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Novo site dedicado a quem quer me contratar para palestras & Workshops.

http://nepotalks.com.brPor aqui

Alarmista – quem costuma propagar notícias ou boatos alarmantes. apresenta gravidade, perigo; inquietante, que causa alarme, que sobressalta; assusta, aterroriza, gera “boatos, apresenta gravidade, perigo; inquieta.

Este é o título provisório da minha crítica ao Harari.

Vou melhorando com o tempo.

Harari começa assim o capítulo 1:

“Os humanos pensam em forma de narrativas e não de fatos, números, ou equações e quanto mais simples a narrativa, melhor” (pg 21).

Mais adiante vai defender que o mundo teve três narrativas a fascista, a comunista e a liberal.

Mas há um erro aqui, que podemos chamar de “cegueira do existencialismo”, típico de pensadores influenciados por Platão, como é o caso.

Cegueira do existencialismo – a tentativa de impor à sociedade narrativas/metodologias não testadas, que partem de um “laboratório”, criadas por alguém e impostas de forma massificada, com resultados catastróficos.

Narrativas são projetos de metodologias para a sociedade, que podem ou não ter resultados. São chamadas também de ideologias.

O objetivo das narrativas é conseguirem serem transformadas em metodologias válidas para que a espécie possa sobreviver e viver.

São propostas para o ser humano lidar com as coisas concretas e abstratas do mundo.

Porém, há uma ordem que não se pode abrir mão: primeiro é preciso que estejamos vivos para depois irmos ao cinema ou ver um filme do Netflix.

Narrativas só viram cultura quando funcionam!

Narrativas/ideologias são adotadas por regiões e países, quando se mostram viáveis para manter a espécie viva e próspera.

Narrativas são sementes de metodologias sociais, políticas e econômicas.

Quando duram no tempo, viram muda, árvores, florestas.

As que não conseguem virar metodologias válidas, acabam dançando sendo descartadas.

Assim, as narrativas que sobrevivem são aquelas que são mais capazes de nos permitir a sobreviver e, depois existir.

Pode ser que a maior parte das pessoas no seu cotidiano se deixe levar, como ele sugere sem levar em conta “fatos, números, ou equações”.

Porém, como diz Ayn Rand, o ser humano toma decisões para sobreviver, que podem levá-lo à prosperidade ou à miséria.

Assim, apesar das pessoas não gostarem ou não ligarem para fatos, números e equações individualmente precisam disso para podere sobreviver.

Cada pessoa, precisa disso para saber como levar o leitinho das crianças para casa.

A espécie precisa, assim, antes de tudo sobreviver (comer, se vestir, se educar, etc.), através de metodologias individuais e coletivas.

Sobreviver exige matemática, exige lidar diretamente com a sobrevivência.

Narrativas que se afastam da matemática da sobrevivência tendem a ser descartadas no tempo.

Assim, a jornada humana é uma eterna tentativa e erro de narrativas, que começam como propostas e são testadas como metodologia, e descartadas se não ajudam a espécie a sobreviver.

Harari não faz essa relação de causa e efeito entre o vácuo da narrativa – metodologia – resultado – continuação ou descarte?

Não foi a segunda gerra que acabou com a narrativa fascista, mas a inviabilidade dela de nos permitir sobreviver. A narrativa comunista, idem.

A espécie experimentou, tentou e viu que não funcionou e descartou.

A narrativa que virou metodologia foi a liberal pela sua capacidade de matematicamente funcionar para a sobrevivência. Simples assim.

Note que foi a única que partiu da experiência humana, quando Adam Smith pesquisou o que gerava riqueza entre as nações.

Foi uma narrativa Aristotélica, que partiu da experiência, da prática, para a sobrevivência e não do laboratório.

Diferente da fascista e da comunista, que partiu da existência para sobrevivência, aquilo que nós achamos que é melhor para o mundo de dentro de um laboratório.

Assim, o que podemos dizer que o fascismo e comunismo foram narrativas que não conseguiram se transformar em metodologias válidas de sobrevivência para a espécie.

E o que o liberalismo não é uma narrativa, mas uma metodologia que funcionou.

Harari defende, dentro dessa lógica mal formulada de narrativas, a ideia da crise da narrativa liberal, note bem, que fala de narrativa e não da metodologia.

Neste contexto, esquece que:

  • a metodologia liberal permitiu o crescimento de um para sete bilhões de habitantes, o que gerou a crise que estamos passando, pelos mérito e não pelo demérito;
  • não percebe a crise da metodologia liberal, em função da concentração de mídia, mais aumento demográfico, que permitiu o surgimento de novas narrativas no século passado (tanto o fascismo como o comunismo);
  • bem como um liberalismo concentrado, com organizações verticalizadas para que pudesse atender a exponencial demanda da quantidade (sem falar em qualidade).

Harari analisa o novo século, característica típica de Platônicos, da existência para a sobrevivência, ignorando forças, tais como a demografia e a mídia.

E comparando tomate (narrativas) com kiwi (metodologias).

Há, sim, uma crise da metodologia liberal por questões matemáticas, em função do aumento demográfico, porém não de seus alicerces filosóficos/teóricos.

Uma coisa é uma narrativa que nunca virou metodologia, uma crise de premissas. A outra é uma metodologia que vive uma crise conjuntural em função de novos desafios matemáticos da sobrevivência.

Esse tipo de comparação é uma aberração, que pode ter consequências graves, se levada ao pé da letra.

Harari vê crises sem entender a sua causa e possível solução.

Narrativas não são uma obra de arte! Precisam ser testadas e virar metodologias.

São propostas que funcionam, ou não, em determinados contextos civilizacionais.

Sem dúvida, a narrativa liberal precisa de um upgrade, como foi feito tanto na Grécia (alfabeto grego), quanto no renascimento pós idade média (prensa), depois da chegada de novas mídias.

E em vários países, pelas questões conjunturais, deixou de ser praticado de forma plena.

Muito em função das narrativas que não deram certo, mas que insistem em retornar como se fossem válidas.

O upgrade da metodologia liberal precisa de um upgrade, de fato, mas não pelo fracasso, mas pelo completo sucesso.

É isso, que dizes?

Existe um forte movimento dos tradicionalistas contra a uberização.

O principal argumento é de que temos uma precarização do trabalho.

Precarização pode ser definida como – processo que torna algo precário, diminuindo sua qualidade e eficiência; ineficiente, inseguro.

O que estamos, na verdade, debatendo é a carteira assinada, vínculos empregatícios, que podem ter mais ou menos amarras, dependendo do país.

Existe, entretanto, uma relação importante no mundo do trabalho que não era conhecida até aqui e que precisamos começar a incorporar na nossa forma de olhar o problema.

Vejamos:

  • Aumentos demográficos impactam as relações trabalhistas;
  • Quanto mais pessoas tivermos no mundo, mais as relações trabalhistas terão que se flexibilizar;
  • Quanto maior for a complexidade demográfica, mais dinâmicas precisam ser as relações trabalhistas.

Por quê?

Mais gente no mundo, mais demanda, maior necessidade do aumento da taxa de inteligência para resolver problemas cada vez mais complexos.

A taxa de liberdade das pontas tem que aumentar, não só de quem fornece como de quem consome.

O emprego mais fixo vai tendo que dar lugar ao trabalho mais flexível.

O consumidor precisa ter serviços e produtos cada vez mais personalizados e isso demanda que o fornecedor que não atende bem precisa ser trocado rápido.

Do ponto de vista de quem fornece/trabalha ambientes mais abertos, flexíveis, que permitam avaliação constante podem equilibr as regras do jogo.

Tem gente que tem determinada formação, padrinho, que não atende bem que fica no lugar de quem não tem nada disso e é bem avaliado.

Hoje, determinadas funções só podem ser exercidas por pessoas que conseguem quebrar determinadas barreiras internas das organizações.

O cliente interfere pouco na seleção dos fornecedores.

Com a uberização em larga escala, quem atende bem o cliente será valorizado e vice-versa. O que está longe de precarização.

Quando se pensa em carteira assinada, nos países que se estabelecem diversos direitos, a maior parte dos fornecedores/trabalhadores não as conseguem.

O que acaba ocorrendo é uma elite de fornecedores/trabalhadores com todos os direitos e a maioria sem nenhum.

Por fim, se olharmos para o passado, veremos que em todas as Revoluções Civilizacionais similares a essa houve aumento de responsabilização dos fornecedores/trabalhadores.

Foi a chegada da prensa e o comando e controle republicano de livre mercado, que permitiu o fim da escravidão.

Viveremos agora o fim da carteira assinada e o início da “parcerização”.

Parcerização pode ser entendida da relação de pessoas com plataformas.

O Trabalho 2.0 será feito em plataformas, nas quais profissionais terão liberdade de tempo e lugar.

O Trabalho 2.0 terá  o incentivo de melhoria constante, pois será avaliado o tempo todo pelos clientes.

É isso, que dizes?

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Início esta semana minha leitura crítica do livro “21 lições para o século XXI” de Youval Noah Harari.

Tenho feito leituras críticas de diversos livros com alguns objetivos:

  • entender o que e por que faz sucesso no mercado;
  • coletar para a nossa escola os conceitos e narrativas que somam;
  • e entender que tipo de vertentes e encruzilhadas devemos e quais não devemos tomar.

Nessa direção fiz uma leitura exaustiva há alguns anos do livro “Sapiens” do autor, que pode ser visto aqui:

Assim, Harari não é um desconhecido para mim, ao contrário. Muito do que percebi ainda incipiente lá está florescendo agora.

Diante, entretanto, do seu retorno ao Brasil esta semana, influenciando mentes, pedidos dos meus alunos e após 12 milhões de exemplares vendidos, vale voltar a interagir com a sua narrativa.

O que podemos tirar de bom e o que podemos aprender para não cometer erros de diagnóstico?

Minha proposta aqui é sempre contra-argumentar com fatos para que possamos aproveitar ao máximo o confronto de narrativas, que nos alimenta.

Mas vamos no papo reto.

Tem livros como os de Ayn Rand, Hayek, Mises, Matt Ridley, Pierre Lévy, McLuhan, Clay Shirky, Thomas Kuhn que somam. Todos são adeptos, de alguma forma, da Ordem Espontânea.

São descendente de Aristóteles em alguma medida, que partem da sobrevivência para a existência, acreditam num destino humano aberto, sem uma rota prévia.

São descentralizadores.

E nossa Escola Bimodal já, de muito, fez a opção nessa direção. O sapiens consegue melhores resultados na jornada, fortalecendo os indivíduos e com ordens espontâneas.

E em torno dessa melhor alternativa, aprendendo com o passado, desenvolvemos uma forma de pensar o passado, o presente e o futuro.

São autores que podemos chamar de individualistas. Não acreditam em centros controladores, reguladores, determinam o que o mundo deve ser.

Todas as minhas participações no Resumocast foram comentando estes autores, que foram incorporados ao que podemos chamar hoje de Antropologia da Sobrevivência Descentralizadora.

Uma base teórica que procura explicar o digital, sob um determinado ponto de vista.

Fizemos escolhas para que possamos entender e sugerir caminhos para que pessoas, profissionais e organizações possam ser competitivas nesse novo século – a nossa missão.

Harari, entretanto, é coletivista, platônico, por isso é pessimista diante do futuro.

O futuro está reintermediando os poderes, aumentando o poder da ordem espontânea, o que vai contra a forma de sentir e pensar de Harari.

Porém, tudo poderia ser mais interessante, se Harari tivesse uma teoria, mas ele não tem.

Harari fez um estudo do passado, teve o mérito de trazer o sapiens para debate e ganhou fama.

Num mundo em que todos querem entender o que se passa, Harari se tornou rapidamente um guru.

Tem dado palpites sobre vários temas baseados naquilo que ele sente, acha, percebe, e não em cima de uma nova teoria sobre a história.

Mais, como coletivista, acredita na missão dos filósofos em conduzir os debates, em um objetivo global, em um caminho a ser traçado.

Assim, minha aposta é de que em poucas décadas Harari não terá impacto.

A narrativa de Harari é 10% oportuna e 90% oportunista.

(Note que aqui oportunista não é sinônimo de má fé, apenas de que está vendendo algo para quem quer comprar, nem sempre o que corresponde aos fatos.)

Oportunista é algo ou alguém que faz sucesso imediato, mas não sobrevive no tempo. É o que acho do Harari.

Harari escreve rápido, vende muito, atende a uma demanda imediata por explicações superficiais.

Os livros de Harari promovem um encontro entre a demanda compulsiva da espécie por entender o futuro e alguém que acha que o entende completamente.

Vejamos uma síntese:

  • Harari é oportuno, pois fala das questões que preocupam a todos;
  • Harari é oportunista, pois não responde adequadamente as questões que levanta – não tem uma nova teoria, mas requenta as existentes.

Harari não é um autor que nos ajuda na crise, ao contrário, é sintoma da própria crise.

Digo mais: na crise de paradigmas que estamos passando, dificilmente autores que fazem muito sucesso hoje sobreviverão no tempo.

Enfim, Harari sobrevive e vende, pois temos crise generalizada do pensamento e quem coloca boas perguntas, mesmo com respostas vazias, ajuda.

Harari, assim, pode ser definido como um palpiteiro, com conceitos antigos, com novas e adequadas perguntas.

A leitura crítica em áudio do “21 lições” já começou e será exclusiva para os assinantes Masters da Escola.

Convido-o a todos que venham participar, me mande um zap para saber das condições: 21-99608-6422.

Te apresento as alternativas para ter acesso não só aos áudios, mas também aos debates.

É isso, que dizes?

Há palavras que precisam de outras para se tornar compreensivas.

Aquecendo, por exemplo, é um verbo que não se explica sozinho.

Aquecendo o que? Água? O corpo? O cérebro?

Quem aquece, aquece alguma coisa.

Transformação é a mesma coisa.

Quem transforma, modifica uma forma para outra.

Vejamos a definição de Transformação: qualquer alteração no estado de um sistema.

Quem transforma muda alguma coisa de uma formação atual para outra.

Transformação emocional, corporal, de vida.

Transformar pede um complemento concreto – digital é abstrato – o que permite que tudo seja transformação digital.

Se fôssemos para o passado seria algo similar a dizer que depois da Idade Média as organizações estavam promovendo a Transformação Impressa.

Quando na verdade, as organizações estavam descentralizando as atividades para criar uma sociedade mais sofisticada e dinâmica.

O termo Transformação Digital, que se proliferou com fogo em mato seco, denota bem a crise de paradigmas que estamos passando.

A atual crise de paradigmas envolve tanto os futuristas de plantão quanto respectivos clientes – num processo de intoxicação viciosa.

Na Transformação Digital a métrica não é a da competição, mas ações que protejam os atuais gestores das mudanças que teriam que fazer e não querem.

Vivemos hoje o “Titaniquismo“: o navio afundando e a orquestra tocando no convés, acreditando que nada pode ser feito, a não ser continuar tocando.

Vivemos, sem dúvida, a maior crise que a administração já passou na sua história e será objeto de estudos por várias décadas.

Os estudiosos do futuro irão tentar responder: por que e como uma geração de empresários simplesmente suicidou as respectivas organizações.

Eu arrisco meu diagnóstico para a crise de paradigma atual: mudança muito profunda e rápida para a qual todas as ferramentas administrativas disponíveis se tornaram ineficazes.

É isso, que dizes?

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O mercado está com ilusão de que o grande barato da Transformação Mimimi Digital é “centrada no relacionamento com o cliente” ou no “profundo conhecimento do consumidor”. Pausa para a gargalhada.

Note que o sapiens tem algumas leis que eram desconhecidas, foram descobertas e você precisa conhecer urgentemente:

  • somos uma tecnoespécie e por isso podemos nos adaptar para crescer demograficamente;
  • a adaptação passa pelo que podemos chamar de Descentralismo Progressivo;
  • Revoluções Civilizacionais, como a que estamos inventando, vêm permitir praticar o Descentralismo Progressivo, através de novo DNA de Sobrevivência (novas formas de se comunicar e decidir).

O grande desafio organizacional que temos hoje é o de competir contra organizações, que aumentaram a taxa de decisão dos consumidores.

Nos Ubers a comunidade de consumo decide quem fica, ou sai da plataforma – não é papinho, é bateção de martelo!

Ao invés de se criar call centers com inteligência artificial como a do Bradesco, o futuro aponta para centenas de Bradescos.

O grande problema que temos hoje no mercado é a incapacidade de enxergar o novo modelo de comando e controle, no qual o cliente não conversa, mas decide.

É preciso para competir a criação de áreas separadas para que se possa viver plenamente o novo modelo de comando e controle.

Está se gastando muito dinheiro com a Transformação Mimimi Digital e os resultados competitivos serão precários.

É isso, que dizes?

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O futuro pode ter duas características:

  • Certo – quando a maior parte dos prognósticos está batendo;
  • Incerto – quando a maior parte dos prognósticos não está batendo.

Prever o futuro quando os fatos batem com os prognósticos é uma tarefa fácil. O problema é quando o futuro passa a ser incerto.

E devemos nos perguntar?

Por que isso acontece? Por que o futuro passou de certo para o incerto?

O sapiens tem uma certa lógica para sobreviver ao longo do tempo. Há coisas que conhecemos e outras que vamos aprendendo.

E quando há fatos novos na nossa caminhada para a sobrevivência, é preciso aprender a lógica ainda desconhecida.

Quando a caminhada parece estranha é sinal de que alguma força foi subavaliada na nossa jornada.

Assim, o papel do futurista é:

  • Um futurista não olha para os fatos, mas como nós olhamos para os fatos;
  • Um futurista tem como missão promover ajustes nos equívocos dos nossos paradigmas;
  • Um futurista vai procurar situações parecidas no passado para entender melhor o que estamos vivendo;
  • Um futurista é uma espécie de analista das narrativas de plantão para ver aonde está o bug dos paradigmas.

