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Um mundo mais dinâmico como teremos agora por diante, terá forte impacto na forma como pensamos e agimos sobre nossas profissões.

Antes, ainda era possível que pudéssemos nos imaginar profissionais de assuntos, como engenheiros, jornalistas, médicos, etc.

Não faz sentido pessoas, profissionais ou centros de pesquisa se dedicarem mais a assuntos.

Ninguém é engenheiro, mas construtor de pontes, ou de navios, ou de aviões.

Problemas sempre foram e serão muito mais os epicentros da vida profissional de cada pessoa.

Hoje, me dedico a entender e ajudar pessoas a lidar com o novo mundo digital, através de cursos, palestras, workshops, conteúdo.

Como vou definir que profissão é a minha?

As pessoas deveriam perguntar aos outros, qual é o seu problema-foco?

Pare para pensar sobre a sua atividade e responda esta questão: qual é o problema você se dedica? O que torna muito mais fácil entender qual é a “dor do cliente” e poder ajudar.

Isso facilita muito num mundo cada vez mais empreendedor em que cada um tem que criar a sua própria startup pessoal, mesmo que trabalhe dentro de grandes organizações.

Podemos dizer que em cada problema, entretanto, temos quatro níveis distintos:

  • O problema original;
  • A metodologia escolhida para lidar com ele (que envolve tecnologias, os conceitos, formação e processos);
  • As teorias – o mapeamento e relação das forças para poder prescrever a metodologia;
  • E, por fim, a filosofia que analisa a essência das forças e analisa aspectos éticos (felicidade) e revisões conceituais quando algo não está funcionando (epistemologia).

Posso dizer que quem encontra o seu problema e tem um diferencial na forma de ajudar quem sofre com ele, tem meio caminho andado para criar uma carreira mais significativa (seja no aspecto de propósito, seja de sobrevivência).

O tema é pertinente para a Pesquisa Bimodal que estamos fazendo este ano no problema Autonomia Bimodal (permitir que pessoas lidem com mais autonomia diante do mundo digital) e faz parte da Formação Bimodal, que temos trabalhado.

Quer participar das nossas atividades? Me mande um zap – 21-99608-6422.

Veja o depoimento de quem participou do nosso curso:

Um dos principais temas para conseguir superar a dificuldade que temos de pensar e agir diferente é sobre realidade.

A epistemologia é um campo dedicado só a este problema: o que é a verdade, a realidade e nossa limitação sobre ela.

O senso comum que meus alunos trazem é de que a realidade existe lá forma e que conseguimos enxergar parte dela.

Não começo nenhum curso – seja presencial ou online – sem antes debater o assunto.

Ao final, fico com a frase do físico Marcelo Gleiser:

“Não há explicações finais, apenas melhores”.

A realidade é tudo aquilo que vai sobrar quando não tiver mais nenhum humano do planeta.

O que nós podemos ter é apenas a percepção da realidade, sempre parcial, dinâmica, evolutiva, conforme ao longo dos séculos acumulamos experiencias, conceitos, tecnologias e mentes brilhantes.

O que temos é uma percepção entre a nossa identidade/ego e os fatos da vida. É com ela que podemos contar para muscular o que de fato somos, podemos ser, queremos ser e nos relacionar com a vida lá fora.

Esta salto quântico da percepção da percepção é peça fundamental para abrir às portas para a mudança e a inovação.

O tema faz parte, inclusive, do Curso Básico de Formação Bimodal, que tem ajudado pessoas, profissionais e organizações.

Quer participar, me manda um Zap- 21-99608-6422.

Veja o que comentam os formandos:

O principal desafio hoje é conseguir separar o desafio de digitalizar e uberizar.

O mercado tem conseguido, não sem esforço, caminhar na direção da digitalização, que é a melhoria dos atuais processos, através de cada vez mais tecnologias digitais.

É o que se chama de Transformação Digital, que seria melhorar de forma incremental, ou até radical, os atuais processos de produção.

Tenho dito que é preciso entender o novo século, os desafios, traça um cenário, com o objetivo de se manter competitivo.

E ai o Profissional de Inteligência Competitiva – tem duas ferramentas de análise diante do atual cenário:

  • O Futurismo Indutivo – aquele que parte dos mesmos paradigmas para analisar os dados, que só consegue enxergar a digitalização;
  • O Futurismo Dedutivo – aquele que parte de novos paradigmas para analisar os dados, que permite enxergar a uberização.

Muitos argumentam, quando defendo a uberização, de que nem tudo será uberizado.

Porém, uma pessoa ou organização tem sempre que procurar o maior risco que pode ocorrer no cenário futuro para que não seja surpreendida.

A Uberização demanda uma mudança disruptiva na forma de comando e controle de pessoas e processos, o que dificulta muito a passagem ent o modelo atual e o novo modelo.

Há um tempo de preparação para não ser surpreendido como foram a Indústria da Música, da Informação, da Mobilidade, da Hospedagem, do Varejo, entre tantos outros exemplos.

Apostar tudo na digitalização, pois todos os novos líderes de mercado estão ganhando escala justamente por ter apostado na Uberização.

É isso, que dizes?

O esforço da Escola de Pensamento Bimodal é o de introduzir o Futurismo Dedutivo para compreender o novo século, revendo a força que a demografia progressiva, as tecnologias, a mídia, as linguagens exercem sobre os modelos administrativos.

É isso que disseminamos nas nossas Comunidades Abertas e Fechadas.

Quer fazer parte, me mande um Zap: 21-99608-6422.

Veja o depoimento de nossos formandos:

Muito se fala, mas pouco se entende sabedoria.

Digamos que na escala do conhecimento a sabedoria estaria no alto de uma régua.

Podemos falar de dados, informação, conhecimento e, por fim sabedoria.

  • Dado e o pingo de chuva;
  • Informação é de que a meteoreologia afirma que vai chover;
  • Conhecimento é a junção de várias informações que afirma que nessa época do ano chove tantas vezes ao dia e na semana;
  • Sabedoria é a capacidade de lidar com tudo isso, de tal forma, a se manter sereno e feliz, tanto de forma conjuntural como estrutural.

Sabedoria é, basicamente, a capacidade filosófica de estar no mundo, aliando os dados, informação e conhecimento a um significado da vida.

A sabedoria é o guia para a junção da capacidade de reflexão sobre as emoções, que permite ter um guia que nos mante motivados diante da vida, geralmente sem significado.

Existe aquele mantra dos Alcoólatras Anônimos famoso, usado, inclusive, em vários filmes, que diz: “coragem para mudar o que posso, serenidade para o que não posso e sabedoria para perceber a diferença”.

Sabedoria aqui é usada para perceber os limites, não se fala em conhecimento, pois a sabedoria é algo que implica necessariamente em um auto-conhecimento.

Na capacidade de cada um saber aquilo que é potente e o que aquilo no qual e impotente.

Poderíamos usar dicotomias similares para tudo.

Conhecimento para saber o que devo, o que não devo e sabedoria para saber a diferença.

Sabedoria é algo que nos remete ao significado da vida, projetando cada situação a algo maior.

Quando se fala tanto em Inteligência Emocional, que seria reflexão cotidiana sobre nosso “baú emocional”, estamos falando da capacidade de aumentar a nossa taxa de sabedoria.

Num mundo digital cada vez mais descentralizado, em que cada qual tem que decidir cada vez mais sobre cada vez mais coisas, sabedoria é algo que terá cada vez mais valor.

É isso, que dizes?

O tema da sabedoria faz parte do que estamos chamando de Autonomia Bimodal, uma das pesquisas de um dos Formandos de nossa Comunidade Bimodal, desenvolvida pela Paula Caputo no Programa de Formação Bimodal.

Veja abaixo o depoimento de um dos formandos:

Temos nossa Comunidade Bimodal.

O que nos une?

Um problema: como entender e lidar com o mundo digital e ajudar os demais.

Tudo que girar sobre estes temas interessa aos grupos. O que não está relacionado a isso, não ajuda.

Hoje, com tanta informação é importante separar os grupos por interesses para que se possa evitar os ruídos e aumentar a relevância.

Assim, de maneira geral, evita-se ruídos do tipo correntes, piadas, memes, etc. Isso é legal em grupos de amigos em aberto, mas não em grupos focados.

Também não é um grupo para auto-promoção de seus membros, pois existe um esforço de pessoas que coordenam o grupo, de forma gratuita, e precisam se viabilizar.

Assim, comercialmente apenas os produtos e serviços diretamente ligados à bimodalidade, que são sempre feitos de forma muito light para evitar ruídos.

Evitamos também qualquer assunto que possa “abrir a panela das emoções mais arraigadas“, tais como religião, política e futebol.

Qualquer dúvida sobre as regras, todo o grupo tem um curador, que pode ajudar, basta perguntar quem é e logo vai aparecer.

É isso, que dizes?

O conceito razão é um dos problemas que temos quando falamos de inovação e mudança, seja pessoal, seja organizacional.

As pessoas pensam razão como se fosse um substantivo:

“tenho razão”, “chegar à razão”.

E se estabelece falsa dicotomia entre dois substantivos estáticos:

  • emoção (não OK);
  • razão (OK).

O objetivo, assim, das pessoas ao procurar pensar e agir sobre um problema é seguir um caminho de ter que abandonar um lugar dito “emocional” e chegar a outro “racional“.

Há pessoas que são “racionais” chegaram à razão e outras que não conseguem.

Este conceito de razão como substantivo atrapalha muito a compreensão e solução de problemas.

Proponho, assim, nova forma de enxergar o problema.

Todos estamos embebidos em emoção, que estará sempre presente, pois não conseguiremos nunca abandonar nossas “raízes emocionais”.

Temos apenas a possibilidade de desenvolver reflexão sobre a emoção, através de exercícios e práticas, musculando a nossa percepção que olha olha para fora (para a vida) e para dentro (nossas emoções).

Assim, temos a reflexão como um verbo  e não um substantivo que analisa as nossas emoções O TEMPO TODO, do dia que nascemos até morrermos, num processo sem parada.

Temos, portanto, uma percepção que precisa ser “musculada permanentemente” para, em cima da emoção, poder ter visões e práticas mais adequadas diante dos problemas que surgem.

Não existe, assim, dicotomia entre razão e emoção, mas trabalho de análise permanente, pois a nossa base de partida (que podemos chamar de identidade ou ego) é sempre emocional, embebida pela nossa formação familiar e escolar, interesses, medos, transtornos, neuroses, potências, impotências, etc.

Assim, não temos razão, mas refletimos sobre emoções de forma mais adequada ou menos adequada, conforme cada problema.

A razão-substantivo é um mito inalcançável, uma fonte, aliás, de opressão, daqueles que se dizem “mais racionais“.

Temos, portanto, ações reflexivas mais ou menos eficazes.

Esta visão sobre o aprendizado humano mais próxima da realidade colabora muito para a inovação, pois deixamos de procurar pessoas, ideias e práticas “racionais”, um ponto de chegada final, mas um permanente trabalho de reflexão sobre nossas emoções, que não tem fim.

É isso, que dizes?

Este debate sobre razão e emoção surgiu nos nossa Comunidade Bimodal Aberta. E é desenvolvida de forma mais detalhada no nosso Curso Básico sobre a Bimodalidade.

Se quiser mais informações, basta me mandar um zap (21-99608=6422) e dizer: quero ser Bimodal”

Veja a avaliação de quem já fez o curso:

A resposta a esta pergunta define a estratégia de muita gente.

Talvez, 90% das pessoas respondam que é um novo modelo de negócio e não administrativo.

Temos a tendência de adotar o Futurismo Indutivo, que analisa os dados com os velhos paradigmas.

O Uber, entretanto, só é possível, pois:

  • Temos nova mídia mais descentralizada;
  • Que inaugura a linguagem dos rastros (cliques, estrelas comentários) – nova linguagem humana;
  • Que permite a chegada da Curadoria, novo modelo administrativo que tem nova forma de comando e controle mais descentralizada e, por isso, mais exponencial.

Existe, assim, uma diferenciação necessária a ser feita.

O Netflix, por exemplo, é novo modelo de negócios de conteúdo, pois mantém o controle de tudo que entra na Plataforma, é uma digitalização do processo, que consegue ser mais exponencial que a TV Globo.

É um novo modelo de negócios da Gestão, mas não é Uberização, apenas Digitalização.

Já o Youtube é Curadoria, pois não controla o que será colocado na Plataforma.

O Youtube é um novo modelo de negócios da Curadoria, que consegue ser mais exponencial, servir a mais gente e, por causa disso, tem mais chance de liderar o mercado futuro.

Quando analisamos o novo século, utilizando o Futurismo Dedutivo, revendo paradigmas, a partir da macro-história, para analisar os dados, conseguimos enxergar tal diferença.

