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Um dos principais problemas que temos para inovar e mudar é a forma que encaramos a realidade.

A famosa frase “é preciso sair da caixa” é venenosa e expressa bem nosso equívoco diante da realidade. Não se sai da caixa, mas se assume a dita cuja.

A realidade é e SEMPRE será filtrada pela nossa percepção.

Só é possível inovar e mudar, quando você assume que tem e pode lidar melhor com a sua percepção.

A percepção é o famoso “óculos” que temos diante da realidade, que precisa de ajustes constantes.

O grande desafio dos profissionais que incentivam à inovação é, antes de qualquer coisa, ajudar o cliente a ter consciência da percepção.

Só é possível mudar, quando você percebe que percebe.

Mudanças, principalmente aquelas que vão melhorar a sua qualidade de vida, são resultados da boa relação com a sua percepção.

Um sinal típico de incapacidade de mudar é a ideia que que você vê a realidade diretamente.

Quem não tem consciência da percepção nunca conseguirá aumentar a sua taxa de criatividade e autenticidade.

Quem não vê percepção é escravo da realidade criada pela percepção do outro.

É isso, que dizes?

O tema da consciência da percepção está presente na QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que disse a Claudia Riecken sobre a nossa formação:

Vem tomar a pílula vermelha!
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A filosofia é a “fábrica” que cria todo o DNA da nossa forma de pensar.

Sempre há um filósofo ou vários deles por trás da nossa forma de pensar e agir.

A principal crise que passamos hoje diante do digital é: os novos fatos não se harmonizam com as antigas premissas filosóficas que tínhamos.

Os novos fatos demonstram que a forma como pensamos o sapiens, nossa jornada, a sociedade precisa de uma revisão filosófica.

O DNA filosófico da sociedade atual ficou obsoleto.

É a incapacidade de promover uma revisão filosófica profunda o motivo da perda de valor das organizações tradicionais.

As lideranças organizacionais conseguem rever formas de pensar e agir mais superficiais, mas não as mais profundas e, cada vez mais, necessárias.

As premissas filosóficas criadas no passado estão coladas, de forma muito arraigada, em emoções, muitas vezes inacessíveis à reflexão.

Falta no mercado explicações filosóficas mais consistentes para as mudanças atuais – aliada à falta de vontade das lideranças para procurá-las .

O mundo corporativo se viciou na forma americana de pensar: que é ótima para empreender, mas péssima para filosofar.

A crise filosófica é a causa principal da atual crise de catatonia aguda, o que gera uma segunda, a emocional/psicológica.

Se alguém perguntar para você por que ninguém está entendendo nada sobre este novo mundo, a resposta é certeira: é a filosofia, estúpido!

É isso, que dizes?

O tema da crise filosófica faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que diz David Bruno sobre a nossa formação:

Venha tomar a pílula:
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O primeiro erro aqui está na pergunta.

Capitalismo é um conceito criado por quem não gostava do novo sistema, que emergiu depois da Idade Média.

O nome mais adequado para capitalismo é sistema econômico de mercado mais livre, que se inicia, a partir das possibilidades abertas pela escrita impressa, a partir de 1450.

O mercado é um lugar, no qual o ser humano troca para sobreviver. Não haverá NUNCA, na vida dos Sapiens, uma sociedade sem mercado.

O que varia no insubstituível mercado é o grau de liberdade, maior ou menor.

O aumento demográfico progressivo, algo da essência humana, cria, como demanda, um aumento da taxa de liberdade do mercado.

Quanto mais Sapiens tivermos no planeta, mais haverá demanda por um mercado mais livre e aberto.

As novas tecnologias midiáticas possibilitam a criação de novos modelos de mercados muito mais livres do que os atuais.

Os países e regiões que souberem recriar o sistema econômico, a partir das novas Tecnopossibilidades Digitais serão Zonas de Atração.

Os países e regiões que não souberem recriar o sistema econômico, a partir das novas Tecnopossibilidades, serão Zonas de Abandono.

O futuro tem a seguinte encruzilhada: a capacidade que cada sociedade terá de reinventar o seu sistema econômico, a partir de tudo que o digital permite.

Veremos sociedades praticando o “Capitalismo 2.0” com uma taxa muito maior de liberdade do que hoje. E sua população será mais próspera. E vice-versa em outros países e regiões.

É isso, que dizes?

O tema dos impactos do digital em vários setores e áreas faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que diz o Holden Macedo:

Mais detalhes aqui:
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O ser humano vive no cotidiano, no hábito. Pandemias são eventos raros, anti-hábitos.

Eventos como Pandemias, Terremotos, Erupções tiram as pessoas dos hábitos cotidianos, que costumamos chamar no popular de “Zona de Conforto”.

A Zona de Conforto é o lugar da sobrevivência, o que não é ruim, a princípio, o problema é de que taxa da Zona de Conforto estamos falando.

Uma alta taxa de Zona de Conforto, aos poucos, cria a ilusão da eternidade, imutável.

A atual Pandemia, a despeito das tragédias que gerou, foi uma “aceleradora” para a redução da taxa da Zona de Conforto.

Boa parte das novas Tecnopossibilidades Digitais não estava sendo utilizadas por pura preguiça.

As pessoas foram obrigadas a fazer algo que muita gente já tinha feito por opção, movidas pela curiosidade, inquietude e facilidade.

Um segmento mais conservador da sociedade teve que reduzir a taxa da Zona de Conforto e descobriu o quanto as novas tecnologias podemo melhorar as respectivas vidas.

Há, sem dúvida, um aumento generalizado para a experimentação na sociedade Pós-Pandemia.

O chamado “novo normal” traz mudança relevante na aceitação de novas novidades.

A Pandemia deixa sim um rastro de tragédia, mas também um novo apetite grande para a nova Civilização 2.0, que avança.

É isso, que dizes?

O tema Pandemia e Futurismo faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que diz Lisandra Maioli sobre a nossa formação.

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Hoje, virou moda colocar número em tudo.

O mundo virou um grande software, o que é positivo, mas é preciso ter critérios para numerar.

A ideia da Sociedade 5.0, vem do Japão e a explicação é a seguinte, pelas ordem das sociedades: da caça, da agricultura, industrial, da informação e agora é a 5.0, que seria da pós-informação.

A pergunta que não quer calar sobre este critério de nomear a Sociedade 5.0 é a seguinte: qual é o gatilho? Qual o motivo da passagem de uma sociedade para a outra?

Quais são os fatores que nos levam para saltar de uma civilização para outra?

Note que o conceito vem da economia: formas do ser humano produzir, mas sem nenhuma regra para explicar o salto entre as sociedades.

O conceito da Sociedade 5.0 é baseado em critérios de constatação e não de regras, que expliquem como o ser humano se adapta no tempo.

Sem regras de como o sapiens se adapta ao longo do tempo, não se pode classificar o presente e nem projetar o futuro.

Se não um estudo das causas e efeitos de como o sapiens se adapta, não tem como saber o que estamos vivendo agora e nem o que virá.

Se adotamos uma lógica para classificar as sociedades humanas sem nenhum critério mais lógico, fica difícil projetar o que virá.

Quando desenvolvemos a Narrativa Futurista Bimodal criamos, por necessidade, fatores causantes, detonantes e consequentes das mudanças civilizacionais.

A nosso ver, a regra da adaptação humana no tempo é a seguinte: mais população, se demanda novas mídias, o que nos possibilita novos modelos administrativos mais sofisticados.

Isso nos faz entender melhor para trás e projetar para frente.

No nosso cálculo, estamos entrando na Civilização 2.0, pois pelo primeira vez podemos criar modelos de administração similar às formigas.

Os Uber usam rastros e as cooperativas de táxi, sons (oral e escritos).

A Civilização 2.0 permite, para quem será “locomotiva”, a descentralização progressiva, com modelos administrativos cada vez mais distribuídos.

É isso, que dizes?

O tema do questionamento da Sociedade 5.0 faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja a avaliação do André Torres:

Tome a pílula vermelha e saia de Matrix:
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Vivemos neste novo século a passagem de uma baixa taxa de incerteza sobre o futuro para uma muito mais alta.

A alta taxa de incerteza diante do amanha tem demandado o desenvolvimento de um Futurismo de mais qualidade.

O futurismo é uma atividade, que visa ajudar aos clientes a decidir com menos riscos hoje diante das incertezas do amanhã.

Fizemos no mês passado um estudo das atividades/perfis do Futurismo.

As seis atividades/perfis de um Futurista são: meta-futurista, cenarista, consultor, formador, mediador e empreendedor.

Vejamos os detalhes de cada perfil:

O Meta-futurista entrega para o cliente a revisão necessária de paradigmas para entender o novo cenário, em forma de narrativa.

O Futurista Cenarista aplica a narrativa futurista escolhida para determinado setor específico, através de relatórios.

O Futurista Consultor é aquele que transforma cenários em planos estratégicos.

O Futurista Formador repassa, via cursos e palestras, a narrativa escolhida para os clientes.

O Futurista Mediador lida, individualmente ou em grupos, com as crises psicológicas diante das necessárias adaptações às mudanças de cenário.

Futurista Empreendedor é aquele que vai comandar os projetos. É alguém que precisa compreender, a fundo, o novo cenário. Entrega produtos e serviços para a sociedade.

Cada um destes perfis/atividades admite escalas de maturidade: júnior, pleno e sênior.

Cada um destes perfis/atividades, poderá estar presente na atividade de um Futurista.

O Futurismo é uma demanda crescente da sociedade, mas ainda está engatinhando no Brasil.

Empresas têm gasto hoje fortunas em projetos estratégicos, sem antes escolher um Futurista para chamar de seu.

Investir no curto/médio/longo prazo, no atual cenário incerto, sem ajuda de um Futurista é um jogo de alto risco.

É isso, que dizes?

Os perfis/atividades do Futurismo é um dos temas da QUARTA IMERSÃO. Venha sair de Matrix. Faça como Elisângela Correia Souza:

Quero tomar a pílula azul?
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https://youtu.be/PkNuaGB8nx0

Não faz sentido falar de Futuro, apenas de Futurismo. um método de análise para reduzir incertezas e riscos.

O Futuro serve bem para fazer poesia, mas não Ciência.

O passado, o presente, idem.

O que fazemos diante do futuro é a criação de cenários aproximados, nunca certezas.

O objetivo do Futurismo é reduzir incertezas para minimizar os riscos das decisões do presente.

Vivemos um tipo de cenário incerto sobre o futuro, no qual os fatos não batem mais com a forma como víamos o Sapiens, a sociedade e os negócios.

Uma série de fatores novos marcam o novo século, que não estavam nos livros sobre a sociedade humana até aqui.

Nunca tivemos a população de 8 bilhões de sapiens, tão interconectada como agora, o que nos traz uma série de consequências, tais como a atual pandemia.

Nunca tivemos uma mídia como a Internet, que nos permite fazer hoje o que era COMPLETAMENTE impossível para nossos pais e avós.

A influência do aumento demográfico e das mudanças de mídia nos modelos organizacionais da sociedade é algo vital para quem quer entender melhor o que virá.

Organizações de todos os tipos praticam o Futurismo para tempos menos incertos há décadas. Nele, os paradigmas estruturais sobre a sociedade são os do senso comum.

Quando temos tempos incertos é sinal de que os paradigmas estruturais da sociedade, do senso comum, ficaram obsoletos.

O Futurismo para Tempos Incertos é um Futurismo que cria novos paradigmas para que possa entender o que virá.

O grande diferencial competitivo para pessoas, profissionais e organizações não são novas tecnologias, mas a qualidade do Futurismo que irão adotar.

É isso, que dizes?

O tema do Futurismo para tempos incertos faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que disse Gilson Antônio da Silva sobre a nossa formação:

Tome a pílula azul e saia de Matrix!
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Uma mudança, ou transformação, conforme alguém definiu no Wikipédia, é uma alteração de um estado, modelo ou situação anterior, para um estado, modelo ou situação futuras, por razões inesperadas e incontroláveis, ou por razões planejadas e premeditadas.

