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O Blog tem mais de 10 anos de conteúdo.

As categorias principais são divididas por Ciências, que compõem o arsenal conceitual para entender e agir melhor diante da Era Digital.

Diria que o carro-chefe das pesquisas para conseguir resolver o nosso Problema-Matriz é o Futurismo.

Sem a construção de um Mapa de Cenários Prováveis que sejam eficaz todo o esforço para entender e agir diante do Digital terá menos possibilidade de êxito.

O Futurismo se desdobra em Ciências Emergentes e Revisitadas, a saber:

Em quase todos os textos os Conceitos Estruturantes aparecem em Negrito com links para a página principal de referência de cada Ciência, que conta ao final com o Glossário dos Conceitos Estruturantes.

Há artigos que são escritos sobre determinada Ciência em particular que entram como “Artigos sobre Antropologia Cognitiva“, por exemplo.

O esforço de organização e método se justifica por fazer contraponto ao mercado, que tende a conceitos sem definição clara, articulação entre eles, dificultando não só a análise, mas a compreensão do que os autores realmente pensam e sugerem.

Quanto mais claras e organizadas estiverem as ideias e conceitos, mais fica fácil de entender, criticar e se utilizar delas.

A proposta aqui é a criação de um Blog Científico, preocupado com método para ajudar a organizar na melhor forma de pensar e agir sobre a Era Digital.

Qualquer dúvida, estou por aqui: 21-99608-6422

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

Platão, Aristóteles e Rodrigo Maia

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, March 26, 2019


DIGITAL NA POLÍTICA – VENHA FAZER O CURSO!

https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1178554614-modulo-online-digital-na-politica-by-nep-_JM?quantity=1

Vivemos hoje uma Revolução Midiática Civilizacional, com três frentes de mudanças estruturais:

  • Digitalização dos Canais de Trocas Comerciais e não comerciais;
  • Horizontalização dos Canais de Comunicação e Informação;
  • E a chegada da nova Linguagem Midiática dos Rastros, que permite a Uberização.

Em função das mudanças acima, passamos a ter forte questionamento do antigo status quo que chegou a alta Taxa de Verticalização – resultado de dois fatores: aumento da complexidade demográfica e muito tempo para que surgissem mídias que permitissem a descentralização das decisões.

Tivemos, com o tempo, a criação de uma espécie de Clube das Organizações Tradicionais, que dominavam mercados, concorrentes e estabelecia a regra do rabo balançando o cachorro.

Os consumidores tinham pouca voz.

A Revolução Midiática Civilizacional, com as três frentes encadeadas, nos permitiu sair da escassez para a abundância em diversos aspectos: transparência, inovação, cooperação, concorrência, amadurecimento.

Hoje, se procura restabelecer um reequilíbrio entre organizações e clientes – se exige empresas mais voltada para o consumidor e menos para os seus próprios interesses.

O ambiente pós Revolução Midiática exige nova postura e é por isso, que se fala tanto em foco no consumidor, missão, valor.

Há forte demanda por Organizações Conceituais – aquelas que comercializam algo para disseminar um conceito e não topam qualquer conceito para comercializar algo.

Há passagem, assim, relevante da procura de resultados de curto prazo para os de médio e longo prazo – por um objetivo maior – que podemos chamar de legado.

Isso implica também a demanda por investidores que sejam também conceituais, que queira investir também em legado, além do resultado financeiro.

No livro, “Gestão do Amanhã” Salibi e Magaldi falam da “Ditadura do Quarter”, que obriga as atuais organizações a pensar apenas no curto prazo, diferente da Amazon que tem reinvestido lucros pesadamente no longo.

E isso, segundo eles, eu concordo 100%, é um dos fatores que faz com que organizações estejam tão fechadas para o futuro.

Quando se pensa só no curto prazo, nas metas do mês seguinte, não se pensa estratégia. Quem quer tudo, rápido, pode não ter mais nada amanhã.

É um conflito entre a Mentalidade Conjuntural (ganhos para o final do mês, apenas material) da Estrutural (ganhos para o final da década,, incluindo propósito).

A sacada é , a meu ver, um dos pontos altos do livro de Salibi e Magaldi.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Bimodal?

Me mande um zap: 21-99608-6422

Conheça nosso Programa de Formação de Futuristas Bimodais.

Veja aqui o depoimento completo dos nossos formandos!

RESSALVA


Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

Muito se fala hoje da passagem da mentalidade linear para uma mais complexa. Aquela que permitiria ao sapiens viver nesse novo século.

Existe muito MIMIMI sobre isso e a realidade.

Só é possível chegar na realidade se formos ao passado, no qual o ser humano se adapta, se adapta para manter a sua essência.

Se focarmos na essência, não perdemos o rumo.

O ser humano tem na sua essência o desejo de crescer demograficamente – e fazemos isso desde que o sapiens é sapiens.

Não é à toa o salto de um para sete bilhões nos últimos 200 anos.

Assim, quando falamos em demanda de nova mentalidade para lidar com complexidade, desde o tempo do nosso tatatataravô há necessidade de ajuste do sapiens sempre de ambiente social com menos para mais gente.

Esse é o ponto principal.

Aumenta o volume de dados a ser processado sobre cada pessoa.

Porém, por causa disso e além disso, somos obrigados a criar mídias mais sofisticadas para que possamos lidar melhor com a complexidade e estas nos permite modificar o ambiente administrativo.

Assim, precisamos de mentalidade que se adapte:

  • do ambiente com menos para mais dados;
  • da mídia mais sofisticada que permita lidar com mais dados;
  • e do modelo administrativo, que aumenta o poder de decisão das pontas, que permita lidar com mais dados.

Hoje, com a chegada da Era Digital vivemos justamente a passagem:

  • Do analógico (Canais mais Verticais e Linguagem Midiática Oral e Escrita) para o Digital (Canais mais Horizontais e Linguagem Midiática dos Rastros);
  • Da Gestão (DNA administrativo atual) para a Curadoria (emergente);

A Curadoria – também conhecida como Uberização – inaugura nova Era Midiática Civilizatória, na qual o DNA Mamífero que sempre utilizamos até aqui está dando lugar para um DNA dos Insetos.

A saber:

  • Mamíferos se utilizam de sons e, por causa, disso necessitam de líderes-alfas (intermediadores mais presentes);
  • Insetos se utilizam de rastros e, por causa disso, não necessitam mais de líderes-alfas, através da Liderança Contextual – você comanda por causa do contexto.

A maior dificuldade que temos hoje não é abandonar nossa cabeça linear, mas a Mentalidade Mamífera e passar ao modelos dos insetos.

Tivemos com sete bilhões de sapiens adotar o modelo de comunicação e administração dos insetos para continuarmos humanos.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

A principal diferença entre o livro “Gestão do Amanhã” e a visão Bimodal está no seguinte dilema: vivemos hoje uma Revolução Midiática ou Industrial?

Salibi e Magaldi defendem a tese da Revolução Industrial com amplo impacto na sociedade. E, por causa desse diagnóstico, temos prognósticos e sugestões de adaptações específicos: foco no cliente é um deles.

Muitos podem considerar que o diagnóstico é o mesmo e é meio “frescura” se for um ou outro.

Porém, quando defendemos a tese da Revolução Midiática Civilizacional, com a chegada de novas mídias (canais e linguagem) conseguimos perceber diversos movimentos, tais como:

  • a passagem da escassez da informação, da inovação, da transparência, da concorrência para a abundância, que altera profundamente a forma de relação cidadão/consumidor com as organizações;
  • E principalmente a chegada da Linguagem dos Rastros, DNA administrativo da Curadoria, que permite a chegada dos Ubers.

A Curadoria é novo modelo de comando e controle e provoca o aumento explosivo da Taxa de Superação Emocional, dificultando em muito pensar e agir dessa nova maneira.

É outra filosofia administrativa e da forma de se pensar qualidade de serviços e produtos.

Concordamos com Salibi e Magaldi que é preciso criar áreas separadas para que as organizações possam competir nesse novo mundo e experimentar o novo sem intoxicação.

Nós chamamos Modal 1 e 2 e eles Motor 1 e 2.

Porém, eles não são precisos do que exatamente deve ser feito nestas áreas separadas e nós sugerimos que se entenda e pratique a Curadoria, principalmente por ser algo tão culturalmente distante do que se está acostumado.

A Revolução nos processos industrias, assim, é a parte – que de fato ocorre – mas não o todo.

Volto a dizer o livro de Salibi e Magaldi permite bons insights, mas não é um bom guia para a Transformação Digital.

É um Futurismo ainda não tão científico como gostaríamos, podemos dizer, mas mais superior aos outros Futurismos que andam por aí pelo mercado.

Avançando na leitura ainda mantenho a nota sete, mas com a ressalva da falta de preocupação científica da abordagem.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.


Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

Vejamos o cenário:

  • Antes da Era Digital, vivíamos um mercado controlado, concorrentes conhecidos e um futuro comum;
  • Depois da Era Digital, vivemos em um mercado descontrolado, concorrentes desconhecidos e um futuro incomum.

O mercado se acostumou a fazer upgrades administrativos rotineiros seguindo a seguinte rotina: não importava muito se havia lógica no que as grandes consultorias administrativas ofereciam, o serviço era contratado para não ficar atrás dos concorrentes.

Se o concorrente adotou, vou reduzir o risco e entrar na onda também.

Neste ambiente controlado, de concorrentes conhecidos, o marketing dos upgrades administrativos foi ganhando lugar da lógica.

O que importava não é era a mudança administrativa com lógica, mas que influenciava o mercado para a compra.

Ao final de tudo, como era um clube fechado de concorrentes, ninguém saía perdendo. Funcionava para as empresas, mas nem sempre para os consumidores.

Grandes consultorias administrativas, assim, foram, ao longo do tempo, se especializando muito mais em marketing do que na administração científica, pois se o cliente quer comprar fumaça por que investir no fogo?

Vejamos o desenho:

DESEJO DE COMPRA < SERVIÇO OFERECIDO

ao invés de

LÓGICA ADMINISTRATIVA < SERVIÇO OFERECIDO

A brincadeira no clube durou até a chegada da Era Digital, na qual apareceu no horizonte a “caravela” dos concorrentes digitais desconhecidos, que começam a jogar outro jogo.

Se aproximam dos clientes com nova lógica, mais afinados com os novos paradigmas digitais, criando sério problema para o chamado “mercado do upgrade administrativo” (tanto fornecedores como consumidores), que está intoxicado de marketing e não de lógica.

O Marketismo Administrativo é visível não só nas palestras, seminários e também na literatura de negócios, que é muito mais uma junção de palavras modernosas do que uma tentativa de entender os novos fenômenos.

O que funcionou durante décadas, entretanto, não funcionará daqui por diante.

Há necessário choque de lógica, de narrativas mais cuidadosas e por que não dizer de Cientificismo sobre o Futuro Incomum e o que fazer diante dele.

O mercado está carente de lógica – há muita fumaça e pouco fogo. E é esta fumaça tóxica que vai matar muita gente.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:


Vivemos hoje numa ilha de falta de clareza cercada de explicações marqueteiras por todos os lados.

Um destes conceitos mal arrumados é essa tal de Economia Compartilhada.

compartir com, partilhar com.

Note que desde que o sapiens é sapiens sempre tivemos necessidade de partilhar problemas, produtos, serviços.

Um corta a madeira e outro arruma a lareira.

Quando falamos em economia já estamos falando em compartilhamento.

Assim, o que podemos tentar detalhar é que tipo de compartilhamento temos a cada momento, em cada região, país, pessoa.

É preciso adjetivar o compartilhamento.

Hoje, vivemos a chegada de uma nova Era Midiática, na qual houve a chegada de novos Canais e Linguagens Midiáticas, que permite sair de uma escassez do compartilhamento para uma abundância.

O que estamos vivendo é o Compartilhamento Digital, que se sobrepõe ao Analógico.

Isso se deve a uma demanda humana – que sempre existiu – de compartilhar o máximo que for possível para viver melhor, mas que esbarrava nos limites midiáticos.

O que temos é uma mudança das mídias, que alterou o viés da escassez da cooperação para o da abundância.

