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O Blog tem mais de 10 anos de conteúdo.

As categorias principais são divididas por Ciências, que compõem o arsenal conceitual para entender e agir melhor diante da Era Digital.

Diria que o carro-chefe das pesquisas para conseguir resolver o nosso Problema-Matriz é o Futurismo.

Sem a construção de um Mapa de Cenários Prováveis que sejam eficaz todo o esforço para entender e agir diante do Digital terá menos possibilidade de êxito.

O Futurismo se desdobra em Ciências Emergentes e Revisitadas, a saber:

Em quase todos os textos os Conceitos Estruturantes aparecem em Negrito com links para a página principal de referência de cada Ciência, que conta ao final com o Glossário dos Conceitos Estruturantes.

Há artigos que são escritos sobre determinada Ciência em particular que entram como “Artigos sobre Antropologia Cognitiva“, por exemplo.

O esforço de organização e método se justifica por fazer contraponto ao mercado, que tende a conceitos sem definição clara, articulação entre eles, dificultando não só a análise, mas a compreensão do que os autores realmente pensam e sugerem.

Quanto mais claras e organizadas estiverem as ideias e conceitos, mais fica fácil de entender, criticar e se utilizar delas.

A proposta aqui é a criação de um Blog Científico, preocupado com método para ajudar a organizar na melhor forma de pensar e agir sobre a Era Digital.

Qualquer dúvida, estou por aqui: 21-99608-6422

Se fala muito de IA, mas é preciso classificá-las em dois grandes grupos, quando aplicadas à Plataformas Digitais:

  • A IA da Gestão – que administra o Big Data centralizado;
  • A IA da Curadoria – que administra o Big Data distribuído.

Peguemos, como eu gosto, da comparação do Netflix e do Youtube.

Ambos utilizam IA para seus projetos.

Porém, o uso que o Netflix faz da IA para decidir que filmes vai produzir, por exemplo, é uma IA para o gestor decidir. É o que podemos chamar de IA da Gestão, com limites.

O uso que o Youtube faz da IA para recomendar vídeos para o usuário é uma IA para o consumidor/fornecedor de vídeos decidir. É o que podemos chamar de IA da Curadoria, com limites muito mais amplos do que os do Netflix.

O Youtube permite uma diversidade de acervo exponencialmente maior do que o do Netflix – isso é inegável.

Muitos dirão que o Netflix também faz recomendações de filmes, como o Youtube, porém temos que entender que estamos, com a Internet, aumentando radicalmente a demanda cada vez mais dos usuários por diversidade.

O Netflix consegue ser mais diverso do que uma TV tradicional, não exige horário, local, porém a capacidade de diversidade de grade é limitada – faz sucesso na fase de transição entre o analógico e o digital.

Porém, esbarrará, em breve, nos limites do modelo.

Por outro lado, o Youtube foi feito para gerar Diversidade de Nicho na Massa . É um criador de nicho em larga escala, que se aproximará muito mais dos desejos dos nossos netos.

Note que a base de usuário do Netflix é de 140 milhões, com baixa taxa de diversidade e a do Youtube de 2, 2 bilhões, com diversidade exponencial.

Não podemos dizer que estamos falando, assim, da mesma IA, mas de duas distintas.

A IA do Youtube foi criada com uma finalidade e a do Netflix para outra.

O Netflix é, a nosso ver, um bom exemplo do primeiro uso da IA nas Plataformas Digitais da Gestão, usando os novos canais digitais, para oferecer um produto melhor – e bem comerciável, pois é próximo do modelo anterior da televisão.

O Netflix, no máximo, pode ser classificado de inovação radical, pois ainda mantém o DNA Administrativo da Gestão – o gestor decide sobre todos os produtos e serviços que serão oferecidos, sendo ele o responsável direto pelas pessoas e qualidade.

O Youtube, por outro lado, é um projeto ainda incipiente do segundo uso das Plataformas Digitais para oferecer um produto melhor – com muito mais diversificação – ainda procurando uma forma mais comercial muito mais distante do modelo anterior da televisão.

O Youtube, entretanto, já pode ser classificado de inovação disruptiva, pois já utiliza o DNA Administrativo da Curadoria.

O curador não decide sobre os produtos e serviços que serão oferecidos, que fica por conta da comunidade de consumo (fornecedor e cliente), não sendo mais o responsável direto pelas pessoas e qualidade – ele assume o papel indireto, cuidando apenas do ambiente da Plataforma Digital.

O Youtube consegue ser exponencialmente mais diverso, justamente por que tirou o gestor que controlava conteúdo e isso só é possível pelo uso da IA, que administra os Rastros Digitais (cliques, comentários, estrelas, compartilhamentos) deixados pelos usuários na Plataforma.

  • A Curadoria permite, assim, “curadorar” bilhões, com diversidade distribuída;
  • Gestão fica na casa dos milhões, com diversidade centralizada.

O Youtube é um primeiro passo para vôos ainda maiores da Curadoria, que começará dentro em breve a oferecer Plataformas Digitais, em escala de bilhões, com uso massivo do blockchain, que será a radicalização do modelo – o que podemos chamar de Curadoria 2.0

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

É básico para um futurista estudar a essência humana.

E como se conhece?

Olhando para a repetição dos nossos antepassados, estudando história e filosofia.

Se há algo que sempre volta, que sempre está presente e faz parte da humanidade é que provavelmente ali temos uma essência humana.

As essências humanas são a base para saber aquilo que o ser humano vai procurar, vai querer manter, vai perseguir em todos os contextos.

Essências causam demandas, demandas geram ofertas e a relação oferta/demanda é o o DNA dos negócios.

Por causa disso, ou por falta disso, que pensadores digitais se equivocam tanto ao tentar entender o digital.

São Futuristas do tempo presente e não há como entender o tempo presente se não compararmos o mesmo com o passado.

Por causa dessa falha grava no Futurismo de plantão, temos por aí os conceitos vazios de sociedade da informação, conhecimento, Economia do compartilhamento e outra baboseiras do tipo.

Conhecer, se informar, compartilhar fazem parte da essência humana – o que muda é como fazemos isso a cada momento.

O que temos, assim, muito em função da chegada de novas mídias, mudanças na forma de nos informar, de conhecer e de compartilhar.

Este tipo de visão do tempo presente dentro do tempo presente, indutiva, é a vã tentativa de querer entender o século olhando para o próprio século.

Tal prática é o que podemos chamar de Falsas Novidades.

Que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157256876268631

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RESUMO DAS LIVES ANTERIORES:

Lá pela página 15 do livro “Inevitável” do nosso amigo Kelly ele diz: “…a maioria das importantes tecnologias que dominarão a vida daqui a 30 anos ainda não foi inventada”.

Acredito que foram.

As demandas humanas são mais ou menos fixas, o que varia em torno de nós são as ofertas.

De alguma forma, as tecnologias de hoje são sofisticações das mesmas que nossos antepassados usavam para resolver demandas que foram ficando complexas com o aumento demográfico.

O que se pode admitir é que mais adiante possamos fazer mudanças genéticas na espécie e aí pode-se alterar as demandas – tal como se alimentar de da luz solar, ou beber da umidade do ar.

O que seria, por sua vez, uma mudança da demanda e não da oferta.

Note que o Second Life e o tão badalado óculos do Google não caíram no gosto do freguês – a oferta não chegou na demanda.

Há, de maneira geral, uma fantasia das pessoas que o ser humano irá mudar a sua essência por causa das tecnologias, discordo disso.

É fato que nos adaptamos ao “copo tecnologia”, mas as essências principais continuam lá.

Por fim, há sim esta demanda por sofisticação constante, em função do aumento demográfico progressivo,que exige cada vez mais tecnologias, mais sofisticadas.

Sim, a quantidade e dependência do sapiens diante das tecnologias aumentou com o tempo, mas não se alterou.

Concordas?

É isso, que dizes?

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Conheça nosso Programa de Formação de Futuristas Bimodais.

Veja aqui o depoimento completo dos nossos formandos!

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – da filosofia ao operacional” (em produção) temos o Glossário Completo com a definição de todos os conceitos para que sirvam de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos formandos:

O principal problema que temos hoje no mercado é a tentativa frustrada de tentar entender o digital com a mesma mentalidade analógica.

Todo cientista sabe bem que quando seus experimentos não estão funcionando, é momento de voltar ao laboratório para rever as premissas.

As teorias têm que se encaixar na vida e não o contrário!

Podemos dizer que temos hoje um “sistema operacional” que foi desenvolvido para as mídias que existiam.

E aí começa a mudança de mentalidade.

As tecnologias são os copos e nós a água.

Mudou o formato do copo, a água tem que se readaptar.

As mídias, assim, são espécie de copo principal, pois são responsáveis pelo epicentro da espécie: como nos comunicamos, informamos, aprendemos, trocamos, compartilhamos.

Por isso, a alteração do formato da mídia mais vertical e centralizadora, com longo de tempo de uso, nos fez construir uma sociedade similar.

Hoje, saímos para a descentralização e horizontalização, pois o copo assim nos favorece.

A nova Mentalidade Digital precisa de duas ações:

  • entender que estamos vivendo um Fenômeno Social Recorrente, uma Revolução Midiática Civilizacional, como já fizemos no passado (gestos-oralidade / oralidade-escrita manuscrita / escrita manuscrita-impressa e agora escrita impressa / digital).
  • e que há novas formas possíveis de se administrar a sociedade, através de mudança disruptiva na forma de gerenciar pessoas, processos, produtos e serviços – da gestão (TV Globo/Netflix/cooperativa de táxi) para a Curadoria (Youtube/Uber).

Note que muita gente fala em Transformação Digital, mas em Liderança Digital.

Não haverá liderança no futuro que não passe pela Curadoria!

Organizações e profissionais que eram líderes hoje se contentam a ser vagão, pois continuam praticando a Gestão – DNA administrativo que rodava sobre a placa-mãe oral e escrita.

O primeiro passo para o upgrade é trocar o sistema operacional da mentalidade – algo não trivial e que mexe em camadas emocionais profundas.

Os Bimodais – Futurismo Competitivo faz parte de esforço de vários empreendedores inquietos para entender tal mudança, construir nova narrativa mais coerente compatível com a nova placa-mãe da mídia digital.

Hoje, nossos clientes são muito mais profissionais do que pessoas jurídicas, pois é mais fácil mudar a si próprio do que convencer conjunto enorme de pessoas dentro da organização de mudanças tão disruptivas.

O pessoal está compulsivamente querendo continuar “bebendo” o passado.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – da filosofia ao operacional” (em produção) temos o Glossário Completo com a definição de todos os conceitos para que sirvam de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja o depoimento de um dos formandos:


O livro do nosso amigo Kevin Kelly é chegado a uma filosofia – eu gosto, mas é uma leitura mais densa.

Não é livro de Futurismo Competitivo, mas de Futurismo de Existência/Curiosidade para a sociedade, de maneira geral, refletir sobre o futuro.

É mais do andar de cima do Edifício do Pensamento (filosofia) do que da parte de baixo (operacional).

Quem quer livro mais pé no chão, tipo para negócios, deve optar pelo “Gestão do Amanhã” ou o meu “Administração 3.0”, que são mais Futurismo Competitivo de raiz.

Dito isso, vamos discutir a tese central de Kelly.

Ele defende, como já fez McLuhan que as tecnologias influenciam a sociedade..

Tenho usado agora no meu novo livro “Futurismo Competitivo” da metáfora do copo e da água.

Tecnologias são os copos, nos quais a sociedade se limita e se expande feito água.

Podemos fazer tudo aquilo que está dentro das fronteiras tecnológicas disponíveis, que nos formatam.

O conceito de Inevitável de Kelly está dentro da ideia de que há algo nas tecnologias que nos condicionam.

Ele mesmo diz que leva muita cacetada por causa disso, pois é o inverso do que achávamos: a sociedade é o copo que formata a tecnologia que seria água.

Talvez, possamos dizer que copo e água se moldam um a outra. Copo-água – água-copo.

E diante disso Kelly sugere que é tolice a água não aceitar ser moldada pelo copo, pois o que é possível é se formatar da melhor forma possível.

Neste aspecto, lembra muito o discurso do Pierre Lévy de que não se pode combater tecnologias, mas que é preciso se adaptar a elas, dentro dos riscos e oportunidades que trazem.

Curtam a frase:

Vejam todas que selecionei aqui:
http://bit.ly/kellyfrases

Reforça a ideia da tese 01 de McLuhan “criamos as tecnologias e elas nos recriam“.

Percebe-se, entretanto, até a parte lida que Kelly não irá tocar na tese 02 de McLuhan, “mudou a mídia, mudou a sociedade” e nem na tese 01 da nossa Escola “aumentou a população, sai da frente que vem Revolução Civilizacional” .

É um livro mais para o viajandão, mas aposto que vai dar possibilidade de se ter insights interessantes.

É isso, que dizes?

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Inevitável – Kevin Kelly – Segundo texto – 11/04/19

“O que aconteceu para que tudo tenha mudado de repente?”.

Esta é a pergunta que faz Luís Rasquilha, brasileiro, no prefácio do livro de Kevin Kelly.

E depois ainda:

“Qual o fenômeno nos tem feito vivenciar a maior transformação da história da humanidade?”.

Acredito que Rasquilha toca no ponto nevrálgico do Futurismo.

Sugiro até que se chame todos os Futuristas de plantão no mercado, num grande congresso online e cada um tenha cinco minutos para responder esta simples e complexa questão: “por que o mundo está mudando tanto, agora?”

Boa parte dos futuristas dirá que não há uma causa, mas é preciso analisar a consequência, como se isso fosse possível.

Você só entende e cria uma vacina para uma epidemia se souber a causa.

A Era Digital pode ser comparada a uma pandemia, na qual tudo se espalha rapidamente e não se sabe bem qual é o “mosquito“.

No livro “Cibercultura”, de 1999, de Pierre Lévy, que já completa 20 ANOS e ainda não absorvido pelos futuristas americanos de plantão –
– o filósofo aponta o motivo: mudanças cíclicas de mídia.

São fenômenos que ocorrem de milhares de anos e milhares de anos e o tempo entre elas vem se encurtando.

Assim, podemos separar dois tipos de futuristas no geral, diante da Era Digital:

  • Futuristas não causais – aqueles que não se importam em procurar as causas e responder a essa pergunta que Rasquilha faz – são muito mais videntes do que evidentes;
  • Futuristas causais – aqueles que tentam procurar as causas e responder a essa pergunta que Rasquilha faz.

Pierre Lévy, assim, seria Futurista Causal que não só acha importante procurar a causa, mas aponta uma: existem mudanças de mídia –
um Fenômeno Social Recorrente na Macro-história.