Podemos dizer, então, que temos dois tipos de mudanças diferentes:

Mudanças endógenas – aquelas que partem de dentro para fora, com as quais cada um gerencia com mais liberdade o seu tempo subjetivo;

Mudanças exógenas – aquelas que partem de fora para dentro, com as quais.as pessoas têm de mudar independente  o seu tempo subjetivo.

As mudanças endógenas, que vem de dentro para fora, são menos traumáticas, pois o tempo subjetivo não é tão violentado.

E vice-versa.

As mudanças exógenas, com a atual Pandemia, são mais traumáticas, pois há uma violentação do tempo subjetivo de cada um.

Mudanças exógenas globais, de maneira geral, são provocadas por forças aleatórias e movimentos de ordens espontâneas.

Do ponto de vista da velocidade, existem dois tipos de mudanças exógenas:

Mudanças Exógenas Urgentes são aquelas que têm de ser feitas no curtíssimo prazo, como é o caso da Pandemia;

Mudanças Exógenas Prioritárias são aquelas que têm de ser feitas no médio e longo prazo, como é o caso da Uberização.

A mudança mais traumática que existe é a Mudança Exógena Urgente, como é o caso da Pandemia, no qual a subjetividade de cada um é chutada para escanteio.

A Era Digital pode ser classificada como uma mudança exógena prioritária.

Por fim temos dois tipos de consequências nas mudanças exógenas, caso a resposta não seja adequada:

Mudanças Exógenas Vitais demandam alterações de hábitos para defender a própria existência, como é o caso da Pandemia.

Mudanças Exógenas Competitivas demandam alterações de hábitos para defender a sua competitividade no mercado, seja pessoa individual ou organização.

A pandemia e a era digital têm em comum o fato de serem mudanças exógenas, que acabaram se retro-alimentando ao longo deste ano.

As pessoas ao longo da pandemia se acostumaram a conviver com uma Mudança Exógena Vital, que tornou o Digital muito mais palatável do que antes.

O lado positivo da pandemia tem sido a maior aceitação generalizada para a aceitação da outra mudança exógena em curso, muito menos agressiva: a Era Digital.

Tivemos, ao longo da pandemia, um aumento da taxa de humildade da sociedade diante das forças aleatórias e das ordens espontâneas.

Houve um radical aumento de aceitação para as mudanças exógenas que a era digital vem exigindo.

O grande ganho da pandemia foi a retirada da sociedade, a fórceps, da zona de conforto em que se encontrava diante da nova era digital.

Como já dizia meu avô: há males, como foi o caso da pandemia, que vêm para o bem: estamos muito mais prontos paras as mudanças que a civilização 2.0 nos possibilita.

É isso, que dizes?

O tema Futurismo e Pandemia foi o escolhido para a Imersão 4.2, de Agosto, quem sabe você não resolver sair de Matrix como a Iris  Ferrarini:

Vem pegar a pílula azul!
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Quando tentamos reduzir a incerteza sobre o futuro precisamos nos utilizar de um método que chamamos de Futurismo.

O Futurismo é uma ferramenta mais sofisticada do que as utilizada antes, pois estamos diante de um futuro com uma taxa de incerteza maior.

O Futurismo Incremental se baseia na projeção dos fatos, com as mesmas regras de como a sociedade funciona.

O Futurismo Disruptivo se baseia na revisão das regras para projetar, a partir delas, novos fatos.

O Futurismo Incremental, diante de cenários disruptivos como o atual, consegue apenas projetar fatos no curto e, talvez, no máximo, no médio prazo.

O Futurismo Disruptivo tem mais chance de projetar fatos no longo prazo, pois estabelece novas regras mais compatíveis com os fatos atuais.

De maneira geral, se trabalha com o Futurismo Incremental, pois é muito mais comum lidarmos com cenários com taxa de certeza maior.

Porém, em cenários disruptivos, a prática do Futurismo Incremental é um veneno, pois o DNA de todo o Planejamento Estratégico terá um erro de origem.

Não existe Plano Estratégico sem um cenário de Futuro adequado.

A Era Digital tem provado que as regras de como pensávamos a sociedade ficaram obsoletas e precisam de muitos ajustes para projetarmos os fatos futuros.

Sem os ajustes adequados de como a sociedade REALMENTE funciona, vamos continuar enxugando o gelo do iceberg do Titanic, com a orquestra tocando ao fundo.

Quanto mais eficaz o ajuste das regras como a sociedade funciona, a partir das novas evidências, melhor será a qualidade do Futurismo.

Quanto melhor é o Futurismo escolhido para o planejamento estratégico, mais chance se terá de ter sucesso.

É isso, que dizes?

O Futurismo é o tema central da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo.

Veja o que disse  Rafael Soares sobre a nossa formação:

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Sugestão de tema da Bimodal Thereza Rodrigues.

Se olharmos o passado outros momentos civilizacionais similares perceberemos que as mídias têm forte influência na nossa percepção do tempo e espaço.

Na Era Oral, toda a comunicação humana era limitada no mesmo tempo e lugar.

Na Era Oral, as pessoas só tinham acesso à informação, através de outra pessoa que estava na frente dela. no mesmo momento.

A Mídia Oral no passado moldou no passado a nossa percepção de tempo e lugar e, com isso, a forma como pensávamos e agíamos nas nossas vidas.

A chegada da Escrita quebrou as antigas barreiras do tempo e lugar e permitiu uma radical mudança civilizacional.

A Era Escrita permitiu que as pessoas recebessem informação sem a necessidade da presença física no mesmo tempo e lugar.

É impossível pensar no império romano e nas grandes religiões monoteístas sem a escrita. É bom lembrar que Bíblia vem do grego “biblion” (pequeno livro).

A nova Era Digital expandiu a nossa capacidade de nos relacionarmos a distância e isso tem impactado fortemente as nossas vidas.

No Digital, qualquer pessoas pode produzir e consumir qualquer conteúdo (texto, áudio ou vídeo) em qualquer tempo e lugar. Isso é completamente novo e revolucionário.

Na Era Digital, cada pessoa se transformou em uma micro Rede Globo.

A Era Digital abriu às portas, de forma exponencial, por exemplo, para o trabalho à distância, que vai permitir mais e mais menos circulação de pessoas nas cidades.

A Era Digital abriu às portas, de forma exponencial, por exemplo, para o trabalho em cidades menores, revertendo o fluxo para as megalópoles.

A tendência é que as pessoas passem menos tempo em deslocamentos, ganhando mais tempo para se dedicar a outras atividades, com menos horas de engarramentos de todos os tipos.

As pessoas ficarão, cada vez  mais flexíveis, podendo se mudar muito mais do que hoje em dia.

A desterritorizalização é uma forte tendência. Reduzindo a demanda das pessoas a comprarem locais para viver e optarem muito mais por alugarem espaços compartilhados.

O conceito de país tenderá a ser muito mais flexível, pois pouco importa onde você está, mas com quem e de que forma você está se relacionando pela Internet.

A Revolução Digital, entretanto, não termina com a quebra do tempo. É apenas a primeira etapa, o começo de tudo.

A segunda etapa da Revolução Digital está na possibilidade da criação de organizações produtivos muito mais descentralizadas do que as atuais.

É preciso entender que quando modificamos as mídias uma nova Civilização se inicia, alterando fortemente, no curto, médio e longo prazo, a forma como sobrevivemos e vivemos.

É isso, que dizes?

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Pode jogar fora todos os livros de administração e negócios que você tem na sua casa: eles ficaram obsoletos.

Para entender a nova civilização 2.0, teremos que promover uma mudança radical na forma como pensávamos negócios.

Há uma relação de causa e efeito, até então, desconhecida, entre mídia, confiança e negócios.

Vejamos o jogo de ação e reação:

  • ninguém faz negócio em quem não confia;
  • a confiança é, assim, o epicentro dos negócios;
  • entre as pessoas é baseada nas possibilidades das mídias disponíveis;
  • quando as mídias se alteram, temos a possibilidade de criar novos modelos de confiança;
  • novos modelos de confiança criam novos modelos de negócios.

A grande novidade do digital, que terá forte impacto no futuro, não é a possibilidade de se trabalhar em casa.

A grande novidade da Civilização 2.0 é a possibilidade de confiar em pessoas, a partir da reputação digital, o que possibilita a criação de novos modelos de negócio mais exponenciais.

A Confiança 2.0, através da reputação digital, elimina uma série de intermediários, reduzindo o custo das transações.

É a confiança 2.0 que permite que os negócios passem a ser exponenciais, se comparados ao passado. Ela permite a criação de um novo Modelo Administrativo.

No Uber, você não precisa mais de uma cooperativa e nem da prefeitura para garantir que aquele motorista é de confiança.

No Airbnb, você não precisa mais de um corretor de imóveis para garantir que o inquilino e o proprietário são de confiança.

É a confiança 2.0 que permite o desaparecimento dos antigos intermediadores nos negócios.

Os antigos intermediadores promoviam a confiança 1.0.

Os novos líderes dos negócios no futuro terão que NECESSARIAMENTE  se utilizar da confiança 2.0.

A nova civilização estará todo baseado na confiança 2.0, alterando lentamente toda a nossa forma de enxergar o mundo.

Por causa da Confiança 2.0, haverá muito mais compartilhamento de coisas e muito menos a necessidade de se ter coisas.

Mas isso é assunto para um outro artigo.

É isso, que dizes?

O tema da Confiança 2.0 é um dos que aparecem na QUARTA IMERSÃO da Bimodais Futurismo Competitivo. Faça como Luis Henrique Fontes e saia de Matrix:

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Mudar significa dois movimentos: deixar o que existe para uma nova etapa. As pessoas não têm dificuldade de mudar, mas de desapegar.

Desapegar é perder o envolvimento, a dependência ou o compromisso. Afastar(-se), libertar(-se).

Em geral, mudanças opcionais são muito mais fáceis, pois vêm de dentro para fora, nas quais o mutante controla o processo.

Mudanças opcionais permitem que a pessoa perceba o que está perdendo e o que está ganhando, há um domínio do custo/benefício da mudança.

Podemos dizer que as mudanças opcionais, que partem da pessoa são endógenas (do interior para o exterior).

As mudanças obrigatórias, que partem de fora para dentro são exógenas e estas são ainda mais difíceis de serem feitas.

Nas mudanças exógenas há um radical aumento de resistência, pois se tem a sensação de algo descontrolado.

Temos ainda duas outras variantes nas mudanças: conjunturais (mesmos paradigmas) e estruturais (novos paradigmas). E, por fim, mudanças lentas ou rápidas.

Até a chegada da Era Digital pessoas e organizações estavam acostumadas a vivenciar mudanças endógenas, conjunturais e num ritmo mais lento.

A Era Digital trouxe para pessoas e organizações mudanças exógenas, estruturais e num ritmo acelerado.

Mudanças Exógenas, estruturais e rápidas demanda um tipo de suporte emocional bem diferente do que vínhamos usando, até então.

Precisamos criar um novo tipo de suporte psicológico para a mudança para o digital baseado em outros parâmetros.

Temos repetido muitas vezes: que o grande desafio diante do digital não é psicológico, mas tecnológico!

Especialistas que lidam com os desafios profissionais precisam de um novo tipo de formação para reduzir o sofrimento diante das mudanças em curso.

É isso, que dizes?

O tema das mudanças psicológicas diante do digital faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo competitivo. Veja como avaliou Alisson Andrade a nossa formação:

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Estamos passando de uma civilização para uma nova, na qual a grande demanda é a flexibilização de todo tipo de relações.

Revoluções Midiáticas Civilizacionais são ferramentas humanas para realizar um ajuste entre a complexidade demográfica e a forma como nos organizamos.

Nossa mentalidade foi preparada para viver numa Civilização muito menos flexível, dinâmica, inovadora e mutante como esta que começa.

Nós, a geração migrante, precisa de uma preparação especial para poder acompanhar a nova dinâmica muito mais flexível do que estamos acostumados.

A musculação diária para a Mente 1.0 é a seguinte:  desmaterializar, desplanejar, desteritorializar, flexibilizar, simplificar e se desculpar pelos erros cometidos.

A Civilização 2.0 vai, aos poucos, mostrando que muito do que consideramos “normal” vai soar cada vez mais estranho com o passar do tempo.

