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De maneira geral, o mercado enxerga a necessidade de digitalizar, mas não de uberizar.

É natural.

Vivemos hoje uma Revolução Midiática da qual se entende muito pouco.

Revoluções Midiáticas vêm para equilibrar as forças das demandas com a das ofertas, através de profundas mudanças administrativas na sociedade.

Toda vez que temos Revoluções Midiáticas saímos de um ambiente administrativo de menos para mais sofisticação. Entenda sofisticação como descentralização de produtos e serviços, que provoca:

  • redução de custos;
  • personalização.

Revoluções Midiáticas permitem que possamos praticar novo modelo de comando e controle, reduzindo o poder central e aumentando o das pontas.

  • A digitalização consegue aumentar o poder dos usuários, quebrar barreiras de acesso no tempo e lugar. Está se digitalizando a Administração 2.0, a gestão, mas não se altera a forma de comando e controle – é a passagem da TV Globo para o Netflix;
  • A uberização, por outro lado, é a digitalização com alteração do modelo de comando e controle. Está se uberizando e criando a Administração 3.0, a Curadoria – é a passagem do Netflix para o Youtube.

A nova forma de comando e controle, que chamamos de Curadoria, consegue a redução de custo e a personalização e, por causa disso, cai nas graças do consumidor.

Entrega qualidade na quantidade e quantidade com qualidade, algo impossível no modelo de comando e controle antigo, no qual gerentes, supervisores, chefes tinham que carimbar todos os processos. E garantir a qualidade dos produtos e serviços, através da supervisão direta das pessoas.

Na Uberização, temos uma comunidade de consumo, que apoiada pela Linguagem dos Rastros (estrelas, cliques, comentários, compartilhamentos) e apoio de algorítimos – gerenciados pelos Curadores, consegue essa impossível façanha para os padrões administrativos antigos.

Muitos me perguntam:

A uberização vai dominar todo o mercado?

E hoje eu respondo: no longo prazo podemos dizer que bem provavelmente, mas no curto e médio o que promete é ocupar o lugar de locomotiva em cada setor, com mais ou menos velocidade.

Organizações uberizadas irão deixando para trás os vagões, que ainda ficam apenas tentando se digitalizar.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

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Veja o depoimento de um dos nossos alunos:


Futurismo é a atividade de prever o futuro no médio e longo prazo.

É bom não confundir com estrategistas ou profissionais de inteligência competitiva, que trabalham com previsões de curto prazo.

O Futurismo precisa, assim, compreender o fenômeno histórico que estamos passando para conseguir projetar o futuro.

Nosso problema principal, que tem criado a prática do futurismo amador, é que há uma crise profunda nas Teorias da História.

Teorias da história, basicamente, escolhem os marcos para que possamos falar de antes e depois, de início de tal ou qual Era.

A idade moderna, por exemplo, foi definida assim pelos historiadores.

“A Idade Moderna é uma época da História que tem início em 1453 (tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos)”. 

Note que o marco é a tomada de poder de um grupo, fechando o ciclo do Império Romano.

A Teoria da História aceita hoje de forma hegemônica pela sociedade é marcada por ciclos políticos-econômicos. Porém, note que três anos antes, em 1450, Gutenberg inventa a prensa européia, iniciando o que os canadenses chamaram de Era Impressa.

Temos aí duas alternativas da Teoria da História incompatíveis:

  • baseada em conquistas e perdas (política/econômica);
  • baseada nas mudanças de mídia.

Quando percebemos o quanto a Era Digital está mudando nossas vidas, podemos entender que os historiadores, que optaram pelo marco político/econômico (queda de Constantinopla) fizeram a opção equivocada no passado.

Assim, um Futurista que continua a trabalhar com a Teoria da História de Plantão, não vai, pela ordem:

  • entender a dimensão do que estamos passando;
  • comparar as atuais mudanças com outras similares do passado;
  • e projetar, o que é a sua tarefa, o futuro no médio e longo prazo.

Assim, podemos falar que:

“Me diga a Teoria da História que você trabalha e te direi que tipo de futurista você será capaz de ser”.

Por isso, é preciso entender que as Teorias, todas elas no geral, e a da História em particular são provisórias e valem, até que um fenômeno/gênio/tecnologia demonstre que ficou obsoleta – como é o caso agora.

É preciso mudar de Teoria!

Vivemos hoje uma macrocrise das Teorias da História.

Portanto, admitir e procurar outra mais adequada é o passo número um para que a Era Digital fique mais compreensível e que possamos projetar melhor o que virá.

É isso, que dizes?

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Veja o depoimento de um dos nossos alunos:


A epistemologia dos problemas é descentralizada.

São bilhões de problemas diários sendo resolvidos da melhor forma possível.

O papel de cada pensador/agente é melhorar a qualidade da solução com a sua certeza provisória razoável disponível naquele dia.

Avaliar o resultado, ver o que pode melhorar e partir para o dia seguinte, conhecendo mais os aspectos filosóficos (premissas), teóricos (leis), metodológicos (normas) ou operacionais (ação), impactos (resultados).

Não há, na Epistemologia dos Problemas um centro, que define o certo, o melhor, a verdade.

Mas processo de experimentação descentralizado em que cada pensador/agente procura pensar e agir melhor dentro da sua área de ação, a cada dia.

É o cliente que sofre e analisa os resultados, que norteia os caminhos.

Tem ainda como bússola a experiência de outros pensadores/agentes diante do mesmo problema, que servirão de guia.

Não mais os pares como única referência como era feito na Epistemologia da Verdade.

É isso, que dizes?

Se é algo humano, epistemologia é humana, tem que passar pela bifurcação filosófica metafísica:

Quem é e o que quer o humano?

  • Existe uma missão humana coletiva?
  • Ou apenas individuais – espontâneas?

Se a opção é sobreviver e viver da melhor maneira possível, sem uma meta coletiva, o conhecimento é uma ferramenta para o bem estar.

O objetivo do estudo da epistemologia e da ciência é o de ajudar a resolver problemas do sapiens da melhor maneira possível.

Assim, temos duas bifurcações filosóficas encadeadas:

  • A metafísica: quem é e o que quer o sapiens na terra?
  • A Epistemológica: para que serve o conhecer?

(Quando se discute a epistemologia sem o debate da bifurcação filosófica, podemos chamar o debate de filosoficamente ingênuo.)

Aqui, assim, se faz uma escolha filosófica:

  • Pela defesa da epistemologia e ciência como ferramentas humanas para produzir formas e pensar e agir para o bem estar do sapiens diante de problemas.

Epistemologia e ciência voltada para solução de problemas e não para buscas de verdades.

Destas primeiras bifurcações se desdobram todas as outras.

É isso, que dizes?

Administração é:

  1. ato, processo ou efeito de administrar.
  2. governo ou gerência de negócios públicos ou particulares.

Para que isso fosse feito se criou uma ciência para definir as melhores formas de agir e pensar diante dos problemas administrativos.

A Ciência da Administração, como todas as outras, está estruturada no que podemos chamar de paradigmas.

Paradigma é um modelo ou padrão a seguir. Etimologicamente, este termo tem origem no grego paradeigma que significa modelo ou padrão, correspondendo a algo que vai servir de modelo ou exemplo a ser seguido em determinada situação.

Podemos definir um paradigma que ficou obsoleto diante das mudanças, que estamos passando:

  • A administração é um processo contínuo, que pode sofrer mudanças incrementais, mas nunca disruptivas;-
  • Caso tenha mudanças disruptivas, nunca serão por causa da chegada de novas mídias;
  • A administração define o ambiente de comunicação da sociedade e não o contrário.

Se formos ler 100% dos teóricos da administração, que são utilizados nos cursos de administração tais paradigmas, com certeza, serão válidos.

Estão enraizados no núcleo duro da ciência administração e servem de base para o modelo das atuais organizações e influenciam a forma de como se pensa os negócios, pois em geral os líderes das organizações têm formação na área.

O que nossa Escola de Pensamento Bimodal percebeu, seguindo a linha dos pensadores canadenses, que diante da anomalia do mundo digital, estes paradigmas NÃO SÃO MAIS VÁLIDOS!

Com eles, não se consegue pensar e agir administrativamente na Era Digital,. Sugerimos as seguintes alterações:

A administração NÃO é um processo contínuo e PODE sofrer mudanças disruptivas;

As principais mudanças disruptivas na administração ocorrem por causa da chegada de novas mídias – fenômeno raro, mas recorrente na história humana;

A administração é definida pelo ambiente de comunicação da sociedade e não o contrário.

Vivemos hoje na Administração o que o pensador das ciências Thomas Kuhn denominou de crise de paradigma.

O problema é sério, pois 100% dos administradores que são formados, na nossa opinião, não estão sendo preparados para as mudanças do novo século.

É preciso um trabalho rápido e urgente para que tomem conhecimento do novo paradigma para, pelo menos, poder julgar e avaliar se não é mais eficaz para resolver o impasse.

É isso, que dizes?

Este desafio de disseminar o novo paradigma na administração e em outros setores é um dos desafios da Bimodais – Futurismo Competitivo.

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Veja o depoimento dos nossos alunos:

Segundo Freud, o ser humano para amadurecer precisa abandonar uma fase narcísica.

Passar da percepção de que “o mundo me deve algo” para “eu vou servir ao mundo para poder sobreviver e viver“.

Podemos dizer que as fases da história humana devem ser analisadas – entre outros – por alguns fatores:

  • Fase da Era Midiática – (nascente, consolidada e obsolescência);
  • Pico Demográfico – (baixo, médio ou alto versus velocidade).

Se analisarmos o século passado, podemos perceber que tivemos a fase final da Era Midiática Oral/Escrita, verticalizada de forma radical pelos meios eletrônicos, com um pico demográfico alto e rápido.

Tais fatores nos levam ao que podemos chamar de Centralização Radical.

Estamos, assim, saindo da fase da Centralização Radical, na qual há um fortalecimento das organizações, cada vez mais verticais, incluindo governos.

Assim, há um aumento da imposição do centro para as pontas e do que podemos chamar de distanciamento dos problemas dos clientes.

As organizações passam para uma fase mais imatura de onipotência, se servindo muito mais do que servindo.

Há um aumento da taxa de narcisismo: eu faço o que acho melhor para mim, pois o outro (o cliente) não tem força para me exigir mudanças.

A passagem de pessoas e organizações da fase da Era Midiática em Obsolescência para a nascente passa pelo trabalho de redução do narcisismo.

Se sujeitar aos desígnios dos clientes.

Um amadurecimento forçado (e no caso agora muito rápido) — o que torna o processo mais duro e difícil.

É isso, que dizes?

Os pensadores da Escola de Pensamento de Comunicação Canadense (da qual os Bimodais aqui no Brasil são filosoficamente adeptos) sugerem novas premissas e leis para a história humana.

Partindo das seguintes premissas filosóficas:

  • Tecnologias são proativas e não neutras na história humana;
  • Mídias são tecnologias;
  • Mídias, portanto, também são proativas e não neutras, podemos considerar que são a placa-mãe da espécie, na qual rodam os ambientes organizacionais;
  • O ser humano, portanto, é uma tecnoespécie;
  • E, por ser tecnoespécie, pode crescer demograficamente, de forma interdependente, algo que as outras espécies não conseguem.

Tais premissas criam novas leis criando uma nova Teoria da História, a nosso ver, fundamentais para entender o Digital:

  • Toda vez que aumentamos a população e, por sua vez, a complexidade demográfica somos obrigados a, mais dia menos dia, a criar novas mídias (canais e linguagens) para promover Revoluções Civilizacionais, com o objetivo de alinhar os modelos de comunicação e administração com o novo patamar de complexidade demográfica;
  • Quando novas mídias se massificam temos um Fenômeno Social Recorrente, que denominamos Revolução Civilizacional Midiática, alterando todas as organizações sociais no curto, médio e longo prazo, na direção da descentralização das decisões – o que facilita o gerenciamento da complexidade demográfica.

Quando falamos de Futurismo, estamos, na verdade, nos perguntando ao prognosticar o amanhã – “Qual teoria da história você vai utilizar?”:

  • Uma nova ou a mesma de sempre?
  • Se for uma nova, qual?
  • E que tal se debruçar sobre esta dos canadenses, que parece fazer mais sentido?

A diferença entre os futuristas do mercado passa, então, a ser a seguinte:

  • aqueles amadores que nem sabem que precisam debater teoria da história para prognosticar o que virá;
  • aqueles que sabem e andam pegando as de plantão, já obsoletas,, que não conseguem projetar fatos, a não ser no curto prazo;
  • e os que procuram novas, como esta dos canadenses, a melhor que encontrei até aqui,que nos permite ir mais para o médio e longo prazo.

Quem abraçar uma Teoria da História mais consistente que consiga encaixar, de forma mais adequada a Era Digital e todas as mudança fará uma grande diferença daqui por diante.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

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Veja o depoimento dos nossos alunos:


Quando se define o Núcleo Duro da Escola de Economia Austríaca, se fala em Ordem Espontânea.

Que o mercado seria uma ordem espontânea, regulado de baixo para cima, de forma horizontal, na ideia da “mão invisível” de Adam Smith.

O conceito de Ordem Espontânea, entretanto, é usado pela economia para pensar problemas econômicos, mas não pertence a economia.

É um conceito filosófico de uso geral que vai contra a ideia de Ordem Planejada, que permite aplicação em várias áreas, por exemplo, no direito:

  • Criação de leis planejadas – a partir da vivência e aprendizado com as existentes;
  • Criação de leis a partir do uso – que vão sendo adaptadas, a partir do resultado concreto (este debate é vivo dentro do STF brasileiro).

O conceito de Ordem Espontânea, assim, é filosófico, pois trata das essências humanas, que podem ser aplicado para diferentes tipos de problema.

Por detrás do conceito, temos duas vertentes:

  • Os coletivistas – aqueles que acreditam que a espécie humana, no seu conjunto, ou parte dele, tem uma missão;
  • Os individualistas – aqueles que acreditam que a espécie humana, não tem uma missão, a não ser sobreviver.

Vejamos o desdobramento:

  • Se a espécie humana tem um projeto determinado não se pode pensar em uma Ordem Espontânea, pois seria visto como um desvio da “melhor ordem”. Há aqui um problema de conteúdo, pois a sociedade tem que ir para determinada direção;
  • Se a espécie humana NÃO tem um projeto determinado a Ordem Espontânea é natural, pois não importa o caminho, desde que haja a sobrevivência com qualidade não havendo a “melhor ordem planejada”. Há aqui um problema de forma, pois a sociedade NÃO tem que ir para determinada direção.

Há o que podemos chamar de Bifurcação Filosófica entre duas formas completamente distintas de enxergar a sociedade, que será utilizada em diferentes problemas.

O dilema está no debate metafísico (optando pelo conceito aristotélico/Ayn Rand) espaço em que se define a essência humana.

No caso da nossa Escola Bimodal (com raízes na Teoria da História dos Canadenses, da ordem espontânea das mídias sobre a sociedade) temos a opção pela segunda via, individualista.

Aqui vai aparecer, na mesma linha, o conceito de Pierre Lévy (Inteligência Coletiva) e Cultura da Participação (Clay Shirky)

No caso da Escola Austríaca, o que é espontâneo é o mercado. No nosso caso, a chegada e massificação de nova mídia.

PS – podemos desenvolver o tema em que diante de Crises demográficas-midiáticas civilizacionais, como tivemos no século passado, há forte tendência pela hegemonia da visão coletivista. E depois de revoluções midiáticas da visão individualista. Porém, na macro-história o conceito da ordem espontânea como o modus operandi da espécie me parece mais consistente.

É isso, que dizes?

Temos o que podemos chamar de Macrocrise Demográfica-Midiática- Civilizacional.

Quanto mais a população cresce e mais tempo se passa para que se tenha uma mídia nova que permita descentralizar as decisões, mais vamos criando uma crise demográfica-midiática civilizacional.

O modelo comunicacional-administrativo vai ficando obsoleto, pois não consegue melhorar a qualidade das ofertas diante do aumento das demandas.

Os sintomas da Crise Demográfica-Midiática Civilizacional são os seguintes:

  • redução da diversidade humana, através da massificação;
  • concentração das decisões em cada vez menos pessoas;
  • aumento radical da violência contra os indivíduos;
  • aumento dos casos de corrupção, devido a falta de transparência das decisões.

Tais sintomas serão observados nas regiões em que os picos demográficos foram maiores e vice-versa.

