Feed on
Posts
Comments

Temos o que Carl Menger (1840-1921) nos legou: “Todas as coisas são regidas pela lei da causa e do efeito.”

Não há possibilidade do Sapiens saltar, em 220 anos, de um para oito bilhões de Sapiens sem efeitos colaterais.

Não há possibilidade do Brasil saltar, em 120 anos, de 30 para 210 milhões de brasileiros sem efeitos colaterais.

Ignorar os efeitos colaterais do aumento populacional no mundo e no Brasil é o grande equívoco dos estudiosos do Digital.

A chegada e a massificação da Internet é uma ação involuntária e espontânea, um efeito, que tem como causa o salto demográfico dos últimos 220 anos.

Temos uma nova regra que rege a jornada do Sapiens: cresceu a população, teremos como efeito, no médio prazo, uma Revolução Midiática.

O aumento de número de Sapiens no planeta provoca, ao longo do tempo, a obsolescência da nossa forma de nos comunicar e de nos organizar.

Quem quer entender onde estamos e para onde vamos, precisa promover esta revisão da jornada do sapiens para conseguir projetar o futuro.

A Civilização 2.0 tem com grande novidade a possibilidade de começarmos a criar uma nova forma de gerenciar nossa sobrevivência, utilizando a forma de comunicação similar a das formigas.

A Civilização 2.0 tem um modelo de organização disruptivo em relação ao passado, pois saímos da Gestão (controle de qualidade centralizado) para a Curadoria (controle de qualidade distribuído).

Saímos na Civilização 2.0 do atual modo-organizacional mamífero (sonoro) para o das formigas (rastros), que tem uma lógica administrativa completamente distinta.

Quem não entender a guinada civilizacional, vai se afastar cada vez mais da “locomotiva futura” e irá se transformando em cada vez mais “vagão”.

É isso, que dizes?

O tema da Complexidade Demográfica Progressiva faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Thereza sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Uma das principais descobertas da Antropologia da Sobrevivência é o estranho, inusitado e desconhecido fenômeno da Descentralização Progressiva.

A Descentralização Progressiva é uma tendência espontânea do Sapiens só percebida ao longo da Macro História.

O Sapiens é a única espécie do planeta que cresce demograficamente por causa da sua capacidade de se reinventar.

O Sapiens tem a capacidade de recriar a forma com se organiza e, por causa disso, pode manter vivo um número cada vez maior de membros.

O Crescimento Demográfico Progressivo, entretanto, é um fator gerador de cada vez mais complexidade produtiva.

Temos dois tipos de complexidade produtiva: a objetiva (para a sobrevivência) e a subjetiva (para a existência).

O aumento gradativo da Complexidade Produtiva gera a demanda da descentralização em duas direções: primeiro, a operacional e depois a gerencial.

O aumento demográfico nos OBRIGA a ter que descentralizar a operação e as decisões para que possamos sobreviver e viver melhor.

A macrotendência em direção à Descentralização Progressiva, entretanto, não é contínuo, regular e nem uniforme.

O Século Passado, por exemplo, foi um período centralizador, pois tivemos aumento demográfico, porém sem novas mídias descentralizadoras.

O atual século, ao contrário, já está sendo um século descentralizador, com a chegada do Digital.

A Descentralização Progressiva, entretanto, é uma tendência obrigatória para melhorar a qualidade de vida, mas é uma escolha de cada pessoa, organização, país e região.

Todas as Zonas de Atração do novo século serão mais descentralizadas, se beneficiando das novas possibilidades do digital e vice-versa.

A Descentralização Progressiva é uma das grandes novidades das novas pesquisas sobre o sapiens, só possível de ser percebida, quando estudamos movimentos macro históricos, como são as revoluções de mídia.

É isso, que dizes?

O tema da Descentralização Progressiva faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse o Gilson  sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

O documentário “Dilema das redes” do Netflix tem o objetivo de mostrar o “outro lado da moeda” do mundo digital.

Escolhe, para isso, pessoas que trabalharam no meio e que estão, de alguma forma, desiludidas com alguns aspectos desse novo cenário.

É fato: toda tecnologia que se massifica, por escolha do consumidor, trás consigo não só novas soluções, mas novos problemas.

Imaginemos analisar o “outro lado da moeda” após a chegada do automóvel no século passado: atropelamentos, mortes no trânsito, poluição.

Quando se quer analisar os efeitos negativos de uma nova tecnologia, antes de tudo, é preciso deixar claro, muito claro, os efeitos positivos da mesma.

Quando se quer analisar os efeitos negativos de uma nova tecnologia, é preciso deixar claro se é um problema conjuntural do início do uso ou permanente da mesma.

Ninguém que analisa o digital, nem os mais otimistas, deixa de ver problemas. A questão é como se aborda tais questões.

O documentário “Dilema das Redes” apela para um Tecnofobismo que existe na sociedade, que considera que o mundo está ficando cada vez pior com cada vez mais tecnologias.

Note que o mundo digital não pode ser comparado com ele mesmo, mas com o mundo do rádio e da televisão, muito mais centralizado.

Se compararmos com o passado, o início de uma Revolução Midiática é sempre muito caótica mesmo, pois “pega” a sociedade não preparada para mudar a “placa-mãe”.

A meu ver, o documentário “Dilema das Redes” alimenta setores da sociedade que estão doidos para controlar a internet.

O atual estágio do mundo digital é passageiro, está muito concentrado, na fase inicial, e os atuais problemas serão minimizados com a chegada da Blockchenização.

Um mundo de oito bilhões de sapiens precisa de uma ambiente midiático mais distribuído. Levaremos, sem dúvida, algum tempo para nos acostumarmos com ele.

É isso, que dizes?

O tema dos efeitos positivos e negativos do digital faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que diz a Claudia sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

O ser humano para sobreviver lida com fenômenos da realidade. Não com a realidade.

Um temporal é um fenômeno da realidade, que é estudado por diferentes pesquisadores.

Para se prever e poder lidar com temporais, o Sapiens desenvolve o estudo dos padrões daquele fenômeno.

O detalhamento de padrões de fenômenos permite que se desenvolva narrativas e destas metodologias para lidar de forma mais positiva com eles.

Isso vale para tudo: pandemias, temporais, crises econômicas.

Quanto mais eficaz é o detalhamento dos padrões que identificamos sobre determinado fenômeno, maior será a chance de lidar melhor com ele e vice-versa.

O principal problema deste novo século é que estamos enfrentando uma Revolução Midiática e não tínhamos, até agora, padrões detalhados sobre ela.

Uma Revolução Midiática é um fenômeno da macro história, até então, pouco estudado, desconhecido, sem padrões definidos.

Por causa do desconhecimento da sociedade sobre o fenômeno “Revolução Midiática Civilizacional”, estamos sofrendo muito mais do que precisávamos.

Por causa do desconhecimento da sociedade sobre o fenômeno “Revolução Midiática Civilizacional”, estamos deixando de inovar como poderíamos.

Uma Revolução Midiática Civilizacional é um fenômeno social recorrente da Macro História, sobre o qual já há vários estudos, mas que, infelizmente, estão ainda na periferia do mercado.

Quanto mais uma pessoa, profissional ou organização se dedicar a conhecer os padrões de uma Revolução Midiática Civilizacional mais poderá dominar o cenário do que virá.

É isso, que dizes?

O estudo dos padrões de uma Revolução Midiática Civilizacional faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse André Torres sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Com a chegada do Digital, temos um novo ambiente social, que demanda diversas mudanças nas mentalidades para poder se enquadrar no novo cenário.

Podemos dizer, assim, que o Digital nos trouxe uma outra relação tempo/lugar, mais possibilidade de inovar e também a passagem da escassez para o excesso de informação.

Temos hoje o que podemos chamar da necessidade da passagem da mentalidade 1.0 para a 2.0.

Muitos pensadores digitais têm procurado entender quais são as demandas do que podemos chamar de Mentalidade 2.0: entre elas, o poder de síntese.

Sintetizar é resumir. Resumir é conseguir condensar muitas palavras em poucas. Assim, sintetizar é conseguir olhar para o essencial e não para o supérfluo.

Mas como fazer isso?

No fundo, em outras palavras, a mente sintetizadora precisa necessariamente ser uma mente “essencializadora” ou essencialista.

Ninguém conseguirá sintetizar algo sem priorizar uma coisa pela outra e para isso precisa ter uma bússola, um fim: a sintetização é filha da priorização.

Essencializar” é definir o que é mais mais importante para você e, a partir disso, você poderá sintetizar, a partir destes valores.

Sintetizar é filtrar a vida com determinados critérios pré-estabelecidos.

O problema da sintetização é é justamente não conseguir separar o supérfluo do essencial.

Sem um projeto de vida, de longo prazo, seja pessoa ou organização, fica impossível sintetizar ainda mais num mundo com cada vez mais opções.

Assim, uma mente mais sintetizadora é aquela que conseguiu definir um propósito de vida e consegue, por causa disso, separar o joio (o que atrapalha) e o trigo (o que ajuda).

Não faz sentido falar, portanto, em sintetização se antes não foi feito um trabalho de “essencialização”. Essencializar é pré-condição de sintetizar.

Primeiro, eu preciso traçar um rumo para minha vida e depois, na caminhada, ir separando o que ajuda e atrapalha – isso é o trabalho da sintetização.

Como diz aquela frase: “o vento nunca vai ajudar aquela vela que não sabe para onde vai.”

Sim, existem técnicas sintetizadoras, mas elas só podem vir depois dos valores essencializadores.

É isso, que dizes?

O tema da Mentalidade 2.0 faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Vinicius sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Esquece tudo que você imaginava sobre o Sapiens. Aperta “F5” aí, pois o mundo do Sapiens está sempre em expansão – é mutante.

A cada nova geração, o tamanho da população é outro, o que implica que os desafios de sobrevivência mudam – de forma incremental, radical ou disruptiva.

Uma cidade de 20 mil habitantes há cem anos é muito diferente de uma de 2 milhões, agora. O tamanho da população define uma série de características de um ambiente humano.

Não é que no passado do vovô e da vovó era melhor, tinha mais qualidade, blá, blá, blá… acorda para nossa realidade: “Tem mais gente, simples assim!”.

O grande desafio da nossa espécie é, portanto, conseguir fazer mudanças em todas as áreas para garantir a qualidade de sobrevivência e existência com muito mais gente!

O que o Sapiens faz para poder conseguir criar qualidade com muito mais gente? Revoluções Midiáticas, que nos permitem criar novas civilizações de tempos em tempos.

A cada nova civilização, criada pelas Tecnopossibilidades, temos propostas de modelos de sobrevivência melhores, que ficam disponíveis para nossa espécie.

Quem adere às novas Tecnopossibilidades criadas pelas novas mídias, começa a gerar valor para a sociedade e vira zona de atração e vice-versa.

Assim, portanto, caminha a humanidade, crescendo e se multiplicando. E precisando, cada vez mais, se reinventar Tecnoculturamente.

É isso, que dizes?

O tema da revisão das teorias da história faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Gilson da Silva  sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Um erro de diagnóstico recorrente é o de apontar o atual momento da sociedade como uma revolução industrial.

Note que temos diversos movimentos paralelos de mudança nas áreas social, política e econômica.

Temos mudanças neste novo século em todos os setores produtivos tanto na produção de bens tangíveis (produtos) como de intangíveis (serviços).

Vivemos, de forma recorrente, como no passado, uma Revolução Midiática, que permite o surgimento de várias outras sub-revoluções.

O que observamos atualmente são diversos ajustes setoriais às novas Tecnopossibilidades abertas pelas novas mídias.

Quando se diagnostica o momento atual como uma Revolução Industrial é como se acreditássemos que a febre é a causa da gripe e não o contrário.

A dica vale para a realização de cenário de qualquer setor: primeiro, temos que entender a recorrente Revolução Midiática e, só então, aplicar respectivas tendências na área específica.

É isso, que dizes?

O tema da aplicação da Revolução Midiática em diversos setores faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Lisandra Maioli sobre a nossa formação:

Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

As mudanças que estamos assistindo neste novo século não foram previstas pelas teorias de plantão sobre a sociedade humana.

Vivemos neste novo século o que Thomas Kuhn (1922-96) denominou de anomalia, quando os paradigmas das ciências sociais existentes começam a brigar com os fatos.

Existem algumas forças estruturais e relevantes paras mudanças do Sapiens, que simplesmente não estavam no cardápio das teorias sociais.

O aumento demográfico, simplesmente, por ser lento e invisível, passou quase despercebido pelas teorias sociais. E é ele o motivo de tanta mudança.

As mudanças de mídia no passado também foram ignoradas pelos historiadores, mas são estes fenômenos, que marcam as verdadeiras mudanças civilizacionais ao longo da história.

Por fim, a relação de população e mídia nos leva à chegada de ambientes administrativos mais sofisticados, nos quais o cidadão/consumidor assume cada vez mais responsabilidades.

Isso também foi ignorado.

Na verdade, as bases filosóficas das teorias sociais perderam a validade e precisam de um “banho de loja“.

Todas as ciências sociais hoje partem de filosofias que, simplesmente, ignoram o importante papel da demografia, das mídias e dos macro modelos administrativos.

Ou se faz uma revisão filosófica sobre como o Sapiens se adapta para sobreviver e viver melhor, ou continuaremos nesse verdadeiro tiroteio teórico de cegos, que estamos hoje.

É isso, que dizes?

O tema da revisão filosófica faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse a Elisângela  sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Uma escola de pensamento é criada por um ou dois filósofos que têm uma visão diferenciada sobre determinado fenômeno e inaugura uma nova linha de análise.

É o que Imre Lakatos (1922-74) chamou de “núcleo duro”.

Qualquer estudo de qualquer fenômeno é feito de encruzilhadas filosóficas e as Escolas de Pensamento fazem as suas escolhas.

Nós da Bimodais somos herdeiros da Escola de Toronto, cujo núcleo duro é o seguinte:

Tecnologias quando são criadas mudam o ser humano e a sociedade. E quando as mídias chegam temos novas civilizações.

Tudo o que vem depois das nossas análises parte destas premissas, que é uma maneira de ver o mundo disruptivamente diferente das outras escolas que estudam a sociedade humana.

Marshall McLuhan (1911-80) fez uma opção que, se levada à risca, faz com que descartemos boa parte dos pensadores das ciências da sociedade humana.

Temos, entretanto, o contato com diversos autores que têm análise sobre a sociedade, mas que, agora, precisam ser “reconceituados”.

Precisamos colocar o que é interessante do que eles disseram diante das novas premissas.

É o caso de vários autores que captamos parte do que disseram e vamos incorporando à nossa narrativa, tal como Thomas Kuhn (1922 – 96).

