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O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigonepo210921

Introdução

O presente artigo tem a (s) seguinte hashtag (s):

  • #Administração 2.0 – a macrotendência humana para participar, cada vez mais, das Operações e Decisões de Sobrevivência.

É um Artigo Bimodal Fenomenológico (estudo do fenômeno). Não é, portanto, um Artigo Epistemológico (organizativo), pois NÃO trabalha com o detalhamento do Arcabouço Conceitual e nem levanta questões Aplicalológicas (aplicação dos estudos).

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

“O homem com a sua rede neural incomparável, nasceu para se conectar.” –  Niall Ferguson.

A sociedade passou séculos sem perceber uma das suas principais características humanas: a Complexidade Demográfica Progressiva.

Parece até piada, que o Fator Estruturante mais importante da vida do Sapiens não seja considerado o motivo principal de todas as Crises de Sobrevivência que estamos passamos.

As pessoas têm a fantasia de que passar de um para oito bilhões em 220 anos seria algo leve e indolor.

Muita gente atribui as atuais Crises de Sobrevivência ao sistema social, político e econômico, mas isso é um GIGANTESCO engano.

Uma Tecnoespécie – pode haver outras no universo – que salta de um para oito bilhões precisa, necessariamente, promover disruptivos ajustes.

Temos que entender que a sociedade humana vive dois momentos distintos, ao longo da sua Macro-História:

  • as inovações que podem ser feitas dentro do MESMO Ambiente Midiático;
  • e tudo que podemos inovar dentro de um NOVO Ambiente Midiático.

São as mídias que definem as Eras Civilizacionais. Repita isso todo dia, de manha, de tarde e de noite, se quiser entender onde estamos e para onde vamos.

Só o surgimento e a massificação de novas mídias permitem promover determinados ajustes Estruturais na Sobrevivência do Sapiens.

Todas as Revoluções Sociais, Políticas e Econômicas que já fizemos até aqui – apesar de não termos tido consciência disso –  tiveram como a grande matriarca uma nova Mídia.

Mídias são Ferramentas de Comunicação e Informação e são as Tecnologias Centrais de uma Tecnoespécie.

As Mídias são responsáveis, além de várias outros potenciais, pela forma como procedemos as nossas Macros Intermediações de Sobrevivência.

Macro Intermediações de Sobrevivência são novas possibilidades administrativas, que permitem o Sapiens resolver problemas, até aquele momento, insolúveis.

Tudo que criticaram no passado e procuraram saídas conjunturais nas Mídias Analógicas, temos a chance de iniciar as soluções no Digital.

Podemos dizer que tentamos várias Inovações Civilizacionais Incrementais no passado dentro das Tecnopossibilidades da Intermediação de Sobrevivência Analógica, primeiro com os gestos, depois com a escrita manuscrita e impressa.

A Intermediação de Sobrevivência Analógica era, e continua ainda sendo, a forma que tínhamos para resolver problemas, antes do surgimento da Era Digital.

Toda a forma de organização da Civilização Humana, antes do Digital, era feita dentro dos Tecnolimites da Macro Intermediação da Sobrevivência Analógica.

Na Intermediação da Sobrevivência Analógica qualquer administrador, seja de qual organização ou setor fosse, decidia tendo como base as informações orais e escritas disponíveis.

Na Intermediação da Sobrevivência Analógica havia uma baixa Taxa de Geração de Rastros de Sobrevivência.

Rastros de Sobrevivência são as informações disponíveis para que os Administradores de Plantão possam tomar decisões.

Um Administrador de uma Organização Tradicional tomava, assim, decisões com os dados orais e escritos disponíveis.

Na Intermediação da Sobrevivência Analógica, os dados orais e escritos precisam OBRIGATORIAMENTE de uma pessoa de carne e osso para decodificar, decidir e depois codificar, de novo, a decisão tomada.

A Intermediação da Sobrevivência Analógica, assim, depende, NECESSARIAMENTE de uma pessoa de carne e osso, que tem as suas limitações, a saber:

  • da capacidade de decodificação e codificação dos dados pelos administrador por serem Rastros de Sobrevivência mais complexos, tais como a palavra oral e a escrita;
  • da capacidade de analisar uma quantidade de dados disponíveis;
  • e da impossibilidade gradual de tomar decisões mais acertadas, diante, da cada vez maior Taxa de Complexidade Demográfica.

Temos que aprender algo muito relevante, a partir de uma releitura da Macro-História da nossa espécie:

O Sapiens, ao aumentar a população, vai tornando, gradativamente, obsoletos seus Macro Modelos de Sobrevivência anteriores.

(Releia a frase acima várias vezes e reflita sobre ela.)

Macro Modelos de Sobrevivência tem no seu “DNA” as Intermediações Midiáticas, que são alteradas, quando temos novas Mídias.

As novas Macros Intermediações procuram permitir a maior participação das pessoas nos Processos de Sobrevivência.

Quanto mais gente tivermos no mundo, mais teremos, que arranjar formas, para que mais gente participe das operações e das decisões!

Isso é uma lei recorrente dentro do Motor da História do Sapiens.

(Bom deixar claro que é a visão do Motor da História Bimodal, a partir dos nossos estudos.)

A nova Macro Intermediação Digital tem uma série de melhorias disruptivas, se comparada à Analógica, a saber:

  • aumento da capacidade de decodificação e codificação pelo Administrador de Plantão, pois passa a contar com a Inteligência Artificial 2.0 (Mais Participativa);
  • da ampliação exponencial dos dados disponíveis, através de cada vez mais Ações de Sobrevivência sendo feitas nos equipamentos digitais e sendo registradas para o uso nas decisões;
  • a transferência gradual das decisões para o Sapiens, que passa a poder lidar melhor, de forma mais direta, com a cada vez maior Taxa de Complexidade.

Temos duas Inteligências Artificiais:

  • a IA 1.0 – voltada para ajudar no Macro Modelo de Intermediação Analógico para que um administrador central decida;
  • a IA 2.0 – voltada para ajudar no Macro Modelo de Intermediação Digital para que os participantes das plataformas digitais decidam.

Estamos, saibam disso, diante da maior Revolução Civilizacional da história da nossa Tecnoespécie.

Estamos migrando de um Macro Modelo de Intermediação, que dependia basicamente de Administradores Centrais, que precisam “carimbar” todas as decisões para um novo, no qual cada Sapiens passa a ser um pouco cliente e um pouco Administrador.

No Futuro, historiadores analisarão este momento como o início de uma grande era, a partir da qual uma série de problemas insolúveis, passaram a ser, de forma mais adequada, minimizados.

Quem aposta no pessimismo diante do amanhã, está vendo o curto prazo, a neblina e não as grandes oportunidades que temos pela frente.

Os administradores terão um papel fundamental nesse futuro. Precisam apenas superar os paradigmas do passado.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal:

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS. 

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal200921

Introdução

O presente artigo tem a (s) seguinte hashtag (s):

  • #Entropia_Civilizacional – momentos em que se eleva a taxa;
  • #Futurismo_Competitivometodologia de prognósticos voltada para profissionais e organizações;
  • #Triângulo da Sobrevivência síntese da Narrativa Bimodal para a Filosofia Social que responde à seguinte questão: “como o Sapiens se adapta para sobreviver na Macro-História?”

É um Artigo Bimodal Fenomenológico (estudo do fenômeno). Não é, portanto, um Artigo Epistemológico (organizativo), pois NÃO trabalha com o detalhamento do Arcabouço Conceitual e nem levanta questões Aplicalológicas (aplicação dos estudos).

Resumo do artigo em tabela:

 

Vamos ao artigo:

“É loucura levar nossa visão de mundo muito a sério, pois sem dúvida ela vai acabar se transformando.” – Marcelo Gleiser.

Entropia:

A entropia é geralmente descrita como uma medida da ordem e da desordem dentro de um sistema – quanto menor for a entropia, mais ordenado será o sistema; quanto maior for a entropia, mais desordenado será.

Podemos dizer, então, que existe uma Taxa de Entropia, que pode ser maior ou menor, conforme o momento de determinado sistema, ou ambiente.

Aqui vamos adaptar o conceito para a Entropia Civilizacional, quando a Complexidade Demográfica Progressiva nos leva para Crises de Sobrevivência. 

Primeiro, me permitam fazer uma pequena digressão para situar a Entropia no Futurismo Competitivo.

O Futurismo Competitivo tem o foco EXCLUSIVAMENTE naquilo que vai gerar valor no médio e longo prazo no amanhã, voltado para ajudar na tomada de decisões de profissionais e organizações. É uma especialização do Futurismo

O Futurismo é uma Metodologia de Análise de Cenário Geral e o Futurismo Competitivo uma Especializada voltada para profissionais e organizações.

(Podemos chamar o Futurismo Competitivo também de Futurismo da Sobrevivência, um novo conceito que ainda está em estudos.)

Tanto o Futurismo quanto o Futurismo Competitivo tem um foco SEMPRE no médio e longo prazo, que com prognósticos que podem ser aplicados no curto, a partir da visão geral.

O Futurismo demanda estudos dos Padrões Históricos para que possamos exercer esta tarefa com eficácia.

Podemos acrescentar que tanto o Futurismo quando o Futurismo Competitivo são novas Metodologias de Análise de Cenáriosque ganharam bastante impulso diante do desafio de prognosticar o amanhã, a partir da chegada do Mundo Digital.

O Mundo Digital demonstrou que as bases conceituais da Filosofia Social precisam de uma revisão profunda.

Filosofia Social é o Ambiente Filosófico de Diálogo, no qual se tenta sugerir respostas mais adequadas para a seguinte pergunta: “como o Sapiens se adapta ao longo da Macro-História para sobreviver?”

O que chamamos hoje de Mundo Digital são indícios explícitos, a partir de fatos, da consolidação gradativa e progressiva de uma Revolução Civilizacional, que se inicia, a partir da chegada de uma Nova Mídia (a Internet).

Uma Mídia é formada por Ferramentas de Comunicação e Informação, que são as responsáveis pelas ações mais relevantes da nossa sobrevivência, a saber: interação, informação, trocas e a intermediação dos Processos de Sobrevivência.

Revoluções Civilizacionais (sempre a partir de novas Mídias Descentralizadoras) são fenômenos Macro-Históricos e, por causa disso, demandam OBRIGATORIAMENTE uma análise Macro-Histórica. 

Dito isso, é preciso compreender os principais fatores, que fazem REALMENTE a diferença quando analisamos Fenômenos Macro-Históricos.

O Futurismo – por trabalhar sempre com o longo prazo – precisa reconhecer as mudanças dos Padrões Estruturais do Sapiens.  

O Futurismo, temos dito isso de forma repetida, opera muito mais com padrões do que com fatos.

Padrões Estruturais do Sapiens são aqueles que fazem a diferença no longo prazo, que modificam as estrutura da civilização.

É fundamental, portanto, que o Futurista consiga fazer a separação de Mudanças Conjunturais das Estruturais, provocadas por novas Mídias.

Dito isso, a partir deste estudo Macro-Histórico, a BIMODAIS chegou ao Triângulo da Sobrevivência, que nos mostra uma relação, até então, não reconhecida pela Filosofia Social.

São, para nós, três os Fatores Civilizacionais Estruturantes:

  • o Patamar Demográfico;
  • o Macro Ambiente Midiático;
  • o Macro Ambiente de Administração.

A partir deste novo Motor da História, podemos começar a entender as variações da Taxa de Entropia Civilizacional.

  • Quando aumentamos a população e não temos novas Mídias Descentralizadoras, a Taxa de Entropia Civilizacional cresce;
  • Quando aumentamos e surgem novas Mídias Descentralizadoras, a Taxa de Entropia Civilizacional diminui.

Novas mídias abrem novas Tecnopossibilidades humanas em diversos aspectos, mas uma em particular é a mais relevante para a sobrevivência: a mudança no Macro Modelo de Intermediação.

O Modelo de Intermediação é o DNA dos Processos Humanos de Sobrevivência.

Todo o Processo de Sobrevivência precisa de um tipo de Comando e Controle, que se estabelece dentro de determinado um Modelo de Intermediação, dentro das Tecnopossibilidades das mídias de plantão.

  • Temos os Micros Modelos de Intermediações (nos países, organizações, setores), que são aplicações do Macro Modelo;
  • E o Macro Modelo de Intermediação, que são as Tecnopossibilidades existentes na nova Mídia.

Temos repetido aqui que o Futuro não é uma marcha militar, mas um processo de guerrilha.

Mais ainda.

Que a Inovação Progressiva dentro de uma Revolução Civilizacional gera gradualmente Zonas de Atração, que vão gerando a vontade do Sapiens de imitar e aderir.

O processo de implantação dos novos Macro Modelos de Sobrevivência não será obrigatório, mas opcional. Quem aderir vai gerar mais valor e vice-versa.

Um exemplo?

Antes do Digital, não era possível criar um Uber. Foram as Tecnopossibilidades Midiáticas, que permitiram que o Uber se tornasse viável.

Outro exemplo?

Por mais que um Sapiens quisesse sair da terra para passear no espaço, isso só se tornou possível depois da invenção do foguete.

Podemos dizer, que, do ponto de vista das viagens humanas, temos o Sapiens pré-foguetes e o pós-foguetes.

Conforme vamos aumentando a população, o Macro Modelo de Intermediação antigos vai aumentando a sua Taxa de Entropia.

Não é o aumento da Taxa de Entropia desta ou aquela organização, mas uma Taxa de Entropia Civilizacional, pois TODA a espécie não conta com novas mídias para poder minimizá-la.

Até o momento, o Modelo de Intermediação Analógico resolveu os problemas da espécie, porém vem gerando cada vez mais o aumento da Taxa de Entropia Civilizacional.

O Modelo de Intermediação Analógico gera problemas de agilidade, personalização, participação e de custos.

Tudo isso só passa a ser superado com o surgimento do novo Modelo de Intermediação Digital, que permite, estruturalmente, reduzir radicalmente a Taxa de Entropia Civilizacional.

Assim, o aumento populacional gera o gradual aumento de Taxa de Entropia Civilizacional.

Só começamos a poder reduzir a Taxa de Entropia Civilizacional com o surgimento de novas Mídias, que permitem, via inovação, compatibilizar o Macro Modelo de Intermediação com o novo Patamar Demográfico.

O novo Modelo de Intermediação Digital é o fato mais importante para a a Macro-História do Sapiens, pois inauguramos, com ele, uma nova Civilização.

Até aqui nosso Macro Modelo de Administração era similar ao dos mamíferos e daqui por diante vamos operar de forma mais parecida com os insetos.

O Modelo de Intermediação Digital tem as seguintes melhorias em relação ao Analógico:

  • permite o conhecimento, via Rastros Digitais, dos “pegadas” voluntárias e involuntárias de cada usuário, permitindo superar a, até então, intransponível Produção Personalizada em Larga Escala;
  • empodera o cidadão/consumidor de tecnologias para que possa operar, decidir e fiscalizar melhor as organizações de todos os tipos da sociedade;
  • e expande, em muito, a capacidade da Inovação Progressiva, através da capacidade de informação e interação entre as pessoas, superando as barreiras de tempo e lugar.

No Modelo de Intermediação Digital, denominado Curadoria Digital, a participação das pessoas nas decisões e processos é largamente maior, o que permite, com este esforço mútuo, lidar melhor com o novo Patamar de Complexidade.

  • O Modelo de Intermediação Digital pelo conjunto da obra nos faz diagnosticar que saímos da Civilização 1.0, que pode ser caracterizada pelo uso de todo o potencial possível da oralidade e pela escrita.
  • E ingressamos na Civilização 2.0, quando o Sapiens passa a contar com um novo aparato Tecnocultural, que nos permite superar as antigas barreiras antes intransponíveis com a mídia passada.

Hoje, com o Modelo de Intermediação Digital é possível ter uma Produção Personalizada em Larga Escala, reduzindo, a partir dela, a taxa de Entropia Civilizacional.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal:

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS. 

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS  CONCEITOS BIMODAIS. 

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GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal170921

Introdução

O presente artigo tem a (s) seguinte hashtag (s):

  • #Política_2.0 ou Política Digital, uma nova forma que o Sapiens irá encontrar para tomar decisões coletivas, de forma mais participativa com cada vez menos políticos.

É um Artigo Bimodal Fenomenológico (estudo do fenômeno). Não é, portanto, um Artigo Epistemológico (organizativo), pois NÃO trabalha com o detalhamento do Arcabouço Conceitual e nem levanta questões Aplicalológicas (aplicação dos estudos).

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

“Para melhorar é preciso mudar. Para atingir a perfeição é preciso mudar sempre.” – Winston Churchill.

Política: atividade voltada para governar, administração de nações ou Estados.

Temos desenvolvido uma série de artigos procurando analisar o futuro em diversos setores.

Temos a seguinte base comum, que vale para todos os setores da sociedade:

O Sapiens 2.0, com as mudanças objetivas e subjetivas em curso em função do novo Ambiente de Sobrevivência, a partir das Tecnopossibilidades das Novas Mídias, demandará cada vez mais agilidade, personalização e participação a baixo custo.

Somos uma Tecnoespécie Mutante, que pode aumentar a população, mas se vê obrigada, independente do momento histórico em que vive, a estar o tempo todo praticando a Inovação Progressiva.

A Inovação Progressiva é uma obrigação da espécie de promover ajustes incrementais, radicais ou disruptivos para poder lidar, de forma mais adequada, com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Temos hoje, em função das Tecnopossibilidades do Digital, a opção de promover uma disruptiva Reintermediação dos Processos de Sobrevivência, que atingirá todos os setores da sociedade, incluindo a atividade política.

Mídias, entre outras influências sobre a sociedade, definem o Macro Modelo de Intermediação, a partir de suas Tecnopossibilidades.

O Macro Modelo de Intermediação é a forma como resolvemos problemas, de forma hegemônica, a partir das Tecnopossibilidades existentes. Estamos saindo do Modelo de Intermediação Analógico (Gestão) para o Digital (Curadoria).

A Política 1.0 é o resultado do que conseguimos inovar com as Mídias Analógicas, que nos legou a atual Intermediação Política, na qual as pessoas são OBRIGATORIAMENTE representadas por políticos.

A Política 1.0 foi a melhor forma, até o momento, de administrar decisões coletivas, pois inovamos, ao máximo, dentro das Tecnopossibilidades Midiáticas, que tínhamos disponíveis.

Algumas lições importantes.

O Sapiens faz sempre o que é possível dentro das Tecnopossibilidades existentes. Nada além disso.

O Sapiens vive dentro de “muros” tecnológicos e precisa de novas tecnologias para que possa ultrapassá-los.

Me apresente os Limites Tecnológicos e te apresentarei as possibilidades que temos a cada momento histórico para sobreviver.

Quando temos novas Tecnopossibilidades, o impossível se torna possível.

Quando aumentamos a população, a forma como resolvemos problemas em TODOS os setores passa a ficar, progressivamente, obsoleta.

Não é diferente na política.

Hoje, praticamos nas Zonas de Atração, ao longo dos últimos séculos, a Política 1.0, na qual alguém intermedia o desejo dos demais para a tomada das decisões coletivas.

Na atualidade, políticos recebem votos, com a promessa de atender às reivindicações das pessoas e passam a representá-las, através de um processo de Reintermediação Política Analógica.

Vivemos hoje uma Revolução Civilizacional, que impactará todos os setores, sem exceção, incluindo a área política.

Em todos os setores, o que assistiremos é a passagem de um tipo de Intermediação de Sobrevivência, que ficou obsoleta para uma que permita superar os impasses do exponencial aumento demográfico que tivemos.

A obsolescência do Ambiente Político Analógico, como em todos os outros setores, tem uma causa principal: o aumento demográfico.

E uma solução geral: o uso inteligente e criativo dos novos Macro Modelos de Intermediação Mais Ágeis.

A crise do atual Ambiente Político Analógico, portanto, não se resolverá com novas tecnologias sobre o mesmo modus operandi, mas novas tecnologias sobre um novo e disruptivo modus operandi.

Mídias criam Ambientes de Sobrevivência Emergentes que vão se espalhando na sociedade, através dos inovadores de plantão e, aos poucos, vão reestruturando os setores com novas filosofias, teorias, metodologias, tecnologias e operações.

Com o crescimento populacional –  ainda mais em países como o Brasil (que cresceram sete vezes em 120 anos) – cada vez mais cada político passou a ter o peso e a responsabilidade de representar cada vez mais gente.

Há uma crise de representação tanto quantitativa como qualitativa.

Vejamos o caso do Brasil em particular, mas serve, em algum grau, para todos os países do mundo.

Hoje, temos em Brasília (513 deputados e mais 81 senadores), o que nos dá o total de 594 políticos.

Se tivéssemos este mesmo número de políticos na capital federal em 1900, quando éramos 30 milhões de brasileiro, teríamos a seguinte relação político versus cidadão:

  • Em 1900, cada político em Brasília representaria algo em torno 50 mil brasileiros;
  • Em 2021, cada político em Brasília tem que representar 350 mil brasileiros.

Temos, claramente, um problema de quantidade versus representação na Política 1.0, pois cada político saltou da representação de 50 para 350 mil brasileiros.

Aumentamos exponencialmente o número de brasileiros em sete vezes, em 120 anos, que esperam, de alguma forma, ser representados pelos mesmos políticos.

O que ocorreu no Ambiente Político e em todos os outros Setores de Sobrevivência da sociedade é um progressivo “não conseguir atender as demandas por incapacidade de Ferramental Tecnológico e Conceitual para geração das ofertas compatíveis”.

O Ferramental Tecnológico e Conceitual da Política 1.0 ficará cada vez mais obsoleto com o avançar da Revolução Civilizacional Digital.

O mesmo está ocorrendo na Ciência, na Justiça, nas Cidades, entre outros setores.

Com o aumento populacional no Brasil, cada político precisa representar cada vez mais gente, que tem, sobretudo, demandas cada vez mais particulares.

Temos no Digital o aumento radical da Taxa de Personalização, que agrava ainda mais o problema da obsolescência da Política 1.0.

A Taxa de Personalização é uma tendência humana de aumentar a individualização com a chegada de novas Mídias Descentralizadas.

Mídias Mais Concentradas, como no século passado, criaram Subjetividades Mais Massificadas e Mídias Mais Descentralizadas criam, ao longo do tempo, Subjetividades Mais Personalizadas. 

Hoje, com o Digital está explicitada uma crise de representação política, pois o Modelo de Intermediação Política 1.0 é cada vez menos compatível com a Sapiens 2.0.

O Sapiens 2.0 é um demandante voraz de agilidade, personalização, participação, ao menor custo possível.

Antes do Digital, de fato, os políticos passaram a representar cada vez mais gente, porém os eleitores estavam sob o efeito do aumento da Taxa de Padronização das Mídias Mais Centralizadas.

A crise na Política 1.0 era latente, mas não tão explícita como agora diante de um Sapiens mais exigente em um mundo cada vez mais participativo e transparente.

Hoje, houve uma explosão da personalização e isso torna o modelo, cada vez mais obsoleto.

Assim, mais e mais haverá a demanda da sociedade em querer rever o atual Ambiente Político.

Não só pela quantidade de cada vez mais gente para os mesmos políticos, mas por que as demandas são cada vez mais particulares e são impossíveis de serem expressas por um representante.

Na Política 2.0, estamos prevendo Ambientes Políticos com menos intermediação,  com decisões coletivas mais diretas e mais próximas das pessoas.

A implantação da Política 2.0 não vai ocorrer na semana que vem, mas será uma tendência em diversos países.

Haverá a demanda cada vez maior por um processo de Reintermediação Política, com o cidadão demandando a passagem das decisões para cada vez mais perto e de forma cada vez mais direta e ágil.

Se a Escrita Impressa teve como consequência o fim dos Absolutismo e o surgimento das Repúblicas Liberais, o Digital nos legará um novo modelo ainda mais descentralizado e distribuído, que podemos chamar de Pós-Liberal (até surgir um nome melhor).

Isso tudo gerará uma onda de renovação política, na direção da descentralização, com o uso intenso de Plataformas Participativas.

Mais e mais as pessoas perceberão que o que elas precisam, em termos de decisão coletiva, não pode ser mais resolvido pela atual Política 1.0.

Países, regiões ou cidades que adotarem a Política 2.0 gerarão Zonas de Atração. E os que resistirem ficarão nas Zonas Neutras ou de Abandono.

Renovar disruptivamente, de forma inteligente, inovadora, através da experimentação gradual, o Ambiente Político é preciso!

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Augusto Borella.

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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal160921

Introdução

O presente artigo tem a (s) seguinte hashtag (s):

  • #Cidade_2.0as pessoas terão mais desapego ao local que vivem, a partir das novas Tecnopossibilidades Digitais.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É um Artigo Bimodal Fenomenológico (estudo do fenômeno). Não é, portanto, um Artigo Epistemológico (organizativo), pois NÃO trabalha com o detalhamento do Arcabouço Conceitual e nem levanta questões Aplicalológicas (aplicação dos estudos).

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

“Há um desequilíbrio na televisão, pois eu posso falar com você, mas você não pode falar comigo.” – Shirky.

Antes da escrita, há milênios, as pessoas viviam isoladas em suas respectivas aldeias e só recebiam notícia, através de mensageiros de carne e osso.

Havia, em função da falta de mídias mais sofisticadas, uma limitação das trocas de informação com outras aldeias.

As pessoas viviam mais isoladas e fortemente apegadas ao local que viviam.

A escrita – uma nova mídia que surgiu há cerca de 9 mil anos – permitiu, ao longo do tempo, que as pessoas passassem a receber informações de fora da sua própria aldeia.

Não só informações gerais, através de jornais e livros, mas também a possibilidade de trocar cartas com parentes, amigos e conhecidos, conforme as pessoas foram dominando o ler e escrever.

(A disseminação da escrita ocorreu, de forma exponencial, a partir da chegada da Prensa, em 1450, na Alemanha).

As mídias são, não é de hoje, a “placa-mãe” das interações humanas e regulam, em larga medida, a nossa relação do tempo e lugar.

Quando temos a chegada de alguma mídia mais sofisticada há uma quebra das barreiras de tempo e lugar.

Tecnologias têm esse tipo de “mágica”, pois o que era impossível fazer antes, passa a ser possível agora.

Mídias mais sofisticadas permitem que pessoas possam se informar sobre fatos e interagir com distantes.

Novas Mídias permitem que as pessoas passem a ser um pouco mais cosmopolitas (com uma visão mais global) e menos locais do que eram antes.

Muitos não perceberam, mas tudo que falamos hoje sobre o avanço da globalização foi viabilizado pelas mídias mais sofisticadas.

Novas Mídias permitem, no passado e no presente, o intercâmbio de ideias fora das “aldeias” e estimulam que pessoas com determinado perfil possam se sentir mais livres para escolher onde morar.

Novas Mídias, assim, do ponto de vista da moradia, permitem que haja um aumento da Taxa de Desapego do local em que se vive.

Quanto mais a Nova Mídia permite a troca de informações com o distante, mais as pessoas tendem a se sentir MENOS apegadas ao local onde vivem.

Mais e mais haverá uma tendência de um tipo de pessoa, mais desprendida do lugar em que vive.

Estamos vivendo com o Digital, de alguma forma, um aumento radical da Taxa de Nomadismo.

Taxa de Nomadismo pode ser entendida como um aumento da circulação de pessoas pelo mundo, a partir, do nosso ponto de vista, das novas Tecnopossibilidades Midiáticas.

Seremos por causa do Digital mais nômades hoje do que fomos no passado recente.

A Internet expandiu, de forma exponencial, a quebra da barreira de tempo e lugar, aumentando em muito a Taxa de Desapego à cidade onde cada um vive.

A Taxa de Desapego é uma medição de ordem subjetiva de quanto as pessoas ficam, mais ou menos, apegadas a qualquer coisa. No caso aqui estamos aplicando o conceito ao lugar em que as pessoas moram.

Hoje, principalmente depois da pandemia, onde vários preconceitos de novos Hábitos Digitais foram reduzidos, o trabalho a distância passou de algo pouco utilizado para uma atividade muito mais comum na vida das pessoas.

Pessoas e organizações perceberam ao longo da pandemia que cometiam verdadeiros absurdos ao ter que se deslocar – sem necessidade – para reuniões presenciais, quando poderiam fazer tudo a distância.

O aumento exponencial do trabalho a distância, viabilizado pela Mídia Digital, será um divisor de águas na história das organizações de maneira geral e nas cidades, em particular.

O trabalho está deixando de ser local e passou a ser, cada vez mais, global.

Há uma relação estreita na relação trabalho-moradia. Quanto mais você sentir preso ao seu trabalho, mais se sentirá preso à cidade onde trabalha.

Podemos dizer que a pandemia trouxe, de fato, muito sofrimento, mas deixou um legado muito positivo: foi um impulso e tanto para o aumento da Digitalização da sociedade.

Muito do que o Digital oferecia antes da pandemia só passou a ser valorizado ao longo da mesma.

O aumento radical da prática do Trabalho a Distância é um dos fatores que marcará a vida das Cidades 2.0.

As pessoas, ao não trabalhar cada vez mais na mesma cidade em que moram, terão, por tendência, um hábito de não estabelecer tantos vínculos com a mesma.

Isso terá impactos, por exemplo, no mercado de imóveis, pois vai se preferir mais o aluguel do que a compra.

Além disso, cada vez mais, cidades terão que se esforçar para atrair Trabalhadores Nômades.

Isso implica procurar gerar atratividades para que as pessoas que trabalhem a distância queiram desfrutar de determinadas facilidades, tais como segurança, lazer, comércio, qualidade de energia e conexão, redução de impostos, etc.

Outro ponto importante é a facilidade de deslocamento , pois nem tudo se resolve à distância, o que nos permite imaginar que o acesso a aeroportos, ferrovias e ônibus fará grande diferença.

Porém, além do aumento da Taxa de Desapego e dos novos atrativos, que passarão a gerar valor, nas Cidades 2.0 é preciso analisar o radical e exponencial aumento da Taxa de Personalização.

Taxa de Personalização é a métrica que é feita, a partir das demandas particulares que as pessoas passam a ter com o contato diário com uma Mídia Mais Descentralizada.

A Internet tem criado um aumento radical na Taxa de Personalização (falei mais sobre isso aqui.)

Cada vez mais, as pessoas estão procurando estabelecer relações a distância com pessoas que tenham hábitos similares e, principalmente, os mesmos valores.

Podemos dizer que veremos surgir na Civilização 2.0 o fenômeno de Cidades Valoráticas.

Civilização 2.0 é um mundo regido, a partir de disruptivos Macro Modelos de Sobrevivência, que passam a ser possíveis pelas Tecnopossibilidades Digitais.

Cidades Valoráticas serão aquelas que reúnem pessoas que tenham valores similares.

Pessoas vão escolher onde morar TAMBÉM pela característica dos valores sociais e políticos de cada local.

Assim, por tendência, haverá uma procura de locais em que o modelo de administração da cidade e diversas políticas locais estejam de acordo com o os valores de cada um.

Uma cidade mais conservadora tenderá a atrair cada vez mais conservadores e vice-versa.

Além disso, teremos, como já dissemos na análise dos outros setores, o efeito da Reintermediação Progressiva.

Reintermediação Progressiva é um fenômeno humano, que nos leva a criar Zonas de Atração cada vez mais ágeis, personalizadas, participativas e de baixo custo, a partir de novas Tecnopossibilidades Midiáticas.

Por tendência, haverá na Civilização 2.0 uma radical descentralização das decisões cada vez mais dos centros para as pontas, levando as cidades a terem cada vez mais autonomia em relação aos estados e ao país.

Mais ainda.

Dentro da mesma cidade, os bairros tenderão a ter cada vez mais autonomia em relação ao próprio centro.

Vamos ter uma tendência a reduzir o tamanho das megalópoles, ou dividi-las em cada vez mais por regiões independentes.

Podemos destacar ainda o uso de modelos Uberizados e Blockchenizados para a solução de problemas locais, que serão usados pelas comunidades mais descentralizadas.

Mais ainda.

A Blockchenização dará um forte impulso às produções locais para vendas globais.

Viveremos, cada vez mais, em diferentes “aldeias” hiperconectadas. Algumas servirão para trocas a distância e outras definirão a escolha do local de moradia.

As Cidades 2.0, portanto, serão mais autônomas, com cidadãos mais nômades e reunirão as pessoas por critérios cada vez mais de valores.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Fernanda Pompeu.

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Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal150921

Introdução

O presente artigo tem a (s) seguinte hashtag (s):

  • #Reintermediação_Subjetiva – é preciso entender que uma Tecnoespécie como a nossa passa a viver em Ambiente Tecnológicos, que alteram a subjetividade humana;
  • #Civilização 2.0 – novo Ambiente de Sobrevivência humano, a partir das novas Tecnopossibilidades Digitais;
  • #Sapiens_2.0 – o novo ser humano que surge, a partir do Mundo Digital.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É um Artigo Bimodal Fenomenológico (estudo do fenômeno). Não é, portanto, um Artigo Epistemológico (organizativo), pois NÃO trabalha com o detalhamento do Arcabouço Conceitual e nem levanta questões Aplicalológicas (aplicação dos estudos).

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

“Não se sabe quem inventou a água, mas com certeza não foram os peixes.” Marshall McLuhan.

Vivemos hoje um Fenômeno Midiático, que não se encaixa, de forma nenhuma, nas teorias tradicionais de plantão.

Quando as teorias começam a não gostar dos fatos, pode ter certeza que vamos ter problemas mais adiante nas decisões que vamos tomar!

Teorias servem para que possamos decidir melhor e, por causa disso, são extremamente práticas (eficazes)!

O Mundo Digital, que tem provocado evidentes e profundas alterações nas nossas vidas.

São mudanças atípicas para a visão da Micro ou Meso-História, mas extremamente normais quando analisamos os fenômenos similares e recorrentes da Macro-História.

A Macro-História abrange séculos e milénios. A Meso aborda século e décadas e a Micro apenas anos. A Super Micro História é o acompanhamento do cotidiano.

Assim, qualquer tentativa de entender o Digital passa NECESSARIAMENTE pela Macro-História, por se tratar de um Fenômeno Macro-Histórico.

Se analisarmos os prognósticos das Ciências Sociais Tradicionais sobre o Digital, nada do que está ocorrendo foi previsto por elas antes.

Ciências são feitas para prognosticar fenômenos, quando não fazem isso é um dos sintomas de uma Crise Conceitual.

Há hoje um evidente fosso entre os fatos do Mundo Pós-Digital e as análises feitas pelos Conceituadores Sociais de plantão.

Como dizia nosso querido Thomas Kuhn (1922 – 1996) vivemos hoje uma Anomalia Científica, momento em que as teorias não conseguem mais explicar os fenômenos.

Podemos dizer, com segurança, por tudo que temos estudado, que vivemos hoje a MAIOR Crise das Ciências Sociais, desde que começamos a estudar a sociedade.

Pior.

Os Cientistas Sociais Tradicionais não reconhecem a Macro Anomalia Científica, o que torna a Crise Conceitual das Ciências Sociais cada vez mais grave.

Macro Anomalia Científica é um tipo de problema conceitual que nos pede a revisão das raízes filosóficas dos fenômenos para, só então, rever teorias, metodologias e operações.

A Internet demonstra, claramente, que o papel das Mídias na sociedade é muito mais significativo do que imaginava a nossa vã filosofia.

Precisamos revisar, de forma disruptiva, os fundamentos da Filosofia Social.

Filosofia Social é um dos vários Ambientes de Diálogos Filosóficos existentes, que procura, neste caso, responder, da forma mais adequada possível, a seguinte pergunta: “como o Sapiens fez para se adaptar ao longo da história?”.

Há uma necessária Revisão Disruptiva Filosófica nas Ciências Sociais, muito pouco intuitiva, que precisa ser feita de forma URGENTE.

Nossa proposta de revisão é a seguinte, através da Narrativa Bimodal:

  • Somos uma Tecnoespécie;
  • que, por causa disso, pode aumentar a população;
  • e que quando faz isso passa a precisar de Revoluções Midiáticas;
  • que que nos permitem realizar Revoluções Civilizacionais.
  • o objetivo das Revoluções Civilizacionais é promover o ajuste entre os Macro Modelos de Intermediação e a Complexidade Demográfica Progressiva.

O objetivo deste artigo é comentar uma particularidade deste processo de sobrevivência da espécie dentro da Filosofia Social Bimodal.

A Filosofia Social Bimodal é uma escolha feita pela escola, a partir das análises que fizemos na Macro-História, que partiu, antes de tudo, pela revisão do papel das Mídias para o Sapiens.

O que vamos defender aqui é o seguinte:

  • qualquer tecnologia provoca Formatações Subjetivas, que são inconscientes para os usuários. Existem diversos tipos de mudanças, que passam a ser estudadas por cada vez mais conceituadores (em especial, no caso das mídias, há relevantes pesquisas do grupo autodenominado Ecologistas das Mídias);
  • o que nos interessa para o Futurismo Competitivo é, em particular, a Alteração da Subjetividade das Intermediações.

Vamos detalhar os dois pontos.

Formatações Subjetivas

Quando se inventa uma nova tecnologia, há um Processo Objetivo e Subjetivo de Mudança, que é, na maior parte das vezes, inconsciente.

Quando usamos tecnologias há algo em nós que muda sem pedir licença.

As Mídias (ferramentas de comunicação e informação humanas) são as tecnologias centrais da espécie e são as que mais provocam a maior taxa de alteração na nossa  subjetividade.

Diferentes de outras tecnologias, as Mídias são usadas o tempo todo, pois passam a ser as Ferramentas de Comunicação e Informação de cada Sapiens. Por isso, os efeitos das mudanças objetivas e subjetivas são tão intensos.

Não só são estruturais nas nossas vidas, mas passam a fazer parte inerente do nosso cotidiano.

Ao introduzir uma Nova Mídia na sociedade, há uma Mudança Exponencial na Subjetividade de todos que a utilizam.

Alteração da Subjetividade das Intermediações

As Mídias são responsáveis pela interação, trocas, conhecimento, informação e constituem o eixo central dos Processos de Sobrevivência.

(Processos de Sobrevivência são sinônimos de Processos Administrativos.)

As Mídias permitem alterar o Macro Modelo de Intermediação dos Processos de Sobrevivência, procurando sempre algo menos ágil para o mais ágil para que possa lidar melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva.

O Macro Modelo de Intermediação é a Espinha Dorsal das Civilizações e quando podem ser alterados, permitem que possamos criar Ambientes de Sobrevivência adequados à Complexidade Demográfica vigente: leia-se mais baratos, ágeis, participativos e personalizados.

Mídias mais Centralizadas, vão padronizando corações e mentes, do mesmo modo, que as descentralizadas vão personalizando.

Hoje, já estamos nos acostumando sem saber, a viver numa nova sociedade mais descentralizada, nos preparando para um novo Macro Modelo de Intermediação.

Há disposição de todos, principalmente os mais jovens, para optar por Modelos de Comando e Controle mais próximos da Curadoria Digital.

A Curadoria Digital, que hoje vemos no processo de Uberização, é uma nova forma de resolver Processos de Sobrevivência, com uma intensa participação das pessoas nos processos e decisões.

Quando surgem estes novos Macro Modelos de Intermediação mais compatíveis com a nova subjetividade, vão sendo aceitos naturalmente.

Vão virando gradualmente Zonas de Atração e passam a ser preferidas e imitadas por cada vez mais gente.

Zonas de Atração são lugares em que as pessoas tendem a querer ir ou imitar e que acabam sendo referência para as mudanças humanas, que se perpetuam no tempo.

Temos dito aqui que o futuro não é uma marcha militar no asfalto, mas um movimento de guerrilha na lama.

O mais interessante é que há uma nova Subjetividade Humana, que demanda esse tipo de Intermediação mais Participativa e vai se procurando inovar para que a demanda e a oferta se encontrem.

Cria-se, com as Novas Mídias, surge uma nova subjetividade e, a partir dela, um novo Macro Modelo de Intermediação.

Macro Modelos de Intermediação são os Métodos de Comando e Controle de dos Processos de Sobrevivência da sociedade. E Autoridades Intermediadoras são os responsáveis por essa Intermediação.

Podemos dizer, assim, que depois de novas mídias temos um novo Sapiens.

Hoje, com a chegada do Digital já temos o surgimento do Sapiens 2.0, que está subjetivamente muito mais autônomo, descentralizado, personalizado, maduro e exigente.

O Sapiens 2.0 (Sapiens Digital) é aquele que se utiliza do Ambiente de Sobrevivência Digital, que tem Tecnopossibilidades muito mais disruptivas do que o Analógico.

Podemos dizer que vivemos o início da jornada do Sapiens Digital.

O Sapiens 2.0 procura Modelos de Intermediação que os permita “tirar do armário” essa Subjetividade Digital.

Subjetividade Digital é o resultado do uso intenso da Internet pelas pessoas que vai promovendo mudanças inconscientes nos usuários.

Muitos dirão que tudo isso é viagem e que as tecnologias ou as mídias não estão “com essa bola toda” na influência objetiva e subjetiva da espécie.

Porém, de maneira geral, as pessoas não gostam de comparar os fatos do presente com os do passado, preferem fazer análises sobre as próprias fantasias.

As pessoas, em geral, querem que o futuro seja aquilo que consideram mais adequado para o mundo e não aquilo que a espécie, de forma espontânea, vai criando.

Muito do que se analisa sobre o futuro não está baseado em fatos, mas em desejos.

As pessoas, de maneira geral, têm determinadas formas de imaginar o que é melhor para o ser humano e qualquer coisa que fuja de seus desejos particulares é vista como um perigo.

O Sapiens não tem outro objetivo, ao longo da Macro História que não seja viver melhor hoje do que vivia ontem.

O Sapiens vai se mutando sem nenhum problema, mantendo alguns valores e metodologias que deram certo no passado.

Uma Tecnoespécie como a nossa, precisa OBRIGATORIAMENTE dividir, ao longo do tempo, as responsabilidades sobre a Complexidade Demográfica Progressiva. 

Quando se faz isso com sucesso, surgem Zonas de Atração  e quando se rejeita essa Macrotendência Natural da espécie, ou vamos para Zonas Neutras ou de Abandono.

Macrotendência Natural é uma tendência da espécie em viver melhor. Porém, não compreenda o “natural” como algo sem esforço, mas tudo aquilo que acaba dando certo e se perpetua no tempo. Naturalmente artificial e artificialmente natural.

O que estamos assistindo hoje, principalmente entre os mais jovens, é um processo de Reintermediação Subjetiva dos antigos Modelos de Intermediação e respectivas Autoridades Intermediadoras.

A Reintermediação Subjetiva é um processo inconsciente das pessoas ao se utilizar das novas mídias, que vão, aos poucos, optando inconscientemente por um novo Modelo de Intermediação, que se aproxima da topologia da nova mídia. 

Me mostre a Topologia da Nova Mídia e te mostrarei a Topologia da Sobrevivência que será praticada nas Zonas de Atração do futuro.

O que se observa no passado é que as Zonas de Atração foram sempre aquelas que conseguiram lidar com a Complexidade Demográfica Progressiva, de forma mais ágil, barata, participativa e personalizada.

Num Ambiente de Sobrevivência Midiaticamente mais Descentralizado, as pessoas começam a querer, cada vez, mais agilidade e personalização – melhor forma do Sapiens lidar com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Tudo que vai na direção da agilidade e personalização, as pessoas tendem a curtir o que não vai, não curtem e tendem a fazer o mesmo tanto no presente quanto no futuro.

Assim, podemos dizer que o DNA da Civilização 2.0 (a Reintermediação Subjetiva) já vem modificando a subjetividade das pessoas – um caminho sem volta.

O que faremos, ao longo do tempo, é ir, aos poucos, nos adaptando a ela a essa nova subjetividade, procurando oferecer novas tecnologias, conceitos, produtos e serviços para atender a essa demanda cada vez mais latente.

Estamos iniciando o processo de um Renascimento Civilizacional, no qual tentaremos tornar consciente e produzir conceitos e tecnologias que nos permitam equilibrar a mudança subjetiva com a objetiva.

Quem conseguir colocar os novos Modelos Intermediadores mais ágeis, baratos, participativos e personalizados para “rodar” tenderá a gerar mais valor e vice-versa.

O Sapiens 2.0 quer um mundo para chamar de seu!

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
Ou: https://sun.eduzz.com/932565

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS. 

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS  CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal140921

Introdução

O presente artigo tem a (s) seguinte hashtag (s):

  • #justiça_2.0 – a Justiça Digital é uma proposta de metodologia para se aproveitar ao máximo das novas Tecnopossibilidades na Justiça Digital (que pode ser chamada também de Justiça 2.0);
  • #Inovação_Progressiva – atividade obrigatória de uma Tecnoespécie, que aumenta sistematicamente a população;
  • #futuro_setorial – aplicação da Narrativa Bimodal Geral em diferentes setores.

(O nome mais adequado, para uso interno da escola, pode ser o da Justiça Mais Ágil).

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É um Artigo Bimodal Fenomenológico (estudo do fenômeno), com aplicação no Futuro da Justiça. Não é, portanto, um Artigo Epistemológico (organizativo), pois NÃO trabalha com o detalhamento do Arcabouço Conceitual e nem com questões Aplicalológicas (aplicação dos estudos).

