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Criamos o mito de que os jovens estão prontos para o mundo Digital. Podemos dizer que para usar os equipamentos sim, mas para lidar com outros aspectos, não.

Revoluções de Mídia marcam a chegada de novas Civilizações, que demandam alterações educacionais, em diferentes etapas.

O Digital nos tirou da escassez para o excesso de informação. Não basta, assim, saber operar um celular, mas é preciso saber lidar com um volume enorme de dados para tomar decisões.

O Digital tem reduzido gradualmente a carteira assinada para uma relação de trabalho mais flexível. Não basta assim se preparar para um emprego, mas para empreender.

O Digital tem tornado o conhecimento cada vez mais líquido. É preciso preparar a cabeça para um aprender e reaprender continuado.

O Digital exige que cada pessoa tenha mais liberdade de procurar o seu potencial para que possa sobreviver atendendo, com ele, clientes.

Podemos dizer que o papel das organizações educacionais é sempre fazer o contra ponto daquilo que o meio ambiente social não oferece.

Até a chegada do Digital, os jovens iam para as organizações educacionais para receber conteúdo. Hoje, precisam ser preparados para viver num mundo de informação abundante.

Os jovens precisam de uma preparação bem diferente das que estão recebendo. Por isso, estão tão em conflito.

Os jovens estão sendo preparados pelas organizações educacionais para viver num mundo que estão se acabando!

É isso, que dizes?

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Volta e meia alguém vem com o papo do virtual: aula, sexo, relação, mundo. É uma forma bem errada de encarar a nova civilização.

Vejamos a etimologia:

Virtual – existente apenas em potência ou como faculdade, sem efeito real. “sua propalada bondade era apenas v.”

Podemos dizer que uma pessoa quis muito se tornar um jogador de futebol, mas ficou só no desejo, no virtual.

O que ocorre no mundo digital não é uma virtualidade, mas um distanciamento, que estabelece relações COM EFEITO REAL.

Quando alguém tem aula, como agora na Pandemia, não é uma aula virtual, mas uma aula a distância, via ferramentais digitais com efeito real.

Já tivemos aulas pela televisão (os famosos telecursos) e ninguém chamou de aula virtual, pois já tinham se acostumado com a televisão.

O mesmo podemos dizer das relações afetivas. Quantas pessoas namoraram por cartas no passado e ninguém chamou tais romances de virtuais.

O mesmo podemos dizer das conversas telefônicas. Pessoas passavam anos se comunicando por fone e não era uma relação virtual, mas apenas a distância.

O uso do conceito Virtual reflete um estranhamento para a nova forma de interação a distância, tirando dela algo objetivo, concreto e real e tornando algo “estranho”, “anormal”.

Revoluções de Mídia têm esse tipo de consequência: permitem, além de outras coisas, novas formas de interações a distância, que causam estranhamento.

As novas interações criam um “novo normal”. É o estranhamento e uma certa resistência, que nos faz chamar o que é real de virtual.

Mesmo os jogos de computadores por mais sofisticados que possam ser são jogos, como no passado havia os de tabuleiro agora não presenciais, mas a distância.

O termo mais adequado para tudo que estamos assistindo é não virtual, mas a distância ou “no ambiente digital”. Isso reduz bastante a resistência do novo.

Quem quer ajudar a sociedade a lidar melhor com a nova Civilização, tem que se esforçar para utilizar os conceitos adequados.

Não sei se você sabe, mas o primeiro passo para que se possa lidar melhor com novidades é procurar questionar conceitos mal formulados pelo medo do novo.

Ao se questionar conceitos mal formulados, vai se reduzindo a carga emocional da resistência às novidades e trazendo as pessoas à reflexão.

Minha sugestão: não use o termo virtual e questione quem usa. Tal atividade lhe dará boa oportunidade de ajudar a alguém a reduzir a resistência à nova Civilização.

É isso, que dizes?

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“As crenças comuns são convencidas, incertas e, em si mesmas, contraditórias. ” – Bertrand Russel.

Somos uma Tecnoespécie. A única do planeta, mas não sabemos se a única do universo. Veja o artigo em que detalhei essa possibilidade.

Uma Tecnoespécie tem particularidades únicas. Ela é uma espécie geneticamente independente. Podemos mudar a forma como nos comunicamos e nos organizamos.

Por causa da nossa alta taxa de adaptação, podemos crescer o tamanho da população, mas isso nos leva à crise do antigo modelo de intermediação.

A mídia disponível em cada era civilizacional define um macro modelo de intermediação, que passa a ser utilizado por todas as organizações.

A principal crise que vivemos hoje é do atual modelo de intermediação baseado na oralidade e escrita. Tal modelo foi adequado para um patamar de complexidade demográfica.

É simples assim: o atual macro modelo de intermediação ficou obsoleto. E a Civilização 2.0 está vindo para “matar” os antigos intermediadores.

Não estamos promovendo na Civilização 2.0 um processo de DEsintermdiação, mas de REintermediação.

Temos hoje um novo macro modelo de intermediação baseado no Digital, no qual conseguimos superar a barreira da qualidade em grande quantidade.

A melhor metáfora da Civilização 2.0 é a do bom e conhecido restaurante a quilo, que para atender com mais qualidade na grande quantidade tirou o garçom para que todo mundo fosse se servir diretamente.

O que estamos assistindo na Civilização 2.0 é a reintermediação em duas etapas: primeiro no operacional (na digitalização dos serviços e produtos) e depois no gerencial (os Ubers que não têm gerente).

Desse ponto de vista, não estamos promovendo nenhuma Transformação Digital, mas uma Transformação Civilizacional para um novo modelo mais sofisticado de intermediação.

Gerentes, políticos, professores, carteira assinada, emprego, banco central, cartórios, juízes, entre outros, serão as vítimas da Civilização 2.0.

Aos poucos, no avançar da Civilização 2.0, pouco a pouco, os inovadores irão conseguindo apresentar soluções criativas para que possamos viver melhor com tanta gente.

O maior interessado nestas mudanças, mesmo que não tenha ainda consciência disso, é o cidadão e o consumidor. E os maiores inimigos os intermediadores, que serão reintermediados.

É isso, que dizes?

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Já tivemos o VUCA VUCA e agora temos o BANI BANI (Em inglês): Brittle (Frágil), Anxious (Ansioso), Nonlinear (Não linear) e Incomprehensible (Incompreensível).

Repara bem uma coisa.

Uma coisa é a sensação que estamos tendo em relação às novidades do novo mundo. Outra bem diferente é o que será o novo mundo, certo?

Se estivéssemos falando do MOMENTO Vuca, MOMENTO Bani, aquilo que estamos sentindo, não entendendo nada, estaria tudo certo, mas a proposta não é essa.

Apliquemos Bani as sensações: as pessoas realmente estão se sentindo frágeis, ansiosas, não compreendendo as coisas e com fatos não lineares ocorrendo. Mas isso é o novo mundo?

Vejamos o conceito Vuca: as pessoas realmente estão sentindo uma certa volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Mas isso é o novo mundo?

Note que precisamos hoje de análises mais científicas sobre a nova civilização. É preciso criar um mapa do que realmente está mudando e como podemos competir nesse novo cenário e não apontar as sensações diante dele.

Hoje há uma grande indústria de serviços de “transformação digital”, que está muito mais preocupada em criar conceitos, que vendam do que expliquem algo.

Uma estratégia conhecida da propaganda é conceitos vazios que aparentemente dizem muita coisa mas aos analisar um pouco mais com detalhes não querem dizer nada.

Podemos dizer que a Civilização 2.0 será aquela que vai lidar com uma taxa de complexidade maior, pois hoje temos muito mais informações disponíveis.

Podemos dizer que a Civilização 2.0 será aquela que vai, pela primeira vez, lidar com uma linguagem similar a das formigas, que nos obrigará a lidar com uma filosofia administrativa muito mais distribuída do que antes.

Podemos dizer que o Sapiens vive e viverá diante das mudanças da Civilização 2.0 uma crise de adaptação psicológica bastante intensa.

Conceitos como Vuca e Bani muito mais do que ajudar, atrapalham, pois as pessoas se identificam com as sensações, mas não recebem nenhuma explicação que as acalme.

Vamos ao diagnóstico sobre o momento atual: os atuais consultores de Transformação Digital não têm a mínima noção do que realmente está ocorrendo.

Vamos ao diagnóstico sobre o momento atual: boa parte dos atuais consultores de Transformação Digital estão se aproveitando do caos para ganhar dinheiro fácil.

Vamos ao diagnóstico sobre o momento atual: boa parte dos atuais consultores de Transformação Digital jogam conceitos que vendem fácil, mas não explicam nada, para continuar vendendo serviços.

Se você quer reduzir a sua ansiedade, receio, medo, ambiguidade sobre o mundo atual procure uma narrativa consistente sobre ele e não os conceitos MIMIMI, que vendem muito, mas duram apenas poucos meses.

Não use os conceitos Vuca e Bani, pois você vai pagar mico.

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Imaginemos que em Marte exista uma espécie de habitantes usando disco voadores, portanto, produtora de tecnologia como nós.

Diferente de todos os animais que nós conhecemos até aquela data, pela primeira vez, temos contato em Marte com uma outra tecnoespécie parecida conosco.

Até conhecer os marcianos, tínhamos uma dificuldade enorme de entender a diferença entre uma espécie tecno e outra genética.

Pela capacidade de criar novas tecnologias, tecnoespécies conseguem ser animais com uma adaptação ao meio ambiente mais abertas, com muito mais opções.

Tecnoespécies são as únicas de todas as galáxias que podem alterar a forma de se comunicar e administrar e, por causa disso, aumentar o tamanho populacional.

Tecnoespécies quando têm algum tipo de problema de sobrevivência desenvolvem novas tecnologias.

Nossa grande dificuldade de nos entender é que sempre estamos nos comparando com outros animais apenas genéticos e não tecnos como nós e os “marcianos”.

Hoje, com a chegada do Digital, estamos realizando mudanças que só serão compreendidas quando entendermos a fundo o que realmente significa ser uma tecnoespécie.

Para entender o novo século é preciso fazer uma profunda revisão de como tecnoespécies se adaptam ao meio ambiente ao longo do tempo.

No fundo, por que somos Sapiens, somos Tecnos. E por que somos Tecnos, conseguimos continuar a ser Sapiens.

Precisamos “sair do armário” e assumir nossa “tecnocidade” senão continuaremos, como muitos têm afirmado, que o futuro é imprevisível.

O futuro só passará a ser, de novo previsível, quando entendermos o que uma típica tecnoespécie faz para se adaptar no tempo.

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https://bit.ly/2IKimVX

Temos um grande problema de entender o papel da tecnologia para o sapiens. Tecnologias são uma espécie de fronteira daquilo que podemos e não podemos fazer AINDA.

A sociedade humana vive dentro de um Tecnoaquário, cuja as paredes são as ideias e as tecnologias e disponíveis.

Vivemos, assim, um espiral da seguinte maneira: novas ideias e tecnologias permitem ao sapiens aumentar a população, que nos obriga criar mais ideias e mais tecnologias.

Tecnologias permitem criar novas formas de sobrevivência sempre na direção de menos para mais complexidade.

Ao se adotar novas tecnologias, na verdade, estamos mudando em algum grau a forma de sobreviver.

Vivemos hoje a chegada das tecnologias centrais da espécie. Mídias alteram de forma radical ou disruptiva a forma como o sapiens sobrevive.

As tecnologias midiáticas digitais, em particular, são as mais disruptivas de todas as revoluções civilizacionais vividas até aqui.

O Digital permite quebrar a barreira do tempo e lugar, de forma horizontal. Nunca tantos, puderam acessar tanta informação e conversar com tanta gente!

O Digital permite quebrar a barreira das trocas, de forma horizontal. Nunca tantos, puderam confiar e fazer negócios com tanta gente!

Pierre Lévy sintetiza que a nova civilização permite, pela primeira vez na nossa jornada adaptativa, a interação humana de muito para muitos.

Clay Shirky sintetiza que a nova civilização permite, pela primeira vez na nossa jornada adaptativa, publicar informações serviços e produtos e filtrar depois.

Temos hoje o início de um novo modelo administrativo, que nos permite quebrar a barreira da qualidade personalizada em larga escala.

Quem quer se transformar para enfrentar a nova civilização, tem que entender as novas tecnopossibilidades abertas e usar a criatividade para fazer novos negócios.

Não é, assim, Transformação Digital, mas Civilizacional!

É isso, que dizes?

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O ser humano é a única espécie com destino geneticamente aberto. Não é a carga genética que define nossas escolhas.

Podemos optar por ter filhos, ou não, casar, ou não, morar perto do mar ou nas montanhas. E definir que tipo de atividade profissional é mais adequada.

O sapiens precisa fazer escolhas para sobreviver e viver, pois o “pacote das nossas vidas” não vem fechado.

O sapiens, assim, é dependente de uma carga de conhecimento para que possa aprender a fazer escolhas.

O conhecimento, assim, não é um fim em si mesmo, não é o cachorro, mas o rabo do cachorro sobrevivência e existência.

Cada pessoa, a partir de determinados critérios existenciais , vai definindo a vida que quer para si e procurando conhecimentos que o ajudem nessa jornada.

Podemos definir, assim que o conhecimento é uma ferramenta da felicidade existencial de cada pessoa.

E aí podemos definir o conhecimento em dois:

  • O conhecimento filosófico nos ajuda a refletir sobre nossa existência, fundamental para ir melhorando nossos critérios de felicidade;
  • O conhecimento operacional nos ajuda, a partir dos critérios existenciais de felicidade, chegar a uma taxa cada vez maior.

O conhecimento filosófico é a base para que possamos optar por separar o joio do trigo. O conhecimento relevante do irrelevante.

O conhecimento filosófico é o que chamamos de valores, a partir do critério de cada um e a sua capacidade e vontade de ter uma vida mais ou menos personalizada.

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Temos dito que Transformação Digital não é um conceito, mas apenas uma hashtag para chamar a atenção para um grande problema competitivo deste novo século.

Transformação Digital é uma espécie de lembrete: “olha, você já reparou que teus clientes estão indo consumir em novos concorrentes?” 

O principal problema é conceitual. O conceito “Digital” é algo totalmente abstrato. Você não sabe direito para onde tem que se transformar. E as pessoas ficam sem mapa.

Assim, na Transformação Digital tem muita gente, não é pouca não, que está vendendo bússola quebrada e mapa que leva do nada para lugar nenhum.

Temos na Transformação Digital a velha briga do que vem primeiro o “como?” ou o  “para onde?”. No atual momento, o “como?” está na frente e ninguém sabe “para onde?”.

Quando se fala em trans (mudar) para uma nova formação é preciso entender que tipo de novo modelo de negócios está gerando valor para o cliente.

Quando se fala em trans (mudar) para uma nova formação é preciso entender que tipo de mudança é preciso ser feita no modelo atual para o novo.

Quando se fala em trans (mudar) para uma nova formação é preciso colocar o “para onde?” na frente do “como?”. E isso definitivamente não está sendo feito.

As novas organizações digitais mais competitivas não têm gerente de qualidade, criam plataformas unindo comunidades de consumo, que auto gerenciam o desempenho de pessoas, produtos e serviços.

As novas organizações mais competitivas não têm produtos e serviços próprios, mas uma rede de fornecedores externos, que não têm nenhum vínculo empregatício com elas.

As novas organizações mais competitivas têm uma nova filosofia administrativa disruptivamente diferente do modelo atual. É preciso um forte trabalho psicológico de desapego.

Um mapa adequado para a Transformação Digital implica num enorme esforço de desapegar da atual filosofia administrativa, que deram certo até aqui, mas entraram em obsolescência.

É isso, que dizes?

A Bimodais – melhor escola de futurismo do Brasil –  tem se esforçado para desenvolver uma narrativa, que consiga explicar o que está ocorrendo e sugerir caminhos para pessoas, profissionais e organizações.

Quem tem feito nossos cursos tem aprovado, como vemos no depoimento abaixo:

Quer sair do “tiroteio de cego” que o mercado se transformou?

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Conheça a última versão da nossa narrativa, no livro do Nepomuceno:

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Se quiser impresso, na sua casa, por aqui:

https://clubedeautores.com.br/livro/civilizacao-20

O conhecimento sobre a sociedade humana é estruturado sobre um determinado pilar filosófico que responde a seguinte pergunta: “Quem somos?”.

