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O Blog tem mais de 10 anos de conteúdo.

As categorias principais são divididas por Ciências, que compõem o arsenal conceitual para entender e agir melhor diante da Era Digital.

Diria que o carro-chefe das pesquisas para conseguir resolver o nosso Problema-Matriz é o Futurismo.

Sem a construção de um Mapa de Cenários Prováveis que sejam eficaz todo o esforço para entender e agir diante do Digital terá menos possibilidade de êxito.

O Futurismo se desdobra em Ciências Emergentes e Revisitadas, a saber:

Em quase todos os textos os Conceitos Estruturantes aparecem em Negrito com links para a página principal de referência de cada Ciência, que conta ao final com o Glossário dos Conceitos Estruturantes.

Há artigos que são escritos sobre determinada Ciência em particular que entram como “Artigos sobre Antropologia Cognitiva“, por exemplo.

O esforço de organização e método se justifica por fazer contraponto ao mercado, que tende a conceitos sem definição clara, articulação entre eles, dificultando não só a análise, mas a compreensão do que os autores realmente pensam e sugerem.

Quanto mais claras e organizadas estiverem as ideias e conceitos, mais fica fácil de entender, criticar e se utilizar delas.

A proposta aqui é a criação de um Blog Científico, preocupado com método para ajudar a organizar na melhor forma de pensar e agir sobre a Era Digital.

Qualquer dúvida, estou por aqui: 21-99608-6422

Novas Mídias Descentralizadoras criam um período de Desequilíbrio Informacional.

A sociedade se habituou a um Patamar de Escassez Informacional e num curto espaço de tempo saímos para a Abundância.

Este fenômeno tem forte impacto em todos os campos da sociedade, pois há um Ambiente Social, que foi criado para lidar com um tipo de Controle de Informação e, de uma hora para outra, temos outro.

Isso tem impacto nos negócios, na política, na educação, na economia, pois vamos percebendo que muito da forma como a sociedade opera depende de:

  • Dos canais das mídias disponíveis;
  • Da forma de controle da informação que estes canais acabam por determinar;
  • E tudo que gira em torno deste controle

Podemos analisar o impacto da passagem da Escassez para a Abundância em diversas áreas, a saber:

  • Organizações – de cliente menos para mais exigentes e maduros;
  • Pessoas – da incapacidade de lidar com um fluxo muito menor para um muito maior de informação.

Há muito que se aprofundar nesse tema e é uma das novidades que temos trabalhado na Escola, graças às reflexões com a leitura do livro Abundância, na Oitava Temporada.



Diversos novos conceitos sobre Administração precisam ser criados para nos ajudar a pensar e agir melhor diante do Digital.

Glossário dos Conceitos Estruturantes:



Diversos novos conceitos sobre Ciência precisam ser criados para nos ajudar a pensar e agir melhor diante do Digital.

Glossário dos Conceitos Estruturantes:

lÉ um ramo da Filosofia que analisa a relação do Sapiens com as tecnologias.

Glossário dos Conceitos Estruturantes sobre Filosofia da Tecnologia:

Tecnoespécie – o sapiens é sapiens por que é tecno e e é tecno por que é sapiens;

EPISÓDIO 01:

A palavra Inovar vem de novidade, trazer o novo.

Existe um mito no mercado que todo mundo está doido para inovar.

Só que quando você traz o novo, está se tirando o velho de algum lugar.

Inovar significa “desvelhecer” algo.

Pessoas e organizações trabalham em cima do cotidiano, que é formado de hábitos e rotinas.

E em cima dos hábitos e rotinas existe o status quo, quem se beneficia dela e quer manter tudo que lhe oferece.

Inovar significa enfrentar pessoas que não querem mudar de hábito ou rotinas e perder algum tipo de status.

E aí se inicia negociação entre o velho e o novo.

E se aceita, na disputa, um tipo de inovação controlada, aquela inovação aceita pela antiga ordem, mas não necessariamente aquela que vai garantir o aumento da taxa de competitividade.

Muitas vezes acaba saindo a inovação negociada, meia-boca, pois a ideia de trazer algo novo está diretamente ligada a melhorar a competitividade das pessoas e organizações.

Nem toda novidade, entretanto, ajuda, muitas até atrapalham, pois é resultado do duelo entre o velho e o novo, que quando sai o resultado nem sempre melhora a competitividade.

Assim, quem quer inovar tem que estar preparado para encarnar o que chamo de Espírito de Guerreiro.

Uma força que tem que vir de dentro para fora que vai enfrentar todas as cascas de bananas, pedras, buracos, lamas, que vão aparecer pelo caminho.

E aí se precisa de auto-motivação, alinhamento entre o projeto de inovação e o propósito de cada pessoas à procura do que chamamos aqui de Felicidade Estrutural.

Inovar, numa espécie que cresce de complexidade, é uma obrigação, mas não é algo simples e gostoso, como se vende nas palestras sobre o tema.

Abordamos estes assuntos no nosso Programa de Formação Bimodal da Escola. Veja o depoimento de um dos formandos:

VER AO FINAL O DESCRITIVO DOS CONCEITOS ESTRUTURANTES DA ANTROPOLOGIA COGNITIVA,

Ciência Emergente que ajuda a compreender a Era Digital, a partir do estudo do Fenômeno Social Recorrente, que é a massificação de Novas Tecnologias Midiáticas.

Conceitos Estruturantes pela ordem de criação:

  • Tecnocultura – nova forma de pensar a cultura de forma integrada com as tecnologias, algo que sempre foi assim, que faz parte da nossa essência – o termo é trabalhado também na Filosofia da Tecnologia;
  • Ciclo de Abundância/Escassez Informacional – variam conforme as mídias de plantão e o tamanho populacional;
  • Complexidade Demográfica Progressiva – faz parte da essência de uma Tecnoespécie que cresce demograficamente, pois é capaz de alterar a forma como se administra;
  • Tecnoespécie – espécies capazes de inventar e reinventar tecnologias, sendo o Sapiens a única do planeta;
  • Tecnologias Midiáticas – responsáveis por como nos informamos, comunicamos, trocamos e aprendemos – o conceito aparece também no Futurismo;
  • Complexidade das Demandas/Ofertas – variações que ocorrem, conforme aumentamos a população;

Este é o décimo quinto texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Topia é lugar. Utopia é o não lugar.

Algo que não existe.

Podemos dizer que o presente livro analisado é utópico, Tecno-Utópico, pois acredita que as tecnologias podem nos levar para uma sociedade impossível.

Ao deixar subentendido que estamos indo para um estado de “Abundância Permanente” de uma sociedade que resolverá de vez o problema de Escassez.

Os autores criam o que podemos chamar de Tecno-Utopia para se contrapor aos que defende a Tecno-Distopia, em que tudo está indo para um ambiente pior do que antes.

(No filme Manhunt Unabomber, por exemplo, o criminoso acreditava que o futuro seria bem pior, pois era um Tecno-Distópico).

A Distopia e a Utopia têm problema similar: não acreditam em Pêndulos Sociais, que variam conforme determinados contextos.

Podemos ter aumento da Escassez ou da Abundância dependendo do contexto Tecnocultural, são dois pólos que variam, conforme o predomínio de determinadas Forças.

Assim como podemos ter calor/frio, saúde/doença, alegria/tristeza, etc.

Não existe a alegria absoluta e nem a tristeza.

Um pensamento mais científico é justamente aquele que vai analisar o Mapa das Forças e apontar o Mapa dos Cenários Prováveis.

Sim, vivemos um Ciclo de Abundância Informacional, depois de um longo Ciclo de Escassez Informacional, devido principalmente a duas forças:

O Ciclo de Abundância Informacional vai gerar resultados de ajuste entre a Complexidade das Demandas com a Complexidade das Ofertas.

Nada além disso.

Se continuarmos a crescer demograficamente, passaremos a entrar em viés de Escassez Informacional, reiniciando o Ciclo.

Podemos dizer, assim, que o DNA da Utopia/Distopia está justamente no fato de enxergar num Ciclo Mutante, que varia conforme contextos, algo que será permanente de forma otimista ou pessimista, conforme o perfil de cada um.

Este é o décimo quarto texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Na pg. 352, os autores escrevem “…não sabemos qual tecnologia emergirá e mudará o mundo“.

Tenho dito que os autores caem no “pecado mortal” de tentar trabalhar o Futurismo sem um Mapa das Tecnologias.

Mapa das Tecnologias permite fazer a classificação das diferentes tecnologias e a capacidade que cada categoria tem para alterar o Mapa dos Cenários Prováveis.

Assim, podemos dizer que uma possível massificação das Tecnologias Genéticas serão mais impactantes do que a massificação de novas Tecnologias de Mobilidade, pois as primeiras alteram a Essência das Demandas do Sapiens e as segunda complementam as ofertas já existentes.

Podemos também dizer que Tecnologias Midiáticas são muito mais impactantes do que Tecnologias Alimentícias, pelos mesmos motivos.

Cada uma tem um peso dentro do Mapa dos Cenários Prováveis para que se possa criar cenário factível.

