A Psicologia Positiva (bem como todos os outros ramos da Psicologia) ainda operam dentro da Ciência Social 1.0 e não conseguem enxergar as profundas demandas que o Sapiens 2.0 tem pela frente.
A Ciência Social 2.0 consegue enxergar a atual Revolução da Sobrevivência 2.0 e, por causa disso, consegue perceber com mais clareza o que temos pela frente como demanda.
O boom da Psicologia Positiva – ou a demanda por revisões profundas na forma como enxergamos a qualidade de vida das pessoas – é um dos sintomas da atual Revolução da Sobrevivência 2.0.
Se não tivéssemos vivendo a Revolução da Sobrevivência 2.0, toda a revisão interessante e bem vinda proposta por Seligman não teria a repercussão que está tendo.
Os novos ramos da Psicologia, como em várias áreas das Ciências Sociais, avançam, mas não conseguem enxergar o todo, por causa da obsolescência da Ciência Social 1.0.
A visão da Ciência Social 2.0 nos permite enxergar melhor a grande demanda da Descentralização Progressiva como o principal norte do Sapiens 2.0.
Seligman mais do que ser um defensor da Psicologia Positiva, ele, sem uma visão do todo, defende a Psicologia 2.0.
Na verdade, não temos, como até escrevi antes, a Psicologia Preventiva que seria a Psicologia Positiva e a Preventiva que seria a outra.
A proposta de Seligman, na verdade, é a criação da Psicologia 2.0 com um approach bem diferente do que temos hoje em termos de Saúde Emocional, que atinge tanto a Prevenção quanto a Pós-Intervenção.

Vou introduzir uma nova tabela nos escritos na comparação entre a Psicologia 1.0 e a 2.0.

Tabela comparativa entre a Psicologia 1.0 e a 2.0:
Psicologia 1.0
Psicologia 2.0 ou Inovação Pessoal Emocional
(com a abordagem Bimodal)
Conceituadores Principais: Freud, Lacan, Jung;
Conceituadores Principais: Maslow, Seligman, Mihaly;

Maior dependência dos Psicólogos;

 

Maior Independência dos Psicólogos;

Abordagem Mais Pósventista
do que Preventiva;

Abordagem Mais Preventiva do que Pósventista;

Sem a preocupação de criação de
Guias de Felicidade
ou Bem Estar;

Com a preocupação de criação de
Guias de Felicidade
ou Bem Estar;

Mais voltada para resolver problemas do passado do que do presente e do futuro;

 

Mais voltada para resolver problemas do presente e do futuro do que do passado;

Mais massificadora;

Mais personalizadora
e singularizadora;

Opera ainda com os Paradigmas
da Ciência Social 1.0.
Opera já com os novos Paradigmas
da Ciência Social 2.0.

 

 

E outra com as Críticas que a Bimodais faz à Psicologia Positiva:

Críticas que a Bimodais faz à Psicologia Positiva:
Crítica
Detalhamento

Ao próprio nome Psicologia Positiva;
Que sugere que as outras são negativas. Seria melhor usar Psicologia 2.0 ou Inovação Pessoal Emocional, já dentro do novo campo da Ciência da Inovação 2.0;

Operar com as bases da
Ciência Social 1.0;

 

Precisa operar com os novos Paradigmas da Ciência Social 2.0;

Não define claramente que está desenvolvendo um Guia da Felicidade ou do Bem Estar

Precisa definir que a base metodológica é o desenvolvimento do Guia;

Confusão entre o que é a visão, princípios e atitudes e métricas;

Precisa separar as três camadas;

 

 

Vamos ao texto do Seligman.

“Levar a sério a psicologia do sofrimento — como é preciso fazer quando se trabalha com a depressão , o alcoolismo , a esquizofrenia , o trauma e a panóplia de sofrimentos que compõem a matéria – prima da psicologia tradicional — pode ser um tormento para a alma.”

Seligman está muito mais solto e seguro neste livro.

Seligman um contraponto entre a Psicologia do Sofrimento (a tradicional) para a do Florescimento (a Psicologia 2.0).