Porém, o trabalho do metafuturista, meu caso, e de vários membros da escola é analisar como aquele autor melhora nossa capacidade de análise.

Integralmente, parcialmente ou em nenhum momento?

Em que parte especificamente?

Assim, vamos enriquecendo nosso repertório, mas sem perder contato com o nosso Núcleo Duro, que é a pedra fundamental da nossa análise.

Não é um desafio fácil, mas é o que nos estimula e nos faz sermos hoje o melhor grupo futurista do Brasil.

É isso, que dizes?

Ayn Rand (1905-82), uma filósofa, que você não pode deixar de conhecer nos legou o seguinte:

O Sapiens se relaciona com a realidade em três camadas: primeiro a emoção, depois a percepção e, por fim, conceitos.

Quanto mais você reflete sobre as emoções, mais você sofistica a sua relação com a realidade e vice-versa.

Teorias eficazes são aquelas que procuram superar as primeiras impressões e criar narrativas (conceitos encadeados) mais sofisticadas.

A propaganda  trabalha apenas nas emoções e percepções a primeira e segunda camada da nossa relação com a realidade.

A análise das mudanças sobre o mundo digital tem se concentrado nas primeiras camadas mais emocionais, produzindo muito mais propaganda do que teorias.

Os teóricos do digital de plantão tem lançado percepções ao mercado não com a intenção de entender o que ocorre, mas muito mais de vender serviços.

As percepções vendidas hoje sobre o mundo digital não têm base teórica – são muito mais pré-conceitos do que conceitos.

Conceitos precisam definir que tipo de fenômeno que estamos vivendo. Se é similar a algum outro do passado. E o que é estrutural e conjuntural na comparação.

Com estes requisitos mínimos, podemos começar a analisar conceitos e não percepções.

O mercado diante do digital trabalha com emoções, com propaganda para vender rápido, e, por causa disso, está tão perdido.

É isso que dizes?

O desenvolvimento de conceitos mais consistentes sobre o digital faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Luciano Correia sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Conceitos são os tijolos do muro das narrativas.

Narrativas são ferramentas humanas para entender e explicar fenômenos para que eles possam ser utilizados a favor da nossa qualidade de vida e não o contrário.

O objetivo da Ciência é melhorar a qualidade de vida da espécie e não apenas dos próprios cientistas.

Conceitos precisam ser precisos, bem articulados para que se reduza, ao máximo, a margem de interpretação.

Quando os conceitos estão “frouxos” a tendência é de que sejam absorvidos cada vez mais pela emoção e menos pela reflexão.

Conceitos mais emocionais servem à propaganda e os mais refletidos e bem estruturados à ciência.

Conceitos estruturam o “muro das narrativas”  para que fiquem o menos irregular possível.

Conceitos, assim, para serem mais precisos, precisam procurar a etimologia das palavras para evitar duplicidade de interpretação.

E, quando necessário, adjetivados adequadamente.

Criar conceitos é relativamente fácil, o problema é que a capacidade resistirem a uma análise mais detalhada.

Podemos ter um método que vamos chamar de conceitometrômetro.

Alguns tópicos do conceitometrometo,

Houve uma preocupação etimológica?
Ele está encadeado com outros?
Ele faz contraponto a que conceito mais utilizado na sociedade?
Que fenômeno se refere?
Este fenômeno é recorrente?
Que recorrências tivemos no passado para que os conceitos reflitam o que é estrutural e o que é conjuntural no fenômeno recorrente?
Como se encaixa na narrativa?
Qual o foco da narrativa e como o conceito ajuda ou atrapalha?
O conceito precisa de um adjetivo ou o substantivo o sustenta sozinho?

É isso, que dizes?

Transformação Digital não é um tema, um campo de estudo, uma ideia, uma proposta esotérica, mas apenas e simplesmente uma METODOLOGIA.

Toda nova metodologia precisa de uma motivação para ser implantada: por que o que se tem hoje não funciona mais e o que precisa ser mudado?

O principal problema da “Metodologia Transformação Digital” é definir exatamente onde estamos e para onde vamos?

O que temos hoje no mercado é uma enorme carência de algo que vem antes das metodologias: mapa filosófico/teórico que esclareça as mudanças de cenário.

A impressão que se tem na Transformação Digital MIMIMI do mercado é que todo mundo colocou as caravelas ao mar, mas ninguém tem um mapa para onde se está indo.

Se defende o uso de uma Metodologia de mudança de “a” para “b”, mas ninguém sabe por que “a” está ruim e por que “b” vai ser melhor.

Note que “Trans” é passar de uma “formação” para outra. Mas qual outra formação será competitiva?

Nunca o mercado esteve tão perdido como agora, pois vivemos realmente a maior mudança administrativa da Macro História do Sapiens.

Como cada um dos milhares de pessoas envolvidas na Transformação Digital tem uma explicação particular do que é a Era Digital, temos um tiroteio de cegos numa rua escura.

O grande diferencial competitivo neste novo século, repito, não é tecnologia, pessoal, prédio ou marketing, mas uma explicação lógica e razoável para onde os negócios estão indo.

É preciso entender que vivemos, de novo, uma recorrente Revolução Midiática, motivada pelo aumento populacional, que nós permite criar um novo macro modelo de negócios: a Uberização.

Transformação Digital é uma metodologia, que só fará sentido se tiver antes um mapa teórico, eficaz do ponto de vista competitivo,  para guiá-la.

É isso, que dizes?

O tema Transformação Digital como uma metodologia faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Bruno Adriano sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Marcelo Gleiser denomina “Ilha do Conhecimento” para definir as fronteiras do que podemos avançar como sociedade.

Prefiro chamar de “Tecnoplaneta“, no qual vamos nos adaptando para poder sobreviver com cada vez mais gente.

Fiz um desenho representativo de quais são os fatores que nos fazem expandir nosso Tecnoplaneta, nossa “Ilha do Conhecimento”:

Todos estes itens nos permitem recriar nossa concepção do Tecnoplaneta e avançar na nossa capacidade de sobreviver e viver melhor.

Quanto temos Fatos Novos inesperados, nos remete a necessidade de rever se algo parecido ocorreu, qual é o fenômeno que o provoca, de que natureza é, como é a recorrência e os padrões.

Tecnologias nos permite perceber e medir melhor, o que aprofunda o estudo dos fenômenos.

Temos o estudo continuado dos fenômenos, através de ideias incrementais e as grandes “sacadas” com ideias disruptivas.

Tudo isso vai expandindo, aos poucos, nosso Tecnoplaneta.

É isso, que dizes?

 

O Hotmart resolveu censurar determinados conteúdos que considera “político”.

Os critérios são subjetivos.

O problema é, antes de tudo, filosófico.

Uma plataforma 2.0, de curadoria, não controla conteúdo. Quem controla o acervo na Civilização 2.0 é o usuário.

Quem define o destino de cada conteúdo e produtor é a reputação digital feita por cliques, curtições e regulada por algoritmos.

O papel do Curador (o Administrador 2.0) é o de garantir que o processo de produção da Qualidade Distribuída seja cada vez melhor.

Uma Plataforma 2.0 (de Curadoria) não é uma mídia, mas um coletivo de canais de usuários.

O Hotmart é uma plataforma de cursos que ainda não ultrapassou o Muro Filosófico 1.0 (Qualidade Centralizada) para o 2.0 (Qualidade Distribuída).

Na Qualidade Distribuída, o Administrador 2.0 não interfere em ABSOLUTAMENTE NADA no conteúdo, apenas melhora cada vez mais as regras para que os usuários decidam.

Quem sintetizou de forma espetacular a base conceitual da nova civilização foi o tecno-pensador Clay Shirky:

“Antes do Digital nós filtrávamos para publicar e agora se publica para filtrar.” – Clay Shirky.

O Hotmart, querendo definir o conteúdo “válido” explicita a crise da passagem entre a Gestão (Qualidade Central) e a Curadoria (Qualidade Distribuída).

O Hotmart está no meio da escada subindo o muro filosófico: já não é mais gestão, mais ainda também não é Curadoria é Gestoria!

O Hotmart precisa de um empurrão filosófico para ver se consegue saltar o muro civilizacional.

É isso, que dizes?

O tema da Curadoria Digital faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Ramalho Medeiros  sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Vivemos hoje um macro fenômeno civilizacional iniciado com a chegada de uma nova mídia com repercussões em diversos setores,  incluindo na educação.

Quando educadores procuram refletir sobre o futuro da educação olham apenas para o seu próprio nicho.

Porém,Revoluções Midiáticas são exógenas à Pedagogia e só podem ser entendidas por uma ciência mais geral sobre a sociedade.

Os teóricos da Pedagogia terão muito mais dificuldade de entender o futuro da educação se não recorrerem à Antropologia da Sobrevivência.

É primeiro preciso entender o que está mudando em TODA a sociedade para, só então, analisar como este algo maior repercute em cada setor.

Não se pode entender o “elefante” se dedicando a analisar apenas a orelha ou o rabo.

As possibilidades abertas para disruptivas mudanças educacionais (para melhor) são viáveis pela chegada da nova mídia e não serão compreendidas sem ela.

É preciso entender o macro movimento de sobrevivência que estamos promovendo e seu respectivo impacto na área educacional.

A educação é apenas o “rabo” de um cachorro muito maior chamado sobrevivência e não o contrário.

Vejo pensadores educacionais perdidos, pois não conseguem separar a causa (nova mídia) da consequência (possibilidade de novos modelos em todos os setores, incluindo o educacional).

A educação do novo século, por causa das possibilidades abertas com a Revolução Civilizacional, não terá apenas uma mudança metodológica, mas principalmente tecno-filosófica.

O novo ambiente educacional procurará explorar as novas possibilidades da linguagem dos rastros, que permite uma qualidade muito mais exponencial na quantidade.

Não, não teremos um futuro da educação, via inteligência artificial, mas da inteligência coletiva, fortemente apoiada pela inteligência artificial.

É isso, que dizes?

O tema do Futuro da Educação faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Garibaldi Porto sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Quando praticamos a Ciência da Sobrevivência temos um método diferente.

A sobrevivência tem uma métrica, pois tem um cliente que afere se a vida melhorou.

Não é uma ciência que não tem um feedback, alguém pode dizer se a vida dele melhorou, ou não.

Diferente do estudo dos dinossauros ou do vôo das borboletas.

A ciência da sobrevivência é voltada para melhorar a vida das pessoas.

A ciência da sobrevivência procura entregar uma metodologia para se melhorar a vida do Sapiens.

Muita gente pratica a ciência da existência, o estudo do vôo das borboletas, como se fosse da sobrevivência. Não é.

O estudo do vôo das borboletas é apenas uma curiosidade, que pode gerar um documentário na televisão.

Existe um método para que se possa chegar a conclusões sobre o vôo das borboletas.

Porém, não se vai se chegar a uma metodologia. O resultado de um documentário sobre o vôo das borboletas será na linha do entretenimento.

A ciência da existência tem, assim, uma epistemologia (forma de conhecer) diferente.

Ela é a base, o motivo principal, para estarmos vivos e avançando.

Não é melhor do que a da existência, mas vem primeiro.

O estudo do digital é da ciência da sobrevivência e visa ajudar as pessoas neste novo cenário.

É isso, que dizes?

De maneira geral e erradamente o senso comum divide a ciência em aplicada e pura. Isso atrapalha muito.

Podemos dividir a ciência em duas, conforme o tipo de problema que ela se dedica: problemas da sobrevivência e da existência.

Os da sobrevivência são aqueles ligados diretamente à qualidade de vida do sapiens. Não são aplicados, mas que ajudam a viver melhor.

Para resolver problemas de sobrevivência temos um aspecto filosófico/teórico e outro metodológico/operacional.

Não são puros e nem aplicados, fazem parte do estudo necessário de qualquer problema.

O outro tipo de ciência é o da existência. Não são ligados a problemas de sobrevivência, mas de curiosidade do ser humano.

Não quer dizer que problemas de existência em algum momento não possam ajudar os da sobrevivência e vice-versa.

Mas o estudo dos dinossauros, claramente da Ciência da Existência, não tem uma metodologia que será aplicada na sociedade hoje.

Pode haver métodos para certificar determinado tipo de constatação, mas é bem diferente de um estudo de energia solar, que é da Ciência da Sobrevivência.

Quanto mais um país vai gerando prosperidade, baseando-nos na famosa pirâmide de Maslow, mais haverá a tendência de se dedicar às Ciências da Existência.

Teoricamente, o oposto deveria ser válido. Países como o Brasil deveria priorizar fortemente as Ciências da Sobrevivência para resolver problemas de qualidade de vida.

Acredito que a divisão Sobrevivência/Existência ajuda bastante a enxergar o problema de forma diferente e direcionar para aquilo que importa em cada situação.

É isso, que dizes?

 

 

A música do Zeca Pagodinho “Deixa a vida me levar” é muito simbólica do nosso momento civilizacional, no qual vivemos alta taxa de padronização e baixa de personalização.

Vivemos hoje o fim de uma alta taxa de centralização informacional, que nos levou a uma alta taxa de padronização subjetiva.

Hoje, as pessoas muito mais são levadas pelos conceitos criados de fora para dentro do que criam seus próprios conceitos de dentro para fora.

Estamos entrando num momento civilizacional, no qual a capacidade de cada um criar o seu próprio destino terá um papel competitivo relevante.

Será preciso que as pessoas conheçam cada vez mais o seu potencial e o coloquem a serviço da solução de algum problema, de algum cliente.

Cada vez mais, as pessoas neste novo século precisarão assumir a responsabilidade sobre um projeto estratégico estrutural de vida.

A tendência é de que as pessoas cada vez menos trabalhem em grandes organizações tradicionais e cada vez mais ganhem a vida em ambientes de negócio Blockchenizados.

A tendência do novo século e a criação de startups individuais, nas quais cada um terá que procurar o seu potencial para atender cada vez melhor respectivos clientes.

Cada vez mais, as pessoas terão que levar a sua própria vida e cada vez menos, conforme sugere o Zecapagodismo, sermos levados por ela.

É isso, que dizes?

O tema do Zecapagodismo faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse André Torres sobre a nossa formação:

Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

https://youtu.be/pwI6mIDjC8c

Não são os fatos que se encaixam nas nossas teorias, mas justamente o contrário!

Teorias (as que importam) foram e são criadas para que o Sapiens possa viver cada vez melhor.

Thomas Kuhn (1922-96) nos ensinou que o conhecimento não é contínuo, mas disruptivo: de tempos em tempos nossas teorias ficam obsoletas.

Novos fatos, ideias, tecnologias, gênios demonstram que a forma como enxergarmos a realidade precisam de uma “reforma”.

A Era Digital, com todas as modificações que ela tem provocado, torna claro a necessidade de uma profunda revisão das nossas teorias.