É uma das Ciências Emergentes que estão sendo criadas ou recriadas para entender a Era Digital.

A Era Digital demonstra que nosso Mapa das Forças que faziam a diferença na sociedade estava equivocado.

É preciso um ajuste do Mapa das Forças para que possamos entender onde estamos e para onde vamos – missão dos Futuristas.

A Filosofia da Inovação é um ramo da Filosofia e visa tentar entender, de forma mais abstrata e conceitual, as demandas e condições para que possamos inovar.

A Filosofia da Inovação visa refletir sobre a relação do Sapiens com a Inovação e trazer novos conceitos para ajudar a pensar e agir diferente neste campo.

Criei aqui no blog uma categoria específica sobre isso.

É mais um vagão que será puxado pela locomotiva que é o carro-chefe da Escola Bimodal: o Futurismo.

Eis alguns Conceitos Estruturantes dessa Ciência Emergente:

Disrupção – forma de agir e pensar que altera profundamente o senso comum, exigindo alto grau de abstração;

Mentes Quietas – facilidade de lidar com o senso comum, hierarquia e com o cotidiano, porém dificuldade de lidar com Disrupção,;

Mentes Inquietas – dificuldade de lidar com o senso comum, hierarquia e com o cotidiano, porém facilidade de lidar com Disrupção,;

Senso Comum – conjunto de valores e conceitos, que formam o Paradigma Dominante de determinada época;

Paradigma Dominante ou Vigente –  o mesmo que Senso Comum;

Espírito de Guerreiro – atitude proativa diante das intempéries de quem quer trazer inovação para a sociedade;

Felicidade Estrutural/Conjuntural – a conjuntural é a do cotidiano e a estrutural é aquela que você constrói ao longo do tempo, preocupado com um legado de vida;

A Disrupção é um tipo de inovação que modifica – de forma profunda – a forma de pensar e/ou agir sobre determinado problema.

A Disrupção, assim, exige que haja nível maior de abstração para se olhar o senso comum – de fora – e se perceber que não faz sentido e que pode haver outra forma de se pensar e/ou agir.

De maneira geral, a sociedade estimula Mentes Quietas, que podem preservar e repetir os modelos. É uma forma de garantir a sobrevivência e a continuidade dos processos.

Porém, vivemos um etapa especial da humanidade, que é a passagem de uma Era para outra, a partir da chegada de novas Mídias Descentralizadoras.

Há, em toda a sociedade, demanda por Disrupção e, por sua vez, de estímulo aos Inquietos.

  • Mentes Inquietas têm mais facilidade para esse tipo de missão: promover a disrupção, a despeito do Senso Comum.
  • Mentes Inquietas são mais raras e são mais relevantes justamente no momento que precisamos reinventar o que ficou obsoleto com o tempo.

Um bom exemplo disso pode ser visto em dois filmes no Netflix.

No Unambomber, por exemplo, o perfilador do FBI, praticamente sozinho, rejeita os métodos adotados por uma vasta equipe de quietos e chega ao criminoso,inventando um novo braço no levantamento de pistas: o estudo de espécie de “Impressão Digital pela Linguagem”.

Precisava-se daquele mente fora do padrão para se ver algo que uma equipe inteira obediente à hierarquia e não aos fatos, não conseguiu enxergar.

Outro exemplo na mesma linha é o Grande Aposta, no qual um matemático, responsável por um fundo de investimentos, prevê a queda do mercado imobiliário e aposta nisso contra todas as previsões.

Em ambos os casos, são fortemente atacados pelo status quo e, por que se atém aos fatos, acabam, ao final provando respectivas apostas.

Tenho trabalhado ao longo dos últimos anos com o que passei a chamar de Inquietos – pessoas que têm capacidade de abstração maior e, por causa disso, entendem e querem algo fora do senso comum.

A Mentalidade Analógica – formatada para viver num ambiente de futuro mais controlado, procura abafar esta inquietude.

Temos hoje uma espécie de embate surdo entre os Quietos e os Inquietos.

Porém, da mesma forma que os Quietos são fundamentais na continuidade, os Inquietos são indispensáveis na demanda por Disrupção.

Os Inquietos são pessoas fundamentais quando os Paradigmas Vigentes se mostram obsoletos como agora em plena Revolução Midiática Civilizacional Digital.

O Programa de Formação Bimodal é justamente pensado para fornecer aos Inquietos conceitos mais consistentes para que possam lidar melhor com o senso comum.

Veja o depoimento de um dos formandos:

Compre por aqui – exclusivo para participantes do Grupo Vip e que tenha certificado do Módulo Básico:


Quando falamos Mídia, estamos falando daquilo que está “no meio”, entre nós. Entre os humanos existe tecnologia.

Ninguém sai falando, aprende, é um tipo de Tecnologia Cultural e depois criamos Tecnologias Físicas, escrita em diante.

Mas quando falamos em tecnologias, estamos nos referindo a Chaves de Flexão e Inflexão.

Tecnologias, até o momento, são Forças Inativas, pois não tem motivação própria.

Podem repetir processos, que servem de Chaveamento para provocar Flexão ou Inflexão de Demandas Humanas.

Temos dois fatores que envolvem a Anatomia das Mídias no processo de Chaveamento:

  • Os Canais Midiáticos – que criam a flexão/inflexão do controle/recontrole, que nos leva a ciclos de escassez e abundância informacional;

No Digital, os novos Canais Midiáticos permitem a Digitalização e as novas Linguagens Midiáticas, a Uberização.

RESUMO DA LIVE:

A Live:




Venezuela, previdência e o futuro do PTLinks:Formação Digital Bimodal:https://nepo.com.br/2018/12/04/o-curso-de-formacao-bimodal/Lives antigas:https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

Posted by Carlos Nepomuceno on Monday, February 11, 2019

Podemos dizer que quanto mais Sapiens houver no planeta, mais a informação terá que se descentralizar.

A informação é a chave para que se possa descentralizar a tomada de decisão para lidar melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva – uma das essências da nossa espécie.

A descentralização das decisões não é opcional, mas obrigatória!

Toda vez que aumentamos demograficamente, ficamos grávidos de nova mídia que acaba nascendo depois de um certo tempo para que possamos lidar melhor com o novo Patamar de Complexidade.

A nova mídia vem, assim, com dois objetivos no âmbito da Anatomia das Mídias:

  • Criar novos Canais Midiáticos – para reduzir uma era de escassez e passarmos para a abundância de informação;
  • Criar nova Linguagem Midiática – que nos permite criar novos Macro Modelos Administrativos mais sofisticados.

O problema principal é justamente o que estamos vivendo: a adaptação do Ambiente Social Pré-Revolução Midiática para o Pós, com dois fenômenos em paralelo: Digitalização (da escassez para a abundância da informação) e Uberização ( da Gestão para a Curadoria, que tem novo DNA Administrativo).

Um Ambiente Social com muito mais informação exige alterações emocionais e intelectuais das pessoas, até que depois de algumas gerações consideremos tudo isso “normal“.

Há, em função disso, demanda por criação de conceitos mais abstratos, pois há necessidade de analisar a informação abundante para separar:

  • o que é falso do que não é;
  • como cada nova informação se encaixa no quadro mais geral;
  • E qual é o quadro mais geral que te guia para interpretar os problemas que têm para resolver na vida pessoal e profissional.

Num ambiente de escassez nada disso era emergente e fundamentgal.

Fomos educados, formatados e preparados para Ambiente de Escassez Informacional e é preciso proceder esse processo de Trans + Formação para podermos lidar com mais facilidades neste novo contexto.

O tema tem sido tratado na Oitava Temporada das Leituras Compartilhadas, na leitura do Livro Abundância de Diamandis e Kotler.

E no Programa de Formação Digital Bimodal, com os Módulos Básico e Intermediário.

Veja abaixo a avaliação de um dos formandos do Módulo Básico:

Este é o décimo terceiro texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Um desalinhamento com o livro é sobre a Essência das Tecnologias.

De maneira geral, quando se fala em tecnologia se atribui a elas, independente a Essência de cada uma, a mesma capacidade de alterar o cenário.

Um Futurista mais maduro tem que ter um Mapa da Essência das Forças Tecnológicas.

Uma mudança genética, por exemplo, em larga escala está no topo dos impactos das alterações futuras.

Bem como a chegada de Novas Mídias Descentralizadoras, que geram um Ciclo de Abundância de Informação.

Sem esse tipo de mapa, que exige uma revisão do senso comum, fica difícil projetar mudanças no novo século.

No livro em questão, não há esta preocupação e talvez seja um dos erros mais grosseiros das previsões de futuro que estão ali.

No livro, as tecnologias são vistas iguais o tempo todo, o que deve ser evitado por um Futurista.

Este é o décimo segundo texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Temos alguns alinhamentos, mas diversos desalinhamentos.

Os autores têm uma visão bem diferente dos Bimodais sobre Tecnologia.

Para nós, tecnologia é parte integrante da espécie, quando surgem os conceitos da Tecnoespécie e Tecnocultura.

Não se pode pensar o Sapiens sem tecnologia. Não seria a nossa espécie.