Podemos dizer, com isso, que o Modelo Administrativo da Curadoria atende melhor as demandas humanas de um mundo muito mais demograficamente complexo e tem tudo para ser o modelos administrativo hegemônico nas próximas décadas.

E por sua característica disruptiva na forma do comando e controle, no modelo de relação trabalhista é o grande desafio de superação de mentalidade atual diante das Organizações Analógicas Tradicionais.

A Escola de Pensamento Bimodal procura, assim, ajudar a sociedade a pensar e agir melhor diante do digital, através do Futurismo Dedutivo.

Com ele, conseguimos um diferencial estratégico mais eficaz.

Temos atividades abertas e fechadas, se quiser entrar, basta me mandar um zap – 21-99608-6422.

Veja abaixo a avaliação dos formandos nos nossos curso:

Ciência é a capacidade de refletir e agir, de forma mais eficaz, sobre determinado problema-foco.

Se não tivermos um problema-foco não estamos fazendo ciência, mas alguma outra coisa: hobbie, vidência, lazer, etc.

Podemos, assim, trabalhar diante de cada problema que enfrentamos de forma mais ou menos científica, de forma mais ou menos refletida.

Fazer ciência, assim, é a capacidade de refletir sobre problemas para agir de forma mais eficaz.

Muitos dizem que é uma luta da razão contra a emoção, mas discordo.

O ser humano é sempre emoção mais ou menos trabalhada.

A chamada “razão” nada mais é do que emoções que foram refletidas e trabalhadas para resultados melhores.

Uma mente mais científica é aquela que faz um exercício de definir filosofias e teorias e aplicá-las , através de metodologias, em determinado problema e analisar os resultados para saber o que precisa ser alterado.

Assim, fazer ciência significa estar aberto para rever nossas emoções, que nos levam a resultados piores.

Um cientista, assim, precisa ganhar o que se chama por aí de Inteligência Emocional, que se resume a:

  • analisar as próprias emoções e lidar melhor com elas;
  • analisar as emoções dos demais e lidar melhor com elas;
  • E se auto-motivar o tempo todo para seguir adiante.

Vivemos hoje, com a atual Revolução Midiática Civilizacional, uma demanda muito forte de um pensamento mais ingênuo e emocional sem reflexão para o aumento da taxa do pensamento científico.

Isso se vê bastante nos movimentos de inovação e em destaque do Eric Ries, no livro Startup Enxuta, que nada mais é do que sair do pensar/agir fortemente emocional para o pensar/agir com mais cientificidade.

A Escola de Pensamento Bimodal, da qual sou Curador, tem se esforçado por trazer um pensamento mais científico diante do problema do mercado: o que fazer diante das atuais mudanças?

Temos diversas iniciativas, desde Comunidades Abertas e Fechadas (através de curso ou debates dos formados).

Te convido a fazer parte, basta mandar um zap – 21-99608-6422.

Veja aqui a avaliação de quem terminou o curso este ano:

Talvez, um dos grandes equívocos que existe por aí e acreditar que empreender é um ato isolado de algumas pessoas em direção a sua felicidade individual.

A educação padrão nos ensina a ser servidos por alguém.

Acredito que em outros países e muito no Brasil temos a ideia de que a sociedade nos deve algo e está pronta para nos atender para fazermos aquilo que gostamos.

Não é à toa que o sonho de muita gente é arranjar um emprego estatal para fazer o que gosta nas horas vagas.

(Isso não quer dizer que não é possível empreender no estado, estou apenas retratando a fantasia de alguns.)

Empreender é realizar algo para alguém, que, satisfeito por ter resolvido um problema, vai retribuir com dinheiro e, assim, o negócio vai prosperar.

É preciso, assim, promover um difícil alinhamento daquilo que temos mais facilidade de fazer, o que nos dá felicidade, através de um produto e serviço, que dará felicidade a outro alguém.

Empreender é procurar promover um encontro entre felicidades de quem vende e compra.

É criar uma empatia da tua capacidade com o problema de outro alguém.

Quando alguém, assim, tem sucesso em um mercado aberto, sem monopólios, sem privilégios comerciais, este alguém soube fazer esta ponte entre estes dois pólos.

Num mundo que está em mudança, é preciso passar da mente a ser servida para a mente seguidora, ser capaz de “muscular” estes dois pólos.

O empreendedorismo é um dos temas que tenho discutido com a Paula Caputo, no nosso projeto de Pesquisa de 2019, Autonomia Bimodal.

Caso queira fazer parte da nossa comunidade ou fazer nosso curso, faça contato, via zap: 21-99608-6422.

Veja o depoimento de quem já se engajou ou de todos os alunos que já avaliaram o curso:

Futurismo é uma atividade intelectual que se propõe a criar cenários futuros para ajudar pessoas e organizações a tomar melhores decisões no presente.

É ferramenta fundamental e básica para um Profissional de Inteligência Competitiva.

O futurismo, diferente da vidência ou astrologia, tem que se basear em fatores históricos comparativos, através da análise de causas e consequências das diferentes forças para a construção de cenários.

Acredito que podemos separar dois tipos de futurismo:

  • O futurismo indutivo – baseado em cenários futuros estáveis, incrementais, que analisa sob os mesmos paradigmas. Ou seja, o mapa das forças continua permitindo bons prognósticos;
  • O futurismo dedutivo – baseado em cenários futuros instáveis, disruptivos, que analisa sob novos paradigmas. Ou seja, o mapa das forças não permite mais bons prognósticos.

No momento atual, um Profissional de Inteligência Competitiva precisa adotar o Futurismo Dedutivo para poder realizar melhor os prognósticos.

De maneira evidente, a força “nova mídia” estava mal avaliada, necessitando revisão do seu impacto na sociedade.

O Futurismo Dedutivo, obviamente, permite que surja diferentes Escolas de Pensamento. A Escola de Pensamento Bimodal, reavalia o poder das tecnologias na sociedade e da mídia em particular.

E permite estabelecer novas relações entre a chegada da nova mídia, com ela, de nova linguagem, o surgimento de novo modelo administrativo, aliando estas forças com o aumento demográfico progressivo.

Se você quiser conhecer mais nossa comunidade aberta ou nossas atividades exclusivas, me manda um zap – 21-99608-6422.

Veja a opinião de quem já participou do nosso curso básico:

Recebi no Grupo Bimodal 6 a seguinte pergunta do Leandro Toledo: “Nepô,
você acredita nesta sequência de provisões: “Peter Diamandis revela 49 previsões para os próximos 20 anos”

Vou chamar de Futurismo Meia Boa, que me desculpe o Diamond, que colabora muito para o campo da inovação.

Podemos dizer que temos duas formas de ver o futuro, para poder chamar o que Diamond pratica de meia boca:

  • Futuro centrado nas mudanças tecnológicas – que apenas projeta as tecnologias de hoje para o amanhã;
  • Futuro centrado nas mudanças tecnoculturais – que projeta outro tipo de alterações no campo social, político e econômico.

Diamond representa bem a Escola de Pensamento Americano sobre o Digital, fortemente baseado no Método Indutivo de Análise sobre o Futuro e não no Método Dedutivo de Análise sobre o Futuro.

Estamos diante de uma mudança Civilizacional, que terá muitas disrupções nos campos sociais (onde se inclui a educação), políticos e econômicos.

Temos a Curadoria, um novo modelo administrativo, com nova forma de promover o comando e controle, que vemos no Uber, que vai ter forte impacto daqui por diante.

A Curadoria 1.0 que já vemos no Uber, Mercado Livre e Youtube e mais adiante a 2.0, com a chegada do Blockchain.

Quem lê as previsões do Diamond acredita que tem que se preparar apenas para mudanças nas tecnologias, mas não na forma como administramos a sociedade.

Teremos mudanças disruptivas em todas as áreas e as organizações precisam se preparar para elas, com mudanças profundas na forma de resolver problemas.

Podem me perguntar se aquelas mudanças ditas por Diamond vão ocorrer, sim, provavelmente, mas muitas mudanças profundas, tais como uma radical descentralização de poder.

Alterações profundas na forma da administração, dos negócios serão muito mais relevantes e não estão ali previstas, pois há uma inadequação do Método de Análise sobre o Futuro.

Esta visão mais de floresta e menos de árvore é o que tenho tentado promover no Curso Básico Bimodal, que te convido a fazer neste novo ano.

Basta me mandar um zap (21-99608-6422) e me dizer: “Quero fazer o curso básico bimodal!“.

Quem fez, tem elogiado bastante:

Acredito que o principal personagem para promover a Transformação Digital nas Organizações é um Profissional de Inteligência Competitiva.

O que temos que promover é a Transformação para a competitividade diante das mudanças do mercado (concorrentes e clientes) e não a Transformação puramente tecnológica.

O problema que temos no mercado é que o Profissional de Inteligência Competitiva foi preparado para um futuro incremental.

Uma tarefa que se utiliza do Método Indutivo de Análise sobre o Futuro e não o Dedutivo, ver mais detalhes aqui.

A formação de Profissionais de Inteligência Competitiva Bimodal é uma das metas do nosso movimento.

É capacitar pessoas a enxergar mais longe, através da revisão de determinados conceitos chaves, que nos permite enxergar o futuro de forma mais clara.

Se quiser fazer parte da nossa comunidade, basta me mandar um zap: 21-996086422

Todo o Profissional de Inteligência Competitiva Bimodal precisa optar por um método de análise para construir o Cenário Futuro e, a partir dele, desenvolver metodologias de apoio à pessoas e organizações para lidar com o Digital.

De maneira geral, principalmente os americanos, têm usado o Método Indutivo de Análise sobre o Futuro.

Se trabalha com os mesmos paradigmas os aplica aos dados e aos fenômenos.

O Método Dedutivo de Análise sobre o Futuro já parte da revisão dos paradigmas e analisa os dados com outra visão conceitual.

A Escola de Pensamento Bimodal, da qual sou o curador, tem optado por rever a relação das seguintes forças da sociedade: demografia, tecnologias, mídias, linguagens e modelos administrativos.

Com isso, conseguimos enxergar mudanças em estruturas básicas da sociedade.

O Método Indutivo de Análise sobre o Futuro é mais eficaz em Cenários Incrementais e não adequado para Cenários Disruptivos.

Quando um Profissional de Inteligência Competitiva ganha esse ferramental Bimodal, ele decola e se distancia muito dos outros no mercado.

A Comunidade Bimodal trabalha com estes conceitos e convido você a fazer parte, basta me mandar um Zap – 21-99608-6422.

A grande dificuldade das Organizações Analógicas Tradicionais tem sido o vício, ao longo de décadas, de olhar apenas a oferta e quase nunca a demanda dos clientes.

A oferta é sempre baseada naquilo que já existe e o aprimoramento dos produtos e serviços existentes.

A oferta produz sempre inovações incrementais ou radicais, pois aprimora aquilo que existe.

A disrupção, entretanto, exige abstração.

É preciso compreender a demanda latente do cliente para atuar, como se diz no futebol, no ponto futuro.

O cliente quer algo que ainda não existe. Não é um cavalo mais rápido, mas um automóvel, como dizia Henry Ford.

A disrupção exige, assim, capacidade de abstração que irá fazer uma química que junta:

  • a demanda futura do cliente;
  • a possibilidade de criar produtos e serviços viáveis para atendê-la;
  • e a coragem de abandonar antigos paradigmas.

A compulsão pela repetição e por processos existentes tê,m impedido que Organizações Analógicas Tradicionais “brinquem” de disrupção.

Por isso, que vários especialistas em inovação sugerem a prática bimodal, de atuar em duas áreas, uma para o concreto e outra para a abstração.

Com perfis profissionais bem distintos.

A disrupção exige inquietude e a inovação incremental ou radical, a quietude.

Além disso, vivemos hoje o fenômeno raro na história da disrupção administrativa, com a chegada da Curadoria – um cenário para lá de desafiador

É preciso de outro tipo de inteligência, mais abstrata, para lidar com tudo isso.

Estes são temas que temos trabalhado na Escola de Pensamento Bimodal, que reúne diversas atividades, desde grupos abertos e gratuitos e pagos para aprofundamento.

Quer conhecer mais? Me manda um zap: 21-99608-6422.

Veja o depoimento de quem, por exemplo, já fez o curso Bimodal:

Não existe nenhuma Escola de Pensamento que não precise estar o tempo todo se auto-oxigenando, a partir do contato com os fatos e os clientes, que nos trazem os recados da vida.

Saiba mais sobre a Escola de Pensamento Bimodal aqui.

Neste ano de 2019, temos percebido principalmente um grande problema emocional das pessoas para entender e agir diante do mundo digital.

Há um medo – quase pânico – generalizado, que tem provocado paralisia e atitudes pouco reflexivas.