Mudanças de mídia, segundo ele, e nós concordamos, marcam Eras Civilizacionais.

Não é à toa que os Bimodais seguem Lévy e vamos ainda mais adiante.

O que fizemos pós-Lévy?

Fomos ainda mais fundo na pergunta de Rasquilha:

“O que aconteceu para que tudo tenha mudado de repente?”.

Resposta:

Lévy: Revolução Midiática.

E por que ocorrem Revoluções Midiáticas de tempos em tempos?

Resposta da nossa escola: Aumento demográfico, que obriga a sociedade a se reinventar para atender novos patamares de complexidade.

Há, assim, quatro níveis de debate sobre o Futurismo:

  • Não causal;
  • Causal;
  • Causal Midiático;
  • Causal Midiático Demográfico.

Falemos dos Causais

Muitos autores atribuem as mudanças, diferente de Lévy e de nós, à chegada de “novas tecnologias” sem especificar quais, sugerindo, assim, se tratar de tecnologias inusitadas – sendo, assim, Fenômeno Social Único.

Há os causais, como Lévy que apontam as mídias em particular como “o mosquito“.

E nós que Revoluções Midiáticas são provocadas por aumentos demográficos.

Imaginamos que quando se sabe a causa ou mais ainda a causa da causa – e se faz sentido com os fatos passados, presentes e futuros – se pode enxergar ainda mais longe – que é a nossa meta.

A pergunta de Rasquilha é a porta do Labirinto Digital – o grande desafio que os Futuristas de plantão têm pela frente.

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Há uma fantasia no mercado de que a disrupção nasce de grupos.

Ideias disruptivas, entretanto, ocorrem de mentes específicas que tem algumas características particulares:

  • capacidade de questionar as autoridades (ideias, pessoas e instituições) de plantão;
  • criatividade para unir o que outros não conseguiram;
  • dedicação/disciplina de levar adiante a ideia disruptiva.

Note bem, porém, que uma ideia disruptiva não vai adiante sozinha, precisa de grupos que consigam enxergar o seu potencial e levá-la adiante – incluindo ações operacionais.

Porém, se iniciam de Mentes Disruptivas.

Como disse Thomas Kuhn no livro “A estrutura das revoluções científicas” (que você deve ler) novos paradigmas não vêm de dentro, mas de fora das organizações científicas.

(A história de Einstein é sintomática disso.)

Quem está dentro, de maneira geral, teve alguma facilidade de se “encaixar” e mais facilidade para ideias “encaixativas” – aquelas que estão mais próximas da “caixa” de plantão.

En-caixar – aquilo que está dentro da caixa, formatado, conforme as regras.

Hoje, num mundo mais descentralizado que outrora, no qual pessoas podem se expressar de forma muito mais barata do que antes, mentes disruptivas ganharam espaço.

Há forte aumento da influência de mentes mais disruptivas na sociedade – fator fundamental para que a inovação dê o salto que está dando.

Organizações, de maneira geral, têm grande dificuldade de lidar com mentes disruptivas, pois não são encaixáveis ao modelo existente.

Por isso, quando os Bimodais sugerem criar áreas separadas
Núcleos de Futuro – mais adequados para inovação disruptiva – estamos falando em dar espaço para esse tipo de mente ter mais liberdade para inovar.

Mentes mais quietas/incrementais são maravilhosas para a conservação, a preservação e a continuidade – fator fundamental para o bem viver do sapiens.

Mas mentes inquietas/disruptivas são essenciais, de maneira geral, e fator estruturante durante Revoluções Midiáticas, como a que estamos vivendo, pois há uma nova sociedade que precisa ser readequada para o novo Patamar de Complexidade Demográfica.

São estas Mentes Disruptivas que vão nos permitir realizar essa readequação.

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RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157240184278631

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Ano: 2017
Autor: Experiente
Páginas: 354
Nacionalidade: Americana
Tema: futurismo para sociedade (e não para os negócios).

Diferente do livro anteriormente analisado “Gestão do Amanhã”, de Salibi e Magaldi, nosso amigo Kelly pratica o que chamamos de Futurismo de Curiosidade ou Futurismo para a sociedade e não para os negócios.

Não é Futurismo Competitivo, pois o livro tem objetivo de apresentar o futuro para a sociedade de maneira geral e não para organizações em particular, como é o caso de Salib e Magaldi.

O livro se abre para impactos mais gerais na sociedade e não diretamente para as organizações – o que não quer dizer que não seja útil ou interessante para gerar insights.

Mas, de cara, não se pretende, em absoluto, diferente de Salibi e Magaldi, a orientar organizações na Transformação Digital.

Lendo a conclusão, por onde sempre começo, noto também viés mais de romancista do que de cientista com liberdade conceitual – lembrei um pouco do Laloux – que já lemos por aqui.

O livro tem ainda viés otimista sobre o futuro (igual o Abundância), registra também a guinada civilizacional, fala em “recomeçar”.

Lança conceitos, tais como “holos”, de integração de tudo e de todos, num sistema global – isso precisa ser melhor conhecido e deglutido ao longo da jornada de leitura.

Pressinto que aqui vamos discutir bastante a relação entre Futurismo de Curiosidade para a Sociedade versus para o da Competitividade.

Diria que Salibi e Magaldi estão mais perto da nossa escola no foco: futurismo competitivo e Kelly é mais na linha de “vamos ver como será o futuro para todos”.

Porém, como o nome deste artigo já diz, se trata da avaliação inicial.

Comecemos a nova temporada.

A última já virou e-book e já pode ser adquirida por quem se interessar, que inclui o link para todos os 23 áudios, incluindo os exclusivos para os grupos fechados da Escola.


https://www.clubedeautores.com.br/ptbr/backstage/my_books/282261

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Organizações procuram de todas as maneiras se manterem competitivas no novo século.

De uma hora para outra, o futuro que era comum, simples, previsível, se tornou incomum, complexo, imprevisível.

O primeiro passo para sair desta verdadeira “sinuca de bico” é admitir que o sapiens não olha diretamente para a realidade, mas sempre ATRAVÉS DE UMA PERCEPÇÃO.

E há percepções que são individuais e coletivas.

A terra já foi considerada o centro do universo e plana e hoje – coletivamente – de forma quase hegemônica, admitimos que ela é redonda e gira em torno do sol.

Havia um erro na percepção coletiva no passado.

Hoje, vivemos crise similar de percepção coletiva, pois os negócios estavam baseados em crenças coletivas que perderam a validade por causa dos fatos do novo século.

A ciência da administração vive crise de paradigma.

O que estamos tentando fazer é conseguir explicação que consiga tornar comum o Futuro Incomum. E para isso precisamos colocar novas crenças no lugar.

As filosofias e teorias sobre administração dos negócios precisa de um “cavalo de pau“.

O mercado, entretanto, se viciou no Futuro Comum e isso significa que:

  • trabalha muito bem com pensamentos de curto, mas não de longo prazo;
  • tem muita facilidade para pensamentos concretos e não abstratos, considerados “pouco práticos“;
  • e é fortemente guiado pelo pensamento americano, de maneira geral, avesso à filosofia e à abordagem histórica – ferramentas fundamentais em crises de paradigmas.

Vivemos hoje, assim, profunda crise DOS PILARES DA ADMINISTRAÇÃO que necessita outras ferramentas para operar em três fases:

  • conseguir explicação convincente que explique o motivo da passagem do Futuro Comum para o Incomum;
  • a nova lógica, que passa a reger os negócios;
  • e a adaptação operacional necessária para se tornar competitivo dentro dela.

Podemos dizer, assim, que está se navegando em plena tempestade e as bússolas que antes funcionavam ficaram obsoletas.

Nossa Escola sobre Futurismo Competitivo Bimodais tem como meta levar esse debate a sério e oferecer explicações melhores e mais convincentes – e não finais.

Nessa linha, está no prelo meu novo livro “Futurismo Competitivo: da filosofia ao operacional“, que será lançado capítulo a capítulo e está sendo produzido com intenso debate pelos formandos.

Queremos que o Futurismo deixe de ser praticado sem critérios mais lógicos.

Assim, se quer sair da tempestade? Vem para a escola saber o que estamos pensando!

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – da filosofia ao operacional” (em produção) temos o Glossário Completo com a definição de todos os conceitos para que sirvam de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.
Veja abaixo o depoimento de um dos nossos formandos:

Ano: 2018
Autores: brasileiros
Idade: mais experimentes
Páginas: 253
Tema: futurismo, negócios.


O QUE FOI POSITIVO NO CONTEÚDO DO PONTO DE VISTA BIMODAL?

  • Livro denso, cita diversos autores relevantes;
  • Faz esforço para sair do padrão do mercado;
  • Boas sacadas, autores inteligentes e criativos;
  • Admite que vivemos Revolução impactante;
  • Sugere a bimodalidade (Motor 1 e 2) inovação de longo prazo e disruptiva em área separada;
  • Critica de forma consistente a paralisia e o medo do mercado;
  • Muitos dados, casos, o que sempre é bom para ilustrar.

O QUE FOI POSITIVO NA FORMA?

  • Desenhos;
  • Cores vermelha na lombada externa nas páginas;
  • Uso do QR Code para que se tenha acesso a complementações, principalmente de outros pensadores digitais.

O QUE FOI NEGATIVO NO CONTEÚDO DO PONTO DE VISTA BIMODAL?

  • Optam pelo diagnóstico de Quarta Revolução Industrial e não Revolução Midiática;
  • Optam por autores que estão dentro ainda dos paradigmas da Gestão, o que dificulta uma visão mais clara do tipo de Revolução que estamos passando;
  • Não conhecem a Escola Canadense de Comunicação e McLuhan – algo básico para entender o novo século;
  • Têm visão pouco amadurecida sobre a nova forma necessária de compreender a relação de tecnologia/sapiens e em muitas partes do livro entram em contradição sobre isso (isso é chave para uma visão futurista mais clara);
  • Não enxergam a Curadoria como novo Modelos de Administração;
  • Ao escolher autores para guiarem os capítulos, não conseguem uma razoável “amarração” entre o que se diz em vários deles – ficando um pouco “colcha de retalhos, sem costura mestra”.

O QUE FOI NEGATIVO NA FORMA?

  • Os destaques de parágrafos em vermelho dificultam a leitura.

CONCLUSÃO:

O livro está acima do padrão do mercado, já bem mais perto da aposta da nossa Escola. Consegue enxergar a cegueira do mercado, a dimensão da revolução e a bimodalidade.

O grande insight novo que tive ao ler o livro foi perceber que no futuro – sendo tudo colocado em plataformas digitais – a lei de Moore passará a ser um agente permanente de transformação, estabelecendo novo ritmo de mudança e inovação.

A cada 18 meses clientes e organizações poderão fazer coisas que não podiam nos 18 meses anteriores – e isso vai ditar o ritmo da inovação.

Interessante também quando apontam o problema da visão de curto prazo (metas a serem batidas para agradar investidores) como um dos impasses para entender o futuro que está chegando – boa sacada.

O livro não pode ser um guia, a nossa ver, pois não enxerga a Curadoria como base principal da mudança, ou de risco a ser observado. Não é, assim, uma passagem para Plataformas, mas para Plataformas da Curadoria (no popular – Uberização).

O livro permite ter bons insights, principalmente de como o mercado, mesmo pessoas inteligentes e sagazes como Salibi e Magaldi incorrem em alguns equívocos sobre o futuro, pois ainda não conhecem o novo paradigma aberto por McLuhan.

É uma boa leitura – a melhor que tive nas leituras compartilhadas – mas se for usado como guia pelas empresas pode gerar confusão.

O bom de tudo isso é saber que todos nós estamos no caminho e o mercado cada vez mais se dá conta de que é revolução e a saída é a bimodalidade. A diferença agora é saber o que é exatamente o Motor 2.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – da filosofia ao operacional” (em produção) temos o Glossário Completo com a definição de todos os conceitos para que sirvam de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.
Veja abaixo o depoimento de um dos nossos formandos:


A palavra liderança significa hoje para o meu Google o seguinte:

  1. função, posição, caráter de líder.
  2. espírito de chefia; autoridade, ascendência.

E eu diria, na minha definição, é “aquele que sabe e consegue criar os novos caminhos e mantê-los viáveis”.

Muito se fala em novo tipo de liderança e a aposta vai depender de que tipo de mudança estamos passando do século passado para o novo.

Antes da Era Digital, o ser humano e as organizações operavam, de forma hegemônica, com as Linguagens Midiáticas Oral e Escrita, que estruturaram as bases do DNA da Gestão – atual Modelo Administrativo em obsolescência..

A Era Digital, além de massificar novos Canais Midiáticos (que permite a passagem da escassez para a abundância da informação) nos trouxe a nova Linguagem Midiática dos Rastros (LMR).

É a LMR que permite que os Ubers sejam possíveis

As LMRs permitem a criação da Curadoria, Modelo Administrativo mais sofisticado do que o da Gestão.

  • Um líder, assim, antes da Era Digital, era aquele que conseguia criar e manter os caminhos dentro da Gestão;
  • Um líder, depois da Era Digital, será aquele que conseguirá criar e manter os caminhos dentro da Curadoria.

A Curadoria é o futuro, pois permite a criação de modelo administrativo muito mais participativo do que a Gestão e – por causa disso – mais compatível com o atual Patamar de Complexidade Demográfica.

Quando Jeff Bezos defende que a Amazon deve se concentrar em deixar que os usuários decidam os produtos a serem vendidos ou rejeitados na Comunidade da Curadoria da Amazon ele está sendo líder da Curadoria.

A ideia dos atuais Líderes de tentar dar foco no cliente NA GESTÃO esbarra justamente nos limites do Modelo Administrativo, que foi feito e concebido para um determinado tipo de comunicação com os clientes e colaboradores.

A Gestão ficou obsoleta não por falta de méritos, mas por que a nossa espécie cresce demograficamente e os Modelos de Comunicação e Administração que funcionaram antes, passam a ter limites no depois.

Por fim, ao falarmos de qualquer mudança organizacional, é preciso entender que temos dois futuros pela frente diante da Revolução Midiática Civilizacional – Fenômeno Social Recorrente:

  • O Futuro Conjuntural (momento presente) – da passagem da Era Administrativa da Gestão para a da Curadoria, na qual haverá embates, resistências, incompreensões, desgastes no curto e médio prazo;
  • O Futuro Estrutural (momento futuro) – já com a Curadoria consolidada, na qual teremos que nos acostumar com ritmo muito maior na velocidade de mudanças.

Lideranças hoje precisam entender o contexto da sua época, comparando-o com outras para poder saber os melhores caminhos e liderar.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – da filosofia ao operacional” (em produção) temos o Glossário Completo com a definição de todos os conceitos para que sirvam de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos formandos:

Existem profissões que têm mais ou menos controle sobre os problemas que precisa lidar. São mais ou menos objetivas.