Classificar a atual economia de compartilhada é não compreender o papel das mídias na sociedade e criar uma falsa ideia de que uma organização se quiser ampliar o compartilhamento basta força de vontade.

É isso, que dizes?

Esta frase foi uma das melhores de Luciano Pires, na entrevista que fiz com ele este mês.

O assunto volta, pois é bem comum que haja debate intenso sobre que tipo de concessão você fará no seu projeto, seja ele qual for, para conquistar clientes.

Quando Luciano fala em Meiostream traz à baila conceito de teto de ganho, pois a medição do sucesso do projeto não é mais medida – como é o padrão no mainstream – pelos números financeiros apenas, mas também pelo critério da Felicidade Estrutural do fornecedor.

Quando Luciano diz que fulano não é cliente dele, está afirmando que dentro dos Conceitos Estruturantes do Negócio dele, da aposta que faz no mercado futuro, aquilo é importante para o cliente, digamos mais consciente dos valores que ele apresenta – e para ele.

Na verdade, está se falando de uma troca de valores subjetivos que estão acima dos valores objetivos.

Podemos dizer várias coisas sobre isso.

1 – o cliente nem sempre tem razão, pois há emoções que jogam contra, tais como receio, medo, teimosia, arrogância;

2- há diferentes tipos de perfis de clientes para diferentes tipos de perfis de fornecedor, que têm que se encontrar;

3 – hoje, há uma valorização maior da autenticidade, num mercado que sai de um certo padrão, pasteurização, o que é algo que tem valor.

Assim, o conceito “você não é meu cliente” é uma mensagem que está muito inserida neste novo ambiente de nichos, de cauda longa, na qual a Taxa de Diversidade está aumentando.

  • No Mainstream – fazemos tudo pelo cliente, mesmo que amanhã isso não seja interessante para ele;
  • No Nãostream (aqueles que não conseguem entrar no mercado) – não há clientes;
  • E no Meiostream – há conceitos estruturantes, apostas, que vão contra até mesmo determinados segmentos do mercado.

Por fim, estamos aqui falando não de produtos, mas de serviços do que podemos chamar de Mercado de Mentalidades, que trabalham basicamente com narrativas e conceitos.

Vejamos:

  • Quando falamos em um Mercado de Mentalidade Mainstream, imagina-se que há certa intoxicação, pois o fornecedor tentará oferecer ao cliente os conceitos que deseja consumir, com preocupação menor na construção de valores;
  • Quando falamos em um Mercado de Mentalidade Meiostream, imagina-se que há menos intoxicação, pois o fornecedor tentará oferecer ao cliente os conceitos que acredita ser melhor para o cliente, com preocupação maior na construção de valores.

No Meiostream, estaríamos falando, no Mercado de Mentalidades, de Conceitos Orgânicos e Conceitos com Agrotóxico – volto a falar disso depois.

É isso, que dizes?

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Estou lendo o livro “Gestão do Amanhã” de Magaldi e Salibi.

O livro opta, o que é bom, por procurar referências históricas para entender a Era Digital.

Faz um rápido panorama dos pensadores da Administração, de onde saímos e onde estamos para poder entender o atual momento.

O problema é que TODOS os pensadores sobre administração do passado e do presente não passaram pela revisão da relação das mídias com a administração.

Todo o pensamento de melhoria administrativa se inicia depois do século XVIII, já dentro da Era Midiática da Escrita Impressa.

Assim, todas as análises, melhorias, ajustes foram realizados dentro da mesma Era Midiática.

Não era possível que estes autores pudessem entender que tudo que pensamos e pensávamos sobre administração estava dentro de um contexto de uma Era Midiática específica.

O que estamos vivendo hoje no novo século é Fenômeno Social Recorrente da espécie, a chegada de nova Era Midiática que exerce uma influência inusitada e inesperada para os clássicos da administração.

O que estamos começando a descobrir é de que podemos definir que temos Macro Modelos Administrativos, que são criados dentro de Eras Midiáticas, que se alteram quando temos novas Eras Midiáticas.

Ou seja, os Macro Modelos Administrativos são resultados das mídias disponíveis e quando temos novas mídias, temos o surgimento de novos Macro Modelos.

É preciso uma revisão das premissas da Administração, o que torna o pensamento clássico da Administração em parte obsoleto, pois é preciso forte ajuste para que possamos compreender a nova Era Midiática Digital.

O esforço louvável do livro “Gestão do Amanhã” é incapaz de perceber esse problema de paradigma ao analisar o novo século.

Por causa disso, o diagnóstico é de que estamos diante de uma Revolução Industrial e não de uma Revolução Midiática Civilizacional, que também provoca mudanças na produção e na administração.

Mas as Revoluções Administrativas e Produtivas são uma parte da Revolução Midiática e não o todo.

É isso, que dizes?

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

A abundante mente semanal

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, March 19, 2019



Quer fazer? Me mande um zap: 21-996086422.
R$ 200,00 – cinco vídeos e respostas das dúvidas, via zap.

(Gestão do Amanhã – leitura bimodal – avaliação inicial)

O livro, diferente do mainstream do mercado, opta por entender a Era Digital com viés histórico. Procura entender o Digital, via história da administração.

Isso é muito bom, pois os americanos que chegam até nós são “historiofóbicos“. Não gostam de ir ao passado para entender o presente.

O livro de Salib e Magaldi ganham pontos quando fazem isso.

Introduzem, além disso, de forma criativa, um conceito da Física chamado de “ponto de bifurcação” (Pg.14), que procura dar nome a momento de passagem da estabilidade para instabilidade 

Gosto do conceito, vou usar de vez em quando.

Porém, se há uma bifurcação, deve haver uma causa que a provoca.

E aí o problema começa na avaliação do livro.

Se vamos optar para ir ao passado com eficácia, devemos optar pelo motivo principal da bifurcação e aí temos a “areia movediça” do Digital.

Conseguir entender as tecnologias, separar cada uma, avaliar os efeitos e identificar o impacto de cada uma delas e qual delas é causa ou consequência das demais.

Os autores apontam como causa principal da “bifurcação” que assistimos hoje da “confluência de forças tecnológicas” (Pg.15) e seus efeitos na administração.

E vão para a história comparar tecnologias no geral x mudanças administrativas e procurar as causas para as Revoluções Industrias e defender a chegada da Quarta.

E, por isso, acabam ficando presos à Quarta Revolução Industrial – o diagnóstico que apresentam para as mudanças atuais.

Não resta dúvida que vão um pouco mais fundo no Labirinto Digital do que os demais livros que andam por aí pelo mercado, mas o esforço, a meu ver, não é tão eficaz assim.

Ao nosso ver, o motivo que provoca a bifurcação atual é a massificação de uma nova mídia (canais e linguagem).

Mudanças de mídia criam surtos de inovação e o surgimento de novas tecnologias nas área de energia e transporte, o que permite que tenhamos Revoluções Industriais, na sequência.

Assim, a Revolução Midiática, para nós, é o todo e a Industrial, a parte e não o o contrário.

Se o objetivo é entender a atual Revolução,  a visita que deve ser feita ao passado é a comparação entre momentos similares: outras revoluções midiáticas, que provocaram revoluções industriais.

E, aí sim, analisar os efeitos das mesmas na administração e nos negócios.

O resultado da escolha por diagnosticar a Revolução Industrial como epicentro da mudança é equivocada –  reforça a miopia do mercado em enxergar o fenômeno menor existente (Revolução Industrial) e não o maior (Revolução Midiática).

Isso induzirá o leitor ao erro ao tentar se adaptar ao novo contexto na parte e não no todo. A uberização é maior do que a digitalização industrial.

Os autores, por causa disso, são cegos para a chegada da Curadoria – novo modelos administrativo,  popularmente conhecido como Uberizacão.

O livro pelo esforço de ir ao passado leva nota 7, na avaliação inicial,  mas deve ser lido por um Bimodal com cautela não como um guia para ação  – ferramenta de complementação de pequenas lacunas e alguns insights interessantes.

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

“Um homem aponta o céu. O tolo olha o dedo, O sábio vê a lua.” –
Provérbio chinês.

Se você olhar com calma, verás que a grande megatendência na nova Era Digital é a de reintermediar os antigos processos, eliminando intermediadores de baixa produtividade, principalmente, através de novas tecnologias disponíveis.

Desde a criação dos restaurantes a quilo, caixa eletrônico (de rua e pela internet), compra de ingressos online, passando pelo Uber e Mercado Livre o lema é a Reintermediação.

O grande problema do sapiens é o que chamamos aqui na Escola de Futurismo Bimodal de Complexidade Demográfica Progressiva.

Vamos aumentando o número de habitantes e – diferente das outras espécies – somos obrigados a alterar a forma de comunicação e administração – sempre de modelo de intermediação mais centralizado e menos sofisticado para um mais descentralizado e mais sofisticado.

Organizações que querem se manter competitivas no presente e futuro não devem olhar para as tecnologias (o dedo), mas para a reintermediação, eliminando antigos intermediadores obsoletos (a lua).

E aí neste processo teremos dois tipos de reintermediação:

  • Reintermediação Operacional – que promove substituição de pessoas na cadeia produtiva, mas mantendo o mesmo modelo de comando e controle da Gestão – que podemos chamar de Digitalização;
  • Reintermediação Gerencial – que promove substituição da forma do próprio modelo de comando e controle da Gestão, partindo para a Curadoria, que é o caso do Uber – que podemos chamar de Uberização;

A Reintermediação Operacional é a que vem sendo praticada hoje pelas Organizações Analógicas Tradicionais, que tem, de fato, Alta Taxa de Superação Emocional, mas bem abaixo da que é promovida pela Reintermediação Gerencial.

Vejamos:

  • Na Reintermediação Operacional se altera camadas das emoções humanas mais superficiais e menos estruturantes, pois o modelo de comando e controle é praticamente o mesmo;
  • Na Reintermediação Gerencial se altera camadas das emoções humanas mais profundas e mais estruturantes, pois o modelo de comando e controle é outro.

Futuristas têm o dever devem alertar organizações para os dois processos, mas, principalmente, chamar atenção especial parara o segundo, pois:

  • O mercado de maneira geral só consegue perceber a primeira camada (Operacional), deixando as Organizações Analógicas Tradicionais despreparadas para a Reintermediação Gerencial;
  • A Reintermediação Gerencial – por se tratar de mudança com Taxa maior de Superação Emocional – exige tempo maior para a preparação, aceitação, superação e ação. Por isso, exige ações de alteração na forma de pensar e agir que devem começar o quanto antes.

É isso, que dizes?

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

Muita gente fala de organização linear para exponencial.

Tenho tido aqui que exponencial é algo que se consegue, através de uma mudança que os concorrentes não fizeram.

Empresa tal, fez tal coisa e conseguiu ser mais exponencial do que aquela outra empresa, que continua linear.

Hoje, com a chegada da Era Digital temos a Curadoria, novo modelo administrativo que elimina os gerentes, transferindo para as pontas a função destes.

O Uber é mais exponencial do que uma cooperativa de táxi, pois se utilizada da Curadoria. E não por que colocou novas tecnologias apenas.

É uma nova forma de comando e controle que torna o Uber mais exponencial.

Existem tecnologias em setores específicos – como sempre ocorreu – que permitem uma certa exponencialidade.

OK?

Porém, o que tem derrubado grandes líderes de mercado é justamente a Curadoria.

O problema é que a Curadoria modifica tanto a filosofia da administração – dá um nó na cabeça dos antigos administradores – promove uma perda de poder e de status, que passa a ser ignorada.

Quando se fala em ser exponencial – imagina-se continuar com o mesmo comando e controle e se afogar em novas tecnologias, quanto mais melhor.

Isso não aumenta a competitividade de nenhuma organização no longo prazo e nem a torna mais preparada para encarar uma uberização no seu respectivo mercado.

A dicotomia linear versus exponencial é falsa, o que temos hoje é gestão versus curadoria.

É preciso ficar atento a isso.

É isso, que dizes?

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

RESUMO:

“ Podcast não tem ouvinte. Podcast tem torcida”!!! – Luciano Pires.

Tive o prazer de conversar ontem por mais de uma hora com o criativo Luciano Pires, coordenador do projeto Café Brasil, um espaço de conteúdo hiper selecionado.