A resposta da pergunta “Quem somos?” define a essência da espécie e, a partir dela, se desenvolve todas as outras teorias sobre o Sapiens.

A chegada das novas tecnologias midiáticas tem provocado profundas mudanças na sociedade, o que nos obriga a refletir se a resposta ao “Quem Somos?” que tínhamos era tão adequada.

Não somos só uma espécie cultural e racional, diferente das demais. Mas uma tecnoespécie que consegue modificar no tempo os modelos de comunicação e, por causa disso, os de administração.

A revisão da resposta do “Quem Somos?” tem um efeito dominó sobre todas as outras ciências sociais. Muito do que achávamos sobre a sociedade precisa ser revisto.

Podemos dizer que o DNA da compreensão filosófica sobre o Sapiens está em mutação. E enquanto este ajuste não for feito as teorias sociais de plantão não vão “rimar” com os fatos.

Os grandes pensadores sobre a sociedade humana não refletiram sobre as causas e efeitos de um salto demográfico como o atual de um para 8 bilhões em 220 anos.

Os grandes pensadores sobre a sociedade humana não refletiram sobre as causas e efeitos que uma mudança midiática causa na sociedade.

Os grandes pensadores sobre a sociedade humana não refletiram sobre as causas e efeitos que uma mudança midiática causa nos modelos administrativos.

Quando tentamos enxergar o futuro da espécie no geral e nas diversas áreas específicas, temos OBRIGATORIAMENTE proceder estes ajustes na resposta do “Quem Somos?”.

E aí está o impasse da compreensão do novo século. As pessoas estão tentando “achar o Wally” no lugar errado.

É isso, que dizes?

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A pedidos, vamos voltar ao assunto de ontem.

Falácia é um argumento que contém uma verdade aparentemente verdadeira, mas contém também uma mentira nem sempre fácil de identificar.

Digamos que você diga que encontrou uma borboleta e a passou a chamar de borboleta “lagartosa”.  Como toda borboleta foi uma lagarta você criou uma falácia.

É verdade que aquela borboleta foi uma lagarta? Sim, foi, mas como ser lagarta é algo da estrutura essencial das borboletas, não pode ser um critério classificatório.

Para classificar qualquer coisa é preciso analisar o que é estrutural ou conjuntural e/ou geral ou particular no que se quer detalhar.

Há borboletas multicoloridas e as de uma cor única, o que poderia ser um critério. Maiores ou menores seria outro. Migratórias e não migratórias, mais um.

Quando classificamos algo pelo que é estrutural, criamos uma falácia, pois há uma verdade no que está se dizendo, mas não nos permite separar o joio do trigo.

O Sapiens têm algumas características particulares, essenciais da espécie: conhecer, se informar, trocar, compartilhar, aprender, ensinar, que não podem caracterizar uma sociedade específica.

Sociedades humanas, ao longo do tempo, desenvolvem mais quantidade de conhecimento, aprendizado, informação, tecnologia, são mais modernas do que as anteriores, mas não podem ser caracterizadas por isso.

Um bom conceito é aquele que consegue separar o que é estrutural do conjuntural. O que é geral do particular.

Um bom conceito foge das das falácias, que são fáceis de classificar, contém uma verdade parcial, mas geram muita confusão.

O conceito “sociedade do conhecimento” é tipicamente uma falácia, pois o conhecimento pode variar de quantidade e sofisticação, mas não caracterizar uma época.

Podemos, com segurança, classificar a sociedade do conhecimento gestual, oral, escrito, eletrônico e digital. Não há aqui nenhuma falácia. São mudanças conjunturais e não essencial da sociedade.

Falácias são conceitos que deixam margem a muitas interpretações, e dificultam as decisões. São bússolas com defeito, que devem ser evitadas pelos mais competitivos.

A falácia da sociedade do conhecimento, vale também para várias outras como da informação, vem da incapacidade de enxergar as mídias como detonadoras de novas civilizações.

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Os gregos chamavam de sofismo. Ou podemos chamar de falácias. São argumentos interessantes, mas que não resistem à lógica.

Pode reparar que a maior parte dos palestrantes ao falar do digital apela bastante para os efeitos “pirotécnicos”. São palestras muito mais motivacionais do que “explicacionais“.

Note, entretanto, que diante de qualquer fenômeno desconhecido é preciso primeiro entendê-lo para que se tenha motivação para lidar com ele.

Um discurso lógico apela para a reflexão e não para a emoção. Procura encadear causa e efeito para que as pessoas possam julgar e poder contra argumentar.

Gosto de chamar determinadas palestras de “cracolândia“, repleta de diversão, mas com baixa taxa de explicação para que se tome decisões melhores.

Em geral, uma narrativa falaciosa não apresenta causas. Por exemplo: por que estamos vivendo o digital hoje, agora, desse jeito? Existe alguma? Pergunte ao palestrante.

Se um palestrante não apresenta a causa consistente de um fenômeno, não poderá enxergar as consequências. E não terá sugestões eficazes para lidar com ele.

Outro truque é selecionar algo que é essencial e determinar que é conjuntural. Por exemplo, chamar a atual sociedade do conhecimento, quando o conhecimento é da essência do sapiens.

Outro truque de trocar o que é essencial pelo conjuntural? Economia compartilhada (todas são). Sociedade da Informação (todas foram).

Fique atento: vivemos em uma época de muita fumaça e pouco fogo. Muita motivação e pouca explicação. E ninguém vai longe motivado, mas sem saber o melhor caminho.

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https://youtu.be/sxEpTskUe-Q

Quem viu milhares de árvores, não necessariamente viu a floresta.” – Einstein.

Um pesquisador da medicina nunca estuda febre, mas sempre a doença que provoca a febre. A febre é um sintoma de um fenômeno.

A ciência é dedicada a fenômenos, que gera diagnósticos, tratamento e prognósticos para que possamos lidar melhor com eles.

O grande problema que temos tido diante do Digital é: estamos empenhados em estudar os sintomas, mas nunca o fenômeno mais amplo.

O que chamamos “Digital” deve ser classificado como uma Revolução de Mídia, fenômeno social recorrente, inserido dentro de macro movimentos da espécie, visando a sobrevivência.

Revoluções de Mídia são respostas a aumentos populacionais continuados, que nos permitem, a partir delas, criar ambientes organizacionais mais sofisticados.

Vivemos hoje a maior mudança civilizacional da macro história do Sapiens, mas não temos noção disso, pois faltava uma ciência que a explicasse na sua verdadeira extensão.

A Antropologia da Sobrevivência resgata os movimentos da espécie na macro história, revelando a relação de três fatores: população, mídias e macro mudanças administrativas.

A Antropologia da Sobrevivência é a base para recomeçar o estudo das demais Ciências Sociais, que terão que ser reajustadas diante dessa nova perspectiva.

Sem uma ciência que entenda o digital de forma mais consistente, todas as estratégias que estão sendo adotadas, principalmente pelas organizações tradicionais, tendem ao fracasso.

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Problemas dos mais variados são sintomas de que há uma relação inadequada com determinado fenômeno. E, por causa disso, se cria uma ciência para estudar o fenômeno para minimizar o problema.

Um médico não estuda a febre, mas a doença (fenômeno) que provoca a febre, mas os fatores causantes, detonantes, consequentes e atuantes (diagnóstico, tratamento e prognóstico).

Os fatores causantes dos fenômenos, que geram problemas, definiram e definem as ciências que foram e precisam ser criadas: econômicos? de saúde? cósmicos? informacionais? de aprendizado?

Ciências nascem, assim, para estudar fenômenos, que têm uma causa similar e formam um corpo de conhecimento para ajudar a sociedade a lidar melhor com eles.

A atual revolução digital, sem dúvida, é um fenômeno que tem causado diversos problemas, pois as pessoas estão tendo dificuldade de se adaptar a eles. E é o caso de se perguntar: qual a ciência atual disponível mais adequada para entendê-lo?

Os pesquisadores canadenses da Escola de Toronto foram os primeiros – e praticamente únicos – que se dedicaram ao estudo da história das mudanças de mídia, partindo da Ciência da Comunicação.

Porém, uma Revolução Midiática se enquadra em algo mais amplo do que um fenômeno comunicacional, pois, segundo a sugestão de Pierre Lévy (da escola canadense) novas mídias são um marco do início e fim das macro civilizações humanas.

Desse ponto de vista, temos um fator Antropológico – ciência do homem no sentido mais lato, Macro-Históricos, que engloba origens, evolução, mudanças civilizacionais, desenvolvimentos físico, material e cultural, fisiologia, psicologia, costumes sociais, crenças, ambientes administrativos.

As Revoluções Midiáticas só podem ser compreendidas com uma visão Antropológica ligada diretamente à jornada humana com uma visão Macro-Histórica (milenar).

Uma Revolução Digital, no nosso entender, é um movimento humano de sobrevivência, relacionado à sobrevivência, na relação entre aumento da população, surgimento de novas mídias e de nova civilização.

Uma Revolução Midiática precisa de um tipo específico de abordagem Antropológica dedicado aos macro movimentos humanos diretamente voltados para a SOBREVIVÊNCIA.

A Revolução Digital só será compreendida de forma mais ampla, quando entendermos que: é um movimento Macro-Histórico, de mudança civilizacional, diretamente ligado a um movimento espontâneo da espécie para viver com mais qualidade.

É um fenômeno que, até aqui, estava sem uma ciência adequada. Por isso, a Bimodais criou a Antropologia da Sobrevivência, um ferramental científico, mais adequado para entender o fenômeno mais relevante do sapiens sobre o qual ainda conhecemos muito pouco.

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Há claramente hoje em dia um desprezo e abandono pela tradição do pensar. Parece que o sapiens começou a refletir sobre a realidade, a partir do século XXI e todo os pensadores do passado podem ir para o lixo.

Aristóteles (384 a.c. – 322 a.c), por exemplo, pode nos ajudar bastante a entender por que há tanta confusão diante do Digital, com dois conceitos que já têm mais de dois mil anos: análise indutiva e dedutiva.

A indução é um tipo de análise da realidade que parte do específico para o geral. E a dedução é justamente o contrário, do geral para o específico.

As análises dedutiva e indutiva são ferramentas diferentes mais adequadas para problemas distintos. Problemas mais conhecidos e repetitivos, pedem indução. Os desconhecidos e inusitados pedem dedução.

O Digital é um problema desconhecido e inusitado e pede que se faça uma revisão do pensamento geral para que se possa entender uma parte que não está se encaixando. Pede dedução!

O Digital se encaixa claramente no que outro pensador, este mais recente, Thomas Kuhn (1922 – 96) denominou de anomalia, quando a realidade começa a não rimar mais com as teorias de plantão.

Vivemos hoje o que podemos chamar de “Crise do Indutivismo”. Tentamos entender um fenômeno novo com os paradigmas que ficaram obsoletos!

As pessoas, profissionais e organizações estão indo para um oceano novo e desconhecido, com caravelas frágeis, baseados em mapas e bússolas criados para um oceano antigo.

Precisamos hoje de um ferramental de análise muito sofisticado para entender tudo que estamos passando. Para isso, é preciso colher o que há de bom e ainda atual nos pensadores antigos.

A fatal arrogância, o indutivismo radical, é a principal causa da incompreensão do atual cenário. E quando não entende o que ocorre, fica impossível agir de forma eficaz.

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https://www.bimodais.com.br/assinatura

Conheça a última versão da nossa narrativa, no livro do Nepomuceno:

Se quiser o PDF é por aqui:

https://sun.eduzz.com/347192

Se quiser impresso, na sua casa, por aqui:

https://clubedeautores.com.br/livro/civilizacao-20

Se quiser na Amazon:
http://bit.ly/civ20amazon

É comum se defender que os Ubers (Airbnb, Youtube, Mercado Livre e o próprio Uber) são apenas um novo modelo de negócio. Isso é falso!

As teorias administrativas não admitem que existem modelos administrativos que mudam na Macro-História, a partir de mudanças de mídia. Por causa disso, a confusão.

Os Ubers têm os mesmos fundamentos da administração: um tipo de controle de qualidade sobre serviços e produtos, clientes, relação de custo-benefício, etc.  Porém, a diferença não está no que fazem, mas como fazem!

Os Ubers se utilizam da nova mídia (em especial a linguagem dos rastros) para permitir que o usuário possa decidir sobre um conjunto enorme de fatores dentro da organização.

É essa participação ativa do cliente, via linguagem dos rastros, que permite que os Ubers possam ter o acervo de produtos e serviços aberto e mais exponencial.

Há critérios para que se possa colocar filmes no Youtube, abrir sua casa para aluguel, mas a decisão se aqueles produtos e serviços devem continuar é cada vez mais tomada pelo cliente, conforme o modelo vai ganhando maturidade para ter cada vez mais escala.

Os Ubers têm nova forma disruptiva de praticar o controle de qualidade de produtos e serviços. E é essa nova forma que permite ser muito mais exponencial do que os modelos administrativos tradicionais.

Nos Ubers, cada cliente, de alguma forma, assume o antigo papel do gestor de qualidade, avaliando cada produto e serviço, permitindo aumento da taxa de qualidade na quantidade e vice-versa.

Clay Shirky, tecno-pensador americano, define bem a passagem administrativa: antes se filtrava para publicar e hoje se publica para filtrar. Os Ubers são assim.

O Netflix, por exemplo, filtra para publicar. O Youtube publica para filtrar. São dois DNAs administrativos diferentes. O Netflix tem um “carimbador” central de qualidade e o Youtube não tem.

O Netflix tem um modelo de negócios baseado na Administração 1.0 – é acervo fechado e controlado pelo centro. O Uber tem um modelo de negócios baseado na Administração 2.0 – é acervo aberto e controlado pelas pontas.

Hoje, se olhamos para os dois podemos ter a ilusão que eles visam públicos diferentes e tem monetizações distintas. Porém, se olhamos com uma perspectiva comparativa de outras revoluções midiáticas, se consegue perceber a mudança.

A tendência futura é que modelos administrativos como do Youtube ganhem cada vez mais espaço, ocupando lentamente aquele que é hoje ocupado pelo Netflix e similares.

Ubers conseguem praticar uma qualidade na quantidade muito mais exponencial do que os modelos tradicionais. É essa a grande macrotendência para o futuro.

Estamos diante de uma disrupção administrativa, na qual novas organizações podem ter milhões de usuários e fornecedores sem a necessidade de um gerente de qualidade central. É essa a grande novidade do cenário, o resto é incremental ou radical.

É isso, que dizes?

A Bimodais – melhor escola de futurismo do Brasil –  tem se esforçado para desenvolver uma narrativa, que consiga explicar o que está ocorrendo e sugerir caminhos para pessoas, profissionais e organizações.

Quem tem feito nossos cursos tem aprovado, como vemos no depoimento abaixo:

Quer sair do “tiroteio de cego” que o mercado se transformou?

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As lideranças estratégicas já viveram diversas crises diante de alterações do mercado, mas a do Digital é muito especial. A Revolução Digital é um fenômeno Macro-Histórico de altíssimo impacto e sobre o qual temos baixíssimo conhecimento.

Existem diversos sintomas que nos dão a dimensão da crise: a perda radical de valor de diversas organizações tradicionais na última década e a liderança do mercado apenas de empresas que começaram do zero.

Se o novo mercado é ocupado apenas por novas empresas, é sintoma claro que a forma de pensar das organizações tradicionais precisa de ajuste radical.

O mercado se habitou com mudanças dentro da Micro-História, mas uma revolução digital é um fenômeno de alto impacto da Macro-História.

Fenômenos Macro-Históricos só podem ser compreendidos, quando analisamos forças que ocorrem em milênios ou séculos, tais como aumentos demográficos e mudanças tecnoculturais profundas.

Fenômenos Sociais Macro-Históricos são raros, mas quando surgem, exigem que as lideranças consigam superar uma visão de curto e passem a operar numa visão estratégica de longo prazo.

As mudanças que estamos assistindo em toda a sociedade, incluindo nos negócios, demonstram que as teorias administrativas precisam de revisão, pois ignoraram solenemente a influência das mídias nos negócios.