  • Um cabeleireiro é profissão de maior subjetividade, assim como paisagista e decorador – as forças que lidam: cabelo, plantas, móveis são mais controláveis, com regras mais flexíveis;
  • Um oncologista e um engenheiro calculistas são profissões de objetividades – as forças que lidam: células cancerosas, materiais, vento, trepidação são menos controláveis, com regras menos flexíveis.

Profissões de objetividade lidam com fatores em que a margem para adaptação é menor do que as de subjetividade.

Por mais que um oncologista goste do paciente ou queira atendê-lo da melhor forma possível, ele NÃO TEM CONTROLE ABSOLUTO sobre as células cancerosas.

Não pode, como um cabeleireiro atender o gosto do cliente, com um cabelo mais ou menos curto.

A negociação com o cliente é mais limitada – ele não atende ao gosto do freguês, pois as células cancerígenas não vão se adaptar às subjetividades, bem como a viga de um prédio, que não pode ser retirada.

O profissional de objetividade lida com forças externas – que tenta controlar – e, por causa disso, não pode atender os anseios do cliente como um cabeleireiro.

São profissões que lidam com forças extremas, que precisam ser muito respeitadas, com regras para que se possa evitar o pior.

Um Futurista é uma profissão de objetividades e não de subjetividades.

Um Futurista precisa antecipar o desdobramento das forças que não têm controle. Ele faz seus Cálculos de Futuro e projeta Cenários Prováveis, mas ele não executa estes cenários – apenas os prevê.

Hoje, temos muitos Futuristas Cabeleireiros ou Paisagistas, se quiserem.

Gurus digitais, futuristas marqueteiros, empresas de consultoria MIMIMI analisam que tipo de futuro o cliente está disposto a comprar e, a partir do desejo do “cabelo” do cliente desenvolvem as suas teorias.

O que estamos propondo na Bimodais: Futurismo Competitivo é inverter essa lógica. Criar bases científicas para analisar o futuro, INDEPENDENTE DO GOSTO DO CLIENTE.

O cliente que quer encomendar um futuro para viagem não será nosso cliente, só aqueles que querem consumir algo mais consistente.

Ou seja, estamos chegando a conclusão que um Futurista, um Oncologista e um Calculista não podem aceitar a famosa frase “o cliente sempre tem razão“.

Nestes casos, é diferente.

Os profissionais da objetividade têm seu diagnóstico, que não pode mudar por que o cliente não gosta.

É o cliente que tem que procurar diferentes opiniões e escolher aquela que acredita que o fará se curar do câncer, evitar que a casa caia e fazer ações estratégicas para o futuro que lhe garanta competitividade.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

LIVE RESUMO:

Veja no Facebook a Live Completa!

Um debate intenso aqui na Escola dos Bimodais: Futurismo Competitivo é se a Curadoria – novo modelo administrativo da espécie – será hegemônica ou apenas periférica?

Como imaginar a Uberização de uma Vale do Rio Doce ou da Petrobras? Ou de uma empresa de aviação?

É preciso separar, entretanto, o debate em dois níveis:

1 – estamos diante de novo modelo administrativo?

2- caso sim, será hegemônico, sim ou não?

Muita gente gostar de chamar os Ubers (onde se inclui o Youtube) de novo modelo de negócio.

Isso faz parte da visão analógica que temos sobre as teorias da administração, que ficaram obsoletas depois da Era Digital.

Hoje, para nós, é evidente que as Tecnologias Midiáticas são a placa-mãe da sociedade e todas as organizações sociais “rodam” os respectivos sistema operacional sobre elas.

A educação, a administração, a política, a economia, tudo está no momento de passagem de uma placa-mãe com as linguagens oral e escrita para uma nova digital, que tem a linguagem dos rastros.

Mudou a placa-mãe se alteram os sistemas operacionais de toda a sociedade, ao longo do tempo.

Vejamos a diferença em termos macros:

  • Os Ubers não têm gerentes;
  • Não têm carteira assinada;
  • Não têm controle de qualidade sobre os produtos e serviços, que são feitos pelos consumidores, direta ou indiretamente.

Os Ubers só são possíveis, pois com as novas Tecnologias Midiáticas Digitais criamos a nova Linguagem Midiática dos Rastros (curtições, estrelas, cliques, comentários, compartilhamentos, indicações, etc).

Os Ubers não são, assim, um novo modelo de negócio, mas novo Modelo Administrativo, que tem diferentes modelos de negócio.

O Youtube é um modelo administrativo na área de conteúdo, que pode ter concorrentes que se utilizem também da Curadoria.

O AirBnb é um Uber na área de hospedagem, como o Uber é na de mobilidade.

Novos Ubers, que concorrem com os atuais, aí sim serão novos modelos de negócio na Curadoria.

A TV Globo é um modelo de negócio da Gestão, pois não se utiliza da Linguagem Midiática dos Rastros compete com o Netflix, que também é gestão – o que muda é apenas o canal de transmissão (do ar para o digital).

E aí você vai me perguntar: a Curadoria será hegemônica?

Na minha opinião, sim, pois o passado demonstra que os novos modelos administrativos mais sofisticados, como é a Curadoria, mais compatíveis com o novo Patamar de Complexidade Demográfica – acabam se disseminado cada vez mais.

Em alguns setores mais rapidamente e em outros mais lentamente.

Porém, o que é mais importante hoje no debate sobre Transformação Digital é que o grande desafio das organizações não é avaliar se vão ou não criar novos Modelos de Negócio.

Mas se vão, ou não, criar alguma iniciativa para se aventurar na Curadoria – novo Modelos Administrativo.

A Curadoria sim é exponencial comparada à gestão e, por causa disso, onde entra passa a liderar mercados.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

De maneira geral, antes da Era Digital o modelo era o de trabalhar para ganhar dinheiro.

O mundo era muito mais intermediado do que é hoje – as oportunidades escassas.

Com a chegada da Era Digital há novo campo que se abriu para projetos individuais e de micro empresas diversificados.

Profissionais de diferentes tipos, com talento, passaram a procurar colocar seu legado ao sol.

A passagem da ideia de trabalho – faço qualquer coisa – para ganhar dinheiro – para – vou desenvolver meu trabalho e, depois, viabilizar uma forma de fazê-lo viável.

Houve, assim, a passagem da escassez da diversidade para a abundância, num ciclo em que é possível ir direto com seu talento diversificado a determinado nicho e vender – sem filtro.

Há, assim, a possibilidade de trabalho com conceito e meta de legado que não precisa ser filtrado ou rejeitado pelos antigos intermediadores de plantão.

O projeto é levado diretamente ao público, que o financia e, com o tempo, o arredonda.

É o caso, por exemplo, de Luciano Pires, o homem do Meiostream e tantos outros.

Como é o nosso caso aqui dos Bimodais, no projeto da criação da Escola sobre Futurismo Competitivo.

Hoje, eu estou recebendo para fazer o que passei muito tempo fazendo e não recebendo, mas continuei fazendo, pois tinha certeza que um dia ia receber.

A ideia é trabalhar, trabalhar, trabalhar, por que se quer, para aprender – sem perder o conceito de como é possível chegar ao cliente e ser remunerado por isso.

Parafraseando:

Comercializar sim, perder o conceito, jamais!

Não se procura o projeto que vende, mas o projeto que faz sentido e, por causa disso, vende.

É outra lógica, existe muita gente aí fora que não quer ser massificado, mas individualizado, por quem se individualizou.

Faz parte do macro processo do sapiens em direção a mais qualidade na quantidade, mais quantidade com qualidade.

Mais diversidade com qualidade para nichos – algo bem típico da fase inicial de uma Revolução Civilizacional Midiática.

Isso, entretanto, exige uma mudança individual muito grande, pois fomos educados e preparados para repetir e não criar. Para sobreviver e não existir.

É preciso superar uma barreira emocional para tirar o seu Luciano Pires do armário.

É isso, que dizes?

PS – quando conversei com Luciano sobre estes temas, ele me mandou este link, que é bem disso que estamos falando: http://www.portalcafebrasil.com.br/podcasts/471-a-revolucao/

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Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

O sapiens tem camadas emocionais, nas quais vão armazenando conhecimentos.

O conhecimento é uma ilha cercada de emoções por todos os lados.

Quanto mais essencial é o conhecimento, mais profundamente é armazenado.

Trabalhamos, assim, com paradigmas mais ou menos arraigados que formam nossa estrutura emocional.

Muitas vezes, entretanto, a vida nos mostra que nossos paradigmas, mesmo os mais arraigados, estão equivocados, pois não se harmonizam com os fatos.

O conhecimento do lado de dentro está brigando com os fatos do lado de fora.

Já tivemos certeza, no passado, de que a terra era o centro do universo, que era plana e que a espécie surgiu de Adão e Eva.

A Era Digital tem promovido modificações do lado de fora que exigem alterações no lado de dentro.

São mudanças na forma de pensar difíceis de praticar, pois demandam alterações em paradigmas, que estão armazenados nas nossas profundezas emocionais.

E é em torno destes paradigmas arraigados, fortemente utilizados na pré-Era Digital, que se estruturam organizações, carreiras, profissões, que agora estão perdendo valor rapidamente.

Há o que podemos chamar de Luto do Status Quo Perdido –
um tipo de transtorno subjetivo – que demanda alta Taxa de Superação Emocional.

Antes de qualquer coisa, é preciso, pela ordem:

  • Abrir-se para questionar paradigmas fortemente arraigados;
  • Escolher autores adequados, geralmente que estão no status quo para que se possa enxergar com mais clareza, pois estão vendo de fora para dentro e não de dentro para dentro, intoxicados pelos paradigmas reinantes.

Pela ordem, há três fortes quebras de paradigmas filosóficos necessários, que só são possíveis enxergar a partir dos autores da Escola Canadense de Comunicação, encabeçada pelo filósofo Marshall McLuhan (1911-80):

  • Somos uma tecno-espécie (criamos tecnologias e estas nos recriam);
  • Novas mídias, nova civilização (mudou a mídia, mudou a sociedade);
  • Cresceu demograficamente, novas civilizações vão surgir (a complexidade demográfica progressiva é o principal motor da história – esta já do trabalho brasileiro sobre a escola).

Quem conseguir trabalhar com o significado destas três quebras de paradigma, terá a chance de enxergar o futuro de forma mais clara, pois se verá que há duas grandes novidades:

  • a chegada da Curadoria – novo modelo administrativo, só possível com a nova Linguagem Midiática dos Rastros;
  • e a migração das trocas humanas para plataformas, que passam de 18 em 18 meses por uma renovação cada vez mais baratas e mais potentes.

Estas premissas estruturam a Bimodais: Futurismo Competitivo, que oferece visão e ação mais consistente para esse novo mundo.

É isso, que dizes?

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

Magaldi e Salibi do livro “Gestão do Amanhã” gostam bastante do conceito Plataforma.

(O conceito vem do livro que também já analisamos nas Leituras Bimodais: “Plataforma, a revolução da estratégia” de Parker, Alstyne e Choudary.)

Magaldi e Salibi citam, por exemplo, a Redbull, que se meteu em diversos tipos de negócios (p.103).

Isso é bom, dá dinheiro, mas é, a nosso ver, o que muitas organizações já fazem há muito tempo com outro nome.

Diversificação dos negócios em torno de clientes cativos.

O nome não era Plataforma de Negócios, mas Rede de Negócios ou algo parecido, nas quais uma organização se metia em diversos nichos, expandindo a marca.

Quando a Redbull ou qualquer empresa cria a sua Plataforma de Negócios estamos falando de uma rede de atividades, que é muito facilitada pelos novos Canais Midiáticos, sem dúvida.

É o resultado da chegada de novos Canais Midiáticos.

Porém, o mercado tende a se referir ao conceito Plataforma de Negócios, como o da Redbull, da mesma forma que fala do Uber e do Airbnb, que também criaram Plataformas de Negócio, mas de outro tipo.

Ubers se aproveitam, além dos Canais Midiáticos, também da nova Linguagem Midiática dos Rastros.

Ubers operam com Plataformas de Negócios de Curadoria – novo modelo administrativo, que reduz a necessidade dos gerentes, através de comunidades de consumo que se auto-gerenciam.

Nos Ubers não há carteira assinada, gerentes, hierarquia tradicional – cria-se comunidades de consumo e se fica com um percentual dos negócios realizados ali dentro.

Não podemos chamar o que faz a Redbull do mesmo nome do que faz o Uber, pois estaremos chamando banana de tomate e vice-versa.

É preciso separar:

  • Quando temos a Plataforma de Negócios na Gestão podemos ter forte uso da digitalização, com atividades feitas por aplicativos, tudo online, mas o modelo administrativo é o mesmo com os mesmos limites exponenciais;
  • Quando temos a Plataforma de Negócios na Curadoria temos a uberização – modelo administrativo que permite superar os antigos limites exponenciais de crescimento.

Uma organização que adotar a Plataforma de Negócios na Gestão, por melhor que atue, perderá forte valor se aparecer no mesmo mercado Plataforma de Negócios na Curadoria por se tratar de modelo administrativo mais sofisticado.

Conceitos podem parecer um detalhe, mas quando bem utilizados fazem a maior diferença.

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Uma das teses centrais do livro “Gestão do Amanhã” de Salibi e Magaldi é que temos hoje o “Efeito Rede“.

O conceito vem da ideia que vivemos hoje a “Economia em Rede” e se aponta, por exemplo, o Uber e o AirBnb como organizações que se aproveitam do Efeito Rede na Economia em Rede.

Faz sentido isso?

Não, pois a partir daí se desenvolve análise equivocada de que agora se utiliza de redes e antes não usava.

A novidade não é a rede, mas o tipo de rede que criamos com o digital!

Questiono o conceito Sociedade em Rede da mesma maneira, que questiono o conceito de Economia Compartilhada, já que sempre houve compartilhamento.

Quando você qualifica algo como Sociedade, Economia, Mídia, você quer particularizar algo que NUNCA ocorreu para separa do que aconteceu no passado.

Não faz sentido falar, por exemplo, em Revolução Tecnológica se você já teve várias no passado: roda, domínio do fogo, máquina a vapor, eletricidade, avião etc.

É preciso precisar que tipo de Tecnologia está alterando o ambiente para se precisar a Revolução que está se tratando, tal como fazemos em dizer que vivemos a Revolução Midiática Civilizacional – a mudança da mídia é o epicentro.

A Economia, voltando ao tema, sempre foi em Rede e Compartilhada, pois a base de tudo são as trocas.

Quando falamos Compartilhada/Rede parece que antes não era e agora é – o que é falso e não nos permite enxergar como as redes e o compartilhamento se alteram no tempo – criando regras e leis, aprendendo com a história.