Organizações e pessoas, com medo e de algo que não entendem, se agarram quase que de forma compulsiva, a um passado que está terminando.

Querem permanecer paradas, ou repetir fórmulas, ou abraçar novas ideias totalmente ineficazes para lidar com este mundo digital.

O resultado é a perda de competitividade e valor para lidar com este futuro.

O objetivo da Pesquisas Bimodais de 2019 é aprofundar diversos temas, através de parceria com os alunos, que vão sendo formados nos Cursos Bimodais.

A ideia é a produção de novos conceitos, que geram produtos e serviços a serem oferecidos ao mercado.

A primeira pesquisa já em curso, tendo a Paula Caputo, como formanda , foi nomeada de “Autonomia Bimodal“, que visa diagnosticar os principais sintomas de inadequação das pessoas e profissionais diante do digital e propor ações para minimizar estes sintomas.

Criamos um grupo “Autonomia Bimodal” no Zap, já fizemos um primeiro levantamento e partimos das seguintes premissas.

A ideia é aplicar tais conceitos para ajudar pessoas e melhorar o diagnóstico e o tratamento, a partir da prática.

A Pesquisa Bimodal faz parte do Programa de Formação Bimodal, saiba mais detalhes de como você pode participar.

Quer participar?

Manda um Zap – 21-996086422.

Uma Escola de Pensamento é a reunião de pessoas que têm diagnóstico similar sobre determinado problema.

É algo bem corriqueiro em diversos problemas, como econômicos (escola de Chicago e Austríaca), psicológicos (Junguiana, Freudiana, Bioenergética).

De maneira geral, uma Escola de Pensamento parte de um paradigma filosófico – que consideram mais adequado – e desenvolvem, a partir dele, um conjunto de novas formas de pensar e agir sobre determinado problema.

O desafio de entender e agir melhor sobre o mundo digital exige que tenhamos a criação e fortalecimento de Escolas de Pensamento para tornar o debate mais transparente e se perceber as diferenciações entre as diferentes abordagens.

A Escola de Pensamento Bimodal parte dos conceitos de Marshall McLuhan (1911-80), Filósofo Canadense, que nos traz o seguinte “DNA estruturante”: mudou a mídia, mudou a sociedade.

A partir desta frase, se verdadeira, há toda uma revisão social, política e econômica a ser feita para entender a sociedade digital, pois a mídia, segundo nosso entendimento é a placa-mãe, a válvula central, o sistema operacional, sobre o qual “roda” a sociedade.

Quando há a chegada de uma mídia radical ou disruptiva na sociedade, tudo entra em processo de profunda mudança.

A partir desta concepção, diagnosticamos que vivemos hoje uma Revolução Civilizacional, na qual uma sociedade humana termina e outra se inicia, o que nos permite enxergar uma bimodalidade.

O pensamento bimodal, que parte de McLuhan, nos permite ter mais clareza da dimensão das mudanças que virão e ajudar pessoas, profissionais, incluindo os de Inteligência Competitiva e as organizações a lidar melhor com este futuro disruptivo.

A Escola de Pensamento Bimodal foi criada no Brasil, em 2018, através de um amplo movimento de debates na Internet, através de grupos abertos e fechados (pagos).

O objetivo é difundir e debater os conceitos já criados para serem aprimorados e de novos conceitos, através de novas pesquisas.

Convidamos a todos, que querem conhecer melhor nossas ideias, a aderir a nossos grupos, do qual sou o atual Curador, basta me mandar um Zap – 21-996086422.

Seja Bem-vind@!

Ouvi o Resumocast “O Ego é seu Inimigo – Ryan Holiday” e fica a pergunta: qual a diferença entre paixão e propósito?

É a mesma coisa?

Diria que o paixão é o propósito não trabalhado. Qualquer sociedade mais saudável, qualquer pessoa tem que oferecer algo e alguém, por livre e espontânea vontade, comprar.

O chamado livre mercado.

A paixão é o início da jornada, na qual vamos aprender, ao longo do tempo, a transformá-la em propósito.

O propósito envolve as outras pessoas e torna a paixão sustentável, pois as pessoas passam a “comprar” e se beneficiar daquilo que você está oferecendo.

O propósito, assim, envolve um problema dos outros que você tentará ajudar a resolver de alguma maneira. E a paixão é o sentimento de partida, que será colocado a serviço dos demais.

Uma pessoa que só tem paixão não se depara com o problema do outro e passa a ter problema de identidade/ego.

Todo o seu esforço gira apenas em torno da sua própria satisfação. Se viver numa sociedade fechada, vai tentar que os outros sejam obrigados a financiar a sua paixão.

Se for numa sociedade aberta, terá dificuldade de vender aos demais, pois ninguém compra nada que não resolva alguma “dor”.

A base do movimento empreendedor é transformar paixão em propósito;

Promover justamente a “musculação” entre a passagem da paixão (eu com os meus problemas isolados) para o propósito (eu tentando ajudar os problemas dos demais).

O propósito permite que se esteja, de forma mais consciente e competitiva, no mercado, conseguindo gerar valor para os demais e ser remunerado por isso.

O propósito torna a paixão algo útil para a pessoa e para os demais.

A paixão precisa, assim, sofrer um processo de reflexão da pessoa com ela mesma, a partir do feedback dos clientes que quer ajudar.

O tema da paixão/propósito e do próprio ego/identidade faz parte da Pesquisa Autonomia Bimodal de 2019 , que estou desenvolvendo junto com Paula Caputo.

O objetivo é ajudar pessoas a lidar melhor as emoções com as novas exigências do mundo digital.

Se quiser conhecer mais a pesquisa, veja aqui.

Estes temas são, aos poucos, integrados na formação bimodal para pessoas, profissionais e organizações que querem lidar melhor com o mundo digital.

Veja aqui o depoimento de um dos meus alunos:

Se você reparar bem, a grande tendência do novo século é a descentralização das decisões.

Por quê?

Simples: crescemos a complexidade demográfica e quando fazemos isso, somos OBRIGADOS a descentralizar as decisões para decidir melhor.

Isso é uma espécie de Lei Geral da Espécie que estamos descobrindo agora.

Podemos centralizar, mas sempre será por curtos períodos.

No longo prazo e de forma sustentável só conseguiremos avançar se houver descentralização de decisões.

Isso também passa a ser mais viável, de forma exponencial e massiva, quando temos revoluções midiáticas, que permitem ao sapiens criar novas linguagens e com elas novo modelo administrativo.

Descentralizar é preciso.

Este é um dos temas centrais dos grupos bimodais e do curso que estamos promovendo pelo Whatsapp. Quer participar, me manda um zap.

Veja o que diz quem já fez:

Nossos conceitos são criados para atender a fatos que já conhecemos.

O conjunto de conceitos encadeados é o que chamamos de paradigmas, que foram criados para lidar com determinados fatos da vida.

Quando os fatos da vida não são mais capazes de entender, lidar e, principalmente, prever o que virá mais adiante é sinal de que os conceitos ficaram obsoletos diante dos fatos.

O problema principal de quem tenta entender o novo mundo é usar antigos conceitos para explicar fenômenos novos.

Fenômenos novos exigem novos conceitos.

A diferença competitiva, assim, de pessoas e organizações diante do digital é a eficácia dos novos conceitos que entrarão no lugar dos mais antigos.

A meu ver, a sociedade humana caminha de forma diferente do que pensávamos, pois a relação entre demografia, tecnologias, mídias, linguagens e modelos administrativos precisa de FORTE ajuste.

Quem consegue rever tais paradigmas se coloca em situação privilegiada, tanto na sua vida pessoal ou profissional, ou como profissional de Inteligência Competitiva, responsável por manter organizações líderes de mercado.

Ou pelo menos, no mercado.

Este esforço de revisão de conceitos é o que temos feito na Comunidades dos Bimodais, tanto nos grupos abertos, quanto nos fechados, curso e grupos vips.

Venha conhecer mais nosso trabalho, me manda um zap.

Veja o que acha quem já fez o curso, por exemplo:

A maior confusão do mercado hoje é separar estes dois verbos e sair da encruzilhada: digitalizar ou uberizar?

99% das organizações, consultores, meus alunos estão sempre falando em digitalizar os processos atuais.

A ideia hegemônica é a seguinte:

Temos um modelo administrativo que precisa de novas tecnologias. O objetivo é, assim, manter os processos, mas com tecnologias mais modernas.

E podemos perguntar: será que isso torna empresas mais competitivas?

Acho que não.

Há uma crise no mercado hoje de que é mais importante inovar do que competir,d quando deveria ser o contrário. Tem inovações que, inclusive, atrapalham a competitividade, pois não têm foco no cliente passado, presente e, principalmente, futuro.

Digitalizar, digamos, é a conclusão natural se partirmos das seguintes paradigmas do século passado:

  • uma certa neutralidade das tecnologias, principalmente das mídias, na sociedade – a empresa é o que é independe dos ambientes tecnológicos-midiáticos;
  • temos modelo administrativo contínuo e sem rupturas no tempo – a ideia da unimodalidade;
  • uma construção de cenário baseado sempre na micro-história e não em ciclos maiores, que permitem enxergar as mudanças demográficas, tecnológicas e midiáticas do passado;
  • o uso do método indutivo (parte-se dos dados sem questionar os paradigmas) dos profissionais de Inteligência Competitiva, que deveriam auxiliar as organizações neste cenário disruptivo.

Um profissional de Inteligência Competitiva Bimodal já não vê o processo desse jeito.

Percebe que estamos diante de novo ambiente disruptivo nos negócios, com a macro-tendência da uberização e não a digitalização.

A uberização permite resolver problemas de escala (mais qualidade na quantidade) algo que ficou impossível na gestão.

É preciso, assim, uberizar o modelo administrativo, porém não é este o caminho mais natural, pois exige mudança maior dos paradigmas e esforço extra diante do novo cenário.

A visão da demanda pela uberização – que vai além da digitalização – nos traz novos paradigmas, superando os do século passado:

  • uma não-neutralidade das tecnologias, principalmente das mídias, na sociedade, que alteram a Tecnocultura humana;
  • um modelo administrativo descontínuo e com rupturas no tempo, conforme mudamos as mídias e as linguagens humanas, demandas por causa do aumento demográfico;
  • a construção de cenário baseado na macro-história, principalmente nas mudanças demográficas e midiáticas ao longo da jornada do sapiens;
  • o uso do método dedutivo (parte-se do questionamento dos paradigmas para reanalisar os dados e não o contrário), criando o Profissional de Inteligência Competitiva Bimodal.

Quando se fala, assim, de Transformação Digital das organizações analógicas tradicionais e de possíveis sucessos com a digitalização acredita-se que estão no melhor caminho.

Porém, deixa-se de ver o possível risco da uberização futura no respectivo mercado – o que pode só poderá ser previsto e superado se houver maturidade estratégica.

E aplicação dos conceitos da Inteligência Competitiva Bimodal.

Tais conceitos são a base do Curso Básico de Formação Bimodal. 

Te convido a vir fazer parte da nossa comunidade!

Veja o depoimento de quem já fez o curso:

 

Posso apontar facilmente o erro fatal das Organizações Analógicas Tradicionais diante do mundo digital.

Querem manter a mesma forma de pensar e agir diante de um novo cenário completamente diferente.

Vivemos hoje, este é o meu diagnóstico, a mudança administrativa mais disruptiva da história do sapiens.

Temos hoje no mercado organizações digitais que se utilizam do modelo administrativo das formigas, deixando para trás o dos mamíferos.

Pela primeira vez, um chefe, um gerente, um gestor não é mais necessário para tocar uma empresa com milhares ou milhões de clientes.

Isso é possível, pois:

  • Mudamos o aparato tecnológico das mídias – a placa mãe da civilização;
  • Criamos nova linguagem que permite que possamos superar a crise da quantidade com qualidade e qualidade na quantidade;
  • E, para isso, contamos com o apoio da Inteligência Artificial, que está se caracterizando praticamente como uma espécie auxiliar dos humanos.

Tudo isso nos faz ter um cenário bimodal – um mundo está acabando e outro começando, com dois ambientes distintos.

A filosofia bimodal entende que tudo isso ocorre, pois:

  • há a chegada de nova mídia;
  • por causa do aumento da complexidade demográfica;
  • e os novos modelos administrativos vão procurar superar os impasses do ambiente administrativo do passado.

A filosofia bimodal nos ajuda a entender o tamanho da mudança e nos prepara para tomar decisões melhores neste mundo dividido.

A bimodalidade, assim, é basicamente uma forma de enxergar o mundo, quenos permite também ter metodologia para ajudar organizações a promover a passagem.