Nossas teorias de como Sapiens se adapta ao longo da história não funcionam mais. É preciso colocar novas no lugar!

O Sapiens é uma espécie que pode crescer demograficamente e isso nos OBRIGA a criar novas mídias e, com elas, novos modelos administrativos.

O Século XXI marca a chegada da Civilização 2.0 muito mais sofisticada do que todas as passadas.

Os atuais Futuristas tem tentado entender o futuro com as velhas teorias: só conseguem ver o “rabo” e nunca o “cachorro”.

É isso, que dizes?

A revisão filosófica sobre a jornada humana faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse David Bruno sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

A maior dificuldade para entender o novo século é entender o verdadeiro papel das tecnologias na sociedade.

O senso comum entende que tecnologias são neutras e não ferramentas modificadoras da sociedade.

Marshall McLuhan (1911-80) nos legou a seguinte frase: “o Sapiens cria a tecnologia e esta recria o Sapiens”.

Vivemos em um Tecnoplaneta limitado pelas tecnologias que inventamos. Novas tecnologias nos permitem expandir nosso Tecnoplaneta!

O Sapiens até o início do século passado não podia voar. O avião permitiu a passagem de um Sapiens não voador para um voador.

A chegada do avião para nossas vidas não foi neutra. Nos permitiu pensar e conviver no planeta de forma completamente diferente.

Tecnologias modificam profundamente a espécie. Porém, como são “naturalizadas”, não percebemos o quanto elas podem alterar nossas vidas.

Para entender o novo século, temos ainda um outro grande problema: entender o papel das Mídias, que são as Tecnologias Centrais da espécie.

Tudo que o Sapiens faz depende e é influenciado pelas mídias para que seja feito: pensar, conhecer, aprender, se relacionar, trocar.

Mídias são “gatilhos tecnológicos” para que o Sapiens possa criar novas civilizações.

Novas mídias abrem a possibilidade de recriarmos a forma como nos organizamos enquanto espécie.

Sem a revisão filosófica do papel das tecnologias no geral e das mídias em particular, será IMPOSSÍVEL entender para onde estamos indo.

É isso, que dizes?

O tema da Filosofia da Tecnologia faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Holden Macedo sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

 

Com a chegada do digital os clientes tiveram um aumento radical de poder.

O cliente do século 21 pode pesquisar muito mais, trocar muito mais impressões com outros usuários, comprar a longa distância e isso obriga as organizações tradicionais a se reinventarem.

Podemos dizer que as organizações estão vivendo uma macro mudança exógena (de fora para dentro): alteração radical do perfil do seu consumidor.

As mudanças do consumo são típicas das revoluções midiáticas na história, nas quais a população se empodera de mais informação e passa a exigir muito mais.

O atual modelo administrativo das organizações tradicionais é incapaz de dialogar com cliente do século 21.

A demanda hoje do cliente não é mais pedir, o cliente do século 21 quer mandar!

A grande vantagem da uberização é a possibilidade de permitir que o cliente mandar cada vez mais.

Na uberização, o cliente tem o poder de definir quais produtos e serviços são bons ou não são e quais fornecedores têm qualidade ou não têm.

Na uberização tem o grande mérito de permitir que o cliente possa exercer o seu novo poder de tirar da plataforma aquilo que ele não gosta.

Na uberização, o usuário passa a ter, a baixo custo, qualidade personalizada na quantidade.

Não é à toa que a maior parte das organizações que lideram hoje o mercado são uberizadas, pois fornecem o poder que o cliente quer.

A gestão, modelo atual das organizações tradicionais, ficou obsoleto depois da chegada da nova mídia.

O cliente deste novo século vai querer mandar cada vez mais. Quem não entender isso vai, ficar cada vez mais distante da “locomotiva competitiva”, que segue em ritmo acelerado.

É isso, que dizes?

O tema Consumo 2.0 faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Iris Ferrarini sobre a nossa formação:

 


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Existem dois tipos de conceitos: essenciais e conjunturais.

Os conceitos essenciais definem aquilo que nunca varia no tempo.

Os conceitos conjunturais definem aquilo que varia no tempo.

Conhecimento é um conceito essencial do Sapiens, estrutural, não varia no tempo.

Não faz sentido chamar sociedade do conhecimento, como não poderia se chamar Sociedade do sono, da comida ou da reprodução.

O que varia no conhecimento é de como ele é produzido: conhecimento oral, escrito, digital. E a quantidade mais ou menos, conforme o fator demográfico.

O que temos é uma sociedade de MAIS conhecimento e agora produzido casa vez MAIS da forma digital.

O conceito Mundo VUCA tem problemas. Temos hoje MAIS volatilidade, se compararmos ao passado, mas a volatilidade não define a atual sociedade.

O mesmo podemos dizer sobre a incerteza, complexidade e ambiguidade.Tudo isso é causa e não consequência dos fatores realmente detonantes das mudanças.

Para definir a nova sociedade é preciso definir o que tem provocado incerteza, volatilidade, complexidade e ambiguidade. Isso sim é o trabalho da ciência e não da propaganda!

O que nos faz ter mais “Vucacidade” são regras filosóficas e teóricas sobre a jornada e a sociedade humana, até então desconhecidas.

Vejamos conceito a conceito:

Vivemos hoje uma profunda crise filosófica: o ser humano está mostrando facetas que não estão nos livros sobre a sociedade. É isso que aumenta a incerteza e a ambiguidade.

A volatilidade é típica do aumento radical da taxa de inovação, que ocorre sempre depois de Revoluções Midiáticas.

A complexidade  é resultado do aumento exponencial demográfico, que gera uma macrocrise invisível para o setor produtivo, que precisa se reinventar.

A nova regra da jornada humana que gera ambiguidade e incerteza são: aumentos demográficos geram crises produtivas, que demandam novas mídias e novos modelos administrativos.

Vivemos hoje, assim, o início de uma nova civilização que tem a possibilidade de criar novos ambientes macro administrativos por causa das novas mídias.

O conceito VUCA é muita propaganda e muito pouca ciência.

Não quer pagar mico? Não use o conceito VUCA!

É isso, que dizes?

O tema Futurismo Extraordinário faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse André Torres sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Todo mundo fala em mundo complexo, mas isso tem uma causa ou é papo zodiacal?

O planeta não está mais complexo. É a sociedade humana que ficou mais complexa.

A sociedade humana, aliás, não está complexa, está MAIS complexa do que antes. Complexidade é uma taxa e não uma essência!

A causa para o aumento de complexidade é óbvia: o salto exponencial de um para oito bilhões de Sapiens nos últimos 220 anos.

O Sapiens, diferente das outras espécies, é muito diferente um do outro, o que causa um hiper problema para o consumo que precisa ser mais e mais personalizado para cada vez mais gente.

A sociedade humana ficou mais complexa, pois temos muito mais Sapiens, querendo, cada vez mais, personalização na quantidade.

Toda a inovação relevante neste novo século tem justamente este foco: qualidade personalizada na quantidade a baixo custo.

A Uberização tem sido hoje a única forma organizacional de conseguir este novo patamar de qualidade personalizada na complexidade  a baixo custo.

Quem quer inovar neste novo século não pode deixar de entender qual é a macro demanda do Sapiens: praticar uma qualidade personalizada num mundo cada vez mais habitado.

É isso, que dizes?

O tema do aumento da taxa de complexidade demográfica faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Talvacy Freitas sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Thomas Malthus (1766-1834) foi o primeiro cientista que percebeu o poder de mudança da demografia: aumentou a população, temos uma crise econômica.

A crise econômica provocada pelo aumento demográfico, estamos aprendendo agora, só consegue ser superada com cada vez mais novas ideias e novas tecnologias.

A grande mudança de percepção sobre o Sapiens vem do papel exercido das mídias no combate às crises demográficas.

O aumento populacional gera obrigação de mudanças estruturais na sociedade, que se iniciam com as novas mídias.

Pierre Lévy sugere que a história precisa ser recontada: mudou a mídia, temos uma nova civilização!

Mudou a mídia, temos a Tecnopossibilidade de criar novos modelos administrativos.

Novos modelos administrativos, que surgem depois de novas mídias, nos permitem criar novos modelos de negócio mais sofisticados.

Tudo que estamos assistindo de mudança neste novo século tem apenas um fator causante: o salto demográfico de um para oito bilhões de Sapiens.

Para entender o futuro, é preciso guardar os livros das Teorias Sociais passadas e começar quase do zero.

O digital e todas as mudanças que temos visto, prova que é preciso uma revisão completa sobre as teorias sociais passadas, que ficaram obsoletas.

Quem fizer a revisão adequada das teorias sociais, tem mais chance de entender o novo cenário e pensar e agir adequadamente.

Quem não fizer a revisão adequada das teorias sociais, vai continuar afirmando que o futuro é um mistério e continuará perdido.

É isso, que dizes?

O tema Futurismo Extraordinário faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Lisandra Maioli sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

A maior dificuldade dos educadores neste novo século é compreender que vivemos a passagem entre duas civilizações.

Não estamos introduzindo novas tecnologias, mas a partir delas recriando as bases civilizacionais, que nos levarão a uma sociedade muito mais sofisticada do que a atual.

A Civilização 2.0 não será melhor ou pior do que a anterior, apenas mais adaptada à complexidade de um mundo de 8 bilhões de Sapiens.

As mídias, não sabíamos antes, têm esse “gatilho”: permitem que o Sapiens possa alterar a “placa-mãe” da sociedade para nos superar.

A Educação 2.0 poderá quebrar a antiga tecnobarreira cultural da qualidade personalizada na quantidade e vice-versa.

O impasse de apenas podermos ter escolas com menos alunos de alta qualidade pode ser superado.

Todas as organizações educacionais atuais vivem sobre a placa-mãe das mídias oral e escrita e, por causa disso, não conseguem superar alguns impasses de poder gerar qualidade na quantidade.

Não temos, assim, organizações educacionais, mas tecno-midiáticas organizações educacionais.

O novo ciclo educacional terá como novidade além da quebra do tempo e lugar (já vista na pandemia) a flexibilização da relação professor-aluno.

A atual pandemia acelerou, em muito, a quebra de tempo e lugar, mas não ainda a flexibilização da relação professor-aluno.

No futuro, teremos casa vez mais plataformas educacionais, nas quais o aprendizado será feito, através do uso intenso da inteligência coletiva, via rastros.

A educação do século XXI será muito parecida com o modelo do Waze, no qual cada participante aprende e ensina os demais – numa relação tutor-aprendiz muito mais dinâmica e flexível.

Cada aprendiz e tutor, deixa um rastro para o que vem depois, num processo dinâmico e exponencial de compartilhamento.

A grande tendência educacional do novo século, portanto, não será a inteligência artificial, mas, principalmente, a inteligência coletiva.

Educadores precisam pensar mais na melhoria da qualidade do aprendizado, que se abre com o digital, e menos no seu respectivo salário e emprego.

Educadores precisam, urgente, procurar ajuda com Futuristas Mediadores (especialistas em promover mudanças) para se desapegar da filosofia educacional do passado.

É isso, que dizes?

O tema Futuro da Educação faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Rafael Soares sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

https://youtu.be/mjMQM3QTlwE

No livro Sapiens, Harari criticou a espécie por ter deixado o nomadismo e criado as aldeias há 70 mil anos.

Todos os movimentos midiáticos da sociedade humana são, de alguma forma, ligados à melhoria da qualidade de sobrevivência.

Todos os movimentos midiáticos da sociedade são feitos de forma espontânea. Alguém cria a nova mídia e a sociedade adere, ou não.

Movimentos coletivos e espontâneos não podem ser avaliados pelo ponto de vista moral: certo/errado, positivo/negativo.

Movimentos coletivos pela sobrevivência, como revoluções midiáticas, são movimentos naturais, na luta permanente para sobreviver e viver.

O que se pode fazer diante de movimentos midiáticos, de forma pessoal ou local, é reduzir alguns efeitos menos saudáveis.

Toda mídia, por exemplo, cria uma espécie de compulsão do uso. Há uma “paixão” pelo novo potencial. Isso pode ser minimizado individualmente.

No âmbito pessoal, é possível realizar um exercício consciente de uso mais ponderado das novas mídias é positivo para um equilíbrio emocional.

A prática de golpes para enganar os outros usando a nova mídia também exige uma adaptação de toda a sociedade.

O mais importante em revoluções midiáticas é entender que elas vêm para ficar.

Revoluções de mídias vêm para nos permitir resolver, principalmente, problemas demográficos.

Revoluções de mídias vêm para nos permitir adequar a sociedade as novas demandas, geradas pela nova complexidade demográfica.

Revoluções de mídias não são certas ou erradas, positivas ou negativas: são obrigatórias!

É isso, que dizes?

O tema do estudo da sobrevivência e novas mídias faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Luciano Correia sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

 

Inovar significa mudar. E mudar significa desapegar. Desapegar tem que ter vontade. E aí entra a busca pela felicidade. Ninguém inova se não achar que a felicidade está no fim do túnel.

Quanto mais disruptiva for a inovação, maior será  a taxa do desapego. E mais profunda terá que ser a busca pela felicidade.

Existem dois tipos de felicidade: a Conjuntural, que praticamos todos os dias. E a Estrutural, que implica a definição de um projeto de vida.

Quanto mais disruptiva é a inovação, mais as pessoas envolvidas no projeto terão que aumentar a taxa da Felicidade Estrutural.

Assim, quando falamos em inovação disruptiva, se exige que aquele projeto esteja dentro da estratégia da Felicidade Estrutural dos envolvidos.

Ninguém vai mudar algo de forma profunda na sua vida se não vê ganhos de felicidade ao final. Simplesmente, não terá vontade de encarar o desafio.

Quando se vive uma felicidade mais superficial ou conjuntural, não se tem a ambição de deixar pegadas.

A inovação disruptiva exige um compromisso maior dos envolvidos com um projeto de longo prazo na sua própria vida.

Em geral, a Felicidade Estrutural é mais afeita ao perfil dos inquietos, aqueles que não se sentem bem se não houver um desafio na sua frente.

É isso, que dizes?

O tema da Filosofia da Inovação faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Adauto Silva sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Há uma fantasia no mercado que os jovens pelo fato de usarem celular estão prontos para o mundo digital.

O uso do celular não prepara os jovens para o novo mundo, pois é preciso mudanças de mentalidade e não apenas de operacionalidade.

Na verdade, temos diversas mudanças na Civilização 2.0, que demandam um novo modelo educacional para as crianças.

Saímos de um ambiente de escassez para abundância de informação, o que exige do novo adulto pensamento mais analítico e com capacidade de síntese.

Aumentamos radicalmente a taxa de inovação na na Civilização 2.0, o que demanda uma capacidade de reaprendizado constante.