Você poderia dizer Economia Hiper, super, ou mais compartilhada em redes o que seria melhor, mas não suficiente.

É preciso adjetivar de forma que se possa entender o que aumentou no compartilhamento para entender as organizações que estão se aproveitando dele.

E que tipo de rede estamos falando:  de uma mais vertical para uma mais horizontal? Por qual motivo?

Sociedade Digital ou em Rede Digital, na qual vai ter que se definir o que mudou nas redes!  

Sempre tivermos Redes Sociais – o que temos agora são Mídias Digitais que ampliam as antigas Mídias Eletrônicas, Impressas, Orais.

O que temos de novidade hoje é a Economia Digital, Redes Digitais, Mídias Digitais, comparadas com as anteriores Economia Analógica, Redes Analógicas, Mídias Escritas, Impressas, Orais.

E aí podemos tentar entender o que o Digital altera nas Redes, na Economia, nas Mídias e na Sociedade, que sempre existiram.

Não é o Efeito Rede, mas o Efeito Digital também nas Redes!

Na nossa visão, vivemos hoje a chegada da Curadoria, novo modelo administrativo, que permite a criação do Airbnb e Uber, sem a necessidade de líder alfa por causa das Redes Digitais.

Assim, podemos dizer que a Rede Digital permite a Curadoria e seria a Rede Digital da Curadoria, que é bem preciso com o que está ocorrendo.

Quer competir nesse novo mundo, adote a Curadoria, que foi permitida pela chegada da Sociedade e das Redes Digitais – que permitem a passagem da Escassez para a Abundância do Compartilhamento.

Quem quer competir com o AirBnb, por exemplo, tem que entender a lógica da Curadoria e não da Rede, ou do “Efeito Rede”, que não quer dizer muita coisa.

Quando não se precisa bem o fenômeno, não se pode ajudar quem quer se inserir nele.

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RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

Platão, Aristóteles e Rodrigo Maia

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, March 26, 2019


DIGITAL NA POLÍTICA – VENHA FAZER O CURSO!

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Vivemos hoje uma Revolução Midiática Civilizacional, com três frentes de mudanças estruturais:

  • Digitalização dos Canais de Trocas Comerciais e não comerciais;
  • Horizontalização dos Canais de Comunicação e Informação;
  • E a chegada da nova Linguagem Midiática dos Rastros, que permite a Uberização.

Em função das mudanças acima, passamos a ter forte questionamento do antigo status quo que chegou a alta Taxa de Verticalização – resultado de dois fatores: aumento da complexidade demográfica e muito tempo para que surgissem mídias que permitissem a descentralização das decisões.

Tivemos, com o tempo, a criação de uma espécie de Clube das Organizações Tradicionais, que dominavam mercados, concorrentes e estabelecia a regra do rabo balançando o cachorro.

Os consumidores tinham pouca voz.

A Revolução Midiática Civilizacional, com as três frentes encadeadas, nos permitiu sair da escassez para a abundância em diversos aspectos: transparência, inovação, cooperação, concorrência, amadurecimento.

Hoje, se procura restabelecer um reequilíbrio entre organizações e clientes – se exige empresas mais voltada para o consumidor e menos para os seus próprios interesses.

O ambiente pós Revolução Midiática exige nova postura e é por isso, que se fala tanto em foco no consumidor, missão, valor.

Há forte demanda por Organizações Conceituais – aquelas que comercializam algo para disseminar um conceito e não topam qualquer conceito para comercializar algo.

Há passagem, assim, relevante da procura de resultados de curto prazo para os de médio e longo prazo – por um objetivo maior – que podemos chamar de legado.

Isso implica também a demanda por investidores que sejam também conceituais, que queira investir também em legado, além do resultado financeiro.

No livro, “Gestão do Amanhã” Salibi e Magaldi falam da “Ditadura do Quarter”, que obriga as atuais organizações a pensar apenas no curto prazo, diferente da Amazon que tem reinvestido lucros pesadamente no longo.

E isso, segundo eles, eu concordo 100%, é um dos fatores que faz com que organizações estejam tão fechadas para o futuro.

Quando se pensa só no curto prazo, nas metas do mês seguinte, não se pensa estratégia. Quem quer tudo, rápido, pode não ter mais nada amanhã.

É um conflito entre a Mentalidade Conjuntural (ganhos para o final do mês, apenas material) da Estrutural (ganhos para o final da década,, incluindo propósito).

A sacada é , a meu ver, um dos pontos altos do livro de Salibi e Magaldi.

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Muito se fala hoje da passagem da mentalidade linear para uma mais complexa. Aquela que permitiria ao sapiens viver nesse novo século.

Existe muito MIMIMI sobre isso e a realidade.

Só é possível chegar na realidade se formos ao passado, no qual o ser humano se adapta, se adapta para manter a sua essência.

Se focarmos na essência, não perdemos o rumo.

O ser humano tem na sua essência o desejo de crescer demograficamente – e fazemos isso desde que o sapiens é sapiens.

Não é à toa o salto de um para sete bilhões nos últimos 200 anos.

Assim, quando falamos em demanda de nova mentalidade para lidar com complexidade, desde o tempo do nosso tatatataravô há necessidade de ajuste do sapiens sempre de ambiente social com menos para mais gente.

Esse é o ponto principal.

Aumenta o volume de dados a ser processado sobre cada pessoa.

Porém, por causa disso e além disso, somos obrigados a criar mídias mais sofisticadas para que possamos lidar melhor com a complexidade e estas nos permite modificar o ambiente administrativo.

Assim, precisamos de mentalidade que se adapte:

  • do ambiente com menos para mais dados;
  • da mídia mais sofisticada que permita lidar com mais dados;
  • e do modelo administrativo, que aumenta o poder de decisão das pontas, que permita lidar com mais dados.

Hoje, com a chegada da Era Digital vivemos justamente a passagem:

  • Do analógico (Canais mais Verticais e Linguagem Midiática Oral e Escrita) para o Digital (Canais mais Horizontais e Linguagem Midiática dos Rastros);
  • Da Gestão (DNA administrativo atual) para a Curadoria (emergente);

A Curadoria – também conhecida como Uberização – inaugura nova Era Midiática Civilizatória, na qual o DNA Mamífero que sempre utilizamos até aqui está dando lugar para um DNA dos Insetos.

A saber:

  • Mamíferos se utilizam de sons e, por causa, disso necessitam de líderes-alfas (intermediadores mais presentes);
  • Insetos se utilizam de rastros e, por causa disso, não necessitam mais de líderes-alfas, através da Liderança Contextual – você comanda por causa do contexto.

A maior dificuldade que temos hoje não é abandonar nossa cabeça linear, mas a Mentalidade Mamífera e passar ao modelos dos insetos.

Tivemos com sete bilhões de sapiens adotar o modelo de comunicação e administração dos insetos para continuarmos humanos.

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

A principal diferença entre o livro “Gestão do Amanhã” e a visão Bimodal está no seguinte dilema: vivemos hoje uma Revolução Midiática ou Industrial?

Salibi e Magaldi defendem a tese da Revolução Industrial com amplo impacto na sociedade. E, por causa desse diagnóstico, temos prognósticos e sugestões de adaptações específicos: foco no cliente é um deles.

Muitos podem considerar que o diagnóstico é o mesmo e é meio “frescura” se for um ou outro.

Porém, quando defendemos a tese da Revolução Midiática Civilizacional, com a chegada de novas mídias (canais e linguagem) conseguimos perceber diversos movimentos, tais como:

  • a passagem da escassez da informação, da inovação, da transparência, da concorrência para a abundância, que altera profundamente a forma de relação cidadão/consumidor com as organizações;
  • E principalmente a chegada da Linguagem dos Rastros, DNA administrativo da Curadoria, que permite a chegada dos Ubers.

A Curadoria é novo modelo de comando e controle e provoca o aumento explosivo da Taxa de Superação Emocional, dificultando em muito pensar e agir dessa nova maneira.

É outra filosofia administrativa e da forma de se pensar qualidade de serviços e produtos.

Concordamos com Salibi e Magaldi que é preciso criar áreas separadas para que as organizações possam competir nesse novo mundo e experimentar o novo sem intoxicação.

Nós chamamos Modal 1 e 2 e eles Motor 1 e 2.

Porém, eles não são precisos do que exatamente deve ser feito nestas áreas separadas e nós sugerimos que se entenda e pratique a Curadoria, principalmente por ser algo tão culturalmente distante do que se está acostumado.

A Revolução nos processos industrias, assim, é a parte – que de fato ocorre – mas não o todo.

Volto a dizer o livro de Salibi e Magaldi permite bons insights, mas não é um bom guia para a Transformação Digital.

É um Futurismo ainda não tão científico como gostaríamos, podemos dizer, mas mais superior aos outros Futurismos que andam por aí pelo mercado.

Avançando na leitura ainda mantenho a nota sete, mas com a ressalva da falta de preocupação científica da abordagem.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.


Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

Vejamos o cenário:

  • Antes da Era Digital, vivíamos um mercado controlado, concorrentes conhecidos e um futuro comum;
  • Depois da Era Digital, vivemos em um mercado descontrolado, concorrentes desconhecidos e um futuro incomum.

O mercado se acostumou a fazer upgrades administrativos rotineiros seguindo a seguinte rotina: não importava muito se havia lógica no que as grandes consultorias administrativas ofereciam, o serviço era contratado para não ficar atrás dos concorrentes.

Se o concorrente adotou, vou reduzir o risco e entrar na onda também.

Neste ambiente controlado, de concorrentes conhecidos, o marketing dos upgrades administrativos foi ganhando lugar da lógica.

O que importava não é era a mudança administrativa com lógica, mas que influenciava o mercado para a compra.

Ao final de tudo, como era um clube fechado de concorrentes, ninguém saía perdendo. Funcionava para as empresas, mas nem sempre para os consumidores.

Grandes consultorias administrativas, assim, foram, ao longo do tempo, se especializando muito mais em marketing do que na administração científica, pois se o cliente quer comprar fumaça por que investir no fogo?

Vejamos o desenho:

DESEJO DE COMPRA < SERVIÇO OFERECIDO

ao invés de

LÓGICA ADMINISTRATIVA < SERVIÇO OFERECIDO

A brincadeira no clube durou até a chegada da Era Digital, na qual apareceu no horizonte a “caravela” dos concorrentes digitais desconhecidos, que começam a jogar outro jogo.

Se aproximam dos clientes com nova lógica, mais afinados com os novos paradigmas digitais, criando sério problema para o chamado “mercado do upgrade administrativo” (tanto fornecedores como consumidores), que está intoxicado de marketing e não de lógica.

O Marketismo Administrativo é visível não só nas palestras, seminários e também na literatura de negócios, que é muito mais uma junção de palavras modernosas do que uma tentativa de entender os novos fenômenos.

O que funcionou durante décadas, entretanto, não funcionará daqui por diante.

Há necessário choque de lógica, de narrativas mais cuidadosas e por que não dizer de Cientificismo sobre o Futuro Incomum e o que fazer diante dele.

O mercado está carente de lógica – há muita fumaça e pouco fogo. E é esta fumaça tóxica que vai matar muita gente.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:


Vivemos hoje numa ilha de falta de clareza cercada de explicações marqueteiras por todos os lados.

Um destes conceitos mal arrumados é essa tal de Economia Compartilhada.

compartir com, partilhar com.

Note que desde que o sapiens é sapiens sempre tivemos necessidade de partilhar problemas, produtos, serviços.

Um corta a madeira e outro arruma a lareira.

Quando falamos em economia já estamos falando em compartilhamento.

Assim, o que podemos tentar detalhar é que tipo de compartilhamento temos a cada momento, em cada região, país, pessoa.

É preciso adjetivar o compartilhamento.

Hoje, vivemos a chegada de uma nova Era Midiática, na qual houve a chegada de novos Canais e Linguagens Midiáticas, que permite sair de uma escassez do compartilhamento para uma abundância.

O que estamos vivendo é o Compartilhamento Digital, que se sobrepõe ao Analógico.

Isso se deve a uma demanda humana – que sempre existiu – de compartilhar o máximo que for possível para viver melhor, mas que esbarrava nos limites midiáticos.

O que temos é uma mudança das mídias, que alterou o viés da escassez da cooperação para o da abundância.

Classificar a atual economia de compartilhada é não compreender o papel das mídias na sociedade e criar uma falsa ideia de que uma organização se quiser ampliar o compartilhamento basta força de vontade.

É isso, que dizes?

Esta frase foi uma das melhores de Luciano Pires, na entrevista que fiz com ele este mês.

O assunto volta, pois é bem comum que haja debate intenso sobre que tipo de concessão você fará no seu projeto, seja ele qual for, para conquistar clientes.

Quando Luciano fala em Meiostream traz à baila conceito de teto de ganho, pois a medição do sucesso do projeto não é mais medida – como é o padrão no mainstream – pelos números financeiros apenas, mas também pelo critério da Felicidade Estrutural do fornecedor.

Quando Luciano diz que fulano não é cliente dele, está afirmando que dentro dos Conceitos Estruturantes do Negócio dele, da aposta que faz no mercado futuro, aquilo é importante para o cliente, digamos mais consciente dos valores que ele apresenta – e para ele.

Na verdade, está se falando de uma troca de valores subjetivos que estão acima dos valores objetivos.

Podemos dizer várias coisas sobre isso.

1 – o cliente nem sempre tem razão, pois há emoções que jogam contra, tais como receio, medo, teimosia, arrogância;

2- há diferentes tipos de perfis de clientes para diferentes tipos de perfis de fornecedor, que têm que se encontrar;

3 – hoje, há uma valorização maior da autenticidade, num mercado que sai de um certo padrão, pasteurização, o que é algo que tem valor.

Assim, o conceito “você não é meu cliente” é uma mensagem que está muito inserida neste novo ambiente de nichos, de cauda longa, na qual a Taxa de Diversidade está aumentando.

  • No Mainstream – fazemos tudo pelo cliente, mesmo que amanhã isso não seja interessante para ele;
  • No Nãostream (aqueles que não conseguem entrar no mercado) – não há clientes;
  • E no Meiostream – há conceitos estruturantes, apostas, que vão contra até mesmo determinados segmentos do mercado.

Por fim, estamos aqui falando não de produtos, mas de serviços do que podemos chamar de Mercado de Mentalidades, que trabalham basicamente com narrativas e conceitos.

Vejamos:

  • Quando falamos em um Mercado de Mentalidade Mainstream, imagina-se que há certa intoxicação, pois o fornecedor tentará oferecer ao cliente os conceitos que deseja consumir, com preocupação menor na construção de valores;
  • Quando falamos em um Mercado de Mentalidade Meiostream, imagina-se que há menos intoxicação, pois o fornecedor tentará oferecer ao cliente os conceitos que acredita ser melhor para o cliente, com preocupação maior na construção de valores.