Há um mercado GIGANTESCO para profissionais que possam ajudar a pessoas na passagem de uma mentalidade mais engessada para uma mais flexível.

Temos começado a formar Futuristas Mediadores, que têm justamente essa missão: ajudar a superar a macrocrise psicológica diante da Civilização 2.0.

As novas gerações já estão sendo acostumadas a esse novo ambiente e ritmo. O problema principal são os migrantes, que estão sofrendo.

É isso, que dizes?

O tema da Mentalidade 2.0 e da preparação de Futuristas Mediadores fazem parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo.

Veja a positiva avaliação de Adauto Silva.

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A principal novidade no mercado de trabalho neste novo século é a passagem do profissional empregado para o profissional empreendedor.

Um profissional com a mentalidade de empregado é induzido a fazer o seu chefe feliz para que ele possa ser feliz.

Um Profissional 1.0, empregado, não se relaciona diretamente com o cliente final, mas tem um intermediador no meio: seu gerente!

No mercado de trabalho 1.0 temos poucas organizações para lidar com muitos clientes.

No 2.0, teremos cada vez mais micro-organizações para lidar com muitos clientes.

A formação profissional atual forma pessoas para servir a uma organização e não aos clientes diretamente.

A mentalidade do Profissional 1.0 é muito infantilizada, se comparada à demanda que teremos neste novo século.

O Profissional 2.0 terá que ser muito mais consciente de seus potenciais para poder se dedicar de corpo e alma a um determinado problema do cliente.

Não basta que o Profissional 2.0 descubra o seu “maravilhoso” potencial se não aprender como ele vende isso para um cliente, disposto a pagar por ele.

O Mercado de Trabalho 2.0 exigirá um choque de “startupização” na mentalidade dos Profissionais 1.0 – que só se enxergam como empregado de alguém.

O Profissional 2.0 não se apaixona por uma profissão, mas por um determinado problema e a sua felicidade é conseguir tornar o seu cliente cada vez mais feliz.

No mercado de Trabalho 2.0, teremos cada vez mais vagas de trabalho e cada vez menos vagas para empregos.

No mercado de Trabalho 2.0 não se falará mais de índice de desemprego, mas de índice de trabalho.

É isso, que dizes?

Venha tomar um “banho de loja” sobre futuro na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que disse Iris Ferrarini:

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Se você olhar para o futuro de longo prazo perceberá que os Ubers são muito mais do que simples novos negócios.

A Uberização marca a chegada de um novo Modelo Estrutural de Administração da nossa espécie!

Na Uberização, o deparamento de RH cuida apenas do núcleo interno. Todos os colaboradores externos são gerenciados pelo próprio cliente.

Na Uberização, não há problema de escala. Não faz diferença se existem cinco mil ou cinco milhões de clientes ou colaboradores. Todos se auto-regulam.

Na Uberização, não há controle direto sobre produtos e serviços. É a reputação progressiva que determina o que é de qualidade e o que não é.

Na Uberização, o número de carteiras assinadas despencou, pois o modelo precisa afastar automaticamente, sem burocracia, quem está com a reputação baixa.

A Uberização é uma resposta humana a um mundo demograficamente muito mais complexo, que exige muito mais flexibilidade.

A Uberização é, entretanto, apenas a primeira etapa administrativa da Civilização 2.0. Veremos, na sequência, a uberização da uberização: a blockchenização.

A blockchenização permitirá a horizontalização da Uberização, em plataformas descentralizas, num processo que envolverá, finalmente micro empreendedores.

Empresas tradicionais não conseguem ver o desafio que têm pela frente: competir contra novo modelo administrativo disruptivo, que ocupa cada vez mais mercados.

Vivemos a maior “Pandemia Administrativa” da história do sapiens, que será responsável pelo sepultamento, no médio prazo, de milhares de empresas.

É isso, que dizes?

Se você quer sair da visão MIMIMI sobre o futuro, venha para a QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, veja o que disse Ramalho Medeiros:

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Hoje é o aniversário do Tecno-midiático filósofo canadense Marshall Mcluhan (1911-80).

McLuhan deixou como legado duas premissas fundamentais: somos uma tecnoespécie e as mídias têm o poder de viabilizar a criação de novas civilizações.

McLuhan sugeriu uma modificação disruptiva na essência do sapiens, que agora com o digital se mostra extremamente eficaz.

Todas as ciências que estudam a sociedade humana ficam obsoletas, a partir das premissas de McLuhan.

Quando se incorpora McLuhan na visão de futuro, começa-se a se entender a profundidade das mudanças que estamos passando neste novo século.

Para McLuhan, as tecnologia são uma espécie de prótese que quando se modificam o Sapiens muda junto.

As mídias são tecnologias centrais que quando se renovam, abrem as portas para a chegada de novas Eras Civilizacionais.

Nossa espécie, assim, na visão dos MacLuhanianos é uma espécie em aberto, mutante, que se reinventa ao criar novas tecnologias.

Como um MacLuhaniano assumido que sou, consigo enxergar nestes séculos três crises em paralelo: a demográfica (objetiva) e a filosófica e psicológica (subjetivas).

A crise demográfica tornou obsoleto o atual modelo estrutural de administração, na qual toda as organizações da sociedade operavam.

A crise filosófica impede que as pessoas consigam entender com mais eficácia o que está, de fato, ocorrendo.

E a crise psicológica impede que as pessoas queiram entender o que está ocorrendo. Vivemos um forte movimento de negação ao novo.

No dia que McLuhan faria 109 anos nossa homenagem a esse pensador que tanto nos legou e não teve, no seu tempo, o merecido reconhecimento.

É isso, que dizes?

As três crises do novo século e os conceitos de McLuhan fazem parte da QUARTA TEMPORADA da Bimodais – Futurismo Competitivo, a melhor escola de Futurismo do Brasil. Veja o que diz Luciano:

Venha para ver o Futuro fora de Matrix!
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Houve um gradativa perda de capacidade de refletir sobre a realidade nas últimas décadas em todo o mundo.

Tivemos nas últimas décadas gradativa concentração de mídia, que nos levou a valorizar autoridade do saber muito mais pela forma e não pelo conteúdo.

Mais e mais tivemos uma interpretação padronizada da realidade, pouca diversidade, o que nos levou a uma certa preguiça mental.

A padronização do pensamento é um fenômeno social recorrente no final de Eras Civilizacionais como a atual.

Há um generalizado preconceito contra a filosofia, como se ela não fosse uma ferramenta fundamental para agirmos melhor na realidade.

Estamos iniciando uma grande onda de inovação filosófica, com o surgimento de cada vez mais pensadores, que não serão mais filtrados pela mídia de massa.

Os Filósofos 2.0 terão a missão de preparar as bases estruturais para a nova Era Civilizacional, que se expande, de forma cada vez mais veloz.

Filósofos 2.0 terão que identificar e resgatar os valores estruturais que nunca morrem e ajustar os conjunturais diante das novas Tecnopossibilidades.

Não existirá nem nova sociedade e nem novo normal se os Filósofos 2.0 não criarem as novas novas bases conceituais tanto estruturais quanto conjunturais.

Sim, tecnologias abrem portas para um novo mundo, mas são os filósofos que levantam as paredes imaginárias para que possamos recriá-lo.

É isso, que dizes?

O tema da filosofia para a nova Era Civilizacional está presente na QUARTA TEMPORADA do Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz Vinicius Carneiro:

Quem sabe não está na hora de você sair de Matrix?
Venha para a melhor Escola de Futurismo do Brasil!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Vivemos hoje uma mudança estrutural na sociedade, mas só conseguimos enxergar as alterações conjunturais.

A macro-história demonstra que mudanças de mídia provocam alterações no modelo estrutural de administração do Sapiens.

Hoje, as organizações são como são por causa das mídias que tínhamos.

No modelo atual, que chamamos de Gestão, não há a mínima possibilidade de extinguir os gerentes. Na Uberização, eles não fazem sentido!

Muitos dizem que a Uberização é algo que vai demorar e não se pode pensar nisso agora. Porém, esse é um pensamento de vagão e não de locomotiva!

Tudo que caminhar para a Uberização gerará atração. E tudo que ficar na Gestão, será, cada vez mais, Zona de Abandono.

Gerentes virarão curadores de plataforma. Ao invés de controlar processos, serão harmonizadores de ambientes ou ecossistemas de negócios.

O fim dos gerentes, bem como da carteira assinada, é uma necessidade do Sapiens para lidar melhor com o novo Patamar de Complexidade Demográfica.

Muitos dirão que isso é tão distante que não vale à pena pensar nisso agora. Será?

Na atual pandemia, o que tivemos foi a radicalização acelerada da digitalização. Se tivermos outra em futuro próximo, a uberização será o principal foco.

O que aprendemos em 2020? Que o mundo atual está sujeito às pandemias. E que a cada uma delas o que estava tecnologicamente latente se explicita.

Será que as empresas vão continuar contratando no estilo Velho Normal sabendo que podemos ter uma pandemia pela frente? Ou vão procurar novas formas?

A Uberização na Pandemia 2.0 poderá ser o Pós-Novo Normal. E se você acha que ela está muito distante, talvez leve um novo susto.

É isso, que dizes?

O tema da Uberização faz parte da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, a melhor escola sobre futuro do país. Veja o que disse nosso querido bimodal, Garibaldi Porto, empreendedor na área imobiliária em Campina Grande:

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Não sei se você já percebeu, mas quando se fala em século XXI nosso prazo é 2099, certo?

Temos setenta anos pela frente até o final dos século.

A macrotendência em todas as áreas da sociedade, incluindo a política, é a Descentralização Progressiva.

A Descentralização Progressiva é uma demanda de sobrevivência humana, pois o Sapiens aumenta gradualmente o tamanho da população.

Hoje, temos diversos intermediadores na sociedade que foram necessários por causa do ambiente midiático que existia.

Podemos dizer que os nobres da monarquia absolutista foram filhos da oralidade e os políticos atuais da escrita impressa.

Em 2099, já teremos vários países sem políticos. Haverá grandes plataformas participativas, nais quais as leis serão criadas e aprovadas.

No mundo Digital, não há mais necessidade de políticos intermediadores. O que teremos são políticos curadores, que vão gerenciar algoritmos.

Podemos dizer que assistiremos Revoluções Republicanas Digitais, nas quais o atual modelo político irá para a “guilhotina”.

No campo executivo, prefeitos, governadores, presidentes passarão a ser curadores de plataformas, nais quais o cidadão vai clicar não para pedir, mas para decidir.

Temos a seguinte regra de sobrevivência humana: quanto mais gente no planeta, mais descentralizadas terão que ser as sociedades.

Os atuais políticos não acabarão por que são desonestos, ou incompetentes, simplesmente, por que o modelo de representação ficou obsoleto.

É isso, que dizes?

O estudo dos cenários futuros de diversos setores da sociedade é um dos focos da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que Talvacy Freitas, que já na quarta temporada da escola, nos diz sobre nosso projeto:

Sai de Matrix, venha para a melhor Escola de Futurismo do Brasil!
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Vaidade – valorização que se atribui à própria aparência, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros.

A vaidade não é algo negativo. O que é negativo é a vaidade em excesso ou a falta de vaidade.

Quando falamos do mundo dos negócios, estamos falando da vaidade profissional, que é diferente da vaidade física.

A vaidade profissional pede algum tipo de reconhecimento de alguém de que você está realizando bem a suas atividades.

Nas Organizações Tradicionais, o reconhecimento profissional é vertical. Podemos dizer que vivemos hoje a Vaidade Profissional Vertical, Centralizada.

Na Vaidade Profissional Vertical você será reconhecido pelo seu superior e não diretamente pelo cliente.

Na Vaidade Profissional Vertical todo o esforço subjetivo da pessoa tem o superior como referência.

Num mundo uberizado, teremos uma mudança radical na Vaidade Profissional: você precisa ser reconhecido pelo consumidor e não mais pelo seu superior.

Num mundo uberizado, o seu reconhecimento será medido por um índice, na qual a sua reputação, via curtições e estrelas, estará exposta ao mundo.

Num mundo uberizado a sua vaidade profissional estará num ambiente muito mais objetivo, será muito mais horizontal e transparente.