Vai se observar uma perda da qualidade de vida, tanto quantitativa (de bens de consumo) como qualitativa (de personalização, tempo, custo, etc).

É isso, que dizes?

Determinismo – é uma corrente de pensamento que defende a ideia de que as decisões e escolhas humanas não acontecem de acordo com um livre-arbítrio, mas sim através de relações de casualidade.

Live arbítrio – possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento, motivo ou causa determinante.

Note que na definição acima temos a de livre arbítrio onipotenteaquele que pode tudo; que é todo-poderoso. E de determinismo de uma causa que tira o livre arbítrio da onipotência.

Quando falamos em livre arbítrio, podemos dizer que há, pelo menos, duas possibilidades de conceituação:

  • o livre arbítrio onipotente – aquele que tudo pode, independente de qualquer coisa;
  • o livre arbítrio potente/impotente – aquele que pode alguma coisa, dependendo das circunstâncias.

Quando se procura relação mais plausível das tecnologias na vida do ser humano estamos nos referindo ao livro arbítrio potente/impotente e não ao onipotente.

Mesmo com toda a vontade que o ser humano no geral ou no particular tem de voar, só será possível, se houver uma tecnologia aérea que o permita.

Se eu disser que o ser humano só pode (determinante) voar se tiver disponível determinadas tecnologias aéreas, estou estabelecendo uma relação de causa e efeito, que limita o livre arbítrio onipotente.

A afirmação seria:

O ser humano é uma espécie não voadora (impotente) e só pode voar, se utilizar tecnologias aéreas (que lhe dá a potência).

Ou ainda.

O ser humano só pode voar se utilizar tecnologias aéreas.

Ou seja, inegavelmente, há um determinismo no livre arbítrio de quem quer voar, pois sem tecnologias não se pode fazê-lo.

Assim, as tecnologias aéreas tornam o livre arbítrio impotente (aquele que não pode nada diante de determinadas vontades – como a de voar) em potente (aquele que passa a poder voar – se tiver tecnologias).

A relação de causa e efeito determinística é inegável.

As tecnologias, assim, condicionam o livre arbítrio no desejo de voar, pois alteram da impotência para a potência – se tiver determinada tecnologia disponível.

Quando se procura recolocar o papel das tecnologias na sociedade, a crítica a quem quer debater o assunto de forma mais plausível vem justamente de duas vertentes:

  • de quem defende a ideia do livre arbítrio onipotente;
  • ou de quem defendo outro tipo de determinismo de forma dogmática.

As críticas do determinismo tecnológico, a partir do livre-arbítrio onipotente defendem um livre arbítrio puro, irreal, onipotente, que, para o qual, nada é impeditivo.

Quando se “xinga” os membros da escola passados, presentes e futuros de “deterministas tecnológicos” está, na verdade, se defendendo um humano irreal.

É o livre arbítrio dos deuses – que tudo pode.

Por outro lado, podem haver críticas daqueles que que consideram que há outros determinismos, só não concordam com os tecnológicos.

Não acreditam na onipotência do livre arbítrio, mas preferem outras relações de causa e efeito. Um ser humano determinado por outras coisas.

Que seria:

“O ser humano só pode ser determinado por aquilo que eu considero determinante. Eu prego um outro tipo de determinismo que não é o seu e não gosto do seu. A pessoa não é determinista tecnológica, mas é de outra natureza – como de classe social, por exemplo”.

O que provavelmente pode ser válido, dependendo do contexto e do problema que está se analisando, na relação potência/impotência.

Assim, não se está discutindo determinismo, mas o tipo de determinismo.

Podemos dizer, portanto, que as tecnologias não condicionam o ser humano de forma direta, mas sim o livre arbítrio humano, passando, conforme o caso, da impotência para a potência e vice-versa, dependendo da tecnologia disponível ou indisponível.

O ser humano tem assim um livre arbítrio impotente ou potente para determinados desejos que sofrem a influência da tecnologia disponível.

Há assim uma determinação tecnológica evidente sobre livre arbítrio humano da impotência para a potência e vice-versa.

É isso, que dizes?

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Muita gente critica a uberização como se fosse uma foto.

É assim e sempre será assim.

Porém, é preciso ver a uberização como um processo e o modelo Uber como a sua primeira fase.

Mais ainda.

Que a Uberização 2.0 não será feita com as tecnologias hoje existentes, mas com um mix de tecnologias para atender a determinados buracos das demandas hoje não atendidas.

Se analisarmos a própria história do Uber, veremos que foi um trabalho de juntar tecnologias soltas para revolver determinadas demandas.

Hoje, a uberização que resolveu uma série de demandas, acabou por criar novas, uma série de gargalos, a saber:

  • forte concentração das plataformas sobre a comunidade, seja de fornecedores e de usuários, com baixa capacidade de comunicação, quando há problemas;
  • incapacidade de alteração dos critérios dos algoritmos, a partir do ponto de vista da comunidade de consumo.

Vide greves dos motoristas do Uber, protestos dos sebos da Estante Virtual, críticas ao Youtube, etc.

O problema que temos hoje na Uberização 1.0 é que todo mundo é avaliado na plataforma, menos o próprio Uber.

Assim, quando falamos da Uberização 2.0 temos que imaginar uma nova geração de empreendedores, que vai se dedicar a produzir um mix de tecnologias para solucionar estes problemas.

Temos algo na Cultura Blockchain (que não é apenas tecnologia), na qual é possível imaginar uma pulverização de Ubers, por exemplo, que motoristas e passageiros podem com um único aplicativo escolher os ambientes mais aconchegantes.

Haverá diversos Ubers, cada um com critérios distintos, numa grande rede, transparente para a comunidade de consumo.

Os Ubers passarão também a se sujeitarem as estrelas e os que forem mais populares terão a adesão de mais motoristas e passageiros.

Essa será a base da Uberização 2.0.

É isso, que dizes?

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Veja o depoimento dos nossos alunos:

http://bit.ly/31VCIAq (módulos Master 4 e 5)

Um deles me disse o seguinte:

https://youtu.be/r-gyfsoQT7E

LIVE COMPLETA

Na nova Teoria da História Canadense/Brasileira, que estamos desenvolvendo na Escola Bimodal, o ser humano é uma espécie que aumenta a população por que usa tecnologia e usa tecnologia por que quer aumentar a população.

Num determinado momento dessa relação tecnologia-demografia, há a necessidade de promover mudanças nas tecnologias da comunicação, que nos permitem dar upgrades nos modelos de administração.

Na nossa visão o sapiens ao aumentar a população OBRIGATORIAMENTE, no longo prazo, caminha para a descentralização.

Só há uma forma de lidar com mais complexidade demográfica no longo prazo: descentralizar as decisões.

Porém, a descentralização é a passagem de decisões de um centro para as pontas, o que significa também uma distribuição de responsabilidades.

Só se pode descentralizar, quando as pessoas se responsabilizam, pois quando você escolhe é preciso que assuma as consequências da sua escolha.

Em geral, a baixa imaturidade é justamente a incapacidade de assumir as responsabilidades pelas decisões prejudiciais.

E este é – do ponto de vista individual – o grande desafio que temos logo nestas primeiras gerações do Sapiens 2.0: aumentar a taxa de responsabilização de cada pessoa.

O objetivo: criar um sapiens mais independente para lidar melhor com um mundo de 7 bilhões de habitantes ainda com viés de alta.

Isso implica em gerenciar melhor a sua vida em todos os aspectos, desde aposentadoria ao trabalho sem carteira assinada e ainda a personalização da felicidade de curto e de longo prazo, entre outras tarefas.

É preciso tirar a diversidade que estava “no armário” no século passado e trazer para fora.

Tem muito o que se fazer e urge a necessidade de profissionais que se dediquem a essa tarefa: primeiro, se transformar e depois ajudar os outros.

É isso, que dizes?

Caso queira fazer algum curso aqui na Escola é por aqui:

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Veja o depoimento dos nossos alunos:

http://bit.ly/31VCIAq (módulos Master 4 e 5)

Um deles me disse o seguinte:


Podemos dizer que temos dois tipos de Teorias da História sempre em disputa:

  • Teorias da História baseada em ordens controladas – que partem da ideia de que a espécie tem uma missão e por causa disso há um centro racional que sabe o caminho, podendo também ser chamada de coletivista – que parte do coletivo para os indivíduos, do centro para as pontas;
  • Teorias da História baseada em ordens espontâneas – que partem da ideia de que a espécie NÃO tem uma missão, quer apenas sobreviver e por causa disso NÃO há um centro racional que sabe o caminho – mas há uma ORDEM ESPONTÂNEA que é capaz de nos guiar, podendo também ser chamada de individualista – que parte dos indivíduos, das pontas para o centro.

Quando falamos da Teoria da História Canadense-Brasileira estamos partindo desta última.

É uma Teoria da História que parte das mídias, que são elementos de Ordem Espontânea, que se massificam para resolver problemas humanos, sem uma intenção central determinada.

E que essa disseminação que é adotada por todos, pois resolve respectivos problemas têm impactos indiretos em toda a sociedade.

O mesmo podemos dizer do elemento demográfico, introduzido pelos pesquisadores brasileiros, da quarta geração da escola, quando falam de demografia.

A demografia também é outro elemento de Ordem Espontânea.

Não há um centro capaz de estimular ou impedir que a população cresça, tendo, entretanto, toda a sociedade que lidar com as demandas objetivas e subjetivas que isso provoca.

Teorias da História desse tipo imaginam que a história não parte de um plano determinado, ou de que há um grupo específico que consegue controlar os rumos da mesma.

Somos uma espécie que tem como meta principal a sobrevivência e, por causa disso, cada pessoa toma decisões individuais que se refletem no todo, impulsionando os motores da história.

O conceito de Teoria da História que parte de uma visão individual foi também utilizada pela Escola Austríaca de Economia, tendo como elemento espontâneo a construção dos mercados e dentro dele os preços – instrumento de informação para a tomada de decisões.

Quando se apresenta a Teoria da História baseada em Ordem Espontânea, como é o caso da nossa, há uma rejeição de pessoas que têm a ideia do controle do centro sobre as pontas – e de uma humanidade que caminha de forma determinada por um grupo ou alguém.

Podemos perceber a influência de grupos ou alguém em ações de curto prazo, mas não na macro-história, que é o que interessa aos futuristas.

É isso, que dizes?

Teoria – conjunto de regras ou leis, mais ou menos sistematizadas, aplicadas a uma área específica.

Quando falamos em Teoria da História, estamos procurando leis que possam nos ajudar a entender como e por que algo muda na jornada humana ao ponto de poder definir Eras.

Podemos dizer que o principal problema para compreender o Digital é justamente a obsolescência das Teorias da História de plantão.

O fator tecnologia, inicialmente e depois das mídias são considerados neutras nas atuais Teorias da História, bem como o fator demográfico.

Assim, quando projetamos o futuro no médio e longo prazo, missão fundamental dos futuristas, não se consegue bons prognósticos.

Há um erro nas Teorias da História utilizadas.

Conforme aprendemos com os Historiadores Canadenses a história deve ser contada, a partir das mudanças de mídia, pois são elas uma espécie de “placa-mãe” da sociedade.

Todo o “software” social “roda” sobre esta placa-mãe como se fossem sistemas operacionais.

A sociedade é condicionada pela mídia e se altera, incluindo o macro modelo administrativo, quando ela se modifica. Sendo as mudanças de mídias, que marcam o início e o fim das Eras Civilizacionais.

Porém, nós aqui na quarta geração da escola, incluímos na Teoria da História o fator demográfico, sendo este o motivo para que novas mídias sejam obrigatoriamente necessárias:

Se mantemos as mesmas Teorias da História de plantão não entendemos o Digital.

Futuristas que continuam sem revisar a respectiva Teoria da História não conseguem enxerga um palmo na frente do nariz.

É isso, que dizes?

Vivemos hoje um Momento Bimodal.

Um dos raros momentos da macro-história humana, entre duas Eras Midiáticas-Demográficas Civilizacionais.

  • De um lado, antigas organizações, que praticam a gestão, baseada num modelo dos canais e linguagens analógicas, com determinadas limitações;
  • Do outro, novas organizações, que praticam a curadoria, baseada nos novos canais e linguagens digitais, que superam antigas limitações.

De maneira geral, os chamados Transformadores Digitais conseguem enxergar a melhoria, através da digitalização, do antigo modelo.

Gestão (mesmo modelo de comando e controle) + novas tecnologias.

Porém, a grande novidade, que torna organizações mais competitivas neste novo século, é a uberização, através da implantação da curadoria.

Curadoria – nova cultura de comando e controle, com tecnologias que a viabilize.

Em torno de 1800, vivemos também um Momento Bimodal, quando o modelo da Monarquia Absoluta foi sendo substituído, gradualmente, pelo da República nos países mais avançados economicamente.

Lá também o ponto de bifurcação foi a massificação da Escrita Impressa, a partir de 1450, que permitiu, séculos depois que a República fosse possível.

O grande problema que temos hoje é que a velocidade é muito maior e a bimodalidade muito mais evidente.

Precisamos para entender o contexto de nova Teoria da História (ferramenta básica para um Futurista).

É preciso compreender que a maneira que pensávamos a jornada humana precisa de um giro de 180 graus com a chegada do Digital.

É preciso de nova Teoria da História, que possa compreender o papel ativo das mídias para o sapiens.

A Bimodalidade é um momento muito especial e raro na nossa jornada.

Também muito difícil, pois está ocorrendo muito mais rápido do que antes e , além disso, o novo é muito diferente de tudo que tivemos antes.

Os dois fatores (velocidade e disrupção) torna tudo muito mais difícil para os antigos competidores enxergar com clareza no que pensar e o que fazer.

É isso, que dizes?

Entender e agir melhor diante da Bimodalidade é um dos objetivos centrais da Bimodais – Futurismo Competitivo, baseada na nova Teoria da História Canadense, na qual a mídia é pró-ativa.

O tema é debatido em três módulos:

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos alunos:

http://bit.ly/31VCIAq (módulos Master 4 e 5)

Um deles me disse o seguinte:

https://www.youtube.com/watch?v=SIroYJtoSlo


Escolas de pensamento são formadas por núcleos filosóficos fortes, que fazem um contra-ponto a ideias que existiam antes e começaram a mais atrapalhar do que ajudar.

São premissas filosóficas bem diferentes das existentes, que permitem enxergar de forma distinta os mesmos problemas.

Podemos dizer que são disrupções filosóficas, que animam pensadores a se unir em torno do que vou chamar de “Absurdos Filosóficos”.

Absurdos filosóficos seriam a grande motivação para o surgimento de Escolas de Pensamento. É tão absurdo para determinados pensadores, que faz com que eles se engajem durante toda uma vida para tentar provar.

E a partir de um novo eixo filosófico se inicia nova jornada, de uma nova Escola.

É o que nos diz os epistemólogos Imre Lakatos (1922-74) com a ideia dos núcleos duros formadores de grupos de pesquisa e Thomas Kuhn (1922-1996) de novos paradigmas, que criam revoluções científicas.

Acho que já temos hoje certa maturidade de pesquisa para poder comparar duas escolas, que se aproximam muito e que precisam permutar paradigmas: a Escola Canadense de Comunicação e a Austríaca de Economia.

Segundo Ubiratan Iorio, uma das referência da Escola Austríaca no Brasil, o núcleo central dos Austríacos é constituído por três eixos:

  • Utilidade Marginal;
  • Ordem Espontânea;
  • E Subjetividade.

Podemos dizer que este núcleo é composto de dois elementos filosóficos e não necessariamente econômicos: de ordem espontânea e subjetividade.

E um claramente econômico: Utilidade Marginal.

Quero me debruçar mais agora sobre o da Ordem Espontânea, que aparece (não sei se de forma original ou com mais publicidade) em Adam Smith na ideia de “mão invisível”.

A mão invisível é a ideia de que a sociedade funciona das pontas para as pontas, a partir dos indivíduos e não conduzida por um poder central.

A Ordem Espontânea vai aparecer na Escola Canadense de Comunicação pelas interpretação das mídias como forma e não conteúdo.

Mídias se disseminam na sociedade e acabam por influir não pelo que divulgam no seu conteúdo, mas pela forma como que condiciona a sociedade.

(Há várias citações por autores da Escola Austríaca lembrando que a linguagem humana é outro exemplo de Ordem Espontânea. A linguagem humana é uma mídia, oral.)

O que acho interessante é que há uma convergência no que podemos chamar de núcleo duro das duas escolas, principalmente no conceito de Ordem Espontânea, que não pode ser visto nem por um conceito econômico e nem da comunicação.