Vivemos hoje a maior crise administrativa da história do Sapiens e assistiremos ao longo das próximas décadas o desaparecimento de organizações, que nunca imaginaríamos que teriam fim.

É isso, que dizes?

A Bimodais – melhor escola de futurismo do Brasil –  tem se esforçado para desenvolver uma narrativa, que consiga explicar o que está ocorrendo e sugerir caminhos para pessoas, profissionais e organizações.

Quem tem feito nossos cursos tem aprovado, como vemos no depoimento abaixo:

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Estou aguardando a aprovação de um curso que criei na Eduzz. Isso é gestão. Quem controla o conteúdo que vai entrar na plataforma é o gestor, que precisa “carimbar” meu curso.

Note que a Eduzz aceita que eu proponha o curso, coloque todo o conteúdo, mas o gerente de qualidade deles aprove para ir ao ar.

Com a possibilidade de cada vez mais gente propor cursos, o gerente de qualidade tem um volume cada vez maior de cursos a serem avaliados.

Diferente de uma escola tradicional, como a Fundação Getúlio Vargas, que tem muito menos cursos novos a serem avaliados.

A Eduzz está numa sinuca de bico, sem saída, pois terá cada vez mais cursos a serem aprovados, num tempo cada vez mais curto, sem que consiga carimbar todos eles.

A Eduzz, como diversas outras plataformas digitais, estão vivendo uma crise entre duas civilizações. Aceitam a inclusão direta pelos fornecedores, mas acreditam que, filosoficamente, é mais correto o gerente de qualidade interno aprovar.

O problema que temos das plataformas digitais tipo Eduzz é de escala. O custo da equipe interna de qualidade será cada vez maior, sem que o resultado seja satisfatório. O modelo é insustentável.

O grande pulo do gato disruptivo da Uberização é ter matado o gerente da qualidade e transferido a responsabilidade para os clientes.

Como diz Clay Shirky na frase que define a encruzilhada civilizacional do Sapiens: “antes se filtrava para publicar, hoje se publica para filtrar“.

A Uberização tem um novo DNA administrativo, no qual todo o controle de qualidade de produtos e serviços é feito pelo cliente.

O cliente 2.0 é aquele que faz o que fazia o antigo gerente de qualidade de produtos e serviços das organizações tradicionais, via estrelas, curtições, cliques.

O que é exponencial na uberização não é, portanto, a tecnologia, mas a nova filosofia administrativa, na qual o filtro da qualidade dos produtos e serviços é transferido para os clientes.

A Uberização se caracteriza por uma filosofia de controle dos produtos e serviços radicalmente diferente e é, por causa disso, que as lideranças tradicionais estão com tanta dificuldade de adotá-la.

É isso, que dizes?

O tema Uberização faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Mídias surgem na sociedade e, no primeiro momento, geram alguma resistência, mas vão sendo naturalmente aceitas e adotadas pela maioria dos sapiens do planeta.

Mídias, entretanto, sofisticam a comunicação e permitem a criação de novos modelos administrativo, que têm uma resistência muito maior de adoção.

O Sapiens é a única espécie do planeta que cresce demograficamente e, por causa disso, precisa sofisticar tanto a forma de se comunicar como de se administrar (basicamente tomar decisões).

A adesão às novas mídias e a modelos mais sofisticados de administração, sem dúvida nenhuma, são opcionais. Até hoje, temos tribos isolados que não têm escrita.

Porém, quando determinadas regiões, países, cidades não adotam o “estado da arte” midiático-administrativo passam a ter limitações para lidar com a complexidade demográfica.

Quando determinadas regiões, países, cidades não adotam o “estado da arte” midiático-administrativo passam a ter limites demográficos ou, se crescem, reduzem gradualmente a qualidade de vida das pessoas (tanto da sobrevivência, quanto da existência).

A macro história do sapiens nos mostra que a adesão ao estado da arte midiático-administrativo é opcional, tanto em termos do uso da nova mídia, quanto de tudo que ela pode oferecer na solução de velhos problemas.

O novo “estado da arte” midiático-administrativo, que começa a ser testado e resolve antigos problemas de nova maneira, vai definindo gradualmente as novas zonas de atração, neutras ou de abandono do planeta.

Temos uma regra de ouro na história humana.

Quanto mais as decisões são compartilhadas pelas pessoas, se utilizando do novo o “estado da arte” midiático-administrativo, mais  conseguem ser eficazes diante da complexidade de plantão e vice-versa.

Isso não é uma determinação, mas uma recomendação, uma opção, que pode ser adotada, ou não. Quem não adota, paga o preço de gradual perda de qualidade de vida.

Fato: a população humana tende sempre a aumentar, os problemas vão ficando cada vez mais complexos e os antigos modelos midiáticos-administrativos cada vez mais obsoletos.

A encruzilhada de cada região é a seguinte: vamos nos utilizar do que há de mais sofisticado em termos midiáticos-administrativos para resolver antigos problemas, ou não? Eis a questão!

É isso, que dizes?

O tema do estado da arte midiático-administrativo faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo.

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Vivemos hoje uma crise das teorias sobre administração e negócios. O Digital demonstrou que as bases filosóficas estão equivocadas.

O ambiente administrativo opera sobre o ambiente midiático. E quando mudamos a mídia, alteramos o ambiente administrativo e não o contrário.

Os modelos administrativos mudam ao longo da macro história, a partir das alterações que são feitas nas mídias. Mudou a mídia, mudou o modelo de administração!

Administrar é decidir. E ninguém decide nada sem utilizar as mídias disponíveis.

O atual modelo de administração é baseado na oralidade e na escrita, que permite que os atuais gestores decidam e comuniquem o que decidiram.

A Administração 1.0 é, assim, o modelo administrativo, no qual gestores decidem ANTES dos produtos e serviços irem ao mercado sobre os quais têm o controle absoluto.

Há diversos MODELOS DE NEGÓCIO possíveis na Administração 1.0, mas todos têm o mesmo DNA administrativo: gerente, decisões orais e escritas e controle total dos produtos e serviços.

Os Ubers são MODELOS ADMINISTRATIVOS diferentes. Não são novos MODELOS DE NEGÓCIO, pois se utilizam de novos recursos midiáticos, que não existiam anteriormente.

Há diversos tipos de MODELOS DE NEGÓCIO na Administração 2.0 com o mesmo DNA administrativo: não há gerentes, as decisões são por rastros e não há nenhum controle sobre produtos e serviços.

A migração da Administração 1.0 para a 2.0, portanto, é uma mudança filosófica de controle, pois quem passa a tomar a decisão não é mais o gestor e sim o usuário.

Enquanto não houver uma profunda revisão das bases filosóficas e teóricas da administração e dos negócios, os líderes continuarão sem chão para entender o tamanho do desafio.

É isso, que dizes?

O tema da crise da administração faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


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Thomas Kuhn (1922 – 96) precisa ser lembrado neste momento de crise. Ele nos legou a ideia de as concepções do sapiens da realidade entram em crise.

A realidade é formada por fenômenos que vão, ao longo do tempo, aparecendo de forma diferente e revisões são necessárias para que possamos lidar melhor com eles.

Problemas são sintomas de que não estamos lidando bem com determinados fenômenos. É preciso entendê-los para que possamos melhorar a relação.

A sociedade neste novo século está presenciando a chegada de uma Revolução Midiática – o fenômeno social recorrente mais impactante para a sociedade, sobre o qual não conhecemos praticamente nada!

Todas as áreas de atuação da sociedade, onde se inclui a administração, estão em crise, pois os fatos não estão mais rimando com as teorias de plantão!

Administrar, para quem ainda não sabe, é decidir. E quem é mais competitivo é justamente aquele que toma decisões melhores.

É preciso entender que as mídias criam um novo DNA administrativo mais sofisticado. Quando mudamos a mídia, começam a surgir empresas mais competitivas, pois passam a usar a nova Tecnopossibilidade.

Os Ubers não são um novo modelo de negócio, mas organizações que tomam decisões de uma nova forma, utilizando o potencial do novo DNA Administrativo.

Quando se defende o conceito “Transformação Digital” estamos saindo do nada para lugar nenhum, pois não é colocar tecnologia no antigo DNA Administrativo. É começar a utilizar o novo!

O problema é que quando se pensa em Transformação Digital está se utilizando as velhas teorias da Administração, nas quais não se inclui o impacto das novas mídias nos modelos administrativos.

Enquanto não se incorporar – como a Bimodais vem fazendo – as novas teorias para se entender a revolução midiática, não se chegará muito longe.

Como diz Thomas Kuhn: “crises são ótimas oportunidades para se renovar os instrumentos.”

É isso, que dizes?

O tema da Crise da Administração faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


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A Civilização 1.0 teve várias fases. Uma delas, uma das mais importantes, se iniciou com a chegada da prensa, em 1450, na Alemanha, iniciando o que chamamos de “modernidade”.

Tivemos a partir de 1450, na Alemanha, uma Revolução Midiática – o mesmo fenômeno social recorrente que estamos vivenciando agora.

Uma Revolução Midiática tem dois aspectos relevantes: se inicia um processo de “sexo de ideias” e da criação de novas “maternidades”, dando início a uma nova civilização humana.

Uma nova mídia quebra a barreira de circulação de ideias no tempo e principalmente do lugar. As pessoas começam a ter acesso às ideias distantes, que nunca haviam tido contato.

Ideias começam a “fazer sexo” com outras ideias e há uma aceleração muito rápida do aprendizado, da inovação, das mudanças. Sai a escassez e entra a abundância da informação.

Novas mídias também permitem uma sofisticação da comunicação, permitindo modelos administrativos com relação de custo/benefício melhor.

Os modelos administrativos mais sofisticados passam a ser experimentados, com o surgimento de organizações mais exponenciais: que permitem atender mais gente, com mais qualidade.

A principal crise que vivemos hoje é a seguinte: estamos vivenciando uma revolução midiática (fenômeno social recorrente), que foi pouquíssimo estudado pelas ciências sociais, onde se inclui a a da administração e dos negócios.

Muito do que ocorreu no passado está se repetindo agora – com tonalidades diferentes. A comparação entre os dois fenômenos é peça-chave para que se enxergue mais longe e se decida melhor.

Temos diante de nós uma profunda filosófica/teórica: estamos vivendo o fenômeno mais importante da história do sapiens, que se repete de tempos em tempos, e não sabemos quase nada sobre ele.

É isso, que dizes?

O tema da crise filosófica/teórica das ciências sociais faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


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As três perguntas básicas sobre o futuro da educação:

1 – é preciso realizar uma guinada na educação ou seguir adiante com alguns ajustes? Acredito que é preciso dar uma guinada.

2 – Se é uma guinada na educação,  uma mudança radical de rumo,  por que devemos fazer isso agora e não antes? Por que toda nova civilização se inicia com uma mudança de mídia.

Por que aumentamos a população, e, por causa disso, criamos um novo ambiente de sobrevivência, com nova forma de comunicação e organização.

3 –  Quais são os desafios para a Educação do Futuro?  O desafio principal é a criação de modelos, que permitam uma educação infantil, dos jovens e adultos, de massa, com cada vez mais personalização.

O que temos que ter como foco na Educação do Futuro se resume a qualidade personalizada exponencial para cada vez mais quantidade de pessoas.

A Educação para a Civilização 2.0 terá o uso intenso de novas tecnologias para obter um reaprendizado permanente, com criatividade, autonomia de pensamento e capacidade de lidar com informações cada vez mais distribuídas.

Que dizes?

A revisão Ciência Geral sobre a História Humana faz parte do curso Futuro da Educação, que estou promovendo em parceria com a Agência Azul e o ResumoCast.

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Abordei esse tema aqui e volto a ele.

Um fato curioso nas minhas aulas e palestras é de que pouca gente tem os números do crescimento demográfico exponencial dos últimos 220 anos na cabeça.

O principal evento social em qualquer civilização humana sempre foi o aumento populacional, causa, inclusive, do colapso de muitas delas no passado.

O Sapiens, apesar da negação desse fato, é uma espécie animal como todas as outras. E precisa de itens básicos todos os dias para não morrer.

Diante do boom civilizacional que tivemos – o salto de um para oito bilhões de sapiens, em 220 anos, é preciso compreender uma coisa fundamental: como conseguimos essa proeza?

O que a civilização humana fez certo para chegar e manter oito bilhões de pessoas vivas. Como tudo isso começou? E como vamos repetir a receita para chegar a taxas ainda maiores?

A Antropologia da Sobrevivência – nova ciência sobre a história humana – nos aponta que o boom demográfico começa com a chegada da prensa em 1450, na Alemanha.

A Antropologia da Sobrevivência nos ensina que quanto mais gente tivermos no planeta, mais o ambiente de comunicação e, por consequência, o produtivo precisam se sofisticar para poder dar conta das novas demandas.

E no epicentro dessa jornada humana, temos a demanda das mudanças no ambiente educacional. Uma coisa é pensarmos uma educação de qualidade para um país de 30 milhões de brasileiros, em 1900, e outra para um de 210 milhões, como agora.

E temos mais um problema para a educação.

Hoje, o ambiente produtivo está mudando de forma disruptiva por causa da nova mídia. Uma educação de qualidade de massa pré-digital não serve mais para os novos parâmetros atuais.

A educação para a nova Civilização 2.0 não pode ser mais massificada, mas personalizada: educação de qualidade personalizada para grande quantidade de pessoas.

Uma educação de qualidade personalizada em larga escala é o grande desafio, que só será atingido com uma mudança disruptiva em todos os conceitos pedagógicos, que temos até aqui.

Não adianta começar a conversa sobre o Futuro da Educação sem que o principal desafio civilizacional esteja na mesa: qualidade personalizada exponencial em larga escala.

A educação para a Civilização 2.0 precisa de pessoas abertas para o novo, desapegadas, que estejam realmente empenhadas em resolver o problema de muita gente de forma criativa, com muita filosofia embolada com tecnologia.

É isso, que dizes?

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A grande novidade civilizacional é a chegada e massificação de uma nova linguagem humana: a dos rastros (similar à das formigas) na administração.

As novas organizações que estão conseguindo gerar valor e ser mais competitivas neste novo século estão se utilizando dela para fazer a diferença, mesmo que não tenham consciência disso.

Desculpe informar, mas, a partir dos fatos que ocorreram depois da chegada do Digital, todas as teorias da administração precisarão de uma revisão profunda.

Teorias da Administração precisam refletir sobre a influência das mudanças de mídia nos macro modelos de administração, que geram organizações cada vez mais sofisticadas e exponenciais.

É fato.

Não existe administração sem a troca de informação. E não se transmite informação sem mídias. E as mídias mudam ao longo do tempo, podem demorar a mudar, mas mudam.

Podemos dizer, assim, que novas mídias permitem a criação de um novo DNA administrativo. E, é com ele, que surgem organizações mais sofisticadas e exponenciais no mercado.

Os Ubers não são um novo modelo de negócios, como muita gente sugere. O Ubers são filhos da nova linguagem dos rastros – que permite este tipo de modelo administrativo mais sofisticado – praticamente sem gerentes.

O DNA Administrativo de uma organização tradicional é oral/escrito, pois um gestor tradicional não consegue decidir se não utilizar a oralidade (reuniões, telefone) ou da escrita (memorandos, e-mails) para executar seu trabalho.

Uma cooperativa de táxi, por exemplo, se utiliza deste modelo oral e escrito e por isso tem limites exponenciais. O Uber, não mais, pois a linguagem dos rastros permite quebrar a barreira da exponencialidade.

O Uber já pratica o novo DNA Administrativo por rastros, pois a base de boa parte das decisões já pode ser feita não mais pelo gestor, mas pelos usuários, via linguagem dos rastros.

As estrelas – que classificam motoristas e passageiros – são rastros, que geram reputações e permitem que decisões sejam tomadas sem a necessidade do gestor central.

O que é exponencial no Uber? É a reintermediação dos antigos gestores, que são substituídos por um mix de inteligência coletiva e artificial, procurando se aproveitar o máximo da nova linguagem dos rastros para se ter uma relação de custo/benefício melhor.

É a primeira vez na história do Sapiens que organizações conseguem operar com este  volume muito superior ao até então considerado normal de decisões sem gestores centrais, pois não se precisa mais da oralidade e da escrita.