Os autores ressaltam o papel das tecnologias de tempos recentes, com mais enfase agora.

“No segundo futuro, a maioria da humanidade acabará se mesclando com a tecnologia”.

Do ponto de vista cultural, só viramos Sapiens, pois somos Tecnoespécie.

Aqui, temos um debate sobre Filosofia da Tecnologia, que define a nossa espécie, a nossa essência, como Tecnoespécie, o que torna mais fácil compreender nossos passos.

As tecnologias são espécie de fronteiras que temos em torno de nós, que avançamos ou ficamos limitados, até que surjam novas.

Esta visão é fundamental para um Futurista poder enxergar o cenário de forma mais adequada e é uma das revisões que sugerimos nas Ciências Emergentes.

Fazem parte dos conceitos da Filosofia da Tecnologia que tem como missão rever a Essência do Sapiens, a partir de novo olhar sobre a nossa relação com as tecnologias.

O tema é largamente abordado no meu último livro Administração 3.0 e no Módulo Básico da Formação Bimodal.

A informação não existe no vazio.

Aonde tivermos informação teremos tecnologias que as “envelopam“.

Assim, conforme o aparato tecnológico que temos, definimos a forma de controle da informação que praticaremos.

Muito raramente, temos alterações profundas nos Canais de Informação, com viés de controle ou de descentralização.

No momento, que se massificam tecnologias, que favorecem a descentralização temos fenômeno chamado Revolução Midiática Civilizacional.

Assim o Patamar de Controle da Informação, aqui neste caso, varia, não por motivos sociais ou políticos, mas por mudanças tecnológicas no aparato de mídia.

Com viés de centralização, como tivemos no século passado com a chegada da Mídia Eletrônica e no atual século com a chegada da Era Digital.

O Patamar de Controle da Informação é um conceito da Antropologia Cognitiva uma das Ciência Emergentes, demandada para entender a nova Era.

Desde que comecei a minha aventura de reflexão e ação para entender a Era Digital e ajudar meus clientes e alunos para lidar melhor com ela, que tenho trabalhado com novas e revisitadas áreas da Ciência.

Podemos dizer que é preciso rever diversos parâmetros da própria Ciência, que trabalho diversas abordagens novas, que denominei Ciência Revisitada.

Além disso, é preciso revisar profundamente a Ciência da Administração, rever a da Comunicação, criando nova vertente a Antropologia Cognitiva.

Há também a demanda pelo debate da Filosofia da Inovação.

E atualizar uma bem recente, que ganha cada vez mais destaque, denominada de Futurismo (que pode ser visto por aí como Futurologia ou Ciência de Futuro).

É um leque de conceitos interconectados, que nos permite enxergar melhor a nova Era.

Se me perguntar, acredito que o Futurismo é o elo principal que une todas elas, pois é do cenário que traçamos, que um Profissional de Inteligência Competitiva pode trabalhar e, por sua vez, um Profissional Operacional de Competitividade pode ir adiante.

O Futurismo é o norte para traçar o cenário, no qual, como vagões encadeados, entram a Ciência Revisitada, a Antropologia Cognitiva, a Administração Revisitada.

Uberização

Processo de massificação da Curadoria é o que chamamos de Uberização.

Note que a Digitalização é a massificação de Canais, a Uberização só é possível com a massificação da nova Linguagem Midiática Digital dos Rastros.

Conceito que caracteriza a chegada de novos Canais Midiáticos na sociedade, provocando mudanças no Ambiente Informacional de Escassez para Abundância Informacional.

Antecede a Uberização, que é a massificação da Curadoria.

Vivemos hoje uma Revolução Midiática Civilizacional Digital, que se caracteriza pela passagem de Ambiente de Escassez de Informação para um de Abundância Informacional, que podemos chamar da primeira parte do Terremoto Cognitivo que a sociedade passa a viver..

É o resultado do que podemos chamar de Digitalização, no qual mais e mais pessoas têm acesso e podem compartilhar, comentar e, por fim, produzir informação.

É a fase um (1) de uma Revolução Midiática Civilizacional e a fase dois (2) é a mudança de Modelo Administrativo, que chamamos aqui no popular de Uberização ou de massificação da Curadoria.

Momentos como estes na história, se caracterizam por Crises de Paradigma, pois todo o Ambiente da Sociedade está consolidado em um Patamar de Controle da Informação e em um DNA Administrativo.

É preciso um período de Macro Ajuste entre o Ambiente Social anterior e o novo.

O futuro que estava todo baseado nos Paradigmas do Ambiente, pré-Revolução Midiática precisa ser repensado.

É preciso da renovação do Futurismo – procura de método científico para melhorar a qualidade dos prognósticos de cenário futuro.

O Futurismo praticado hoje pelo mercado é um Futurismo de Baixa Qualidade, pois é preciso recriar parâmetros para que se posso voltar a ter um cenário futuro com mais eficácia.

É da qualidade do Futurismo, que o Profissional de Inteligência Competitiva pode fazer seu Mapa da Transformação Digital e o Transformador Digital poderá executá-lo com sucesso.

Ver mais sobre os diferentes perfis do Futurismo aqui.

Por isso, é hora do que chamamos no nosso Módulo Intermediário de Formação Bimodal, na quinta aula, de Futurismo Dedutivo, que promove mudanças de paradigma para, só então, reanálise dos dados.

Se quiser conhecer mais sobre nossa Comunidade Bimodal, que procura sofisticar a forma de pensar e agir sobre o futuro, me manda um zap: 21-99608-6422.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos formandos:

São movimentos que vem e vão conforme a chegada de nova mídia ou a manutenção da mesma por longo tempo.

Quando entramos em Ciclos de Escassez temos um conjunto de fenômenos encadeados: concentração social, política e econômica e vice-versa, nos momentos de abundância.

É comum no mercado as pessoas considerarem que todas as tecnologias são iguais.

Vimos aqui que Tecnologias são Forças Inativas, que têm o Efeito de Contenção ou de Liberação de Forças Ativas.

Ver mais sobre o Mapa das Forças aqui.

Mas cada Tecnologia tem a sua Essência de Força Inativa, que permite que determinado tipo de Contenção ou Liberação de Forças Ativas.

O surgimento de novas tecnologias de Energia permite um tipo de Liberação. Bem como a chegada de nova mídia, outro completamente diferente.

Um Futurista que não analisar a Essência das Tecnologias não conseguirá prever as forças que podem estar contidas e serão liberadas, quando determinado tipo de tecnologia se massificar.

Podemos falar que existe isso?

Podemos dizer que o que chega no Brasil optou por uma mesma estrada da Encruzilhada Conceitual.

Era Digital é um Fenômeno Social Único.

Tal visão não permite comparações históricas e mais aprofundadas sobre o tema.

Ah, Nepô, mas tem diversos autores americanos que não têm essa linha“.

Volto a dizer os autores QUE INFLUENCIAM O MERCADO BRASILEIRO são todos na linha de Era Digital = Fenômeno Social Único, o que acaba por distorcer bastante.

A meu ver, tal opção nos leva a um Futurismo de baixa qualidade.

Se olharmos para as opções de pensamento, sempre teremos diante de determinado problema Encruzilhadas Conceituais.

Pensar de forma mais eficaz sobre um problema exige que se perceba quais são as Encruzilhadas Conceituais que há ou haviam e o que significa optar por uma ou outra.

Os Bimodais, por exemplo, lá atrás optaram por entender a Era Digital como Fenômeno Social Recorrente e a maior parte dos autores do mercado optaram por Fenômeno Social Único.

Isso tem grande diferença na forma de pensar e agir diante da Era Digital.

Identificar as Encruzilhas Conceituais facilitam bastante a forma das pessoas pensarem e os limites e possibilidades de cada uma das Estradas Conceituais adotadas.

Este é o décimo primeiro texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Tenho analisado aqui que há um equívoco dos autores do livro em analisar a Era Digital como Fenômeno Social Único, uma característica, aliás, da Escola de Pensamento Digital Americano.

Não são eles – os autores do livro – que pensam assim de forma isolada, mas a maioria dos autores, principalmente os americanos, que têm influenciado bastante todo o mundo e o Brasil.

Sugiro a todos os seguidores da Escola, que leiam o livro Cibercultura do Pierre Lévy e depois o meu Administração 3.0 para perceber a diferença entre as duas formas de pensar.

Sugiro a todos os seguidores da Escola, que leiam o livro Cibercultura do Pierre Lévy e depois o meu Administração 3.0 para perceber a diferença entre as duas formas de pensar.

Nós acreditamos que a Era Digital é Fenômeno Social Recorrente e eles Fenômeno Social Único.

E, por causa disso, podemos criar algo como a Antropologia Cognitiva uma das Ciências Emergentes necessárias para compreender melhor a Era Digital.

A Antropologia Cognitiva promove o mergulho comparativo histórico de todas as mudanças de mídia, desde a chegada dos gestos, passando pela oralidade, escrita, escrita manuscrita e agora o digital.

No livro, os autores influenciados pelos limites de pensar a Era Digital como Fenômeno Social Único falam de momento extraordinário, como algo mágico, já falamos disso aqui, sobre Otimismo Mágico.