Quem nos ajuda bastante nessa tarefa é o epistemólogo Thomas Kuhn.

Ver mais sobre isso aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=ciQ0V2zUiOQ&list=PL7XjPl0uOsj8-414A2q7HNr47GZNA8b_Y&index=4&t=0s

Ele diz que temos duas formas de analisar os fatos:

  • de maneira normal – quanto tudo está mais ou menos batendo – forma indutiva, olhando os fatos com os MESMOS paradigmas;
  • de forma extraordinária – quando tudo está embolado (que chama de anomalia) – forma dedutiva, revisando paradigmas para só então voltar aos fatos.

Os futuristas precisam alertar a sociedade que nossos atuais paradigmas contém anomalias que precisam ser ajustadas com os novos fatos!

Um futurista, assim, tem que ter ser capaz de procurar os equívocos na filosofia, nas teorias para que possa sugerir novas metodologias.

O que se está praticando na sociedade, de maneira geral, não é futurismo é achismo e é por isso que a sociedade está completamente aturdida.

É isso, que dizes?

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É cada vez mais comum o pessoal confundir digitalização com uberização.

Está tudo embutido no popular, mas vazio conceito Transformação Digital, que é a junção de dois substantivos que não se complementam.

Transformação pede que se defina transformar para onde?. E digital é algo abstrato e novo, que não se consegue saber o que é.

Assim, muita gente vai usando os conceitos do Digitalês para preencher palestras, artigos, como se tudo levasse ao aumento da taxa de competição – o que não bate com a realidade.

No fundo, o mercado vive uma forte melancolia de um passado que não volta mais e um futuro que não se entende.

Vejamos a nossa interpretação da separação entre digitalização e uberização:

  • Digitalizar é melhorar os atuais processos com novas tecnologias. É melhorar o existente de forma incremental. Não é transformar o modelo de comando e controle, mas melhorar o existente;
  • Uberizar é criar novos processos com novas tecnologias. É melhorar o existente de forma disruptiva. É transformar o modelo de comando e controle e não melhorar o existente.

Note que até hoje NENHUMA organização tradicional conseguiu a façanha de promover a Transformação Uberizada – Nenhuma!

Digitalizar antigos processos todas Organizações 1.0 têm tentado, com resultados competitivos, quase sempre, pífios diante do futuro.

Vivemos hoje o início da chegada da Civilização 2.0, na qual temos como opção um novo DNA de Sobrevivência, que é a Uberização.

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Vivemos hoje no mercado grande anomalia: os fatos dizem uma coisa e as teorias, outra.

Volta e meia muita gente com ar de sabedoria lança um conceito novo no ar para ver se cola. Um deles é a tal da economia compartilhada.

É mais ou menos o mesmo erro que já cometeram de chamar a atual momento de sociedade do conhecimento ou da informação.

Economia Compartilhada é igual a dizer água molhada, parede dura, gelo gelado.

É da essência da economia o compartilhamento.

A sociedade sempre foi da informação e do conhecimento, de formas diferentes.

Não se pode adjetivar uma era ou um momento por algo que sempre existiu.

O que temos hoje é um novo tipo de compartilhamento de informação, conhecimento, produtos e serviços. Vivemos uma Economia Uberizada!

É o compartilhamento uberizado que permite que as trocas sejam feitas com qualidade e confiança sem um controle central.

O conceito adequado, a meu ver, é de Economia Uberizada e não compartilhada!

É isso, que dizes!

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Muito se fala no Digitalês Castiço em Transformação MIMIMI Digital .

Um prefeito coloca impressora em seu gabinete e já faz uma palestra sobre a transformação digital nas cidades.

Temos que entender que vivemos hoje uma grave anomalia no mercado: os fatos não batem mais com as teorias.

Quando se fala Transformação Digital, o que se está fazendo, na verdade, são pequenos ajustes administrativos adiados há muito tempo.

Porém, apesar do esforço, boa parte dos recursos que estão sendo gastos não levarão empresas a melhoria da competitividade no médio e longo prazo.

O que as empresas tradicionais não têm é uma boa tampa de quebra-cabeças para montar suas peças.

Estamos vivendo, segundo nosso diagnóstico, uma Revolução do DNA de Sobrevivência do sapiens, deixando o DNA Mamífero para adotar o das formigas.

Novas tecnologias de trocas têm nos permitido criar uma macro reintermediação dos processos administrativos.

Novas startups têm a opção de usar o novo DNA de sobrevivência que conseguem relação exponencial de custo/benefício: promover mais qualidade na quantidade.

Para que isso seja conquistado é preciso:

  • entender o contexto;
  • enxergar a oportunidade;
  • focar nos futuros clientes;
  • compreender a fundo a uberização;
  • criar área separada para criar cultura uberizadora;
  • e criar negócios uberizados.

É, assim, não a Transformação Digital, mas a Reintermediação Digital, na qual não teremos mais nas organizações futuras:

  • Gerentes;
  • Carteira assinada;
  • Controle de acervo;
  • Controle de qualidade.

Serão poucos as organizações tradicionais que conseguirão superar esse enorme desafio, pois é preciso abandonar a filosofia administrativa, que está enraizada há séculos.

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É preciso separar bem as coisas.

Existe uma tecnologia que estamos chamando de Blockchain, que é basicamente a evolução do Napster, o também chamado P2P.

Um tipo de ambiente digital, no qual se espalha os códigos por diferentes máquinas, na qual cada um é ao mesmo tempo cliente e servidor.

E a outra que será a Blockchenização, que ainda não há nada consistente no mercado, mas que podemos prever que haverá no futuro.

Vejamos.

O Blockchain, ou o P2P, cria uma segurança de dados não centralizada, que permite que uma série de projetos possam partir dessa possibilidade.

O Napster é o maior exemplo desse tipo de tecnologia, seguido depois pelo Bitcoin, que aplicou o conceito para moedas.

Hoje está se usando o conceito Blockchain para qualquer coisa para que as pessoas pareçam moderninhas.

É preciso entender que SEMPRE as tecnologias estão a serviço das demandas e não o contrário.

Quando se fala de futuro, nunca olhe para as tecnologias, mas sempre para o que elas podem resolver de demandas latentes.

Em geral, sempre há um mix de tecnologias e nunca uma atuando de forma isolada.

O Uber é mix de várias tecnologias unidas por um motivo principal: resolver o problema da qualidade na nova quantidade do transporte privado.

O Uber surge quando um de seus fundadores se irrita quando não conseguiu um táxi na madrugada.

Primeiro veio a demanda e depois uma reflexão para entender que tipo de oferta poderia ser feita, a partir das novas possibilidades tecnológicas.

A Uberização passou, depois, a ser um método administrativo de resolver problemas de uma forma totalmente inovadora em relação à passada.

Assim, era possível prever que o mercado de transporte privado, cheio de regras e problemas, tinha a demanda de algo melhor – o que faltava era a oferta de um novo modelo que superasse os antigos problemas.

A Uberização não é o Uber é um método de solução de problemas humanos, que consegue superar limitações passadas.

A Uberização foi a capacidade de mixar um conjunto de tecnologias para resolver um problema, antes incontornável pela tecnocultura disponível.

Note bem que já havia estrelinhas aqui e ali, GPS, celular, internet, algoritmos, inteligência artificial, mas o Uber juntou tudo isso para gerar a Uberização.

Não temos ainda no mercado o que podemos chamar de Blockchenização.

O Bitcoin e similares são casos particulares da aplicação do P2P, com upgrades, para criação de um mercado de moedas descentralizadas.

Não há, ainda, aplicações do Blockchain com escala suficiente, para que possamos ver o conceito aplicado em plataformas de consumo, que possam substituir o Facebook, Twitter, Uber ou Airbnb.

O que podemos perceber, entretanto, é a demanda latente, que vai mais e mais gerar a oferta da Blockchenização.

O que as pessoas querem no futuro é um Uber ou um Youtube mais descentralizado.

A Uberização que foi um salto quântico em relação ao que tínhamos tem seus limites.

Temos Macro Plataformas como Airbnb, Uber, Youtube, Mercado Livre, que acabaram criando o que podemos chamar de Uberização Centralizada.

É a Curadoria 1.0.

Há uma insatisfação crescente por parte das comunidades de consumo com as regras estabelecidas nestas plataformas de forma muito vertical.

O que me parece que teremos como oferta é um mix de tecnologias, que permitam a descentralização da uberização, permitindo a explosão de concorrência nesse mercado.

Ou vamos chamar de Uberização 2.0, Uberização Distribuída ou de Blockchenização.

Para que tenhamos a Uberização 2.0 teremos que ter os primeiros projetos, que consigam ser massificados, que unam as estrelinhas (linguagem dos rastros) com a descentralização das plataformas.

No futuro teremos assim, ou a Uberchenização ou a Blockuberização.

Será a chegada da Civilização 2.1.

Por enquanto, temos ainda só demanda, prognóstico, mas não a oferta em larga escala.

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Vivemos hoje um fenômeno que podemos chamar de Cegueira Compulsiva.

Cegueira é a incapacidade de enxergar e compulsiva, que seria imposição interna irresistível.

Temos hoje a maior mudança civilizacional da história do Sapiens, precisamos mudar a filosofia das organizações e não conseguimos.

Como não se entende o que precisa ser feito e tudo que indica uma mudança mais profunda implica forte mudança, rejeita-se.

Há Cegueira generalizada no mercado, o que explica a adoção em massa do Digitalês Castiço – dialeto que nos leva do nada a lugar nenhum.

É preciso refletir sobre o que está ocorrendo sem nos deixar levar por emoções reativas de perda de poder.

Vejamos o nosso diagnóstico.

Aumentamos exponencialmente as demandas (de 1 para 7 bilhões em 200 anos) e agora temos que promover uma mudança exponencial nas ofertas.

E é preciso entender que o DNA de Sobrevivência, a placa-mãe da sociedade – que temos hoje consegue resolver o problema com grande esforço da Quantidade Exponencial.

Porém, herdamos uma – cada vez mais latente – crise de Qualidade Exponencial, gerando forte demanda por personalização, comodidade, baixo custo.

A Revolução Civilizacional que estamos passando, assim, veio para minimizar a latente crise de Qualidade Exponencial.

Claro, que em países como o Brasil temos ainda grande demanda de Quantidade Exponencial (saúde, aprendizado, conflitos legais, energia, mobilidade, até alimentação, etc.).

Porém, no mundo, e analisamos sempre aqui na escola a questão global e milenar, temos como grande missão do século desenvolver ofertas, com o novo DNA de Sobrevivência para superar a crise da Qualidade Exponencial.

O novo DNA de Sobrevivência 2.0 está, finalmente, disponível para quem quiser adotar modelos que permitem superar a crise da Qualidade Exponencial.

O novo DNA de Sobrevivência 2.0 permite a reintermediação das organizações, passando do antigo modelo midiático/administrativo dos mamíferos para o das formigas.

A Cegueira Compulsiva do mercado é passar o tempo todo olhando para as ofertas e não para a demanda reprimida.

A Cegueira Compulsiva do mercado tem origem na defesa dogmática de um modelo que está falido, mas que ainda dá poder e status para muita gente.

Quem está compulsivamente cego, tocando violino no convés, não pode reclamar que a água está muito gelada.

É isso, que dizes?

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Tenho dito que vivemos hoje, antes de qualquer coisa, uma crise de narrativas.

O que Tio Kuhn chamou de momento de anomalia, da demanda por ciência extraordinária.

É fato: a forma como pensamos o mundo tem defeitos que precisam ser revistos antes de qualquer coisas.

Não podemos olhar para os novos fatos com as velhas lentes.

Os acontecimentos que estamos assistindo não foram prognosticados e não têm explicações razoáveis – é preciso ajustar os novos fatos a novas narrativas.

Assim, quando pensamos as cidades, surge logo o chamado Digitalês Castiço, como fraco conceito das tais Cidades Inteligentes.

Quando você cria um conceito é preciso algumas coisas:

  • que tenha a maior taxa possível de auto-explicação;
  • que seja um contra-ponto a um outro conceito;
  • para que não dê margem a diferentes interpretações.

Cidade Inteligente me parece um conceito fraco, ruim.

Cidade Inteligente é conceito amplo o suficiente, para que você possa usar da maneira que você quiser – típico conceitos de crises de narrativas.

Conceitos abertos e generalistas, no fundo, escondem uma falta de diagnóstico e prognóstico.

Prefiro, assim, no lugar de Cidades Inteligentes o conceito mais preciso: Cidades Uberizadas, pois:

  • aponta um diagnóstico e prognóstico de como podemos resolver determinados desafios;
  • não dá margem para dúvida do que estamos falando;
  • faz o contra-ponto com cidades não uberizadas.

Cidade Uberizada deixa claro a proposta de praticar novo modelo de comando e controle, através de plataformas de Curadoria, aumentando o poder de decisão dos cidadãos.

Num papo mais a acadêmico, para plateias mais exigentes, podemos usar o conceito Cidades Curadoras ao invés de Cidades Uberizadas.

É isso, que dizes?

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Leia o trecho a seguir que coletei no mercado esta semana:

“Coleman Parkes Research realizou uma pesquisa com mais de mil executivos C-Level, sendo desses, 200 brasileiros e apontou que 76% acreditam que a companhia que representa está executando com sucesso a estratégia de transformação digital. Isso já é um sinal excelente!”

A pesquisa tem algo de bizarro, pois pergunta para o executor se está fazendo ele mesmo um bom trabalho “claro que estou!”.

E pior, todo mundo repercute.

Vejamos.

Você pergunta para o padeiro se ele está fazendo um pão de sucesso?

“Sim, estou sim.”

Você pergunta para um desenvolvedor de software se está fazendo um software de sucesso?

“Sim, estou sim.”

Você pergunta para um executivo c-level se está fazendo um bom trabalho de transformação digital? O que ele vai responder? Sim, claro. Se disser que não, é maluco e está demitido.

A pesquisa Coleman Parkes Research é um exemplo claro da intoxicação que estamos vivendo no mercado.

Organizações estão tão tontas, abaladas, nervosas pela incapacidade de entender o que ocorre no mercado que estão usando métricas não numéricas.

Qualquer mudança estratégica (onde se inclui a tal “Transformação Lero Lero Digital” tem que ter como métrica o aumento da taxa de competitividade e não o depoimento do executivo.

Quem tem que dizer que está gostando da tal “Transformação Mimimi Digital” é o cliente.

A matemática de uma organização estará sempre vinculada ao lucro e a competitividade – o resto é papo de Duende!

Projetos estratégicos em direção às mudanças no mercado devem, assim, analisar se as empresas estão ou não mais competitivas. Se estão apostando para chegar no mercado futuro dos jovens. Estão?

Perguntar para os líderes se estão acertando diante do Digital é algo bizarro, sem nexo, sem métrica.

Pior: todo mundo acha normal.

Esse período de tempo quer estamos vivendo será conhecido pela fase que organizações se infantilizaram, deixaram a bolsa de valores de lado e resolveram passear na Disneylândia.

Será conhecido pelo momento em que organizações passaram a acreditar em duendes.

Os Duendes 2.0 prometem levar as organizações tradicionais ao paraíso da Transformação do Cogumelo Digital – lugar que ninguém sabe exatamente onde fica.

É isso, que dizes?

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As pessoas estão misturando tomate com kiwi.

99,99% dos projetos da Transformação Digital visam digitalizar os antigos processos – o que não aumenta, como o mercado exige, a taxa de competitividade.

Os estrategistas de plantão não conseguem perceber a chegada da nova Civilização 2.0 – na qual a grande novidade é a demanda do suicídio programado dos gerentes.

E aí temos um paradoxo administrativo: os gerentes, aqueles que precisam que precisam promover as mudanças são os que precisam ser eliminados.

Paradoxo – aparente contradição.

A digitalização que todo mundo fala, defende, diz estar correndo atrás é apenas uma espécie de analgésico para uma pneumonia.

A TV Globo se digitalizar para ser uma Netflix com seus 200 e tantos milhões de usuários vai deixá-la ainda muito longe do Youtube, que já tem quase um terço dos habitantes do planeta.

Daqui a vinte anos teremos muito mais Youtubes do que Netflixes.

Quem quer ser locomotiva no futuro não pode acreditar no discurso do Digitalês Castiço de de que basta colocar uma aplicativo para que os clientes se apaixonem.

A Civilização 2.0 traz, pela primeira vez na sociedade, o DNA de Sobrevivência das formigas, aonde não há gerentes, mas um auto-gerenciamento de líderes contextuais.

É preciso entender que vivemos hoje o início da maior Revolução Social, Política e Econômica da macro-história do sapiens.

Os atuais palpiteiros digitais estão tão em crise de percepção quanto respectivos clientes – é um cego levando outro cego numa corda bamba em cima do abismo.

É isso, que dizes?

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Uma das principais descobertas dos estudos que temos feito aqui na Bimodais – Futurismo Competitivo é o efeito demográfico como fator causante das atuais mudanças.

Tivemos nos últimos 200 anos um aumento exponencial de demanda um para sete bilhões de habitantes – o que nos obriga a mudanças exponenciais na oferta.

E descobrimos que temos uma Complexidade Demográfica Progressiva que nos obriga a ter um ambiente social também Progressivo.

Nossa espécie é marcada por mudanças de mídia, que nos possibilita a criação de novos modelos de comando e controle.

Até aqui, todas as mudanças de mídia que tivemos nos levaram de forma incremental a um aprimoramento do Modelo de Administração dos Mamíferos.

A saber, comunicação sonora com líder-alfa fixo.

Podemos dizer que a Civilização 1.0 teve evoluções, passando dos gestos (1.0) para a oralidade (1.1) e desta para a escrita (1.2), chegando aos canais digitais (1.3).

Assim, até a chegada da Uberização, todo nosso modelo de Administração (o DNA de Sobrevivência) era mamífero.

A Uberização marca a chegada de novo modelo de comando e controle, utilizando-se da linguagem dos rastros, na qual não há mais líderes fixos, mas contextuais.