É a Administração por rastros e não mais pela oralidade e escrita que faz com que o Uber seja exponencial e muito mais competitivo do que as organizações tradicionais que operavam naquele setor.

O novo modelo administrativo por rastros é filosoficamente disruptivo, se comparado ao anterior.  Tudo continuará ainda muito nublado enquanto não se proceder as devidas revisões nas teorias administrativas.

É isso, que dizes?

O tema da Linguagem dos Rastros faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


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Note que a educação é marcada pela chegada de novas mídias, que têm sempre como componentes (linguagem e canal), que alteram a forma de transmissão de conhecimento.

Uma coisa importante e fundamental: não existe educação sem  transmissão de conhecimento. E não existe transmissão de conhecimento sem mídias!

As mídias – que são tecnologias, que se modificam no tempo – são o DNA dos modelos educacionais, simples assim, complexo assim.

Quando chegam novas mídias, inovadores de todas as partes do mundo começarão o processo de procurar resolver problemas que eram insolúveis com as mídias anteriores.

Há, entretanto, dois aspectos relevantes para a educação com a chegada de novas mídias: as novas possibilidades abertas pelos novos canais de transmissão de conhecimento e a linguagem utilizada, que circula dentro deles.

Novos canais barateiam o custo da transmissão do conhecimento e rompem os limites de tempo e lugar, como foi o caso do telecurso pelo rádio e televisão.

Novas linguagens, por outro lado, sofisticam a capacidade de transmissão do conhecimento, como foi a chegada da escrita, que deu um “upgrade” na linguagem oral.

Estamos assistindo a chegada de novos canais, que apareceram forte nessa pandemia, permitindo a educação digital a distância.

Mas não percebemos o potencial da Linguagem dos Rastros, uma linguagem de Transmissão de Conhecimento de Baixa Complexidade, que será peça-chave no Futuro da Educação.

Mais isso é tema para outro artigo.

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O tema das mídias e educação faz parte do curso Futuro da Educação, que estou promovendo em parceria com a Agência Azul e o ResumoCast.

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Tecnologias são próteses humanas, que, quando criadas por nós, permitem ao sapiens sair do antes impossível para o agora possível.

O ser humano é a única Tecnoespécie do planeta e, por causa disso, a sua sobrevivência é Tecnomutante, depende das tecnologias que foram inventadas e estão disponíveis.

O Sapiens vive em uma espécie de Tecno-aquário expansível, no qual as paredes de vidro vão se expandindo no tempo, sem que a maior parte dos “peixes” perceba.

A sociedade é o que é (na educação, política, economia, em tudo o mais) dentro dos limites do que é possível fazer dentro do Tecno-aquário disponível em cada fase da história.

Nosso principal problema é que não temos a noção que nossas vidas, hábitos, organizações são o que são por causa do Tecno-aquário disponível.

O Sapiens se habitua com as “paredes de vidro” do Tecno-aquário e não consegue perceber as novas tecnopossibilidades.

Podemos dizer que muito do que chamamos inovar é conseguir desapegar das velhas paredes (limites) do aquário e conseguir nadar nas “novas fronteiras”.

Há uma crise filosófica na compreensão do papel das tecnologia para a nossa espécie. Tecnologias são forças ativas, modificam a espécie e não neutras como achávamos antes.

Mídias, por exemplo, são as tecnologias que mais expandem as paredes do Tecno-aquário, praticamente criando um novo. O Tecnofenômeno mais relevante para a espécie é, talvez, um dos menos estudado.

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O tema da Filosofia da Tecnologia faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


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Fenômeno – fato ou evento que pode ser descrito e explicado cientificamente.

Há uma certa ilusão de que a ciência cuida de problemas. Problemas são sintomas de uma a relação equivocada que estabelecemos com determinados fenômenos.

Problemas são o início de uma pesquisa, que, quando vai mais fundo, acaba por ter que detalhar os fenômenos.

A ciência analisa fenômenos, que podem causar problemas variados, tanto para o sapiens, como para outros animais ou para a natureza.

A ciência, no fundo, é convocada para lidar com problemas “cabeludos” e complexos, que as pessoas têm dificuldade de lidar por conta própria.

Os problemas são uma espécie de índice coletivo, que vão guiar que tipo de fenômenos deveriam merecer mais ou menos atenção dos cientistas.

Quanto mais a ciência for uberizada, mais a tendência é a pesquisa ser direcionada para os problemas mais prioritários.

O estudo dos fenômenos, entretanto, tem como missão minimizar os problemas que ele causa. Por isso, a Ciência (com caixa alta) entrega sugestões de metodologias para lidar com o referido fenômeno para reduzir problemas.

A Pandemia atual é um fenômeno que causou um conjunto enorme de problemas. Quanto mais se conhece os detalhes do fenômeno “pandemia”, melhor se pode lidar com as respectivas consequências.

O estudo de mais qualidade dos fenômenos, entretanto, é feito em camadas.

A primeira camada do estudo de um fenômeno é filosófica, quando se define a sua essência/estrutura: É recorrente? Qual a periodicidade? O que é estrutural (ocorre sempre) e o que é conjuntural (ocorre de forma diferente a cada aparição).

A segunda camada do estudo de um fenômeno é teórica, quando se define as variantes/conjunturas: Quais são as forças envolvidas? Quais são os fatores causantes, detonantes e o consequentes?

A terceira camada do estudo de um fenômeno é metodológica, quando se define os prognósticos e a sugestão de ação: O que provavelmente vai ocorrer sem nenhum ação? Que ações são recomendadas? Quais não são?

A quarta camada do estudo de um fenômeno é operacional, quando se validam os prognósticos e as sugestões de ação: As ações seguiram a metodologia sugerida? Os prognósticos se concretizaram? Os resultados esperados foram obtidos?

A quinta camada do estudo de um fenômeno é da revisão das camadas anteriores, quando se valida toda a análise feita anteriormente. Se os resultados não foram os esperados, o que precisa ser revisto? A filosofia, a teoria, a metodologia, o operacional? E se reinicia todo o processo.

O nome mais adequado para esse método de abordagem sobre os problemas é a Fenomenologia aplicada aos problemas.

Utilizamos, por exemplo, esse método para  analisar o digital. E chegamos a conclusão de que vivemos um Fenômeno Macro Histórico Recorrente, que ocorre em séculos ou milênios.

O atual fenômeno é causado pelo aumento populacional, detonado pela chegada de nova mídia e tem como consequência a chegada de nova forma de organizar a civilização humana para aqueles que perceberem as novas tecnopossibilidades.

As metodologias sugeridas são:

  • o Futurismo Competitivo, ferramenta de análise que pode ser utilizada para prognósticos variados, no geral ou em setores específicos;
  • e a Inovação Bimodal Administrativa, método de migração com a criação de área separada para experimentar uma cultura organizacional filosoficamente disruptiva, se comparada com a atual.

O processo de análise do atual fenômeno pela escola é sempre revisto com ajustes nas camadas, a partir de falhas.

Ainda não tivemos larga escala de projetos operacionais, apenas algumas e por isso, estamos na fase de validação filosófica, teórica e metodológica.

Porém, nenhum outra metodologia, tanto de análise quanto de migração tiveram sucesso, o que reforça a ideia de que é preciso algo diferente do que o mercado vem tentando.

É isso, que dizes?

O tema da Fenomenologia faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


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Salvo engano, são raros os educadores que se preocuparam com o problema da escala demográfica em seus estudos.  Uma coisa é pensar em uma educação de qualidade para um Brasil de 30 milhões e outra para um de 210 milhões.

A explosão demográfica levou Ronaldo Mota, ex-reitor da Estácio, a colocar a frase campeã sobre o futuro: “o grande desafio da inovação educacional no Brasil é garantir a qualidade na quantidade.”

Falta um elemento central para compreender como o ambiente macro educacional se altera: quanto mais sapiens houver para aprender, mais teremos necessidade de mídias mais sofisticadas.

Hoje, o Macro Ambiente de Educação é feito com base na oralidade e da escrita, o que tem limites de escala para o aprendizado.

O grande desafio da educação futura é saber utilizar em larga escala a nova linguagem dos rastros que agora está disponível num processo de “wazerização!” do aprendizado, principalmente dos jovens e adultos.

As crianças, por sua vez, terão que ser preparadas para este aprendizado cada vez mais autônomo, com larga escala de informação, num processo de reaprendizado constante.

Todo o macro modelo educacional tem um custo/benefício, que e proporcional à escala demográfica. Quando você aumenta a população a relação de custo/benefício perde qualidade no mesmo macro modelo. É preciso criar outro.

Um macro modelo de educação de qualidade para um país de 30 milhões de brasileiros (censo de 1900) não pode ser igual de um Brasil com 210 milhões.

A escala demográfica não faz parte do diálogo sobre o futuro da educação, pois as bases filosóficas da pedagogia nunca incorporaram o fenômeno de uma Revolução Midiática. Tudo precisa ser revisto!

Quem quer entender o Futuro da Educação precisa incorporar os conceitos da Antropologia da Sobrevivência, nova ciência sobre a história. que consegue uma explicação mais plausível sobre os fenômenos demográfico, midiático e macro educacional.

É isso, que dizes?

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Os pensadores educacionais, de maneira geral, refletiram sobre o desafio do aprendizado sem levar em conta algumas forças vitais para o estudo do problema.

Quanto mais gente houver no planeta (ou numa região em particular), mais complexo se torna o desafio de se criar uma educação de qualidade na quantidade. Certo?

Os pensadores educacionais, de maneira geral, refletiram sobre o desafio do aprendizado sem levar em conta o aumento demográfico que tem sido cada vez maior.

Os pensadores educacionais, de maneira geral, refletiram sobre o desafio do aprendizado sem levar em conta o efeito de mudanças de mídia na sociedade.

Os pensadores educacionais, de maneira geral, refletiram sobre o desafio do aprendizado sem levar em conta o efeito das mudanças no ambiente profissional na sociedade, a partir das novas mídias.

As bases filosóficas da pedagogia atual, de maneira geral, não enxerga a educação como mais uma das ferramentas humanas para ajudar o sapiens na sobrevivência, como é a economia ou o direito.

As bases filosóficas da pedagogia atual, de maneira geral, não enxerga que  tão importante quanto o conteúdo é a forma como a escola é concebida.

A escola hoje simula uma organização de trabalho com um gerente/professor, turma/equipe, prova/metodologia, horário de entrar e sair/jornada de trabalho e local para todos se encontrarem.

A educação do futuro terá que simular, na forma e no conteúdo, a formação para uma sociedade sem emprego, sem gerente, com muito mais autonomia e capacidade de reaprendizado constante.

Na verdade, o que não se enxerga é que o atual modelo educacional é conjuntural, que estava imerso num macro ambiente de sobrevivência, que está se alterando. Não se consegue entender a parte se não se tem noção do todo.

O macro ambiente de sobrevivência do sapiens está se alterando, pois aumentamos a população, que gerou a demanda de nova mídia e esta nos permite criar novos ambientes produtivos. A educação terá que se esforçar para atender a esse novo contexto.

Vivemos hoje profunda crise filosófica na pedagogia, pois três forças fundamentais para as mudanças no macro modelo educacional foram ignoradas: aumento demográfico, novas mídias e novos modelos organizacionais.

É preciso fazer um profundo ajuste filosófico para poder começar a dialogar sobre o Futuro da Educação.

As mudanças que estamos passando são profundas, pois será necessário criar uma educação que atenda com qualidade a um mundo de oito bilhões de sapiens. O que exige cada vez mais criatividade e desapego.

É isso, que dizes?

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Um dos grandes problemas da nossa espécie é muitas vezes esquecer que somos animais também. Temos a fantasia de que não somos seres vivos, com limitações.

E tudo que fazemos na sociedade (economia, política, educação, etc.) tem como meta inicial nos manter vivos. São ferramentas de sobrevivência da espécie!

Todas as atividades humanas, de alguma forma, estão conectadas com a sobrevivência, que é nosso guia.

A Sobrevivência é o nosso “cachorro”. Nossa prioridade absoluta. A economia, a comunicação, a política, a educação são o “rabo”, as ferramentas que tivemos necessidade de criar para sobreviver.

O principal erro no diálogo sobre o futuro da educação é justamente este. Imagina-se que a educação molda a sobrevivência humana, mas é justamente o contrário.

A educação é, portanto, mais uma das atividades sociais do Sapiens na luta pela sobrevivência. Sem educação, não se vive, pois precisamos a aprender a sobreviver.

Desde andar, falar, pensar até conseguir viver com seu próprio esforço.

Sem educação, ou com uma educação precária, o sapiens vive com menos qualidade ou mesmo não vive.

O macro ambiente de sobrevivência humana é alterado com o tempo (aumento populacional, novas mídias e novas possibilidades administrativas) que exigem que novo modelo de educação seja criado para lidar com ele.

A grande mudança educacional que temos pela frente NÃO é o surgimento de novas tecnologias e nem a educação a distância. É uma mudança disruptiva do macro modelo de sobrevivência, que exige algo similar no modelo educacional.

A sobrevivência do Sapiens, entretanto, não é fixa. Varia no tempo. Aumentamos a população, criamos novas tecnologias, novas formas de nos comunicar e nos organizar.

Portanto, quando mudamos o macro ambiente de sobrevivência, SOMOS OBRIGADOS a alterar o modelo educacional.

É preciso formar crianças, jovens e adultos para o novo ambiente de sobrevivência.

O diálogo sobre o futuro da educação está torto por causa disso. Não se enxerga que:

– é o macro ambiente de sobrevivência que define o macro modelo educacional e não o contrário;

– que o macro ambiente de sobrevivência do sapiens é mutante;

– que o novo macro ambiente de sobrevivência se inicia com uma nova mídia;

– e, a partir daí, há uma demanda de adequação entre o velho modelo educacional (para o antigo modelo de sobrevivência) e o novo (para o novo modelo).

A conversa começa daí.

É isso, que dizes?

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De maneira geral, o que percebo no contato com meus alunos, é de que se lê muito livros profissionais e se absorve muito pouco.

Se você não tem um mapa para realizar a leitura profissional, acaba por se encaixar naquela velha parábola: não tem vento que ajude para aquele que não sabe para onde vai.

O principal desafio para melhorar a qualidade da leitura profissional é uma só: deixar de ser ver como um profissional de de um setor e passar a ser de um problema.

Você lê mal, pois tem visão equivocada da sua profissão. Você se formou para resolver problemas de alguém. E tem que se especializar em fazer isso cada vez melhor – o que inclui uma leitura nessa direção!

Toda a leitura profissional mais eficaz precisa ser feita para criar a melhor resposta possível para o problema escolhido. As leituras têm que agregar algo novo para a sua narrativa profissional.

Se você não tem uma estrutura, uma resposta sobre o problema, que você vai desenvolvendo, fica impossível saber o que vai trazer de bom de cada autor que você lê.

Numa leitura profissional mais eficaz, você lê para melhorar a resposta ao problema do seu cliente e testa para ver se você consegue resultado melhores.

Numa leitura profissional mais eficaz, você não lê para você, como se fosse uma série do Netflix, você lê para melhorar o atendimento que presta ao seu cliente.

Quem lê melhor, atende melhor. E quem atende melhor, compete melhor. Simples assim.

É isso, que dizes? Algum comentário?

O tema da melhoria da qualidade da leitura profissional faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
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Nossa espécie é diferente das demais. Nossa forma de sobrevivência é mutante. Por isso, de tempos em tempos, criamos uma nova possibilidade de nos comunicar e nos organizar.

Nossa forma de sobrevivência é mutante, pois é baseada em tecnologias e não na genética como é o caso dos lobos e das formigas.

Novas mídias permitem que possamos inventar modelos mais sofisticados de sobrevivência, tal como a república e o sistema de livre mercado. Ou como agora, a uberização e a blockchenização.

Podemos afirmar, portanto, que, de tempos em tempos, depois da chegada de novas mídias, temos a possibilidade de começar a experimentar um novo macro modelo de sobrevivência da espécie mais sofisticado.

Todas as organizações sociais que serão criadas daqui para frente – e vão gerar mais valor – se utilizarão deste novo macro modelo de sobrevivência mais compatível com o consumidor mais jovem.

O principal problema que se enfrenta hoje com a Civilização 2.0 é: o novo macro modelo de sobrevivência é INCOMPATÍVEL com o atual.

