Feed on
Posts
Comments

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA.

As organizações, principalmente as tradicionais, precisam urgente de Estrategistas Digitais.

Os antigos Estrategistas Analógicos foram formatados para operar em um ambiente de futuro previsível e não imprevisível como agora.

Hoje, entender o cenário e saber para onde o consumidor está caminhando não é mais uma tarefa simples – ficou muito mais complexa.

Exige formação variada, criatividade, noções de história, filosofia e a escolha, principal, dos pensadores certos para as correções de paradigmas adequadas.

Qual seria, então, o papel do novo Estrategista Digital?

  1. escolher uma escola de futurismo adequada para definir a rota da nova formação para as ações Trans;
  2. com a rota, fazer com que aconteça, superando diversos obstáculos psicológicos, principalmente.

Estrategistas Digitais, portanto, serão os responsáveis pelo meio de campo entre (do lado de fora) uma visão consistente de futuro e (do lado de dentro) conseguir superar os desafios, pela ordem, psicológicos, administrativos e tecnológicos nas organizações tradicionais.

O mais difícil, a meu ver, é a escolha da boa Escola de Futurismo, pois temos hoje hoje no mercado um verdadeiro festival de Futurismo ingênuo e amador – preocupados em descrever e não em explicar o fenômeno digital.

Quer uma medida do amadorismo?

Analise a quantidade de organizações tradicionais, que estão falando e tentando fazer a tal da Transformação Digital e me aponte apenas uma que esteja liderando um novo mercado.

Tá difícil, né.

É isso, que dizes?

O tema da Estratégia Digital é tratado no módulo 4 “Digital para Estrategistas” da versão 2.0 da Escola Bimodal (julho a dezembro de 2019).

Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:

Quando um profissional pensa em entrar no mundo digital, sem carteira assinada, ele pode ir para o Uber.

O Uber vamos chamar de Uberização Fechada, de baixa criatividade.

Por quê?

O motorista não precisa muito pensar sobre o que fará, pois o pacote está fechado. É algo parecido com uma micro-franquia.

Há uma flexibilização do trabalho do tempo e lugar.

Mas não se pode inventar muito, a não ser decidir aonde é melhor ficar parado, em qual horário trabalhar, se vai vender algo agregado dentro do carro.

Imaginemos que podemos ter várias atividades desse tipo, o que facilita a vida do profissional uberizado e atende a um nicho de profissionais que não são hiper criativos.

Porém, quando pensamos em oferecer cursos, produção de vídeos, oferecimento de consultoria, etc, podemos falar de Uberização Aberta, com maior taxa de flexibilidade.

O problema que vejo muito no mercado hoje é que os “gurus do sucesso” imaginam que todos os profissionais que vão “fazer fortuna online” são iguais.

Que todos têm o mesmo potencial para se destacar e vão atingir milhares de pessoas e, num passe de mágica, estar viajando pelo mundo de jatinho próprio em poucos anos.

  • Podemos imaginar que quanto mais capacidade alguém tem em se destacar da maioria, mais aberta pode ser a sua uberização;
  • E quanto mais na média a pessoa está, mais a sua uberização terá que ser mais fechada, com menos espaço para a criatividade.

Isso envolve se engajar em projetos que demandam mais ou menos criatividade pessoal.

A vida digital vai um pouco dar a medida desse tom e podemos falar de autenticidade, que é a criatividade trabalhada:

Uma pessoa que consegue ou tem potencial para ter mais autenticidade, pode promover voos mais altos e vice-versa.

Quanto mais a pessoa se sente autônoma com algo diferente para entrar no mercado mais ela vai criar a sua própria estrada ou vai embarcar em estradas que já estão prontas.

Como te bate isso?

É isso, que dizes?

Hoje, tive a honra e o prazer de comentar o livro “Cibercultura”, de Pierre Lévy para o Resumocast – realmente o melhor podcast de livros do país.

Veja aqui:


A novidade deste episódio é de que pela primeira vez, em um canal bem conceituado e muita capilaridade, pude questionar, de forma clara, o pensamento americano.

O que pode parecer um sacrilégio para muita gente.

Sim, parece uma heresia dizer que são eles – em alguma medida – que estão atrapalhando nossa compreensão do digital, particularmente, para organizações tradicionais que desejam promover a Transformação (para o) Digital para se manterem competitivas no mercado.

Tais críticas se encaixam dentro de um longo e antigo debate da ciência entre qual é o melhor método para resolver problemas:

  • indutivo (dos fatos com os mesmos paradigmas);
  • e o dedutivo (da revisão dos paradigmas para os fatos).

Não defendo nem um nem outro, de forma dogmática, pois o uso de um ou de outro vai depender de cada problema.

  • Problemas comuns pedem indução;
  • Problemas Incomuns clamam por dedução.

Podemos dizer que um jovem que quer criar uma startup pode usar o método indutivo, com algumas ressalvas, pois basta copiar os líderes do mercado.

Os novos paradigmas, que estão embutidos dentro do Uber, do AirBnb, Mercado Livre, Youtube, vão aparecer no novo modelo, naturalmente, “paradigmas inside”.

O jovem empreendedor não tem um legado passado (principalmente psicológico) – vai apenas começar do zero com menos barreiras psicológicas.

O método indutivo, entretanto, tem sido um veneno para as grandes organizações tradicionais, pois está se tentando entender os dados sem rever os principais macro paradigmas da administração.

Macro Paradigmas – Darwin e Einstein nos ajudam nisso – são alterados por gênios – e não pensadores medianos, ou marqueteiros de plantão, ou equipes falsamente motivadas em uma sala de Design Thinking, fazendo brainstorm.

É preciso identificar qual é o gênio da vez que pode nos ajudar a entender o atual momento. E é na escolha do gênio, que se define Escolas de Pensamento e, por sua vez, de Futurismo.

Marshall McLuhan (1911-80) é, a nosso ver, o gênio que deve ser utilizado para a dedução, ao revisar os atuais macro paradigmas para entender o digital, pois eles nos diz, seguido depois por Pierre Lévy:

  • O sapiens cria a tecnologia e ela nos recria (McLuhan);
  • Mudou a mídia, mudou a sociedade (McLuhan);
  • Mudou a mídia, temos revoluções civilizacionais (Lévy).

Quando partimos para entender o digital sob este ponto de vista, as coisas ficam mais claras, ganhamos escala, termos de comparação, padrões e macrotendências mais consistentes.

  • Percebemos qual é o mosquito: a mídia;
  • O tamanho da mudança – de uma era civilizacional para outra;
  • E fatos comparativos de outras revoluções do passado para entender padrões, tais como macro mudanças administrativas, na forma de comando e controle, com a chegada de novos canais e linguagens – por causa do aumento demográfico (isso é a minha colaboração para a escola).

Escolas de Futurismo se distinguem, assim, dos gênios escolhidos.

Me diga o gênio que funda a tua escola e eu te direi da sua eficácia.

Organizações Tradicionais,portanto, precisam de Escolas de Futurismo com os gênios bem escolhidos – é isso que o mercado está precisando – urgente!

Minha sugestão tem sido – agradeço ao Gustavo o espaço para nossa narrativa no Resumocast – começar de McLuhan para poder ir adiante.

É isso, que dizes?

O tema de Futurismo é tratado aqui na nossa formação, de forma distinta, em dois módulos:

Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:



O que mais se ouve por aí são as seguinte expressões:

  • Você tem que ser mais racional;
  • Emoção x razão?

Vejamos a definição de razão:

Faculdade de raciocinar, apreender, compreender, ponderar, julgar; a inteligência.

Note que tudo é verbo, mas falamos em razão como se fosse substantivo – como uma pedra, um tijolo, uma porta.

Saímos de um ambiente centralizado e vertical, que solidificou o conceito de razão, de realidade como substantivo e não verbo.

E isso tem dificultado muito as pessoas para lidar com esse mundo mais mutante. É preciso tornar a razão mais líquida.

Do meu ponto de vista, não existe razão, existe raciocínio sobre as emoções, pois nós sempre estaremos gerenciando nossas emoções.

Refletir é tentar evitar que as emoções tomem conta das nossas decisões.

Racionalizar é negociar com as emoções para que nos ajudem e não atrapalhem diante dos nossos problemas.

Por isso, prefiro o termo refletir, pois a ideia da reflexão é de algo que está em processo.

Razão parece um lugar em que se chega e se estaciona o carro permanentemente. E isso não vai te ajudar neste novo mundo.

É isso, que dizes?

LIVE COMPLETA.

Vivemos hoje o fenômeno do surgimento do que podemos chamar de Futuro Incomum e Imprevisível:

  • Não foi previsto por quase ninguém;
  • E ainda não está claro os caminhos que virão pelos antigos ou novos estrategistas de plantão.

O Futuro Comum e Previsível, pré-digital, no qual havia determinada lógica e previsibilidade, ficou para trás.

Assistimos atônitos de que boa parte das premissas estratégicas não funcionam mais como já funcionaram antigamente. Os estrategistas de plantão afirmam em alto e bom som:

“Apertem os cintos, pois a caixa do quebra cabeças sumiu!”

Organizações sempre contaram com algum tipo de estrategista ou profissional de inteligência competitiva, que atuavam em cenários comuns ou de baixa modificação.

Eram profissionais muito ligados ao cotidiano do mercado e não têm conseguido ajudar nessa guinada.

Hoje, diante da mudança em curso, é preciso um outro tipo de profissional que são os futuristas, que precisam criar novas “tampas de quebra cabeça” em direção à competição.

Todos se perguntam:

  • O que está ocorrendo?
  • Qual foi o fenômeno indutor da instabilidade?
  • É um fenômeno totalmente novo ou recorrente?
  • Se é recorrente, com que momentos do passado podemos comparar?
  • E quais são as macrotendências para as quais as organizações precisam se preparar para o amanhã?

Futurista, assim, passou a ser um novo tipo de profissional, que será cada vez mais requisitado no mercado.

É e será cada vez mais aquele que desenha o mapa para que os estrategistas possam executar.

Futuristas precisam ter um pé na história para comparar fenômenos, na filosofia para compreender as mudanças dos paradigmas pertinentes e um raciocínio lógico bem estruturado para conseguir descartar o fogo da fumaça MIMIMI.

E será da qualidade deste futurista que se fará a diferença no “campeonato competitivo”.

A frase que expressa bem esse cenário é a seguinte:

Me diga quem é o seu futurista de plantão, ou a escola de futurismo que a sua organização abraçou, que te direi a chance que terá de competir neste futuro incerto.

É isso, que dizes?

Os temas Estratégia e Futurismo são tratados aqui na nossa formação, de forma distinta, em dois módulos:

Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:

Tenho defendido aqui a tese de que o mercado tradicional vive um momento de histeria diante das novidades do novo século.

As pessoas estão emocionalmente abaladas pela revolução que os clientes e concorrentes estão passando.

Há uma infantilização enorme nas decisões – o medo do desconhecido leva a isso.

Organizações, que sempre tiveram capacidade competitiva, deixam de focar no que importa (clientes e concorrentes).

Ao invés de se revolucionar, transformar, em direção ao cliente, preferem ir atrás da “cenoura” da inovação e tecnologia sem foco na competição.

É Transformação em direção aos clientes e novos concorrentes e não para novas tecnologias sem foco.

Volto a dizer.

Vivemos hoje não uma crise tecnológica, mas psicológica em larga escala.

Há uma histeria infantilizada generalizada.

Os sintomas da baixa taxa de competição já batem em vários setores, nos quais a uberização já chegou.

Há nítida perda de valor, falências, queda de receita, distanciamento da liderança do setor. Setor a setor isso vai se espalhar.

É preciso ir para o divã, antes de sair desenvolvendo aplicativo para todo o lado.

É isso, que dizes?

O tema Transformação para a Competição no Digital é tratado aqui na nossa formação, de forma distinta, em dois módulos.

Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:


Se espalhou a ideia de que agora com o digital todo mundo é gênio.

Todo mundo pode ser pop star.

Estar na tela no mundo analógico era para poucos. Agora, não mais.

Porém, as pessoas têm a fantasia de que é a mesma coisa.

A fase da celebridade de massa passou para a de nicho.

Você pode, dependendo do seu potencial e do mérito de saber clientelar (minha tradução de marketing) com ele.

Deve alinhar:

  • Potencial;
  • Consciência do mesmo sem sub ou supervalorização;
  • Foco em um problema de um nicho de clientes.

Você tem que ser um gênio para tirar o máximo de leite da sua pedra.

A genialidade (ou inteligência existencial) está não no potencial, mas naquilo que você consegue fazer com ele.

A uberização flexibiliza as relações trabalhistas.

É uma demanda da sociedade para mais agilidade diante da nova complexidade.

O que há é um aumento geral da taxa de autonomia empreendedora.

O Uberizado é muito mais empreendedor do que o antigo empregado da carteira assinada.

É o empregado 3.0, pois trabalha numa plataforma fechada, que exige do Uberizado baixa criatividade.

Diferente de uma plataforma de cursos, por exemplo, que é mais aberta e demanda mais criatividade do Uberizado.

Assim, o motorista do Uber tem uma taxa de empreendedorismo maior do que um empregado de carteira assinada.

Porém, em um ambiente de baixa criatividade.

É isso, que dizes?

Temos:

  1. Um fenômeno desestabilizador que provoca a alteração do cenário;
  2. O fenômeno gera sintomas atípicos, que denunciam a mudança do cenário e exigem ação.

É preciso, assim, tipificar o fenómeno para poder criar a metodologia de adaptação.

Temos um grande desafio neste novo século.

Crescemos demograficamente e agora cada pessoa precisa dar um upgrade psicológico para viver num mundo mais compatível com a atual complexidade.

Revoluções Midiáticas têm essa função: nivelar a complexidade demográfica com a nossa capacidade individual e coletiva para lidar com ela.

Há hoje um desnível da seguinte forma:

  • Pessoas precisam saber lidar com as abundâncias (de informação, de inovação, de transparência, de maturidade, de velocidade);
  • Profissionais precisam saber lidar com o fim da carteira assinada;
  • Empreendedores com um mercado voltado para o cliente dentro de plataformas uberizadas;
  • Estrategistas com um planejamento estratégico bimodal, com duas frentes: uma na gestão e outra na curadoria;
  • Futuristas/Transformadores ajudar a todos estes perfis a poder fazer este upgrade.

Agora em Julho começamos a versão 2.0 da Escola cada vez mais conscientes da nossa missão: ajudar pessoas nesse desafio, antes de tudo, psicológico.

Por isso, criamos zonas de desintoxicação para que os formandos recebam os conceitos e fiquem um longo tempo debatendo com outros formandos.

É isso, que dizes?

Os temas são tratados aqui na nossa formação:

Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:


Histeria: “Comportamento caracterizado por excessiva emotividade ou por um terror pânico”.

Muita gente diz que o mercado é infalível sempre.

Mais ou menos.

Há momentos em que a Histeria Coletiva toma conta.

Sugiro assistir dois filmes, que ilustram claramente estes momentos:

Nos dois momentos, o mercado agiu com uma criança, sem nexo, sem lógica, sem nenhum tipo de maturidade.

Quem tentou levar lógica foi rechaçado.

São momentos em o super certo se torna incerto e as pessoas não conseguem agir com uma maior taxa de lógica.

De certa forma, é o momento que estamos vivendo com a chamada Transformação Digital que demonstra claramente uma Histeria Coletiva.

As pessoas não conseguem pensar de forma um pouco mais madura diante de um fenômeno inusitado como esse.

As pessoas começam a olhar para todos os lados e menos para o cliente, que deve ser sempre a referência de competitividade.

Parece simples, mas não é.

  • Se fosse simples, a TV Globo já teria pensado em criar um projeto parecido com o do Youtube, mas não cria;
  • Empresas de varejo estariam migrando para algo parecido com o Mercado Livre, mas não migram.

O mercado criou dois mantras sem nenhum sentido:

  • É preciso inovar e sair da caixa” – sim para onde e que caixa é essa?;
  • É preciso investir em tecnologia digital” – mas qual exatamente? É só mudança tecnológica ou de comportamento?

Dizem os mais sábios que uma empresa começa a morrer quando o concorrente lança um produto ou serviço que o teu atual cliente adora e te abandona e você não consegue lançar algo parecido.

Aposto que este momento de Histeria Coletiva da Transformação Digital será estudada pelos administradores do futuro com grande interesse – quando uma número enorme de antigos líderes não conseguiram responder aos desafios do mercado.

É isso, que dizes?

O tema é tratado aqui na nossa formação, de forma distinta, em dois módulos.


Mais detalhes: bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento de um dos nossos formandos:

DUAS SALAS ATÉ DEZEMBRO + MÓDULOS DOS BIMODAIS v 2.0


Em construção.

O papel do futurista é o de criar a tampa do quebra-cabeças e do estrategista de montá-lo.

O Futurista procura traçar as macro-tendências, tem um papel mais de pesquisador.

O estrategista é aquele que – com o mapa do futurista nas mãos – tem que bolar as estratégias para que a coisa funcione.