Podemos dizer que a Vaidade Profissional Uberizada terá muito menos chance de “viajar na maionese”, pois é o cliente que avaliará “na cara” teu desempenho.

Do ponto de vista psicológico, a Vaidade Profissional Uberizada será quase que um Rivotril diário para que você não vá aos extremos.

É isso, que dizes?

O tema da preparação do Sapiens para viver nesse novo mundo digital faz parte dos diálogos da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz a Claudia Riecken:

Vem tomar a pílula vermelha!
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Estarei debatendo esse tema da Vaidade, amanhã, quinta:

 

 

Futurismo é a permanente tentativa humana de se antecipar ao amanhã para tomar melhores decisões no hoje.

Quando as principais organizações produtivas não conseguem agir dentro uma visão mais mais adequada sobre o amanhã, podemos decretar uma Crise Futurista.

Antes do Digital, se praticava um Futurismo de Curto Prazo, muito mais próximo do Modismo, pois o futuro era muito mais certo do que hoje em dia.

Hoje precisamos de um Futurismo de Longo Prazo, o que demanda muito mais esforço científico do que tínhamos no passado.

Um Futurismo de Longo Prazo demanda o conhecimento de regras estruturais da sociedade humana para que se possa entender onde estamos e para onde vamos.

O grande diferencial competitivo no mercado hoje não é a melhor tecnologia, mas uma visão de futuro mais consistente.

Sem uma visão de Futuro consistente, pessoas, profissionais, organizações, governos ficarão no escuro enquanto o tiroteio corre solto lá fora.

É isso, que dizes?

A Bimodais é a primeira Escola de Futurismo no Brasil que tem feito um esforço filosófico-teórico-metodológico para criar um Futurismo de mais qualidade.

Inovamos não só no que descobrimos, mas na forma como chegamos às nossas conclusões, tudo via Whatsapp e Telegram, de forma participativa.

Este mês estamos promovendo, por exemplo, o diálogo  dentro da Bimodais “Afinal, o que é o Futuro?”.  É o Diálogo Bimodal 4.1, da QUARTA IMERSÃO, que vai de Julho a Dezembro.

Se você quer fazer a diferença no mercado nas próximas décadas vai precisar de uma Escola como a nossa.

Veja o que avaliou David Bruno:

Vem tomar a pílula vermelha!
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https://youtu.be/Q2jNIleYSSw

A grande macrotendência deste novo século é a reintermediação de todas as atividades da sociedade.

A reintermediação se torna obrigatória para lidar com o radical aumento da Complexidade Demográfica dos últimos 220 anos.

Na Justiça, os Empreendedores 2.0 tentarão “matar” os atuais intermediadores: advogados e juízes.

Haverá o surgimento de plataformas de arbitragem, nas quais pessoas – com capacidade de mediação – tentarão resolver os conflitos.

Cada vez menos, se terá a necessidade de juízes, a não ser para casos muito específicos como os criminais.

Hoje, a crise da Justiça, principalmente no Brasil, é estrutural: muitos processos para poucos juízes.

A crise da Justiça no Brasil é estrutural:  tivemos um aumento de sete vezes da população, em cento e vinte anos, e e a filosofia do modelo permaneceu a mesma.

O que vemos hoje de melhoria na Justiça Brasileira é a digitalização – no popular: passando pano no gelo para ver se fica sequinho.

Muita gente acredita que a grande revolução da justiça será a adoção da Inteligência Artificial no atual e obsoleto modelo intermediador Falso!

A revolução da justiça será a reintermediação dos juízes em grande plataformas de arbitragem com a inteligência artificial dando suporte a inteligência coletiva.

É isso, que dizes?

O tema do Futurismo de Longo Prazo aplicado em diversos setores está presente na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja a avaliação da Lisandra:

Vem tomar a pílula vermelha!
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Os fatores conjunturais e estruturais da sociedade influenciam na educação das crianças.

Se temos um viés centralizador, seja ele estrutural ou conjuntural, teremos um viés padronizador da educação das crianças.

Se temos um viés descentralizador, seja ele estrutural ou conjuntural, teremos um viés personalizador da educação das crianças.

A principal questão da educação das crianças não é se será presencial ou a distância, mas se será uma educação voltada para a repetição ou para a criatividade.

O século XX  foi concentrador e o viés educacional, de maneira geral, nos levou para a redução da autonomia das crianças.

A educação atual é formadora de um adulto que iria viver num mundo vertical, repetitivo, o que demandava uma baixa taxa de autonomia.

A educação para o novo século deve preparar um adulto que irá viver num mundo mais horizontal, inovador, o que demanda uma alta taxa de autonomia.

É o modelo de sobrevivência, seja ele conjuntural ou estrutural, que define a tendência da educação que será praticada.

Países com conjunturas centralizadoras incentivarão educação padronizadora para que se possa formar adultos “compatíveis” com o modelo de sobrevivência.

Países com conjunturas descentralizadoras incentivarão educação personalizadora para que se possa formar adultos “compatíveis” com o modelo de sobrevivência.

Vivemos hoje uma Revolução Midiática Civilizacional, mudança estrutural de sobrevivência, e a macrotendência da educação das crianças é personalizadora.

Haverá neste novo século resgate dos educadores pró-autonomia, que serão reinterpretados e adaptados para as novas tecnopossibilidades abertas pelo digital.

É isso, que dizes?

Estes assuntos estão presentes na QUARTA IMERSÃO no Futurismo Competitivo Bimodal.

Veja o que diz o Educador e proprietário de escola Flexa Ribeiro sobre a nossa formação:

Que sair de Matrix?
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O Sapiens criou a ciência, basicamente, para resolver problemas complexos de sobrevivência.

Em momentos de concentração midiática, a Ciência tende a resolver seus próprios problemas e não os da sociedade.

Em momentos de descentralização midiática, como agora, a Ciência tende a voltar de novo a resolver os problemas da sociedade.

A mudança que viveremos na Ciência neste novo século, entretanto, será disruptiva: sai a ciência gestora e vamos para a uberizadora.

A Ciência Uberizadora não será mais aquela que filtra para publicar, através dos pares mas publicará para filtrar depois.

Os pares participarão TAMBÉM da filtragem. A grande novidade, entretanto, é a participação ativa da sociedade no processo científico.

A Ciência 2.0, uberizada, será feita em grandes plataformas participativas, nas quais todos os interessados em minimizar o problema colaborarão com o processo da pesquisa.

A Ciência praticada hoje segue, mais ou menos, a lógica da matilha de lobos. São pesquisas sonoras. A 2.0 seguirá a das formigas, pesquisas por rastros.

Viveremos uma profunda disrupção na produção acadêmica neste século, que vai tirar a Ciência da sinuca de bico que se meteu.

Aumentamos demais a complexidade dos problemas e a a forma de produção científica atual (sonora) ficou obsoleta. Precisa de um upgrade disruptivo.

É isso, que dizes?

A aplicação da visão do Futurismo Competitivo Bimodal em diversos setores faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais. Veja o que diz o o André Torres:

Vem tomar a pílula vermelha!
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arece que as empresas redescobriram os clientes. E seria bom perguntar qual é o motivo.

O século passado foi o das empresas, na qual era comum dar “facada” nos clientes. Neste, passaram a ser “focadas” nos clientes.

O que mudou?

O digital quebrou o antigo monopólio, tanto de informação como comercial das organizações tradicionais. O cliente passou a ter muito mais poder!

No mundo digital, o cliente sabe mais, conversa mais, pesquisa mais, escolhe mais, reclama mais, tem mais opções.

O empoderamento do cliente é um movimento sistêmico e espontâneo para lidar melhor com a nova complexidade demográfica de oito bilhões de sapiens.

Quanto mais habitantes tivermos no planeta, mais e mais haverá a demanda de empoderamento do consumidor.

No passado o consumidor queria ser ouvido. No futuro, cada vez mais presente, o consumidor quer decidir.

No Uber, por exemplo, não é um gerente que decide qual é o motorista que vai ser demitido, mas o consumidor, via estrelinhas.

No futuro que se avizinha, organizações não serão mais controladoras, mas curadoras de relações de consumo.

Não haverá foco no cliente, mas foco nos algoritmos e nos ecossistemas blockchenizados, que permite que o cliente tenha cada vez mais poder.

Organizações precisam, URGENTEMENTE, sair do Futuro de Curto para o de Longo Prazo, quando se consegue enxergar o que virá de forma mais cristalina.

Quem não adotar um Futurismo mais adequado será cada vez menos locomotiva e será cada vez mais vagão.

É isso, que dizes?

Promoção da semana: ouça os comentários que fiz sobre o livro: “Quem está no comando?” de Ori Brafman e Rod A. Beckstrom, basta preencher o formulário abaixo:
http://bit.ly/FORMDEGUSTA

O tema das mudanças do consumo faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz o Rafael Soares, que já está na segunda temporada na Escola:

Vem tomar a pílula vermelha!
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Tecnologias são um tipo de “prótese” que o sapiens utiliza para sobreviver melhor a cada novo desafio da espécie.

Como dizia  Marshall McLuhan – nosso filósofo preferido – “o sapiens cria a tecnologia e esta recria o sapiens”.

O Digital tem mais e mais intermediado a vida humana, colocando cada vez mais softwares, em todas as nossas atividades.

Softwares são códigos, que são aperfeiçoados todos os dias e vão alterando a sociedade de uma forma muito mais acelerada do que antes.

Se quase tudo que fazemos está baseado em softwares, mais e mais as atividades da nossa vida passam a ser “versionadas”.

E passamos a ter um verdadeiro desafio psicológico, pois nossa maneira de sentir, pensar e agir foi criada para uma vida menos mutante do que a atual.

Toda a formatação das crianças, até aqui, foi para um mundo analógico, muito menos dinâmico do que o atual.

O estranhamento que vivemos não é apenas com o Novo Normal, mas, principalmente, com a Nova Normalidade Dinâmica.

Os Educadores 2.0 têm como missão neste novo século de mudar o eixo educacional para equalizar a nova vida a uma mentalidade dinâmica.

Muitos dirão que com apenas o uso das novas tecnologias os jovens estarão preparados para o futuro. Não concordo.

Temos que ter, desde já, um novo viés educacional voltado para a personalização, para a criatividade e a autonomia de pensamento.

A atual escola não pode brigar com o futuro.

Não podemos ter uma escola memorizadora num mundo em que é preciso o tempo todo esquecer e reaprender.

A Educação 2.0 precisa mudar a forma (aprendizado em plataformas e não mais em sala de aula) e no conteúdo (sai repetição, entra criatividade).

É isso, que dizes?

O tema do Futuro da Educação faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo. Flexa Ribeiro, diretor de uma escola tradicional do Rio de Janeiro, já está indo para a sua quarta temporada, veja o que ele diz sobre a nossa escola:

Vem tomar a pílula vermelha!
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Comecemos com uma frase adaptada da filosofa Ayn Rand:

Você pode ignorar o futuro, mas não pode evitar as consequências do fato de ignorá-lo“.

Um dos maiores preconceitos que temos sobre o futuro é de que ele vem de uma vez só em todos os lugares ao mesmo tempo.

O futuro da nossa espécie, como de todas as outras, será sempre guiado pela necessidade de sobreviver cada vez melhor.

No caso do Sapiens, criamos novos modelos civilizatórios mais sofisticados, que nos permitem resolver de forma mais adequada problemas de sobrevivência.

Os modelos civilizatórios mais sofisticados, entretanto, não são uma imposição, mas uma opção de cada pessoa, organização, país, região.

Os modelos civilizatórios mais sofisticados permitem uma qualidade de vida melhor e, por causa disso, se tornam Zonas de Atração.

E vice-versa.

Quem não adota os modelos civilizatórios mais sofisticados perde em qualidade de vida e, por causa disso, se torna uma Zona de Abandono.

Hoje, já vivemos no Velho Normal em Zonas de Atração e Abandono. E no Novo Normal estamos criando novas Zonas de Atração.

As novas Zonas de Atração Futuras serão aquelas pessoas, organizações, países e regiões, que conseguirem resolver velhos problemas com as novas Tecnopossibilidades.