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

“O mundo futuro seria medonho se a invenção e a descoberta cessassem.” – Ridley.

Acredito que boa parte do diálogo sobre o Futuro da Justiça tem vários pontos em comum com o que escrevemos sobre o Futuro da Ciência, neste artigo.

Em primeiro lugar, é preciso entender que tanto a Justiça, como Educação, Política Alimentação, Habitação, entre todos os outros setores, fazem  parte das Ferramentas de Sobrevivência Setoriais do Sapiens.

Assim, é preciso Futurar na Justiça em três etapas:

  • entender como o Sapiens avança na história para sobreviver;
  • qual é o papel da Justiça no contexto geral da sobrevivência;
  • e, por fim, como tudo isso pode ser projetado no futuro.

É um erro enorme tentar Futurar na Justiça sem cumprir estes passos, ainda mais agora que o Digital nos mostrou que precisamos de um disruptivo ajuste no Motor da História.

O Motor da História é o resultado de uma Equação Futurista, que procura definir os padrões das principais Forças Estruturantes na jornada do Sapiens pela sobrevivência.

Temos dito aqui que um Futurista é um tipo de historiador não preocupado com os fatos, mas com os padrões históricos.

Futuristas não organizam o passado, mas usam o ontem para tentar prognosticar o amanhã.

Futuristas Competitivos tem o foco principal no que vai gerar valor no futuro.

A Justiça é, portanto, uma Ferramenta de Sobrevivência Setorial, que visa a minimização dos conflitos entre as pessoas, grupos e organizações numa determinada sociedade.

Tudo que o Sapiens faz, tem o foco, numa escala maior ou menor, num patamar de sobrevivência cada vez melhor.

Se analisarmos qualquer setor, incluindo a Justiça, é preciso não perder de vista o foco na sobrevivência.

Assim, para que possamos fazer um diálogo mais eficaz sobre o Futuro da Justiça é preciso, antes de tudo, entender como o Sapiens faz para sobreviver de maneira geral para, só então, analisarmos cada setor de forma particular.

Do ponto de vista epistemológico, isso significa que é preciso cumprir a seguinte agenda Filosófica para que possamos nos adaptar melhor ao futuro:

  • definir uma Filosofia Social Geral – como pré-condição para o diálogo sobre o Futuro da Justiça, quando procuramos apresentar as melhores resposta a pergunta “como o sapiens faz para sobreviver no tempo?”
  • definir uma Filosofia Social Derivada– a partir da resposta dada à Filosofia Social Geral, precisamos detalhar: “como o sapiens faz para aprimorar a justiça no tempo?”. A primeira resposta condiciona a segunda.

O grande equívoco dos Futuristas Setoriais (aqueles responsáveis por Futurar em setores específicos) é acreditar que vão entender o amanhã do seu setor específico, sem parar para pensar primeiro na Equação Futurista Geral.

Uma Equação Futurista Geral procura definir um Motor da História, composto por Forças Estruturantes, que nos permitem entender como o Sapiens fez para sobreviver ontem, algo fundamental para projetar o amanhã.

A BIMODAIS desenvolveu a sua Equação Futurista Geral, que temos apresentado repetidamente por aqui:

Mais gente no mundo, significa mais e mais Inovação Progressiva, até que tenhamos a chegada e massificação de uma nova Mídia Descentralizadora, que nos permite ingressar numa nova Era Civilizacional, através de um novo Macro Modelo de Sobrevivência.

Novas Eras Civilizacionais se iniciam com a chegada de uma nova mídia.

Podemos, assim, diagnosticar que a Justiça 1.0, ou Justiça Analógica, foi criada e desenvolvida dentro do Ambiente de Sobrevivência regido pelos limites conceituais e tecnológicos Pré-Digitais.

A Justiça 1.0 tem bases filosóficas, teóricas e metodológicas que foram feitas dentro das possibilidades e limitações do Ambiente de Sobrevivência Analógico.

Assim, não estaremos agora no Mundo Digital, promovendo um simples ajuste tecnológico na Justiça 1.0 como muitos imaginam.

O Mundo Digital recomeça o diálogo sobre Justiça com patamares completamente distintos, pois permite um novo Modelo de Intermediação.

Um Modelo de Intermediação é a base para que todos os Processos de Sobrevivência ocorram. Novas Mídias permitem que se possa alterar os Modelos de Intermediação.

Processos de Sobrevivência são aqueles que usamos para produzir produtos e serviços é um sinônimo de Processos Administrativos.

Novas Mídias permitem que possamos praticar Modelos de Intermediação mais descentralizados, superando as limitações dos Intermediadores do passado.

Assim, o que assistimos ao longo da Macro História é uma Reintermediação Progressiva.

A Reintermediação Progressiva é uma necessidade humana nos Processos de Sobrevivência sempre na direção de reduzir custos, ganhar agilidade e permitir mais e mais personalização.

O que vamos assistir na sociedade de maneira geral e nos setores específicos é um longo, disruptivo e amplo processo de Reintermediação Progressiva substituindo os atuais Intermediadores para outros mais ágeis.

Revoluções Midiáticas, sob a ótica da sobrevivência, vem Reintermediar Processos de Sobrevivência.

Assim, se não entendermos o “elefante” (sobrevivência) é impossível analisar a “tromba” (Justiça).

A fantasia de muitos Futuristas do Direito é de que os problemas estruturais da Justiça serão resolvidos com novos e espetaculares aplicativos, porém com o mesmo modus operandi do passado.

A fantasia de que os antigos e novos problemas da Justiça se resolvem com tecnologia é um engano GIGANTESCO.

Me mostre as Mídias disponíveis e te mostrarei a sociedade que é possível construir em torno delas.

A Justiça é, portanto, o que ela é, a partir dos limites impostos pelas Tecnologias Midiáticas de plantão.

Mudou a Mídia, mudou, entre outras coisas, a filosofia do fazer jurídico.

Os filósofos, teóricos e metodólogos do Direito criaram sua forma de pensar e agir, sem saber que estavam “embarcados” em um “navio”, que muda de “casco” com a chegada de novas Mídias.

Quando temos novas tecnologias, principalmente novas Mídias Descentralizadoras, abrimos uma nova Era Jurídica, na qual haverá uma revisão filosófica disruptiva.

Imaginar que o Futuro da Justiça é apenas colocar novos equipamentos digitais é uma projeção futurista para lá de infantil.

O que ocorre hoje, principalmente em países que tiveram Booms Demográficos, como é o caso do Brasil (cresceu 7 vezes em menos de 120 anos), é o exponencial aumento dos conflitos judiciais.

Quanto mais gente no mundo, mais conflitos judiciais precisarão ser administrados!

Assim, o Gargalo Civilizacional, que ocorre na Justiça e em vários outros setores, está DIRETAMENTE ligado ao aumento do Patamar Demográfico.

O que teremos como meta na Justiça 2.0 – bem como em todos os outros setores produtivos – é a urgente demanda pela agilidade e personalização dos processos para que se possa superar os limites tecnológicos e conceituais do Teto Civilizacional atual.

O que ocorre nas Revoluções Civilizacionais, motivadas por novas Mídias Descentralizadoras?

Há um amplo, longo e disruptivo processo de Reintermediação Progressiva.

A Reintermediação Progressiva é o repasse do Comando e Controle dos processos de determinados reintermediadores mais centralizados para outros mais descentralizados, que permitem lidar, de forma mais compartilhada com a complexidade.

Novas Mídias Descentralizadoras permitem que, através da inovação, determinado Reintermediador de Plantão possa ser substituído por outro mais ágil e Personalizador – o que não era viável antes.

No caso do Uber, por exemplo, houve uma Reintermediação Operacional das telefonistas de cooperativas de táxi para os aplicativos, que conseguem unir, de forma muito mais ágil, passageiros e motoristas.

A Reintermediação Operacional do Uber permitiu a redução de custo, a agilidade e a personalização do serviço, através do uso inteligente do novo Ambiente de Sobrevivência.

Assim, na Mobilidade 2.0 o que assistimos não foi a digitalização dos antigos processos, mas uma mudança filosófica de como o serviço passou a ser prestado, seguido de novos conceitos, tecnologias e metodologias.

Note que todo o movimento inovador da Civilização 2.0 tem como o epicentro principal o surgimento de uma nova Reintermediação Operacional, estabelecendo novas formas de Comando e Controle.

Precisamos reintermediar os processos de todos os setores da sociedade, onde se inclui o da Justiça, para que ganhem mais agilidade e personalização.

Sim, há uma enormidade de melhorias a serem feitas nos antigos modelos da Justiça 1.0 ou Analógica, via digitalização, com a mesma filosofia atual, que ajudam a melhorar o desempenho dos atuais Reintermediadores Operacionais.

Porém, se projetarmos o futuro da Justiça no médio e longo prazo, papel dos Futuristas de Excelência,  tais mudanças incrementais não se aproveitam de todo o potencial disponível da Civilização 2.0.

A Civilização 2.0 terá como grande objetivo um largo processo de tirar os atuais intermediadores e colocar outros mais sofisticados no lugar.

A Base Filosófica dos Processos de Sobrevivência do Sapiens está na mudança no Modelo de Intermediação sempre de um mais centralizado para um mais descentralizado.

A Justiça 2.0 terá como grande Macrotendência a substituição atual dos atuais intermediadores (juízes, advogados, cartórios) por novos muito mais ágeis.

Não usaremos a Inteligência Artificial para apoiar os atuais Intermediadores  Jurídicos, mas usá-la para criar Intermediadores Jurídicos mais ágeis.

Intermediadores Jurídicos são aqueles responsáveis pelo Macro Modelo de Comando e Controle deste setor, criado dentro das possibilidades e limites da Era Civilizacional Analógica.

Vamos aumentar na Justiça 2.0 a Taxa de Inteligência Coletiva.

A Taxa de Inteligência Coletiva é a medição que pode ser feita na participação do Sapiens nos Processo de Sobrevivência.

A Justiça 2.0 tem como grande foco a solução de conflitos entre as pessoas, de forma mais direta, ágil e participativa.

A grande meta da Justiça 2.0 será a gradual e intensa passagem dos processos lentos e caros para os mais ágeis baratos. E dos mais padronizados para os mais personalizados.

Podemos imaginar que se o problema central hoje é a resolução mais ágil e personalizada de conflitos, boa parte dos processos atuais podem ser resolvidos, através de Plataformas Jurídicas, que possam resolver problemas com novos modelos de intermediação mais descentralizados.

Obviamente, que a Justiça 2.0 exigirá uma mudança filosófica disruptiva na forma de se pensar o Direito, uma tarefa para os Conceituadores e os Futuristas Mudancistas da área.

Obviamente, que a Reintermediação dos atuais Intermediadores Jurídicos sofrerá todo tipo de resistência, tais como:

  • em função dos interesses acoplados na atual intermediação;
  • na incapacidade de perceber que a Filosofia atual de Intermediação Jurídica era Conjuntural e não Estrutural;
  • na dificuldade de promover mudanças tão disruptivas em tão pouco tempo.

Futuristas Jurídicos têm uma nobre e difícil missão pela frente que é a de ajudar no processo de Reintermediação Jurídica.

Assim, o desafio da Justiça 2.0 em ABSOLUTO é tecnológico, mas, antes de tudo, filosófico.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS. 

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS  CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal130921

Introdução

O presente artigo tem a (s) seguinte hashtag (s):

  • #complexidade_demográfica_progressiva – a constatação que uma Tecnoespécie como a nossa aumenta a população de forma progressiva e precisa praticar, por causa disso, a Inovação Civilizacional Progressiva, na direção do aumento gradual das pessoas nas operações e decisões.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É um Artigo Bimodal Fenomenológico (estudo do fenômeno). Não é, portanto, um Artigo Epistemológico (organizativo), pois NÃO trabalha com o detalhamento do Arcabouço Conceitual e nem levanta questões Aplicalológicas (aplicação dos estudos).

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

“O ser humano, como todos os outros seres vivos, é movido pelo impulso de eliminar, na medida do possível, qualquer desconforto que venha sentir.” – Mises.

Por volta de 1800, Thomas Malthus (1766 – 1834) foi um dos primeiros Conceituadores Sociais a chamar a atenção sobre as consequências do aumento populacional para a qualidade de vida do Sapiens.

Mais gente, segundo Malthus, é sinônimo de problemas a serem superados.

Malthus acertou em afirmar que mais gente no planeta, provoca crises produtivas, mas errou ao considerar que era uma Crise Civilizacional Intransponível.

O Sapiens, como temos visto ao longo da Macro-História, é uma Tecnoespécie Mutante e consegue transpor os problemas ocasionados pela Complexidade Demográfica Progressiva com a Inovação Civilizacional Progressiva.

O Sapiens é artificialmente natural e naturalmente artificial, devido a nossa Tecnocultura Mutante e Progressiva.

O Sapiens é obrigado a ser um Reinventor da sua própria sobrevivência.

Quando temos aumentos demográficos, ainda mais os mais recentes, vamos nos aproximando, de Crises Civilizacionais Transponíveis e não Intransponíveis, como imaginava Malthus.

Uma Crise Civilizacional é um determinado período histórico, no qual há uma incompatibilidade entre o novo Patamar Demográfico e o Macro Modelo de Sobrevivência Tradicional.

O Sapiens, pela sua característica de Tecnoespécie Mutante, é OBRIGADO a promover, assim, de tempos em tempos, dois tipos de Inovações Civilizacionais:

Inovações Civilizacionais Incrementais – que ocorrem dentro do mesmo Ambiente Midiático;

Inovações Civilizacionais Disruptivas – que ocorrem entre dois Ambientes Midiáticos distintos.

Inovações Civilizacionais são mudanças necessárias do Sapiens para os ajustes, principalmente as demográficas, com o Ambiente de Sobrevivência. 

Assim, o que ocorre quando temos aumento populacional é um aumento da Taxa da Crise Civilizacional, que vai demandando, de forma latente, cada vez mais, a necessidade de uma nova Mídia Descentralizadora.

Jared Diamond, no seu – recomendado por nós – livro “Colapso” nos ensinou que quando uma civilização não pensa no longo prazo e não inova, tende ao caos.

Se um Futurista ignora na sua Equação Futurista, a Força Estruturante do aumento demográfico – o principal motivo de geração de novas demandas –  simplesmente, não consegue enxergar os macro movimentos históricos e não tem condições de Futurar adequadamente.

Uma Equação Futurista é aquela formada por Forças Estruturantes, que, a partir do levantamento de padrões históricos, nos permite prognosticar Macrotendências Futuras, principalmente as de médio e longo prazo.

Todos os dias, de forma OBRIGATÓRIA, são produzidos serviços e produtos para que o Sapiens possa sobreviver.

Assim, quando temos mais gente no planeta, o esforço produtivo vai ficando cada vez mais complexo.

A única forma sustentável de lidar com o novo Patamar Demográfico, de forma mais adequada, como nos ensinam nossos antepassados, é compartilhando responsabilidades.

Até aqui, os estudos sobre a história humana, no que podemos chamar de Filosofia Social, ignoravam a relevante e intricada relação entre estas três Forças Estruturantes: demografia, mídias e novos e antigos Macro Modelos de Sobrevivência.

A Filosofia Social é um Ambiente de Diálogo Filosófico, que nos sugere, permanentemente, a pergunta raiz: “o que fazemos para sobreviver no tempo?”.

A Filosofia do ponto de vista BIMODAL, é um grande Ambiente de Diálogo, no qual os filósofos do passado nos sugeriram perguntas e respostas estruturantes para nos guiar numa sobrevivência cada vez mais adequada.

A relação destas três forças (demografia, Mídias e macro modelos de Sobrevivência)  foi descrita aqui, no artigo sobre o Descentralismo Progressivo.

Quando temos Revoluções Civilizacionais, viabilizadas, a partir da chegada e massificação de novas Mídias Descentralizadoras, o Sapiens passa a ter novas Tecnopossibilidades para promover inovações disruptivas no Ambiente de Sobrevivência.

Mídias Descentralizadoras são aquelas que permitem o aumento da Participação Progressiva. As Centralizadoras, o contrário.

Por isso, podemos dizer que a chegada de novas Mídias Descentralizadoras marcam novas Eras Civilizacionais.

Quando a BIMODAIS defende, dentro da nossa Narrativa Conceitual de que estamos entrando na Civilização 2.0, apresentamos os seguintes motivos:

  • nunca houve um crescimento demográfico planetário, como agora, um salto de um para oito bilhões, em 220 anos;
  • nunca houve uma nova Mídia Descentralizadora tão disruptiva quanto a Digital, que permite de forma acelerada e exponencial a criação de Inovações Civilizacionais Disruptivas;
  • tais Inovações Civilizacionais implicam em um aumento exponencial da Taxa de Participação das pessoas, ao se utilizar, mais e mais, das novas Tecnopossibilidades Midiáticas;
  • temos, portanto, hoje com a chegada dos Rastros Digitais, o acompanhamento, sem precedentes, da atividade cotidiana de cada Sapiens, o que permite que possamos experimentar uma não precedente Personalização em Larga Escala.

Rastros Digitais são registros que são produzidos pela navegação voluntária e involuntária em equipamentos digitais e registrados em banco de dados,  que permitem conhecer com muito mais detalhes a demanda de consumo de cada Sapiens.

Personalização em Larga Escala é a possibilidade que o Ambiente Produtivo passa a ter para poder ofertar produtos e serviços de forma mais personalizada, a partir do uso inteligente e criativo dos Rastros Digitais.

Por tudo isso, podemos dizer que de todas as Revoluções Civilizacionais já promovidas pelo Sapiens, a Digital é a mais disruptiva de todas elas.

A alta Taxa de Inovação Disruptiva da atual Revolução Civilizacional tem gerado uma grande dificuldade de compreensão e ação do Ambiente Produtivo Tradicional, diante das mudanças.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS. 

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS  CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal100921

Introdução

O presente artigo tem a (s) seguinte hashtag (s):

  • #ciência_ágil – a Ciência Ágil é uma proposta de metodologia para se aproveitar ao máximo das novas Tecnopossibilidades da Ciência Digital (que pode ser chamada também de Ciência 2.0).

Três comentários:

  1. O nome mais adequado, para uso interno da escola, pode ser o da Ciência Mais Ágil;
  2. A BIMODAIS tem procurado se utilizar, de forma experimental, deste novo método para desenvolver a sua Narrativa Conceitual;
  3. Sugiro a leitura do artigo Justiça 2.0, que complementa a visão geral e apresenta uma aplicação setorial similar a da Ciência 2.0.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É um Artigo Bimodal Fenomenológico (estudo do fenômeno), com aplicação no Futuro da Ciência. Não é, portanto, um Artigo Epistemológico (organizativo), pois NÃO trabalha com o detalhamento do Arcabouço Conceitual e nem com questões Aplicalológicas (aplicação dos estudos).

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

Nunca aceite algo só por que foi dito por uma autoridade. – Gleiser.

Vimos aqui neste artigo sobre o Descentralismo Progressivo que determinada Era Civilizacional entra em crise em função do Aumento do Patamar Demográfico.

Quanto mais gente houver no planeta, mais e mais haverá necessidade de inovação!

Constatamos ainda que a única forma de superação de Crises Civilizacionais motivadas pelo aumento populacional é o surgimento de um Modelo de Sobrevivência Mais Participativo e Descentralizado.

Determinados problemas humanos só poderão iniciar a sua solução, através da chegada e massificação de uma nova Mídia Descentralizada.

Crises Civilizacionais motivadas pelo aumento populacional são um fenômeno social recorrente da espécie, que acabam por demandar a chegada de novas Mídias Descentralizadoras – esta é a base da Narrativa Social do Descentralismo Progressivo.

Detalho mais tudo isso neste artigo.

Portanto, o Aumento Populacional Progressivo vai tornando obsoleto os métodos de solução de problemas em todas as áreas da sociedade.

O Sapiens, ao aumentar a população, passa a bater num Teto Civilizacional – que só pode ser transposto com uma nova Mídia Descentralizada.

Um Teto Civilizacional é o ponto máximo que chegamos do Ferramental Conceitual e Tecnológico disponível dentro de um mesmo Ambiente Midiático.

A incapacidade de superação dos Tetos Civilizacionais vão, aos poucos, gerando um problema tanto de qualidade (leia-se personalização) como de quantidade das ofertas (leia-se demanda por inovação constante) diante do aumento exponencial das demandas.

Isso gera uma Crise Civilizacional Geral, como também uma em cada um dos Setores da sociedade, tais como na Educação, Economia, Alimentação, Habitação, Saneamento,  Administração, Direito e, como veremos com mais detalhes aqui, no fazer científico.

No presente artigo, vamos abordar a Crise Produtiva Civilizacional Pré-Digital no fazer científico.

Hoje, o processo hegemônico da produção científica é todo baseado dentro das possibilidades tecnológicas e conceituais (onde se inclui narrativas filosóficas, teóricas e metodológicas) do Pré-Digital.

Estamos saindo, assim, de uma Produção Científica Filosoficamente Analógica, criada e desenvolvida ao longo do tempo dentro das LIMITAÇÕES midiáticas e conceituais existentes.

Novas Mídias Descentralizadoras, aprendemos com o passado, provocam Renascimentos Tecnológicos e Conceituais.

A Concepção Filosófica da produção científica atual foi, portanto, concebida e estabelecida dentro da Lógica Analógica, baseada nas possibilidades conceituais e tecnológicas passadas.

Hoje um pesquisador de qualquer área da ciência escreve um artigo, em geral semestral, submetido aos pares, que analisam com vistas à publicação em revistas acadêmicas.

Muitos acreditam ERRADAMENTE que a implantação da Ciência 2.0 será apenas a digitalização do processo atual, colocando o que existe em “telas de equipamentos digitais“.

A Ciência 2.0, que pode ter como sinônimo Ciência Digital, é um novo fazer científico disruptivo dentro das novas possibilidades conceituais e tecnológicas do Pós-Digital, que os inovadores vão criar ao longo do tempo.

A chegada de uma Revolução Civilizacional – isso pode ser comprovado no passado – demanda uma mudança, antes de tudo, filosófica de como passaremos a resolver, novos e antigos problemas nas ciências.

Me apresente, assim, um Ambiente Midiático e te mostrarei que uma base Filosófica Midiática está atrelada a ele e se alterará quando esta se alterar.

A Ciência 2.0 não será, assim, EM ABSOLUTO, o resultado da informatização da atual, mas a criação de um novo modus operandi.

O que aprendemos no passado com as recorrentes Revoluções Civilizacionais é que passamos a assistir a Renascimentos Conceituais nestes momentos de fim de uma e o início de uma nova Era Midiática.

Nos Renascimentos Conceituais, conceituadores de todos os tipos passam a criar novas filosofias, teorias e metodologias para adaptar as Tecnopossibilidades existentes com as futuras.

Renascimentos Conceituais são momentos raros na Macro-História quando conceituadores de todos os tipos passam a fazer os ajustes necessários entre a antiga Era Midiática com a nova.

É importante entender que as tecnologias, sejam elas quais forem, criam determinados Ambientes de Sobrevivência que vêm ANTES da capacidade de entendê-los.

Muitos dos novos conceitos e tecnologias que serão criadas na Ciência 2.0, apesar de não termos consciência disso, terão como meta promover um ajuste de uma nova forma de pensar com uma nova forma de agir.

Tecnologias criam Ambientes de Sobrevivência, que precisam ser decifrados pelos conceituadores para que possam ir se “naturalizando”.

Portanto, quase sempre, as tecnologias começam a nos mudar e depois passamos, através de novos conceitos, a tentar entendê-las e nos adaptar a elas.

Quando temos, então, novas Mídias, principalmente as Descentralizadas, se inicia um longo e profundo processo de ajuste filosófico entre a velha e a nova forma de sobrevivência.

Muitas se critica hoje a “Torre de Marfim Acadêmica”, um termo que embute críticas justas e pertinentes a alta Taxa de Distanciamento entre a atual produção científica das demandas dos clientes.

Os críticos da atual ciência, entretanto, NÃO atribuem a atual crise da Ciência Analógica à carência da chegada de novas mídias.

Podemos dizer que a Ciência 1.0 (Analógica) se tornou obsoleta, acreditem se quiserem, por causa do aumento demográfico por um lado e pela falta de novas mídias, por outro.

O método de produção científico da Ciência 1.0 foi concebido, apesar de nossa inconsciência sobre este fato, dentro dos limites das Tecnopossibilidades Midiáticas Analógicas.

As Tecnopossibilidades Midiáticas Analógicas foram adequadas para um Patamar Demográfico, que acabou sendo superado e passou a demandar novas formas de solucionar as demandas.

A Ciência 2.0, assim, será feita dentro de uma Lógica Filosófica completamente distinta da atual, pois se utilizará de um novo Ferramental Conceitual e Tecnológico, até então inexistente e impraticável.

Haverá inovação e criatividade, variando a cada Zona de Atração, mas, de maneira geral, tenderão a atender às seguintes demandas latentes do Sapiens:

  • foco maior em estudos mais próximos das demandas dos clientes;
  • aproveitamento maior dos resultados das pesquisas pelos clientes;
  • e uma agilidade maior na produção, com forte interação com os clientes.

Note que um dos eixos principais da Ciência 2.0 será não só admitir que há clientes a serem atendidos, mas que eles passam a ser o epicentro da produção científica.

O objetivo principal da Ciência 2.0 será o de reaproximar o pesquisador de seus clientes!

A Crise da Produção Científica Analógica vai ficando cada vez mais explícita pois:

  • a Revolução Civilizacional Digital tem promovido a passagem de um Ambiente Informacional com alta Taxa de Escassez informacional para uma de Abundância, o que aumenta mais ainda a Taxa de Complexidade e, por consequência, a crise;
  • a Revolução Civilizacional Digital tem promovido a passagem de um Ambiente de Sobrevivência com uma taxa muito mais alta de mudanças, o que aumenta também mais ainda a Taxa de Complexidade e, por consequência, a crise;
  • temos, assim, neste novo Patamar Demográfico uma demanda muito maior de pesquisas e isso implica muito mais agilidade e personalização na entrega;
  • por fim, temos um aumento da Taxa de Amadurecimento do Sapiens, que passa a ficar cada vez mais exigente por tudo que paga, com demandas cada vez mais rapidez e personalização.

A proposta da Ciência 2.0, ou Digital, é a de resolver os problemas de pesquisas, de forma que possam atender melhor às demandas dos clientes.

A saber:

  • novas formas interativas com os clientes;
  • viabilização de financiamento de pesquisas diretamente dos clientes;
  • e a possibilidade de aumentar a agilidade e a eficácia das pesquisas, a partir das demandas dos clientes.

Todas estas mudanças da Ciência 2.0 caracterizam, assim, a passagem de uma Ciência mais Lenta para uma Mais Ágil.

A Metodologia Ágil, adotada cada vez mais por profissionais e organização no Pós-Digital, tem a seguinte proposta:

“Metodologia ágil é uma forma de conduzir projetos e busca dar maior rapidez aos processos e à conclusão de tarefas. Baseia-se em um fluxo de trabalho mais rápido, flexível, sem tantos obstáculos, com total interatividade com os clientes finais.

É isso, que dizes?

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Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal090921

Introdução

O presente artigo tem a (s) seguinte hashtag (s):

  • #descentralismo_progressivo – é a Narrativa Estruturante do que podemos chamar de Filosofia Social Bimodal, que aponta o Descentralismo Progressivo como a principal Macrotendência Estruturante do Sapiens, ao longo da história, a partir dos estudos feitos, a partir da Antropologia da Sobrevivência.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É um Artigo Bimodal Epistemológico (organizativo), pois trabalha com o detalhamento do Arcabouço Conceitual que antecede esta análise e não com as questões Fenomenológicas (estudo do fenômeno) ou Aplicalológicas (aplicação dos estudos).

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

O objetivo da ciência é apenas chegar mais perto da verdade. Popper.

Vimos neste artigo os motivos que nos levaram a desenvolver o Sistema de Organização de Pensamento Bimodal, um Ferramental Conceitual para ajudar a qualquer conceituador a se aproximar, de forma mais eficaz, dos fenômenos.

Aplicamos o Sistema de Organização de Pensamento Bimodal ao nosso objetivo principal que é desenvolver uma base conceitual para a atividade do Futurismo Competitivo – o foco da escola.

Temos, assim, um Sistema de Organização de Pensamento Bimodal Específico voltado para o Futurismo Competitivo.

O foco do Futurismo Competitivo é o de ajudar profissionais e organizações a lidar de forma mais adequada com a Civilização 2.0.

O primeiro passo, conforme definido no Sistema de Organização de Pensamento Bimodal, é o de definir o Campo Filosófico do Fenômeno.

Como nosso estudo é voltado para ajudar profissionais e organizações de qualquer área de atividade produtiva, nosso campo de estudo é a Ciências Sociais como um todo.

E para que possamos Futurar de forma adequada é preciso responder a seguinte questão da Filosofia Social:

“Como o Sapiens se adapta para sobreviver ao longo do tempo?”

Cada Filósofo Social apresentará respostas diferentes às perguntas formuladas, criando a sua própria Narrativa Filosófica Social.

Haverá, assim, diferentes Narrativas Filosóficas Sociais disponíveis para que possamos responder a questão: “como o Sapiens se adapta para sobreviver ao longo do tempo?”.

A BIMODAIS resolveu propor a sua Narrativa Filosófica Social, a partir dos estudos que desenvolveu.

A Narrativa Filosófica Social Bimodal pode ser batizada de Descentralismo Progressivo, que é uma proposta à resposta a essa pergunta?

“Como o Sapiens se adapta para sobreviver ao longo do tempo?”

Nossa resposta é a seguinte: descentralizando de forma progressiva a complexidade.

Em detalhes:

  • por sermos uma Tecnoespécie, podemos aumentar a população;
  • ao aumentar a população, somos obrigados a inovar, de forma progressiva, tanto do ponto de vista tecnológico, como conceitual;
  • a Inovação Progressiva nos leva ao desenvolvimento, de forma recorrente, de novas Mídias Descentralizadoras, que permitem o desenvolvimento de Revoluções Civilizacionais;
  • novas Mídias nos permitem criar Modelos de Sobrevivência mais descentralizados;
  • sendo assim, a grande Macrotendência humana é o Descentralismo Progressivo.

O resumo do Descentralismo Progressivo é: quanto mais gente temos no mundo, mais a responsabilidade para lidar com a Complexidade Demográfica tende a ser compartilhada.

Importante ressaltar que o Descentralismo Progressivo NÃO é uma proposta política, mas uma análise dos fatos históricos, uma regra geral que guia a espécie.

Não podemos afirmar que em todas as regiões do planeta teremos o Descentralismo Progressivo, o que foge da capacidade conceitual dos Futuristas Competitivos.

O que cabe a um Futurista Competitivo é apontar Macrotendências daquilo que vai gerar Zonas de Atração no amanhã.

Assim, podemos dizer que o que vai gerar Zonas de Atração no futuro é o uso criativo e inteligente das novas Tecnopossibilidades mais participativas.

O Descentralismo Progressivo tem momentos de estabilidade e até mesmo de retrocesso, se analisarmos a Micro ou a Meso-História. Porém, do ponto de vista Macro Histórico, ele sempre estará presente.

O Descentralismo Progressivo, entretanto, tem um exponencial avanço por ocasião das Revoluções Civilizacionais.

Assim, podemos dizer que, muitas vezes, no curto e médio prazo, não temos o Descentralismo Progressivo de forma explícita na sociedade.

Porém, como agora, no surgimento de uma Revolução Civilizacional ele tende a ter um papel exponencial.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS. 

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS  CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal080921a

Introdução

O presente artigo tem a (s) seguinte hashtag (s):

  • #Sistema_de_Organização_de_Pensamento Bimodal – as bases conceituais da Escola Bimodal.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É um Artigo Bimodal Epistemológico (organizativo), pois trabalha com o detalhamento do Arcabouço Conceitual que antecede esta análise e não com as questões Fenomenológicas (estudo do fenômeno) ou Aplicalológicas (aplicação dos estudos).

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

Quanto mais longe enxergarmos, mais existe para enxergar.” Gleiser.

No final deste ano, a BIMODAIS completará três anos de existência, com a passagem de mais de 300 alunos nas nossas imersões semestrais.

O objetivo da escola, desde o início, sempre foi o mesmo:

“Ajudar profissionais e organizações a competir melhor no Mundo Digital.”

No primeiro momento, nossa primeira abordagem – similar a do mercado –  era a de estudar profundamente o Digital para poder compreender, cada vez mais, o fenômeno.

Podemos dizer que o estudo EXCLUSIVAMENTE do fenômeno é sempre uma fase infantil para a compreensão da realidade.

Estávamos ainda numa fase imatura do estudo do Digital.

Faz parte da imaturidade dos conceituadores de qualquer área procurar analisar apenas o fenômeno e não refletir sobre a Estrutura Conceitual Epistemológica que vem antes dele.

Sem uma Base Epistemológica consistente, a chance de comprar “gato por lebre” diante dos fatos é grande.

Vejamos alguns passos importantes para sair da infantilidade e rumar para a maturidade diante da análise da nova Civilização 2.0.

O estudo das Forças Estruturantes de qualquer fenômeno, descobrimos com o tempo, é denominado de Fenomenalogia.

Fenomenalogia é o método da ciência dedicado a estudar diretamente determinado fenômeno.

Porém, o  estudo nos ensinou que para entender melhor qualquer fenômeno é preciso escolher e aprimorar Ferramentas Epistemológicas cada vez mais consistentes.

Se um marceneiro, por exemplo, pensa só em fazer cadeiras e não se preocupa na organização da sua oficina, onde se inclui a escolha de ferramentas mais adequadas, ele não fará bem o seu serviço.

Para ser um Conceituador de Excelência é preciso não só pensar no que fazemos, mas também pensar como pensamos.

Pensar bem significa ter consciência das escolhas que fazemos a cada passo para poder, se houver possíveis melhorias, promovê-las.

É preciso, no estudo de qualquer fenômeno, um Ferramental Epistemológico adequado para nos ajudar a organizar o pensamento.

Assim, tivemos, com o tempo, a necessidade de criar o Sistema de Organização de Pensamento Bimodal.

Note bem.

Não começamos com o projeto de organizar um Sistema de Organização de Pensamento Bimodalporém isso se colocou como algo OBRIGATÓRIO no tempo.

Quanto mais cavávamos para entender o Digital, mais fomos percebendo a necessidade de aprimorar nossas “pás” e “picaretas“.

Muitos dirão que ficar pensando como nós pensamos é perda de tempo.

Porém, o que vai definir se o trabalho de um Futurista – ou de um conceituador de qualquer fenômeno – é a qualidade das Ferramentas Epistemológicas, que ele passas a adotar.

Sem um mergulho no que há de melhor na forma de pensar, um Futurista, que é um tipo de historiador, não terá muito sucesso.

Um Sistema de Organização de Pensamento é, portanto, um mapa geral de como vamos organizar as diferentes perguntas e respostas para que possamos analisar determinado fenômeno e sugerir ações dos respectivos clientes.

O Sistema de Organização de Pensamento Bimodal Geral, assim, é fruto de um conjunto de escolhas conscientes, que foram feitas ao longo do longo caminho da escola, recheado de diálogos, cada vez mais intensos e produtivos.

Tais escolhas precisam ser explicitadas para que possamos julgar, ao longo do trajeto, se foram adequadas, ou não. E, caso, estejam atrapalhando, sem nenhum problema, alterá-las.

A BIMODAIS optou pela Certeza Provisória Razoável, uma maneira de encarar a pesquisa de forma progressiva, baseada em diálogos permanentes com os nossos clientes.

O Sistema de Organização de Pensamento Bimodal, importante dizer, não é de uso exclusivo para o estudo do Mundo Digital, serve, a princípio, para qualquer fenômeno, com as suas devidas, aplicações específicas.

Tendo o Sistema de Organização de Pensamento Bimodal explicitado, pudemos passar a realizar a a aplicação específica para que ele atendesse ao Futurismo Competitivo – o foco da escola.

O Sistema de Organização de Pensamento Bimodal, se divide em uma visão mais ampla e depois nas particularidades.

Vejamos:

  • Epistemologia estudo de como organizar um Sistema de Organização de Pensamento;
  • Filosofia escolhas e conclusões organizadoras do pensamento que são prévias ao estudo de qualquer fenômeno;
  • Fenomenologia – a partir das escolhas Epistemológicas e Filosóficas, novas escolhas e conclusões são feitas na observação direta sobre o fenômeno escolhido;
  • Aplicalogia – a partir das escolhas Epistemológicas, Filosóficas e Fenomenológicas, a definição das Regras do Fenômeno (Diagnósticos e Prognósticos) e métodos para ajudar os clientes a viver melhor (Tratamento).

Definido o Sistema de Organização de Pensamento Bimodal para o estudo de qualquer fenômeno, detalhamos agora o estudo específico da Civilização 2.0.

O Sistema de Organização de Pensamento Bimodal Específico é voltado para apontar Macrotendências Gerais e Derivadas, a partir da chegada e consolidação gradual da nova Civilização 2.0.

Sistema de Organização de Pensamento Bimodal Específico tem, assim, a aplicação no Futurismo Competitivo Bimodal:

Temos, assim, três campos de atuação da BIMODAIS, que são baseados em escolhas conscientes das diferentes Encruzilhadas Conceituais, que encontramos pelo caminho.

São eles.

Epistemologia

A Epistemológica define o tipo de Sistema de Organização de Pensamento, que será escolhido.

Optamos por um, que se divide nos itens abaixo.

Filosofia Bimodal

A Filosofia Bimodal tem dois campos, a forma e o conteúdo:

  • Filosofia Científica do ponto de vista da forma dos estudos, optamos pela Certeza Provisória Razoável, um processo de melhoria contínua da Narrativa Bimodal, através de uma Metodologia de Diálogo também desenvolvida internamente;
  • Filosofia Social  – do ponto de vista da do conteúdo, consideramos ser mais eficaz desenvolver o Descentralismo Progressivo – uma Narrativa Estrutural dentro da Filosofia Social, que é o epicentro prévio para os diálogos de todas as Ciências Sociais Derivadas.

A Filosofia Social – que detalhamos neste artigo – é um Ambiente de Diálogo Filosófico, que procura responder: “o que o Sapiens faz para se adaptar e sobreviver ao longo da Macro-história? 

A seguir temos a Fenomenologia Bimodal.

Fenomenologia Bimodal

Procuramos responder tal pergunta, tendo como referência nosso foco principal, que é o de procurar Macrotendências para atender os profissionais e organizações produtivas diante da Civilização 2.0.

Percebemos que vivemos hoje uma Revolução Civilizacional, iniciada pela chegada de uma nova Mídia, demandada pelo aumento populacional dos últimos séculos, que terá como consequência o surgimento de um novo Ambiente de Sobrevivência.

Assim, optamos por um ramo da história, que é a Antropologia da Sobrevivência, que procura aliar três forças fundamentais e estruturais da espécie:

  • o aumento demográfico progressivo;
  • o surgimento recorrente de novas mídias;
  • e, por consequência, o aparecimento gradual de novas formas de sobrevivência humana.

A Antropologia da Sobrevivência nos permite, através da comparação histórica, chegar no Descentralismo Progressivo, uma Macrotendência Estrutural da espécie, que nos permite apontar macrotendências para o futuro.

O Descentralismo Progressivo guia não só nosso Diálogo na Epistemologia, quanto na Aplicalogia.

E neste momento, chegamos a Aplicalogia Bimodal.

Aplicalogia Bimodal

É a aplicação do que vimos nos níveis anteriores, procurando definir as principais Macrotendências Futuras e as metodologias mais adequadas para ajudar nossos clientes a migrar, mudar e criar novos projetos.

Neste momento, acabamos por descobrir o Descentralismo Progressivo– uma Macrotendência Estrutural, que guia o Sapiens ao longo do tempo e que se expande consideravelmente com a chegada de Mídias Descentralizadoras.

Conclusão

Assim, a BIMODAIS trabalha com quatro níveis diferentes dentro do seu Sistema de Organização de Pensamento Bimodal voltado para o Futurismo Competitivo, que vive neste início de século o desafio de lidar com uma Revolução Civilizacional.

É bom que se diga que:

  • o Sistema de Organização de Pensamento Bimodal independe do Futurismo Competitivo;
  • que o Futurismo Competitivo é independente da Revolução Civilizacional para existir, pois pode ser utilizado em outros momentos mais adiante, como um Ferramental de Realização de Prognósticos de Médio e Longo Prazo em qualquer tempo;
  • e que o Descentralismo Progressivo é uma Macrotendência Estruturante da espécie, que estará presente em todas as nossas ações, tendo um upgrade maior em Revoluções Civilizacionais.

Podemos dizer que o Descentralismo Progressivo é a “cereja do bolo” de tudo que estamos estudando sobre a sobrevivência humana.

O Descentralismo Progressivo talvez a maior contribuição da escola para a Filosofia Social, que ajudará a reestruturar as Ciências Sociais Derivadas.

Bem como, o Sistema de Organização de Pensamento Bimodal para a estruturação do estudo de fenômenos e a Antropologia da Sobrevivência – um novo ramo estruturante dos estudos históricos da espécie.

É isso que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
Ou: https://sun.eduzz.com/932565

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO, ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS. 

GRIFOS EM NEGRITO, ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS  CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

 

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal060921

Introdução

O presente artigo tem as seguintes hashtags:

  • #big_data o detalhamento deste conceito como uma Hashtag e não um Conceito Científico;
  • #big_data_2.0 – quando passamos do uso dos Rastros Digitais da Produção Centralizada para a Distribuída.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É um Artigo Bimodal Fenomenológico, pois trabalha com o detalhamento do fenômeno Digital e NÃO com o Arcabouço Conceitual que antecede esta análise ou com a Metodologia do Futurismo.

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

“Acesso a ferramentas baratas e flexíveis remove a maioria das barreiras para tentar coisas novas.” – Shirky.

Antes de tudo, é bom separar conceitos mais científicos dos mais propagandísticos, que podemos chamar de “hashtags“.

Hashtags, um termo bem recente criado no Digital, objetivam orientar diálogos, que são feitos em um determinado tempo e lugar.

Transformação Digital” é um bom exemplo de Hashtag bem difundida, mas que, ERRADAMENTE, está sendo utilizada como um conceito.

Transformação Digital” é uma Hashtag, que significa: ações necessárias de Organizações Tradicionais para promover a adaptação do Mundo Analógico ao Digital.

Do ponto de vista conceitual, as Hashtags ajudam a definir que tipo de assunto vamos tratar e, só então, iniciar o estudo, através de conceitos mais consistentes.

Hashtags são como uma “plaqueta na porta” para informar aos “passantes” que tipo de conversa está ocorrendo lá dentro.

Hashtags NÃO podem criar Narrativas Científicas, pois não foram criadas para a compreensão, apenas para chamar a atenção sobre determinado diálogo.

Hashtags, assim, NÃO são conceitos científicos, são mais ferramentas indicadoras de conversas, mais ligadas ao marketing e a propaganda.

Vivemos hoje, como abordamos, entre outros assuntos, neste artigo, uma Crise Civilizacional Pré-Digital, que reduz bastante a nossa capacidade de pensar de forma mais eficaz.

Hoje em dia nossa capacidade de reflexão está bem prejudicada devido ao Ambiente Informacional mais Centralizado das últimas décadas.

Mídias Concentradas aumentam a padronização do pensamento e isso gera uma dificuldade maior de se pensar com mais eficácia.

Um dos sintomas principais de qualquer Crise de Pensamento, como a atual,  é uma alta Taxa de Incapacidade de refletir como refletimos.

Nunca Crise de Pensamento é natural:

  • a confusão entre fatos e propaganda;
  • entre conceitos e Hashtags;
  • e uma enorme redução da Taxa de Reflexões Epistemológicas.

Estamos deixando de lado, ao tentar refletir sobre o Digital, um extenso Aparato Conceitual Epistemológico, construído ao longo de séculos.

O Aparato Conceitual Epistemológico tem o mérito de nos ajudar a organizar melhor o pensamento.

Podemos dizer que pensar hoje em dia que:

A Epistemologia é a bússola para que não nos percamos no oceano de fatos desconhecidos.

Uma das principais atividades do Futurista é a de organizar os diferentes sistemas de pensamento e depois, a partir deles, Narrativas e Conceitos para poder Futurar melhor.

Sim.

É da qualidade do Ferramental Conceitual de um Futurista, que podemos aferir a sua excelência.

“Big Data”, para nós, portanto, é uma Hashtag, que  significa: vamos conversar sobre a melhor forma de lidar com o evidente aumento exponencial de dados na sociedade?

Nada além disso: um espaço para conversar sobre as melhores ações sobre um determinado fenômeno.

Sim, é inegável que tivemos com a chegada do Digital, uma exponencial elevação na produção de dados e informações, o que demanda um enorme esforço de processamento.

O Sapiens, depois do Digital, saiu de um Ambiente Informacional com alta Taxa de Escassez para um de alta Taxa de Abundância.

Hoje, o diferencial competitivo para profissionais e organizações deixou de:

  • estar na obtenção de dados e informações;
  • e passou a ser também o de analisar o que vem sendo produzido aos borbotões.