O que ele quer?

Um novo foco no tratamento dos problemas emocionais, com forte ênfase na prevenção.
Seligman, sem dúvida, é um autor renascentista, que percebe, de forma ainda, mais percepcionista do que padronista, a nova demanda humana por mais responsabilização.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 500,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

O texto, escrito por Nepô, aborda os aprendizados da semana, destacando insights de livros como “Decifrar Pessoas” de Jo-ellan Dimitrius e “Elástico: como o pensamento flexível pode mudar nossas vidas” de Leonard Mlodinow. São apresentados rituais e conceitos como o Ritual da Inversão, Alerta Anti-Precipitação, e a distinção entre Piloto Automático e Piloto Ativo. Nepô discute a importância de conceitos fortes e a necessidade de uma mente criativa que questione a identidade primária. Ele explora a relação entre ambientes centralizados e descentralizados com inovação e criatividade, além de abordar a Epigenética e os paradigmas do sapiens. O texto também trata da Crise do Orgulho 1.0 e a transição para o Orgulho 2.0, destacando a importância de adaptar-se à Civilização 2.0. Nepô conclui discutindo o futuro da conceituação, propondo o uso de Chatboxes para resumir ideias e liberar o Eu Criativo para produzir narrativas conceituais, representando um avanço na utilização do potencial criativo.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma pessoa que não passar do Orgulho 1.0 para o 2.0 terá bastante dificuldade de se adaptar na Civilização 2.0.
  2. Quando eu tenho um ambiente mais centralizado, a relação entre orgulho e autoestima tende a focar nos resultados e não nos processos.
  3. Uma pessoa mais criativa é aquela que desconfia sempre das falsidades de sua identidade!
  4. Nós já criamos o hábito de malhar o corpo na Civilização 1.0 e na 2.0 vamos ter que nos acostumar a pilatar a mente!
  5. Uma pessoa mais criativa é aquela que consegue se separar de forma mais distante da sua Mente Primária.
  6. O Sapiens é a única espécie viva que tem duas mentes, uma para agir e outra para repensar e recriar.
  7. Do ponto de vista da identidade, não existe ou eu sou, mas sempre o eu estou.
  8. Uma pessoa que se deixa levar pela Mente Primária, sem muito refletir sobre ela, tem uma vida mais parecida com a dos passarinhos.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“O jeito de ter boas ideias é ter um monte de ideias e jogar fora as más.” – Linus Pauling.

Resumo do que foi top em termos de aprendizado nos artigos ao longo da semana 11.4.4.

Bimodalizamos esta semana o livro da Demetrius (“Decifrar Pessoas” de Jo-ellan Dimitrius) e depois do Mlodinow (“Elástico: como o pensamento flexível pode mudar nossas vidas” de Leonard Mlodinow).

A Demetrius sugeriu e eu batizei de Ritual da Inversão.

Quando queremos saber se devemos continuar ou modificar um processo na nossa vida, temos que nos perguntar o seguinte:

Se eu começasse esse processo do zero, continuaria fazendo? Caso sim, do mesmo jeito?

Uma outra coisa que ficou do livro dela foi evitar fazer julgamentos precipitados de pessoas.

Isso criou um Alerta Rivotril em mim:

O Alerta Anti-Precipitação:

“Opa, olha você de novo tirando conclusões precipitadas sobre alguém ou alguma coisa.”.

Já tinha criado o Alerta Anti Reclamação, que é evitar reclamar de coisas que não temos controle e quando reclamar de algo controlável, pensar como transformar em aprendizado.

O outro ponto foi o problema do Apego pela Proximidade.

Pessoas e objetos passam a fazer parte das nossas vidas e, conforme o tempo vai passando, cada vez mais, passamos a ter dificuldade de saber se estão nos fazendo mais mal do que bem ou mais bem do que mal.

O Ritual da Inversão funciona.

Tenho me perguntado quando vou jogar fora um objeto no meu Ritual Rivotril do Essencialismo:

Eu compraria isso hoje? Caso não, eu pretendo usar isso dentro dos próximos seis meses ou um ano?