Porém, o que podemos alinhar com os autores é o seguinte.

Sim, existe um momento especial, isso é inegável, o que há de divergência que ISSO SEMPRE ACONTECE em fases posteriores às Revoluções Midiáticas Civilizacionais.

O que temos, na verdade, é esse tipo de Abundância Informacional, que nos lega Ciclos Virtuosos Sociais, Políticos e Econômicos.

O que temos nestes momento de passagem entre o pré Revolução Midiática Civilizacional e o pós, é, claramente, a migração de um Ciclo de Escassez de Informação para um de Abundância de Informação.

Porém, se analisarmos o passado tais ciclos provocam, na sequência, Aumentos Demográficos, Novas Demandas Quantitativas e Qualitativas e, por fim, até o momento, um novo Ciclo de Escassez de Informação, pela centralização das Mídias.

Assim, a ideia de época extraordinário e abundância econômica permanente é mágica. Carece de sustentação histórica. É de baixa reflexão e pouco científica.

O livro, como é característica geral da Escola de Pensamento Digital Americano, não pondera as diferentes Essências das Tecnologias.

Toda a tecnologia, ao chegar na sociedade, tem o mesmo efeito, como se uma mudança na área médica, ou de transporte teria o mesmo impacto do que uma mudança genética ou como lidamos com a comunicação e informação.

Há um erro, portanto, na opção feita em diversas Encruzilhadas Filosóficas e Teóricas, o que vai nos distanciando de praticar um Futurismo mais eficaz.

Este é o décimo texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Não é incomum no livro encontrar expressões, tais como “época extraordinária” (pg. 285) e “momento único no tempo” (pg. 286).

E segue:

Penetramos num mundo onde a natureza expansiva da tecnologia começou a se relacionar com nossos desejos íntimos” (p. 286).

Precisamos conceituar esse tipo de maneira de pensar, se quisermos entender as diferentes abordagens sobre a Era Digital e, principalmente, a forma americana de pensar o fenômeno – que tanto nos influencia.

Pierre Lévy, um dos inspiradores da nossa Escola, no livro Cibercultura, ao falar da Era Digital, situa como um Fenômeno Social Recorrente, que é característico da chegada de nova mídia descentralizadora.

Note que neste momento, ele aponta uma causa, um Fator de Inflexãoque tira a sociedade de um determinado momento para passar para outro.

Lévy neste momento apresenta argumentos baseados na história, que justificam a passagem de ambiente para outro, que sai de regularidade e entra em processo de transformação.

Há uma causa histórica para a mudança.

Diamandis e Kotler, ao estilo americano, tendem a uma Visão Ahistórica. Criam certa magia por acreditar que é possível que depois de milhares de anos do sapiens na terra estamos vivendo algo QUE NUNCA OCORREU ANTES.

Passa-se a ter visão única, extraordinária do Digital.

Se vê tudo como um Fenômeno Social Único e particular, que só pode ser atribuído a algum tipo de magia.

Não se está praticando o Futurismo Científico, mas o Futurismo Mágico.

Não se preocupam em analisar que tipo de mudanças similares podem ter ocorrido antes para nos levar para este momento, de fato, especial, de Inflexão.

Note que há uma espécie de Otimismo Mágico, pois uma coisa é estarmos vivendo uma Revolução Midiática Civilizacional, um Fenômeno Social Recorrente do Sapiens.

Fenômeno que tem causas e faz parte, sistêmica, da história humana, o que obriga a criar a Antropologia Cognitiva Ciência Emergente que nos permite enxergar melhor o potencial e os limites do que temos adiante.

Há na abordagem dos autores, por não classificar as diferentes tecnologias e os impactos que têm na sociedade, uma magia.

Não vivemos, assim, uma Era Extraordinária, apenas momento especial, característico de Macro Mudanças Midiáticas, quando passamos de forte controle informacional para um Recontrole Informacional Mais Aberto do que o anterior.

A visão mágica do momento extraordinário faz com que as previsões de que há mudanças globais, totais, de que haverá abundância permanente, por causa da magia única que está no ar torna a visão dos autores muito mais ligado à magia do que a ciência.

Um Futurista trabalha basicamente com forças.

O que são forças?

Todos os elementos, em movimento, que podem alterar o cenário atual e futuro.

Cada força é composta de duas camadas:

  • A essência/motivação;
  • E a sua capacidade de influenciar outras forças.

Vejamos:

  • Temos Forças Ativas, que têm demandas, motivações;
  • E temos Forças Passivas, que servem de elementos de contenção ou liberação de outras forças.

A essência/motivação demonstra qual é o objetivo daquela Força Ativa.

  • Se ela tiver liberdade para se expandir qual a tendência terá?
  • E se ele for contida, qual a tendência?

Exemplo:

Suponha que há um psicopata numa cidade. A essência/motivação daquele perfil humano é praticar crimes de determinado tipo.

Porém, ele está preso e há, assim, a prisão: Força Passiva de Contenção.

A Força Passiva não tem uma motivação em si, a prisão, de concreto e barras, apenas serve para que as Forças Ativas possam ser contidas ou liberadas.

O que podemos dizer é que há ali no psicopata motivação que não gerará mudanças no cenário, pois aquela força que tem determinada motivação está contida, desde que ele continue preso.

A prisão é Força PassivaElemento de Contenção daquela Força Ativa.

A Força só está contida, pois está presa, mas continua lá em Estado de Latência.

O fato de estar Contida, não quer dizer que não haja a força, apenas está, temporariamente, inativa.

Um Futurista, assim, trabalha com a Filosofia das Forças, pois analisa a motivação original, a tendência, a Essência Matriz – que pode, ou não, ser liberada, conforme a contenção.

O fato da força não estar ativa, não quer dizer que não exista. Está em estado de Falsa Ausência, o que pode dar a impressão que não existe força ali.

O Futurista deve analisar os elementos da Essência Matriz e as Forças Inativas de Contenção.

Se um psicopata for solto, poderá praticar crimes, pois há ali uma Força Ativa, que está apenas contida temporariamente.

Aí temos:

  • O ser humano que não necessariamente é um psicopata;
  • Um psicopata que tem a vontade de cometer crimes;
  • E um elemento de Contenção ou de Liberação daquela força: a porta da cadeia, que pode estar aberta ou fechada.

Um Futurista vai analisar o cenário da seguinte maneira.

Nem todo o ser humano é psicopata, mas aquele em particular, é um.

Ele está preso, a prisão serve de Elemento de Contenção da Força.

Se ele for solto, a porta for aberta teremos em ação um Elemento de Liberação da Força.

Exemplo:

Na análise da Era Digital, por exemplo, o que vemos é que há um problema de equívoco de avaliação das forças.

A tecnologia, de maneira geral, é um Elemento de Contenção/Liberação de Forças Ativas

Quando temos velhas tecnologias há uma contenção das Demandas Humanas (Conjunturais e/ou Estruturais) que esbarram nos limites das tecnologias disponíveis.

Não é que as forças não existem, apenas estão contidas.

Mudanças políticas, por exemplo. Já havia demanda por melhoria da qualidade de vida, de descentralização de poder, mas que só se tornaram possível por causa da chegada da Internet.

A Internet passa a ser uma Força Inativa de Liberação das Forças Ativas, que saem do estado passivo para o ativo – por causa da nova tecnologia.

Quando temos novas tecnologias há, portanto, processo de Liberação das Demandas Humanas, conforme a Essência de Contenção/Liberação de cada tecnologia.

Cada Tecnologia expande um tipo de Força Ativa que está contida. Um Futurista para fazer bem seu trabalho, precisa entender que tipo de tecnologia libera que tipo de Demanda Contida para poder criar um Cenário Futuro mais factível.

O que aprendemos agora é que a tecnologia tem esse poder passivo de Contenção/Liberação, pois quando surgem, conforme a Essência de cada uma deles, permite liberar Demandas Humanas, mais ou menos estruturais e mais ou menos conjunturais.

Para um Futurista ganhar qualidade na análises futura é preciso que tenha um Mapa das Demandas Humanas Conjunturais e Estruturais para fazer a relação entre a Essência das Tecnologias e que tipo de Contenção ou Liberação de Forças poderá ocorrer.

É o “entregável” do Futurista para o Profissional de Inteligência Competitiva, a partir do estudo do Mapa das Forças.

O Mapa de Cenário Futuro faz parte das Atividades Operacionais do Futurismo Dedutivo Bimodal da nossa Escola.

O papel do Futurista é de entregar para o Profissional de Inteligência Competitiva um Mapa de Cenário Futuro. 

Este Mapa é o resultado de análise das forças.

Um Futurista basicamente analisa as forças e as respectivas relações que podem alterar o cenário futuro.

As forças são mensuradas pelos Paradigmas filosóficos e teóricos de cada época.

Um Futurista é alguém que trabalha com Lógica Abstrata e consegue lidar bem como conceitos teóricos e filosóficos.

É alguém que tem facilidade de trabalhar com áreas do cérebro mais abstratas.

O material de trabalho do Futurista são paradigmas.