O novo modelo de sobrevivência utiliza, pela primeira vez na história humana, da linguagem das formigas, que nos permite gerenciar grande volume de informação sem a necessidade de um gerente central.

Não podemos, assim, falar, DE FORMA ALGUMA, em Transformação Digital, mas Transformação de Modelo Administrativo. Uma profunda mudança de como pensamos a produção de produtos e serviços.

Estamos diante de um novo modelo administrativo filosoficamente disruptivo e, por causa disso, tão difícil de ser adotado pelos líderes tradicionais.

É isso, que dizes?

O tema da Transformação de Modelo faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
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É comum considerar que novas tecnologias causam desemprego. Não é correto. Elas causam readequação de trabalho. Demanda por desapego.

O ser humano é uma espécie que tem demandas em espiral. Se você conquista algo hoje, já começa a projetar uma nova demanda para amanhã.

Nossos avós não viam Netflix. E hoje muita gente não passa o fim de semana sem ele.

Novas tecnologias permitem que possamos ser mais criativos, como diz um dos Bimodais:

Vemos na jornada humana a transferência das atividades mais repetitivas para as máquinas e de permitir, com isso, atividades mais humanas e criativas para o Sapiens.” – Augusto Borella.

O ser humano, assim, tem o que podemos chamar de Demanda Progressiva do mais básico para o cada vez mais sofisticado.

Quando uma máquina substitui um ser humano, o custo cai, sobra dinheiro para o consumidor comprar algo novo, que gera trabalho em outro lugar.

Quem iria imaginar há vinte anos que haveria a profissão de personal trainer, passeador de cachorro ou coaching de felicidade? Tecnologias permitiram isso, reduzindo custos em outros setores.

Todas as profissões novas que surgem são fruto da redução de custo de uma anterior que foi substituída por uma máquina ou por um processo operacional mais sofisticado.

Estamos na Civilização 2.0 caminhando para um mundo de pouco emprego e muito trabalho dinâmico em que as pessoas precisam reaprender novas atividades o tempo todo.

Estamos passando da mentalidade profissional mais fixa (do emprego em organizações tradicionais verticais) para a mais flexível (do trabalho em grandes plataformas horizontais e mais distribuídas).

O problema com a chegada de novas tecnologias, portanto, não é a crise do desemprego, mas a do desapego! A capacidade de se reinventar rápido e migrar para o novo posto que vai se abrir.

Precisamos ter uma mentalidade inovadora e flexível. Missão cada vez mais desafiante para todos os educadores (das crianças, dos jovens e dos adultos) que querem ser mais adequados neste novo século.

É isso, que dizes?

O tema da mentalidade flexível faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse um dos nossos alunos sobre a formação Bimodal:


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Para lidar melhor com a realidade e atingir seus objetivos, é preciso “muscular” o raciocínio lógico.

O raciocínio é o exercício da reflexão sobre as emoções pelo qual se procura alcançar o entendimento de atos e fatos para se viver melhor.

A lógica é a atividade intelectual, que visa definir o que é mais do que é menos verdadeiro.

O raciocínio lógico é, assim, o exercício de reflexão sobre as emoções para definir o que é verdadeiro, ou não.

Vejamos perguntas e respostas sobre nossa relação com a realidade usando as conclusões que cheguei usando o meu raciocínio lógico, ajudado por diversos filósofos.

Perguntas e respostas filosóficas sobre a realidade: a realidade existe? Sim, existe, pois se você ficar na frente de um trem em movimento , você morre.

Qual o objetivo de conhecer a realidade portanto? Para que você possa viver, se possível, cada vez melhor.

Como saber se a realidade que estou vendo é real? Testando e avaliando se as decisões tomadas a partir da sua lógica estão te ajudando a viver melhor ou pior.

Como melhorar a minha visão da realidade? Desenvolvendo um método, que vai reduzindo erros na maneira de pensar, sempre comparando decisões com resultados, tendo como critério: estou vivendo melhor?.

Como evitar que o que descobri hoje sobre a realidade não se perca amanhã? É preciso criar um “diário de bordo”, uma narrativa que vai te ajudar a criar seu “mapa do tesouro”.

Quais são as camadas que facilitam enxergar a realidade? Conforme o desconforto, temos: problema, metodologia, teoria e filosofia. Dependendo do ajustes é preciso identificar aonde está o erro.

Como não se perder ao longo da jornada em busca do conhecimento da realidade? Sempre se perguntar: estou vivendo melhor hoje do que ontem? Minha lógica continua válida? Precisa de ajuste? Em que camada?

Fato: quem tem um método de conhecer a realidade, através de um raciocínio lógico tende a viver melhor e vice-versa.

É isso, que dizes?

O tema do raciocínio lógico faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse André sobre a nossa formação:


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A educação já se alterou no tempo. Não começou do jeito que é. E cabe perguntar: quais fatores gerais de mudanças da sociedade que colaboraram para as alterações educacionais?

Quais foram os fatores específicos de mudança na própria educação que colaboraram para as mudanças?

Podemos dizer, assim, que temos dois fatores distintos para analisar as prováveis mudanças na educação exógenos (da sociedade para a educação) e endógenos (da educação para a própria educação).

Os Fatores Exógenos são aqueles que ao se alterarem na sociedade influenciam as mudanças na educação, tais como mudanças demográficas, tecnológicas gerais e políticas.

Os Fatores Endógenos são aqueles internos da própria educação, tais como novos métodos educacionais, ou tecnologias específicas, como o quadro negro e o giz.

De maneira geral, a discussão sobre o futuro da educação no Brasil e no mundo tem sido feita APENAS  como se a mudança não estivesse sendo feita de fora para dentro, mas apenas de dentro para dentro.

Portanto, o principal erro no atual diálogo sobre o futuro da educação é a Endogenia não rever determinados fatores externos que alteram o rumo da educação em todo o mundo.

Aumento demográfico, novas mídias (novos canais e linguagens) são fatores exógenos que têm forte impacto sobre a educação, mas que, infelizmente, não estão sendo avaliados pelos futuristas de plantão.

Assim, enquanto o diálogo sobre o futuro da educação continuar apenas endógeno (considerando apenas fatores internos) e não passar a exógeno (considerar fatores externos) não vai conseguir sair do atual atoleiro.

É isso, que dizes?

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Vivemos hoje uma Revolução Civilizacional, a partir da chegada de uma nova mídia. Sim, mídias, como nos ensinou Pierre Lévy, abrem espaço para o sapiens criar novas civilizações!

Temos uma nova mídia descentralizadora, que nos permite viver dois movimentos distintos.

  • Temos hoje um renascimento informacional – com muito mais dados nas mãos de muito mais pessoas;
  • Temos hoje  um renascimento administrativo – possibilidade de operar e gerenciar cada vez mais decisões por parte de muito mais pessoas.

O cliente, a partir da nova mídia, consegue ter muito mais poder do que antes e isso não volta para trás, será cada vez mais assim.

As organizações tradicionais foram criadas dentro de um modelo midiático no qual “conversar” com o cliente era através da oralidade (telefone) ou escrita (carta e depois e-mail, formulário).

O cliente 1.0 era muito mais passivo do que o 2.0, pois era desprovido de informação, capacidade de troca, de pesquisa.

O cliente 2.0 não conversa com as empresas. Ele clica, dá estrela, comenta. É ou outro tipo de diálogo muito mais dinâmico e exponencial.

As organizações que hoje fazem sucesso são aquelas que estão uberizando os serviços, deixando cada vez mais o controle de qualidade na mão dos clientes.

O Cliente 2.0 estará muito mais no epicentro dos negócios do que jamais esteve. As empresas que querem competir por ele, terão que adotar uma nova filosofia administrativa.

Uma Organização 1.0 NUNCA irá conseguir se relacionar bem com um Cliente 2.0. O fosso entre os dois só tende a aumentar!

É isso, que dizes?

Todos os detalhes da visão dos Bimodais sobre o tema foi detalhado no e-book, que está saindo do forno esta semana. Resultado da versão 4.3 da nossa imersão do segundo semestre.

Eu te convido para baixar de graça. O link é este: http://bit.ly/clienteepicentro

 

Podemos dizer existe uma espécie de ciência geral da história humana com algumas teorias de como o sapiens se adapta para sobreviver no tempo.

Alguns historiadores dividem o passado pelos ciclos econômicos, outros pela política e alguns outros apenas pelos fatos de forma descritiva.

A Ciência Geral sobre a História Humana é a base para a sustentação das várias ciências específicas, tais como economia, sociologia e educação.

Quando se pensa o futuro da educação, se estará de alguma forma, querendo ou não, adotando uma Ciência Geral sobre a História Humana e aplicando no campo específico.

Temos aí um grande problema.

Vivemos hoje uma crise de paradigmas, pois a forma como pensávamos que o Sapiens se adaptava no tempo está equivocada. Repito, completamente equivocada!

A crise de paradigma da Ciência Geral sobre a História Humana tem um um efeito dominó devastador em todas as ciências sociais correlatas, incluindo o futuro da educação.

As atuais teorias, todas elas,  da Ciência Geral sobre a História Humana não previa que o aumento populacional ocasiona Revoluções Midiáticas.

As atuais teorias, todas elas,  da Ciência Geral sobre a História Humana não previa que Revoluções Midiáticas provocam Revoluções Administrativas.

As atuais teorias, todas elas,  da Ciência Geral sobre a História Humana não previam que Revoluções Administrativas nos permitem descentralizar as atividades da sociedade, onde se inclui a educação.

O problema que temos hoje, portanto, não é discutir o futuro da educação, mas estabelecer como devemos discutir o futuro da educação. De onde temos que começar o debate sobre esse tema!

A Antropologia da Sobrevivência, nova Ciência Geral sobre a História Humana, recoloca a jornada do Sapiens no seu devido lugar e todo debate sobre o futuro da educação tem que se iniciar por essa revisão de paradigma.

Estamos diante de mais uma Revolução Civilizacional que nos fará ter um modelo educacional completamente distinto do que é hoje nas próximas décadas, algo similar à passagem da Educação Oral para a Escrita.

Temos uma possibilidade enorme pela frente de superar a atual limite educacional da qualidade na quantidade e da quantidade com qualidade.

Porém, para que possamos iniciar o uso do novo potencial filosófico-tecno-midiático na educação que temos pela frente é preciso desapegar do passado. Entender claramente onde estamos e para onde podemos ir.

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É inegável que vivemos hoje mudanças na sociedade que as ciências sociais não previram e não conseguem explicar.

O avanço da ciência e justamente feito disso: novos fenômenos demandam novas filosofias, teorias ou mesmo novas ciências.

A mudança de mídia tem alterado TODOS os setores da sociedade, uma força de alteração social até então COMPLEMENTAMENTE ignorada pelas teorias sociais de plantão.

As tecnologias no geral e as mídias em particular foram forças ignoradas pelos teóricos das ciências sociais ao longo dos últimos séculos e agora a conta chegou.

Hoje, se estuda política, economia, educação, sociologia, comunicação, história, informação de maneira isolada. Porém, o novo fenômeno digital torna inútil diversos esforços.

É preciso uma nova ciência para recolocar uma visão geral da sociedade com novos paradigmas. E, só então, se voltar para detalhes específicos das demais ciências sociais. É um recomeço.

Não vai se entender o novo século sem uma revisão filosófica geral sobre a relação do Sapiens com a demografia, as tecnologias, as as mídias e os macro modelos administrativos.

Temos hoje claramente nas Ciências Sociais o que Thomas Kuhn denominou de anomalia: os fatos estão indo para um lado e as teorias para outro.

Boa parte do que foi pesquisado até aqui nas Ciências Sociais terá que ser revisto sob este novo ângulo das Revoluções Midiáticas – o que não for, perderá a validade.

É isso, que dizes?

O tema da crise das Ciências Sociais faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Vinicius sobre a nossa formação:


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Existem fenômenos que por gerarem sofrimento, mal estar ou até curiosidade, demandam estudos científicos.

Os fenômenos têm um tempo específico entre causa e consequência. O que os define como micro, meso, macro ou cosmo históricos.

Um eclipse é um fenômeno Macro-Histórico, pois ocorre com a distância de séculos, como algumas erupções de vulcão, terremotos, tsunamis ou revoluções de mídia.

A maior parte das ciências estuda fenômenos micro ou meso históricos, pois as causas e efeitos estão próximos.

Há fenômenos que ocorrem mais raramente e, por causa disso, é necessária uma ciência compatível para que possa analisar as causas bem antigas com as consequências atuais.

Um cientista interessado naquele fenômeno/problema mais raro vai ser OBRIGADO a trabalhar com um tempo análise de causa e consequência maior.

As causas dos fenômenos macro históricos estarão distantes das consequências.

E, por isso, o estudo exige uma análise de tempo mais ampla. Não é uma opção, mas algo que precisa ser feito para haver compatibilidade com o fenômeno.

Fenômenos micro, meso, macro e cosmo históricos precisam de tempos distintos de análise.

A principal dificuldade diante das mudanças visíveis neste novo século é justamente esta: revoluções de mídias são fenômenos recorrentes, Macro-Históricos, com causas distantes das atuais consequências.

No caso das Revoluções Midiáticas, as causas (aumento populacional) estão distantes das consequências (mudança do macro modelo administrativo), que se iniciam com a chegada de nova mídia.

Não é possível compreender algo que tem ciclos milenares ou seculares com análises de anos ou décadas. Simples como dois mais dois é quatro.

O principal problema diante do digital é: o fenômeno é analisado como único e não recorrente. Assim, se olha para os fatos e não se procura os padrões das recorrências.

E temos, assim, uma situação bizarra: em pleno século XXI, a sociedade dita do conhecimento vive um fenômeno de alto impacto social, sem uma ciência que o explique.

A Antropologia da Sobrevivência nasce para entender os padrões das Revoluções Midiáticas, com o objetivo de ajudar a sociedade a lidar melhor com elas.

A Antropologia da Sobrevivência parte das seguintes premissas:  somos uma Tecnoespécie aberta, que pode crescer demograficamente,  mas, por causa disso, faz Revoluções Midiáticas recorrentes para sobreviver e viver melhor.

A Antropologia da Sobrevivência procura padrões Macro-Históricos e não se prende a fatos cotidianos para entender onde estamos e para onde vamos. Por causa disso, consegue projetar o longo prazo.

A Antropologia da Sobrevivência é uma ciência nova, engatinhando, mas é a única, note bem a afirmação, a única, capaz de entender e projetar o que vai ocorrer com o Sapiens daqui por diante.

É isso, que dizes?

O tema Antropologia da Sobrevivência faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Adauto sobre a nossa formação:


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O primeiro grande passo para quem ler profissionalmente melhor é o seguinte: você não lê para você, mas você lê para o seu cliente.

Um profissional (aquele que sabe resolver um problema) estuda para minimizar cada vez mais a “dor” do seu cliente.

O segundo grande passo para quem ler profissionalmente melhor é o seguinte: você não lê como se fosse uma série do Netflix.

Você não lê um livro atrás do outro, de forma compulsiva, mas desenvolve uma espécie de narrativa particular sobre o problema do seu cliente.

Uma narrativa profissional particular é dividida em duas partes: a visão e a sugestão de ação escolhidas para minimizar o problema do seu cliente.

As leituras profissionais precisam trazer subsídios para você melhorar continuamente a sua narrativa particular sobre o problema do seu cliente.

Os autores que você lê precisam ser vistos como “supermercados de conceitos”. Você vai lê-los para melhorar a sua narrativa profissional.

Você não vai a um mercado comprar tudo que existe lá, mas escolhe em cada prateleira os conceitos que vão te ajudar na sua narrativa.

Um autor (“supermercado de conceitos”) tem que ser avaliado pela quantidade e qualidade dos conceitos que você consegue encaixar na sua narrativa.

Um autor pode ter um conceito ótimo numa prateleira e o resto todo do “supermercado” não ter nada de bom. Mas aquele conceito valeu a visita.

As pessoas costumam ler profissionalmente sem nenhum método, como se fosse um romance, lê-se muito e se aproveita muito pouco.

É isso, que dizes?

O tema da melhoria das leituras profissionais faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse David sobre a nossa formação:


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Existe uma nova regra geral para entender o Sapiens: o aumento demográfico progressivo nos obriga a ter que oferecer mais liberdade e responsabilidade para cada cidadão.