As novas Tecnopossibilidades, pela ordem, digitalização, uberização e blockchenização, nos permitirão superar os limites Tecnoculturais do Antigo Normal.

O Futuro, assim, não é uma chuva que cai na cabeça de todo mundo, ao mesmo tempo.

O que existe de objetivo em relação ao futuro são as demandas, que aguardam ofertas com custo/benefício melhor , a partir das novas Tecnopossibilidades.

O Futuro vem resolver velhos problemas de nova maneira – por isso é possível prever as macrotendências: aquelas que atenderem a essa expectativa, a partir das Tecnopossibilidades.

É isso, que dizes?

O tema do Futuro Temporal está presente na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro. Faça como o jornalista Luciano Correia, que vai para a sua primeira imersão com todo o gás.

Vem tomar a pílula vermelha!
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O sapiens é a única Tecnoespécie do planeta. Por causa disso, consegue criar regularmente novos normais.

Nossa especie não é genética – é tecno-genética. Por isso, pode mudar a forma estrutural de sobrevivência.

Por causa da nossa “tecnocidade” podemos crescer demograficamente, alterando o modelo estrutural de sobrevivência.

A crise que estamos vivendo neste novo século não é diante do futuro, mas do passado: nós não compreendemos como nós REALMENTE nos transformamos ao longo do tempo.

A principal crise deste novo século NÃO é tecnológica, econômica, futurista, mas, antes de tudo, FILOSÓFICA!

Os novos fatos têm demonstrado CLARAMENTE que o Sapiens é uma coisa bem diferente daquilo que os livros nos ensinaram na escola.

Nossa espécie cresceu 7 vezes nos últimos 220 anos: cria agora NOVO NORMAL para viver melhor neste novo patamar demográfico.

Estamos, aos poucos, mudando o Macro Modelo de Sobrevivência da espécie: adotando lentamente algo mais parecido com as formigas e menos com os lobos.

Se você quer começar a entender o futuro, antes de qualquer coisa, é preciso rever FILOSOFICAMENTE o passado.

Fica ligado nisso: o Sapiens sempre criou Novos Normais, o que mudou apenas foi o ritmo, a velocidade.

É isso, que dizes?

Uma visão filosoficamente diferente – e MUITO mais eficaz sobre o Sapiens e o futuro você terá na QUARTA IMERSÃO de Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz o Leonardo Almeida, que renovo o passaporte pela quarta vez na escola:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
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Vivemos hoje três “pandemias tecnológicas” na sociedade: a digitalização, a uberização e a blockchenização.

Cada uma destas “pandemias tecnológicas” cria um novo normal, que ajuda a sociedade a resolver determinados problemas.

A primeira “pandemia tecnológica” que está já em expansão é a da digitalização, que permitiu uma disruptiva quebra do tempo e lugar.

A segunda “pandemia tecnológica” que cresce é a uberização, que permite a mudança da relação trabalhista: sai carteira assinada entra trabalho uberizado.

A Uberização, entretanto, apesar de nova já apresenta os primeiros sinais de crise: é um modelo centralizado demais em cima e distribuído demais em baixo.

A conclusão que se chega é que é impossível termos, de forma saudável, tantos colaboradores e clientes, debaixo da mesma plataforma uberizada.

A crise dos motoqueiros uberizados não vai se resolver no longo do prazo voltando para o velho normal: com leis e regras. É preciso descentralizar ainda mais!

O que vai ajudar a minimizar o problema é a chegada da terceira “pandemia tecnológica“: a blockchenização, quando iremos uberizar a uberização.

A Blockchenização será composta por ecossistemas uberizados, no qual cada participante terá um leque de opções para escolher muito maior. Não gostou de um, pula para outro.

Tem muita gente que luta para a volta do Velho Normal, critica o Novo Normal como se fosse definitivo e não enxerga o potencial do Pós-Novo Normal, que será a blockchenização.

Todos os movimentos do novo século nos levarão, com muita resistência, para a descentralização progressiva.

A Descentralização Progressiva é a única forma que o Sapiens inventou para sobreviver num mundo demograficamente cada vez mais complexo.

É isso, que dizes?

O tema da blockchenização e a da Descentralização Progressiva fazem parte da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro. Bora sair de Matrix? Faça como o Garibaldi Porto, mude a sua vida e tome a pílula vermelha.

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
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A forma de pensar nossa carreira no Velho Normal era de continuidade.

A forma de pensar nossa carreira no Velho Normal era dentro de uma organização de outra pessoa e não dentro da nossa personal startup.

As regras de como a administração funcionava e gerava negócios estavam nos livros das universidades, hoje não estão mais.

Como disse ontem, temos um novo normal e um novo ritmo da normalidade muito mais acelerado.

É preciso para conviver nesse novo cenário uma proposta filosófica para lidar com um mundo “softwarizado“.

Num mundo softwarizado a cada dia algo tem uma nova versão, que precisa ser atualizada em algum lugar e você precisa conhecer e se adaptar a ela.

Estamos entrando na Normalidade Volátil, pois cada vez mais as coisas são software e não hardware.

Desenvolvemos o conceito de Certeza Provisória Razoável que é um forte instrumento do penar para uma Normalidade Volátil.

Na Certeza Provisória Razoável se decide hoje com o que se tem hoje e espera algo razoável amanhã que possa modificar o que é sempre provisório.

A Certeza Provisória Razoável é uma ferramenta filosófica fundamento num mundo que entra cada vez mais na Normalidade Volátil.

É isso, que dizes?

Os temas da Normalidade Volátil e da Certeza Provisória Razoável estão na QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Faça com Danúbio Fontoura e venha tomar a PÍLULA VERMELHA:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
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Existe uma diferença entre normal e normalidade.

O novo normal será o estabelecimento de novas regras de sobrevivência; a normalidade virá do novo ritmo das mudanças.

As novas regras se iniciam com a quebra do tempo e lugar, graças aos novos canais, que nos têm ajudado a minimizar a pandemia.

As novas regras se desdobram com a eliminação dos antigos modelos administrativos, graças à nova linguagem, que nos ajudará a superar as crises econômicas.

A nova normalidade, entretanto, é um misto de tudo isso: velocidade, volatilidade, adaptação, inovação permanente.

Há uma demanda em duas áreas para nos adaptarmos: do ponto de vista objetivo, aprender as novas regras. Do ponto de vista subjetivo, nos prepararmos para um normal mutante.

A Pandemia acelerou o novo normal que já era normal para muita gente. E outras tantas resistiam a ele.

Podemos dizer que estamos entrando num mundo da normalidade mutante.

É isso, que dizes?

O tema da nova normalidade será debatido na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Venha fazer parte da escola como o Garibaldi Porto:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
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Se os peixes pudessem falar e se perguntasse a eles o que era água, não saberiam responder.

Vivemos num “aquário”, cercado de normalidades para todos os lados com as quais nos habituamos.

A normalidade nos dá segurança e por isso a consideramos eterna, estrutural e não sujeita a mudanças conjunturais.

Quando há fatores externos, não conhecidos, que nos tiram da normalidade, entramos em um estágio de pânico, rejeição, medo, raiva.

Nossa subjetividade foi preparada para um grau incremental de mudança e não para mudanças mais radicais ou disruptivas muito rápidas.

Vivemos hoje duas pandemias em paralelo: a virótica e a tecnológica-midiática.

O coronavírus está matando pessoas e a Internet está matando empresas.

A Internet, mais do que empresas, está matando uma forma de resolver problemas: estamos saindo da gestão e indo para a uberização.

A Uberização nos permite resolver problemas complexos com menor custo e muito mais qualidade, mas exige uma nova forma de pensar os negócios.

O grande desafio pós-pandemia não é um novo normal fixo como antigamente, mas entender que a própria normalidade nunca mais será como antes.

A nova normalidade vai ser muito menos fixa, mas volátil, flexível, mutante e precisamos ajustar nossa subjetividade para viver nesse novo tipo de ambiente.

É isso, que dizes?

O tema da normalidade flexível faz parte da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro de 2020. Danúbio Fontoura:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
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Hoje, se fala muito de mudança e de convencer o outro a mudar.

Temos duas alternativas:

  • Mudança incremental;
  • E a disruptiva, que demandam ações diferentes.

Mas se liga nisso: mudanças incrementais ocorrem por convencimento; a disruptiva por atração.

Mudanças disruptivas necessitam alterações de percepções mais arraigadas e, por isso, geram impasses emocionais maiores.

Mudanças disruptivas geram negação, raiva, resistência e o processo de convencimento não funciona nestes casos.

Nas mudanças disruptivas a pessoa precisa decidir de dentro para fora que não dá mais para continuar do mesmo jeito.

Nas mudanças disruptivas muitas vezes é preciso deixar que a os fatos da vida colaborem com o processo.

As pessoas mais resistentes às mudanças disruptivas precisam aprender por conta própria que a mudança se tornou inevitável.

Pessoas que querem promover mudanças disruptivas devem, assim, apenas apresentar as alternativas e deixar que as pessoas chegue até elas.

Mudanças disruptivas não pedem convencimento, mas um processo de atração.

É isso, que dizes?

O processo de atração para a mudança disruptiva faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal.  Thereza Rodrigues já vai para a segunda temporada, que tal conhecê-la aqui dentro da escola?

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O meu novo livro que ainda está na sua fase beta, pode ser comprado aqui:
https://www.bimodais.com.br/civ20

Tem esse título:

“Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?”

Vejamos a lógica do livro.

O Sapiens é a única espécie social que cresce demograficamente, inventando novas tecnologias.

Não desenvolvemos tecnologias por que gostamos, mas somos obrigados para poder sobreviver.

Além das tecnologias periféricas, somos obrigados a criar tecnologias centrais: as mídias, que nos permitem sofisticar nosso modelo de sobrevivência.

O que estamos fazendo neste novo século é, a partir das novas mídias, criando um modelo estrutural de sobrevivência muito mais sofisticado.

Os Ubers não são novos modelos de negócio, mas um novo Modelo Estrutural Administrativo, que nos permite resolver os problemas insolúveis do anterior.

Os Ubers conseguem entregar qualidade na quantidade e quantidade com qualidade: numa radical personalização de consumo.

Os Ubers se utilizam a Curadoria – modelo administrativo muito similar ao dos formigueiros.

Formigas não precisamo de líder-alfa, pois “curtem” os caminhos, numa “wazerização” que funciona há milênios.

A inovação que vai REALMENTE gerar valor no novo século estará ligada à uberização dos processos.

É isso, que dizes?

O tema da Uberização é central na QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal.

Veja o depoimento do Ramalho Medeiros, que estará conosco até dezembro:

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Um dos grandes problema que temos tido neste novo século é a não compreensão da regra básica das mudanças.

Primeiro, você muda a forma de pensar e depois a de agir.

As pessoas querem hoje, diante do digital, mudar a forma de agir, mas sem mudar a de pensar.

Não pode funcionar.

Temos uma percepção da realidade que serve como mapa para tudo que fazemos. Se não mudar o mapa, não conseguimos mudar a rota.

Se continuarmos a fazer as mesmas coisas e os resultados começam a ser diferentes, é sinal de que o cenário mudou.

Se o cenário mudou e as ações perderam a eficácia, é preciso entender qual é o erro da nossa percepção.

Percebido o erro da percepção, iniciamos o processo de mudança na forma de agir.

O problema diante do digital é que a maior parte dos diagnósticos sobre o novo mundo é superficial.

Com a ânsia de vender consultoria, os especialistas de futuro inventam o termo que vende e não aquele que explica os fatos.

Nesse mar de confusão diante de um mundo com regras diferentes, as pessoas ficam cegas no meio do tiroteio digital.

A grande tendência educacional do século passado, não só no Brasil, mas no mundo, foi padronizadora.

Fomos estimulados, desde cedo, a não perceber que percebemos.

Quando se elimina a percepção da percepção se facilita o trabalho de padronização das pessoas, que passam a repetir tudo que se diz para elas.

O nosso dever de casa agora, diante de um mundo cada vez mais mutante, é perceber que percebemos, ponto inicial para se ter uma maior taxa de autonomia de pensamento.

Temos um trabalho individual e social de estimular a percepção da percepção, pois sem ela teremos grandes problemas de viver na nova Civilização 2.0.