A chegada da Civilização 2.0 marca a mudança mais disruptiva da história do sapiens.

Na Uberização, não temos gerentes, não há controle de acervo, nem da qualidade de produtos e serviços ou carteira assinada.

  • São os Rastros que permitem que possamos criar um modelo de administração mais exponencial.
  • São os Rastros que nos permitem resolver problemas da espécie que eram impossíveis na Civilização 1.0.

Quem quiser competir nesse novo mercado, precisa ter essa macro visão, a dimensão exata do desafio para poder se alinhar.

Estou lançando esta semana o Civilização 2.0, o protótipo do meu novo livro, em formato e-book. Se quiser dar uma lida, de graça, basta entrar nesse link: http://bit.ly/civilizacao20

É isso, que dizes?

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Existe um mercado que passa meio batido nas discussões sobre o Digital, que é o das Ideias.

Há uma disputa entre gurus, palestrantes, empresas de consultoria, autores para produzir e vender ideias para a sociedade.

Há o mercado de ideias digitais com respectivas startups.

Com a confusão dos clientes, desespero de não querer mudar, está se comprando qualquer coisa.

Conceitos são lançados às telas para que venda rápido, permitam bombar nas mídias digitais.

Assim, quanto mais aberto for o conceito, quanto mais margens para interpretações, melhor.

Que é justamente o contrário do que recomenda a boa prática científica.

Vejamos alguns exemplos.

Cidade Inteligente.

Qualquer coisa cabe aqui, pois a inteligência é uma ferramenta humana para se obter algo.

A meta final não é se mais inteligente, mas usar a inteligência para alguma coisa.

Essa coisa, o objetivo final, que define o que você entende de cidade do futuro.

Eu, por exemplo, defendo a ideia de Cidades Uberizadas.

O adjetivo uberizado já define um ponto de vista e uma meta.

Uma cidade uberizada é aquela que se utiliza das tecnologias digitais para resolver o problema da quantidade na qualidade.

É um conceito fechado, que não dá marge à dúvida, que permite o debate, a discussão.

Pode ter gente que concorde ou não, mas ninguém terá dúvida de que ao falar em cidade uberizada há um foco, diferente de cidade inteligente.

É, assim, inegável que estamos diante de um fenômeno que tem passado despercebido que é o surgimento do “Digitalês”.

O Digitalês podemos definir como um dialeto que vem cada vez mais sendo utilizado em em congressos, em artigos de negócio, em livros, em cursos para falar do futuro.

O Digitalês é o idioma oficial do ainda desconhecido país chamado Transformação Digital.

O Digitalês é a ferramenta dos profissionais do mercado de ideias para gerar conceitos mais amplos possíveis, que se encaixam em qualquer situação, que vende bem, mas não tem quase nenhum resultado prático.

Transformação Digital é um outro conceito vazio, pois transformação é algo aberto que se junta com o digital também em aberto.

Note que Trans é passagem e formação é um determinado modelo.

É preciso Transformação é uma frase vazia de conteúdo.

Pois é preciso definir qual é a nova Transformação.

“Você precisa de uma transformação de imagem, de sexo, de maneira de pensar, da forma de correr”.

É preciso definir o que será Transformado.

Ao se colocar a palavra Digital, que é algo abstrato, aberto, novo você admite qualquer coisa.

Numa plateia de 200 pessoas, cada uma dela estará pensando em Transformação Digital de uma maneira diferente.

Transformação Digital é Digitalês puro, pois é um tipo de conceito que favorece muito quem vende e muito pouco quem compra.

Na radicalização, vamos escrever um parágrafo em Digitalês Castiço para você entender o vazio, no qual os conceitos estão sempre abertos para que o leitor interprete, ampliando o espaço de venda do autor:

Um líder hoje tem que ter propósito e um Mindset do Crescimento Propositivo. Ter uma proatividade 4.0 para confluir com os clientes de forma holística e quântica. O importante neste novo século é ser exponencial.

O Digitalês é, assim, um novo dialeto interessante, pois, diferente do que nos ensina a filosofia, você pode criar conceitos à vontade, sem que precise explicá-los.

Conceitos não são mais, como determina a experiência de séculos, feitos para explicar, mas apenas para serem vendidos para os incautos.

Me desculpem, mas estamos com o Digitalês diante de um verdadeiro golpismo intelectual, no qual se vende vento, como se fosse ouro.

Vamos aqui ao meu curso rápido de Digitalês para Dummies no Google Nepô Translate, algumas coisas que captei por aí:

Empresa não se transforma digitalmente, mas precisa, pois é importante para conseguir ficar no epicentro da revolução 4.0″.

No Google Nepô Translate significa:

Faz qualquer coisa aí para ver se dá certo. E, se não der, reza.

Mais uma do Digitalês nativo:

“Uma empresa que conseguiu atingir um nível de maturidade digital pode dizer que utiliza informações contextuais do cliente para oferecer uma experiência relevante naquele momento”.

O que significa em português:

Que é bom dar uma força para o cliente para ver se ele não migra para uma startup.

Por fim, mais um exemplo para não cansar você do Digitalês de raiz:

“No projeto de Transformação Digital, desenvolva um mindset de crescimento nos funcionários.”

O que representas na língua brasileira:

Motiva aí a galera.

O Digitalês é um idioma, sem dúvida em ascensão no Brasil e no mundo, já falado por muita gente.

O problema do Digitalês é que ele é próprio para ser falado no país Transformação Digital – que, segundo os mapas, não existe.

É isso, que dizes?

Nepomuceno – Stakehold Holístico com mindset de crescimento cheio de propósito, especializado em Digitalês Castiço

Segue abaixo algumas expressões relevantes do Digitalês:
(se quiser ajudar no nosso dicionário me manda)

– “Trazer o humano para o RH” – quem trabalha lá são desumanos.

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O grande problema que estamos enfrentando com o digital é o seguinte:

  • Quem tem que promover as mudanças nas empresas são os gerentes;
  • E as mudanças que precisam ser feitas passam por acabar com os gerentes.

É quase como se você estivesse sugerindo a todos eles que têm que se suicidar profissionalmente.

E talvez seja essa a principal explicação do por que as organizações tradicionais estão perdendo tanto valor competitivo no mercado: os gerentes não querem se suicidar.

Mas por que os gerentes vão acabar?

(Tenho dito isso há bastante tempo, vejam meu artigo na Época Negócios.
https://epocanegocios.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2015/11/vamos-acabar-com-os-gerentes-nas-empresas.html .)

Nossa espécie tem um DNA de Sobrevivência Mutante, que nos permite crescer demograficamente.

E quando crescemos demograficamente, o DNA de Sobrevivência precisa ser atualizado, sempre na seguinte direção:

  • mais empoderamento dos indivíduos;
  • modelos de comunicação mais horizontais;
  • modelos de comando e controle mais distribuídos

A chegada do Digital marca a entrada da espécie na nova Civilização 2.0, na qual não teremos gerentes.

  • Até aqui nossa espécie foi sonora com o modelo de comando e controle próximo dos mamíferos, com líder alfa;
  • A partir do digital, passou a se utilizar da linguagem química dos rastros e, por causa disso, pode praticar modelo de comando e controle próximo dos insetos, sem líder alfa.

Mamíferos têm menos membros a serem administrados e, por isso, podem ser sonoros e ter líderes alfas. Inseto, por serem muito mais numerosos, têm que se administrar de nova maneira.

A chegada da Digitalização e depois da Uberização marca o início do fim da fase mamífera da espécie e a migração para o modelo dos insetos, mais sofisticado e sem gerentes.

Ubers não têm gerentes, pois é tudo organizado pela comunidades “das formigas” online.

A Uberização provoca a maior disrupção administrativa da história do sapiens. Por isso, a coisa tá tão complicada.

É isso, que dizes?

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Objetivamente, a coisa não tá funcionando.

Não existe nenhuma empresa tradicional que seja líder de um novo mercado.

Há uma barreira psicológica, a meu ver, que ainda não conseguimos superar.

Vou listar aqui os 7 erros que identifico:

1 – considerar que as mudanças são apenas tecnológicas e não civilizacionais, de novo modelo de comando e controle incompatível com o atual;

2- insistir no método indutivo (mesmo paradigma para analisar e agir sobre os novos fatos) e não o dedutivo (revisão de paradigmas filosóficos, teóricos e metodológicos para analisar e agir sobre os novos fatos);

3 – não enxergar que as tradicionais empresas de consultoria e gurus de plantão também estão cegos e em crise;

4- insistir em autores americanos, que, na maior parte, não analisa o fenômeno do ponto de vista histórico, com necessária revisão filosófica e teórica;

5 – apostar que o grande problema do novo século é a inovação e não a capacidade de competir num novo mercado com novas regras de comando e controle;

6 – pensar sempre no curto prazo, revisando os planejamentos estratégicos, baseado no diagnóstico que tudo que ocorre é apenas modismo, como vários outros do passado, e que mais adiante vai passar e tudo voltará com antes;

7 – apostar todos os projetos estratégicos, sem prever a criação de área separada para experimentar sem intoxicação o novo modelo comando e controle.

Em síntese, são estes os equívocos que observo.

Que dizes?

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Uberização é o termo popular para Curadoria.

Uberização se caracteriza por uma nova forma de comando e controle.

A forma de comando e controle é um mix de forma de decidir com modelo de comunicação disponível de cada espécie.

É a forma escolhida por cada espécie para sobreviver – que podemos chamar de DNA de Sobrevivência.

O sapiens tem DNA de Sobrevivência Mutante – o das outras espécies é fixo.

A uberização é rara, mas recorrente, mutação do DNA da Sobrevivência do Sapiens.

Estamos alterando nosso DNA da Sobrevivência que seria como se, em outras espécies:

  • Lobos passassem a usar a telepatia dos golfinhos para se comunicar e alterassem a forma do líder-alfa mandar na alcateia;
  • Ou as formigas resolvessem criar formigueiros menores, com um líder-alfa ativo, usando sons e não mais rastros.

Nossa espécie tem um DNA da Sobrevivência Mutante.

Quando sofisticamos nossa forma de nos comunicar, podemos criar modelos de comando e controle mais robustos, que permitem gerenciamento de mais qualidade na quantidade.

Quanto mais aumentamos a Complexidade Demográfica, mais há necessidade de promover upgrades no nosso DNA de Sobrevivência.

A Curadoria (uberização), assim, é um modelo de comando e controle mais sofisticado do que o anterior, que podemos chamar de Gestão (que não é sinônimo de administração).

Na Curadoria/Uberização não temos:

  • Gerentes;
  • Carteira assinada;
  • Controle do acervo central de produtos e serviços;
  • Controle de qualidade central.

O que se consegue com isso?

Uma relação de custo/benefício mais exponencial.

Há aumento de qualidade na quantidade com resultado mais exponenciais do que no passado.

A uberização, assim, é um fenômeno natural e recorrente do sapiens, apesar de ainda não tão estudado, que se caracteriza pela mudança do DNA de Sobrevivência do sapiens.

O sapiens aumenta a população e é obrigado a sofisticar, de tempos em tempos, o DNA de sobrevivência, descentralizando o comando e controle.

A Uberização será inevitável, pois tem uma relação de custo e benefício mais exponencial. Será adotada – por ser mais sofisticada – gradualmente nos ambientes sociais, políticos e econômicos.

A grande dificuldade que temos, entretanto, é justamente a mudança disruptiva (filosófica) de mindset.

Uberizar é passar do mindset de sobrevivência dos lobos para o das formigas .

Pior, de forma disruptiva e num tempo muito curto de tempo.

Tudo isso num ambiente em que a maioria dos antigos consultores não entende o que está ocorrendo.

E mais.

Numa explosão de novos negócios, que se aproveitam do gap e aceleram contra os antigos líderes.

Assim, tenho dito e repito.

Vivemos hoje a maior crise administrativa da história do sapiens. Muita gente vai ficar pelo caminho por falta da capacidade de mudar o mindset para a direção adequada a tempo.

É isso, que dizes?

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Lembro como me marcou bastante um workshop que fiz num cliente.

O objetivo era o de pensar a “uberização” do negócio.

Lá pelas tantas, ficou claro o que deveríamos fazer.

Uma mudança profunda na forma de resolver os problemas e um dos colaboradores, assustado, me disse:

“Mas isso não tem a ver com a nossa filosofia!”.

E é justamente esse o grande problema da tão falada Transformação Lero Lero Digital: vendem a ilusão de que basta novas tecnologias na mesma filosofia do negócio.

O que estamos aprendendo, depois de muito bater com a cara na parede é que a filosofia dos negócios tem como base as Tecnologias Intermediadoras de plantão.

Mudaram as Tecnologias Intermediadoras, tem que mudar a Filosofia do Negócio.

Temos que aprender que são as Tecnologias Intermediadoras disponíveis que modelam as ofertas de produtos e serviços para as demandas dos clientes.

A filosofia dos negócios se molda sobre as possibilidades e limites das Tecnologias Intermediadoras.

Quando há alteração, como agora, nas Tecnologias Intermediadoras, é preciso repensar a filosofia dos negócios, pois há novas formas de resolver as demandas.

O que vivemos hoje é justamente a dificuldade de:

  • entender o papel vital das tecnologias intermediadoras como a base para as filosofias dos negócios;
  • a capacidade de abandonar as antigas e aderir à novas tecnologias intermediadoras num período muito curto de tempo;
  • boa parte do mercado de consultores de negócios não entende o que está acontecendo neste novo século.

Isso exige, em muito pouco tempo, uma mudança psicológica, pois a filosofia dos negócios está sedimentada em camadas profundas da subjetividade humana.

Portanto, é preciso distribuir a seguinte camiseta: “É Transformação Filosófica e não Digital!”

É mudança profunda na forma de pensar e agir e não a troca de um equipamento ou software.

Se exige hoje mudança nos negócios para competir e não para inovar por inovar!

É isso, que dizes?

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Precisamos entender que vivemos hoje dois movimentos distintos depois da chegada da Era Digital:

  • A Evolução da Digitalização (note bem que coloquei um E na frente e não um R) – que é colocar novas tecnologias nos velhos processos, promovendo uma Reintermediação Operacional;
  • A Revolução da Uberização – que é colocar novas tecnologias para criar novos processos, promovendo uma Reintermediação Gerencial.

Quando os Futuristas prognosticam o amanhã, de maneira geral, saem a campo para entrevistar os inventores para ver o que estão fazendo na Digitalização – na chamada Transformação Lero Lero Digital.

E aí nos deparamos muito com o uso intenso de inteligência artificial, que consegue resolver os problemas dos velhos processos.

Não é à toa que a atendente de call center do Bradesco acaba de receber um prêmio de inovação do ano, pois consegue atender muito mais gente com muito menos telefonistas no call center.

É um exemplo típico da Reintermediação Operacional, que é evolucionária.

Porém, quem quer enxergar o futuro com mais clareza, precisa não entrevistar os inventores de tecnologias, mas os construtores das novas ideologias.

O primeiro problema que temos hoje para entender o novo século é de que a forma como analisamos a evolução humana contém um erro grosseiro.

O ser humano está diante da mais disruptiva Reintermediação Gerencial da história por que cresceu de forma exponencial.

É o aumento exponencial da população nos últimos 200 anos, que tem provocado o surgimento de novos modelos organizacionais também exponenciais!

A verdadeira revolução não é a chegada da Inteligência Artificial, mas as estrelinhas do Uber.

As estrelinhas do Uber são uma nova Linguagem de Intermediação, que permite criar organizações sem os antigos gerentes.

A Uberização não cria uma mega e centralizada Inteligência Artificial, que pode atender milhões de pessoas, mas aproxima pessoas, que passam a fazer negócios diretamente.

A Uberização não é a solução do velho problema com a mesma filosofia, mas a solução do problema com uma nova.

A grande revolução – que vai mudar a civilização – é a possibilidade que pessoas aluguem quartos para desconhecidos com uma alta taxa de confiança.

A grande revolução que estamos promovendo é a Reintermediação Gerencial, que vai moldar organizações muito mais próximas de formigueiros do que de matilhas de lobo.

E o problema que temos com o futuro é que:

  • Estamos tentando olhar o amanhã com os velhos conceitos de ontem;
  • Estamos hipnotizados procurando enxergar as inovações tecnológicas e não as ideológicas.

Sem revisão dos fatores causantes, detonantes, consequentes e atuantes da atual, revendo velhos paradigmas, seremos incapazes de competir neste futuro uberizado.

O mercado comete erro clássico do ditado chinês: fica olhando para o dedo que aponta e não para a lua.

É isso, que dizes?

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Vivemos hoje a maior crise administrativa da história humana.

De maneira muito rápida:

  • mudaram as tecnologias intermediadoras, que são a base dos modelos organizacionais existentes;
  • a forma como pensávamos as organizações, os negócios e a sociedade não previram o que ia acontecer;
  • todo o aparato conceitual dos negócios foi formado sem entender os fatores que estão afetando os mercados: tecnologias intermediadoras mais aumento demográfico com respectivos efeitos na sociedade
  • somos viciados na forma americana de pensar o mundo, que é ótima para um mundo estável sem necessidade de mudanças filosóficas;
  • Some tudo isso e temos como resultado: muito pensamento holístico vazio para pouca competitividade.

Assim, o mercado vive o que Thomas Kuhn chamou de Momento de Anomalia, no qual os paradigmas atuais ficam obsoletos diante dos fatos.

Ver mais detalhes meu episódio no Resumocast aqui:

https://youtu.be/ciQ0V2zUiOQ

É preciso entender que vivemos o que ele chama e eu adaptei de Mercado Extraordinário, quando precisamos assumir que a nossa forma de pensar não serve mais.

Porém, muita gente sugere que é preciso mudar o mindset, como se o mindset fosse uma cueca.

É preciso, como sugere Kuhn, que se coloque um novo paradigma no lugar que responda as anomalias existentes.