É preciso criar área Modal 2 do lado de fora, já com a intenção de trafegar num ambiente de negócios com outra pegada:

  • com clientes mais maduros;
  • com ritmo de inovação mais rápido;
  • com o aumento da taxa de disrupção muito maior;
  • e novo modelo administrativo completamente distinto.

Diria que a passagem do analógico para o digital é “coisa de guerreiro”, de superação, de clareza.

Quem topa o desafio?

É isso, que dizes?

 

Veja o depoimento de quem já participou do Curso Básico de Formação Bimodal: 

Toda vez que temos uma Revolução Midiática, há um aumento de individualização.

Há um maior empoderamento de mídia e cada pessoa passa a ter que tomar cada vez mais decisões na sua vida.

Há um aumento de decisões individuais, pois produtos e serviços aumentam a personalização e as pessoas se veem obrigadas a aumentar a Taxa de Individualização. 

Havia preparação para viver num mundo com taxa maior de massificação  – por falta de mídias descentralizadoras – e há rápida passagem em direção ao aumento da Taxa de Personalização.

As pessoas em geral não eram chamadas a decidir e a decisão as obriga a se conhecer melhor.

  • Qual sorvete quer tomar entre 200 opções?
  •  Que série quer assistir hoje entre as 3 mil disponíveis?
  • Que vídeo quer assistir no Youtube entre milhões?
  • Quem seguir no Twitter?
  • Quer continuar empregado ou vai empreender?
  • Qual é o seu potencial?
  • Que problemas gostaria de resolver na sociedade?

Isso leva a cada pessoa a ser questionada e a obriga a aumentar a sua Taxa de Individualização. O que você gosta? Quais são os seus valores? O que quer fazer na vida? Qual é o seu projeto?

De maneira geral, as pessoas estavam em um estágio muito mais massificado, grupal, com forte preocupação em pertencer a um determinado grupo e não tirar a sua diversidade do armário.

Num mundo que se exige mais decisões, que se reflete em inovar, em criar, em fazer a diferença, cria-se um vácuo entre o Indivíduo Analógico (com baixa taxa de individualização) para um Digital (que precisa subir esta taxa).

Um dos desafios que temos pela frente é criar métodos que permitam ajudar as pessoas a subir esta taxa sem MIMIMI.

É o desafio que eu e Paula Caputo começamos com o grupo “Autonomia Bimodal” e com a pesquisa para entender o problema e poder ajudar as pessoas.

Quer fazer parte?

Mande-nos um zap. (21-99608-6422).

O tema dos efeitos do digital na sociedade, com abordagem mais consistente, faz parte do Curso Básico de Formação Bimodal

Veja o depoimento de quem já se certificou:

 

Note que temos duas grandes novidades administrativas neste novo século:

  • A digitalização dos negócios, que passam a ser feitos cada vez mais, ATRAVÉS DE TELAS, acelerando o processo de concorrência, empoderando o consumidor e tornando o mercado cada vez mais dependentes de novos softwares e hardwares, de forma mais líquida e menos sólida;
  • E a chegada da Curadoria, novo modelo administrativo, que termina com o gestor tradicional (gerentes), carteira de trabalho e coordenação direta dos processos (a administração passa a ser feita, via Plataforma com apoio dos rastros digitais (voluntários e involuntários), algoritmos, inteligência artificial).

As Organizações Analógicas Tradicionais foram concebidas para o Mundo 2.0, oral e escrito, com determinado tamanho da população, consumidor com maior taxa de passividade e concorrência razoavelmente conhecida e controlada.

Foram imaginadas para competir num futuro analógico (mais retilíneo e uniforme) e não para um ambiente digital (mais inovador e disruptivo).

Foram muitas décadas, podemos até dizer séculos, de modelo que está enraizado na alma das organizações, que é impossível ser alterado em tão curto espaço de tempo.

Além disso, todo corpo organizacional foi selecionado e treinado, pois se encaixava e estimulava determinado modelo de comando e controle analógico (gestão e ambiente externo mais controlado) e não para o digital (curadoria e ambiente externo disruptivo).

Quando ouço gurus digitais sugerindo e apostando na disrupção dentro das organizações – algo que deixei de acreditar em 2013, quando lancei meu segundo livro Gestão 3.0 – fico preocupado.

Por isso, depois de bastante tempo de tentativa e erro – chegamos na ideia da bimodalidade.

A sabedoria bimodal (que se desdobra em Metodologia e Estratégia de pessoas e organizações) ajuda a tomar decisões mais eficazes num mundo dividido entre duas Eras: a analógica e a digital.

Na nova Era Digital é preciso criar áreas DO LADO DE FORA (Modal 2) para a experimentação.

Nela, deve se escolher pessoas com perfil mais inquieto, recursos próprios, liberdade para errar e seguir a cartilha dos gurus das startups, principalmente da Startup Enxuta, que defende método científico para os negócios.

Quem defende que se pode fazer a disrupção nas organizações analógicas tradicionais dentro de casa, seria bom apresentar cases de sucesso.

E não vale citar os exemplos da Amazon, do Google ou do Uber, que já nasceram digital.

É isso, que dizes?

Conceitos são criados para compor uma espécie de “muro” teórico.

Cada conceito tem que ter alguns elementos importantes:

  • ser coerente com o conjunto do “muro teórico”;
  • conseguir ser compreendido pelos envolvidos no problema que a teoria pretende ajudar a minimizar;
  • espelhar, dentro dos limites do conhecimento humano, algo que está na vida.

Conceitos não são criados apenas para vender, mas servir de base para que pessoas possam ter um mapa da vida para criar metodologias. E destas tecnologias, capacitação, processos.

O problema que temos hoje no mercado é que os conceitos, principalmente no mundo digital, servem muito mais para vender produtos e serviços, do que entender a realidade.

Pode colocar aí Mundo Vuca, Sociedade do Conhecimento, Economia Compartilhada, entre tantos outros.

(Ver aqui minhas críticas sobre eles nos Melhores Artigos de 2018).

Assim, temos uma espécie de Intoxicação da Ciência, que deixa de ser feita para entender a realidade, mas para vender uma realidade.

As pessoas acabam por compra algo que não reflete o que, de fato, está ocorrendo. Compra-se muito mais por quem está falando do que pela coerência com os fatos.

E isso, de certa forma, aguça a crise que vivemos hoje diante do digital: entende-se pouco, gasta-se muito e tem-se resultados cada vez piores.

Não estou, entretanto, defendendo aqui uma Ciência Não Comercial, pura, asséptica, mas uma limitação ética do que pode ser negociado.

O fato do mercado não comprar, agora, determinado conceito, não quer dizer que não seja válido mais adiante.

O mercado muitas vezes se mostrou inteiramente, como agora, iludido. Quer exemplos? Sugiro neste Natal você assistir a dois filmes:

 

Nestes filmes, as pessoas compram os conceitos que mais se ajustam a seus interesses, independente daquilo que ocorre na vida, do lado de fora – criando grandes ilusões coletivas.

Foram poucos nestes dois episódios que seguraram os conceitos mais coerentes e tiveram a coragem e a persistência de insistir – e apostar contra a manda – que estava sedenta por conceitos falsos e vazios.

No Digital, algo parecido tem ocorrido e esta é a base de trabalho da Comunidade Bimodal: reverter a vidência em ciência!

Seja um de nós!

Entre as atividades dos Bimodais, além dos grupos pelo Whatsapp (gratuitos e pago) temos ainda o curso básico de formação (que ganhará em 2019 o intermediário).

Veja o resultado de quem já se certificou:

Antes do Digital, organizações tinham um modus pensante e operante, no qual se definia um processo para repeti-lo em longos ciclos de continuidade.

A taxa de tecnologia nos negócios era mais baixa, bem como o ambiente informacional era menos interativo.

Organizações e pessoas eram formatadas para repetir.

Podemos dizer que toda nossa formação foi voltada para o desenvolvimento de determinadas áreas do nosso cérebro, que eram fatores de diferenciação no mercado.

Hoje, no ambiente digital tudo está cada vez mais tecno. Um celular com mais capacidade e mais barato, permite baixar mais aplicativos mais sofisticados, o que muda o mercado.

Novos consumidores ficam cada vez mais exigentes e vão se transformando e o processo criar-repetir vai ficando para trás.

Uma organização competitiva, que podemos chamar de saudável para os negócios, é aquela que agora está se preparando para a Disrupção Permanente.

Vai trabalhar constantemente na Bimodalidade.

  • No Modal 1, vai criar e repetir e atender os clientes antigos e atuais;
  • E no Modal 2, vai se projetar para um futuro disruptivo.

Não se pode mais trabalhar com um modal só, pois a organização perde competitividade.

Em ambos os modais, mais dinâmicos, novas áreas do cérebro precisam ser estimuladas, mais ligadas à abstração, criatividade, inovação, autonomia.

 Organizações não são mais criadas para repetir, mas para se reinventar.

É isso, que dizes?

No Curso Básico de Formação Bimodal temos formado pessoas para que possam enfrentar esse desafio, veja um dos depoimentos:

Um dos problema que temos hoje no mercado é o que podemos chamar de Pragmatismo Tóxico.

Podemos definir como:

Supervalorização das tomadas das decisões por intuições de curto prazo, renegando reflexões mais abstratas e planejamento de longo prazo diante de problemas desconhecidos. 

É comum que meus alunos no  Curso Básico de Formação Bimodal acreditem que prática e eficácia são sinônimos. E que existe contradição entre prática e teoria.

“Prática é eficaz e teoria é perda de tempo” – imagina-se.

Assim, quando paramos para planejar, refletir, compreender, antes de agir, está se partindo para a “teoria” – algo que não é eficaz, não prático.

Se relaciona prática com eficácia e tudo que não é agir o quanto mais rápido, é considerado pouco eficaz – o que vale é agir e operacionalizar e vai se aprendendo no caminho.

Nem sempre.

Na vida real, entretanto, para  cada doença existe remédio mais eficaz.

  • Em casos de “doenças conhecidas”, com “remédios” já criados, é natural que seja eficaz agir rápido, pois o problema é conhecido e dominado por algum campo científico;
  • Já em “doenças desconhecidas“, com “remédios” ainda não criados, é natural que seja mais eficaz refletir, estudar pesquisar, teorizar, pois trata-se de problema desconhecido e ainda não dominado por algum campo científico.

Assim, o que podemos entender é que todo o problema conhecido e com “remédios” criados,  já foi um dia desconhecido.

E precisaram de uma teoria para que pudesse ser decodificado e tivesse o remédio pronto para uso.

Naquele momento, a teorização foi o que foi o caminho mais eficaz diante do problema desconhecido e não dominado.

Assim, um profissional eficaz precisa discernir de que tipo de problema estamos falando:

  • Conhecido e dominado?
  • Desconhecido por ser dominado?

É uma decisão importante para saber se vamos vai acelerar ou refletir sobre ele.

É a natureza conhecida ou desconhecida do problema, assim, que definirá o que é mais eficaz, ou se quiserem, mas prático (hábil, exercitado, experiente) para lidar de forma operacional com a situação.

O que temos, assim, de forma quase hegemônica é uma falsa dicotomia entre prática (que é confundido com operacional ou eficaz) e teoria (confundido com perda de tempo).

Isso se agrava diante do futuro disruptivo que temos pela frente.

Organizações estão praticando o “Pragmatismo Tóxico”.

Querem agir diante do digital, um problema desconhecido, acelerando, como se isso fosse mais eficaz (prático).

As constantes falências e perda de valor têm demonstrado que estão escolhendo o caminho equivocado.

É isso, que dizes? 

PSrecomendo a leitura deste artigo “As duas torres do pensamento: ferramenta fundamental para pensar problemas”  para entender como as diferentes etapas de um problema são tratados na vida real.

Depoimento de quem já fez o meu curso em 2018:

 


Em 2018, resolvi por motivos distintos publicar os artigos no Linkedin e agora volto para o blog.

Faço aqui a lista dos artigos que considero mais importante de 2018 para registro.

ARTIGOS QUE EVOLUEM O LIVRO ADMINISTRAÇÃO 3.0: 

Assim caminha a humanidade;

As duas torres do pensamento: ferramenta fundamental para pensar problemas

Não é Revolução Digital, mas do cliente por causa do Digital

O que é ser um Bimodal?

Não é Transformação Digital, mas Reintermediação Administrativa!

Transformação Digital: os gatilhos exógenos e os endógenos

As diferentes escolas de pensamento sobre o digital

Hipertransparência provoca Liderança Coerente

Inteligência Competitiva 3.0: isso tem futuro!

Inovação disruptiva exige felicidade estrutural!

A diferença entre sentir e entender a bimodalidade no novo século

A qualidade escalável: o grande desafio organizacional do novo século

Filosofia da inovação: o que é disrupção?

O que é a Transformação Digital Bimodal?

Transformação Digital e o verdadeiro bug filosófico do milênio

O que é ser bimodal?