É isso, que dizes?

O tema percepção da percepção faz parte da QUARTA IMERSÃO no Futurismo Competitivo Bimodal, que se inicia em julho e vai até dezembro. Veja o que diz o André Rodrigues Torres, que acaba de renovar seu passaporte para mais um semestre na Escola:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
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Dentro da “Pandemia Tecnológica” que estamos vivendo, desde a chegada do Digital, muitas coisas estão se alterando.

Nos últimos 50 anos a lista das 500 maiores empresas durava 65 anos. Hoje, não passa de 10.

A taxa de competição na sociedade subiu muito.

Podemos dizer que estamos saindo de um Ciclo Concentrador nos Negócios para um descentralizador.

Estamos saindo de uma fase do mercado de grandes empresas monopolizadas dentro de um mercado analógico.

No mercado analógico concentrado, a voz do cliente estava muito abafada.

Nestes momentos históricos de muita concentração, temos a difusão de um distúrbio , que podemos chamar de Umbiguismo Profissional.

O Umbiguismo Profissional se caracteriza pela fantasia momentânea que as empresas e os profissionais se servem do cliente e não servem ao cliente.

No Ciclo Concentrador dos Negócios, o cliente deixa de ser a principal referência das organizações e dos profissionais, pois a competição é baixa.

O Umbiguismo Profissional gera uma série de formas de sentir, pensar e agir, que precisam ser revisadas no Ciclo de Descentralização Digital.

É preciso deixar de dar “facada” nos clientes para estar “focados” no cliente.

Se o século passado analógico foi o das organizações, o atual, digital, é o do consumidor.

É preciso um trabalho filosófico e psicológico para entender e aprender a lidar com este mundo mais acelerado e competitivo.

É isso, que dizes?

O tema do Umbiguismo Profissional faz parte dos novos conceitos da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo, que vai de Julho a Dezembro, veja o que diz o Anderson da Silva Costa, que acaba de renovar o seu passaporte:

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A maior parte dos meus alunos lê muito mal. Leem demais e aproveitam pouco.

O problema da leitura profissional de baixa eficácia é a falta de uma bússola: ler para chegar aonde?

Quando falamos de leituras profissionais estamos lendo para resolver o problema de alguém.

A leitura profissional é diferente da leitura por lazer, quando lemos para atender apenas o nosso desejo.

Um PROFISSIONAL (em caixa alta) tem um problema-foco a ser resolvido para resolver a dor de alguém.

A leitura profissional, assim, é a leitura que se faz para o cliente e não para você.

Um profissional motivado é aquele que se apaixona por resolver da melhor forma possível o problema de seus clientes.

A leitura profissional precisa, assim, ser feita com determinado método para se ler aquilo que REALMENTE agrega.

Muita gente confunde leitura profissional com leitura de lazer e por hobbie: lê muito para seu próprio prazer sem se preocupar com o resultado.

Uma leitura profissional precisa, antes de tudo, que o leitor tenha:

  • um problema foco bem definido;
  • uma narrativa evolutiva de como pensa e age sobre o problema-foco;
  • que cada livro sirva para melhorar a narrativa evolutiva;
  • que será o critério de qualidade do mesmo, agregou mais ou menos à narrativa evolutiva?

O problema de uma leitura de baixa eficácia é justamente este: você não sabe por que e para quem está lendo!

Diria mais: só lê bem quem está, de alguma forma, escrevendo, mesmo que para si mesmo, o seu próprio livro.

É isso, que dizes?

O tema “pensar melhor e ler melhor” faz parte da QUARTA TEMPORADA dos Bimodais. Venha mergulhar em um mundo fora de Matrix. Veja o que a Zilea Barrilari, que acaba de renovar o passaporte disse da nossa escola:

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Digo muitas vezes em sala de aula que a sociedade do conhecimento é um conceito tóxico.

Conceitos tóxicos são aqueles que não espelham bem os fatos, a realidade.

Conceitos moldam a nossa forma de pensar e a nossa forma de pensar, molda a nossa forma de agir.

Se você acredita que estamos na sociedade do conhecimento, vai agir conforme esta percepção.

Se o diagnóstico “sociedade do conhecimento” é inadequado você vai lidar de forma equivocada com a realidade.

Vivemos graves problemas filosóficos, pois estamos terminando um longo ciclo civilizacional, no qual desaprendemos a pensar.

Acreditamos que os conceitos não são importantes. Não damos muita atenção a eles. Isso é sintoma claro de alta taxa de “Zecapagodismo“.

De maneira geral, nós procuramos conceitos para nos enquadrar na sociedade e não para recriar a sociedade!

A imprecisão conceitual é sintoma claro da incapacidade de refletir – sintoma claro de finais de épocas civilizacionais.

Hoje, é bem comum se criar conceitos que vendem e não aqueles que se aproximam dos fatos.

Hoje, é bem comum se criar conceitos para o Google e não para as pessoas que sofrem ao lidar com uma realidade desconhecida.

Conceitos são feitos para explicar as emoções e percepções que temos sobre os fatos.

Se você não se preocupa muito em conceituar os fatos, pode ter certeza que os fatos vão te mostrar o quanto você é ingênuo.

Conceituar e pensar fazem parte da mesma moeda. Se você não conceitua bem, sinto te dizer, você não pensa bem.

É isso, que dizes?

A busca incessante por conceitos consistentes é um dos nortes da Bimodais – Futurismo Competitivo, que entra agora na sua QUARTA IMERSÃO – veja o que diz o Fernando Potsch, que vai para o quarto semestre conosco:

Quer sair de Matrix? Vem:
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Muitos não entendem que o Uber não é um novo modelo de negócio, mas de administração.

No Uber, não há gerentes controlando a frota, mas algoritmos, que permitem a auto-avaliação de colaboradores e fornecedores.

Os Ubers são uma resposta a um mundo do sapiens muito mais povoado que precisa garantir qualidade na quantidade e vice-versa.

Vivemos ainda a primeira etapa da Uberização em Plataformas Centralizadas, o que dá a falsa impressão de um futuro mais centralizado.

O futuro, entretanto, aponta para a Descentralização Progressiva.

Os Ubers só serão descentralizados nas Plataformas Blockchenizadas, quando a Uberização vai chegar ao micro empresário.

A Blockchenização será a etapa mais disruptiva da Revolução Digital. Quem acha que as coisas estão mudando muito agora, pode apertar o cinto.

É isso, que dizes?

O tema da Blockchenização é um dos centrais da quarta imersão (julho a dezembro) na Bimodais – Futurismo Competitivo. Quer sair de Matrix? Vem tomar nossa pílula vermelha, veja o que diz o Alisson Andrade, que acaba de renovar seu passaporte:

Quer sair de Matrix? Vem:
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Normal significa o que é usual, comum, natural.

No Antigo Normal se resistia a fazer várias coisas online, pois não era algo que estávamos acostumados.

O grande saldo filosófico da Pandemia é que começamos, de forma massiva, a perceber que as mídias são causadoras de “normalidades“.

A Pandemia é uma crise aguda (que nos obriga a mudanças rápidas e radicais).

A nova mídia é uma crise branda (que nos obriga a mudanças lentas mas também radicais).

Com  a Pandemia, passamos a nos aproveitar, de forma massiva e rápida, dos novos canais digitais, quebrando o tempo e lugar.

Os novos Canais Digitais atenuaram a crise da pandemia, mas não serão eles que vão nos ajudar a superar a crise econômica que virá.

A Pandemia demonstrou claramente que as relações econômicas terão que ser muito mais flexíveis do que são hoje.

Assim, o que estamos chamando de Novo Normal é apenas a Digitalização, que nos ajuda a atenuar o auge da crise da saúde.

O Pós Novo Normal será a uberização/blockchenização em massa.

É preciso tornar as relações econômicas muito mais flexíveis, pois ninguém vai investir com receio de ter que encarar uma nova pandemia pela frente.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e tomar todo dia uma pílula vermelha?
Venha para a quarta imersão da Bimodais – Futurismo Competitivo.
Veja o que diz o Flexa, que já está na sua quarta imersão:

Mais detalhes aqui:
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Toda Revolução Midiática Civilizacional vem para “matar” intermediadores.

Novas mídias permitem que criemos formas de intermediação mais sofisticadas.

Com o Digital, não estamos acabando com a intermediação, mas promovemos uma reintermediação mais sofisticada.

Os antigos intermediadores eram filhos da mídia que existia e agora estão perdendo lugar para os reintermediadores digitais.

Há dois movimentos distintos no processo de reintermediação: a operacional com a digitalização e a gerencial com a uberização.

A Digitalização é basicamente o uso de novos canais. E a Uberização é a massificação da nova Linguagem dos Rastros, similar a das formigas.

O Sapiens precisa deste novo século de cada vez mais flexibilidade e os antigos intermediadores analógicos estão atrapalhando.

A palavra de ordem do novo século é: flexibilidade para lidar melhor com o novo patamar de complexidade.

É isso, que dizes?

Se você quer entender o que DE FATO está ocorrendo, venha para a QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz o Lawrence, que está aqui desde a primeira imersão:

Mais detalhes aqui:
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Trans-formação é a passagem de uma formação para outra.

O que temos que nos perguntar é o seguinte:

Qual é a nova formação para que uma organização se torne competitiva neste novo século?

Estrategistas Digitais acreditam que basta colocar os produtos e serviços em sites e aplicativos e está tudo resolvido.

De maneira geral, as empresas estão promovendo a digitalização operacional, mas nunca a uberização gerencial.

Os gerentes não querem saber de uberização, pois é justamente eles que ficarão sem o emprego.

O lema da Transformação Digital é o seguinte: digitalizar pode, uberizar jamais!

E é este o grande paradoxo do novo século: quem precisa inovar, uberizando, é justamente aquele que perde o emprego se fizer isso.

A realidade é gritante: nenhuma organização tradicional conseguiu criar projetos para liderar o novo mercado uberizado.

Há espaço para os gerentes neste novo mundo, mas terão que reaprender a função: sair de controlador de pessoas para de algoritmos.

Tem muito espaço na nova locomotiva, mas a maioria dos atuais gestores tem optado por aceitar a triste sina de vagão.

É isso, que dizes?

Quer sair da Transformação Digital Rivotril, fique seis meses com a gente, tomando pílulas vermelhas todos os dias: de julho a dezembro, a QUARTA IMERSÃO DO FUTURISMO COMPETITIVO BIMODAL:

Veja o que o Léo pensa sobre as imersões, ele está indo para a quarta:

Mais detalhes aqui:

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Na Era Digital temos uma Macro Ordem Espontânea, na qual demandas adormecidas foram acordadas por tecnologias “despertadoras”.

A Era Digital nos traz a mais disruptiva das mudanças administrativas que o sapiens já fez em toda a sua história!

Se você não entender que tudo que estamos fazendo neste momento são tentativas para superar a Macrocrise Demográfica, não poderá entender o futuro.

https://youtu.be/nxn14T30rkk

Disciplina é definida assim pelo dicionário: conduta que assegura o bem-estar dos indivíduos.

Disciplina é a capacidade de repetir diariamente atividades, mas existem dois tipos: a tóxica e a criativa.

A Disciplina Tóxica é aquela que você repete sem refletir nas atividades.

A Disciplina Criativa é aquela que você sempre agrega algo de novo a suas atividades, a partir da reflexão.

Todas as pessoas que conseguem colocar seus projetos para frente, de alguma forma, desenvolvem uma Disciplina Criativa.

Muita gente não consegue rimar disciplina com criatividade. Mas criatividade sem disciplina tende a não levar a muita coisa.

A Disciplina Tóxica, assim, se aproxima de um carrossel e a Disciplina Criativa de um espiral.

A Disciplina Criativa é a arte de a cada dia fazer algo um pouco diferente, melhor do que no dia anterior, num processo gradativo de melhoria contínua.

Não ter disciplina é algo tóxico. Ter Disciplina Carrossel, idem. A chave para sair do impasse é a Disciplina Criativa em Espiral.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix?

Faça uma imersão de seis meses no Futurismo Competitivo Bimodal!

Quem está por aqui, tá gostando.

Mais detalhes aqui:
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Empreender significa tirar qualquer intermediário entre você e o mercado. É você de frente para o cliente.