Assim, é preciso um trabalho demorado e sistemático de entender o que sobra do atual mindset e qual é o novo que vamos colocar no lugar.

Hoje, é necessário que tenhamos filosofias, teorias e metodologias, que respondam os vazios conceituais para podermos compreender, com profundidade, a Era Digital.

Qualquer estrategista mais responsável precisa hoje responder de forma adequada quais são os fatores causantes, detonantes, resultantes e qual dever ser o atuante diante do digital.

É preciso, para competir nesse novo cenário:

  • entender que o atual mindset ficou obsoleto;
  • escolher um mindset que faça mais sentido;
  • e inciar ações concretas para se aproveitar das oportunidades abertas.

É preciso sair da Manada Analógica para fazer a diferença.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:




Empresas nada mais são do que reintermediadoras de mercados.

Podemos dizer mais.

Empresas nada mais são do que Tecno-Reintermediadoras de mercados.

Há entre a demanda e a oferta alguém que promove a tecno-intermediação de produtos e serviços.

Podemos dizer, assim, que todo o modelo organizacional está baseado nas tecnologias de intermediação disponíveis.

Quando temos novas tecnologias de intermediações (que podemos chamar também de mídias) há um novo macrociclo reintermediador na sociedade.

Todas as empresas baseiam seu modelo conceitual-operacional dentro do ambiente tecno-intermediador existente e precisam recomeçar quando surge um novo.

(Chamamos o ambiente tecno-intermediador de DNA Civilizacional, que estabelece os limites das intermediações possíveis.)

É como se tivéssemos o final da fase de um Game Civilizacional e reiniciasse outra fase com desafios, “monstros”, “armas” completamente diferentes, quando chegam novas Tecnologias Intermediadoras.

Isso é algo natural da espécie, faz parte da nossa essência, apenas não sabíamos disso – estamos descobrindo agora.

A Reintermediação Progressiva faz parte do nosso processo de compatibilização permanente entre o modelo organizacional necessário com o patamar de complexidade demográfica existente – sempre também crescente.

Porém, quando falamos da atual Reintermediação Digital temos algo novo, pois, pela primeira vez, há uma disrupção na Reintermediação não vista em mudanças desse tipo no passado,

Tivemos mudanças radicais na passagem, por exemplo, das tecnologias da escrita manuscrita para a impressa. Reis e nobres viraram presidentes e parlamentares, por exemplo.

O modelo de comando e controle hierárquico, com líder alfa, no modelo mamífero permaneceu.

As novas Tecnologias Reintermediadoras Digitais permitem agora pela primeira vez na história do sapiens, organizações que não necessitam de gerentes.

(Estamos entrando no DNA Civilizacional Insecto – operando por rastros.)

Há nas novas Organizações Reintermediadoras Digitais (leia-se Uberização) a auto-gestão da produção e do controle de qualidade dos produtos e serviços.

As comunidades de consumo incluem os produtos e serviços e toda a qualidade da comunidade é auto-gerida, via Plataformas Digitais.

O problemas que temos hoje é o choque que a atual Reintermediação Disruptiva Digital está causando:

  1. os tradicionais consultores das organizações tradicionais (em geral americanos) não conseguem entender o que ocorre na sua real dimensão – estão usando a indução (análise dos dados, mas com os mesmos paradigmas filosóficos-teóricos) e não a dedução (revisão de paradigmas para só então reanalisar os dados);
  2. a mudança exige das lideranças perdas de comando e controle, de poder, que são muito difíceis de serem absorvidas;
  3. a velocidade é muito rápida;
  4. e as mudanças são muito profundas.

Resultado.

As organizações tradicionais estão optando por tomar analgésico para tratar câncer no cérebro.

As organizações tradicionais falam em inovar por inovar e não competir.

Podemos dizer, assim, que estamos diante da maior crise da história da administração de todos os tempos, na qual boa parte das atuais organizações deixará de existir.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Uma das grandes descobertas com os estudos da Antropologia Cognitiva é de que o Sapiens não evolui, mas se compatibiliza.

Explica, Nepô!

Por sermos uma Tecnoespécie, podemos crescer demograficamente, mas isso tem um custo.

O crescimento demográfico aumenta a taxa de complexidade, o que nos obriga a promover de tempos em tempos Revoluções Civilizacionais.

O Sapiens é obrigado a adotar modelos de comunicação e administração que sejam mais compatíveis com a complexidade demográfica de plantão.

Os modelos de comunicação e administração são, assim, mutantes e precisam ser inovados para que possamos viver melhor com muito mais gente no planeta.

O substantivo adequado para descrever a jornada humana não é, assim, evolução, mas compatibilização.

Revoluções Civilizacionais, entretanto, só ocorrem quando se cria e massificam novas mídias.

Pode-se abandonar com as novas mídias o processo de intermediação que estão atrapalhando e vai se avançando na direção de novos modelos intermediadores mais sofisticados.

  • É o exemplo típico do Uber versus os Táxis e cooperativas;
  • Ou do Airbnb versus aluguel por corretoras;
  • Ou do Youtube versus TV Globo.

A demanda, assim, no início de uma Revolução Civilizacional como essa que estamos passando é de promover a Reintermediação dos processos.

Precisamos reintermediar a sociedade para que possamos resolver de forma adequada velhos e novos problemas.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Uma Escola de Pensamento se organiza em torno de Núcleo Duro.

O Núcleo Duro (o termo é do Lakatos) é aquilo que atrai as pessoas, de forma voluntária, que dizem: “eu me identifico com isso”.

Um Núcleo Duro, adaptado aqui dentro da nossa escola, significa o que chamamos de Absurdo Filosófico.

O que seria isso?

Absurdo – que é destituído de sentido, de racionalidade.

É algo que as pessoas acreditam ser de um jeito e os fatos demonstram que estamos pensando de forma equivocada.

Cria-se um movimento intelectual em torno desse absurdo para que ele seja atenuado.

Escolas de Pensamento partem de um Núcleo Duro, que propõe a reparação de um Absurdo Filosófico.

A Bimodais – Futurismo Competitivo é uma Escola de Pensamento e tem o seu Núcleo Duro, que gira em torno do seguinte Absurdo Filosófico.

A mídia tem um papel ativo na sociedade, quando temos novas, a sociedade, a civilização e o próprio sapiens entra em processo de mutação.

Quem percebeu isso foi Harold Innis (1894-1952), há 70 anos, ao estudar a História Econômica do Canadá.

Depois, Marshall McLuhan (1911-1980) percebeu que, as partir das ideias de Innis era necessário criar uma Escola de Pensamento, que foi batizada de Escola de Comunicação de Toronto.

Assim, há mais de 70 anos existem pesquisadores, que acreditavam que as mídias eram capazes de alterar profundamente a sociedade, como estamos vendo agora.

A Bimodais – Futurismo Competitivo, assim, faz parte da Quarta Geração dos pesquisadores que se acreditam que é preciso minimizar esse Absurdo Filosófico.

As mudanças do Digital reforçam a ideia de que Innis e seguidores estavam com a razão.

Qual é o diagnóstico?

Estamos vivendo é um Fenômeno Social Recorrente, alteração das mídias.

Quem pode nos ajudar a entender?

Pesquisadores que há décadas estudam esse Fenômeno.

E o que podemos fazer?

É preciso entender a chegada das mídias como o fator detonante das atuais mudanças. E comparar o atual fenômeno com os do passado para podermos projetar o futuro com mais segurança.

Qual é o problema do mercado?

O mercado tem analisado a chegada do digital no curto prazo, sem a bagagem dos pesquisadores especialistas no tema e não conseguem enxerga o futuro com mais eficácia.

Por isso, optamos pelos canadenses e não pelos americanos para estrutura nossa análise pelo digital.

É uma decisão importante para que os profissionais e organizações possam fazer a diferença no mercado.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:






Olhe de outra maneira para o mercado.

Pense que todas as organizações da sociedade são intermediadoras de algum tipo de produto ou serviço.

Todas elas fazem algum tipo de inter-mediação entre um produto ou serviço e o cliente.

Intermediar – Colocar de permeio; que está intercalado; intercalar: intermediar.

Uma organização, assim, gera valor quando passa a ser a escolhida (num mercado aberto) ou imposta (num fechado) a pelo consumidor/cidadão para existir.

Organizações lutam, assim, para intermediar processos dentro do mercado.

O que gera valor para uma organização na sociedade é a capacidade que tem de promover a intermediação de algo para alguém.

Se você quer tal coisa, me procura, que eu intermedeio para você.

Quando pensamos em organizações como intermediadoras, fica mais fácil entender a mudança que estamos passando neste novo século.

Por quê?

Toda intermediação organizacional é feita dentro do ambiente das mídias existentes.

Intermediação – mediação – mídia.

Eu medio usando as mídias que tenho.

Quer um exemplo?

Vejamos o caso da queda vertiginosa de ocupação de mercado pela antiga Indústria da Música Analógica – que demonstra a incapacidade de perceber as mudanças da mediação.

O valor que existia na Indústria de Música Analógica estava na capacidade que tinham de fazer a intermediação entre o músico com seu ouvinte, via CDs ou Vinis.

A Indústria de Música Analógica gerava valor, pois conseguiu controlar os canais de distribuição existentes, intermediando todo o processo.

No fundo, podiam ser definidos como intermediadores analógicos de CDs com música.

Havia, assim, uma relação entre a conjuntura da mídia existente com o tipo de intermediação que era praticado.

Organizações podem ser re-vistas como negócios em cima das possibilidades de intermediação das mídias existentes.

É, assim, o tipo de mídia que existe num determinado contexto histórico que define o tipo de intermediação que pode ser praticada por uma organização.

Não é, assim, uma intermediação, mas uma Tecno-intermediação.

Empresas são, assim, Tecno-intermediadoras de processos.

Com a massificação das novas mídias digitais, abriu-se a possibilidade de se criar nova forma de promover a Reintermediação em cada vez mais mercados.

Note bem que é um duplo movimento em uma Revolução Reintermediadora:

  • Desintermediação – deixa-se de se fazer a intermediação no antigo modelo;
  • Reintermediação – e passa-se a fazer de uma nova forma, aproveitando o que há de novo nas novas mídias.

Se pensarmos a nível macro, cada uma das etapas da civilização humana tivemos um tipo de DNA Civilizacional (baseados nas Tecnologias Midiáticas/Intermediadoras de plantão), que limita ou expande as possibilidades da intermediação.

Quando temos novas mídias, temos novo DNA Civilizacional, que abre um Ciclo Reintermediador na sociedade.

Toda as organizações pré-digitais conseguiam manter seu mercado, pois aprenderam a dominar o ambiente Tecno-intermediador anterior, mas não estão prontas para o novo Ciclo Reintermediador.

Novas mídias, novo ambiente de intermediação, novo tipo de concorrência. O que se sabia antes, não vale para o agora.

O Uber, por exemplo, promoveu a Reintermediação do transporte privado, assim como o AirBnb de moradia e assim por diante.

O Ciclo de Reintermediação vem derrubar os antigos intermediadores, que, com o aumento populacional, passaram a gerar cada vez mais crises.

A Tecno-intermediação que praticavam ficou obsoleta.

A Intermediação Analógica com o passar do tempo e aumento da complexidade demográfica foi gerando organizações pesadas, lentas, sem propósito, pouco conectadas ao consumidor.

Mais.

Conseguiu gerar leis de proteção, aumento de custo, redução da eficiência, massificação do consumo que nos trouxe para a crise civilizacional que temos hoje.

O Ciclo Reintermediador Digital é um ajuste sistêmico, o sapiens, de forma espontânea e não programada, iniciando um novo ciclo civilizacional.

Todas as organizações terão que aprender a competir em um novo mercado reintermediado!

É isso, que dizes!

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


No nosso diagnóstico, só existe uma forma de compreender as mudanças que a sociedade e os negócios vem passando: analisar a macro história e comparar com fenômenos similares.

O fenômeno similar recorrente é: mudanças de mídia ao longo da história, que alteraram a civilização de forma marcante: gestos, oralidade, escrita e agora o digital.

Os pensadores da Antropologia Cognitiva (que estudam esse fenômeno) criaram, assim, nova lei para a espécie humana, que não era evidente antes:

  • mudou a mídia, a placa mãe da espécie, mudou a civilização.

Podemos ainda ir além, quando aprofundamos o tema.

Mudou a mídia, mudou o próprio sapiens, pois passamos a ter um ambiente diferente para nos comunicar e administrar problemas.

Motivo: o Sapiens, de temos em tempos, precisa OBRIGATORIAMENTE de novas formas de se organizar para lidar com novo patamar de complexidade demográfica.

Alteramos o que podemos chamar de DNA Civilizacional.

O DNA Civilizacional é formado pelos códigos de comunicação e administração, que definem o que podemos fazer na sociedade e nossos limites.

Quanto mais aumentamos a população, mais estes limites tecno-civilizacionais começam a ser questionados e mais queremos criar novas alternativas para superá-los.

Leia-se novas mídias e novo DNA Civilizacional.

Assim, caminha a humanidade.

No mundo pré-digital, não era possível ter um Uber e agora é, justamente por causa do novo DNA Civilizacional 2.0.

O Uber se utiliza do novo DNA Civilizacional disponível para resolver, de uma nova maneira, algo que não era possível antes.

Sem o novo DNA Civilizacional era impossível abrir mão de gerentes e agora já é.

Dessa forma, podemos criar uma nova classificação do sapiens, dividindo pelos DNAs civilizacionais existentes. Podemos perceber que:

  • O DNA Civilizacional 1.0 (Mamífero) – até a chegada do Digital era próximo, ou imitava bem o modelo de comunicação e administração dos mamíferos: líder-alfa com comando e controle mais fixo.
  • O DNA Civilizacional 2.0 (Insecto) – percebemos disrupção no modelo de comando e controle, muito mais próximo dos insetos e isso precisa de uma classificação adequada.

Assim, podemos dividir a nossa espécie em duas, a partir dos DNAs Civilizacionais:

  • Sapiens 1.0 (Mamífero) – até a chegada do digital, com o DNA Civilizacional específico;
  • Sapiens 2.0 (Insecto) – pós-digital, idem.

Note que a classificação, provisória, deixa claro a guinada neste novo século, pois passamos a ter um DNA Civilizacional Disruptivo, no qual abandonamos pela primeira vez o modelo próximo dos mamíferos.

O novo DNA Civilizacional 2.0 (Insecto) nos permite resolver problemas de forma exponencial na complexidade demográfica atual.

O Sapiens 2.0 (Insecto) é diferente do 2.0 (Mamífero), pois de forma inusitada temos:

  • decide nas grandes e novas comunidades de trocas e consumo por rastros e não mais por sons;;
  • a liderança é contextual e não fixa, depende da reputação digital (por rastros) de cada membro nas plataformas;
  • não há mais um líder controlador de produtos e serviços, mas comunidades de consumo, que administram o acervo, reguladas por algoritmos.

Tudo que pensarmos de inovação e de futuro, que vai gerar valor, será obra do Sapiens Insectus e não do Mamiferus.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Seria impensável que sua avó há 15 anos hospedasse um estranho num quarto vazio como faz a neta dela agora com o AirbBnb.

A geração pré-digital precisava conhecer as pessoas pessoalmente para poder fazer negócios.

Não havia outra alternativa Tecnocultural.

As mídias pré-digitais (oralidade e escrita) tinham limite Tecnocultural nas trocas entre desconhecidos, o que limitava a capacidade dos negócios.

Não havia uma taxa de confiança que viabilizasse negócios entre pessoas distantes e que não se conheciam.

  • Os novos canais digitais não aproximaram as pessoas, de forma horizontal – basta ter o endereço eletrônico da pessoa para que se possa falar com qualquer um;
  • E a nova linguagem digital, estrelinhas entre outras, permitem que se estabeleça um novo modelo de confiança.

A uberização utiliza a nova linguagem e é, por causa disso, que consegue criar um novo índice econômico personalizado: estrelas, curtições, cliques.

A nova linguagem digital uberizada permite que se crie rastros – e estes geram índices econômicos – que viabilizam trocas entre desconhecidos.

A neta que herdou o apartamento da avó agora pode alugar o quarto dos fundos pelo AirBnb, pois o antigo “desconhecido analógico do tempo da vovó” agora é um “conhecido digital da netinha”.

Tanto a hospedeira, quanto o hóspede no Airbnb, possuem agora uma cotação na “personal bolsa de valores” digital.

A Personal Bolsa de Valores Digital permite que desconhecidos possam fazer negócios com alto grau de confiança – o que era impossível antes da Revolução Midiática.

O fator exponencial de todas as novas empresas uberizadas tem no epicentro dos negócios o uso intenso do novo índice econômico digital das estrelinhas.

Mais.

É este novo personal índice econômico, que nos permitirá atender melhor 7 bilhões de sapiens, com mais qualidade, pois torna as relações de consumo mais meritocráticas.

As estrelinhas uberizadas são o o epicentro da Civilização 2.0.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Toda Revolução Midiática tem forte impacto nas relações trabalhistas.

A cada novo ciclo civilizacional descentralizador, provocado por Revoluções Midiáticas, é necessário que haja mais flexibilização e dinamização das relações de trabalho.

Quanto mais gente houver no mundo, mais as relações trabalhistas terão que se dinamizar.

Podemos, a partir disso, afirmar, por exemplo, que foi a prensa de Gutemberg, a partir de 1450, disseminando a escrita, que acabou com a escravidão.

E hoje o digital irá acabar, gradualmente com a carteira assinada.

O que teremos como macrotendência no novo século é a Startupização dos indivíduos.

Cada pessoa muito mais do que se preparar para ser apenas um profissional, terá que ser formado para virar uma micro-empresa.

Estas micro empresas individuais trabalharão em grandes plataformas de consumo, que não terão gerentes – o que as tornará mais exponenciais.

Para que possamos abrir mão dos gerentes, será necessário que a Reputação Digital seja um índice determinante para a vida de todos.