No Meiostream, estaríamos falando, no Mercado de Mentalidades, de Conceitos Orgânicos e Conceitos com Agrotóxico – volto a falar disso depois.

É isso, que dizes?

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Estou lendo o livro “Gestão do Amanhã” de Magaldi e Salibi.

O livro opta, o que é bom, por procurar referências históricas para entender a Era Digital.

Faz um rápido panorama dos pensadores da Administração, de onde saímos e onde estamos para poder entender o atual momento.

O problema é que TODOS os pensadores sobre administração do passado e do presente não passaram pela revisão da relação das mídias com a administração.

Todo o pensamento de melhoria administrativa se inicia depois do século XVIII, já dentro da Era Midiática da Escrita Impressa.

Assim, todas as análises, melhorias, ajustes foram realizados dentro da mesma Era Midiática.

Não era possível que estes autores pudessem entender que tudo que pensamos e pensávamos sobre administração estava dentro de um contexto de uma Era Midiática específica.

O que estamos vivendo hoje no novo século é Fenômeno Social Recorrente da espécie, a chegada de nova Era Midiática que exerce uma influência inusitada e inesperada para os clássicos da administração.

O que estamos começando a descobrir é de que podemos definir que temos Macro Modelos Administrativos, que são criados dentro de Eras Midiáticas, que se alteram quando temos novas Eras Midiáticas.

Ou seja, os Macro Modelos Administrativos são resultados das mídias disponíveis e quando temos novas mídias, temos o surgimento de novos Macro Modelos.

É preciso uma revisão das premissas da Administração, o que torna o pensamento clássico da Administração em parte obsoleto, pois é preciso forte ajuste para que possamos compreender a nova Era Midiática Digital.

O esforço louvável do livro “Gestão do Amanhã” é incapaz de perceber esse problema de paradigma ao analisar o novo século.

Por causa disso, o diagnóstico é de que estamos diante de uma Revolução Industrial e não de uma Revolução Midiática Civilizacional, que também provoca mudanças na produção e na administração.

Mas as Revoluções Administrativas e Produtivas são uma parte da Revolução Midiática e não o todo.

É isso, que dizes?

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

A abundante mente semanal

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, March 19, 2019



Quer fazer? Me mande um zap: 21-996086422.
R$ 200,00 – cinco vídeos e respostas das dúvidas, via zap.

(Gestão do Amanhã – leitura bimodal – avaliação inicial)

O livro, diferente do mainstream do mercado, opta por entender a Era Digital com viés histórico. Procura entender o Digital, via história da administração.

Isso é muito bom, pois os americanos que chegam até nós são “historiofóbicos“. Não gostam de ir ao passado para entender o presente.

O livro de Salib e Magaldi ganham pontos quando fazem isso.

Introduzem, além disso, de forma criativa, um conceito da Física chamado de “ponto de bifurcação” (Pg.14), que procura dar nome a momento de passagem da estabilidade para instabilidade 

Gosto do conceito, vou usar de vez em quando.

Porém, se há uma bifurcação, deve haver uma causa que a provoca.

E aí o problema começa na avaliação do livro.

Se vamos optar para ir ao passado com eficácia, devemos optar pelo motivo principal da bifurcação e aí temos a “areia movediça” do Digital.

Conseguir entender as tecnologias, separar cada uma, avaliar os efeitos e identificar o impacto de cada uma delas e qual delas é causa ou consequência das demais.

Os autores apontam como causa principal da “bifurcação” que assistimos hoje da “confluência de forças tecnológicas” (Pg.15) e seus efeitos na administração.

E vão para a história comparar tecnologias no geral x mudanças administrativas e procurar as causas para as Revoluções Industrias e defender a chegada da Quarta.

E, por isso, acabam ficando presos à Quarta Revolução Industrial – o diagnóstico que apresentam para as mudanças atuais.

Não resta dúvida que vão um pouco mais fundo no Labirinto Digital do que os demais livros que andam por aí pelo mercado, mas o esforço, a meu ver, não é tão eficaz assim.

Ao nosso ver, o motivo que provoca a bifurcação atual é a massificação de uma nova mídia (canais e linguagem).

Mudanças de mídia criam surtos de inovação e o surgimento de novas tecnologias nas área de energia e transporte, o que permite que tenhamos Revoluções Industriais, na sequência.

Assim, a Revolução Midiática, para nós, é o todo e a Industrial, a parte e não o o contrário.

Se o objetivo é entender a atual Revolução,  a visita que deve ser feita ao passado é a comparação entre momentos similares: outras revoluções midiáticas, que provocaram revoluções industriais.

E, aí sim, analisar os efeitos das mesmas na administração e nos negócios.

O resultado da escolha por diagnosticar a Revolução Industrial como epicentro da mudança é equivocada –  reforça a miopia do mercado em enxergar o fenômeno menor existente (Revolução Industrial) e não o maior (Revolução Midiática).

Isso induzirá o leitor ao erro ao tentar se adaptar ao novo contexto na parte e não no todo. A uberização é maior do que a digitalização industrial.

Os autores, por causa disso, são cegos para a chegada da Curadoria – novo modelos administrativo,  popularmente conhecido como Uberizacão.

O livro pelo esforço de ir ao passado leva nota 7, na avaliação inicial,  mas deve ser lido por um Bimodal com cautela não como um guia para ação  – ferramenta de complementação de pequenas lacunas e alguns insights interessantes.

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

“Um homem aponta o céu. O tolo olha o dedo, O sábio vê a lua.” –
Provérbio chinês.

Se você olhar com calma, verás que a grande megatendência na nova Era Digital é a de reintermediar os antigos processos, eliminando intermediadores de baixa produtividade, principalmente, através de novas tecnologias disponíveis.

Desde a criação dos restaurantes a quilo, caixa eletrônico (de rua e pela internet), compra de ingressos online, passando pelo Uber e Mercado Livre o lema é a Reintermediação.

O grande problema do sapiens é o que chamamos aqui na Escola de Futurismo Bimodal de Complexidade Demográfica Progressiva.

Vamos aumentando o número de habitantes e – diferente das outras espécies – somos obrigados a alterar a forma de comunicação e administração – sempre de modelo de intermediação mais centralizado e menos sofisticado para um mais descentralizado e mais sofisticado.

Organizações que querem se manter competitivas no presente e futuro não devem olhar para as tecnologias (o dedo), mas para a reintermediação, eliminando antigos intermediadores obsoletos (a lua).

E aí neste processo teremos dois tipos de reintermediação:

  • Reintermediação Operacional – que promove substituição de pessoas na cadeia produtiva, mas mantendo o mesmo modelo de comando e controle da Gestão – que podemos chamar de Digitalização;
  • Reintermediação Gerencial – que promove substituição da forma do próprio modelo de comando e controle da Gestão, partindo para a Curadoria, que é o caso do Uber – que podemos chamar de Uberização;

A Reintermediação Operacional é a que vem sendo praticada hoje pelas Organizações Analógicas Tradicionais, que tem, de fato, Alta Taxa de Superação Emocional, mas bem abaixo da que é promovida pela Reintermediação Gerencial.

Vejamos:

  • Na Reintermediação Operacional se altera camadas das emoções humanas mais superficiais e menos estruturantes, pois o modelo de comando e controle é praticamente o mesmo;
  • Na Reintermediação Gerencial se altera camadas das emoções humanas mais profundas e mais estruturantes, pois o modelo de comando e controle é outro.

Futuristas têm o dever devem alertar organizações para os dois processos, mas, principalmente, chamar atenção especial parara o segundo, pois:

  • O mercado de maneira geral só consegue perceber a primeira camada (Operacional), deixando as Organizações Analógicas Tradicionais despreparadas para a Reintermediação Gerencial;
  • A Reintermediação Gerencial – por se tratar de mudança com Taxa maior de Superação Emocional – exige tempo maior para a preparação, aceitação, superação e ação. Por isso, exige ações de alteração na forma de pensar e agir que devem começar o quanto antes.

É isso, que dizes?

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Muita gente fala de organização linear para exponencial.

Tenho tido aqui que exponencial é algo que se consegue, através de uma mudança que os concorrentes não fizeram.

Empresa tal, fez tal coisa e conseguiu ser mais exponencial do que aquela outra empresa, que continua linear.

Hoje, com a chegada da Era Digital temos a Curadoria, novo modelo administrativo que elimina os gerentes, transferindo para as pontas a função destes.

O Uber é mais exponencial do que uma cooperativa de táxi, pois se utilizada da Curadoria. E não por que colocou novas tecnologias apenas.

É uma nova forma de comando e controle que torna o Uber mais exponencial.

Existem tecnologias em setores específicos – como sempre ocorreu – que permitem uma certa exponencialidade.

OK?

Porém, o que tem derrubado grandes líderes de mercado é justamente a Curadoria.

O problema é que a Curadoria modifica tanto a filosofia da administração – dá um nó na cabeça dos antigos administradores – promove uma perda de poder e de status, que passa a ser ignorada.

Quando se fala em ser exponencial – imagina-se continuar com o mesmo comando e controle e se afogar em novas tecnologias, quanto mais melhor.

Isso não aumenta a competitividade de nenhuma organização no longo prazo e nem a torna mais preparada para encarar uma uberização no seu respectivo mercado.

A dicotomia linear versus exponencial é falsa, o que temos hoje é gestão versus curadoria.

É preciso ficar atento a isso.

É isso, que dizes?

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

RESUMO:

“ Podcast não tem ouvinte. Podcast tem torcida”!!! – Luciano Pires.

Tive o prazer de conversar ontem por mais de uma hora com o criativo Luciano Pires, coordenador do projeto Café Brasil, um espaço de conteúdo hiper selecionado.

Luciano, como se define, é um cara feliz, pois faz o que gosta e consegue viver do seu projeto, depois de anos de batalha.

O que aprender com ele?

  • O Meiostream – se você não quer virar a Lady Gaga e entrar no Mainstream procure o Meiostream, um lugar entre os que fazem tudo por dinheiro e os que não conseguem ganhar nenhum;
  • Nem todo mundo é teu cliente – não queira todos os clientes, mas procure conexão entre o seu conceito e as pessoas que estão dispostas a comprá-lo, nem todo mundo é seu cliente e tem gente que é totalmente seu cliente;
  • Tenha disciplina criativa – aquela em que todo dia você está focado no seu trabalho, percebendo o que pode melhorar a cada dia. Coloque a repetição naquilo que você não liga que seja repetido;
  • Procure a Felicidade Estrutural – aquela em que você percebe claramente que está deixando um legado – neste momento o trabalho tem uma auto-motivação a mais.

Veja a conversa completa:

RESUMO EM ÁUDIO:

NOTA 4 – NÃO RECOMENDO LEITURA

O diagnóstico sobre a Era Digital é primário.


Opta pelo Futurismo Indutivo – aquele que conversa com as pessoas do mercado para entender o que está ocorrendo e não pela revisão dos paradigmas, do qual o mercado está intoxicado.

Faz uma pesquisa com os bêbados – de copo na mão –  para saber como eles fizeram para parar de beber!!!

Livro superficial, marqueteiro, que mais vai ajudar do que atrapalhar quem quer se manter competitivo no novo cenário.

Próximo livro das Leituras Bimodais: Gestão do Amanhã.

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RESUMO DA LIVE:

A LIVE INTEIRA:

O labirinto do pensamento

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, March 12, 2019

LIVES DO NEPÔ – TODA TERÇA – LINK PARA TODAS AS LIVES E RESUMOS:

https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

“Quando um dedo aponta para a lua, o tolo olha para o dedo.”
(Provérbio Chinês)

Começo a desenvolver o conceito de Labirinto Digital.

Labirinto Digital seria espécie de decisões de ante-salas e corredores, que vamos tomando para tentar entender a Era Digital.

Podemos dizer, por exemplo, que o livro “Abundância“, de Kotler e Diamandis, na Ante-Sala “Qual é poder que as tecnologias têm para alterar a sociedade?” opta pelo corredor que diz “capaz de alterar bastante a sociedade“.

Muitos optam pelo corredor “tecnologia neutra ou debaixo impacto” – o que dificulta bastante a análise do futuro.

Quando se opta por determinado corredor, nos deparamos com novas ante-salas, que nos levam a novos corredores, que vão definindo o Cenário de Futuro Provável.

O Futurista trabalha na sua jornada com ante-salas e corredores, apostando que está realizando as escolhas corretas.

Já temos tido, cada vez mais, em diferentes livros no mercado a escolha desse corredor: “Sim, novas tecnologias – são capazes de alterar bastante a sociedade”.

Gestão do Amanhã – de Magaldi e Salibi optam por este corrredor também.

Porém, na ante-sala que vem a seguir “Toda tecnologia é igual a outra na sua capacidade de alterar a sociedade?”. A maioria opta pelo corredor “Sim, todas são iguais”.

Abundância opta por este corredor.

Já o livro Gestão do Amanhã escolhe que uma especificamente altera mais que as demais, o que nos leva para outra sala: “Se tivermos que graduar as tecnologias, qual está tendo mais impacto na sociedade?”.

Nesta ante-sala, a Escola de Futurismo Competitivo Digital Bimodal opta pelas Tecnologias de Mídia, o que nos leva para um determinado caminho.

O Gestão do Amanhã, por exemplo, destaca as mudanças industriais e agora os chips para ser o epicentro da mudança.

Para nós, as mídias são a placa-mãe da sociedade, pois “mudou a mídia, mudou a sociedade” – como afirmava Marshall McLuhan, o filósofo que cria a “pedra fundamental” da Escola.

Para nós, a principal mudança que estamos vivendo é a chegada de uma Revolução Midiática Civilizacional – fenômeno recorrente na história (com causas e consequências já estudadas) que provoca diversas alterações encadeadas.

Muitos, quando falam da Quarta Revolução Industrial, optam por destacar as mudanças produtivas na Indústria como a principal locomotiva – o caminho do Gestão do Amanhã, por exemplo.

Podemos dizer – isso sim – analisando as Revoluções Midiáticas Civilizacionais na história, que depois da chegada e massificação de novas Tecnologias Midiáticas Descentralizadoras, há surto de inovação, que atinge a todos os setores da sociedade,incluindo a indústria.

A Quarta Revolução Industrial, ou uma Revolução Industrial, é consequência posterior da Revolução Midiática que é maior do que aquela.

Uma Revolução Midiática Civilizacional introduz na sociedade, pela ordem:

  • Novos Canais de Informação e de Comunicação Digitais – que têm como consequência a passagem da escassez para a abundância de informação, cooperação, inovação, transparência, concorrência, autonomia do consumo;
  • Nova Linguagem Humana dos Rastros – que têm como consequência a chegada da Curadoria – novo modelo administrativo, que consegue, por causa das novas Tecnologias Midiáticas estabelecer nova forma de Comando e Controle em escala de massa.