O problema que temos hoje no mercado é que as organizações estão no geral:

  • apostando a estratégia do futuro nos profissionais de tecnologia, que não têm o perfil adequado para traçar as tendências (costumam analisar as tecnologias e não o movimento dos clientes e concorrentes);
  • utilizam os antigos profissionais de inteligência competitiva, que foram formatados para lidar com um cliente e um concorrente em evolução incremental e não em revolução disruptiva.

Assim, o destino das organizações está sendo lançado para profissionais que não são capacitados para a tarefa.

Um estrategista para a Era Digital tem que escolher uma escola de futurismo, uma linha de raciocínio para balizar as suas ações.

E com elas poder trabalhar com uma clareza maior – reduzindo custos e aumentando a eficácia.

É isso, que dizes?

O tema é objeto de debate da Comunidade de Aprendizado e Desintoxicação Bimodal, no nível Master 4, no qual discutimos os dilemas dos Estrategistas diante do Digital.

Quer fazer parte?

Por aqui.

Podemos definir uma Revolução Midiática com a chegada de dois elementos:

  • Novos canais;
  • Nova Linguagem.

Vejamos:

  • A Oralidade trouxe novos canais e linguagem;
  • A Escrita trouxe novos canais e linguagem;
  • O Digital traz novos canais e linguagem.

A Escrita Impressa é uma Evolução da Escrita Manuscrita, pois introduz apenas um novo canal, mas não uma nova linguagem.

O novo canal permite a multiplicação da escrita, tornando-a popular o que até aquele momento não o era.

Não podemos chamar a chegada da Escrita Impressa como Revolução, mas foi uma Evolução com forte impacto, pois massificou algo que já existia.

Por isso, podemos chamar a Escrita Impressa, pela mesma lógica de hoje, de Escrita 2.0.

Quando analisamos a chegada do Rádio e da Televisão não podemos dizer que tivemos uma Revolução, pois temos novos canais, mas a mesma linguagem que já era utilizada antes: a oralidade.

Houve uma verticalização da oralidade.

Foi uma Evolução Midiática Centralizadora, como a Escrita Impressa foi uma Evolução Midiática Descentralizadora.

Para chamarmos de Revolução é preciso que tenhamos dois movimentos em paralelo o surgimento de novos canais e linguagem.

Quando surgem potencializam a capacidade do ser humano em sofisticar os ambientes de comunicação e depois da administração em direção à descentralização.

O interessante de observar sobre a Evolução Midiática Centralizadora, com toda a violência que causou no século passado, foi provocada pelo maior pico demográfico que tivemos.

A rapidez do crescimento gerou a demanda urgente pela Centralização geral, incluindo das mídias.

Só agora com a Revolução Midiática Digital (que tem novos canais e linguagem) podemos viver uma Revolução e fazer o devido ajuste entre complexidade demográfica e modelos comunicacional-organizacional compatível.

É isso, que dizes?

O tema é objeto de debate da Comunidade de Aprendizado e Desintoxicação Bimodal, no nível Master 5, o topo da formação, quando discutimos temas de ponta do Futurismo Competitivo.

Quer fazer parte?

Por aqui.

Estamos vivendo o fim de uma Era Midiática Demográfica Civilizacional.

Marcada por um longo período de mídia super concentrada.

A concentração de mídia tem como consequência a massificação, a verticalização, a redução da diversidade e, por causa disso, o aumento do pensamento de baixa reflexão e de baixa lógica.

Tomamos decisões de forma menos reflexiva e mais emocional.

A sociedade, por causa da falta de prática do pensamento próprio, perdeu a capacidade de refletir melhor e conseguir separar o joio (narrativas mais verdadeiras) do trigo (menos verdadeiras)

Os meios eletrônicos de massas nos viciaram em fontes escassas que confiávamos por falta de opção e, em função disso, deixamos de refletir sobre as narrativas.

Desaprendemos os preceitos da lógica de que para toda proposição é preciso ter uma premissa anterior e uma conclusão, seguida de novas premissas, proposições e conclusões.

Premissas precisam de fatos.

Hoje ninguém vê problema de um guru digital bem remunerado subir num palco e fazer diversas proposições sobre o futuro e não apresentar nenhuma premissa de por que ele faz aquele tipo de aposta.

É a típica lógica televisiva.

A pessoa é considerada autoridade não pela qualidade ou lógica do que diz, mas pela posição que ocupa em cima do palco.

Gurus valem muito mais pela capacidade de produzir emoção e motivação do que reflexão – é resultado da intoxicação midiática verticalizada que estamos vivendo e precisamos superar.

Quando leio livros sobre negócio de maneira geral, há uma unanimidade: a baixa capacidade lógica dos argumentos dos autores de não se preocupar em juntar fatos com argumentos, com premissas e conclusões encadeadas.

Um dos principais desafios das pessoas diante do digital é justamente a capacidade de aumentar a capacidade de raciocínio lógico para mais rapidamente perceber um discurso mais de um menos vazio e poder escolher melhor as fontes para agir de forma mais eficaz.

De saber quando um livro é MIMIMI ou tem algo ali que pode ajudar a refletir melhor sobre um determinado tema.

De alguém que pode fugir do que já os gregos chamava de sofistas que produziam sofismas:

“Argumento ou raciocínio concebido com o objetivo de produzir a ilusão da verdade, que, embora simule um acordo com as regras da lógica, apresenta, na realidade, uma estrutura interna inconsistente, incorreta e enganosa, de forma deliberada, ou não”.

É isso, que dizes?

O tema das demandas de mudança de cada pessoa diante do Digital é o tema central da Comunidade de Desintoxicação e Aprendizado da Escola Bimodal.

Quem sabe você não se anima?

https://www.bimodais.com.br/pro

Depoimento de um dos membros:

O maior desafio para um profissional nas próximas décadas será encarar o que significa não ter mais carteira assinada.

A carteira assinada será o símbolo de uma época que irá ficando para trás.

A carteira assinada será comparada a um tipo de “escravidão”, de infantilidade, na qual você recebia mesada em casa e passou a receber do lado de fora.

Provavelmente, uma boa parte dos trabalhos – não manuais e não presenciais – serão uberizados em médio prazo.

Toda revolução de mídia é motivada pelo aumento demográfico, que provoca uma demanda por autonomia.

E traz no bojo mudança nas relações trabalhistas na direção de mais controle para menos controle sobre os profissionais.

O profissional tem que ser uma microempresa, que terá que ter em si um conceituador de produtos e serviços, um comercial, um marqueteiro, um financeiro.

Estamos caminhando da menos autonomia para mais autonomia. Da empresa de horário e tijolo para as grandes plataformas.

Tal mudança tecnológica, nos leva a uma profunda crise psicológica.

Há uma crise profissional em cada pessoa na seguinte direção:

  • da sensação de ser intermediado e obedecer para uma de liberdade radical e rápida;
  • ter que desenvolver habilidades internas, para algumas que não vieram de berço.

Cada pessoa tem que aumentar a sua taxa de empreendedorismo para poder sobreviver e viver.

Hoje, a taxa de empreendedorismo interna de cada um, no Brasil, é muito baixa, pois as pessoas foram educadas e formatadas para transferir para seu chefe, gerente, dono da empresa a responsabilidade de se manter competitivo.

Há uma demanda enorme pelo desmame da carteira assinada, um momento delicado, que tem levado muita gente a sofrimento, pois falta orientação.

Os dois módulos Digital para Pessoas e Digital para Profissionais, que estamos criando visa justamente criar um espaço, primeiro de apresentação do problema a ser enfrentado e depois de um grupo de apoio, consolidação, manutenção e criação de saídas para lidar com estes desafios.

Quer saber mais?

Acesse aqui.

Veja o depoimento de um dos nosso formandos:

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA AQUI:

Todo mundo fala de inovação, de internet das coisas e de Inteligência Artificial nos Congressos Digitais da Cracolândia, onde se vende muita emoção sem nenhuma reflexão.

Todo mundo sai doidão dos eventos digitais, mas não se sai do lugar do ponto de vista competitivo.

Organizações Tradicionais se acostumaram a fazer estratégias competitivas para ambientes estáveis, clientes e concorrentes conhecidos – um futuro certo.

Era só ir para Campos do Jordão, regado a queijos e vinhos, e repetir o planejamento do ano passado – e o resto era festa.

Era o método piloto automático do planejamento estratégico – e funcionava.

Hoje, o mercado mudou.

O cliente e os concorrentes digitais estão promovendo uma revolução evidente, mas as organizações, paralisada, estão olhando para o dedo que aponta para a lua e não para a dita cuja.

O cliente na revolução de comportamento e as organizações tradicionais insistindo na evolução tecnológica.

Fala-se de tudo no MIMIMI do que precisa ser feito, menos da métrica da competição.

Competir – desde que criamos as primeiras organizações no mundo significa estar na frente dos concorrentes para ter clientes.

Os novos clientes digitais não são compreendidos e aposta-se tudo nos clientes mais reacionários às mudanças.

Esqueceram as bases da competição: não perder nunca de vista os clientes, principalmente os novos.

A conta da perda de valor não para de chegar no mercado.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Empresas se acostumaram com a cabeça de meta diária, mensal e, no máximo, anual.

É preciso bater meta sempre – isso é a alma de qualquer negócio – porém quem faz a meta acontecer, nunca esqueça isso, é o cliente.

E se os clientes, principalmente os mais jovens, estão migrando para outros concorrentes com outros modelos de organização e de negócios, minha meta de curto prazo começa a ser prejudicada.

Minha cabeça de meta de curto prazo, ao invés de ajudar, começa a me causar problema.

Eu preciso mudar a forma de pensar – arranjar um jeito de ir para onde o cliente quer ir, alterar meus paradigmas, minha entrega para poder voltar a pensar em metas de curto prazo.

O problema da chamada Transformação Digital é de que não se olha nunca para onde o cliente está caminhando, apenas para a tecnologia, a partir do interesse das grandes empresas de consultoria.

Anote: o cliente está em Revolução de Comportamento e as organizações querem fazer Evolução Tecnológica.

Isso é suicídio!

Acorda!

O cliente está, aos poucos, se uberizando.

Gostando cada vez mais da personalização, via aplicativos, com estrelinhas, com fornecedores uberizados (sem carteira assinada) empenhados 24 horas por dia a tratá-lo como um rei.

A Uberização, entretanto, exige novo modelo organizacional, a saber:

  • Sem gerentes;
  • Sem carteira assinada;
  • Sem controle de qualidade centralizado.

O salto do modelo atual da Gestão Analógica para a Curadoria (uberização) exige que a organização entre em processo de Revolução de Comportamento, igual ao cliente, com mudanças psicológicas, de processo, de modelo.

Mas a cabeça da Meta de Curto Prazo não está preparada para isso.

E é isso que é extremamente tóxico para uma organização: quando ela perde a capacidade de oferecer ao cliente aquilo que os concorrentes estão fazendo. Ou pior: acha que não deve e não precisa fazer.

É o principio do fim.

O desafio hoje é adotar modelos de capacitação que permitam abandonar a Mente de Curto Prazo para pensar de forma mais ampla, entender a Uberização com o principal desafio.

É Transformação para o Digital com foco na Uberização, que é o esforço que os Bimodais – Escola de Futurismo está tentando fazer.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:


Nossos tempos serão conhecidos no futuro pela época que todo mundo falou muita besteira e mais um tanto acreditou piamente.

Arrisco a dizer que 97% dos livros de negócios publicados nos dias de hoje servirão apenas para comediantes de stand-up e nada mais.

Um conceito que será piada corrente é o tal da “Economia Compartilhada”.

É mais ou menos dizer que a água está molhada.

Compartilhar vem de partilhar algo com alguém – ter um uso comum de algo.

O Sapiens desde que resolveu desde ser Sapiens precisou compartilhar algo para sobreviver.

Compartilhar é vendo o que tenho e compro o que não tenho por um determinado valor – que pode até ser de graça, voluntário.

A economia, na verdade, é o estudo de como partilhamos momentos de escassez e abundância individuais e coletivos.

Afirmar que temos uma Economia Compartilhada é o mesmo que dizer que temos uma Engenharia Calculada ou uma Arquitetura Projetada.

É daqueles conceitos inventados por um marqueteiro para vender palestras, livros, cursos, mas não quer dizer nada.

Ou melhor, quer dizer tudo.

Tudo se encaixa – tal como sociedade do conhecimento, da informação ou transformação digital.

Muda conforme cada pessoa, pois é aberto e impreciso demais.

Vejamos o AirBnb – um dos exemplos principais do que podemos considerar da tal “Economia Compartilhada“.

Vejamos a frase:

“Eu tenho apartamento e passo a alugar para completos desconhecidos”.

O que é novo na frase acima?

  • Antigo: Eu tenho um apartamento e passo a alugar “.
  • Novo: “para completos desconhecidos“.

Compartilhar apartamentos sempre foi algo possível e praticado.

As pessoas precisavam, apenas, conhecer quem ia na casa delas para evitar problemas. E por isso surgiram os corretores para que isso pudesse ser feito sem grandes traumas.

A novidade, portanto, para separa o novo do antigo não é o compartilhamento em si, mas a FORMA COMO COMPARTILHAMOS.

Compartilhamento é algo estrutural da espécie – da mesma maneira que conhecimento, informação. É um substantivo, assim, como conhecimento e informação ou rede.

Compartilhamento, conhecimento, informação ou rede sempre estiveram presentes na sociedade a espera de adjetivos para os contextos: na oralidade, na era escrita, no digital.

Hoje, inventamos Plataformas Digitais que permitem o que podemos chamar de Confiança 3.0, baseada em estrelas e afins (Linguagem dos Rastros).

É esse novo aparato tecnocultural que permite a novidade na frase acima: “para completos desconhecidos”.

Um conceito adequado para separar os dois momentos seria:

  • Compartilhamento Analógico – na qual só é possível compartilhar com conhecidos, ou indicados de conhecidos, ou via intermediadores (corretores), através da Linguagem Oral e Escrita;
  • Compartilhamento Digital – na qual é possível também compartilhar com DESCONHECIDOS, ou ex-desconhecidos, ou conhecidos digitais, diretamente, pois passam a ter a reputação aberta e disponibilizada nas Plataformas, através do armazenamento do seu histórico.

É, portanto, a criação da Linguagem dos Rastros, empacotada em Plataformas Digitais, o ponto de bifurcação do compartilhamento analógico para o digital.

É ela, que nos permite fazer negócios e trocas com pessoas desconhecidas, que agora têm referência na Internet.

Não vivemos, assim, um momento zodiacal no qual a humanidade passou a ser mais “boazinha“, ou “ter mais fé no semelhante“, mas há explosão do compartilhamento horizontal, pois temos a chegada de nova mídia (canais e linguagem) que permite negócios entre ex-desconhecidos.

O mesmos se deu com a escrita manuscrita, no passado, que inaugurou a fase dos contratos comerciais, tanto para os negócios mais próximos como os mais distantes – que tornou possível, por exemplo, os grandes impérios.

É, portanto, a Economia Digital, sem MIMIMI de Economia Compartilhada, que permite que pessoas consigam fazer negócios digitalmente com muita mais gente, de forma independente e horizontal.

É a Economia Digital e não a Compartilhada, que permite que eu comece a pensar em colocar meus produtos e serviços nas Plataformas para fazer negócios com ex-desconhecidos.

É isso.

Que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:


Muito se fala em foco no cliente.

E cria-se a ideia que vai se aumentar o diálogo com os clientes digitais, cada vez mais maduros e, por causa disso, exigentes.

Se o diálogo organizações tradicionais-clientes fosse um campeonato de salto de vara poderíamos dizer que o sarrafo subiu de 2 para 5 metros.

O desafio do pulo no novo patamar só é compreendido dentro do contexto de uma Revolução Midiática – fenômeno social recorrente.

É preciso entender que uma revolução desse tipo permite a renovação de duas camadas da comunicação, que sempre existiram e mudam muito de vez em quando: novos canais e nova linguagem de comunicação.

Vejamos:

A Gestão – atual modelo organizacional-administrativo é baseada nos canais e linguagem oral e escrito. Tal modelo tem limitação de se comunicar com qualidade quando você aumenta a escala.

Quanto mais clientes uma empresa tradicional analógica (oral e escrita) passa a ter, menos ela pode atender as demandas específicas. É preciso verticalizar, massificar, padronizar para que o “diálogo” se estabeleça.

Não é uma questão de opção, mas de imposição da quantidade.

Tal modelo de comunicação com a clientela baseada na oralidade e escrita exige a intermediação de um gestor, gerente, intermediador, atendente de call center para que se possa receber as mensagens – decupar e decidir.

E isso tem um custo organizacional cada vez maior e por mais que se gaste os clientes estão cada vez mais insatisfeitos.

Até a chegada da Curadoria Digital – também chamada Uberização – havia um modelo de diálogo organizações-cliente que era homogênea no mercado. Era a baixa qualidade aceita por não ter opção.

Assim, organizações tradicionais “conversavam” com o cliente de uma mesma maneira, através de call centers cada vez menos personalizados.