Caso não, entra na segunda etapa.

Como me desfaço disso? Vendo? Dou para quem? Ou simplesmente deixo na prateleira da lixeira para alguém pegar?

Outro Ritual Rivotril criado.

O Ritual Rivotril do Facilitismo – que nos diz o seguinte: “O que pode melhorar no seu Piloto Automático hoje?”.

Tenho organizado cada pedaço da casa de forma melhor todos os dias e procurado melhorar todas as minhas atividades.

O importante é saber que:

Rituais Rivotril fazem uma espécie de Pilates no nosso cérebro.

Nós já criamos o hábito de malhar o corpo na Civilização 1.0 e na 2.0 vamos ter que nos acostumar a pilatar a mente!

Procure todos os dias algo que pode ser facilitado na sua vida, sempre procurando se dedicar cada vez mais com o mais complexo.

Falamos muito de Piloto Automático que faz contraponto com o Piloto Ativo.

Vejamos a diferença entre o Piloto Automático e o Piloto Ativo:

Piloto Automático – atividades na minha vida que escolho não pensar muito ou quase nada, que são mais operacionais e mais simples, desde que sempre estejam em processo contínuo e progressivo de revisão;
Piloto Ativo – atividades na minha vida que escolho refletir bastante, que são mais conceituais ou de uma operação mais complexa, que exigem uma revisão ainda maior.

A partir disso, fizemos a separação entre:

Pilotos Automáticos Mais Saudáveis – aquelas atividades automáticas que fazem bem, como acordar, colocar o tênis e sair para dar a caminhada;
Pilotos Automáticos Mais Tóxicos – aquelas atividades automáticas que fazem mal, como sentar para ver televisão e começar a comer salgadinhos, que acabam nos engordando.

Procuramos quebrar o preconceito em relação ao Piloto Automático, demonstrando que ele é obrigatório e necessário, desde que bem administrado e sempre sujeito à revisões.

Outro ponto foi a criação do Diário de Bordo das Decisões, que vem se somar ao Pessoal, Profissional e o da Crise.

O Diário de Bordo das Decisões nos ajuda a decidir, baseado em algumas perguntas, que podem ser o guia para elas:

Quais são as escolhas que tenho?
Qual a vantagem ou desvantagem de cada uma delas?
Quais são as emoções que podem estar me atrapalhando nessa decisão e como minimizá-las?
Tenho todos os dados disponíveis ou preciso coletar mais?
Na relação tempo/decisão qual a melhor escolha?
Que ressalvas são possíveis de serem feitas, caso escolha aquela opção?
Tal decisão tem que impacto no curto, médio e longo prazo?

Outro ponto que sempre ocorre quando lemos livros voltados ao mercado, é o problema do uso indevido de Conceitos Mais Fracos, que geram mais confusão do que explicação.

Eu tenho um nariz especial para conceitos mal formulados, pois acredito que o papel de um Conceituador é procurar a Excelência e isso significa se preocupar fortemente com a precisão dos conceitos.

Conceitos Mais Fortes são aqueles que:

Se aproximam o máximo possível daquilo que está se referindo;
E reduzem, ao máximo, a margem de confusão ao serem disseminados.

Conceitos Mais Fracos são aqueles que:

Se distanciam daquilo que está se referindo;
E aumentam, assim, a margem de confusão ao serem disseminados.

Muitos dirão que para vender é preciso facilitar a conversa.

Porém, retruco com uma frase que coloquei na minha porta nos meus Avisos Cotidianos: “Se fosse fácil, todo mundo fazia!”

Concordo que é mais difícil, mas é possível melhorar os conceitos sem torná-los fechados e evitando que eles briguem uns com os outros.

Na Bimodais, criamos os conceitos:

De sala – mais populares, de fácil compreensão;
De Cozinha – um pouco mais herméticos, mais voltado para os Nerds.

O que procuramos fazer?

Estabelecer uma relação harmoniosa entre eles.