Organizações, querendo ou não, para decidir acabam por se basear em algum Futurista de plantão, que pode, ou não, enxergar o que é maior ou menor no novo Cenário.

Há muitos que enxergam apenas a Revolução Industrial, mas não conseguem enxergar a alteração maior no Cenário – uma disruptiva mudança no Macro Modelo Administrativo do Sapiens.

Organizações – mesmo as Curadoras – precisam entender e se preparar para conviver neste novo ambiente administrativo, que tem acelerado processo de mudança em duas fases:

  • Conjuntural – passagem da Gestão para a Curadoria;
  • Estrutural – competir no ambiente de Curadoria, com os negócios todos baseados em Plataformas Tecnológicas, que têm novas possibilidades de uso para fornecedores e clientes em cada vez menor espaço de tempo.

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“O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto
que seja preto.” – Henry Ford.

“Qualidade é a adequação da oferta às demandas” .

Podemos dizer que temos:

  • A qualidade na Gestão – na qual o gestor tenta adivinhar e, de certa forma, conduzir o consumo por parte dos consumidores – qualidade com comando e controle muito mais de dentro para fora do que vice-versa;
  • A qualidade na Curadoria – na qual o curador estrutura uma Plataforma Curadora, através de algoritmos, que ajuda os consumidores a definir o que é mais adequado para eles –
    qualidade com comando e controle muito mais de fora para dentro do que vice-versa;

Um dos principais problemas das Organizações Analógicas Tradicionais é justamente conseguir entender que a Curadoria traz um novo conceito da qualidade, que é precisa ser alterado.

Há uma clara perda de status e de poder neste processo – que precisa ser aceita.

Toda a estrutura administrativa da Gestão estabeleceu um padrão de qualidade, na qual o consumidor participava de forma esporádica –
por falta de tecnologias disponíveis.

A “conformidade das ofertas às demandas” era definida de dentro para fora – que é bem espelhada na frase do Ford: “O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto.” 

A Gestão tinha/tem um limite de capacidade de diálogo com o consumidor, pois pratica a Linguagem Midiática Oral/Escrita, que exige a decodificação por um ser humano. E isso impedia um modelo diferente do que tínhamos.

A Curadoria – novo Macro Modelo Administrativo – só é viável por causa da chegada de novas Tecnologias Midiáticas – que altera a forma como se define a relação oferta e demanda.

A Curadoria supera o limite de capacidade de diálogo com o consumidor da Gestão, pois pratica a Linguagem Midiática dos Rastros, que NÃO exige mais a decodificação por um ser humano, os algoritmos distribuem as decisões. E isso possibilita o novo modelo diferente do que tínhamos, até então.

Estamos, assim, passando de um Macro Modelo Administrativo mais centralizado para um mais distribuído.

O problema para as Organizações Analógicas Tradicionais é conseguir abandonar, esquecer, jogar fora o antigo modelo de Comando e Controle muito mais centralizado.

Os Administradores Analógicos imaginam que o diferencial competitivo está nas decisões sobre quem contratar, promover ou demitir, que produto ou serviço colocar no mercado e que tipo de pós-venda fará com ele.

Na Curadoria, temos a Filosofia de Comando e Controle mais distribuída, na qual fornecedores externos e consumidores e entendem em cada transação realizada.

O conceito de qualidade, assim, precisa ser completamente desconstruído para colocar um outro no lugar.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.
Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

“Revolução não acontece quando a sociedade adota novas tecnologias. Acontece quando a sociedade adota novos comportamentos” Clay Shirky;

Ontem, recebi a seguinte avaliação do meu curso experimental de fotografia artística que coloquei na Udemy:

“Olá, a imagem do seu curso não é ruim, mas não se encaixa em nossos padrões, principalmente por conter texto, mesmo que seja só o nome do curso, você precisará remover o texto para o seu curso ser aprovado, pois aqui na Udemy nossas pesquisas indicam que os alunos ficam menos propensos a comprar cursos cuja imagem contenha texto. “

O que temos aqui é algo interessante para refletirmos sobre Plataformas Digitais, que podem ser da Gestão, de Gestoria ou Curadoras, o que varia é a
Filosofia de Comando de Controle da Qualidade das pessoas, processos, produtos e serviços.

Vejamos a diferença:

  • Da Gestão – todos os processos, pessoas são controlados e produzidos pelo centro (Ex. TV Globo);
  • Da Gestoria – tudo precisa para ser comercializado do carimbo do centro (Ex. Netflix, Udemy);
    • Gestoria de Produção – o caso do Netflix que é um Curador de filmes basicamente feitos por terceiros, diferente da TV Globo que praticamente faz tudo;
    • Gestoria da Publicação – é o caso da Udemy, que não produz nada, mas não faz como no Youtube, que pode até criar alertas, mas não proíbe a publicação a priori.
  • Curadoria – nada é produzido ou controlado pelo centro (Ex.Youtube, Uber, AirBnb, Mercado Livre) – é o cliente que cria reputação, só possível agora pelo surgimento e massificação da nova Linguagem Midiática dos Rastros.

Note que estamos falando aqui do que chamamos de “Controle de Qualidade”, que está migrando do modelo atual central para novo modelo distribuído, a saber:

  • Na Gestão e na Gestoria o controle de qualidade só é considerado válido se passar, em algumas das fases do processos, por gestor de carne e osso, uma Autoridade da Gestão, que tem a capacidade de produzir ou aprovar a qualidade de pessoas, processos, produtos e serviços. É o que o pensador digital Clay Shirky de Filtrar para publicar, ou vender, ou contratar;
  • Na Curadoria o controle de qualidade é feito pelos consumidores, que criam a reputação de pessoas, processos, produtos e serviços. É o que o pensador digital Clay Shirky de Publicar para Filtrar, ou vender, ou contratar. Aqui o Curador – o novo administrador – programa apenas as regras no algoritmo e este, dentro da plataforma, ajuda aos consumidores e fornecedores com a criação da Reputação Curadora.

Vivemos hoje justamente a passagem da Filosofia de Comando e Controle da Qualidade do poder central (Gestão/Gestoria) para a distribuída (Curadoria), possibilitada pela Linguagem Midiática dos Rastros.

Filtrar para publicar/comercializar versus Publicar/Comercializar para Filtrar.

Um curso, se é novo, entra sem nenhuma avaliação e fica por conta e risco do cliente se fará, ou não, o que pode influenciar no preço de entrada do curso, até ganhar reputação positiva.

Se o curso tiver muito texto na imagem principal, quem tem que se incomodar é o cliente e não o “avaliador da Udemy“, que não é a pessoa mais indicada para saber se há texto de mais ou de menos.

Tem clientes que podem gostar e outros não do texto na imagem de apresentação – o cliente é diverso e quem tem que conhecê-lo é o fornecedor e não o “poder central“.

Pode-se sugerir na Curadoria, mas nunca proibir de publicar/comercializar.

A Curadoria tem a vantagem de ser:

  • Mais exponencial, pois não tem controle central;
  • Permitir mais diversidade, pois não parte de um pré-conceito do que é melhor para os outros;
  • Menor custo, pois a comercialização é toda gerenciada e feita por terceiros;
  • Mais qualidade, pois é o próprio consumidor – que paga – que define o que é adequado e o que não é, criando o que podemos chamar de Qualidade Distribuída

Você pode perguntar:

“Nepô, mas não é um critério da Udemy ser uma Gestoria?”

Sim, claro, apenas não gostaria de colocar meus cursos e ter que ficar tendo que discutir com cada avaliador – a partir de critérios dele – a inclusão de um novo produto.

Eles acreditam que este modelo garante “mais qualidade”, mas apenas garante um tipo de qualidade, que no final das contas espelha menos a relação de oferta e demanda.

Pois quanto mais a qualidade for distribuída, mais terá chance de atender aos milhares de nichos e idiossincrasias que existem por ai.

No meu caso particular, prefiro, se encontrar, uma Plataforma Curadora para colocar meus cursos. E talvez, no futuro, vários competidores consigam mais clientes do que a Udemy justamente por isso.

É isso, que dizes?

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Conheça nosso Programa de Formação de Futuristas Bimodais.

Veja aqui o depoimento completo dos nossos formandos!

RESSALVA

Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

O Grupo Bimodal Avançado é uma das opções dos formandos, que já foram certificados no Módulo Introdutório e Intermediário.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:


Exponencial – relativo a expoente. Expoente – o que se destaca. Crescimento Exponencial – aquele que aumenta muito mais do que os demais, que consegue crescimento superior aos concorrentes.

Assim, não podemos falar que existe uma Organização Exponencial, pois não é uma característica da Organização, mas do crescimento.

Uma Organização fez determinada mudança em relação aos concorrentes e, por causa disso, consegui ser MAIS exponencial do que os demais.

Há uma Válvula ou Interruptor de mudança, que permitiu que determinada organização pudesse crescer muito mais do que os demais.

No filme, “Fome de Poder“, que, na verdade, em inglês não tem a conotação pejorativa que teve no Brasil, “Founder“, conta-se a história do McDonald.

O McDonald não era uma organização exponencial, mas o Modelo Administrativo da Franquia que o fez crescer mais do que os demais.

O Interruptor que alterado foi:

  • Pequena loja de esquina em uma cidade com apenas um dono;

versus

  • Centenas de lojas com pequenos donos, coordenados por central franqueadora.

O que foi Exponencial foi a “Válvula Franquia” que passou a competir com o modelo “loja isolada“.

O modelo franquia é mais exponencial, se bem implantada, do que uma loja isolada. Não podemos chamar o McDonald como exponencial, mas a franquia.

Hoje, temos a mesma situação.

Estamos passando do atual Modelos Administrativo da Gestão e criando um novo chamado Curadoria, que se utiliza dos recursos do Digital para ter um crescimento exponencial.

Um Uber consegue ser muito mais exponencial do que qualquer cooperativa de táxi.

O Uber não é exponencial, mas o Modelo da Curadoria, se comparado ao Modelo da Gestão.

O Uber consegue ser exponencial, pois elimina a necessidade de gerentes, chefes, supervisores, pois transfere boa parte do que era feito por estes para os consumidores.

É eliminando os custos de gerentes, RH, treinamento, carteira assinada, que o Uber consegue jogar o custo no chão sem perder a qualidade, ao contrário.

É quantidade com qualidade na complexidade.

Quando ouço falar de organizações exponenciais chego ate a rir.

Ninguém será exponencial entoando cantos, implantando Design Thinking ou fazendo meditação motivacional.

Terá que procurar criar a Uberização no ser respectivo mercado – ela sim é mais exponencial do que os concorrentes que ainda continuam na gestão.

É isso, que dizes?

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Grato

Grato por se inscrever no MÓDULO INTRODUTÓRIO DE FORMAÇÃO BIMODAL.

Qualquer problema, fale comigo: 21-99608-6422 (Nepô).

LIVE COMPLETA:

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, 5 March 2019


Voltando ao filme “Manhunter: unambomber” – um clássico para o debate da inovação – temos um Perfil Inquieto do investigador principal, que ao chegar à força tarefa do FBI, percebe que ali há um problema de Falsa Autoridade.

Autoridade: direito ou poder de ordenar, de decidir, de atuar, de se fazer obedecer.

Ele recebe o pedido para criar um perfil do criminoso não para atender aos fatos e chegar até ele, mas para reforçar os conceitos de quem é autoridade.

Naquele momento o Perfil Inquieto, ou que podemos chamar de Agente Inovador percebe que há um problema de Falsa Autoridade.

Ou ele segue a cartilha da Falsa Autoridade e nunca vai chegar ao criminosos, ou se arrisca a um caminho diferente, da inovação.

Percebe que as autoridades estão indo por um caminho equivocado e precisa inovar na forma de resolver o problema.

Um dos problemas da inovação é justamente este, vejamos a imagem:

Existe uma forma de resolver determinado problema, que mantém, de alguma forma, a autoridade de plantão no seu posto.

Quando se questiona a solução padrão está, na verdade, se questionando o poder da autoridade de plantão.

Dependendo do perfil e da capacidade de mudança da autoridade de plantão, haverá um problema para a inovação.

Mesmo que a nova solução resolva melhor o problema, será questionada, pois afeta a autoridade de plantão.

Todo a série vemos justamente isso:

  • uma visão nova, que é mais eficaz, mas é questionada pelas autoridades de plantão;
  • uma visão velha, que não consegue resultados, mas que mantém as autoridades no plantão.

O interessante é que para desenvolver os novos conceitos a nova equipe vai para uma sala em separado para poder trabalhar em novas visões, pois se torna impossível desenvolver uma nova visão dentro da intoxicação passada.

Por fim, o resultado final quando o criminoso é preso, se esconde os méritos do Agente Inovador, como se ele não tivesse passado o pão que o diabo amassou para prender o criminoso, com alto custo pessoal.

Fala-se muito em inovação, mas quando se pensa em inovar é preciso ter em mente que alguém vai perder o status de ter a melhor solução para o problema – e vai, dependendo do perfil, resistir.

Inovar é muito mais um problema emocional, que envolve status, ego e poder do que qualquer outra coisa.

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“Uma das formas mais infalíveis de mudança é a reflexão” Desconhecido


Estou estudando sites de cursos para colocar os meus.

E me deparo com o Hotmart.com.

Você produz e coloca o curso lá para vender, mas, mas, mas eles querem dar uma olhada antes para “aprovar”.

Isso é uma cabeça analógica numa plataforma dita modernosa.

A grande mudança do novo século não é a chegada de uma penca de novas tecnologias digitais, mas nova forma de comando e controle.

~Vou repetir: nova forma de comando e controle!

Quem aprovará para os nossos netos os processos, pessoas, produtos, serviços não é mais o gestor ou o gerente, mas o consumidor, através da Reputação Digital.

O digital é , assim,
apenas o pé na porta, quem deita no sofá e bebe cerveja artesanal é a Curadoria, que estabelece nova forma mais descentralizada e distribuída de controle.

E é justamente isso que vai matar as Organizações Analógicas Tradicionais, pois colocar nova tecnologia todo mundo sabe fazer e já faz há muito tempo – não é de hoje.

Mas modificar algo profundamente arraigado – como se controla pessoas e processos – é quase impossível em um tempo tão curto.

É areia de mudança de mais para um caminhãozinho pequeno de capacidade de inovação.

Depois de anos estudando essa tal de Internet, cheguei a seguinte regra sobre o ser humano:

Quando se aumenta a população, pode esperar que teremos que matar, mais dia, menos dia, intermediadores para lidar melhor com a complexidade.