Há uma explosão do empreendedorismo, o que demanda profissionais com mentalidade de muito mais responsabilidade e autonomia.

Os jovens precisam ganhar a capacidade de aprender, reaprender, aprender, reaprender.

O atual modelo educacional preparava os jovens para uma Civilização, que está entrando em obsolescência acelerada.

As bases conceituais de como o sapiens avança no tempo precisam ser revistos urgentemente para preparar os jovens para a nova Civilização.

É preciso uma guinada radical na formação dos jovens para enfrentar este novo século muito mais inovador.

Urge a necessidade dos educadores criarem ambientes, programas, cursos formação para que este jovens possa se sentir mais à vontade na nova Civilização.

Há uma falsa premissa de que, pelo fato, dos jovens estarem usando muito bem as novas tecnologias estão preparados para este novo mundo. Não estão!

É isso, que dizes?

O tema Futuro da Educação faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse André Torres sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Tudo que percebemos é emocional. O Sapiens é emocional diante da vida.

Não existe o racional, mas o esforço de ser menos emocional ao lidarmos com decisões.

Para viver melhor, é preciso refletir sobre o emocional para tomarmos decisões melhores.

Podemos, assim, dizer que temos taxas maiores ou menores de reflexão sobre o emocional.

Quando vamos decidir sobre algo é preciso reduzir, ao máximo possível, o que é “fogo” (fatos) do que é “fumaça” (emoções sobre os fatos).

Nunca seremos totalmente racionais, mas se pode decidir com menos fumaça emocional.

Uma pessoa que não tem o hábito de refletir sobre as emoções tende a ver muito mais fumaça do que fogo e tomar decisões piores.

Quando temos alta taxa de pensamento mágico, os fatos não são analisados devidamente, pois são embalados em propagandas, sensações e percepções.

Uma pessoa que cria o hábito de refletir sobre as emoções tende a ver muito mais fogo do que fumaça e decidir melhor.

A lógica é a ferramenta humana utilizada para aumentar a taxa de reflexão sobre os fatos.

A lógica é praticada, através de inúmeras ferramentas conceituais disponíveis.

Quanto mais se pratica a lógica sobre as emoções, mais se tem capacidade de se tomar decisões melhores.

Quanto menos se pratica a lógica sobre as emoções, menos se tem capacidade de se tomar decisões melhores.

Pessoas com baixa taxa de lógica são propensas ao pensamento mágico.

Pensamentos mágicos são um forte estímulo para decisões equivocadas, pois tendem a distorcer muito mais os fatos que o admissível.

O pensamento mágico é uma ferramenta adequada para a criação artística e deve ser evitado para as decisões do dia a dia.

Pensamentos mágicos não vêem os fatos de forma objetiva, pois a subjetividade impera.

E te pergunto: teu pensamento como anda? Mais lógico ou mais mágico?

É isso, que dizes?

O tema do pensamento lógico versus o mágico faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Luciano Correia sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura Continue Reading »

Thomas Kuhn, filósofo americano, defendeu a ideia que o pensamento humano é feito por rupturas e não continuidades.

Tudo vai bem na nossa forma de pensar, até que os novos fatos começam a não mais se encaixar nas antigas teorias.

Nossas teorias ficam obsoletas no tempo e precisam ser atualizadas, pois a vida lá fora muda. Tudo é um processo.

Os motivos variam, mas, nestes momentos de anomalia como o atual, vivemos uma crise de paradigmas.

Crises de paradigmas se resolvem admitindo, antes de tudo, que a nossa forma de pensar precisa de radicais ajustes. Não podemos olhar os novos fatos com o antigo olhar.

Crises de paradigmas se resolvem mudando do método de Normal para o Extraordinário.

No método Normal os paradigmas antigos são válidos. No Extraordinário, são inválidos e precisam ser revistos.

Podemos aplicar os mesmos critérios para o Futurismo.

Quando temos um cenário certo, no qual há domínio das regras, podemos praticar o Futurismo Normal, nossos paradigmas continuam, ok.

Quando temos um cenário incerto, no qual há mais domínio das regras, como agora, devemos praticar o Futurismo Extraordinário, revendo paradigmas.

No Futurismo Extraordinário é preciso rever os antigos paradigmas para analisar os novos fatos.

O principal erro das lideranças organizacionais, atualmente, tem sido praticar o Futurismo Normal e não o Extraordinário.

Não se consegue entender para onde estamos indo neste novo século sem antes rever os antigos modelos mentais.

Hoje, precisamos urgente promover um transplante das nossas mentalidades.

Primeiro, os efeitos do aumento demográfico radical e progressivo na sociedade precisam de uma profunda revisão.

Segundo, é preciso rever o efeito “chegada de nova mídia” nos modelos de administração e, por consequência, nos negócios.

Sem a necessária revisão de paradigmas só possível com um Futurismo Extraordinário, torna-se impossível entender onde estamos e para onde vamos.

Quem não praticar um Futurismo Extraordinário e qualidade, ficará no Titanic ouvindo a orquestra, enquanto a água sobe.

É isso, que dizes?

O tema Futurismo Extraordinário faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Bruno Adriano sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Muitos temem a China.

A China é um cada vez mais produtivo e inovador, mas com controle muito forte sobre a sociedade.

Tenho dito várias vezes que não acredito que a China continue fechada e que consiga controlar seus cidadãos com o atual modelo nas próximas décadas.

O motivo da futura descentralização chinesa é simples: matematicamente é impossível rimar complexidade com centralização.

Num mundo cada vez mais populoso, as decisões precisam OBRIGATORIAMENTE serem mais distribuídas para terem mais qualidade.

Todas as Zonas de Atração do novo século serão aquelas que conseguirem implementar modelos cada vez mais distribuídos de operação e gerenciamento dos processos produtivos.

Se analisamos a China das últimas décadas, já percebemos um processo lento, porém gradual em direção à abertura de um comunismo fechado para um mais aberto aos negócios.

Ao longo do tempo o controle central prejudicará cada vez mais os negócios, criando um atrito cada vez maior entre estado versus empreendedores e consumidores.

Se analisamos os fatos, sim a China é o maior exemplo do uso da Internet para o controle da sociedade. Se analisamos as teorias, isso não terá muito fôlego num mundo cada vez mais distribuído.

A China vai viver, mais dia, menos dia, uma revolução digital na direção da descentralização – é o que nos diz a matemática.

É isso, que dizes?

O tema da Descentralização Progressiva faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais Futurismo Competitivo.

Veja o que disse Thereza Rodrigues:

Saia de Matrix já:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Quando tentamos imaginar o futuro a melhor, a dica é focar naquilo que não muda nunca. E começar todas as projeções, a partir desse ponto.

E o que não muda NUNCA na sociedade? A necessidade do ser humano sobreviver. Tudo pode mudar, mas vamos ter que OBRIGATORIAMENTE comer, beber, dormir, etc.

É líquido e certo de que no dia seguinte a este artigo, o Sapiens terá que produzir cerca de 24 bilhões de pratos de comida para 8 bilhões de pessoas.

Muita coisa pode mudar, mas isso, não: oito bilhões de sapiens é igual a mais ou menos 24 bilhões de pratos de comida.

E se formos 9 bilhões de Sapiens em 2030? Mesma coisa: haverá a demanda de 27 bilhões de pratos de comida diários. Simples e matemático, assim.

Se quisermos entender melhor o futuro não podemos perder de vista o inevitavelmente inevitável: a sobrevivência de uma espécie que gradualmente aumenta a população.

Se o Sapiens aumenta a população continuamente, como temos visto nos últimos 220 anos, algo OBRIGATORIAMENTE terá que ser feito para melhorar na produção. Certo?

Podemos, assim, dizer que o futurismo menos MIMIMI é aquele que prevê que muita coisa será feita na sociedade com um foco maior: aprimorar o sistema produtivo para se adaptar ao atendimento de cada vez mais gente.

E qual é a certeza quase absoluta e matemática que temos diante do futuro  mais gente, mais o sistema produtivo terá que se modificar para melhor.

A melhora do sistema produtivo diante da escalada demográfica é líquida e certa. O que vai variar, é o tipo de melhoria obrigatória que será feita nas organizações para atender um consumo cada vez mais complexo.

Podemos dizer, então, que é líquido e certo: a população vai continuar aumentando e o sistema produtivo terá que se reinventar.

Quando queremos analisar o amanhã temos que nos focar nisso, no fundamental: na sobrevivência.

Tudo que não for sobrevivência está em aberto, menos a necessidade de aumentar a produção para manter o Sapiens. com uma complexidade de consumo cada vez maior, vivo.

A diferença entre os diversos tipos de Futurismos que temos na praça é a seguinte: aqueles que não olham para a sobrevivência como eixo central das análises e os que olham.

Futurismos de mais qualidade partirão, assim, da análise da sobrevivência e o que vai variar é o tipo de mudança possível, mas obrigatória, no sistema produtivo.

E aí temos duas possibilidades no que podemos chamar de Futurismo baseado na análise a partir da sobrevivência: aquele que tenta adivinhar as mudanças no sistema produtivo e o que analisa fenômenos recorrentes na história.

Um Futurismo mais eficaz, assim, é aquele que parte da sobrevivência e como fazemos isso ao longo da história. A margem de incerteza é ainda alta, mas muito menor do que qualquer outra.

O Futurismo baseado na problemática da Sobrevivência e na recorrência história é a melhor opção para quem quer ter um norte menos “viajandão” diante do futuro.

É isso, que dizes?

O Futurismo baseado na sobrevivência e na história é um dos temas da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz José Marcelo Barbosa sobre a nossa formação:

Será que não está mais do que na hora de você tomar a pílula vermelha?
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Precarizar – fazer com que algo se torne precário, em péssimas condições.

A Uberização é um novo modelo administrativo muito mais flexível do que o atual. Mais adequado para o atual patamar de complexidade demográfica.

A Uberização para funcionar tem que dar poder aos consumidores para que possam afastar os profissionais inadequados.

A Uberização reduz em muito o custo dos serviços, tornando o modelo melhor e mais fletível para o consumidor.

A Uberização é uma resposta da sociedade para a atual crise demográfica, que atinge todo o mundo.

O modelo de emprego fixo tende a acabar ao longo do tempo e dará lugar ao trabalho flexível em plataformas uberizadas e depois blockchenizadas.

A acusação de precarização do trabalho na Uberização vem dos sindicatos, que também tendem a perder muito espaço na sociedade.

Não existe nada mais precário na sociedade do que a falta de trabalho, que é gerada pelo atual modelo inflexível de contratação.

De maneira geral, os uberizados agradecem muito o fato de poderem trabalhar.

Muitos uberizados conseguem completar a renda ou mesmo ter algum tipo de renda.

No futuro, será preciso falar em nível de trabalho e não mais de emprego ou desemprego.

A Uberização, entretanto, vive uma crise, pois é muito centralizada e só será minimizada com a Blockchenização.

Na Blockchenização, não haverá plataformas centrais, mas ecossistemas de trabalho distribuídos.

Com a Blockchenização, haverá muito mais trabalho de uma forma ainda muito mais flexível e distribuída.

É isso, que dizes?

O tema da Blockchenização e Uberização fazem parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que diz Talvacy Chaves de Freitas:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Um dos principais problemas que temos para inovar e mudar é a forma que encaramos a realidade.

A famosa frase “é preciso sair da caixa” é venenosa e expressa bem nosso equívoco diante da realidade. Não se sai da caixa, mas se assume a dita cuja.

A realidade é e SEMPRE será filtrada pela nossa percepção.

Só é possível inovar e mudar, quando você assume que tem e pode lidar melhor com a sua percepção.

A percepção é o famoso “óculos” que temos diante da realidade, que precisa de ajustes constantes.

O grande desafio dos profissionais que incentivam à inovação é, antes de qualquer coisa, ajudar o cliente a ter consciência da percepção.

Só é possível mudar, quando você percebe que percebe.

Mudanças, principalmente aquelas que vão melhorar a sua qualidade de vida, são resultados da boa relação com a sua percepção.

Um sinal típico de incapacidade de mudar é a ideia que que você vê a realidade diretamente.

Quem não tem consciência da percepção nunca conseguirá aumentar a sua taxa de criatividade e autenticidade.

Quem não vê percepção é escravo da realidade criada pela percepção do outro.

É isso, que dizes?

O tema da consciência da percepção está presente na QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que disse a Claudia Riecken sobre a nossa formação:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

A filosofia é a “fábrica” que cria todo o DNA da nossa forma de pensar.

Sempre há um filósofo ou vários deles por trás da nossa forma de pensar e agir.

A principal crise que passamos hoje diante do digital é: os novos fatos não se harmonizam com as antigas premissas filosóficas que tínhamos.

Os novos fatos demonstram que a forma como pensamos o sapiens, nossa jornada, a sociedade precisa de uma revisão filosófica.

O DNA filosófico da sociedade atual ficou obsoleto.

É a incapacidade de promover uma revisão filosófica profunda o motivo da perda de valor das organizações tradicionais.

As lideranças organizacionais conseguem rever formas de pensar e agir mais superficiais, mas não as mais profundas e, cada vez mais, necessárias.

As premissas filosóficas criadas no passado estão coladas, de forma muito arraigada, em emoções, muitas vezes inacessíveis à reflexão.

Falta no mercado explicações filosóficas mais consistentes para as mudanças atuais – aliada à falta de vontade das lideranças para procurá-las .

O mundo corporativo se viciou na forma americana de pensar: que é ótima para empreender, mas péssima para filosofar.

A crise filosófica é a causa principal da atual crise de catatonia aguda, o que gera uma segunda, a emocional/psicológica.

Se alguém perguntar para você por que ninguém está entendendo nada sobre este novo mundo, a resposta é certeira: é a filosofia, estúpido!

É isso, que dizes?

O tema da crise filosófica faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que diz David Bruno sobre a nossa formação:

Venha tomar a pílula:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

O primeiro erro aqui está na pergunta.

Capitalismo é um conceito criado por quem não gostava do novo sistema, que emergiu depois da Idade Média.

O nome mais adequado para capitalismo é sistema econômico de mercado mais livre, que se inicia, a partir das possibilidades abertas pela escrita impressa, a partir de 1450.

O mercado é um lugar, no qual o ser humano troca para sobreviver. Não haverá NUNCA, na vida dos Sapiens, uma sociedade sem mercado.

O que varia no insubstituível mercado é o grau de liberdade, maior ou menor.

O aumento demográfico progressivo, algo da essência humana, cria, como demanda, um aumento da taxa de liberdade do mercado.

Quanto mais Sapiens tivermos no planeta, mais haverá demanda por um mercado mais livre e aberto.