Luciano, como se define, é um cara feliz, pois faz o que gosta e consegue viver do seu projeto, depois de anos de batalha.

O que aprender com ele?

  • O Meiostream – se você não quer virar a Lady Gaga e entrar no Mainstream procure o Meiostream, um lugar entre os que fazem tudo por dinheiro e os que não conseguem ganhar nenhum;
  • Nem todo mundo é teu cliente – não queira todos os clientes, mas procure conexão entre o seu conceito e as pessoas que estão dispostas a comprá-lo, nem todo mundo é seu cliente e tem gente que é totalmente seu cliente;
  • Tenha disciplina criativa – aquela em que todo dia você está focado no seu trabalho, percebendo o que pode melhorar a cada dia. Coloque a repetição naquilo que você não liga que seja repetido;
  • Procure a Felicidade Estrutural – aquela em que você percebe claramente que está deixando um legado – neste momento o trabalho tem uma auto-motivação a mais.

Veja a conversa completa:

RESUMO EM ÁUDIO:

NOTA 4 – NÃO RECOMENDO LEITURA

O diagnóstico sobre a Era Digital é primário.


Opta pelo Futurismo Indutivo – aquele que conversa com as pessoas do mercado para entender o que está ocorrendo e não pela revisão dos paradigmas, do qual o mercado está intoxicado.

Faz uma pesquisa com os bêbados – de copo na mão –  para saber como eles fizeram para parar de beber!!!

Livro superficial, marqueteiro, que mais vai ajudar do que atrapalhar quem quer se manter competitivo no novo cenário.

Próximo livro das Leituras Bimodais: Gestão do Amanhã.

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RESUMO DA LIVE:

A LIVE INTEIRA:

O labirinto do pensamento

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, March 12, 2019

LIVES DO NEPÔ – TODA TERÇA – LINK PARA TODAS AS LIVES E RESUMOS:

https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

“Quando um dedo aponta para a lua, o tolo olha para o dedo.”
(Provérbio Chinês)

Começo a desenvolver o conceito de Labirinto Digital.

Labirinto Digital seria espécie de decisões de ante-salas e corredores, que vamos tomando para tentar entender a Era Digital.

Podemos dizer, por exemplo, que o livro “Abundância“, de Kotler e Diamandis, na Ante-Sala “Qual é poder que as tecnologias têm para alterar a sociedade?” opta pelo corredor que diz “capaz de alterar bastante a sociedade“.

Muitos optam pelo corredor “tecnologia neutra ou debaixo impacto” – o que dificulta bastante a análise do futuro.

Quando se opta por determinado corredor, nos deparamos com novas ante-salas, que nos levam a novos corredores, que vão definindo o Cenário de Futuro Provável.

O Futurista trabalha na sua jornada com ante-salas e corredores, apostando que está realizando as escolhas corretas.

Já temos tido, cada vez mais, em diferentes livros no mercado a escolha desse corredor: “Sim, novas tecnologias – são capazes de alterar bastante a sociedade”.

Gestão do Amanhã – de Magaldi e Salibi optam por este corrredor também.

Porém, na ante-sala que vem a seguir “Toda tecnologia é igual a outra na sua capacidade de alterar a sociedade?”. A maioria opta pelo corredor “Sim, todas são iguais”.

Abundância opta por este corredor.

Já o livro Gestão do Amanhã escolhe que uma especificamente altera mais que as demais, o que nos leva para outra sala: “Se tivermos que graduar as tecnologias, qual está tendo mais impacto na sociedade?”.

Nesta ante-sala, a Escola de Futurismo Competitivo Digital Bimodal opta pelas Tecnologias de Mídia, o que nos leva para um determinado caminho.

O Gestão do Amanhã, por exemplo, destaca as mudanças industriais e agora os chips para ser o epicentro da mudança.

Para nós, as mídias são a placa-mãe da sociedade, pois “mudou a mídia, mudou a sociedade” – como afirmava Marshall McLuhan, o filósofo que cria a “pedra fundamental” da Escola.

Para nós, a principal mudança que estamos vivendo é a chegada de uma Revolução Midiática Civilizacional – fenômeno recorrente na história (com causas e consequências já estudadas) que provoca diversas alterações encadeadas.

Muitos, quando falam da Quarta Revolução Industrial, optam por destacar as mudanças produtivas na Indústria como a principal locomotiva – o caminho do Gestão do Amanhã, por exemplo.

Podemos dizer – isso sim – analisando as Revoluções Midiáticas Civilizacionais na história, que depois da chegada e massificação de novas Tecnologias Midiáticas Descentralizadoras, há surto de inovação, que atinge a todos os setores da sociedade,incluindo a indústria.

A Quarta Revolução Industrial, ou uma Revolução Industrial, é consequência posterior da Revolução Midiática que é maior do que aquela.

Uma Revolução Midiática Civilizacional introduz na sociedade, pela ordem:

  • Novos Canais de Informação e de Comunicação Digitais – que têm como consequência a passagem da escassez para a abundância de informação, cooperação, inovação, transparência, concorrência, autonomia do consumo;
  • Nova Linguagem Humana dos Rastros – que têm como consequência a chegada da Curadoria – novo modelo administrativo, que consegue, por causa das novas Tecnologias Midiáticas estabelecer nova forma de Comando e Controle em escala de massa.

Organizações, querendo ou não, para decidir acabam por se basear em algum Futurista de plantão, que pode, ou não, enxergar o que é maior ou menor no novo Cenário.

Há muitos que enxergam apenas a Revolução Industrial, mas não conseguem enxergar a alteração maior no Cenário – uma disruptiva mudança no Macro Modelo Administrativo do Sapiens.

Organizações – mesmo as Curadoras – precisam entender e se preparar para conviver neste novo ambiente administrativo, que tem acelerado processo de mudança em duas fases:

  • Conjuntural – passagem da Gestão para a Curadoria;
  • Estrutural – competir no ambiente de Curadoria, com os negócios todos baseados em Plataformas Tecnológicas, que têm novas possibilidades de uso para fornecedores e clientes em cada vez menor espaço de tempo.

É isso, que dizes?

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Veja aqui o depoimento completo dos nossos formandos!

RESSALVA


Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.
Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

“O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto
que seja preto.” – Henry Ford.

“Qualidade é a adequação da oferta às demandas” .

Podemos dizer que temos:

  • A qualidade na Gestão – na qual o gestor tenta adivinhar e, de certa forma, conduzir o consumo por parte dos consumidores – qualidade com comando e controle muito mais de dentro para fora do que vice-versa;
  • A qualidade na Curadoria – na qual o curador estrutura uma Plataforma Curadora, através de algoritmos, que ajuda os consumidores a definir o que é mais adequado para eles –
    qualidade com comando e controle muito mais de fora para dentro do que vice-versa;

Um dos principais problemas das Organizações Analógicas Tradicionais é justamente conseguir entender que a Curadoria traz um novo conceito da qualidade, que é precisa ser alterado.

Há uma clara perda de status e de poder neste processo – que precisa ser aceita.

Toda a estrutura administrativa da Gestão estabeleceu um padrão de qualidade, na qual o consumidor participava de forma esporádica –
por falta de tecnologias disponíveis.

A “conformidade das ofertas às demandas” era definida de dentro para fora – que é bem espelhada na frase do Ford: “O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto.” 

A Gestão tinha/tem um limite de capacidade de diálogo com o consumidor, pois pratica a Linguagem Midiática Oral/Escrita, que exige a decodificação por um ser humano. E isso impedia um modelo diferente do que tínhamos.

A Curadoria – novo Macro Modelo Administrativo – só é viável por causa da chegada de novas Tecnologias Midiáticas – que altera a forma como se define a relação oferta e demanda.

A Curadoria supera o limite de capacidade de diálogo com o consumidor da Gestão, pois pratica a Linguagem Midiática dos Rastros, que NÃO exige mais a decodificação por um ser humano, os algoritmos distribuem as decisões. E isso possibilita o novo modelo diferente do que tínhamos, até então.

Estamos, assim, passando de um Macro Modelo Administrativo mais centralizado para um mais distribuído.

O problema para as Organizações Analógicas Tradicionais é conseguir abandonar, esquecer, jogar fora o antigo modelo de Comando e Controle muito mais centralizado.

Os Administradores Analógicos imaginam que o diferencial competitivo está nas decisões sobre quem contratar, promover ou demitir, que produto ou serviço colocar no mercado e que tipo de pós-venda fará com ele.

Na Curadoria, temos a Filosofia de Comando e Controle mais distribuída, na qual fornecedores externos e consumidores e entendem em cada transação realizada.

O conceito de qualidade, assim, precisa ser completamente desconstruído para colocar um outro no lugar.

É isso, que dizes?

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Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.
Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

“Revolução não acontece quando a sociedade adota novas tecnologias. Acontece quando a sociedade adota novos comportamentos” Clay Shirky;

Ontem, recebi a seguinte avaliação do meu curso experimental de fotografia artística que coloquei na Udemy:

“Olá, a imagem do seu curso não é ruim, mas não se encaixa em nossos padrões, principalmente por conter texto, mesmo que seja só o nome do curso, você precisará remover o texto para o seu curso ser aprovado, pois aqui na Udemy nossas pesquisas indicam que os alunos ficam menos propensos a comprar cursos cuja imagem contenha texto. “

O que temos aqui é algo interessante para refletirmos sobre Plataformas Digitais, que podem ser da Gestão, de Gestoria ou Curadoras, o que varia é a
Filosofia de Comando de Controle da Qualidade das pessoas, processos, produtos e serviços.

Vejamos a diferença:

  • Da Gestão – todos os processos, pessoas são controlados e produzidos pelo centro (Ex. TV Globo);
  • Da Gestoria – tudo precisa para ser comercializado do carimbo do centro (Ex. Netflix, Udemy);
    • Gestoria de Produção – o caso do Netflix que é um Curador de filmes basicamente feitos por terceiros, diferente da TV Globo que praticamente faz tudo;
    • Gestoria da Publicação – é o caso da Udemy, que não produz nada, mas não faz como no Youtube, que pode até criar alertas, mas não proíbe a publicação a priori.
  • Curadoria – nada é produzido ou controlado pelo centro (Ex.Youtube, Uber, AirBnb, Mercado Livre) – é o cliente que cria reputação, só possível agora pelo surgimento e massificação da nova Linguagem Midiática dos Rastros.

Note que estamos falando aqui do que chamamos de “Controle de Qualidade”, que está migrando do modelo atual central para novo modelo distribuído, a saber:

  • Na Gestão e na Gestoria o controle de qualidade só é considerado válido se passar, em algumas das fases do processos, por gestor de carne e osso, uma Autoridade da Gestão, que tem a capacidade de produzir ou aprovar a qualidade de pessoas, processos, produtos e serviços. É o que o pensador digital Clay Shirky de Filtrar para publicar, ou vender, ou contratar;
  • Na Curadoria o controle de qualidade é feito pelos consumidores, que criam a reputação de pessoas, processos, produtos e serviços. É o que o pensador digital Clay Shirky de Publicar para Filtrar, ou vender, ou contratar. Aqui o Curador – o novo administrador – programa apenas as regras no algoritmo e este, dentro da plataforma, ajuda aos consumidores e fornecedores com a criação da Reputação Curadora.

Vivemos hoje justamente a passagem da Filosofia de Comando e Controle da Qualidade do poder central (Gestão/Gestoria) para a distribuída (Curadoria), possibilitada pela Linguagem Midiática dos Rastros.

Filtrar para publicar/comercializar versus Publicar/Comercializar para Filtrar.

Um curso, se é novo, entra sem nenhuma avaliação e fica por conta e risco do cliente se fará, ou não, o que pode influenciar no preço de entrada do curso, até ganhar reputação positiva.

Se o curso tiver muito texto na imagem principal, quem tem que se incomodar é o cliente e não o “avaliador da Udemy“, que não é a pessoa mais indicada para saber se há texto de mais ou de menos.

Tem clientes que podem gostar e outros não do texto na imagem de apresentação – o cliente é diverso e quem tem que conhecê-lo é o fornecedor e não o “poder central“.