É uma questão matemática: cada pessoa tem que tomar uma quantidade enorme de decisões. Se isso vai se centralizando, as decisões vão piorando.

Quanto mais gente vamos tendo no planeta, mais as decisões precisam ser distribuidas para que ganhem qualidade. Isso é uma lei da espécie e não uma ideologia!

Novas mídias descentralizadoras, como é o caso do Digital, trazem um aumento da liberdade por vias tecnológicas. As pessoas, rapidamente, saem de uma baixa para uma alta taxa de abundância de informação .

Mais liberdade implica aprendizado e, principalmente, se responsabilizar pelas consequências dos seus atos.

Estamos vivendo um novo macro ciclo descentralizador, de aumento radical de mais liberdade e de responsabilidade. E as pessoas estão despreparadas para estas mudanças.

Nosso problema hoje é similar ao do fim da idade média com a chegada de Prensa: nossa mentalidade está despreparada para viver com a atual taxa de liberdade e responsabilidade.

Pior.

O tempo que estamos tendo de preparação da atual mentalidade (com menos liberdade) para a nova é muito curto.

Por incrível que pareça o aumento da liberdade tem nos levado a angustia, sofrimento e conflitos desnecessários.

Como se preparar para mais liberdade? Entender o que realmente está mudando e o que é preciso alterar dentro de nós para podermos nos situar nesse novo cenário.

É isso, que dizes?

O tema do aumento da responsabilidade faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse André sobre a nossa formação:


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As mídias são a placa-mãe da espécie. E toda a sociedade cria ideias, a partir deste potencial e limite.

Como nos ensinou Marshall McLuhan (1911 – 1980) o meio é a mensagem. O meio influencia fortemente nossas objetividades e subjetividades.

Muito do que é possível fazer, ou não fazer, na sociedade está de alguma forma relacionado as mídias disponíveis.

Tínhamos antes do digital o que podemos chamar de macro filosofia – um conjunto de preceitos sociais compatível com as mídias de plantão.

Temos ainda fortemente, por exemplo, uma filosofia de controle sobre produtos e serviços, no qual é inimaginável NÃO termos um “carimbador central”.

Boa parte das pessoas, principalmente empresários ainda desconfia da qualidade gerada pela reputação digital (curtições, cliques e estrelinhas).

A principal dificuldade que se percebe hoje não é a implantação de novas tecnologias, mas a aceitação das novas filosofia que foram criadas a partir delas.

A crise filosófica é, sem dúvida, um fenômeno típico da fase inicial de uma revolução midiática, quando novas filosofias vão sendo criadas.

Quando se fala em Transformação Digital eu diria que o principal desafio, antes de tudo, é de Transformação Filosófica.

Temos que superar a crise filosófica da dificuldade da passagem de uma civilização de controle de qualidade mais centralizado para uma de controle de qualidade mais distribuído.

É isso, que dizes?

O tema da crise filosófica faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Gilson sobre a nossa formação:


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Admiro o empreendedorismo que vem dos americanos, pois eles são exemplo para todo o mundo – isso é inegável.

Os americanos têm no sangue o que os filósofos chamam de hiper-pragmatismo, que é uma facilidade muito grande de tirar as ideias do papel e colocar para rodar.

O pensamento americano, de maneira geral, trabalha muito bem no âmbito metodológico e operacional, mas têm certa dificuldade quando subimos para o nível filosófico/teórico.

Para criar uma empresa do zero, basta aplicar o hiper-pragmatismo que a tendência de sucesso é grande, mas não podemos dizer o mesmo quando se trata de transformar uma organização tradicional.

A chamada Transformação Digital implica necessariamente num processo muito delicado, quase como se fosse um “transplante de medula“.

Para se fazer um “transplante de medula”, o transformador digital tem que ter um mapa muito claro do que vai tirar e o que vai colocar no lugar, sob o risco de matar o paciente.

E aí está o problema dos americanos na Transformação Digital, vivemos hoje uma crise filosófica-teórica, que precisa ser resolvida, antes de proceder o “transplante de medula“.

A Revolução Digital é um fenômeno Macro-Histórico, recorrente, raro que precisa ser estudado no tempo para que possa ser compreendido na sua totalidade.

O hiper-pragmatismo americano tenta sem sucesso entender o Digital usando método Indutivo (análise dos fatos/sem revisão de paradigmas) e não Dedutivo (revisão de paradigmas para posterior revisão dos fatos).

Até hoje NENHUMA empresa tradicional conseguiu com a Transformação Digital Americana liderar novos mercados. Motivo: o hiper-pragmatismo e sua influência no mundo.

Estamos viciados no método americano de resolver problemas com “martelos”, mas temos hoje um desafio que exige “chaves de fendas”. Ou se consegue entender isso, ou se continua no mesmo lugar, vendo o trem do futuro passar.

É isso, que dizes?

O tema da Transformação Digital baseado no método Dedutivo faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Elisângela sobre a nossa formação:


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Temos o que Carl Menger (1840-1921) nos legou: “Todas as coisas são regidas pela lei da causa e do efeito.”

Não há possibilidade do Sapiens saltar, em 220 anos, de um para oito bilhões de Sapiens sem efeitos colaterais.

Não há possibilidade do Brasil saltar, em 120 anos, de 30 para 210 milhões de brasileiros sem efeitos colaterais.

Ignorar os efeitos colaterais do aumento populacional no mundo e no Brasil é o grande equívoco dos estudiosos do Digital.

A chegada e a massificação da Internet é uma ação involuntária e espontânea, um efeito, que tem como causa o salto demográfico dos últimos 220 anos.

Temos uma nova regra que rege a jornada do Sapiens: cresceu a população, teremos como efeito, no médio prazo, uma Revolução Midiática.

O aumento de número de Sapiens no planeta provoca, ao longo do tempo, a obsolescência da nossa forma de nos comunicar e de nos organizar.

Quem quer entender onde estamos e para onde vamos, precisa promover esta revisão da jornada do sapiens para conseguir projetar o futuro.

A Civilização 2.0 tem com grande novidade a possibilidade de começarmos a criar uma nova forma de gerenciar nossa sobrevivência, utilizando a forma de comunicação similar a das formigas.

A Civilização 2.0 tem um modelo de organização disruptivo em relação ao passado, pois saímos da Gestão (controle de qualidade centralizado) para a Curadoria (controle de qualidade distribuído).

Saímos na Civilização 2.0 do atual modo-organizacional mamífero (sonoro) para o das formigas (rastros), que tem uma lógica administrativa completamente distinta.

Quem não entender a guinada civilizacional, vai se afastar cada vez mais da “locomotiva futura” e irá se transformando em cada vez mais “vagão”.

É isso, que dizes?

O tema da Complexidade Demográfica Progressiva faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Thereza sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
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Uma das principais descobertas da Antropologia da Sobrevivência é o estranho, inusitado e desconhecido fenômeno da Descentralização Progressiva.

A Descentralização Progressiva é uma tendência espontânea do Sapiens só percebida ao longo da Macro História.

O Sapiens é a única espécie do planeta que cresce demograficamente por causa da sua capacidade de se reinventar.

O Sapiens tem a capacidade de recriar a forma com se organiza e, por causa disso, pode manter vivo um número cada vez maior de membros.

O Crescimento Demográfico Progressivo, entretanto, é um fator gerador de cada vez mais complexidade produtiva.

Temos dois tipos de complexidade produtiva: a objetiva (para a sobrevivência) e a subjetiva (para a existência).

O aumento gradativo da Complexidade Produtiva gera a demanda da descentralização em duas direções: primeiro, a operacional e depois a gerencial.

O aumento demográfico nos OBRIGA a ter que descentralizar a operação e as decisões para que possamos sobreviver e viver melhor.

A macrotendência em direção à Descentralização Progressiva, entretanto, não é contínuo, regular e nem uniforme.

O Século Passado, por exemplo, foi um período centralizador, pois tivemos aumento demográfico, porém sem novas mídias descentralizadoras.

O atual século, ao contrário, já está sendo um século descentralizador, com a chegada do Digital.

A Descentralização Progressiva, entretanto, é uma tendência obrigatória para melhorar a qualidade de vida, mas é uma escolha de cada pessoa, organização, país e região.

Todas as Zonas de Atração do novo século serão mais descentralizadas, se beneficiando das novas possibilidades do digital e vice-versa.

A Descentralização Progressiva é uma das grandes novidades das novas pesquisas sobre o sapiens, só possível de ser percebida, quando estudamos movimentos macro históricos, como são as revoluções de mídia.

É isso, que dizes?

O tema da Descentralização Progressiva faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse o Gilson  sobre a nossa formação:


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O documentário “Dilema das redes” do Netflix tem o objetivo de mostrar o “outro lado da moeda” do mundo digital.

Escolhe, para isso, pessoas que trabalharam no meio e que estão, de alguma forma, desiludidas com alguns aspectos desse novo cenário.

É fato: toda tecnologia que se massifica, por escolha do consumidor, trás consigo não só novas soluções, mas novos problemas.

Imaginemos analisar o “outro lado da moeda” após a chegada do automóvel no século passado: atropelamentos, mortes no trânsito, poluição.

Quando se quer analisar os efeitos negativos de uma nova tecnologia, antes de tudo, é preciso deixar claro, muito claro, os efeitos positivos da mesma.

Quando se quer analisar os efeitos negativos de uma nova tecnologia, é preciso deixar claro se é um problema conjuntural do início do uso ou permanente da mesma.

Ninguém que analisa o digital, nem os mais otimistas, deixa de ver problemas. A questão é como se aborda tais questões.

O documentário “Dilema das Redes” apela para um Tecnofobismo que existe na sociedade, que considera que o mundo está ficando cada vez pior com cada vez mais tecnologias.

Note que o mundo digital não pode ser comparado com ele mesmo, mas com o mundo do rádio e da televisão, muito mais centralizado.

Se compararmos com o passado, o início de uma Revolução Midiática é sempre muito caótica mesmo, pois “pega” a sociedade não preparada para mudar a “placa-mãe”.

A meu ver, o documentário “Dilema das Redes” alimenta setores da sociedade que estão doidos para controlar a internet.

O atual estágio do mundo digital é passageiro, está muito concentrado, na fase inicial, e os atuais problemas serão minimizados com a chegada da Blockchenização.

Um mundo de oito bilhões de sapiens precisa de uma ambiente midiático mais distribuído. Levaremos, sem dúvida, algum tempo para nos acostumarmos com ele.

É isso, que dizes?

O tema dos efeitos positivos e negativos do digital faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que diz a Claudia sobre a nossa formação:


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O ser humano para sobreviver lida com fenômenos da realidade. Não com a realidade.

Um temporal é um fenômeno da realidade, que é estudado por diferentes pesquisadores.

Para se prever e poder lidar com temporais, o Sapiens desenvolve o estudo dos padrões daquele fenômeno.

O detalhamento de padrões de fenômenos permite que se desenvolva narrativas e destas metodologias para lidar de forma mais positiva com eles.

Isso vale para tudo: pandemias, temporais, crises econômicas.

Quanto mais eficaz é o detalhamento dos padrões que identificamos sobre determinado fenômeno, maior será a chance de lidar melhor com ele e vice-versa.

O principal problema deste novo século é que estamos enfrentando uma Revolução Midiática e não tínhamos, até agora, padrões detalhados sobre ela.

Uma Revolução Midiática é um fenômeno da macro história, até então, pouco estudado, desconhecido, sem padrões definidos.

Por causa do desconhecimento da sociedade sobre o fenômeno “Revolução Midiática Civilizacional”, estamos sofrendo muito mais do que precisávamos.

Por causa do desconhecimento da sociedade sobre o fenômeno “Revolução Midiática Civilizacional”, estamos deixando de inovar como poderíamos.

Uma Revolução Midiática Civilizacional é um fenômeno social recorrente da Macro História, sobre o qual já há vários estudos, mas que, infelizmente, estão ainda na periferia do mercado.

Quanto mais uma pessoa, profissional ou organização se dedicar a conhecer os padrões de uma Revolução Midiática Civilizacional mais poderá dominar o cenário do que virá.

É isso, que dizes?

O estudo dos padrões de uma Revolução Midiática Civilizacional faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse André Torres sobre a nossa formação:


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Com a chegada do Digital, temos um novo ambiente social, que demanda diversas mudanças nas mentalidades para poder se enquadrar no novo cenário.

Podemos dizer, assim, que o Digital nos trouxe uma outra relação tempo/lugar, mais possibilidade de inovar e também a passagem da escassez para o excesso de informação.

Temos hoje o que podemos chamar da necessidade da passagem da mentalidade 1.0 para a 2.0.

Muitos pensadores digitais têm procurado entender quais são as demandas do que podemos chamar de Mentalidade 2.0: entre elas, o poder de síntese.

Sintetizar é resumir. Resumir é conseguir condensar muitas palavras em poucas. Assim, sintetizar é conseguir olhar para o essencial e não para o supérfluo.

Mas como fazer isso?

No fundo, em outras palavras, a mente sintetizadora precisa necessariamente ser uma mente “essencializadora” ou essencialista.

Ninguém conseguirá sintetizar algo sem priorizar uma coisa pela outra e para isso precisa ter uma bússola, um fim: a sintetização é filha da priorização.

Essencializar” é definir o que é mais mais importante para você e, a partir disso, você poderá sintetizar, a partir destes valores.

Sintetizar é filtrar a vida com determinados critérios pré-estabelecidos.

O problema da sintetização é é justamente não conseguir separar o supérfluo do essencial.

Sem um projeto de vida, de longo prazo, seja pessoa ou organização, fica impossível sintetizar ainda mais num mundo com cada vez mais opções.

Assim, uma mente mais sintetizadora é aquela que conseguiu definir um propósito de vida e consegue, por causa disso, separar o joio (o que atrapalha) e o trigo (o que ajuda).

Não faz sentido falar, portanto, em sintetização se antes não foi feito um trabalho de “essencialização”. Essencializar é pré-condição de sintetizar.

Primeiro, eu preciso traçar um rumo para minha vida e depois, na caminhada, ir separando o que ajuda e atrapalha – isso é o trabalho da sintetização.

Como diz aquela frase: “o vento nunca vai ajudar aquela vela que não sabe para onde vai.”

Sim, existem técnicas sintetizadoras, mas elas só podem vir depois dos valores essencializadores.

É isso, que dizes?

O tema da Mentalidade 2.0 faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Vinicius sobre a nossa formação:


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Esquece tudo que você imaginava sobre o Sapiens. Aperta “F5” aí, pois o mundo do Sapiens está sempre em expansão – é mutante.

A cada nova geração, o tamanho da população é outro, o que implica que os desafios de sobrevivência mudam – de forma incremental, radical ou disruptiva.

Uma cidade de 20 mil habitantes há cem anos é muito diferente de uma de 2 milhões, agora. O tamanho da população define uma série de características de um ambiente humano.

Não é que no passado do vovô e da vovó era melhor, tinha mais qualidade, blá, blá, blá… acorda para nossa realidade: “Tem mais gente, simples assim!”.

O grande desafio da nossa espécie é, portanto, conseguir fazer mudanças em todas as áreas para garantir a qualidade de sobrevivência e existência com muito mais gente!

O que o Sapiens faz para poder conseguir criar qualidade com muito mais gente? Revoluções Midiáticas, que nos permitem criar novas civilizações de tempos em tempos.

A cada nova civilização, criada pelas Tecnopossibilidades, temos propostas de modelos de sobrevivência melhores, que ficam disponíveis para nossa espécie.

Quem adere às novas Tecnopossibilidades criadas pelas novas mídias, começa a gerar valor para a sociedade e vira zona de atração e vice-versa.

Assim, portanto, caminha a humanidade, crescendo e se multiplicando. E precisando, cada vez mais, se reinventar Tecnoculturamente.

É isso, que dizes?

O tema da revisão das teorias da história faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Gilson da Silva  sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
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Um erro de diagnóstico recorrente é o de apontar o atual momento da sociedade como uma revolução industrial.

Note que temos diversos movimentos paralelos de mudança nas áreas social, política e econômica.

Temos mudanças neste novo século em todos os setores produtivos tanto na produção de bens tangíveis (produtos) como de intangíveis (serviços).