Saímos da Escassez Informacional para uma exponencial Abundância num piscar de olhos.

Falamos aqui neste artigo sobre o surgimento dos Rastros Digitais – uma das principais novidades da Internet – que geram dados voluntários e involuntários, bastando que o Sapiens ligue um aparelho digital.

Basta ligar um aparelho digital que já está gerando dados, mesmo que o aparelho fique em cima da mesa da sala.

Os aplicativos do celular, por exemplo, informam aos respectivos bancos de dados, onde você está e até mesmo, em alguns casos, o que você está falando perto dele.

Quando se começa a utilizar um aparelho digital, passa-se a se ter uma contínua produção de Rastros Digitais Involuntários e Voluntários.

Os Rastros Digitais permitem:

  • conhecer cada vez mais a fundo a demanda de cada usuário;
  • aprimorar produtos e serviços;
  • viabilizar ofertas cada vez mais personalizadas;
  • e reduz, de forma exponencial, o custo do levantamento de dados, cada vez mais precisos, dos hábitos dos clientes.

O problema hoje, assim, não é mais saber o que o usuário quer, mas como atender, de forma cada vez mais personalizada, os seus desejos.

Com esse manancial de dados disponíveis, as Plataformas Digitais de todos os tipos passaram a poder personalizar mais e mais produtos e serviços.

O Ambiente Informacional de Abundância, e por sua vez, de personalização, viabilizado pelos Rastros Digitais, teve como consequência uma gradual alteração da Subjetividade da Sobrevivência.

Subjetividade da Sobrevivência pode ser definida como as alterações subjetivas que os Ambientes de Sobrevivência Humanos, sempre mutantes, promovem no Sapiens, de forma involuntária e invisível.

A subjetividade é algo que todos temos e são influenciadas pelo Ambiente de Sobrevivência, que vai se alterando.

O Ambiente Digital, com a profusão da personalização de produtos e serviços, está reduzindo as Taxas de Padronização Objetiva e Subjetiva e aumentando as Taxas da Personalização Objetiva e Subjetiva. 

As pessoas estão, tanto do ponto de vista objetivo, quanto subjetivo, se acostumando a viver em um mundo, mesmo que superpovoado, mais e mais com um aumento crescente da Taxa da Individualização.

O processo de Individualização não é, na maior parte das vezes, consciente. É algo que ocorre na relação de cada pessoa com o novo Ambiente de Sobrevivência Digital.

Quanto mais se vai fundo no Mundo Digital, consciente e inconscientemente, mais a pessoa está se individualizando.

Exemplo?

Imagine uma casa, com uma família de quatro pessoas (pais e dois filhos) antes da Internet, na qual toda a família se reunia na sala para assistir ao Jornal Nacional. Eram todos os membros da família, assistindo a apenas um canal de informações.

Imagine agora a mesma casa, com também uma família de quatro pessoas (pais e dois filhos) agora com a Internet, na qual cada membro da família está com um celular ligado.

Cada um dos membros daquela família está se informando em um aplicativo diferente, a partir dos seus critérios definidos pelo Rastros Voluntários e Involuntários.

O que temos nesse exemplo simples é de que há um forte incentivo para o aumento da Taxa de Individualidade de cada membro da família, que está, cada vez mais, aprofundando as suas particularidades inatas.

A Taxa de Individualidade é, assim, a medição objetiva e subjetiva de quanto o Sapiens está podendo desenvolver as suas particularidades inatas.

Há uma mudança radical nos hábitos de todos os tipos de consumo de cada Sapiens, que, cada vez mais, tenderá a querer mais e mais personalização.

Quanto mais a sociedade for criando condições para que a personalização possa ser vivida de forma objetiva, mais ela subjetivamente vai se expandir.

A demanda por cada vez mais personalização é um resultado objetivo e subjetivo do novo Ambiente de Sobrevivência, que vai, aos poucos, levando as pessoas a querer mais e mais individualização.

Podemos dizer que a Internet está promovendo, de forma gradual – e muitas vezes imperceptível – um processo de Personalização em Larga Escala.

Estamos saindo de uma baixa Taxa de Personalização para uma alta.

Organizações Tradicionais têm procurado atender a este novo cliente mais personalizado, através do processamento, cada vez maior, dos Rastros Digitais.

A partir das Demandas Personalizadas dos clientes, Organizações Tradicionais têm tentando diversificar, ao máximo, a sua Produção Mais Centralizada na Gestão.

A Produção Mais Centralizada na Gestão é aquela que a organização se responsabiliza pela qualidade de todos os produtos e serviços que estão sendo levados para o mercado.

O Big Data 1.0 é feito, assim, dentro da Gestão, na qual temos a Produção Mais Centralizada, quando uma determinada empresa controla diretamente ou mesmo indiretamente, via franquias, sua produção.

Podemos, assim, definir a Hashtag, Big Data 1.0 como o espaço de diálogo sobre o melhor uso que Organizações Gestoras passam a fazer dos Rastros Digitais.

Produção Mais Centralizada é uma característica da Gestão se comparada com a Curadoria, que tem um novo Modelo Administrativo, que permite uma maior taxa de produção individualizada.

O Big Data 2.0entretanto, é diferente.

Big Data 2.0 é o espaço de diálogo sobre o uso que Organizações Curadoras passam a fazer dos Rastros Digitais.

Organizações Curadoras são aquelas que organizam fornecedores de todos os tipos, mas que não mais se responsabilizam diretamente pelos produtos e serviços, que passam a ser transferidos para os fornecedores-parceiros. E, com isso, conseguem uma maior taxa de produção individualizada.

O Uber, por exemplo, é uma Organização Curadora.

O Uber não é responsável direto pela qualidade dos respectivos serviços, que levam a sua marca. É o motorista – um parceiro – que é permanentemente avaliado. O motorista uberizado não é um funcionário interno como no passado.

Se o motorista tiver um problema com um passageiro, não é o Uber que cometeu um erro, mas o motorista. Esta é a nova lógica de uma Organização Curadora.

A Produção de Serviços e Produtos Mais Descentralizados é a marca das Organizações Curadoras, que permite uma maior Taxa de Personalização.

Parece lógico, que se há uma descentralização de fornecedores, há mais chance de que haja um atendimento mais personalizado, pois é menos gente atendendo a menos gente, num processo de divisão da complexidade do atendimento.

Quanto mais fornecedores estiverem ativos em uma Organização Curadora, mais este Ambiente de Sobrevivência Curador conseguirá personalizar seus produtos e serviços.

Quando comparamos os dois Modelos de Produção de Serviços e Produtos, entre Organizações Gestoras e Curadoras, observamos que o uso dos Rastros Digitais é distinto:

  • no diálogo sobre o Big Data 1.0, por ter a produção mais centralizada, com poucos produtores, as Organizações Gestoras têm um determinado limite para personalizar produtos e serviços, a partir dos Rastros Digitais. E neste momento passamos a ter um problema de Escala da Personalização;
  • no diálogo sobre o Big Data 2.0, por ter a produção mais descentralizada, com muito mais produtores, as Organizações Curadoras quebram os antigos limites na capacidade de personalizar produtos e serviços. E neste momento passamos a ter maior Escala da Personalização.

Por que podemos dizer, a partir disso, que “as organizações tradicionais tendem a desaparecer?”.

Cada vez mais, com a vida de cada Sapiens estando cada vez mais imersa no Mundo Digital, as pessoas vão mais e mais aumentar a sua Taxa de Individualidade, muitas vezes de forma involuntária e invisível.

O aumento da Taxa de Individualização é um processo inevitável num Ambiente de Sobrevivência cada vez mais descentralizado.

O aumento da Taxa de Personalização Digital vai ocorrendo sem que as pessoas se deem conta disso.

Estamos vivendo, portanto, um exponencial aumento da Taxa de Individualização, algo que era impossível dentro de um Patamar Demográfico de oito bilhões de Sapiens. 

Assim, as pessoas, vão – cada vez mais naturalmente – demandar mais e mais personalização e só será possível atender a estas demandas, através da Curadoria, com a sua profusão de fornecedores.

Organizações Gestoras vão se tornando, gradualmente, obsoletas, pois estão esbarrando num aumento radical, gradual e constante, da personalização, que elas não são e nem serão capazes de atender.

Os usuários tenderão mais e mais a procurar produtos, serviços e atendimentos personalizados e isso NÃO será possível ser ofertado pela Gestão.

A Gestão cumpriu o seu papel, mas agora tem deixado, lentamente, de ser uma Zona de Atração e passando gradualmente a Neutra e, em vários casos, de Abandono.

Gradualmente, em função da explosão da personalização dos clientes, mais e mais as Organizações Gestoras darão lugar às Curadoras.

É a demanda exponencial da Personalização em Larga Escala que vai guiar as ofertas das organizações que estarão nas Zonas de Atração do futuro.

Nesta direção, podemos dizer que teremos dois cenários mais adiante:

  • O diálogo sobre o Big Data 2.1 – a Curadoria em Plataformas Centralizadas (Uberização);
  • O diálogo sobre o Big Data 2.2 – a Curadoria das Plataformas Descentralizadas (Blockchenização).

Isso, entretanto, é assunto para um outro artigo.

É isso que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO, ITALIC E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS. 

GRIFOS EM NEGRITO, ITALIC E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS  CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal030921

Introdução

O presente artigo tem a seguinte hashtag:

  • #futurismo – aqui comparamos as atividades do historiador e do Futurista;

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É um Artigo Bimodal Metodológico, pois NÃO trabalha com o detalhamento do fenômeno Digital e nem com o Arcabouço Conceitual Epistemológico, que antecede esta análise, mas com as atividades metodológicas do Futurismo e dos Futuristas.

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao Artigo:

“Se queres prever o futuro, estuda o passado.”Confúcio.

Um Futurista tem como missão apresentar Macrotendências de médio e longo prazo.

Um Futurista Competitivo, com foco na competitividade, tem como missão projetar o que vai gerar valor nas Zonas de Atração.

Zonas de Atração são aquelas que as pessoas querem estar, consumir ou imitar.

A partir das Macrotendências das Zonas de Atração, os clientes dos Futuristas Competitivos podem tomar decisões melhores.

Futuristas precisam para projetar Macrotendências de uma Equação Futurista, composta pelas Forças Estruturantes do Sapiens.

Uma Equação Futurista é o resultado de relações de causas e efeitos, a partir dos Padrões Históricos Estruturantes da espécie, que permite a um Futurista prognosticar. Equação Futurista é o DNA do Motor da História.

Equações Futuristas são formadas pelas Forças Estruturantes, que guiam o Sapiens ao longo da história.

Um Futurista de Excelência procura no passado o que pouco muda ou não muda para que possa iniciar daí o seu trabalho, identificando o que muda mais ou muito.

Assim, querendo ou não, um Futurista é um tipo de historiador.

Um Futurista depende da articulação dos fatos do passado feito pelos historiadores para criar padrões e com eles chegar a uma Equação Futurista e desta às Macrotendências.

Um Futurista sem Padrões Históricos ou uma Equação Futurista é o mesmo do que um ciclista sem bicicleta!

Assim, um Futurista é um tipo específico de historiador com um propósito diferente.

Historiadores, como dissemos várias vezes aqui, são factuais e Futuristas padroniais (trabalham com padrões).

Historiadores procuram documentos para descrever fatos e organizá-los. O Futurista espera que este trabalho seja feito e vai procurando padrões.

Sim, alguns historiadores se arriscam a ser Futuristas, mas é uma minoria.

Futuristas são clientes dos historiadores.

Vejamos a sequência:

  • historiadores olham o passado para municiar a Filosofia Social de fatos (veja mais sobre Filosofia Social aqui);
  • fatos são interpretados pelos Futuristas, que são Filósofos Sociais com o objetivo específico de criar uma Equação Futurista e, com ela, gerar Macrotendências.

Mais.

  • não haveria Filosofia Social sem o trabalho dos historiadores;
  • não haveria Futuristas sem a Filosofia Social;
  • Futuristas, assim, são dependentes dos historiadores.

Um historiador é obrigado a desenvolver uma Metodologia de Levantamento de Fatos e um Futurista uma Metodologia de Identificação de Padrões.

Os historiadores entregam relatos organizados do que ocorreu no passado e os Futuristas apontam Macrotendências, a partir do trabalho dos historiadores.

Os historiadores influenciam indiretamente decisões sobre o futuro e os Futuristas diretamente.

Historiadores reúnem fatos para que Futuristas possam criar padrões e, com eles, Futurar.

Podemos dizer que há uma parceria saudável entre historiadores-futuristas.

Mais.

É da qualidade do historiador escolhido que o Futurista poderá fazer melhor o seu trabalho.

Futuristas, assim, precisam de uma visão histórica eficiente, pois é parte integrante do seu trabalho.

E da eficácia da visão histórica escolhida, que depende diretamente a qualidade do trabalho dos Futuristas.

Me mostre, assim, as escolhas feitas sobre a visão histórica de um Futurista e serei capaz de julgar a sua excelência.

É isso que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROXO: DEFINIÕES DE NOVOS CONCEITOS.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal020921

Introdução

O presente artigo tem a seguinte hashtag:

  • #rastros_digitais uma nova forma de conhecer como a relação demanda/oferta se modifica, a partir das Mudanças de Mídia, com respectivo surgimento de novo Macro Modelo de Sobrevivência.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É um Artigo Bimodal Fenomenológico, pois trabalha com o detalhamento do fenômeno Digital e NÃO com o Arcabouço Conceitual que antecede esta análise.

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

“Mídia é o tecido conjuntivo da sociedade.” Shirky.

Com o computador e principalmente a Internet, o Sapiens passou a realizar, cada vez mais, atividades, através de equipamentos digitais.

O Sapiens no Ambiente Digital passou a deixar cada vez maior rastros. Podemos dizer que são Rastros de Sobrevivência.

Rastros de Sobrevivência podem ser entendidos como “pegadas”, que vão sendo deixadas pelas pessoas, a partir das atividades que fazem cotidianamente para existir, independente das mídias de plantão.

Passamos com a Internet da escassez dos Rastros de Sobrevivência Analógicos para a abundância dos Digitais.

Toda a atividade feita dentro de um Ambiente Digital é passível de registro em algum banco de dados.

Atividades dentro de telas geram rastros!

A Internet possibilitou que seja possível conhecer exponencialmente muito mais sobre cada pessoa do que era possível antes.

O conhecimento das atividades das pessoas e grupos, via Rastros Digitais, tem impactos profundos em como vamos viver daqui para frente.

Temos hoje a capacidade de conhecer, com muito mais detalhes, as atividades de cada pessoa ou de grupos, o que não era possível antes.

Conhecer o que as pessoas fazem permite que se possa produzir mais e melhor, de forma mais personalizada.

Se uma pessoa lê um Livro Analógico, por exemplo, o editor ou a loja que vendeu não pode saber, como pode agora:

  • se ela abriu o livro;
  • se folheou todas as páginas;
  • se marcou algo;
  • se compartilhou algo com alguém;
  • e o que e com quem compartilhou.

O que é exatamente o contrário, quando se trata de um Livro Digital, que deixa rastros.

Se compararmos a Vida Analógica com a Digital, tivemos um aumento exponencial do registro das atividades de cada pessoa e dos grupos.

Tivemos no Pós-Digital uma verdadeira explosão da quantidade produzida de informações de cada pessoa, que antes eram simplesmente IRREGISTRÁVEIS.

(Podemos entender o cenário Pós-Digital, principalmente, depois da difusão do uso dos celulares com Internet, quando o uso se massificou radicalmente.)

No Pós-Digital passamos a ter a produção massiva e registrável dos Rastros de Sobrevivência.

A possibilidade de registro e uso dos Rastros Digitais é a base para o surgimento de um novo Macro Modelo de Sobrevivência, que consegue superar os antigos limites.

Se eu sei muito mais do que as pessoas fazem e gostam, a possibilidade de atendê-las, de forma personalizada, é muito maior.

Os Rastros Digitais criam um novo Índice Coletivo, que permite orientar, de forma mais autônoma, mais descentralizada, diversas atividades grupais da sociedade.

Índices Coletivos são indicadores, criados de baixo para cima, que permitem que pessoas possam tomar decisões de forma mais autônoma, como é o caso dos preços e agora dos Rastros Digitais.

Obviamente, havia Rastros Analógicos, tal como registros em papel, ou mesmo gravações em áudio ou vídeos feitas em equipamentos não digitais.

Porém, a quantidade de dados gerados e a possibilidade de processamento dos Rastros Analógicos era infinitamente menor do que agora.

No Mundo Analógico, para haver algum tipo de personalização se gastava muito nas pesquisas, o que agora tem um custo muito pequeno.

Hoje, o investimento maior das organizações não é mais em levantar dados, mas em processar e usar, de forma inteligente, os dados disponíveis.

Assim, podemos dizer que uma das grandes novidades da Internet, talvez a mais impactante de todas, é justamente a possibilidade de registrar, processar e, principalmente, tomar decisões, a partir dos Rastros Digitais.

O uso inteligente e criativo dos Rastros Digitais é o DNA dos Novos Negócios Digitais utilizado, de forma inteligente e inovadora, pelas Big Techs.

Com os Rastros Digitais, passa a ser possível para o Sapiens vencer uma antiga Barreira Civilizacional, que era a de personalizar produtos e serviços em larga escala.

No passado, organizações de todos os tipos gastavam fortunas com pesquisas de mercado para poder se aproximar dos desejos do cliente.

Hoje, com os Rastros Digitais se conhece em detalhes as atividades de cada Sapiens, permitindo desenvolver algoritmos de todos os tipos para aproximar oferta e demanda, a baixo custo.

Os Rastros Digitais permitem que possamos passar a praticar, num patamar inimaginável, a Personalização em Larga Escala.

A Personalização em Larga Escala permite que o Sapiens possa, como nunca antes, adequar demanda com oferta a baixo custo.

Mais ainda.

Do ponto de vista da sobrevivência, os Rastros Digitais, permitem que haja um aumento radical da participação das pessoas na sociedade, pois o desejo de cada um ou de determinado grupo passa a ser cada vez mais passível de ser atendido.

As pessoas ainda não perceberam, mas há um sistema de votação permanente ocorrendo na Internet: gosto, não gosto, quero não quero, é bom, não é bom.

A Explicitação da Demanda é algo fundamental para podermos lidar com o atual e novo Patamar de Complexidade Demográfica.

Como?

De duas maneiras distintas podemos classificar os Rastros Digitais:

  • os Involuntários – que, só ao estar navegando pela Internet, cada pessoa está informando à própria Plataforma e, conforme está estruturada, a outros usuários uma série de informações relevantes;
  • os Voluntários – que, além da navegação, permite que o usuário, de forma simples, possa clicar em ícones (curtições, estrelas, notas, comentários, etc.), ou mesmo postar conteúdo ou vender produtos e serviços, que permitem a outros usuários uma série de informações relevantes.

A grande Barreira Civilizacional Pré-digital era justamente esta: houve um aumento radical da população, porém o Ambiente Organizacional carecia de dados mais precisos para poder praticar a Personalização em Larga Escala a baixo custo.

A Personalização no Pré-Digital era possível, mas sempre em Baixa Escala.

E na Alta Escala a única tendência possível era a Padronização das Ofertas.

Um bom exemplo são os atuais Ambientes Educacionais (em fase de migração).

Uma escola de melhor qualidade tem menos alunos em sala de aula, mas a um custo bem maior e vice-versa.

A promessa dos Ambientes Educacionais 2.0 é justamente, ao saber das demandas dos alunos, conseguir superar a barreira da qualidade de aprendizado em larga escala.

A ainda emergente e promissora Civilização 2.0 tem, assim, como grande desafio o uso, cada vez mais inovador e inteligente, dos Rastros Digitais.

Os Rastros Digitais permitem que a barreira da Personalização em Larga Escala seja superada.

A geração de valor no futuro estará no uso inteligente e inovador dos Rastros Digitais.

É isso que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal010921

Introdução

O presente artigo tem a seguinte hashtag:

  • #filosofia_social – um ambiente de diálogo, no qual se responde a seguinte questão: “Como o sapiens se adapta no tempo para sobreviver?”;

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É um Artigo Bimodal Epistemológico, pois NÃO trabalha com o detalhamento do fenômeno Digital e sim com o Arcabouço Conceitual que antecede esta análise.

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao Artigo:

“O significado das crises: é chegada a ocasião para renovar os instrumentos.” Thomas Kuhn.

A Filosofia é um Ambiente de Diálogo, com determinadas Perguntas Estruturantes do Sapiens, que vão recebendo Respostas Progressivas ao longo do tempo.

O principal objetivo da Filosofia é nos ajudar a viver melhor.

A Filosofia analisa determinadas perguntas mais abstratas, verdadeiras Encruzilhadas Conceituais, que acabam definindo consequências piores ou melhores na vida de cada um e dos grupos.

A Filosofia Social é, assim, um Ambiente de Diálogo Filosófico para a seguinte questão: Como o Sapiens se adapta ao longo do tempo para sobreviver?

A Filosofia Social é um Ambiente de Diálogo Filosófico, que analisa os fatores de Mudanças Estruturais do Sapiens ao longo do tempo e serve como base para os desdobramentos das reflexões nas diferentes Filosofias Sociais Derivadas.

A Filosofia Social é a principal Ferramenta Conceitual de um Futuristas, pois é dela que surgem os Padrões Históricos, que nos permite Futurar.

O termo Filosofia Social já existe e é definido assim pelo Wikipédia:

“A Filosofia Social se ocupa de questões referentes ao significado e à essência da sociedade, considerando sua trajetória, suas mudanças e tendências.”

A Filosofia Social, infelizmente, pouco explicitada atualmente, é um Ambiente Filosófico de Diálogo, que antecede as “conversas filosóficas” das outras Filosofias Sociais Derivadas, tais como Educação, Direito, Administração, etc.

Parece mais lógico que primeiro é preciso definir como o Sapiens, de maneira geral, tem feito para sobreviver, a partir dos fatos históricos,  e, só então, como cada um dos setores ativos da sociedade ajudam nesse objetivo maior.

Primeiro o geral e depois o específico.

Porém, estamos vivendo na saída do Mundo Pré-Digital (Civilização 1.0) uma Crise Civilizacional, em função de um longo período de Concentração Informacional.

Concentrações Informacionais provocam Crises de Pensamento.

Crises Civilizacionais, portanto, se caracterizam, entre outras coisas, pela radical redução da Taxa de Reflexão das pessoas.

Ao final das Crises Civilizacionais, há uma tendência a:

  • padronização do pensamento;
  • redução da Taxa de Reflexão das pessoas;
  • redução da reflexão sobre a Epistemologia, responsável por nos ajudar a organizar o refletir como refletimos;
  • e, por sua vez, promover um aumento da Análise Fenomenológica sem suporte Epistemológico.

O que estes últimos dois itens significam?

Nas Crises de Pensamento, como agora, tentamos entender a realidade diretamente, sem compreender que é preciso refletir, em paralelo, sobre como refletimos.

Quando não pensamos como pensamos, promovemos o Metapensamento, pensamos cada vez pior!

O refletir como refletimos é a principal função do Ambiente Filosófico de Diálogo Epistemológico. 

Assim, a partir do Digital, precisamos “parar para pensar como pensamos”, pois estamos diante de mudanças inusitadas e temos um aumento exponencial de mudanças.

O epicentro da Crise de Pensamento na produção de Narrativas e Conceitos é o claro o abandono da análise filosófica, que sempre procurar refletir sobre o “porquê?” das coisas.

Não adianta mergulhar cada vez mais fundo sobre os estudos da comunicação, por exemplo, se não entendemos a função da comunicação para a sobrevivência humana.

A nosso ver, influenciados por Ayn Rand (1905 – 1982), o Sapiens, antes de tudo, faz de tudo, como todo ser vivo, para sobreviver da melhor maneira possível.

Assim, o guia para entendermos nossa espécie – ou qualquer outra – é tudo que faz para viver melhor. Tudo começa desse ponto.

Todos os padrões das Ciências Sociais devem levar em conta o objetivo da sobrevivência, em primeiro lugar, e depois ir compondo todo o resto.

Percebemos a Crise das Ciências Sociais da seguinte maneira:

  • não há consciência da Filosofia Social;
  • e todos os campos das Ciências Sociais operam com Narrativas e Conceitos, que são utilizados não pela sua eficácia, mas pela força de uma tradição irrefletida.

As descobertas da BIMODAIS nos apontam que:

  • existe o campo da Filosofia Social, pouco visível, que define a base de pensamento das Ciências Sociais;
  • que a Filosofia Social é a base estruturante de TODAS as Ciências Sociais, definindo um foco do por que fazemos determinadas coisas;
  • que precisamos rever, antes de tudo, os Paradigmas Estruturais da Filosofia Social, que ficaram obsoletos diante da inusitada Revolução Digital;
  • para, só então, iniciar uma jornada para a revisão dos Paradigmas Estruturais das Filosofias Sociais Derivadas;
  • e, por fim, num processo de encadeamento lógico,  a partir destas novas premissas, analisar as novas Metodologias Derivadas a serem operacionalizadas, a partir de tais revisões.

Exemplo?

O papel da Educação para a sobrevivência e suas mudanças ao longo da história?

É uma pergunta a ser respondida pela Filosofia Social Derivada, que podemos chamar de Educaciologia.

EducaciologiaFilosofia Social aplicada aos Ambientes de Educação.

Já o estudo das melhores Metodologias Derivadas seria o Educacionismo.

EducacionismoEducaciologia aplicada aos Ambientes de Educação.

Assim, o que estamos questionando aqui neste artigo é a tentativa ineficaz de tentar entender o Digital dentro de cada setor, sem antes passar pelas perguntas e respostas da Filosofia Social.

Quem não vê com clareza o todo, dificilmente poderá entender as partes.

A Educação, por exemplo, é uma Ferramenta de Sobrevivência dentro de uma “caixa de ferramentas” maior, que tem particularidades vinculadas, que não podem se desvincular.

Dessa forma, do jeito que os Conceituadores Convencionais estão operando, passamos a ter o “rabo balançando o cachorro” e não o contrário.

Primeiro, é fundamental termos uma visão geral do que fazemos para sobreviver, apresentada pela Filosofia Social e, a seguir, aplicar em cada Filosofia Social Derivada.

Temos que evitar a antiga cegueira diante do elefante, quando o cego acha que a tromba é o animal todo e não uma parte.

Não é à toa que, procurando evitar esse problema, diversas universidade da área das Ciências Sociais, incentivam aos novos alunos a passarem por uma visão geral antes de se aprofundar nos detalhes específicos.

(Normalmente, são dois semestres.)

O que, na verdade, estão procurando com esta metodologia de ensino é desenvolver, nem sempre com eficácia, a capacidade de entender o geral antes de compreender o particular das Ciências Sociais.

O que deveria ocorrer, entretanto, seria primeiro apresentar a Filosofia Social, com suas diversas perguntas e respostas e depois a Filosofia Social Derivada e, só depois, as Metodologias Derivadas de cada um dos setores.

(Muitas vezes se confunde Sociologia com Filosofia Social.)

Podemos dizer, assim, que as Ciências Sociais têm três níveis de questões:

  • A Filosofia Socialcomo nos adaptamos na história para sobreviver?;
  • As Filosofias Sociais Derivadas – como cada um dos setores colabora para a sobrevivência, através das “logias”: Educaciologia, Direitologia, Administralogia, Midiologia, Informaciologia?;
  • As Metodologias Sociais Derivadas – o que devemos fazer em cada setor para poder cumprir o papel da sobrevivência, através dos “ismos”: Educacionismo, Direitismo, Administrismo, Midiologismo, Informacionismo, a partir das “logias” definidas?

Um Futurista de Excelência é, portanto, antes de tudo, um Filósofo Social.

Um Futurista tem que se aprofundar nas perguntas e respostas da Filosofia Social, pois ela é o Ferramental Conceitual Principal para que ele possa exercer, de forma adequada, uma Metodologia do Prognóstico.

E depois, quando for projetar o Futuro de cada setor, se utilizar das Filosofias Sociais Derivadas, que são filhas da Filosofia Social escolhida.

É isso que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal300821

Introdução

O presente artigo tem a seguinte hashtag:

  • #Antropologia_da_Sobrevivência – sugestão de Proposta de Narrativa Filosófica Social;
  • #Filosofia Social – campo da filosofia que se dedica a entender como o Sapiens se adapta para sobreviver.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É também um Artigo Bimodal Epistemológico, pois trabalha NÃO com o fenômeno do Digital, mas com o Arcabouço Conceitual que antecede esta análise.

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao Artigo:

“O ser humano é a única espécie vivente que tem que perceber a realidade.” – Rand.

O objetivo principal do Futurismo é, a partir de Padrões Históricos, apresentar Macrotendências de médio e longo prazo para seus clientes.

(Realizar tendências de curto prazo, a partir de fatos, é uma atividade de Estrategistas e Profissionais de Inteligência Competitiva e não de Futuristas.)

Portanto, boa parte do trabalho do Futurista é de “caçar” padrões na história, colocá-los em uma “equação” e prognosticar.

(A atividade de criar Narrativas Futuristas é feita pelo Futurista Conceituador, mas, para facilitar vamos chamar de forma genérica de Futurista.)

Um Futurista precisa organizar as narrativas para que possa realizar o seu trabalho. Por isso, antes de tudo, é obrigado a se meter na Epistemologia.

Epistemologia é um ramo da filosofia que nos ajuda a organizar os conceitos em diferentes “gavetas” para que possamos nos aproximar melhor da realidade.

Basicamente, o Futurista opera, de forma, inversa aos historiadores.

Historiadores são organizadores de fatos para conhecermos e entendermos melhor o passado.

Futuristas são organizadores de padrões para que possamos projetar, da melhor forma possível, o futuro.

O que a BIMODAIS percebeu, ao longo dos anos de estudo, é que temos uma verdadeira “bagunça” conceitual.

A Bagunça Conceitual tem duas causas:

  • é normal nas Crises Civilizacionais passarmos a pensar de forma mais embaralhada;
  • a chegada do Mundo Digital demonstrou que a forma como entendemos o Sapiens precisa de uma radical mudança.

Crises Civilizacionais são provocadas pela junção de dois fenômenos: aumento populacional e concentração de mídia, que tira do Sapiens a capacidade de pensar melhor.

Existe um ramo da Filosofia, pouco conhecido, que é a Filosofia Social, que é preciso ser lembrado e revisado.

A Filosofia Socialbasicamente, procura responder à seguinte pergunta: “Como o Sapiens faz para se adaptar no tempo para que possa sobreviver?”

(Todo ramo filosófico tem Perguntas Estruturantes, que, ao longo do tempo, vão recebendo sugestões de Respostas Progressivas.)

A Filosofia Social, assim, é a responsável pelo desenvolvimento de Narrativas Estruturais sobre a sociedade humana.

As Ciências Sociais cuidam de entender o Sapiens, as outras ciências nos ajudam a entender o que ocorre no nosso em torno.

Cabe aos Conceituadores Sociais de Excelência propor novas narrativas para a  Filosofia Social, que servem de base para que possamos pensar todas as Ciências Sociais Derivadas. 

Podemos definir o papel da Filosofia Social da seguinte maneira:

  • possíveis padrões sobre a jornada humana;
  • propor um Motor da História de como o Sapiens procede para se adaptar ao longo do tempo;
  • e, depois disso, aplicar determinada Narrativa da Filosofia Social nas diferentes Filosofias Sociais Derivadas – as “logias“: (Midiologia, Economicologia, Educaciologia, Direitologia, entre outras.);
  • por fim, baseado nas Filosofias Sociais Derivadas, chegarmos as Metodologias Sociais – os “ismos“: (Educacionismo, Economicismo, Conteudismo, Direitismo.)

(Os nomes das novas filosofias e metodologias das Ciências Sociais Derivadas são propositivos e provocativos para gerar um reestudo das mesmas.)

Assim, não faz sentido nenhum que um Conceituador da Educaciologia não tenha que passar antes por uma visão geral da espécie para, só então, analisar o específico.

Como podemos analisar o futuro da educação, se as bases da Filosofia Social e da Filosofia da Ciência Derivada precisam de revisão prévia?

Tivemos como Futuristas que nos deparar com este problema, pois o Futurismo é uma Metodologia de Previsão – um campo diretamente vinculado a Filosofia Social e não uma Ciência Derivada.

No mesmo caso, estão os historiadores.

Os historiadores e os Futuristas operam diretamente na Filosofia Social, que serve de base para as Filosofias Sociais Derivadas e destas para a as Metodologias Sociais.

Os Futuristas e os Historiadores, compõem dois lados da mesma moeda, pois precisam ir para o passado para realizar suas atividades.

Historiadores são coletores mais de fatos do que padrões. E os Futuristas coletores mais de padrões do que de fatos.

Historiadores têm como missão organizar os eventos do passado e os Futuristas prognosticam tendências futuras.

Futuristas ajudam na Filosofia Social para que possam desenvolver Metodologias de Previsão.

Assim, não é de se estranhar que Futuristas precisem propor novas Narrativas para a Filosofia Social, pois é, a partir dela que podem exercer o respectivo trabalho.

Futuristas de Excelência, assim, pela natureza do seu trabalho, acabam precisando ser revisores constantes da Filosofia Social.

Mais ainda.

Futuristas estão muito mais expostos na sua atividade conceitual do que os historiadores.

Futuristas fazem prognósticos que podem funcionar, ou não, pois estão falando do amanhã. Historiadores, por analisar o passado, não sofrem tanta pressão.

Historiadores podem se dar ao luxo de organizar o passado a seu critério, pois isso não terá consequência na avaliação do seu passado.

Já os Futuristas, se analisarem os Padrões do Passado distantes da realidade, suas previsões serão inúteis.

Prognósticos feitos pelos Futuristas estão e estarão sujeitos a avaliações. Acontecerão, ou não.

O Motor da História escolhido pelos Futuristas será avaliado pelo amanhã e se mostrará mais próximo da realidade, ou não.

Os historiadores, por outro lado, não são responsáveis por tomadas de decisão e pelas consequências que estas implicam.

Futuristas ao Futurar estão colocando todos os seus conceitos à prova, que serão validados, ou não, ao longo do desenrolar dos acontecimentos futuros.

Por isso, o trabalho do Futurista, ao analisar o passado, exige uma responsabilidade muito maior, pois haverá consequências mais imediatas ou futuras sobre o seu trabalho.

Historiadores têm a liberdade de classificar a história da forma como acharem melhor, pois não há consequências diretas sobre isso.

No máximo, serão criticados por outros historiadores.

O Futurista é um tipo de historiador, que vai para a história com uma missão diferente: aprender com ela para entregar para seus clientes o seu aprendizado, através de macrotendências.

Futuristas que NÃO vão para a história, podem ser chamados de tudo, até de videntes, mas não de Futuristas!

Há, a partir dessa constatação, diversas propostas de Narrativas Estruturais para a Filosofia Social, tal como o materialismo histórico de Karl Marx (1818 – 83), largamente utilizado por diferentes Conceituadores Sociais.

O materialismo histórico marxista é o que podemos chamar de uma Narrativa Estrutural da Filosofia Social, que impacta todas as Filosofias Sociais Derivadas.

Um Conceituador Marxista leva com ele uma visão geral em todos os campos sociais derivados.

No materialismo histórico marxista há uma proposta de Motor da História, a partir da luta de classes e, com essa base, muitos Conceituadores Sociais, analisam seus campos de estudo.

Marx, com todos seus equívocos, procurou ser um Filósofo Social.

A BIMODAIS, a partir dos estudos, que se iniciam na Midiologia (estudo do papel das mídias na sociedade humana) rejeita a Narrativa Estrutural Marxista e várias outras, pois não acredita que ser um padrão válido para entender o que vivemos hoje na sociedade e nos ajudar a prognosticar o que virá.

(Ludwig von Mises (1881 – 1973) procurou, por exemplo, algo parecido na Cataláxia, outra proposta da Narrativa Estrutural da Filosofia Social.)

A BIMODAIS teve a necessidade de desenvolver sua própria Narrativa Estrutural para a Filosofia Social, tendo como ponto de partida o Digital.

Notem bem, não entramos tão fundo nesse estudo por que queremos, mas fomos OBRIGADOS para que possamos exercer, de forma adequada o nosso trabalho!

Se tivermos outras Escolas de Futurismo, com o viés mais científico, elas NECESSARIAMENTE terão que percorrer um caminho similar, escolhendo um Motor da História existente, ou como nós, tendo que criar o seu.

O que distingue Futuristas de outros são as bases conceituais que escolhem, tendo como base o Motor da História que criaram ou escolheram.

Se ninguém, ou muitos poucos, previram a atual Revolução Midiática e todos os seus exponenciais efeitos, isso demonstra claramente que temos uma crise da Narrativa Estrutural da Filosofia Social. E de que os Motores da Histórias dos Futuristas de Plantão precisam de revisão.

Algumas Forças Fundamentais, que devem regem o Motor da História mais adequado e eficaz estão sendo subavaliadas pelos Filósofos Sociais Convencionais.

Tais como o poder das mudanças trazido:

  • pelo aumento populacional;
  • pelas mudanças de Mídia;
  • e o surgimento de novos Macro Modelos de Administração.

É preciso que se desenvolva, a partir do Digital, uma nova Narrativa Estrutural Geral para a Filosofia Social, que sirva de base para o trabalho dos Futuristas e, por consequência, dos demais Conceituadores tanto da Filosofia Social Geral como das Derivadas.

Resolvemos criar, por dever de ofício, a Antropologia da Sobrevivência como uma nova proposta de Narrativa Estrutural Geral da Filosofia Social.

Há algumas decisões relevantes para que tivéssemos optado pela definição da Antropologia da Sobrevivência.

Vejamos:

  1.  partimos da ideia, sugerida por Ayn Rand (1905 – 82), de que todas as reflexões sobre o ser humano NÃO devem perder de vista a sobrevivência;
  2. tudo que fazemos como espécie tem como motivação, como todos os outros seres vivos, nos manter vivos;
  3. garantida a sobrevivência, podemos pensar em outras possibilidades.

Assim, se vamos procurar Padrões Históricos teremos que procurar, justamente, tudo que o Sapiens fez e fará para se manter vivo.

Por isso, o nome:

Antropologia da SobrevivênciaEstudo dos Padrões Históricos dos principais movimentos do Sapiens na direção da sobrevivência.

Assim, a Antropologia da Sobrevivência é uma Narrativa Geral Estrutural da Filosofia Social, que procura identificar as Forças Mais Estruturantes do Sapiens para que possamos criar um Motor da História mais eficaz.

Dessa maneira, toda Narrativa Geral Estrutural da Filosofia Social  terá, querendo ou não, algum tipo de DNA, que podemos chamar de Motor da História.

O Motor da História pode ser dispensado pelos historiadores, mas NÃO pode ser ignorado pelos Futuristas.

Se alguém acha que um Motor da História não faz sentido, ao mesmo tempo, admite que é impossível o trabalho de um Futurista.

Um Futurista que não tem um Motor da História para chamar de seu, não é um Futurista!

O Motor da História Bimodal, é o DNA Conceitual da Antropologia da Sobrevivência é o seguinte:

  • o Sapiens é uma Tecnoespécie;
  • por causa disso, pode aumentar a população.
  • ao aumentar a população, precisa de novos Macros Ambientes de Comunicação e de Sobrevivência;
  • os novos Macros Ambientes de Comunicação e de Sobrevivência permitem o surgimento de Zonas de Atração;
  • por tendência, as Zonas de Atração são aquelas que permitem o aumento da participação das pessoas para ajudar a lidar, de forma mais personalizada, com a complexidade.

Com esta Equação Futurista podemos traçar as Macrotendências diante do Digital.

É isso, que dizes?

Colaboraram o seguintes Bimodais: Rodrigo Palhano e Fernanda Pompeu.

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
Ou: https://sun.eduzz.com/932565

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal270821

Introdução

O presente artigo tem az seguintes novas hashtags:

  • #Zonas_de_Atração – detalharemos o conceito de Zonas de Atração.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É também um Artigo Bimodal Metodológico, pois trabalha NÃO com o fenômeno do Digital, mas com o Arcabouço Conceitual que antecede esta análise.

Este artigo é um complemento do que postamos aqui sobre Conheça o Futurismo: os diferentes perfis e atividades.

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao Artigo:

“Viver em nosso planeta, hoje, requer muito mais imaginação do que nos ensinaram a ter.” – Taleb.

Futurar NÃO é apontar fatos, mas tendências.

Um Futurista usa como “impressora” o Motor da História para “imprimir” tendências.

Vimos aqui que a BIMODAIS atua no Futurismo Competitivo procurando Futurar para profissionais e organizações.

Assim, o Futurismo Competitivo é voltado para ajudar os respectivos clientes a tomar decisões melhores para que possam se manter competitivos no amanhã.

Um Futurista não tem o papel de apresentar tendências que estão a “olho nu”, mas as que só podem ser vistas por “telescópios conceituais”.

Porém, temos algo muito importante quando pensamos na atividade de Futuração.

O futuro, como disse John Naisbitt (1929 – ) “não é temporal, mas regional“.

Como assim?

A humanidade não caminha como uma parada militar, todos juntos e de forma unida, mas vamos, ao contrário, ocupando “territórios” como em uma “guerrilha“.

Quando surgem – através de inovadores de todos os tipos – novos conceitos e tecnologias, vamos adotando-as para que possamos viver melhor.

Como disse Ludwig von Mises (1881 – 1973), o grande norte do ser humano “é viver amanhã, melhor do que hoje”.

O Sapiens é, portanto, sedento por novidades, que possam minimizar desconfortos cada vez mais complexos, devido ao Aumento Populacional Progressivo.

Temos, a todo momento, novas possibilidades conceituais e tecnológicas, que minimizam, de forma inovadora, os problemas das pessoas, que ontem eram menos e hoje são cada vez mais complexos.

O futuro, assim, avança de forma não uniforme, gerando Zonas de Atração.

Zonas de Atração são aquelas nas quais que as pessoas comuns – não os líderes – passam a querer aderir ou imitar (como consumidores ou empreendedores), pois permitem novas soluções, através de conceitos e/ou tecnologias inovadoras, que resolvem, de forma criativa, antigas demandas.

Obviamente, que o amanhã não é só formado por Zonas de Atração.

O ser humano não é uma espécie tão inteligente e esperta, assim, em que tudo que faz é sempre para melhor.

Há diversas barreiras psicológicas, interesses variados, que impedem que muitas vezes o que se mostra mais atrativo – a partir dos critérios das Ordens Espontâneas – possa se expandir.

(Note que estamos falando aqui – ao falar em atração – de períodos de tempos longos, pois muitas vezes o curto período de tempo é enganador.)

Mais ainda.

O movimento de Ordem Espontânea, na direção da aproximação ou afastamento, principalmente por longos períodos, é o que nos diz o que é uma Zona de Atração, uma Neutra e outra de Abandono. São números que demonstram o que teve adesão e o que não teve.

Zonas de Abandono são aquelas que ou não aceitam novidades, ou pior, insistem em se utilizar de possibilidades conceituais e tecnológicas, que se mostraram improdutivas e ficam cada vez mais obsoletas.

Não cabe a um Futurista de Excelência julgar o que é bom ou não, mas apenas o que vai atrair mais ou menos as pessoas, baseado no que funcionou no longo prazo.

Note, assim, que o trabalho dos Futuristas de Excelência é de:

  • apontar as novas possibilidades conceituais e tecnológicas, que vão gerar mais valor no futuro;
  • procurar explicar o motivo do por que geram mais valor;
  • criar explicações lógicas dos motivos da passagem das antigas e atuais Zonas de Atração, que foram ficando obsoletas para as novas Zonas de Atração;
  • quais são as mudanças filosóficas, teóricas e metodológicas necessárias para a compreensão e a atuação nas novas Zonas de Atração;
  • e, por fim, as melhores formas migrar da atual para a nova.

O Futurismo Competitivo, assim, NÃO deve estar preocupado com o que ocorre nem na Zona Neutra e nem na Zona de Abandono, pois para isso existem outros tipos de profissionais.

O Futurismo Competitivo, assim, também NÃO está preocupado com o que ocorre nas antigas Zonas de Atração, apenas procura entender a dinâmica das novas.

O Futurismo Competitivo tem o papel de ajudar profissionais e organizações a lidar com mudanças menos explícitas e mais ocultas!

O Futurismo Competitivo é, portanto, em resumo,  uma atividade voltada para mapear novas Zonas de Atração e ajudar clientes a caminhar na direção das mesmas.

É isso que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal310821

Introdução

O presente artigo tem a seguinte hashtag:

  • #descentralização_personalizadora – detalhamento da Macrotendência da espécie na direção do aumento da Descentralização Personalizadora nas operações e decisões sociais;

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

É também um Artigo Bimodal Fenomenológico, pois trabalha com o detalhamento do fenômeno Digital e apenas levemente com o Arcabouço Conceitual que antecede esta análise.

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao Artigo:

“O mundo de baixo para cima será o grande tema deste século.”Ridley.