As novas tecnologias midiáticas possibilitam a criação de novos modelos de mercados muito mais livres do que os atuais.

Os países e regiões que souberem recriar o sistema econômico, a partir das novas Tecnopossibilidades Digitais serão Zonas de Atração.

Os países e regiões que não souberem recriar o sistema econômico, a partir das novas Tecnopossibilidades, serão Zonas de Abandono.

O futuro tem a seguinte encruzilhada: a capacidade que cada sociedade terá de reinventar o seu sistema econômico, a partir de tudo que o digital permite.

Veremos sociedades praticando o “Capitalismo 2.0” com uma taxa muito maior de liberdade do que hoje. E sua população será mais próspera. E vice-versa em outros países e regiões.

É isso, que dizes?

O tema dos impactos do digital em vários setores e áreas faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que diz o Holden Macedo:

Mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

O ser humano vive no cotidiano, no hábito. Pandemias são eventos raros, anti-hábitos.

Eventos como Pandemias, Terremotos, Erupções tiram as pessoas dos hábitos cotidianos, que costumamos chamar no popular de “Zona de Conforto”.

A Zona de Conforto é o lugar da sobrevivência, o que não é ruim, a princípio, o problema é de que taxa da Zona de Conforto estamos falando.

Uma alta taxa de Zona de Conforto, aos poucos, cria a ilusão da eternidade, imutável.

A atual Pandemia, a despeito das tragédias que gerou, foi uma “aceleradora” para a redução da taxa da Zona de Conforto.

Boa parte das novas Tecnopossibilidades Digitais não estava sendo utilizadas por pura preguiça.

As pessoas foram obrigadas a fazer algo que muita gente já tinha feito por opção, movidas pela curiosidade, inquietude e facilidade.

Um segmento mais conservador da sociedade teve que reduzir a taxa da Zona de Conforto e descobriu o quanto as novas tecnologias podemo melhorar as respectivas vidas.

Há, sem dúvida, um aumento generalizado para a experimentação na sociedade Pós-Pandemia.

O chamado “novo normal” traz mudança relevante na aceitação de novas novidades.

A Pandemia deixa sim um rastro de tragédia, mas também um novo apetite grande para a nova Civilização 2.0, que avança.

É isso, que dizes?

O tema Pandemia e Futurismo faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que diz Lisandra Maioli sobre a nossa formação.

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Hoje, virou moda colocar número em tudo.

O mundo virou um grande software, o que é positivo, mas é preciso ter critérios para numerar.

A ideia da Sociedade 5.0, vem do Japão e a explicação é a seguinte, pelas ordem das sociedades: da caça, da agricultura, industrial, da informação e agora é a 5.0, que seria da pós-informação.

A pergunta que não quer calar sobre este critério de nomear a Sociedade 5.0 é a seguinte: qual é o gatilho? Qual o motivo da passagem de uma sociedade para a outra?

Quais são os fatores que nos levam para saltar de uma civilização para outra?

Note que o conceito vem da economia: formas do ser humano produzir, mas sem nenhuma regra para explicar o salto entre as sociedades.

O conceito da Sociedade 5.0 é baseado em critérios de constatação e não de regras, que expliquem como o ser humano se adapta no tempo.

Sem regras de como o sapiens se adapta ao longo do tempo, não se pode classificar o presente e nem projetar o futuro.

Se não um estudo das causas e efeitos de como o sapiens se adapta, não tem como saber o que estamos vivendo agora e nem o que virá.

Se adotamos uma lógica para classificar as sociedades humanas sem nenhum critério mais lógico, fica difícil projetar o que virá.

Quando desenvolvemos a Narrativa Futurista Bimodal criamos, por necessidade, fatores causantes, detonantes e consequentes das mudanças civilizacionais.

A nosso ver, a regra da adaptação humana no tempo é a seguinte: mais população, se demanda novas mídias, o que nos possibilita novos modelos administrativos mais sofisticados.

Isso nos faz entender melhor para trás e projetar para frente.

No nosso cálculo, estamos entrando na Civilização 2.0, pois pelo primeira vez podemos criar modelos de administração similar às formigas.

Os Uber usam rastros e as cooperativas de táxi, sons (oral e escritos).

A Civilização 2.0 permite, para quem será “locomotiva”, a descentralização progressiva, com modelos administrativos cada vez mais distribuídos.

É isso, que dizes?

O tema do questionamento da Sociedade 5.0 faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja a avaliação do André Torres:

Tome a pílula vermelha e saia de Matrix:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Vivemos neste novo século a passagem de uma baixa taxa de incerteza sobre o futuro para uma muito mais alta.

A alta taxa de incerteza diante do amanha tem demandado o desenvolvimento de um Futurismo de mais qualidade.

O futurismo é uma atividade, que visa ajudar aos clientes a decidir com menos riscos hoje diante das incertezas do amanhã.

Fizemos no mês passado um estudo das atividades/perfis do Futurismo.

As seis atividades/perfis de um Futurista são: meta-futurista, cenarista, consultor, formador, mediador e empreendedor.

Vejamos os detalhes de cada perfil:

O Meta-futurista entrega para o cliente a revisão necessária de paradigmas para entender o novo cenário, em forma de narrativa.

O Futurista Cenarista aplica a narrativa futurista escolhida para determinado setor específico, através de relatórios.

O Futurista Consultor é aquele que transforma cenários em planos estratégicos.

O Futurista Formador repassa, via cursos e palestras, a narrativa escolhida para os clientes.

O Futurista Mediador lida, individualmente ou em grupos, com as crises psicológicas diante das necessárias adaptações às mudanças de cenário.

Futurista Empreendedor é aquele que vai comandar os projetos. É alguém que precisa compreender, a fundo, o novo cenário. Entrega produtos e serviços para a sociedade.

Cada um destes perfis/atividades admite escalas de maturidade: júnior, pleno e sênior.

Cada um destes perfis/atividades, poderá estar presente na atividade de um Futurista.

O Futurismo é uma demanda crescente da sociedade, mas ainda está engatinhando no Brasil.

Empresas têm gasto hoje fortunas em projetos estratégicos, sem antes escolher um Futurista para chamar de seu.

Investir no curto/médio/longo prazo, no atual cenário incerto, sem ajuda de um Futurista é um jogo de alto risco.

É isso, que dizes?

Os perfis/atividades do Futurismo é um dos temas da QUARTA IMERSÃO. Venha sair de Matrix. Faça como Elisângela Correia Souza:

Quero tomar a pílula azul?
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

https://youtu.be/PkNuaGB8nx0

Não faz sentido falar de Futuro, apenas de Futurismo. um método de análise para reduzir incertezas e riscos.

O Futuro serve bem para fazer poesia, mas não Ciência.

O passado, o presente, idem.

O que fazemos diante do futuro é a criação de cenários aproximados, nunca certezas.

O objetivo do Futurismo é reduzir incertezas para minimizar os riscos das decisões do presente.

Vivemos um tipo de cenário incerto sobre o futuro, no qual os fatos não batem mais com a forma como víamos o Sapiens, a sociedade e os negócios.

Uma série de fatores novos marcam o novo século, que não estavam nos livros sobre a sociedade humana até aqui.

Nunca tivemos a população de 8 bilhões de sapiens, tão interconectada como agora, o que nos traz uma série de consequências, tais como a atual pandemia.

Nunca tivemos uma mídia como a Internet, que nos permite fazer hoje o que era COMPLETAMENTE impossível para nossos pais e avós.

A influência do aumento demográfico e das mudanças de mídia nos modelos organizacionais da sociedade é algo vital para quem quer entender melhor o que virá.

Organizações de todos os tipos praticam o Futurismo para tempos menos incertos há décadas. Nele, os paradigmas estruturais sobre a sociedade são os do senso comum.

Quando temos tempos incertos é sinal de que os paradigmas estruturais da sociedade, do senso comum, ficaram obsoletos.

O Futurismo para Tempos Incertos é um Futurismo que cria novos paradigmas para que possa entender o que virá.

O grande diferencial competitivo para pessoas, profissionais e organizações não são novas tecnologias, mas a qualidade do Futurismo que irão adotar.

É isso, que dizes?

O tema do Futurismo para tempos incertos faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que disse Gilson Antônio da Silva sobre a nossa formação:

Tome a pílula azul e saia de Matrix!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Uma mudança, ou transformação, conforme alguém definiu no Wikipédia, é uma alteração de um estado, modelo ou situação anterior, para um estado, modelo ou situação futuras, por razões inesperadas e incontroláveis, ou por razões planejadas e premeditadas.

Podemos dizer, então, que temos dois tipos de mudanças diferentes:

Mudanças endógenas – aquelas que partem de dentro para fora, com as quais cada um gerencia com mais liberdade o seu tempo subjetivo;

Mudanças exógenas – aquelas que partem de fora para dentro, com as quais.as pessoas têm de mudar independente  o seu tempo subjetivo.

As mudanças endógenas, que vem de dentro para fora, são menos traumáticas, pois o tempo subjetivo não é tão violentado.

E vice-versa.

As mudanças exógenas, com a atual Pandemia, são mais traumáticas, pois há uma violentação do tempo subjetivo de cada um.

Mudanças exógenas globais, de maneira geral, são provocadas por forças aleatórias e movimentos de ordens espontâneas.

Do ponto de vista da velocidade, existem dois tipos de mudanças exógenas:

Mudanças Exógenas Urgentes são aquelas que têm de ser feitas no curtíssimo prazo, como é o caso da Pandemia;

Mudanças Exógenas Prioritárias são aquelas que têm de ser feitas no médio e longo prazo, como é o caso da Uberização.

A mudança mais traumática que existe é a Mudança Exógena Urgente, como é o caso da Pandemia, no qual a subjetividade de cada um é chutada para escanteio.

A Era Digital pode ser classificada como uma mudança exógena prioritária.

Por fim temos dois tipos de consequências nas mudanças exógenas, caso a resposta não seja adequada:

Mudanças Exógenas Vitais demandam alterações de hábitos para defender a própria existência, como é o caso da Pandemia.

Mudanças Exógenas Competitivas demandam alterações de hábitos para defender a sua competitividade no mercado, seja pessoa individual ou organização.

A pandemia e a era digital têm em comum o fato de serem mudanças exógenas, que acabaram se retro-alimentando ao longo deste ano.

As pessoas ao longo da pandemia se acostumaram a conviver com uma Mudança Exógena Vital, que tornou o Digital muito mais palatável do que antes.

O lado positivo da pandemia tem sido a maior aceitação generalizada para a aceitação da outra mudança exógena em curso, muito menos agressiva: a Era Digital.

Tivemos, ao longo da pandemia, um aumento da taxa de humildade da sociedade diante das forças aleatórias e das ordens espontâneas.

Houve um radical aumento de aceitação para as mudanças exógenas que a era digital vem exigindo.

O grande ganho da pandemia foi a retirada da sociedade, a fórceps, da zona de conforto em que se encontrava diante da nova era digital.

Como já dizia meu avô: há males, como foi o caso da pandemia, que vêm para o bem: estamos muito mais prontos paras as mudanças que a civilização 2.0 nos possibilita.

É isso, que dizes?

O tema Futurismo e Pandemia foi o escolhido para a Imersão 4.2, de Agosto, quem sabe você não resolver sair de Matrix como a Iris  Ferrarini:

Vem pegar a pílula azul!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Quando tentamos reduzir a incerteza sobre o futuro precisamos nos utilizar de um método que chamamos de Futurismo.

O Futurismo é uma ferramenta mais sofisticada do que as utilizada antes, pois estamos diante de um futuro com uma taxa de incerteza maior.

O Futurismo Incremental se baseia na projeção dos fatos, com as mesmas regras de como a sociedade funciona.

O Futurismo Disruptivo se baseia na revisão das regras para projetar, a partir delas, novos fatos.

O Futurismo Incremental, diante de cenários disruptivos como o atual, consegue apenas projetar fatos no curto e, talvez, no máximo, no médio prazo.

O Futurismo Disruptivo tem mais chance de projetar fatos no longo prazo, pois estabelece novas regras mais compatíveis com os fatos atuais.

De maneira geral, se trabalha com o Futurismo Incremental, pois é muito mais comum lidarmos com cenários com taxa de certeza maior.

Porém, em cenários disruptivos, a prática do Futurismo Incremental é um veneno, pois o DNA de todo o Planejamento Estratégico terá um erro de origem.

Não existe Plano Estratégico sem um cenário de Futuro adequado.

A Era Digital tem provado que as regras de como pensávamos a sociedade ficaram obsoletas e precisam de muitos ajustes para projetarmos os fatos futuros.

Sem os ajustes adequados de como a sociedade REALMENTE funciona, vamos continuar enxugando o gelo do iceberg do Titanic, com a orquestra tocando ao fundo.

Quanto mais eficaz o ajuste das regras como a sociedade funciona, a partir das novas evidências, melhor será a qualidade do Futurismo.

Quanto melhor é o Futurismo escolhido para o planejamento estratégico, mais chance se terá de ter sucesso.

É isso, que dizes?

O Futurismo é o tema central da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo.

Veja o que disse  Rafael Soares sobre a nossa formação:

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Sugestão de tema da Bimodal Thereza Rodrigues.

Se olharmos o passado outros momentos civilizacionais similares perceberemos que as mídias têm forte influência na nossa percepção do tempo e espaço.

Na Era Oral, toda a comunicação humana era limitada no mesmo tempo e lugar.

Na Era Oral, as pessoas só tinham acesso à informação, através de outra pessoa que estava na frente dela. no mesmo momento.

A Mídia Oral no passado moldou no passado a nossa percepção de tempo e lugar e, com isso, a forma como pensávamos e agíamos nas nossas vidas.

A chegada da Escrita quebrou as antigas barreiras do tempo e lugar e permitiu uma radical mudança civilizacional.

A Era Escrita permitiu que as pessoas recebessem informação sem a necessidade da presença física no mesmo tempo e lugar.

É impossível pensar no império romano e nas grandes religiões monoteístas sem a escrita. É bom lembrar que Bíblia vem do grego “biblion” (pequeno livro).

A nova Era Digital expandiu a nossa capacidade de nos relacionarmos a distância e isso tem impactado fortemente as nossas vidas.

No Digital, qualquer pessoas pode produzir e consumir qualquer conteúdo (texto, áudio ou vídeo) em qualquer tempo e lugar. Isso é completamente novo e revolucionário.

Na Era Digital, cada pessoa se transformou em uma micro Rede Globo.

A Era Digital abriu às portas, de forma exponencial, por exemplo, para o trabalho à distância, que vai permitir mais e mais menos circulação de pessoas nas cidades.

A Era Digital abriu às portas, de forma exponencial, por exemplo, para o trabalho em cidades menores, revertendo o fluxo para as megalópoles.