Vivemos, de forma recorrente, como no passado, uma Revolução Midiática, que permite o surgimento de várias outras sub-revoluções.

O que observamos atualmente são diversos ajustes setoriais às novas Tecnopossibilidades abertas pelas novas mídias.

Quando se diagnostica o momento atual como uma Revolução Industrial é como se acreditássemos que a febre é a causa da gripe e não o contrário.

A dica vale para a realização de cenário de qualquer setor: primeiro, temos que entender a recorrente Revolução Midiática e, só então, aplicar respectivas tendências na área específica.

É isso, que dizes?

O tema da aplicação da Revolução Midiática em diversos setores faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Lisandra Maioli sobre a nossa formação:

Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
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As mudanças que estamos assistindo neste novo século não foram previstas pelas teorias de plantão sobre a sociedade humana.

Vivemos neste novo século o que Thomas Kuhn (1922-96) denominou de anomalia, quando os paradigmas das ciências sociais existentes começam a brigar com os fatos.

Existem algumas forças estruturais e relevantes paras mudanças do Sapiens, que simplesmente não estavam no cardápio das teorias sociais.

O aumento demográfico, simplesmente, por ser lento e invisível, passou quase despercebido pelas teorias sociais. E é ele o motivo de tanta mudança.

As mudanças de mídia no passado também foram ignoradas pelos historiadores, mas são estes fenômenos, que marcam as verdadeiras mudanças civilizacionais ao longo da história.

Por fim, a relação de população e mídia nos leva à chegada de ambientes administrativos mais sofisticados, nos quais o cidadão/consumidor assume cada vez mais responsabilidades.

Isso também foi ignorado.

Na verdade, as bases filosóficas das teorias sociais perderam a validade e precisam de um “banho de loja“.

Todas as ciências sociais hoje partem de filosofias que, simplesmente, ignoram o importante papel da demografia, das mídias e dos macro modelos administrativos.

Ou se faz uma revisão filosófica sobre como o Sapiens se adapta para sobreviver e viver melhor, ou continuaremos nesse verdadeiro tiroteio teórico de cegos, que estamos hoje.

É isso, que dizes?

O tema da revisão filosófica faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse a Elisângela  sobre a nossa formação:


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Uma escola de pensamento é criada por um ou dois filósofos que têm uma visão diferenciada sobre determinado fenômeno e inaugura uma nova linha de análise.

É o que Imre Lakatos (1922-74) chamou de “núcleo duro”.

Qualquer estudo de qualquer fenômeno é feito de encruzilhadas filosóficas e as Escolas de Pensamento fazem as suas escolhas.

Nós da Bimodais somos herdeiros da Escola de Toronto, cujo núcleo duro é o seguinte:

Tecnologias quando são criadas mudam o ser humano e a sociedade. E quando as mídias chegam temos novas civilizações.

Tudo o que vem depois das nossas análises parte destas premissas, que é uma maneira de ver o mundo disruptivamente diferente das outras escolas que estudam a sociedade humana.

Marshall McLuhan (1911-80) fez uma opção que, se levada à risca, faz com que descartemos boa parte dos pensadores das ciências da sociedade humana.

Temos, entretanto, o contato com diversos autores que têm análise sobre a sociedade, mas que, agora, precisam ser “reconceituados”.

Precisamos colocar o que é interessante do que eles disseram diante das novas premissas.

É o caso de vários autores que captamos parte do que disseram e vamos incorporando à nossa narrativa, tal como Thomas Kuhn (1922 – 96).

Porém, o trabalho do metafuturista, meu caso, e de vários membros da escola é analisar como aquele autor melhora nossa capacidade de análise.

Integralmente, parcialmente ou em nenhum momento?

Em que parte especificamente?

Assim, vamos enriquecendo nosso repertório, mas sem perder contato com o nosso Núcleo Duro, que é a pedra fundamental da nossa análise.

Não é um desafio fácil, mas é o que nos estimula e nos faz sermos hoje o melhor grupo futurista do Brasil.

É isso, que dizes?

Ayn Rand (1905-82), uma filósofa, que você não pode deixar de conhecer nos legou o seguinte:

O Sapiens se relaciona com a realidade em três camadas: primeiro a emoção, depois a percepção e, por fim, conceitos.

Quanto mais você reflete sobre as emoções, mais você sofistica a sua relação com a realidade e vice-versa.

Teorias eficazes são aquelas que procuram superar as primeiras impressões e criar narrativas (conceitos encadeados) mais sofisticadas.

A propaganda  trabalha apenas nas emoções e percepções a primeira e segunda camada da nossa relação com a realidade.

A análise das mudanças sobre o mundo digital tem se concentrado nas primeiras camadas mais emocionais, produzindo muito mais propaganda do que teorias.

Os teóricos do digital de plantão tem lançado percepções ao mercado não com a intenção de entender o que ocorre, mas muito mais de vender serviços.

As percepções vendidas hoje sobre o mundo digital não têm base teórica – são muito mais pré-conceitos do que conceitos.

Conceitos precisam definir que tipo de fenômeno que estamos vivendo. Se é similar a algum outro do passado. E o que é estrutural e conjuntural na comparação.

Com estes requisitos mínimos, podemos começar a analisar conceitos e não percepções.

O mercado diante do digital trabalha com emoções, com propaganda para vender rápido, e, por causa disso, está tão perdido.

É isso que dizes?

O desenvolvimento de conceitos mais consistentes sobre o digital faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Luciano Correia sobre a nossa formação:


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Conceitos são os tijolos do muro das narrativas.

Narrativas são ferramentas humanas para entender e explicar fenômenos para que eles possam ser utilizados a favor da nossa qualidade de vida e não o contrário.

O objetivo da Ciência é melhorar a qualidade de vida da espécie e não apenas dos próprios cientistas.

Conceitos precisam ser precisos, bem articulados para que se reduza, ao máximo, a margem de interpretação.

Quando os conceitos estão “frouxos” a tendência é de que sejam absorvidos cada vez mais pela emoção e menos pela reflexão.

Conceitos mais emocionais servem à propaganda e os mais refletidos e bem estruturados à ciência.

Conceitos estruturam o “muro das narrativas”  para que fiquem o menos irregular possível.

Conceitos, assim, para serem mais precisos, precisam procurar a etimologia das palavras para evitar duplicidade de interpretação.

E, quando necessário, adjetivados adequadamente.

Criar conceitos é relativamente fácil, o problema é que a capacidade resistirem a uma análise mais detalhada.

Podemos ter um método que vamos chamar de conceitometrômetro.

Alguns tópicos do conceitometrometo,

Houve uma preocupação etimológica?
Ele está encadeado com outros?
Ele faz contraponto a que conceito mais utilizado na sociedade?
Que fenômeno se refere?
Este fenômeno é recorrente?
Que recorrências tivemos no passado para que os conceitos reflitam o que é estrutural e o que é conjuntural no fenômeno recorrente?
Como se encaixa na narrativa?
Qual o foco da narrativa e como o conceito ajuda ou atrapalha?
O conceito precisa de um adjetivo ou o substantivo o sustenta sozinho?

É isso, que dizes?

Transformação Digital não é um tema, um campo de estudo, uma ideia, uma proposta esotérica, mas apenas e simplesmente uma METODOLOGIA.

Toda nova metodologia precisa de uma motivação para ser implantada: por que o que se tem hoje não funciona mais e o que precisa ser mudado?

O principal problema da “Metodologia Transformação Digital” é definir exatamente onde estamos e para onde vamos?

O que temos hoje no mercado é uma enorme carência de algo que vem antes das metodologias: mapa filosófico/teórico que esclareça as mudanças de cenário.

A impressão que se tem na Transformação Digital MIMIMI do mercado é que todo mundo colocou as caravelas ao mar, mas ninguém tem um mapa para onde se está indo.

Se defende o uso de uma Metodologia de mudança de “a” para “b”, mas ninguém sabe por que “a” está ruim e por que “b” vai ser melhor.

Note que “Trans” é passar de uma “formação” para outra. Mas qual outra formação será competitiva?

Nunca o mercado esteve tão perdido como agora, pois vivemos realmente a maior mudança administrativa da Macro História do Sapiens.

Como cada um dos milhares de pessoas envolvidas na Transformação Digital tem uma explicação particular do que é a Era Digital, temos um tiroteio de cegos numa rua escura.

O grande diferencial competitivo neste novo século, repito, não é tecnologia, pessoal, prédio ou marketing, mas uma explicação lógica e razoável para onde os negócios estão indo.

É preciso entender que vivemos, de novo, uma recorrente Revolução Midiática, motivada pelo aumento populacional, que nós permite criar um novo macro modelo de negócios: a Uberização.

Transformação Digital é uma metodologia, que só fará sentido se tiver antes um mapa teórico, eficaz do ponto de vista competitivo,  para guiá-la.

É isso, que dizes?

O tema Transformação Digital como uma metodologia faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Bruno Adriano sobre a nossa formação:


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Marcelo Gleiser denomina “Ilha do Conhecimento” para definir as fronteiras do que podemos avançar como sociedade.

Prefiro chamar de “Tecnoplaneta“, no qual vamos nos adaptando para poder sobreviver com cada vez mais gente.

Fiz um desenho representativo de quais são os fatores que nos fazem expandir nosso Tecnoplaneta, nossa “Ilha do Conhecimento”:

Todos estes itens nos permitem recriar nossa concepção do Tecnoplaneta e avançar na nossa capacidade de sobreviver e viver melhor.

Quanto temos Fatos Novos inesperados, nos remete a necessidade de rever se algo parecido ocorreu, qual é o fenômeno que o provoca, de que natureza é, como é a recorrência e os padrões.

Tecnologias nos permite perceber e medir melhor, o que aprofunda o estudo dos fenômenos.

Temos o estudo continuado dos fenômenos, através de ideias incrementais e as grandes “sacadas” com ideias disruptivas.

Tudo isso vai expandindo, aos poucos, nosso Tecnoplaneta.

É isso, que dizes?

 

O Hotmart resolveu censurar determinados conteúdos que considera “político”.

Os critérios são subjetivos.

O problema é, antes de tudo, filosófico.

Uma plataforma 2.0, de curadoria, não controla conteúdo. Quem controla o acervo na Civilização 2.0 é o usuário.

Quem define o destino de cada conteúdo e produtor é a reputação digital feita por cliques, curtições e regulada por algoritmos.

O papel do Curador (o Administrador 2.0) é o de garantir que o processo de produção da Qualidade Distribuída seja cada vez melhor.

Uma Plataforma 2.0 (de Curadoria) não é uma mídia, mas um coletivo de canais de usuários.

O Hotmart é uma plataforma de cursos que ainda não ultrapassou o Muro Filosófico 1.0 (Qualidade Centralizada) para o 2.0 (Qualidade Distribuída).

Na Qualidade Distribuída, o Administrador 2.0 não interfere em ABSOLUTAMENTE NADA no conteúdo, apenas melhora cada vez mais as regras para que os usuários decidam.

Quem sintetizou de forma espetacular a base conceitual da nova civilização foi o tecno-pensador Clay Shirky:

“Antes do Digital nós filtrávamos para publicar e agora se publica para filtrar.” – Clay Shirky.

O Hotmart, querendo definir o conteúdo “válido” explicita a crise da passagem entre a Gestão (Qualidade Central) e a Curadoria (Qualidade Distribuída).

O Hotmart está no meio da escada subindo o muro filosófico: já não é mais gestão, mais ainda também não é Curadoria é Gestoria!

O Hotmart precisa de um empurrão filosófico para ver se consegue saltar o muro civilizacional.

É isso, que dizes?

O tema da Curadoria Digital faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Ramalho Medeiros  sobre a nossa formação:


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Vivemos hoje um macro fenômeno civilizacional iniciado com a chegada de uma nova mídia com repercussões em diversos setores,  incluindo na educação.

Quando educadores procuram refletir sobre o futuro da educação olham apenas para o seu próprio nicho.

Porém,Revoluções Midiáticas são exógenas à Pedagogia e só podem ser entendidas por uma ciência mais geral sobre a sociedade.

Os teóricos da Pedagogia terão muito mais dificuldade de entender o futuro da educação se não recorrerem à Antropologia da Sobrevivência.

É primeiro preciso entender o que está mudando em TODA a sociedade para, só então, analisar como este algo maior repercute em cada setor.

Não se pode entender o “elefante” se dedicando a analisar apenas a orelha ou o rabo.

As possibilidades abertas para disruptivas mudanças educacionais (para melhor) são viáveis pela chegada da nova mídia e não serão compreendidas sem ela.

É preciso entender o macro movimento de sobrevivência que estamos promovendo e seu respectivo impacto na área educacional.

A educação é apenas o “rabo” de um cachorro muito maior chamado sobrevivência e não o contrário.

Vejo pensadores educacionais perdidos, pois não conseguem separar a causa (nova mídia) da consequência (possibilidade de novos modelos em todos os setores, incluindo o educacional).

A educação do novo século, por causa das possibilidades abertas com a Revolução Civilizacional, não terá apenas uma mudança metodológica, mas principalmente tecno-filosófica.

O novo ambiente educacional procurará explorar as novas possibilidades da linguagem dos rastros, que permite uma qualidade muito mais exponencial na quantidade.

Não, não teremos um futuro da educação, via inteligência artificial, mas da inteligência coletiva, fortemente apoiada pela inteligência artificial.

É isso, que dizes?

O tema do Futuro da Educação faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Garibaldi Porto sobre a nossa formação:


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Quando praticamos a Ciência da Sobrevivência temos um método diferente.

A sobrevivência tem uma métrica, pois tem um cliente que afere se a vida melhorou.

Não é uma ciência que não tem um feedback, alguém pode dizer se a vida dele melhorou, ou não.

Diferente do estudo dos dinossauros ou do vôo das borboletas.

A ciência da sobrevivência é voltada para melhorar a vida das pessoas.

A ciência da sobrevivência procura entregar uma metodologia para se melhorar a vida do Sapiens.

Muita gente pratica a ciência da existência, o estudo do vôo das borboletas, como se fosse da sobrevivência. Não é.

O estudo do vôo das borboletas é apenas uma curiosidade, que pode gerar um documentário na televisão.

Existe um método para que se possa chegar a conclusões sobre o vôo das borboletas.

Porém, não se vai se chegar a uma metodologia. O resultado de um documentário sobre o vôo das borboletas será na linha do entretenimento.

A ciência da existência tem, assim, uma epistemologia (forma de conhecer) diferente.

Ela é a base, o motivo principal, para estarmos vivos e avançando.

Não é melhor do que a da existência, mas vem primeiro.

O estudo do digital é da ciência da sobrevivência e visa ajudar as pessoas neste novo cenário.

É isso, que dizes?

De maneira geral e erradamente o senso comum divide a ciência em aplicada e pura. Isso atrapalha muito.

Podemos dividir a ciência em duas, conforme o tipo de problema que ela se dedica: problemas da sobrevivência e da existência.

Os da sobrevivência são aqueles ligados diretamente à qualidade de vida do sapiens. Não são aplicados, mas que ajudam a viver melhor.

Para resolver problemas de sobrevivência temos um aspecto filosófico/teórico e outro metodológico/operacional.

Não são puros e nem aplicados, fazem parte do estudo necessário de qualquer problema.

O outro tipo de ciência é o da existência. Não são ligados a problemas de sobrevivência, mas de curiosidade do ser humano.

Não quer dizer que problemas de existência em algum momento não possam ajudar os da sobrevivência e vice-versa.

Mas o estudo dos dinossauros, claramente da Ciência da Existência, não tem uma metodologia que será aplicada na sociedade hoje.

Pode haver métodos para certificar determinado tipo de constatação, mas é bem diferente de um estudo de energia solar, que é da Ciência da Sobrevivência.

Quanto mais um país vai gerando prosperidade, baseando-nos na famosa pirâmide de Maslow, mais haverá a tendência de se dedicar às Ciências da Existência.

Teoricamente, o oposto deveria ser válido. Países como o Brasil deveria priorizar fortemente as Ciências da Sobrevivência para resolver problemas de qualidade de vida.

Acredito que a divisão Sobrevivência/Existência ajuda bastante a enxergar o problema de forma diferente e direcionar para aquilo que importa em cada situação.

É isso, que dizes?