É uma premissa filosófica dos individualistas, aqueles que acreditam que o ser humano não tem uma missão coletiva na terra, a não ser viver da melhor maneira possível.

(Isso é explicitado por Ayn Rand, nas duas visões dos individualistas (vivemos para sobreviver) versus coletivistas (a espécie tem uma meta coletiva a ser alcançada).

Assim, a história humana não é feita de pessoas ou a partir de um centro que determina os rumos da espécie, mas por movimentos descentralizados e distribuídos, que se auto-regulam, pois todos, ao final de contas, querem continuar vivos.

Essa visão filosófica da Ordem Espontânea pode ser aplicada em diversos setores, entre eles na Economia e para fenômenos da Comunicação, entre outras áreas. É espontâneo:

  • a disseminação de novas mídias e as adaptações de uso;
  • os preços;
  • o crescimento demográfico;
  • o mercado.

Pierre Lévy (1956-), representante da terceira geração da escola canadense, defende que a Internet, por exemplo, permite o fortalecimento da Inteligência Coletiva. Tais termos passaram a se disseminar e ganharam popularidade no meio digital, tais como Cultura da Participação e Sabedoria das Multidões.

No fundo, o que temos é uma linha de pensamento individualista, filosoficamente falando, que trabalha com o conceito de Ordem Espontânea como uma visão filosófica de como a espécie caminha.

E se pode ver aplicações do mesmo conceito em diversas áreas, não sendo uma exclusividade nem da economia e nem da comunicação.

Certamente, se aprofundarmos o tema, iremos descobrir filósofos que problematizaram isso e tiveram conflitos mais atrás, separando as duas visões.

Assim, o que temos são Escolas de Pensamento que analisam diversos problemas – que vêem a Ordem Espontânea como eixo central com diferentes aplicações, a partir dos problemas analisados.

Pois são Escolas de Pensamento Individualistas!

Assim, não podemos dizer que a Ordem Espontânea é um conceito nem econômico e nem de comunicação, mas filosófico, aplicado em diversos campos – o que nem sempre está claro para muitos.

E o que permite uma permuta muito interessante entre diferentes escolas com o meso eixo.

É isso, que dizes?

Note que é a capacidade que temos de analisar a Escola hoje, com as informações, que conseguimos obter, a tabela está em processo:

É bom que começamos a ter uma tradição de pensamento e a percepção da evolução das mudanças, desde o surgimento da escola.

É isso, que dizes?

Poderemos dividir a sociedade humana em duas e isso, aposto nisso, ficará mais claro mais adiante.

Nossa Escola de Futurismo acredita que existem duas forças invisíveis, que alteram a sociedade sem controle central, são elas:

  • o aumento demográfico;
  • e a massificação de novas mídias.

Coletivamente, sem pedir licença a ninguém, o Sapiens faz sexo, cresce demograficamente sem parar e se vê com a necessidade de aperfeiçoar os sistemas de comunicação e administração.

Não sou eu que gosto disso, mas é o que se vê na história das mudanças de mídia: gestos, oralidade, escrita e agora o digital.

E mais, segundo um dos gurus da escola, Marshall McLuhan, as mídias alteram o ser humano tanto na objetividade, mas, principalmente, nas subjetividades.

Poderíamos dividir, assim, a história da civilização humana, baseado em outra teoria, como sugerem a Escola Canadense em quatro etapas da Civilização:

  • Gestos – Civilização 1.0;
  • Oral – Civilização 2.0;
  • Escrita – Civilização 3.0;
  • Digital – Civilização 4.0.

Porém, há uma mudança relevante, disruptiva, com a chegada do Digital, pois é a primeira vez que passamos a utilizar a linguagem similar a dos insetos para a tomada de decisão.

Até o Digital, tivemos o que podemos chamar de Sapiens Sonoro ou Acústico, que estruturou os modelos de administração que tivemos até aqui.

Sons – sejam falados ou codificados (escritos) – demandam interpretações de alguém, que precisa consumir e decidir – o que nos condicionou, como espécie, a criar modelos baseados em “interpretadores de sons” – líderes alfas, que são hoje as Autoridades 2.0 de plantão.

Assim, o modelo de administração que tivemos até aqui era sonoro e, por causa disso, condicionava, sem grandes alternativas, determinada verticalização.

O problema é que a nossa espécie cresce demograficamente – o que nos obriga a fazer ajustes na comunicação e na administração para compatibilizar demanda com oferta.

O que temos de grande novidade, que vai marcar profundamente nosso futuro, é a possibilidade do uso da Linguagem dos Rastros (próxima dos insetos) para reorganizar toda a sociedade, gradualmente.

Tecnoculturalmente falando, o modelo que temos da Autoridade 1.0 (líderes-alfas) funcionou até a marca global de 7 bilhões de Sapiens.

O surgimento do Digital nos permite migrar do Sapiens 1.0 (Sonoro) para o Sapiens 2.0 (dos Rastros), que permite a solução dos novos problemas de maneira mais compatível com a nova complexidade.

A grande preparação, transformação, mudança objetiva e subjetiva que temos que fazer é:

1- entender a grande guinada;
2 – compreender a nova lógica emergente da passagem da Autoridades 1.0 (fixa e mais vertical) para a Distribuída (mutante e mais horizontal), que podemos ver na sociedade na Uberização.

Estamos dando os primeiros passos na mutação de uma espécie para outra, que vai manter individualmente manter muita semelhança com o que temos hoje, mas coletivamente veremos algo completamente diferente em termos políticos, sociais e econômicos.

Quem está vivo, já tá vendo!

É isso, que dizes?

O tema é debatido nos seguintes módulos da Escola:

Veja o depoimento dos nossos alunos:

http://bit.ly/31VCIAq (módulos Master 4 e 5)

Um deles me disse o seguinte:


Malthus não foi o primeiro, mas foi o “youtuber” mais famosos de 1800 a falar sobre demografia.

Se analisarmos o discurso dele, 95% pode ser descartado, que se insere numa conjuntura política específica bem questionável hoje em dia.

Porém, o que nos fica é uma fórmula matemática, que pode ser a base para algo relevante para entender o novo século.

Malthus nos diz o seguinte:

A população cresce em ordem geométrica e a produção em ordem aritmética.

Numa fórmula seria:

POP (xxxx) = PROD (x)

O que é interessante nesta fórmula de Malthus?

Ele aponta que o aumento demográfico tem impacto na produção, o que parece óbvio, mas não é de domínio corrente.

Ou seja, se você aumenta a população haverá uma crise produtiva, a não ser que você se mexa.

A história mostrou, entretanto, que a fórmula estava PARCIALMENTE equivocada.

O erro na fórmula de Malthus é de que ele pressupôs de que a Produção é uma Variável Constante e Imutável e não Mutável, com a chegada da inovação, tecnologia, invenções, melhoras, etc.

POP = variável mutável;

PROD = variável mutável.

Porém, se melhorarmos a dita cuja podemos enxergar algo interessante.

Assim, quando POP cresce, PROD tem que crescer também, criando uma relação de causa e efeito –  que nos permite apreender uma lei que parece óbvia, mas não é praticada ao se pensar o momento presente:

Quando a população cresce, haverá demanda para que haja alterações na produção para que a crise Malthusiana não ocorra.

A produção tem que sair da aritmética e ir para a geométrica ou como se gosta hoje em dia da linearidade para a exponencialidade.

Assim, me parece inquestionável dizer, que o aumento demográfico quando ocorre gera uma demanda de aperfeiçoamento produtivo, o que seria uma apropriação de Maslow.

O aperfeiçoamento pode ser incremental, radical ou disruptivo, mas sempre podemos dizer que o fator principal, se Malthus faz sentido, é o aumento populacional.

Se tivemos um salto de 1 para 7 bilhões no planeta, em 220 anos, logo depois de 1800 (aliás quando o livro foi escrito) tivemos que assistir um aperfeiçoamento constante no ambiente produtivo para sair da “aritmética” e acompanhar a “geométrica”.

Certo?

Se isso é fato, temos que colocar o aumento demográfico como o fator fundamental para que a sociedade humana se mexa e não fique parada.

Ela é obrigada a mudar para não ser aritmeticamente problemática.

Se juntarmos isso às teses da Escola Canadense das revoluções midiáticas – foi o que fizemos – temos as seguintes leis:

  • Quando aumenta-se a população, há uma demanda produtiva incremental, radical ou disruptiva, principalmente, quando o salto demográfico é grande;

  • Que nos leva a promover revoluções midiáticas, que permite a exponencialidade.

Tais revoluções recorrentes, visam, assim,  criar novas formas para compatibilizar a demanda (geométrica) com a oferta (que não pode ser aritmética).

É isso, que dizes?

 

 

Temos dito que a chegada da Era Digital é a maior mudança que o sapiens já viveu em toda a sua história.

As novidades são as seguintes:

  • Nunca tínhamos chegado a marca dos 7 bilhões de sapiens e isso tem um forte impacto na pressão por determinadas mudanças;
  • Pela primeira vez, introduzimos na sociedade novos canais e linguagens, que permitem a interação de muitos para muitos, criando uma nova base para estruturar todas as organizações da sociedade.

Estes dois eventos juntos e relacionados marcará a nova Era Civilizacional, nosso palpite, aliás, é de que a história do sapiens será dividida em duas etapas:

  • Pré-digital – quando o modelo de comunicação/organização da espécie lembrava os mamíferos, baseado em sons, que demandavam obrigatoriamente a presença de líderes alfas;
  • Pós-digital – quando o modelo de comunicação/organização da espécie se aproximou dos insetos (em particular das formigas), não mais baseado em sons, mas em rastros digitais, que permitem a administração por micro líderes contextuais, conforme a reputação online de cada um.

Uma espécie com 7 bilhões de membros interdependente um dos outros precisa de um modelo de comunicação e administração mais compatível com esse patamar de complexidade.

Só podemos compreender e aceitar estas premissas acima citadas, se partirmos da compreensão de alguns autores, hoje praticamente desprezados pelo mainstream:

  • Iniciando por Thomas Malthus que, tirando vários absurdos das suas ideias, nos legou uma descoberta importante: aumentar o tamanho da espécie pode provocar crises produtivas;
  • Tais crises produtivas, entretanto, não ocorreram, pois a espécie não é fixa, mas mutante, o que nos leva a Darwin;
  • E mais: é uma tecnoespécie, como defende Innis, Havelock, McLuhan (todos canadenses), que tem nas mídias o grande fator de mutação da civilização de uma etapa “a” para “b”;
  • Nesta linha, Pierre Lévy nos aponta a chegada da nova Era Digital, na qual podemos, pela primeira vez, criar modelos de interação de muitos para muitos, o que cria a base administrativa para uma nova etapa humana.

Nós aqui no Brasil, na Escola Bimodal, colocamos tudo isso num “liquidificador” e estamos construindo uma visão canadense-brasileira do digital, revisando antigos paradigmas e criando novos.

Um Futurismo menos MIMIMI e mais científico. Menos focado em desafios tecnológicos, mais em desafios psicológicos. Menos para a inovação pela inovação, mais pela inovação para a competição.

Estar preparado para a grande guinada, dentro do olho do furacão, próximo dos primeiros anos da nova civilização, é ter a capacidade de desaprender rapidamente velhos conceitos e ganhar os novos para agir com mais eficácia.

Não deixar a locomotiva muito distante.

É isso, que dizes?

O tema da grande guinada é muito debatido nos seguintes Módulos da Escola:

Veja o depoimento escrito de vários dos nossos alunos:

http://bit.ly/31VCIAq (módulos Master 4 e 5).

Um deles me disse o seguinte:


Um dos pilares da Escola Bimodal é de que o aumento demográfico é causa direta das crises que estamos passando.

Esse tipo de argumento é contestado principalmente pelos defensores das Ordens Centralizadas.

Porém, fugindo dos discursos utópicos da cigarras de plantão e indo para um papo de formiga, podemos dizer que matematicamente aumentar a população cria um déficit de ofertas que precisa ser respondida por novo patamar de demanda.

Um país como o Brasil que teve 30 milhões de habitantes não pode continuar com mesmos hábitos e práticas com 210 milhões 100 anos depois.

Há uma multiplicação das demandas que precisam ser atendias por novas ofertas.

Podemos até dizer que algumas melhorias que ocorreram no país, talvez pudessem produzir uma vida melhor, se nós estivéssemos ainda com os 30 milhões – o que não é realidade.

O Brasil precisaria ter produzir uma quantidade de ofertas sete vezes ou muito mais para abrigar os novos 180 milhões de brasileiros que chegaram nos últimos 100 anos.

Imagina uma migração constante de 18 milhões de novos imigrantes chegando ao país de dez em dez anos.

Que fator senão a demografia pode ser apontado como a grande promotora de problemas.

O que se pode alegar é que as soluções deveriam ser na medida do problema criado, mas não de que o problema criado é fruto do “sistema”.

O sistema deveria ser aprimorado para resolver o problema do aumento radical da falta de condições básicas de sobrevivência dos novos 180 milhões de imigrantes.

Assim, não é apenas o Brasil que piorou, ou o sistema, mas houve uma mudança profunda na “placa tectônica da sobrevivência do país”, que ganhou mais de 180 milhões de imigrantes, que saíram da barriga das próprias brasileiras.

Não temos como atribuir isso a alguém, mas a uma decisão de milhões de pessoas que nos trouxeram a essa situação atual.

O país, diferente de outros e parecidos com aqueles, precisa não mais dar pulos de galinhas, mas voos de águia para continuar crescendo demograficamente e resolver o problema.

E para isso é preciso, antes de tudo:

  • de um diagnóstico adequado – o salto demográfico e a nossa incapacidade de nos ajustar a ele;
  • E um tratamento – permitir que a ordem espontânea demográfica, seja seguida da ordem espontânea econômica, que os milhões de brasileiros possamos empreender para ajustar complexidade com produtividade.

Temos hoje em larga escala o uso da Internet como ponto positivo, o que faz de nós uma das nações mais participativas em termos políticos atualmente.

Um país com mais gente, pode ser muito positivo, pois:

  • tem muita diversidade;
  • tem mercado interno forte;
  • e capacidade produtiva.

O problema é que temos que transformar quantidade de gente em vacina para nossas crises e não na eterna doença.

Temos um uso intenso da internet, o que é positivo, mas temos que transformá-la na nossa força motriz.

Usá-la para quebra as barreiras da velha ordem, incluindo daqueles que se equivocam no diagnóstico confundir a vacina (mais ordem espontânea para nos tirar do caos) com a doença.

O que agrava mais ainda o problema.

É isso, que dizes?

Existem alguns fatores da sociedade humana que têm baixa capacidade de controle central, podemos apontar como:

  • o crescimento demográfico;
  • e a massificação de novas tecnologias (o que inclui as alterações na linguagem falada).

São fenômenos que ocorrem muito menos por uma vontade do planejamento central, mas muito mais pela ação individual de várias pessoas.

Assim, o que ocorre na sociedade é que ela passa a lidar com as consequências destes movimentos espontâneos, a partir de causas descentralizadas.

Diferente, por exemplo, de um plano de erradicação de mosquitos, ou a vacinação para conter determinada doença, tanto a expansão demográfica, quanto a massificação de novas tecnologias entram dentro do que Adam Smith tentou chamar de Mão Invisível.

Que depois foi ganhando outros nomes, tais como sabedoria das multidões, inteligência coletiva, cultura da participação.

São macro movimentos da espécie que podem ser estimulados por alguns fatores, mas que dependerá basicamente da adesão, ou não, de cada indivíduo: ter mais filhos ou comprar determinada tecnologia.

Podemos, inclusive, fazer uma relação entre os dois exemplos de ordem espontânea, já que:

  • Por que temos tecnologias, conseguimos superar barreiras de sobrevivência;
  • E por que conseguimos superar barrerias de sobrevivência, queremos mais tecnologias.

Os movimentos de Ordem Espontânea são muito criticados por pessoas que acreditam na força da Ordem Controlada.

Pessoas que acreditam – e meio que defendem – a Ordem Controlada não acreditam que haja nada espontâneo na sociedade, pois sempre há um grupo que está por trás dos movimentos espontâneos massificados.

Não se pode dizer que não há estímulos para movimento espontâneos, mas está na vontade de cada pessoa aderir ao não a esse movimento, numa aceitação de baixo para cima.