Paradigmas detalham as forças, a relação entre elas, as respectivas essências e motivações.

Prognosticar cenários futuros nada mais é do que validar, ou não, os atuais paradigmas e projetar o paradigma novo ou antigo mais para frente.

Quando pensamos Futurismo aqui na Escola, imaginamos um Futurismo aplicado, pois o nosso conceito de Ciência é de que:

  • Não existe ciência sem problema;
  • Não existe problema sem cliente.

Assim, todas as Ciências Emergentes, que precisam ser criadas ou repensadas para entender a Era Digital estão sempre focadas em melhorar a forma de pensar e agir sobre problemas.

O Profissional de Inteligência Competitiva tem como função entregar um Mapa de Competitividade para o Profissional Operacional da Competitividade.

Neste mapa, teremos:

  • O cenário ou os cenários – descrito pelo Futurista;
  • E os ajustes necessários do momento atual para o outro momento, com as ações estratégicas para que isso seja feito.

O Mapa detalha na sua introdução os riscos e os benefícios que podem ser obtidos no novo cenário e alerta para as ações de curto, médio e longo prazo para manter a competitividade do cliente.

O Mapa da Competitividade é um dos conceitos estruturantes da Ciência Emergente trabalhada na Escola que denominamos de Futurismo.

A Escola aprofunda esta Ciência e propõe a prática do Futurismo Dedutivo Bimodal.

O tema é debatido no Módulo Intermediário da Formação Bimodal.

Este Profissional é aquele que recebe um Mapa da Competitividade do Profissional de Inteligência Competitiva e executa.

Este profissional é responsável por desenvolver as ações necessárias previstas no Mapa da Competitividade e torná-las viáveis.

O Profissional Operacional da Competitividade é um dos conceitos estruturantes da Ciência Emergente trabalhada na Escola que denominamos de Futurismo.

A Escola aprofunda esta Ciência e propõe a prática do Futurismo Dedutivo Bimodal.

O tema é debatido no Módulo Intermediário da Formação Bimodal.

Qualquer pessoa ou organização precisará praticar, de alguma forma, três atividades neste mundo muito mais dinâmico e inovador, que estamos adentrando:

  • O Futurismo – capacidade de projetar as forças de hoje no futuro, criando prognósticos e cenários eficazes;
  • A Inteligência Competitiva – como se beneficiar do cenário traçado pelo futurista;
  • A Competitividade Operacional – desenvolver os projetos estratégicos definidos pela Inteligência Competitiva.

Note que cada uma destas atividades pede diferentes perfis profissionais e atua com distintas áreas do cérebro.

  • O Futurista trabalha com conceitos filosóficos e teóricos e precisa de área do cérebro mais ligadas a lógica abstrata;
  • O Profissional de Inteligência Competitiva trabalha com conceitos metodológicos e precisa de área do cérebro, que consiga conectar à lógica abstrata a mais concreta;
  • E o Profissional da Competitividade Operacional trabalha com a lógica bem concreta.

Quando falamos nos desafios organizacionais para o futuro, principalmente em Transformação Digital – metodologia para garantir a competitividade em novo cenário – as três funções estão emboladas.

Em geral o Profissional Operacional, que nem é ligado ao conceito de Competitividade, tem que exercer as três funções, sem perfil ou formação que possa ajudá-lo.

Não é à toa que a Taxa de Competitividade das Organizações Analógicas Tradicionais está em queda livre.

O tema Futurismo é um dos tópicos do Módulo Intermediário de Formação Bimodal.

Venha dar um upgrade na sua forma de pensar e agir no novo século!

Veja depoimento de um dos formandos:

Este é o nono texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Na página 79 do livro, se apresenta os núcleos do currículo da Singularity.

Biotecnologia, bioinformática, sistemas computacionais, redes e sensores, inteligência artificial, robótica, fabricação digital, medicina e nanomateriais.

Não é um local para se pensar o futuro, mas desenvolver tecnologias para um pretenso futuro.

Existe um equívoco básico dos Futuristas contemporâneos que é não compreender o conceito das Cosmovisões.

Cosmovisões são bolhas de pensamento e ação, que funcionam para determinado contexto Tecnocultural.

Não existe apenas uma Cosmovisão, mas centenas que se relacionam entre si, criando tensões e formas de pensar e agir no mundo.

Podemos até dizer que existem Macro Cosmovisões, que é a reunião de todas elas, que são fortemente impactadas por Eras Civilizacionais.

Um Futurista entende que existem Cosmovisões que analisam determinadas forças de uma forma e que muitas vezes não são novas forças que surgem na sociedade.

Mas forças que antes eram sub avaliadas e que revelam outra faceta da sua essência – o que podemos chamar de Revisão da Essência das Forças.

Macro mudanças que ocorrem não são tecnológicas, mas nas mudanças das Cosmovisões, que podem, ou não ser provocadas, por novas Tecnologias.

Há, além das tecnologias, mudanças no ecossistema, novos fenômenos sociais, políticos e econômicos, novas éticas, novos gênios.

É papel do Futurista que analisa as forças existentes, entende que elas estão dentro de determinado paradigma.

Que podem apresentar novas facetas e é preciso rever estas forças.

Revisão da Essência das Forças é um dos Conceitos Estruturantes de uma das Ciências Emergentes, que chamamos na Escola de Futurismo.



Macro Conjunto de formas de pensar e agir que estão em tensão na sociedade, que se altera fortemente quando se altera a mídia.

É conceito estruturante da Ciência Emergente que a Escola chama de Futurismo.



Cosmovisões

Conjunto de formas de pensar e agir que estão em tensão na sociedade.

Exemplos: cosmovisão católica, muçulmana. Americana ou Francesa. Marxista ou Liberal.

É conceito estruturante da Ciência Emergente que a Escola chama de Futurismo.

Sugiro ler também o conceito de Macro Cosmovisão.

Tecnocultura

É um dos Conceitos Estruturantes da Antropologia Cognitiva – uma das Ciências Emergentes, necessárias para compreender o Digital.

Tecnocultura significa que o ser humano não tem uma cultura, que desenvolve tecnologias, que são neutras.

As tecnologias são forças ativas e quando chegam na sociedade não mudam a cultura, por elas mesmas, mas abrem espaço para que inovadores possam criar novas formas de pensar e agir e modificar o status quo.

É um ramo do Futurismo voltado apenas para apontar mudanças nas tecnologias.

Atualmente, o Futurismo é confundido com este, pois se imagina que todas as mudanças serão movidas APENAS pelas tecnologias, esquecendo de:

  • Diferentes tecnologias têm peso diferente na sociedade;
  • Que as tecnologias ampliam a Tecnocultura e é a mudança tecnocultural que promove as grandes alterações.

O conceito Futurismo Tecnológico faz parte das Ciência Emergentes denominada Futurismo pela Escola de Pensamento Digital Bimodal.

Pode ler nesta categoria aqui.

VER AO FINAL O DESCRITIVO DOS CONCEITOS ESTRUTURANTES DO FUTURISMO.

Futurismo é a ciência que estuda o futuro. E abrange, na sua atividade operacional, o apoio para que pessoas e organizações tomem decisões melhores.

O Futurista cria cenário, através do Mapa das Forças e como elas podem se desdobrar mais adiante, a partir de alterações no curto, médio e longo prazo.

O Futurista não prevê o futuro, mas apresenta o Mapa dos Cenários Prováveis para que Profissionais de Inteligência Competitiva possam criar o Mapa Competitivo para que o Operacional das organizações possa trabalhar.

Pode ter outros nomes: futurologia, ciência do futuro.

O Futurismo se distancia do Ocultismo ou da Vidência.

  • A vidência é feita por métodos não científicos;
  • E o Futurismo procura se basear em métodos científicos, de tentativa e erro.

Quando pensamos Futurismo aqui na Escola, imaginamos um Futurismo aplicado, pois o nosso conceito de Ciência é de que:

  • Não existe ciência sem problema;
  • Não existe problema sem cliente.

O objetivo aqui é criar série de métodos para melhorar a capacidade de prognosticar cenários para que se possa pratica a competitividade, ou seja, aproveitar oportunidades e reduzir riscos.

Temos aqui na Escola visão de que existem dois tipos de Futurismo:

O Indutivo ou o Dedutivo, como detalho aqui.

Futurismo é uma das Ciências Emergentes necessárias para compreender a Era Digital.