Como detalhamos neste artigo, a Antropologia da Sobrevivência é uma proposta da Filosofia Social Bimodal, baseada em novos paradigmas de como o Sapiens luta para sobreviver, tais como:

  • a compreensão de que somos uma Tecnoespécie;
  • uma Tecnoespécie nos permite inventar novas formas de sobreviver e, por causa disso, temos condições de aumentar a população;
  • quanto mais gente temos no mundo, mais aumentamos a complexidade das demandas;
  • o aumento da complexidade das demandas, nos leva OBRIGATORIAMENTE a ter que aumentar  a sofisticação das ofertas;
  • as únicas duas formas de conseguir superar o progressivo impasse de muita demanda para pouca oferta são as seguintes: centralizar e padronizar ou descentralizar e personalizar.

(Detalhe: a missão de um Futurista Competitivo é a de apontar para seus clientes – profissionais e organizações – o que vai gerar valor no futuro.)

Assim, cumprindo nossa missão, vamos procurar defender que, apesar de termos em alguns momentos o aumento da Centralização Padronizadora, o que vai gerar valor e criar Zonas de Atração é a Descentralização Personalizadora.

Por quê?

Se aumentamos a Complexidade Demográfica é mais sustentável que se divida a responsabilidade tanto da operação quanto das decisões por cada vez mais gente.

A divisão de responsabilidade permite que cada um possa ajudar, tanto na operação, quanto na decisão de resolver os problemas complexos.

Detalhemos mais.

Quando temos mais Complexidade Demográfica, a forma mais inteligente de lidar com ela, é aumentar, de forma progressiva, a Taxa de Responsabilidade.

Existe, obviamente, o que acaba sendo mais imediato, a possibilidade de centralizar as decisões e as operações.

Porém, a história demonstra que foram soluções de curto prazo e que NÃO se mostraram sustentáveis.

Decisões e Operações Centralizadas tendem a perder a Taxa de Qualidade ao longo do tempo.

A Centralização das Decisões e Operações, naturalmente, tende a padronização de produtos e serviços e, para isso, há um processo de padronização do próprio Sapiens.

Podemos dizer que:

Quanto mais tivermos a Centralização das Decisões e Operações, mais se terá a tendência a promover a Padronização do Sapiens.

Ou seja.

Quando você aumenta a Padronização Produtiva, tem, NECESSARIAMENTE, que promover a Padronização Subjetiva.

O Sapiens, entretanto, pelo que analisamos no passado, prefere mais a personalização do que a padronização, pois é uma espécie com alta Taxa de Diversidade, tanto Objetiva quanto Subjetiva.

O Sapiens tende a não se sentir confortável quando é preciso abrir mão de sua Diversidade Individual na direção de determinada padronização forçada.

Podemos dizer que o Sapiens se sente melhor quando pode praticar uma Taxa de Diversidade maior.

Por tendência, a Centralização Padronizadora acaba por criar uma demanda latente por uma Descentralização Personalizadora.

Se analisarmos a Macro-História e projetar o que vai gerar Zonas de Atração podemos aferir que:

  • As Zonas de Atração tendem a ser aquelas que permitem um aumento da Descentralização Personalizadora;
  • As Zonas de Abandono são aquelas que NÃO permitem uma alta taxa de Descentralização Personalizadora.

A Descentralização Personalizadora permite que tenhamos mais capacidade de lidar com a complexidade, com mais diversidade.

Exemplos?

Vejamos o caso bem conhecido do restaurante a quilo no Brasil, um case que demonstra como, de forma espontânea, lidamos com a complexidade, através da Descentralização Personalizadora.

Tivemos nas grandes cidades, ao longo das últimas décadas, o problema de aumento de complexidade da demanda nas áreas centrais, pois passamos a ter muita gente para comer, em pouco tempo, nos restaurantes.

Como o problema foi resolvido sem que houvesse uma combinação?

Surgiram os restaurantes a quilo, com o objetivo de resolver o problema.

Quais foram as etapas?

  • surge o primeiro restaurante a quilo, com um novo modelo de atendimento mais participativo;
  • há a retirada de determinados Intermediadores Mais Centralizados, que estavam dificultando a Personalização em Larga Escala;
  • nos restaurantes a quilo, há a retirada dos garçons e do cozinheiro “a la carte”;
  • os clientes aceitam se servir para ganhar tempo;
  • o ato de se servir, permite que cada cliente possa escolher, a seu critério o prato que vai comer;
  • podemos dizer que no restaurante a quilo, NENHUM prato é igual ao outro, pois todos têm escolhas diferentes.

O que vemos nos analógicos restaurantes a quilo é uma tendência, uma nova Filosofia de Atendimento, que nos mostra uma tendência, que se tornou exponencial com a Internet.

Tivemos o aumento exponencial da Descentralização Personalizadora.

A Filosofia de Atendimento do restaurante a quilo é uma solução de um impasse civilizacional: muito mais gente, com pressa para comer e com demandas de pratos cada vez mais personalizados.

Qual a resposta que a sociedade oferece para o aumento da Complexidade Demográfica Progressiva: se sirvam!

Se analisarmos todo o movimento que assistimos no pós-Digital vai nessa direção: a reintermediação de operações e decisões, que vão sendo transferidas para o próprio usuário.

Assistimos e estamos promovendo no Digital a passagem do “eu te sirvo” para o “se sirva você mesmo”,  criando um novo Ambiente Humanos de Sobrevivência.

Se você reparar as fases, temos:

  • com a digitalização – a criação de cada vez mais plataformas e aplicativos, que permitem que o usuário possa cada vez mais operar e decidir;
  • com a uberização e blockchenização – a criação de cada vez mais plataformas e aplicativos, que permite o usuário participar da produção, além de operar e decidir.

Se analisarmos a grande Macrotendência Pós-Digital, vamos observar que o epicentro das mudanças pode se resumir no seguinte mantra: “se sirva!”.

É isso que dizes?

Colaborou o Bimodal: João

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal260821

Introdução

O presente artigo tem a seguinte hashtag:

  • #comando_e_controle – as alterações nas topologias de Comando e Controle da espécie depois do Digital;
  • #Curadoria_Digital – a terceira etapa de um Modelo de Comando e Controle mais distribuído.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo:

“No mundo digital, a descentralização continuará a mudar a feição da indústria e da sociedade.”Brafman e Beckstrom.

Comentei esta semana, a convite do Gustavo Carriconde, do Resumocast, o livro “Quem está no Comando?” de Ori Brafman e Rod Beckstrom.

Podem ouvir o episódio aqui.

Os autores criam uma interessante Antropologia do Conflito entre Descentralização versus Centralização dos diferentes Ambientes de Sobrevivência no passado e no presente.

Analisam momentos da história, quando tivemos conflitos entre Ambientes de Sobrevivência mais Centralizados (aranha) para alguns mais Descentralizados (estrela do mar).

Porém, eles vão além.

Fazendo uma interpretação Bimodal do livro, podemos dizer que:

  • os autores consideram que  Organizações Aranhas são o que chamamos de Gestão, que têm um gestor central definindo os rumos do projeto, com um viés de Comando e Controle mais de cima para baixo do que de baixo para cima;
  • e as Organizações Estrelas do Mar são o que chamamos de Curadoria, na qual não tem um gestor central definindo os rumos do projeto, com um viés de Comando e Controle mais de baixo para cima do que de cima para baixo.

Na Gestão, assim, se Gestiona e na Curadoria se Curadora.

Gestionar é controlar muito mais de cima para baixo do que de baixo para cima. E Curadorar, o contrário.

Porém, o que é interessante no livro “Quem está no Comando?” é a apresentação de uma espécie de Uberização Primitiva, antes mesmo do surgimento da Internet.

Apaches, como o Airbnb, tomavam decisões de forma mais distribuída, a partir dos critérios de preferência dos membros da tribo, que escolhiam seus influenciadores a cada momento.

Não havia um chefe formal e fixo, mas um Líder Contextual.

Assim, não podemos dizer, como achávamos antes, que a Curadoria (uma forma mais descentralizada de Comando e Controle) é algo que surge com o Digital.

Não é.

A Curadoria é uma Filosofia mais Descentralizada de Comando e Controle, que vem sendo utilizada pelo ser humano ao longo da história.

Podemos chamar de Curadoria Primitiva.

Temos no livro “Quem está no Comando?” a apresentação de duas cosmovisões bem distintas na forma de operar o Comando e Controle.

Em detalhes:

  • as Organizações Estrelas do Mar têm determinados valores e influenciadores, que praticam o que hoje passamos a chamar aqui na BIMODAIS de Curadoria (Uberização);
  • as Organizações Aranhas têm determinados valores e gestores, que praticam o que hoje passamos a chamar de Gestão (o modelo tradicional).

Vejamos:

  • Na Gestão (aranha) temos organizações que têm um líder central determinando as ações. Se cria um modelo de organização mais de cima para baixo, a partir de determinadas regras operacionais;
  • Na Curadoria (estrela do mar) temos organizações que NÃO têm um líder central determinando as ações. Se cria um modelo de organização mais de baixo para cima, a partir de determinadas regras operacionais.

Assim, não podemos dizer que, filosoficamente falando, a Uberização ou a Curadoria são uma invenção da Internet.

O livro prova que não são.

Curadoria é uma Filosofia de Comando e Controle, que vem sendo praticada há tempos, mas que agora no Digital ganha um exponencial impulso.

Filosoficamente falando, já havia Curadoria, desde o início dos tempos. Porém, era uma Curadoria, que operava dentro dos limites das Mídias existentes.

Digo mais, a Curadoria Primitiva talvez tenha sido utilizada em comunidades pequenas, do mundo oral e escrito, porém, tinha limites de gerenciamento de larga escala.

Quanto mais gente participa de um determinado processo, mais difícil era a prática da Curadoria Oral e Escrita.

A Complexidade Demográfica nos levou a colocar a Curadoria como periférica e não o modelo de Comando e Controle Hegemônico.

Havia uma Curadoria Primitiva, que operava com menor capacidade de escala, pois era limitada pelas Mídias da época.

Porém, filosoficamente falando a Curadoria NÃO foi inventada pela Internet, foi aprimorada por ela!

Tivemos, assim, a partir dos exemplos do livro “Quem está no Comando?”  diferentes Macro Modelos de Comando e Controle mais Descentralizados:

  • Curadoria Oral – representada pelos Apaches;
  • Curadoria Escrita – representada pelos Alcóolicos Anônimos;
  • Curadoria Digital – representada pelo Napster.

O que muda de uma para a outra é a escala do que um destes tipos de Curadoria permite.

A Curadoria Oral tinha menos capacidade de gerenciamento do número de membros do que a Escrita e desta muito menos do que a Digital.

Filosoficamente falando, temos, ao longo do tempo, uma forma de Comandar e Controlar de baixo para cima, que é antiga, mas que agora no Digital é possível utilizá-la atingindo muito mais gente.

Até a chegada do Digital, tínhamos o que podemos chamar de Curadoria Analógica, que envolve a Curadoria Oral e Escrita.

Antes do Digital, produzimos informações (rastros):

  • de forma muito mais limitada;
  • com decodificação feita por pessoas.

Podemos chamar a produção de informações de Rastros Informacionais Analógicos, que serviam de base para que as organizações pudessem tomar decisões.

A base do que hoje chamamos de Gestão é feita a partir dos Rastros Informacionais Analógicos.

Rastros Analógicos são pacotes de informações que eram gerados fora do ambiente digital, binário, o que, além da escassez de informações, obrigava a uma decodificação por um Gestor, com reduzido uso de computadores.

Com o Digital, tivemos o surgimento dos Rastros Informacionais Digitais, que nos permite:

Produzidos De Forma Involuntária:

  • produzir Rastros Informacionais sobre a navegação, pesquisas e todo tipo de ações de uso e consumo de informação, de produtos e serviços;

Produzidos De Forma Voluntária:

  • classificação de tudo que é consumido de forma simplificada, via ícones ou de forma mais sofisticada, via comentários;

Os Rastros Informacionais Digitais permitem que os equipamentos possam tomar decisões, através da criação de algoritmos, que conseguem identificar com muito mais precisão as demandas dos usuários.

São os Rastros Informacionais Digitais, que permitem o surgimento de um novo modelo de Comando e Controle, que podemos chamar de Curadoria Digital.

A Curadoria Digital tem a mesma filosofia das Curadorias Oral e Escrita, porém, permite que haja um aumento de escala.

Grande parte das principais organizações que criaram Zonas de Atração neste novo século tem como “pulo do gato” o uso intenso da Curadoria Digital.

Note, entretanto, que a Filosofia Curadora sempre foi algo, até aqui, mais exceção do que a regra, pois as mídias orais e escritas favoreciam a Gestão, que é um Modelo de Sobrevivência, que tinha os Limites Analógicos.

O Modelo de Sobrevivência Analógico se caracteriza pela necessidade de uma pessoa decodificar os limitados Rastros Informacionais para poder decidir, o que cria um forte limite para que se possa gerenciar problemas mais complexos, que envolvem mais gente.

Assim, no passado, Ambientes de Sobrevivência Analógicos, por uma característica das mídias tornou a Gestão como regra e a Curadoria como exceção.

A Gestão é uma Filosofia de Comando e Controle “mais natural” dentro de um Ambiente Informacional Analógico.

A Filosofia Curadora era algo fora de padrão e foi utilizada sempre em movimentos mais periféricos.

A Curadoria Digital tem as seguintes características:

  • muito mais informações sobre o consumo;
  • o uso de equipamentos para interpretá-los;
  • a possibilidade de ampliação exponencial da participação de baixo para cima.

A Curadoria Digital nos permite superar os limites do Macro Modelo de Sobrevivência e passa de um modelo alternativo à grande aposta da civilização para resolver problemas antes insolúveis: mais participação das pessoas no consumo em larga escala.

É o surgimento da Curadoria Digital, que nos permite dizer que entramos em uma nova Civilização, a 2.0.

É isso, que dizes?

Colaboraram os seguintes Bimodais: Leandro Lemos (que produziu as figuras)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal250821

Introdução

O presente artigo tem a seguinte hashtag:

  • #futurismo – estabelecendo a relação do motor da história com a atividade do Futurista;
  • #motor_da_história – Ferramenta Conceitual que define como o ser humano se adapta no tempo.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Este artigo já se baseia na revisão setorial, a partir da nova forma de pensar o Motor da História, que vimos aqui.

Vamos ao Artigo.

“A mídia é como um triatlo: pessoas gostam de consumir, mas também de produzir e de compartilhar.” – Shirky.

Se falássemos de Futurismo há cinco anos, as pessoas iriam relacionar a atividade aos profissionais que trabalham ou trabalhavam com inteligência competitiva ou naqueles responsáveis por traçar estratégias.

A profissão de Futurista é uma de tantas outras, que surgiram a partir da Revolução Midiática Civilizacional Digital.

Nova mídia, novas profissões!

Podemos defini-la como:

Futuristas são profissionais que ajudam seus clientes a lidar melhor com o futuro de diferentes maneiras.

Temos dois tipos de Futurismo:

  • o Competitivo – voltado para profissionais e organizações para que tomem decisões melhores diante das tendências e macrotendências apontadas pelos Futuristas;
  • e 0 de Entretenimento – voltado para o público mais geral para que saciem a sua curiosidade diante do amanhã.

A BIMODAIS se dedica ao Futurismo Competitivo.

No Futurismo Competitivo, temos duas atividades fundamentais ligadas ao pensar e ao agir:

  • os Futuristas Competitivos Conceituadores – que desenvolvem Ferramentas Conceituais para a atividade dos Futuristas Operacionais;
  • os Futuristas Competitivos Operacionais – que operam, a partir das Ferramentas Conceituais feitas pelos Futuristas Conceituadores para atender a todo tipo de cliente na sociedade.

Quando tentamos detalhar as atividades dos Futuristas Competitivos, é preciso definir de quais deles estamos falando:

  • dos que estão desenvolvendo conceitos para os Futuristas Operacionais?
  • ou dos Futuristas Operacionais que estão ajudando seus clientes, a partir dos conceitos desenvolvidos?

Aqui neste artigo falaremos de algumas atividades dos Futuristas Competitivos Conceituadores.

Há, no trabalho dos Futuristas Competitivos Conceituadores, dois momentos diferentes:

  • o momento conjuntural – diante da atual Revolução Midiática, no curto e médio prazo, quando estamos procurando entender e criar uma análise sobre os motivos de tantas mudanças e quais são as macrotendências, através do desenvolvimento de um novo Motor da História Futurista;
  • o momento estrutural – as atividades dos Futuristas, depois da consolidação da Revolução Midiática Digital, no longo prazo, quando teremos que lidar com um mundo muito mais mutante do que o atual.

Estamos saindo de um mundo com uma Taxa de Mutação menor para uma muito maior, pois aumentamos exponencialmente a Taxa de Interação entre as pessoas e isso provoca mudanças cada vez mais rápidas e imprevisíveis.

Conjunturalmente, estamos vivendo uma verdadeira crise na atividade de Futurar diante do Mundo Digital.

Há hoje uma forte demanda do mercado para uma espécie de Vacina Conceitual para que possamos entender, explicar e sugerir ações diante da Tecnopandemia Digital.

De maneira geral, os Conceituadores Sociais Convencionais não tinham e ainda não têm noção, nem aproximada, do papel exercido pelas Mídias na história humana e nos respectivos setores.

O grande susto diante do Digital é o seguinte: os fatos NÃO estão mais rimando com as teorias de plantão.

Diante do Digital, as teorias estão indo para um lado e os fatos para outro.

Os Conceituadores Sociais Convencionais operavam (e continuam a operar) com um Motor da História, no qual as tecnologias eram mais ou menos neutras, onde se incluem as mídias.

O Motor da História Futurista é uma espécie de equação de padrões, que procura traçar causas e consequências, que nos permitam prognosticar e projetar o amanhã.

Vivemos, assim, uma profunda Macro Crise de Paradigmas das Ciências Sociais, que se reflete em todas as Ciências Sociais Derivadas, onde se inclui a atividade dos Futuristas Competitivos.

Bem diferente dos historiadores, que se preocupam em registrar fatos do passado, os Futuristas têm a preocupação central de registrar padrões para Futurar.

Futuristas são “caçadores” de padrões históricos da espécie para exercer seu trabalho.

Futuristas entregam, a partir de Padrões Históricos, tendências e macrotendências para seus diferentes clientes.

Por exemplo.

Quando se aumenta a população, haverá necessidade da criação de Ambientes Midiáticos e de Sobrevivência mais distribuídos.

Isso é uma relação de causa e efeito, a partir de padrões, apontando uma Macrotendência Futurista na direção da distribuição de decisões ao longo da nossa batalha de adaptação.

Ou ainda.

Quando temos a chegada e massificação de uma nova Mídia Mais Descentralizada, há, por tendência, aumento de participação das pessoas na sociedade, seja operacional, decisório e informacional.

Um verdadeiro espanto que estamos vivendo é que o Digital deixou claro que não temos que nos adaptar apenas a mudanças sociais ou planetárias, mas, também as Tecnoplanetárias. 

Vejamos:

Um Futurista, que deseja fazer projeções de médio e longo prazo, depende, assim, da catalogação, análise e detalhamento de padrões.

O contínuo trabalho em cima de padrões cria um Motor da História Futurista.

Um Motor da História Futurista procura apresentar tendências.

Um Futurista, assim, tem algo de historiador, pois precisa de fatos do passado, mas o que ele procura, com uma lupa especial, são padrões.

A Ferramenta Conceitual básica de um Futurista Competitivo Conceituador é a preparação de um Motor da História Futurista para que possa projetar.

Me mostre o Motor da História de um Futurista e te apontarei a excelência do seu trabalho!

O Digital aumentou exponencialmente a Taxa de Mutação da Sobrevivência da espécie.

E isso demanda mais e mais a formação e o trabalho de Futuristas de Excelência para ajudar nas estratégias de médio e longo prazo de profissionais e organizações.

Profissionais e organizações precisarão mais e mais se prepararem para o médio e longo prazo, muito mais do que fazem hoje em dia.

É isso que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal240821

Introdução

O presente artigo tem a seguinte hashtag:

  • #cooperativismo – aqui vamos sugerir uma nova forma de compreender as trocas humanas e os Ambientes Econômicos, sugerindo não usar mais o termo “capitalismo” para se referir a um mercado mais livre e aberto;
  • #futuro_economia – aplicação dos conceitos Bimodais para a Economia.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Este artigo já se baseia na revisão setorial, a partir do Motor da História Bimodal, que vimos aqui.

Vamos ao Artigo.

“A verdade é que a concorrência só pode existir numa economia mutável. – Mises.

Hoje, é comum nos referirmos ao atual sistema econômico hegemônico no mundo como “capitalismo”. É a melhor maneira? Há algo que precisa ser alterado, a partir da chegada do Digital e das novas formas de pensar a sociedade?

Sim, acreditamos que sim.

Existe um ajuste necessário, a partir do Motor da História Bimodal.

Vejamos.

O nome Capitalismo vem de Capital.

“Pesquisas históricas apontam que o termo “capitalismo” foi utilizado pela primeira vez por um escritor chamado William Makepeace Thackeray, no trabalho denominado de The Newcomes, em 1845. Com base nesse escritor, a palavra significa “ter a posse do capital”.” – fonte.

Capital é algo que faz parte de qualquer negócio, pois capital é sinônimo de dinheiro. Dinheiro é uma “energia” acumulada, representada pelas diferentes moedas.

Não faz muito sentido chamar capitalismo de capitalismo, pois, tudo que o ser humano faz em termos de sobrevivência, necessita de algum tipo de energia, que é hoje representada pelo dinheiro.

Antes havia outros tipos de moedas nas “trocas energéticas“.

Não haverá, assim, nenhuma sociedade humana em que não haja energia trocada, o que chamamos de capital.

Nenhuma atividade humana, seja qual for, estará isenta de capital, que é energia representada por algum tipo de moeda de troca.

O uso de capital/energia é algo inerente as atividades humanas e não pode definir um tipo de sistema econômico, mas TODOS os sistemas econômicos.

Todo sistema econômico humano é, querendo ou não, uma troca de energias para poder sobreviver.

Sistemas econômicos, antes de tudo, são ferramentas humanas para a sobrevivência.

Passemos a analisar a Economia, Ciência Derivada das Ciências Sociais.

Economia, segundo o Google é, ciência que estuda os fenômenos relacionados com a obtenção e a utilização dos recursos materiais necessários ao bem-estar.

Economia é, portanto, o estudo da sobrevivência humana – tudo que fazemos para nos manter vivos.

Porém, antes de analisar uma Ciência Derivada das Ciências Sociais é preciso que haja a definição de um novo Motor da História, a partir das revisões feitas com a chegada do Digital, que nos aponta a seguinte relação:

Precisamos agora “aplicar” essa nova visão da forma como o ser humano se adapta no tempo à Economia – Ciência Social Derivada.

Vejamos.

Lobos, por exemplo, não inventam ou criam sistemas econômicos, nós sim.

A sobrevivência do Sapiens é naturalmente artificial ou, se quiserem, artificialmente natural.

Se analisarmos o passado, vamos perceber que nossa espécie – a única do planeta, que aumenta, de forma interdependente, a Complexidade Demográfica –  precisa, gradualmente, aumentar a cooperação entre as pessoas.

Muito do que há ali naquela região, não há aqui nesta e é preciso que se troque aqui e ali para que haja uma complementaridade.

A cooperação – co-operar – operar junto –  é a base para a sobrevivência do Sapiens, desde os primórdios.

Cooperar – atuar, juntamente com outros, para um mesmo fim; contribuir com trabalho, esforços, auxílio; colaborar.”

Cooperar, assim, não é operar de forma generosa e gratuita, mas trabalhar junto, sinônimo de colaborar. Laborar é trabalho, o prefixo “co“, significa junto.

A cooperação pode ter diferentes maneiras de estabelecer as trocas.

Muito mais do que capitalismo, comunismo, feudalismo, mercantilismo, o que sempre tivemos na luta pela sobrevivência foi o Cooperativismo, que variou de diferentes maneiras.

O que se chama hoje capitalismo, o sistema econômico mais hegemônico atualmente, é um tipo de Cooperativismo.

Assim, não somos mais ou menos cooperativos ou cooperadores agora, mas SEMPRE fomos.

Cooperar não é um ato opcional, mas obrigatório para a sobrevivência.

Muitos ligam ainda a cooperação como uma atividade nobre, mas não é nem nobre e nem perversa, mas obrigatória.

O que precisamos entender, já que a cooperação é obrigatória, é de como se altera a Macro Cooperação ao longo da história.

Assim, temos duas variações no Macro Cooperativismo:

  • quando mudamos as Mídias, quando o Sapiens abre determinadas Tecnopossibilidades;
  • e as escolhas que fazemos dentre destas Tecnopossibilidades Midiáticas, ao optar por diferentes tipos de Cooperativismos mais ou menos centralizados, mais ou menos distribuídos.

Podemos assim, dividir os Ambientes de Sobrevivência Humano, tendo como base as Tecnopossibilidades Midiáticas, a saber:

  • Macro Cooperativismo Oral – limitado pelas Tecnopossibilidades da Oralidade;
  • Macro Cooperativismo Escrito (que inclui a oralidade) – limitado pelas Tecnopossibilidades da Oralidade e da Escrita;
  • Macro Cooperativismo Digital (que inclui a oralidade e a escrita) – que procura expandir as novas Tecnopossibilidades do novo ambiente Digital.

Podemos dizer que TODOS os Ambientes de Sobrevivência do passado foram marcados por um tipo de Macro Cooperativismo Humano, dentro dos Tecnolimites das Mídias disponíveis.

Porém, como separamos o modelo econômico americano e o soviético no século passado, por exemplo, que conviveram dentro do MESMO Macro Cooperativismo?

Se analisarmos o passado, basicamente nos fatos que ocorreram, e não aquilo que as pessoas prometem e juram que pode ainda ocorrer, temos o seguinte quadro.

(Note que o trabalho do Futurista e de qualquer pesquisador de Ciências Sociais não é analisar promessas, mas apenas fatos e padrões do que ocorreu no passado.)

  • Cooperativismo Oral/Escrito Mais Centralizado – exemplo União Soviética (antigo conceito – Comunismo);
  • Cooperativismo Oral/Escrito Mais Descentralizado – exemplo Estados Unidos (antigo conceito – Capitalismo).

Se olharmos o passado, o Cooperativismo Oral/Escrito Mais Descentralizado gerou mais Zonas de Atração, na passagem:

  • de menos para mais cooperação;
  • de menos para mais participação;
  • de menos para mais interdependência.

Nos parece óbvio, que se aumentamos a Complexidade das Demandas é preciso, em algum momento, ampliar a Sofisticação das Ofertas (qualidade e quantidade).

A OBRIGATÓRIA sofisticação das ofertas implica NECESSARIAMENTE na cooperação entre cada vez mais gente.

O que sempre tivemos foram Ambientes de Cooperativismo Humano, que têm, com como grande variação, as mudanças das mídias, que nos permitem uma maior ou menor taxa de cooperação.

Quanto mais se permite a Ordem Espontânea, maior é a Taxa de Cooperação e vice-versa.

Podemos definir Ordem Espontânea como movimentos sociais produzidos mais de baixo para cima do que de cima para baixo.

Tivemos aí sim, dentro das Eras Civilizacionais Cooperativas a divisão de um Cooperativismo mais ou menos centralizado ou descentralizado, com mais movimentos de Ordem Espontânea ou menos.

Quanto mais determinado tipo de Cooperativismo é centralizado, menos teremos Ordens Espontâneas e menos capacidade de lidar com a Complexidade Demográfica Progressiva. E vice-versa.

Na União Soviética, tivemos um Cooperativismo Oral/Escrito  com uma maior taxa de verticalização e redução da cooperação, o que acabou gerando problemas para se lidar com a complexidade crescente.

Porém, todas as decisões que foram tomadas em ambos Cooperativismos – mesmo de forma centralizada – foram determinadas pelos limites das Tecnopossibilidades Midiáticas.

Hoje, estamos diante do Cooperativismo Digital (que inclui a oralidade e a escrita), que nos permite estabelecer Taxas de Cooperação muito maiores entre indivíduos, pois houve uma quebra das barreiras entre as pessoas, a saber:

  • de tempo e lugar;
  • da aferição da confiança (hoje se confia em alguém ou em algum produto ou serviço pela Reputação Digital que está disponível);
  • das fontes de informação;
  • das trocas entre as pessoas.

O que chamamos hoje de “capitalismo“, um modelo mais descentralizado do que sugerimos chamar de Cooperativismo Oral/Escrito, sofrerá uma série de mudanças estruturais.

Teremos nas próximas décadas um novo tipo de Macro Cooperativismo diante das Tecnopossibilidades existentes, que terá versões mais ou menos centralizadas.

É isso, que dizes?

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O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

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Introdução

O presente artigo tem a seguinte hashtag:

  • #filosofia_da_inovação – aqui vamos apresentar algumas reflexões sobre inovação para que possamos mudar com mais facilidade;
  • #inovação_no_digital – o que pode ser feito em termos de inovação diante do Digital?

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

A única meta do ser humano é a remoção do desconforto. – Mises.

Inovar, segundo o Google, é “tornar novo; renovar, restaurar.”

Temos que entender que a vida é um processo.

Como diz Heráclito:

“Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio. Nem o rio e nem a pessoa são os mesmos.”

Na verdade, filosoficamente falando, inovar é sinônimo de viver.

Porém, há um paradoxo na inovação, pois.

Inovar significa mudar algo, mas também, manter algo.

E neste momento é preciso uma análise inovadora: o que deve ser modificado e o que deve ser mantido?

Uma Inovação de Excelência demanda uma análise prévia do que vai ser alterado e o que vai ser mantido.

Quem tem espírito inovador, aquele que colocou a inovação dentro da rotina, tem mais facilidade de mudar, pois criou o que podemos chamar de Rotina Criativa.

A Rotina Criativa faz contraposição da Rotina Repetitiva, como se fosse possível.

A Rotina Repetitiva é tóxica, pois a vida é mutante, quanto mais temos a fantasia de que é possível repetir tudo da mesma maneira, mais vamos ficando incompatíveis com a vida.

A Rotina Repetitiva leva profissionais e organizações a crises, pois, mais dia ou menos, dia a rotina se mostrará incompatível com a vida.

A Rotina Criativa parte do princípio de que a vida é um processo mutante e que inovar não deve ser algo estranho, mas natural de quem quer uma melhor qualidade de vida.

Podemos dizer que:

Quem não pratica a Rotina Criativa perde gradualmente a Taxa de Competitividade.

Para muita gente, repetir é viver e mudar, um verdadeiro incômodo.

Porém, a Rotina Criativa é feita através da mudança de hábitos, mas nem sempre a vida exige alterações apenas dos hábitos.

Muitas vezes nos deparamos com a necessidade de alteração de valores.

Valores são formas de pensar e sentir que estão mais arraigadas dentro de nós.

Podemos dizer que há mudanças de cenário diferentes. Alterações mais incrementais, radicais ou disruptivas.

Quanto mais disruptiva é a mudança de cenário, mais se exige esforço para mudar.

Quanto mais disruptiva é a mudança de cenário, mais estaremos diante de alterações de valores e menos de hábitos.

Porém, nem sempre a sociedade, mesmo os Conceituadores mais espertos e preparados conseguem entender determinados novos cenários.

É difícil entender que não são as teorias que mandam na vida, mas justamente o contrário.

Muitas vezes nossas teorias são surpreendidas por novos fatos, que demanda uma profunda revisão.

A reação mais comum diante de cenários disruptivos, é tentarmos, desesperadamente, encaixar velhas teorias em novos fatos.

Há mudanças de cenário que exigem uma mudança metodológica, mas há também aquelas que demandam alteração filosófica!

Há determinados momentos em que determinadas mudanças são desconhecidas até mesmo para aqueles que estudam mais a fundo a sociedade.

Há momentos em que determinadas mudanças exigem um rompimento com os limites do conhecimento humano.

Estamos melhor preparados para mudanças conhecidas, pois basta mudar a forma como agimos e as coisas se resolvem.

Porém, há situações individuais ou coletivas que precisamos mudar a forma como pensamos. E em momentos ainda muito mais raros os nossos valores mais profundos.

Podemos chamá-las de Mudanças Desconhecidas e Profundas de Valores.

Tais mudanças precisam, pela ordem:

  • serem diagnosticadas;
  • compreendidas;
  • para se proceder os ajustes;
  • e, só então se pensar em Projetos de Inovação.

O problema central que temos tido diante do Mundo Digital é que há um diagnóstico generalizado de que conseguimos entender com as antigas teorias o que está ocorrendo.

E de que os Projetos de Inovação devem ser feitos dentro dos mesmos paradigmas que tínhamos antes desta mudança.

O Mundo Digital, temos dito isso, introduz na sociedade o que Sigmund Freud (1856 – 1939) definiu como Ferida Narcísica.

A Ferida Narcísica é um momento em que a sociedade tem que questionar uma visão ilusória sobre a espécie, que nos retira determinada onipotência. Tal como:

  • não somos o centro do universo (Copérnico);
  • não somos diferentes dos outros animais (Darwin);
  • temos um inconsciente e não controlamos tudo (Freud);
  • e, agora, as tecnologias e as mídias alteram nossas vidas de uma forma muito maior do que imaginávamos (McLuhan).

Assim, vivemos diante do Digital uma profunda Crise de Valores, que podemos chamar de Macro Anomalia Conceitual.

Macro Anomalia Conceitual pode ser definida como um momento em que as estruturas filosóficas e teóricas se tornam obsoletas para explicar um novo fenômeno que modifica de forma relevante a forma de pensar e agir de toda a espécie.

A chegada do Mundo Digital se encaixa bem numa Macro Anomalia Conceitual.

Projetos de Inovação para conseguir competir no contexto do Mundo Digital precisam de uma metodologia bem diferente do que os inovadores estavam acostumados.

Mais ainda.

O Digital nos obriga reduzir a nossa Taxa de Onipotência!

O Digital nos obriga a promover uma revisão disruptiva nos paradigmas sobre a sociedade humana, se recomenda:

  • primeiro entender a dimensão da mudança;
  • depois ter Ferramentas Conceituais mais adequadas para entendê-la;
  • e, a partir disso, iniciar os Projetos de Inovação para que possam ser compatíveis com o que já está no mercado e o que virá.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

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Introdução

O presente artigo tem a seguinte hashtag:

  • #motor_da_história – uma nova forma de pensar como o Sapiens se adapta no tempo.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo:

“O novo, por definição, não pode ser moldado a partir do que é antigo.” – Taleb.

Não é de hoje que nos perguntamos:

“Quais são os fatores que podem, de forma mais consistente, dividir as diferentes Eras Humanas?”.

E, a partir daí:

“Como criar padrões mais permanentes para que possamos prognosticar o futuro com menos incertezas?

Mais:

É possível Futurar ou prever o amanhã é uma atividade reservada aos videntes?”

Existe algo que podemos chamar de Motor da História?

Motor da História é o conjunto de Padrões Estruturais da espécie, que nos permite entender alguns fatos recorrentes do Sapiens e, a partir deles, prognosticar melhor o futuro.

De maneira geral, os Historiadores Convencionais marcam as mudanças de eras, a partir de fatos arbitrários e aleatórios, a partir do que foi combinado por eles.

O Wikipédia, por exemplo, define assim:

“Idade Moderna — considerada de 1453 até 1789, quando da eclosão da Revolução Francesa. Compreende o período da invenção da Imprensa, os descobrimentos marítimos e o Renascimento. Caracteriza-se pelo nascimento do modo de produção capitalista.”

E a UOL detalha assim:

“Dentro da periodização clássica (negrito nosso) utilizada na História, a Idade Moderna é um dos períodos da história humana que sucedeu a Idade Média e antecedeu a Idade Contemporânea. Cronologicamente, a Idade Moderna começou com a conquista de Constantinopla pelos otomanos em 1453 e se encerrou com a tomada da Bastilha em 1789.”

Note que os Historiadores Convencionais escolhem fatos marcantes, como a queda de Constantinopla, em 1453, e fica decretado, a partir dali, que a Idade Moderna começou ali.

Os Historiadores Convencionais não estavam neste momento, ao afirmar que em tal data se inicia a Idade Moderna,  se baseando em um Motor da História, apenas reunindo fatos, conversando e combinando algo entre especialistas.

Algo ali, em algum lugar, marca que determinadas mudanças passaram a ocorrer e se começou uma nova etapa humana.

Não se perguntaram o que especificamente, tal como a chegada da prensa, em 1450, uma nova mídia, que alterou a história humana.

Historiadores Convencionais, de maneira geral, não estão preocupados com o Motor da História. São mais levantadores e organizadores de fatos e dados.

Para eles, a queda de Constantinopla (1453), um fato irrelevante, foi mais importante do que a chegada da prensa na Alemanha (1450), o que caracteriza bem a incompreensão do papel das mídias na sociedade.

Note que o trabalho do historiador depende dos fatos para, só então, registrá-los, porém, com os Futuristas isso é diferente:

Historiadores trabalham em cima de fatos, os Futuristas, entretanto, precisam de fatos e padrões.

Historiadores estão preocupados com o que ocorreu e os Futuristas com o que pode vir a ocorrer.

Quem quer ser um Futurista de Excelência precisa utilizar Padrões Estruturais mais consistentes para poder projetar e prognosticar com mais eficácia.

E Futuristas Conceituadores precisam pesquisar o passado para procurar entender os padrões que se repetem costumeiramente e, com isso, poder projetar melhor o que virá.

Podemos afirmar que:

É da qualidade dos Padrões Estruturais Futuristas escolhidos, que teremos, mais ou menos, capacidade de reduzir incertezas diante do amanhã.

Anote aí:

O Futurismo NÃO é uma atividade que procura certezas absolutas, mas a redução das incertezas relativas.

Quando procuramos encontrar um Motor da História – padrões que nos permitam projetar o porvir – não estamos falando do estudo de fatos históricos, mas de possíveis regras, que os antecipe.

Podemos dizer que a busca do Motor da História faz parte do trabalho principal de um Futurista Conceituador.

Quando abordamos o tema Motor da História – é bom que isso fique claro – estamos nos propondo a rever o DNA Estrutural das Ciências Sociais.

A Espinha Dorsal das Ciências Sociais sempre terá, de forma mais consciente ou inconsciente, a escolha de algum tipo de Motor da História.

Todos os setores se alteram se a sociedade, de maneira geral, se altera.

Podemos dizer que as Ciências Sociais, em termos de metáfora, é uma “antessala oval“, na qual se procura achar, de forma consciente ou inconsciente, o Motor da História.

Com Padrões Estruturais mais definidos na “antessala” das Ciências Sociais podemos ir para as Ciências Sociais Derivadas (educação, política, ciência, direito, administração, etc.):

  • de onde viemos?
  • para onde vamos?
  • o que se repete com frequência?
  • quais são as regras da repetição?
  • qual é o “gatilho” detonador?
  • qual é a demanda?
  • qual é a oferta que vem depois?
  • como podemos dividir, a partir disso, em etapas a nossa jornada?
  • e como podemos aplicar tal divisão da jornada nos diversos setores da sociedade?

Definido o DNA Estrutural das Ciências Sociais, a escolha de cada um dos membros que participa do diálogo na “antessala“, é possível  “entrar” na sala das Ciências Sociais Derivadas para aplicar o que foi escolhido.

Assim, é preciso, antes de analisar as mudanças históricas de cada setor, de cada Ciência Social Derivada, escolher um Motor da História.

Não é uma opção, mas uma obrigação.

Os estudos da BIMODAIS nos levaram, de forma natural, a propor um novo DNA Estrutural para as Ciências Sociais, baseado na Antropologia da Sobrevivência, que propõe um novo Motor da História.

A Antropologia da Sobrevivência é uma proposta de Narrativa Estrutural das Ciências Sociais, que nos permite enxergar com mais clareza de onde viemos e para onde estamos indo. 

A Antropologia da Sobrevivência sugere um novo DNA Estrutural das Ciências Sociais.

Podemos dizer que as Ciências Sociais são “veias” e a Narrativa Estrutural é o “sangue” que passa a correr dentro delas.

A proposta da BIMODAIS é que o “sangue” das Ciências Sociais passe a ser a Antropologia da Sobrevivência, que tem uma nova proposta para o Motor da História.

Muita gente pode dizer que não existe Motor da História, que tudo é completamente aleatório, pois estamos cercados de incertezas, ao estilo do Nassim Taleb.

Ou podemos apostar como sugere Karl Marx (1818 – 1883), que há uma regra tal como a tal luta de classes?

“Desde os tempos medievais e até mesmo na democracia de Atenas, a sociedade era dividida em classes. Em consequência deste fator surgiram várias divergências entre as classes, o que levou Karl Marx a caracterizar como sendo o motor da história.”

Porém, isso não nos parece fazer sentido e, por causa disso, a BIMODAIS tem algumas sugestões sobre o tema:

  • sim, existe um Motor da História;
  • não, não é o que aponta Karl Marx;
  • E para que cheguemos a um Motor da História mais adequado é preciso NÃO perder de vista o principal: as mudanças que fazemos para manter a sobrevivência humana.

Quem foca na sobrevivência humana e seus diversos movimentos, tem MENOS chance de se perder ao tentar prever o futuro.

Um Motor da História mais convincente precisa de:

  • fatos históricos recorrentes que o comprovem;
  • que seja algo ligado à sobrevivência, pois nada mais repetitivo do que a batalha de qualquer ser vivo de se manter vivo;
  • padrões que estão ligados a algo que é OBRIGATORIAMENTE necessário e que COMPROVADAMENTE é recorrente;

Precisamos de regras que não são inventadas ou desejadas pelo Conceituador, mas pela atividade recorrente da própria espécie, da qual se analisam, se constata e, por fim, se projeta.

Uma boa dica é a seguinte:

Quando muita coisa está mudando, foque no que muda muito pouco ou não muda nunca.

Um Motor da História mais adequado não é aquele que gostaríamos que a espécie fosse, mas aquilo que a espécie tem demonstrado ser.

Não se recomenda a um Futurista apontar caminhos para onde gostaríamos que a espécie vá, mas o que ela tem feito ao longo do tempo e tende a repetir agora.

As Ciências Sociais, como todas as outras Ciências Sociais Derivadas, precisam de uma referência de como mudamos a história para que possamos analisar mudanças mais gerais e os respectivos impactos  nos respectivos setores.

Pela ordem podemos dizer que as coisas se encaixam da seguinte maneira:

  • constatar que há um DNA Estrutural das Ciências Sociais – uma forma de olhar para o passado, baseado em algumas regras;
  • a sugestão de analisar, a partir da Antropologia da Sobrevivência, que incorpora aumento populacional, Revoluções Midiáticas, que permitem  mudanças nos Macro Ambientes de Sobrevivência;
  • e temos assim, como sugestão, colocar no epicentro da Antropologia da Sobrevivência, o Motor da História Bimodal (o nome é apenas para podermos nos entender), que é desenvolvido, a partir das premissas da Escola de Mídias de Toronto.

O Motor da História Bimodal

Pierre Lévy, um representante de Toronto, sugeriu, não de forma explícita,  que a sociedade humana pode ser dividida em Eras Civilizacionais Cognitivas.

“Mudou a mídia, mudou a Era Civilizacional.” – disse ele.

Lévy nos sugere a seguinte divisão com as seguintes variantes:

  • Oralidade – que tem o Ambiente Interativo Hegemônico: um para um;
  • Escrita – que tem o Ambiente Interativo Hegemônico: um para um + um para muitos;
  • Digital – que tem o Ambiente Interativo Hegemônico: um para um + um para muitos + muitos para muitos.

Lévy, entretanto, sugere esta divisão, mas não propõe explicitamente um novo Motor da História, o que ele sugere é que pode ser possível dividir TAMBÉM a história dessa maneira.

A BIMODAIS, entretanto, foi além.

Ao estudar os efeitos das mídias na história humana, percebemos um padrão que relaciona três elementos distintos que fazem parte da nossa forma de nos adaptar no tempo:

  • Aumento Demográfico Progressivo;
  • novas Mídias como fenômeno social recorrente;
  • modelos mais sofisticados de sobrevivência, que são possíveis pelos novos Ambientes Interativos;
  • Por fim, Macro Modelos mais sofisticados de sobrevivência cada vez mais participativos para lidar melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Estamos propondo, assim:

  • defender a necessidade de criar um inovador Motor da História;
  • estabelecer seus padrões;
  • e passar a utilizá-lo para fazer prognósticos, algo fundamental para uma Escola de Futurismo.

Podemos dizer que sem um Motor da História mais adequado um Futurista:

  • vai apenas vai apontar mudanças de curto prazo e nunca de médio ou longo;
  • vai necessitar que fatos ocorram, mas não vai antecipá-los.

Mais ainda.

Sem um Motor da História, seja ele qual for, é IMPOSSÍVEL a atividade de um Futurista.

Quanto mais eficaz e adequado for o Motor da História utilizado pelo Futurista, mais ele vai ser de excelência e vice-versa.

Nossa sugestão, além do uso do Motor da História Bimodal para Futuristas, é a de promover uma revisão disruptiva do DNA Estrutural das Ciências Sociais.

Sem ele, ou algo similar, ficará muito difícil que possamos entender as mudanças do novo século.

O Motor da História Bimodal nos permite afirmar que estamos entrando em uma nova civilização, porém, podemos dizer que é a mais disruptiva de todas.