Pode-se sugerir na Curadoria, mas nunca proibir de publicar/comercializar.

A Curadoria tem a vantagem de ser:

  • Mais exponencial, pois não tem controle central;
  • Permitir mais diversidade, pois não parte de um pré-conceito do que é melhor para os outros;
  • Menor custo, pois a comercialização é toda gerenciada e feita por terceiros;
  • Mais qualidade, pois é o próprio consumidor – que paga – que define o que é adequado e o que não é, criando o que podemos chamar de Qualidade Distribuída

Você pode perguntar:

“Nepô, mas não é um critério da Udemy ser uma Gestoria?”

Sim, claro, apenas não gostaria de colocar meus cursos e ter que ficar tendo que discutir com cada avaliador – a partir de critérios dele – a inclusão de um novo produto.

Eles acreditam que este modelo garante “mais qualidade”, mas apenas garante um tipo de qualidade, que no final das contas espelha menos a relação de oferta e demanda.

Pois quanto mais a qualidade for distribuída, mais terá chance de atender aos milhares de nichos e idiossincrasias que existem por ai.

No meu caso particular, prefiro, se encontrar, uma Plataforma Curadora para colocar meus cursos. E talvez, no futuro, vários competidores consigam mais clientes do que a Udemy justamente por isso.

É isso, que dizes?

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Exponencial – relativo a expoente. Expoente – o que se destaca. Crescimento Exponencial – aquele que aumenta muito mais do que os demais, que consegue crescimento superior aos concorrentes.

Assim, não podemos falar que existe uma Organização Exponencial, pois não é uma característica da Organização, mas do crescimento.

Uma Organização fez determinada mudança em relação aos concorrentes e, por causa disso, consegui ser MAIS exponencial do que os demais.

Há uma Válvula ou Interruptor de mudança, que permitiu que determinada organização pudesse crescer muito mais do que os demais.

No filme, “Fome de Poder“, que, na verdade, em inglês não tem a conotação pejorativa que teve no Brasil, “Founder“, conta-se a história do McDonald.

O McDonald não era uma organização exponencial, mas o Modelo Administrativo da Franquia que o fez crescer mais do que os demais.

O Interruptor que alterado foi:

  • Pequena loja de esquina em uma cidade com apenas um dono;

versus

  • Centenas de lojas com pequenos donos, coordenados por central franqueadora.

O que foi Exponencial foi a “Válvula Franquia” que passou a competir com o modelo “loja isolada“.

O modelo franquia é mais exponencial, se bem implantada, do que uma loja isolada. Não podemos chamar o McDonald como exponencial, mas a franquia.

Hoje, temos a mesma situação.

Estamos passando do atual Modelos Administrativo da Gestão e criando um novo chamado Curadoria, que se utiliza dos recursos do Digital para ter um crescimento exponencial.

Um Uber consegue ser muito mais exponencial do que qualquer cooperativa de táxi.

O Uber não é exponencial, mas o Modelo da Curadoria, se comparado ao Modelo da Gestão.

O Uber consegue ser exponencial, pois elimina a necessidade de gerentes, chefes, supervisores, pois transfere boa parte do que era feito por estes para os consumidores.

É eliminando os custos de gerentes, RH, treinamento, carteira assinada, que o Uber consegue jogar o custo no chão sem perder a qualidade, ao contrário.

É quantidade com qualidade na complexidade.

Quando ouço falar de organizações exponenciais chego ate a rir.

Ninguém será exponencial entoando cantos, implantando Design Thinking ou fazendo meditação motivacional.

Terá que procurar criar a Uberização no ser respectivo mercado – ela sim é mais exponencial do que os concorrentes que ainda continuam na gestão.

É isso, que dizes?

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Grato

Grato por se inscrever no MÓDULO INTRODUTÓRIO DE FORMAÇÃO BIMODAL.

Qualquer problema, fale comigo: 21-99608-6422 (Nepô).

LIVE COMPLETA:

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, 5 March 2019


Voltando ao filme “Manhunter: unambomber” – um clássico para o debate da inovação – temos um Perfil Inquieto do investigador principal, que ao chegar à força tarefa do FBI, percebe que ali há um problema de Falsa Autoridade.

Autoridade: direito ou poder de ordenar, de decidir, de atuar, de se fazer obedecer.

Ele recebe o pedido para criar um perfil do criminoso não para atender aos fatos e chegar até ele, mas para reforçar os conceitos de quem é autoridade.

Naquele momento o Perfil Inquieto, ou que podemos chamar de Agente Inovador percebe que há um problema de Falsa Autoridade.

Ou ele segue a cartilha da Falsa Autoridade e nunca vai chegar ao criminosos, ou se arrisca a um caminho diferente, da inovação.

Percebe que as autoridades estão indo por um caminho equivocado e precisa inovar na forma de resolver o problema.

Um dos problemas da inovação é justamente este, vejamos a imagem:

Existe uma forma de resolver determinado problema, que mantém, de alguma forma, a autoridade de plantão no seu posto.

Quando se questiona a solução padrão está, na verdade, se questionando o poder da autoridade de plantão.

Dependendo do perfil e da capacidade de mudança da autoridade de plantão, haverá um problema para a inovação.

Mesmo que a nova solução resolva melhor o problema, será questionada, pois afeta a autoridade de plantão.

Todo a série vemos justamente isso:

  • uma visão nova, que é mais eficaz, mas é questionada pelas autoridades de plantão;
  • uma visão velha, que não consegue resultados, mas que mantém as autoridades no plantão.

O interessante é que para desenvolver os novos conceitos a nova equipe vai para uma sala em separado para poder trabalhar em novas visões, pois se torna impossível desenvolver uma nova visão dentro da intoxicação passada.

Por fim, o resultado final quando o criminoso é preso, se esconde os méritos do Agente Inovador, como se ele não tivesse passado o pão que o diabo amassou para prender o criminoso, com alto custo pessoal.

Fala-se muito em inovação, mas quando se pensa em inovar é preciso ter em mente que alguém vai perder o status de ter a melhor solução para o problema – e vai, dependendo do perfil, resistir.

Inovar é muito mais um problema emocional, que envolve status, ego e poder do que qualquer outra coisa.

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“Uma das formas mais infalíveis de mudança é a reflexão” Desconhecido


Estou estudando sites de cursos para colocar os meus.

E me deparo com o Hotmart.com.

Você produz e coloca o curso lá para vender, mas, mas, mas eles querem dar uma olhada antes para “aprovar”.

Isso é uma cabeça analógica numa plataforma dita modernosa.

A grande mudança do novo século não é a chegada de uma penca de novas tecnologias digitais, mas nova forma de comando e controle.

~Vou repetir: nova forma de comando e controle!

Quem aprovará para os nossos netos os processos, pessoas, produtos, serviços não é mais o gestor ou o gerente, mas o consumidor, através da Reputação Digital.

O digital é , assim,
apenas o pé na porta, quem deita no sofá e bebe cerveja artesanal é a Curadoria, que estabelece nova forma mais descentralizada e distribuída de controle.

E é justamente isso que vai matar as Organizações Analógicas Tradicionais, pois colocar nova tecnologia todo mundo sabe fazer e já faz há muito tempo – não é de hoje.

Mas modificar algo profundamente arraigado – como se controla pessoas e processos – é quase impossível em um tempo tão curto.

É areia de mudança de mais para um caminhãozinho pequeno de capacidade de inovação.

Depois de anos estudando essa tal de Internet, cheguei a seguinte regra sobre o ser humano:

Quando se aumenta a população, pode esperar que teremos que matar, mais dia, menos dia, intermediadores para lidar melhor com a complexidade.

  • Garçons, bilheteiros, caixas já foram dizimados na Digitalização.
  • E gerentes, chefes, supervisores o serão na Uberização.

É muita mudança para pouco tempo – por isso a quebradeira no médio prazo é líquida e certa.

Que dizes?

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“Os fracos acreditam na sorte; os fortes em causa e efeito.” –
Ralph Waldo Emerson

Temos dito por aqui que praticamos hoje o Futurismo Amador.

Com os mesmos paradigmas do passado, no qual tínhamos um Futuro Comum, queremos projetar o cenário em um Futuro cada vez mais Incomum.

Quando comecei a jornada para entender a Era Digital também não consegui perceber a Macrotendência da Uberização.

Uberização é o fenômeno da massificação de novo Macro Modelo Administrativo, que vemos no Uber, no Youtube e no Mercado Livre.

Muitos dos formandos da Escola de Futurismo Competitivo Digital Bimodal questionam nossa insistência em falar da Uberização.

“O Netflix não está aí super competitivo? E não é uberizado, certo?”.

Certo, verdade, mas o papel do Futurista não é olhar o curto, mas principalmente o médio e o longo e servir como um alerta para os desafios mais disruptivos que temos pela frente.

Vou frisar “desafios mais disruptivos”, pois quando se fala, por exemplo, em Revolução Industrial 4.0, todo mundo pensa que é colocar mais tecnologias nos mesmos processos.

Ou fazer pequenas mudanças nos atuais processos para se manter competitivo.

Tudo isso é fruto de um mercado assustado, emocionalmente frágil, e de um Futurismo Marqueteiro baseado muito mais em ferramentas de marketing (aquilo que o cliente quer comprar) do que com o que de fato (aquilo que vai acontecer).

Enxergar a Uberização só é possível depois de um longo mergulho de revisões de algumas bases sólidas e profundas de como vemos o sapiens, a sociedade, a história, a administração, as tecnologias e a própria ciência.

Este é o desafio dos Futuristas Bimodais: ser espécie de farol de clareza num mercado cercado pela escuridão.

O caminho é duro, longo, mas bastante motivador e interessante.

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“A verdade é como poesia. E a maioria das pessoas odeia poesia.” – frase do filme “A Grande Aposta” (que eu recomendo).

Tirando os inquietos, que já nascem com parafuso a mais ou a menos, o cidadão comum detesta inovação.

Pessoas e organizações são reacionárias – não gostam de mudar, pois há uma batalha para sobreviver e existir e isso cria um tal de legado, que precisa ser preservado.

O legado, assim, é tudo aquilo que você quer preservar, pois é ele que te garante o “leitinho das crianças” no final do mês.

Quando pessoas ocupam cargos, empregos, profissões, isso significa que elas comprometem a vida no processo e passam a ser “defensoras do legado”.

O legado é o que garante o final do mês e se pergunta o tempo todo por que colocar o final do mês em risco?

Isso cria uma espécie de Conservadorismo Positivo, que funciona bem em Cenários Comuns, mas pode ser um veneno em Cenários Incomuns, caindo para um Conservadorismo Negativo ou Reacionarismo.

Esta aversão à mudança é natural, humano e funciona adequadamente para momentos em que a Taxa de Competitividade é baixa.

Porém, numa Revolução Midiática Civilizacional como agora, na qual saltamos para a abundância de informação, cooperação e inovação, este sentimento de preservação radical dos legados passa a veneno.

É preciso ousadia quando todo mundo reza por segurança. E quanto mais segurança se pede, mais vai se indo para o buraco!

E é justamente nessa desejo de segurança suicida, diante dos fatos, que surgem as oportunidades para os novos concorrentes.

No fundo, a grande dificuldade para inovar de quem tem grande legado é a de superar essa barreira emocional.

E é justamente isso que não está claro para a maioria.

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E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

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Resumo da Live:

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, February 26, 2019

Imagina um professor de piano que tem mais de vinte anos de aula. Rapidamente, nos primeiros acordes, percebe uma pessoa de talento.

O mesmo se dá quando você tem uma especialização e abre um novo livro.

Erradamente, nós lemos os livros didáticos como se fossem romances, que precisam ser lidos do início ao fim.

Equívoco.

Um livro didático tem que começar a ser lido, se possível na livraria, da pela conclusão.

Ali, depois de todo o blá blá blá do autor, ele vai dizer ao que veio.

Um livro, nada mais é, do que uma defesa de algo que está em “a” e o autor sugere que vá para “b”, mudanças na forma de pensar e agir.

É no final que ele revela a intenção do livro e é ali que você pode julgar o que aquele livro pode ajudar na sua jornada em direção a te ajudar no teu Problema-Matriz.