A tendência é que as pessoas passem menos tempo em deslocamentos, ganhando mais tempo para se dedicar a outras atividades, com menos horas de engarramentos de todos os tipos.

As pessoas ficarão, cada vez  mais flexíveis, podendo se mudar muito mais do que hoje em dia.

A desterritorizalização é uma forte tendência. Reduzindo a demanda das pessoas a comprarem locais para viver e optarem muito mais por alugarem espaços compartilhados.

O conceito de país tenderá a ser muito mais flexível, pois pouco importa onde você está, mas com quem e de que forma você está se relacionando pela Internet.

A Revolução Digital, entretanto, não termina com a quebra do tempo. É apenas a primeira etapa, o começo de tudo.

A segunda etapa da Revolução Digital está na possibilidade da criação de organizações produtivos muito mais descentralizadas do que as atuais.

É preciso entender que quando modificamos as mídias uma nova Civilização se inicia, alterando fortemente, no curto, médio e longo prazo, a forma como sobrevivemos e vivemos.

É isso, que dizes?

https://www.bimodais.com.br/assinatura

Pode jogar fora todos os livros de administração e negócios que você tem na sua casa: eles ficaram obsoletos.

Para entender a nova civilização 2.0, teremos que promover uma mudança radical na forma como pensávamos negócios.

Há uma relação de causa e efeito, até então, desconhecida, entre mídia, confiança e negócios.

Vejamos o jogo de ação e reação:

  • ninguém faz negócio em quem não confia;
  • a confiança é, assim, o epicentro dos negócios;
  • entre as pessoas é baseada nas possibilidades das mídias disponíveis;
  • quando as mídias se alteram, temos a possibilidade de criar novos modelos de confiança;
  • novos modelos de confiança criam novos modelos de negócios.

A grande novidade do digital, que terá forte impacto no futuro, não é a possibilidade de se trabalhar em casa.

A grande novidade da Civilização 2.0 é a possibilidade de confiar em pessoas, a partir da reputação digital, o que possibilita a criação de novos modelos de negócio mais exponenciais.

A Confiança 2.0, através da reputação digital, elimina uma série de intermediários, reduzindo o custo das transações.

É a confiança 2.0 que permite que os negócios passem a ser exponenciais, se comparados ao passado. Ela permite a criação de um novo Modelo Administrativo.

No Uber, você não precisa mais de uma cooperativa e nem da prefeitura para garantir que aquele motorista é de confiança.

No Airbnb, você não precisa mais de um corretor de imóveis para garantir que o inquilino e o proprietário são de confiança.

É a confiança 2.0 que permite o desaparecimento dos antigos intermediadores nos negócios.

Os antigos intermediadores promoviam a confiança 1.0.

Os novos líderes dos negócios no futuro terão que NECESSARIAMENTE  se utilizar da confiança 2.0.

A nova civilização estará todo baseado na confiança 2.0, alterando lentamente toda a nossa forma de enxergar o mundo.

Por causa da Confiança 2.0, haverá muito mais compartilhamento de coisas e muito menos a necessidade de se ter coisas.

Mas isso é assunto para um outro artigo.

É isso, que dizes?

O tema da Confiança 2.0 é um dos que aparecem na QUARTA IMERSÃO da Bimodais Futurismo Competitivo. Faça como Luis Henrique Fontes e saia de Matrix:

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Mudar significa dois movimentos: deixar o que existe para uma nova etapa. As pessoas não têm dificuldade de mudar, mas de desapegar.

Desapegar é perder o envolvimento, a dependência ou o compromisso. Afastar(-se), libertar(-se).

Em geral, mudanças opcionais são muito mais fáceis, pois vêm de dentro para fora, nas quais o mutante controla o processo.

Mudanças opcionais permitem que a pessoa perceba o que está perdendo e o que está ganhando, há um domínio do custo/benefício da mudança.

Podemos dizer que as mudanças opcionais, que partem da pessoa são endógenas (do interior para o exterior).

As mudanças obrigatórias, que partem de fora para dentro são exógenas e estas são ainda mais difíceis de serem feitas.

Nas mudanças exógenas há um radical aumento de resistência, pois se tem a sensação de algo descontrolado.

Temos ainda duas outras variantes nas mudanças: conjunturais (mesmos paradigmas) e estruturais (novos paradigmas). E, por fim, mudanças lentas ou rápidas.

Até a chegada da Era Digital pessoas e organizações estavam acostumadas a vivenciar mudanças endógenas, conjunturais e num ritmo mais lento.

A Era Digital trouxe para pessoas e organizações mudanças exógenas, estruturais e num ritmo acelerado.

Mudanças Exógenas, estruturais e rápidas demanda um tipo de suporte emocional bem diferente do que vínhamos usando, até então.

Precisamos criar um novo tipo de suporte psicológico para a mudança para o digital baseado em outros parâmetros.

Temos repetido muitas vezes: que o grande desafio diante do digital não é psicológico, mas tecnológico!

Especialistas que lidam com os desafios profissionais precisam de um novo tipo de formação para reduzir o sofrimento diante das mudanças em curso.

É isso, que dizes?

O tema das mudanças psicológicas diante do digital faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo competitivo. Veja como avaliou Alisson Andrade a nossa formação:

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Estamos passando de uma civilização para uma nova, na qual a grande demanda é a flexibilização de todo tipo de relações.

Revoluções Midiáticas Civilizacionais são ferramentas humanas para realizar um ajuste entre a complexidade demográfica e a forma como nos organizamos.

Nossa mentalidade foi preparada para viver numa Civilização muito menos flexível, dinâmica, inovadora e mutante como esta que começa.

Nós, a geração migrante, precisa de uma preparação especial para poder acompanhar a nova dinâmica muito mais flexível do que estamos acostumados.

A musculação diária para a Mente 1.0 é a seguinte:  desmaterializar, desplanejar, desteritorializar, flexibilizar, simplificar e se desculpar pelos erros cometidos.

A Civilização 2.0 vai, aos poucos, mostrando que muito do que consideramos “normal” vai soar cada vez mais estranho com o passar do tempo.

Há um mercado GIGANTESCO para profissionais que possam ajudar a pessoas na passagem de uma mentalidade mais engessada para uma mais flexível.

Temos começado a formar Futuristas Mediadores, que têm justamente essa missão: ajudar a superar a macrocrise psicológica diante da Civilização 2.0.

As novas gerações já estão sendo acostumadas a esse novo ambiente e ritmo. O problema principal são os migrantes, que estão sofrendo.

É isso, que dizes?

O tema da Mentalidade 2.0 e da preparação de Futuristas Mediadores fazem parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo.

Veja a positiva avaliação de Adauto Silva.

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

A principal novidade no mercado de trabalho neste novo século é a passagem do profissional empregado para o profissional empreendedor.

Um profissional com a mentalidade de empregado é induzido a fazer o seu chefe feliz para que ele possa ser feliz.

Um Profissional 1.0, empregado, não se relaciona diretamente com o cliente final, mas tem um intermediador no meio: seu gerente!

No mercado de trabalho 1.0 temos poucas organizações para lidar com muitos clientes.

No 2.0, teremos cada vez mais micro-organizações para lidar com muitos clientes.

A formação profissional atual forma pessoas para servir a uma organização e não aos clientes diretamente.

A mentalidade do Profissional 1.0 é muito infantilizada, se comparada à demanda que teremos neste novo século.

O Profissional 2.0 terá que ser muito mais consciente de seus potenciais para poder se dedicar de corpo e alma a um determinado problema do cliente.

Não basta que o Profissional 2.0 descubra o seu “maravilhoso” potencial se não aprender como ele vende isso para um cliente, disposto a pagar por ele.

O Mercado de Trabalho 2.0 exigirá um choque de “startupização” na mentalidade dos Profissionais 1.0 – que só se enxergam como empregado de alguém.

O Profissional 2.0 não se apaixona por uma profissão, mas por um determinado problema e a sua felicidade é conseguir tornar o seu cliente cada vez mais feliz.

No mercado de Trabalho 2.0, teremos cada vez mais vagas de trabalho e cada vez menos vagas para empregos.

No mercado de Trabalho 2.0 não se falará mais de índice de desemprego, mas de índice de trabalho.

É isso, que dizes?

Venha tomar um “banho de loja” sobre futuro na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que disse Iris Ferrarini:

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Se você olhar para o futuro de longo prazo perceberá que os Ubers são muito mais do que simples novos negócios.

A Uberização marca a chegada de um novo Modelo Estrutural de Administração da nossa espécie!

Na Uberização, o deparamento de RH cuida apenas do núcleo interno. Todos os colaboradores externos são gerenciados pelo próprio cliente.

Na Uberização, não há problema de escala. Não faz diferença se existem cinco mil ou cinco milhões de clientes ou colaboradores. Todos se auto-regulam.

Na Uberização, não há controle direto sobre produtos e serviços. É a reputação progressiva que determina o que é de qualidade e o que não é.

Na Uberização, o número de carteiras assinadas despencou, pois o modelo precisa afastar automaticamente, sem burocracia, quem está com a reputação baixa.

A Uberização é uma resposta humana a um mundo demograficamente muito mais complexo, que exige muito mais flexibilidade.

A Uberização é, entretanto, apenas a primeira etapa administrativa da Civilização 2.0. Veremos, na sequência, a uberização da uberização: a blockchenização.

A blockchenização permitirá a horizontalização da Uberização, em plataformas descentralizas, num processo que envolverá, finalmente micro empreendedores.

Empresas tradicionais não conseguem ver o desafio que têm pela frente: competir contra novo modelo administrativo disruptivo, que ocupa cada vez mais mercados.

Vivemos a maior “Pandemia Administrativa” da história do sapiens, que será responsável pelo sepultamento, no médio prazo, de milhares de empresas.

É isso, que dizes?

Se você quer sair da visão MIMIMI sobre o futuro, venha para a QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, veja o que disse Ramalho Medeiros:

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Hoje é o aniversário do Tecno-midiático filósofo canadense Marshall Mcluhan (1911-80).

McLuhan deixou como legado duas premissas fundamentais: somos uma tecnoespécie e as mídias têm o poder de viabilizar a criação de novas civilizações.

McLuhan sugeriu uma modificação disruptiva na essência do sapiens, que agora com o digital se mostra extremamente eficaz.

Todas as ciências que estudam a sociedade humana ficam obsoletas, a partir das premissas de McLuhan.

Quando se incorpora McLuhan na visão de futuro, começa-se a se entender a profundidade das mudanças que estamos passando neste novo século.

Para McLuhan, as tecnologia são uma espécie de prótese que quando se modificam o Sapiens muda junto.

As mídias são tecnologias centrais que quando se renovam, abrem as portas para a chegada de novas Eras Civilizacionais.

Nossa espécie, assim, na visão dos MacLuhanianos é uma espécie em aberto, mutante, que se reinventa ao criar novas tecnologias.

Como um MacLuhaniano assumido que sou, consigo enxergar nestes séculos três crises em paralelo: a demográfica (objetiva) e a filosófica e psicológica (subjetivas).

A crise demográfica tornou obsoleto o atual modelo estrutural de administração, na qual toda as organizações da sociedade operavam.

A crise filosófica impede que as pessoas consigam entender com mais eficácia o que está, de fato, ocorrendo.

E a crise psicológica impede que as pessoas queiram entender o que está ocorrendo. Vivemos um forte movimento de negação ao novo.

No dia que McLuhan faria 109 anos nossa homenagem a esse pensador que tanto nos legou e não teve, no seu tempo, o merecido reconhecimento.

É isso, que dizes?

As três crises do novo século e os conceitos de McLuhan fazem parte da QUARTA TEMPORADA da Bimodais – Futurismo Competitivo, a melhor escola de Futurismo do Brasil. Veja o que diz Luciano:

Venha para ver o Futuro fora de Matrix!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

 

Houve um gradativa perda de capacidade de refletir sobre a realidade nas últimas décadas em todo o mundo.

Tivemos nas últimas décadas gradativa concentração de mídia, que nos levou a valorizar autoridade do saber muito mais pela forma e não pelo conteúdo.

Mais e mais tivemos uma interpretação padronizada da realidade, pouca diversidade, o que nos levou a uma certa preguiça mental.

A padronização do pensamento é um fenômeno social recorrente no final de Eras Civilizacionais como a atual.

Há um generalizado preconceito contra a filosofia, como se ela não fosse uma ferramenta fundamental para agirmos melhor na realidade.

Estamos iniciando uma grande onda de inovação filosófica, com o surgimento de cada vez mais pensadores, que não serão mais filtrados pela mídia de massa.

Os Filósofos 2.0 terão a missão de preparar as bases estruturais para a nova Era Civilizacional, que se expande, de forma cada vez mais veloz.

Filósofos 2.0 terão que identificar e resgatar os valores estruturais que nunca morrem e ajustar os conjunturais diante das novas Tecnopossibilidades.

Não existirá nem nova sociedade e nem novo normal se os Filósofos 2.0 não criarem as novas novas bases conceituais tanto estruturais quanto conjunturais.

Sim, tecnologias abrem portas para um novo mundo, mas são os filósofos que levantam as paredes imaginárias para que possamos recriá-lo.

É isso, que dizes?

O tema da filosofia para a nova Era Civilizacional está presente na QUARTA TEMPORADA do Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz Vinicius Carneiro:

Quem sabe não está na hora de você sair de Matrix?
Venha para a melhor Escola de Futurismo do Brasil!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Vivemos hoje uma mudança estrutural na sociedade, mas só conseguimos enxergar as alterações conjunturais.

A macro-história demonstra que mudanças de mídia provocam alterações no modelo estrutural de administração do Sapiens.

Hoje, as organizações são como são por causa das mídias que tínhamos.

No modelo atual, que chamamos de Gestão, não há a mínima possibilidade de extinguir os gerentes. Na Uberização, eles não fazem sentido!

Muitos dizem que a Uberização é algo que vai demorar e não se pode pensar nisso agora. Porém, esse é um pensamento de vagão e não de locomotiva!

Tudo que caminhar para a Uberização gerará atração. E tudo que ficar na Gestão, será, cada vez mais, Zona de Abandono.

Gerentes virarão curadores de plataforma. Ao invés de controlar processos, serão harmonizadores de ambientes ou ecossistemas de negócios.

O fim dos gerentes, bem como da carteira assinada, é uma necessidade do Sapiens para lidar melhor com o novo Patamar de Complexidade Demográfica.

Muitos dirão que isso é tão distante que não vale à pena pensar nisso agora. Será?

Na atual pandemia, o que tivemos foi a radicalização acelerada da digitalização. Se tivermos outra em futuro próximo, a uberização será o principal foco.

O que aprendemos em 2020? Que o mundo atual está sujeito às pandemias. E que a cada uma delas o que estava tecnologicamente latente se explicita.