Quem tiver boa Reputação Digital (estrelinhas) terá privilégios e quem não tiver, será obrigado a sair da comunidade de consumo.

A carteira assinada fez sentido no macro ambiente administrativo atual, com gerentes, mas num mundo de estrelinhas, quem vacilar, tem que ser afastado.

O ambiente digital não pode ter carteira assinada, pois o colaborador mal avaliado, tem que sair o quanto antes para o bem de todos que ali trabalham e consomem.

Assim, o que teremos neste novo século é um gradual fim do conceito de emprego e um novo conceito de trabalho meritocrático.

Viveremos uma macro bolsa de valores, na qual cada indivíduo/micro empresa terá cotação no mercado, que definirá o sucesso ou o insucesso.

É a forma que estamos encontrando para resolver os problemas da Civilização 2.0 – aquela que começa a rodar com 7 bilhões de consumidores ativos.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


A Revolução Midiática Digital é um fenômeno novo, muito pouco estudado pelas Ciências Humanas.

Estamos sendo surpreendidos por fatos inusitados que não estavam nas teorias.

Há, assim, um ajuste necessário no pensamento humano para que a Internet possa fazer sentido.

É preciso estabelecer qual é a “química” que temos quando aumentamos a população e depois chegam novas mídias. Quais são os efeitos na civilização?

Ajustes de paradigmas necessários:

  • Somos uma Tecnoespécie e, por causa disso, podemos aumentar a população;
  • E por que aumentamos a população, de tempos em tempos, temos que criar uma civilização mais compatível com o novo patamar de complexidade.

Assim, Revoluções de Mídia são movimentos espontâneos e sistêmicos para criar ambientes civilizacionais compatíveis com o novo patamar demográfico.

De maneira geral, os especialistas no digital, querem entender a atual revolução com os mesmos paradigmas.

Porém, para entender o digital é preciso: rever os paradigmas para, só então, projetar o futuro.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Nós vivemos dentro de uma bolha conceitual, que os filósofos chamam de cosmovisões.

Já teve tempo que todas as cosmovisões da sociedade consideravam que a terra era plana e girava em torno do sol.

Assim, como nos ensina Thomas Kuhn – conheça mais sobre ele no link abaixo:

A ciência vive de dois momentos:

  • Normal – quando os paradigmas continuam válidos, que conseguem prognosticar fenômenos e seus desdobramentos;
  • Extraordinário– quando os paradigmas NÃO continuam MAIS válidos, que NÃO Um futurista é um revisor de paradigmas! conseguem prognosticar fenômenos e seus desdobramentos.

Note que só faz sentindo falar em Futurismo – é quando aparece esse tipo de personagem – quando o futuro se torna nebuloso, justamente nas fases Extraordinárias.

O que faz, então, um futurista?

É um profissional que vai procurar fazer uma profunda análise das Cosmovisões que existem para saber aonde exatamente estamos errando.

Um Futurista, assim, muito mais do que um analisador de dados e fazedor de pesquisa (isso é atividade dos modistas) se dedica ao estudo dos erros de paradigmas.

Um Futurista é um revisor de macro paradigmas – que procura, a partir dos ajustes, olhar o futuro com outros olhos.

O grande erro que o mercado está cometendo diante do futuro é tentar entendê-lo com os antigos paradigmas.

É por causa da falta de revisão de paradigmas, que muita gente diz que é loucura projetar o cenário de 20 anos.

Um futurista eficaz, assim, é aquele que entende que o seu principal papel é olhar muito para os paradigmas do que para os acontecimentos.

A Escola Bimodal tem feito justamente isso: procurado revisar os paradigmas e, só com então, analisar os acontecimentos.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Pense numa empresa de forma bem diferente.

Imagine uma empresa, ou qualquer organização da sociedade, como promovendo intermediações para o consumidor final:

  • A padaria faz a intermediação do pão;
  • A Petrobras faz a intermediação da gasolina;
  • O táxi faz a intermediação de viagens.

Estas organizações são intermediadoras, já que o consumidor precisa delas para resolver uma série de problemas em momentos distintos.

Agora imagine que existe na sociedade uma espécie de tecno-ambiente intermediador na sociedade, na qual as estruturas são organizadas.

Há duas macro variantes que alteram ou forçam a necessidade de alterar o modelo das intermediações de forma estrutural:

  • o tamanho da população, que ao crescer, vai tornando os atuais modelos de intermediação obsoletos;
  • e a chegada e massificação de novas tecnologias intermediadoras (canais e linguagens de informação e comunicação).

Assim, o que podemos dizer é que quando aumentamos a população as organizações intermediadoras vão perdendo capacidade de atendimento.

  • Há aumento de demanda e uma perda gradativa da capacidade quantitativa e qualitativa da oferta, se leva mais tempo, não se consegue, ou os produtos e serviços se padronizam para ser massificados, com uma relação cada vez mais vertical intermediador-intermediado.
  • E, a partir das tentativas de superar o problema, acaba por ser desenvolvida por alguém, que nem estava pensando tão macro, novas tecnologias de interação, via novas mídias, que permite o surgimento de novos modelos de interação, através de startups.

Assim, temos um momento de Bimodalidade das Intermediações.

  • De um lado, temos organizações intermediadoras tradicionais, que se utilizam da antiga estrutura intermediadora;
  • De outro lado, temos organizações intermediadoras que passam a se utilizar da nova estrutura intermediadora.

(Chamamos na escola estes modelos macro de intermediação de DNA Civilizacional.)

O que ta sociedade tem, assim, como desafio neste novo século, é promover a Reintermediação Organizacional em todas as áreas.

Promover gradualmente a passagem da Intermediação Analógica para a Digital, que podemos chamar também de Reintermediação Digital.

Note, entretanto, o desafio: uma não é continuidade da outra, pois temos DNAs Civilizacionais distintos, um modelo de comando e controle totalmente diferente.

  • Na intermediação analógica temos líderes-alfas, que se utilizam das Tecnologias de Intermediação Orais e Escrita para garantir a qualidade dos produtos, serviços e atendimento;
  • Na intermediação digital, temos curadores, que organizam comunidades de consumo que auto-gerenciam produtos, serviços e o atendimento, via reputação digital.

Assim, diferente do que hoje é corrente no mercado, não estamos promovendo mudança tecnológica, mas de intermediação.

Há uma nova forma de pensar a nossa espécie e a sociedade, que é precisa ser compreendida como norte para entender o novo século:

  • o seu negócio é uma tecno-intermediação, que tem uma placa mãe midiática como plataforma-básica;
  • intermediações ficam obsoletas por causa do aumento populacional;
  • e, quando temos novos modelos de intermediação (tecnologia e conceitos) é adotá-los para se manter compatível com o novo mercado.

Ao pensar sobre este novo cenário, tenha uma bússola mais adequada, ao colocar a reintermediação como o grande norte.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Volta e meia inventam uns adjetivos que mais atrapalham do que ajudam.

Economia Compartilhada, Criativa, etc…

Diria que a origem é sempre um autor ou palestrante que quer vender livros ou palestras e procura um termo diferente para ser algo novo.

Note que um adjetivo tem a função de complementar um substantivo para ajudar a dar um sentido.

Laranja Seleta.

O seleta quer dizer que não é bahia e nem lima.

O adjetivo, assim, permite que se agregue algo substantivo.

Quanto menos dúvida você gerar com o adjetivo, melhor.

Vejamos a ideia de Economia Compartilhada, por exemplo.

O adjetivo compartilhada parte do princípio de que antes a economia não era e agora é?

Ou seja, há agora uma novidade, o compartilhamento.

Economistas clássicos vão sair da tumba por causa disso.

A Economia sempre foi compartilhada, o que se poderia dizer é algo do tipo:

Economia Digital, mas mesmo assim é vago.

Para falar de algo mais concreto:

Economia Uberizada, por exemplo.

Note que a margem de dúvida do que estamos falando é enorme entre Economia Compartilhada e Economia Uberizada.

O mesmo digo para Economia Criativa.

Tudo se encaixa e nada se encaixa. O que seria o contrário de Economia Criativa? Economia não Criativa?

O problema é sempre o diagnóstico fraco sobre o digital.

Como a maior parte não tem diagnóstico adequado, é melhor deixar algo dúbio, no qual tudo se encaixa.

Se você quer fazer a diferença, procure sempre rejeitar adjetivos dúbios. É sinal de que alguém não sabe exatamente o que está ocorrendo.

É isso, que dizes?

É bem comum se dizer que agora com a Internet cada pessoa vive em uma bolha informacional, que há um radicalismo maior por causa disso.

Questiono ambos os argumentos.

Vejamos.

Todo ser humano vive dentro de uma bolha informacional, ontem, hoje e sempre.

A bolha informacional será mediada fortemente pela mídia de plantão. Estamos saindo das bolhas informacionais das mídias de massa, que se consolidaram ao longo de décadas.

E estamos cada vez mais na bolha informacional mediada pelas mídias digitais, que estão ainda na sua fase inicial.

Obviamente, que temos neste caso dois problemas:

  • a imaturidade tecnológica/operacional das novas mídias;
  • a imaturidade informacional dos usuários.

Em ambos os casos há uma tendência a um aperfeiçoamento, no qual cada vez mais o usuário poderá interferir na sua bolha para filtrar o tipo de informação que deseja, bem como terá que ser mais preparado pelas organizações de ensino, já no nível fundamental, para viver numa sociedade de informação não mais escassa, mais mais abundante.

Fazer o seu próprio filtro não significa que não haja espaço para receber sugestões de ideias contrárias ou diferentes das deles. Isso pode fazer parte das opções do próprio algorítimo.

Cada pessoa terá que ter uma espécie de personal filtrador, com o qual você terá que “conversar” e ajustar sua bolha todos os dias.

No outro aspecto, do ponto de vista do aumento da radicalização, principalmente politica, quando analisamos o passado, percebemos que novas mídias inauguram novas civilizações.

E esse tipo de embate velho versus novo faz parte do pacote.

Com a nova mídia, há um natural embate mais acirrado entre a civilização que foi ficando decadente e obsoleta por uma nova que vem substituir.

Assim, há um embate natural entre o velho (que não quer perder espaço) e o novo (que quer tomar).

Se analisarmos a chegada da mídia impressa, em 1450, veremos tais embates na polarização absolutismo/república, feudalismo/livre mercado, católicos/protestantes.

Tais embates não foram inventados pelas mídias, mas ocorreram por causa da nova civilização que é criada e acaba por “bater de frente” com a antiga.

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

O Sapiens não evolui: se compatibiliza com a complexidade demográfica.

Esta pode ser uma das sínteses do esforço que temos feito no últimos 20 anos para entender o mundo digital e que aparece, pela primeira vez, no episódio “O Otimista Racional”, quando comentamos o livro do Matt Ridley.

Note que a nossa espécie por ser tecno, tecnoespécie, cresce demograficamente de forma interdependente.

Outros mamíferos não conseguem fazer isso e, quando fazem, como é o caso das baratas e ratos, por exemplo, o fazem de forma isolada.

Como temos que interagir entre nós para sobreviver, nossa espécie tem DNA civilizacional mutante.

O aumento populacional nos obriga a alterar a forma como nos comunicamos e nos administramos no tempo.

Por isso, quando temos novas tecnologias de trocas (mídias), abrimos as portas para novas Eras Civilizacionais.

Esta forma de pensar a espécie é completamente nova e só foi possível chegar a ela, por algumas premissas, que pensadores do passado não perceberam, pois:

  • tivemos a maior explosão demográfica – nos últimos 200 anos – da história da espécie;
  • vivemos, hoje a maior revolução midiática de todas.

Há, assim, esforço global para compreender onde estamos e para onde vamos com o digital, o que nos faz refletir cada vez mais para que possamos decidir melhor.

Matt Ridley é uma espécie de parceiro de dupla de praia com Pierre Lévy, apesar de nunca terem jogados juntos.

Lévy aponta os momentos em que a mídia mudou a civilização e Ridley complementa apontando os novos ciclos de troca que tivemos, gerando abundância econômica.

Essa nova forma de pensar a jornada do sapiens nos permite enxergar um verdadeiro momento civilizacional de renascença, superando a profunda crise civilizacional que tivemos no século passado.

Podemos, assim, dizer que século XX foi o último da Civilização 1.0 e o século XXI será o primeiro da nova Civilização.

Há uma enormidade de coisas para se fazer nesse novo século, com o novo DNA civilizacional. Te pergunto: quer vir junto para esse desafio?

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Todos os negócios são estruturados em cima de ambientes tecnológicos.

Imagina uma cidade do interior que tem uma estação ferroviária e se faz ali diversos negócios por causa do trem.

No momento, que se inaugura uma estrada para automóveis e o trem é desativado, todos os negócios baseados na linha férrea deixam de prosperar, certo?

O trem é uma tecnologia de transporte, que era a base dos negócios em torno da estação.

Quando falamos do digital ou de transformação digital, estamos falando de que tipo de tecnologia?

O ambiente digital faz parte do que chamamos de mídia.

Das tecnologias responsáveis pelas trocas humanas, que estabelecem as formas de interação e de intermediação entre as pessoas.

Todos os negócios da sociedade, note bem para a caixa alta em negrito, TODOS foram montados, estruturados, organizados em cima das Tecnologias das Trocas Analógicas que tínhamos.

Tais tecnologias definiam a forma como a espécie interagia com ela mesma.

E os mercados que foram sendo ocupados, eram baseados nessa conjuntura tecnológica.

Foram estabelecidas formas de intermediação de produtos e serviços por causa dessa conjuntura midiática.

Uma cooperativa de táxi, por exemplo, intermediava a relação entre motorista e passageiros, através do telefone.

Podíamos dizer que o coração dos negócios da cooperativa de táxi era o telefone, o call center, que conectava passageiro ao motorista, supervisionada por um diretor de qualidade.

O Uber promoveu uma REINTERMEDIAÇÃO do negócio, pois a relação entre passageiro e motorista passou a ser através de aplicativos.

E mais.

O Uber, além dos aplicativos, promoveu a reintermediação da qualidade da relação entre passageiro e motorista, via reputação digital.

O Uber se utiliza de algoritmos dentro de plataformas, que permite que passageiro e motorista se avaliem o tempo todo, criando critério novo de confiança, que é o que permite gerar uma intermediação muito mais exponencial.

No Uber, há muito mais passageiros e motoristas e praticamente nenhum gerente por causa do novo modelo de Reintermediação.

O que vivemos hoje no mercado, assim, não é uma transformação do analógico para o digital, isso é muito genérico, mas processo de reintermediação, a partir de novas tecnologias das trocas.

O mercado não se deu conta – por que é realmente um processo muito raro – de que vivemos hoje chegada de uma reintermediação disruptiva nos negócios.

A nova reintermediação só é possível por causa das novas tecnologias de trocas.

O trem não passa mais pela cidade, mas todo mundo está na estação esperando o trem passar!

O problema que temos hoje pela frente é: as bases conceituais do que hoje chamamos de teoria dos negócios, da administração, da própria sociedade precisam de profundo reajuste.

O aumento populacional nos fez procurar novas formas de intermediação mais flexíveis e dinâmicas para resolver problemas que o antigo modelo de não permitia.

Assim, quando se fala em Transformação Digital não se explicita claramente que o que precisamos fazer é a Reintermediação dos Negócios, com outro modelo disruptivo de comando e controle.

Os atuais líderes das organizações tradicionais estão viciados no antigo modelo de comando e controle que está ficando cada vez mais obsoleto;

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


No conceito de DNA da genética, que estamos importando, temos duas partes:

  • Genótipo – composição genética de um indivíduo, mais frequentemente – aquilo que herdamos e é mais fixo;
  • Fenótipo – manifestação visível ou detectável de um genótipo, aquilo que usamos do genótipo e é mais mutante.

Fizemos uma importação dos conceitos para entender o digital.

Passamos a entender a sociedade humana formada por uma espécie de Genótipo mutante de longo prazo, que, conforme a população vai crescendo, precisa de um upgrade.

Os códigos que formam nosso Genótipo Civilizacional são concebidos para um tipo de complexidade e vão ficando obsoletos, quando a espécie – a única que cresce demograficamente de forma conectada – aumenta.

As mídias – o epicentro do DNA Civilizacional – responsável pelas trocas humanas, são o nosso epicentro, dividido em dois: a parte mais fixa (genótipo) e a mais mutante (fenótipo).

Quando mudamos de mídias criamos um novo DNA Civilizacional, no qual o Genótipo se altera, que permite que seja criado em cima dele novos Fenótipos.

O Ambiente Digital (formado por novos canais e linguagem), assim, é o Genótipo e o Uber, por exemplo, é o Fenótipo, uma inovação possível em cima dos novos códigos do genótipo disponíveis.

O Genótipo é inventado por técnicos, que não tem noção do impacto que terão na sociedade, como é o caso de Gutemberg ou o inventor do computador.

Queriam resolver um problema pontual, mas abriram as portas para a criação de um novo DNA Civilizacional.

Assim, o Genótipo é uma espécie de código de máquina, sobre o qual precisamos desenvolver os sistemas operacionais e os aplicativos.

Que não são apenas novas tecnologias, mas novas formas de pensar, novas filosofias, teorias e metodologias para que se possa, pela ordem:

  • entender o potencial do novo genótipo;
  • resgatar valores e conceitos do antigo fenótipo para ver o que pode ser mantido;
  • atualizá-los para que possa ser compatível com o novo genótipo.

O genótipo, assim, é um misto de placa-mãe com código de máquina. E o fenótipo de sistema operacional, aplicativos e arquivos que são criados a partir deles.

O importante é perceber a dimensão da mudança, mudança do DNA Civilizacional, e o nosso papel de inventar novas cosmovisões (fenótipos) para que possamos usar o novo ambiente (genótipo) para superar as antigas e novas crises que temos pela frente.

É isso, que dizes?