Conceitos Estruturantes pela ordem de criação:

  • Mapa das Forças – nível filosófico/teórico do Futurismo, ferramenta de análise que o Futurista trabalha para projetar os cenários (aprofundo o conceito aqui);
  • Mapa Competitivo – nível metodológico do Futurismo, no qual o Profissional de Inteligência Competitiva traça as ações estratégicas para manter alto nível de competitividade (aprofundo o conceito aqui);
  • Profissional de Inteligência Competitiva – recebe o Mapa dos Cenários Prováveis do Futurista e entrega o Mapa Competitivo;
  • Mapa dos Cenários Prováveis – o que o Futurista entrega para o Profissional de Inteligência Competitiva;
  • Mapa das Tecnologias – a classificação das diferentes tecnologias e a capacidade que cada categoria delas tem para alterar o cenário futuro;
  • Tecnologias Genéticas – Tecnologias que alteram a forma como consumimos e nos reproduzimos;
  • Tecnologias Midiáticas  – Tecnologias que alteram a forma como nos informamos, aprendemos, trocamos e nos comunicamos;
  • Essência das Demandas do Sapiens – conceitos que definem quais são as demandas permanentes da espécie, que se mantém inalterada no tempo, por isso é chamada de “essência”;
  • Tecno-Utópico/Distópico – forma de pensar não científica que consolida determinados Ciclos Mutantes da espécie como se fossem permanentes de forma negativa (distopia) ou de forma positiva (utopia);
  • Pêndulos Sociais ou Ciclos Mutantes movimentos da espécie que vão para um lado e para outro, conforme o contexto;

Futurista

Profissional dedicado ao estudo do futuro.

O Futurista trabalha com as forças presentes e as mudanças que podem ocorrer nas mesmas que vão impactar no cenário futuro.

O trabalho do Futurista antecede ao do Profissional de Inteligência CompetitivaF(PIC)

O Futurista é, no popular, aquele profissional que vai apresentar a tampa do quebra-cabeça futuro.

O PIC, a partir desta tampa do quebra cabeças, vai analisar como as pessoas e organizações vão conseguir se manter competitivas.

O Futurista (lida mais com filosofia e teoria) é o cenarista e o PIC é o estrategista (com metodologia).

E temos ainda outro profissional que vai operacionalizar as estratégias definidas,que, no caso do digital seria o Transformador Digital, que vai trabalhar com a metodologia definida pelos dois perfis de cima.

Se o cenário futuro estiver equivocado, o PIC vai ter problema e os que vão operacionalizar, idem.

Futurista é um dos Conceitos Estruturantesdo Futurismo Dedutivo Bimodal.

Este é o oitavo texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Ao falar sobre projeção do futuro os autores falam a partir da página 71 em “prever tendências tecnológicas” (pg.71), “estudiosos das tendências técnicas” (pg.75).

E citam Ray Kurzwell como um Futurista a ser seguido.

O que cabe a pergunta é: um futurista prevê apenas alterações tecnológicas?

Se vamos procurar um nome podemos dizer que são Futuristas Tecnológicos, de nicho, mas não Futuristas, pois a mudança futura não se resume a apenas prever novas tecnologias.

Vejamos o trabalho de um Futurista na idade média.

Surge a prensa de Gutemberg.

Ali, há um empoderamento midiático da população, que permite a um Futurista imagina que haveria mudanças sociais, políticas e econômicas.

E que estas mudanças abriria um Ciclo Macro Inovador na sociedade, que permitiria tempos depois o Iluminismo e a Renascença, não necessariamente nessa ordem.

Um conjunto enorme de novas tecnologias seriam desenvolvido, a partir da chegada da prensa, que marcaria a Revolução Midiática Civilizacional do Papel Impresso.

As mídias não são uma tecnologia qualquer.

Um Futurista precisa ponderar a força das diferentes mídias e os impactos que terão na Tecnocultura para que possa prever mudanças, que são mais amplas do que as tecnológicas.

O problema do Futurismo atual é de que é um Futurismo Tecnológico, que imagina ser possível prognosticar o futuro apenas projetando as tecnologias, como se todas tivessem o mesmo peso na Tecnocultura.

Aqui definimos Futurismo.

E aqui Futurismo Dedutivo.

Futurismo Dedutivo Bimodal é aquele que faz mergulho no passado, através da Antropologia Cognitiva e consegue enxergar que estamos vivendo um Momento Bimodal.

Temos hoje dois DNAs Administrativos na sociedade e isso é o ponto principal de mudança do futuro.

Haverá alterações na sociedade na forma como pensamos e agimos diante dos problemas sociais, políticos e econômicos.

O Futurismo Dedutivo Bimodal passa a ser uma corrente do Futurismo e ajuda a balizar o debate, pois apresenta conceitos que fazem contraponto aos hegemônicos do mercado.

O conceito Futurismo Dedutivo Bimodal é um dos pilares das Ciências Emergentes criadas para compreender a Era Digital, que denominamos Futurismo presente entre os tantos da Escola de Pensamento Digital Bimodal.

Tivemos a nossa primeira fase no Linkedin.

E a partir da Oitava Temporada estamos publicando aqui no blog.

Para participar de forma gratuita, basta participar das Comunidades Bimodais Abertas.

RESUMO DA LIVE

Pessimismo radicalDetalhes do curso:https://nepo.com.br/2018/12/04/o-curso-de-formacao-bimodalFone: 21-996086422

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, February 5, 2019

A principal encruzilhada para entender a Era Digital é a seguinte:

  • Vivemos fenômeno único na história, que nunca ocorreu. É tudo novidade?
  • Ou vivemos fenômeno recorrente na história, que já ocorreu, que nos permite entender com mais profundidade?

O mercado, fortemente influenciado pelo marketing e o Futurismo Indutivo de curto prazo opta sempre pela primeira opção.

Com isso, fica impossível enxergar o futuro de forma mais consistente, pois não consegue separar o rabo do cachorro e nem o cachorro do rabo.

Quando comecei a estudar o digital esbarrei com o livro “Cibercultura” do Pierre Lévy e concordei com ele que estávamos diante de Fenômeno Social Recorrente.

E, por causa disso, era preciso ter uma Ciência Emergente, que veio a se chamar Antropologia Cognitiva (uma das aulas do Módulo Básico de Formação Bimodal).

Qualquer pessoa ou profissional que queira tomar melhores decisões na Era Digital terá que optar pelos autores, consultores, Futuristas ou Profissionais de Inteligência Competitiva, que optam pelo segundo caminho.

Fenômeno Social Recorrente, aliás, é um dos Conceitos Estruturantes da Escola de Pensamento Digital Bimodal.

Te convido a vir fazer a nossa Formação.

Veja o depoimento de um dos formandos:

Este é o sétimo texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Podemos dizer que existem dois pólos problemáticos sobre o futuro:

  • Os utópicos – aqueles que acreditam num futuro melhor para todo o sempre;
  • Os distópicos – aqueles que acreditam num futuro pior para todo o sempre.

Lendo o livro cheguei a conclusão que o ponto de inflexão entre um e outro é como enxergam as tecnologias e a demografia.

  • Quem vê o aumento demográfico e as tecnologias neutras, não acredita na capacidade humana de reverter as crises que virão;
  • Quem vê o aumento demográfico e as tecnologias ativas, acredita na capacidade humana de reverter as crises que virão.

Podemos dizer que os utópicos têm uma visão das Tecnologia como alto mutável e fundamental para superar nossas crises e vice-versa.

O problema dos utópicos na Abundância Permanente é não entender que a espécie humana vive e viverá sempre Macro Ciclos de Abundância e Escassez, a partir de determinados fatores.

O salto que demos neste campo é incluir nesta equação alguns elementos:

As mudanças de mídia – que permitem a descentralização social, política e econômica;

As mudanças administrativas – que permite as alterações no modelo de comando e controle.

A saber:

  • Aumentos demográficos sem novas mídias descentralizadoras geram ciclos de escassez e centralização;
  • Aumentos demográficos com novas mídias descentralizadoras geram ciclos de abundância e descentralização.

Uma visão mais refletida e científica sobre este movimento não caminha nem para a distopia e nem para a utopia, mas para movimentos naturais de mais ou menos abundância e escassez, conforme estas forças.


Este é o sexto texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que será analisado em 2019.

Ontem, fizemos uma live que foi interrompida por problemas técnicos, mas tivemos uma discussão bem interessante.

Chegamos a ideia de que:

  • Ofertas e Demandas são sempre progressivas, pois o que é bom hoje pode não ser bom amanhã;
  • De que a sensação de Abundância é subjetiva, pois hoje você pode ter uma sensação de conforto, mas amanhã terá outra;
  • De que a Escassez tem um piso da miséria, que pode ser considerado objetivo, pois não permite a sobrevivência.

Assim, quando falamos em Abundância para quem não vive na Escassez Absoluta podemos dizer que não existe um teto.

“Ciclos de Abundância podem nos levar a ter o desejo de ir também para Marte, algo que hoje não é um desejo tão latente, como viver 120 anos, igual ao vizinho” – disse o Léo Almeida.

E eu concordo com ele.

Um dos principais problemas para as Organizações Analógicas Tradicionais é a falta de assistência diante do Digital.

Assistência aqui pode ser entendida como alguém – pessoa ou organização de consultoria – que possa traçar um diagnóstico/tratamento para manter a competitividade na Era Digital.

Vivemos hoje, a meu ver, o maior Big Bang Administrativo da história da espécie.

Estamos promovendo a mudança do Macro Modelo Administrativo, passando por uma forma de Comando e Controle Mamífero (Gestão) e indo em direção ao Comando e Controle dos Insetos (Curadoria).

Não é um cenário simples.