Hoje, somos educados para a mentalidade empregatícia: alguém entre você e o cliente.

A mentalidade empreendedora é aquela em que você aprende a servir a alguém diretamente.

Com o Digital, estamos vivendo a difícil passagem da mentalidade empregatícia para a empreendedora. Não tem sido fácil.

A educação tanto familiar como na escola é de preparar a pessoa para obedecer o chefe e não o cliente.

No Brasil e nos países latinos a educação empregatícia ainda é mais estimulada do que em países mais desenvolvidos.

No Brasil e nos países latinos, pais e mães educam os filhos para serem servidos e não servir.

Uma criança mimada, educada para só ser servida, terá muito mais dificuldade para empreender.

No Brasil e nos países latinos temos ainda os serviços das empregadas domésticas que aumentam a taxa de “mimação” da sociedade.

A pandemia tem impedido os serviços domésticos, o que tem sido bom para a mentalidade empreendedora.

Sou capaz de apostar que em países sem serviços domésticos a taxa de empreendedorismo é muito maior.

Jovens tendo que fazer serviços de casa OBRIGATORIAMENTE terá um efeito positivo na tão necessária mentalidade empreendedora do novo século.

É isso, que dizes?

Venha conhecer as nossas receitas para a mentalidade empreendedora do novo século.

Mergulhe durante seis meses no Futurismo Competitivo, na nossa quarta temporada.

Mais detalhes aqui:
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https://youtu.be/5-P3r5t0CUI

Negócios sempre são baseados em duas pernas reputação e confiança.

Não há negócio se não houver confiança e não há confiança se não houver reputação.

Todos os negócios são estruturados no que podemos chamar de Modelo Estrutural de Reputação.

O Modelo Estrutural de Reputação é baseado nas mídias de plantão. Mudou a mídia, mudou a forma como a reputação é criada.

No mundo pré-digital a reputação das organizações era centralizada, através das mídias eletrônicas.

A reputação, antes do Digital, era uma Reputação Eletrônica, que favorecia muito mais o marketing do que o boca-a-boca do pós-venda.

Como vemos abaixo:

Estamos saindo da Reputação Eletrônica (mais centralizada) para a Digital (mais distribuída).

Com a possibilidade da Reputação mais Distribuída (via estrelas, curtições) as portas se abriram para empresas menores.

Com o Digital, temos uma mudança estrutural na forma com a reputação é gerada!

A reputação das organizações, portanto, depende do tipo de mídia que temos disponível!

A perda de valor das organizações tradicionais se deve ao surgimento de uma nova forma de gerar reputação, que permitiu a concorrência de fornecedores menores.

Hoje o marketing pré-venda precisa ser parecido com o do pós-venda, algo que não era realidade no pré-digital.

É isso, que dizes?

Saia de Matrix! Faça um mergulho no Futurismo Competitivo. Fique seis meses na Bimodais na nossa imersão da quarta temporada, até dezembro.

https://www.bimodais.com.br/assinatura

Vivemos hoje uma crise futurista.

https://youtu.be/MoJ5hjW7Vgw

Um Futurismo de qualidade passou a ser uma necessidade vital para as organizações, mesmos que elas não saibam disso AINDA.

O que praticamos hoje, de maneira geral, é um futurismo caixa baixa, de curto prazo, sem lógica e sem embasamento filosófico e teórico.

De maneira geral, o futurismo (caixa baixa) procura adivinhar quais tecnologias virão e não quais as mudanças que vão ocorre na sociedade, a partir delas.

Tecnologias abrem novos planetas humanos e compreender o que passaremos a poder fazer nestes planetas é o desafio do Futurismo.

Um Futurismo de qualidade procura entender quais as demandas reprimidas poderão “sair do armário“, quando chegam novas tecnologias.

  • Quais são as mudanças nas “regras do jogo”, a partir das novas tecnologias?
  • Quais são os riscos?
  • Quais são as oportunidades?

Vale clonar o provérbio chinês:

Quando uma tecnologia é lançada; o futurismo amador olha para ela e o futurista PRO para as mudanças que pode provocar.

É isso, que dizes?

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Quando falamos de futuro, temos diversos preconceitos, que precisam ser superados, vejamos.

1- o futuro é incerto – ou seja, não se pode prever nada, 100% incerto, o que é uma descrença na capacidade humana de projetar, de teorizar e de poder prever cenários.

O objetivo do futurismo é reduzir a taxa de incerteza, não acabar com ela.

2 – o futuro é feito de fenômenos inusitados – não se consegue se chegar na essência do fenômeno e procurar recorrências históricas para poder comparar com outros parecidos do passado.

O objetivo do futurismo é trabalhar com a essência adequada dos fenômenos para reduzir a taxa da incerteza.

3 – o futuro é temporal – ele chega para todos ao mesmo tempo, o que não é fato.

O objetivo do futurismo é conseguir enxergar áreas de futuro no presente, projetar estas áreas para as demais da sociedade.

A Pandemia que vivemos é resultado direta da Complexidade Demográfica Progressiva.

Vírus se tornam mais poderosos com grandes aglomerações de gente em que podem pular de um ecossistema para outro rapidamente.

Um dos principais problemas que vivemos neste novo século é a incompreensão de como o Sapiens resolve o problema da sobrevivência ao longo do tempo.

Quanto mais gente, mais complexidade. Quanto mais complexidade, mais as decisões vão se tornando mais e mais difíceis.

Por isso, é preciso descentralizar as decisões e flexibilizar as operações para que possamos lidar com mais qualidade na quantidade.

A grande macrotendência do novo século é a descentralização para promover a flexibilização.

Flexibilizar é tornar a sociedade mais maleável às mudanças, com mais ligeireza, agilidade.

Uma sociedade mais complexa é mais interdependente. Um fato isolado como uma epidemia local pode mudar a vida de todos muito rapidamente.

Eventos inusitados e frequentes pedem que as pessoas possam se adaptar a eles cada vez mais rapidamente. Por isso, a demanda por flexibilidade.

A Pandemia deixou claro que criamos uma sociedade para um mundo muito mais estável do que hoje e precisamos de uma mais flexível para lidar com mais instabilidade.

O que atrapalha a sociedade não é só o trabalho presencial, que pode ser feito a distância. Mas a carteira assinada, ao estilo brasileiro, que impede a flexibilização do trabalho.

É isso, que dizes?

A Flexibilização Progressiva é um dos temas de pesquisa da Bimodais – Futurismo Competitivo, venha conhecer nossos serviços:

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O principal problema que temos tido em relação ao futuro é não admitir que ele passou de certo para incerto. Certo?

Podemos dizer que até o final do século passado o futuro era muito mais certo do que é agora. Certo?

E cabe a pergunta: quando o futuro fica incerto o que podemos fazer para reduzir o risco de nos perder pelo caminho?

E temos que admitir é o seguinte: não é o futuro que está incerto, mas nossa forma de enxergar o futuro que precisa de ajuste.

As mudanças que estamos passando têm que ser consideradas “naturais“.

Elas são diferentes da forma que pensávamos nossa espécie, a sociedade. E é isso que é não está certo e não o futuro!

O futuro incerto é resultado de um movimento natural do sapiens pela sobrevivência, que não estava no nosso radar.

Nosso problema é: as pessoas querem entender o futuro, MAS não mudar uma vírgula como pensam a sociedade.

Sem uma revisão da nossa forma de pensar, nós não NENHUMA chance de entender o século XXI.

É isso, que dizes?

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Quando se fala em futuro, muita gente diz o seguinte:

Não podemos prever o futuro, mas criá-lo” – Peter Drucker.

Não concordo com isso.

Note que se um país passa de 30 para 210 milhões de brasileiros em 120 anos é possível dizer que é possível prever algo do futuro.

Neste país chamado Brasil de 210 milhões de pessoas era possível prever em 1900 de que neste ano em que chegássemos a esse tamanho de população querendo ou não, todos os dias teríamos que ter algo em torno de 630 milhões de pratos de comida.

Isso não é uma opção, nem um futuro que precisa ser criado, é previsível, pois está ligado à sobrevivência das pessoas.

Se não houver 630 milhões de pratos de comida, é possível prever que muita gente vai morrer de fome.

Em 1900, era possível também prever que se o Brasil chegasse a 630 milhões de pratos de comida uma série de melhorias na capacidade produtiva precisaria ser feita para alimentar todo esse povo.

Que tipo de melhorias poderia ser feita no país, isso poderia ser algo em aberto, mas não que deveria ser feito.

E caso não fosse, teríamos crise de fome.

Quando vamos analisar o futuro, é necessário pensar sempre nas coisas que são OBRIGATÓRIAS e não nas VOLUNTÁRIAS.

Tudo que é ligado à sobrevivência é obrigatório.

Por isso, decidimos aqui no Futurismo Bimodal adotar a Administração da Sobrevivência, pois se seguimos as demandas objetivas do sapiens é menor a chance de errarmos.

Tudo que se relaciona à sobrevivência é algo que terá que ser OBRIGATORIAMENTE tratado de alguma forma.

O que não é ligado a isso, pode ser opcional.

Sim, nós não podemos prever o futuro em muitos detalhes, mas podemos dizer que tudo que está ligado à sobrevivência terá impacto nesse futuro de alguma forma.

O que está aberto é o como vamos sobreviver.

Mas que vamos tentar sobreviver isso é líquido e certo.

É isso, que dizes?

 

 

 

Pessoas que são pessimistas sobre o futuro, em geral, não acreditam em ordens espontâneas.

Pessimistas, em geral, acreditam que existe uma sala secreta em algum lugar do planeta que tudo está sendo tramado.

A história nos mostra que foram as ordens espontâneas que trouxeram o Sapiens para um mundo de 8 bilhões de habitantes.

Não é uma Revolução Tecnológica, mas de Sobrevivência da espécie, que apenas se inicia com novas tecnologias midiáticas.

O grande objetivo da Revolução Digital é muito simples: aumentar as trocas voluntárias entre ex-desconhecidos.

Temos hoje novas mídias que nos permitem criar um Modelo Estrutural de Administração muito mais sofisticado do que o anterior.

A Era Digital é a mais disruptiva da história do Sapiens. Pela primeira vez, resolvemos adotar o modelo administrativo das formigas.

Formigas se auto-gerenciam, pois todas elas “curtem e descurtem” tudo que fazem e isso facilita a inteligência coletiva do formigueiro.

A mudança de mentalidade do Sapiens 1.0 para o 2.0 é gigantesca e é por isso, que estamos tendo tanta dificuldade de adaptação.

Você não sabe, mas o que mais necessita é de uma visão menos intoxicada para onde estamos indo e o que se deve fazer.

Este é o principal objetivo da Bimodais – Futurismo Competitivo: criar uma narrativa que o ajude a decidir hoje sobre o amanhã.

Venha conhecer nosso projeto.

É isso, que dizes?

Veja todos os detalhes aqui:
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O que faz um Futurista? É um profissional que desenvolve a “tampa do quebra cabeça” do cenário futuro.

O Futurismo é uma atividade profissional de diagnóstico, tais como oncologistas e calculistas.

O Futurismo não é atividade profissional de projetos, tais como decoradores e arquitetos, que atendem os desejos do cliente.

Temos vários problemas no exercício profissional do Futurismo, tanto no Brasil quanto no mundo,

O Futurista NÃO diz aquilo que o seu cliente quer ouvir, mas aquilo que ele diagnosticou como cenário futuro.

E temos aí uma divisão importante entre as profissões:

Profissões Operadoras atendem os clientes, colocam limitações, mas o desejo do cliente é o guia.

Profissões Diagnosticadoras tem os fatos como guia e não o desejo dos clientes.

Os futuristas de plantão perderam a ética: ignoram fatos futuros para vender fantasias para os clientes.

Não temos hoje, com exceção da Bimodais, escolas futuristas no Brasil, que estão, de forma independente, criando diagnóstico sobre o amanhã.

Há forte demanda no país por futuristas que queiram desenvolver diagnóstico menos influenciado pelos medos dos clientes.

É isso, que dizes?