ARTIGOS QUE QUESTIONAM O MIMIMI DO MERCADO: 

Faz sentido falar em mundo VUCA?

A ideia que estamos em uma sociedade do conhecimento é uma piada!

Loucura: estão esquecendo que o cliente é o que importa!

Por que o mercado está vivendo a fase “cracolândia”?

O conceito Internet das Coisas faz sentido?

Por que o conceito “economia colaborativa” é ruim?

Faz sentido falar em organização digital?

Transformação digital: tá mais do que na hora de sair da alucinação!

Inteligência Artificial não pode ser o epicentro dos projetos de Transformação Digital!

A fantasia do consumidor imutável

Faz sentido falar em “mercados em redes”​? Acho que não.

Qual a diferença entre novo negócio, novo modelo de negócio e novo modelo administrativo?

Fakenews é crise que vai passar!

ARTIGOS QUE DETALHAM MELHOR O LIVRO ADMINISTRAÇÃO 3.0: 


O papel do líder digital é facilitar a distribuição de poder!

Transformação Digital: os erros cometidos pelas organizações tradicionais!

Não são as tecnologias que estão mudando o mercado, mas os clientes por causa das tecnologias!

O que é mídia e qual seu papel na sociedade?

As leis midiáticas ocultas e respectivos impactos disruptivos na sociedade

É a mídia, estúpido!

Conheça a nova linguagem humana que viabiliza a uberização

Não somos humanos, estamos humanos!

É impossível sair da caixa!

O ser humano não enxerga a realidade: apenas cria narrativas sobre ela

O que há de REALMENTE novo no Digital?

A Linguagem dos rastros: como estamos imitando as formigas? (vídeo)

As sete mudanças civilizacionais, a partir das mídias em diferentes etapas

Que dizes?

Um dos principais problemas quando falamos de inovação é a automotivação.

Por isso,  no Curso Básico de Formação Bimodal a primeira aula é sobre Filosofia da Inovação.

Ali, trabalho com dois conceitos básicos para a inovação: felicidade e realidade.

De maneira geral, as pessoas vivem da seguinte maneira:

Note que a pessoa – representada na imagem acima – não consegue separar a identidade da realidade, através da percepção.

Não tem a percepção “musculada” e, por causa disso, não consegue desenvolver pensamento próprio, diversidade, se automotivar, pensar com a própria cabeça.

Na imagem acima já temos uma percepção mais musculada que consegue estabelecer  “jogo de pingue-pongue” entre a realidade e a identidade.

Isso é fundamental para que se possa discernir o que é a felicidade conjuntural (alegria passageira) da estrutural (alegria significativa),que nos faz deixar um legado na vida.

Para que haja envolvimento em processo de mudança, a pessoa tem que ter uma auto-motivação, tem que entender que aquilo faz parte dela e não algo que está sendo feito sem sentido.

Isso vale principalmente para a Inovação Disruptiva, aquela que trabalha com incerteza, risco, forte taxa de motivação.

De maneira geral, fomos educados para não desenvolvermos a nossa percepção das coisas, mas seguir a que existe, que nos foi ensinada como a “percepção certa”.

Sem esse passo importante de dentro para fora, é difícil que alguém esteja preparado para enfrentar os desafios de um mundo que pede, cada vez mais, criatividade, mente inovadora, mudança, diversidade e auto-motivação.

É isso, que dizes?

As organizações tradicionais têm, a meu ver, dois grandes desafios neste novo século:

  • o aumento radical da inovação, que as obriga a sair da ideia de repetição para a da inovação permanente;
  • E novo modelo administrativo no mercado, que não é mais gestão, com DNA completamente distinto.

Quando um Bimodal analisa a chegada dos Ubers consegue enxergar o novo modelo administrativo, pois a forma de comando e controle se altera.

Um Bimodal consegue enxergar isso, pois faz um estudo histórico do passado e percebe que a descentralização das mídias provoca Revoluções Civilizacionais.

E que Revoluções Civilizacionais são feitas para que possamos atualizar a sociedade para atender melhor o novo patamar de complexidade demográfica.

Quando meus alunos no Curso Básico de Formação Bimodal  falam sobre gestão, eu sempre rebato que está falando de administração –  que é eterna –  porém, o modelo se altera quando mudam as mídias.

Os Ubers são novo modelos de Administra, que um Bimodal chama de Curadoria, pois têm:

  • Nova forma de comando e controle;
  • Nova relação trabalhista.

O problema da chegada da Curadoria para os antigos administradores é ter um DNA Administrativo, que tem uma filosofia bem distinta do atual.

Saímos de coordenação direta gestor-pessoas para indireta curador-plataforma-pessoas (aonde se inclui Inteligência Artificial e Linguagem dos Rastros).

Este, na verdade, é o maior desafio de paradigma que percebo entre os alunos que estão se formando na Bimodalidade.

É isso, que dizes?

Veja o depoimento de um deles abaixo:

Uma das coisas que aprendi, é que sempre tem um aventureiro que quer descobrir praias virgens. E alguém que vai esperar que tenha asfalto e barraca para pegar um sol.

São dois perfis de pessoas, que vou chamar de:

  • Quietos – as pessoas que gostam de continuidade e certeza;
  • Inquietos – os que gosta de rupturas e riscos.

Nenhum é deles é melhor do que o outro, mas cada um é adequado para determinado momento de um projeto ou de momentos históricos.

Hoje, com o surto de inovação provocado pela Revolução de Mídia está se convocando, cada vez mais, os inquietos para que possam ajudar a criar novas alternativas.

O problema dos projetos de inovação aberta (startups) e de transformação digital (migração de empresas tradicionais) é que se está misturando estes dois perfis.

Os quietos impedem os inquietos de irem adiante.

Pelo que aprendi, para dar certo, é preciso isolar, como se fosse uma sementeira de inquietos, e deixarem eles construírem as bases da nova floresta.

Num determinado momento, quando as coisas se consolidam, os clientes aparecem e se necessita de mais regularidade, naturalmente, os quietos vão sendo chamados.

É isso, que dizes?

Venha fazer um curso comigo para lidar melhor com este mundo bimodal:

Hoje, terminei de escutar o episódio do Resumocast: “Superinteligência – Nick Bostrom | T2#015″.  E acredito que temos alguns debates interessantes a fazer.

O primeiro deles é o que vou chamar de Tecnomelancolia. 

Quando falamos de mudanças tecnológicas, seja ela qual for, sempre tem alguém que coloca algo do tipo (isso aparece no programa) “o ser humano é curioso e por causa disso inventa estas coisas”.

Não, a quase totalidade das tecnologias que se massificam não se massificam por curiosidade, mas por necessidade.

Uma das coisas que aprendi nos meus estudos sobre o impacto das tecnologias na sociedade é que não podemos esquecer NUNCA do Demografismo:

Característica humana de ser espécie que tem modelo de evolução aberto, não genético, tecnocultural, e por causa disso consegue aumentar progressivamente a população e, por causa disso, a complexidade.

Assim, novas tecnologias são demandas OBRIGATÓRIAS da espécie para resolver os novos problemas da complexidade.

Quando apresento em palestras o salto demográfico de sete vezes, em 200 anos, e apresento isso como a causa principal das mudanças, percebo que as pessoas têm uma espécie de conforto.

Há um motivo real e concreto para tantas novidades.

Com isso, a pessoa se insere dentro da jornada do sapiens, como algo necessário e fundamental. E consegue sair da Tecnomelancolia, uma sensação de que era melhor no tempo da vovó e do vovô, quando havia muito menos gente no planeta.

As tecnologias antigas eram compatíveis com um mundo menos humanamente complexo.

Assim, quando falamos da Inteligência Artificial temos que entender como ferramenta necessária e fundamental para sair dos impasses que tínhamos no passado.

Diria ainda como pontos para debates futuros sobre Inteligência Artificial:

  • Que não podemos falar de Inteligência Artificial como novidade, pois o computador, desde que surgiu já é um tipo de Inteligência não humana, que vem evoluindo;
  • O que podemos falar hoje é de Inteligência Artificial na Internet, que ganha outra dimensão, se comparada com as versões anteriores;
  • De que a chegada da Internet e da Inteligência Artificial permite um movimento de Descentralismo social, político e econômico e que as projeções futuras têm que levar em conta um sapiens muito mais empoderado do que o atual;
  • Depois, não se pode ignorar que tudo que estamos criando de novo (os Ubers da vida, Google, Netflix, Amazon) só é possível por causa da evolução desta Inteligência não-humana;
  • Diria ainda que a procura de um momento em que a IA vai ser mais inteligente do que o ser humano é uma métrica impossível, pois para vários problemas ela já é, tal como juntar pessoas para compartilhar uma viagem, impossível para uma pessoa de carne e osso;
  • As tarefas que não conseguimos fazer, com cada vez mais dados, que passaram a ser produzidos, por cada vez mais gente conectada e produzindo dados,  estamos passando para as máquinas;
  • O que se pode questionar e pensar, do ponto de vista filosófico, assim,  é sobre a capacidade da IA de virar nova espécie com autonomia e se auto-reproduzir, sob a qual o ser humano perderia o controle. Este seria um ponto de preocupação.

Assim, o que podemos chamar de superinteligência, eu preferia chamar de espécie digital, capaz de tomar decisões próprias e que teria, de alguma forma, a demanda de sobreviver e se reproduzir.

Por aí, o debate me parece mais interessante.

Que dizes?

Esta visão mais adequada do futuro, tenho debatido no Curso Básico de Formação Bimodal , veja o depoimento de um dos meus alunos:

O livro tem ajudado bastante o pessoal a entender este novo século. Foram 13 anos de pesquisa, dois outros livros, que serviram de base para escrever este.

Sugiro,  se você ainda não o fez,  ouvir o maravilhoso resumo feito pelo pessoal do Resumocast:

Caso queira comprar, pode ir por aqui.

Abraços,

Nepô.

Neste ano de 2018, criamos as comunidades Bimodais.

Trata-se de movimento para disseminar o que vou chamar de Sabedoria Bimodal, capacidade de pessoas, profissionais e organizações a lidar com um mundo que está acabando e outro que começa.

Para lidar com este cenário complexo, é preciso conceitos mais consistentes.

Diria que um Bimodal precisa rever alguns paradigmas de como pensamos tecnologia, demografia, felicidade, realidade, mídia e administração para poder nos situar neste futuro que passou do incremental para o disruptivo.

Os grupos são todos gratuitos e pelo Whatsapp.

O que esperar dos grupos?

O meu compromisso:

  • Coloco artigos diários sobre o mundo bimodal, acompanhados sempre de um áudio curto;
  • Temos as leituras compartilhadas que permite que analisemos livros, a partir das nossas filosofias, teorias e metodologias.

O compromisso dos participantes:

  • Evitar ruídos, do tipo, auto-promoção, anúncios de eventos pagos, correntes, piadas, discussões partidárias.

Para entrar, é simples, me manda um zap, por aqui e diz na mensagem: quero ser bimodal!

Vais receber os links.

Abraços,

Nepô
(Curador da Comunidade Bimodal)

 

https://www.youtube.com/watch?v=GXTzfNIMsBA

Hoje, com o papo sobre Inteligência Artificial cada vez mais difundido é bom começar a separar o joio do trigo.

  • Inteligência é capacidade humana de resolver problemas de todos os tipos, mas principalmente de sobrevivência;
  • Sabedoria é capacidade humana de incluir nas decisões de cada problema valores e propósitos, envolvendo principalmente a existência.

Quando resolvemos questões com mais sabedoria, estamos incluindo nas decisões questões mais existenciais, nos afastando do cotidiano e colocando nossa vida em perspectiva.

Temos, de alguma forma, um projeto de vida e estamos comparando a decisão do momento com esta questão mais geral.

Podemos dizer que a grande diferença do ser humano para os outros animais é nossa capacidade de existir além de sobreviver.

Existir nos permite ter uma ação diante da vida e criar significado, algo que os outros animais não têm.

Por isso, a sabedoria, em geral, sempre é ligada a questões mais existenciais e filosóficas.

Quando somos inteligentes, conseguimos sobreviver, mas não necessariamente temos uma existência significativa.

Quando temos Revoluções Midiáticas, por tendência há um aumento da taxa de inteligência e de sabedoria nas decisões pelo maior contato com as informações disponíveis.

Ser sábio, assim, é conseguir usar a inteligência não só para sobreviver, mas principalmente, para existir.

É isso, que dizes?

O tema da sabedoria faz parte da formação básica dos bimodais, conheça mais por aqui.

Veja o depoimento de quem já fez o curso:

As diferentes opções:

Pelo Youtube;

Pelo Soundcloud:

Pelo Itunes


Quando existe algo muito estranho na vida, há algo errado com nossos paradigmas.