E aí temos alguns problemas encadeados:

  • Não temos Profissionais de Inteligência Competitiva bem formados;
  • Os que existem foram formados para Cenários Incrementais e não Disruptivos;
  • As Organizações Analógicas Tradicionais vivem o efeito da fase do Inicial do Luto Administrativo da Gestão;
  • Querem pessoas que prometam que tudo será igual como antes.

E tudo isso junto e somado cria um ambiente propício para a perda radical de competitividade com perda de clientes para os novos concorrentes já em curso ou em vias de no curto, médio e longo prazo.

É uma situação atípica e que exige ações atípicas.

Toda perda gera um luto.

Podemos dizer que o mercado hoje vive o Luto Administrativo da Gestão.

Surge novo Macro Modelo Administrativo e as pessoas estão na fase inicial do luto, que tem outras, definidas assim por alguns estudos da Psicologia:
negação, raiva, depressão, negociação e aceitação.

Vivemos hoje no mercado, claramente, a fase da negação.

As Organizações Analógicas Tradicionais querem ouvir todos aqueles curandeiros digitais, que jurem que o mercado continuará do mesmo jeito ou que as mudanças são muito mais incrementais do que disruptivas.

É por isso que a maior parte – que já está sendo atingida pela Curadoria – se mantém imóvel diante da perda de valor gradativa.

Não é incomum um cirurgião diagnosticar e operar.

Porém, o ideal é que tenhamos dois profissionais:

  • o que diagnostica;
  • e depois o que opera.

Temos na medicina um amplo leque de organizações que fazem exames. Igual aos legistas num crime.

O legista dá um laudo, mas quem investiga é o policial, muitas vezes o legista não sabe nem quem está sendo acusado.

É importante a separação entre quem tem que ajudar ou fazer diagnósticos e aqueles que vão executar.

Quando é a mesma pessoa há um interesse óbvio envolvido e também um certo “piloto automático” de que é sempre melhor operar.

Se um médico cirurgião está acabando de reformar o consultório e precisa de dinheiro, será que ele vai rejeitar alguém que pode esperar mais dois anos para ver se realmente precisa ser operado?

O ideal, do ponto de vista ético e operacional, que não.

O problema que temos hoje no mercado de Transformação Digital é de que o Diagnóstico/Tratamento estão sendo feitos pelas mesmas pessoas.

Empresas de consultoria vendem o exame, o tratamento e a operação e vendem o que é mais interessante, geralmente, para elas e não para o cliente!

A pessoa vende um pacote de Transformação Digital, no qual o diagnóstico/tratamento já está pronto e ele vende integrado, sem uma independência se o diagnóstico vai REALMENTE ajudar o cliente.

Profissionais de Inteligência Competitiva, de maneira geral, não se envolvem na execução das Metodologias de Ação propostas.

São Profissionais que trabalham com mais abstração e tem capacidade de compreender as forças envolvidas.

São feitos para diagnosticar e propor mudanças, mas não executá-las, pois isso os levará a propor diagnósticos afinados pelos interesses de quem vai executar a metodologia de ação.

Por isso é preciso ter uma Ética do Profissional de Inteligência Competitiva, vejamos alguns pontos que me deveriam ser observados:

1 – o PIC não deve executar as Metodologias de Ações Competitivas propostas;

2 – deve acompanhar para fazer os ajustes, mas não se envolver diretamente, pois acabará influenciando o diagnóstico/metodologia;

3- ele deve ser remunerado para diagnosticar para que possa ter independência, mas se compromete com os resultados;

3 – o cliente para o PIC não tem razão, pois ele se compromete com diagnósticos e tratamentos que o cliente muitas vezes não quer aceitar.

A função em detalhes do PIC pode ser vista aqui.

O que faz?

A partir do cenário feito por um Futurista, analisa metodologias que viabilizem a competitividade de pessoas e organizações num cenário futguro.

O que entrega?

Uma metodologia de migração do antes e depois de determinada mudança de cenário.

Seguido de um Mapa de Ações Estratégicas para manter o cliente competitivo.

O que não faz?

Não faz o cenário, que é feito pelo Futurista.

Se encarrega de executar o Mapa de Ações Estratégias, pois isso acaba criando um problema ético. Isso é missão do Transformador Competitivo, aquele que segue as orientações para que o plano funcione.

Veja aqui a Ética do Profissional de Inteligência Competitiva.

Definimos aqui o que entendemos como Transformação Digital.

A Transformação Digital Bimodal parte de um Diagnóstico Competitivo da Era Digital, que aponta o surgimento de novo Macro Modelo Administrativo.

Assim, Organizações Analógicas Tradicionais devem ter em mente os riscos e oportunidades que surgem no novo cenário.

A Transformação Digital Bimodal, diferente da Unimodal, sugere a criação de área separada para o aculturamento e início de negócios dentro da Curadoria.

A Transformação Digital Bimodal é um dos Pilares Metodológicos da Escola Bimodal.

Todo Profissional de Inteligência Competitiva deve entregar para seu cliente um Diagnóstico Competitivo e uma
Metodologia de Reequilíbrio Competitivo .

O que ocorre no mercado hoje, algum ponto de inflexão (de mudança de cenário) que possa ter impacto na competitividade do cliente.

O Diagnóstico Competitivo deve apontar o Mapa das Forças com Impacto na Competitividade que se modificaram e o provável cenário com a redefinição das Forças.

O Diagnóstico Competitivo é a Parte I da entrega para o cliente, sendo a Parte II a Metodologia de Reequilíbrio Competitivo.

Deve haver, obviamente, um alinhamento entre o Diagnósticos e a Metodologia de Reequilíbrio.

O Diagnóstico Competitivo, o Mapa das Forças com impacto na competitividade e a Metodologia de Reequilíbrio Competitivo são Pilares Estruturantes da Inteligência Competitiva Clássica.

Tem algo de interessante sobre o tema “Transformação Digital“, pois todo mundo considera que está sempre se falando a mesma coisa.

Transformação Digital, entretanto, é o que podemos chamar de Metodologia de Reequilíbrio Competitivo entre o mundo pré e pós digital.

E a Metodologia depende do diagnóstico do que é a Era Digital.

E como irá afetar os negócios em cada um dos setores.

Conseguimos mapear dois tipos de Transformação Digital:

As duas vertentes são explicadas no Módulo Intermediário de Formação Bimodal pela escolha do tipo de Futurismo:

  • Futurismo Indutivo – mesmos paradigmas analisam os dados;
  • Futurismo Dedutivo – novos paradigmas analisam os dados.

O esforço da Escola de Pensamento Digital Bimodal é o de sofisticar as análises e permitir diagnosticar a Era Digital na sua verdadeira dimensão.

Quer fazer parte?

Me manda um zap (21-996086422) e faça parte das Comunidades Abertas e/ou do nosso Programa de Formação Bimodal (módulos Básico e Intermediário).

Veja depoimento dos participantes:

A ideia de que o ser humano é espécie racional é falsa.

O que temos de diferente é a capacidade de refletir sobre as nossas emoções e fatos.

Uma pessoa que consegue lidar melhor com as emoções e os fatos é aquela que “muscula” a percepção.

Somos seres reflexivos: “concentração sobre si próprio, suas representações, ideias, sentimentos”.

Sempre, em qualquer situação, há o desafio de analisar as emoções (dentro) e os fatos (fora) para decidir de forma mais eficaz diante dos nossos propósitos.

O resultado disso provoca carreira, livros, projetos, obras de arte, organizações, no permanente duelo entre o lado de dentro (emoções) e de fora (fatos).

Uma pessoa mais equilibrada emocionalmente é aquela que consegue estabelecer este jogo de pingue pongue entre fora e dentro, de tal forma a conquistar seus objetivos.

(Obviamente, dentro de parâmetros éticos coletivos.)

Um dos principais problemas que meus clientes trazem é o mito da razão absoluta, que, no fundo, é a fantasia de que conhecer é uma montanha e existe um topo.

Não existe, entretanto, pessoa racional ou emocional, mas alguém que está conseguindo, ou não, equilibrando melhor as emoções com os fatos, através da reflexão permanente.

Num mundo de tantas mudanças, entender este exercício permanente de reflexão fora-dentro/dentro-fora desta maneira é de grande ajuda.

O tema da Razão Impossível é um que estou trabalhando com os formandos no Módulo Intermediário da Formação Bimodal da Escola de Pensamento Bimodal.

Venha conhecer!

Este é o quinto texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro da série, que será analisada em 2019.

Existe no mercado hoje uma espécie de mania de se criar uma marca e fazer dela uma espécie de bandeira.

Organizações Exponenciais é um bom exemplo.

Uma Organização tem resultados exponenciais se tomar determinadas medidas em relação aos concorrentes.

O Exponencial é um número comparativo a outro número. Exponencial não é um modelo que causa resultado.

É um adjetivo de uma medição comparativa de uma coisa com outra.

Quando analisamos, por exemplo, o modelo de franquia do McDonald com uma rede própria de fast food.

A franquia – modelo de administração de uma determinada marca – é mais exponencial em termos de crescimento e resultados do que uma que tem o controle total.

Há uma divisão de poder, que permite escalar mais o negócios e o resultado final é de que há uma exponencialidade maior.