Era assim e ponto.

E o diálogo não era feito para a negociação, mas apenas para a informação e registro de reclamações, que se perdem no tempo, nada mais.

Como o aumento populacional cada vez mais geométrico, foi-se chegando ao limite do modelo da Gestão – comunicação e administração oral e escrita.

(O Sapiens, não sei se você sabe, é espécie aberta e por causa das tecnologias têm alterado os modelos de comunicação e administração ao longo do tempo.)

Assim, a comunicação organização-cliente que foi se degradando lentamente, de forma harmônica entre todos os concorrentes no mesmo mercado.

O Digital trouxe para a sociedade a Curadoria Digital – novo modelo organizacional-administrativo disruptivo e muito mais sofisticado, pois permite redução radical do custo da comunicação cliente-organização, através das estrelinhas e afins (linguagem dos rastros).

Os novos canais e novas linguagens permitem que o cliente possa decidir de forma direta, sem intermediadores, reduzindo tremendamente o custo e aumentando radicalmente a qualidade.

Na Uberização, milhares ou milhões de fornecedores passam a ser responsáveis pela qualidade e oferecimento dos produtos e serviços, que são avaliados pelas estrelinhas.

É esse novo modelo que permite a redução radical do custo da comunicação, aumentando, na mesma proporção, a qualidade na quantidade.

Tal modelo explicitou não só quanto era precária a qualidade da comunicação das organizações tradicionais com o cliente, mas também ofereceu a alternativa.

Organizações Uberizadas são exponenciais justamente por usarem novos canais e linguagens, mais sofisticadas, que conseguem a comunicação com os clientes de forma mais barata e mais qualidade (agilidade e personalização).

Não há o que uma organização tradicional possa fazer, a não ser migrar uma parte ou todo o seu modelo para esse novo ambiente comunicacional.

E é por causa disso, entre outras coisas, que aonde a uberização chega, as organizações adeptas se tornam líderes. O segredo está justamente na possibilidade do cliente se sentir mais respeitado.

O que podemos dizer é: é impossível conversar com os clientes digitais no modelo tradicional. O impasse é civilizacional.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/proVeja o depoimento dos nossos formandos:

O diagnóstico aqui é claro: Revolução Midiática Civilizacional, motivada pelo aumento demográfico, que tem como megatendência aumentar o poder de decisão das pontas (cliente/cidadão, fornecedor).

Uma nova mídia mais descentralizada, que se massifica tem duas camadas e consequências distintas:

  • Novos canais – que nos tiram da escassez e nos jogam para o cenário da abundância da informação, aumentando a taxa de inovação, da competitividade, do amadurecimento dos clientes/cidadão;
  • Nova Linguagem – que nos permite criar a Curadoria Digital, novo modelo organizacional mais descentralizado – apelidado de Uberização.

Há, assim, uma obrigatória mudança na forma de comando e controle, pois a que praticávamos antes (a Gestão Analógica) ficou obsoleta diante da complexidade demográfica atual.

Novos concorrentes foram mais espertos e saíram na frente, apresentando novas alternativas muito atrativas para os clientes – principalmente os mais jovens, que vão dominar o futuro (quer você queira ou não),

É preciso fazer o ajuste na forma de administrar, fornecendo mais poder às pontas, mais flexibilidade (local e hora), mais personalização, menor custo, mais agilidade.

Resolver o grande impasse civilizacional pré-digital: garantir qualidade para grandes quantidades.

Assim, as organizações tradicionais, que estão vivendo a maior mudança organizacional da história do sapiens, fazem de tudo para tapar o sol com tecnologias.

Apostam que basta colocar uma “nova impressora” que se está fazendo transformação digital, não alterando de forma disruptiva a forma de comando e controle antiga.

Estão preocupadas em agradar aos gurus digitais, às grandes empresas de consultoria de gestão, aos poderosos gerentes de TI e não os clientes, que, ao final de tudo, garantem o leitinho das crianças.

Não, não podemos dizer que no futuro só teremos empresas uberizadas, isso seria uma aposta muito alta.

Porém, podemos afirmar – e isso já é fato hoje – que todas as empresas líderes de mercado já são uberizadas, pois conseguem ser exponenciais (resolver o principal impasse do sapiens: garantir qualidade na quantidade).

E quem não rumar para este ambiente administrativo mais sofisticado vai perder valor, aceitará a posição de vagão e não de locomotiva.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:

LIVE COMPLETA:


https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157358139283631

A ideia não faz nenhum sentido.

A expressão sair da caixa é sinônimo de “seja mais criativo”, “seja mais inovador”, “pense de forma diferente”.

Porém, a metáfora é péssima, pois sugere que a pessoa tem que ir para um outro lugar fora da forma como pensa.

É algo bem incentivado das “palestras motivacionais” que lembram uma “cracolândia organizacional”, na qual se toma “drogas” para todo mundo fingir que está mudando e ficar na mesma.

A melhor metáfora é “olhe para a sua caixa”, “reflita sobre a sua caixa”, passe a “ter consciência de sua caixa”, “assuma que você tem uma caixa”.

O que seria a caixa?

A caixa é sinônimo de percepção.

Entre nós e a realidade cada pessoa, individualmente, tem uma percepção que a ajuda a distinguir o falso do verdadeiro o certo do errado.

  • A distinção do falso de verdadeiro é a nossa capacidade de atuar na realidade, em busca de decisões objetivas melhores;
  • A distinção do certo e do errado é a nossa capacidade de atuar na felicidade, em busca de decisões subjetivas melhores.

Uma pessoa que decide de forma mais reflexiva é aquela que é capaz de “muscular” a sua percepção, olhando para a sua “caixa”.

O grande desafio que cada pessoa tem nesse mundo mais aberto, inovador, transparente, criativo é a capacidade de aumentar a sua taxa de percepção da realidade.

É sair da visão da saída da caixa para a consciência de escolha de melhor caixa, que a faça tomar melhores decisões em direção a sua felicidade.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:


Se existe algo que está em decadência é a cabeça do salário fixo no final do mês.

Coloque duas pessoas uma do lado da outra:

  • uma que recebe salário;
  • e outra que trabalha em uma Plataforma Digita, tipo um motorista do Uber, ou vendedor do Mercado Livre.

Você verá duas dinâmicas completamente diferentes.

Uma pessoa com salário fixo não tem em geral o problema da meta na cabeça dela.

(Fato que há muitas empresas que já operam com variáveis e pressão das metas, mesmo que não seja plataformas.)

O ritmo é lento, vagaroso, pois independente do que ela fará hoje, no final do mês o salário está garantido.

Um empreendedor digital, por outro lado, tem que bater metas todos os dias, todos os meses.

É uma pessoa que tem pressa, quer objetividade e velocidade.

O problema é – segundo as pesquisas – que cada vez mais há gente trabalhando para as Plataformas e cada vez menos nos prédios de tijolo, com salário fixo.

Arrisco a dizer que da mesma maneira que a prensa em 1450 foi a principal responsável pelo fim da escravidão séculos depois.

A Internet inicia o fim da carteira assinada como conhecemos hoje em dia.

O mundo pede outro tipo de velocidade, de inovação, de postura diante dos problemas.

E esse tipo de profissional contemporâneo tem que lidar com três desafios:

  • O conceito – aquilo que faz sentido tentar vender;
  • A entrega – aquilo que é possível entregar ao cliente, a partir deste conceito;
  • E a meta – o retorno objetivo, em forma de dinheiro, do que foi possível para se refazer todo o ciclo.

É preciso deixar a cabeça de salário fixo para adotar uma outra do empreendedor permanente.

É uma guinada e tanto.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:


A pergunta mais comum entre os formandos da escola é sempre essa. A pessoa entende o tamanho da mudança do mundo e me pergunta:

“Tá Nepô, entendi, mas como eu mudo o meu chefe?”

Na verdade, existe um transtorno emocional no mundo atual no qual as pessoas, de maneira geral, se vêem como uma peça de uma engrenagem maior.

(Isso faz parte do fim da Era Analógica.)

A empresa em que os formandos da escola trabalham é uma espécie de universo único – como se não houvessem outros.

Se o universo único em que vivo não vai mudar o que posso fazer?

As pessoas – e este é um desafio do novo século – não se veem como um universo próprio, independente da organização em que trabalham – fica difícil se preparar para o novo ambiente.

Assim, o primeiro passo que procuro despertar é a capacidade de cada formando em entender a sua própria percepção e felicidade, de forma separada de onde trabalha.

O chefe que precisa mudar, assim, é o de dentro dela mesma.

O que a pessoa está me falando, na verdade, é:

“Como eu mudo este chefe que eu tenho dentro de mim, que determina a minha vida diante de tais mudanças? Como convenço a mim mesmo. Aonde arranjo coragem para enfrentar tais desafios?”

A tendência é, diante da dificuldade, voltar para o estágio anterior, transformando o conhecimento adquirido em “série do Netflix“.

Um curso vira uma série, que você assiste na tevê e vai adiante sem nenhuma mudança à procura de outra.

Viver neste novo mundo digital exige de cada pessoa cada vez mais autonomia.

E o ideal é desenvolver enquanto tem salário, pois em breve a sua organização pode fechar ou te mandar embora.

A pessoa tem que assumir ela mesma uma bimodalidade: um pé dentro e outro fora.

São poucas as organizações tradicionais que vão sobreviver. E a pessoa tem que ir se preparando para viver de forma independente nesse mundo digital.

Quanto mais cedo iniciar a jornada, mais competitividade terá no mercado. E se a organização em que ela trabalha topar algo mais consistente, não perde nada se preparando internamente.

E aí respondo:

Teu chefe começará a mudar quando você mudar o teu chefe, dentro de você.

Que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:

O livro de Klaus Schwab “Quarta Revolução Industrial” repete bem algo parecido com a situação do clima.

Há organismo analógicos, do século passado, que foram criados para “ajudar ao mundo a ir para o caminho do bem”.

São o que podemos chamar de coletivistas, aqueles que acreditam que a humanidade tem destino comum.

Diferente dos individualistas (filosoficamente falando) que acreditam que não há um destino comum, apenas interações para que cada um e todos vivam da melhor forma possível.

No livro, Schwab em vários trechos alerta para os riscos que existem nas mudanças que estamos passando para a Revolução Digital, para que tenhamos uma “narrativa coerente, positiva e comum” pg.17.

Quando se fala que é preciso ter algo coerente e comum, imagina-se que alguém, uma pessoa, uma organização, uma instituição cuidará para que isso seja possível.

Ou seja, um centro vai regular, administrar, controlar o que está acontecendo para que “não saia do trilho”.

O que ocorre sempre com novas tecnologias é este receio do uso para fins considerados negativos.

Porém, a civilização já demonstrou que para cada nova tecnologia, há um processo de incorporação civilizacional, no qual se estabelece as éticas individuais e coletivas diante delas.

E as leis que vão se espalhando pelas quatro regiões do globo.

A ideia de um centro controlador soa cada vez mais anacrônico e analógico. Organismo Internacionais, aliás, fazem parte de uma intermediação que tende a ser cada vez mais questionada.

O livro de Schwab tem um viés bem político, em defesa da organização Fórum Econômico Mundial que ele é um fundador.

É isso, que dizes?

Hierarquia: classificação, de graduação crescente ou decrescente, segundo uma escala de valor, de grandeza ou de importância.

Estruturas hierárquicas são criadas para que se possa resolver problemas.

A Hierarquia não é uma forma de comando e controle, mas uma relação de diferentes elementos, que estabelecem um modelo hierárquico.

A hierarquia pede um adjetivo. Hierarquia mais vertical ou mais horizontal. Hierarquia espontânea ou imposta.

Do ponto de vista da definição do modelo, do ponto de vista da liberdade, existem dois tipos de hierarquias:

  • as espontâneas – que são criadas livremente a partir do contexto;
  • as impostas – que são fruto de determinada ideologia, maneira de pensar o comando e controle.

No mundo digital, estamos saindo, note bem, das hierarquias impostas para as espontâneas, mas não necessariamente para a hierarquia “a”, “b” ou “c”.

O Uber tem um tipo de hierarquia, na qual o Curador define os algoritmos em que tudo será condicionado a isso.

Não é uma plataforma sem hierarquia, mas é um que dá mais liberdade de ação aos colaboradores – ex-carteiras assinadas.

Vejo essa dicotomia, por exemplo, nas minhas listas abertas do Whatsapp da Escola em que sou eu que diariamente quem insere conteúdo com pouca participação dos membros.

Eu não proíbo, mas não incentivo.

Não determino que as pessoas não podem participar.

É comunidade que tende voluntariamente à verticalização, pois há a nossa forma de pensar sobre o digital, que está embasada em diversos anos de estudo, autores, reflexões, conceitos, que precisam ser conhecidos para se estabelecer um diálogo.

Não há, portanto, uma imposição da verticalização, mas uma Hierarquia Vertical Espontânea.

Conforme os formandos vão realizando os módulos da escola, compreendendo os conceitos estruturantes e participam das comunidades fechadas de consolidação dos conceitos, o processo vai se horizontalizando.

Não há uma Hierarquia Vertical Imposta, mas uma Espontânea.

Vejo muitos pensadores digitais que defendem modelos fechados de hierarquia, fizeram dela uma espécie de ideologia.

Assim, querem estabelecer uma Hierarquia Imposta, independente os conceitos, tornando algo que tem que ser voluntário e espontâneo, dependendo do contexto de cada comunidade em uma ideologia.

É a ideologia da hierarquia imposta – aquela que o pensador considera melhor para todas as situações.

Ou é aquele modelo de hierarquia ou não serve.

O que é algo extremamente analógico autoritário e não digital e espontâneo.

É isso, que dizes?

É comum em momentos de mudanças, de novos fenômenos se confundir a parte pelo todo.

Existe a metáfora clássica dos cegos e do elefante, cada um definindo o animal pela parte que consegue tocar e ninguém observa de cima para afirmar: é um elefante!

Imaginemos um terremoto que abala uma região e se desdobra numa tsunami em outra.

O terremoto é a causa e a tsunami – a consequência.

Não podemos afirmar que estamos vivendo um fenômeno de Tsunamis, mas terremotos que provocam tsunamis.

Um sistema de alertas mais eficaz será aquele que analisa terremotos e as respectivas possibilidades de tsunamis em diferentes locais. E não de tsunamis isoladamente.

A indústria é o lugar da cadeia produtiva responsável por transformar matérias primas em produtos físicos.

Toda vez que a sociedade tem Revoluções Midiáticas (terremotos) há Revoluções Industriais agregadas (tsunamis).

A Revolução Midiática é a causa principal – o ponto de inflexão do antigo para o novo século – da Era Analógica para a Digital.

A mídia é a Revolução Maior, macro, o terremoto.

E temos sub-revoluções, que vão, como tsunamis, aparecendo em diversos setores, a saber: nos negócios (produtos e serviços), na política, na religião, na educação, no entretenimento, na economia, etc.

O problema que temos hoje e o livro de Klaus Schwab “Quarta Revolução Industrial” é exemplo disso é procurar definir o novo século pela tsunami e não pelo terremoto.

Se ele se limitasse a tentar entender as mudanças industriais sem extrapolar, ok seria muito mais útil do que tentar explicar o novo século apenas pelo fenômeno industrial – a parte pelo todo.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Estamos saindo de um século em que a diversidade humana foi massacrada por incapacidade produtiva.

Explico.

Tivemos um boom demográfico e tivemos que massificar e verticalizar a produção para atender as novas demandas de cada vez mais gente.

A principal vítima foi a diversidade humana.

Entenda diversidade como taxa elevada de personalização e autonomia individual.

A chegada do digital veio promover esse equilíbrio, num movimento macro sistêmico recorrente do sapiens na direção do aumento da taxa de autonomia individual.

Qual é a nossa situação hoje de maneira geral (atesto isso pelos meus alunos)?

Vivemos o que podemos chamar de Zecapagodismo, a vida nos leva, o rabo cotidiano balança o nosso cachorro.

(O Zecapagodismo é o Matrix abrasileirado.)

Desenvolvemos aqui na Escola um mapa da percepção que nos mostra o seguinte. Uma pessoa fora de Matrix tem esse mapa:

Uma pessoa em Matrix tem esse:

Note que entre a realidade e a identidade deve existir uma instância intermediária de análise, aonde estão os dados, as informações e o conhecimento para que eu possa decidir o que é mais adequado para a minha felicidade.

Quando se fala, por exemplo, em “sair da caixa” para inovar, na verdade, o que está se dizendo verdadeiramente é:

É necessário olhar para a sua percepção para que a realidade e a identidade não estejam coladas e você possa ampliar a sua capacidade de escolha fora do que determinaram de como você deve pensar e agir.

Sair de Matrix é assumir a sua autonomia diante da percepção que foi herdada, da qual você não tem consciência!

Nós precisamos, se quisermos sair desse estado zumbi, assumir que temos uma percepção individual, que está a serviço de dois objetivos principais:

  • permitir que possamos sobreviver e pagar nossas contas (felicidade conjuntural);
  • e que esse ato de sobrevivência possa também nos permitir existir dentro da nossa diversidade (felicidade estrutural).