Foi o que tentei expressar neste vídeo sobre zumbis:

Temos uma análise:

  • Com o mesmo paradigma – que chamamos de indutiva;
  • Procurando novo paradigma – que chamamos de dedutiva.

O principal problema da análise hegemônica no mercado hoje – principalmente a americana –  é insistir na INDUTIVA. Analisa-se os dados sem questionar o que há de equivocado na forma de analisar a sociedade.

O que acontece?

Tenta-se entender fenômeno novo com mesmos paradigmas do passado, algo que não tem funcionado.

Existem, a meu ver, quatro revisões de paradigma que temos que promover:

  • O papel das tecnologias para o sapiens;
  • O papel das mídias;
  • O papel da demografia;
  • E uma nova percepção sobre administração.

Tudo isso integrado e a relação entre estas diferentes forças nos permite enxergar a dimensão radical, disruptiva e macro-histórica da mudança que estamos passando.

É o que procurei apresentar no meu novo livro (pode comprar aqui.)

E no curso de formação dos conceitos básicos da bimodalidade (capacidade de enxergar a transição entre dois mundos – um que termina e outro que começa).

É isso que dizes?

Depoimento de um dos meus alun@s: 

Meu livro demorou 13 anos para ser escrito, tive dois antes, que foram um rascunho para chega a ele.

É um livro que sugere uma mudança profunda de percepção em aspectos filosóficos, teóricos e metodológicos para entender o mundo digital.

Espero que você aprecie.

Comprar aqui.

Me pergunta o Paulo Milreu do grupo Bimodal 2:

“Nepô, qual sua visão sobre a profissão de futurista? Tenho visto aumentar muito esse tema”.

O futurismo está cada vez mais em voga.

Podemos definir como capacidade de alguém ou de determinada organização de prever os fatos que ocorrem.

Diria que temos forte problema com o futurismo nos dias de hoje, pois estamos saindo, digamos, do futurismo incremental para o disruptivo.

O mundo até a chegada da Internet vivia uma continuidade e, a partir dela, um processo de descontinuidade.

De maneira geral, as organizações se acostumaram a viver um futuro de continuidade e se habituaram com “gurus” muito mais marqueteiros do que cientistas.

Vivemos, portanto, a passagem de futuro incremental para disruptivo. E a arte – ou ciência de prever o futuro – ficou muito mais sofisticada do que era antes.

E se temos estas mudanças na sociedade é preciso rever os paradigmas que tínhamos. A metáfora do zumbi que chega ao médico é boa neste momento de passagem, veja o vídeo:

Ou dizendo melhor:

A forma como olhávamos a sociedade tinha um bug: a forma como pensávamos que a história avança precisa de ajustes.

Não somos espécie contínua, mas disruptiva, pois somos tecnológicos e, por causa disso, reinventamos nosso modelo administrativo, conforme vamos aumentando o tamanho da população.

E podemos, assim, apontar como fatores disruptivos:

  • o aumento populacional, que nos força a inovar e mudar gradativamente;
  • as mudanças Tecnoculturais que podemos promover (principalmente a chegada de nova mídia);
  • e novo modelo de comando e controle administrativo, a Curadoria.

Nosso problema é que vemos a nossa espécie como só praticássemos a continuidade permanente e não o contrário, a descontinuidade permanente.

Falta absorver a máxima de McLuhan para a sociedade: mudou a mídia, mudou a sociedade!

Assim, podemos dizer que existirão no mercado:

  • Os futuristas indutivistas – aqueles que tentam enxergar o futuro com os mesmos paradigmas, como se estivéssemos em continuidade e não ruptura;
  • Os futuristas dedutivistas – aqueles que tentam enxergar o futuro com novos paradigmas, nos quais a ruptura é a base.

Os futuristas aqui da minha rua acreditam que é o aumento demográfico a principal causa da mudança, a chegada e massificação de nova mídia descentralizadora como o gatilho para nova Era.

E, como consequência, a chegada da Curadoria, novo modelo administrativo mais sofisticado para resolver com mais elegância nossos novos e antigos problemas.

O que temos que ver é quando conversamos com algum futurista de plantão o que eles contrapõe a isso.

É hora de um futurismo mais científico e menos marqueteiro

É isso, que dizes?

Sugiro para aprofundar o tema, vir fazer o Curso Bimodal comigo, veja mais detalhes.

Um Profissional de Inteligência Competitiva Digital será, mais ou menos eficaz, conforme a sua capacidade de projetar o futuro.

Podemos definir futuro como “conjunto de fatos relacionados a um tempo que há de vir”.

O tempo que há de vir terá algo do tempo atual e algo que será diferente.

Assim, um cenário futuro será feito de prováveis mudanças e conservações.

O que continua e o que se altera?

Podemos dizer que, por exemplo, que as demandas humanas sempre continuarão.

Comer, beber, se locomover, se informar, conhecer, aprender, trocar, dormir, ir ao banheiro, morrer, nascer, se manter saudável.

(Sim, podemos com a engenharia genética mudar algo nessa direção, mas isso podemos deixar para depois.)

E que se temos demandas permanentes, teremos ofertas permanentes, assim, iremos sempre precisar oferecer algo para atender as demandas acima descritas.

O que se altera, assim, não é nem que haverá demanda e nem oferta, mas justamente COMO resolveremos estas demandas – que é o que se altera.

Podemos chamar, assim, de um jogo de Demanda-Oferta Estrutural, aquilo que é perene. E de Demanda-Oferta Conjuntural, aquilo que é mutante.

Uma escola, por exemplo, é um jogo de Demanda-Oferta Conjuntural, mas a necessidade de EDUCAÇÃO é um jogo de Demanda-Oferta Estrutural.

Assim, podemos dizer que no futuro CERTAMENTE teremos algum modelo educacional, mas não necessariamente podemos imaginar que a escola como é hoje permanecerá.

A escola é filha de alguns fatores:

  • do tamanho populacional;
  • do acúmulo Tecnocultural disponível (onde se inclui as tecnologias de mídia e as demais);
  • do ambiente administrativo (comando/controle) disponível.

Note, assim, que podemos definir alguns fatores que alteram a Demanda-Oferta Conjuntural.

A Educação será eterna, mas poderá ser alterada na oferta, quando aumentamos a população, criamos novas tecnologias e passamos a praticar novos modelos administrativos.

Por tendência, todas as pessoas que pensam educação, por exemplo, são ESCOLOCENTRADOS, pois não conseguem imaginar algo que não seja feito dentro do jogo de Demanda-Oferta Conjuntural disponível.

Dependem desse modelo para viver, foram educados nesse modelos, acreditam nisso, vivem imersos dentro dele e têm dificuldade de enxergar um futuro sem ele.

O papel de um Profissional de Inteligência Competitiva Digital, entretanto, é não se deixar intoxicar por isso.

É conseguir separar o jogo de demanda-oferta estrutural do conjuntural e perceber as variantes para que possa fazer um cenário menos intoxicado.

É isso, que dizes?

Quer sair do MIMIMI, vem fazer o Curso Básico de Formação Bimodal comigo.

Hoje, se fala muito em Transformação Digital, mas não existe no mercado um curso de Transformadores Digitais.

Isso não é uma profissão.

A maior parte dos meus alunos e clientes me pergunta, assim, qual o perfil ideal para liderar projetos de Transformação Digital?

E tenho respondido que o mercado de Transformação Digital precisa de um novo perfil: do Profissional de Inteligência Competitiva Digital, ou 3.0, se preferirem.

É novo profissional, que precisa ser formado para lidar com futuro não mais incremental (que os antigos profissionais lidavam bem), mas para um disruptivo.

O nome Inteligência Competitiva já induz o caráter dos projetos de Transformação Digital, que devem passar do foco da tecnologia para o do cliente.

Um profissional de Inteligência Competitiva Digital deve ser uma pessoa que conhece gente e suas demandas.

Deve perceber não só as demandas presentes, mas, principalmente, as futuras para entender que tipo de ações, o que inclui novas tecnologias, devem ser feitas para atender o cliente em processo de mudança.

Tem que ter uma visão macro-história das mudanças de mídia e seus impactos na sociedade e a consciência de que vivemos um ambiente bimodal: de um lado um ambiente que chega ao seu limite e de outro um novo que se inicia.

Para entender de gente, o perfil do profissional de Inteligência Competitiva deve ser um misto de negócios, sociologia, psicologia, tecnologia, administração.

Diria mais.

Que o diferencial competitivo de organizações tradicionais dependerá fundamentalmente da competência dos Profissionais de Inteligência Competitiva Digital que vão liderar seus projetos.

Tenho tido a experiência de formar as primeiras turmas destes novos profissionais, num programa básico de formação, que deve avançar para especialização em 2019.

Se você tiver interesse em participar da formação básica, dá uma olhada aqui.

É isso, que dizes?

Veja o depoimento de quem tem feito o curso:

Além do Curso Básico de Formação Bimodal, tenho recebido muitos convites para Palestras & Workshops.

Meu tema é a Bimodalidade, ou seja, como promover a Transformação Digital em um futuro disruptivo.

Tal tema se aplica em qualquer área ou qualquer setor.

Organizações e profissionais estão sem norte e precisam de algo consistente.

Minhas palestras e workshops fogem do tradicional, pois aprofundam o digital, através de abordagem histórica, com pitadas de filosofia, teoria e metodologia.

Minha palestra é sempre interativa, pois falo de improviso (não uso slides) com forte envolvimento da platéia.

Geralmente, quem assiste garante que muda muito a maneira de pensar, tanto o passado, o presente quanto o futuro.

Meus clientes, muitas vezes, aliam a palestra com compra de livros para distribuir ou sortear pelos presentes. Ver mais sobre o livro aqui.


O Workshop “Conceitos Básicos da Bimodalidade” geralmente é feito presencialmente, com formação de turmas para que possam:

  • Enxergar o futuro de forma mais consistente;
  • E tomar decisões estratégicas melhores sobre a migração do mundo analógico para o digital.

Podem durar de 8 (oito) até 64 (sessenta e quatro horas), conforme demanda para um público ideal de até 30 (trinta) participantes.

Uma programação básica do Workshop pode ser vista aqui:

  • Filosofia da Inovação –  (redefinindo os conceitos de realidade e motivação para ampliar a capacidade para inovar);
  • Filosofia da Tecnologia –  (redefinindo os conceitos sobre o papel das tecnologias na sociedade para que se possa analisar de forma mais clara as mudanças que estamos passando);
  • Antropologia Cognitiva –  (redefinindo os conceitos sobre as tecnologias de comunicação e informação na sociedade para compreender a dimensão da mudança, incluindo comparação com outras revoluções similares no passado);
  • Curadoria Digital –  (redefinindo os conceitos sobre Administração e as mudanças que ocorrem em diversos setores, através de Plataformas, na qual alteramos completamente a forma de comando e controle);
  • Transformação Digital Bimodal – ( apresentando metodologia viável de estratégia para manter os atuais clientes e, ao mesmo tempo, em área separar começar a preparação para migração na direção dos novos modelos).

Tem interesse?

Não se acanhe:

21-99608-6422

Se você quer me convidar para uma palestra e Workshop, veja aqui o que posso te oferecer.

O objetivo do Programa é oferecer novas formas de pensar e agir diante do digital aberto a:

  • pessoas físicas;
  • profissionais de qualquer área;
  • E candidatos a profissionais de Inteligência Competitiva Digital, aquele que irá difundir os conceitos e ser remunerado por estas ações.

O Programa tem algumas etapas:

  • Curso Básico de Formação Bimodal (com criação do curso intermediário em 2019);
  • Coaching individual, com pesquisas bimodais realizadas pelos formandos;
  • Grupos de debate dos formandos, chamado de Grupo Vip.

No Curso Básico de Formação Bimodal, online ou presencial, para pessoa física ou jurídica, temos o seguinte conteúdo:

  • Filosofia da Inovação –  (redefinindo os conceitos de realidade e motivação para ampliar a capacidade para inovar);
  • Filosofia da Tecnologia –  (redefinindo os conceitos sobre o papel das tecnologias na sociedade para que se possa analisar de forma mais clara as mudanças que estamos passando);
  • Antropologia Cognitiva –  (redefinindo os conceitos sobre as tecnologias de comunicação e informação na sociedade para compreender a dimensão da mudança, incluindo comparação com outras revoluções similares no passado);
  • Curadoria Digital –  (redefinindo os conceitos sobre Administração e as mudanças que ocorrem em diversos setores, através de Plataformas, na qual alteramos completamente a forma de comando e controle);
  • Transformação Digital Bimodal – ( apresentando metodologia viável de estratégia para manter os atuais clientes e, ao mesmo tempo, em área separar começar a preparação para migração na direção dos novos modelos).