Passamos, de forma inédita, a utilizar um Macro Modelo de Sobrevivência similar ao dos insetos e em particular o das formigas.

Tudo isso, que soa sempre meio estratosférico, só passa a fazer sentido dentro de uma nova forma de olhar a história do Sapiens.

Por isso, a BIMODAIS aponta a passagem da Civilização 1.0 para a 2.0

Tal Diagnóstico Futurista só é possível se operarmos com o Motor da História Bimodal.

O Motor da História Bimodal foge, portanto, dos fatos e procura padrões e sugere essa mudança disruptiva no pensamento convencional das Ciências Sociais.

A BIMODAIS utiliza as bases da Escola de Mídia de Toronto, mas vai além, passando da Antropologia Cognitiva para a da Sobrevivência.

Consideramos um Ferramental Conceitual mais adequado para que possamos entender o que está ocorrendo e o que, provavelmente, irá ocorrer nas próximas décadas.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado:

Introdução

O presente artigo procura questionar algumas percepções, que circulam no senso comum:

  • #padronização_massificada  – quando há o aumento populacional sem o surgimento de uma Mídia Descentralizadora há o estranho fenômeno da Padronização em Larga Escala.

É preciso dizer que o presente texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

“Mídia é o tecido conjuntivo da sociedade.” – Clay Shirky.

Tivemos no último século o que podemos chamar de Crise Civilizacional.

Uma Crise Civilizacional se caracteriza por um aumento populacional exponencial sem que se tenha novas Mídias Descentralizadoras.

Quando a nossa Tecnoespécie vai aumentando a população há a necessidade de se produzir mais, mas não se consegue produzir mais COM PERSONALIZAÇÃO.

Naturalmente, há um movimento sistêmico de verticalização não só da produção, mas da própria mídia, como ocorreu no século passado.

As pessoas precisam ter uma maior padronização de valores, hábitos e consumo para que possam ser atendidas.

Quando não se consegue entregar personalização na produção, se estimula a padronização dos clientes.

Há uma redução gradual da Taxa de Personalização e um aumento da Taxa de Padronização.

Se não há forma de se personalizar o consumo, naturalmente a sociedade tenderá a padronizar as pessoas para que aceitem tal realidade.

O que ocorreu no século passado foi uma espécie de Padronização em Larga Escala com o aumento da Taxa de Verticalização não só da mídia como das Organizações Produtivas.

Uma Crise Civilizacional se caracteriza, assim, por uma redução da capacidade das pessoas pensarem de forma distinta uma das outras.

Somos herdeiros dessa Crise Civilizacional, que nos legou uma baixa capacidade inovadora e criativa em larga escala.

Toda a formação educacional foi se direcionando, ao longo do século passado, para cada vez mais, se “apertar botões” do que “criar botões”.

Hoje, com a chegada da Curadoria (Uberização) se inicia um processo de produção massificada personalizada.

A Uberização consegue entregar uma taxa maior de quantidade personalizada.

Vivemos hoje uma acelerada passagem de um Ambiente de Sobrevivência com forte Padronização para um muito mais Personalizado.

Há um grande ajuste a ser feito – que já se iniciou – para que as pessoas possam estar preparadas para este novo Ambiente de Sobrevivência com muito mais personalização.

Hoje, cada vez mais, cada Sapiens fará muito mais coisas por conta própria e decidirá muito mais sobre a sua própria vida.

Cada Sapiens, terá, cada vez mais, que lidar com decisões mais complexas.

Isso está ocorrendo informalmente, mas não formalmente, através do esforço consciente dos educadores.

(Educadores, aliás, se caracterizam como um dos grupos mais reticentes às atuais mudanças.)

Precisamos, pela ordem, nesta nova Era Civilizacional:

  • promover diversos ajustes das Cosmovisões do Ambiente de Sobrevivência da Gestão para o da Curadoria;
  • aplicar esta nova Cosmovisões nos Modus Operandi na sociedade, com forte demanda por mudanças nos Ambientes Educacionais;
  • e começar a viver neste novo ambiente de uma forma mais compatível de como pensamos e de como passamos a agir.

É isso, que dizes?

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Ou: https://sun.eduzz.com/932565

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal180821

Introdução

O presente artigo procura questionar algumas percepções, que circulam no senso comum:

  • #participação_progressiva  – a regra que criamos na BIMODAIS para a espécie humana é a seguinte: quando se aumenta a população, acabamos, gradualmente, por aumentar a participação das pessoas sobre as suas vidas. Simples assim.

É preciso dizer que o presente texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

“De um lado as coisas, do outro, como elas são vistas.” – Brabandere.

O ser humano é uma Tecnoespécie.

Isso significa que não somos tecnológicos agora, SEMPRE fomos tecnológicos!

O Sapiens é a única Tecnoespécie que habita o planeta e, por causa disso, precisa ser compreendida de forma bem distinta das outras.

O Sapiens cria a sua sobrevivência e os demais animais seguem seus instintos genéticos.

O ser humano, portanto, não sobrevive por instinto, aprende o que funciona mais e o que funciona menos.

A sobrevivência do Sapiens é, assim, NATURALMENTE artificial.

É a Sobrevivência Criativa, que nos permite crescer demograficamente e conseguir melhorar nossa qualidade de vida.

O Crescimento Demográfico Progressivo, assim, determina que a espécie tenha, permanentemente,  que aumentar a Taxa de Criatividade sobre a sobrevivência.

Quanto mais gente houver no planeta, mais criativo o ser humano terá que ser!

Mais gente significa a produção cada vez maior de produtos e serviços e isso é MATEMATICAMENTE incontestável.

Por mais que tenhamos fantasias sobre nossa espécie, o fato concreto de termos 8 bilhões de sapiens nos impõe algo em torno de 24 bilhões de refeições diárias.

O problema do Sapiens, entretanto, além da Complexidade Demográfica Progressiva tem também o aspecto da Taxa de Diversidade.

Nossa Taxa de Diversidade é muito maior do que outras espécies.

Um lobo, por exemplo, não usa roupa e nem sapatos, portanto, não tem problema de encontrar uma calça ou um tênis num shopping mais compatível.

Se aumenta o tamanho de membros de uma alcateia de lobos, por exemplo, haverá a elevação da Demanda por Quantidade, mas NÃO da Demanda por Diversidade.

Todos os lobos consomem as mesmas coisas.

O Sapiens, não.

Quanto aumentamos a população temos:

  • o aumento da taxa de quantidade de produtos e serviços;
  • e, ao mesmo tempo, o aumento da Taxa de Diversidade de produtos e serviços, pois cada um tem um pé de sapato distinto e prefere um tipo de cor de roupa.

Mais gente significa, além do problema da quantidade, cada vez mais, demandas pela produção personalizada de produtos e serviços.

E aí temos dois tipos de Personalização Produtiva:

  • a Personalização Produtiva Objetiva, tal como um sapato maior ou menor;
    a Personalização Produtiva Subjetiva, tal como um tipo de comida especial por paladar ou o prazer de assistir uma série no Netflix específica.

Aumentos populacionais, assim, aumentam a demanda pela Personalização Produtiva tanto Objetiva quanto Subjetiva.

Isso nos leva a uma Crise Produtiva

Temos, assim, diante da Complexidade Demográfica Progressiva, uma Crise Civilizacional Produtiva.

A Crise Civilizacional Produtiva, entretanto, diferente do que Thomas Malthus (1766 – 1834) previu, necessita de Ambientes Midiáticos e de Produtivos mais sofisticados.

Ambientes Midiáticos definem os Ambientes Produtivos e não o contrário.

Organizações Produtivas, portanto, operam dentro das Tecnopossibilidades das Mídias de Plantão.

As Mídias, isso é uma das descobertas dos estudos dos BIMODAIS, definem o tipo de Macro Modelo de Sobrevivência que praticamos.

Hoje, o Sapiens opera, de forma hegemônica, com a Gestão, que é um Macro Modelo de Sobrevivência relacionado ao Mundo Pré-Digital.

Gestão para os BIMODAIS NÃO é sinônimo de administração. Gestão é um Macro Modelo de Sobrevivência que opera dentro das Tecnopossibilidades do Ambiente Midiático Oral e Escrito.

Todas as atuais Organizações Tradicionais operam nos LIMITES do Ambiente Midiático Oral e Escrito.

Podemos dizer que as Organização Produtivas Tradicionais vivem dentro de um “muro” limitado pelas Tecnopossibilidades Midiáticas.

Na Gestão, os Gestores (gerentes, chefes, supervisores) se utilizam do aparato oral e escrito (reunião, e-mail, memorando) para decidir.

Por mais que uma Organização Produtiva, que opera  dentro dos limites da Gestão, seja inovadora, sempre vai conseguir criar produtos e serviços DENTRO DOS LIMITES do Ambiente Midiático disponível.

Repito.

Revoluções Midiáticas abrem novas Tecnopossibilidades, que permitem que se possa praticar um novo e mais sofisticado Macro Modelo de Sobrevivência.

Novos Ambientes Midiáticos geram novos Ambientes de Sobrevivência.

Os novos Ambientes de Sobrevivência, que surgem depois de novas mídias, permitem que se possa produzir mais quantidade com mais personalização, o que era inviável antes.

No longo prazo, o que vamos assistir (e já estamos), como a grande Macrotendência pós Revolução Digital é a experimentação cada vez maior da Curadoria – um novo Macro Modelo de Sobrevivência, muito mais sofisticado do que o atual.

A Curadoria é a disseminação e a melhoria constante da Uberização e da Blockchenização.

A Uberização permite que se possa resolver os problemas produtivos de grande quantidade com mais personalização – o que era impossível antes.

Boa parte da Inovação Produtiva, que vai gerar mais valor e atração no médio e longo prazo, será na direção da Curadoria e vice-versa.

A tendência da espécie é ir, gradualmente, experimentando a Curadoria, pois consegue resolver o problema de quantidade com mais personalização.

A Curadoria (Uberização e Blockchenização) será o Ambiente de Sobrevivência preferido das atuais e futuras Zonas de Atração.

Zonas de Atração são aquelas que as pessoas querem estar ou imitar, diferentes das Neutras ou de Abandono, das quais todos querem sair ou mudar.

A Curadoria, assim, permite a ampliação da Participação, o que significa mais conforto para as pessoas diante de uma maior Complexidade Demográfica.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal200821

Introdução

O presente artigo tem a seguinte hashtag:

  • #fundamentos_bimodais – aqui vamos apresentar as escolha que a BIMODAIS fez ao longo da sua jornada.

O texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

Ser livre é poder escolher ao que se prender.” – Marcelo Gleiser.

Uma Escola de Pensamento é um ambiente de diálogo, no qual vários Conceituadores resolvem seguir determinadas Narrativas propostas por Conceituadores Fundantes.

Uma Escola de Pensamento não é um Ambiente Educacional físico como o nome sugere, mas um Ambiente Conceitual.

Existem variações, a partir de uma Escola de Pensamento Fundante, que são Escolas de Pensamento Derivadas, que optam por difundir, aprimorar conceitos, formar pessoas, a partir das Narrativas dos Conceituadores Fundantes.

A BIMODAIS é uma Escola de Pensamento Derivada, Propositiva e Formativa da Escola de Mídia de Toronto.

  • Propositiva, pois aperfeiçoa os Conceitos Fundantes de Toronto;
  • Derivada, pois se baseia nos Pilares da Escola Fundante;
  • E Formativa, pois reúne Bimodais, através de imersões, que estão o tempo todo aprimorando, aperfeiçoando e incorporando a Narrativa da Escola.

A BIMODAIS se utiliza daqueles Conceitos Disruptivos – por considerá-los mais adequados para que possa ajudar profissionais e organizações a lidar melhor com o Mundo Digital.

Toda a Escola de Pensamento seja ela Fundante ou Derivada precisa fazer escolhas.

Das escolhas, conscientes ou inconscientes, temos a produção das Narrativas da Escola de Pensamento com mais ou menos qualidade.

A qualidade de uma Escola de Pensamento Fundante ou Derivada pode ser medida pelas:

  • decisões tomadas;
  • capacidade de explicitar, cada vez mais, estas decisões para que possam ser refletidas.

Não basta que um Curador de uma Escola de Pensamento reflita apenas sobre o fenômeno, é preciso que reflita também sobre o Aparato Conceitual que usa para pensar no fenômeno.

Em uma Escola de Pensamento de Excelência, é preciso que haja um equilíbrio sobre as reflexões Fenomenológicas e as Epistemológicas!

Assim, é fundamental que seja feito um Mapa Filosófico, que é o registro das escolhas filosóficas da Escola de Pensamento.

O Mapa Filosófico de uma Escola de Pensamento serve para que se possa, permanentemente, reavaliar as escolhas, bem como, servir de guia para todos que resolvam ter contato com ela.

Fato.

Quanto mais conscientes são as escolhas conceituais que fazemos, maior será a chance de poder revê-las e vice-versa.

O Mapa Filosófico de qualquer Escola de Pensamento tem, pelo menos, os seguintes itens:

A BIMODAIS optou pelas seguintes respostas:

Vejamos cada um deles.

Ética Científica

A Ética Científica procura responder para que serve qualquer estudo feito por qualquer Conceituador.

Hoje, na atual Crise Civilizacional Pré-Digital, a Ciência – como outras organizações de vários setores – se afastou dos seus valores de origem, que é o de servir aos seus clientes e a sociedade para minimizar desconfortos.

Vemos hoje a disseminação de uma Ética Científica, que nos aponta para o aumento do que podemos chamar de Ciência Umbiguista.

A Ciência Umbiguista é voltada muito mais para matar a curiosidade e interesse dos próprios pesquisadores e não para reduzir desconfortos da sociedade.

A BIMODAIS fez a escolha ética da Ciência Servidora, voltada para minimizar os desconfortos de clientes e, por sua vez, indiretamente para a sociedade.

Por isso, nossa missão é de:

“Ajudar profissionais e organizações a lidar e competir melhor com o Mundo Digital”.

A BIMODAIS já opera num modelo de Ciência Crowdfunding, tendo assim as pesquisas são apoiadas pelos próprios participantes do projeto.

Na Ciência Crowdfunding o risco dos Conceituadores se afastarem dos desconfortos de seus clientes é bem menor.

Estrada Fenomenológica

Todo Conceituador, estando ou não dentro de uma Escola de Pensamento, precisa definir a respectiva Estrada Fenomenológica.

É preciso definir quem são os Conceituadores Fundantes mais eficazes para que se possa partir de bases conceituais mais consistentes.

Optamos pela Escola de Mídia de Toronto, pois são os principais especialistas do mundo em Revoluções de Mídia.

Toronto nos apresenta uma consistente Revisão Filosófica das Ciências Sociais, partindo das seguintes Premissas Disruptivas:

  • somos uma Tecnoespécie;
  • mudaram as tecnologias, mudou o Sapiens;
  • mudou a Mídia, mudou a civilização.

Inovação Epistemológica

É preciso também definir qual o método para proceder a Inovação Epistemológica.

Muitos Conceituadores procuram as teorias finais e não teorias melhores.

O Sapiens, por mais que se esforce, NUNCA chega na realidade, o máximo que consegue, é se aproximar mais ou menos dela.

É preciso, assim, evitar uma alta Taxa de Dogmatismo, comum entre muitos Conceituadores Tradicionais.

Mais ainda:

É preciso evitar a ideia das teorias como substantivos e encará-las sempre como verbos.

Conceituar significa entrar numa “espiral” de mudança e nunca num “carrossel”, que gira e gira sempre no mesmo lugar.

É preciso, portanto, estar aberto para um Ambiente de Diálogo permanente, através de métodos cada vez mais sofisticados, para que se possa rever o que é mais ou menos eficaz.

Assim, optamos pela Certeza Provisória Razoável, pois partimos da ideia que Narrativas Conceituais são criadas para ajudar na tomada de decisão e devem estar o tempo todo abertas ao aprimoramento.

Quem não revisa seus próprios conceitos já está meio perdido. Porém, agora, num mundo com uma acelerada Taxa de Mutação, estará, cada vez mais, TOTALMENTE perdido.

Conceitos não são um fim em si mesmo, mas ferramentas para que possamos tomar decisões melhores!

Se um martelo não é o mais adequado para determinados pregos, por que vamos insistir com ele?

O ego de um Conceituador de Excelência não pode estar em simbiose com seus conceitos.

A vaidade de um Conceituador de Excelência só será saudável, quando, a partir de seus conceitos, seus clientes tomarem decisões mais adequadas.

Dentro da atividade da Certeza Provisória Razoável, podemos apontar:

  • analisar o que funcionou e não funcionou;
  • procurar os ajustes Conceituais e Operacionais;
  • e, assim, superar a antiga Certeza, através de uma nova Provisoriedade, que será analisada à luz do que é Razoável, através da reflexão e do diálogo.

Organização Epistemológica

É preciso definir também qual a melhor Organização Epistemológica.

É característica da atual Crise Civilizacional Pré-Digital duas falsas dicotomias:

  • entre teoria e prática;
  • e entre ciência “aplicada” e ciência “pura”.

Assim, optamos pela Organização Epistemológica do Edifício do Pensamento, no qual conceitos formam uma cadeia lógica entre o problema até os pensamentos filosóficos mais abstratos.

Não há uma separação entre teoria e prática, mas uma relação de idas e vindas entre as duas.

Tudo está encadeado.

Filosofias guiam teorias, que guiam metodologias, que guiam operações, que ajudam a minimizar, ou não, determinados desconfortos e problemas.

O Edifício do Pensamento procura superar as falsas dicotomias teoria versus prática e a da ciência pura versus a aplicada.

Tudo está conectado e se reavalia, em cada situação, determinado conceito em um dos “andares” do edifício.

Tudo é prático (eficaz) quando se consegue mudar a forma de agir e pensar, seja mudando conceitos mais abstratos ou um detalhe no operacional.

Quem pensa melhor, age melhor e vice-versa.

Método Organizativo

É preciso, por fim, que uma Escola de Pensamento tenha um Método Organizativo tão disruptivo quanto o mundo que estamos entrando.

Não adianta sair para uma chuva torrencial sem o guarda-chuva adequado.

A BIMODAIS resolveu adotar as Tecnopossibilidades Digitais para que possamos ter uma produção de conteúdo e formação dos membros de forma mais dinâmica e flexível.

Não é admissível que pessoas queiram falar sobre o Digital e na hora de organizar os Ambientes de Conceituação com metodologias analógicas.

Não é coerente que uma Escola de Pensamento Propositiva, Derivada e Formativa, voltada a analisar o novo Mundo Digital, não se utilize ao máximo das Tecnopossibilidades que o Digital nos oferece.

Assim, eliminamos:

  • artigos com normas técnicas;
  • aprovação por pares;
  • submissão a órgãos estatais de controle;
  • turmas de alunos;
  • e separação entre alunos novos e antigos.

Assim, adotamos:

  • produção constante (diária) de conteúdo;
  • interação online permanente;
  • modelo de imersão semestral;
  • atualizações do Método Organizativo e de sua Narrativa Conceitual ao estilo software com versões diárias, semanais, mensais e semestrais;
  • criação e atualização do Mapa Mental como um Roteiro Conceitual para explicitar as múltiplas escolhas nos mais diferentes aspectos.

A BIMODAIS, assim, não é apenas uma Escola de Pensamento Propositiva, Derivada e Formativa, que procura entender o Digital.

A BIMODAIS é também uma desenvolvedora de métodos para Escolas de Pensamentos em qualquer área.

Quando refletimos mais e mais sobre tudo que fazemos e escolhemos, estamos cada vez mais prontos para entender nossas escolhas.

Assim, temos mais capacidade, ao encontrar problemas, de poder superá-los.

É isso, que dizes?

Colaboraram os seguintes Bimodais: Rodrigo Marquezepe, Fernanda Pompeu e Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal170821

Introdução

O presente artigo procura questionar algumas percepções, que circulam no senso comum:

  • #futurismo  – mais um aspecto do futurismo: como podemos classificar os Futuristas Otimistas e Pessimistas diante do atual futuro?
  • #pessimistas_e_otimistas – o que define uma visão pessimista diante do digital?

É preciso dizer que o presente texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

“Quando vivemos uma crise é preciso revisar premissas, descobrir os ativos ocultos e começar a reedificar.” – Ayn Rand.

Vivemos hoje a passagem de um Ambiente Tecnocultural mais controlado para um mais descontrolado.

Aumentos populacionais geram a urgente demanda de maior participação das pessoas para ajudar a lidar, de forma mais adequada, com mais complexidade.

Hoje, o cidadão comum tem muito mais alternativas para se informar, interagir e trocar do que antes.

O aumento exponencial da Autonomia Individual é uma das características de uma Revolução Midiática.

A regra é a seguinte: mais gente, novas mídias, mais participação.

A BIMODAIS, a partir dos estudos das Revoluções Midiáticas no passado, concluiu que:

  • quanto mais gente houver no planeta;
  • mais haverá necessidade de aumentar a participação das pessoas na vida da sociedade, seja decidindo, seja operando.

A Participação Progressiva é um movimento natural e sustentável, que acaba ocorrendo no longo prazo.

Porém, a ideia de que o Sapiens caminha sempre do maior controle para um menor controle não é algo aceito por muita gente.

É uma conclusão que se baseia no estudo comparativo das Revoluções de Mídia e introduz uma disrupção na visão convencional sobre o Motor da História – o DNA das Ciências Sociais.

Assim, quando passamos a consumir a produção intelectual dos Futuristas, observamos que temos dois tipos de visões distintas em relação ao aumento da Autonomia Individual Progressiva:

  • os Futuristas Pessimistas – que defendem um controle maior dos indivíduos de cima para baixo e do centro para as pontas acabam por considerar que o futuro será pior, pois há um processo de descontrole;
  • os Futuristas Otimistas – que defendem maior autonomia dos indivíduos com o aumento de decisão de baixo para cima e das pontas para o centro acabam por considerar que o futuro será melhor.

Note que, do ponto no Diálogo Filosófico Metafísico (onde se discute quem somos e para onde vamos?), temos uma bifurcação, a partir da seguinte pergunta pergunta:

A espécie humana tem um destino único, uma missão, um objetivo, ou não?

  • Futuristas Pessimistas, em geral, acreditam que há, de alguma forma, um caminho mais coletivo e isso faz com que o aumento natural e sustentável da Taxa de Autonomia dos Indivíduos os leve a acreditar que estamos nos perdendo. Eles têm uma preocupação de preservar aquilo que acham bom para todos, o que acaba inibindo a criatividade;
  • Futuristas Otimistas, em geral, acreditam que NÃO há um caminho mais coletivo e isso faz com que o aumento da Taxa de Autonomia dos Indivíduos os leve a acreditar que estamos nos adaptando melhor. Eles NÃO têm uma preocupação de preservar aquilo que acham bom para todos, o que acaba incentivando a criatividade.

Podemos dizer que há uma visão sobre a espécie MAIS centralizadora e outra MAIS descentralizadora.

  • A mais descentralizadora não se importa muito com o que faremos para sobreviver, desde que seja respeitada alguns valores mais gerais, ligados à forma, por exemplo, respeitar o direito do próximo;
  • A mais centralizadora se importa muito com o que faremos para sobreviver, com questões ligadas ao conteúdo, que varia, conforme a cosmovisão e ideologia escolhida.

No Diálogo Filosófico Metafísico esta bifurcação se dá na visão do ser humano individualista (não temos um rumo definido e vamos construindo nosso caminho, com limitações do que NÃO podemos fazer em relação ao outro) e o coletivismo (temos um caminho pré-definido com limitações do que NÃO podemos fazer em relação a nós mesmos).

Quando analisamos o passado, percebemos que a espécie precisa ser criativa para sobreviver.

O Sapiens inventa seus caminhos e precisa de limites para não ultrapassar o direito do outro, mas não regras para ele mesmo.

A Sobrevivência Criativa precisa de liberdade para nos reinventar o tempo todo, resgatando o que funcionou e descartando o que não.

Como diz Matt Ridley, tudo melhora quando se aumenta as trocas entre as pessoas e “as ideias passam a fazer cada vez mais sexo”.

Vejamos exemplos:

Yuval Harari, por exemplo, tem uma visão mais pessimista do futuro. Acredita que há necessidade de poderes centrais e globais intervirem para que possamos caminhar em determinados parâmetros.

No livro Sapiens, em dado momento, ele afirma que a espécie ainda não achou o seu caminho, seu objetivo, o que o caracteriza como um centralizador.

Pierre Lévy, por exemplo, tem uma visão mais otimista, Acredita que há, com a Internet, o aumento da Inteligência Coletiva e isso é positivo para a espécie. Ele defende que essa criatividade é sadia para nós.

É isso, que dizes?

Colaborou com o artigo o Bimodal: Rodrigo Palhano.

Colaboraram com o artigo os seguintes Bimodais: 

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
Ou: https://sun.eduzz.com/932565

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal160821

Introdução

O presente artigo procura questionar algumas percepções, que circulam no senso comum:

  • #conceituar_melhor  –  conceituar é algo fundamental para que possamos tomar decisões melhores.

É preciso dizer que o presente texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

“O ser humano não pode sobreviver apenas com percepções. É preciso conceituar.” – Ayn Rand.

Temos a seguinte escalada humana da relação das pessoas com os fatos:

  • sensações;
  • percepções;
  • conceituações;
  • e, por fim, narrações.

Vejamos:

  • Percepções são sensações organizadas;
  • Conceituações são percepções organizadas;
  • e narrações são conceituações organizadas.

Uma pessoa que decide de forma ineficaz em geral tem narrações inadequadas.

Muito do que fazemos de besteira na vida é fruto de:

  • decisões movidas por sensações e percepções;
  • e o uso inadequado de conceituações e narrações.

Quando tentamos analisar algum tipo de fenômeno, acreditamos que estamos lidando diretamente com ele, como se não houvesse a necessidade de conhecer e aprimorar, antes de tudo, um Ferramental Conceitual.

Ninguém olha diretamente para a realidade, mas temos filtros, que estão entre nós e os fatos.

Quanto mais o Ferramental Conceitual é invisível, mais ele é mal utilizado.

Um Conceituador de Excelência não é aquele que fica o tempo todo analisando determinado fato da realidade, mas aquele que TAMBÉM está permanentemente aprimorando o seu Ferramental Conceitual.

Comparo o bom trabalho de um conceituador com o de um bom marceneiro.

Um marceneiro de excelência não se preocupa apenas em fazer cadeiras melhores, mas também em organizar, de forma mais adequada, a sua oficina e escolher ferramentas cada vez mais eficazes para produzir seus produtos.

A Epistemologia é o campo de Diálogo Filosófico, que se dedica ao estudo do aperfeiçoamento do Ferramental Conceitual necessário para pensarmos melhor.

Um Conceituador de Excelência é aquele que é também um bom Epistemólogo.

Um conceituador que apenas tenta explicar fenômenos e não reflete sobre o seu Ferramental Conceitual NÃO é de excelência!

A Epistemologia é o campo de Diálogo Filosófico, que nos ajuda a:

  • pensar como pensamos;
  • identificar erros comuns na atividade de conceituação e da narração.

Quando um Conceituador passa a conhecer e utilizar o ferramental desenvolvido por Epistemólogos do passado e do presente, consegue operar melhor com o seu fenômeno específico.

O Diálogo Epistemológico é parecido a de um Youtuber que apresenta artefatos culinários para aqueles que preparam comida.

O grande diferencial de um Conceituador de Excelência para os demais é a sua capacidade de:

  • ter uma Pergunta Foco, relevante para seus clientes, que o guia na sua pesquisa;
  • escrever rotineiramente sobre a Pergunta Foco;
  • interagir com clientes sobre as melhores respostas sobre a sua Pergunta Foco;
  • transformando conceitos em metodologias para saber se estão ajudando ou atrapalhando os clientes, a partir dos resultados obtidos com as resposta à sua Pergunta Foco;
  • utilizar um Ferramental Conceitual cada vez mais sofisticado para lhe ajudar nas melhores respostas na sua Pergunta Foco.

No caso da Bimodais, a nossa Pergunta Foco é a seguinte:

Como as mudanças de Mídia modificam a jornada humana na luta pela sobrevivência?

Todo o processo de conceituação visa oferecer respostas mais adequadas de uma dada Pergunta Foco para um determinado cliente.

Se o Conceituador não tem um cliente e uma Pergunta Foco dificilmente, conseguirá produzir boas narrativas.

Um Conceituador que não tem uma Pergunta Foco e clientes tende a se perder pelo caminho.

Quanto mais um Conceituador de Excelência escreve sobre a sua Pergunta Foco:

  • mais conversa com ele mesmo;
  • mais encontra contradições;
  • mais cria metáforas;
  • mais cria novos conceitos.

Quanto mais um Conceituador de Excelência interage com clientes sobre a sua Pergunta Foco:

  • mais analisa novas formas de se comunicar;
  • mais encontra contradições;
  • mais aperfeiçoa a sua narrativa.

Quanto mais um Conceituador de Excelência cria metodologias para seus clientes sobre a sua Pergunta Foco:

  • mais ele compara o diagnóstico com o tratamento;
  • mais ele pode saber o que descartar;
  • mais aperfeiçoa a sua narrativa.

Assim, a atividade da conceituação é fundamental para que possamos nos aproximar mais da realidade.

Assim, a atividade da conceituação sempre tem como métrica (saber se é de mais qualidade), a partir do resultado que os clientes tiveram diante da vida.

Se os clientes melhoraram de vida, a partir da narrativa criada pelo Conceituador de Excelência, é sinal de que está num caminho mais adequado e vice-versa.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
Ou: https://sun.eduzz.com/932565

Quer ser um parceiro da Bimodais e ganhar R$ 300,00 a cada aluno novo indicado? Entre por aqui: https://bit.ly/bimodalparceiro

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal130821

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal para Inquietos.

É Ferramental Conceitual para que os Futuristas Competitivos Bimodais e respectivos clientes, em particular, e a sociedade, de maneira geral, possam lidar melhor com este novo cenário disruptivo.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal sobre Futurismo Competitivo.

Introdução

O presente artigo procura questionar algumas percepções, que circulam no senso comum:

  • #sermelhor  há uma fantasia de que o Sapiens é um ser natural. Somos, entretanto, uma espécie que vive individualmente e coletivamente das escolhas que fazemos. Não somos naturais, somos Tecnoculturais, pois inventamos a nossa sobrevivência, criando novos conceitos e tecnologias. Quanto melhores são as escolhas que fazemos, melhor será a qualidade de vida e vice-versa.

Por fim, é preciso dizer que o presente texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

“Se os problemas da tua vida foram escolhidos por outros você se sente vitimado e infeliz.” – Mark Mason.

O ser humano é um verbo: estou sendo humano.

Não é ser, mas sendo.

Sendo Humano é um processo, no qual estamos melhorando, piorando ou estacionados nas nossas vidas.

Um Sendo Humano, diferente de outras espécies, cria a sua sobrevivência.

Nós não sobrevivemos, a partir de nossos instintos, mas da nossa capacidade de reflexão sobre os instintos.

A espécie foi, ao longo do tempo, criando camada após Camadas Civilizacionais, que podem ser definidas assim:

  • Cosmovisões Estruturais;
  • Seguida de Valores e Conceitos Conjunturais.

Ideologias, por exemplo, são aplicações de Cosmovisões Estruturais.

Fomos, ao longo dos milênios, escolhendo, em todas as áreas, o que funcionava e descartando o que não.

Na vida individual, também nos definimos pelas escolhas que fazemos.

Todos nós somos, de alguma forma, “formatados” e acabamos por ter, de forma mais ativa ou menos ativa, nossa Personal Bolha Informacional.

Uma pessoa que pratica uma maior taxa de Zecapagodismo tem menos participação ativa na sua Personal Bolha e vice-versa.

A alienação é a incapacidade que temos de conhecer como conhecemos.

Podemos dizer que um ser humano se assume como humano quando, de forma mais consciente, assume a sua Personal Bolha.

Sendo humano significa escolher a forma de praticar a sua humanidade, a partir de escolhas pessoais.

Um Sendo Humano é fortemente influenciado no passado pela ordem:

  • seu núcleo familiar;
  • seus parentes;
  • seus amigos;
  • seus conhecidos;
  • pelas fontes de informação, que consome.

Assumir a sua própria vida é justamente refletir sobre com as pessoas com quem se convive e quais os valores e conceitos herdados são úteis ou inúteis.

Não haverá a possibilidade de sermos Profissionais de Excelência se não temos uma vida pessoal de excelência.

Uma vida de excelência passa necessariamente por:

  • escolher os valores, as relações e hábitos que te fazem bem;
  • escolher os valores, as relações e hábitos que NÃO te fazem bem.

E nesse processo daquilo que te faz bem, te remete, necessariamente, a um autoconhecimento daquilo que faz mais sentido para você.

O que faz bem para fulano não é o mesmo do que faz bem para sicrano.

Não existe um se sentir bem universal ou coletivo, mas sempre individual.

Ser mais humano significa necessariamente um processo de personalização.

Mais.

Nascemos com potenciais distintos e é justamente a capacidade de ativar estes Personal Potenciais, que nos faz ser mais ou menos felizes.

Não existe felicidade que não seja individual.

(Obviamente, cercada por uma felicidade dos que estão a nossa volta.)

Quando procuramos ajudar Profissionais de Excelência, é necessário que sejam, antes de tudo, pessoas Seres Humanos de Excelência.

Pessoas bem resolvidas levam uma vida com o mínimo de contradição entre o projeto de vida e a vida que leva.

É preciso, a partir do autoconhecimento, enxergar quais são os seus valores e propósitos para que se possa ter uma visão mais ampla sobre a vida.

Na Bimodais, separamos aqui dois tipos de felicidade:

  • a Conjuntural – aquela do cotidiano, como a de encontrar um amigo e passar a tarde conversando;
  • e a Estrutural – aquela que está conectada com uma missão maior, a uma “pegada” que será deixada para depois que não estivermos mais aqui.

Quanto mais uma pessoa consegue levar a vida com o equilíbrio entre as Felicidades Conjuntural e Estrutural, mais ela passa a viver uma Integridade Existencial.

E vice-versa.

É mais comum pessoas que se dedicam integralmente à Felicidade Conjuntural do que a Estrutural.

Pessoas que não vivem a sua Felicidade Estrutural, mais dia ou menos dia, acabam sentindo um vazio de não estar cumprindo determinada Missão Existencial.

Obviamente, há pessoas mais ou menos inquietas. E quanto mais inquieta é a pessoa, mais terá uma demanda por Felicidade Estrutural e vice-versa.

Ser melhor significa ser diferente, nos seus critérios de felicidade distinta.

É isso, que dizes?

Colaborou a Bimodal: Fernanda Pompeu.

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal120821

Introdução

O presente artigo procura questionar algumas percepções, que circulam no senso comum:

  • #futurismo  – o não conhecimento da atividade dos Futuristas, em particular dos Competitivos;
  • #crise_do_futurismo – a não compreensão de que as atividades estratégicas em todos os setores estão em crise por problemas de um Futurismo de baixa qualidade diante de um fenômeno de alta complexidade.

Por fim, é preciso dizer que o presente texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

“Nossas intuições são feitas para um ambiente com causas e efeitos mais simples e com informação que se move mais lentamente.” Taleb.

Futurismo é uma atividade profissional, que visa ajudar a sociedade a traçar cenários futuros por motivos de Sobrevivência Objetiva ou Subjetiva.

Existem, basicamente, dois tipos de Futurismos:

  • Competitivo – voltado para ajudar na Sobrevivência Objetiva (profissional);
  • Não Competitivo – voltado para ajudar Sobrevivência Subjetiva (lazer, curiosidade).

A Bimodais é uma Escola de Pensamento Propositiva e Formativa em Futurismo Competitivo.

Escolas de Pensamento Propositivas e Formativas são voltadas para a melhoria de uma Narrativa Conceitual, que foi iniciada por um determinado grupo de Conceituadores Disruptivos.

No caso da Bimodais, procuramos aperfeiçoar o DNA Conceitual da Escola de Mídias de Toronto.

A missão da Bimodais é criar a melhor Narrativa Futurista possível para ajudar a embasar e formar Futuristas Competitivos a atender, de forma adequada, seus respectivos clientes.

O foco conceitual principal da Bimodais é compreender, de uma nova maneira, como o Sapiens se adapta ao longo da história, a partir das mudanças das mídias, do aumento demográfico, que permitem promover melhorias nos Macro Modelos de Sobrevivência.

Temos na Bimodais dois tipos de Conceitos Futuristas:

  • os Internos – Conceitos de Cozinha;
  • os Externos – Conceitos de Sala.

Uma Narrativa Futurista Interna NÃO têm grande preocupação de causar Empatia nos Clientes Finais dos Futuristas.

A Narrativa Futurista Interna tem a principal preocupação de:

  • criar Sintonia com os Fatos;
  • permitir um diálogo entre especialistas para que seja possível reduzir a distância entre o processo de codificação (criação e divulgação) e a decodificação (compreensão) dos conceitos entre os Futuristas em formação.

Narrativas Internas em qualquer área do conhecimento são feitas para poder criar diálogos mais eficazes entre especialistas.

Um biólogo, por exemplo, não fala para outro que viu um pato, mas detalha o nome científico do mesmo para que o outro especialista saiba de que animal está se referindo.

Narrativas Especialistas são criadas para que se possa criar diálogos entre os profissionais de cada ramo.

A Narrativa Futurista Interna é, assim, voltada para Futuristas Profissionais, através da procura de conceitos mais precisos, melhor classificados, organizados e encadeados, com forte preocupação de evitar contradição entre eles.

Todo o trabalho conceitual de uma Escola de Pensamento, seja ela qual for, é trazer mais “luz” para determinadas “escuridões” da sociedade.

Uma Escola de Pensamento de Excelência, em qualquer ramo de especialização, tem como missão principal criar e difundir conceitos, através do encadeamento de Narrativas Profissionais!

Podemos dizer que na Narrativa Futurista Interna, os Conceituadores não devem colocar “gelo” no “uísque” – tem que ser servido “puro“.

Narrativa Futurista Externa, por outro lado, procura criar Conceitos Facilitadores para que possam ser explicados com mais facilidade aos clientes finais dos Futuristas Profissionais.

Um exemplo:

Internamente, chamamos o novo Macro Modelo de Sobrevivência de Uberização (sala), mas internamente definimos como Curadoria (cozinha). 

O desafio de qualquer Futurista Conceituador é, assim, o de criar uma relação saudável entre os fatos e os clientes para que as decisões sejam sempre de melhor qualidade.

Podemos sugerir que:

  • não é recomendável para um Futurista Conceituador criar e utilizar Conceitos Internos que estão alinhados com os fatos, mas poucos clientes entendem;
  • como também, não é recomendável para um Futurista Conceituador criar e utilizar Conceitos Externos que procuram gerar empatia com os clientes, mas que se distanciam dos fatos.

O grande desafio na construção de uma Narrativa Futurista é manter sempre a coerência entre os Conceitos da Cozinha com os da Sala.

É importante ressaltar que um Futurista, diferente de um decorador, não domina o ambiente.

O Futurista é um Diagnosticador.

Um Futurista se aproxima muito, a título de comparação, dos médicos diagnosticadores.

Um Diagnosticador não negocia com um paciente um diagnóstico, pois quem tem câncer, tem câncer.

Pode-se até rever o diagnóstico por alguma falha, mas não mudá-lo por que o cliente quer ter uma doença menos grave.

Diagnosticadores não controlam os fatos, mas se relacionam com eles para apontar os melhores prognósticos e tratamentos para seus respectivos clientes.

Diagnosticadores podem negociar o tratamento, mas não o diagnóstico!!!

Dito isso, o que vivemos hoje no Mercado de Futurismo, diante do Digital, é uma profunda Crise Conceitual.

Hoje, no Mercado de Futurismo, de maneira geral, não se faz distinção de Conceitos de Sala e de Cozinha.

Muitos Futuristas Oportunistas criam conceitos apenas que causam empatia nos clientes com muito pouca preocupação se eles têm alguma sintonia com os fatos.

Futuristas Oportunistas pesquisam no Google o que está “bombando” para vender os conceitos, sem nenhuma preocupação se têm sintonia com os fatos.

Conceitos Mais Empáticos, sem dúvida, vendem mais e exigem menos esforço de mudança. E, por causa disso, são os preferidos tanto pelos Futuristas como pelos seus clientes.

Futurista, é bom que isso fique bem claro, não domina os fatos futuros, ele apenas os interpreta.

Assim, quando um Futurista acaba por virar um “decorador”, como se dominasse os fatos como se fossem almofadas, há algo de muito grave, antiético e muito tóxico nessa atitude.

Sim, Clientes de Futuristas estão extremamente ansiosos e temerosos diante das mudanças estruturais que estão ocorrendo, e, por causa disso, há uma forte demanda por serviços no Mercado de Futurismo.

Assim, é natural que se produza Conceitos Externos de fácil absorção, porém, não se deve abrir mão da sintonia destes com os fatos.

Podemos dizer que?

  • na atual Crise do Futurismo, se está abrindo mão da vital relação, inclusive ética, dos fatos com os conceitos;
  • os Futuristas de Plantão estão muito preocupados em criar empatia com os clientes, mas abrindo mão da sintonia com os fatos;
  • há uma forte demanda dos Clientes dos Futuristas para o consumo dos cenários menos disruptivos possíveis.

Porém, os Futuristas não têm como entregar para os seus clientes cenários melhores ou mais suaves, pois eles NÃO controlam o futuro.

É papel ético dos Futurista pesquisar e entregar o que consegue enxergar e não o que o cliente deseja ouvir!

Vivemos, assim, uma Crise do Mercado de Futurismo, que é o epicentro da crise mais geral das organizações diante de um cenário Estruturalmente Disruptivo.

Note bem.

Se nem os Futuristas de Plantão estão se esforçando para entender o que está vindo, preferindo gerar empatia com o cliente do que sintonia com os fatos, imagina seus clientes!

O Futurismo é uma atividade que exige forte aparato conceitual, ainda mais agora quando vivemos uma Revolução Midiática – o mais impactante e recorrente fenômeno social da história do Sapiens.

Hoje, claramente, se procura vender um futuro mais palatável, como se pudéssemos controlar o que virá pela frente.

O Futuro – anota aí – não é um hambúrguer do Mcdonald, que você pode pedir com mais ou menos cebola.

Futuristas têm o papel importante – diante do disruptivo Mundo Digital –  de ajudar a sociedade e lidar melhor com este  cenário mais incerto.

Para isso, é preciso muito esforço conceitual sem perder os parâmetros éticos.

É isso, que dizes?

Colaborou com o artigo a seguinte Bimodal:  Fernanda Pompeu.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

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Introdução

O presente artigo procura questionar algumas percepções, que circulam no senso comum:

  • #Tecnorenascimento – não se percebia, até então, que Revoluções de Mídia provocam  Tecnorenascimentos Civilizacionais;
  • #Tecnorenascimento_Digital – vivemos hoje o início do processo de Tecnorenascimento Digital, quando estaremos construindo novas cosmovisões, religiões e ideologias, a partir da atual Revolução Midiática Digital.

Por fim, é preciso dizer que o presente texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

“Não se pode mudar os frutos sem mudar as raízes.”Stephen Covey.

Existe uma revisão importante e fundamental para quem deseja entender o futuro: as mídias são a “placa-mãe” da sociedade humana.

Quando mudam as mídias, é preciso proceder uma revisão completa do Sistema Operacional Civilizacional e, por sua vez,  de diversos Aplicativos.

Quando analisamos o passado, vamos perceber que já tivemos Tecnorenascimentos Civilizacionais, tais como:

  • com a chegada da escrita manuscrita;
  • com a chegada do alfabeto grego;
  • com a chegada da escrita impressa.

As tecnologias, de maneira geral, abrem novas Tecnopossibilidades para que o Sapiens possa fazer algo que não podia antes.

Note que os criadores de novas tecnologias têm uma noção parcial de tudo que pode ocorrer, a partir das suas invenções.

A chegada e o uso que é feito de cada nova tecnologia são movimentos classificados como de Ordem Espontânea, que vão ocorrendo sem que se possa saber, de forma precisa, os resultados.

E é bom destacar o seguinte:

Em mudanças provocadas pela chegada de novas tecnologias, o uso vem antes da compreensão.

Não se tem a noção exata do que aquela determinada tecnologia influenciará nos hábitos e, por sua consequência, na forma de pensar.

É fundamental entender que o Sapiens não se adapta apenas a um planeta, mas constantemente a um Tecnoplaneta.

Somos o resultado de uma equação: nós, o planeta e o Tecnoplaneta.

Tecnologias criam uma espécie de Gap Conceitual.

Há um Gap Conceitual entre o uso e a explicação do uso.

Precisamos de narrativas que nos situem ao longo do tempo para que possamos viver dentro dos novos Ambientes Tecnológicos.

Porém, as narrativas humanas são progressivas, que vão, no aspecto tecnológico, sendo construídas DEPOIS que as tecnologias surgem.

Nós não criamos narrativas e depois fazemos tecnologias.

Nós criamos tecnologias e, só então, começamos a criar narrativas para nos adaptar a elas.

Tecnologias alteram o Modus Operandi Humano e, por consequência, é necessário alterar também o Modus Pensante.