Falo isso, pois comecei a ler o livro Liderando na Era Digital. E já digo que ele é bem fraco.

Aprofundo o debate sobre o livro “Liderando na Era Digital” nos Grupos Vips Bimodais (Básico, Intermediário e Avançado). Te convido a participar da primeira etapa, paga R$ 50 para ficar ao longo de seis meses.

Me envia um zap para mais detalhes: 21-99608-6422.

GRUPO BIMODAL VIP BÁSICO – R$ 50,00

(válido por seis meses)

Link para os artigos Bimodais (áudio/texto).
Acesso a todos os textos e áudios das leituras compartilhadas.


Quando se fala que hoje no mercado digital as Organizações Analógicas Tradicionais não tem razão pode soar estranho.

Porém, o cliente muitas vezes é guiado por fatores emocionais que jogam contra o próprio patrimônio.

E nestes momentos profissionais de todos os tipos vão aconselhar e oferecer coisas contra o desejo mais imediato do cliente.

Um fumante, por exemplo, será aconselhado parar de fumar pelo pneumologista ou oncologista.

A razão do cliente é continuar fumando, mas é papel do médio apontar os problemas que ele terá se seguir adiante.

Em alguns filmes do Netflix vimos profissionais indo contra o mercado, tais como no Man-Hunter: Unabomber, quando o diretor do FBI pede ao personagem principal do filme que faça um perfil fechado do criminoso e ele se recusa.

O cliente, ali, queria que o profissional seguisse o paradigma do chefe e este resolveu seguir seu próprio, olhando para os fatos e não para o desejo do cliente.

Ao final, o perfilador estava correto e o chefe, o cliente, não.

Isso ocorreu também no filme A grande aposta, quando o coordenador de uma firma de investimento aposta contra o mercado imobiliário, contra a vontade dos clientes.

E, ao final, consegue lucros inimagináveis.

Ou seja, não é sempre que isso funciona, mas em momentos especiais, como agora, é preciso que o emocional do cliente diante do digital seja questionado.

Os clientes querem promover mudanças incrementais diante de um futuro disruptivo.

Podemos dar um nome para isso?

Efeito Manada Suicida – quando todos caminha, sem questionar, numa direção, a despeito dos fatos.

Quer ser um Futurista Profissional?

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Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – Teoria e Prática” – (sendo escrito em Grupo de Estudos Avançados sobre o tema) temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

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Ontem, assisti no Netflix o filme sobre o Wikileaks, chamado no Brasil de “O Quinto Poder”.

Se aplicarmos os conceitos do Futurismo Competitivo que estamos desenvolvendo por aqui, podemos dizer que o Wikileaks é resultado de duas forças que alteraram aquele cenário:

  • Tecnologias Midiáticas Descentralizadoras (Válvula da Mudança) – que permite que determinadas demandas reprimidas “saiam do armário”;
  • Wikileaks (Conceitos Radicais) – que concebem novas formas de testar os limites do status quo, a partir da nova Válvula da Mudança disponível.

Note que Revoluções Midiáticas Descentralizadoras – Fenômeno Social Recorrente do Sapiens – provocam a passagem de Ambiente de Escassez para Abundância de Informação. E que determinadas práticas das Organizações Analógicas Tradicionais eram estruturadas por causa do Ambiente de Escassez Informacional.

A relação do Patamar de Complexidade Demográfica versus Tecnologias Midiáticas disponíveis define um tipo de Patamar de Transparência Informacional, que por sua vez, influencia a relação das organizações com a sociedade.

A Internet foi a Válvula da Mudança, que alterou o status quo, pois as Tecnologias Midiáticas Descentralizadoras passaram a permitir a difusão de informações com outro Macro Modelo Informacional de controle mais aberto e horizontal, se comparado com o anterior.

Assim, há uma crise entre a prática estabelecida pelo status quo versus o novo Patamar de Transparência Informacional.

O Wikileaks radicaliza esta possibilidade, através de um Fenômeno Social Recorrente, que é o surgimento de grupos políticos, que tem como demanda desestruturar o antigo regime e testar os novos limites.

Há, no filme, algumas questões interessantes:

  • O status quo tendo que se readequar ao novo Patamar de Transparência Informacional;
  • A procura de leis para enquadrar o grupo radical;
  • E os limites éticos dentro do próprio grupo, daquilo que deve e não deve ser divulgado, que acabou gerando racha interno.

O novo Patamar de Transparência Informacional tem forte impacto na sociedade, pois um conjunto enorme da relação organizações de plantão-sociedade era feito em patamares pré-digital.

Muito do que vimos na recente eleição brasileira e das alterações no quadro política mundial, bem como nas mudanças da relação das organizações produtivas com os consumidores são resultado direto destas mudanças de cenário.

O Wikileaks é um dos “surfistas” que radicalizou esta macro onda do aumento da Taxa de Transparência, que tem vem corroendo os antigos modelos organizacionais.

Recomendo o filme.

Quer ser um Futurista Profissional?

Me mande um zap: 21-99608-6422

Conheça nosso Programa de Formação de Futuristas Bimodais.

Veja aqui o depoimento completo dos nossos formandos!

RESSALVA

Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo. E no blog destacados em negrito.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – Teoria e Prática” – (sendo escrito em Grupo de Estudos Avançados sobre o tema) temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

O Grupo de Estudos Avançados sobre Futurismo Competitivo é uma das opções dos formandos, que já foram certificados no Módulo Introdutório e Intermediário.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

Atividade: debates abertos sobre o Futurismo Competitivo Bimodal, através de áudios enviados pelo Nepô.

O participante terá direito a:

  • participar do grupo, via zap;
  • receber os textos e áudios EXCLUSIVOS.

Pré-requisito: ter cursado o Módulo Introdutório da Formação Bimodal.

VALOR: RS 250,00 semestre.

Atividade: leitura de livros escolhidos pelo grupo, a partir das sugestões do Curador.

O livro será lido do ponto de vista Bimodal, já com a visão de que estamos vivendo uma Revolução Midiática Civilizacional e que é preciso ter nova visão sobre o futuro.

NONA TEMPORADA já com novo modelo.

O participante terá direito a:

  • participar do grupo, via zap;
  • receber os textos e áudios sobre o livro com exclusividade (serão postados depois dos debates publicamente);
  • certificado por cada leitura que participou.

Pré-requisito: ter cursado o Módulo Introdutório da Formação Bimodal.

VALOR: RS 250,00 semestre – ou 6 livros.

Atividade: leitura de livros escolhidos pelo grupo, a partir das sugestões do Curador.

O livro será lido do ponto de vista Bimodal, já com a visão de que estamos vivendo uma Revolução Midiática Civilizacional e que o Liberalismo (ou descentralismo como prefiro chamar) está em processo de recriação.
Livro de março:

A Mente Esquerdista. As Causas Psicológicas da Loucura Política – Lyle H. Rossiter.

O participante terá direito a:

  • participar do grupo, via zap;
  • receber os textos e áudios sobre o livro com exclusividade (serão postados depois dos debates publicamente);
  • certificado por cada leitura que participou.

Pré-requisito: ter cursado o Módulo Introdutório da Formação Bimodal.

VALOR: RS 250,00 semestre – ou 6 livros.

A grande crise que vivemos no mercado hoje é que estamos praticando o Futurismo Amador.

As pessoas fazem previsões baseadas muito mais em marketing (naquilo que o mercado quer comprar/escutar) do que em fatos (aquilo que de fato tende a ocorrer)

Todos os pensadores estratégicos, que tiveram grande contribuição no passado, desenvolveram filosofias, teorias e metodologias baseados em um Cenário Futuro Incremental e não Disruptivo.

O Futurismo Profissional, ou científico, se preferirem, baseia os Cenários de Futuros Prováveis baseado na Classificação das Forças e o Mapa de Interação das Forças entre elas.

E é da precisão em identificar as Forças, atribuir Notas de Influência das Forças e Projetar as Influências, que podemos ter um Mapa de Cenários Futuros Prováveis mais adequados.

Tenho dito aqui que o mercado se habituou a trabalhar o futuro com a lógica do Marketing, que se pergunta: qual é a percepção do meu cliente e o que ele está disposto a comprar em termos de Futurismo?

O problema é que os clientes das Organizações Analógicas Tradicionais estão lutando para evitar que as mudanças cheguem.

Querem comprar qualquer Futurismo, que lhes dê a esperança de que tudo ou boa parte do que conquistaram não será perdido – o que é natural.

Está havendo, assim, um jogo de intoxicação entre o mercado que não quer mudar e um Futurismo Marqueteiro, que está dando aquilo que se quer comprar e não o que de fato vai acontecer.

O Case Geraldo Alckmin na última eleição expressa bem esse tipo de intoxicação: aposta-se tudo no modelo passado e colhe-se resultados competitivos pífios.

Assim, é preciso pendurar por aí:

Procura-se Futuristas, menos marqueteiros e mais profissionais, ou científicos.

Futuristas que estejam comprometidos não com o que o cliente quer ouvir, mas o que, de fato, tende a acontecer.

Futurismo tem se tornado o principal eixo da Comunidade Bimodal, com reflexos no Programa de Formação Bimodal.

Quer ser um Futurista Profissional?

Me mande um zap: 21-99608-6422

Conheça nosso Programa de Formação de Futuristas Bimodais.

Veja aqui o depoimento completo dos nossos formandos!

RESSALVA

Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo. E no blog destacados em negrito.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – Teoria e Prática” – (sendo escrito em Grupo de Estudos Avançados sobre o tema) temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

O Grupo de Estudos Avançados sobre Futurismo Competitivo é uma das opções dos formandos, que já foram certificados no Módulo Introdutório e Intermediário.
Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

E abaixo o depoimento de um deles:

Todos os formandos que já possuem o certificado de introdução e intermediário podem participar do grupo de estudos.

O grupo será formado em torno da redação do meu novo livro “Futurismo Competitivo”. Teremos como atividade:

Debate sobre trechos do livro;
Debate sobre os conceitos do glossário (estou organizando todos os conceitos);
Áudios sobre avanços e recuos sobre o texto.

O livro servirá de base para o Módulo Avançado, que deverá ser feito ao longo de 2019.

O participante terá direito a:

  • acesso direto ao texto do novo livro em produção;
  • participar do grupo até junho de 2019;
  • ter o nome colocado entre os colaboradores do livro;
  • fazer parte do prefácio coletivo com um depoimento;
  • certificado por ter participado do grupo.

Eis a capa provisória do livro:

“Tuas ideias não correspondem aos fatos” – Cazuza.

O marketing trabalha sobre a percepção do cliente para vender produtos e serviços. A Ciência trabalha com os fatos, independente da percepção do cliente.

Obviamente, que se temos situações limites, como a chegada da Era Digital, é preciso se concentrar nos fatos para poder mudar a percepção dos clientes.

Não é isso que estamos fazendo.

Os marqueteiros – muitos com a marca de gurus digitais – partem da percepção do cliente para criar respectivas teorias.

Não se quer entender para vender, mas vender aquilo que o cliente é capaz de entender, independente se as percepções estão rimando com os fatos.

É o cachorro balançando o rabo.

Cria-se conceitos a torta e a direito, baseado naquilo que é palatável ao mercado e não aquilo que é coerente com o futuro!

Isso já funcionou bastante num ambiente de continuidade e regularidade, mas não em um de ruptura e irregularidade.

Basear as estratégias organizacionais baseado nas regras do marketing é um dos erros que as Organizações Analógicas estão cometendo.

Uma visão de futuro mais científica é o que promete o Programa de Formação Bimodal, organizado pela nossa Escola.

Veja o depoimento de uma das nossas formandas – veja aqui o depoimento integral de quem já participou dos nossos módulos Introdutório e Intermediário.

Este é o décimo sexto texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Quando falamos em abundância, já vimos aqui que uma Revolução Midiática Civilizacional nos leva da escassez para a Abundância Informacional.

As novas Tecnologias de Mídia permitem que haja, por sua vez, um Aumento Exponencial da Cooperação Horizontal Informacional entre pessoas.

Os novos Canais Midiáticos permitem que haja redução radical dos custos de interação horizontal e novas possibilidades que antes não existiam.