O que faz parte da sabedoria existencial, ou da equação individual que cada pessoa, querendo ou não, tem que ir resolvendo ao longo da vida.

Matrix, assim, não é um lugar, é um posicionamento diante da vida.

Assumimos, ou não, a nossa sobrevivência e nossa existência.

Tomar a pílula vermelha é um exercício diário.

Só por hoje quero lutar para ser o mais eu possível.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:

O livro do senhor Klaus precisa de ajustes.

Já disse aqui que a Revolução Industrial é uma sub-revolução, mais um dos tantos impactos da Revolução Midiática que veio antes e tem efeito maior na sociedade.

Revoluções midiáticas permitem “surtos de inovação” em diversas áreas, que impactam o setor industrial.

A Quarta Revolução Industrial do ponto de vista exclusivo de um Industrial, faz sentido, mas não como referência para toda a sociedade.

Vejamos a base da tese do Klaus:

Pela lógica, o que podemos entender é que há um forte impacto no ambiente industrial quando temos novas Tecnologias de Automação, de Energia e de Transporte, que permite a criação de novas Macro Metodologias Industriais.

Assim, é preciso incorporar TODAS as tecnologias de forma integrada para enxergar melhor o fenômeno da sub-revolução industrial, que estamos chamando de Quarta:

  • Podemos entender Tecnologias de Automação Industrial pela chegada de tecnologias que são capazes de substituir a força humana (seja física ou cognitiva) para aumentar a capacidade produtiva;
  • Podemos entender Tecnologias de Energia, aquelas que permitem operar novas máquinas industrias, a partir de novas forças da natureza que foram dominadas;
  • Podemos entender Tecnologias de Transporte, aquelas que permitem novas formas de circulação de matérias-primas e produtos;
  • Podemos entender Macro Metodologias Industrias, aquelas que conseguem unir as novas tecnologias que se massificam para aumentar a capacidade produtiva.

Assim, o que podemos afirmar, numa primeira análise é que uma Revolução Industrial é possível ser caracterizada quando temos tecnologias radicais ou disruptivas na automação industrial, na energia e no transporte, que permitem criar novas Metodologias Industriais de produção.

Vejamos um quadro mais adequado para a Quarta Revolução Industrial:

Note, que o diferencial até a terceira revolução industrial era o aspecto energético, que perde de importância para o surgimento do novo modelo de automação cognitiva, com a chegada dos robôs.

A Automação Cognitiva 1.0 permitiu a produção de vários produtos, os carros são os mais lembrados e agora se sofistica com o avanço da Inteligência Artificial.

Assim, além do surgimento de novas energias, transporte, o grande diferencial é o surgimento da Automação Cognitiva 2.0, com a Inteligência Artificial.

Por fim, volto a repetir, quando falamos de Revolução Industrial, temos que entender que a inovação na Indústria não é a causa de várias fenômenos que estamos passando na política, educação, na mudança de hábitos dos consumidores.

O Uber não pode ser explicado pela lógica da Quarta Revolução Industrial, por exemplo, nem o Youtube.

Não é, portanto, o epicentro da mudança, mas mais uma Sub-Revolução entre várias outras, que precisa ser colocada dentro do contexto.

Uma reflexão aberta, entretanto, é o quanto a Uberização vai tomar conta da indústria, com a descentralização da produção em grande plataformas.

Mas isso falamos mais adiante.

É isso, que dizes?

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:
https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157340715398631


LINKS DAS OUTRAS LIVES:

https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

RESUMOS DAS LIVES ANTERIORES:

O FUTURO DA POLÍTICA: DESCENTRALIZAÇÃO DE PODER

VENHA FAZER O CURSO!

https://www.bimodais.com.br/pagina-de-produto/o-futuro-da-pol%C3%ADtica-descentraliza%C3%A7%C3%A3o-de-poder

O pessoal gosta de um conceito MIMIMI.

Agora o papo é que a sua empresa tem que ser exponencial.

Não existe nenhuma empresa exponencial em si, mas é exponencial em relação a outra que é menos ou mais exponencial em termos de resultados, conquista de clientes, expansão em determinado período de tempo.

O que temos no mercado hoje são dois modelos de comando e controle, algo típico em Revoluções Midiáticas Civilizacionais:

  • A Gestão Analógica – controle da qualidade pelos gerentes, carteira assinada e sede de tijolo com ativos);
  • A Curadoria Digital – controle da qualidade pela comunidade de consumo, via algorítimos e estrelinhas, fim da carteira assinada e plataformas digitais sem ativos físicos.

Podemos dizer, assim, que a forma de comando e controle da Curadoria Digital é mais exponencial, pois consegue resolver o grande impasse da Gestão Analógica: conseguir qualidade na quantidade e quantidade com qualidade.

O grande problema que temos hoje na chamada Transformação para o Digital é a compreensão que temos a seguinte ordem de mudanças:

  • Chegada da nova mídia – uma nova “placa-mãe” na qual já “roda” o novo “sistema operacional” administrativo que chamamos Curadoria Digital, criando líderes em todos os setores;
  • Chegada da novo “sistema operacional” – em que temos nova forma de comando e controle bem mais horizontal e distribuída;
  • Chegada de novas “aplicativos” – novos modelos de negócio, que rodam sobre o novo sistema operacional, que podemos chamar de Ubers, dentro de um grande processo de “Uberização”.

O que é exponencial, portanto, não são novas tecnologias, mas a nova, inovadora e inusitada forma de comando e controle, mais compatível com o gosto, forma de pensar e agir da nova geração.

Tenho apostado como Futurista que todas as empresas líderes de mercado nas próximas décadas praticarão a nova forma de comando e controle da Curadoria Digital Ascendente, ficando a Gestão Analógica Decadente como refúgio dos mais velhos e dos tecnofóbicos.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Já dissemos que não é Transformação Digital, mas de Controle.

Os clientes, aqueles que mantêm as organizações vivas, estão aderindo a organizações, que têm nova forma de controle.

Sai o gerente e entra o curador, aquele que permite que Comunidades de Consumo possam se auto-gerir pelas estrelinhas.

Não é uma discussão sobre inovação, tecnologia, mas de competitividade.

Uma organização saudável é aquela que ganha e mantém clientes e não os perde ou tem boa chance de perder num futuro próximo.

A realidade é que o digital estabelece uma nova forma de comando e controle e esta nova forma que torna uma organização exponencial – ponto.

Uma Transformação para o Digital é a capacidade de abandonar o antigo modelo de controle para um novo.

Superar barreiras psicológicas, em alguns passos:

  • entender a VERDADEIRA mudança;
  • criar ferramentas para que se possa proceder a desintoxicação;
  • e, por fim, criar novas organizações, de forma bimodal, com duas frentes para poder se manter competitiva.

As técnicas de desintoxicação exigem que se trabalhe:

  • com mentes mais inquietas, que gostam do desafio;
  • que possam trabalhar em ambiente separado sem a intoxicação do antigo modelo;
  • por atos voluntários daqueles que conseguem perceber valor existencial nesse tipo de jornada.

O desafio não é dos mais simples, mas é preciso dar o primeiro passo: tenho um problema (estou perdendo clientes) e preciso encarar de frente este problema.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Temos discutido muito aqui na Escola uma forma de ajudar profissionais e organizações a lidar melhor com o mundo digital.

O mapa abaixo é fruto dos nossos debates, que mostra como a sociedade está caminhando depois da chegada da nova “placa-mãe” (as mídias).


Segundo nosso primeiro filósofo-guia da escola, Marshall McLuhan, quando muda a mídia TODA a sociedade se modifica.

Vejamos a figura:

O primeiro passo para iniciar a jornada é a constatação de que vivemos uma Revolução Midiática Civilizacional – que é o epicentro das mudanças.

Não é uma Revolução Industrial, uma Revolução Cultural, Revolução de Consciência, mas Fenômeno Social Recorrente do Sapiens: chegada de uma nova mídia, em função do aumento demográfico.

Um ajustes nos ambientes de comunicação e administração para que o sapiens possa viver melhor com o novo patamar de complexidade.

Isso já ocorreu antes e, segundo Pierre Lévy, nosso segundo Filósofo-guia, permite um outro olhar mais eficaz sobre a história humana.

Vejamos:

Podemos dizer, assim, que a Civilização Humana está “trocando de placa-mãe”.

A nova placa-mãe provoca:

  • horizontalização das relações por causa dos novos canais de comunicação e de informação;
  • o surgimento de nova forma administrativa (uberização), a partir da nova linguagem dos rastros digitais (estrelinhas, etc);
  • Tudo isso se resume em uma nova forma de comando e controle mais horizontal, mais aberta, mais descentralizada – bem diferente da que estamos acostumados.

O grande desafio da Transformação Digital, portanto, é se adaptar à nova forma de comando e controle.

Os Ubers não tem mais carteira assinada, não tem tijolo, não tem cartão de ponto, mesas, locais, não se responsabilizam pela qualidade dos produtos e serviços.

Estamos “matando” o modelo dos gerentes das empresas de tijolo, local e hora para um inovador curador, que opera algoritmos dentro de plataformas digitais.

Clientes e novos competidores estão, com alegria e entusiasmo, se libertar das amarras do modelo passado.

É profunda e difícil mudança na forma de sentir e de pensar, pois é disruptiva de como encaramos a sociedade em todos os aspectos, pois a Linguagem dos Rastros Digitais, pela primeira vez na história, elimina a necessidade do líder-alfa, como vemos na tabela abaixo.

Tudo caminha, assim, para o novo modelo de comando e controle: os negócios, a política, a economia, a religião, a educação, a ciência, etc.

A partir disso, começam as experiências concretas desse novo mindset de controle Curador em novas organizações, que passam a fazer a diferença no mercado.

Anote: é o novo modelo de comando e controle que permite escalar e ser exponencial e não as tenologias!!!

Profissionais e organizações que querem superar a atual crise de migração da placa-mãe antiga para a nova precisam entender que:

Na Transformação Digital não estamos vivendo um problema tecnológico, mas psicológico.

E é preciso:

  • Saber, antes de tudo, o que precisa exatamente ser alterado;
  • E depois: utilizar técnicas continuadas de desintoxicação, de mudança profundas de mindset para que o velho modelo não passe o tempo todo boicotando o novo.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos:

As reflexões sobre o mundo digital têm amadurecido no tempo, de forma muito lenta, mas têm.

O conceito da Quarta Revolução Industrial não deixa de ser um avanço nessa direção, ainda parcial, mas é.

Existe uma Revolução Industrial? Sim, existe, mas não é o centro é um sub-centro, um pedaço da revolução.

Quem tentar centrar por aí vai ver o futuro de forma nublada!

É o que faz, entretanto, infelizmente, nosso amigo Klaus Schwab no livro “Quarta Revolução Industrial”.

Podemos fazer a seguinte divisão na tentativa de entender o fenômeno da revolução digital:

  • Fenômeno Social Único – o digital é um fenômeno único, nunca ocorreu nada parecido antes;
  • Fenômeno Social Recorrente Industrial – que aparece agora com a ideia da Quarta Revolução Industrial, entre outras três do século XVIII em diante;
  • Fenômeno Social Recorrente Midiático– que aparece com a escola canadense, que abrange apenas fatos de toda a história humana (gestos, oralidade, escrita e digital).

Na verdade, quando analisamos o que aqui na escola chamamos de Labirinto Digital, temos antes de entrar no labirinto duas escolhas entre as opções “Fenômeno Social Recorrente” para escolher o campo de estudo.

Estamos diante de que tipo de fenômeno?

  • industrial? (e aí a a tese da revolução industrial como locomotiva)
  • ou midiático? (e aí a tese de revolução industrial como vagão e a locomotiva é a mídia).

Isso faz grande diferença do que deve ser feito para competir nesse novo mundo.

Note que revoluções industriais citadas não alteraram a forma de como o ser humano interage, se comunica e se informa e principalmente exerce o comando e controle.

Olha-se só no escuro para o rabo do elefante e começa a chamá-lo de cavalo.

Revolução Industrial como locomotiva é é restrita, pois há um epicentro midiático que tem ondas que atinge a todos os setores, economia, educação, política, energia, transporte e também o industrial.

A Revolução da Indústria é uma sub-revolução e não o epicentro!

Pega-se uma parte do fenômeno que é verdadeira (vagão) – mudanças industriais – e se toma como o todo (como se fosse a locomotiva).

Para que a tese da Quarta Revolução Industrial como epicentro das mudanças fizesse sentido, haveria que:

  • aplicar a mesma para toda a história da humanidade e não só para o início do século XVIII;
  • ou explicar por que não se inclui a revolução agrícola como uma revolução econômica, por exemplo, ampliando o termo de industrial para econômica.

Porém, as mudanças na sociedade têm alterado não só a indústria, mas a política, a educação, os jovens, algo que não ocorreu nas outras revoluções do mesmo tipo.

Está se comparando tomate com kiwi.

Vivemos uma Revolução Midiática, que é a locomotiva, como tivemos a oralidade, a escrita manuscrita e impressa, que desencadeiam outras revoluções, incluindo as industriais.

Por fim, o conceito da Quarta Revolução Industrial é um avanço, mas tem que ser visto de forma setorial e não global como vários autores sugere, incluindo nosso amigo Klaus.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Caso queira fazer algum curso é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Veja o depoimento dos nossos formandos,

A quarta revolução industrial pode robotizar a humanidade” – pg.114. “A revolução industrial pode ser divisionista e desumana” pg.14 – do livro “A Quarta Revolução Industrial” de Klaus Schwab.

As duas frases expressam uma forma estereotipada de pensar o papel das tecnologias na sociedade.

Este conceito que podemos chamar de Tecnologias com Ideologia própria nos remete a ideia de que a humanidade mora numa casa e as tecnologias do lado de fora num canil.

E aí alguém chega lá, olha para dentro do canil, e diz: “cuidado com aqueles pitbulls que vocês estão criando, pois podem te morder”.

Pitbulls são seres vivos que não são humanos – tecnologias são parte da espécie humana, estão dentro e em torno de nós.

Nós somos tecnologias vivas, cercado de humanidade por todos os lados.

Não há uma casa e um canil, mas uma tecnoespécie que incorpora tecnologias na sua jornada e as civiliza no tempo.

Imaginar que há tecnologias desumanas é o mesmo que imaginar que há latidos descachorrados

Se olharmos para o passado nada foi mais radical e assustador do que o domínio da energia nuclear e a possibilidade de jogarmos bombas atômicas por aí.

Imagino que muitos Schwabs lançaram centenas de livros iguais a este.

Certamente, muitos pensadores da época – com a ideia de tecnologias ideológicas – previram que “a era nuclear pode destruir a humanidade” bem como que “pode ser divisionista e desumana”.

Se é tecnologia não tem como ser “desumana”, pois não é feita por uma outra espécie, de outro planeta, mesmo que seja por um grupo específico de pessoas, aquelas pessoas são pessoas e são humanas.

Tecnologias – todas elas – são fenômenos humanos e coletivos, pois precisam de grupos de pessoas para criá-las e desenvolvê-las. E usá-las de diferentes maneiras que serão de alguma forma civilizadas para que tenham limites.

Tecnologias não saem por aí explodindo-se atomicamente.

Elas surgem, têm um período de estranhamento (no qual perfis de pensadores no estilo Schwab assustam todo mundo para defender determinado tipo de ideologia) – e depois se tornam invisíveis mais adiante, reguladas pela lógica humana de alguma forma.

Mais um exemplo?

Aviões foram criados para transportar passageiros, depois se usou nas guerras e até para destruir as torres gêmeas.

Não podemos dizer que há um uso desumano dos aviões nas guerras, mas uso humano dos aviões de diferentes maneiras, regulados pela sociedade.

Assim como tivemos os tacapes, as flechas, as espadas, os revólveres, etc.

A ideia de Klaus Schwab é de que vivemos uma encruzilhada, na qual haverá um caminho na direção de tecnologias humanas “que podem nos levar a uma nova consciência coletiva e moral, baseada em um senso de destino comum”, pg 114.

E um outro caminho “que robotizará a humanidade e comprometerá nossas fontes tradicionais de significado – trabalho, comunidade, família e identidade” – pg 114.

O que temos aqui é uma visão centralizadora do mundo, no qual se vê uma disputa política de poder em que temos “homens maus” e “homens bons” que vão escolher um lado o outro do futuro.

E aí se cria um tal de Fórum Econômico Mundial, do qual é um dos fundadores, que vai “guiar” a humanidade contra diversos perigos, incluindo este da robotização.

Schwab, assim, transforma tecnologia em ideologia – na qual existe um caminho do bem (aquele que ele defende) e o do mal (aqueles que não concordam com seu pensamento) .

Esse tipo de visão – de uma entidade central responsável pelo destino da humanidade – é algo que lembra bem os discursos coletivistas no século passado, de um centro redentor que sabe o caminho versus a visão pró-indivíduo da ordem espontânea.