Uma pessoa ou um grupo, que começa a utilizar a tecnologia, vai mudando determinadas atividades e, só depois, chegam os Conceituadores para tentar explicar as novas ações.

Ninguém age sem que tenha algum tipo de explicação que justifique aquela ação.

Tecnologias, assim, chegam como “copos”  (criam ambientes), mas precisam, com o tempo, receber algum “líquidos” (conceituações).

Após a chegada de novas tecnologias, surgem Conceituadores Adequadores, que promovem um Realinhamento Conceitual entre a forma de pensar a sociedade antes e depois de determinada tecnologia.

Temos a classificação de três tipos de tecnologias:

  • básicas – que influenciam apenas alguns setores;
  • intermediárias – que influenciam todos os setores;
  • centrais – que influenciam todos os setores e modificam a forma como o ser humano se relaciona com a informação e o conhecimento.

As Mídias são Tecnologias Centrais, pois nos permitem expandir nossa capacidade de:

  • pensar;
  • trocar;
  • conhecer;
  • produzir, armazenar e distribuir conteúdo;
  • nos relacionar.

As mídias empoderam nossos cérebros.

Mídias criam, após a sua chegada, o maior Vácuo Tecnocultural na macro-história do Sapiens. E, por sua vez, a demanda por novas Cosmovisões para que possamos criar novas Civilizações.

Tecnorenascimentos Civilizacionais servem, assim, para criar novas formas de pensar para que possamos lidar, de forma mais confortável, com o novo Ambiente Tecnomidiático, que nos permite a criação de um novo Ambiente de Sobrevivência.

Mídias demandam mudanças nas Cosmovisões Civilizacionais, que são as mães das ideologias e das religiões.

E neste momento nos cabe definir algumas regras:

Quanto maiores são as Tecnopossibilidades de cada tecnologia, mais há demanda por novos conceitos.

Quanto maior é o Vácuo Tecnocultural aberto por determinada tecnologia, mais a sociedade fica demandante de uma nova forma de pensar!

Vácuos Tecnoculturais são espaços abertos entre o que NÃO se podia fazer antes e o que se PODE fazer depois da chegada e massificação de determinada tecnologia.

Macros Modelos de Sobrevivência se alteram quando chegam novas mídias e, por causa disso, temos a demanda por Tecnorenascimentos Civilizacionais.

Um Tecnorenascimento Civilizacional produz um Realinhamento Conceitual entre o antigo Ambiente de Sobrevivência e o novo.

A Cosmovisão Cristã, por exemplo, nos permitiu, com o conceito de Deus único e não tribal, viabilizar a troca informacional e de bens entre as diferentes tribos.

A Cosmovisão Cristão permitiu, por exemplo, o surgimento do catolicismo e depois o protestantismo, que são “aplicações” da Cosmovisão Estrutural.

(A Cosmovisão Cristã NÃO seria possível sem a chegada da Escrita Manuscrita, pois o próprio nome “bíblia” vem de livros.”)

Tecnorenascimentos Civilizacionais têm a função de criar Cosmovisões Estruturais para uma espécie que pratica a Complexidade Demográfica Progressiva.

O foco de um Tecnorenascimento Civilizacional é permitir, gradualmente, o  aumento:

  • das trocas;
  • da participação;
  • da diversidade;
  • da inovação.

Vivemos hoje o início do Tecnorenascimento Digital, quando diversos Conceituadores, aqui e ali, passam a defender valores e conceitos, que nos permitam aceitar e não estranhar viver num mundo muito cada vez mais participativo.

Nesse processo temos filósofos e teóricos de todos os tipos em todos os setores produzindo conceitos para que possamos nos sentir mais confortáveis nesse novo Tecnoplaneta.

É isso, que dizes?

Colaboraram com o artigo os seguintes Bimodais: 

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal100821

Introdução

O presente artigo procura questionar algumas percepções, que circulam no senso comum:

  • Quando falamos de liderança, há uma confusão,  entre o que são Mudanças Estruturais das Conjunturais – temos aqui a necessidade de mostrar que os a forma de exercer a liderança varia, conforme o Ambiente Tecnomidiático existente;
  • É preciso entender que a chegada do Mundo Digital provocará uma passagem de um tipo de Liderança mais Sólida para uma mais Líquida – os líderes verão subir e descer a Taxa de Liderança, a partir da avaliação de seus liderados num modelo cada vez mais personalizado e de nicho.

Por fim, é preciso dizer que o presente texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

“A participação pública voluntária passou de inexistente para fundamental.” – Clay Shirky.

Liderar, segundo nos diz o Google, na sua primeira resposta: é atrair, inspirar e influenciar pessoas para que tragam comportamentos que provoquem bons resultados.

Podemos dizer que existe uma diferença entre liderança e autoridade.

Autoridade, segundo nos diz também o primeiro resultado do Google: é aquela pessoa que passa a ter o direito de ordenar, decidir, atuar, de se fazer obedecer.

Podemos deduzir, assim, que o líder é alguém mais escolhido de baixo para cima e a autoridade, mais imposta de cima para baixo.

Ao longo da história, a espécie vai aumentando a Taxa de Lideração das autoridades de plantão.

Muitas vezes, podemos ter líderes que SÃO autoridades, que têm o poder de mando e, por outro lado, autoridades que NÃO são líderes.

Autoridades, que apenas estão lá por determinada Intermediação Administrativa.

Veremos que, conforme a espécie humana avança na história, há uma demanda por cada vez mais líderes e cada vez menos autoridades.

A principal mudança da Civilização 1.0 para a 2.0 é a possibilidade que se abriu para a sociedade de praticar uma nova forma de exercer a participação das pessoas, tanto nas decisões quanto na operação.

Vivemos hoje um exponencial processo de Personalização Diversificada.

Estamos saindo, portanto, da Participação Analógica para a Digital.

Estamos aumentando a Participação Diversificada, pois é a única forma sustentável que o Sapiens encontrou na macro-história para viver com mais qualidade.

A Participação Digital permite, a partir das novas Tecnopossibilidades, que as pessoas possam aumentar exponencialmente a sua capacidade de decidir sobre suas vidas.

Antes do Digital, não havia a chance de:

  • curtir, dar estrelas, compartilhar, clicar e comentar, gerando um novo tipo de Índice Coletivo, que se somam aos já existentes, tais como os preços;
  • e, ao mesmo tempo, como é característica dos Índices Coletivos, permitir uma tomada de decisões mais sofisticada, gerando.

A internet permite, com este novo Tecno-arsenal Participativo, assim, a geração, através do novo Índice Coletivo Digital o surgimento da Reputação Digital.

A Reputação Digital permite que pessoas, organizações, produtos, serviços e conteúdos possam ser avaliados e conhecidos, com muito mais regularidade, por cada vez mais gente.

Sim, antes da Internet, já havia a Reputação Analógica, que era muito mais restrita, pois ou era criada ou de forma mais vertical pela mídia tradicional ou pelos conhecidos, no boca a boca.

A Reputação Digital é um Índice Coletivo, pois é criado de forma mais horizontal, não só pelos conhecidos, mas, principalmente, também, pelos desconhecidos.

Mais ainda.

A Reputação Digital é uma das grandes novidades do Mundo Digital, pois permite que se possa, de forma muito mais rápida e precisa:

  • ser informado por fontes diversas;
  • achar o que se procura com mais rapidez entre muito mais opções;
  • encontrar com mais facilidade o que se aproxima mais das necessidades de cada um;
  • descobrir aquilo que gerou problemas para outras pessoas;
  • e obter informações cada vez mais precisas sobre cada vez mais coisas.

Podemos dizer que o Mundo Digital permite o aumento exponencial:

  • da Taxa de Transparência;
  • e da Taxa de Compartilhamento de Informações;
  • e, por sua vez, da Taxa de Competitividade.

Assim, a Civilização 2.0 tem possibilitado o surgimento de Mudanças Estruturais sobre todos os mercados, onde se inclui também o Mercado da Liderança.

O Mercado da Liderança é onde os candidatos a líderes se esforçam para ser reconhecidos como alguém mais capacitado para influenciar os demais.

Há uma Demanda Latente da sociedade por tomadas de decisões mais qualificadas em função do novo Patamar Demográfico.

O Ambiente Midiático anterior se tornou incompatível para nos ajudar a decidir com mais qualidade no atual Patamar Demográfico.

O que havia antes do Digital era um Mercado de Liderança com uma Taxa de Competitividade muito menor.

Hoje, assistimos, mais uma vez provocada por uma Revolução Midiática, a passagem de um tipo de Liderança Mais Sólida e para uma Mais Líquida.

A passagem da Liderança Mais Sólida para Mais Líquida não é algo exclusivo do Digital, mas um fato estrutural que ocorre em TODAS as Revoluções Midiáticas.

Tivemos, por exemplo, com a Revolução da Escrita Impressa a passagem dos reis e nobres da monarquia absolutista para os eleitos na república.

O exercício da liderança passa, assim, de períodos mais longos e mais impostos de cima para baixo para mais curtos e com mais opção de escolha de baixo para cima.

Assistimos hoje, o surgimento do que podemos chamar de Lideranças cada vez mais Contextuais, que podem durar poucas horas.

O aumento exponencial de Lideranças Contextuais é uma característica do Modus Operandi Insetífero, que temos adotado na Civilização 2.0.

A Reputação dos Líderes passa a ser construída por muito mais gente, de forma muito mais horizontal do que antes.

Mais ainda.

Vivemos uma expansão da Taxa de Diversidade e passamos a ter também a passagem do aumento da taxa da Liderança de Nichos Maiores para a Liderança de Nichos Menores.

Hoje, com o aumento da liberdade de escolha, os líderes têm que competir muito mais para poder manter a influência sobre seus liderados.

As pessoas aceitavam determinado tipo de liderança, pois:

  • não tinham como conhecer outros líderes concorrentes;
  • líderes concorrentes não tinham canais para apresentar suas ideias;
  • liderados não conheciam, de forma mais profunda, o líder escolhido – se o que ele dizia era realmente o que fazia, há uma redução da Taxa de Hipocrisia;
  • por fim, havia uma taxa muito grande de imposição das lideranças, devido à verticalização do Ambiente Midiático anterior.

Podemos dizer que, no Mercado de Liderança Analógico, muitas autoridades acabavam virando líderes não pelo seu mérito, mas pela escassez de outras opções de liderança.

Com o Digital, há um aumento exponencial na Taxa de Concorrência dentro do Mercado de Lideranças.

Há, portanto, uma mudança radical no Mercado da Liderança, fortemente influenciada pelo novo Ambiente Tecnomidiático.

A Liderança 2.0 será feita de forma muito mais meritocrática, dinâmica e personalizada, pois será feita em um ambiente muito mais participativo.

Mudou a mídia, portanto, mudou o modelo de liderança e, por sua vez, para melhor, a vida dos liderados.

É isso, que dizes?

Colaboraram com o artigo os seguintes Bimodais: Rodrigo Palhano, Rodrigo Marquezepe e Fernanda Pompeu.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

 

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal090821

Introdução

O presente artigo procura refletir sobre algumas percepções, que circulam no Senso Comum:

  • Há uma estreita relação entre mudanças e conceitos – de maneira geral, as pessoas têm a ilusão de que a mudança e a inovação NÃO passam pelo questionamento de conceitos e Narrativas Conceituais;
  • Há uma fantasia que mudar é apenas começar a fazer coisas diferentes – não é assim que funciona. O processo de mudança começa justamente na forma de pensar;
  • Há uma fantasia de que posso modificar um conceito, mas os outros não serão atingidos – todos os nossos conceitos formam uma espécie de cadeia encadeada, ao se modificar um, acaba se criando uma reação em cadeia da modificação dos outros;
  •  Se a pessoa não muda a forma de falar, não mudará a forma de agir – quando passamos a nos preocupar com a nossa forma de pensar NECESSARIAMENTE é preciso nos preocupar com a forma que falamos. Quando não nos preocupamos com esse tipo de coisa, dificilmente mudaremos.

É, assim, bom chamar a atenção de que:

Mudanças passam necessariamente pelo processo em que a pessoa que quer mudar assume a sua Bolha Informacional e passa a utilizar novos conceitos na sua fala. Da fala, se passa para as mudanças operacionais.

Por fim, é preciso dizer que o presente texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

“Existem escolas batizadas em homenagem a pessoas que abandonaram a escola.”Taleb.

Vimos neste artigo “Bolha Informacional: se você não conhece a sua, não vai mudar nunca!” que:

Todos os Sapiens vivem na sua Personal Bolha.

Bolhas Informacionais são formadas por conceitos e valores.

Valores são mais estruturais – uma espécie de gaveta – nas quais guardamos os conceitos.

Quando refletimos sobre conceitos, querendo, ou não, acabamos esbarrando nos valores.

O somatório de valores e conceitos é o que podemos chamar de Narrativas Conceituais.

As Bolhas Informacionais, assim, são compostas por Narrativas Individuais, que organizam valores e conceitos organizados de uma determinada maneira que podem ser identificadas pela forma como falamos.

Me mostre como você fala e te direi quem és.

O uso de determinados conceitos, portanto, expressam nossos valores e dão algum tipo de coerência daquilo que chamamos “nossa forma de pensar e agir“.

Somos aquilo que conseguimos conceituar e falar.

Podemos dizer que conceitos são “tijolos“. A Narrativa Conceitual é o “muro“. E os valores o “cimento”, que vai unindo tudo na nossa Bolha Informacional.

Quando estou em sala de aula, a minha estratégia de mudar a forma como os alunos pensam é justamente deixando-os falar, analisando o discurso e questionando os Conceitos do Senso Comum.

Aqueles Conceitos que eu, a partir da minha Narrativa Conceitual, considero que devem ser questionados.

Uma sala de aula, assim, serve exatamente para isso: fazer com o que o aluno enxergue a sua Bolha Informacional para que possa escolher, através da reflexão, uma nova e mais eficaz.

Ninguém, assim, sai da Personal Bolha, as pessoas olham e escolhem uma Personal Bolha melhor.

 A estratégia de um Mudancista de Excelência é justamente provocar um questionamento na Narrativa Conceitual de seus clientes.

E tudo isso começa no questionamento da forma com o Cliente do Mudancista (a pessoa que quer ou já está em processo de mudança) fala.

Ao se questionar determinado conceito, que está dentro de uma Narrativa, estamos provocando o início de uma revisão da própria Bolha Informacional.

Assim, todo o processo de mudança passa NECESSARIAMENTE pelo questionamento dos conceitos, que são falados por cada pessoa.

Ao se questionar um conceito e apresentar um mais adequado, se inicia um processo de revisão da Narrativa Conceitual do cliente.

Ao terem seus conceitos questionados, é comum em sala de aula os alunos me dizerem: “nunca parei para pensar nisso”.

O aluno está me dizendo:

“Nunca parei para questionar este conceito dentro da minha narrativa”.

Em geral, não paramos para pensar nos conceitos. Temos um péssimo hábito de não parar para pensar em como pensamos.

Parar para pensar em como pensamos é ter um cuidado especial nos conceitos que escolhemos.

Conceitos têm que ser precisos, não deixar margem de dúvida e se aproximar, o máximo possível, dos fatos.

Conceitos Saudáveis são aqueles que geram a mentor Taxa de Confusão possível, são facilmente entendidos, sem se distanciar dos fatos.

Porém, qualquer conceito quando questionado dentro de uma determinada narrativa acaba por provocar modificações em outros, pois todos são encadeados.

Nenhum conceito dentro de uma Bolha Informacional está isolado sem que tenha conexão com os demais.

Narrativas Conceituais são repositório vivo de conceitos encadeados, que visam criar uma lógica de pensamento e ação.

Todos conceitos formam uma cadeia, que, ao se questionar um, se inicia um processo de questionar boa parte deles.

Assim, de maneira geral, quando o Cliente do Mudancista  inicia a jornada para o questionamento de um conceito/tijolo, na verdade, muitas vezes, se inicia o processo de revisão da narrativa/muro.

Conceito -> tijolo
Narrativa -> muro

Mais ainda.

O processo de mudança ocorre quando o Cliente do Mudancista segue um determinado roteiro:

  1. ter consciência de que ele tem uma Bolha Informacional sobre a qual ele muitas vezes NÃO tem consciência;
  2. que boa parte da sua Narrativa Conceitual foi aceita, muitas vezes, sem ser questionada;
  3. que ele pode e deve ter a prática constante de alterar conceitos dentro da Narrativa Conceitual da sua Bolha Informacional;
  4. que ele pode optar por conceitos mais adequados que poderá levá-lo a tomar decisões melhores.

Assim, todo o processo de mudança de um Cliente de um Mudancista passa NECESSARIAMENTE pelo questionamento dos conceitos do senso comum e sugestão de novos mais adequados.

O que se está fazendo num Processo de Mutação de alguém é justamente, antes de se promover Mudanças Operacionais, estimular Mudanças Conceituais.

Ninguém muda a forma de agir, se não mudar a forma de pensar.

E ninguém muda a forma de pensar se não começar a falar de forma diferente.

O que um Mudancista tem que fazer é utilizar novos conceitos para fazer um contraponto à Narrativa Conceitual de seus clientes.

Ao ter contato com novos conceitos, se inicia o Processo de Mutação. O Candidato à Mutação deve ser estimulado a falar de outra maneira, adotando os conceitos mais adequados, o que o fará entrar em um processo de revisão da sua forma de pensar e agir.

Toda vez que um Candidato à Mutação procura novos conceitos na hora de falar, vai lembrar que está revendo a sua forma de pensar e, isso ajuda na modificação do modo de agir.

Quando um Cliente do Mudancista, depois de algum tempo, volta a falar do mesmo jeito do que falava antes é sintoma de que não incorporou o Processo de Mutação.

A consolidação do processo de mudança é justamente quando ele – depois de algum tempo – passa a falar de forma distinta, o que acaba o levando a agir de forma diferente.

Quem usa determinados conceitos na sua Narrativa Conceitual, acabará agindo da mesma maneira.

Somos aquilo que pensamos e falamos.

Só se pode aferir que houve, de fato, uma mudança se o Candidato à Mutação deixa de usar os antigos conceitos e passa, gradualmente, a se utilizar dos que ela considerou os mais adequados.

Da mudança de Conceitos, passamos para a revisão da Narrativa Conceitual e desta para a alteração das opiniões e dos hábitos.

Revisão de Conceitos -> Da Narrativa -> da forma de pensar e agir.

O exercício diário de cada pessoa, a se esforçar para passar a usar um novo conceito, vai garantindo o processo de mudança.

Quando as pessoas pouco ligam para os conceitos que está usando, ela simplesmente NÃO ESTÁ NUM PROCESSO DE MUDANÇA!!!

A Hashtag “Sair da Caixa”, assim, é:

  • olhar para a sua própria Bolha Informacional;
  • revisar os conceitos inadequados;
  • passar a usar os novos conceitos;
  • e, ao mesmo tempo, agir de forma diferente.

Olhar e revisar a própria Bolha Informacional é o processo gradual de redução do Zecapagodismo Conceitual.

A redução do Zecapagodismo Conceitual ajuda a decidir melhor e vice-versa.

É isso, que dizes?

Colaboraram com o artigo os seguintes Bimodais: Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

 

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

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“É preciso evitar uma filosofia ocasional, não consciente, contraditória e, por consequência, letal.” – Ayn Rand

Introdução

O presente artigo procura chamar a atenção sobre algumas percepções, que circulam no Senso Comum, que precisam ser refletidas com mais cuidado:

  • A fantasia de que nós NÃO vivemos dentro de uma Bolha Informacional – acreditamos muitas vezes que o outro vive numa Bolha, mas eu não. E de que, quando eu quero inovar, eu preciso “sair da caixa (bolha)”, como se isso fosse possível. O que nós fazemos é, com muito esforço, método e perseverança, olhar para a Bolha e procuramos aperfeiçoá-la;
  •  A fantasia de que eu tenho controle sobre tudo que eu penso – boa parte dos nossos Valores e Conceitos foram herdados sem muitos questionamentos e qualquer processo de mudança passa NECESSARIAMENTE por conhecê-los e avaliar quais, entre eles, são úteis e os que não são;
  • O NÃO conhecimento dos diferentes níveis dos Valores Humanos – como vivemos, basicamente, os dias, semanas ou meses, não temos uma visão mais histórica e civilizacional dos diferentes níveis dos Valores Civilizacionais: Super Estruturais, Estruturais e Conjunturais. Conhecer o passado dos  Valores e Conceitos é fundamental para que possamos conhecer melhor nossa Personal Bolha.

É, assim, adequado chamar a atenção de que:

Pessoas, na maior parte do tempo, não têm consciência da sua própria Bolha Informacional. Mudar, portanto,  é um processo de consciência da mesma. 

Por fim, para concluir a introdução, classificamos o texto como um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Faz, assim, parte da expansão das Fronteiras Conceituais da Bimodais, sempre em expansão.

Vamos ao artigo

Marshall McLuhan (1911 – 1980), um dos nossos Conceituadores Disruptivos Preferidos numa entrevista disse o seguinte:

“Independente de qual canal de televisão você assiste, o fato de assistir a tevê está mudando você”.

McLuhan defendeu a ideia que a civilização humana vive dentro de um Tecnoplaneta (conceito adaptado pelos Bimodais) e que quando temos novas tecnologias, o Tecnoplaneta se altera.

Podemos definir Tecnoplaneta da seguinte maneira:

Tecnoplaneta é onde o Sapiens vive, cercado sempre de tecnologias, diferente dos outros animais que vivem no planeta. 

O que McLuhan nos deixou de legado é o seguinte:

Conceitos e Valores são fortemente marcados pelo Ambiente Tecnológico, que nos cerca a cada período da história.

McLuhan, assim, defendeu que vivemos em uma Bolha Tecnomidiática (outra adaptação dos Bimodais).

Concordamos com ele, mas queremos ir além.

(Nossa missão aqui na Bimodais é sempre procurar aperfeiçoar o trabalho dos nossos Conceituadores Disruptivos Preferidos.)

Além das Bolhas Tecnomidiáticas vivemos também em Bolhas Informacionais Individuais e Coletivas.

Bolhas Informacionais Individuais e Coletivas estão dentro das Bolhas Tecnomidiáticas.

Muita gente, hoje em dia, diz que o outro vive numa Bolha Informacional e ele não.

Porém, todos nós, querendo ou não,  vivemos em Bolhas Informacionais, que estão inseridas em Bolhas Tecnomidiáticas.

O que há de diferença entre as diferentes pessoas e as respectivas Bolhas Informacionais?

  • há pessoas que têm mais consciência de suas Bolhas, outras não;
  • algumas Bolhas são mais próximas dos fatos, outras mais distantes;
  • algumas Bolhas permitem pessoas e grupos a sobreviver melhor, respeitando o direito alheio, outras, não.

Bolhas Informacionais têm no Senso Comum o nome de “caixa”.

Quando alguém diz que “saiu da caixa“, no fundo, o que está dizendo é que conseguiu olhar de fora para dentro para a sua própria Bolha Informacional, a partir de determinada provocação dele mesmo ou de alguém.

Nós, isso tem que ficar claro como a luz do sol, nunca saímos das nossas Bolhas Informacionais.

O processo de mudança implica OBRIGATORIAMENTE a tomada de consciência da Bolha Informacional.

Ao “muscularmos” nossa Bolha Informacional, vamos escolhendo Valores e Conceitos mais adequados.

Um ser humano, assim, se diferencia dos demais animais pela sua capacidade de construir, de forma consciente, a sua própria Bolha Informacional.

Cada pessoa recebe, ao longo da sua formação pessoal, e adapta, de forma mais ou menos consciente, a sua própria Bolha Informacional.

A Bolha Informacional Individual é, em geral, próxima da Bolha Informacional Coletiva, formada pelo seu círculo de parentes, amigos e das suas fontes de informação.

Me diga qual fonte de informação você consome e te direi quem és!

Me diga em qual Bolha Informacional Coletiva você transita que te direi quem és!

Da mesma maneira que a Bolha Tecnomidiática é quase invisível para nós, a nossa Bolha Informacional Individual e Coletiva também.

Com o tempo, passamos a confundir nosso ego com os conceitos que usamos.

Há uma Simbiose Egoica Conceitual Tóxica da nossa identidade com a nossa Bolha Informacional.

Quanto maior é a simbiose entre a Bolha Civilizacional e o ego, mais dificuldade aquela pessoa têm de promover mudanças.

Num cenário de alta Taxa de Simbiose Egoica Conceitual não sabemos mais quais foram os conceitos que herdamos, daqueles que escolhemos.

Quais são os conceitos válidos e úteis e quais não são.

Quando não praticamos, a atividade de pensar como pensamos, vamos Invisibilizando em nós os conceitos, o que dificulta mudanças.

E, aos poucos, vamos achando que a nossa forma de pensar o mundo foi escolhida e não herdada, muitas vezes, com poucos questionamentos.

Muitas vezes a alta Taxa de Simbiose Egoica Conceitual leva a pessoa a considerar que a sua maneira de ver o mundo é a melhor, a única, é insubstituível sem nenhuma necessidade de testá-la na realidade.

Numa alta Taxa de Simbiose Egoica Conceitual, a pessoa, simplesmente, não consegue mais avaliar as consequências da forma como pensa com o faz e a relação de causa e consequência entre as duas.

Quando temos uma alta Taxa de Simbiose Egoica Conceitual  uma mudança na forma de pensar e agir fica cada vez mais difícil.

Quanto mais você tem certeza sobre as coisas, mais terá dificuldade de enfrentar mudanças.

Quanto mais acreditamos na imutabilidade das nossas Bolhas Informacionais, mais vamos tendo dificuldade de:

  • lidar com mudanças;
  • fazer modificação nas nossas narrativas e conceitos;
  • entender as Bolhas Informacionais alheias.

Passemos agora a detalhar melhor as Bolhas Informacionais.

Elas são formadas por:

  • Valores e Conceitos Super Estruturais – geradas por Cosmovisões, que variam pouco ao longo de milênios e séculos. Exemplo: Cosmovisão Cristã;
  • Valores e Conceitos Estruturais – geradas, a partir das Cosmovisões, tais como narrativas religiosas, ideológicas, filosofias de vida, que variam ao longo de séculos e décadas. São uma espécie de “aplicação” das Cosmovisões. Exemplo: as diferentes igrejas evangélicas;
  • Valores e Conceitos Conjunturais – geradas pelas narrativas variadas, temos opiniões sobre os fatos, a partir dos Valores Estruturais, que variam em ao longo dos anos. Exemplo: a opinião de um evangélico sobre determinado fato.

Os Valores e Conceitos Super Estruturais de cada pessoa determinam os Valores e Conceitos Estruturais e, por sua vez, os Conjunturais – as opiniões cotidianas.

Quanto mais invisíveis são os Valores e Conceitos Super e Estruturais, mais arraigada será a forma da pessoa ver e agir diante do mundo e vice-versa.

Nós vivemos e questionamos, basicamente, os Valores e Conceitos Conjunturais e pensamos muito pouco, ou quase nada nos Estruturais. E quase nunca nos Super Estruturais.

Os Valores e Conceitos Estruturais geram Narrativas, que são um agregado de conceitos, que acabam fazendo sentido para todos que estão dentro daquela Bolha Individual ou Coletiva.

As Bolhas Informacionais são, assim, filhas dos Valores e Conceitos Super Estruturais e Estruturais.

Há uma coerência interna dentro das diferentes Bolhas Informacionais, que faz sentido para quem a utiliza.

Há uma organização interna dentro da Bolha Individual de cada um.

Há uma uma organização dos conceitos, alinhados de uma determinada maneira, que gera um sentido e ajuda a pessoa a pensar e agir no mundo.

Como nos ensinou Ayn Rand (1905 – 1982), o Sapiens é um ser vivo como outro qualquer e para viver precisa escolher a sua Bolha Informacional.

Diferente dos vegetais e outros animais, que têm Bolhas Informacionais Genéticas, o Sapiens cria a sua.

O Sapiens faz escolhas, a partir das suas Bolhas Informacionais e estas decisões resultam em melhoria ou piora da qualidade de vida individual ou coletiva.

(Bolhas Informacionais têm sobre elas questões éticas, pois não basta eu resolver os meus problemas se violento os de outras pessoas.)

Assim, há uma métrica possível para poder aferir a qualidade das Bolhas Individuais e Coletivas.

Quanto mais determinada Bolha Informacional se afasta dos fatos, mais  tenderá a levar as pessoas a tomar decisões equivocadas em termos de sobrevivência e vice-versa.

E aí cabe perguntar:

  • a sua Bolha Informacional Individual está te ajudando a viver melhor ou pior?
  • a sua Bolha Informacional Coletiva ajudou no passado a sociedade a viver melhor ou pior?

Quando falamos em inovação e mudança, palavras tão badaladas hoje em dia, diante do Mundo Pós-Digital pouca gente, muito pouca, entende que:

O processo de mudança de qualquer pessoa passa NECESSARIAMENTE pelo questionamento da sua Bolha Informacional.

Se você NÃO pensa sobre a sua Bolha Informacional, toma consciência dela e passa a aprimorá-la a chance de mudar algo na sua vida é próxima de zero!

Todas as Bolhas, sejam elas Individuais e Coletivas, se estruturam em Narrativas, um agregado de Conceitos e Valores.

Assim, se você quer começar a questionar Bolhas Informacionais, terá que OBRIGATORIAMENTE começar a rever os conceitos. E de Conceito em Conceito, ir, aos poucos, revendo toda a Narrativa e, por fim, diversos Valores.

É necessária uma Metodologia de Mudança, que vou apresentar de forma mais detalhada  no próximo artigo.

É isso, que dizes?

Colaborou com o artigo o seguinte Bimodal: Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

 

 

O áudio do artigo.

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“O novo, por definição, não pode ser moldado a partir do que é antigo.” –  Taleb.

Introdução

O presente artigo procura fazer o contraponto sobre algumas percepções, que circulam no senso comum:

  • Ordem de Prioridade das Pesquisas Conceituais – a não percepção de que a cada época existem determinadas demandas humanas, que exigem um esforço extra dos Conceituadores de Plantão, que vamos chamar de Vacina Civilizacional. Compreender o Digital faz parte deste esforço civilizacional;
  •  A Ética e os Limites do Exercício da Profissão de Futurista – a partir das reflexões sobre esta Demanda Civilizacional, se critica algo que se tornou comum, a não reflexão ética e os limites do papel dos Futuristas, que é igual ao dos médicos diagnosticadores: não podem dizer aquilo que o cliente quer ouvir, mas o que conseguem enxergar.

É, assim, bom chamar a atenção de que:

Diagnosticadores – onde se incluem os Futuristas – não controlam os fenômenos, apenas tentam compreendê-los para lidar melhor com eles.

Por fim, é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao artigo

Zeitgeist – quer dizer o espírito do tempo.

Podemos em cima deste conceito definir que a humanidade tem um espírito e, dentro dele, problemas, a cada tempo, que demandam “vacinas”.

Podemos chamar de:

Vacinas Civilizacionais são necessidades da espécie por determinadas soluções mais amplas a cada fase da nossa história.

A cada época, sobre cada um dos fenômenos da sociedade, há demandas específicas por novas soluções sejam elas Operacionais ou Conceituais.

A pandemia, por exemplo, provocou à procura de uma Vacina Civilizacional, aqui, uma vacina de verdade.

No século passado, o mundo lidou com guerras, tanto “quentes” como “frias”. E isso também gerou demandas por soluções.

No século passado tivemos a batalha por uma Vacina Civilizacional Operacional para derrotar o nazismo de Hitler.

Acidentes de avião, por exemplo, abrem espaço para procura de Vacinas Conceituais e Operacionais no campo da aeronáutica para evitar que se repitam.

Temos hoje nas Ciências Sociais, no geral, que atinge a todos os setores da sociedade a demanda por mais uma Vacina Civilizacional.

Temos a Demanda Civilizacional, que procura entender (Vacina Conceitual) e agir (Vacina Operacional) diante do novo Mundo Pós-Digital.

Hoje, organizações de todos os setores procuram um método (diagnóstico, prognóstico e tratamento) para promover a #Transformação_Digital para que possam competir neste novo cenário.

Transformação Digital é uma hashtag que significa a procura de uma metodologia, de uma Vacina Civilizacional Operacional e Conceitual, para que possamos lidar melhor com este novo cenário.

Conceituadores do mundo todo têm se esforçado para criar diagnósticos, prognósticos e tratamento diante do Mundo Pós-Digital.

De um lado temos a luta contra a Covid, um Fenômeno mais Conjuntural e, de outro, a batalha contra a Tecnopandemia Digital, mais Estrutural.

Da mesma maneira, que procuramos a vacina contra o Covid há uma corrida para se chegar na melhor Vacina Civilizacional contra a Tecnopandemia Digital.

É uma Demanda Zeitgeist para que possamos entender e agir diante de tantas mudanças sem “pé nem cabeça”.

Futuristas Profissionais de todos os países têm se esforçado para desenvolver Narrativas Futuristas sobre para onde o Mundo Pós-Digital (nossa Tecnopandemia Digital) está nos levando e o que fazer a partir dele.

A Bimodais é mais um núcleo de pesquisa e reflexão, entre tantos no mundo, que tem procurado apresentar uma Vacina Civilizacional mais adequada para a Tecnopandemia Digital.

Existe, entretanto, hoje a ilusão de que há um consenso no mercado sobre a melhor Vacina Civilizacional para a Tecnopandemia Digital.

Na maior parte das Narrativas Futuristas de plantão se procura, muitas vezes, por uma questão comercial, entregar o que o cliente deseja escutar, independente dos fatos.

Criamos uma espécie de Pacto Futurista Tóxico diante da Tecnopandemia Digital entre os clientes e os Futuristas Profissionais: “você me diz o que eu quero escutar e eu te pago para isso“.

Porém, a atividade de um Futurista é BEM diferente de um decorador. Futuristas não controlam o ambiente, já os decoradores controlam.

Um Futurista de Excelência deve apresentar um diagnóstico do que ele consegue ver com suas Ferramentas de Análise e não aquilo que o cliente gostaria de enxergar.

A Vacina Civilizacional contra a Tecnopandemia tem como métrica não prêmios ou aplausos, mas o aumento da taxa de competitividade dos profissionais e organizações.

Um Futurista de Excelência, muitas vezes, só é reconhecido muito tempo depois, quando seus prognósticos, quando eles viram fatos.

Cabe a cada cliente saber escolher dentro do Mercado do Futurismo, entre tantas Narrativas, aquela que lhe parece mais lógica e coerente.

É na escolha da melhor Vacina Civilizacional contra a Tecnopandemia que o futuro de muitas organizações estará sendo definido.

É isso, que dizes?

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Este artigo é no estilo Bimodal Rompedor (ampliando as Fronteiras Conceituais da Escola):

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

 

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O áudio do artigo.

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“A razão funciona integrando os dados da percepção em conceitos.”Ayn Rand.

Autores, sejam eles quais forem, são Fenomenologistas. 

Fenomenologista é alguém que procura expressar algo sobre algum fenômeno, a partir de determinada forma.

Uns são mais precisos ao criar conceitos, outros menos.

O objetivo deste artigo é refletir sobre os diferentes tipos de Fenomenologistas para nos ajudar na nossa forma de absorver conteúdo.

Quando se está consumindo determinado Conteúdo Profissional, é bom que se saiba que tipo de Fenomenologista estamos lidando para que se possa aproveitar o máximo de cada um deles.

E aqui estamos falando da forma, de como determinado Fenomenologista consegue ou quis se expressar, sem nenhum tipo de julgamento de mérito ou valor.

Dito isso, existem três tipos de Fenomenologistas:

  • Sensacionistas – mais artísticos, que NÃO se dedicam a precisar conceitos, pois em geral, produzem obras de ficção;
  • Percepcionistas – são Fenomenologistas que trafegam entre o artístico e o científico, que criam conceitos, mas não são tão preciosistas. São criadores mais de estórias do que de Narrativas Científicas e, em geral, desenvolvem ensaios;
  • Conceituacionistas – que são extremamente preciosistas. São mais criadores de Narrativas Científicas do que de ensaios.

Ayn Rand (1905 – 1982), por exemplo, tem diversos romances, nos quais expressou a sua forma Sensacionista de pensar sobre o indivíduo e a sociedade.

No livro “Revolta de Atlas“, por exemplo, desenvolveu o seu Sensacionismo do que seu Conceitualismo. 

Os romances de Rand, são vários, não foram criados com a preocupação da precisão dos conceitos – o que é bem diferente da sua obra filosófica, quando procurou ser mais Conceituacionista. 

Taleb e Mark Mason, por exemplo, analisados pelos Bimodais recentemente, optaram por desenvolver o Percepcionismo nos respectivos trabalhos.

Claramente, resolvem, ao invés de precisar conceitos, perceber os fenômenos e procurar se expressar sobre eles através de estórias.

  • Sensacionistas e Percepcionistas, em geral, são mais fáceis de serem consumidos e geram mais insights do que estruturas de pensamento.
  • Já os Conceituacionistas muitas vezes têm uma leitura mais densa, mais reflexiva, e nos ajudam a estruturar melhor o pensamento.

Podemos dizer que ter insights é uma coisa, estruturar o pensamento de forma metódica é outra.

Conceituacionistas procuram organizar e deixar que os conceitos fiquem bem claros e, se possível coerentes, o que já não é o caso dos Sensacionistas e os Percepcionistas.

Estórias, de fato, são mais fáceis de serem absorvidas do que textos mais  Conceituacionistas.

Porém, quando se opta por contar estórias se ganha mais empatia do leitor, mas muitas vezes se perde a sintonia com os fatos.

Estórias dão mais margem à interpretação do que textos mais conceituais.

Quando o nosso foco é a tomada de decisão, como é o caso da absorção de conteúdo profissional, é melhor reduzir a margem de dúvida do que estamos consumindo.

Um Conceituacionista deve se preocupar em definir e detalhar conceitos, o que não é o caso dos outros dois Fenomenologistas. 

Há, no trabalho do Conceituacionista, uma margem menor de dúvida do que o autor quis dizer,  reduzindo o espaço para interpretações de cada leitor.

Quando falamos em tomada de decisão é bom que a margem de dúvida sobre os conceitos seja seja menor.

  • podemos dizer que os Conceituacionistas têm um papel de criar e/ou organizar teorias e filosofias e evitar, ao máximo, que um conceito possa ser utilizado de diferentes maneiras;
  • os Percepcionistas de criar e, principalmente, divulgar as teorias e filosofias, facilitando a sua leitura, mas sem a preocupação com a precisão;
  • E os Sensacionistas muito mais em envolver e emocionar, facilitando a divulgação de determinadas sensações.

O problema que temos visto hoje diante da necessidade da “vacina” (#Transformação_Digital) contra a Tecnopandemia  é de que temos uma profusão de Percepcionistas e uma enorme carência de Conceitualistas.

Há uma Crise Conceitual latente diante do Mundo Pós-Digital, que praticamente exige que tenhamos Conceitos mais precisos para que se reduza à margem de dúvida.

Hoje, nas Narrativas do Senso Comum estamos cercados de conceitos, que foram criados e faziam sentido no mundo Pré-Digital, mas que precisam ser questionados.

É preciso entender que no processo de mudança, o primeiro passo de um Futurista Mudancista é o de questionar a Narrativa Vigente, que está carregada pela antiga forma de pensar.

Toda Narrativa é formada por um conjunto de conceitos, que acaba influenciando nossa forma de pensar e agir.

Quando queremos promover mudanças é necessário questionar conceitos mal estruturados.

Quando queremos promover mudanças é necessário questionar conceitos mal classificados.

Quando queremos promover mudanças é necessário questionar conceitos mal organizados.

O papel de um Futurista Mudancista é, ao ir questionando conceitos do Senso Comum, obrigar as pessoas a “pararem para pensar”.

Como se faz isso?

Ao questionar conceitos correntes, se provoca a dúvida do quanto estão intoxicados de uma antiga forma de pensar.

Ao se questionar conceitos, se estimula a procura de novos para que se questione toda a Narrativa e, assim, a forma de agir.

Quando se questiona conceitos antigos, é preciso justificar o motivo e defender outros que entrarão no lugar.

Conceitos mais precisos e mais alinhados quando são questionados obrigam as pessoas a ter que refletir.

O objetivo ao se questionar os Conceitos do Senso Comum é tirar das pessoas o Zecapagodismo Conceitual: “deixa os conceitos dos outros me levar, sem que eu pare para pensar sobre eles”.

Ou seja:

Temos hoje um excesso de Percepcionistas e uma forte carência de Conceituacionistas.

E muito do que temos hoje de problema para entender o Mundo Pós-Digital passa por este desequilíbrio.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

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O áudio do artigo.

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“O homem não é senhor em sua própria casa.” – Freud.

Como nos ensinou Thomas Kuhn (1922 – 96), um dos nossos epistemólogos preferidos:

“O conhecimento humano é feito em saltos e não em linha reta.”

De vez em quando, entre outros motivos, surge um gênio que consegue perceber algo que ninguém viu antes.

Muitas vezes somos surpreendidos por gênio que une pontos, até então Injuntáveis.

Sigmund Freud (1856 – 1939), em um de seus textos, resolveu detalhar momentos na história em que gênios do passado com suas descobertas nos colocaram diante de realidades que nos tiraram do nosso Umbiguismo Civilizacional. 

Freud, a partir daí, criou o conceito de Ferida Narcísica, que representa a dificuldade que a espécie humana tem de aceitar determinadas descobertas, que nos tiram a onipotência.

Freud, assim, listou descobertas humanas humana na história que Desinfantilizaram o Sapiens nos tirando falsas sensações de grandeza.

Descobertas que nos tiraram de determinada Onipotência Civilizacional para, logo a seguir, nos colocar em uma Impotência Civilizacional. E, por fim, numa Potência Civilizacional.

Freud nos aponta que em vários momentos na história o Sapiens teve que se tornar mais humilde diante da realidade. 

Tal como quando:

  • Copérnico (1473 – 1543) defendeu a ideia de que não éramos o centro do universo;
  • Charles Darwin (1809 – 1882) nos mostrou que éramos animais como qualquer outros;
  • E o próprio Freud, que nos ajudou a entender que há forças inconscientes na nossa  forma de agir e pensar.

Feridas Narcísicas geram a necessidade de realizar um ajuste entre a Onipotência com a Impotência Civilizacional para se chegar a uma nova Potência Civilizacional, aceitando o novo paradigma.

O mantra dos grupos do AA, estudado por Ori Brafman e Rod Beckstrom, no livro “Quem está no Comando?”, representa bem o que ocorreu:

“Serenidade para o que não se pode mudar, coragem para o que se pode e sabedoria para perceber a diferença.”

Depois de uma Ferida Narcísica, o Sapiens sai de um determinado Umbiguismo e precisa aceitar a desilusão de que podíamos algo, que não podíamos.

Nestes momentos, de superação das Feridas Narcísicas apesar da dificuldade, a espécie amadureceu, deixando determinadas Ilusões Infantis Civilizacionais para trás.

A cada Ferida Narcísica superada, a espécie se tornou mais potente, ao aceitar rever determinada onipotência.

A chegada do Digital, com todas as mudanças, que tem provocado nos mostra que estamos diante de uma Quarta Ferida Narcísica.

A Quarta Ferida Narcísica está relacionada a aceitar que as tecnologias no geral e às mídias, em particular exercem um papel ativo e não passivo na sociedade .

Marshall McLuhan (1911-1980), Conceituador Disruptivo da Escola de Mídias de Toronto, sintetizou algo que já vinha sendo abordado, aqui e ali, por alguns autores:

  • as tecnologias NÃO são neutras para o Sapiens, pois exercem uma força, até então, oculta em diversas mudanças individual e coletiva;
  • e, em especial, as Mídias, quando se modificam, marcam a chegada de novas Eras Civilizacionais, demandando uma nova forma de se pensar a história humana.

O que estamos vivendo neste novo século, é a necessária conscientização de que o Sapiens vive NÃO em um planeta, mas em um Tecnoplaneta próprio.

Diferente dos outros animais, nosso Tecnoplaneta se modifica constantemente e nos obriga a nos adaptar a ele o tempo todo.

Estamos lentamente nos conscientizando de que o ser humano está “embarcado” dentro de um Ambiente Tecnológico Progressivo.

O Sapiens, assim, vive e faz tudo que faz, a partir dos LIMITES que as tecnologias permitem!

Quando surgem novas tecnologias, o Tecnoplaneta se expande e passamos a poder fazer o que antes era impossível!

Há coisas que não podemos fazer, pois não temos AINDA tecnologia para isso!

Os Conceitos Disruptivos de McLuhan tiram da espécie de uma Onipotência Civilizacional. 

A ideia de que as tecnologias são ferramentas neutras e nós a usamos como bem queremos é falsa! Precisa ser revista.

Temos que admitir que novas tecnologias nos modificam e temos que não brigar com determinadas mudanças, mas nos adaptar a elas.

Sim, há ajustes que podem ser feitos, mas não rejeitar as mudanças por completo.

Mais ainda.

Novas tecnologias fazem parte dos movimentos de Ordem Espontânea da espécie.

São exemplos ainda de Ordem Espontânea o aumento demográfico, a adesão a determinado modo de vida e a adoção de determinada nova palavra.