A didática, para quem vai cursar online, é completamente inovadora:

  • Ambiente de discussão pelo Whatsapp;
  • Cinco vídeos que o aluno assiste quando e como quiser;
  • Resumo para fixar o conteúdo, seguido de perguntas, TODAS respondidas na “sala de aula” do Whatsapp por áudio.

Quem resume todos os vídeos e faz a avaliação do curso é certificado e pode passar para as novas etapas, a saber:

  • Coaching com Nepomuceno para se tornar um profissional Bimodal especialistas em alguma área;
  • Participação no Grupo Vip Bimodal, formado apenas por alunos certificados.

Quer saber a opinião de quem já fez?

Veja aqui.

Se você quiser fazer, é muito simples.

Manda um zap e diz na mensagem QUERO FAZER O CURSO BIMODAL!  Em poucas horas já estará na sala com os outros alunos, com acesso a todo o material.

O ritmo para certificação é seu.

O recorde que tive até hoje foi do Lawrence Clay que fez o curso todo em 24 horas.

VALOR DO CURSO INDIVIDUAL 2019: R$ 400,00 depósito direto na conta do Nepô.

Digamos que a uberização é um novo modelo de comando e controle, que precisa de determinado tipo de tecnologia.

A digitalização é o uso de tecnologias no MESMO modelo de comando e controle.

A TV Globo pode colocar o quanto quiser novas tecnologias, estará apenas digitalizando e não uberizando, enquanto não criar o GLOBOTUBE.

O Globotube seria uma plataforma, na qual todos colocam vídeos sem o controle central, isso é uberizar.

Digitalizar seria a TV Globo criar a Globoflix, que é o mesmo modelo de comando e controle sobre o conteúdo, mas totalmente dentro da Internet.

Você vai me perguntar: mas uma organização precisa uberizar ou digitalizar?

Depende do cliente, depende do cliente, repetindo, depende do cliente.

Se o cliente da organização está maduro ou vê possibilidade de adotar modelos uberizados, por tendência, irá para lá, pois a uberização garante: menor custo, mais personalização e melhor qualidade.

Quem não quer tudo isso?

Muitos, entretanto, não sabem se o seu cliente já está maduro, ou se concorrentes vão entrar uberizando o respectivo mercado.

Por isso, é preciso se antecipar, pois a migração filosófica, teórica, metodológica, tecnológica, de pessoal da Gestão (atual modelo) para a Curadoria (Uberização) demanda MUITO tempo.

Se o mercado vira de repente, como vimos em vários cenários (Música, Táxis, Hotéis, Livrarias e Editoras, Varejo, etc) é uma barreira enorme.

Por isso, um Profissional de Inteligência Competitiva Digital sugere a aculturação no novo ambiente, um monitoramento, preparação de projetos fictícios para entrar em ação, assim, que soar o sinal amarelo.

É isso, que dizes?

Quer ser bimodal? Mande-me um zap!

Quer fazer o Curso Bimodal, saiba aqui os detalhes.

Veja os depoimentos dos meus querid@s alun@s:

 

A grande demanda de toda Revolução Midiática é o empoderamento das pessoas para ajudar o todo a lidar melhor com o aumento da Complexidade Demográfica.

Isso significa que cada organização sairá de movimento de Liderança Fazedora, coordenadora, para o de Incentivadora, Mobilizadora.

Mais.

Como a cooperação cada vez maior entre as pessoas, não importa a distância, falando de ambientes cada vez mais inovadores.

Assim, a Liderança Digital é alguém preocupado com o ECOSSISTEMA INOVADOR para que ele seja o mais produtivo possível.

A Liderança Digital deve estar preocupada (e se capacitar para isso) de quais são os principais entraves que impedem o aumento da taxa de inovação no ecossistema, do qual é responsável.

Deve ser perguntar: quais sãos os entraves que eu posso ajudar a destravar nos campos cultural, legal, financeiro, tecnológico, de formação, de articulação para que a taxa de inovação cresça no ecosistema inovador?

Nosso problema é que quando se pensa liderança, imagina-se alguém que sabe o caminho, que coordena atividades e não alguém, que vai ajudar pessoas a traçar seu próprio caminho inovador.

Estamos falando muito mais de Curadoria do que de Gestão!

Obviamente, que a Liderança Digital não se encaixa na Gestão – atual modelos administrativo –  que exige que alguém dê ordens e se responsabilize por elas.

Uma Liderança Digital tenderá a operar muito mais em Ubers e menos em Cooperativas de Táxis. É alguém que vai cuidar da Plataforma e não das pessoas que nela operam.

É muito mais Youtube do que TV Globo ou Netflix, que controlam o conteúdo.

E num futuro próximo será muito mais Blockchain do que Ubers.

É hora de deixar fazer.

É isso que dizes?

Quer ser bimodal? Mande-me um zap!

Quer fazer o Curso Bimodal, saiba aqui os detalhes.

Veja os depoimentos dos meus querid@s alun@s:

 

Estamos vivendo fenômeno que podemos chamar de “intoxicação do passado“.

Conceituaria assim:

Fenômeno psico-social coletivo provocado por rápida disseminação de nova mídia, no qual setor produtivo passado não consegue aderir às novas práticas de negócio que passam a ser possíveis pelo novo ambiente informacional.

É como se houvesse uma espécie de compulsão pelo passado, similar a uma alcoólatra, que não consegue parar de beber.

A literatura tem demonstrado que esse tipo de compulsão não é combatida pelo convencimento de fora para dentro, mas da vontade de dentro para fora pela mudança.

Assim, não adianta insistir que mudanças precisam ser feitas, sem que a pessoas tomem a consciência, a partir dos problemas que vão se somando, que isso é uma medida inevitável.

É preciso que mais e mais clientes, antigos, atuais e novos vão aderindo a novas práticas, reduzindo a receita para que a situação vá ficando cada vez mais insustentável.

A iniciativa da nossa Comunidade Bimodal é uma reposta a esse tipo de problema.

Nós temos nos organizado por adesão, procurando analisar o fenômeno digital da forma mais objetiva possível, com a participação voluntária de um grupo grande de pessoas, que percebe que o discurso atual do mercado está intoxicado.

Não acredito que as pessoas mudam, na profundidade que é parar de beber (para uma alcoólatra) ou de praticar um modelo de negócios consolidado há séculos, através de bate-papo.

A pessoa precisa experimentar os limites do alcoolismo como da impossibilidade de continuar levando seu negócio no modelo antigo, para falar as palavras mágicas:

TENHO UM PROBLEMA E PRECISO DE AJUDA.

É isso, que dizes?

Agora, temos Podcast com o áudio de todos os artigos.

http://feeds.feedburner.com/CarlosNepomuceno

Link para os alunos que receberam certificado do curso “Conceito básicos da bimodalidade” incluir no Linkedin.
Clique abaixo:

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Rio Info Palestra Nepô
Dia 25/09/18 – assista!


CONCEITOS BÁSICOS DA BIMODALIDADE

R$ 350,00
Detalhes do curso aqui


David Rogers no livro “Transformação Digital” define assim disrupção nos negócios:

“…ocorre quando um setor estabelecido enfrenta desafiante que fornece muito mais valor aos clientes mediante ofertas com as quais as empresas tradicionais não podem competir diretamente”.

Que tipo de barreira é a mais difícil para uma organização superar? Uma nova tecnologia? Uma nova forma de processo?

Quando aceitamos que existe barreira intransponível, em que uma organização é incapaz de superar do que estamos falando? Basicamente, de mentalidade.

A disrupção é basicamente a capacidade que alguém tem de, com novo paradigma, lançar um produto e serviço que o tempo para superação do antigo paradigma, torna o antigo concorrente obsoleto.

Não há tempo hábil de superar a crise de mentalidade!

Assim, quando falamos de riscos e oportunidades na Transformação Digital estamos justamente falando que as organizações tradicionais devem se preparar para enfrentar o que podemos chamar de “profunda crise de mentalidade”.

Que podem em alguns setores acontecer mais adiante, em alguns a qualquer momento e em outros já ocorreu.

Quando falamos de crise de mentalidade é preciso entender, portanto, o que é, afinal, a nova mentalidade digital e o que é a mentalidade analógica a ser superada.

A melhor forma é olhar para o passado e analisar os cases em que uma determinada organização tradicional enfrentou a crise de mentalidade:

  • mídia tradicional de vídeo – youtube
  • enciclopédias – wikipédia
  • cooperativa de táxi – Uber
  • hotéis – airbnb

Repare que todos os novos players apresentaram nova forma de administração, basicamente de controle dos processos, eliminando o antigo intermediador e criando nova forma disruptiva de intermediação.

É um modelo administrativo distinto, que tornou impossível, em tempo hábil, que houvesse modificação por parte do antigo concorrente.

A nova intermediação é resultado de criação de plataformas, na qual um curador, administra comunidade de fornecedores e consumidores, através de inteligência artificial, que gerencia dados que vêm de objetos (GPS, por exemplo) e de pessoas (estrelas, comentários, avaliações).

Uma organização tradicional, assim, deve num projeto de Transformação Digital Eficaz se preparar para realmente o mais difícil: compreender o novo paradigma e preparar um grupo de pessoas da organização para poder criar projetos a partir dele em curto espaço de tempo, quando desejado ou necessário.

É isso, que fará a diferença e evitará ser pego de calças curtas.

É isso, que dizes?

 

Em tudo que se faz na vida, ou se assiste, há regras de ação e reação.

Se você pular do quinto andar vai cair no chão, inapelavelmente.

Antes da lei da gravidade, você cairia do mesmo jeito, a lei deu apenas uma explicação para o fato.

Assim, as leis da vida existem antes das explicações humanas.

E quando, por algum motivo, não a conhecemos ou queremos desafiá-las, temos uma crise.

Uma crise ocorre quando nossas mentalidades batem de frente com leis da vida.

Uma crise, assim, é a vida demonstrando que alguma regra existente não foi respeitada.

Ou por:

  • ignorância;
  • desconhecimento;
  • arrogância.

O que vivemos no século XXI é uma crise de ignorância das regras da vida: reações inusitadas, que não estavam no nosso “cardápio científico”.

Novas mídias surgem na sociedade, que vêm atender a determinada demanda do Sapiens.

Não temos ainda mapas consolidados para entender o papel das mudanças de mídia na história, bem como as causas do seu surgimento e muito menos as consequências.

Vivemos uma macro-crise de ignorância, pois nossas mentalidades não estavam preparadas para tal mudança e a literatura de plantão não nos ajuda neste caso.

Crises de paradigmas só são solucionadas quando promovemos revisões filosóficas dos antigos conceitos para que possamos entender as reações da vida.

Elas são inusitadas apenas pelo fato de não termos conhecimento das regras existentes.

O problema nas crises de paradigma é que há um problema de excesso de confiança nos antigos agentes de orientação das rotas.

Confia-se em pessoas e organizações, que também vivem a crise de mentalidade. Esperamos que nos auxiliem nessa crise, mas elas também vivem o mesmo problema.

Os antigos agentes orientadores estão também imersos na mesma crise, criando espécie de orfandade à procura de explicações melhores.

Nestes momentos, surgem novas agentes disruptivos, de fora do sistema, que conseguem entender e explicar o fenômeno.

Tais agentes serão mais lógicos, criteriosos e terão menos intoxicação para que se possa olhar sob outro ângulo, geralmente mais filosófico e histórico.

Porém, como não gozam da taxa de confiança, são descartados, levando a crise de mentalidade cada vez mais para longe.

É isso, que dizes?

 

 

De fato é bom pensar o digital em três ondas para separar o joio do trigo.

Muitos autores falam do impacto da digitalização na sociedade e nos negócios e isso é inegável.

Porém, isso é um efeito da primeira onda com a chegada dos computadores (de grande e micro) impactantes, desde 1960.

Podemos ver a chegada da Internet como a segunda onda e as plataformas participativas marcando a terceira onda.

Quando analisamos autores que falam de Transformação Digital falta a eles um pouco uma separação destes três momentos.

De fato, a digitalização quebrou muitas organizações e significou fortes mudanças na última década, mas vivemos hoje outro momento.

A chegada das plataformas participativas não pode mais ser chamada de digitalização dos negócios.

O Uber não digitalizou a cooperativa de táxi, assim como o Airbnb não fez o mesmo com os hotéis. Eles uberizaram o modelo administrativo!

O somatória das duas outras ondas criou, com várias tecnologias em sinergia, bem como novos empreendedores com outra mentalidade, o que podemos chamar da Terceira Onda, que podemos chamar de  Curadora.

Algo bem mais disruptivo do que as outras duas.

O Uber inaugura novo modelo de administração, pois o grande valor que gera para os clientes é oferecer produtos e serviços muito mais baratos e de melhor qualidade, pois “assassinou” o gerente.