Evitamos, por exemplo, como fez o Mlodinow chamar um Pensamento de Elástico, pois é preciso definir ao que ele está se contrapondo.

Tem que ser algo que faça sentido e tenha lógica.

Criei no final dos Escritos do Nepô uma tabela com todos os Vícios Dialógicos que tenho encontrado e estou atualizando.

É um anexo bacana e que me ajuda a identificar problemas para que possamos praticar um Diálogo Mais Saudável.

Vícios Dialógicos tendem a aumentar a toxicidade dos diálogos.

Outro ponto relevante que merece aprofundamento no final da semana, é quando falamos sobre criatividade.

Em resumo, o que podemos dizer?

Nós temos uma Mente Primária toda construída ao longo da Formatação Básica Obrigatória.

Quando eu falo que tenho a “minha identidade” ou “o meu eu”, na verdade, estou me referindo a um processo que todos nós passamos de relação progressiva e permanente de revisão da Mente Primária.

Do ponto de vista da identidade, não existe ou eu sou, mas sempre o eu estou.

Somos um processo constante de revisão do passado, a partir das adaptações que precisamos ou queremos fazer no presente, apontando para o futuro.

Uma pessoa mais criativa é aquela que consegue se separar de forma mais distante da sua Mente Primária.

Alguém que reflete mais sobre si mesmo diz algo assim: Isso está em mim, mas não é exatamente eu.

Para uma vida melhor, é preciso entender que a Mente Primária é uma falsa identidade, que precisa ser revista o tempo todo.

Como ele não acredita naquilo que a sua Mente Primária lhe oferece, está o tempo todo questionando-a e dando margem para que a Mente Secundária atue melhor.

Uma pessoa mais disruptiva é aquela, então, que tem uma capacidade abstrativa maior.

Ou seja.

Uma pessoa mais criativa é aquela que desconfia sempre das falsidades de sua identidade!

Outro assunto relevante, pensando sobre Mlodinow, quando ela fala que temos muito mais escolhas e precisamos ser mais “elásticos”, temos o seguinte.

Quando temos um Ambiente Mais Centralizado, mais vertical, há uma relação direta com a Taxa de Inovação, que cai;
Quando cai a Taxa de Inovação, a tendência é que a Taxa de Criatividade caia, pois passamos a não ter tanto exigência, reduzindo a atividade do Eu Criativo da Mente Secundária.

E o inverso ocorre da seguinte forma:

Quando temos um Ambiente Mais Descentralizado, mais horizontal, há uma relação direta com a Taxa de Inovação, que sobe;
Quando sobe a Taxa de Inovação, a tendência é que a Taxa de Criatividade caia, pois passamos mais exigência da criatividade, aumentando a atividade do Eu Criativo da Mente Secundária.

O que Mlodinow trouxe de novo é que existem fatores genéticos invisíveis que passam a atuar, gerando um Viés Mais Inovador, sem pedir licença para ninguém.

Como se fosse mágica.

Faz sentido quando vemos as mudanças que ocorrem na nova geração, que não são explicadas de outra maneira.

O nome que deram para esse tipo de fenômeno é Epigenética. E dentro da Epigenética a relação da mesma com as mudanças externas do ambiente e uma necessária mudanças genéticas nos Sapiens que vão nascer.

Outro ponto importante foi a consolidação do nosso Guia, em que temos dois perfis bem distintos:

Singularização com Legado Mais Criativo – pessoas que querem potencializar o seu Eu Criativo o máximo possível;
Singularização sem Legado Mais Criativo – pessoas que NÃO têm a demanda de potencializar o seu Eu Criativo o máximo possível.

O GFB 2.0 serve para os dois perfis, mas na parte final das métricas do legado temos a divisão, que depende do perfil de cada pessoa.

Um outro ponto relevante está nos Paradigmas Mais Fortes sobre o Sapiens, que constam em uma das tabelas do nosso guia.

A melhor definição que saiu esta semana é a seguinte:

O Sapiens é a única espécie viva que tem duas mentes, uma para agir e outra para repensar e recriar.