Conhecidos e desconhecidos têm a possibilidade de interagir muito mais do que antes – vivemos, além da Abundância Informacional, uma Abundância da Cooperação, que permite, por sua vez, uma Abundância da Inovação.

Não vivemos, assim, o que passou a se chamar a Economia da Cooperação, mas um Ciclo Exponencial da Cooperação, que é uma consequências das Revoluções Midiáticas.

A Abundância da Cooperação, além disso, é um Fenômeno Social Recorrente, necessário para que haja novo Ciclo Macro Inovador na sociedade, já que o Sapiens é a única espécie que vive sob a égide da Complexidade Demográfica Progressiva.

Se não aumentarmos a cooperação, não conseguimos criar novo Macro Ciclo Inovador, que seja capaz de reinventar a Civilização e torná-la mais adequada ao novo Patamar de Complexidade Demográfica.

Por fim, o novo Ciclo Virtuoso de Cooperação vai abrir o questionamento de determinados valores anteriores, pois barreiras culturais, locais, religiosas precisam ser questionadas para que se possa ampliar a cooperação.

Assim, podemos dizer que caminhamos de Éticas Mais Fechadas para a Cooperação entre grupos, nas quais interesses locais ou tribais são valorizados e tendemos a abrir Éticas Mais Abertas para a Cooperação entre grupos para lidar melhor com o Patamar de Complexidade de plantão.

Note, entretanto, que quando falamos de Éticas Evolutivas para permitir a cooperação não estamos falando de Valores Estruturantes Antigos, que perpassam os tempos, tais como “não roubarás“, “não matarás“, etc.

RESUMO DA LIVE:

LIVE DE HOJE:

Reflexões sobre o Pessimismo Crônico e outros assuntos…Venha fazer a Formação Bimodal: https://nepo.com.br/2018/12/04/o-curso-de-formacao-bimodal/

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, February 19, 2019

LIVES DO NEPÔ – O DIGITAL NA POLÍTICA
TODA TERÇA – AO VIVO NO FACEBOOK 
(POR VOLTA DAS 5:30 DA MANHÃ –

CAMINHANDO NA LAGOA)
https://www.facebook.com/carlos.nepomuceno

LINK PARA AS ANTIGAS:
https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

“Tuas ideias não correspondem aos fatos” – Cazuza.

Hoje, vivemos um momento de questionamento dos nossos antigos Paradigmas.

O que mais se ouve por aí é “pensar fora da caixa“.

E, na verdade, “sair da caixa” é a capacidade humana de olhar para própria percepção do lado de fora.

Para isso, é preciso entender que não vemos a realidade, mas apenas a percepção que temos da realidade, sempre falha e provisória.

Para que possamos rever os nossos Paradigmas, é preciso certa abstração para olhar de fora para dentro.

É preciso entender que o que vemos da realidade é um mar de conceitos encadeados criados pelos nossos ancestrais, que funcionaram bem para determinado contexto.

Para agirmos de forma diferente é preciso olhar de fora, com capacidade de abstração para pensar e agir de forma distinta.

O problema é que abstrair no mundo organizacional é ainda considerado “crime hediondo“.

Abstração é perda de tempo.

Se quer pensar fora da caixa, desde que não se pense muito.

Inovar significa trazer o novo sobre uma forma de pensar e agir.

Não há inovação sem abstração.

E um dos grandes inimigos de quem quer inovar é justamente este: a “abstratofobia“.

É proibido pensar diferente, pois pensar não é “prático“.

Tem que se inovar, mas não se pode mudara forma de pensar só a de agir, se isso fosse possível.

O tema da Filosofia da Inovação faz parte da Formação Bimodal.

Veja o depoimento de um dos formandos do Módulo Intermediário. Veja aqui a avaliação dos outros formandos.

Como deve se começar um projeto de Transformação Digital?

Antes de qualquer coisa, qualquer pessoa ou organização tem que ter um Mapa de Cenários Prováveis para poder definir como poderá manter alta taxa de competitividade.

Certo?

O problema é que as Organizações Analógicas Tradicionais se acostumaram com um Cenário de Futuro Incremental e não Disruptivo.

Os Profissionais de Inteligência Competitiva não precisavam de algo como o Futurismo Competitivo, pois bastava analisar o cenário social, político e econômico e os concorrentes, que estavam quase sempre estáveis para tomar pequenas decisões competitivas incrementais.

Mas isso mudou.

Temos hoje que passar do:

Hoje, temos as organizações trabalham com o Futurismo Inadequado, de forma amadora, procurando agir sem mudar a forma de pensar e, por causa disso, estão perdendo valor competitivo no mercado.

O Futurismo Competitivo é uma das Ciências Emergentes, necessária para entender a Era Digital e é o principal foco hoje de pesquisa da Escola de Pensamento Digital Bimodal.

Quer conhecer mais?

Entre para nossas Comunidades Abertas e se inscreva no nosso Programa de Formação Bimodal.

Manda um zap: 21-99608-6422.

Veja o que diz um dos nossos formandos ou a Avaliação Completa do Nosso Programa:

Novas Mídias Descentralizadoras criam um período de Desequilíbrio Informacional.

A sociedade se habituou a um Patamar de Escassez Informacional e num curto espaço de tempo saímos para a Abundância.

Este fenômeno tem forte impacto em todos os campos da sociedade, pois há um Ambiente Social, que foi criado para lidar com um tipo de Controle de Informação e, de uma hora para outra, temos outro.

Isso tem impacto nos negócios, na política, na educação, na economia, pois vamos percebendo que muito da forma como a sociedade opera depende de:

  • Dos canais das mídias disponíveis;
  • Da forma de controle da informação que estes canais acabam por determinar;
  • E tudo que gira em torno deste controle

Podemos analisar o impacto da passagem da Escassez para a Abundância em diversas áreas, a saber:

  • Organizações – de cliente menos para mais exigentes e maduros;
  • Pessoas – da incapacidade de lidar com um fluxo muito menor para um muito maior de informação.

Há muito que se aprofundar nesse tema e é uma das novidades que temos trabalhado na Escola, graças às reflexões com a leitura do livro Abundância, na Oitava Temporada.



Diversos novos conceitos sobre Administração precisam ser criados para nos ajudar a pensar e agir melhor diante do Digital.

Glossário dos Conceitos Estruturantes:



Diversos novos conceitos sobre Ciência precisam ser criados para nos ajudar a pensar e agir melhor diante do Digital.

Glossário dos Conceitos Estruturantes:

lÉ um ramo da Filosofia que analisa a relação do Sapiens com as tecnologias.

Glossário dos Conceitos Estruturantes sobre Filosofia da Tecnologia:

Tecnoespécie – o sapiens é sapiens por que é tecno e e é tecno por que é sapiens;

EPISÓDIO 01:

A palavra Inovar vem de novidade, trazer o novo.

Existe um mito no mercado que todo mundo está doido para inovar.

Só que quando você traz o novo, está se tirando o velho de algum lugar.

Inovar significa “desvelhecer” algo.

Pessoas e organizações trabalham em cima do cotidiano, que é formado de hábitos e rotinas.

E em cima dos hábitos e rotinas existe o status quo, quem se beneficia dela e quer manter tudo que lhe oferece.

Inovar significa enfrentar pessoas que não querem mudar de hábito ou rotinas e perder algum tipo de status.

E aí se inicia negociação entre o velho e o novo.

E se aceita, na disputa, um tipo de inovação controlada, aquela inovação aceita pela antiga ordem, mas não necessariamente aquela que vai garantir o aumento da taxa de competitividade.

Muitas vezes acaba saindo a inovação negociada, meia-boca, pois a ideia de trazer algo novo está diretamente ligada a melhorar a competitividade das pessoas e organizações.

Nem toda novidade, entretanto, ajuda, muitas até atrapalham, pois é resultado do duelo entre o velho e o novo, que quando sai o resultado nem sempre melhora a competitividade.

Assim, quem quer inovar tem que estar preparado para encarnar o que chamo de Espírito de Guerreiro.

Uma força que tem que vir de dentro para fora que vai enfrentar todas as cascas de bananas, pedras, buracos, lamas, que vão aparecer pelo caminho.

E aí se precisa de auto-motivação, alinhamento entre o projeto de inovação e o propósito de cada pessoas à procura do que chamamos aqui de Felicidade Estrutural.

Inovar, numa espécie que cresce de complexidade, é uma obrigação, mas não é algo simples e gostoso, como se vende nas palestras sobre o tema.

Abordamos estes assuntos no nosso Programa de Formação Bimodal da Escola. Veja o depoimento de um dos formandos:

VER AO FINAL O DESCRITIVO DOS CONCEITOS ESTRUTURANTES DA ANTROPOLOGIA COGNITIVA,

Ciência Emergente que ajuda a compreender a Era Digital, a partir do estudo do Fenômeno Social Recorrente, que é a massificação de Novas Tecnologias Midiáticas.

Glossário dos Conceitos Estruturantes pela ordem de criação:

  • Tecnocultura – nova forma de pensar a cultura de forma integrada com as tecnologias, algo que sempre foi assim, que faz parte da nossa essência – o termo é trabalhado também na Filosofia da Tecnologia;
  • Ciclo de Abundância/Escassez Informacional – variam conforme as mídias de plantão e o tamanho populacional;
  • Complexidade Demográfica Progressiva – faz parte da essência de uma Tecnoespécie que cresce demograficamente, pois é capaz de alterar a forma como se administra (detalhei mais o conceito aqui);
  • Tecnoespécie – espécies capazes de inventar e reinventar tecnologias, sendo o Sapiens a única do planeta;
  • Tecnologias Midiáticas ou de Mídias – responsáveis por como nos informamos, comunicamos, trocamos e aprendemos – o conceito aparece também no Futurismo;
  • Complexidade das Demandas/Ofertas – variações que ocorrem, conforme aumentamos a população;
  • Revolução Midiática Civilizacional – fenômeno raro que ocorre com a massificação de novas Tecnologias de Mídia (Canais e Linguagem), que têm como consequência o descontrole informacional e assim consequências de forte alterações civilizacionais;
  • Evolução Midiática – fenômeno que ocorre com a massificação de novas Tecnologias de Mídia (Canais e Linguagem), mas que NÃO têm como consequência o descontrole informacional;
  • Aumento Exponencial da Cooperação Horizontal InformacionalFenômeno Social Recorrente, que surge logo depois de Revoluções Midiáticas, permitindo que conhecidos e desconhecidos possam promover trocas de todos os tipos, inicialmente de informação;
  • Abundância da Inovação e/ou Ciclo Exponencial de Inovação / Ciclo Macro-Inovador / Ciclo Virtuoso de Cooperação Fenômeno Social Recorrente, que surge logo depois de Revoluções Midiáticas, permitindo que o ritmo de todo tipo de inovação seja acelerado;
  • Patamar de Complexidade Demográfica – medição entre o tamanho da população versus a demanda/oferta necessária para que se mantenha viva e, se possível, feliz;

Este é o décimo quinto texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Topia é lugar. Utopia é o não lugar.

Algo que não existe.

Podemos dizer que o presente livro analisado é utópico, Tecno-Utópico, pois acredita que as tecnologias podem nos levar para uma sociedade impossível.

Ao deixar subentendido que estamos indo para um estado de “Abundância Permanente” de uma sociedade que resolverá de vez o problema de Escassez.

Os autores criam o que podemos chamar de Tecno-Utopia para se contrapor aos que defende a Tecno-Distopia, em que tudo está indo para um ambiente pior do que antes.

(No filme Manhunt Unabomber, por exemplo, o criminoso acreditava que o futuro seria bem pior, pois era um Tecno-Distópico).

A Distopia e a Utopia têm problema similar: não acreditam em Pêndulos Sociais, que variam conforme determinados contextos.

Podemos ter aumento da Escassez ou da Abundância dependendo do contexto Tecnocultural, são dois pólos que variam, conforme o predomínio de determinadas Forças.

Assim como podemos ter calor/frio, saúde/doença, alegria/tristeza, etc.

Não existe a alegria absoluta e nem a tristeza.

Um pensamento mais científico é justamente aquele que vai analisar o Mapa das Forças e apontar o Mapa dos Cenários Prováveis.