  • Garçons, bilheteiros, caixas já foram dizimados na Digitalização.
  • E gerentes, chefes, supervisores o serão na Uberização.

É muita mudança para pouco tempo – por isso a quebradeira no médio prazo é líquida e certa.

Que dizes?

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“Os fracos acreditam na sorte; os fortes em causa e efeito.” –
Ralph Waldo Emerson

Temos dito por aqui que praticamos hoje o Futurismo Amador.

Com os mesmos paradigmas do passado, no qual tínhamos um Futuro Comum, queremos projetar o cenário em um Futuro cada vez mais Incomum.

Quando comecei a jornada para entender a Era Digital também não consegui perceber a Macrotendência da Uberização.

Uberização é o fenômeno da massificação de novo Macro Modelo Administrativo, que vemos no Uber, no Youtube e no Mercado Livre.

Muitos dos formandos da Escola de Futurismo Competitivo Digital Bimodal questionam nossa insistência em falar da Uberização.

“O Netflix não está aí super competitivo? E não é uberizado, certo?”.

Certo, verdade, mas o papel do Futurista não é olhar o curto, mas principalmente o médio e o longo e servir como um alerta para os desafios mais disruptivos que temos pela frente.

Vou frisar “desafios mais disruptivos”, pois quando se fala, por exemplo, em Revolução Industrial 4.0, todo mundo pensa que é colocar mais tecnologias nos mesmos processos.

Ou fazer pequenas mudanças nos atuais processos para se manter competitivo.

Tudo isso é fruto de um mercado assustado, emocionalmente frágil, e de um Futurismo Marqueteiro baseado muito mais em ferramentas de marketing (aquilo que o cliente quer comprar) do que com o que de fato (aquilo que vai acontecer).

Enxergar a Uberização só é possível depois de um longo mergulho de revisões de algumas bases sólidas e profundas de como vemos o sapiens, a sociedade, a história, a administração, as tecnologias e a própria ciência.

Este é o desafio dos Futuristas Bimodais: ser espécie de farol de clareza num mercado cercado pela escuridão.

O caminho é duro, longo, mas bastante motivador e interessante.

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“A verdade é como poesia. E a maioria das pessoas odeia poesia.” – frase do filme “A Grande Aposta” (que eu recomendo).

Tirando os inquietos, que já nascem com parafuso a mais ou a menos, o cidadão comum detesta inovação.

Pessoas e organizações são reacionárias – não gostam de mudar, pois há uma batalha para sobreviver e existir e isso cria um tal de legado, que precisa ser preservado.

O legado, assim, é tudo aquilo que você quer preservar, pois é ele que te garante o “leitinho das crianças” no final do mês.

Quando pessoas ocupam cargos, empregos, profissões, isso significa que elas comprometem a vida no processo e passam a ser “defensoras do legado”.

O legado é o que garante o final do mês e se pergunta o tempo todo por que colocar o final do mês em risco?

Isso cria uma espécie de Conservadorismo Positivo, que funciona bem em Cenários Comuns, mas pode ser um veneno em Cenários Incomuns, caindo para um Conservadorismo Negativo ou Reacionarismo.

Esta aversão à mudança é natural, humano e funciona adequadamente para momentos em que a Taxa de Competitividade é baixa.

Porém, numa Revolução Midiática Civilizacional como agora, na qual saltamos para a abundância de informação, cooperação e inovação, este sentimento de preservação radical dos legados passa a veneno.

É preciso ousadia quando todo mundo reza por segurança. E quanto mais segurança se pede, mais vai se indo para o buraco!

E é justamente nessa desejo de segurança suicida, diante dos fatos, que surgem as oportunidades para os novos concorrentes.

No fundo, a grande dificuldade para inovar de quem tem grande legado é a de superar essa barreira emocional.

E é justamente isso que não está claro para a maioria.

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Resumo da Live:

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, February 26, 2019

Imagina um professor de piano que tem mais de vinte anos de aula. Rapidamente, nos primeiros acordes, percebe uma pessoa de talento.

O mesmo se dá quando você tem uma especialização e abre um novo livro.

Erradamente, nós lemos os livros didáticos como se fossem romances, que precisam ser lidos do início ao fim.

Equívoco.

Um livro didático tem que começar a ser lido, se possível na livraria, da pela conclusão.

Ali, depois de todo o blá blá blá do autor, ele vai dizer ao que veio.

Um livro, nada mais é, do que uma defesa de algo que está em “a” e o autor sugere que vá para “b”, mudanças na forma de pensar e agir.

É no final que ele revela a intenção do livro e é ali que você pode julgar o que aquele livro pode ajudar na sua jornada em direção a te ajudar no teu Problema-Matriz.

Falo isso, pois comecei a ler o livro Liderando na Era Digital. E já digo que ele é bem fraco.

Aprofundo o debate sobre o livro “Liderando na Era Digital” nos Grupos Vips Bimodais (Básico, Intermediário e Avançado). Te convido a participar da primeira etapa, paga R$ 50 para ficar ao longo de seis meses.

Me envia um zap para mais detalhes: 21-99608-6422.

GRUPO BIMODAL VIP BÁSICO – R$ 50,00

(válido por seis meses)

Link para os artigos Bimodais (áudio/texto).
Acesso a todos os textos e áudios das leituras compartilhadas.


Quando se fala que hoje no mercado digital as Organizações Analógicas Tradicionais não tem razão pode soar estranho.

Porém, o cliente muitas vezes é guiado por fatores emocionais que jogam contra o próprio patrimônio.

E nestes momentos profissionais de todos os tipos vão aconselhar e oferecer coisas contra o desejo mais imediato do cliente.

Um fumante, por exemplo, será aconselhado parar de fumar pelo pneumologista ou oncologista.

A razão do cliente é continuar fumando, mas é papel do médio apontar os problemas que ele terá se seguir adiante.

Em alguns filmes do Netflix vimos profissionais indo contra o mercado, tais como no Man-Hunter: Unabomber, quando o diretor do FBI pede ao personagem principal do filme que faça um perfil fechado do criminoso e ele se recusa.

O cliente, ali, queria que o profissional seguisse o paradigma do chefe e este resolveu seguir seu próprio, olhando para os fatos e não para o desejo do cliente.

Ao final, o perfilador estava correto e o chefe, o cliente, não.

Isso ocorreu também no filme A grande aposta, quando o coordenador de uma firma de investimento aposta contra o mercado imobiliário, contra a vontade dos clientes.

E, ao final, consegue lucros inimagináveis.

Ou seja, não é sempre que isso funciona, mas em momentos especiais, como agora, é preciso que o emocional do cliente diante do digital seja questionado.

Os clientes querem promover mudanças incrementais diante de um futuro disruptivo.

Podemos dar um nome para isso?

Efeito Manada Suicida – quando todos caminha, sem questionar, numa direção, a despeito dos fatos.

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Ontem, assisti no Netflix o filme sobre o Wikileaks, chamado no Brasil de “O Quinto Poder”.

Se aplicarmos os conceitos do Futurismo Competitivo que estamos desenvolvendo por aqui, podemos dizer que o Wikileaks é resultado de duas forças que alteraram aquele cenário:

  • Tecnologias Midiáticas Descentralizadoras (Válvula da Mudança) – que permite que determinadas demandas reprimidas “saiam do armário”;
  • Wikileaks (Conceitos Radicais) – que concebem novas formas de testar os limites do status quo, a partir da nova Válvula da Mudança disponível.

Note que Revoluções Midiáticas Descentralizadoras – Fenômeno Social Recorrente do Sapiens – provocam a passagem de Ambiente de Escassez para Abundância de Informação. E que determinadas práticas das Organizações Analógicas Tradicionais eram estruturadas por causa do Ambiente de Escassez Informacional.

A relação do Patamar de Complexidade Demográfica versus Tecnologias Midiáticas disponíveis define um tipo de Patamar de Transparência Informacional, que por sua vez, influencia a relação das organizações com a sociedade.

A Internet foi a Válvula da Mudança, que alterou o status quo, pois as Tecnologias Midiáticas Descentralizadoras passaram a permitir a difusão de informações com outro Macro Modelo Informacional de controle mais aberto e horizontal, se comparado com o anterior.

Assim, há uma crise entre a prática estabelecida pelo status quo versus o novo Patamar de Transparência Informacional.

O Wikileaks radicaliza esta possibilidade, através de um Fenômeno Social Recorrente, que é o surgimento de grupos políticos, que tem como demanda desestruturar o antigo regime e testar os novos limites.

Há, no filme, algumas questões interessantes:

  • O status quo tendo que se readequar ao novo Patamar de Transparência Informacional;
  • A procura de leis para enquadrar o grupo radical;
  • E os limites éticos dentro do próprio grupo, daquilo que deve e não deve ser divulgado, que acabou gerando racha interno.

O novo Patamar de Transparência Informacional tem forte impacto na sociedade, pois um conjunto enorme da relação organizações de plantão-sociedade era feito em patamares pré-digital.

Muito do que vimos na recente eleição brasileira e das alterações no quadro política mundial, bem como nas mudanças da relação das organizações produtivas com os consumidores são resultado direto destas mudanças de cenário.

O Wikileaks é um dos “surfistas” que radicalizou esta macro onda do aumento da Taxa de Transparência, que tem vem corroendo os antigos modelos organizacionais.

Recomendo o filme.

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E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

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Atividade: debates abertos sobre o Futurismo Competitivo Bimodal, através de áudios enviados pelo Nepô.

O participante terá direito a:

  • participar do grupo, via zap;
  • receber os textos e áudios EXCLUSIVOS.

Pré-requisito: ter cursado o Módulo Introdutório da Formação Bimodal.

VALOR: RS 250,00 semestre.

Atividade: leitura de livros escolhidos pelo grupo, a partir das sugestões do Curador.

O livro será lido do ponto de vista Bimodal, já com a visão de que estamos vivendo uma Revolução Midiática Civilizacional e que é preciso ter nova visão sobre o futuro.

NONA TEMPORADA já com novo modelo.

O participante terá direito a:

  • participar do grupo, via zap;
  • receber os textos e áudios sobre o livro com exclusividade (serão postados depois dos debates publicamente);
  • certificado por cada leitura que participou.

Pré-requisito: ter cursado o Módulo Introdutório da Formação Bimodal.

VALOR: RS 250,00 semestre – ou 6 livros.

Atividade: leitura de livros escolhidos pelo grupo, a partir das sugestões do Curador.

O livro será lido do ponto de vista Bimodal, já com a visão de que estamos vivendo uma Revolução Midiática Civilizacional e que o Liberalismo (ou descentralismo como prefiro chamar) está em processo de recriação.
Livro de março:

A Mente Esquerdista. As Causas Psicológicas da Loucura Política – Lyle H. Rossiter.

O participante terá direito a:

  • participar do grupo, via zap;
  • receber os textos e áudios sobre o livro com exclusividade (serão postados depois dos debates publicamente);
  • certificado por cada leitura que participou.

Pré-requisito: ter cursado o Módulo Introdutório da Formação Bimodal.

VALOR: RS 250,00 semestre – ou 6 livros.

A grande crise que vivemos no mercado hoje é que estamos praticando o Futurismo Amador.

As pessoas fazem previsões baseadas muito mais em marketing (naquilo que o mercado quer comprar/escutar) do que em fatos (aquilo que de fato tende a ocorrer)

Todos os pensadores estratégicos, que tiveram grande contribuição no passado, desenvolveram filosofias, teorias e metodologias baseados em um Cenário Futuro Incremental e não Disruptivo.

O Futurismo Profissional, ou científico, se preferirem, baseia os Cenários de Futuros Prováveis baseado na Classificação das Forças e o Mapa de Interação das Forças entre elas.

E é da precisão em identificar as Forças, atribuir Notas de Influência das Forças e Projetar as Influências, que podemos ter um Mapa de Cenários Futuros Prováveis mais adequados.

Tenho dito aqui que o mercado se habituou a trabalhar o futuro com a lógica do Marketing, que se pergunta: qual é a percepção do meu cliente e o que ele está disposto a comprar em termos de Futurismo?

O problema é que os clientes das Organizações Analógicas Tradicionais estão lutando para evitar que as mudanças cheguem.

Querem comprar qualquer Futurismo, que lhes dê a esperança de que tudo ou boa parte do que conquistaram não será perdido – o que é natural.

Está havendo, assim, um jogo de intoxicação entre o mercado que não quer mudar e um Futurismo Marqueteiro, que está dando aquilo que se quer comprar e não o que de fato vai acontecer.

O Case Geraldo Alckmin na última eleição expressa bem esse tipo de intoxicação: aposta-se tudo no modelo passado e colhe-se resultados competitivos pífios.

Assim, é preciso pendurar por aí:

Procura-se Futuristas, menos marqueteiros e mais profissionais, ou científicos.

Futuristas que estejam comprometidos não com o que o cliente quer ouvir, mas o que, de fato, tende a acontecer.

Futurismo tem se tornado o principal eixo da Comunidade Bimodal, com reflexos no Programa de Formação Bimodal.

Quer ser um Futurista Profissional?

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O Grupo de Estudos Avançados sobre Futurismo Competitivo é uma das opções dos formandos, que já foram certificados no Módulo Introdutório e Intermediário.
Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

E abaixo o depoimento de um deles:

Todos os formandos que já possuem o certificado de introdução e intermediário podem participar do grupo de estudos.

O grupo será formado em torno da redação do meu novo livro “Futurismo Competitivo”. Teremos como atividade:

Debate sobre trechos do livro;
Debate sobre os conceitos do glossário (estou organizando todos os conceitos);
Áudios sobre avanços e recuos sobre o texto.

O livro servirá de base para o Módulo Avançado, que deverá ser feito ao longo de 2019.

O participante terá direito a:

  • acesso direto ao texto do novo livro em produção;
  • participar do grupo até junho de 2019;
  • ter o nome colocado entre os colaboradores do livro;
  • fazer parte do prefácio coletivo com um depoimento;
  • certificado por ter participado do grupo.

Eis a capa provisória do livro:

“Tuas ideias não correspondem aos fatos” – Cazuza.

O marketing trabalha sobre a percepção do cliente para vender produtos e serviços. A Ciência trabalha com os fatos, independente da percepção do cliente.

Obviamente, que se temos situações limites, como a chegada da Era Digital, é preciso se concentrar nos fatos para poder mudar a percepção dos clientes.

Não é isso que estamos fazendo.

Os marqueteiros – muitos com a marca de gurus digitais – partem da percepção do cliente para criar respectivas teorias.

Não se quer entender para vender, mas vender aquilo que o cliente é capaz de entender, independente se as percepções estão rimando com os fatos.

É o cachorro balançando o rabo.