Se encararmos, por exemplo, aumentos demográficos como fazendo parte das Ordens Espontânea da espécie e que isso já vimos agora é possível – a história da sociedade humana precisa ser recontada.

Pois, apesar das críticas que se possa fazer a Malthus, numa coisa ele tinha razão: mais gente pode nos levar a crises de sobrevivência.

E os movimentos para que estas crises não ocorram tem que OBRIGATORIAMENTE a ser feitos, pois mais bocas exigem que se tenha comida na mesa.

  • Um mundo de 1 bilhão de habitantes, em 1800, quando Malthus escreveu seu livro, tinha uma complexidade básica de 3 bilhões de pratos de comida/dia, o que nos leva para um tipo de aparelho produtivo compatível;
  • Um mundo de 7 bilhões de habitantes, em 2019, tem uma complexidade básica de 21 bilhões de pratos de comida/dia, o que nos leva para um outro tipo de aparelho produtivo compatível.

Não é, portanto, pouco lógico afirmar que a Ordem Espontânea Demográfica – que vem de baixo para cima – “empurra” a sociedade OBRIGATORIAMENTE para movimentos de inovação, de aumento de produtividade, do surgimento de novas tecnologias.

E, no caso, da nossa adaptação da Teoria da História da Escola Midiática Canadense, para novos ambientes comunicacionais administrativos.

É isso, que dizes?

Aqui e ali e começam a chamar qualquer empresa nova do mercado de “empresa de tecnologia”.

Vivemos ainda largamente a incompreensão do papel das tecnologias para o ser humano.

  • para a maior parte dos seres vivos, incluindo estrategistas de plantão, ainda hoje, tecnologias têm papel de neutralidade na sociedade;
  • o que uma nova safra de pensadores discorda radicalmente, lembrando que elas têm uma determinada proatividade.

Quando temos por aí a conceituação do Uber (e de várias outras) como “empresa de tecnologia”, estamos diante dos pensadores Tecnoneutros, que disseminam a Tecnoneutralidade.

Os Tecnoneutros não enxergam o papel próativo das tecnologias no geral e das mídias em particular para a espécie.

Tecnologias, na verdade, têm duas fases quando surgem:

  • quando são inventadas por alguém, começam a ser “mastigadas”, em um necessário processo de aculturação;
  • quando se massificam e se estabelecem, são digeridas e se tornam invisíveis como se fossem naturais/culturais e não tecnologias.

Desse ponto de vista, as novas startups, que usam novas tecnologias, são empresas de tecnologias em processo de mastigação, que resolvem problemas em campos específicos – no caso do Uber de mobilidade.

Se olharmos de forma diferente – do futuro para hoje – não poderemos ver diferença entre o Uber e a Gol, por exemplo, ambas são empresas de mobilidade – que se utilizam de tecnologias velhas e novas.

Aviões já foram tecnologias em processo de mastigação até serem digeridas. Certamente, companhias de aviação já foram chamadas de “empresas de tecnologia“.

A Gol, podemos dizer que é uma empresa de “Tecnologias Digeridas” e a Uber de “Tecnologias em Mastigação”.

O grande diferencial para compreender o século XXI (algo que os futuristas profissionais têm que se dedicar) é justamente compreender a ruptura filosófica que tivemos entre Tecnoneutralidade e Tecnoproatividade.

A Tecnoproatividade ganhou fôlego no século passado e destaco pela ordem os canadenses: Harold Innis, Erick Havelock e depois Marshall McLuhan e Pierre Lévy, entre outros – todos gurus da nossa Escola de Futurismo Bimodal.

Estes autores e vários outros depois deles se revoltaram contra o verdadeiro absurdo filosófico-teórico de analisar a história humana e as sociedades contemporâneas com o olhar de Tecnoneutralidade.

O que, entre outras coisas, nos impede de entender os verdadeiros impactos da chegada da Era Digital em todos os setores, cegando os Futuristas Amadores de plantão.

Chamar o Uber de “empresa de tecnologia” é a expressão clara desse tipo de visão equivocada, que precisa ser superada.

É isso, que dizes?

Este tema é discutido nos módulos de Futurismo Avançado, que os membros permanentes da Escola têm acesso:

Veja o depoimento dos nossos alunos:

http://bit.ly/31VCIAq (módulos Master 4 e 5)

Um deles me disse o seguinte:

LIVE COMPLETA

Futurismo é a atividade de construir cenários para que pessoas e organizações possam decidir no hoje sobre o amanhã.

Temos uma grande demanda por Futuristas, pois saímos depois da chegada da Era Digital de um Futuro Certo para um Incerto, no qual não se sabe bem qual é a nova lógica.

O grande desafio, aliás, dos Futuristas de plantão é justamente a compreensão da lógica pós-digital.

Podemos dizer que o mercado pratica o que podemos chamar de Futurismo amador, pois é totalmente baseado em emoções com baixa reflexão – desprezando pensadores relevantes do passado.

O primeiro passo, portanto, para sair do amadorismo é se nutrir das ideias e pensamentos dos epistemólogos do século passado, que vão dar um upgrade na mente futurista da rapaziada.

Epistemologia – reflexão geral em torno da natureza, etapas e limites do conhecimento humano.

O que podemos aprender é o seguinte, principalmente com Thomas Kuhn ( 1922-96) e Imre Lakatos (1922-74):

  • o ser humano vive dentro de paradigmas/caixas, que duram um determinado tempo, até que gênios, fenômenos ou novas tecnologias os tornem obsoletos, precisando ser revistos no seu núcleo duro;
  • que nos momentos que os paradigmas/caixas são válidos (acertam os diagnósticos e prognósticos), temos um tipo de desenvolvimento normal do conhecimento e quando entram em crise (anomalia), passamos a uma fase extraordinária, na qual é preciso rever o núcleo duro;
  • que é preciso criatividade para revisar o núcleo duro para criar novos paradigmas mais coerentes com os novos fatos;
  • que os paradigmas/caixas são revistos normalmente por pessoas de fora do sistema com forte resistência de quem ainda acredita nos paradigmas antigos;
  • E, por fim, que os paradigmas/caixas nos trazem principalmente um grande problema psicológico de quem não consegue descartá-los.

Se formos aplicar estas ideias ao Futurismo, iremos perceber que a tendência dos futuristas amadores é desconhecer os conceitos da epistemologia.

E, por causa disso, não procurar rever as bases teóricas e filosóficas do atual paradigma/caixa para analisar os fatos.

Querem analisar, assim, o futuro baseado nos mesmos paradigmas/caixas obsoletos que utilizávamos antes.

Se projeta o futuro, mas sem rever as bases filosóficas e teóricas, que precisam ser alteradas.

O Futurista Profissional, necessariamente, tem que ter uma boa formação em epistemologia para compreender:

  • quais são os equívocos dos atuais paradigmas/caixas que precisam de ajuste;
  • quais são os novos paradigmas/caixas (geralmente criados por pensadores mais criativos), que podemo fazer o ajuste necessários;
  • E começar as projeções dentro de novos paradigmas/caixas e não dos antigos.

Toda a tentativa de prognosticar o futuro – com os mesmos paradigmas do passado é simplesmente querer caçar leão com um estilingue.

É isso, que dizes?

O tema do Futurismo é amplamente debatido no módulo Master 05 na Escola Bimodal:

Veja o depoimento dos nossos alunos:

http://bit.ly/31VCIAq

Ouça o depoimento de um deles:

A mudança não é pequena – é a maior de todas.

Temos dois motivos para defender isso:

  • Nunca fomos 7 bilhões de sapiens, convivendo ao mesmo tempo, o que demanda soluções cada vez mais inovadoras;
  • Nunca tivemos um ambiente comunicacional administrativo baseado num modelo que permite eliminar cargos gerenciais, como agora.

A uberização é uma nova forma do ser humano decidir sobre a cada vez maior complexidade demográfica.

Tem algumas vantagens sobre o ambiente administrativo anterior:

  • Permite que muito mais gente participe das decisões;
  • As decisões são muito mais rápidas e baratas;
  • Há um auto-gerenciamento nas comunidades de consumo, que aumenta a taxa de meritocracia.

A uberização, pela primeira vez, traz um ambiente comunicacional administrativo próximo das formigas, baseado em rastros digitais algorítmicos: ícones, estrelas, permitem que se estabeleça novo patamar de confiança entre pessoas, através da reputação online.

Há uma radical horizontalização das trocas – de todos os tipos – o que rompe com as limitações que tínhamos antes da participação política e nos negócios.

O diferencial competitivo, assim, estará na capacidade de enxergar o tamanho da disrupção que estamos passando e a conseguir superar os problemas psicológicos para agir nesse novo ambiente mais uberizado.

Tal capacidade competitiva definirá quem será vagão ou locomotiva no novo século.

É isso, que dizes?

O tema da uberização é foco de intenso debate aqui na Escola Bimodal nos seguintes módulos:

Veja o depoimento dos nossos alunos dos respectivos módulos:

http://bit.ly/31VCIAq (módulos Master 4 e 5)

Um deles me disse o seguinte:

PACOTE MASTER 1 E MASTER 2 – R$ 500,00 no cartão:





Histeria pode ser definida por comportamento caracterizado por excessiva emotividade relacionado a algum medo não refletido adequadamente.

O que vivemos hoje é o que Thomas Kuhn (1922-96) – um dos Gurus dos Bimodais – chama (adaptado por mim) de momento do Mercado Extraordinário.

Segundo ele, seres humanos têm paradigmas (o que podemos chamar de caixas) que nos ajudam a pensar e agir diante dos problemas.

O grande aprendizado que Kuhn nos legou foi de que estas caixas/paradigmas funcionam durante determinado período até que se defronta com situações de anomalia, a partir de um fenômeno que não pode ser explicado pelos conceitos até então praticados.

O que ele afirma é que quando nos deparamos com fenômenos atípicos – e o digital sem dúvida é um deles – temos que deixar de usar as mesmas formas de pensar e agir.

É preciso abrir um espaço para rever as bases das nossas caixas/paradigmas. Há algo que foi imaginado no passado, mas que, agora, não está mais funcionando – as bases teóricas e filosóficas se mostraram inválidas para o novo contexto.

É preciso trocar uma chave na forma de pensar e agir.

Sair da Indução (que está no eixo problema, operação, metodologia) para a dedução ( que está mais no eixo filosofia/teoria) para voltar de novo para a operação, problema, metodologia:

É preciso procurar autores (filósofos e teóricos) que possam nos ajudar a rever as bases estruturantes do paradigma, para recomeçar a construir novamente a normalidade em outras bases filosóficas.

Aqui na escola, a partir de Kuhn, aprimoramos a ideia do Edifício do Pensamento, no qual demonstramos assim a mudança de chave do Normal para o Extraordinário:

Note que em Crises de Paradigmas temos que sair do eixo Metodologia, Operacional e Problema e subir dois níveis, em debates Teóricos e Filosóficos, que nos permitam revisar as estruturas do pensamento.

Quando não saímos da Indução do Mercado Normal para a Dedução do Mercado Extraordinário iniciamos um processo de Histeria da Crise de Paradigmas, pois cada vez mais conseguimos cada vez menos agir e pensar adequadamente dentro da anomalia, que se aprofunda.

A crise entre como pensamos e agimos vai mais e mais ficando obsoleta e inadequada e a sensação histérica, ao invés de diminuir, vai aumentando!

Isso não aparece no livro de Kuhn, mas podemos dizer que a
Histeria da Crise de Paradigmas é justamente a incapacidade do conjunto de pessoas que estava dentro do antigo paradigma de conseguir sair de dentro dele.

A histeria, assim, vai criando nas pessoas:

  • atitudes cada vez mais emocionais, de baixa reflexão;
  • uma rejeição pelos valores básicos das organizações, tais como a procura incessante pela competitividade (se inicia o processo da inovação pela inovação, da transformação pela transformação, do propósito pelo propósito);
  • a hiper-valorização de quem reforça o seu paradigma;
  • e a hiper subvalorização de quem os questiona.

A única saída – segundo Kuhn impossível para a maioria – é ligar a chave dedutiva, admitir a fase do Mercado Extraordinário, e envolver as pessoas que querem agir e pensar de nova maneira, criando áreas separadas para que o novo paradigma possa ser desenvolvido.

É o que chamamos de Núcleo de Futuro – a forma mais adequada para ir saindo da crise da Histeria da Crise de Paradigmas .

É isso, o que dizes?

O tema é debatido aqui na escola nos módulos:

Veja o depoimento dos nossos alunos dos respectivos módulos:

http://bit.ly/31VCIAq (módulos Master 4 e 5)

Rodrigo me disse o seguinte depois de ter completado com sucesso os mesmos:

A primeira linguagem humana que deixou rastros foi a escrita, permitindo que pudéssemos acessar as ideias dos nossos antepassados.

A oralidade era uma linguagem sem rastros, até a chegada das gravações por voz.

O rastro é aquilo podemos chamar de informação que pode ser armazenada, que permite que pessoas acessem e possam, entre outras coisas, tomar decisões.

Rastros, portanto, já existem há milênios, desde que a escrita foi inventada.

O armazenamento das linguagens orais (sons e imagens) e escrita (texto) para ser decodificado precisava, até há bem pouco tempo, de um ser humano para decodificar o conteúdo.

Os rastros humanos, assim, não são novidades.

Quando tivemos a chegada do digital, com as ações das pessoas disponibilizadas em rede, tivemos a possibilidade de deixar novos tipos de rastros, que não se podia antes.

Hoje, posso saber quanto tempo uma pessoa ficou lendo um texto, com quem ela mais se relaciona, que música ela aumentou o volume ou baixou. Qual filme ela acelerou ou viu mais vezes.

A relação humana entre telas e não fora das telas (analógica) me permitiu uma quantidade muito maior de rastros – que não existiam antes.

É o que muitos chama de BigData, o que era impossível de ser aferido agora se pode.

Do ponto de vista de armazenamento de informação, podemos dizer que a humanidade está muito mais rastreada do que era antes.

Hoje, organizações estão procurando aprender a usar essa avalanche de dados para ampliar a sua competitividade.

Porém, além do uso que as organizações tradicionais estão fazendo deste oceano de dados para decidir, temos novas organizações no mercado que passaram a usar os mesmos rastros de forma diferente.

Vejamos o desenho:

Qual a diferença entre os dois modelos?

  • Na organização tradicional os rastros servem para que o Gestor tome decisões a partir deles;
  • Na organização uberizada, os rastros servem para que o Curador transfira a decisão para que o algoritmo ajude a comunidade de consumo ou mesmo tome a decisão, a partir dela.

Note que estamos falando aqui de Rastros que permitem que haja a Reintermediação Gerencial e não Operacional.

  • Um chip colocado num equipamento que liga e desliga no campo, a partir da quantidade de chuva é uma reintermediação operacional, que faz parte da digitalização dos processos;
  • A reputação dos motoristas do Uber que permite que alguns saiam da plataforma e outros apareçam com destaque para os clientes é uma reintermediação gerencial.

Vejamos:

  • No primeiro caso, podemos ter o mesmo modelo de comando e controle que sempre tivemos, conhecido como gestão;
  • No segundo caso, temos um novo modelo de comando e controle que é a curadoria.

Quando tentamos entender o fenômeno, procuramos dar um nome para essa nova Linguagem Humana, que permite que decisões sejam tomadas de nova maneira.

Não sei bem, hoje já tenho dúvida, se o melhor nome é Linguagem dos Rastros, podemos dizer que é um tipo de Linguagem Digital, ou Linguagem Algorítmica.

A grande diferença é:

  • As linguagens oral e escrita – em função da complexidade de compreensão, exige uma pessoa ou um robô, mas sempre em uma escala baixa de tomada de decisão – o que cria determinados limites do modelo de comando e controle da Gestão;
  • A linguagens digital/algorítmica/rastros – em função da simplicidade de compreensão pelos algoritmos, permite em uma escala muito maior a tomada de decisão – o que quebra os limites do modelo de comando e controle da Gestão e cria novo patamar.

Assim, o que é importante não é a Linguagem em si, ou os rastros, mas a possibilidade da criação de um novo modelo administrativo, com novo modelo de comando e controle, que a linguagem permite.

É isso, que dizes?

Uma teoria é um conjunto de regras ou leis, mais ou menos sistematizadas, aplicadas a uma área específica.

Quando falamos de teoria da história, nos referimos a fatores que podem nos ajudar a marcar início e fins de Eras Civilizacionais.

Momentos que tivemos um fenômeno, que a partir dele, muita coisa se alterou dali por diante, em todos os setores e em muitas regiões, atingindo cada vez mais sapiens.