Neste último, não se tem receio de que cada indivíduo exerça a sua liberdade, pois é no somatório destas liberdades, na interação espontânea, que o ser humano consegue prosperidade e paz, civilizando, inclusive as tecnologias.

Evitando o caminho de um centro redentor que sabe o melhor caminho paras todos.

É isso, que dizes?

Estamos olhando para os dedos e não para o que eles apontam.

Ou seja, para as tecnologias e não para o que realmente está se alterando na sociedade, nos clientes e nas organizações: a forma de controle.

Descobrimos novas leis sobre a espécie humana fundamentais para que possamos compreender  o novo século. Demandas humanas que usam as tecnologias para serem alcançadas.

São elas:

  • somos uma tecnoespécie midiática – mudaram as mídias e as tecnologias, mudou a espécie;
  • por sermos tecnoespécie podemos aumentar a população gradativamente de forma progressiva – somos a única espécie que pode fazer isso;
  • quando aumentamos a população, precisamos refazer os modelos de comunicação e administração para viver melhor, através de revoluções midiáticas-administrativas civilizacionais;
  • e os novos modelos de administração e comunicação nos levam para a descentralização do controle para que a espécie possa lidar melhor com a complexidade.

Assim, a macrotendência que estamos vivendo neste novo século é a criação de diferentes níveis de recontrole, ou de reintermediação dos processos administrativos/negócios, a partir das possibilidades que as novas tecnologias digitais oferecem.

Fizemos um estudo aqui na escola bimodal de quatro zonas aonde estão os clientes, na qual as organizações que prestam serviço controlam da seguinte forma os negócios:

  • Analógica – controle sobre qualidade, pessoas, produtos e serviços;
  • Digital – controle igual, mas com a reintermediação de consumo, liberando o local e hora para as transações (Ex. caixa eletrônico);
  • Curadoria 1.0 – repasse do controle de qualidade, pessoas, produtos e serviços para a comunidade de consumo dentro de plataformas digitais ainda centralizadas (Ex. Uber);
  • Curadoria 2.0 – repasse do controle de qualidade, pessoas, produtos e serviços à comunidade de consumo dentro de plataformas digitais distribuídas (em processo lento de maturação).

Organizações, assim, não devem olhar para as tecnologias, mas para aquilo que elas permitem na criação de novas Zonas de Consumo com diferentes modelos de controle.

As Zonas de Consumo são ambientes administrativos, com mais ou menos controle, nos quais os consumidores – com diferente níveis de maturidade digital – vão optando pela oferta de antigas e novas organizações.

A grande dificuldade que as organizações tradicionais estão sofrendo é que estão FORTEMENTE INTOXICADAS pelo DNA de Controle Analógico..

Podemos dizer que incrustado na  “alma do negócio” está o controle analógico.

E fica se transitando em procurar todo tipo de subterfúgios para evitar a mudança do DNA de Controle do Analógico para o Digital, deste para a Curadoria 1.0 e desta para a 2.0.

Tudo depende da maturidade dos clientes, dos concorrentes e das tecnologias já disponíveis em cada caso, que permitem criar novas Zonas de Consumo.

Os clientes, por outro lado, querem mais e mais liberdade para fazer – por si só – cada vez mais coisas.

Portanto, quando se falar em Transformação Digital entenda que estamos tratando da Transformação do Controle dos Negócios.

Detalhe uma mudança de controle não incremental, mas disruptiva.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157323556458631

Outro MIMIMI que hoje faz sucesso nos eventos da Cracolândia Digital (palestras e seminários vazias de conceitos que se multiplicam por aí) é o tal do foco no cliente.

Negócios são feitos para atender clientes, isso é o be-a-bá de uma organização.

Porém, quando se falava de clientes no século passado era um passivo e não ativo. Um cliente que tinha poucas opções no mercado – um cliente acomodado.

Vivíamos em um mercado analógico, presencial, temporal, que não era baseado em telas, plataformas, celulares, que a cada ano permitem mais coisas.

Tudo se “telou” rapidamente.

Organizações Tradicionais, entretanto, se viciaram no controle e estão com raiva e resistindo a esse novo ambiente de negócios.

Querem ainda o controle que tinha no passado.

Controle do tempo e lugar. Dos produtos e serviços. Controle sobre mercados. Controle sobre as pessoas. Controle sobre os consumidores. Controle sobre a qualidade.

Estão vivendo o luto do controle perdido.

Do nada, rapidamente, houve uma revolta dos clientes, dos concorrentes – e isso não é mais exceção é regra – há um descontrole e um recontrole em novas bases.

As organizações precisam, então, aprender com os clientes, mas elas não querem ir para onde os clientes estão indo, mas continuar – com a sua antiga filosofia de controle a querer definir para onde os clientes deveriam ir.

Houve uma inversão nítida e clara – as organizações eram mais inovadoras que os clientes e agora, no digital, são os clientes que são mais inovadores que as organizações.

Organizações têm que colocar a sandália da humildade e aprender com os clientes. Porém, isso não tem ocorrido.

A diferença agora está na capacidade de aprender com os clientes – não é, portanto, foco no cliente, é aprender com o cliente, desaprendendo e sabendo jogar fora o que está ficando – para os clientes – obsoleto.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Estamos há uns bons meses tentando entender o cenário digital num espaço de debate da Escola Bimodal, que chamamos grupo de consolidação e desintoxicação.

O formando faz o módulo e depois passa um período debatendo assuntos correlatos, provocados por áudios diários que eu produzo e publico.

Uma primeira conclusão que chegamos para analisar o cenário é deixar de olhar para as tecnologias e focar tudo no cliente e as organizações que os conseguem atender nesse novo ambiente.

E passamos a procurar zonas distintas aplicadas a um setor específico bem conhecido que é o da televisão, em particular a Globo, vejamos abaixo:

Note que conseguimos identificar quatro áreas distintas: Analógica, Digital, Curadoria 1.0 e Curadoria 2.0.

Se a Globo imaginar o futuro terá que perceber que JÁ ESTÁ perdendo clientes para a digitalização do Netflix, que consegue mais adesão que o Google Play e perde também para a Curadoria 1.0 do Youtube.

Não é uma suposição, mas um fato concreto, está perdendo competitividade a olhos vistos por não conseguir criar projetos que acompanhem o desejo dos seus clientes.

Está focada no seu umbigo (antigo modelo de administração/negócios) e não no cliente.

É possível ainda na tabela perceber que o próprio Youtube (que já tem 2,2 bilhões de usuários) terá pela frente o desafio da Curadoria 2.0, que poderá utilizar novas tecnologias para fazer um ambiente de vídeo sem um centro controlador como é hoje.

O Youtube é Curadoria 1.0, pois não controla o acervo, mas define as regras dos algoritmos, criando vários descontentamentos principalmente dos fornecedores, que consideram que ganham pouco pelo anúncio que é colocado no vídeo monetizado

Ao focar no cliente e não nas tecnologias, conseguimos trabalhar no que é mais importante para a competitividade: projetos que conseguiram atrair clientes e estão gerando valor e tirando dos concorrentes que vão estacionando em zonas anteriores.

O mapa baliza bem o desafio que uma organização tradicional tem pela frente – seja em qualquer setor, incluindo as digitais, no caso do Youtube.

O mapa pode ser adaptado em qualquer setor.

É isso, que dizes?

Participaram deste debate (nem todos concordam com o resultado final): integrantes do grupo Bimodal Master 1, 2 e 3, em especial Leonardo Almeida, Lawrence Chung Koo, Andréa Schoch, Fernando Potsch, Leandro Dornelas Sampaio Andrade,  Rodrigo Marques, David Bruno, Paula Caputo, Josuel Gomes, Roberto Simão, Leandro Piccoli,  Auxiliadora Padilha, Marcelo Pacheco, Bárbara Hartz,  Augusto Borella, Flexa Ribeiro, Danubio Fontoura, Renato Azevedo Sant’Anna, Renan Gaeta.

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

As pessoas precisam de bússolas para viver em tempestades.

E por falta de uma melhor, se agarram na primeira que aparece.

E, como temos ainda muito mais Cabeça de Manada do que de Indivíduos Autônomos, repetimos conceito vazios sem refletir sobre ele para parecer que estamos “por dentro”.

Vuca é um exemplo de um conceito MUITO FRACO, que não explica nada, mas que consegue gerar dinheiro para muito palestrante “da moda”.

Vejamos.

VUCA – Volatilidade, a Incerteza (o u vem de uncertainty), Complexidade e Ambiguidade.

Isso não é, em absoluto, a análise do novo século.

Vuca é a sensação que as pessoas têm do novo século e não uma descrição do mesmo.

Vou repetir: eu sinto algo volátil, incerto, complexo e ambíguo, não defino nada do que está ocorrendo e digo que isso é o mundo?

Meu aluno pode entrar em sala de aula e dizer:

“Nepô, estou completamente VUCA”.

E eu vou explicar para ele coisas sobre esse novo século para ele ao final dizer:

“Nossa agora a sensação VUCA passou”.

O ser humano sempre teve diante do mundo uma certa Vucacidade.

Pode perguntar para qualquer filósofo.

Uma bússola que nos guia para o futuro, entretanto, para tem que superar essa sensação Vuca.

Tem que identificar um ponto de inflexão, a partir do qual um determinado ambiente estável se tornou instável e todos começaram a sentir o aumento da taxa da sensação VUCA.

Enquanto esse ponto de bifurcação não for encontrado e qual é a motivação das forças que passaram a agir na sociedade, a bússola estará quebrada e a Vucacidade não vai passar.

Uma melhor definição – muito melhor do que o papinho Vuca MIMIMI, é dizer que o mundo atualmente é apenas Digital.

Já foi oral, já foi escrito manuscrito, já foi escrito impresso e agora é digital, pois como sugere McLuhan (mudou a mídia, mudou a sociedade) e Pierre Lévy (mudou a mídia, temos nova era civilizacional).

(McLuhan e Lévy todos os dias de manhã fazem muito bem para essa sensação Vuca ir passando com o tempo.)

Na nossa visão aqui da Escola Bimodal, vivemos a chegada de uma nova Era Midiática-Administrativa, pois estamos alterando a mídia (placa-mãe da sociedade) sobre a qual rodam todos os sistemas operacionais: da educação, passando pela política e os negócios.

Tudo isso motivado pelo vertiginoso aumento demográfico dos últimos 200 anos, que nos empurra obrigatoriamente para a macro inovação civilizacional.

Isso é o Homo Tecno Midiático Demográfico Sapiens – com toda a sua Vucacidade.

Nestes momentos de mudança disruptiva da placa-mãe da espécie (não é a primeira vez) há uma sensação de incerteza, de perplexidade, de angústia, de volatilidade – ficamos vuquinhas da vida.

Tivemos o aumento radical da complexidade objetiva, que já existia, pois já éramos 7 bilhões antes do digital, acrescido de complexidade subjetiva, que estava no armário e passou a sair com a abundância da informação.

Quanto mais fontes de informação temos, mas diverso vai ficando o mundo do sapiens.

O conceito “mundo Vuca” é típico MIMIMI de um mercado intoxicado e perdido no meio de uma tempestade, que não se consegue diagnosticar.

Espero que você que anda me lendo e já está perto da nossa Zona Voluntária de Desintoxicação Continuada não me venha com Vucacidades.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Como explicar a crise no Uber?

Digamos que começa a aparecer os primeiros sinais dos limites da Curadoria 1.0.

(Já havia ocorrido, entre outros casos de protesto, algo parecido na Estante Virtual há tempos atrás – está no meu último livro.)

Note que com a Uberização houve avanço e sofisticação administrativa do atual modelo.

Saltamos da obsoleta Gestão (líder-alfa, carteira assinada e controle direto da qualidade dos produtos e serviços) para a promissora Curadoria (sem líder-alfa, sem carteira assinada e controle indireto da qualidade dos produtos e serviços, via rastros dos fornecedores/clientes em plataformas de consumo).

A disruptiva passagem da Gestão para a Curadoria, entretanto, está ainda na primeira fase – não pode ser vista como uma foto, mas como um filme.

Temos ainda muitos limites tecnoculturais para que o processo possa avançar para o que vamos chamar de Curadoria 2.0, mais próximo do Ambiente Tecnocultural do Blockchain.

O problema dos Ubers (onde se inclui Estante Virtual, Airbnb, Mercado Livre, etc) é de incapacidade de criar canais de comunicação entre o centro – que ainda guarda muito de Gestão com o ambiente distribuído da Curadoria.

Há um choque cultural no ambiente o velho ainda bem intoxicado com o novo que pede passagem.

(Em algum aspecto no futuro, quando olharmos para trás, veremos o Uber muito mais como uma Gestoria – um mix ainda dos dois modelos.)

Os motoristas do Uber querem mais atenção, ser ouvidos e participar mais das decisões da Plataforma e questionar alguns pontos – o que é justo, porém impossível de se tornar viável.

O Uber não tem capacidade de promover esse diálogo – mesmo que queira.

A Curadoria vem justamente se utilizar da Linguagem dos Rastros (nova linguagem humana) que elimina a antiga conversa oral/escrita, que se tornou impraticável em larga escala com um mundo de 7 bilhões de consumidores.

A Curadoria 1.0 terá um período de vida curto e as crises serão cada vez mais frequentes.

Será preciso inovar cada vez mais no modelo, eliminado cada vez mais a intoxicação da Gestão, que permanece no centro.

Note que os motoristas e passageiros são avaliados o tempo todo, porém o Uber nunca.

Ou seja, o Uber enquanto empresa ainda é Gestão, mas os motoristas e passageiros já são Curadoria.

Assim, temos um novo modelo administrativo que vale apenas para uma parte do ambiente – as pontas são avaliadas, mas o centro continua sempre o mesmo – fazendo o que quer sem ganhar estrelinhas.

O que causa uma sensação estranha que ainda não é clara para muita gente, mas será, assim que surgirem opções nessa direção.

É possível, então, mudar isso?

Esta me parece ser a proposta da Tecnocultura da Curadoria 2.0 (turbinada pelo Blockchain), quando já tiver mais robustez para se massificar.

Digamos que neste mundo da Curadoria 2.0 vamos ter a opção de centenas de Ubers disponíveis para que cada motorista escolha aquele que gostaria de trabalhar.

Os Ubers terão que se submeter as estrelas, assim como hoje os motoristas e passageiros têm as suas em plataformas Blockchenizadas.

O aplicativo do passageiro provavelmente será o mesmo, mas cada motorista vai escolher a plataforma que deseja – aquela mais bem avaliada pelos outros motoristas .

Seria uma espécie de pulverização das plataformas, que passariam também a estar no critério da meritocracia digital.

Isso, a meu ver, valeria também para todo o resto, incluindo plataformas de vídeos, áudios, consumo de todos os tipos.

É o que podemos chamar de Blockchenização da Uberização.

Para quem compra seria tudo igual, a grande diferença estará em quem fornece – que vai poder escolher a melhor opção entre as várias plataformas disponíveis.

Para isso, temos ainda muito que avançar em vários aspectos Tecnoculturais.

Enfim, por mais que os motoristas do Uber reclamem (com razão), não haverá muita saída.

O Uber pode fazer muito pouco para melhorar a relação e ser manter viável economicamente – a não ser que promova a sua própria
Blockchenização.

Não é um problema de vontade, mas dos limites da própria estrutura do modelo da Curadoria 1.0.

As crises vão aumentar, abrindo as portas e as oportunidades para a Curadoria 2.0 – a grande macrotendência da próxima década.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:



A diferença de uma invenção para uma descoberta é a seguinte:

  • invenções – são feitas sobre as leis humanas ou da natureza, já conhecidas;
  • descobertas – descortinam forças que sempre existiram, mas estavam ocultas e se se tornaram evidentes com o tempo pela chegada de novos pensadores com cérebros disruptivos, que trabalham também com maior acúmulo de estudos, bem como, fenômenos novos ou tecnologias que nos permitiram ver melhor.
  • Gutemberg inventou a prensa e Darwin descobriu a evolução;
  • Santos Dumont inventou o avião e Einstein descobriu a relatividade.

McLuhan, o guru dos Bimodais, descobriu parte das 4 leis e nós arrendondamos a quarta, mixando Malthus com Thompson.

Temos, assim, a descoberta de as 4 novas leis sobre a sociedade humana, que são, a nosso ver, fundamentais para dar ordem ao caos que tomou conta na Era Digital.

Ou se incorpora estas novas leis como fazendo parte da espécie e da sociedade, ou não conseguiremos entender o novo século.

São elas:

1- somos uma tecnoespécie – tecnologias sempre estiveram presentes nas nossas vidas, quando as criamos novas elas nos recriam, pois temos uma Tecnocultura, na qual não se pode separar sapiens das tecnos;

2- somos uma espécie midiática – mídias são a placa-mãe da sociedade, quando são modificadas, influenciam alterações das nossas vidas, pois são responsáveis por todas as trocas humanas e a base do DNA dos modelos de administração;

3 – somos uma espécie demograficamente progressiva – por sermos tecnos e capazes de mudar a forma de comunicação e administração, no tempo, podemos crescer demograficamente, porém entramos em crises civilizacionais, quando não conseguimos nos reinventar;

4 – por fim, mudanças de mídias inauguram novas Eras Civilizacionais – que têm objetivo de promover macro ajuste entre os antigos modelos de comunicação-administração para um novo mais sofisticado e compatível com o Patamar Demográfico de plantão.