Daí veio o conceito da Sapiencidade – capacidade de explorar, ao máximo, a capacidade do Sapiens do uso das duas Mentes.

Uma pessoa que se deixa levar pela Mente Primária, sem muito refletir sobre ela, tem uma vida mais parecida com a dos passarinhos.

Vive uma baixa Taxa de Sapiencidade.
Temos a proposta de criação do Momento Sabático Rotineiro, espaço que precisamos criar no dia a dia para que o Eu Criativo possa produzir melhor.

E aí entramos em algo novo e interessante que vou chamar de Crise do Orgulho 1.0.

Todos nós temos uma auto estima que precisa gerar sentimentos mais positivos do que negativos.

A questão – e isso é novidade – é que a autoestima está ligada, no campo das realizações, no orgulho.

Eu me orgulho de algo para manter uma alta taxa de Autoestima.

Novidade é:

Quando eu tenho um ambiente mais centralizado, a relação entre orgulho e autoestima tende a focar nos resultados e não nos processos.

E vice-versa.

Quando eu tenho um ambiente mais descentralizado, a relação entre orgulho e autoestima tende a focar mais nos processo do que nos resultados.

Quando falamos que o Sapiens precisa lidar melhor com a Civilização 2.0, estamos falando, basicamente, que é preciso recolocar o orgulho e a auto estima em outro lugar.

Mais ainda.

Quando eu tenho um ambiente mais centralizado, a minha tendência é ter um orgulho e uma auto estima voltada para os meus próprios interesses, reduzindo a minha vontade e capacidade de servir.

E vice-versa.

Quando eu tenho um ambiente mais descentralizado, a minha tendência é ter um orgulho e uma auto estima voltada mais para servir do que para satisfazer os meus próprios interesses.

Uma pessoa que não passar do Orgulho 1.0 para o 2.0 terá bastante dificuldade de se adaptar na Civilização 2.0. Vejamos a diferença:

Orgulho 1.0 – que opera em sociedades mais centralizadas, no caso agora no ambiente pré-digital, mais voltado para os interesses da própria pessoa e baseado mais em resultados do que nos processos;
Orgulho 2.0 – que opera em sociedades mais descentralizadas, no caso agora no ambiente pós-digital, mais voltado para servir aos outros e baseado mais em processos do que em resultados.

Por fim, depois da nossa live de abril, fiquei pensando aqui sobre o futuro da conceituação.

Hoje, um Conceituador se preocupa em escrever livros e, por causa disso, perde muito tempo com isso.

O Eu Criativo ao invés de ir vagando e desenvolvendo ideias cada vez melhores, precisa parar para resumir algumas delas.

Com os Chatboxes isso pode ser alterado.

Vou experimentar isso daqui para frente.

Os Escritos do Nepô não é mais um livro, pode ser lido desse jeito, mas é mais do que isso.

É uma Base de Dados Conceitual de um determinado Conceituador, que reúne todas as suas ideias em um só lugar, que pode ser explorada de diferentes maneiras pelo próprio autor ou pelos clientes, via Chatboxes.

Se o autor quiser, por exemplo, resumir o que pensa sobre um tema específico, basta pedir para que o Chatbox faça isso por ele e terá o trabalho apenas de revisar o trabalho dele.

Com isso, ele fica totalmente livre para ir produzindo a Narrativa Conceitual, deixando que os Chatboxes cumpram o papel de Ghost Writers.

Isso é um salto quântico no aproveitamento do Eu Criativo, que ficará ainda mais criativo.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Tenho duas sugestões para que você possa apoiar e participar do nosso projeto:

a) entrar para a escola na décima primeira imersão batizada de Felicidade 2.0. O valor é de R$ 500,00, ficando até o final de junho de 2024.

Terá com isso: áudios de 18 minutos todos os dias, acesso ao novo livro “Sapiens 2.0: como viver melhor em um mundo muito mais descentralizado, dinâmico e inovador?”, participação nas lives mensais lives.