Será que as empresas vão continuar contratando no estilo Velho Normal sabendo que podemos ter uma pandemia pela frente? Ou vão procurar novas formas?

A Uberização na Pandemia 2.0 poderá ser o Pós-Novo Normal. E se você acha que ela está muito distante, talvez leve um novo susto.

É isso, que dizes?

O tema da Uberização faz parte da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, a melhor escola sobre futuro do país. Veja o que disse nosso querido bimodal, Garibaldi Porto, empreendedor na área imobiliária em Campina Grande:

Quem sabe não está na hora de você sair de Matrix?
Venha para a melhor Escola de Futurismo do Brasil!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Não sei se você já percebeu, mas quando se fala em século XXI nosso prazo é 2099, certo?

Temos setenta anos pela frente até o final dos século.

A macrotendência em todas as áreas da sociedade, incluindo a política, é a Descentralização Progressiva.

A Descentralização Progressiva é uma demanda de sobrevivência humana, pois o Sapiens aumenta gradualmente o tamanho da população.

Hoje, temos diversos intermediadores na sociedade que foram necessários por causa do ambiente midiático que existia.

Podemos dizer que os nobres da monarquia absolutista foram filhos da oralidade e os políticos atuais da escrita impressa.

Em 2099, já teremos vários países sem políticos. Haverá grandes plataformas participativas, nais quais as leis serão criadas e aprovadas.

No mundo Digital, não há mais necessidade de políticos intermediadores. O que teremos são políticos curadores, que vão gerenciar algoritmos.

Podemos dizer que assistiremos Revoluções Republicanas Digitais, nas quais o atual modelo político irá para a “guilhotina”.

No campo executivo, prefeitos, governadores, presidentes passarão a ser curadores de plataformas, nais quais o cidadão vai clicar não para pedir, mas para decidir.

Temos a seguinte regra de sobrevivência humana: quanto mais gente no planeta, mais descentralizadas terão que ser as sociedades.

Os atuais políticos não acabarão por que são desonestos, ou incompetentes, simplesmente, por que o modelo de representação ficou obsoleto.

É isso, que dizes?

O estudo dos cenários futuros de diversos setores da sociedade é um dos focos da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que Talvacy Freitas, que já na quarta temporada da escola, nos diz sobre nosso projeto:

Sai de Matrix, venha para a melhor Escola de Futurismo do Brasil!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Vaidade – valorização que se atribui à própria aparência, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros.

A vaidade não é algo negativo. O que é negativo é a vaidade em excesso ou a falta de vaidade.

Quando falamos do mundo dos negócios, estamos falando da vaidade profissional, que é diferente da vaidade física.

A vaidade profissional pede algum tipo de reconhecimento de alguém de que você está realizando bem a suas atividades.

Nas Organizações Tradicionais, o reconhecimento profissional é vertical. Podemos dizer que vivemos hoje a Vaidade Profissional Vertical, Centralizada.

Na Vaidade Profissional Vertical você será reconhecido pelo seu superior e não diretamente pelo cliente.

Na Vaidade Profissional Vertical todo o esforço subjetivo da pessoa tem o superior como referência.

Num mundo uberizado, teremos uma mudança radical na Vaidade Profissional: você precisa ser reconhecido pelo consumidor e não mais pelo seu superior.

Num mundo uberizado, o seu reconhecimento será medido por um índice, na qual a sua reputação, via curtições e estrelas, estará exposta ao mundo.

Num mundo uberizado a sua vaidade profissional estará num ambiente muito mais objetivo, será muito mais horizontal e transparente.

Podemos dizer que a Vaidade Profissional Uberizada terá muito menos chance de “viajar na maionese”, pois é o cliente que avaliará “na cara” teu desempenho.

Do ponto de vista psicológico, a Vaidade Profissional Uberizada será quase que um Rivotril diário para que você não vá aos extremos.

É isso, que dizes?

O tema da preparação do Sapiens para viver nesse novo mundo digital faz parte dos diálogos da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz a Claudia Riecken:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Estarei debatendo esse tema da Vaidade, amanhã, quinta:

 

 

Futurismo é a permanente tentativa humana de se antecipar ao amanhã para tomar melhores decisões no hoje.

Quando as principais organizações produtivas não conseguem agir dentro uma visão mais mais adequada sobre o amanhã, podemos decretar uma Crise Futurista.

Antes do Digital, se praticava um Futurismo de Curto Prazo, muito mais próximo do Modismo, pois o futuro era muito mais certo do que hoje em dia.

Hoje precisamos de um Futurismo de Longo Prazo, o que demanda muito mais esforço científico do que tínhamos no passado.

Um Futurismo de Longo Prazo demanda o conhecimento de regras estruturais da sociedade humana para que se possa entender onde estamos e para onde vamos.

O grande diferencial competitivo no mercado hoje não é a melhor tecnologia, mas uma visão de futuro mais consistente.

Sem uma visão de Futuro consistente, pessoas, profissionais, organizações, governos ficarão no escuro enquanto o tiroteio corre solto lá fora.

É isso, que dizes?

A Bimodais é a primeira Escola de Futurismo no Brasil que tem feito um esforço filosófico-teórico-metodológico para criar um Futurismo de mais qualidade.

Inovamos não só no que descobrimos, mas na forma como chegamos às nossas conclusões, tudo via Whatsapp e Telegram, de forma participativa.

Este mês estamos promovendo, por exemplo, o diálogo  dentro da Bimodais “Afinal, o que é o Futuro?”.  É o Diálogo Bimodal 4.1, da QUARTA IMERSÃO, que vai de Julho a Dezembro.

Se você quer fazer a diferença no mercado nas próximas décadas vai precisar de uma Escola como a nossa.

Veja o que avaliou David Bruno:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

 

https://youtu.be/Q2jNIleYSSw

A grande macrotendência deste novo século é a reintermediação de todas as atividades da sociedade.

A reintermediação se torna obrigatória para lidar com o radical aumento da Complexidade Demográfica dos últimos 220 anos.

Na Justiça, os Empreendedores 2.0 tentarão “matar” os atuais intermediadores: advogados e juízes.

Haverá o surgimento de plataformas de arbitragem, nas quais pessoas – com capacidade de mediação – tentarão resolver os conflitos.

Cada vez menos, se terá a necessidade de juízes, a não ser para casos muito específicos como os criminais.

Hoje, a crise da Justiça, principalmente no Brasil, é estrutural: muitos processos para poucos juízes.

A crise da Justiça no Brasil é estrutural:  tivemos um aumento de sete vezes da população, em cento e vinte anos, e e a filosofia do modelo permaneceu a mesma.

O que vemos hoje de melhoria na Justiça Brasileira é a digitalização – no popular: passando pano no gelo para ver se fica sequinho.

Muita gente acredita que a grande revolução da justiça será a adoção da Inteligência Artificial no atual e obsoleto modelo intermediador Falso!

A revolução da justiça será a reintermediação dos juízes em grande plataformas de arbitragem com a inteligência artificial dando suporte a inteligência coletiva.

É isso, que dizes?

O tema do Futurismo de Longo Prazo aplicado em diversos setores está presente na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja a avaliação da Lisandra:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Os fatores conjunturais e estruturais da sociedade influenciam na educação das crianças.

Se temos um viés centralizador, seja ele estrutural ou conjuntural, teremos um viés padronizador da educação das crianças.

Se temos um viés descentralizador, seja ele estrutural ou conjuntural, teremos um viés personalizador da educação das crianças.

A principal questão da educação das crianças não é se será presencial ou a distância, mas se será uma educação voltada para a repetição ou para a criatividade.

O século XX  foi concentrador e o viés educacional, de maneira geral, nos levou para a redução da autonomia das crianças.

A educação atual é formadora de um adulto que iria viver num mundo vertical, repetitivo, o que demandava uma baixa taxa de autonomia.

A educação para o novo século deve preparar um adulto que irá viver num mundo mais horizontal, inovador, o que demanda uma alta taxa de autonomia.

É o modelo de sobrevivência, seja ele conjuntural ou estrutural, que define a tendência da educação que será praticada.

Países com conjunturas centralizadoras incentivarão educação padronizadora para que se possa formar adultos “compatíveis” com o modelo de sobrevivência.

Países com conjunturas descentralizadoras incentivarão educação personalizadora para que se possa formar adultos “compatíveis” com o modelo de sobrevivência.

Vivemos hoje uma Revolução Midiática Civilizacional, mudança estrutural de sobrevivência, e a macrotendência da educação das crianças é personalizadora.

Haverá neste novo século resgate dos educadores pró-autonomia, que serão reinterpretados e adaptados para as novas tecnopossibilidades abertas pelo digital.

É isso, que dizes?

Estes assuntos estão presentes na QUARTA IMERSÃO no Futurismo Competitivo Bimodal.

Veja o que diz o Educador e proprietário de escola Flexa Ribeiro sobre a nossa formação:

Que sair de Matrix?
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

 

O Sapiens criou a ciência, basicamente, para resolver problemas complexos de sobrevivência.

Em momentos de concentração midiática, a Ciência tende a resolver seus próprios problemas e não os da sociedade.

Em momentos de descentralização midiática, como agora, a Ciência tende a voltar de novo a resolver os problemas da sociedade.

A mudança que viveremos na Ciência neste novo século, entretanto, será disruptiva: sai a ciência gestora e vamos para a uberizadora.

A Ciência Uberizadora não será mais aquela que filtra para publicar, através dos pares mas publicará para filtrar depois.

Os pares participarão TAMBÉM da filtragem. A grande novidade, entretanto, é a participação ativa da sociedade no processo científico.

A Ciência 2.0, uberizada, será feita em grandes plataformas participativas, nas quais todos os interessados em minimizar o problema colaborarão com o processo da pesquisa.

A Ciência praticada hoje segue, mais ou menos, a lógica da matilha de lobos. São pesquisas sonoras. A 2.0 seguirá a das formigas, pesquisas por rastros.

Viveremos uma profunda disrupção na produção acadêmica neste século, que vai tirar a Ciência da sinuca de bico que se meteu.

Aumentamos demais a complexidade dos problemas e a a forma de produção científica atual (sonora) ficou obsoleta. Precisa de um upgrade disruptivo.

É isso, que dizes?

A aplicação da visão do Futurismo Competitivo Bimodal em diversos setores faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais. Veja o que diz o o André Torres:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

arece que as empresas redescobriram os clientes. E seria bom perguntar qual é o motivo.

O século passado foi o das empresas, na qual era comum dar “facada” nos clientes. Neste, passaram a ser “focadas” nos clientes.

O que mudou?

O digital quebrou o antigo monopólio, tanto de informação como comercial das organizações tradicionais. O cliente passou a ter muito mais poder!

No mundo digital, o cliente sabe mais, conversa mais, pesquisa mais, escolhe mais, reclama mais, tem mais opções.

O empoderamento do cliente é um movimento sistêmico e espontâneo para lidar melhor com a nova complexidade demográfica de oito bilhões de sapiens.

Quanto mais habitantes tivermos no planeta, mais e mais haverá a demanda de empoderamento do consumidor.

No passado o consumidor queria ser ouvido. No futuro, cada vez mais presente, o consumidor quer decidir.

No Uber, por exemplo, não é um gerente que decide qual é o motorista que vai ser demitido, mas o consumidor, via estrelinhas.

No futuro que se avizinha, organizações não serão mais controladoras, mas curadoras de relações de consumo.

Não haverá foco no cliente, mas foco nos algoritmos e nos ecossistemas blockchenizados, que permite que o cliente tenha cada vez mais poder.

Organizações precisam, URGENTEMENTE, sair do Futuro de Curto para o de Longo Prazo, quando se consegue enxergar o que virá de forma mais cristalina.

Quem não adotar um Futurismo mais adequado será cada vez menos locomotiva e será cada vez mais vagão.

É isso, que dizes?

Promoção da semana: ouça os comentários que fiz sobre o livro: “Quem está no comando?” de Ori Brafman e Rod A. Beckstrom, basta preencher o formulário abaixo:
http://bit.ly/FORMDEGUSTA

O tema das mudanças do consumo faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz o Rafael Soares, que já está na segunda temporada na Escola:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Tecnologias são um tipo de “prótese” que o sapiens utiliza para sobreviver melhor a cada novo desafio da espécie.

Como dizia  Marshall McLuhan – nosso filósofo preferido – “o sapiens cria a tecnologia e esta recria o sapiens”.

O Digital tem mais e mais intermediado a vida humana, colocando cada vez mais softwares, em todas as nossas atividades.

Softwares são códigos, que são aperfeiçoados todos os dias e vão alterando a sociedade de uma forma muito mais acelerada do que antes.

Se quase tudo que fazemos está baseado em softwares, mais e mais as atividades da nossa vida passam a ser “versionadas”.

E passamos a ter um verdadeiro desafio psicológico, pois nossa maneira de sentir, pensar e agir foi criada para uma vida menos mutante do que a atual.

Toda a formatação das crianças, até aqui, foi para um mundo analógico, muito menos dinâmico do que o atual.

O estranhamento que vivemos não é apenas com o Novo Normal, mas, principalmente, com a Nova Normalidade Dinâmica.

Os Educadores 2.0 têm como missão neste novo século de mudar o eixo educacional para equalizar a nova vida a uma mentalidade dinâmica.

Muitos dirão que com apenas o uso das novas tecnologias os jovens estarão preparados para o futuro. Não concordo.

Temos que ter, desde já, um novo viés educacional voltado para a personalização, para a criatividade e a autonomia de pensamento.

A atual escola não pode brigar com o futuro.

Não podemos ter uma escola memorizadora num mundo em que é preciso o tempo todo esquecer e reaprender.

A Educação 2.0 precisa mudar a forma (aprendizado em plataformas e não mais em sala de aula) e no conteúdo (sai repetição, entra criatividade).

É isso, que dizes?

O tema do Futuro da Educação faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo. Flexa Ribeiro, diretor de uma escola tradicional do Rio de Janeiro, já está indo para a sua quarta temporada, veja o que ele diz sobre a nossa escola:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Comecemos com uma frase adaptada da filosofa Ayn Rand:

Você pode ignorar o futuro, mas não pode evitar as consequências do fato de ignorá-lo“.

Um dos maiores preconceitos que temos sobre o futuro é de que ele vem de uma vez só em todos os lugares ao mesmo tempo.

O futuro da nossa espécie, como de todas as outras, será sempre guiado pela necessidade de sobreviver cada vez melhor.

No caso do Sapiens, criamos novos modelos civilizatórios mais sofisticados, que nos permitem resolver de forma mais adequada problemas de sobrevivência.

Os modelos civilizatórios mais sofisticados, entretanto, não são uma imposição, mas uma opção de cada pessoa, organização, país, região.