Existem várias teorias históricas concorrendo no mercada, a partir de diferentes fatores:

  • luta de classes (marxista);
  • pela economia;
  • pelos fatos políticos;
  • pelos planetas;
  • pela lua, pelo sol e por aí vai.

A chegada do digital e respectivo impactos, entretanto, não se encaixaram e nem foram previstos por nenhuma das teorias que tínhamos, até então.

Podemos dizer assim que:

  • Ou o digital é um fenômeno particular, que nunca ocorreu, em que era impossível ser previsto pelas Teorias Históricas vigentes, como se fosse um disco voador com marcianos que tivessem baixado na terra, algo totalmente inusitado;
  • Ou o digital faz parte de um fenômeno recorrente, que já ocorreu, que não se encaixa nas teorias históricas de plantão, o que demanda rever estas teorias, pois a vida é que manda nas teorias e não o contrário.

Marshall MacLuhan (1911-80), filósofo canadense, estudioso dos fenômenos da comunicação – meio que deixado de lado no século passado – criou uma escola (conhecida como de Toronto) e criou uma Teoria Histórica baseada nas mídias, que começa a se tornar emergente.

Segundo ele, quando há mudança de mídia, a sociedade muda. Defende, assim, que a história deve ser marcada pelas seguidas chegadas das novas mídias.

As mídias, assim, seriam uma espécie de “placa-mãe” da nossa tecnoespécie, que quando chegam mudam o sapiens e a civilização.

Diversos pesquisadores canadenses (Harold Innis, Erick Havelock, Pierre Lévy) entre outros se debruçaram e começaram a construir uma nova Teoria sobre a história, a partir de McLuhan.

Nela, a partir do estudo de fenômenos midiáticos na história, os pesquisadores passaram a sugerir que deveríamos começar a marcar mudanças civilizacionais a partir da chegada de novas mídias, como vemos abaixo (com adaptações feitas por mim):

(Se quisermos ignorar os gestos, podemos classificar também como Revolução Midiática 3.0.)

Na minha visão e das pessoas da nossa escola Bimodal, aqui do Brasil, tal teoria nos parecer mais robusta, mais coerente, faz mais sentido, pois permite explicação melhor e deve ser a base para o trabalho estratégico das organizações.

Para nós, então, os debates e estratégias diante do digital, entram na seguinte situação:

  • AM – Antes de McLuhan e de sua Teoria da História – análise do Digital como Fenômeno Social Único (maioria) ou Fenômeno Social Recorrente/Revolução Industrial (emergente nos Estados Unidos e Brasil);
  • DM – Depois de McLuhan e de sua Teoria da História
    análise do Digital como Fenômeno Social Recorrente/Midiático (defendido pela nossa escola).

Estrategistas e Futuristas de todos os setores que querem projetar, prognosticar e criar metodologias para ajudar pessoas e organizações no médio e longo prazo terão que optar por alguma Teoria, se quiserem ser competitivos.

Apostamos na de McLuhan.

Podemos dizer que muito da cegueira e principalmente da histeria que temos sobre o Digital atualmente vem justamente por termos Teorias Históricas inadequadas, mal encaixadas, o que torna impossível um trabalho futurista mais sofisticado.

É isso, que dizes?

Criamos no Brasil a Bimodais – Futurismo Competitivo, a primeira escola brasileira, que abraçou a Teoria Histórica de McLuhan como referência nas predições, metodologias, análise, cursos e pesquisas.

O tema é aprofundado principalmente nos módulos:

Veja o depoimento dos nossos alunos dos respectivos módulos:

http://bit.ly/31VCIAq

Um deles me disse o seguinte:

O Uber tem gerentes, mas nem tanto.

Digamos que a Gestão tem uma relação de 100 colaboradores para cada gerente (estou chutando).

Digamos que a Uberização ter uma relação de infinitos colaboradores para cada gerente (não estou chutando).

O Uber, no que podemos chamar de Curadoria 1.0, ainda tem um corpo administrativo para uma série da tarefas, mas não para controle de produtos e serviços como era na gestão.

Houve uma redução drástica da intermediação gerencial, repassando o controle de produtos e serviços para a relação entre cliente e fornecedor – regulada pelos algoritmos.

Na Gestão, isso não é possível, pois a Linguagem Midiática que estrutura a gestão, a placa mãe, é a oralidade e a escrita.

O Uber só pode ter menos gerentes quando utiliza plenamente a Linguagem dos Rastros, que é a placa-mãe do novo modelo administrativo.

Inovar (verbo transitivo) – introduzir novidade em; fazer algo como não era feito antes, tornar novo; renovar, restaurar.

Muito se fala em inovação como um verbo intransitivo que não pede complemento.

“Estou inovando” passa a ser verbo intransitivo.

Navegando por navegar, ou cantando por cantar. Diferente de navegar para levar banana para Paquetá ou cantar para participar do concurso da escola.

Verbos intransitivos não demandam complemento.

Inovar é preciso, mas por que? para onde?

É preciso complementar o motivo, pois ninguém muda sem uma razão. Ou não deveria, principalmente organizações produtivas que vivem dos clientes.

Transitivo: é o verbo considerado de sentido incompleto, que exige complemento que lhe integre o sentido.

É preciso inovar para tornar os clientes mais fiéis – simples assim – sair da inovação pela inovação para a inovação com foco.

Se gera valor para o cliente receber valor de volta e continuar gerando valor para receber valor, num processo contínuo.

Assim, podemos atrelar o verbo inovar ao de se manter sustentável economicamente – ou em outras palavras – competitivo – diante dos outros para obter e manter clientes.

Podemos dizer que temos duas formas, hoje, de pensar inovação:

  • A inovação para o próprio umbigo (intransitiva e antipática) – que é a inovação pela inovação para dizer que está inovando ou para atender a demanda daqueles que querem se motivar dentro da organização, o que ocorre também na maioria das pesquisas acadêmicas;
  • A inovação em direção à competitividade (transitiva e empática) – que é a inovação para manter antigos e ganhar novos clientes – é a inovação para servir ao outro.

Na primeira, podemos dizer que temos a inovação não-empática ou antipática, voltada apenas para os desejos internos.

Inovação sem foco competitivo, intransitiva.

Antipatia, o contrário: desprovido de afinidade ou interesse pelo outro. 

A Inovação Empática é aquela que vai na direção ao cliente, transitiva, na linha de todo o movimento empreendedor de ponta, vide Startup Enxuta, de Eric Ries.

Podemos dizer que a Inovação Empática é voltada para o cliente amigo e não para o umbigo.


Empatia – faculdade de compreender emocionalmente o outro.

O problema do mercado hoje é que as organizações (e os profissionais) vem com a mentalidade pré-digital, em que era mais possível controlar o mercado, que era muito mais verticalizado do que hoje.

Não se acostumaram ainda ao novo ambiente no qual o cliente tem mais poder – e é preciso passar do intransitivo ao transitivo e da antipatia para a empatia.

Os projetos de inovação, que estão funcionando, vão na direção Inovação Empática e Transitiva.

Quando se fala, assim, em inovar, deve se pensar em algo novo para melhorar a vida do cliente, que está insatisfeito com os limites tecnoculturais anteriores.

O cliente quer sair dos limites que tinha antes e espera as organizações empáticas e transitivas que os tire de lá!!!

O primeiro desafio do Empreendedor 3.0, com essa mentalidade, é justamente superar o bloqueio psicológico de décadas que guiou a maior parte das organizações de muito mais se servir do cliente do que servi-lo.

Num ambiente mais aberto, transparente, competitivo o cliente tem muito mais poder de escolha e é nessa capacidade de passar da antipatia e da intransitividade para empatia e transitividade que está o desafio.

Ainda mais quando os jovens – cada vez mais – demandam além da digitalização intensa, mais e mais uberização, o que exige uma Inovação Empática pra lá de Disruptiva.

É isso, que dizes?

O tema é debatido na escola no seguinte módulo:

Veja abaixo o retorno dos formandos da escola:

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA.

O Cliente 3.0

Os clientes têm hoje em mãos algo que nunca tiveram no passado.

A possibilidade, cada vez maior, de interferir na vida do fornecedor, de forma muito mais direta do que tínhamos antes.

A Linguagem dos Rastros, que surge com a Era Digital e viabiliza a uberização, cria esta nova relação cliente-fornecedor.

Até então, tivemos a seguinte lógica na relação organizações cliente:

Note que toda a regulação entre o colaborador e o cliente era feita por um chefe, gerente, supervisor, através das Linguagens Oral (telefonema, papo) ou escrita (carta, e-mail, Whatsapp).

O chefe garantia a qualidade do serviço e produto, através do controle dos colaboradores, contratando, demitindo, treinando, promovendo.

O gerente recebia a reclamação ou elogio e tomava uma decisão em relação ao colaborador, algo lento e repleto de ruídos.

Quanto mais as organizações foram crescendo, em função do aumento populacional, pior a situação foi ficando.

A Uberização, só viável pela chegada e massificação da nova Linguagem dos Rastros, permite um controle muito mais direto, através dos algoritmos, do colaborador pelo cliente, como vemos abaixo:

O novo modelo uberizado tem as seguintes vantagens:

  • redução de custo do processo, pois retira-se a necessidade do intermediador administrativo (gerente);
  • estabelece relação horizontal e mais descentralizada entre cliente e colaborador;
  • o que aumenta a velocidade entre a avaliação ruim ou boa, e a ascensão ou queda do colaborador dentro da comunidade de consumo;
  • o que permite aumento geral da taxa de meritocracia no processo.

Não podemos dizer, assim, que há um retorno do foco no cliente, pois temos um Cliente 3.0, que nunca teve tanto poder como agora dentro de plataformas uberizadas.

A uberização rompe, finalmente, o limite da relação cliente fornecedor da do modelo anterior, que chamamos de Gestão (que não é sinônimo de administração).

Note, entretanto, que não é uma relação direta cliente-fornecedor, mas intermediada pelos algoritmos. E será a qualidade dos algoritmos que definirá se o processo está mais ou menos adequado.

O Curador, o administrador uberizado, precisará, pela ordem:

  • permitir que os algoritmos tenham liberdade para agir diretamente e imediatamente na plataforma quando tanto o cliente quanto o fornecedor tiverem um resultado ruim, em termos de avaliação (
    a ação significa mais ou menos visibilidade, ou mesmo saída da plataforma);
  • cuidar para que a avaliação seja ponderada pelo tempo e pelo perfil de quem avalia para evitar injustiças.

Por fim, cabe dizer:

  • Não haverá Cliente 3.0 sem a Linguagem dos Rastros.
  • E nem Linguagem dos Rastros sem a Uberização.

É isso, que dizes?

O tema do Cliente 3.0 é tema dos grupos permanentes de debate da Escola Bimodal, nos seguintes módulos:

Veja o depoimentos dos formandos:

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A proposta de Marshall McLuhan (1911-80) de que somos uma tecnoespécie midiática altera um dos pilares da filosofia ao responder de forma bem diferente a antiga questão: “Quem somos?”.

O Século XXI tem demonstrado que o pensamento do filósofo canadense é um divisor de águas das Ciências Sociais – que podem ser demarcadas como AM E DM – antes e depois de McLuhan.

Se admitimos que este é o ponto de partida para entender o novo século, temos que admitir que o ser humano é uma espécie muito mais plástica e líquida do que achávamos anteriormente, as mídias, assim, nos condicionam.

E, de tempos em tempos, por causa do aumento demográfico, precisamos promover Revoluções Midiáticas Civilizacionais para ajustar a forma (como nos organizamos as ofertas) com o conteúdo (a parti das novas demandas – em função da quantidade de pessoas).

Tivemos algo parecido com a chegada da prensa, depois de 1450, quando a escrita, finalmente, depois de milênios foi massificada, a saber:

  • Pessoas saíram da escassez para a abundância da informação com a massificação dos livros e jornais;
  • E precisaram assumir individualmente uma série de decisões de para lidar melhor com a complexidade.

As mudanças de mentalidade naquela época, entretanto, não foram tão disruptivas como agora, pois foi de um líder-alfa mais vertical para menos vertical, mas ainda a presença de um Líder-Alfa:

Podemos dizer que estamos fechando um macrociclo midiático que vai da chegada da oralidade até o digital, que completa 70 mil anos, no qual tivemos uma modelagem social “mamífera”, com a necessidade de um líder-alfa fixo, agora estamos rumando para líderes contextuais:

Toda as organizações sociais pré-digitais estavam modeladas por esse modelo de comando e controle vertical, humano, de autoridade, no qual intermediadores precisavam “carimbar” as decisões – eram fixos: professores, políticos, presidentes, primeiros-ministros, jornalistas, líderes políticos e religiosos, etc.

Hoje, com a Linguagem dos Rastros estamos criando o modelo de Líderes Contextuais. Você é o que é dependendo da sua reputação nas plataformas.

Nossas mentes foram formadas e formatadas para esse tipo de modelagem pessoa – autoridade vertical fixa e precisa se acostumar ao modelo dos Líderes Contextuais.

Não podemos mais apostar e acreditar em autoridades fixas, mas naquelas que tiverem relevâncias nos contextos – reguladas por algoritmos.

A passagem da mente oral e escrita para esse novo modelo é o que estou descrevendo como a uberização das mentes – nos adaptar a um ambiente organizacional de líderes contextuais e não tão fixos.

A forma como pensamos sobre várias coisas partem sempre do modelo anterior e não do novo, as implicações serão inúmeras.

É um desafio psicológico (e não tecnológico), um amadurecimento que no passado poderia levar décadas ou séculos e agora temos que procurar realizar em apenas uma geração.

Este é o desafio:

O tema já está sendo debatido na escola e minha meta é avançar no e-book, que pode virar um livro, que tem o título provisório:

“Pessoas 3.0: por que e como uberizar a sua mente?”

É isso, que dizes?

O tema da Uberização da mente está sendo feito na Escola no seguinte Módulo:

Abaixo a avaliação de um dos formandos:

Um dos nossos problemas para entender a Era Digital é não ter amadurecido ainda num debate antigo da ciência.

Podemos dizer que temos dois caminhos:

  • Neutralidade possível diante do problema estudado;
  • Neutralidade impossível.

Os que defendem a segunda hipótese, aonde me incluo, dizem que cada pessoa está imerso dentro de uma cosmovisão de conceitos, teses, hipóteses, que condicionam a forma de pensar o problema.

Não é possível “sair da caixa” da cosmovisão, que está sempre nos influenciando. O que é possível fazer é rever “a caixa”, revisando as premissas, que estruturaram a cosmovisão.

Assim, toda Cosmovisão é estruturada em cima de premissas, geralmente criadas por filósofos e teóricos, que podem ser questionadas, conforme se chegue a um impasse, anomalia diante dos fatos.

Quando a cosmovisão não consegue mais prever o que vai acontecer, explicar de forma lógica o que está ocorrendo, como vemos no desenho:

Assim, se estamos inserido dentro de uma cosmovisão, que tem seus paradigmas baseados em determinadas premissas, por mais neutros que possamos ser, vamos sempre pensar soluções dos problemas DENTRO DA MESMA COSMOVISÃO.

As mudanças que estão ocorrendo da Era Digital NÃO SE EXPLICAM pela atual Cosmovisão, que temos sobre a sociedade – um sinal claro que as premissas estão com problema.

É precismo entender que há ERROS NAS PREMISSAS da nossa atual Cosmovisão sobre o ser humano e sociedade.

Basicamente, é preciso rever a relação humana com:

  • As tecnologias – “somos uma tecnoespécie”;
  • As mídias – “mudou a mídia, mudou a sociedade, se abre nova era civilizacional”;
  • A demografia – “aumento no tamanho, implica obrigatoriamente mudança na forma”;
  • A administração – “é um sistema operacional em cima da placa mãe midiática”.

Sem estas revisões, não se consegue ir para nova cosmovisão, como vemos na figura abaixo:

Para entender o digital é preciso, pela ordem:

1 – admitir que as premissas da nossa Cosmovisão precisam ser revistas;

2 – escolher novas premissas, que consigam explicar com mais eficácia as atuais mudanças;

3 – a partir das novas premissas e nova cosmovisão passar a agir nesse novo mundo.

É isso, que dizes?

Este debate ocorre no Módulo 5 da Escola:

Depoimento de um dos formandos:

É um prazer ter você no nosso time de inquietos!

Ouvindo este programa:

Lá pelas tantas Willian Waack fala que acha engraçado quem diz que vamos para um mundo melhor e Pondé cai na gargalhada, concordando.