Se quiser fazer parte da nossa escola, veja nossos serviços:

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A sociedade humana é dividida em dois grupos: os quietos e os inquietos. Os quietos são mais da rotina e os inquietos dos desafios.

Organizações, em geral, não sabem que existem os inquietos e imaginam inovar “com todo mundo“.

Inovar exige que a pessoa emocionalmente goste da incerteza e intelectualmente tenha facilidade para a abstração.

A pessoa já vem para o mundo inquieta. É uma característica do DNA emocional/intelectual.

Projetos de inovação precisam de inquietos para começar, pois são aqueles que adoram mudança.

O principal erro de projetos de inovação é não separar os quietos dos inquietos.

Inovação é , antes de tudo, um desafio emocional.

Os quietos são ótimos para consolidar projetos inovadoras, mas NUNCA para começá-los!

Inquietos têm um emocional mais preparado para o risco e um intelecto que tem mais facilidade para a abstração.

O inquieto nasceu para inovar e precisa disso para se sentir feliz.

Um projeto inovação eficaz tem que ser capaz de criar métodos para descobrir os inquietos.

É preciso juntar os inquietos, dar a eles liberdade para inovar e, aos poucos, ir introduzindo um pouco de quietude para o projeto prosperar.

Por fim, os inquietos precisam de um norte, de uma boa narrativa para poder não se perder na inquietude.

O principal objetivo da Escola Bimodal é produzir um futurismo competitivo para inquietos. Se você é inquieto, vem que aqui é teu lugar.

Conheça os nossos serviços.

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Diferente das outras espécies, o Sapiens é diferente um do outro.

Lobos e formigas têm uma similaridade: sobrevivem da mesma maneira, não tem lobo vegetariano e nem formiga que gostas de picanha maturada.

Os animais têm uma baixa taxa de diversidade entre seus membros. E o Sapiens muito alta.

Cada novo sapiens traz consigo uma demanda por unidade de comida, mas uma unidade diversa, o que torna a complexidade muito mais exponencial.

O aumento demográfico do sapiens, portanto, gera um aumento exponencial de complexidade, pois cada pessoa terá demandas específicas.

Não há comparação com outras espécies.

É uma complexidade muito maior, devido a maior taxa de diversidade entre seus membros.

E aí temos algo interessante.

Quando temos aumentos demográficos, mas não conseguimos ferramentas para diversificar a produção é preciso padronizar.

Tivemos no século passado uma padronização, ou um estímulo a uma baixa taxa de diversidade, pois não tínhamos organizações que pudessem promover a diversificação de massa.

E é isso que promete o futuro: a Diversificação de Massa.

O que tivemos até aqui foi o gradual aumento da Padronização de Massa, com as mídias centralizadas e o final da era da Administração Sonora.

Na Padronização de Massa, um ciclo das Eras Civilizacionais, Se reduzirá a felicidade estrutural, incentivando mais a conjuntural, haverá aumento da taxa de emocionalismo, zecapagodismo, dogmatismo.

O objetivo é reduzir a autonomia e criatividade, que serão desestimuladas, para que se possa consumir de forma padronizada.

Se aceitar o padrão ao invés da diversidade.

A atual crise civilizacional é marcada por esse tipo de problema.

Reduzimos muito os “incentivadores individuais de diversidade” e quando entramos na nova civilização, com forte demanda de diversidade, as pessoas foram pegas despreparadas.

Quando temos uma revolução civilizacional o quadro acima se inverte, pois se abre a possibilidade da diversificação e se precisa de criatividade para se criar a nova era.

E se passa a exigir de forma muito rápida tudo aquilo que foi não estimulado.

Detalhe.

Estes movimento são espontâneos e não planejados, vão ocorrendo naturalmente na relação oferta/demanda.

É isso, que dizes?

A pergunta mais frequente que recebo dos alunos é: como convenço o outro que tem que mudar. Resposta: é impossível!

Ninguém muda ninguém de fora para dentro. A pessoa tem que se convencer que a sua vida vai melhorar com a mudança.

Valores criam hábitos. Hábitos criam rotinas. E rotinas criam compulsões emocionais que são difíceis de serem abandonadas.

Quanto mais incompreensível e rápida é a mudança, mais as compulsões pelos hábitos vão dificultar a mudança.

Vivemos neste início de século mudanças muito estranhas, que as pessoas não entendem e, por isso, têm dificuldade de mudar.

As pessoas hoje, quando se fala de inovação, topam qualquer coisa, desde que não se mude os hábitos.

É a famosa inovação Rivotril: inovar pode, não pode é mudar absolutamente nada!

O processo de mudança passa por:

  • ter uma explicação razoável por que estamos mudando;
  • apresentar algum benefício para a pessoa para fazer a mudança.

Mesmo com todo trabalho de convencimento “top 10″, há pessoas que não nasceram para mudar de hábitos.

Há por aí o que podemos chamar de “Síndrome da Orquestra do Titanic“, não importa o iceberg, o negócio é não parar de tocar.

Projetos de Inovação têm que deixar os “tocadores de orquestra do Titanic” para as fases posteriores, nunca nas iniciais.

São aqueles que vão passar o tempo todo lutando para não mudar de hábitos.

Gosto da frase e se encaixa bem aqui:

Ninguém acorda, quem finge dormir!

É isso, que dizes?

Conheça os projetos dos Bimodais:

TODAS AS OFERTAS DOS BIMODAIS:
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Porém, há uma limitação da Uberização, pois a diversidade vai aumentando e Ubers tendem à padronização. O que veremos a seguir é a Blockchenização, a Uberização da Uberização, quando haverá a massificação das Plataformas da Administração por Rastros.

Somos a única Tecnoespécie do planeta. Por causa disso, só o Sapiens pode mudar o Macro Modelo de Sobrevivência.

A sobrevivência da nossa espécie é baseada em uma “placa-mãe” midiática, que define todo o resto.

Estamos neste novo século alterando, mais uma vez, a “placa-mãe” do Sapiens, mudando a forma como nos administramos.

Nosso atual Macro Modelo de Sobrevivência é sonoro, similar ao dos lobos, que demanda um líder-alfa.

Todas as Organizações Tradicionais operam na Administração Sonora, que tem limitações para lidar com determinada complexidade.

Espécies Sonoras precisam de líderes-alfas, pois têm um problema de tempo e lugar.

O som não se propaga para muito longe e nem fica armazenado, o que impede que possam crescer demograficamente.

Formigas resolveram o problema da complexidade demográfica, através da Linguagem dos Rastros.

É a simulação da Linguagem dos Rastros das formigas, que permite que os Ubers sejam possíveis.

Os Ubers praticam a Administração por Rastros, que permite que se lide com uma complexidade demográfica muito maior.

Vamos imitar as formigas, pois aumentamos a população e precisamos agora um modelo de sobrevivência mais compatível.

É isso, que dizes?

O tema da Administração por Rastros faz parte do meu novo livro, que você pode degustar um pequeno trecho por aqui:

ACESSE A PARTE INICIAL DO NOVO LIVRO POR AQUI:
https://bit.ly/FORMDEGUSTA

Temos três grandes desafios neste início de século: superar a crise demográfica, filosófica e psicológica.

A crise demográfica se supera com os novos modelos administrativos mais flexíveis, dinâmicos e exponenciais.

A crise filosófica se supera com uma narrativa, que consiga reaprender o que o Sapiens é e como se adapta no tempo.

A crise psicológica se supera com uma revisão de como temos que nos adaptar para viver em uma nova Civilização.

O principal problema hoje é: não entendemos o que está ocorrendo e não sabemos como nos preparar para o que virá.

O principal diferencial competitivo hoje é ter a melhor explicação sobre o futuro e agir rápido, a partir dela.

É isso, que dizes?

Meu novo livro “Civilização 2.0 – por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas” aborda as três crises.

Você pode ter uma degustação do mesmo, por aqui:

https://bit.ly/FORMDEGUSTA

Sempre fui a favor de promover cursos nas plataformas que as pessoas estão acostumadas.

Isso começou em 1994 quando organizei meu primeiro curso utilizando o Eudora, um antigo leitor de e-mails.

Os Whatsapps (onde se inclui o Telegram) são ferramentas propícias ao aprendizado.

Os Whatsapps permitem que se crie um grupo (que podemos chamar de turma), na qual o instrutor pode responder as dúvidas por áudio.

Quando o instrutor responde a dúvida de um aluno, está simulando o que ocorre dentro de uma aula tradicional.

A outra vantagem dos Whatsapps é que o aluno pode assistir as aulas, fazer perguntas e ouvir as respostas do professor de onde estiver.

Mas outras plataformas fazer isso também, certo?

Porém, uma coisa bem diferente é você ter uma aula da mesma forma que conversa com seus amigos do que entrar numa plataforma.

Obviamente, que há cursos que exigem determinado tipo de material didático, questionário, que não se encaixam no modelo “Curso, via zap”.

Porém, acredito que temos uma ferramenta bem interessante para trabalhar o aprendizado e pode ser aproveitada por você, dependendo o curso.

Aqui na Bimodais, trabalhamos com o seguinte modelo:

  • vídeos não listados, só para acesso dos alunos, no Youtube;
  • formulários de perguntas no Google Drive;
  • resposta do instrutor num grupo do Whatsapp fechado.

O modelo tem funcionado bem.

Já entregamos mais de 250 certificados e tivemos avaliações sempre positivas dos alunos.

As avaliações podem ser vistas aqui:

https://www.bimodais.com.br/feedbacks-1

É isso, que dizes?

A pedidos, estamos relançando um curso que fiz no ano passado com bastante sucesso, por causa da pandemia.

“Criando cursos inovadores, via zap”.

Você pode obter mais informações aqui:

https://www.bimodais.com.br/cursosinovadores

A Civilização 2.0 nos trouxe uma sociedade baseada cada vez mais em telas.

As telas nos permitem muito mais flexibilidade, agilidade, mutação do que antes.

Temos hoje o surgimento de uma Tecnocultura cada vez mais adaptada ao conceito de desenvolvimento de software.

A sua vida, seja profissional ou pessoal, precisa ganhar o conceito de versões: 1.0, 2.0, 3.0.

Há a demanda de uma mente inovadora, que aprende, desaprende, aprende de novo.

A Inovação Permanente vai exigir que você perca o medo de errar. E a ideia de versões facilita muito isso.

Você traça um projeto novo, define um tempo específico para ele, avalia, melhora, aprimora e parte para uma nova etapa.

A vida como se fosse um software reduz a culpa, o medo de errar e te permite aprender com os erros.

É isso, que dizes?

O tema estará sendo debatido nas novas versões do meu novo livro “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas”.

Venha fazer parte do projeto, revisando, comentando e tendo seu nome como colaborador.

Mais detalhes aqui:

https://www.bimodais.com.br/narrativa

Começamos a nos preparar para viver no chamado Novo Normal, no qual cada pessoa terá muito mais autonomia.

O Sapiens vive Macro-Ciclos de Descentralização para que possamos lidar cada vez melhor com mais Complexidade Demográfica.

Nos grandes Macros Ciclos de Descentralização há a demanda de superar barreiras emocionais consideradas normais no passado.

No Antigo Normal uma determinada Taxa de Infantilização era competitiva, agora no Novo Normal, não mais.

No Novo Normal é preciso lidar com o Antigo Falso Adulto, infantilizado, que era o “comandante do navio”.

Os desafios emocionais em um mundo cada vez mais mutante são muito maiores do que num mais estável.

O Sapiens 2.0 terá que ter muito mais autonomia emocional do que o Sapiens 1.0.

O Sapiens 2.0 terá outro patamar de equilíbrio emocional do que o Sapiens 1.0.

Na Era Digital, as pessoas têm que filtrar muito mais informação e definir cada vez mais o seu caminho profissional.

Há uma série de questões éticas (sobre felicidade) e epistemológicas (de como nos relacionamos com a realidade) que precisam ser trabalhadas.

Vejamos a figura:

É isso, que dizes?

O tema dos desafios psicológicos para a nova Era está sendo tratado no meu novo livro “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas”.

Você pode comprar:

MAIS INFORMAÇÕES:
https://www.bimodais.com.br/civ20

Ou participar do projeto, revisando:

MAIS INFORMAÇÕES:
https://www.bimodais.com.br/narrativa

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