Peer-to-peer (do inglês par-a-par ou simplesmente ponto-a-ponto, com sigla P2P) é uma arquitetura de redes de computadores onde cada um dos pontos ou nós da rede funciona tanto como cliente quanto como servidor, permitindo compartilhamentos de serviços e dados sem a necessidade de um servidor central.

O Uber não é P2P.

O Uber tem uma plataforma central, aplicativos, mas que não têm um servidor.

O Uber é montado no modelo de Plataforma Centralizada, na qual o servidor é central e não distribuído.

Quando falamos em blockchenização, aí sim, teremos uma grande rede de servidores e clientes, de forma distribuída.

É o que se chama ambiente distribuído, em que se pode ter um custo muito menor de processamento, pois todo ele é compartilhado.

Mais.

Pode-se ter segurança dos dados, pois não estão em nenhum lugar específico, mas espalhado pela rede.

Quando, como nesse artigo, se mistura P2P, uberização e Economia Compartilhada está se fazendo confusão e não esclarecimento.

É isso, que dizes?

Se você colocar no Google Alerta a palavra “Uberização” receberá uma enxurrada de textos, geralmente de sindicalistas, mostrando o quanto estamos precarizando o emprego.

Para um segmento grande da sociedade, só existem trabalhadores e não consumidores.

Na maior parte dos textos e depoimentos, as pessoas falam em nome de um “uberizado explorado”, mas pouco conversam com os próprios – como eu tenho feito há mais de uma década com os motoristas de aplicativos.

Ver aqui: https://www.youtube.com/playlist?list=PL7XjPl0uOsj884YppG1twb3XoaVTP1bJf

A uberização é uma nova forma de intermediação de processos produtivos, que permite sofisticar os antigos modelos intermediadores.

Com a uberização, se consegue superar as barreiras anteriores e permitir que tenhamos qualidade na quantidade e quantidade com qualidade.

O aumento populacional nos empurra OBRIGATORIAMENTE para a flexibilização das trocas, pois é muito mais gente que quer produtos e serviços disponíveis, a preço acessível e customizado.

Quando se analisa a uberização, os sindicalistas de plantão, pensam o tempo todo na fantasiosa “defesa dos trabalhadores” e esquecem os enormes ganhos para os consumidores (que são também trabalhadores).

Se analisarmos o Uber, mobilidade, em particular veremos que hoje nas cidades em que chegou, temos:

  • um custo de transporte particular menor;
  • rapidez de atendimento;
  • motoristas em todos os cantos das cidades, a qualquer hora;
  • melhoria da qualidade da comunidade de consumo, através do monitoramento contínuo, via reputação digital.

Além das vantagens para o consumidor, temos a flexibilidade de trabalho para o motorista, que hoje pode ter uma renda extra ou total – algo que era inviável no modelo da caríssima autonomia de um taxista.

Mais.

A uberização é a primeira etapa do que estamos chamando de Reintermediação Digital. Depois, teremos a Blockchenização, com mais flexibilidade de escolha para os motoristas.

Há, sem dúvida, nesse novo mundo em processo de reintermediação perdas e ganhos.

Há várias pessoas que perdem com o digital, onde se inclui os antigos sindicalistas, que ficam procurando prejudicados e escondendo beneficiados.

Digo mais.

Da mesma maneira que a chegada da prensa, em 1450, acabou com escravidão, o digital vem para acabar com a carteira assinada, tornando o ambiente muito mais flexível e melhor para todos.

E isso, a despeito do que acham os melancólicos de plantão, será saudado como um grande ganho para a civilização.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Qual é o principal problema para que as organizações tradicionais possam compreender e atuar, de forma competitiva, dentro da nova Era Digital?

A reposta é simples: aceitar a perda de status, poder, e. humildemente, começar tudo de novo.

Note que as organizações tradicionais ganharam dinheiro, status, mercado, dentro de um modelo de intermediação, que era baseado em um determinado DNA Civilizacional.

A intermediação foi feita em cima de um DNA Civilizacional Analógico, que permitia um modelo específico de intermediação, no qual os negócios foram estruturados.

Analisemos, por exemplo, o caso clássico da indústria da música, que montou todo o seu modelo de negócios no DNA Civilizacional passado:

  • Cds de música;
  • Controle dos canais de distribuição de CDs.

A chegada do MP3 e do P2P ampliou os limites das trocas de música, introduziram um novo DNA Civilizacional, e o modelo de intermediação – que era a base do negócio – perdeu o valor.

De forma muito rápida, a intermediação analógica, ficou obsoleta.

A indústria da música não percebeu, como vários outros setores ainda não entenderam também, que fizeram dinheiro sobre uma Tecno-Intermediação conjuntural e provisória, que está decadente

Montaram todo o seu negócio em um Tecnoambiente, que pode ser alterado quando chegam novas tecnologias de trocas (mídia) como agora.

O que temos hoje em todas as áreas de negócios é uma mega ruptura – a passagem da intermediação analógica para a digital.

Na educação, na saúde, no direito, no agronegócio, no marketing, nas cidades, no governo, nas finanças, na política tudo está estruturado num modelo de intermediação que ficou obsoleto.

Acordem: quando mudam as tecnologias das trocas, altera-se o modelo de intermediação – que é a base de todos os negócios!

O que ocorre é que, com o tempo, com o aumento populacional, as intermediações que eram eficazes vão ficando lentamente obsoletas.

O Tecnosapiens, como consegue aumentar a população, vai demandando modelos cada vez mais sofisticados de intermediação.

Mudanças de mídia nos trazem novos DNAs Civilizacionais, que têm como grande missão promover a reintermediação dos modelos anteriores.

Quando falamos em futuro do Direito, da Educação, da Saúde, do Agronegócio, das Cidades, do Governo estamos apontando na direção da reintermediação.

E é por isso que há tanta dificuldade de compreensão por parte das organizações tradicionais neste futuro, pois são os seus líderes os que têm mais têm a perder neste novo cenário.

Todo a forma de agir e de pensar do atual modelo de intermediação precisa de um verdadeiro transplante para que se possa chegar às novas regras.

O desafio é grande e inevitável.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Os estudos que temos feito sobre a civilização nos mostra que o sapiens é a única espécie que aumenta a população, de forma interdependente.

Outras espécies podem até aumentar o número de membros, de forma isolada.

A Complexidade Demográfica Progressiva, numa espécie interdependente, exige que tenhamos que nos reinventar de tempos em tempos, alterando os modelos de comunicação e, a partir daí, de liderança.

Somos a única espécie, assim, por sermos tecnos, que altera, ao longo da caminhada, o modelo de comunicação e, por sua vez, de liderança.

A espécie tem um DNA Civilizacional mutante.

(Podemos entender DNA Civilizacional pelos códigos que existem nas tecnologias de trocas disponíveis, que definem os limites dos modelos de liderança disponíveis a cada etapa da nossa jornada.)

A forma como nos organizamos enquanto sociedade se altera no tempo para que possamos resolver o problema da complexidade demográfica progressiva.

Podemos dizer, assim, que a espécie não evolui, mas se compatibiliza com o patamar de complexidade demográfica.

Fazemos isso, através das mudanças tecnoculturais, que ocorrem de forma incremental, radical ou disruptiva.

Quando inventamos novas mídias – tecnologias que viabilizam as trocas humanas – temos uma Guinada Civilizacional, pois passamos a ter novo DNA Civilizacional disponível.

Sobre ele, podemos criar nova Cosmovisão, que tem como missão ajustar a forma de pensar e agir para tirar o máximo proveito do novo DNA Civilizacional disponível.

O novo século introduz na sociedade este novo DNA Civilizacional Digital, que nos permite praticar novo modelo de liderança, através da reintermediação dos antigos processos.

Temos um enorme desafio tecnocultural pela frente e temos que entendê-lo para que possamos nos preparar e agir a partir dele.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Sem troca, não há ser vivo.

Seres vivos trocam para sobreviver.

Há trocas com o meio ambiente, com outras e com a mesma espécie – que definem formas de sobrevivência.

Há uma adequação entre vários fatores, tais como:

  • Complexidade demográfica (relativa a número de membros) e os modelos de interação e administração de cada espécie;
  • Os modelos de interação e administração definem o modelo de liderança.

Tudo tem que ser harmônico.

  • Lobos têm líder alfa, pois as matilhas têm poucos membros, com modelo de interação e administração específico;
  • Formigas não têm líder alfa, pois são bilhões de membros, com modelo de interação e administração específico.

O sapiens, diferente das demais espécies, por ser tecno, desde a origem, é a única que consegue alterar tanto a taxa de complexidade demográfica (que aumenta com o tempo), quanto os modelos de liderança, que se alteram, conforme as tecnologias de trocas disponíveis.

O modelo de liderança do sapiens, assim, é condicionado pelas tecnologias das trocas disponíveis.

Os novos modelos de liderança, por usarem tecnologias de trocas mais sofisticadas, permitem superar problemas que antes não eram possíveis.

O antigo modelo de liderança, assim, que define o epicentro das organizações, é atualizado, aumentando a taxa de competitividade de quem o adota.

Aumenta, assim, os modelos de liderança disponíveis na sociedade, com um muito mais exponencial, como é o caso agora, do que o anterior.

Mais gente no planeta, vai tornando o macro modelo de liderança da sociedade obsoleto.

Podemos, assim, dizer que mudanças nas tecnologias das trocas vêm para sofisticar os modelos de liderança disponíveis.

O DNA civilizacional é definido, assim, pelas tecnologias das trocas disponíveis. Com ele renovado, é possível recriar os ambientes sociais, políticos e econômicos.

Revoluções nas tecnologias das trocas vêm reintermediar os processos de um modelo menos para um mais sofisticado.

O novo século tem como pano de fundo, assim, o processo de migração de um modelo de intermediação atual (das trocas orais e escritas) para um novo (das trocas digitais).

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

 

As trocas são o epicentro da espécie.

Sem troca, sem sapiens.

As trocas humanas são baseadas nas mídias disponíveis.

Não há, portanto, trocas naturais, “puras”, mas sempre tecno-trocas.

E, assim, novas mídias alteram as trocas, condicionando mudanças em toda sociedade.

Podemos falar de trocas de baixa e de alta quantidade a depender do número de envolvidos.

Em cada caso, em baixa ou alta quantidade, teremos um tipo de anatomia da tecnologia de mídia.

Um tipo de intermediação das trocas.

E é este tipo de intermediação das trocas humanas, condicionada pelas tecnologias de mídia, que podemos chamar de DNA civilizacional.

Quando temos novas mídias, gradualmente vamos alterando o DNA civilizacional, que é a base das organizações de toda sociedade.

É isso, que dizes?

O Google me responde o seguinte quando pergunto o que é uma escola:

” Escola – estabelecimento público ou privado destinado a ensino coletivo. “

Melhoremos o conceito.

Antes da Internet, podíamos dizer que escola era:

  • um espaço presencial – praticamente obrigatório, entre a vida infantil e adulta das pessoas;
  • um espaço com tempo determinado, no qual pessoas recebiam uma espécie de herança civilizacional das diferentes áreas do conhecimento, incluindo valores, para se integrar à sociedade.

A função, assim, da escola era/é o de prover uma ponte entre a família e a sociedade, da infância à vida adulta.

Podemos dizer que, independente as mudanças que teremos adiante, a sociedade precisará de algum tipo de Educação em casa ou fora dela para preparar o sapiens a enfrentar para vida adulta.

Nós não saímos da barriga das nossas progenitoras como outras espécies, prontos ou quase prontos para virar adultos.

Assim sendo, a necessidade de algum tipo de Educação é algo estrutural e permanente da espécie, sendo a atual o resultado conjuntural de determinada etapa civilizacional.

O atual modelo de educação foi pensado e se encaixou na preparação para a seguinte vida adulta:

  • de escassez de informação, no qual o professor, a escola, os livros didáticos eram insubstituíveis;
  • em um ambiente, no qual a única forma de se ter contato com educadores era de forma presencial, em determinado tempo e lugar;
  • em que as profissões e as organizações eram praticamente permanentes;
  • em que a taxa de mudanças era baixa;
  • em que a regra do mercado era emprego e não trabalho autônomo ou próprio negócio.

A nova Civilização, aonde já ocupou territórios, entretanto, tem demonstrado que os futuros adultos passarão a conviver no seguinte cenário:

  • de abundância de informação, tornando o atual conteúdo das salas de aula substituível;
  • do acesso ao conhecimento a distância, permitindo flexibilidade de tempo e lugar;
  • de profissões e organizações mutantes;
  • em ambientes plataformas, no qual cada profissional é uma personal startup, inovador e sempre mudando.

Assim, cada vez mais teremos, como já temos, um abismo entre o atual modelo educacional com a futura vida adulta.

O atual modelo de educação ficou obsoleto, pois a civilização para o qual ele foi concebido também está ficando obsoleta!

Os jovens, cada vez mais dentro da nova civilização, vão se perguntar por que precisam da atual escola? Uma escola que não os prepara para a NOVA vida adulta?

O debate educacional que temos que fazer hoje é de entender que a Educação, que podemos chamar de obrigatória (aquela que todos os pais esperam matricular os filhos) terá que ser um espaço de preparação para que os novos sapiens possam viver bem quando forem sapiens adultos.

É preciso entender que a nova civilização é disruptiva em relação a atual e, assim, a educação também terá que ser.

A mudança na educação é estrutural, pois as mídias têm esse poder: permitir profundas alterações civilizacionais para as quais todas as áreas da sociedade precisam se reajustar.

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Vivemos neste novo século o fim de um ciclo milenar da espécie humana.

Ao atingir a marca de 7 bilhões, o sapiens chegou ao limite de um Macro-Modelo de Comunicação e Administração, que podemos chamar de Mamífero.

O Modelo Mamífero é baseado nas mídias sonoras (oralidade e escrita/sons no papel/telas), que exige que um líder-alfa interprete os códigos para decidir.

INEVITÁVEL demanda de verticalização e intermediação do comando e controle, que permite a tomada de decisão dentro de um Patamar de Complexidade.

Quando a população cresce o Modelo Mamífero de Administração e Controle vai ficando cada vez mais obsoleto diante dos desafios.

O que está provocando a mudança no mundo, assim, é a Complexidade Demográfica de 7 bilhões, que exige que alteremos o Macro-DNA Tecnocultural da espécie.

Tudo que estamos assistindo nesse novo século é a mudança gradual, mais rápida do que se imaginava, da migração do Macro DNA Mamífero (Civilização 1.0) para o das Formigas (Civilização 2.0).

Insetos, as formigas em especial, têm um Macro DNA não baseado em sons, mas em rastros, em química, no qual cada membro é um líder contextual.

Quando uma formiga encontra comida, não emite um som, mas um rastro químico, que alerta os demais membros.

Formigas decidem “clicando e curtindo”, não fazem reunião de equipe ou tem um gerente para comandar.

O que temos assistido é uma passagem gradual da Civilização 1.0 (mamífera) para a 2.0 (formigas) com um simples objetivo: melhorar a qualidade de vida da espécie.

Essa passagem, entretanto, não é direta, mas gradual, em, até agora, três etapas: digitalização, uberização e blockchenização.

A digitalização é a descentralização do DNA mamífero para que possa ser alterado para o DNA formiga mais adiante – mas ainda é mamífero.

Na Uberização, é preciso alterar o DNA para novo modelo de comando e controle, sendo ainda mais radicalizado na Blockchenização.

A descentralização, aumentar a capacidade de decisão de cada indivíduo, é a meta da Civilização 2.0.

Porém, quando falamos em modelo administrativo das formigas não estamos mais praticando o comando e controle sonoro, mas por rastros – que é que garante a tão falada exponencialidade.

Vivemos, assim, neste novo século momento Bimodal, entre duas Civilizações não compatíveis.

Estrategistas precisam entender o maior desafio administrativo de todos os tempos para que possam ajudar seus clientes a superá-lo.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


No debate que estamos fazendo no Grupo Educação Bimodal da Escola saiu essa pergunta do Flexa Ribeiro: “Como conciliar o que é incompatível?”.

Se entendermo que a Civilização 2.0 vem ocupando territórios e em luta em diversas fronteiras, podemos analisar o futuro no presente.

Na linha do John Naisbitt, que disse que o futuro é regional e não temporal.

No território ocupado pelo Uber na área de mobilidade, observamos que:

  • as organizações tradicionais tinham/tem um modelo de administração, que estavam estruturadas na Gestão – cuja forma de modelo de comando e controle da qualidade, pessoas, processo é baseada em líderes-alfas bem definidos;
  • as organizações uberizadas tem um NOVO modelo de administração, que estão estruturadas na Curadoria – cuja a forma de modelo de comando e controle da qualidade, pessoas, processo é baseada em lideranças contextuais distribuídas.

Podemos dizer que se uma organização tradicional da área de mobilidade continuar plantando a semente do comando e controle da Gestão – jamais vai nascer o Kiwi da Curadoria!

E isso vale para vários outros casos uberizados: Youtube x Globo/Neflix, AirbBn x Hotéis, Mercado Livre x shopping center.

Assim, o grande problema que temos nesta atual Revolução Midiática é a incompatibilidade entre modelos administrativos.

Uma organização tradicional não vai competir no novo mercado apenas com novas tecnologias – é preciso nova filosofia administrativa!

E este parece ser o maior desafio administrativo da história do sapiens: abandonar um modelo de comando e controle que funcionou durante milênios em período de tempo um curto.

O que a maior parte das organizações está fazendo é apostando todas as fichas que estamos diante de uma mudança tecnológica e não de filosofia.

Se o diagnóstico está correto – e as zonas de território ocupado têm demonstrado isso – é preciso compatibilizar o incompatível num ambiente bimodal.

Dois motores, duas áreas separadas, dois modelos administrativos: que que vai lentamente terminando e outro que vai ocupando cada vez mais espaço.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Podemos dizer que o avanço da Descentralização no novo século tem avançado em três modos:

  • Melhoras nos antigos territórios – digitalização;
  • Novos Territórios ocupados – uberização;
  • Zonas em conflito – blockchenização.