Você pode fazer o que quiser para entender o Digital, mas sem estas quatro leis acima – é a nossa aposta – dificilmente conseguirá prognósticos razoáveis do que ocorre e o que deve ser feito para obter maior competitividade.

As 4 leis não foram inventadas, mas descobertas, porém ainda não foram difundidas como deveriam – por isso tanta confusão para entender o novo século.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Desenvolvemos narrativas sobre a vida e problemas.

Narrativas são compostas de conceitos filosóficos, teóricos, metodológicos e operacionais.

As narrativas espelham a forma como nós pensamos e, obviamente, agimos.

Quando se analisa a forma como alguém fala, percebe-se o jeito que pensa e age.

Quando questionamos determinado conceito, por exemplo, “vivemos a quarta revolução industrial” aí está contido uma forma de pensar sobre o digital.

Se queremos que a pessoa pense diferente disso, temos que questionar a forma como ela fala, que implicará em rever como se pensa e, por fim, como se age.

Nestes últimos vinte anos de consultoria, palestras e principalmente, cursos observo claramente a influência que diversos autores exercem indiretamente sobre meus alunos.

E percebo o quanto outros autores não influenciam em nada.

Quando questiono a forma como narram suas ideias estou criando uma espécie de impasse na forma como pensam e agem.

No fundo, a psicanálise já chegou a conclusão sobre isso há muito tempo.

Se você para para pensar sobre como fala, por exemplo, eu sugiro em sala de aula de trocar “eu acho”, por “minha percepção é”.

O acho inspira certeza fechada e minha percepção de algo que está em aberto à procura de ideias melhores.

É isso, que dizes?

RESUMO DA LIVE:

https://youtu.be/t6GIlLdASXU

LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157307123768631

RESUMOS DAS LIVES ANTERIORES:

DIGITAL NA POLÍTICA – VENHA FAZER O CURSO!

https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1178554614-modulo-online-digital-na-politica-by-nep-_JM?quantity=1

Em todas as transações comerciais, há o valor da confiança embutido.

Ninguém sobe dentro de um carro do Uber sem a taxa de confiança necessária para que lhe dá certeza que nada de ruim vai lhe acontecer.

A base dos negócios, desde que saímos das cavernas, é a confiança.

Tivemos na primeira jornada o que podemos chamar de Confiança 1.0, quando vivíamos em cidades pequenas ou aldeias.

Nelas, se confiava no seu Manuel da padaria, pois todos conheciam seus filhos, mulher, netos, primos.

Como o aumento demográfico vertiginoso dos últimos dois séculos, houve uma migração para as grandes cidades e, por sua vez, verticalização da confiança, pois os Manueis foram dando lugar a grandes organizações.

Nas médias e grandes cidades, onde passamos a viver, confiança passou a ser algo muito caro, pois exigiu a compra de espaço nas mídias de massa para tornar uma marca confiável.

Grandes organizações apostaram tudo na Confiança 2.0 das mídias de massa.

A regra passou a ser a seguinte: quem aparecia na televisão era de confiança, incluindo artistas, jornalistas, etc – e quem não tinha esse espaço, só com indicação de amigos, no boca a boca.

Esse tipo de verticalização gerava e gera ainda problemas, pois o fato de você colocar anúncio na televisão/rádio/jornal não quer dizer que o atendimento é o mais adequado – é apenas mais conhecido.

É justamente nestes momentos de impasse civilizacional – quando temos aumento demográfico, que provoca verticalização e queda de qualidade dos produtos e serviços que surgem novas mídias para trazer novos modelos de confiança mais distribuídos.

Novas mídias descentralizadoras permitem, em larga escala, o aumento da taxa de confiança mais horizontalizada.

O papel manuscrito permitiu, por exemplo, que as pessoas portassem cartas de recomendação e agora temos as estrelas, quantidade de corridas/vendas, comentários nas Plataformas Digitais.

É o que podemos chamar de Confiança 3.0.

Acabo, por exemplo, de comprar uma memória de computador no Mercado Livre, de alguém que nunca vi mais gordo, tudo baseado na reputação digital do vendedor de outro estado da federação.

Tudo funcionou a mil maravilhas.

Esse novo modelo de Confiança 3.0, baseado na Linguagem dos Rastros, reduz bastante o custo dos produtos e serviços, pois pessoas e pequenos negócios passam a poder competir com grandes em cada vez mais áreas.

Têm custo menor e mais qualidade, através de Plataformas Digitais Curadoras.

(Plataforma Digital Curadora  (Administração Revisitada) – serviço digital no qual o Curador da Plataforma não inclui nada na base de dados, cuidando apenas da regra do jogo, através de algoritmos;)

Com a chegada da Curadoria, se estabelece novo patamar de competição mais meritocrático e é isso que está matando muitas organizações tradicionais: um novo modelo de geração de confiança.

Consumidores e fornecedores, via Plataformas Curadoras, estão refazendo pacto de confiança, reduzindo custos com qualidade.

Bom para para os novos empreendedores, para os consumidores e um veneno para as organizações que não entenderem e agirem nessa direção.

É isso, que dizes?

Vivemos hoje o final da era da Ciência 2.0, na qual todo o trabalho acadêmico era feito, a partir da aprovação dos pares.

Foi a forma que encontramos, com as linguagens orais e escritas disponíveis, para que isso gerasse um mínimo de qualidade.

Porém, isso chegou a um limite e gerou uma crise profunda, conforme a produção científica foi cada vez mais se verticalizando e se distanciando dos problemas dos clientes na ponta.

O problema hoje de um pesquisador da Ciência 2.0 é convencer os seus pares que aquele texto pode ser publicado em determinada revista.

A revista é voltada dos pares para os pares.

É uma espécie de ciência voltada para os próprios cientistas e não para a sociedade, que vive os problemas.

Os autores estudados e citados são aqueles que fazem a cabeça dos cientistas e não aqueles que influenciam os clientes que pensam e agem na sociedade diante dos problemas que enfrentam.

Revoluções Midiáticas-Administrativas Civilizacionais são feitas justamente para corrigir esse tipo de problema, oferecendo para a sociedade ferramentas para que o “cachorro volte a balançar o rabo”.

A Ciência 3.0 será feita em plataformas digitais, nas quais as pesquisas serão feitas por demanda dos clientes, que também (note bem também) poderão avaliar:

  • que pesquisas devem ser feitas e financiadas;
  • o impacto dela para respectivos problemas;
  • e o que pode ser aprimorado.

Será uma ciência muito mais voltada para a sociedade do que é hoje. Haverá, claro, avaliações também dos pares, mas não como um critério de publicação, que será feita diretamente.

Haverá um sobe e desce de artigos acadêmicos, com avaliações diversas de todos interessados no problema.

Problemas será o epicentro da produção e não mais assuntos, como tem sido hoje em dia.

É isso, que dizes?

Vivemos uma verdadeira crise no mercado.

E se percebe isso quando todo mundo começa a falar que precisa inovar, aumentar o DNA inovador da organização, sair da caixa, blá, blá, blá….

Cole isso na frente da tela do seu computador.

Nenhuma organização tem como objetivo inovar.

Preste bem atenção nisso.

Organizações e profissionais competem no mercado com outras organizações e profissionais para atender problemas dos clientes.

O objetivo número um de qualquer profissional ou organização é o de COMPETIR PELOS CLIENTES e, para isso, é preciso INOVAR em diversos momentos, em diferentes processos, produtos e serviços com foco na competição.

Um projeto competitivo, que passa pela inovação, é aquele que aumenta a competitividade diante dos concorrentes pelos clientes – a métrica é mais clientes, mais recursos, mais perspectiva futura.

Inovação, preste atenção nisso, é um meio para se atingir a um fim. E não, com acabou virando hoje um fim em si mesma.

Um projeto de inovação tem que ter um guia – um mapa competitivo para entender:

  • qual a tendência dos atuais clientes para que eles continuem mais e mais consumindo produtos e serviços de determinado profissional ou organização? Quais ações inovadoras necessárias?
  • qual a tendência dos clientes futuros para que eles sejam consumidores dos produtos e serviços de determinado profissional ou organização? Quais ações inovadoras necessárias?

Inovação, entretanto, passou a ser uma espécie de Rivotril Organizacional para baixar a ansiedade diante de um futuro cada vez mais incomum e incerto.

Como não se sabe para onde se vai, cria-se um falso mantra para acalmar ansiedade: precisamos inovar e sair da caixa, precisamos inovar e sair da caixa, precisamos inovar e sair da caixa.

Mas inovar para onde e para qual nova caixa deve se ir para se tornar MAIS COMPETITIVO?

Vivemos hoje uma mudança disruptiva no ambiente midiático-administrativo, que exige das empresas algumas ações inovadores específicas, que devem ser baseadas em mapas competitivos eficazes.

Inovar por inovar pode acalmar no curto prazo, mas não tem aumentando em nada a taxa de competitividade da maioria.

É como se tivessem tirando água com copinhos de um Titanic afundando.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Entendo que o ser humano tem três espaços distintos na nossa relação com a vida:

  • Realidade – os fatos do lado de fora;
  • Percepção – a forma como vemos os fatos;
  • Identidade – nosso potencial, com todas as qualidades e defeitos.

Que podemos ver no quadro abaixo, em constante relação:

Se imaginarmos que a percepção é uma “bolinha” numa mesa de ping-pong, jogamos o tempo inteiro com a vida e a “bolinha” vai para um lado e para o outro.

  • Identidade – Tenho que sair. Está chovendo?
  • Percepção – Sim, coloquei a mão para fora da janela e ela voltou molhada;
  • Vida – os pingos que molharam a sua mão.

De maneira geral, uma pessoa que está com baixa Taxa de Individualidade não consegue perceber a percepção.

A realidade está colada com a identidade, no que podemos chamar de Zecapagodismo – não se discriminar da vida.

Podemos ainda dividir a percepção em quatro camadas:

Se analisarmos da realidade para a identidade:

  • dados – vem de forma bruta;
  • informação – reunião de dados de alguma maneira;
  • conhecimento – reuniões de informação de alguma maneira;
  • sabedoria – interpretação dos dados, informação e do conhecimento, a partir daquilo que quero/devo fazer.

Vejamos:

  • Na chuva, os pingos e raios são os dados;
  • A informação é de que a chuva se iniciou de tal hora a tal hora e em que lugares está chovendo e de que forma;
  • O conhecimento é o histórico de chuvas naquele período do ano;
  • E a sabedoria é se devo/quero ou não sair de casa agora, apesar da chuva.

Estes quatro pilares nos ajudam a entender muitas mudanças que estamos passando por causa do digital.

  • No mundo analógico, era mais competitivo quem dominava os dados;
  • No mundo digital, a informação, o conhecimento e a sabedoria ganharam valor, pois os dados ficaram abundantes.

Quem vende camadas cada vez mais próximas da identidade, principalmente sabedoria, ou mesmo conhecimento mais qualificado, tem mais espaço e competitividade no mercado no médio e longo prazo.

E é para esse tipo de demanda que o mercado está louco que se crie ofertas.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Ao precisar fazer uma escolha, seja ela qual for, temos uma Anatomia das Decisões, da seguinte forma:

  • Dados – a primeira coleta de fatos sobre determinada situação – “O que aconteceu?”;
  • Informação – dados já organizados, a partir de algum critério mais reflexivo – “O que aconteceu – onde, quando, como?”;
  • Conhecimento – informações encaixadas no tempo, em alguma teoria, com relação de causa e consequência – “por quê?”;
  • Sabedoria – uma discussão sobre os motivos que nos levam ir para lá ou para cá, a partir de propósitos – “o que devo fazer diante dos dados, da informação e do conhecimento, a partir dos meus propósitos e valores?”.

Vivemos até o final do século passado o fim de uma Era Midiática-Administrativa Civilizacional de forte aumento de Complexidade Demográfica e, por consequência, uma verticalização da informação e da comunicação.

Houve concentração dos mercados e dados passaram a ser cada vez mais relevantes para as decisões. Os dados ganharam valor.

A chegada da Era Midiática-Administrativa Civilizacional Digital permitiu uma reviravolta. O que era decadente passou a ser ascendente.

Há forte movimento de descentralização, incluindo de dados.

Dados passaram a ser abundantes e cada vez mais gente pode trabalhar sobre eles, aumentando a qualidade da informação, do conhecimento e, por sua vez, da sabedoria.

Porém, passamos a ter uma escassez de sabedoria, pois não nos habituamos a trabalhar com tantos dados, organizar a informação, nos perguntar os por quês das coisas e, por fim, conhecer nossos valores e propósitos para decidir melhor.

Todo o movimento que temos hoje é de uma abundância de dados, que nos coloca numa escassez de sabedoria.

Há uma demanda na sociedade por aprender a organizar melhor as informações, transformá-las em conhecimento para que se possa decidir com mais sabedoria.

É isso, que dizes?

Fomos educados, no geral, para termos baixa taxa de Autonomia Individual.

A educação é muito mais para seguir a manada do que ter um caminho inovador.

Podemos analisar, assim, que vivemos muito mais:

  • Legados Exógenos – aqueles que vêm de fora para dentro, no popular “Zecapagodismo“;
  • Legados Endógenos – aqueles que vêm de dentro para fora, que é construído pela própria pessoa em busca de sua própria diversidade.

O aumento da taxa de Autonomia Individual depende da vontade da pessoa de se diferenciar dos demais e começar a praticar o que gosto de chamar de “jogo de ping-pong” com a vida.

Temos na “mesa de ping-pong” o seguinte cenário:

  • Os fatos – aquilo que a vida nos mostra que é o mais próximo possível da realidade;
  • A percepção – como analisamos os fatos;
  • O Eu – aquilo que é em nós particular, tanto nas objetividades (tamanho, pessoa, habilidades físicas) como subjetividades (gostos, desejos, potenciais).

A percepção é a bolinha que vai e volta na mesa (do Eu para os fatos e vice-versa) para analisarmos o que é o fato, o que é percepção e o que somos nós.

E se começa a muscular o que podemos mudar para lidar com o que percebemos para que possamos ser felizes – vivendo o máximo possível nossas objetividades e subjetividades.

De maneira geral, o aumento da Taxa de Autonomia Individual necessita do que podemos chamar de Zona Continuada de Desintoxicação.

A Zona Continuada de Desintoxicação é uma atividade promovida por psicanalistas, grupos de mútuo ajuda (AA e similares), coachings, consultores de pessoas e carreiras, espaço de escrita.

É qualquer lugar que permita que você possa aprender cada vez mais a “jogar ping-pong” com a vida entre os três espaços: Eu-Percepção-Fatos.

Se tudo isso já era complicado antes – é muito mais agora.

Estamos vivendo uma Macrocrise de Autonomia Individual – típica de finais de Eras Civilizacionais Centralizadoras.

O Ambiente Midiático-Administrativo mudou de forma disruptiva, há uma demanda por uma individualização muito acelerada e isso está causando medo e angústia nas pessoas.

É preciso, assim, que as Zonas Continuadas de Desintoxicação Tradicionais não só aumentem, como já faziam, a Taxa de Autonomia Individual, mas que preparem o pessoal para viver em um mundo que demanda muito mais autonomia do que no passado.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

No capítulo 3, Fluir, do livro “Inevitável” de Kevin Kelly o autor resolve chamar dados de cópias e isso vai gerar uma confusão danada.

Vejamos.

“(…) a comunicação digital foi concebida de modo a possibilitar que as cópias fluam com o menor atrito possível”.

Quando se usa o termo “cópia” ele está se referindo a dados, e não a informação – o que gera uma confusão danada, pois temos diferença enorme entre as duas coisas.

Dados precisam fluir e fluem.

Informações já são dados mais estruturados e podem gerar decisões melhores ou piores.

Informações, entretanto, não fluem e não poder fluir livremente, pois há nelas um esforço de alguém de organizar os dados e ganhar dinheiro sobre eles.

Sem o retorno, não há negócio.

É bom detalhar que uma informação é um conjunto de dados trabalhado para gerar valor.

Um filme no Netflix não flui, você paga por aquela informação organizada em formato de filme ou série.

Os dados da sua conta bancária, idem. Sua conta fechada no Instagram, idem.

Eles são mais passíveis de cópia e de disseminação do que no passado. É muito mais barato copiar e disseminar – e daí?

E o nosso amigo – que adora uma confusão intelectual – vai gerando problemas ao longo do tempo:

“Não temos como impedir a reprodução indiscriminada em massa”.

Claro que temos.

Um supermercado só existe por que conseguiu transformar informação em produto e coloca na prateleira algo que será pago pelo cliente.

Há barreiras para impedir que se entre lá e se leve tudo sem pagar.

O mesmo temos com a informação na Internet, que pode ser roubada como uma laranja do supermercado, com risco para quem roubou.