Sim, vivemos um Ciclo de Abundância Informacional, depois de um longo Ciclo de Escassez Informacional, devido principalmente a duas forças:

O Ciclo de Abundância Informacional vai gerar resultados de ajuste entre a Complexidade das Demandas com a Complexidade das Ofertas.

Nada além disso.

Se continuarmos a crescer demograficamente, passaremos a entrar em viés de Escassez Informacional, reiniciando o Ciclo.

Podemos dizer, assim, que o DNA da Utopia/Distopia está justamente no fato de enxergar num Ciclo Mutante, que varia conforme contextos, algo que será permanente de forma otimista ou pessimista, conforme o perfil de cada um.

Este é o décimo quarto texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Na pg. 352, os autores escrevem “…não sabemos qual tecnologia emergirá e mudará o mundo“.

Tenho dito que os autores caem no “pecado mortal” de tentar trabalhar o Futurismo sem um Mapa das Tecnologias.

Mapa das Tecnologias permite fazer a classificação das diferentes tecnologias e a capacidade que cada categoria tem para alterar o Mapa dos Cenários Prováveis.

Assim, podemos dizer que uma possível massificação das Tecnologias Genéticas serão mais impactantes do que a massificação de novas Tecnologias de Mobilidade, pois as primeiras alteram a Essência das Demandas do Sapiens e as segunda complementam as ofertas já existentes.

Podemos também dizer que Tecnologias Midiáticas são muito mais impactantes do que Tecnologias Alimentícias, pelos mesmos motivos.

Cada uma tem um peso dentro do Mapa dos Cenários Prováveis para que se possa criar cenário factível.

É uma das Ciências Emergentes que estão sendo criadas ou recriadas para entender a Era Digital.

A Era Digital demonstra que nosso Mapa das Forças que faziam a diferença na sociedade estava equivocado.

É preciso um ajuste do Mapa das Forças para que possamos entender onde estamos e para onde vamos – missão dos Futuristas.

A Filosofia da Inovação é um ramo da Filosofia e visa tentar entender, de forma mais abstrata e conceitual, as demandas e condições para que possamos inovar.

A Filosofia da Inovação visa refletir sobre a relação do Sapiens com a Inovação e trazer novos conceitos para ajudar a pensar e agir diferente neste campo.

Criei aqui no blog uma categoria específica sobre isso.

É mais um vagão que será puxado pela locomotiva que é o carro-chefe da Escola Bimodal: o Futurismo.

Glossário de Conceitos Estruturantes dessa Ciência Emergente:

  • Disrupção – forma de agir e pensar que altera profundamente o senso comum, exigindo alto grau de abstração;
  • Mentes Quietas – facilidade de lidar com o senso comum, hierarquia e com o cotidiano, porém dificuldade de lidar com Disrupção,;
  • Mentes Inquietas – dificuldade de lidar com o senso comum, hierarquia e com o cotidiano, porém facilidade de lidar com Disrupção,;
  • Senso Comum – conjunto de valores e conceitos, que formam o Paradigma Dominante de determinada época;
  • Paradigma Dominante ou Vigente –  o mesmo que Senso Comum;
  • Espírito de Guerreiro – atitude proativa diante das intempéries de quem quer trazer inovação para a sociedade;
  • Felicidade Estrutural/Conjuntural – a conjuntural é a do cotidiano e a estrutural é aquela que você constrói ao longo do tempo, preocupado com um legado de vida;
  • Abstratofobia – preconceito de refletir sobre a forma de pensar e agir considerado pouco eficaz -falsa dualidade entre teoria e prática, que solucionamos com o conceito do Edifício do Conhecimento;
  • Éticas Mais Abertas/Fechadas para a Cooperação – padrões éticos que permitem que se possa estar mais aberto ou fechado para interagir com outras pessoas de diferentes religiões, grupos, tribos, etc;
  • Éticas Evolutivas – o conceito que as éticas humanas caminham para se abrir para cada vez mais cooperação para permitir lidar melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva;

A Disrupção é um tipo de inovação que modifica – de forma profunda – a forma de pensar e/ou agir sobre determinado problema.

A Disrupção, assim, exige que haja nível maior de abstração para se olhar o senso comum – de fora – e se perceber que não faz sentido e que pode haver outra forma de se pensar e/ou agir.

De maneira geral, a sociedade estimula Mentes Quietas, que podem preservar e repetir os modelos. É uma forma de garantir a sobrevivência e a continuidade dos processos.

Porém, vivemos um etapa especial da humanidade, que é a passagem de uma Era para outra, a partir da chegada de novas Mídias Descentralizadoras.

Há, em toda a sociedade, demanda por Disrupção e, por sua vez, de estímulo aos Inquietos.

  • Mentes Inquietas têm mais facilidade para esse tipo de missão: promover a disrupção, a despeito do Senso Comum.
  • Mentes Inquietas são mais raras e são mais relevantes justamente no momento que precisamos reinventar o que ficou obsoleto com o tempo.

Um bom exemplo disso pode ser visto em dois filmes no Netflix.

No Unambomber, por exemplo, o perfilador do FBI, praticamente sozinho, rejeita os métodos adotados por uma vasta equipe de quietos e chega ao criminoso,inventando um novo braço no levantamento de pistas: o estudo de espécie de “Impressão Digital pela Linguagem”.

Precisava-se daquele mente fora do padrão para se ver algo que uma equipe inteira obediente à hierarquia e não aos fatos, não conseguiu enxergar.

Outro exemplo na mesma linha é o Grande Aposta, no qual um matemático, responsável por um fundo de investimentos, prevê a queda do mercado imobiliário e aposta nisso contra todas as previsões.

Em ambos os casos, são fortemente atacados pelo status quo e, por que se atém aos fatos, acabam, ao final provando respectivas apostas.

Tenho trabalhado ao longo dos últimos anos com o que passei a chamar de Inquietos – pessoas que têm capacidade de abstração maior e, por causa disso, entendem e querem algo fora do senso comum.

A Mentalidade Analógica – formatada para viver num ambiente de futuro mais controlado, procura abafar esta inquietude.

Temos hoje uma espécie de embate surdo entre os Quietos e os Inquietos.

Porém, da mesma forma que os Quietos são fundamentais na continuidade, os Inquietos são indispensáveis na demanda por Disrupção.

Os Inquietos são pessoas fundamentais quando os Paradigmas Vigentes se mostram obsoletos como agora em plena Revolução Midiática Civilizacional Digital.

O Programa de Formação Bimodal é justamente pensado para fornecer aos Inquietos conceitos mais consistentes para que possam lidar melhor com o senso comum.

Veja o depoimento de um dos formandos:

Compre por aqui – exclusivo para participantes do Grupo Vip e que tenha certificado do Módulo Básico:


Quando falamos Mídia, estamos falando daquilo que está “no meio”, entre nós. Entre os humanos existe tecnologia.

Ninguém sai falando, aprende, é um tipo de Tecnologia Cultural e depois criamos Tecnologias Físicas, escrita em diante.

Mas quando falamos em tecnologias, estamos nos referindo a Chaves de Flexão e Inflexão.

Tecnologias, até o momento, são Forças Inativas, pois não tem motivação própria.

Podem repetir processos, que servem de Chaveamento para provocar Flexão ou Inflexão de Demandas Humanas.

Temos dois fatores que envolvem a Anatomia das Mídias no processo de Chaveamento:

  • Os Canais Midiáticos – que criam a flexão/inflexão do controle/recontrole, que nos leva a ciclos de escassez e abundância informacional;

No Digital, os novos Canais Midiáticos permitem a Digitalização e as novas Linguagens Midiáticas, a Uberização.

RESUMO DA LIVE:

A Live:




Venezuela, previdência e o futuro do PTLinks:Formação Digital Bimodal:https://nepo.com.br/2018/12/04/o-curso-de-formacao-bimodal/Lives antigas:https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

Posted by Carlos Nepomuceno on Monday, February 11, 2019

Podemos dizer que quanto mais Sapiens houver no planeta, mais a informação terá que se descentralizar.

A informação é a chave para que se possa descentralizar a tomada de decisão para lidar melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva – uma das essências da nossa espécie.

A descentralização das decisões não é opcional, mas obrigatória!

Toda vez que aumentamos demograficamente, ficamos grávidos de nova mídia que acaba nascendo depois de um certo tempo para que possamos lidar melhor com o novo Patamar de Complexidade.

A nova mídia vem, assim, com dois objetivos no âmbito da Anatomia das Mídias:

  • Criar novos Canais Midiáticos – para reduzir uma era de escassez e passarmos para a abundância de informação;
  • Criar nova Linguagem Midiática – que nos permite criar novos Macro Modelos Administrativos mais sofisticados.

O problema principal é justamente o que estamos vivendo: a adaptação do Ambiente Social Pré-Revolução Midiática para o Pós, com dois fenômenos em paralelo: Digitalização (da escassez para a abundância da informação) e Uberização ( da Gestão para a Curadoria, que tem novo DNA Administrativo).

Um Ambiente Social com muito mais informação exige alterações emocionais e intelectuais das pessoas, até que depois de algumas gerações consideremos tudo isso “normal“.

Há, em função disso, demanda por criação de conceitos mais abstratos, pois há necessidade de analisar a informação abundante para separar:

  • o que é falso do que não é;
  • como cada nova informação se encaixa no quadro mais geral;
  • E qual é o quadro mais geral que te guia para interpretar os problemas que têm para resolver na vida pessoal e profissional.

Num ambiente de escassez nada disso era emergente e fundamentgal.

Fomos educados, formatados e preparados para Ambiente de Escassez Informacional e é preciso proceder esse processo de Trans + Formação para podermos lidar com mais facilidades neste novo contexto.

O tema tem sido tratado na Oitava Temporada das Leituras Compartilhadas, na leitura do Livro Abundância de Diamandis e Kotler.

E no Programa de Formação Digital Bimodal, com os Módulos Básico e Intermediário.

Veja abaixo a avaliação de um dos formandos do Módulo Básico:

Este é o décimo terceiro texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Um desalinhamento com o livro é sobre a Essência das Tecnologias.

De maneira geral, quando se fala em tecnologia se atribui a elas, independente a Essência de cada uma, a mesma capacidade de alterar o cenário.

Um Futurista mais maduro tem que ter um Mapa da Essência das Forças Tecnológicas.

Uma mudança genética, por exemplo, em larga escala está no topo dos impactos das alterações futuras.

Bem como a chegada de Novas Mídias Descentralizadoras, que geram um Ciclo de Abundância de Informação.

Sem esse tipo de mapa, que exige uma revisão do senso comum, fica difícil projetar mudanças no novo século.

No livro em questão, não há esta preocupação e talvez seja um dos erros mais grosseiros das previsões de futuro que estão ali.

No livro, as tecnologias são vistas iguais o tempo todo, o que deve ser evitado por um Futurista.

Este é o décimo segundo texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Temos alguns alinhamentos, mas diversos desalinhamentos.

Os autores têm uma visão bem diferente dos Bimodais sobre Tecnologia.

Para nós, tecnologia é parte integrante da espécie, quando surgem os conceitos da Tecnoespécie e Tecnocultura.

Não se pode pensar o Sapiens sem tecnologia. Não seria a nossa espécie.

Os autores ressaltam o papel das tecnologias de tempos recentes, com mais enfase agora.

“No segundo futuro, a maioria da humanidade acabará se mesclando com a tecnologia”.

Do ponto de vista cultural, só viramos Sapiens, pois somos Tecnoespécie.

Aqui, temos um debate sobre Filosofia da Tecnologia, que define a nossa espécie, a nossa essência, como Tecnoespécie, o que torna mais fácil compreender nossos passos.

As tecnologias são espécie de fronteiras que temos em torno de nós, que avançamos ou ficamos limitados, até que surjam novas.

Esta visão é fundamental para um Futurista poder enxergar o cenário de forma mais adequada e é uma das revisões que sugerimos nas Ciências Emergentes.

Fazem parte dos conceitos da Filosofia da Tecnologia que tem como missão rever a Essência do Sapiens, a partir de novo olhar sobre a nossa relação com as tecnologias.

O tema é largamente abordado no meu último livro Administração 3.0 e no Módulo Básico da Formação Bimodal.