Novas tecnologias alteram a Potencialização Humana – aquilo que podemos, ou não, fazer: voar, andar debaixo da água ou ir para outros planetas.

Exemplo:

Um soldado do passado com uma espada tinha um conceito de campo de batalha completamente diferente de um que porta, atualmente, uma metralhadora!

Até os Conceitos Disruptivos de McLuhan, acreditávamos que as tecnologias eram neutras, mas não são.

Uma das grandes dificuldades que temos hoje diante do Mundo Digital é justamente isso que Freud percebeu:

Há uma demanda psicológica hoje de superar a Ferida Narcísica Civilizacional provocada por McLuhan.

Admitir que as tecnologias no geral e as mídias, em particular, são responsáveis por mudanças profundas, raras, marcantes, que ferem o nosso Narcisismo Civilizacional.

Aceitar que novas mídias, por exemplo, abrem as portas para novas civilizações é algo que não é aceito nem pelos Conceituadores Convencionais e nem pelo Senso Comum.

Estamos, por causa disso, diante de um grave problema psicológico, que demanda um extenso trabalho de Desinfantilização da Espécie.

E, assim, Freud nos dá uma grande contribuição para que possamos entender o grau de dificuldade que é aceitar o novo Paradigma das Ciências Sociais Pós-McLuhan e seguir em frente.

O que é preciso dizer para nós mesmos?

“Sim, as tecnologias e as mídias permitem e nos influenciam a promover grandes mudanças na sociedade. Sigamos em frente sem problema com essa nova forma de pensar.”

É isso, que dizes?

Colaboraram os Bimodais:  Flexa Ribeiro e Rodrigo Palhano.

Este artigo é no estilo Bimodal Rompedor (ampliando as Fronteiras Conceituais da Escola):

 

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

Versão 1.1 – 02/08/21

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal300721

“O Meio é a Mensagem.” Marshall McLuhan.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais.

É Ferramental Conceitual para que os Futuristas Competitivos Bimodais e respectivos clientes, em particular, e a sociedade, de maneira geral, possam lidar melhor com este novo cenário disruptivo.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal para lidar com o Futuro da Educação.

Parece mais do que evidente que os Educadores têm um grande desafio pela frente diante das mudanças trazidas pelo Mundo Pós-Digital.

Há uma necessária Revisão Conceitual Estrutural de como pensávamos a educação em função das novidades factuais que o Mundo Digital nos traz.

Há, a partir do Digital, mudanças educacionais não previstas, não esperadas, não mapeadas, que precisam ser colocadas em novos Padrões Teóricos.

Fato é:

Quando as teorias não preveem o que vai ocorrer ou explicar o ocorrido, é sinal evidente de Crise Epistemológica.

Vale a máxima:

Não são os fatos que devem rimar com as teorias, mas justamente o contrário.

Os fatos que o Mundo Digital nos apresenta exige uma Revisão Conceitual Estrutural nos Conceitos Estruturantes da Educação.

Na verdade, se formos mais fundo nessa análise, os Conceitos Estruturantes da Educação são condicionados previamente pelos Conceitos Estruturantes das Ciências Sociais. 

A Educação é uma Subciência Social, assim como a Economia, o Direito, a Política, a Administração, etc.

Assim, os fatos que o Mundo Digital nos apresenta exige uma Revisão Conceitual Estrutural nos Conceitos Estruturantes das Ciências Sociais.

Há um DNA Conceitual Estrutural das Ciências Sociais, determinadas perguntas e respostas, que reverbera em todas as Subciências Sociais, onde está a Educação.

Algumas perguntas chaves sobre a sociedade humana – respondidas no DNA Conceitual Estrutural das Ciências Sociais – que  vem antes da conversa sobre a educação, tais como:

  • Quais são os fatores que modificam a sociedade humana na sua jornada?
  • Como podemos demarcar as diferentes Eras Civilizacionais?
  • Existe um Motor da História? Caso sim, quais são os seus padrões?
  • As mídias, como estamos vendo agora no Pós-Digital, são tão marcantes assim para mudar as Civilizações?
  • Pierre Lévy (1956 – ) está mais próximo dos fatos, quando afirma “Mudou a mídia, mudou a Civilização?”;
  • E como possíveis mudanças a todas as respostas a estas perguntas reverberam nos diferentes setores da sociedade?

Assim, o diálogo sobre o Futuro da Educação passa necessariamente pela Revisão Conceitual Estrutural das Ciências Sociais.

Se respondermos de forma bem diferente determinadas questões das Ciências Sociais, isso implicará, necessariamente, termos o mesmo procedimento em todas as Subciências Sociais.

Se as mídias têm um papel fundamental nas mudanças de Eras Civilizacionais, como sugere Pierre Lévy  – e nós concordamos com ele – estamos diante de uma Anomalia Teórica dos Conceitos Estruturais Convencionais das Ciências Sociais.

E temos, a partir daí, um efeito cascata:

  • há uma Anomalia nos Conceitos Estruturais Convencionais das Ciências Sociais;
  • e isso provoca, naturalmente, uma Anomalia nos Conceitos Estruturais Convencionais das Subciências Sociais, onde se inclui a Educação.

Portanto, não se conseguirá, de forma NENHUMA, resolver o alinhamento conceitual da educação com o futuro sem que se promova antes uma revisão estrutural de Paradigmas Conceituais Estruturantes das Ciências Sociais.

Só depois que tivermos conceitos mais consistentes, que promovam o realinhamento entre as antigas teorias e os novos fatos,  é que poderemos traçar ações estratégicas em todos os Ambientes Setoriais da sociedade, onde se inclui a Educação.

Podemos apontar as seguintes Revisões Conceituais necessárias no Paradigmas Estruturantes das Ciências Sociais:

  • O Sapiens é Tecnocultural e não Cultural;
  • Novas Mídias inauguram novas Eras Civilizacionais;
  • Existem Macros Modelos de Sobrevivência Progressivos, que são viabilizados pelas Novas Mídias;
  • As organizações são espelhos dos Macros Modelos de Sobrevivência Progressivos, moldados pelas mídias;
  • Por sermos Tecnoculturais, temos como característica a Complexidade Demográfica Progressiva, que, ao aumentar, gera Crises Civilizacionais;
  • Quando temos Revoluções Midiáticas Civilizacionais, se abrem novas Tecnopossibilidades para que possamos criar organizações mais sofisticadas;
  • O Sapiens ruma, portanto, sempre na direção de menos para mais Participação Progressiva para compatibilizar os novos Patamares Demográficos com os novos Modelo de Sobrevivência.

Quando procuramos Futurar na Educação, temos que levar em conta uma nova forma de pensar da espécie humana.

É preciso promover este “banho de loja” nas Ciências Sociais para, só então, fazer o mesmo no Ambiente Educacional.

Por isso, temos aqui na Bimodais procurado criar uma nova forma de perceber a jornada humana, a partir da relação entre demografia-tecnologias-mídias-sobrevivência.

O processo de reflexão nos OBRIGOU a fundar a Antropologia da Sobrevivência – nova ciência agregadora, que seria, de certa forma, uma substituta do que chamamos hoje de Ciências Sociais, com a mesma função: explicar como nós caminhamos na história.

A Antropologia da Sobrevivência procura abarcar as mudanças de paradigmas, úteis para compreender a espécie humana de outra maneira.

Podemos sugerir que o termo “Ciências Sociais” seria uma espécie de ambiente de diálogo com “perguntas abertas” sobre a história do Sapiens e a Antropologia da Sobrevivência, uma das propostas de resposta, entre outras.

“Qual é a sua sugestão para responder as perguntas abertas das Ciências Sociais?” Bimodais: sugerimos utilizar a Antropologia da Sobrevivência.

A Antropologia da Sobrevivência analisa a Macro-História, a partir de novas forças, que foram subavaliadas pelos Cientistas Sociais Convencionais, tal como: as tecnologias, as mídias, o aumento demográfico e as mudanças nos modelos de sobrevivência.

(Ludwig von Mises (1881 – 1973) tentou algo parecido com a Cataláxia. A Antropologia da Sobrevivência é uma tentativa parecida, que agrega não só Mises, como Ayn Rand (1905 – 82), Marshall McLuhan (1911 – 1980) / Pierre Lévy e ainda algo de Thomas Malthus (1766 – 1834)).

O objetivo da Antropologia da Sobrevivência é analisar a história, através de forças subavaliadas pelos Cientistas Sociais Convencionais.

A educação, portanto, é um dos Ambientes Setoriais, que vive a sua particular Sub-Revolução, promovendo um ajuste de longo prazo das atuais  Organizações Tradicionais ao novo Macro Ambiente de Sobrevivência.

Mais:

Ao compararmos a atual Revolução Midiática Civilizacional Digital com as do passado, podemos constatar que a atual é a mais disruptiva de todas.

(Vivemos hoje a passagem do Modus Operandi Mamífero para o Insetífero, algo que tem sido descrito dentro da Narrativa Bimodal.)

É preciso entender, portanto, que boa parte do que tínhamos, até então, nas atividades dos Ambientes Educacionais eram Soluções Conjunturais pelas Tecnopossibilidades Midiáticas existentes.

Os Ambientes Educacionais foram e são o que são pelas Tecnopossibilidades Midiáticas existentes.

Os Ambientes Educacionais do futuro serão o que serão pelas Tecnopossibilidades abertas pela atual Revolução Midiática Digital.

Vejamos:

  • As mídias são a “placa-mãe” do Ambiente de Sobrevivência do Sapiens;
  • O Ambiente de Sobrevivência do Sapiens é o “sistema operacional”;
  • E as organizações, em todos os setores, são os “aplicativos“.

Portanto, as Organizações Educacionais, seja em que tempo for, “rodam” por sobre um “Sistema Operacional“, que está sendo alterado na sua estrutura diante da nova “Placa-Mãe Midiática“.

Mudou a placa-mãe da sociedade (a mídia), mudam todos os aplicativos (as organizações)!

Não estamos, portanto, vivendo uma mudança conjuntural dos Ambientes de Educação, mas Estrutural, que ocorre raramente de fora para dentro.

Toda a sociedade está mudando e as alterações na Educação são uma reverberação dessas mudanças.

A chegada de novas mídias abre novas Tecnopossibilidades Estruturais, que modificam o Ambiente de Sobrevivência e exigem ajustes no Ambiente de Educação, bem como das respectivas Organizações Setoriais.

E aí entramos na necessária Revisão dos Paradigmas Estruturais da Educação.

A saber:

  • A Educação prepara o Sapiens para viver no Ambiente de Sobrevivência Progressivo disponível;
  • O Ambiente de Sobrevivência Progressivo é alterado quando chegam novas mídias;
  • Mudou a mídia, mudou o Ambiente de Sobrevivência Progressivo disponível;
  • Mudou o Ambiente de Sobrevivência Progressivo disponível, mudaram os Ambientes Educacionais;
  • Mudaram os Ambientes Educacionais, se alteraram as Organizações Educacionais.

Importante ressalvar que tais mudanças ocorrem de forma espontânea, através dos processos de inovação, nos quais vão sendo criadas Zonas de Atração, que geram mais valor e há uma tendência natural de todos aderirem a elas.

Revoluções de Mídias se enquadram dentro dos movimentos sociais de Ordem Espontânea.

E aí temos duas questões importantes nas alterações dos Ambientes Educacionais em direção ao futuro, pois tanto na forma quanto no conteúdo as Organizações Educacionais têm uma missão a cumprir, a saber:

  • No aspecto da forma – os Ambientes Educacionais, antes de tudo, precisam acostumar, podemos dizer mesmo formatar, o Sapiens para poder viver com mais conforto nos Ambientes de Sobrevivência Progressivos disponíveis. O conteúdo é secundário. “O formato da escola é a mensagem”.

Vejamos abaixo como uma escola de hoje é formatadora para que os jovens possam se adaptar as atuais Organizações Produtivas:

O jovem, assim, vai mais na escola para ser formatado no Ambiente Civilizacional Progressivo da vez do que receber conteúdo.

A forma do Ambiente Educacional é a mensagem!

Não importa do que o professor está dizendo lá na frente, o fato do aluno estar sentado escutando, já está mudando a sua individualidade!

Se há uma mudança nas Organizações Produtivas a formatação tem que ser alterada!

  • No aspecto do conteúdo – Novas mídias definem o patamar de abstração necessária do Sapiens. Quanto mais informação estiver disponível, mais e mais o Sapiens precisará de uma formação para lidar com mais abstração e menos memorização.

A mudança educacional passa, assim, não só pelo conteúdo, mas principalmente pela forma do Ambiente Educacional.

Por fim, é bom destacar que o uso da mídia por parte dos mais jovens NÃO os habilita a lidar com ela.

O papel dos Ambientes Educacionais é fazer o contraponto ao que o Ambiente Civilizacional já oferece às pessoas.

Se há, como até agora, Escassez Informacional, o Ambiente Educacional passa a fornecer informação complementar.

Se temos a Abundância Informacional, o Ambiente Educacional passa a fornecer meios para que se possa lidar com ela.

Saímos dos Ambientes Educacionais Pré-Digitais provedores de informação para Ambientes Educacionais provedores de Análise de Informação.

Podemos destacar ainda, em termos de conteúdo, além de lidar com mais informação, a demanda por formação de Sapiens mais responsáveis, que precisam ser preparados para viver num mundo com muito mais opções de decisão.

Tudo isso faz parte do longo processo de Futuração Educacional, um campo interessante e espetacular para uma especialização dos Futuristas Bimodais.

É isso, que dizes?

Colaboraram os Bimodais: Rodrigo Palhano e Flexa Ribeiro.

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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

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O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

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“O compromisso cego com uma teoria não é uma virtude, mas um crime intelectual.”Imre Lakatos.

Uma Escola de Pensamento Primária é um Ambiente Conceitual para lidar melhor com determinado fenômeno da realidade. Reúne pessoas que se identificam com alguns Conceitos Estruturantes.

Os Conceitos Estruturantes de uma Escola de Pensamento Primária foram criados por um ou mais Conceituadores Disruptivos, que questionam antigos paradigmas sobre determinado fenômeno.

Novos paradigmas iniciam uma nova etapa de análise de determinado fenômeno, através de novos ciclos de pesquisa feitos por novas gerações de Conceituadores.

Podemos dizer que, no universo das Escolas de Pensamento, temos a Primária, com seus Conceitos Estruturantes, que se desdobra em Escolas de Pensamento Derivadas.

A Escola de Pensamento Primária é uma espécie de “Sistema Operacional”, que define as bases conceituais e as Escolas de Pensamento Derivadas são os “Aplicativos“.

As Escolas de Pensamentos Derivadas são criadas pela nova Geração de Conceituadores, que vão aprimorando os Conceitos Estruturantes.

Escolas de Pensamento Primárias e Derivadas em diversas áreas, tais como na Economia (Keynesiana e Austríaca) ou na Psicologia (Freudiana, Junguiana, Lacaniana).

Escolas de Pensamento NUNCA são de “tijolos“, mas Ambientes Conceituais, que podem até ter tido um início concreto, mas depois se perpetuam pela qualidade de seus conceitos, a partir dos critérios de seus seguidores.

Escolas de Pensamento Derivadas podem ter espaços físicos, ou não, e se distinguem da seguinte maneira da Primária:

  • Organizativas – apenas organizam os Conceitos Estruturantes da Escola de Pensamento Primária;
  • Propositivas – sugerem melhorias nos Conceitos Estruturantes da
  • Escola de Pensamento Primária;
  • E/ou Formativas – que também (além de uma das duas acima) preparam pessoas para conhecer, melhorar e operar com os Conceitos Estruturantes da Escola de Pensamento Primária.

A Bimodais é uma Escola de Pensamento Derivada, Propositiva e Formativa, que aborda o tema do Digital, a partir da Escola sobre Mídias de Toronto (Primária).

A Bimodais tem como missão ajudar profissionais e organizações a serem mais competitivas no Mundo Digital.

É a única, até o momento, Escola de Pensamento Secundária Digital Brasileira com esse tipo de método epistemológico, através do aperfeiçoamento dos Conceitos Estruturante de um determinado grupo de Conceituadores.

(O epistemólogo que mais refletiu de forma positiva sobre Escolas de Pensamento foi Imre Lakatos (1922 – 1974).) 

A Bimodais é, conscientemente e assumidamente, seguidora dos Conceitos Estruturantes da Escola sobre Mídias de Toronto.

Somos, assim, uma Escola de Pensamento Derivada da Escola Primária sobre Mídias de Toronto.

A Escola sobre Mídias de Toronto teve um início físico, mas agora se tornou mais do que tudo um Ambiente Conceitual, que nos ajuda com seus Conceitos Estruturantes a refletir sobre as Revoluções Midiáticas passadas e presente.

Pertencemos ao que podemos chamar de Universo Conceitual de Toronto e somos um dos “satélites” (Escola de Pensamento Derivada) que gira em torno daqueles Conceitos Estruturantes.

Nossa abordagem, como é natural na atividade das Escolas de Pensamento Derivadas, se diferencia da de Toronto em vários aspectos, mas mantém uma espécie de DNA Conceitual Estrutural, que é o seguinte:

  • tecnologias quando são criadas, modificam o Sapiens, somos, assim, uma Tecnoespécie;
  • novas mídias são o Fator Detonante de novas Eras Civilizacionais.

Tudo que conceituamos, até aqui, parte deste DNA Conceitual Central, que questiona os Conceitos Convencionais das Ciências Sociais.

Marshall McLuhan (1911 – 1980) é o fundador e o principal Conceituador Disruptivo da Escola sobre Mídias de Toronto.

Nós iniciamos as Pesquisas Bimodais há cerca de três anos, já com mais de 300 participantes (eventuais e permanentes), a partir dos Conceituadores Canadenses e estamos desenvolvendo, a partir deles, todo um novo Repertório de Conceitos. 

Estamos – como é característica de Escola de Pensamento Derivadas – promovendo melhorias, mas sempre partindo e não abandonando, até aqui, o DNA Conceitual Central.

A Bimodais não só aprofunda o tema do Digital, a partir dos Conceitos Estruturantes de Toronto, mas também ampliamos nossos escopo refletindo sobre o próprio pensar, dialogar, conceituar e a melhor forma de gerenciar nossa Escola de Pensamento.

  • Podemos dizer que o foco principal da Escola Primária de Toronto – principalmente de McLuhan – era os efeitos das mídias na subjetividade humana;
  • Podemos dizer que o foco principal da Escola Derivada Bimodal são os efeitos da mídia na sobrevivência humana.

Somos mais uma das muitas gerações que a Escola de Toronto vem tendo, desde a década de 60.

O foco da Bimodais é o Digital, porém não nos efeitos da mídia na subjetividade, mas na sobrevivência humana.

Por isso, tivemos a necessidade de criar a Antropologia da Sobrevivência, uma Ciência Estrutural para a nossa análise, saindo do âmbito da Ciência da Comunicação, como era o caso da Escola Primária de Toronto.

A Antropologia da Sobrevivência é a Ciência Estrutural da Bimodais, pois nosso foco é diferente dos canadenses.

Os Bimodais perceberam que as mídias estruturam a sobrevivência do Sapiens e, quando se alteram, permitem que criemos formas de sobreviver mais sofisticadas.

Uma Revolução de Mídia, sob o ponto de vista da Antropologia da Sobrevivência, é um Movimento Macro Sistêmico da Espécie Recorrente e Obrigatório, para que possamos viver melhor.

Portanto, refletir sobre o Digital nos obriga não só a pensar no fenômeno em si, mas em todo o Aparato Conceitual, no qual se inclui os diferentes tipos de Escola de Pensamento, seu papel, os diferentes tipos e sua evolução ao longo do tempo.

Um marceneiro (igual a um Conceituador) não faz apenas as cadeiras, mas cuida também da organização da oficina.

Em resumo:

Quanto mais você pensa no que pensa, mais tem capacidade de modificar tanto o que pensa como o que faz e vice-versa.

Temos procurado melhorar a forma de pensar e operar uma Escola de Pensamento agora nos utilizando do Modus Operandi Digital.

Temos a base conceitual do que são e como se estrutura uma Escola de Pensamento Derivada e nos aproveitamos das Ferramentas Digitais para ter mais eficácia.

O que quero abordar nesse artigo, depois dessa longa e necessária introdução, é o Ferramental Conceitual e Operacional que estamos utilizando para desenvolver nossa Escola de Pensamento no Digital, em particular o Mapa Mental.

Utilizamos algumas Ferramentas Conceituais/Operacionais, que utilizamos para o gerenciamento da nossa Escola de Pensamento:

  • Ferramentas Interativas para que os Bimodais possam dialogar um com os outros e com o Curador, principalmente, o Whatsapp e o Telegram;
  • Ferramentas de Publicação para que os Bimodais e o público externo possam receber o novo conteúdo produzido pela escola, principalmente, o WordPress;
  • Ferramentas de Divulgação para que outras pessoas, além dos Bimodais, conheçam a escola, principalmente, o Postcron;
  • Ferramentas de Venda para que novas pessoas ingressem na Escola, principalmente, o Eduzz;
  • Ferramentas Organizativas (o Mapa Mental Bimodal) – para classificar, armazenar e organizar tudo que é produzido na escola, principalmente, o editor de slide do Google Docs.

O Mapa Mental de uma Escola de Pensamento Derivada tem vários objetivos:

  • organizar o Sistema de Pensamento da Escola, com suas diferentes camadas;
  • desenvolver conteúdo de forma organizada para que todos possam saber a cada material de qual camada estamos tratando;
  • tornar consciente para todos os participantes, tudo que é feito para que possam também organizar a sua Narrativa Individual/Profissional;
  • facilitar a formação tanto dos novos quanto dos mais antigos, que podem visitar, a critério, a qualquer momento, todo o material organizado no Mapa Mental.

O Mapa Mental de uma Escola de Pensamento Derivada é um armazenador de conteúdo, que permite que fique claro as diferentes escolhas que foram feitas nas distintas Encruzilhadas Conceituais que enfrentamos ao longo da nossa jornada.

O Mapa Mental de uma Escola de Pensamento Derivada explicita sua forma de pensar nos seus mais diferentes aspectos.

Assim, a Bimodais não só tem desenvolvido material para ajudar profissionais e organizações a lidar melhor com o Mundo Digital, mas também ajuda a quem quer iniciar jornada similar para o estudo de qualquer fenômeno.

Isso está contido na Metodologia Bimodal para Escolas de Pensamento.

O Mapa Mental de uma Escola de Pensamento Derivada é, portanto, uma descoberta recente da Bimodais e uma espécie de espinha dorsal , ferramenta fundamental para os Curadores poderem organizar seu trabalho.

Quanto melhor for o Mapa Mental de uma Escola Derivada de Pensamento, mais chance tem de se aprimorar.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

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“Temos uma tendência a confundir o mapa com território.” – Taleb.

Thomas Kuhn (1922 -1996) foi taxativo ao afirmar que novos paradigmas, que emergem depois de crises científicas são impossíveis de serem aceitos por algumas pessoas, que passaram muito tempo convivendo e se beneficiando dos antigos.

“É preciso morrer uma geração para que outra se acostume com os novos paradigmas.” – disse um dos nossos epistemólogos preferidos.

Me pergunto por que?

Arrisco dizer que temos aí quatro apegos relevantes entrelaçados, que dificultam a absorção de novos conceitos por algumas pessoas:

  • Apego Pessoal;
  • Apego Profissional;
  • Apego Social;
  • Mente Quieta e não Inquieta.

Vejamos.

Apego Pessoal:

Há uma simbiose entre o ego (nossa individualidade) e os conceitos que adotamos. E isso nos leva a nossa maneira de viver.

A forma como vivemos é, portanto, resultado de conceitos que foram criados pelos nossos antepassados, testados, uns descartados, outros valorizados e utilizados em nossas vidas.

Raramente, temos a noção de que:

Tudo que o Sapiens faz e pensa foi inventado por alguém. Nós, apenas, adaptamos.

E que determinadas Invenções Conceituais que têm data de validade e precisam de algum tipo de atualização de tempos em tempos.

Conceitos são, assim, aceitos, assimilados e, muitas vezes, invisibilizados como se fossem eternos, permanentes e imutáveis.

Conceitos, de forma consciente, ou não, estruturam nossa vida, nos permitem ser quem somos.

Quanto mais temos consciência dos conceitos, mais podemos modificá-los e vice-versa.

Porém, os conceitos se naturalizam e passam a ser guardados em determinados lugares do cérebro.

É comum que haja simbiose entre os conceitos e o nosso ego.

Em geral, os conceitos mais invisíveis são os Conceitos Estruturais com os quais temos uma relação de como tivéssemos nascido com eles.

Conceitos Estruturais são como nossa espinha vertebral, que estruturam nossas vidas e é muito difícil proceder o “transplante”.

(O que nós chamamos de “Valores” se aproxima muito ao que estamos chamando aqui de Conceitos Estruturantes e mesmo estes precisam de atualização permanente.)

Em geral, ninguém imagina que fará um transplante da espinha vertebral. Ou mesmo de alguns Conceitos Estruturantes.

Há, portanto, uma relação mais ou menos profunda, mais ou menos consciente, entre determinados conceitos e nosso ego, nossa forma de pensar e agir.

Há o que podemos chamar de Invisibilização Conceitual, quando nosso ego não consegue mais separar o que é mutável ou imutável. O que é estrutural do que é conjuntural.

Podemos dizer, assim, que existem conceitos mais Conjunturais, mais passíveis de mudanças e outros mais Estruturais que são quase invisíveis.

O problema das grandes mudanças pessoas é quando os Conceitos Estruturais precisam de ajustes e não temos “bisturis” conceituais para proceder a “operação”.

Na Invisibilização Conceitual há, o que podemos chamar de uma Simbiose Conceitual Tóxica – uma confusão interna entre conceitos e nossa individualidade.

Os fatos e a realidade vão caminhando para uma direção diferente e nós não conseguimos acompanhar, pois estamos presos aos antigos conceitos, pois vivemos uma Simbiose Conceitual Tóxica.

É comum que o ego e os conceito se misturem como se fossem uma massinha do jogo de criança.

Não sabemos mais o que é imutável em nós e o que é passível de mudança.

Assim, dependendo da Taxa de Invisibilização Conceitual, nosso ego permite que possamos rever alguns conceitos e outros, não.

Conceitos Estruturais, por fim, são aqueles mais difíceis de serem modificados.

Apego Profissional:

Conceitos também estruturam carreiras, status, salários, remunerações.

E é muito difícil que alguém aceite de bom grado rever Conceitos Estruturais, que questionam a forma de como “se deu bem na vida”.

É muito improvável que alguém reveja conceitos que garantam o “leitinho das crianças” no final do mês.

Novos conceitos que, de alguma forma, questionam a forma de como a pessoa sobrevive, como ela ganhou status, geram um processo de rejeição ao novo.

Novos conceitos, na verdade, são vistos pelas pessoas como algo extremamente agressivo ao seu jeito de ser.

A pessoa, psicologicamente, se torna incapaz de fazer o Transplante Conceitual do antigo para o novo devido ao seu status profissional.

O apego pode ser a atividade em si, mas também tudo que envolve essa atividade, tal como salário, benefícios, etc.

Quanto mais os novos Conceitos Estruturantes modificam, de alguma forma, o Status Profissional da pessoa, maior será a Taxa de Rejeição.

E, por outro lado.

Quanto menos os novos Conceitos Estruturantes modificam, de alguma forma, o Status Profissional da pessoa, menor será a Taxa de Rejeição.

Apego Social:

Outro aspecto aqui é o nosso envolvimento com nossos amigos e parentes, que criam uma espécie de Comunidade Conceitual.

Mudar a nossa forma de pensar, muitas vezes significa romper com determinadas amizades e isso é muito difícil.

É preciso ter coragem para colocar a nossa forma de pensar por sobre as relações pessoais.

Se os conceitos estão ligados à determinada Comunidade Conceitual, romper com eles significa, em alguma medida, ter atritos, em geral, as pessoas preferem não se aprofundar no assunto.

Há uma insegurança de não ter com quem contar nas horas difíceis ou viver uma determinada solidão.

Mente Quieta:

Por fim, há dois tipos de pessoas e duas relações dela com a necessária revisão, principalmente, de Conceitos Estruturantes:

Pessoas com Mente Mais Inquieta, de maneira geral, têm mais capacidade de revisar conceitos, pois têm uma capacidade abstrata maior e conseguem enxergar, com mais facilidade, como pensam.

Quem consegue pensar com mais facilidade como pensa, tem menos dificuldade na revisão de conceitos.

O que é algo menos usual para os que têm Mentes Mais Quietas.

Uma coisa importante para a atividade de um Bimodal – principalmente os Mudancistas – é mapear a Taxa de Apego do cliente para que possa analisar o que é possível ser feito.

Há determinada relação entre Conceito e Apego, que, muitas vezes, torna impossível qualquer processo de mudança.

É importante definir a Taxa de Apego para saber se é possível ir em frente com o projeto de mudança.

Podemos aprofundar o tema separando o que é Melancolia de Nostalgia Conceitual:

  •  Nostalgia Conceitual – tenho apego a determinados conceitos, mas isso NÃO me impede de seguir em frente;
  • Melancolia Conceitual -tenho apego a determinados conceitos, e isso me impede de seguir em frente.

É isso, que dizes?

Colaboraram os Bimodais: Fernanda Pompeu, Rodrigo Palhano, Renato Sant’Anna e Rodrigo Lemos.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

Este artigo é no estilo Rompedor:

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

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“Viver em nosso planeta, hoje, requer muito mais imaginação do que somos feitos para ter.”Taleb.

Estamos saindo de uma Crise Civilizacional Pré-Digital.

A Crise Civilizacional Pré-Digital pode ser explicada pelo aumento exponencial da população nos últimos 230 anos sem que tivéssemos criado novas mídias que nos permitisse criar formas mais sofisticadas de sobrevivência.

Nestes períodos civilizacionais, em que se aumenta a população sem que se tenha novas Mídias Descentralizadoras, que nos permitam criar novas formas de sobreviver, há um processo gradual de Padronização das Pessoas.

Nos momentos, que antecedem a uma Revolução Midiática há uma redução da Taxa de Diversidade da Reflexão, com cada vez mais pessoas pensando mais e mais parecido.

Há uma Verticalização da Informação que favorecer à Padronização do Pensamento.

Não é a primeira vez que isso ocorre e talvez não seja a última. É o Espiral Civilizacional Progressivo, típico de uma Tecnoespécie.

O aumento da Taxa de Padronização da Reflexão tem as seguintes características, em termos de formas de pensamento:

  • pensamento de curto prazo;
  • pensamentos mais operacionais;
  • pensamentos pouco abstratos;
  • pensamentos conjunturais;
  • pensamentos padronizados.

Nestes primeiros anos após a Revolução de Mídia há um certo problema tanto conjuntural, quanto estrutural, na forma como pensamos:

  • Conjunturalmente – percebemos que há algo se modificando na sociedade e não se consegue definir claramente o que é e quais são as causas para tantas mudanças tão diferentes e rápidas, tal como o surgimento de uma nova Mídia;
  • Estruturalmente – há uma demanda por aprender a lidar com uma maior Taxa de Diversidade de Reflexão, porém não fomos preparados para lidar com ela.

Compreender o efeito da mídia é algo passageiro, aprender a lidar com o novo Modus Operandi Digital será algo permanente.

O novo Modus Operandi Digital implica no aumento exponencial:

  • da Taxa de Circulação de Informação;
  • das opções de consumo;
  • das opções de trabalho;
  • das fontes de informação;
  • do Discernimento da Verdade e da Mentira – do que é mais verdadeiro e menos falso;
  • da Taxa de Midificação de cada pessoa.

Para entender o novo cenário e passar a viver neste Novo Normalzão, é preciso Revisões Conceituais mais abstratas.

Mais informação demanda reduzir a importância dos fatos e aumentar a compreensão dos padrões.

A atual geração (onde se incluem jovens e adultos) NÃO foi formada para viver no Modus Operandi Digital.

Não basta saber utilizar as novas Ferramentas Digitais.

É preciso uma forma de pensar mais estruturada para poder lidar com muito mais informação.

Um dos grandes desafio dos educadores para o futuro é formar mentes para um mundo de informação abundante.

Mais ainda.

Com o tempo, foi se criando na Crise Civilizacional Pré-Digital um verdadeiro preconceito contra o pensamento abstrato.

Se consolidou a ideia que teorizar é atrapalhar as atividades “práticas”.

Se relaciona hoje a operação (“a prática”) com eficácia.

Tudo que se faz, se realiza, é eficaz. E quando se para para pensar, antes de fazer, se tem a sensação de que é perda de tempo.

A falsa dicotomia entre teoria e operação (“prática”) é um sinal evidente da Crise Civilizacional Pré-Digital, que ainda nos assombra.

O pensamento humano foi concebido principalmente para resolver problemas de sobrevivência.

Dependendo do tipo de problema que enfrentamos, é preciso definir quais são as Ferramentas Conceituais mais adequadas.

Quanto mais um problema a ser enfrentado é estranho e desconhecido, mais será preciso usar a reflexão, a abstração e vice-versa.

Para combater a Padronização do Pensamento, a nossa escola desenvolveu o Edifício do Pensamento Bimodal.

O objetivo do Edifício do Pensamento Bimodal é apresentar opções do pensar para lidar melhor com o Novo Normalzão.

O Edifício do Pensamento Bimodal é uma proposta de categorização dos diferentes Ambientes de Diálogos necessários para lidar com qualquer tipo de fenômeno.

O Edifício do Pensamento Bimodal sugere a criação de cinco etapas sinérgicas para analisar qualquer fenômeno: filosofia, teoria, metodologia, operação, avaliação, que pode ser analisado de cima para baixo ou de baixo para cima, conforme cada caso.

Dependendo do problema a ser enfrentado, ou se inicia o trabalho se utilizando o Método Dedutivo (de cima para baixo, da filosofia para a avaliação dos resultados) ou o Método Indutivo (de baixo para cima, da avaliação dos resultados para a Filosofia).

  • O Método Dedutivo revisa os paradigmas antes de analisar os fatos, pois perderam a validade diante da realidade;
  • O Método Indutivo continua com os mesmos paradigmas para analisar os fatos, pois precisamos de novos.

Um Método Analítico não pode ser considerado melhor do que o outro. Apenas um é mais adequado do que o outro.

Uma chave de fenda (método analítico) não tem capacidade de “apertar” todo tipo de parafuso (fenômeno)!

  • Quanto mais um fenômeno é desconhecido, estranho, incomum, mais o Método Dedutivo se mostrará eficaz;
  • Quanto mais um fenômeno é conhecido, normal, comum mais o Método Indutivo se mostrará eficaz.

Um exemplo de aplicação do Edifício do Pensamento Bimodal para tornar mais claro como funciona.

Passemos a um caso de análise fora do Digital.

A Doença de Chagas foi diagnosticada por Carlos Chagas (1878 – 1934), que descobriu que determinados sintomas de alguns doentes eram provocados por um determinado inseto o Triatoma Brasiliensis. 

Até aquele momento, não havia a definição de que a essência, a causa daquela doença, em particular, era provocada por um determinado tipo de inseto, infectado por um vírus específico.

A descoberta do inseto foi o processo filosófico de Carlos Chagas, pois, antes de tudo, era preciso definir a causa da doença – a essência para que se pudesse lidar com ela.

Neste momento, definido a Essência Filosófica, a causa raiz da doença, se começou a desenvolver as teorias.

Teorizar, no caso, foi o processo de definição dos diferentes elementos.

Chagas constatou que não eram todos os insetos, mas apenas alguns, que tinham o vírus. E, além disso, procurou definir quais eram os sintomas e as consequências das mesmas.

Por fim, com a filosofia e teoria definidas, se passou a sugerir metodologias para lidar com a doença e, por fim, se passou para o operacional e a avaliação dos resultados, com a análise do aumento ou da redução de casos.

Se algo estivesse errado na filosofia e teoria, obviamente, seria necessário se alterar a metodologia e o operacional, o que ia ficar evidente na avaliação dos resultados.

O Edifício do Pensamento Bimodal pode ser utilizado para se analisar qualquer fenômeno – vários dos meus alunos têm feito em diferentes situações.

Mas vamos ver como podemos aplicá-lo no Digital.

O problema que temos hoje diante do Digital é que os Futuristas Profissionais, que atuam no Mercado do Futurismo procuram entender e lidar com o fenômeno pelo Método Indutivo e não Dedutivo.

O Digital exige que se faça, via Dedução, uma Revisão Filosófica, passando por uma Revisão Teórica para, só então, se chegar às Metodologias de Migração, de Mutação e de Startupização e aplicá-las no Operacional e, só então, avaliar, se os resultados foram positivos.

Os profissionais e organizações aumentaram a Taxa de Competitividade?

Porém, o que temos visto é a tentativa de tentar entender o Digital com a mesma filosofia e teoria, aplicando antigas metodologias, o que não tem ajudado a melhorar a Taxa de Competitividade.

O Edifício do Pensamento Bimodal é um dos dois Pilares Epistemológicos da Bimodais. O outro é a Certeza Provisória Razoável.

Vejamos:

  • O Edifício do Pensamento Bimodal sugere como devemos classificar os diferentes fenômenos em diferentes camadas, no nosso caso, em particular, o Digital (seguimos aqui um pouco as sugestões de Ayn Rand (1905 – 1982));
  • A Certeza Provisória Razoável sugere como devemos rever o que descobrimos, partindo do princípio que é impossível ver a realidade, apenas conseguimos nos aproximar dela (seguimos aqui um pouco as sugestões de Thomas Kuhn (1922 – 1996));.

É isso, que dizes?

Colaborou com o artigo a Bimodal: Fernanda Pompeu.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

 

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

Áudio.

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“Viver em nosso planeta, hoje, requer muito mais imaginação do que somos feitos para ter.” – Taleb.

Por incrível que pareça, o Mercado de Conceitos – uma das atividades de serviços mais importante da sociedade –  é praticamente invisível em todas as áreas.

As pessoas costumam chamar, de forma equivocada, o Mercado de Conceitos de Mercado Editorial na venda de livros e, muitas vezes, palestras.

Porém, o Mercado de Conceitos é o espaço em que vários Conceituadores Profissionais disputam a venda de Narrativas.

Existem várias formas de resolver diferentes desconfortos e cada Conceituador tem a sua “receita” própria.

Quanto mais o cliente percebe a diferença entre as diferentes Narrativas, mais está capacitado para escolher os melhores conceitos e, por sua vez, decidir melhor.

Narrativas Conceituais são ferramentas humanas para se viver melhor.

As Narrativas criadas pelos Conceituadores Profissionais são utilizadas por dois tipos de clientes:

  • por profissionais que se utilizam daqueles conceitos para atender ao cliente final;
  • e pelos próprios clientes finais.

É da qualidade da construção de bons conceitos, que se criam Narrativas mais afinadas com a realidade.

É da qualidade das Narrativas mais afinadas com a realidade, que se tomam melhores decisões.

Existem, assim, vários Mercados de Conceitos na sociedade.

A Bimodais atua no Mercado de Conceito do Futurismo Competitivo.

O objetivo da Bimodais é a formação de Futuristas Competitivos, que se dedicam a criar e disseminar a melhor Narrativa possível para que profissionais e organizações tomem decisões melhores.

Há diferentes Narrativas Conceituais que procuram entender e prognosticar o que ocorrerá na sociedade, a partir da chegada do Digital. A Bimodais está neste mercado.

Existem hoje diversos Futuristas Competitivos Profissionais disputando este mercado com o objetivo de tentar ajudar respectivos clientes a decidir melhor diante de diferentes cenários.

O Mercado de Conceito dos Futuristas, entretanto, vive uma certa crise:

  1. em primeiro lugar, o trabalho da Futuração era muito mais simples do que agora, pois vivíamos, basicamente, com alterações apenas conjunturais e não estruturais do Pós-Digital;
  2. vivemos hoje um ambiente, no qual temos mudanças estruturais, que precisam de um ajuste no Ferramental Conceitual dos Futuristas;
  3. tanto os Futuristas Profissionais quanto respectivos clientes se acostumaram a lidar com Mudanças de Cenários Conjunturais e não Estruturais, como a chegada de novas mídias;
  4. Mudanças de Cenários Estruturais pedem um tipo específico de Ferramental Conceitual dos Futuristas.

Vivemos hoje, se formos na linha Talebiana de pensar o futuro, a chegada de um Cisne Negro Estrutural. 

Um Cisne Negro Estrutural pode ser definido pela chegada de um Fenômeno Desconhecido pelo Senso Comum, que provoca Mudanças Estruturais na sociedade.

A Revolução Midiática Civilizacional Digital é um Cisne Negro Estrutural.

Na maneira Talebiana de pensar, adaptada pelos Bimodais, um Cisne Negro, na definição de Taleb é, para nós, um Cisne Negro Conjuntural, tal com a guerra do Líbano ou o atentado das torres gêmeas.

Um Cisne Negro Conjuntural pode ser definido pela chegada de um Fenômeno Inesperado pelo Senso Comum, que provoca Mudanças Conjunturais, que pode ter repercussões locais ou globais.

O problema que vivemos hoje no Mercado de Conceito dos Futuristas é de que a maior parte deles tem trabalhado diante de um Cisne Negro Estrutural como se fosse Conjuntural.

Um Cisne Negro Estrutural necessita de uma revisão dos padrões de como a sociedade avança ao longo da história.

Há uma relação de fatos com padrões que é a seguinte:

  • Fatos ocorrem;
  • Conceituadores analisam os fatos e os articulam para chegar aos padrões;
  • Padrões prognosticam fatos;
  • Fatos inusitados, fora dos padrões, nos obrigam a revê-los;
  • Fatos ocorrem.

Por isso, temos defendido que o Mercado dos Futuristas precisa operar não mais no Futurismo Normal ou Extraordinário, que seria o caso de enfrentar Cisnes Negros Conjunturais, mas no Futurismo Super Extraordinário mais apropriado para lidar com Cisnes Negros Estruturais.

O outro grande problema que temos no Mercado de Conceito dos Futuristas é o hábito dos clientes em consumir Narrativas de fontes convencionais.

Como nos ensina Thomas Kuhn (1922 – 1996), em momentos de grande anomalia a revisão dos paradigmas virá não dos Conceituadores Convencionais, mas daqueles menos comprometidos com os conceitos vigentes.

De maneira geral,  os Futuristas Convencionais estão usando “velhos mapas para visitar novas terras” (Gil Giardelli).

Os Futuristas Convencionais têm utilizado, na sua grande maioria, o Ferramental Conceitual do Futurismo Normal ou, no máximo no Extraordinário.

Futuristas de Plantão têm feito algumas revisões, no máximo, teóricas, mas, quase nunca filosóficas, que são exigidas diante do tamanho da revisão dos padrões.

Cisnes Negros Estruturais, estamos aprendendo isso, rimam com Futurismo Super Extraordinário.

Quem quer fazer a diferença neste mercado deve se conhecer, classificar e se aprofundar nos diferentes tipos de Futurismo para não, como já dissemos, usar roupa de ciclista para andar a cavalo.

Colaborou a Bimodal: Fernanda Pompeu.

É isso, que dizes?

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Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

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O áudio do artigo.

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“Não existem explicações finais, apenas melhores.” – Marcelo Gleiser.

Estamos relendo aqui na Bimodais o “Cisne Negro”, livro mais conhecido do Conceituador Nassim Taleb.

Taleb é basicamente um investidor, que enveredou pelo Mercado de Conceitos.

O Mercado de Conceitos é a área de serviços que produz Narrativas para permitir que pessoas, profissionais e organizações possam decidir melhor.

Taleb tem atividade voltada para a tomada de decisões mais de curto do que de longo prazo. É um Futurista Profissional de Curto Prazo.

E isso é chave para que possamos aproveitar o que Taleb tem de bom – tem muita coisa – e criticar o que está exagerado, quando se generaliza a análise de curto prazo para todos os outros dois: de médio e longo.

Assim, não podemos ler os livros de Taleb como se estivéssemos dialogando sobre o Futurismo de maneira geral, mas para um tipo específico – o de curto prazo.

Não há esta separação no livro e isso é a principal crítica que faço ao Taleb: generaliza os Futurismos, como se fossem todos iguais.

Taleb generaliza algo que não se pode generalizar. Acredita que sua forma de Futurar serve para todos os cenários.

E aí ele bate no muro das incoerências.

O Ferramental de Análise um Futurista Profissional, que procura ajudar na Tomada de Decisões de Curto Prazo é bem diferente daquele que se esforça para a de Médio e de Longo Prazo.

O que Taleb defende se encaixa bem para os Futuristas de Curto Prazo. E nisso ele é muito bom.

Ele tem como epicentro da sua Narrativa para Futuristas de Curto Prazo o conceito de “Cisnes Negros“.

Cisnes Negros são, conforme Taleb, eventos inesperados, que causam desconforto e instabilidade, que não foram previstos.

(Vale à pena incorporar o conceito para os Bimodais.)

Note que fenômenos no curto prazo são marcados por:

  • Mais relevância dos Eventos Conjunturais;
  • Menos relevância dos Padrões Estruturais.

Note que fenômenos no longo prazo são marcados por:

  • Menos relevância dos Eventos Conjunturais;
  • Mais relevância dos Padrões Estruturais.