E eu te pergunto: o que é um mundo melhor?

Vamos ao termo: “melhor: que é superior ao que lhe é comparado. “

Assim, para se definir se algo é melhor ou pior será preciso:

1- ter critérios de comparação de certas coisas com outras certas coisas;

2- ter critérios objetivos para sair da subjetividade;

3- ter critérios coletivos para sair da individualidade, já que estamos falando em mundo e não em “seu mundo”.

Quando falamos de “Mundo melhor” estamos falando de fenômenos macros, de coletividade, de planeta, de macro fenômenos, certo?

Não estamos falando do mundo melhor dos amigos e nem dos parentes, mas de todas as pessoas, certo?

Podemos, assim, caracterizar macro movimentos do ser humano na terra para comparar o atual momento mundial com outros passados.

O principal – e inegável – fenômeno mais relevante para a nossa análise é o salto demográfico dos últimos 200 anos, como vemos no quadro abaixo:

Tal pico gera o problema da quantidade na velocidade. Se fosse algo em mil anos seria mais fácil, pois teríamos várias gerações, mas são poucas.

Muito do que vemos de falta de condições razoáveis de vida se explica no gráfico acima.

Certamente, com esse pico demográfico podemos dizer que tivemos perda de qualidade de vida para muita gente que nasceu nesse período, certo?

Aumentos demográficos causam redução de qualidade de vida, se pensarmos em todo o planeta.

Há problemas de habitação, alimentação, o que inclui consumo de água, de energia, de transporte, de educação, de lazer, segurança, etc.

Muito mais gente terá dificuldade a ter acesso a estes bens pelo simples fato que precisamos de muito mais de tudo isso em muito pouco tempo, certo?

Assim, tivemos gradativamente nos últimos 200 anos uma perda gradual de qualidade coletiva de vida, justamente por que conseguimos, por uma série de fatores objetivos, ter mais gente no mundo.

O que aprendemos aqui na Escola Bimodal, entretanto, é de que tais crises macro demográficas só começam a ser debeladas quando temos a chegada de Revoluções Midiáticas.

Revoluções Midiáticas vêm promover ajustes sistêmicos entre o tamanho populacional e nosso modelo comunicacional-administrativo.

Se caracterizam pela chegada de novos canais e novas linguagens, que permitem o exponencial aumento de interação entre as pessoas e além disso e por causa disso:

A partir dos canais:

  • o aumento da inovação;
  • dos negócios laterais;
  • da diversidade de opiniões;
  • da maturidade do cidadão/consumidor.

Da nova linguagem:

  • o surgimento de novos modelos administrativos mais sofisticados, como é o caso da Uberização, nos seus diferentes estágios progressivos.

Podemos, assim, dizer que os problemas causados pelo aumento demográfico – que não tinham mais formas de serem resolvidos no ambiente comunicacional-administrativo antigo passam a ter novas possibilidades no novo.

Novas soluções tecnoculturais para novos problemas.

Sob esse ponto de vista, temos um viés de melhoria da qualidade de vida das pessoas, do ponto de vista objetivo.

Caminhamos, assim, para um mundo melhor daquele que tivemos nos últimos dois séculos, para a população que temos hoje, principalmente para o último, quando a crise se tornou mais aguda.

Obviamente, que a qualidade de vida de uma pessoa que mora num mundo de sete bilhões, numa megalópole, não pode que ser proporcionalmente comparada com outra que vivia numa cidade do interior e pequena num ambiente populacional-midiático-administrativo do tempo dos tataravós.

O melhor como diz o dicionário é sempre algo “superior ao que lhe é comparado” – não perca isso de vista.

É isso, que dizes?

O tema é tratado aqui na nossa formação, de forma específica no módulo abaixo:

Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:


RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA.

As organizações, principalmente as tradicionais, precisam urgente de Estrategistas Digitais.

Os antigos Estrategistas Analógicos foram formatados para operar em um ambiente de futuro previsível e não imprevisível como agora.

Hoje, entender o cenário e saber para onde o consumidor está caminhando não é mais uma tarefa simples – ficou muito mais complexa.

Exige formação variada, criatividade, noções de história, filosofia e a escolha, principal, dos pensadores certos para as correções de paradigmas adequadas.

Qual seria, então, o papel do novo Estrategista Digital?

  1. escolher uma escola de futurismo adequada para definir a rota da nova formação para as ações Trans;
  2. com a rota, fazer com que aconteça, superando diversos obstáculos psicológicos, principalmente.

Estrategistas Digitais, portanto, serão os responsáveis pelo meio de campo entre (do lado de fora) uma visão consistente de futuro e (do lado de dentro) conseguir superar os desafios, pela ordem, psicológicos, administrativos e tecnológicos nas organizações tradicionais.

O mais difícil, a meu ver, é a escolha da boa Escola de Futurismo, pois temos hoje hoje no mercado um verdadeiro festival de Futurismo ingênuo e amador – preocupados em descrever e não em explicar o fenômeno digital.

Quer uma medida do amadorismo?

Analise a quantidade de organizações tradicionais, que estão falando e tentando fazer a tal da Transformação Digital e me aponte apenas uma que esteja liderando um novo mercado.

Tá difícil, né.

É isso, que dizes?

O tema da Estratégia Digital é tratado no módulo 4 “Digital para Estrategistas” da versão 2.0 da Escola Bimodal (julho a dezembro de 2019).

Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:

Quando um profissional ou um empreendedor pensam em entrar no mundo digital, sem carteira assinada, ele pode ir para o Uber.

O Uber vamos chamar de Uberização Fechada, de baixa criatividade.

Por quê?

O motorista não precisa muito pensar sobre o que fará, pois o pacote está fechado. É algo parecido com uma micro-franquia.

Há uma flexibilização do trabalho do tempo e lugar.

Mas não se pode inventar muito, a não ser decidir aonde é melhor ficar parado, em qual horário trabalhar, se vai vender algo agregado dentro do carro.

Imaginemos que podemos ter várias atividades desse tipo, o que facilita a vida do profissional uberizado e atende a um nicho de profissionais que não são hiper criativos.

Porém, quando pensamos em oferecer cursos, produção de vídeos, oferecimento de consultoria, etc, podemos falar de Uberização Aberta, com maior taxa de flexibilidade.

O problema que vejo muito no mercado hoje é que os “gurus do sucesso” imaginam que todos os profissionais que vão “fazer fortuna online” são iguais.

Que todos têm o mesmo potencial para se destacar e vão atingir milhares de pessoas e, num passe de mágica, estar viajando pelo mundo de jatinho próprio em poucos anos.

  • Podemos imaginar que quanto mais capacidade alguém tem em se destacar da maioria, mais aberta pode ser a sua uberização;
  • E quanto mais na média a pessoa está, mais a sua uberização terá que ser mais fechada, com menos espaço para a criatividade.

Isso envolve se engajar em projetos que demandam mais ou menos criatividade pessoal.

A vida digital vai um pouco dar a medida desse tom e podemos falar de autenticidade, que é a criatividade trabalhada:

Uma pessoa que consegue ou tem potencial para ter mais autenticidade, pode promover voos mais altos e vice-versa.

Quanto mais a pessoa se sente autônoma com algo diferente para entrar no mercado mais ela vai criar a sua própria estrada ou vai embarcar em estradas que já estão prontas.

Como te bate isso?

É isso, que dizes?

Hoje, tive a honra e o prazer de comentar o livro “Cibercultura”, de Pierre Lévy para o Resumocast – realmente o melhor podcast de livros do país.

Veja aqui:


A novidade deste episódio é de que pela primeira vez, em um canal bem conceituado e muita capilaridade, pude questionar, de forma clara, o pensamento americano.

O que pode parecer um sacrilégio para muita gente.

Sim, parece uma heresia dizer que são eles – em alguma medida – que estão atrapalhando nossa compreensão do digital, particularmente, para organizações tradicionais que desejam promover a Transformação (para o) Digital para se manterem competitivas no mercado.

Tais críticas se encaixam dentro de um longo e antigo debate da ciência entre qual é o melhor método para resolver problemas:

  • indutivo (dos fatos com os mesmos paradigmas);
  • e o dedutivo (da revisão dos paradigmas para os fatos).

Não defendo nem um nem outro, de forma dogmática, pois o uso de um ou de outro vai depender de cada problema.

  • Problemas comuns pedem indução;
  • Problemas Incomuns clamam por dedução.

Podemos dizer que um jovem que quer criar uma startup pode usar o método indutivo, com algumas ressalvas, pois basta copiar os líderes do mercado.

Os novos paradigmas, que estão embutidos dentro do Uber, do AirBnb, Mercado Livre, Youtube, vão aparecer no novo modelo, naturalmente, “paradigmas inside”.

O jovem empreendedor não tem um legado passado (principalmente psicológico) – vai apenas começar do zero com menos barreiras psicológicas.

O método indutivo, entretanto, tem sido um veneno para as grandes organizações tradicionais, pois está se tentando entender os dados sem rever os principais macro paradigmas da administração.

Macro Paradigmas – Darwin e Einstein nos ajudam nisso – são alterados por gênios – e não pensadores medianos, ou marqueteiros de plantão, ou equipes falsamente motivadas em uma sala de Design Thinking, fazendo brainstorm.

É preciso identificar qual é o gênio da vez que pode nos ajudar a entender o atual momento. E é na escolha do gênio, que se define Escolas de Pensamento e, por sua vez, de Futurismo.

Marshall McLuhan (1911-80) é, a nosso ver, o gênio que deve ser utilizado para a dedução, ao revisar os atuais macro paradigmas para entender o digital, pois eles nos diz, seguido depois por Pierre Lévy:

  • O sapiens cria a tecnologia e ela nos recria (McLuhan);
  • Mudou a mídia, mudou a sociedade (McLuhan);
  • Mudou a mídia, temos revoluções civilizacionais (Lévy).

Quando partimos para entender o digital sob este ponto de vista, as coisas ficam mais claras, ganhamos escala, termos de comparação, padrões e macrotendências mais consistentes.

  • Percebemos qual é o mosquito: a mídia;
  • O tamanho da mudança – de uma era civilizacional para outra;
  • E fatos comparativos de outras revoluções do passado para entender padrões, tais como macro mudanças administrativas, na forma de comando e controle, com a chegada de novos canais e linguagens – por causa do aumento demográfico (isso é a minha colaboração para a escola).

Escolas de Futurismo se distinguem, assim, dos gênios escolhidos.

Me diga o gênio que funda a tua escola e eu te direi da sua eficácia.

Organizações Tradicionais,portanto, precisam de Escolas de Futurismo com os gênios bem escolhidos – é isso que o mercado está precisando – urgente!

Minha sugestão tem sido – agradeço ao Gustavo o espaço para nossa narrativa no Resumocast – começar de McLuhan para poder ir adiante.

É isso, que dizes?

O tema de Futurismo é tratado aqui na nossa formação, de forma distinta, em dois módulos:

Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:



O que mais se ouve por aí são as seguinte expressões:

  • Você tem que ser mais racional;
  • Emoção x razão?

Vejamos a definição de razão:

Faculdade de raciocinar, apreender, compreender, ponderar, julgar; a inteligência.

Note que tudo é verbo, mas falamos em razão como se fosse substantivo – como uma pedra, um tijolo, uma porta.

Saímos de um ambiente centralizado e vertical, que solidificou o conceito de razão, de realidade como substantivo e não verbo.

E isso tem dificultado muito as pessoas para lidar com esse mundo mais mutante. É preciso tornar a razão mais líquida.

Do meu ponto de vista, não existe razão, existe raciocínio sobre as emoções, pois nós sempre estaremos gerenciando nossas emoções.

Refletir é tentar evitar que as emoções tomem conta das nossas decisões.

Racionalizar é negociar com as emoções para que nos ajudem e não atrapalhem diante dos nossos problemas.

Por isso, prefiro o termo refletir, pois a ideia da reflexão é de algo que está em processo.

Razão parece um lugar em que se chega e se estaciona o carro permanentemente. E isso não vai te ajudar neste novo mundo.

É isso, que dizes?

LIVE COMPLETA.

Vivemos hoje o fenômeno do surgimento do que podemos chamar de Futuro Incomum e Imprevisível:

  • Não foi previsto por quase ninguém;
  • E ainda não está claro os caminhos que virão pelos antigos ou novos estrategistas de plantão.

O Futuro Comum e Previsível, pré-digital, no qual havia determinada lógica e previsibilidade, ficou para trás.

Assistimos atônitos de que boa parte das premissas estratégicas não funcionam mais como já funcionaram antigamente. Os estrategistas de plantão afirmam em alto e bom som:

“Apertem os cintos, pois a caixa do quebra cabeças sumiu!”

Organizações sempre contaram com algum tipo de estrategista ou profissional de inteligência competitiva, que atuavam em cenários comuns ou de baixa modificação.

Eram profissionais muito ligados ao cotidiano do mercado e não têm conseguido ajudar nessa guinada.

Hoje, diante da mudança em curso, é preciso um outro tipo de profissional que são os futuristas, que precisam criar novas “tampas de quebra cabeça” em direção à competição.

Todos se perguntam:

  • O que está ocorrendo?
  • Qual foi o fenômeno indutor da instabilidade?
  • É um fenômeno totalmente novo ou recorrente?
  • Se é recorrente, com que momentos do passado podemos comparar?
  • E quais são as macrotendências para as quais as organizações precisam se preparar para o amanhã?

Futurista, assim, passou a ser um novo tipo de profissional, que será cada vez mais requisitado no mercado.

É e será cada vez mais aquele que desenha o mapa para que os estrategistas possam executar.

Futuristas precisam ter um pé na história para comparar fenômenos, na filosofia para compreender as mudanças dos paradigmas pertinentes e um raciocínio lógico bem estruturado para conseguir descartar o fogo da fumaça MIMIMI.

E será da qualidade deste futurista que se fará a diferença no “campeonato competitivo”.

A frase que expressa bem esse cenário é a seguinte:

Me diga quem é o seu futurista de plantão, ou a escola de futurismo que a sua organização abraçou, que te direi a chance que terá de competir neste futuro incerto.

É isso, que dizes?

Os temas Estratégia e Futurismo são tratados aqui na nossa formação, de forma distinta, em dois módulos:

Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:

Tenho defendido aqui a tese de que o mercado tradicional vive um momento de histeria diante das novidades do novo século.

As pessoas estão emocionalmente abaladas pela revolução que os clientes e concorrentes estão passando.

Há uma infantilização enorme nas decisões – o medo do desconhecido leva a isso.

Organizações, que sempre tiveram capacidade competitiva, deixam de focar no que importa (clientes e concorrentes).

Ao invés de se revolucionar, transformar, em direção ao cliente, preferem ir atrás da “cenoura” da inovação e tecnologia sem foco na competição.

É Transformação em direção aos clientes e novos concorrentes e não para novas tecnologias sem foco.

Volto a dizer.

Vivemos hoje não uma crise tecnológica, mas psicológica em larga escala.

Há uma histeria infantilizada generalizada.

Os sintomas da baixa taxa de competição já batem em vários setores, nos quais a uberização já chegou.

Há nítida perda de valor, falências, queda de receita, distanciamento da liderança do setor. Setor a setor isso vai se espalhar.

É preciso ir para o divã, antes de sair desenvolvendo aplicativo para todo o lado.

É isso, que dizes?

O tema Transformação para a Competição no Digital é tratado aqui na nossa formação, de forma distinta, em dois módulos.

Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:


Se espalhou a ideia de que agora com o digital todo mundo é gênio.

Todo mundo pode ser pop star.

Estar na tela no mundo analógico era para poucos. Agora, não mais.

Porém, as pessoas têm a fantasia de que é a mesma coisa.

A fase da celebridade de massa passou para a de nicho.

Você pode, dependendo do seu potencial e do mérito de saber clientelar (minha tradução de marketing) com ele.

Deve alinhar:

  • Potencial;
  • Consciência do mesmo sem sub ou supervalorização;
  • Foco em um problema de um nicho de clientes.

Você tem que ser um gênio para tirar o máximo de leite da sua pedra.

A genialidade (ou inteligência existencial) está não no potencial, mas naquilo que você consegue fazer com ele.

A uberização flexibiliza as relações trabalhistas.

É uma demanda da sociedade para mais agilidade diante da nova complexidade.

O que há é um aumento geral da taxa de autonomia empreendedora.

O Uberizado é muito mais empreendedor do que o antigo empregado da carteira assinada.