 

 

A música do Zeca Pagodinho “Deixa a vida me levar” é muito simbólica do nosso momento civilizacional, no qual vivemos alta taxa de padronização e baixa de personalização.

Vivemos hoje o fim de uma alta taxa de centralização informacional, que nos levou a uma alta taxa de padronização subjetiva.

Hoje, as pessoas muito mais são levadas pelos conceitos criados de fora para dentro do que criam seus próprios conceitos de dentro para fora.

Estamos entrando num momento civilizacional, no qual a capacidade de cada um criar o seu próprio destino terá um papel competitivo relevante.

Será preciso que as pessoas conheçam cada vez mais o seu potencial e o coloquem a serviço da solução de algum problema, de algum cliente.

Cada vez mais, as pessoas neste novo século precisarão assumir a responsabilidade sobre um projeto estratégico estrutural de vida.

A tendência é de que as pessoas cada vez menos trabalhem em grandes organizações tradicionais e cada vez mais ganhem a vida em ambientes de negócio Blockchenizados.

A tendência do novo século e a criação de startups individuais, nas quais cada um terá que procurar o seu potencial para atender cada vez melhor respectivos clientes.

Cada vez mais, as pessoas terão que levar a sua própria vida e cada vez menos, conforme sugere o Zecapagodismo, sermos levados por ela.

É isso, que dizes?

O tema do Zecapagodismo faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse André Torres sobre a nossa formação:

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https://youtu.be/pwI6mIDjC8c

Não são os fatos que se encaixam nas nossas teorias, mas justamente o contrário!

Teorias (as que importam) foram e são criadas para que o Sapiens possa viver cada vez melhor.

Thomas Kuhn (1922-96) nos ensinou que o conhecimento não é contínuo, mas disruptivo: de tempos em tempos nossas teorias ficam obsoletas.

Novos fatos, ideias, tecnologias, gênios demonstram que a forma como enxergarmos a realidade precisam de uma “reforma”.

A Era Digital, com todas as modificações que ela tem provocado, torna claro a necessidade de uma profunda revisão das nossas teorias.

Nossas teorias de como Sapiens se adapta ao longo da história não funcionam mais. É preciso colocar novas no lugar!

O Sapiens é uma espécie que pode crescer demograficamente e isso nos OBRIGA a criar novas mídias e, com elas, novos modelos administrativos.

O Século XXI marca a chegada da Civilização 2.0 muito mais sofisticada do que todas as passadas.

Os atuais Futuristas tem tentado entender o futuro com as velhas teorias: só conseguem ver o “rabo” e nunca o “cachorro”.

É isso, que dizes?

A revisão filosófica sobre a jornada humana faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse David Bruno sobre a nossa formação:


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A maior dificuldade para entender o novo século é entender o verdadeiro papel das tecnologias na sociedade.

O senso comum entende que tecnologias são neutras e não ferramentas modificadoras da sociedade.

Marshall McLuhan (1911-80) nos legou a seguinte frase: “o Sapiens cria a tecnologia e esta recria o Sapiens”.

Vivemos em um Tecnoplaneta limitado pelas tecnologias que inventamos. Novas tecnologias nos permitem expandir nosso Tecnoplaneta!

O Sapiens até o início do século passado não podia voar. O avião permitiu a passagem de um Sapiens não voador para um voador.

A chegada do avião para nossas vidas não foi neutra. Nos permitiu pensar e conviver no planeta de forma completamente diferente.

Tecnologias modificam profundamente a espécie. Porém, como são “naturalizadas”, não percebemos o quanto elas podem alterar nossas vidas.

Para entender o novo século, temos ainda um outro grande problema: entender o papel das Mídias, que são as Tecnologias Centrais da espécie.

Tudo que o Sapiens faz depende e é influenciado pelas mídias para que seja feito: pensar, conhecer, aprender, se relacionar, trocar.

Mídias são “gatilhos tecnológicos” para que o Sapiens possa criar novas civilizações.

Novas mídias abrem a possibilidade de recriarmos a forma como nos organizamos enquanto espécie.

Sem a revisão filosófica do papel das tecnologias no geral e das mídias em particular, será IMPOSSÍVEL entender para onde estamos indo.

É isso, que dizes?

O tema da Filosofia da Tecnologia faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Holden Macedo sobre a nossa formação:


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Com a chegada do digital os clientes tiveram um aumento radical de poder.

O cliente do século 21 pode pesquisar muito mais, trocar muito mais impressões com outros usuários, comprar a longa distância e isso obriga as organizações tradicionais a se reinventarem.

Podemos dizer que as organizações estão vivendo uma macro mudança exógena (de fora para dentro): alteração radical do perfil do seu consumidor.

As mudanças do consumo são típicas das revoluções midiáticas na história, nas quais a população se empodera de mais informação e passa a exigir muito mais.

O atual modelo administrativo das organizações tradicionais é incapaz de dialogar com cliente do século 21.

A demanda hoje do cliente não é mais pedir, o cliente do século 21 quer mandar!

A grande vantagem da uberização é a possibilidade de permitir que o cliente mandar cada vez mais.

Na uberização, o cliente tem o poder de definir quais produtos e serviços são bons ou não são e quais fornecedores têm qualidade ou não têm.

Na uberização tem o grande mérito de permitir que o cliente possa exercer o seu novo poder de tirar da plataforma aquilo que ele não gosta.

Na uberização, o usuário passa a ter, a baixo custo, qualidade personalizada na quantidade.

Não é à toa que a maior parte das organizações que lideram hoje o mercado são uberizadas, pois fornecem o poder que o cliente quer.

A gestão, modelo atual das organizações tradicionais, ficou obsoleto depois da chegada da nova mídia.

O cliente deste novo século vai querer mandar cada vez mais. Quem não entender isso vai, ficar cada vez mais distante da “locomotiva competitiva”, que segue em ritmo acelerado.

É isso, que dizes?

O tema Consumo 2.0 faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Iris Ferrarini sobre a nossa formação:

 


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Existem dois tipos de conceitos: essenciais e conjunturais.

Os conceitos essenciais definem aquilo que nunca varia no tempo.

Os conceitos conjunturais definem aquilo que varia no tempo.

Conhecimento é um conceito essencial do Sapiens, estrutural, não varia no tempo.

Não faz sentido chamar sociedade do conhecimento, como não poderia se chamar Sociedade do sono, da comida ou da reprodução.

O que varia no conhecimento é de como ele é produzido: conhecimento oral, escrito, digital. E a quantidade mais ou menos, conforme o fator demográfico.

O que temos é uma sociedade de MAIS conhecimento e agora produzido casa vez MAIS da forma digital.

O conceito Mundo VUCA tem problemas. Temos hoje MAIS volatilidade, se compararmos ao passado, mas a volatilidade não define a atual sociedade.

O mesmo podemos dizer sobre a incerteza, complexidade e ambiguidade.Tudo isso é causa e não consequência dos fatores realmente detonantes das mudanças.

Para definir a nova sociedade é preciso definir o que tem provocado incerteza, volatilidade, complexidade e ambiguidade. Isso sim é o trabalho da ciência e não da propaganda!

O que nos faz ter mais “Vucacidade” são regras filosóficas e teóricas sobre a jornada e a sociedade humana, até então desconhecidas.

Vejamos conceito a conceito:

Vivemos hoje uma profunda crise filosófica: o ser humano está mostrando facetas que não estão nos livros sobre a sociedade. É isso que aumenta a incerteza e a ambiguidade.

A volatilidade é típica do aumento radical da taxa de inovação, que ocorre sempre depois de Revoluções Midiáticas.

A complexidade  é resultado do aumento exponencial demográfico, que gera uma macrocrise invisível para o setor produtivo, que precisa se reinventar.

A nova regra da jornada humana que gera ambiguidade e incerteza são: aumentos demográficos geram crises produtivas, que demandam novas mídias e novos modelos administrativos.

Vivemos hoje, assim, o início de uma nova civilização que tem a possibilidade de criar novos ambientes macro administrativos por causa das novas mídias.

O conceito VUCA é muita propaganda e muito pouca ciência.

Não quer pagar mico? Não use o conceito VUCA!

É isso, que dizes?

O tema Futurismo Extraordinário faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse André Torres sobre a nossa formação:


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Todo mundo fala em mundo complexo, mas isso tem uma causa ou é papo zodiacal?

O planeta não está mais complexo. É a sociedade humana que ficou mais complexa.

A sociedade humana, aliás, não está complexa, está MAIS complexa do que antes. Complexidade é uma taxa e não uma essência!

A causa para o aumento de complexidade é óbvia: o salto exponencial de um para oito bilhões de Sapiens nos últimos 220 anos.

O Sapiens, diferente das outras espécies, é muito diferente um do outro, o que causa um hiper problema para o consumo que precisa ser mais e mais personalizado para cada vez mais gente.

A sociedade humana ficou mais complexa, pois temos muito mais Sapiens, querendo, cada vez mais, personalização na quantidade.

Toda a inovação relevante neste novo século tem justamente este foco: qualidade personalizada na quantidade a baixo custo.

A Uberização tem sido hoje a única forma organizacional de conseguir este novo patamar de qualidade personalizada na complexidade  a baixo custo.

Quem quer inovar neste novo século não pode deixar de entender qual é a macro demanda do Sapiens: praticar uma qualidade personalizada num mundo cada vez mais habitado.

É isso, que dizes?

O tema do aumento da taxa de complexidade demográfica faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Talvacy Freitas sobre a nossa formação:


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Thomas Malthus (1766-1834) foi o primeiro cientista que percebeu o poder de mudança da demografia: aumentou a população, temos uma crise econômica.

A crise econômica provocada pelo aumento demográfico, estamos aprendendo agora, só consegue ser superada com cada vez mais novas ideias e novas tecnologias.

A grande mudança de percepção sobre o Sapiens vem do papel exercido das mídias no combate às crises demográficas.

O aumento populacional gera obrigação de mudanças estruturais na sociedade, que se iniciam com as novas mídias.

Pierre Lévy sugere que a história precisa ser recontada: mudou a mídia, temos uma nova civilização!

Mudou a mídia, temos a Tecnopossibilidade de criar novos modelos administrativos.

Novos modelos administrativos, que surgem depois de novas mídias, nos permitem criar novos modelos de negócio mais sofisticados.

Tudo que estamos assistindo de mudança neste novo século tem apenas um fator causante: o salto demográfico de um para oito bilhões de Sapiens.

Para entender o futuro, é preciso guardar os livros das Teorias Sociais passadas e começar quase do zero.

O digital e todas as mudanças que temos visto, prova que é preciso uma revisão completa sobre as teorias sociais passadas, que ficaram obsoletas.

Quem fizer a revisão adequada das teorias sociais, tem mais chance de entender o novo cenário e pensar e agir adequadamente.

Quem não fizer a revisão adequada das teorias sociais, vai continuar afirmando que o futuro é um mistério e continuará perdido.

É isso, que dizes?

O tema Futurismo Extraordinário faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Lisandra Maioli sobre a nossa formação:


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A maior dificuldade dos educadores neste novo século é compreender que vivemos a passagem entre duas civilizações.

Não estamos introduzindo novas tecnologias, mas a partir delas recriando as bases civilizacionais, que nos levarão a uma sociedade muito mais sofisticada do que a atual.

A Civilização 2.0 não será melhor ou pior do que a anterior, apenas mais adaptada à complexidade de um mundo de 8 bilhões de Sapiens.

As mídias, não sabíamos antes, têm esse “gatilho”: permitem que o Sapiens possa alterar a “placa-mãe” da sociedade para nos superar.

A Educação 2.0 poderá quebrar a antiga tecnobarreira cultural da qualidade personalizada na quantidade e vice-versa.

O impasse de apenas podermos ter escolas com menos alunos de alta qualidade pode ser superado.

Todas as organizações educacionais atuais vivem sobre a placa-mãe das mídias oral e escrita e, por causa disso, não conseguem superar alguns impasses de poder gerar qualidade na quantidade.

Não temos, assim, organizações educacionais, mas tecno-midiáticas organizações educacionais.

O novo ciclo educacional terá como novidade além da quebra do tempo e lugar (já vista na pandemia) a flexibilização da relação professor-aluno.

A atual pandemia acelerou, em muito, a quebra de tempo e lugar, mas não ainda a flexibilização da relação professor-aluno.

No futuro, teremos casa vez mais plataformas educacionais, nas quais o aprendizado será feito, através do uso intenso da inteligência coletiva, via rastros.

A educação do século XXI será muito parecida com o modelo do Waze, no qual cada participante aprende e ensina os demais – numa relação tutor-aprendiz muito mais dinâmica e flexível.

Cada aprendiz e tutor, deixa um rastro para o que vem depois, num processo dinâmico e exponencial de compartilhamento.

A grande tendência educacional do novo século, portanto, não será a inteligência artificial, mas, principalmente, a inteligência coletiva.

Educadores precisam pensar mais na melhoria da qualidade do aprendizado, que se abre com o digital, e menos no seu respectivo salário e emprego.

Educadores precisam, urgente, procurar ajuda com Futuristas Mediadores (especialistas em promover mudanças) para se desapegar da filosofia educacional do passado.

É isso, que dizes?

O tema Futuro da Educação faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Rafael Soares sobre a nossa formação:


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https://youtu.be/mjMQM3QTlwE

No livro Sapiens, Harari criticou a espécie por ter deixado o nomadismo e criado as aldeias há 70 mil anos.

Todos os movimentos midiáticos da sociedade humana são, de alguma forma, ligados à melhoria da qualidade de sobrevivência.

Todos os movimentos midiáticos da sociedade são feitos de forma espontânea. Alguém cria a nova mídia e a sociedade adere, ou não.

Movimentos coletivos e espontâneos não podem ser avaliados pelo ponto de vista moral: certo/errado, positivo/negativo.

Movimentos coletivos pela sobrevivência, como revoluções midiáticas, são movimentos naturais, na luta permanente para sobreviver e viver.

O que se pode fazer diante de movimentos midiáticos, de forma pessoal ou local, é reduzir alguns efeitos menos saudáveis.

Toda mídia, por exemplo, cria uma espécie de compulsão do uso. Há uma “paixão” pelo novo potencial. Isso pode ser minimizado individualmente.

No âmbito pessoal, é possível realizar um exercício consciente de uso mais ponderado das novas mídias é positivo para um equilíbrio emocional.

A prática de golpes para enganar os outros usando a nova mídia também exige uma adaptação de toda a sociedade.

O mais importante em revoluções midiáticas é entender que elas vêm para ficar.

Revoluções de mídias vêm para nos permitir resolver, principalmente, problemas demográficos.

Revoluções de mídias vêm para nos permitir adequar a sociedade as novas demandas, geradas pela nova complexidade demográfica.

Revoluções de mídias não são certas ou erradas, positivas ou negativas: são obrigatórias!

É isso, que dizes?

O tema do estudo da sobrevivência e novas mídias faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Luciano Correia sobre a nossa formação:


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Inovar significa mudar. E mudar significa desapegar. Desapegar tem que ter vontade. E aí entra a busca pela felicidade. Ninguém inova se não achar que a felicidade está no fim do túnel.

Quanto mais disruptiva for a inovação, maior será  a taxa do desapego. E mais profunda terá que ser a busca pela felicidade.

Existem dois tipos de felicidade: a Conjuntural, que praticamos todos os dias. E a Estrutural, que implica a definição de um projeto de vida.

Quanto mais disruptiva é a inovação, mais as pessoas envolvidas no projeto terão que aumentar a taxa da Felicidade Estrutural.

Assim, quando falamos em inovação disruptiva, se exige que aquele projeto esteja dentro da estratégia da Felicidade Estrutural dos envolvidos.

Ninguém vai mudar algo de forma profunda na sua vida se não vê ganhos de felicidade ao final. Simplesmente, não terá vontade de encarar o desafio.

Quando se vive uma felicidade mais superficial ou conjuntural, não se tem a ambição de deixar pegadas.

A inovação disruptiva exige um compromisso maior dos envolvidos com um projeto de longo prazo na sua própria vida.

Em geral, a Felicidade Estrutural é mais afeita ao perfil dos inquietos, aqueles que não se sentem bem se não houver um desafio na sua frente.

É isso, que dizes?

O tema da Filosofia da Inovação faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Adauto Silva sobre a nossa formação:


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