Isso se pode perceber não só pelos fatos, mas também pelo linguajar.

Todo mundo domina a narrativa Uber, mesmo que não saiba a quantidade enorme de termos técnicos internos criados para que tudo isso seja possível.

No Blockchain, isso não tem ocorrido, pois ainda não há um território ocupado de uso em larga escala.

O Bitcoin se popularizou, mas é um pouco aquele celular que tem alguns que usam, mas o povão não sabe direito do que se trata.

Será preciso um serviço blockchenizado de massa para que o pessoal que trabalha no setor deixe de falar o dialeto que estão usando e passe a dialogar com a galera.

E a pergunta é: qual será o unicórnio do blockchain que vai virar papo de botequim?

É isso, que dizes?

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O grande problema que temos hoje é de que o futuro é disruptivo.

Temos um novo modelo de Comando e Controle – que pede uma nova Macro-Filosofia – e o que está hoje não vai continuar.

Não é continuidade.

Precisamos inventar formas de conseguir começar o novo, sem embolar e atrapalhar o antigo.

No caso do governo, o ideal seria criar zonas de inovação disruptivas.

O que seria isso?

Áreas no país, em que se tivesse a liberdade de experimentação, como se fosse um Vale do Silício, no qual poderíamos viver fora da Constituição Federal para começar do zero.

Haveria a aceitação do local, ou construção do zero do novo local, para que se pudesse criar o Brasil 2.0.

Pode parecer uma ideia meio fora de propósito, mas as zonas de inovação disruptivas são podem alavancar bem o nosso futuro.

É isso, que dizem?

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Continuo dialogando com o Flexa:

Podemos dizer que estamos criando uma nova Ideologia Civilizacional para a Era Digital, algo que sempre ocorre depois de Revoluções Midiáticas.

Há alguns parâmetros filosóficos e teóricos, que devem ajudar a pensar as novas metodologias no geral e educacional.

A nova Ideologia Civilizacional vai promover novos conceitos que permitam a descentralização dos conceitos de descentralização, que tínhamos até aqui.

Toda a base de pensamento hoje está estruturada em parâmetros de Comando e Controle, que precisam ser revistos.

Hoje no Brasil e em vários lugares do mundo, há um pensamento sobre critérios da Qualidade da Educação, que são definidos pelo Estado, pelas escolas.

E não pelos próprios alunos e pelas organizações interessados em inovar nesse novo mundo.

Acredito que, lentamente, ou mais rapidamente (espero) consigamos a passagem do controle Estado/Escolas para o de Alunos/Organizações Produtivas.

As avaliações hoje são feitas, assim, a partir do critério de um centro, que têm as suas preocupações, mas que estão muito distantes da demanda que teremos neste novo século.

Vejo duas tendências fortes:

  • a preparação de ambientes educacionais,com cada vez mais flexibilização de tempo e lugar;
  • e, do ponto de vista do conteúdo, idem, a flexibilização, a partir de foco em solução problemas, da agenda de cada um, a partir de seus parâmetros, propósitos e potenciais com foco na inovação.

O problema nisso tudo é que hoje vivemos um momento bimodal disruptivo, diferente de outros momentos similares, incrementais ou radicais.

A educação que será hegemônica ao longo do século será completamente distinta da atual – e é preciso dividir o processo em dois ambientes:

  • um vai melhorando o que tem da melhor forma possível;
  • e outro começa do zero, procurando o máximo de desintoxicação.

É isso, que dizes?

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Ouve-se muito por aí que temos agora no mercado as tais Tecnologias Exponenciais.

Isso a meu ver é um conceito MIMIMI, mais atrapalha do que ajuda, recomendo não usar e não basear nenhuma decisão relevante nele.

Vejamos.

Exponencial quer dizer: taxa de crescimento muito maior (geometricamente maior) se comparado a um antigo modelo menos exponencial.

Assim, ao se utilizar o conceito “exponencial” aplicado aos negócios, estamos nos referindo a taxa de crescimento e capacidade de atendimento de organizações, que passam a ser infinitamente maiores do que as anteriores.

Se compararmos, por exemplo, o crescimento e a capacidade de atendimento do Uber com uma cooperativa de táxi ou empresa de transporte tradicional podemos constatar é a adoção de um mix de tecnologias que permitiu nova forma de comando e controle dos processos.

No Uber, o que é exponencial não são as tecnologias utilizadas, mas o novo modelo de administração, que permite a reintermediação de vários processos.

A quantidade necessária de gerentes no Uber para coordenar o “exército” de motoristas é exponencialmente menor do que uma empresa de transporte tradicional.

Aí está a explicação da exponencialidade do Uber: com menos gerentes muito mais gente trabalhando e sendo atendida!

O que é REALMENTE exponencial nas novas organizações uberizadas é o conjunto de tecnologia, que permite a invenção de nova Ideologia Administrativa.

É nova Ideologia Administrativa Uberizada que permite que haja nova forma de comando e controle e não as tecnologias!

No Uber, uma série de nova maneira de pensar e agir , a saber:

  • adoção de nova ideologia de comando e controle muito mais distribuído do que o atual;
  • nova referência de controle de qualidade (auto gerenciado por motoristas e passageiros), via Reputação Digital;
  • reintermediação das telefonistas pelo celular/gps;
  • fim dos vínculos fixos (autonomia, diárias, mensalidades, salário).

Tudo isso nos leva a um Modelo Administrativo novo, mais exponencial do que o passado, que foi obtido, a partir do uso inteligente de um conjunto de novas tecnologia, tendo como base nova Ideologia Administrativa mais distribuída.

Uma tecnologia, assim, não é exponencial em si, o que é exponencial é a ideologia.

Podemos, sim, se quisermos falar que há uma nova Ideologia Exponencial no mercado: aquela que mata os gerentes e transfere a coordenação para a comunidade de consumo (fornecedores e consumidores),

O conceito “Tecnologias Exponenciais”, assim, faz parte de mais uma tentativa de se tapar o sol com a peneira para evitar a dura realidade: a obrigação de de abandonar as velhas ideologias de comando e controle.

O que se quer no mercado hoje, é criar a fantasia de que basta mudar as tecnologias que tudo será resolvido. A exponencialidade virá sem nenhum mudança estrutural.

Não vai.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Quero refletir um pouco sobre o que diz o Flexa.

Ele diz que um dos obstáculos é o que ele chamou de Referencial/Parâmetro de Qualidade.

Qualidade – grau negativo ou positivo de excelência.

Ele fala de indicadores de qualidade de uma escola, mas vou preferir chamar de educação.

E diz que há dois parâmetros, aqueles que pensam em centralização e os que defende descentralização.

E sobre o primeiro trecho que quero falar hoje.

Se compararmos a situação com o Youtube, para termos um parâmetro, a questão é a mesma.

Quem define a qualidades dos vídeos que entram?

Note que o debate é o que vamos chamar de Referência de Qualidade.

A TV Globo, por que tem uma referência de qualidade, que alguém precisa autorizar TODOS os vídeos que vão para o ar, estabelece um parâmetro de exponencial.

A quantidade de vídeos que circularão, assim, como o Netflix, vai depender da autorização de um centro qualificador.

O problema da Referência de Qualidade Centralizadora é a escala.

O Youtube para existir precisou passar de uma Referência de Qualidade Centralizadora para o de Descentralizadora.

Como fez isso?

Transferiu para os usuários o critério do estabelecimento de Referência de Qualidade.

Se pensarmos no desafio da Qualidade Exponencial da Educação estaremos debatendo o mesmo que foi feito nos Ubers, onde se inclui o Youtube.

A passagem de um Referência de Qualidade Centralizada que tem limites de atendimento.

O desafio da Educação para o Futuro é justamente criar um ambiente em que se possa distribuir o critério de qualidade.

Para que isso seja feito, existe uma chave importante.

A passagem do foco em assunto, em Educação “como forma de promover o alinhamento com o conhecimento do passado”, que precisa de um centro para definir qual é mais ou menos relevante;

Para.

A passagem do foco para problema, no qual a Educação deixa de ser “uma forma de promover o alinhamento com o conhecimento do passado”, mas um instrumento para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

E aí temos algo importante.

Quem vai definir a qualidade é o cliente que estará se utilizando das plataformas educacionais, organizações, pessoas físicas, que serão atendidos pelos pré-profissionais em formação.

E é a capacidade dos estudantes de se utilizar destes novos ambientes e de atender os clientes em torno dessa plataforma que vai se aferir a nova Qualidade.

Com este novo modelo, completamente novo, se consegue superar a barreira que temos hoje da Qualidade Exponencial.

É isso, que dizem?

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Cada pessoa a mais no planeta traz a demanda de comer três vezes ao dia.

Ponto.

Quem questionar isso é maluco, bloqueia logo para evitar problema.

Qualquer análise honesta e eficaz da sociedade humana precisa partir da fórmula básica da do que podemos chamar de Complexidade da Sobrevivência.

Se temos uma tribo com 500 membros.

Podemos dizer que aquela tribo tem uma Complexidade de Sobrevivência, que poderia se traduzir na seguinte fórmula:

500 x 3 = 1.500 pratos de comida/dia.

Pode não se comer três vezes ao dia, mas o índice de complexidade vai girar em torno deste valor.

Todo o modelo social, político e econômico daquela tribo, querendo ou não, terá uma relação com este Epicentro Social: da Complexidade da Sobrevivência.

Certo?

Assim, o Modelo de Comunicação, de Administração e Econômico – todos Tecnoculturais – daquela tribo terá uma relação direta com aquele valor da Complexidade da Sobrevivência.

Se a tribo crescer e virar 5 milhões, com a Complexidade de Sobrevivência de 15 milhões de pratos/dia algo terá que mudar nos Modelos Sociais, certo?

Repito: quem questionar isso é maluco também, bloqueia logo para evitar problema.

Assim, se a tribo começa a aumentar a população e, por sua vez, a Complexidade da Sobrevivência, algo precisa ser feito para que se continue a produzir a quantidade de pratos de comida.

Esta relação progressiva habitantes/pratos de comida define o que chamamos aqui na escola de Complexidade Demográfica Progressiva.

O que é isso?

O ser humano tem demonstrado ao longo do tempo a contínua demanda de aumentar, quando pode, o tamanho da população e isso TORNA OBRIGATÓRIO ajustes na Tecnocultura, seja com a introdução de novas ideologias como de tecnologias.

A forma de pensar e agir da sociedade, em função do aumento demográfico, vai se tornando obsoleta.

O que temos, assim, é o que podemos chamar de Modelos Sociais Progressivos para fazer frente à Complexidade Demográfica Progressiva.

Certo?

E é por isso que, de tempos em tempos, temos que promover Revoluções Midiáticas, que nos permitem dar um upgrade civilizacional, criando novos Modelos Sociais.

]A chegada de novos Modelos Sociais tem como meta lidar melhor com a Complexidade da Sobrevivência, criando um novo ambiente social (onde se inclui o educacional), político e econômico.

A Complexidade Demográfica Progressiva e Modelos Sociais Progressivos são um dos principais conceitos da Quarta Geração da Escola de Antropologia Cognitiva Canadense, na sua versão brasileira.

Os outros diria que são: a Curadoria (novo modelo social do sapiens), baseado nos novos canais e linguagem digital, além da a ideia da Descentralização Progressiva, na qual todos os novos Modelos Sociais tenderão a um empoderamento maior de cada sapiens.

Todos estes conceitos são debatidos na formação da escola.

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Tudo agora tem que ser inteligente.

Mas o que é ser mais inteligente?

Diria que o critério de inteligência é a capacidade individual de se tomar decisões melhores, a partir dos objetivos de cada um.

Inteligência é a capacidade que temos de driblar nossas emoções e conseguir decidir de forma mais adequada a partir dos nossos objetivos.

Hoje, passamos a usar a palavra inteligente como sinônimo de tecnológico.

Quanto mais aparatos tecnológicos você tem, ou usa, mais inteligente você é sem aferir os resultados.

Uma cidade inteligente é aquela que tem mais bugigangas? Ou aquela que permite que cada cidadão possa colaborar com decisões melhores individuais, que se refletem no todo?

Quando falamos, assim, em Inteligência Coletiva temos o somatório das decisões individuais que ajudam cada pessoa a viver com mais qualidade com impacto no todo.

A ideia de cidades inteligentes, empresas inteligentes, pessoas inteligentes tem que vir acompanhado de aferição entre o que a pessoa deseja, o esforço que faz e o resultado que obtém.

Inteligente é o resultado final do processo.

(Objetivo + método = resultado)

Se o objetivo foi alcançado, com o método menos trabalhoso possível, há ali uma taxa maior de inteligência.

É isso, que dizes?

O mundo está tornando as pessoas cada vez mais empresas.

Você está sendo “startupetizado” cada vez mais.

Estamos reintermediando as atuais organizações e criando grandes plataformas de micro-trabalhadores, o Uber é um bom exemplo, que só tende a crescer.

E se você vai se tornar uma espécie de personal-empresa precisa aprender a viver no mercado.

Gosto de definir marketing como a ação de comercializar, ou mercadar, ou mercadando.

É base fundamental para que pessoas tenham sucesso nesse novo mundo a capacidade de:

  • definir um problema que tenha facilidade/potencial de solucionar;
  • mercadar com o cliente para que possa ser sustentável no tempo;
  • mudar sempre para que possa continuar mercadando.

Isso exige uma mudança profunda na forma de pensar:

  • a profissão;
  • como se colocar no mundo;
  • e como lidar com tudo isso em um ambiente digital.

Há uma forte demanda hoje de profissionais de marketing que ajudem pessoas a lidar com este novo ambiente.

É isso, que dizes?

Quer entender o futuro do Marketing?

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Note que quando falamos em futuro, estamos projetando demandas que estão latentes hoje e que vão conseguir se expandir amanhã.

O grande barato de Revoluções Midiáticas é que elas possibilitam que novas ofertas sejam oferecidas, a partir das novas tecnologias disponíveis.

Assim, a pergunta que não quer calar, incluindo na área do Direito, é a seguinte: qual é a demanda?

Qual é a demanda que a sociedade tem hoje em relação ao direito?

E podemos apontar que é a Qualidade Exponencial.

O que é isso?

É a demanda de um mundo que cresceu sete vezes (1 para 7 bilhões) em 220 anos e um país que fez o mesmo em 120 (de 30 para 210 milhões).

Há algumas palavras-chaves que você tem que ter como norte: reintermediação, descentralização.

Para que se tenha uma nova possibilidade de qualidade na nova complexidade.

Hoje, a justiça, principalmente, no Brasil vive a crise da incapacidade de oferecer Qualidade Exponencial.

Quando se pensa em Direito 3.0, do futuro, Direito Digital se pensa em tecnologias, em máquinas, em inovação sem foco.

Quem vai fazer sucesso?

Quem enxergar a principal demanda – qualidade exponencial, em três etapas:

  • Digitalização – manter o que é hoje, no digital;
  • Uberização – novo modelo de comando e controle, com plataformas centralizadas;
  • Blockchenização – novo modelo de comando e controle, com plataformas descentralizadas.

Este é o norte.

Que dizes?

Quer entender o futuro do Direito?

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Os bancos nunca foram bancos.

Sempre foram tecno-bancos, apenas nós não víamos isso.

Quando aqueles bandidos dos filmes de cowboy entravam no banco, precisavam abrir o cofre para tirar cédulas de dinheiro.

Note que o cofre e as cédulas de dinheiro são tecnologias.

E que havia uma garantia para as pessoas guardarem seu dinheiro no banco, pegarem emprestado, investirem, através de uma tecno-intermediação.

Os bancos são o que são por causa da tecno-intermediação que temos hoje, da tecno-conjuntura.

Quando vemos as Fintechs avançando a olhos vistos, o que estamos vendo é a reintermediação dos serviços financeiros.

O bancos ganhavam dinheiro por causa da incapacidade de concorrentes prestarem o serviço com confiança (sem falar da regulação pró-manutenção).

Hoje, quando se fala do futuro da área financeira, estamos falando da reintermediação dos antigos players por novos, que vão se utilizar das novas tecnologias para criar o que estamos chamando aqui de Qualidade Exponencial:

  • Custos flexíveis para perfis diferentes;
  • Negócios entre micro fornecedores e consumidores;
  • Redução de custos das transações.

E isso vai se dar em três etapas:

  • Digitalização – que é o caso do Nubank, que é a mesma estrutura muito mais flexível;
  • Uberização – empréstimos pessoais direto pessoa a pessoa, por exemplo;
  • Blockchenização – como o bitcoin.

O importante, mais importante de tudo, é entender o contexto geral: a saída da crise demográfica dos últimos séculos e a forte demanda pela Qualidade Exponencial.

É isso, que dizes?

Quer entender o futuro das Finanças?

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O Brasil tem um desafio no próximo século: resolver o problema da Qualidade Exponencial.

Explico.

Saltamos de 30 para 210 milhões de habitantes – sete vezes em 120 anos – e, se conseguimos, mal e porcamente resolver o problema da quantidade, ainda não superamos o problema da qualidade.

Nosso principal problema é que somos importadores de ideias externas em todas as áreas.

Na saúde, educação, direito, alimentação, cidades, finanças, energia, comunicação, transporte, entre outros, é preciso ter uma visão uberizada.

É preciso criar novos modelos de comando e controle, plataformas que permitam que milhões de pessoas passem a resolver os problemas de forma auto-gerenciada.

Em cada setor, existem particularidades, mas é preciso uma visão geral sobre o problema.

Hoje se fala muito em inovação, inteligência, conhecimento, informação, mas tudo isso nos deixa perdidos.

É preciso um diagnóstico: sair da qualidade precária para a exponencial e se avaliar os projetos que conseguem, ou não, atingir a essa meta.

BRASIL – QUALIDADE EXPONENCIAL.