Basta depositar no pix / cnepomu@gmail.com

b) caso esteja sem tempo para entrar para a escola, mas gosta muito do nosso projeto, peço que colabore com um PIX para mantê-lo vivo, pode depositar qualquer valor no seguinte e-mail: cnepomu@gmail.com

Quem depositar qualquer valor, poderá fazer os cursos avulsos que faremos ao longo do semestre.

Agradeço à adesão à escola ou a colaboração via PIX para o nosso projeto.

Forte abraço,

Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito pelo Tio Chatinho:

Nepô, ao analisar o livro de Mlodinow,  explora a bimodalização do pensamento criativo, destacando a importância do Eu Criativo da Mente Secundária, que opera de forma mais ativa quando o pensamento analítico está em repouso. Ele desafia a ideia de que a criatividade surge apenas do esforço concentrado, argumentando que o pensamento flexível e inovador ocorre nos momentos de relaxamento, quando a mente inconsciente está livre para explorar novas ideias. Nepô compartilha sua prática de reservar períodos de descanso para permitir que seu Eu Criativo se desenvolva, enfatizando a importância de momentos de ócio para o bem-estar e a geração de ideias. Ele destaca a necessidade de encontrar um equilíbrio entre o uso de tecnologia e o tempo para desligar, bem como a importância de valorizar o processo criativo sobre os resultados finais. Além disso, ele discute a relação entre orgulho, autoestima e abertura para mudanças, defendendo a importância de posicionar o orgulho nos processos de aprendizagem e crescimento contínuos.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Do que você se orgulha? Dos resultados ou do processo que levou ao resultado?
  2. O Eu Criativo é um Tim Maia, cheio de idiossincrasias e reclamão. Mas quando respeito e atendo às suas demandas sou muito recompensado.
  3. O Eu Criativo precisa de momentos de relaxamento, pois trabalha na surdina, para depois de bem relaxado trazer novas ideias.
  4. Num Ambiente de Sobrevivência Mais Dinâmico, um orgulho mau posicionado é algo extremamente tóxico diante das mudanças necessárias.
  5. Num orgulho melhor posicionado, qualquer questionamento ao resultado – algo normal – afetará muito pouco a sua autoestima, não gerando sentimentos negativos e facilitando a revisão do que precisa ser revisto.
  6. Você, assim, deve colocar mais o seu orgulho mais nos processos do que nos resultados, tornando-o mais apto a mudar os seus paradigmas.
  7. Nem sempre o uso do celular é viciante e ruim, depende do que se faz com ele. É bom, porém, criar hábitos que nos afastem durante um período totalmente deles.
  8. As pessoas tendem a se apaixonar loucamente pelos novos aparelhos da nova mídia e passam a usá-los de forma inapropriada na sua primeira fase.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Os grandes gênios às vezes realizam mais quando trabalham menos.”Mlodinow.

Voltemos à Bimodalização do livro “Elástico: como o pensamento flexível pode mudar nossas vidas” de Leonard Mlodinow.

Este é o quarto e último artigo.

Mlodinow entra nos detalhes de como (Bimodalizando a conversa) o Eu Criativo da Mente Secundária opera:

“O processo de geração de ideias está assentado no fundo da nossa mente inconsciente e se torna mais ativo quando nossos processos conscientes de pensamento analítico estão em repouso.”

Ou seja:

O Eu Criativo precisa de momentos de relaxamento, pois trabalha na surdina, para depois de bem relaxado trazer novas ideias.

Ele quebra a ideia de que para sermos criativos temos que mergulhar no trabalho. Isso faz parte das atividades do Eu Organizativo e não do Criativo, diz ele:

“O pensamento flexível que produz ideias não consiste numa sequência de pensamentos lineares, como acontece com o pensamento analítico. Às vezes grandes e às vezes inconsequentes, às vezes em grupo e às vezes solitárias , nossas ideias parecem surgir do nada. Mas as ideias não vêm do nada: elas são produzidas pela mente inconsciente.”

A polêmica aqui é grande, pois se considerarmos que a Mente Inconsciente é aquela que produz os sonhos, diria que os insights criativos vêm da Mente Subconsciente.

A Mente Subconsciente trabalha no silêncio, em momen