É o empregado 3.0, pois trabalha numa plataforma fechada, que exige do Uberizado baixa criatividade.

Diferente de uma plataforma de cursos, por exemplo, que é mais aberta e demanda mais criatividade do Uberizado.

Assim, o motorista do Uber tem uma taxa de empreendedorismo maior do que um empregado de carteira assinada.

Porém, em um ambiente de baixa criatividade.

É isso, que dizes?

Temos:

  1. Um fenômeno desestabilizador que provoca a alteração do cenário;
  2. O fenômeno gera sintomas atípicos, que denunciam a mudança do cenário e exigem ação.

É preciso, assim, tipificar o fenómeno para poder criar a metodologia de adaptação.

Temos um grande desafio neste novo século.

Crescemos demograficamente e agora cada pessoa precisa dar um upgrade psicológico para viver num mundo mais compatível com a atual complexidade.

Revoluções Midiáticas têm essa função: nivelar a complexidade demográfica com a nossa capacidade individual e coletiva para lidar com ela.

Há hoje um desnível da seguinte forma:

  • Pessoas precisam saber lidar com as abundâncias (de informação, de inovação, de transparência, de maturidade, de velocidade);
  • Profissionais precisam saber lidar com o fim da carteira assinada;
  • Empreendedores com um mercado voltado para o cliente dentro de plataformas uberizadas;
  • Estrategistas com um planejamento estratégico bimodal, com duas frentes: uma na gestão e outra na curadoria;
  • Futuristas/Transformadores ajudar a todos estes perfis a poder fazer este upgrade.

Agora em Julho começamos a versão 2.0 da Escola cada vez mais conscientes da nossa missão: ajudar pessoas nesse desafio, antes de tudo, psicológico.

Por isso, criamos zonas de desintoxicação para que os formandos recebam os conceitos e fiquem um longo tempo debatendo com outros formandos.

É isso, que dizes?

Os temas são tratados aqui na nossa formação:

Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:


Histeria: “Comportamento caracterizado por excessiva emotividade ou por um terror pânico”.

Muita gente diz que o mercado é infalível sempre.

Mais ou menos.

Há momentos em que a Histeria Coletiva toma conta.

Sugiro assistir dois filmes, que ilustram claramente estes momentos:

Nos dois momentos, o mercado agiu com uma criança, sem nexo, sem lógica, sem nenhum tipo de maturidade.

Quem tentou levar lógica foi rechaçado.

São momentos em o super certo se torna incerto e as pessoas não conseguem agir com uma maior taxa de lógica.

De certa forma, é o momento que estamos vivendo com a chamada Transformação Digital que demonstra claramente uma Histeria Coletiva.

As pessoas não conseguem pensar de forma um pouco mais madura diante de um fenômeno inusitado como esse.

As pessoas começam a olhar para todos os lados e menos para o cliente, que deve ser sempre a referência de competitividade.

Parece simples, mas não é.

  • Se fosse simples, a TV Globo já teria pensado em criar um projeto parecido com o do Youtube, mas não cria;
  • Empresas de varejo estariam migrando para algo parecido com o Mercado Livre, mas não migram.

O mercado criou dois mantras sem nenhum sentido:

  • É preciso inovar e sair da caixa” – sim para onde e que caixa é essa?;
  • É preciso investir em tecnologia digital” – mas qual exatamente? É só mudança tecnológica ou de comportamento?

Dizem os mais sábios que uma empresa começa a morrer quando o concorrente lança um produto ou serviço que o teu atual cliente adora e te abandona e você não consegue lançar algo parecido.

Aposto que este momento de Histeria Coletiva da Transformação Digital será estudada pelos administradores do futuro com grande interesse – quando uma número enorme de antigos líderes não conseguiram responder aos desafios do mercado.

É isso, que dizes?

O tema é tratado aqui na nossa formação, de forma distinta, em dois módulos.


Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:

Bimodais – Master 1 e 2 – módulo e participação no grupo até dezembro em até 10 vezes


 

PACOTE COMPLETO – PARCELADO EM 4 VEZES – R$ 1.200,00:



DUAS SALAS ATÉ DEZEMBRO + MÓDULOS DOS BIMODAIS v 2.0 – PARCELADO EM ATÉ 2 VEZES – R$ 440,00:

DUAS SALAS ATÉ DEZEMBRO – SEM ACESSO AOS NOVOS MÓDULOS – PARCELADO EM ATÉ 2 VEZES – R$ 240,00:


Em construção.

O papel do futurista é o de criar a tampa do quebra-cabeças e do estrategista de montá-lo.

O Futurista procura traçar as macro-tendências, tem um papel mais de pesquisador.

O estrategista é aquele que – com o mapa do futurista nas mãos – tem que bolar as estratégias para que a coisa funcione.

O problema que temos hoje no mercado é que as organizações estão no geral:

  • apostando a estratégia do futuro nos profissionais de tecnologia, que não têm o perfil adequado para traçar as tendências (costumam analisar as tecnologias e não o movimento dos clientes e concorrentes);
  • utilizam os antigos profissionais de inteligência competitiva, que foram formatados para lidar com um cliente e um concorrente em evolução incremental e não em revolução disruptiva.

Assim, o destino das organizações está sendo lançado para profissionais que não são capacitados para a tarefa.

Um estrategista para a Era Digital tem que escolher uma escola de futurismo, uma linha de raciocínio para balizar as suas ações.

E com elas poder trabalhar com uma clareza maior – reduzindo custos e aumentando a eficácia.

É isso, que dizes?

O tema é objeto de debate da Comunidade de Aprendizado e Desintoxicação Bimodal, no nível Master 4, no qual discutimos os dilemas dos Estrategistas diante do Digital.

Quer fazer parte?

Por aqui.

Podemos definir uma Revolução Midiática com a chegada de dois elementos:

  • Novos canais;
  • Nova Linguagem.

Vejamos:

  • A Oralidade trouxe novos canais e linguagem;
  • A Escrita trouxe novos canais e linguagem;
  • O Digital traz novos canais e linguagem.

A Escrita Impressa é uma Evolução da Escrita Manuscrita, pois introduz apenas um novo canal, mas não uma nova linguagem.

O novo canal permite a multiplicação da escrita, tornando-a popular o que até aquele momento não o era.

Não podemos chamar a chegada da Escrita Impressa como Revolução, mas foi uma Evolução com forte impacto, pois massificou algo que já existia.

Por isso, podemos chamar a Escrita Impressa, pela mesma lógica de hoje, de Escrita 2.0.

Quando analisamos a chegada do Rádio e da Televisão não podemos dizer que tivemos uma Revolução, pois temos novos canais, mas a mesma linguagem que já era utilizada antes: a oralidade.

Houve uma verticalização da oralidade.

Foi uma Evolução Midiática Centralizadora, como a Escrita Impressa foi uma Evolução Midiática Descentralizadora.

Para chamarmos de Revolução é preciso que tenhamos dois movimentos em paralelo o surgimento de novos canais e linguagem.

Quando surgem potencializam a capacidade do ser humano em sofisticar os ambientes de comunicação e depois da administração em direção à descentralização.

O interessante de observar sobre a Evolução Midiática Centralizadora, com toda a violência que causou no século passado, foi provocada pelo maior pico demográfico que tivemos.

A rapidez do crescimento gerou a demanda urgente pela Centralização geral, incluindo das mídias.

Só agora com a Revolução Midiática Digital (que tem novos canais e linguagem) podemos viver uma Revolução e fazer o devido ajuste entre complexidade demográfica e modelos comunicacional-organizacional compatível.

É isso, que dizes?

O tema é objeto de debate da Comunidade de Aprendizado e Desintoxicação Bimodal, no nível Master 5, o topo da formação, quando discutimos temas de ponta do Futurismo Competitivo.

Quer fazer parte?

Por aqui.

Estamos vivendo o fim de uma Era Midiática Demográfica Civilizacional.

Marcada por um longo período de mídia super concentrada.

A concentração de mídia tem como consequência a massificação, a verticalização, a redução da diversidade e, por causa disso, o aumento do pensamento de baixa reflexão e de baixa lógica.

Tomamos decisões de forma menos reflexiva e mais emocional.

A sociedade, por causa da falta de prática do pensamento próprio, perdeu a capacidade de refletir melhor e conseguir separar o joio (narrativas mais verdadeiras) do trigo (menos verdadeiras)

Os meios eletrônicos de massas nos viciaram em fontes escassas que confiávamos por falta de opção e, em função disso, deixamos de refletir sobre as narrativas.

Desaprendemos os preceitos da lógica de que para toda proposição é preciso ter uma premissa anterior e uma conclusão, seguida de novas premissas, proposições e conclusões.

Premissas precisam de fatos.

Hoje ninguém vê problema de um guru digital bem remunerado subir num palco e fazer diversas proposições sobre o futuro e não apresentar nenhuma premissa de por que ele faz aquele tipo de aposta.

É a típica lógica televisiva.

A pessoa é considerada autoridade não pela qualidade ou lógica do que diz, mas pela posição que ocupa em cima do palco.

Gurus valem muito mais pela capacidade de produzir emoção e motivação do que reflexão – é resultado da intoxicação midiática verticalizada que estamos vivendo e precisamos superar.

Quando leio livros sobre negócio de maneira geral, há uma unanimidade: a baixa capacidade lógica dos argumentos dos autores de não se preocupar em juntar fatos com argumentos, com premissas e conclusões encadeadas.

Um dos principais desafios das pessoas diante do digital é justamente a capacidade de aumentar a capacidade de raciocínio lógico para mais rapidamente perceber um discurso mais de um menos vazio e poder escolher melhor as fontes para agir de forma mais eficaz.

De saber quando um livro é MIMIMI ou tem algo ali que pode ajudar a refletir melhor sobre um determinado tema.

De alguém que pode fugir do que já os gregos chamava de sofistas que produziam sofismas:

“Argumento ou raciocínio concebido com o objetivo de produzir a ilusão da verdade, que, embora simule um acordo com as regras da lógica, apresenta, na realidade, uma estrutura interna inconsistente, incorreta e enganosa, de forma deliberada, ou não”.

É isso, que dizes?

O tema das demandas de mudança de cada pessoa diante do Digital é o tema central da Comunidade de Desintoxicação e Aprendizado da Escola Bimodal.

Quem sabe você não se anima?

https://www.bimodais.com.br/pro

Depoimento de um dos membros:

O maior desafio para um profissional nas próximas décadas será encarar o que significa não ter mais carteira assinada.

A carteira assinada será o símbolo de uma época que irá ficando para trás.

A carteira assinada será comparada a um tipo de “escravidão”, de infantilidade, na qual você recebia mesada em casa e passou a receber do lado de fora.

Provavelmente, uma boa parte dos trabalhos – não manuais e não presenciais – serão uberizados em médio prazo.

Toda revolução de mídia é motivada pelo aumento demográfico, que provoca uma demanda por autonomia.

E traz no bojo mudança nas relações trabalhistas na direção de mais controle para menos controle sobre os profissionais.

O profissional tem que ser uma microempresa, que terá que ter em si um conceituador de produtos e serviços, um comercial, um marqueteiro, um financeiro.

Estamos caminhando da menos autonomia para mais autonomia. Da empresa de horário e tijolo para as grandes plataformas.

Tal mudança tecnológica, nos leva a uma profunda crise psicológica.

Há uma crise profissional em cada pessoa na seguinte direção:

  • da sensação de ser intermediado e obedecer para uma de liberdade radical e rápida;
  • ter que desenvolver habilidades internas, para algumas que não vieram de berço.

Cada pessoa tem que aumentar a sua taxa de empreendedorismo para poder sobreviver e viver.

Hoje, a taxa de empreendedorismo interna de cada um, no Brasil, é muito baixa, pois as pessoas foram educadas e formatadas para transferir para seu chefe, gerente, dono da empresa a responsabilidade de se manter competitivo.

Há uma demanda enorme pelo desmame da carteira assinada, um momento delicado, que tem levado muita gente a sofrimento, pois falta orientação.

Os dois módulos Digital para Pessoas e Digital para Profissionais, que estamos criando visa justamente criar um espaço, primeiro de apresentação do problema a ser enfrentado e depois de um grupo de apoio, consolidação, manutenção e criação de saídas para lidar com estes desafios.

Quer saber mais?

Acesse aqui.

Veja o depoimento de um dos nosso formandos:

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA AQUI:

Todo mundo fala de inovação, de internet das coisas e de Inteligência Artificial nos Congressos Digitais da Cracolândia, onde se vende muita emoção sem nenhuma reflexão.

Todo mundo sai doidão dos eventos digitais, mas não se sai do lugar do ponto de vista competitivo.

Organizações Tradicionais se acostumaram a fazer estratégias competitivas para ambientes estáveis, clientes e concorrentes conhecidos – um futuro certo.

Era só ir para Campos do Jordão, regado a queijos e vinhos, e repetir o planejamento do ano passado – e o resto era festa.

Era o método piloto automático do planejamento estratégico – e funcionava.

Hoje, o mercado mudou.

O cliente e os concorrentes digitais estão promovendo uma revolução evidente, mas as organizações, paralisada, estão olhando para o dedo que aponta para a lua e não para a dita cuja.

O cliente na revolução de comportamento e as organizações tradicionais insistindo na evolução tecnológica.

Fala-se de tudo no MIMIMI do que precisa ser feito, menos da métrica da competição.

Competir – desde que criamos as primeiras organizações no mundo significa estar na frente dos concorrentes para ter clientes.

Os novos clientes digitais não são compreendidos e aposta-se tudo nos clientes mais reacionários às mudanças.

Esqueceram as bases da competição: não perder nunca de vista os clientes, principalmente os novos.

A conta da perda de valor não para de chegar no mercado.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
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Veja o depoimento dos nossos formandos:

Empresas se acostumaram com a cabeça de meta diária, mensal e, no máximo, anual.

É preciso bater meta sempre – isso é a alma de qualquer negócio – porém quem faz a meta acontecer, nunca esqueça isso, é o cliente.

E se os clientes, principalmente os mais jovens, estão migrando para outros concorrentes com outros modelos de organização e de negócios, minha meta de curto prazo começa a ser prejudicada.

Minha cabeça de meta de curto prazo, ao invés de ajudar, começa a me causar problema.

Eu preciso mudar a forma de pensar – arranjar um jeito de ir para onde o cliente quer ir, alterar meus paradigmas, minha entrega para poder voltar a pensar em metas de curto prazo.

O problema da chamada Transformação Digital é de que não se olha nunca para onde o cliente está caminhando, apenas para a tecnologia, a partir do interesse das grandes empresas de consultoria.

Anote: o cliente está em Revolução de Comportamento e as organizações querem fazer Evolução Tecnológica.

Isso é suicídio!

Acorda!

O cliente está, aos poucos, se uberizando.

Gostando cada vez mais da personalização, via aplicativos, com estrelinhas, com fornecedores uberizados (sem carteira assinada) empenhados 24 horas por dia a tratá-lo como um rei.

A Uberização, entretanto, exige novo modelo organizacional, a saber:

  • Sem gerentes;
  • Sem carteira assinada;
  • Sem controle de qualidade centralizado.

O salto do modelo atual da Gestão Analógica para a Curadoria (uberização) exige que a organização entre em processo de Revolução de Comportamento, igual ao cliente, com mudanças psicológicas, de processo, de modelo.

Mas a cabeça da Meta de Curto Prazo não está preparada para isso.

E é isso que é extremamente tóxico para uma organização: quando ela perde a capacidade de oferecer ao cliente aquilo que os concorrentes estão fazendo. Ou pior: acha que não deve e não precisa fazer.

É o principio do fim.

O desafio hoje é adotar modelos de capacitação que permitam abandonar a Mente de Curto Prazo para pensar de forma mais ampla, entender a Uberização com o principal desafio.

É Transformação para o Digital com foco na Uberização, que é o esforço que os Bimodais – Escola de Futurismo está tentando fazer.

É isso, que dizes?

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Veja o depoimento dos nossos formandos:


Nossos tempos serão conhecidos no futuro pela época que todo mundo falou muita besteira e mais um tanto acreditou piamente.

Arrisco a dizer que 97% dos livros de negócios publicados nos dias de hoje servirão apenas para comediantes de stand-up e nada mais.

Um conceito que será piada corrente é o tal da “Economia Compartilhada”.

É mais ou menos dizer que a água está molhada.

Compartilhar vem de partilhar algo com alguém – ter um uso comum de algo.

O Sapiens desde que resolveu desde ser Sapiens precisou compartilhar algo para sobreviver.