A informação não existe no vazio.

Aonde tivermos informação teremos tecnologias que as “envelopam“.

Assim, conforme o aparato tecnológico que temos, definimos a forma de controle da informação que praticaremos.

Muito raramente, temos alterações profundas nos Canais de Informação, com viés de controle ou de descentralização.

No momento, que se massificam tecnologias, que favorecem a descentralização temos fenômeno chamado Revolução Midiática Civilizacional.

Assim o Patamar de Controle da Informação, aqui neste caso, varia, não por motivos sociais ou políticos, mas por mudanças tecnológicas no aparato de mídia.

Com viés de centralização, como tivemos no século passado com a chegada da Mídia Eletrônica e no atual século com a chegada da Era Digital.

O Patamar de Controle da Informação é um conceito da Antropologia Cognitiva uma das Ciência Emergentes, demandada para entender a nova Era.

Desde que comecei a minha aventura de reflexão e ação para entender a Era Digital e ajudar meus clientes e alunos para lidar melhor com ela, que tenho trabalhado com novas e revisitadas áreas da Ciência.

Podemos dizer que é preciso rever diversos parâmetros da própria Ciência, que trabalho diversas abordagens novas, que denominei Ciência Revisitada.

Além disso, é preciso revisar profundamente a Ciência da Administração, rever a da Comunicação, criando nova vertente a Antropologia Cognitiva.

Há também a demanda pelo debate da Filosofia da Inovação.

E atualizar uma bem recente, que ganha cada vez mais destaque, denominada de Futurismo (que pode ser visto por aí como Futurologia ou Ciência de Futuro).

É um leque de conceitos interconectados, que nos permite enxergar melhor a nova Era.

Se me perguntar, acredito que o Futurismo é o elo principal que une todas elas, pois é do cenário que traçamos, que um Profissional de Inteligência Competitiva pode trabalhar e, por sua vez, um Profissional Operacional de Competitividade pode ir adiante.

O Futurismo é o norte para traçar o cenário, no qual, como vagões encadeados, entram a Ciência Revisitada, a Antropologia Cognitiva, a Administração Revisitada.

Uberização

Processo de massificação da Curadoria é o que chamamos de Uberização.

Note que a Digitalização é a massificação de Canais, a Uberização só é possível com a massificação da nova Linguagem Midiática Digital dos Rastros.

Conceito que caracteriza a chegada de novos Canais Midiáticos na sociedade, provocando mudanças no Ambiente Informacional de Escassez para Abundância Informacional.

Antecede a Uberização, que é a massificação da Curadoria.

Vivemos hoje uma Revolução Midiática Civilizacional Digital, que se caracteriza pela passagem de Ambiente de Escassez de Informação para um de Abundância Informacional, que podemos chamar da primeira parte do Terremoto Cognitivo que a sociedade passa a viver..

É o resultado do que podemos chamar de Digitalização, no qual mais e mais pessoas têm acesso e podem compartilhar, comentar e, por fim, produzir informação.

É a fase um (1) de uma Revolução Midiática Civilizacional e a fase dois (2) é a mudança de Modelo Administrativo, que chamamos aqui no popular de Uberização ou de massificação da Curadoria.

Momentos como estes na história, se caracterizam por Crises de Paradigma, pois todo o Ambiente da Sociedade está consolidado em um Patamar de Controle da Informação e em um DNA Administrativo.

É preciso um período de Macro Ajuste entre o Ambiente Social anterior e o novo.

O futuro que estava todo baseado nos Paradigmas do Ambiente, pré-Revolução Midiática precisa ser repensado.

É preciso da renovação do Futurismo – procura de método científico para melhorar a qualidade dos prognósticos de cenário futuro.

O Futurismo praticado hoje pelo mercado é um Futurismo de Baixa Qualidade, pois é preciso recriar parâmetros para que se posso voltar a ter um cenário futuro com mais eficácia.

É da qualidade do Futurismo, que o Profissional de Inteligência Competitiva pode fazer seu Mapa da Transformação Digital e o Transformador Digital poderá executá-lo com sucesso.

Ver mais sobre os diferentes perfis do Futurismo aqui.

Por isso, é hora do que chamamos no nosso Módulo Intermediário de Formação Bimodal, na quinta aula, de Futurismo Dedutivo, que promove mudanças de paradigma para, só então, reanálise dos dados.

Se quiser conhecer mais sobre nossa Comunidade Bimodal, que procura sofisticar a forma de pensar e agir sobre o futuro, me manda um zap: 21-99608-6422.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos formandos:

São movimentos que vem e vão conforme a chegada de nova mídia ou a manutenção da mesma por longo tempo.

Quando entramos em Ciclos de Escassez temos um conjunto de fenômenos encadeados: concentração social, política e econômica e vice-versa, nos momentos de abundância.

É comum no mercado as pessoas considerarem que todas as tecnologias são iguais.

Vimos aqui que Tecnologias são Forças Inativas, que têm o Efeito de Contenção ou de Liberação de Forças Ativas.

Ver mais sobre o Mapa das Forças aqui.

Mas cada Tecnologia tem a sua Essência de Força Inativa, que permite que determinado tipo de Contenção ou Liberação de Forças Ativas.

O surgimento de novas tecnologias de Energia permite um tipo de Liberação. Bem como a chegada de nova mídia, outro completamente diferente.

Um Futurista que não analisar a Essência das Tecnologias não conseguirá prever as forças que podem estar contidas e serão liberadas, quando determinado tipo de tecnologia se massificar.

Podemos falar que existe isso?

Podemos dizer que o que chega no Brasil optou por uma mesma estrada da Encruzilhada Conceitual.

Era Digital é um Fenômeno Social Único.

Tal visão não permite comparações históricas e mais aprofundadas sobre o tema.

Ah, Nepô, mas tem diversos autores americanos que não têm essa linha“.

Volto a dizer os autores QUE INFLUENCIAM O MERCADO BRASILEIRO são todos na linha de Era Digital = Fenômeno Social Único, o que acaba por distorcer bastante.

A meu ver, tal opção nos leva a um Futurismo de baixa qualidade.

Se olharmos para as opções de pensamento, sempre teremos diante de determinado problema Encruzilhadas Conceituais.

Pensar de forma mais eficaz sobre um problema exige que se perceba quais são as Encruzilhadas Conceituais que há ou haviam e o que significa optar por uma ou outra.

Os Bimodais, por exemplo, lá atrás optaram por entender a Era Digital como Fenômeno Social Recorrente e a maior parte dos autores do mercado optaram por Fenômeno Social Único.

Isso tem grande diferença na forma de pensar e agir diante da Era Digital.

Identificar as Encruzilhas Conceituais facilitam bastante a forma das pessoas pensarem e os limites e possibilidades de cada uma das Estradas Conceituais adotadas.

Este é o décimo primeiro texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Tenho analisado aqui que há um equívoco dos autores do livro em analisar a Era Digital como Fenômeno Social Único, uma característica, aliás, da Escola de Pensamento Digital Americano.

Não são eles – os autores do livro – que pensam assim de forma isolada, mas a maioria dos autores, principalmente os americanos, que têm influenciado bastante todo o mundo e o Brasil.

Sugiro a todos os seguidores da Escola, que leiam o livro Cibercultura do Pierre Lévy e depois o meu Administração 3.0 para perceber a diferença entre as duas formas de pensar.

Sugiro a todos os seguidores da Escola, que leiam o livro Cibercultura do Pierre Lévy e depois o meu Administração 3.0 para perceber a diferença entre as duas formas de pensar.

Nós acreditamos que a Era Digital é Fenômeno Social Recorrente e eles Fenômeno Social Único.

E, por causa disso, podemos criar algo como a Antropologia Cognitiva uma das Ciências Emergentes necessárias para compreender melhor a Era Digital.

A Antropologia Cognitiva promove o mergulho comparativo histórico de todas as mudanças de mídia, desde a chegada dos gestos, passando pela oralidade, escrita, escrita manuscrita e agora o digital.

No livro, os autores influenciados pelos limites de pensar a Era Digital como Fenômeno Social Único falam de momento extraordinário, como algo mágico, já falamos disso aqui, sobre Otimismo Mágico.

Porém, o que podemos alinhar com os autores é o seguinte.

Sim, existe um momento especial, isso é inegável, o que há de divergência que ISSO SEMPRE ACONTECE em fases posteriores às Revoluções Midiáticas Civilizacionais.

O que temos, na verdade, é esse tipo de Abundância Informacional, que nos lega Ciclos Virtuosos Sociais, Políticos e Econômicos.

O que temos nestes momento de passagem entre o pré Revolução Midiática Civilizacional e o pós, é, claramente, a migração de um Ciclo de Escassez de Informação para um de Abundância de Informação.

Porém, se analisarmos o passado tais ciclos provocam, na sequência, Aumentos Demográficos, Novas Demandas Quantitativas e Qualitativas e, por fim, até o momento, um novo Ciclo de Escassez de Informação, pela centralização das Mídias.

Assim, a ideia de época extraordinário e abundância econômica permanente é mágica. Carece de sustentação histórica. É de baixa reflexão e pouco científica.

O livro, como é característica geral da Escola de Pensamento Digital Americano, não pondera as diferentes Essências das Tecnologias.

Toda a tecnologia, ao chegar na sociedade, tem o mesmo efeito, como se uma mudança na área médica, ou de transporte teria o mesmo impacto do que uma mudança genética ou como lidamos com a comunicação e informação.

Há um erro, portanto, na opção feita em diversas Encruzilhadas Filosóficas e Teóricas, o que vai nos distanciando de praticar um Futurismo mais eficaz.

Este é o décimo texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Não é incomum no livro encontrar expressões, tais como “época extraordinária” (pg. 285) e “momento único no tempo” (pg. 286).

E segue:

Penetramos num mundo onde a natureza expansiva da tecnologia começou a se relacionar com nossos desejos íntimos” (p. 286).

Precisamos conceituar esse tipo de maneira de pensar, se quisermos entender as diferentes abordagens sobre a Era Digital e, principalmente, a forma americana de pensar o fenômeno – que tanto nos influencia.

Pierre Lévy, um dos inspiradores da nossa Escola, no livro Cibercultura, ao falar da Era Digital, situa como um Fenômeno Social Recorrente, que é característico da chegada de nova mídia descentralizadora.

Note que neste momento, ele aponta uma causa, um Fator de Inflexãoque tira a sociedade de um determinado momento para passar para outro.

Lévy neste momento apresenta argumentos baseados na história, que justificam a passagem de ambiente para outro, que sai de regularidade e entra em processo de transformação.

Há uma causa histórica para a mudança.

Diamandis e Kotler, ao estilo americano, tendem a uma Visão Ahistórica. Criam certa magia por acreditar que é possível que depois de milhares de anos do sapiens na terra estamos vivendo algo QUE NUNCA OCORREU ANTES.

Passa-se a ter visão única, extraordinária do Digital.

Se vê tudo como um Fenômeno Social Único e particular, que só pode ser atribuído a algum tipo de magia.

Não se está praticando o Futurismo Científico, mas o Futurismo Mágico.

Não se preocupam em analisar que tipo de mudanças similares podem ter ocorrido antes para nos levar para este momento, de fato, especial, de Inflexão.

Note que há uma espécie de Otimismo Mágico, pois uma coisa é estarmos vivendo uma Revolução Midiática Civilizacional, um Fenômeno Social Recorrente do Sapiens.

Fenômeno que tem causas e faz parte, sistêmica, da história humana, o que obriga a criar a Antropologia Cognitiva Ciência Emergente que nos permite enxergar melhor o potencial e os limites do que temos adiante.

Há na abordagem dos autores, por não classificar as diferentes tecnologias e os impactos que têm na sociedade, uma magia.

Não vivemos, assim, uma Era Extraordinária, apenas momento especial, característico de Macro Mudanças Midiáticas, quando passamos de forte controle informacional para um Recontrole Informacional Mais Aberto do que o anterior.

A visão mágica do momento extraordinário faz com que as previsões de que há mudanças globais, totais, de que haverá abundância permanente, por causa da magia única que está no ar torna a visão dos autores muito mais ligado à magia do que a ciência.

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