No Longo Prazo temos muito menos Cisnes Negros do que no curto.

Obviamente, que, em geral, as pessoas precisam decidir no curto prazo, e focam nos Eventos Conjunturais dos Fenômenos.

Porém, todo o fenômeno, seja ele qual for,  tem aspectos Estruturais (que nunca mudam) e outros (Conjunturais), que mudam muito mais.

Um Futurista Profissional precisa conhecer, antes de tudo, os Padrões Estruturais dos fenômenos para, só então, analisar os Conjunturais.

Muitas vezes os Cisnes Negros nos obrigam a rever os Padrões Estruturais, que não haviam sido analisados sob a ótica dos novos acontecimentos.

Isso não implica, como sugere Taleb, de que não se pode buscar Padrões Estruturais.

O que não se deve – e nisso se concorda com ele – acreditar que os Padrões Estruturais são Certezas Absolutas.

Eis o pulo do gato do Futurismo de Longo Prazo: temos que procurar o que é mais certo dentro das incertezas.

Podemos dizer, por exemplo, que há milênios o ser humano estabelece regras para sobreviver, através da produção.

Apesar da onipotência de muitos, o sapiens é um ser vivo como outro qualquer e precisa criar condições para que possa sobreviver.

A luta pela nossa sobrevivência é o que nos dá limites e nos permite prognosticar melhor.

Apesar de diversas mudanças conjunturais, a espécie sempre procura e procurará caminhos para que a sobrevivência seja mantida.

Posso dizer, com certeza, que, de alguma forma, daqui a 200 anos continuaremos tendo que batalhar todos os dias para nos manter vivos.

A Luta pela Sobrevivência é um Padrão Estrutural de todos os seres vivos.

Podemos ter uma mudança genética que nos tire a fome e a sede? Sim, podemos, mas continuaremos a ter que tomar a pílula genética para não morrer de fome ou de sede. Ou fazer a operação para colocar o chip.

Tivemos algum Cisne Negro no passado, que tirou da espécie a vontade de sobreviver? Não.

Obviamente, se analisarmos os eventos que Taleb aponta como Cisnes Negros:

  • a guerra do Líbano;
  • o atentado terrorista às torres gêmeas.

Ambos são Eventos Conjunturais, que entram para a história humana, mas que passam, se modificam.

Os Cisnes Negros que ele aponta não forma previstos, não não foram.

Quanto mais estivermos perto do curto prazo, mais impreciso são os eventos e mais podemos ter Cisnes Negros e vice-versa.

Querem um exemplo de previsão de longo prazo que se consolidou, apesar da descrença do Taleb?

Analise, por exemplo, os livros de Friedrich Hayek (1899 – 1992) e Ludwig Mises (1881 – 1973) quando prognosticam que a União Soviética não iria sobreviver no tempo.

Eles não apontaram data, quando, de que forma, apenas disseram que o modelo não era sustentável pelos padrões de sobrevivência da espécie humana.

O que eles apontaram foi o seguinte, que nos apresenta Padrões Estruturais:

  1. complexidade não rima com centralização;
  2. complexidade demanda Índices Coletivos, tais como os preços;
  3. preços são Ordens Espontâneas que permitem que, de forma mais distribuída, as decisões tenham mais qualidade (cada um sabe o que produzir, a partir da demanda do mercado);
  4. a centralização na complexidade, com o tempo, leva à tomada de decisões piores, criando crises produtivas insolúveis.

A Revolução Russa, em 1917, foi um Cisne Negro, vista do ponto de vista do curto prazo, que durou várias décadas para chegar ao seu fim.

Mas os padrões apontados por Mises e Hayek confirmaram, através de Padrões Estruturais, o destino insustentável daquele projeto de sociedade.

Assim, podemos ter Cisnes Negros Conjunturais, que causam desvios no cenário, que muitas vezes vão contra aos Padrões Estruturais, mas que acabam sendo corrigidos no longo prazo.

O Futurista de Longo Prazo trabalha mais com Padrões Estruturais e aponta tendências e não fatos.

Hayek e Mises puderam projetar não os fatos, mas as tendências, por exemplo, ao afirmar que a União Soviética teve um prazo limitado de vida.

Quem procura prever fatos, ocorridos, terá mais dificuldade de acertar e nisso o Taleb nos ajuda.

Porém, não podemos generalizar essa visão para todos os prognósticos.

Só existe uma forma de se lidar e reduzir as Incertezas de Longo Prazo: é preciso estabelecer o que é Estrutural para a espécie humana aquilo que NUNCA MUDA, ou muda muito pouco!

Só é possível reduzir as incertezas, quem é capaz de ter algumas certezas menos insólitas.

Não se pode dizer que a sobrevivência humana não gera regras, tais como, amanhã os oito bilhões de sapiens, com certeza, farão xixi ao longo do dia.

Taleb, muitas vezes, para combater os Cisnes Negro Fóbicos do mercado pega pesado e generaliza demais.

É isso, que dizes?

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O artigo aqui é uma abstração para Futuristas poderem estruturar melhor seu Ferramental Conceitual.

Note bem esta frase:

Todos os fatos são filhos de determinados padrões.

Quem olha apenas para os fatos, não consegue reduzir a taxa da incerteza.

Se isso vale para momentos estáveis, vale muito mais para a instabilidade.

Como nos ensinou Aristóteles, tudo na vida tem uma causa.

Quem olha para a causa, enxerga mais longe e pode prognosticar. Quem olha para a consequência, pode apenas lidar com ela.

Quanto mais um jogador de xadrez, consegue projetar jogadas, mais mestre ele se torna.

Portanto, um Futurista de Excelência estuda padrões para poder Futurar melhor.

E é da qualidade dos Padrões Analisados, que se consegue prever, com menos imprecisão, as incertezas.

Um Futurista, anote isso aí, não é um vidente que advinha, apenas aponta as consequências prováveis dos padrões estudados.

Um Futurista apresenta Macrotendências, nada além disso.

Um Futurista, assim, é um analista dos Padrões dos Fenômenos, que cria prováveis roteiros para reduzir incertezas.

Quanto mais ele conhecer os Padrões dos Fenômenos, mais poderá projetar possíveis consequências e vice-versa.

Portanto, é preciso entender as Causas dos Fenômenos para poder projetar as Consequências.

Um terremoto, por exemplo, é um ajuste de placas tectônicas.

Objetivo do terremoto: o ajuste das placas, que estão mal encaixadas, nos levam aos tremores de terra maiores ou menores.

(Não sou especialista em terremotos, encarem o sentido, não os detalhes.)

Vamos analisar agora três elementos dos Fenômenos:

  • Demanda Reprimida – aquilo que está latente, esperando um Gatilho Detonador para se expandir;
  • Gatilho Detonador – o fato que permite que a Demanda Reprimida, passe a ter uma Oferta Viável;
  • Oferta Viável – aquilo que permite que a Demanda Reprimida se expanda.

No caso do Digital, temos:

  • a Demanda Reprimida – é o consumo com Participação em Larga Escala, já que com o aumento populacional, tivemos um exponencial aumento da Padronização em Larga Escala;
  • o Gatilho Detonador – a chegada e massificação de uma Nova Mídia;
  • a Oferta Viável – o surgimento de novas Organizações Digitais (Uberizadas e depois Blockchenizadas), que permitem que se pratique um radical aumento da Taxa de Participação em Larga Escala.

Quando se analisa a demanda, se consegue entender a expansão da oferta, conectando os pontos.

Note que desde um restaurante a quilo, passando pelo uso intenso dos aplicativos de todos os tipos e mais ainda o Bitcoin, nos leva a oferecer ofertas para a demanda humana pela Participação em Larga Escala.

O ser humano, por ser uma espécie com mais diversidade entre seus membros do que as demais, tem a demanda de sobreviver, mas sempre que possível com mais diferenciação, personalização e menos padronização.

Assim, é preciso:

  • definir a essência humana (Tecnoespécie, Complexidade Demográfica Progressiva, Participação e Personalização Progressiva);
  • perceber que tal demanda é latente, que depende de um Gatilho Detonador;
  • e que quando temos o Gatilho Detonador, o que estava reprimido passa a ter vazão.

É isso, que dizes?

 

Áudio do Artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal200721

“O problema está na estrutura de nossas mentes: não aprendemos leis, apenas fatos.”Taleb.

Vamos ver a diferença entre:

  • Fatos – circunstâncias, situações acabadas ou que estão prestes a acontecer; acontecimentos;
  • Padrões – aquilo que regula, as normas e regras que provocam os fatos.

Os fatos acontecem, a partir de determinadas padrões.

Quem conhece melhor os padrões, tem mais chance de reduzir a incerteza dos fatos.

Quem estuda fatos, assim, não os prognostica ou prevê, apenas lida com eles, quando acabam de ocorrer.

Portanto:

  • O Futurismo de Curto Prazo analisa mais os fatos e menos os padrões;
  • O Futurismo de Longo Prazo analisa mais os padrões e menos os fatos.

Isso vale para todas as épocas, para todos os cenários.

Podemos, assim, entender o Futurismo como a atividade humana de fazer prognósticos.

Todos nós praticamos o Futurismo de forma regular. O papel de um Futurista Profissional, entretanto,  é o de ter consciência, refletir para estruturar melhor essa atividade.

O Futurista de Excelência só vende o que consegue enxergar por mais que o cliente queira comprar ilusões.

Porém, há momentos em que é mais fácil Futurar. Quando estamos diante de Cenários Normais e há momentos, como agora, de Cenários Excepcionais.

Digo mais.

Há um espiral de complexidade na atividade de prognosticar.

Quanto mais gente houver no planeta, mais globalizado ele for, mais interdependente estivermos um dos outros, mais difícil será a atividade da Futuração.

Volto ao Taleb:

“Nossas intuições foram feitas para um ambiente com causas e efeitos mais simples e com informação que se moviam mais lentamente.”

Assim, o processo da Complexidade Demográfica Progressiva afeta também a atividade de Futuração.

Prever o Futuro antes do Digital era uma coisa, depois, é outra MUITO diferente.

Porém, além da Complexidade Demográfica Progressiva, que é um fator incremental e gradual na atividade de Futurar, vivemos hoje um fenômeno muito raro e particular.

Podemos dizer o seguinte.

Nunca em toda a história humana, vivemos um fenômeno tão marcante como a chegada da Revolução Midiática Civilizacional, sobre o qual conhecemos tão pouco.

Sim, tivemos no passado outras Revoluções Midiáticas Civilizacionais, mas o Patamar de Complexidade Demográfica não era tão elevado.

Uma Revolução Midiática ocorre hoje na complexidade de uma população de oito bilhões de habitantes, o que causa efeitos colaterais muito maiores e mais inesperados.

E nestes Momentos Extravagantes temos que sair do Futurismo Normal para o Extraordinário ou o Super Extraordinário.

Temos diante de nós mudanças em Padrões Estruturais Desconhecidos e precisamos ter a noção de que tipo de Futurismo pode dar conta do recado.

Vejamos os Três Tipos de Futurismo e as respectivas situações, que os tornam mais necessários:

  • Futurismo Normal – padrões conhecidos, Estabilidade Estrutural, com pequenas Instabilidades Conjunturais;
  • Futurismo Extraordinário – padrões desconhecidos, Estabilidade Estrutural, com grande Instabilidade Conjuntural;
  • Futurismo Super Extraordinário – padrões desconhecidos, com grandes Instabilidade Estrutural.

Vejamos agora as Ferramentas Futuristas de Análise:

  • O Futurismo Normal trabalha basicamente com fatos e Padrões Convencionais e Conhecidos, sem necessidade de comparativo histórico com ajustes operacionais;
  • O Futurismo Extraordinário revê Padrões Convencionais e Conhecidos que geram Instabilidade Conjuntural, com necessidade de comparativo histórico de anos, no máximo década, com modificações operacionais, com ajustes teóricos;
  • O Futurismo Super Extraordinário revê Padrões Convencionais e Conhecidos que geram Instabilidade Estrutural, com necessidade de comparativo histórico de períodos de tempos longos, décadas, séculos e milênios, com ajustes filosóficos.

Vejamos agora diferentes exemplos para a aplicação dos diferentes Tipos de Futurismo:

  • O Futurismo Normal – cotidiano, eventos corriqueiros, Padrões Convencionais;
  • O Futurismo Extraordinário – pandemia, crise econômica, guerra entre países;
  • O Futurismo Super Extraordinário –  Revolução Midiática Civilizacional.

O grande equívoco que vivemos hoje é NÃO utilizarmos o Tipo de Futurismo adequado para o Tipo de Fenômeno que estamos lidando.

Uma Revolução Midiática Civilizacional, por alterar Padrões Convencionais e Conhecidos Estruturais, exige que utilizemos o Futurismo Super Extraordinário.

O Futurismo Super Extraordinário promove revisões filosóficas e parte do estudo da Macro História para analisar Mudanças Estruturais Desconhecidas.

Porém, o que se vê no Mercado de Futurismo não é isso: se está utilizando o Futurismo Normal, no máximo o Extraordinário para entender algo que pede o Futurismo Super Extraordinário.

Eis o principal equívoco que estamos cometendo.

Uma Revolução Midiática Civilizacional é um fenômeno recorrente, que ocorre com espaçamento de milênios e séculos e exige que se faça uma análise Macro-Histórica, não Meso e muito menos Micro.

Hoje no Mercado de Futurismo se analisa os fatos, porém não se consegue entender os Padrões do Fenômeno, que só podem ser vistos, comparados e analisados na Macro-História.

É preciso um ajuste.

Em resumo.

Hoje, no Mercado de Futurismo, que está bem aquecido, estão querendo montar cavalo com roupa de ciclista.

E a coisa não está funcionando.

É isso, que dizes?

Colaborou a Bimodal: Fernanda Pompeu.

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O áudio do artigo.

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“A maioria de nós tem apenas uma compreensão muito limitada de como as redes funcionam e quase nenhum conhecimento de onde elas vieram.”Niall Ferguson.

Vivemos hoje uma Macro Decadência Civilizacional, em função da forte concentração midiática do último século.

Vimos aqui na Bimodais, que temos três momentos civilizacionais:

Renascimento, Consolidação e Decadência.

Nossa espécie consegue aumentar a população, mas vive crises objetivas e subjetivas, que precisam ser superadas.

Vivemos hoje o fim de uma longa Decadência Civilizacional por causa da Concentração Midiática.

Perdemos a capacidade de pensar melhor, pois nossas mentes foram padronizas por um longo período.

Nestes momentos de Decadência Civilizacional temos, portanto, tendência à baixa Taxa de Reflexão.

Nestes momentos de Decadência Civilizacional temos tendência ao pensamento de curto prazo.

Nestes momentos de Decadência Civilizacional temos tendência à  dedicação maior de tempo ao operacional e não ao estratégico.

Mesmo em outras Fases Civilizacionais, que não na Decadência, vivemos mais o hoje e a semana do que a década e o século.

Fato é que o ser humano, de maneira geral, em qualquer Fase Civilizacional, tem dificuldade de lidar com fenômenos Macro Históricos.

E isso se agrava bastante na Fase de Decadência Civilizacional.

Há movimentos na “placa tectônica” da espécie, que não são vistos com facilidade.

Temos algumas Macro Potências, que alteram o longo prazo, mas que não percebíamos a sua relevância, a saber:

  • A Potência Tecnomidiática – a não neutralidade histórica das tecnologias e das mídias. É preciso promovê-las de forças neutras para ativas;
  • A Potência Demográfica – a não neutralidade histórica dos aumentos demográficos. É preciso promovê-las de forças neutras para ativas
  • A Potência da Sobrevivência –  a não neutralidade histórica das macro mudanças dos ambientes de sobrevivência. É preciso promovê-las de forças neutras para ativas, de algo estático, natural, para permanente e progressivo.

Todas estas forças não são percebidas na análise da Micro ou mesmo da Meso História.

O Digital é, portanto, um fenômeno Macro Histórico recorrente, que só pode ser compreendido, quando analisado sob esse prisma das forças mais amplas.

As Potências Tecnomidiáticas, Demográficas e da Sobrevivência demandam, em algum momento da Macro História, Revoluções Civilizacionais.

O Digital é o momento da Macro-História em que diversas forças humanas latentes começam a sair do “armário”.

  • Mais gente no planeta, demanda novas soluções objetiva e subjetivas para a espécie.
  • Mais gente no planeta, nos obriga a produzir mais, porém, com ajustes objetivos.
  • Mais gente no planeta, nos obriga, pela nossa individualidade diferenciada, nos obriga a consumir mais, não apenas com padronização, mas também com personalização.

Assim, se você precisa enfrentar um frio abaixo de zero, não é qualquer casaco que vai dar conta.

Se você tem que enfrentar um fenômeno Macro-Histórico não é qualquer Ferramental Futurista, que te ajudará a enxergar melhor.

O Digital nos obriga a promover a passagem da análise dos fatos para os padrões.

Dos Padrões Convencionais para aqueles que consigam explicar, de forma nova, o novo fenômeno.

Na análise do Digital, precisamos de mais século e menos semana.

Sem isso, vamos sentir o desconforto de cada vez mais mudanças, entendendo-as cada vez menos.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo.

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“Agora que o mundo está interconectado e as ideias estão fazendo sexo uma com as outras, a evolução econômica elevará os padrões de vida do século 21 a alturas inimagináveis.”Matt Ridley.

Esqueça boa parte do que você aprendeu na escola sobre a história humana.

As profundas mudanças que a Revolução Midiática Civilizacional Digital já promove na sociedade – e ainda vai promover – demonstra que os fatos não tem rimado mais com as teorias dos historiadores convencionais.

Conforme nos ensinam Marshall McLuhan (1911 – 1980) e Pierre Lévy (1956 – ), quando temos novas mídias se modifica a sociedade e a própria civilização.

As novas mídias são detonadoras de novas Eras Civilizacionais. Isso não está no Senso Comum Hegemônico dos historiadores convencionais.

É bom lembrar que as teorias são apenas um processo, nunca final, de tentativa de aproximação da realidade.

Fatos novos nos mostram se as teorias continuam válidas, ou não.

Teorias podem ser questionadas se passamos a ter novos fatos, novos Conceituadores Disruptivos, novas formas de medir e ver ou mesmo o acúmulo do conhecimento.

Muito do que vemos hoje nossos antepassados não conseguiram.

Portanto, se os fatos não se encaixam nas teorias, infelizmente – por mais que os teóricos de plantão não gostem –  está na hora de mudá-las.

Assim, é evidente que os Padrões do Motor da História Humana precisam de um “banho de loja”, a partir do Digital.

O Mundo Digital não só não foi previsto, não tem sido bem analisado e muito menos bem projetado.

A crise epistemológica dos Conceituadores Convencionais diante do Digital é explicada por Thomas Kuhn (1922 – 1996) como Anomalia do Conhecimento.

Anomalia do Conhecimento é um momento em que Conceituadores de um determinado fenômeno não conseguem mais diagnosticar, tratar e prognosticar de forma adequada.

Precisamos ir aperfeiçoando um novo Padrão do Motor da História, que antes não era tão claro, que é o seguinte:

  • O Sapiens é uma Tecnoespécie;
  • Somos dependentes da Interação entre nós para sobreviver;
  • Por causa disso, podemos aumentar a população;
  • O Aumento da Complexidade Demográfica NOS OBRIGA, num determinado momento da Macro História,  a criar novas formas de comunicação e sobrevivência;
  • E, assim, quando promovemos Revoluções Midiáticas, iniciamos novas Eras Civilizacionais;
  • O objetivo de novas Eras Civilizacionais é um ajuste entre o Macro Modelo de Sobrevivência e o Patamar de Complexidade Demográfica, através do aumento da Participação Progressiva.

Há, assim, três momentos distintos na Macro História Humana, que separam as Eras Civilizacionais que são os seguintes:

  • Renascimento – a criação gradual de novas Ferramentas Operacionais e Conceituais, que modificam a forma como o Sapiens sobrevive ao longo do tempo;
  • Consolidação – a aceitação do uso, de forma voluntária, das novas Ferramentas Operacionais e Conceituais, que permitem novos ciclos de aumento populacional;
  • Obsolescência – quando o aumento da Complexidade Demográfica exige nova Revolução Midiática.

É fundamental perceber que vivemos hoje uma recorrente Bifurcação Civilizacional, um momento raro e particular entre:

  • a Velha Ordem, que teve e tem todo o seu DNA de Sobrevivência baseado na Gestão (oralidade e escrita);
  • e a Nova Ordem que inicia, gradualmente, a disseminar o novo DNA de Sobrevivência baseado na Curadoria (oralidade, escrita e ícones no Ambiente Digital). 

Encruzilhada Civilizacional é o momento em que surge uma nova mídia e permite que possamos dar um upgrade na nossa forma de pensar e agir.

Temos nestes raros momentos da Macro História duas Crises Civilizacionais em paralelo:

  • a Crise Estrutural de Obsolescência Civilizacional – do próprio Macro Modelo de Sobrevivência, que não foi pensado e concebido para este Patamar de Complexidade;
  • Crise Conjuntural de Obsolescência Civilizacional – de pessoas e organizações, que se beneficiaram do atual modelo e resistem para não perder seu status quo.

A Obsolescência Estrutural é resultado direto da Tecno-Incapacidade do atual DNA de Sobrevivência da Gestão, que consegue resolver o problema da oferta em grande quantidade, porém com baixa Taxa de Personalização.

Há uma TECNO-IMPOSSIBILIDADE do DNA de Sobrevivência da Gestão em resolver a questão da qualidade em grande quantidade. Isso não é um problema conjuntural, mas estrutural do modelo.

Por mais que um defensor do DNA de Sobrevivência da Gestão seja competente e se esforce, ESTRUTURALMENTE, não se pode passar de determinada barreira.

Há um limite imposto pela Intermediação Administrativa.

Uma cooperativa de táxi, por mais que seja bem gerida, não consegue atender a quantidade de passageiros de um Aplicativo de Mobilidade com aquela Taxa de Personalização.

O que se consegue com o, cada vez mais obsoleto, DNA de Sobrevivência da Gestão é resolver no atual Patamar de Complexidade Demográfica o problema da quantidade, mas com alta Taxa de Padronização.

O objetivo de uma Revolução Civilizacional, detonada por uma nova mídia, é, aumentar a Taxa de Personalização em Larga Escala.

Uma Revolução Civilizacional é um movimento da Macro-História, que tem como causa o aumento populacional e o Fator Detonador a chegada e massificação de nova mídia.

Tudo que assistiremos nas próximas décadas, de forma gradual e espontânea, é a Reintermediação das Organizações Tradicionais na direção de oferecer mais Personalização em Larga Escala.

Todas as Encruzilhadas Civilizacionais – como esta que estamos assistindo – têm algumas características estruturais em comum.

Vejamos.

Do ponto de vista negativo para a sobrevivência, olhando de agora para o passado, tivemos:

  • a redução da Taxa de Reflexão;
  • a criação de organizações com aumento da Taxa de Verticalização;
  • o aumento das Taxas de Padronização das Formas de Pensar e Agir;
  • o aumento da Taxa de Pensamento Operacionais de Curto Prazo.

Do ponto de vista positivo para a sobrevivência, olhando agora para o futuro:

  • há o aumento da da Taxa de Reflexão;
  • criação de organizações com aumento da Taxa de Horizontalização;
  • o aumento das Taxas de Personalização das Formas de Pensar e Agir;
  • o aumento da Taxa de Pensamento Estratégico de médio e longo prazo;
  • surgimento de Conceituadores Disruptivos (Conceituais e Operacionais) em todas as áreas, que passam a preparar as Estruturas Conceituais e Operacionais do novo DNA de Sobrevivência.

A Encruzilhada Civilizacional Digital – abordando agora o momento atual –  têm algumas características conjunturais particulares, que não tivemos antes:

  • ocorre com uma população que chega a casa dos 8 (oito) bilhões, com um salto de oito vezes em menos de 250 anos;
  • um Ambiente de Sobrevivência Humano, que foi se globalizando e se tornando cada vez mais interdependente;
  • a nova mídia digital, que consegue modificar e integrar todas as mídias do passado, a partir da digitalização e introduzir novos canais, nova forma de armazenamento e nova linguagem;
  • e o início de experimentação, pela primeira vez em larga escala, de um DNA de Sobrevivência Disruptivo, abandonando o Modus Operandi Civilizacional Mamífero e iniciando as experimentações do Modus Operandi Civilizacional Insetífero (a palavra existe, não é um neologismo).

O Modus Operandi Civilizacional Insetífero é uma nova forma de sobreviver, através do uso intenso da nova Linguagem dos Rastros Digitais, que permite uma forma disruptiva de se promover a intermediação.

Não estamos apenas alterando com o Digital o DNA de Sobrevivência, de forma radical, como foi a passagem da Monarquia Absolutista (Líder-Alfa Rei) para a República (Líder-Alfa Presidente/Primeiro Ministro) na Revolução Civilizacional da Escrita Impressa, por exemplo.

A Civilização 2.0 marca o início do uso do DNA de Sobrevivência da Curadoria, que passa a se utilizar do Modus Operandi Civilizacional Insetífero.

No novo DNA de Sobrevivência conseguimos quebrar a antiga barreira civilizacional da Personalização em Larga Escala – uma demanda do novo Patamar Demográfico.

A espécie humana entra, assim, na Civilização 2.0, não para melhorar, de forma incremental ou radical, o que já existe, mas criar, disruptivamente, um novo Macro Modelo de Sobrevivência.

A espécie humana entra na Civilização 2.0 para promover a passagem filosófica, teórica, metodológica do Modus Operandi Civilizacional Mamífero para o Insetífero.

Assim, podemos dizer que a passagem da Era dos Gestos para a Oralidade e desta para a Escrita foram grandes “pulinhos” humanos, mas a chegada do Digital não é um pulo, mas um “mega salto” Civilizacional.

Por isso, temos tido tanta dificuldade de entender e nos adaptar a essa Encruzilhada Digital.

O ser humano vive, o que é natural, o curto prazo, a Micro História e temos uma grande dificuldade de compreender fenômenos Macro-Históricos.

Somos a primeira geração da nova Civilização 2.0, que inicia uma nova jornada humana, que mudará completamente a forma como nos organizamos.

Viveremos, como em todas as Encruzilhadas Civilizacionais, momentos difíceis entre a Velha e a Nova Ordem, mas o instinto de sobrevivência do Sapiens nos levará, mais dia menos dia, na direção de mais qualidade de vida.

O que o Sapiens quer é algo muito simples: viver, independente a quantidade de gente no planeta, de forma mais personalizada possível.

A Civilização 2.0 permite o que não era possível antes: personalização na complexidade.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

“O antigo deve ser pensado em função do novo.”Gaston Bachelard.

Não se percebe nitidamente, mas existe, sempre existiu e existirá o que podemos chamar de Mercado de Conceitos.

O Mercado de Conceitos é o espaço de consumo, no qual se compra e vende Narrativas sobre determinados aspectos da realidade, no qual atuam Conceituadores de todos os tipos.

Os consumidores recorrem ao Mercado de Conceitos, pois querem explicações para decidir melhor sobre algum tipo de desconforto diante de determinado fenômeno.

Existem momentos em que há uma demanda maior no Mercado de Conceitos  por determinadas Narrativas, quando temos Fenômenos Inusitados, que causam o aumento da Taxa de Desconforto.

Quanto mais inusitado é um fenômeno e mais causa desconforto, mais aumenta a demanda por explicações conceituais sobre ele. E mais e mais Conceituadores tentarão vender seus serviços.

A Pandemia é um bom exemplo de um Fenômeno Inusitado, que gera forte demanda no Mercado de Conceitos pelos desconfortos trazidos.

O aumento de demanda pela explicação de determinados Fenômenos Inusitados, acaba criando uma certa crise no Mercado de Conceitos:

  • Há a atração de novos Conceituadores de todo o tipo, que se aproveitam da demanda emergencial não seguindo determinadas normas mais consistentes da explicação de fenômenos;
  • Há um Emocionalismo maior dos Clientes dos Conceitos, que passam a se utilizar de menos lógica e comprar conceitos menos consistentes;
  • Passa-se a utilizar mais técnicas de propaganda do que explicativas mais estruturadas;
  • O Mercado de Conceitos, em função disso, passa a ter um aumento exponencial da Taxa de Conceitos Tóxicos, com a ampliação da Taxa de Confusão, reduzindo a qualidade das decisões que são tomadas.

A atual Crise do Mercado de Conceitos sobre o Mundo Digital gera um caos momentâneo para todos os consumidores, que passam a decidir de forma menos lógica.

Hoje, assistimos a Crise no Mercado de Conceitos, tanto nas Narrativas sobre a Pandemia, como as que se dedicam a explicar o Mundo Digital.

Há uma verdadeira competição desenfreada, sem muitos critérios, para apresentar Narrativas de todos os tipos para os Clientes dos Conceitos, gerando muito ruído e pouca explicação.

Podemos classificar, assim, no Mercado de Conceitos as seguintes situações

  • Fenômenos Inusitados – aqueles que fogem da normalidade;
  • Fenômenos Não Inusitados – aqueles que NÃO fogem da normalidade

E dentro dos Fenômenos Inusitados:

  • Fenômenos Inusitados com Alta Taxa de Desconforto – que geram bastante desconforto;
  • Fenômenos Inusitados com Baixa Taxa de Desconforto que NÃO geram desconforto.

Futuristas Competitivos Bimodais têm que compreender que a Revolução Midiática Civilizacional Digital é um Fenômeno Inusitado, que gera Alta Taxa de Desconforto nos Ambientes Profissionais.

E, por causa disso, precisam aprender a conviver em um Mercado de Conceitos em crise, com forte difusão de Conceitos Tóxicos, dificultando bastante o trabalho dos Conceituadores de Excelência.

Conceituador de Excelência é aquele que consegue entregar para os clientes explicações mais próximas dos fatos.

Os Clientes de Conceitos de Fenômenos Inusitados, que causam Alta Taxa de Desconforto, têm uma Alta Demanda por explicações e acabam consumindo Conceitos menos consistentes e, por sua vez, tomando decisões mais ineficazes.

Este ambiente cria um risco e uma oportunidade para os Futuristas Competitivos Bimodais:

  • O risco – não conseguir, no curto prazo, espaço num mercado tão poluído por Conceitos Tóxicos, com os clientes cada vez mais insatisfeitos;
  • A oportunidade – criar e vender um Ferramental Conceitual mais estruturado, consistente, que, no médio e longo prazo, terá cada vez mais espaço, pois as decisões ineficazes vão gerar muito gasto e pouco resultado.

Os Futuristas Competitivos Bimodais precisam persistir, tendo a noção de que toda a “fumaça” de Conceitos Tóxicos e Inconsistentes irá, aos poucos, se dissipando e ficando aquelas que conseguem se aproximar mais dos fatos.

É uma questão de tempo, que exige paciência.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

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O áudio do artigo.

“Os pessimistas têm razão, mas quem muda o mundo são os otimistas”. – Anônimo.

Qual é a grande mudança de paradigma que precisamos fazer para entender o atual presente e futuro estruturalmente disruptivo?

Diria que é preciso alterar a forma como encaramos o Motor da História Humana.

Hoje, o Senso Comum, acredita que o Motor da História Humana é motivado por mudanças sociais, políticas e econômicas.

Os Historiadores Convencionais procuram fatos desse tipo para traçar as marcas das mudanças das Eras Civilizacionais.

Porém, os Historiadores Convencionais ignoram dois fatores fundamentais para entender as mudanças estruturais na Macro História: as Revoluções de de Mídia e a relação destas com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Há um grave equívoco na forma de entender o Motor da História Humana, que nos impede de compreender a própria essência do Sapiens.

Anote:

Somos uma Tecnoespécie (a única do planeta), que pode aumentar a população, de forma integrada, e, por causa disso, quando isso ocorre, precisamos mudar a forma de nos comunicar e depois de sobreviver.

Enquanto não fizermos as correções necessárias para pensar um novo Motor da História Humana será IMPOSSÍVEL ter uma visão mais clara do presente e, principalmente, do futuro!

A Bimodais tem se esforçado para apresentar um Cenário Futurista mais compatível com os fatos e, por causa disso, teve a necessidade de empreender uma profunda revisão científica.

Vivemos hoje uma verdadeira Anomalia Epistemológica, pois os fatos que assistimos não estão mais rimando com as teorias de plantão.

Nesta jornada, tivemos a necessidade de sair apenas da análise dos fatos, mas rever os Padrões Estruturais da História Humana.

A Revolução Midiática Civilizacional Digital demonstra que o a história da humanidade precisa ser recontada.

As mídias são o DNA Civilizacional, que, quando se altera, gera um processo em cadeia em toda a sociedade.

Passamos a fazer revisões nos Paradigmas Convencionais das Ciências Sociais e chegamos a conclusões bem diferentes do Senso Comum.

O primeiro passo, na direção de uma compreensão melhor, foi a guinada da procura de Conceituadores mais consistentes, que tivessem especialização em Revoluções Midiáticas.

Nessa direção, encontramos os Conceituadores da Escola de Pensamento de Toronto (Canadá), que defenderam que as tecnologias e as mídias não são neutras para a sociedade humana.

O Sapiens vive dentro de um Tecnoambiente Midiático, que estrutura toda a nossa forma de sobrevivência.

Mais.

A chegada e massificação de novas mídias são as responsáveis pelo Processo Detonador das novas Eras Civilizacionais.

O Mundo Digital nos obriga a uma revisão disruptiva de como enxergamos a história humana.

O que a Bimodais agregou aos Conceitos Hegemônicos da Escola de Pensamento de Toronto foi:

  • as causas das revoluções midiáticas estão ligadas ao aumento demográfico;
  • e as consequências das revoluções midiáticas para a sobrevivência humana é a criação de um  novo Ambiente Estrutural de Participação.

(Marshall McLuhan (1911 – 1980), por exemplo, nosso Conceituador Disruptivo, analisou vários aspectos de alterações cognitivas subjetivas e objetivas, mas não se dedicou a analisar as mudanças na forma de sobrevivência.)

Um Conceituador Disruptivo é aquele que inaugura um novo DNA Filosófico e, com ele, se inicia a jornada de uma nova Escola de Pensamento.

A Bimodais se preocupou, principalmente, em observar as consequências das Revoluções Midiáticas para as mudanças nas Estruturas de Sobrevivência do Sapiens.

Há hoje, sem dúvida, uma demanda muito grande da sociedade para entender o novo século, fortemente modificado pela chegada das novas mídias.

Tivemos, assim, que trabalhar, algo similar à Pandemia, com um Fenômeno Atípico, que exige da sociedade explicações e tratamentos urgentes.

Analisamos o fenômeno recorrente das Revoluções Midiáticas, a partir da chegada do Digital, e pudemos apontar os Fatores Causantes e Consequentes da mesma.

O Fator Causante Primário das Revoluções Midiáticas é o Aumento Populacional na seguinte sequência de fatores:

AUMENTO POPULACIONAL -> AUMENTO DE COMPLEXIDADE -> OBSOLESCÊNCIA ESTRUTURAL DOS AMBIENTES DE SOBREVIVÊNCIA -> REVOLUÇÃO MIDIÁTICA

O Fator Causante Secundário das Revoluções Midiáticas é a Obsolescência Estrutural dos Ambientes de Sobrevivência na sequência de fatores:

OBSOLESCÊNCIA ESTRUTURAL DOS AMBIENTES DE SOBREVIVÊNCIA -> AUMENTO DA TAXA DE PADRONIZAÇÃO -> REDUÇÃO DA TAXA DE QUALIDADE-> DEMANDA POR MODELOS MAIS SOFISTICADOS DE SOBREVIVÊNCIA

O Fator Consequente Geral das Revoluções Midiáticas é a Demanda por Modelos Mais Sofisticados de Sobrevivência na sequência de fatores:

DEMANDA POR MODELOS MAIS SOFISTICADOS DE SOBREVIVÊNCIA -> NOVOS MODELOS DE SOBREVIVÊNCIA -> AUMENTO DE PARTICIPAÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA -> NOVA ERA CIVILIZACIONAL

E a seguir os Fatores Consequentes Específicos:

  • REINTERMEDIAÇÃO PARA INTERMEDIÁRIOS MAIS SOFISTICADOS;
  • FONTES INFORMACIONAIS AMPLIADAS;
  • QUEBRAS DAS ANTIGAS BARREIRAS DE TEMPO E LUGAR;
  • PARTICIPAÇÃO COM QUEBRA DAS ANTIGAS RESTRIÇÕES DE CONTATO ENTRE CONHECIDOS E DESCONHECIDOS;
  • PERSONALIZAÇÃO.

O objetivo principal da nova era é permitir que o Sapiens, que tem a demanda da Personalização Progressiva, possa exercê-la, através da Participação Progressiva.

A Personalização Progressiva só pode ter espaço para se desenvolver quando temos novas Mídias, que permitem criar novos Macro Modelos de Sobrevivência.

Podemos, assim, usar a metáfora do restaurante a quilo para definir a nova Era Civilizacional, na qual , em função, da necessidade de “comer” rápido e muita gente, tirou-se os intermediários (garçons, cozinheiros ” a la carte”, nutricionista) para acelerar o processo, deixando o cliente personalizar o seu próprio prato.

A nova Era Civilizacional pode ser descrita assim: sai o prato feito, padronizado e entra o restaurante a quilo, a quantidade com qualidade personalizada.

No Século a quilo, o que as pessoas querem é poder se servir e escolher, de forma cada vez mais barata e flexível na direção da Personalização Progressiva.

É isso, que dizes?

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O artigo contou com a colaboração dos Bimodais: Átila Pessoa, Rodrigo Palhano e Fernanda Pompeu.

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

Versão 1.1 – 15/07/2021.

O áudio do artigo.

O áudio da nova versão do artigo.

“Os dias mais importantes da sua vida são dois: aquele em que você nasceu e quando descobre o porquê.”Mark Twain.

Temos hoje uma crise conjuntural e estrutural no Ambiente Profissional.

As mídias que foram concentradas nas últimas décadas – por falta de outras mais descentralizadas – criou um Ambiente Organizacional, no qual organizações e profissionais foram se distanciando dos clientes.

Por falta de possibilidade de interação, os produtos e serviços foram sendo oferecidos e os clientes aceitavam, pois não tinham muitas alternativas.

Organizações foram criadas e foram se verticalizando nos últimos dois séculos.

Criamos um determinado modelo de reintermediação entre os profissionais e os clientes com as mídias que tínhamos disponíveis.

O Ambiente Midiático define o Ambiente de Sobrevivência (Administrativo) e isso, infelizmente, não é o Senso Comum entre os Conceituadores Sociais.

Profissionais foram educados e se acostumaram a ser reintermediados por organizações, que praticam a Gestão.

A Gestão é o Modelo Administrativo que foi criado pelas mídias disponíveis no Ambiente Pré-Digital, no qual o papel dos clientes é muito mais passivo do que agora no Pós-Digital.

O aumento radical da Intermediação Organizacional foi necessária como uma forma de poder lidar com o aumento da Complexidade Demográfica dos últimos dois séculos.

Quanto mais gente houver no planeta, mais haverá a demanda por novas mídias mais sofisticadas.

Quanto mais gente houver no planeta, mais haverá a demanda por modelos administrativos mais participativos.

A Participação Progressiva é a única forma que o Sapiens tem para lidar melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Porém, a chegada de uma nova mídia (a Internet), como é recorrente na história, criou a Tecnopossibilidade de se poder experimentar novas formas de Intermediação Administrativa mais participativas.

Há hoje em curso um processo de Reintermediação Organizacional, na qual o profissional lida mais diretamente com o cliente.

Há uma queda na taxa de reintermediação, pois ela passa a ser feita com outro DNA Administrativo, a partir das novas Tecnopossibilidades Midiáticas:

  • Os profissionais atuais foram formados e se acostumaram a ter emprego nas Organizações Tradicionais Pré-Digitais, que praticam a Gestão;
  • Os profissionais do futuro tenderão mais e mais a ter trabalho nas Organizações Inovadoras Pós-Digitais, que praticam a Curadoria.

Teremos como forte tendência a passagem do atual trabalho em Organizações Tradicionais para um formado por Plataformas e Ecossistemas Digitais, no qual os clientes terão muito mais controle sobre a qualidade do trabalho dos profissionais.

  • O Profissional Pré-Digital se acostumou a ter uma Organização Tradicional, que pratica a Gestão, entre ele e o seu cliente;
  • O Profissional Pós-Digital terá que se acostumar a ter uma Organização Inovadora, que pratica a Curadoria, entre ele e o seu cliente.

Havia uma Intermediação Organizacional, que está sendo gradualmente Reintermediada por Plataformas e Ecossistemas Digitais.

Percebe-se claramente no Mundo Digital o aumento do trabalho autônomo na Curadoria e a gradual redução dos empregos na Gestão.

Assim, temos um tipo de preparação para um Mercado de Trabalho Intermediado por Organizações Tradicionais (Analógicas – Pré-Digitais) para outro Pós-Digital já intermediado por Plataformas Digitais (Uberização) e a seguir, num futuro próximo, cada vez mais, por Ecossistemas Digitais (Blockchenização).

Os desafios para os Profissionais Digitais são os seguintes, pela ordem:

  • aprender a lidar com um radical aumento da Taxa de Competitividade, em um mercado muito mais disputado do que antes;
  • reaprender o tempo todo com uma maior Taxa de Flexibilidade, pois as alterações dos Ambientes de Consumo são muito mais rápidas, movidas por tecnologias com códigos digitais embutidos, que se alteram praticamente todos os dias;
  • lidar com uma autonomia muito maior, sendo a sua própria carreira um modelo de Startup;
  • aprender a se relacionar com um Cliente Digital muito mais maduro e exigente, que tem uma capacidade informacional exponencialmente maior do que a atual;
  • aceitar e aprender a operar do Emprego na Gestão para o Trabalho na Curadoria.

Tal cenário exige um aumento radical de responsabilização e personalização das atividades, não tendo mais alguém tutorando as suas atividades como é hoje em dia.

O Profissional Pós-Digital precisa conviver com uma Taxa de Autonomia muito maior.

É preciso aceitar as Mudanças Exógenas (de fora para dentro) aquelas em que o profissional não pode alterar, pois é do próprio Ambiente Profissional e promover as Mudanças Endógenas (de dentro para fora), sobre as quais ele têm controle.

No ambiente (Exógenas):

  • Do emprego para o trabalho;
  • Da supervisão do gerente para maior autonomia;
  • Previsibilidade maior para menor;
  • De menos para mais competitividade;
  • Menos barreiras de tempo e lugar.

Nas mudanças que ele tem que promover (Endógenas):

  • De menos para mais autonomia;
  • De menos para mais responsabilidade;
  • De menos para mais flexibilidade;
  • De mais operacional para mais analítico;
  • De menos propósito para mais propósito.

As mudanças para o Mundo Digital exigem que o Profissional Digital seja muito mais maduro do que foram os Pré-Digitais.

O Profissional Digital precisa aprender a se relacionar mais DIRETAMENTE com os clientes e a enxergar a sua carreira como se fosse uma startup.

O Profissional Digital terá uma demanda cada vez maior de personalização, flexibilidade, motivação e reaprendizado constante.

Assim, é preciso mais e mais ter consciência das escolhas que faz ao longo do tempo.

O Profissional Pós-Digital terá que ter a capacidade de pensar sobre como pensamos será cada vez maior, pois as escolhas serão cada vez mais complexas.

No Mundo Digital, a excelência profissional passa não por saber fazer, mas, principalmente, saber pensar no que está fazendo para poder ir se reinventando!

Cada profissional no Mundo Digital, igual aos motoristas do Uber, precisará saber cuidar sozinho do seu próprio “carro”.

E isso vai exigir o seguinte roteiro:

Um Profissional Digital de Excelência terá que ter muito mais autonomia para fazer as suas escolhas diante do Desconforto Motivador da sua carreira.

Desconforto Motivador é a atividade que o profissional gosta de exercer, que visa minimizar o desconforto de um cliente, através de Soluções Progressivas.

Como o Profissional Digital, terá que se motivar, de forma permanente e progressiva,  para atender bem os clientes, de forma muito mais direta, terá que fazer o alinhamento entre o seu Potencial Primário com o Desconforto Motivador.

O Potencial Primário é o conjunto de habilidades que um profissional tem mais facilidade de realizar, o que acaba lhe dando prazer e motivando-o mais e mais ao longo da sua carreira.

Um Profissional Digital de Excelência terá que ter como foco não mais trabalhar para ganhar dinheiro, mas ganhar dinheiro para trabalhar.

Neste processo é preciso, além do desenvolvimento de uma Narrativa Profissional, algo que não era tão fundamental no passado, a adoção do que podemos chamar de Rotina Criativa.

A Rotina Criativa é uma atividade constante e progressiva, na qual se modifica formas de pensar e agir no curto, médio e longo prazo, a partir dos resultados atingidos.

A mentalidade de um Profissional Digital de Excelência terá que ser a igual a de um programador de software, procurando “bugs” o tempo todo.

É fundamental para o Profissional Digital de Excelência ter foco.

Deixar de acreditar que é um profissional ou um setor e entender que é um profissional que serve para minimizar o desconforto de um determinado cliente.

Quanto mais o Profissional Digital de Excelência estiver próximo de seus clientes, mais ele gerará val