Compartilhar é vendo o que tenho e compro o que não tenho por um determinado valor – que pode até ser de graça, voluntário.

A economia, na verdade, é o estudo de como partilhamos momentos de escassez e abundância individuais e coletivos.

Afirmar que temos uma Economia Compartilhada é o mesmo que dizer que temos uma Engenharia Calculada ou uma Arquitetura Projetada.

É daqueles conceitos inventados por um marqueteiro para vender palestras, livros, cursos, mas não quer dizer nada.

Ou melhor, quer dizer tudo.

Tudo se encaixa – tal como sociedade do conhecimento, da informação ou transformação digital.

Muda conforme cada pessoa, pois é aberto e impreciso demais.

Vejamos o AirBnb – um dos exemplos principais do que podemos considerar da tal “Economia Compartilhada“.

Vejamos a frase:

“Eu tenho apartamento e passo a alugar para completos desconhecidos”.

O que é novo na frase acima?

  • Antigo: Eu tenho um apartamento e passo a alugar “.
  • Novo: “para completos desconhecidos“.

Compartilhar apartamentos sempre foi algo possível e praticado.

As pessoas precisavam, apenas, conhecer quem ia na casa delas para evitar problemas. E por isso surgiram os corretores para que isso pudesse ser feito sem grandes traumas.

A novidade, portanto, para separa o novo do antigo não é o compartilhamento em si, mas a FORMA COMO COMPARTILHAMOS.

Compartilhamento é algo estrutural da espécie – da mesma maneira que conhecimento, informação. É um substantivo, assim, como conhecimento e informação ou rede.

Compartilhamento, conhecimento, informação ou rede sempre estiveram presentes na sociedade a espera de adjetivos para os contextos: na oralidade, na era escrita, no digital.

Hoje, inventamos Plataformas Digitais que permitem o que podemos chamar de Confiança 3.0, baseada em estrelas e afins (Linguagem dos Rastros).

É esse novo aparato tecnocultural que permite a novidade na frase acima: “para completos desconhecidos”.

Um conceito adequado para separar os dois momentos seria:

  • Compartilhamento Analógico – na qual só é possível compartilhar com conhecidos, ou indicados de conhecidos, ou via intermediadores (corretores), através da Linguagem Oral e Escrita;
  • Compartilhamento Digital – na qual é possível também compartilhar com DESCONHECIDOS, ou ex-desconhecidos, ou conhecidos digitais, diretamente, pois passam a ter a reputação aberta e disponibilizada nas Plataformas, através do armazenamento do seu histórico.

É, portanto, a criação da Linguagem dos Rastros, empacotada em Plataformas Digitais, o ponto de bifurcação do compartilhamento analógico para o digital.

É ela, que nos permite fazer negócios e trocas com pessoas desconhecidas, que agora têm referência na Internet.

Não vivemos, assim, um momento zodiacal no qual a humanidade passou a ser mais “boazinha“, ou “ter mais fé no semelhante“, mas há explosão do compartilhamento horizontal, pois temos a chegada de nova mídia (canais e linguagem) que permite negócios entre ex-desconhecidos.

O mesmos se deu com a escrita manuscrita, no passado, que inaugurou a fase dos contratos comerciais, tanto para os negócios mais próximos como os mais distantes – que tornou possível, por exemplo, os grandes impérios.

É, portanto, a Economia Digital, sem MIMIMI de Economia Compartilhada, que permite que pessoas consigam fazer negócios digitalmente com muita mais gente, de forma independente e horizontal.

É a Economia Digital e não a Compartilhada, que permite que eu comece a pensar em colocar meus produtos e serviços nas Plataformas para fazer negócios com ex-desconhecidos.

É isso.

Que dizes?

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Muito se fala em foco no cliente.

E cria-se a ideia que vai se aumentar o diálogo com os clientes digitais, cada vez mais maduros e, por causa disso, exigentes.

Se o diálogo organizações tradicionais-clientes fosse um campeonato de salto de vara poderíamos dizer que o sarrafo subiu de 2 para 5 metros.

O desafio do pulo no novo patamar só é compreendido dentro do contexto de uma Revolução Midiática – fenômeno social recorrente.

É preciso entender que uma revolução desse tipo permite a renovação de duas camadas da comunicação, que sempre existiram e mudam muito de vez em quando: novos canais e nova linguagem de comunicação.

Vejamos:

A Gestão – atual modelo organizacional-administrativo é baseada nos canais e linguagem oral e escrito. Tal modelo tem limitação de se comunicar com qualidade quando você aumenta a escala.

Quanto mais clientes uma empresa tradicional analógica (oral e escrita) passa a ter, menos ela pode atender as demandas específicas. É preciso verticalizar, massificar, padronizar para que o “diálogo” se estabeleça.

Não é uma questão de opção, mas de imposição da quantidade.

Tal modelo de comunicação com a clientela baseada na oralidade e escrita exige a intermediação de um gestor, gerente, intermediador, atendente de call center para que se possa receber as mensagens – decupar e decidir.

E isso tem um custo organizacional cada vez maior e por mais que se gaste os clientes estão cada vez mais insatisfeitos.

Até a chegada da Curadoria Digital – também chamada Uberização – havia um modelo de diálogo organizações-cliente que era homogênea no mercado. Era a baixa qualidade aceita por não ter opção.

Assim, organizações tradicionais “conversavam” com o cliente de uma mesma maneira, através de call centers cada vez menos personalizados.

Era assim e ponto.

E o diálogo não era feito para a negociação, mas apenas para a informação e registro de reclamações, que se perdem no tempo, nada mais.

Como o aumento populacional cada vez mais geométrico, foi-se chegando ao limite do modelo da Gestão – comunicação e administração oral e escrita.

(O Sapiens, não sei se você sabe, é espécie aberta e por causa das tecnologias têm alterado os modelos de comunicação e administração ao longo do tempo.)

Assim, a comunicação organização-cliente que foi se degradando lentamente, de forma harmônica entre todos os concorrentes no mesmo mercado.

O Digital trouxe para a sociedade a Curadoria Digital – novo modelo organizacional-administrativo disruptivo e muito mais sofisticado, pois permite redução radical do custo da comunicação cliente-organização, através das estrelinhas e afins (linguagem dos rastros).

Os novos canais e novas linguagens permitem que o cliente possa decidir de forma direta, sem intermediadores, reduzindo tremendamente o custo e aumentando radicalmente a qualidade.

Na Uberização, milhares ou milhões de fornecedores passam a ser responsáveis pela qualidade e oferecimento dos produtos e serviços, que são avaliados pelas estrelinhas.

É esse novo modelo que permite a redução radical do custo da comunicação, aumentando, na mesma proporção, a qualidade na quantidade.

Tal modelo explicitou não só quanto era precária a qualidade da comunicação das organizações tradicionais com o cliente, mas também ofereceu a alternativa.

Organizações Uberizadas são exponenciais justamente por usarem novos canais e linguagens, mais sofisticadas, que conseguem a comunicação com os clientes de forma mais barata e mais qualidade (agilidade e personalização).

Não há o que uma organização tradicional possa fazer, a não ser migrar uma parte ou todo o seu modelo para esse novo ambiente comunicacional.

E é por causa disso, entre outras coisas, que aonde a uberização chega, as organizações adeptas se tornam líderes. O segredo está justamente na possibilidade do cliente se sentir mais respeitado.

O que podemos dizer é: é impossível conversar com os clientes digitais no modelo tradicional. O impasse é civilizacional.

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O diagnóstico aqui é claro: Revolução Midiática Civilizacional, motivada pelo aumento demográfico, que tem como megatendência aumentar o poder de decisão das pontas (cliente/cidadão, fornecedor).

Uma nova mídia mais descentralizada, que se massifica tem duas camadas e consequências distintas:

  • Novos canais – que nos tiram da escassez e nos jogam para o cenário da abundância da informação, aumentando a taxa de inovação, da competitividade, do amadurecimento dos clientes/cidadão;
  • Nova Linguagem – que nos permite criar a Curadoria Digital, novo modelo organizacional mais descentralizado – apelidado de Uberização.

Há, assim, uma obrigatória mudança na forma de comando e controle, pois a que praticávamos antes (a Gestão Analógica) ficou obsoleta diante da complexidade demográfica atual.

Novos concorrentes foram mais espertos e saíram na frente, apresentando novas alternativas muito atrativas para os clientes – principalmente os mais jovens, que vão dominar o futuro (quer você queira ou não),

É preciso fazer o ajuste na forma de administrar, fornecendo mais poder às pontas, mais flexibilidade (local e hora), mais personalização, menor custo, mais agilidade.

Resolver o grande impasse civilizacional pré-digital: garantir qualidade para grandes quantidades.

Assim, as organizações tradicionais, que estão vivendo a maior mudança organizacional da história do sapiens, fazem de tudo para tapar o sol com tecnologias.

Apostam que basta colocar uma “nova impressora” que se está fazendo transformação digital, não alterando de forma disruptiva a forma de comando e controle antiga.

Estão preocupadas em agradar aos gurus digitais, às grandes empresas de consultoria de gestão, aos poderosos gerentes de TI e não os clientes, que, ao final de tudo, garantem o leitinho das crianças.

Não, não podemos dizer que no futuro só teremos empresas uberizadas, isso seria uma aposta muito alta.

Porém, podemos afirmar – e isso já é fato hoje – que todas as empresas líderes de mercado já são uberizadas, pois conseguem ser exponenciais (resolver o principal impasse do sapiens: garantir qualidade na quantidade).

E quem não rumar para este ambiente administrativo mais sofisticado vai perder valor, aceitará a posição de vagão e não de locomotiva.

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A ideia não faz nenhum sentido.

A expressão sair da caixa é sinônimo de “seja mais criativo”, “seja mais inovador”, “pense de forma diferente”.

Porém, a metáfora é péssima, pois sugere que a pessoa tem que ir para um outro lugar fora da forma como pensa.

É algo bem incentivado das “palestras motivacionais” que lembram uma “cracolândia organizacional”, na qual se toma “drogas” para todo mundo fingir que está mudando e ficar na mesma.

A melhor metáfora é “olhe para a sua caixa”, “reflita sobre a sua caixa”, passe a “ter consciência de sua caixa”, “assuma que você tem uma caixa”.

O que seria a caixa?

A caixa é sinônimo de percepção.

Entre nós e a realidade cada pessoa, individualmente, tem uma percepção que a ajuda a distinguir o falso do verdadeiro o certo do errado.

  • A distinção do falso de verdadeiro é a nossa capacidade de atuar na realidade, em busca de decisões objetivas melhores;
  • A distinção do certo e do errado é a nossa capacidade de atuar na felicidade, em busca de decisões subjetivas melhores.

Uma pessoa que decide de forma mais reflexiva é aquela que é capaz de “muscular” a sua percepção, olhando para a sua “caixa”.

O grande desafio que cada pessoa tem nesse mundo mais aberto, inovador, transparente, criativo é a capacidade de aumentar a sua taxa de percepção da realidade.

É sair da visão da saída da caixa para a consciência de escolha de melhor caixa, que a faça tomar melhores decisões em direção a sua felicidade.

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Se existe algo que está em decadência é a cabeça do salário fixo no final do mês.

Coloque duas pessoas uma do lado da outra:

  • uma que recebe salário;
  • e outra que trabalha em uma Plataforma Digita, tipo um motorista do Uber, ou vendedor do Mercado Livre.

Você verá duas dinâmicas completamente diferentes.

Uma pessoa com salário fixo não tem em geral o problema da meta na cabeça dela.

(Fato que há muitas empresas que já operam com variáveis e pressão das metas, mesmo que não seja plataformas.)

O ritmo é lento, vagaroso, pois independente do que ela fará hoje, no final do mês o salário está garantido.

Um empreendedor digital, por outro lado, tem que bater metas todos os dias, todos os meses.

É uma pessoa que tem pressa, quer objetividade e velocidade.

O problema é – segundo as pesquisas – que cada vez mais há gente trabalhando para as Plataformas e cada vez menos nos prédios de tijolo, com salário fixo.

Arrisco a dizer que da mesma maneira que a prensa em 1450 foi a principal responsável pelo fim da escravidão séculos depois.

A Internet inicia o fim da carteira assinada como conhecemos hoje em dia.

O mundo pede outro tipo de velocidade, de inovação, de postura diante dos problemas.

E esse tipo de profissional contemporâneo tem que lidar com três desafios:

  • O conceito – aquilo que faz sentido tentar vender;
  • A entrega – aquilo que é possível entregar ao cliente, a partir deste conceito;
  • E a meta – o retorno objetivo, em forma de dinheiro, do que foi possível para se refazer todo o ciclo.

É preciso deixar a cabeça de salário fixo para adotar uma outra do empreendedor permanente.

É uma guinada e tanto.

É isso, que dizes?

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Veja o depoimento dos nossos formandos:


A pergunta mais comum entre os formandos da escola é sempre essa. A pessoa entende o tamanho da mudança do mundo e me pergunta:

“Tá Nepô, entendi, mas como eu mudo o meu chefe?”

Na verdade, existe um transtorno emocional no mundo atual no qual as pessoas, de maneira geral, se vêem como uma peça de uma engrenagem maior.

(Isso faz parte do fim da Era Analógica.)

A empresa em que os formandos da escola trabalham é uma espécie de universo único – como se não houvessem outros.

Se o universo único em que vivo não vai mudar o que posso fazer?

As pessoas – e este é um desafio do novo século – não se veem como um universo próprio, independente da organização em que trabalham – fica difícil se preparar para o novo ambiente.

Assim, o primeiro passo que procuro despertar é a capacidade de cada formando em entender a sua própria percepção e felicidade, de forma separada de onde trabalha.

O chefe que precisa mudar, assim, é o de dentro dela mesma.

O que a pessoa está me falando, na verdade, é:

“Como eu mudo este chefe que eu tenho dentro de mim, que determina a minha vida diante de tais mudanças? Como convenço a mim mesmo. Aonde arranjo coragem para enfrentar tais desafios?”

A tendência é, diante da dificuldade, voltar para o estágio anterior, transformando o conhecimento adquirido em “série do Netflix“.

Um curso vira uma série, que você assiste na tevê e vai adiante sem nenhuma mudança à procura de outra.

Viver neste novo mundo digital exige de cada pessoa cada vez mais autonomia.

E o ideal é desenvolver enquanto tem salário, pois em breve a sua organização pode fechar ou te mandar embora.

A pessoa tem que assumir ela mesma uma bimodalidade: um pé dentro e outro fora.

São poucas as organizações tradicionais que vão sobreviver. E a pessoa tem que ir se preparando para viver de forma independente nesse mundo digital.

Quanto mais cedo iniciar a jornada, mais competitividade terá no mercado. E se a organização em que ela trabalha topar algo mais consistente, não perde nada se preparando internamente.

E aí respondo:

Teu chefe começará a mudar quando você mudar o teu chefe, dentro de você.

Que dizes?

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O livro de Klaus Schwab “Quarta Revolução Industrial” repete bem algo parecido com a situação do clima.

Há organismo analógicos, do século passado, que foram criados para “ajudar ao mundo a ir para o caminho do bem”.

São o que podemos chamar de coletivistas, aqueles que acreditam que a humanidade tem destino comum.

Diferente dos individualistas (filosoficamente falando) que acreditam que não há um destino comum, apenas interações para que cada um e todos vivam da melhor forma possível.

No livro, Schwab em vários trechos alerta para os riscos que existem nas mudanças que estamos passando para a Revolução Digital, para que tenhamos uma “narrativa coerente, positiva e comum” pg.17.

Quando se fala que é preciso ter algo coerente e comum, imagina-se que alguém, uma pessoa, uma organização, uma instituição cuidará para que isso seja possível.

Ou seja, um centro vai regular, administrar, controlar o que está acontecendo para que “não saia do trilho”.

O que ocorre sempre com novas tecnologias é este receio do uso para fins considerados negativos.

Porém, a civilização já demonstrou que para cada nova tecnologia, há um processo de incorporação civilizacional, no qual se estabelece as éticas individuais e coletivas diante delas.

E as leis que vão se espalhando pelas quatro regiões do globo.

A ideia de um centro controlador soa cada vez mais anacrônico e analógico. Organismo Internacionais, aliás, fazem parte de uma intermediação que tende a ser cada vez mais questionada.

O livro de Schwab tem um viés bem político, em defesa da organização Fórum Econômico Mundial que ele é um fundador.

É isso, que dizes?

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