Tem laranjas nos laranjais, mas alguém tem que ir lá colher, empacotar e oferecer perto da sua casa – o Netflix faz de alguma forma isso.

Kelly Confuso diz que “a tecnologia da rede precisa funcionar assim sem restrição”. E passa a chamar isso de fluxo constante.

Dados fluem, pessoas transformam dados em informação e muitos em conhecimento e geram valor.

Dados precisam que sejam trabalhados e é isso que gera o valor.

Informações não podem fluir sem o consentimento de quem trabalhou sobre elas, pois isso pode implicar em falta de estímulo para o trabalho.

Há obviamente um jogo entre a a oferta de informação gratuita para vender uma informação/conhecimento ainda mais de qualidade, que é um novo jogo neste novo mercado.

Porém, é no jogo de como as informações fluem ou são retidas, e não os dados, e não as cópias, que a nova economia vai se formando.

Kelly é um bem informado jornalista, que não deveria ter se arriscado a se meter em livros que pedem um pensamento mais científico.

Leitura que segue.

Que dizes?

Quando eu escrevi meus livros, o grande desafio era escolher a forma de dividir os capítulos.

Cheguei no que hoje chamo hoje de Edifício do Pensamento (Filosofia, Teoria, Metodologia, Operacional e Problema).

É preciso organizar o pensamento, colocar todos os fatores a serem abordados em uma forma lógica para que o problema a ser abordado se aproxime dos fatos.

A Ciência tem esse compromisso com os fatos, por isso, há estudos da melhor forma de organizá-los.

Quando fazemos uma obra artística isso não é necessário, pois o artista não quer espelhar a realidade, mas criar em cima dela com diversos propósitos diferentes da ciência.

Eu posso inventar o que quiser, porém quando a ideia é ajudar um mercado já ansioso e confuso a melhorar a sua interpretação dos fatos, a estrutura do livro é fundamental.

Em todos os meus três livros tive o propósito de “ajudar profissionais e organizações a lidar melhor com o digital”.

E para isso eu precisava sugerir uma nova forma de pensar o problema por etapas.

  • Primeiro, rever as bases filosóficas (relação das tecnologias com a espécie) – Filosofia da Tecnologia;
  • Segundo, rever as bases teóricas (relação das mídias com a espécie) – Antropologia Cognitiva;
  • Terceiro, rever as metodologias da Transformação Digital – (a demanda de criar área separada – Metodologia Bimodal Administrativa.

Um autor, assim, tem dois compromissos com o leitor para lidar com Problemas Complexos (o digital é um problema complexo).

Estruturar melhor o pensamento sobre o problema e depois, dentro desta estrutura, desenvolver uma narrativa, procurando dar ordem ao caos.

É a forma (estrutura) e o conteúdo (os detalhes dentro da nova estrutura).

A estrutura do livro do Kelly “Inevitável” foi feito muito mais baseado no modelo artístico do que no científico.

Kelly opta por tentar entender o novo mundo por verbos, que passarão a ser tendências: tornar-se, cognificar, fluir, visualizar, acessar, compartilhar, filtrar, remixar, interagir, rastrear, questionar e começar.

Quando vai se entrando no livro, vai se percebendo que a estrutura é mais do senso artístico (a gosto do autor) do que uma facilitadora de compreensão.

Estou na capítulo “Fluir”, por exemplo, que começa com a seguinte frase

“A Internet é a maior copiadora do mundo”.

Todas as ações que fazemos, as teclas que pressionamos, os pensamentos que temos em seu nível mais fundamental são copiados – diz ele.

Será que são copiados ou são passíveis de rastreamento?

O verbo adequado aqui é o rastrear ou passível de rastreamento, que, na verdade aparece no capítulo 10.

O livro, quanto mais eu leio, me parece um fluxo de pensamentos soltos organizados por uma estrutura aleatória, que – pela intenção (trazer esclarecimento sobre algo tão complexo e vital) acaba atrapalhando o leitor.

É isso, que dizes?

RESUMO DA LIVE:



LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157290061663631

LINKS DAS OUTRAS LIVES:

https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

RESUMOS DAS LIVES ANTERIORES:

https://www.youtube.com/playlist?list=PL7XjPl0uOsj8TxfUISqzcl4YrxYBC0vOw

 

RESUMO AQUI:

https://youtu.be/p4Proozew28

Nosso amigo Kevin Kelly faz a seguinte projeção na página 65 do livro “Inevitável”:

“Graças aos robôs, vamos poder nos concentrar em nos tornar mais humanos do que jamais fomos”.

E aí cabe a pergunta: o que é nos tornar mais ou menos “humanos”? E qual o papel das tecnologias nessa variação?

Sugiro trabalhar com o que vou chamar de Taxa de Humanidade, que é uma medida para poder definir nossa capacidade de ampliar mais ou menos nossa essência em larga escala.

  • somos tecnos para sermos humanos e humanos porque somos tecnos;
  • as tecnologias nos humanizam, pois nos permitem resolver nossas demandas.

Todo nosso esforço, ao longo destes milhares de anos, é o de nos reproduzir sem limite e sobreviver com nossas objetividades (coletivas e particulares) e existir com nossas subjetividades
(coletivas e particulares).

Tudo isso com a maior diversidade possível pelo menor preço.

Assim, quando aumentamos a população, vivemos naturalmente uma redução da Taxa de Humanidade, pois temos que abrir mão da diversidade em nome da massificação.

Precisamos nos dedicar às objetividades e deixamos as subjetividades para outra hora.

Revoluções Midiáticas-Administrativa são, assim, necessárias ao longo do tempo justamente para restabelecer o reequilíbrio da nossa capacidade de viver melhor tanto nas objetividades quanto nas subjetividades.

As tecnologias, incluindo as mídias, são criadas para permitir que possamos, a cada etapa do aumento constante da Complexidade Demográfica Progressiva, aumentar nossa Taxa de Humanidade.

Nossa Taxa de Humanidade é, assim, variável, não fixa.

Depende da nossa capacidade de nos reinventar para que volte a subir, conforme vamos sendo estimulados a aumentar o tamanho da população.

Analisando sob este ponto de vista pergunto: é possível aceitar a frase de Kelly ao dizer que por causa dos robôs “vamos nos tornar mais humanos do que jamais fomos”

Diria que há uma relação entre a taxa de humanidade, que sobe e desce, em diferentes contextos demográficos, midiáticos/tecnológicos, administrativos.

E que em vários momentos da história tivemos e teremos a redução e o aumento da Taxa de Humanidade, conforme a variação dos fatores demografia, ambiente midiático-tecnológico e modelo administrativo.

No século passado, tivemos uma queda vertiginosa da Taxa de Humanidade (explosão demográfica versus mídia concentrada), que iniciamos o reequilíbrio neste.

Assim, eu refaria a frase do Kelly da seguinte forma:

Que com o novo aparato tecno-midiático-administrativo, no qual estão inseridos também os robôs, irá nos permitir aumentar, de novo, a Taxa de Humanidade, mas não é garantido que ela será sempre alta.

Se aumentarmos a população, teremos novas crises de Humanidade, exigindo novas guinadas midiáticas/tecnológicas, administrativas.

Se continuarmos a crescer e formos incapazes de promover Revoluções Midiáticas-Administrativas Civilizacionais a Taxa de Humanidade tenderá, de novo a cair.

Ou seja, ela não é fixa e nem continuada, depende dos fatores acima citados.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Temos tido aqui na nossa Escola (Zona de Desintoxicação) de que as mídias são a placa-mãe da sociedade.

Elas são o copo principal responsável pela formatação estruturante da sociedade.

Organizações se moldam a essa mídia, em alguns aspectos:

  • no uso da linguagem – que define a forma de comando e controle de pessoas, produtos e serviços – hoje estamos na Gestão e passando para a Curadoria;
  • e no ritmo da inovação – que define a forma como as pessoas estabelecerão as relações de trabalho.

A chegada das novas mídias, em particular as Plataformas Digitais, fizeram com que o patamar da taxa de inovação saísse de valores muito baixos para altos em muito pouco tempo.

E tenderá a se manter alto, ou muito mais alto do que no passado, pois tudo agora passou a ser baseado em chip, software, celular, plataformas, startups, que mudam a cada ano e irão exigir renovação constante.

Produtos e serviços eram feitos para durar e se repetir no tempo. Agora, serão feitos para se renovar.

Assim, a motivação, a vontade de mudar, de criar, de inovar de todos os profissionais tem que ser muito maior do que no passado.

Podemos dizer, assim, que é a taxa de inovação que define o modelo ideal de vínculo de trabalho entre as organizações e os colaboradores. E a taxa de inovação depende da mídia de plantão!

A carteira assinada ou o pagamento fixo, sem variável, funcionou bem, pois organizações muito mais repetiam do que mudavam – fazia sentido – hoje não mais.

Organizações que já promoveram estão entrando agora numa Bimodalidade Estrutural, na qual haverá a empresa para o hoje e outra – do lado de fora – para o futuro.

Com perfis distintos.

Em ambos os casos, a relação empregatícia terá que ser cada vez mais de remuneração variável – compatível com a nova taxa de inovação do mercado.

Nos estudos que fizemos da chegada de novas mídias no passado observamos que não é a primeira vez que se estabelece tal relação de chegada de mídia versus mudança radical no modelo de vínculo empregatício.

Foi a mídia impressa, por exemplo, a partir de 1450, que permitiu o fim da escravidão.

Como será agora o digital que vai matar a carteira assinada.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

O que você não pode reclamar ao ler “Inevitável” do Kevin Kelly é sua capacidade de provocar debates abstratos sobre o futuro.

É um cara bom para jogar gasolina na fogueira, mas nem tanto para sistematizar o que pensa.

Ninguém é perfeito.

De fato, temos algo realmente novo na história: a chegada do que ele chamou – gosto da ironia – de “Inteligência Alienígena” e não de Inteligência Artificial.

Ele diz na página 52 de que “não sabemos se vamos encontrar vida alienígena inteligente nos outros planetas, mas, teremos 100% de certeza, que vamos criar inteligência alienígena aqui na terra”.

Dentro do que estudamos aqui na Escola, concordamos com o Kelly que a massificação da IA é algo inevitável, pois na essência da espécie há o desejo de sempre procurar formas mais adequadas de sobreviver e existir.

Note bem a distinção – sobreviver (comer, beber, dormir, morar, etc) existir (tudo que reforça nossa subjetividade.)

Há uma nova regra que temos que aprender que faz parte da nossa essência:

Quando crescemos demograficamente, esbarramos em barreiras tecnoculturais, que precisam ser quebradas para que possamos viver melhor.

E isso é fundamental de ser compreendido:

  1. os robôs serão utilizado para que a espécie possa lidar melhor com a nova complexidade demográfica, com as novas ferramentas digitais disponíveis, incluindo as “alienígenas”;
  2. e que, de maneira geral, quando colocamos equipamentos para resolver problemas de sobrevivência, aumentamos nossa demanda por existência.

Vamos olhar um pouco para a história para encaixar isso tudo.

Depois da idade média, tivemos o surgimento de uma infinidade de máquinas, que foi aos poucos substituindo antigos trabalhadores, que foram migrando da sobrevivência de força bruta para uma mais sofisticada e da própria sobrevivência para a existência.

Quer um exemplo?

Temos hoje uma mega indústria de entretenimento para preencher nossa existência que era impensável depois da Idade Média.

Operadores de tratores do agronegócio (ex-trabalhadores braçais) assistem filmes no Netflix.

Passaram da sobrevivência árdua para o consumo de produtos e serviços para a existência.

Quanto mais barato e fácil for sobreviver, mais e mais teremos necessidade de existir: há uma migração de indústrias.

Um exemplo é a explosão da indústria do esporte e similares: academias, pilates, ioga, meditação, corridas de rua.

Há, podemos dizer, ao longo da história a passagem do abandono das coisas “chatas” para as mais interessantes.

Tudo que for chato será repassado para as máquinas, incluindo as novas Inteligências Artificiais Alienígenas.

E tudo que for interessante, aquilo que as inteligências artificiais não puderem fazer, sobrará para nós.

Podemos pensar, por exemplo, que teremos inteligências alienígenas robóticas, que poderão nos ajudar a escrever poesia.

E teremos um poeta que conseguirá – junto com o seu robô poeta – criar algo ainda mais criativo, que a máquina sozinha não conseguiria.

Ele pedirá para criar em cima de Fernando Pessoa e – em cima do que o robô sugerir – vai complementar.

Kevin fala no livro, aliás, que os melhores jogadores de xadrez atualmente não são nem máquinas e nem pessoas, mas a parceria dos dois, que conseguem ir ainda além.

Cada um emprestando ao problema aquilo que têm de melhor.

Teremos mais adiante algo do tipo no Wikipedia.

Música X – feita por Erasmo, Roberto e Google.
Música Y – Paul, Lennon e Siri.

Há muito a viajar sobre isso. Kelly é bom nestas coisas.

Porém, o que mudará realmente o século ainda não é a IA, mas o que ela permite em termos da nova forma de comando e controle – mas isso é papo para outro artigo.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Imagine uma menina, Mariana, que descobriu que o melhor que faz na vida é tocar Oboé Clássico. E deseja, naturalmente, viver disso.

E vai para o Denis – marqueteiro digital de plantão – desses que andam por aí dizendo que colocam qualquer um nas alturas, que vai, logo de cara, sugerir que Mariana pare de tocar Oboé.

Que ela deve tocar algo mais popular para poder “bombar”.

Denis não consegue enxergar que o sonho da Mariana é ganhar dinheiro com o Oboé Clássico.

Denis tem o que podemos chamar de conceito de Sucesso Analógico de Massa e Mariana está precisando adquirir competências para praticar o Marketing para Sucessos de Nicho.

Não é incomum frases bombásticas do tipo – “teu vídeo precisa disso ou daquilo para bombar”, ou de que existe uma receita de bolo que serve para qualquer tipo de bolo.

Estamos ainda intoxicados com um modelo mental, no qual existe um centro que define como as coisas devem ser (sucesso, vídeos, felicidade, etc) e que o objetivo de todos, onde está também a Mariana e seu Oboé, é ir em direção a esse ponto único.

Estamos, entretanto, vivendo a passagem do Ambiente Eletrônico Analógico Vertical de Massa para o Ambiente Digital Horizontal e Distribuído.

Há nesse novo contexto aumento vertiginoso da taxa de diversidade, pois o Digital permite que Mariana encontre com muito mais facilidade seus clientes de nicho.

Na qual pessoas que querem ganhar a vida tocando Oboé Clássico podem conseguir fazê-lo, desde que compreendam como se aproveitar desse novo ambiente distribuído para chegar nos clientes de nicho.

Volta e meia encontro estas máximas – tipo receita de bolo única para todos como se ainda tivéssemos no século passado.

Diria mais.

Que cada pessoa que quer empreender neste novo mar de oportunidades tem, pela ordem:

  • Mergulhar cada vez mais fundo no seu potencial, aquilo que o diferencia e lhe permite ter uma entrega diferenciada e uma motivação de Iron Man/Woman;
  • Fazer desse potencial um produto e serviço no qual estará atrelada a sua Felicidade Estrutural (ligada ao seu projeto de vida);
  • E aprender, levar muito a sério, o melhor marketing possível que seja coerente com o seu produto/serviço e o público de nicho que quer atingir.

(A ideia de um marketing pronto, central, que serve para todos é mais um exemplo desse modelo de pensar analógico decadente.)

Mariana pode ser estruturalmente feliz com o seu Oboé Clássico, mas terá que desenvolver, além da habilidade musical, capacidade de empreender particular para transformar o seu personal sonho em realidade.

Que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:


Definitivamente, o que mais gosto do livro “Inevitável”, do nosso amigo Kelly é o título.

Filosoficamente falando, Kelly se alinha ao pensamento de McLuhan (o guia da nossa Escola de Pensamento) que dizia justamente isso: o sapiens cria a tecnologia e ela (inevitavelmente) nos recria.

Vivi esta semana algo bem simbólico dessa relação Nepô-tecnologia, quando passei a alugar o Grin – patinete elétrico, que você aluga e deixa em qualquer lugar da cidade (das áreas já cobertas/se não quiser pagar multa).

Antes do Grin, quando estava engarrafado no ônibus, não ficava olhando para a rua para ver se achava um patinete para me tirar do sufoco.

Agora olho e procuro. Engarrafou? Não tem um Grin de bobeira?

O patinete inevitavelmente mudou a minha relação com o engarrafamento.

  • No ônibus, agora, sou um Sapiens pós-Grin.
  • E até a semana passada era um Sapiens pré-Grin.

O Grin, ao existir, ser uma oferta acessível, ter um valor, me ampliou a possibilidade de pensar em mobilidade na cidade – que antes não existia.

Inevitavelmente, as pessoas poderão fazer coisas que não podiam antes.

No meu livro “Administração 3.0” chamei isso de vácuo tecnocultural que se expande com a chegada de cada tecnologia.