Cria-se conceitos a torta e a direito, baseado naquilo que é palatável ao mercado e não aquilo que é coerente com o futuro!

Isso já funcionou bastante num ambiente de continuidade e regularidade, mas não em um de ruptura e irregularidade.

Basear as estratégias organizacionais baseado nas regras do marketing é um dos erros que as Organizações Analógicas estão cometendo.

Uma visão de futuro mais científica é o que promete o Programa de Formação Bimodal, organizado pela nossa Escola.

Veja o depoimento de uma das nossas formandas – veja aqui o depoimento integral de quem já participou dos nossos módulos Introdutório e Intermediário.

Este é o décimo sexto texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Quando falamos em abundância, já vimos aqui que uma Revolução Midiática Civilizacional nos leva da escassez para a Abundância Informacional.

As novas Tecnologias de Mídia permitem que haja, por sua vez, um Aumento Exponencial da Cooperação Horizontal Informacional entre pessoas.

Os novos Canais Midiáticos permitem que haja redução radical dos custos de interação horizontal e novas possibilidades que antes não existiam.

Conhecidos e desconhecidos têm a possibilidade de interagir muito mais do que antes – vivemos, além da Abundância Informacional, uma Abundância da Cooperação, que permite, por sua vez, uma Abundância da Inovação.

Não vivemos, assim, o que passou a se chamar a Economia da Cooperação, mas um Ciclo Exponencial da Cooperação, que é uma consequências das Revoluções Midiáticas.

A Abundância da Cooperação, além disso, é um Fenômeno Social Recorrente, necessário para que haja novo Ciclo Macro Inovador na sociedade, já que o Sapiens é a única espécie que vive sob a égide da Complexidade Demográfica Progressiva.

Se não aumentarmos a cooperação, não conseguimos criar novo Macro Ciclo Inovador, que seja capaz de reinventar a Civilização e torná-la mais adequada ao novo Patamar de Complexidade Demográfica.

Por fim, o novo Ciclo Virtuoso de Cooperação vai abrir o questionamento de determinados valores anteriores, pois barreiras culturais, locais, religiosas precisam ser questionadas para que se possa ampliar a cooperação.

Assim, podemos dizer que caminhamos de Éticas Mais Fechadas para a Cooperação entre grupos, nas quais interesses locais ou tribais são valorizados e tendemos a abrir Éticas Mais Abertas para a Cooperação entre grupos para lidar melhor com o Patamar de Complexidade de plantão.

Note, entretanto, que quando falamos de Éticas Evolutivas para permitir a cooperação não estamos falando de Valores Estruturantes Antigos, que perpassam os tempos, tais como “não roubarás“, “não matarás“, etc.

RESUMO DA LIVE:

LIVE DE HOJE:

Reflexões sobre o Pessimismo Crônico e outros assuntos…Venha fazer a Formação Bimodal: https://nepo.com.br/2018/12/04/o-curso-de-formacao-bimodal/

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, February 19, 2019

LIVES DO NEPÔ – O DIGITAL NA POLÍTICA
TODA TERÇA – AO VIVO NO FACEBOOK 
(POR VOLTA DAS 5:30 DA MANHÃ –

CAMINHANDO NA LAGOA)
https://www.facebook.com/carlos.nepomuceno

LINK PARA AS ANTIGAS:
https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

“Tuas ideias não correspondem aos fatos” – Cazuza.

Hoje, vivemos um momento de questionamento dos nossos antigos Paradigmas.

O que mais se ouve por aí é “pensar fora da caixa“.

E, na verdade, “sair da caixa” é a capacidade humana de olhar para própria percepção do lado de fora.

Para isso, é preciso entender que não vemos a realidade, mas apenas a percepção que temos da realidade, sempre falha e provisória.

Para que possamos rever os nossos Paradigmas, é preciso certa abstração para olhar de fora para dentro.

É preciso entender que o que vemos da realidade é um mar de conceitos encadeados criados pelos nossos ancestrais, que funcionaram bem para determinado contexto.

Para agirmos de forma diferente é preciso olhar de fora, com capacidade de abstração para pensar e agir de forma distinta.

O problema é que abstrair no mundo organizacional é ainda considerado “crime hediondo“.

Abstração é perda de tempo.

Se quer pensar fora da caixa, desde que não se pense muito.

Inovar significa trazer o novo sobre uma forma de pensar e agir.

Não há inovação sem abstração.

E um dos grandes inimigos de quem quer inovar é justamente este: a “abstratofobia“.

É proibido pensar diferente, pois pensar não é “prático“.

Tem que se inovar, mas não se pode mudara forma de pensar só a de agir, se isso fosse possível.

O tema da Filosofia da Inovação faz parte da Formação Bimodal.

Veja o depoimento de um dos formandos do Módulo Intermediário. Veja aqui a avaliação dos outros formandos.

Como deve se começar um projeto de Transformação Digital?

Antes de qualquer coisa, qualquer pessoa ou organização tem que ter um Mapa de Cenários Prováveis para poder definir como poderá manter alta taxa de competitividade.

Certo?

O problema é que as Organizações Analógicas Tradicionais se acostumaram com um Cenário de Futuro Incremental e não Disruptivo.

Os Profissionais de Inteligência Competitiva não precisavam de algo como o Futurismo Competitivo, pois bastava analisar o cenário social, político e econômico e os concorrentes, que estavam quase sempre estáveis para tomar pequenas decisões competitivas incrementais.

Mas isso mudou.

Temos hoje que passar do:

Hoje, temos as organizações trabalham com o Futurismo Inadequado, de forma amadora, procurando agir sem mudar a forma de pensar e, por causa disso, estão perdendo valor competitivo no mercado.

O Futurismo Competitivo é uma das Ciências Emergentes, necessária para entender a Era Digital e é o principal foco hoje de pesquisa da Escola de Pensamento Digital Bimodal.

Quer conhecer mais?

Entre para nossas Comunidades Abertas e se inscreva no nosso Programa de Formação Bimodal.

Manda um zap: 21-99608-6422.

Veja o que diz um dos nossos formandos ou a Avaliação Completa do Nosso Programa:

Novas Mídias Descentralizadoras criam um período de Desequilíbrio Informacional.

A sociedade se habituou a um Patamar de Escassez Informacional e num curto espaço de tempo saímos para a Abundância.

Este fenômeno tem forte impacto em todos os campos da sociedade, pois há um Ambiente Social, que foi criado para lidar com um tipo de Controle de Informação e, de uma hora para outra, temos outro.

Isso tem impacto nos negócios, na política, na educação, na economia, pois vamos percebendo que muito da forma como a sociedade opera depende de:

  • Dos canais das mídias disponíveis;
  • Da forma de controle da informação que estes canais acabam por determinar;
  • E tudo que gira em torno deste controle

Podemos analisar o impacto da passagem da Escassez para a Abundância em diversas áreas, a saber:

  • Organizações – de cliente menos para mais exigentes e maduros;
  • Pessoas – da incapacidade de lidar com um fluxo muito menor para um muito maior de informação.

Há muito que se aprofundar nesse tema e é uma das novidades que temos trabalhado na Escola, graças às reflexões com a leitura do livro Abundância, na Oitava Temporada.



Diversos novos conceitos sobre Administração precisam ser criados para nos ajudar a pensar e agir melhor diante do Digital.

Glossário dos Conceitos Estruturantes:



Diversos novos conceitos sobre Ciência precisam ser criados para nos ajudar a pensar e agir melhor diante do Digital.

Glossário dos Conceitos Estruturantes:

lÉ um ramo da Filosofia que analisa a relação do Sapiens com as tecnologias.

Glossário dos Conceitos Estruturantes sobre Filosofia da Tecnologia:

Tecnoespécie – o sapiens é sapiens por que é tecno e e é tecno por que é sapiens;

EPISÓDIO 01:

A palavra Inovar vem de novidade, trazer o novo.

Existe um mito no mercado que todo mundo está doido para inovar.

Só que quando você traz o novo, está se tirando o velho de algum lugar.

Inovar significa “desvelhecer” algo.

Pessoas e organizações trabalham em cima do cotidiano, que é formado de hábitos e rotinas.

E em cima dos hábitos e rotinas existe o status quo, quem se beneficia dela e quer manter tudo que lhe oferece.

Inovar significa enfrentar pessoas que não querem mudar de hábito ou rotinas e perder algum tipo de status.

E aí se inicia negociação entre o velho e o novo.

E se aceita, na disputa, um tipo de inovação controlada, aquela inovação aceita pela antiga ordem, mas não necessariamente aquela que vai garantir o aumento da taxa de competitividade.

Muitas vezes acaba saindo a inovação negociada, meia-boca, pois a ideia de trazer algo novo está diretamente ligada a melhorar a competitividade das pessoas e organizações.

Nem toda novidade, entretanto, ajuda, muitas até atrapalham, pois é resultado do duelo entre o velho e o novo, que quando sai o resultado nem sempre melhora a competitividade.

Assim, quem quer inovar tem que estar preparado para encarnar o que chamo de Espírito de Guerreiro.

Uma força que tem que vir de dentro para fora que vai enfrentar todas as cascas de bananas, pedras, buracos, lamas, que vão aparecer pelo caminho.

E aí se precisa de auto-motivação, alinhamento entre o projeto de inovação e o propósito de cada pessoas à procura do que chamamos aqui de Felicidade Estrutural.

Inovar, numa espécie que cresce de complexidade, é uma obrigação, mas não é algo simples e gostoso, como se vende nas palestras sobre o tema.

Abordamos estes assuntos no nosso Programa de Formação Bimodal da Escola. Veja o depoimento de um dos formandos:

VER AO FINAL O DESCRITIVO DOS CONCEITOS ESTRUTURANTES DA ANTROPOLOGIA COGNITIVA,

Ciência Emergente que ajuda a compreender a Era Digital, a partir do estudo do Fenômeno Social Recorrente, que é a massificação de Novas Tecnologias Midiáticas.

Glossário dos Conceitos Estruturantes pela ordem de criação:

  • Tecnocultura – nova forma de pensar a cultura de forma integrada com as tecnologias, algo que sempre foi assim, que faz parte da nossa essência – o termo é trabalhado também na Filosofia da Tecnologia;
  • Ciclo de Abundância/Escassez Informacional – variam conforme as mídias de plantão e o tamanho populacional;
  • Complexidade Demográfica Progressiva – faz parte da essência de uma Tecnoespécie que cresce demograficamente, pois é capaz de alterar a forma como se administra (detalhei mais o conceito aqui);
  • Tecnoespécie – espécies capazes de inventar e reinventar tecnologias, sendo o Sapiens a única do planeta;
  • Tecnologias Midiáticas ou de Mídias – responsáveis por como nos informamos, comunicamos, trocamos e aprendemos – o conceito aparece também no Futurismo;
  • Complexidade das Demandas/Ofertas – variações que ocorrem, conforme aumentamos a população;
  • Revolução Midiática Civilizacional – fenômeno raro que ocorre com a massificação de novas Tecnologias de Mídia (Canais e Linguagem), que têm como consequência o descontrole informacional e assim consequências de forte alterações civilizacionais;
  • Evolução Midiática – fenômeno que ocorre com a massificação de novas Tecnologias de Mídia (Canais e Linguagem), mas que NÃO têm como consequência o descontrole informacional;
  • Aumento Exponencial da Cooperação Horizontal InformacionalFenômeno Social Recorrente, que surge logo depois de Revoluções Midiáticas, permitindo que conhecidos e desconhecidos possam promover trocas de todos os tipos, inicialmente de informação;
  • Abundância da Inovação e/ou Ciclo Exponencial de Inovação / Ciclo Macro-Inovador / Ciclo Virtuoso de Cooperação Fenômeno Social Recorrente, que surge logo depois de Revoluções Midiáticas, permitindo que o ritmo de todo tipo de inovação seja acelerado;
  • Patamar de Complexidade Demográfica – medição entre o tamanho da população versus a demanda/oferta necessária para que se mantenha viva e, se possível, feliz;

Este é o décimo quinto texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Topia é lugar. Utopia é o não lugar.

Algo que não existe.

Podemos dizer que o presente livro analisado é utópico, Tecno-Utópico, pois acredita que as tecnologias podem nos levar para uma sociedade impossível.

Ao deixar subentendido que estamos indo para um estado de “Abundância Permanente” de uma sociedade que resolverá de vez o problema de Escassez.

Os autores criam o que podemos chamar de Tecno-Utopia para se contrapor aos que defende a Tecno-Distopia, em que tudo está indo para um ambiente pior do que antes.

(No filme Manhunt Unabomber, por exemplo, o criminoso acreditava que o futuro seria bem pior, pois era um Tecno-Distópico).

A Distopia e a Utopia têm problema similar: não acreditam em Pêndulos Sociais, que variam conforme determinados contextos.

Podemos ter aumento da Escassez ou da Abundância dependendo do contexto Tecnocultural, são dois pólos que variam, conforme o predomínio de determinadas Forças.

Assim como podemos ter calor/frio, saúde/doença, alegria/tristeza, etc.

Não existe a alegria absoluta e nem a tristeza.

Um pensamento mais científico é justamente aquele que vai analisar o Mapa das Forças e apontar o Mapa dos Cenários Prováveis.

Sim, vivemos um Ciclo de Abundância Informacional, depois de um longo Ciclo de Escassez Informacional, devido principalmente a duas forças:

O Ciclo de Abundância Informacional vai gerar resultados de ajuste entre a Complexidade das Demandas com a Complexidade das Ofertas.

Nada além disso.

Se continuarmos a crescer demograficamente, passaremos a entrar em viés de Escassez Informacional, reiniciando o Ciclo.

Podemos dizer, assim, que o DNA da Utopia/Distopia está justamente no fato de enxergar num Ciclo Mutante, que varia conforme contextos, algo que será permanente de forma otimista ou pessimista, conforme o perfil de cada um.

Este é o décimo quarto texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Na pg. 352, os autores escrevem “…não sabemos qual tecnologia emergirá e mudará o mundo“.

Tenho dito que os autores caem no “pecado mortal” de tentar trabalhar o Futurismo sem um Mapa das Tecnologias.

Mapa das Tecnologias permite fazer a classificação das diferentes tecnologias e a capacidade que cada categoria tem para alterar o Mapa dos Cenários Prováveis.

Assim, podemos dizer que uma possível massificação das Tecnologias Genéticas serão mais impactantes do que a massificação de novas Tecnologias de Mobilidade, pois as primeiras alteram a Essência das Demandas do Sapiens e as segunda complementam as ofertas já existentes.

Podemos também dizer que Tecnologias Midiáticas são muito mais impactantes do que Tecnologias Alimentícias, pelos mesmos motivos.

Cada uma tem um peso dentro do Mapa dos Cenários Prováveis para que se possa criar cenário factível.

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