É bom norte para o investimento do país.

China e Índia têm problemas parecidos com os nossos – o que nos abriria até mercados, se começássemos a desenvolver produtos e serviços, que permitissem a Qualidade Exponencial.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Talvez uma das grandes contribuições do livro “Cisne Negro” do Taleb, seja a feroz crítica que faz ao efeito manada.

Veja aqui o que tenho dito sobre o livro:

As ideias hoje, principalmente na área de negócios, se disseminam na sociedade muito mais por quem diz do que propriamente pelo que se diz.

O lógica do marketing faz mais sucesso do que a científica.

O senso comum tem extrema necessidade de se agarrar ao cotidiano, acreditando que assim está imune a anomalias, que o Taleb chama de Cisnes Negros.

Cisnes Negros ou anomalias assustam a maior parte das pessoas, que tendem ao pensamento normal e não ao extraordinário, isso faz parte da espécie.

Há indícios de que os Cisnes Negros podem ocorrer, em geral, em pensadores ou Escolas de Pensamento periféricas, que não são tão vinculadas à fumaça e mais ao fogo.

A chegada do digital que Taleb chama de Cisne Negro já era algo que estava sendo debatido pelos canadenses há décadas, mas a Escola era e continua a ser periférica.

Assim, podemos dizer os Cisnes Negros são previstos por grupos pequenos e periféricos, mas que não têm voz na análise geral no espírito da manada.

O que reforça um pouco a ideia da Escola Austríaca de Economia, principalmente Mises e Hayek, que afirmam que o conhecimento é sempre disperso e heterogêneo.

É isso, que dizes?

Não estamos falando da semana que vem, mas vamos projetar de 20 a 50 anos para frente.

Falando de futuro do futuro.

A Revolução Digital tem como grande objetivo, este é o nosso diagnóstico, permitir a Qualidade Exponencial.

Que pessoas possam não só ter ofertas, mas que possam ser personalizadas no tempo, lugar, comodidade, idiossincrasias.

Perdemos esse tipo de possibilidade com o embate entre aumento populacional e mídia verticalizada.

E temos agora um déficit de Qualidade Exponencial.

Governos, vamos entender governos como serviços e produtos, em que o estado gerencia, através de impostos, têm a tendência a um ritmo menor do que a iniciativa privada.

Servidores do Estado, em geral, nos países estão menos sujeitos a lei do mercado, pois o seu ganho é baseado em impostos e não em trocas voluntárias.

Assim, podemos dizer que, por natureza, estruturas estatais são mais lentas, diante das privadas (principalmente as que não são monopolistas).

Por causa disso, com o aumento da velocidade da inovação e da demanda cada vez maior por personalização, é de se esperar que ocorra um movimento em todo o planeta de passagem do estado para o privado.

É uma macro tendência.

Isso vai colocar as organizações do governo em uma certa defensiva, justificando que são dinâmicas e que podem colaborar com a sociedade.

O que chamamos de Governo hoje será muito maior do que chamaremos amanhã, de maneira geral, se colocada a perspectiva global.

Isso é uma aposta, concorda com ela?

É isso, que dizes?

Quer entender o futuro do Governo?

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Já não é novidade, pois o Curely já tem algo parecido.

Uma rede de médicos disponíveis para que você possa ser atendido quando e onde quiser.

A vantagem da uberização dos médicos me parece ser:

  • redução de custos com consultório;
  • quebra de tempo e lugar;
  • criação da reputação digital de cada médico.

Muitos logo dirão que o médico precisa ter o contato direto com o paciente.

Sim, mas depende do caso.

Nem sempre, imagine que para medicina preventiva, no qual o paciente não tem nenhum problema, apenas que orientações.

Ou para nutricionista, ou vários outros casos?

O que é importante nestes casos é evitar os problemas na frente para não ver as soluções possíveis.

É importante perceber que temos um desafio de Qualidade Exponencial em que podemos ter mais gente sendo atendida, de forma mais barata e personalizada.

Nem tudo será na plataforma, mas não se pode pensar que nada pode ser feito na plataforma.

É isso, que dizes?

Quer entender o futuro da Saúde?

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Vitória está orgulhosa de ter ganho o prêmio de cidade inteligente.

O prêmio é Connected Smart Cities (Cidades Inteligentes e Conectadas) e defende a ideia:

O Prêmio Connected Smart Cities consiste em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para que as cidades possam alcançar o patamar de ser uma cidade inteligente. Em parceria com a Neurônio, o Prêmio aceita a participação de qualquer pessoa jurídica com sede no Brasil, que apresente um negócio inovador que contribua com a resolução de problemas das cidades, de maneira a torná-las inteligentes.

O conceito de inteligência, a meu ver, é vago, pois “os conceitos e definições da inteligência variam de acordo com o grupo a que se referem.”.

A inteligência é medida por alguém, que se apega a determinado tipo de critério subjetivo.

A meu ver falta uma objetividade no conceito “cidades inteligentes”.

A China tem controlado os cidadãos, através do reconhecimento facial, as cidades em que isso é feito é inteligente, ou não?

A meu ver, quando temos a análise, por exemplo, de Qualidade Exponencial, como um norte, mais poder para os cidadãos, estamos definindo um critério de inteligência.

A cidade mais inteligente é aquela que consegue o aumento da Qualidade Exponencial.

Há um norte para a inteligência.

O receio que devemos ter é a chamada inovação pela inovação, cidades felizes por terem ganho o prêmio de mais inteligentes, ou mais digitalizadas, sem que se veja o resultado disso na ponta.

O cidadão tem conseguido mais qualidade de vida?

Fica a questão.

Que dizem?

Quer entender o futuro das Cidades?Entre no nosso grupo Cidade Bimodal, me manda um zap e veja o que é preciso: 99608-6422 – “Nepô, quero entrar na Cidade Bimodal”.

Os Bimodais não têm dúvida que o grande desafio de qualquer setor é conseguir a Qualidade Exponencial: qualidade na quantidade e qualidade na quantidade.

E isso pode ser feito em três camadas:

  • digitalização – que é manter o modelo atual com novas tecnologias – o que está bombando no mercado hoje;
  • uberização – que é criar nova forma de comando e controle, através da nova linguagem nas atuais plataformas centralizadas – com alguns “territórios ocupados” no país;
  • blockchenização – que é, além da nova forma de comando e controle, o trabalho em plataformas distribuídas, algo que está na fronteira da Era Digital, bem no início.

Quando se fala do setor de Agro é preciso separar o que acontece de novidades em cada um destes setores.

O artigo ‘Uberização’ da economia avança sobre a roça – e adjacências” é a uberização de parte da produção, tentando utilizar o novo modelo para reduzir custos com equipamentos.

O foco é descentralizar os equipamentos por quem não pode comprar: pequenos e médios proprietários.

O produtor tem um trator que usa 40% do tempo e coloca numa plataforma, que pode ser utilizado por outro.

Bom para todo mundo.

O projeto é da Agrishare – como o nome já diz, compartilhamento no Agro.

É o modelo de uberização.

É isso, que dizes?

Quer entender o futuro do Agro?

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Acredito que o principal problema é a palavra prever.

Prever exatamente o que?

  • Se trabalhamos em previsão de fatos, temos problemas, pois é papo de vidente;
  • Se trabalhamos com previsão de tendências, percentuais e taxas, a coisa melhora – e muito.

O Futurismo Factual, dia tal, tal coisa, fulano de tal vai ocorrer – não tem nada de científico – é o uso de bola de cristal, de vidência.

Não se está falando de ciência, mas de mágica, de esoterismo.

Quando se fala em Futurismo de Tendência, a coisa ganha outra visão.

Um médico pode, por exemplo, dizer que um paciente “x”, que sofre da doença tal, provavelmente (e aqui entra percentual) tem uma chance de se recuperar. Se nada alterar o quadro.

Note o que estamos falando.

  • Tendência e percentual;
  • Possibilidade de algo que pode alterar a tendência.

Nestes casos estamos falando de Futurismo de Tendência, na qual é preciso aplicar determinada teoria das forças.

Teoria é a análise das forças em interação e movimento, que podem ser projetadas, a partir do histórico do estudo das mesmas.

No fundo, o papel das ciências é procurar ajudar na tomada de decisões diante de problemas.

O que faz um cientista?

Tem um mapa das forças vivas, avaliadas, em algum tipo de tabela, e procura apontar quais delas tendem a ascensão e qual tende à regressão, a partir de determinados fenômenos.

Se estabelece taxas e se faz prognósticos de tendência, nada além disto.

Se a força tal vai se expandir, a tendência é que tenhamos o aumento de tal taxa e vice-versa.

Se um governo está emitindo moeda sem lastro, é natural que haja uma tendência à inflação. Não se diz valores, mas apenas que há um viés de alta ou de baixa – que pode ser maior ou menor.

O Futurismo de Tendências trabalha com teorias que vão sendo testadas e ajustadas.

Hoje, temos uma macrocrise das ciências humanas, que sub-avaliou determinadas forças e respectivas influências na sociedade: as tecnologias no geral e as mídias em particular, além dos esfeitos do aumento demográfico como fator causante de determinante guinadas civilizacionais.

O que se pode dizer hoje é que temos um viés de descentralização na sociedade, a partir das novas teorias midiáticas-demográficas da Antropologia Cognitiva.

A digitalização, a uberização e a blockchenização fazem parte disso.

Quando vão ocorrer, aonde, por quem isso é pouco preciso.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Pressionados pela necessidade de atender cada vez melhor 7 bilhões de sapiens, conseguimos unir, pela primeira vez na nossa trajetória, duas linguagens distintas: a da comunicação e a econômica.

Hoje, nas Plataformas Uberizadas cada pessoa tem uma espécie de valor acionário, que sobre e desce no mercado.

Não temos mais neste novo século grandes organizações operando no que chamamos de Bolsa de Valores, mas também um motorista ao entrar no Uber, passa a ter suas ações cotadas no mercado.

Muitos vão dizer que é o fim do mundo, mas é justamente o contrário: é o início de um NOVO mundo.

É a Personal Bolsa de Valores que permite que pessoas físicas possam fazer negócios com outras pessoas físicas. É a base de tudo que o pessoal chama de forma inapropriada de “Economia do Compartilhamento”.

Vejamos a lógica:

  • Em primeiro lugar, ninguém faz negócio que não se comunica;
  • Em segundo lugar, ninguém faz negócio com ninguém se não confia.

Assim, quando temos Revoluções de Mídia, que nos leva necessariamente a Revoluções Econômicas (aumentando a abundância) precisamos primeiro ter, pela ordem:

  • Novos canais, que permitam a comunicação mais horizontalizada;
  • E depois a criação de indicadores coletivos, que possam aumentar a taxa de confiança entre pessoas, que não faziam negócio, anteriormente.

Todas as Revoluções Midiáticas da história têm como objetivo permitir a descentralização das ações e decisões, através de uma Revolução Econômica.

O que estamos assistindo é a bolsa-valorização das pessoas físicas, através de grandes plataformas, que permitem que um novo ciclo econômico mais descentralizado seja possível.

A Reputação Digital é igual aos preços, ao índice das ações.

E é esta nova etapa Midiática-Administrativa-Econômica que vai permitir um novo ciclo civilizacional.

(O conceito “personal bolsa de valores” marca a junção dos estudos que temos feitos, unindo a Escola Austríaca de Economia com a da Antropologia Cognitiva Canadense.)

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Qualidade Exponencial é o grande objetivo da atual Revolução Civilizacional Digital.

Conseguir superar a antiga barreira da Civilização 1.0, na qual NÃO se consegui ofertar produtos e serviços mais personalizados.

Toda mídia nova que chega, a Macro-História demonstra isso, tem a capacidade de permitir que pessoas que não se conhecem possam trocar informações e negociar.

Foi assim com a oralidade a nível local, com a imprensa, expandindo trocas para outras regiões (incluindo contratos comerciais) e agora com o Digital, englobando todo o mundo.

Mas uma coisa é você se informar, trocar uma mensagem com alguém, outra bem diferente é fazer negócios.

O grau necessário, ou a taxa de confiança é muito diferente entre ouvir ou conversar com alguém e trocar valores com este alguém.

Há um abismo entre estes dois mundos.

Por isso, podemos dizer que a primeira fase da Revolução Digital, que é a Digitalização, expansão dos canais e das trocas informacionais, foi apenas a primeira etapa, pois havia baixa confiança para os negócios.

Para que os negócios possam ocorrer, tivemos que criar a uberização, que introduz a Reputação Digital, através da Linguagem dos Rastros (estrelas, curtições, cliques).

É a chegada da Reputação Digital que permite o salto das trocas informacionais para as de negócios.

Sem a certeza ou a quase certeza de que não será enganado, ninguém vai para casa de ninguém no AirBnb ou pegará um carro com um motoristas que nunca ouviu falar no Uber ou vai comprar uma bateria de celular de alguém que mora numa cidade distante.

Assim, só é possível começarmos a resolver a Qualidade Exponencial (quantidade com qualidade e qualidade na quantidade), permitindo que desconhecidos façam negócios.

São grandes comunidades de consumo formadas por micro fornecedores e micro consumidores, nas quais fazem negócios – se colocarmos a Reputação Digital para rodar.

A Uberização, assim, diferente da digitalização, abre as portas para que se possa melhorar a Qualidade Exponencial de consumo, através de grandes quantidades de produtos, serviços e fornecedores, todos com Reputação Digital.

É isso que faz com que pessoas recebam desconhecidos para dormir na sua casa.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Fica cada vez mais evidente que não podemos deixar de lado o tema da explosão demográfica, como vemos nessa declaração:

“O maior problema em 20 anos será o colapso da população. Não é explosão. Colapso.” – afirma o CEO da Tesla, Elon Musk, nesta palestra.

Podemos dizer que uma das grandes novidades das reflexões sobre o digital é justamente isso: entender a explosão demográfica como o FATOR CAUSANTE.

Estamos mudando tudo por que crescemos demais, ponto!

Nossa espécie cresce demograficamente e, POR CAUSA DISSO, nós somos OBRIGADOS a inventar um novo ambiente de Comunicação e Administração, de tempos em tempos, que consiga equilibrar oferta com demanda.

Mais gente, isso é matemático, gera naturalmente mais demandas e isso NOS OBRIGA a sofisticar as ofertas.

Quando falamos em sofisticar as ofertas temos que levar em conta dois fatores:

  • quantidade – para cada pessoa há que se ter um número específico de produtos e serviços;
  • qualidade – para cada pessoa há que haver uma taxa de personalização, preço e comodidade.

Talvez, possamos dizer que do ponto de vista quantitativo tenhamos, mal e porcamente, minimizado o problema no último século.

Houve um aumento exponencial de quantidade, pois hoje os 7 bilhões de Tecnosapiens conseguem sobreviver de uma forma ou outra.

Não temos assistido crises de mortandade de milhões de pessoas, apenas escassez.

Porém, para que o fenômeno da Quantidade Exponencial fosse possível, o ambiente produtivo FOI OBRIGADO a massificar os produtos e serviços e verticalizar o atendimento em grandes organizações.

O atual modelo de comunicação e administração tem uma limitação de personalização e de diálogo com os clientes.

A irritação das pessoas diante dos call centers é algo que marca esse ambiente, no qual se tem o produto e o serviço, mas sempre de forma precária, pois não há a personalização e nem a humanização do atendimento.

Assim, a grande tarefa da Revolução Civilizacional que estamos fazendo, introduzindo novas tecnologias midiáticas, nos permite resolver o problema da personalização, da qualidade.

No que podemos chamar de Qualidade Exponencial.

Isso se resume a uma ação: descentralização, retirando antigos intermediários que eram necessários e hoje, por causa das novas tecnologias, não são mais.

Permitindo a horizontalização dos negócios, a humanização dos mesmos, através do contato de micro fornecedores com micro consumidores, que vemos nos Ubers.

Se analisarmos todas as mudanças que temos e teremos nos mostra que estamos indo nessa direção em três etapas:

  • Digitalização – reintermediando os antigos operadores, eliminando barreiras de tempo e lugar;
  • Uberização – reintermediando os antigos gerentes, eliminando o controle de qualidade e do acervo central de produto, serviços e pessoas;
  • Blockchenização – reintermediando as atuais plataformas uberizadas, aumentando ainda mais o grau da descentralização e a independência dos micro fornecedores e consumidores.

Temos que entender, assim, que a nossa espécie tem na sua essência a demanda de sair de uma situação pior ontem para melhor hoje e amanhã.

Que nossa espécie é demográfica-midiática-administrativamente progressiva, que de tempos em tempos precisa, de forma espontânea e distribuída, dar um upgrade em todo o ambiente social, educacional, político e econômico.

O tradicional ambiente de comunicação e administração não consegue mais entregar a qualidade que a espécie deseja, ainda mais agora que ela se empoderou de mídia e está mais madura e mais reivindicativa.

Qualidade Exponencial é a grande demanda do novo século e o grande eixo da Revolução Civilizacional Digital – Fenômeno raro, mas Recorrentes.

Garantir a qualidade das ofertas dos produtos e serviços na nova quantidade, com cada vez mais personalização.

Que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Muitos cientistas admitem sempre que estudam um fenômeno e chegam a uma causa primária, mas não têm certeza que possa a ser a secundária.

Explico.

Matt Ridley, no livro “O Otimista Racional” estuda ciclos de aumento de trocas econômicas, que geraram prosperidade.

Falo dele aqui:

Aponta, assim, que quando há mais trocas, há prosperidade, criando uma teoria sobre os momentos de abundância na jornada humana.

Ele aponta a causa primária, mas que pode ser secundária, quando analisamos o efeito da mídia.

Assim, podemos ter diversos pensadores que apontaram mudanças relevantes na jornada humana, como é o caso do Matt Ridley, só que ele não percebe que há um “Interruptor Civilizacional” antes da explosão das trocas, que são as mídias.

As mídias são a causa da causa.

É isso, que dizes?

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