Note, assim, que Organização Exponencial é o resultado de uma escolha da forma de pensar o negócio e o modelo de administração, que é superior a outra.

O que o mercado faz?

Cria uma marca e vende que Organização Exponencial é um modelo quando, na verdade, é o resultado de um modelo.

Isso é o que podemos chamar de Falso Fator Causal.

O mesmo ocorre aqui quando os autores começam a considerar Abundância um Modelo, vejamos os exemplos:

A Abundância é uma visão radical” – pg. 25.

“A Abundância é uma visão gloriosa…” – pg. 43. 

Se o livro tivesse o nome de Liberdade Digital ou Tecnologias Disruptivas para populações carentes – digamos – nós teríamos um modelo a ser adotado – que teria como consequência = abundância.

Abundância é o contrário de Escassez e é um jogo complexo entre tecnologias, demografia, capacidade de inovação e, principalmente, superação de Éticas Primitivas.

Imaginar que o desenvolvimento de novas tecnologias vai nos levar a uma Abundância Permanente tem muito de Otimismo Não Científico.

É comum se confundir causa de consequência.

Explico um pouco isso neste artigo.

Exemplifico com Organização Digital Curadora gera Fator Exponencial, se comparado a Organização Analógica Tradicional.

O exponencial como fator de competitividade é o típico Falso Fator Causal.

A visão de Abundância também segue esta linha.

Uma série de medidas pode causar abundância, mas a abundância é o resultado, a métrica competitiva entre uma organização e outra.

Entre um modelo de negócios e outro.

Entre um modelo de administração, como vemos agora no Momento Bimodal e outro.

Na confusão do mercado hoje é muito comum confundir uma coisa com a outra para obter um efeito de marketing.

Falso Fator Causal é conceito que faz parte dos Pilares da Inteligência Competitiva Clássica.

Entende-se como Organizações que se utilizam do Macro Modelo Administrativo da Gestão.

Se diferenciam das Organizações Digitais Curadoras, que já se utilizam da Curadoria – novo Macro Modelo Administrativo.

O conceito Organização Analógica Tradicional faz parte dos Pilares Teóricos da EDPB.

Paradigma:
modelo; padrão.

Um conjunto de conceitos, pensamentos, que ajudam ao Sapiens a resolver problemas.

Quando fatos ocorrem que não se encaixam nos antigos, temos uma Crise de Paradigma, num setor, numa região, num determinado processo.

O que vivemos neste novo século, entretanto, é algo maior.

A forma como pensávamos o Sapiens, a pergunta número um da Filosofia “Quem Somos?” tem um erro paradigmático.

A relação do ser humano com a demografia, tecnologias, mídias e administração precisa ser alterada profundamente para podermos começar voltar a prognosticar o futuro.

A Era Digital quebra a forma como pensávamos sobre várias coisas, mas principalmente sobre a essência do ser humano.

Repare bem.

A maneira que pensávamos o humano e a sociedade NÃO SE ENCAIXA com o que está acontecendo neste século.

As mudanças ora em curso não foram previstas por nenhuma ciência humana, o que mostra que elas estão obsoletas.

Uma teoria tem que ser capaz de prognosticar passos futuros. É para isso que ela foi criada.

Quando as pessoas não se arriscam sobre o futuro é justamente por que temos uma crise científica.

A Filosofia tem nome para isso: crise de paradigma.

Porém, é algo ainda maior, pois estamos vivendo uma Macro Crise de Paradigma, pois a essência humana – aquilo que realmente somos – precisa ser revista nos alicerces.

Depois de me dedicar ao tema por vinte anos hoje enxergo o humano como Tecnoespécie, que tem Tecnocultura, o que nos permite crescer demograficamente. E tem nas mídias a sua placa-mãe.

Eis a regra.

Aumentou a população, haverá a chegada de nova mídia para criar novo ambiente social (comunicacional e administrativo) para lidar com o novo patamar de complexidade.

Esta revisão filosófica permite o ajuste teórico, que, por sua vez, altera metodologias e permite novo operacional.

Quem não fizer esta trajetória não poderá fazer prognósticos mais apurados sobre o futuro.

Simples assim.

A Escola de Pensamento Digital Bimodal está aí justamente para isso: sair do MIMIMI e trazer conceitos mais eficazes para se pensar e agir de forma melhor diante da nova Era.

Quer chegar? Seja bem vindo, me manda um zap: 21-99608-6422.

Veja abaixo a avaliação de quem já participou do nosso Programa de Formação Bimodal:

Dentro do que podemos chamar de estudos de Inteligência Competitiva Clássica, aplicada a qualquer cenário, temos que falar de Ponto de Inflexão.

O estudo de um Profissional de Inteligência Competitiva é dedicado, basicamente, ao reconhecimento das forças conhecidas e desconhecidas.

E a capacidade de Flexão (manter o cenário parecido) ou de Inflexão (alterar o cenário).

  • A Flexão seria uma ou mais forças neutras ou de baixa alteração do cenário;
  • A Inflexão seria uma ou mais forças ativas de alta alteração do cenário.

Do ponto de vista científico, um PIC precisa ter teorias consistentes para poder classificar e prever os Efeitos de Inflexão das forças existentes.

Quando consegue se aproximar delas, consegue diagnosticar e prognosticar riscos e oportunidades e vice-versa.

Antes mesmo do Digital, nos primórdios, dos primórdios já se praticava a Inteligência Competitiva, pois alguém refletia sobre as emoções para gerar mais valor do que os concorrentes.

A especialização destes profissionais foi se dando, a partir da complexidade dos mercados.

Nós aqui trabalhamos com o que chamamos de Profissional de Inteligência Competitiva Bimodal, que consegue incorporar o desafio do Digital, com um viés de enxergar dois modelos administrativos distintos e paralelos.

Assim, podemos decupar o conceito Profissional de Inteligência Competitiva da seguinte forma:

  • Profissional – aquele que sabe resolver determinado problema;
  • Inteligência – quem lida de forma mais reflexiva sobre as emoções;
  • Competitividade – gerar mais valor para os clientes do que os concorrentes.

Assim, um PIC é aquele que sabe superar o calor da competição e gerar mais valor que os concorrentes, pois consegue enxergar melhor o cenário passado, presente e futuro.

Consegue orientar clientes para que possam reduzir riscos e maximizar oportunidades.

É profissional chave para um mundo tão incomum.

Este é o quarto texto sobre o Livro “Abundância“, de Diamandis e Kotler na Oitava temporada das Leituras Compartilhadas, o primeiro livro que está sendo analisado em 2019.

E aqui vamos ter nossa segunda grande discordância com os autores.

Se temos um viés de escassez/pessimismo e passamos a ter viés de abundância/otimismo é sinal de que algo gerou uma determinada inflexão:

mudança da direção ou da posição normal; desvio.

Há tentativa de justificar este Ponto de Inflexão na página 23 do Abundância. Para eles, há três fatores que farão a diferença no século. São forças Inflexivas:

  • O aumento da inovação individua das micro-empresas de garagem, o movimento DIY (Do-It-Yourself);
  • O tecno filantropismo que explodiu no novo século;
  • O bilhão ascendente (os mais pobres dos mais pobres) como uma força de mercado emergente, em função da Internet, micro finanças e tecnologia de comunicação sem fio.

Aqui temos um caso clássico, bem comum entre a forma de pensar do digital hoje, de confundir causa com efeito e efeito com causa.

(Isso aparece também na forma como o conceito Abundância é usado ao longo do livro.)

Temos que separar o que é uma nova força que Gera a Inflexão daqueles fenômenos que são gerados por esta força.

Um sufista “pega a onda” não é “a onda“.

Apesar de afirmar que “estamos vivendo num mundo de abundância de informação e comunicação“.

O autores não consideram a nova mídia, como nós fazemos aqui na Escola, como o principal ponto de inflexão, que causa mudanças de todo o tipo, tal como o aumento da inovação, da filantropia e dá chance de gerar abundância aos mais pobres.

Há uma inversão de causa e consequência e consequência com causa.

E isso, do ponto de vista científico se deve a principal Encruzilhada Teórica do século:

  • A Era Digital é um fenômeno social único?
  • Ou é recorrente?

Os autores, seguindo a linha da Escola de Pensamento Digital Americana acredita na primeira via e acaba por ter que se limitar a comparação do presente com o presente.

Não se vê, como quem opta pela segunda, que estas consequências podem ser observadas no passado, como o Renascimento que teve forte filantropia, principalmente na Itália.

E o crescimento brutal da inovação individual, devido à chegada da Prensa, em 1450.

Podemos, a partir daí, criar um conceito interessante, que é o do Otimismo Científico e o Otimismo não Científico ou mesmo do Pessimismo Científico ou do Não Científico.

  • O Otimismo Não Científico, como vemos no presente livro, parte de alguns “palpites“, a partir de análise do presente para o presente;
    O Otimismo Científico, como temos tentado produzir aqui na escola, que parte de “hipóteses“, a partir de análise comparativa dos fenômenos do presente com similares do passado.

As outras temporadas podem ser vistas aqui.

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