  • Sapiens não voador – voador;
  • Sapiens sem condições de dirigir um automóvel – com condições;
  • Sapiens sem condições de sair da terra – com condições.

As tecnologias, assim, alteram INEVITAVELMENTE a Tecnocultura, pois permitem que façamos algo que não era possível antes

Kevin Kelly reforça a ideia de McLuhan de que não se briga com tecnologias, mas se adapta a ela, evitando o pior e nos aproveitando do melhor.

Hoje, tenho usado bastante a metáfora do copo (tecnologia) com a água (sociedade).

A sociedade é a água que se adapta aos copos Tecnoculturais disponíveis – quando mais os copos nos permitirem nos expandir, mais serão utilizados.

Grin versus engarrafamento.

Até aqui nosso querido amigo Kelly vai muito bem, mas comete um erro básico do Futurismo que é confundir essência, demanda e oferta.

A divisão proposta pelo livro, no qual vai apontar “12 forças tecnológicas que mudarão o mundo” (o original em inglês não foi deturpado) “the 12 Technological Forces That Will Shape Our Future” é uma furada, conceitualmente falando.

Note que as “ditas forças tecnológicas”: tornar-se, cognificar, fluir, visualizar, acessar, compartilhar, filtrar, remixar, interagir, rastrear, questionar e começar não são forças tecnológicas.

São demandas humanas, que partem da nossa essência, que poderão ser alteradas, a partir das novas tecnologias.

Do ponto de vista conceitual, poderia se colocar no título “as doze demandas/essências/hábitos humanos que serão alterados por novas tecnologias”.

Parece um detalhe, mas muda completamente o ponto de vista do que se está falando. Fluir não é uma tecnologia, mas uma demanda humana, que vem fluindo, desde que o sapiens é sapiens.

A confusão entre o que é essência, demanda e tecnologia é passada para o leitor, pois tornar-se, cognificar, fluir, visualizar, acessar, compartilhar, filtrar, remixar, interagir, rastrear, questionar e começar são atividades humanas, desde que saímos das cavernas.

Não são novidades na essência ou na demanda do sapiens, mas o que teremos é mudança nas tecno ofertas disponíveis e – inevitavelmente – faremos estas atividades de forma distinta do que hoje.

Não gosto ainda de colocá-las na sequência e sem ordenamento e conexão entre elas, misturando frutas com legumes, pois:

Tornar-se, questionar, começar são atividades de consolidação individual abstratas – resultado de algo, não são um verbo, mas um debate filosófico da forma como sentiremos ou pensaremos o mundo daqui por diante.

É um resultado abstrato de tudo que viveremos – um sentir o mundo.

E fluir, compartilhar, filtrar, remixar, interagir, rastrear, visualizar,
cognificar são atividades cotidianas para se chegar naquele resultado.

São verbos ligados ao conhecimento, comunicação e informação.

A separação das mesmas mais atrapalha do que ajuda.

Não gosto de livros que – para vender – criam classificações para parecerem “didáticos”, “fáceis de consumir” que aparentemente vão ajudar, mas, ao final, atrapalham.

É o caos com carinha de organização.

Um Futurista deve ter capacidade de síntese, de juntar pontos e isso implica uma boa classificação dos diferentes fenômenos para ajudar o leitor a entender do quadro geral aos específicos.

O livro é um verdadeiro quebra-cabeças a ser remontado.

Sim, tem boas sacadas, boas histórias e muita informação, mas tem que ser lido por quem já tem alguma bagagem, pois pode gerar mais confusão do que iluminação aos neófitos.

Ou seja.

Inevitavelmente, confuso…

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157273773468631

LINKS DAS OUTRAS LIVES:

https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

RESUMOS DAS LIVES ANTERIORES:

https://www.youtube.com/playlist?list=PL7XjPl0uOsj8TxfUISqzcl4YrxYBC0vOw

DIGITAL NA POLÍTICA – VENHA FAZER O CURSO!

https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1178554614-modulo-online-digital-na-politica-by-nep-_JM?quantity=1

Quando leio os livros sobre Futuro, agora estou com o “Inevitável” do Kelly, observo verdadeiro desfilar de novidades e de impactos das novas tecnologias na sociedade.

De fato, teremos cada vez mais Inteligência Artificial, mais conexão, carros autônomos, um conjunto enorme de macros e micros mudanças.

Porém, são poucos ainda que enxergam o grande desafio do novo século: a espécie está mudando disruptivamente a forma de exercer o poder, de gerenciar processos e de promover o controle da qualidade de produtos e serviços.

Pela primeira vez, temos um modelo administrativo, que dispensa o antigo “líder-alfa mamífero”, que operava com a linguagem dos sons (oral e escrita) também chamado de chefe, de gerente.

E passamos à nova Linguagem dos Rastros, que permite a interação entre comunidades de consumo, viabilizadas pelo pacote integrado de: curador, que gerencia aplicativos, plataformas, chips inteligentes, IA e intensa participação da comunidade.

O novo modelo administrativo é a locomotiva e todo o resto é vagão!

Vivemos uma passagem similar – mas muito mais disruptiva – do que já se passou pós-Idade Média, quando demos início à sociedade contemporânea, a partir da chegada e massificação do papel impresso, que promoveu a Revolução Midiática Administrativa Impressa:

  • a importante passagem do feudalismo para o sistema de livre mercado;
  • da monarquia para a república;
  • da escravidão para o modelo patrão-emprego.

No futuro falaremos do mais importante que estamos vivendo hoje: a migração da Gestão para a Curadoria, resultado da Revolução Midiática-Administrativa Digital.

Estamos alterando mais uma vez nosso Ambiente Midiático-Administrativo por causa do aumento demográfico, alterando a forma de controlar processos, qualidade e pessoas dentro das plataformas digitais “uberizadas“.

Estamos migrando das organizações tradicionais, que praticavam a gestão e que realizavam diretamente o controle de qualidade dos produtos e serviço para as organizações curadoras, que transferem esse controle para os membros da comunidade de negócios (fornecedores-consumidores).

E é justamente isso que podemos chamar de “Transformação Digital”, de um modelos administrativo menos exponencial para um mais exponencial.

É esta mudança que está matando as organizações tradicionais.

A realidade tem demonstrado que é muito difícil emocionalmente sair do “mundo mamífero/líder-alfa controlador” que funcionou, até então, para o “mundo das formigas/curador“, que vai nos permitir criar um ambiente mais adequado para o novo Patamar Demográfico de 7 bilhões – em crescimento.

A chegada da Curadoria é o principal carro-chefe das mudanças, que afetará todos os setores do direito à política, da energia à mobilidade, da moradia às vendas de todos os tipos.

O resto das novidades irá se somando a isso.

É preciso, assim, separar a causa da consequência, daquilo que é uma mudança incremental ou mesmo radical de uma alteração disruptiva no epicentro da espécie: a forma de comando e controle.

Separar o joio do trigo é, aliás, a missão principal de um Futurista Competitivo.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Um dos grandes problemas de qualquer Futurista Competitivo é o de não compreender a essência humana.

  • É da essência que nascem as demandas;
  • Das demandas vêm as ofertas;
  • E é das ofertas que vivem os negócios.

Assim, podemos dizer que quem conhece a essência humana consegue prever mais facilmente as futuras ofertas.

Quando vivemos em períodos de Futuro Comum está tudo controlado e contido e não é necessário tal aprofundamento, que se inverte quando passamos a um Futuro Incomum.

O estudo da essência humana exige certo trabalho, pois é tema, em geral, dos filósofos, que sempre se perguntam “Quem somos?” e dos historiadores, que analisam as repetições no tempo.

Assim, um Futurista Competitivo que não gosta de filosofia e de história não é um Futurista Competitivo de médio e longo prazo, apenas do curto, pois não vai enxergar o ser humano no seu tempo dentro de vários tempos.

É justamente dessa falta do conhecimento da essência humana que vem os absurdos dos conceitos, tal como “sociedade do conhecimento”, “da informação”, “do compartilhamento” e tantas outros MIMIMIs do mercado.

Confunde-se o que é essencial (conhecimento, informação e compartilhamento) com o conjuntural (como resolvemos tais problemas: sociedade do conhecimento, da informação, do compartilhamento DIGITAL).

Dito isso, é preciso entender que o ser humano, do que estudo aqui no laboratório,tem quatro essências fundamentais:

  • A Complexidade Demográfica Progressiva – que, por causa da possibilidade de reinventar novas tecnologias, consegue abrigar cada vez mais gente na sociedade;
  • A Inovação Permanente – que, por causa da primeira essência, nos empurra sempre a reinventar a sociedade em todos os aspectos, mas principalmente nas grandes Eras marcadas por mudanças midiáticas-administrativas;
  • A Diversidade Individual – na qual cada indivíduo quer ver suas demandas específicas atendidas (objetivas e subjetivas) da melhor maneira possível e pelo menor preço;
  • Os Valores Coletivos Milenares – aqueles que devem ser preservados para que ele possa praticar com segurança a diversidade individual – proteção à vida, família e à propriedade.

Estes são os preceitos estruturantes da espécie, que podem estar em contenção ou expansão, conforme a taxa acumulada de aumento demográfico e do contexto do ambiente midiático-administrativo – novo ou antigo.

  • Quando aumentamos a população e temos a obsolescência do modelo midiático-administrativo, a diversidade individual e os valores coletivos tendem a ser contidos;
  • Quando aumentamos a população e temos o surgimento de novo modelo midiático-administrativo, a diversidade individual e os valores coletivos tendem a ser expandidos.

O século passado foi o ponto limite de contenção e o atual é de expansão tanto do aumento da Diversidade Individual como dos Valores Coletivos Milenares, que voltam com toda força.

Se vamos projetar o futuro é preciso dizer que o Sapiens está pronto para aumentar até o limite do novo modelo a sua diversidade individual (objetiva e subjetiva) e ver retornar os Valores Coletivos Milenares.

São estas as bases para se pensar a sociedade do século XXI e é dentro desse jogo que se dará a relação de oferta e demanda.

Quem oferecer cada vez mais diversidade para cada vez mais gente – com as novas possibilidades midiáticas-administrativas, vai liderar o mercado.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Se fala muito de IA, mas é preciso classificá-las em dois grandes grupos, quando aplicadas à Plataformas Digitais:

  • A IA da Gestão – que administra o Big Data centralizado;
  • A IA da Curadoria – que administra o Big Data distribuído.

Peguemos, como eu gosto, da comparação do Netflix e do Youtube.

Ambos utilizam IA para seus projetos.

Porém, o uso que o Netflix faz da IA para decidir que filmes vai produzir, por exemplo, é uma IA para o gestor decidir. É o que podemos chamar de IA da Gestão, com limites.

O uso que o Youtube faz da IA para recomendar vídeos para o usuário é uma IA para o consumidor/fornecedor de vídeos decidir. É o que podemos chamar de IA da Curadoria, com limites muito mais amplos do que os do Netflix.

O Youtube permite uma diversidade de acervo exponencialmente maior do que o do Netflix – isso é inegável.

Muitos dirão que o Netflix também faz recomendações de filmes, como o Youtube, porém temos que entender que estamos, com a Internet, aumentando radicalmente a demanda cada vez mais dos usuários por diversidade.

O Netflix consegue ser mais diverso do que uma TV tradicional, não exige horário, local, porém a capacidade de diversidade de grade é limitada – faz sucesso na fase de transição entre o analógico e o digital.

Porém, esbarrará, em breve, nos limites do modelo.

Por outro lado, o Youtube foi feito para gerar Diversidade de Nicho na Massa . É um criador de nicho em larga escala, que se aproximará muito mais dos desejos dos nossos netos.

Note que a base de usuário do Netflix é de 140 milhões, com baixa taxa de diversidade e a do Youtube de 2, 2 bilhões, com diversidade exponencial.

Não podemos dizer que estamos falando, assim, da mesma IA, mas de duas distintas.

A IA do Youtube foi criada com uma finalidade e a do Netflix para outra.

O Netflix é, a nosso ver, um bom exemplo do primeiro uso da IA nas Plataformas Digitais da Gestão, usando os novos canais digitais, para oferecer um produto melhor – e bem comerciável, pois é próximo do modelo anterior da televisão.

O Netflix, no máximo, pode ser classificado de inovação radical, pois ainda mantém o DNA Administrativo da Gestão – o gestor decide sobre todos os produtos e serviços que serão oferecidos, sendo ele o responsável direto pelas pessoas e qualidade.

O Youtube, por outro lado, é um projeto ainda incipiente do segundo uso das Plataformas Digitais para oferecer um produto melhor – com muito mais diversificação – ainda procurando uma forma mais comercial muito mais distante do modelo anterior da televisão.

O Youtube, entretanto, já pode ser classificado de inovação disruptiva, pois já utiliza o DNA Administrativo da Curadoria.

O curador não decide sobre os produtos e serviços que serão oferecidos, que fica por conta da comunidade de consumo (fornecedor e cliente), não sendo mais o responsável direto pelas pessoas e qualidade – ele assume o papel indireto, cuidando apenas do ambiente da Plataforma Digital.

O Youtube consegue ser exponencialmente mais diverso, justamente por que tirou o gestor que controlava conteúdo e isso só é possível pelo uso da IA, que administra os Rastros Digitais (cliques, comentários, estrelas, compartilhamentos) deixados pelos usuários na Plataforma.

  • A Curadoria permite, assim, “curadorar” bilhões, com diversidade distribuída;
  • Gestão fica na casa dos milhões, com diversidade centralizada.

O Youtube é um primeiro passo para vôos ainda maiores da Curadoria, que começará dentro em breve a oferecer Plataformas Digitais, em escala de bilhões, com uso massivo do blockchain, que será a radicalização do modelo – o que podemos chamar de Curadoria 2.0

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?

Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.

“Nepô, quero ser bimodal!”

É básico para um futurista estudar a essência humana.

E como se conhece?

Olhando para a repetição dos nossos antepassados, estudando história e filosofia.

Se há algo que sempre volta, que sempre está presente e faz parte da humanidade é que provavelmente ali temos uma essência humana.

As essências humanas são a base para saber aquilo que o ser humano vai procurar, vai querer manter, vai perseguir em todos os contextos.

Essências causam demandas, demandas geram ofertas e a relação oferta/demanda é o o DNA dos negócios.

Por causa disso, ou por falta disso, que pensadores digitais se equivocam tanto ao tentar entender o digital.

São Futuristas do tempo presente e não há como entender o tempo presente se não compararmos o mesmo com o passado.

Por causa dessa falha grava no Futurismo de plantão, temos por aí os conceitos vazios de sociedade da informação, conhecimento, Economia do compartilhamento e outra baboseiras do tipo.

Conhecer, se informar, compartilhar fazem parte da essência humana – o que muda é como fazemos isso a cada momento.

O que temos, assim, muito em função da chegada de novas mídias, mudanças na forma de nos informar, de conhecer e de compartilhar.

Este tipo de visão do tempo presente dentro do tempo presente, indutiva, é a vã tentativa de querer entender o século olhando para o próprio século.

Tal prática é o que podemos chamar de Falsas Novidades.

Que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?
Quer passar a ministrar palestras e cursos nesse campo?
Vem se formar na escola e participar de nossos núcleos regionais…

Tudo começa com você me enviando um Zap: 21-996086422.
“Nepô, quero ser bimodal!”

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157256876268631

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157256876268631

RESUMO DAS LIVES ANTERIORES:

Lá pela página 15 do livro “Inevitável” do nosso amigo Kelly ele diz: “…a maioria das importantes tecnologias que dominarão a vida daqui a 30 anos ainda não foi inventada”.

Acredito que foram.

As demandas humanas são mais ou menos fixas, o que varia em torno de nós são as ofertas.

De alguma forma, as tecnologias de hoje são sofisticações das mesmas que nossos antepassados usavam para resolver demandas que foram ficando complexas com o aumento demográfico.

O que se pode admitir é que mais adiante possamos fazer mudanças genéticas na espécie e aí pode-se alterar as demandas – tal como se alimentar de da luz solar, ou beber da umidade do ar.

O que seria, por sua vez, uma mudança da demanda e não da oferta.

Note que o Second Life e o tão badalado óculos do Google não caíram no gosto do freguês – a oferta não chegou na demanda.

Há, de maneira geral, uma fantasia das pessoas que o ser humano irá mudar a sua essência por causa das tecnologias, discordo disso.

É fato que nos adaptamos ao “copo tecnologia”, mas as essências principais continuam lá.

Por fim, há sim esta demanda por sofisticação constante, em função do aumento demográfico progressivo,que exige cada vez mais tecnologias, mais sofisticadas.

Sim, a quantidade e dependência do sapiens diante das tecnologias aumentou com o tempo, mas não se alterou.

Concordas?

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Me mande um zap: 21-99608-6422

Conheça nosso Programa de Formação de Futuristas Bimodais.

Veja aqui o depoimento completo dos nossos formandos!

RESSALVA

Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – da filosofia ao operacional” (em produção) temos o Glossário Completo com a definição de todos os conceitos para que sirvam de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos formandos:

Older Posts »

WhatsApp chat