Os modelos civilizatórios mais sofisticados permitem uma qualidade de vida melhor e, por causa disso, se tornam Zonas de Atração.

E vice-versa.

Quem não adota os modelos civilizatórios mais sofisticados perde em qualidade de vida e, por causa disso, se torna uma Zona de Abandono.

Hoje, já vivemos no Velho Normal em Zonas de Atração e Abandono. E no Novo Normal estamos criando novas Zonas de Atração.

As novas Zonas de Atração Futuras serão aquelas pessoas, organizações, países e regiões, que conseguirem resolver velhos problemas com as novas Tecnopossibilidades.

As novas Tecnopossibilidades, pela ordem, digitalização, uberização e blockchenização, nos permitirão superar os limites Tecnoculturais do Antigo Normal.

O Futuro, assim, não é uma chuva que cai na cabeça de todo mundo, ao mesmo tempo.

O que existe de objetivo em relação ao futuro são as demandas, que aguardam ofertas com custo/benefício melhor , a partir das novas Tecnopossibilidades.

O Futuro vem resolver velhos problemas de nova maneira – por isso é possível prever as macrotendências: aquelas que atenderem a essa expectativa, a partir das Tecnopossibilidades.

É isso, que dizes?

O tema do Futuro Temporal está presente na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro. Faça como o jornalista Luciano Correia, que vai para a sua primeira imersão com todo o gás.

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

O sapiens é a única Tecnoespécie do planeta. Por causa disso, consegue criar regularmente novos normais.

Nossa especie não é genética – é tecno-genética. Por isso, pode mudar a forma estrutural de sobrevivência.

Por causa da nossa “tecnocidade” podemos crescer demograficamente, alterando o modelo estrutural de sobrevivência.

A crise que estamos vivendo neste novo século não é diante do futuro, mas do passado: nós não compreendemos como nós REALMENTE nos transformamos ao longo do tempo.

A principal crise deste novo século NÃO é tecnológica, econômica, futurista, mas, antes de tudo, FILOSÓFICA!

Os novos fatos têm demonstrado CLARAMENTE que o Sapiens é uma coisa bem diferente daquilo que os livros nos ensinaram na escola.

Nossa espécie cresceu 7 vezes nos últimos 220 anos: cria agora NOVO NORMAL para viver melhor neste novo patamar demográfico.

Estamos, aos poucos, mudando o Macro Modelo de Sobrevivência da espécie: adotando lentamente algo mais parecido com as formigas e menos com os lobos.

Se você quer começar a entender o futuro, antes de qualquer coisa, é preciso rever FILOSOFICAMENTE o passado.

Fica ligado nisso: o Sapiens sempre criou Novos Normais, o que mudou apenas foi o ritmo, a velocidade.

É isso, que dizes?

Uma visão filosoficamente diferente – e MUITO mais eficaz sobre o Sapiens e o futuro você terá na QUARTA IMERSÃO de Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz o Leonardo Almeida, que renovo o passaporte pela quarta vez na escola:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Vivemos hoje três “pandemias tecnológicas” na sociedade: a digitalização, a uberização e a blockchenização.

Cada uma destas “pandemias tecnológicas” cria um novo normal, que ajuda a sociedade a resolver determinados problemas.

A primeira “pandemia tecnológica” que está já em expansão é a da digitalização, que permitiu uma disruptiva quebra do tempo e lugar.

A segunda “pandemia tecnológica” que cresce é a uberização, que permite a mudança da relação trabalhista: sai carteira assinada entra trabalho uberizado.

A Uberização, entretanto, apesar de nova já apresenta os primeiros sinais de crise: é um modelo centralizado demais em cima e distribuído demais em baixo.

A conclusão que se chega é que é impossível termos, de forma saudável, tantos colaboradores e clientes, debaixo da mesma plataforma uberizada.

A crise dos motoqueiros uberizados não vai se resolver no longo do prazo voltando para o velho normal: com leis e regras. É preciso descentralizar ainda mais!

O que vai ajudar a minimizar o problema é a chegada da terceira “pandemia tecnológica“: a blockchenização, quando iremos uberizar a uberização.

A Blockchenização será composta por ecossistemas uberizados, no qual cada participante terá um leque de opções para escolher muito maior. Não gostou de um, pula para outro.

Tem muita gente que luta para a volta do Velho Normal, critica o Novo Normal como se fosse definitivo e não enxerga o potencial do Pós-Novo Normal, que será a blockchenização.

Todos os movimentos do novo século nos levarão, com muita resistência, para a descentralização progressiva.

A Descentralização Progressiva é a única forma que o Sapiens inventou para sobreviver num mundo demograficamente cada vez mais complexo.

É isso, que dizes?

O tema da blockchenização e a da Descentralização Progressiva fazem parte da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro. Bora sair de Matrix? Faça como o Garibaldi Porto, mude a sua vida e tome a pílula vermelha.

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

A forma de pensar nossa carreira no Velho Normal era de continuidade.

A forma de pensar nossa carreira no Velho Normal era dentro de uma organização de outra pessoa e não dentro da nossa personal startup.

As regras de como a administração funcionava e gerava negócios estavam nos livros das universidades, hoje não estão mais.

Como disse ontem, temos um novo normal e um novo ritmo da normalidade muito mais acelerado.

É preciso para conviver nesse novo cenário uma proposta filosófica para lidar com um mundo “softwarizado“.

Num mundo softwarizado a cada dia algo tem uma nova versão, que precisa ser atualizada em algum lugar e você precisa conhecer e se adaptar a ela.

Estamos entrando na Normalidade Volátil, pois cada vez mais as coisas são software e não hardware.

Desenvolvemos o conceito de Certeza Provisória Razoável que é um forte instrumento do penar para uma Normalidade Volátil.

Na Certeza Provisória Razoável se decide hoje com o que se tem hoje e espera algo razoável amanhã que possa modificar o que é sempre provisório.

A Certeza Provisória Razoável é uma ferramenta filosófica fundamento num mundo que entra cada vez mais na Normalidade Volátil.

É isso, que dizes?

Os temas da Normalidade Volátil e da Certeza Provisória Razoável estão na QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Faça com Danúbio Fontoura e venha tomar a PÍLULA VERMELHA:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Existe uma diferença entre normal e normalidade.

O novo normal será o estabelecimento de novas regras de sobrevivência; a normalidade virá do novo ritmo das mudanças.

As novas regras se iniciam com a quebra do tempo e lugar, graças aos novos canais, que nos têm ajudado a minimizar a pandemia.

As novas regras se desdobram com a eliminação dos antigos modelos administrativos, graças à nova linguagem, que nos ajudará a superar as crises econômicas.

A nova normalidade, entretanto, é um misto de tudo isso: velocidade, volatilidade, adaptação, inovação permanente.

Há uma demanda em duas áreas para nos adaptarmos: do ponto de vista objetivo, aprender as novas regras. Do ponto de vista subjetivo, nos prepararmos para um normal mutante.

A Pandemia acelerou o novo normal que já era normal para muita gente. E outras tantas resistiam a ele.

Podemos dizer que estamos entrando num mundo da normalidade mutante.

É isso, que dizes?

O tema da nova normalidade será debatido na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Venha fazer parte da escola como o Garibaldi Porto:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Se os peixes pudessem falar e se perguntasse a eles o que era água, não saberiam responder.

Vivemos num “aquário”, cercado de normalidades para todos os lados com as quais nos habituamos.

A normalidade nos dá segurança e por isso a consideramos eterna, estrutural e não sujeita a mudanças conjunturais.

Quando há fatores externos, não conhecidos, que nos tiram da normalidade, entramos em um estágio de pânico, rejeição, medo, raiva.

Nossa subjetividade foi preparada para um grau incremental de mudança e não para mudanças mais radicais ou disruptivas muito rápidas.

Vivemos hoje duas pandemias em paralelo: a virótica e a tecnológica-midiática.

O coronavírus está matando pessoas e a Internet está matando empresas.

A Internet, mais do que empresas, está matando uma forma de resolver problemas: estamos saindo da gestão e indo para a uberização.

A Uberização nos permite resolver problemas complexos com menor custo e muito mais qualidade, mas exige uma nova forma de pensar os negócios.

O grande desafio pós-pandemia não é um novo normal fixo como antigamente, mas entender que a própria normalidade nunca mais será como antes.

A nova normalidade vai ser muito menos fixa, mas volátil, flexível, mutante e precisamos ajustar nossa subjetividade para viver nesse novo tipo de ambiente.

É isso, que dizes?

O tema da normalidade flexível faz parte da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro de 2020. Danúbio Fontoura:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Hoje, se fala muito de mudança e de convencer o outro a mudar.

Temos duas alternativas:

  • Mudança incremental;
  • E a disruptiva, que demandam ações diferentes.

Mas se liga nisso: mudanças incrementais ocorrem por convencimento; a disruptiva por atração.

Mudanças disruptivas necessitam alterações de percepções mais arraigadas e, por isso, geram impasses emocionais maiores.

Mudanças disruptivas geram negação, raiva, resistência e o processo de convencimento não funciona nestes casos.

Nas mudanças disruptivas a pessoa precisa decidir de dentro para fora que não dá mais para continuar do mesmo jeito.

Nas mudanças disruptivas muitas vezes é preciso deixar que a os fatos da vida colaborem com o processo.

As pessoas mais resistentes às mudanças disruptivas precisam aprender por conta própria que a mudança se tornou inevitável.

Pessoas que querem promover mudanças disruptivas devem, assim, apenas apresentar as alternativas e deixar que as pessoas chegue até elas.

Mudanças disruptivas não pedem convencimento, mas um processo de atração.

É isso, que dizes?

O processo de atração para a mudança disruptiva faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal.  Thereza Rodrigues já vai para a segunda temporada, que tal conhecê-la aqui dentro da escola?

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

O meu novo livro que ainda está na sua fase beta, pode ser comprado aqui:
https://www.bimodais.com.br/civ20

Tem esse título:

“Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?”

Vejamos a lógica do livro.

O Sapiens é a única espécie social que cresce demograficamente, inventando novas tecnologias.

Não desenvolvemos tecnologias por que gostamos, mas somos obrigados para poder sobreviver.

Além das tecnologias periféricas, somos obrigados a criar tecnologias centrais: as mídias, que nos permitem sofisticar nosso modelo de sobrevivência.

O que estamos fazendo neste novo século é, a partir das novas mídias, criando um modelo estrutural de sobrevivência muito mais sofisticado.

Os Ubers não são novos modelos de negócio, mas um novo Modelo Estrutural Administrativo, que nos permite resolver os problemas insolúveis do anterior.

Os Ubers conseguem entregar qualidade na quantidade e quantidade com qualidade: numa radical personalização de consumo.

Os Ubers se utilizam a Curadoria – modelo administrativo muito similar ao dos formigueiros.

Formigas não precisamo de líder-alfa, pois “curtem” os caminhos, numa “wazerização” que funciona há milênios.

A inovação que vai REALMENTE gerar valor no novo século estará ligada à uberização dos processos.

É isso, que dizes?

O tema da Uberização é central na QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal.

Veja o depoimento do Ramalho Medeiros, que estará conosco até dezembro:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Um dos grandes problema que temos tido neste novo século é a não compreensão da regra básica das mudanças.

Primeiro, você muda a forma de pensar e depois a de agir.

As pessoas querem hoje, diante do digital, mudar a forma de agir, mas sem mudar a de pensar.

Não pode funcionar.

Temos uma percepção da realidade que serve como mapa para tudo que fazemos. Se não mudar o mapa, não conseguimos mudar a rota.

Se continuarmos a fazer as mesmas coisas e os resultados começam a ser diferentes, é sinal de que o cenário mudou.

Se o cenário mudou e as ações perderam a eficácia, é preciso entender qual é o erro da nossa percepção.

Percebido o erro da percepção, iniciamos o processo de mudança na forma de agir.

O problema diante do digital é que a maior parte dos diagnósticos sobre o novo mundo é superficial.

Com a ânsia de vender consultoria, os especialistas de futuro inventam o termo que vende e não aquele que explica os fatos.

Nesse mar de confusão diante de um mundo com regras diferentes, as pessoas ficam cegas no meio do tiroteio digital.

A grande tendência educacional do século passado, não só no Brasil, mas no mundo, foi padronizadora.

Fomos estimulados, desde cedo, a não perceber que percebemos.

Quando se elimina a percepção da percepção se facilita o trabalho de padronização das pessoas, que passam a repetir tudo que se diz para elas.

O nosso dever de casa agora, diante de um mundo cada vez mais mutante, é perceber que percebemos, ponto inicial para se ter uma maior taxa de autonomia de pensamento.

Temos um trabalho individual e social de estimular a percepção da percepção, pois sem ela teremos grandes problemas de viver na nova Civilização 2.0.

É isso, que dizes?

O tema percepção da percepção faz parte da QUARTA IMERSÃO no Futurismo Competitivo Bimodal, que se inicia em julho e vai até dezembro. Veja o que diz o André Rodrigues Torres, que acaba de renovar seu passaporte para mais um semestre na Escola:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Dentro da “Pandemia Tecnológica” que estamos vivendo, desde a chegada do Digital, muitas coisas estão se alterando.

Nos últimos 50 anos a lista das 500 maiores empresas durava 65 anos. Hoje, não passa de 10.

A taxa de competição na sociedade subiu muito.

Podemos dizer que estamos saindo de um Ciclo Concentrador nos Negócios para um descentralizador.

Estamos saindo de uma fase do mercado de grandes empresas monopolizadas dentro de um mercado analógico.

No mercado analógico concentrado, a voz do cliente estava muito abafada.

Nestes momentos históricos de muita concentração, temos a difusão de um distúrbio , que podemos chamar de Umbiguismo Profissional.

O Umbiguismo Profissional se caracteriza pela fantasia momentânea que as empresas e os profissionais se servem do cliente e não servem ao cliente.

No Ciclo Concentrador dos Negócios, o cliente deixa de ser a principal referência das organizações e dos profissionais, pois a competição é baixa.

O Umbiguismo Profissional gera uma série de formas de sentir, pensar e agir, que precisam ser revisadas no Ciclo de Descentralização Digital.

É preciso deixar de dar “facada” nos clientes para estar “focados” no cliente.

Se o século passado analógico foi o das organizações, o atual, digital, é o do consumidor.

É preciso um trabalho filosófico e psicológico para entender e aprender a lidar com este mundo mais acelerado e competitivo.

É isso, que dizes?

O tema do Umbiguismo Profissional faz parte dos novos conceitos da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo, que vai de Julho a Dezembro, veja o que diz o Anderson da Silva Costa, que acaba de renovar o seu passaporte:

Mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Older Posts »

WhatsApp chat