Ele tem um fator exponencial (Geest, Malone e Ismail) ou assimétrico (Rogers) em relação as outras organizações.

É disruptivo na opinião de Rogers, pois oferece algo que os antigos concorrentes não conseguem oferecer.

Por quê?

Há na Terceira Onda Digital Curadora uma grande novidade: a chegada de novo modelo de administração sem gerentes,  no qual consumidores decidem, apoiados por Inteligência Artificial.

Podemos dizer que tudo foi se encaminhando para a criação de modelo de administração mais sofisticado para lidar com patamar de complexidade demográfico muito maior.

Porém, o interessante que isso se deu em ondas.

Quando se lê os livros sobre Transformação Digital se vê claramente que se trabalha ainda na segunda onda, quando a digitalização imperava como elemento disruptivo.

O que era para ser “disruptado”, acredito que já foi.

O que é preciso agora é analisar a chegada da Terceira Onda Digital Curadora, que o que está gerando novas organizações com mais exponencialidade e mais assimétrias em relação às concorrentes tradicionais.

A Terceira Onda Digital, horizontalizando relações, permitiu também além da Curadoria, aumento da taxa de aceleração da da inovação, o que fez de certa forma um revival na segunda onda digitalizadora.

Um projeto de Transformação Digital, assim, não pode se basear nos paradigmas da Primeira e Segunda onda, pois a grande ameaça, se ocorre no respectivo mercado, é a chegada disruptiva da Curadoria.

É preciso criar ações para que a organização tradicional se antecipe a ela.

É isso, que dizes?

 

Analisando os dois livros bem badalados do mercado; “Transformação Digital” de Rogers e “Organizações Exponenciais” de Geest, Malone e Ismail senti necessidade de desenvolver dois novos conceitos: o de formação digital e o de transformação digital.

Os dois livros, a meu ver, que pretendem um guia de Transformação Digital, são muito mais guia de formação digital, pois preparam pessoas para empreender no novo mundo a partir do zero e não migrar para o novo mundo, a partir do legado existente de uma organização tradicional.

O livro de Rogers, por exemplo, chega ao ponto de afirmar que “organizações tradicionais ainda podem ditar as regras” (pg.16) E avisa, em letras pequenas, mas se houver uma disrupção: “não há bolas de cristal em negócios”. (pg.34). Faz uma lista de sintomas e tendências e meio que manda o pessoal se virar para ir adiante.

Apesar do nome, não tem o passo a passo para o TRANS.

O de Malone, Geest e Ismail sugere a criação de startup que depois de um tempo volta para ser absorvida pela “nave mãe”. É melhor, mas ainda não apresenta, a meu ver, diagnóstico mais consistente e tratamento mais eficaz.

Vejo como  grande desafio na área dos negócios hoje em dia a adaptação da FORMAÇÃO das organizações tradicionais para nova formação. E, por isso, é preciso de uma ação TRANS.

O que é diferente ao se promover a formação digital para novos empreendedores –  papel importante, mas não é o que as organizações tradicionais querem de material de apoio e nem o que os livros prometem.

Para que se possa ir para nova formação é preciso um processo TRANS que atenda:

1- analisar os sintomas – o que de fato está mudando (isso os dois livros ajudam em alguma coisa);

2- ter diagnóstico adequado dos problemas da FORMAÇÃO atual para a competitividade e definir, assim, o que afinal é uma Organização Digital, Exponencial, 3.0, 4.0, a partir de uma visão de futuro mais consistente.

3- quais são as ações TRANS devem ser feitas e em que ordem que permitirão a passagem da FORMAÇÃO atual para a nova que mantenha REALMENTE uma organização competitiva?

Os dois livros não apontam uma saída, a meu ver convincente, e justificam a mesma de forma embasada conceitualmente.

Fiz abaixo comparativo entre os dois livros e o meu “Administração 3.0 – por que e como uberizar uma organização tradicional” lançado este ano para que se tenha noção da diferença entre um livro de TRANS-formação digital e outros de Formação digital, vejamos:

Convido-o a ler o meu livro e analisar comparativamente se o que estou dizendo é fato ou é só marketing.

Detalho mais a fundo este e outros assuntos nas Leituras Compartilhadas do Nepô, via Whatsapp, mande-me uma mensagem: 021-99608-6422.

V 1.0.0 (Beta)

Aqui resumo as diversas dúvidas, questionamentos, críticas que as pessoas que participam ou querem participar das minhas Leituras Compartilhadas sobre formação e transformação digital, via Whatsapp, têm tido.

PERGUNTAS DE QUEM QUER ENTRAR OU ESTÁ ENTRANDO:

Nepô, qual é o objetivo das Leituras Compartilhadas?

Criar ambiente de reflexão crítica em torno dos temas formação e transformação digital, a partir da minha análise sobre Best-Sellers do mercado.

Nepô, que livros são lidos?

Sempre livros que influenciam o mercado para termos visão crítica, que possa ajudar a refletir de forma mais lógica para aprimorarmos a forma de pensar e agir..

Posso interferir na escolha dos livros que serão lidos?

Sim, pode. Há votação no grupo Básico (o maior de todos), entre dois livros para a próxima temporada. Há também espaços para grupos personalizado, nos quais os livros são acordados pelos participantes.

Nepô, o que é uma Temporada de Leitura?

É período de tempo, no qual mergulhamos em determinado livro específico sobre formação e transformação digital. Geralmente, cada temporada dura um mês. Já analisei “Negócios Digitais” (Pakes e outros), “Transformação Digital” (Rogers) e agora “Organizações Exponenciais” dos três mosqueteiros (Malone, Geest e Ismail).

Nepô,  para quem são destinadas as Leituras Compartilhadas?

Trabalho sempre com mudança de mentalidades de pessoas físicas, que podem, se tiverem espaço, desejo, oportunidade, conseguir alterar determinadas formas de agir e pensar seja na empresa em que trabalham, mudando de emprego, criando o próprio negócio digital, ou adaptando o existente do analógico para o digital.

Nepô, as Leituras Compartilhadas são gratuitas? 

O grupo básico é gratuito e, por enquanto, prevê a inclusão de um vídeo sobre o livro da temporada por semana. Estou ainda na fase beta do processo, mas o conceito geral é o seguinte: quanto mais o trabalho de mudança de mentalidade do analógico para o digital for personalizado, mais os participantes investem e mais eu posso me dedicar a cada um deles.

Nepô, por que não discutimos nos grupos o seu próprio livro?

A leitura compartilhada do meu livro pode ser feita para uma pessoa ou grupo, basta me consultar. Estou preparando cursos online para atender também a essa demanda de forma mais massiva.

PERGUNTAS DE QUEM JÁ PARTICIPA DOS GRUPOS:

Nepô, e se a minha empresa não quiser mudar, de que adianta aprofundar o tema?

Meu objetivo é preparar pessoas que possam entender o mundo atual de forma mais densa, profunda e eficaz. A pessoa tem que querer aprender, independente, toda a intoxicação e imediatismo que existe no mercado. Entender o atual contexto vai ajudá-la a tomar decisões  mais eficazes em relação ao futuro em várias áreas da sua vida. Compreender de forma consistente não mata ninguém, ao contrário, ajuda.

Nepô, a sua visão sobre o futuro não é muito disruptiva?

Sim, tenho diagnóstico disruptivo que estamos entrando em outra era da sociedade humana, com a chegada de nova linguagem (cliques) e novo modelo de administração (curadoria) em função da explosão demográfica dos últimos 200 anos. Comecei há 11 anos com ideias bem próximas ao que o mercado pensa hoje e fui evoluindo depois de três livros, dois mil alunos, mais de mil palestras, atendimento a vários clientes e um doutorado. Assim, o meu diagnóstico se tornou disruptivo e procura ser compatível com futuro, a meu ver, também disruptivo.

Nepô, você não é inflexível na sua análise?

Não, eu sou bastante flexível a argumentos lógicos. Meu papel de influenciador digital é justamente este: limpar conceitos, criticar, forma mais racional, as contradições e buracos que vejo nos Best-Sellers. Cumpro um papel que o mercado tem necessitado. Mudo, porém, meu ponto de vista, quando encontro argumentos lógicos.

Nepô, o que afinal você vende ao mercado?

Lógica. Produto que anda bem escasso no mar de emoções que estamos navegando. Além disso, procuro ser bastante ético, ao não tentar enganar os meus clientes com diagnósticos e tratamentos ilógicos e superficiais, que podem levá-los a perder competitividade, a gastar muito e ter muito pouco de retorno, sem falar nos riscos que correm e as oportunidades que deixam de enxergar.

Nepô, você acha que TODAS as organizações tradicionais vão acabar?

Não rapidamente, mas já sofrem alguma perda de competitividade, que, dependendo do setor, podem aumentar no curto, médio e longo prazo, podendo chegar, como tem acontecido em vários casos, ao fechamento de portas. Tenho alertado que vivemos hoje a maior mudança organizacional da história do Sapiens e é preciso muita inteligência competitiva para lidar com ela. Há uma nova mentalidade que precisa ser incorporada que é fator fundamental de competitividade.

Nepô, você não é uma voz muito discordante das empresas tradicionais de consultoria?

Sim, pois sou mais independente, não tenho o legado ou a folha de pagamento delas. Elas, assim, tendem a ser muito mais conservadoras do que eu, mesmo que o mercado exija outra atitude. Tenho alertado a meus clientes que, diferente do passado, na revolução digital não faz sentido almejar o selo “Transformação Digital ISO 9000”. A liderança no futuro não será “carimbada” por uma certificadora, mas pelo cidadão/consumidor que tem apontado o desejo de consumir em modelos de organizações bem diferentes das atuais, em todas as áreas da sociedade.

Nepô, no seu livro “Administração 3.0” você sugere a criação de startups do lado de fora das organizações tradicionais, que não voltam mais para trás. Uma espécie de suicídio assistido. Isso não é muito radical? Não era melhor ter uma transição mais suave?

É justamente a criação desta área “bimodal 2”, que torna o  processo de transição viável e mais suave, apesar de mais difícil de ser iniciado. Minha ideia é que se trabalhe no modelo bimodal: a organização continua atuando e melhorando do jeito que pode (incluindo adotando as visões de mercado sobre Transformação Digital), mas já colocam pé no novo mundo da Curadoria, o quanto antes para evitar serem surpreendidas. É a forma mais eficaz e barata da Transformação Digital, porém a mais difícil de ser adotada.

 

Por que você critica tanto os americanos nas leituras?

A escola americana neste campo, liderada pela Singularity University, é boa para a formação digital de quem vai começar do zero, mas tem dificuldade para sugerir a transformação digital para quem precisa migrar.  É uma dificuldade inerente ao jeito americano de pensar e agir, mais pragmático, que dispensa estudos mais históricos ou filosóficos. Meu embasamento filosófico e teórico, que me permitiu chegar ao meu diagnóstico é o da Escola Canadense de Comunicação, criada no século passado por McLuhan, que tem hoje Pierre Lévy à frente.

Nepô, muitas vezes gostaria que você entrasse mais na metodologia dos autores, por que você não o faz?

Primeiro, faço análise filosófica e teórica para compreender o diagnóstico que eles sugerem. Quando não concordo com ele, já não me interesso tanto pelo tratamento. Porém, aprendo com as diferentes visões e procuro extrair algum ensinamento para aperfeiçoar tanto as críticas, como as propostas. O meu objetivo é sempre de ajudar as pessoas a entender o cenário e a visão dominante, através da crítica baseado na lógica, independente aquilo que o mercado quer consumir, muitas vezes de forma emocional. Procuro apontar de forma lógica falhas conceituais nos livros que podem induzir organizações a erros, que podem ter alto custo no futuro.

Nepô, por que você critica tanto os livros “Transformação Digital” e “Organizações Exponenciais”?

São livros que se propõe a ajudar na TRANS-formação, mas ajudam apenas na FORMAÇÃO digital. Ou seja, mostram o outro lado da margem do rio, até com certa eficiência em alguns pontos, mas não conseguem, a meu ver, criar pontes para que organizações tradicionais analógicas saiam deste lado da margem e possam ir para o outro.

Nepô, como o mercado pode “comprar” esta visão mais disruptiva que você sugere?

Através do debate, da conversa, do estudo atingindo pessoas que queiram realmente compreender e agir de forma coerente com o que nos reserva. O mercado precisa de lógica e todo produto escasso acaba tendo valor, mesmo que mais caro e para pouca gente no início.

Nepô, o que temos então é uma aposta que você faz no futuro?

Digo sempre que fiz uma aposta de um diagnóstico e tratamento alternativo ao mercado fortemente intoxicado pelo imediatismo. O grande julgador dos atuais livros e influenciadores digitais de plantão serão os resultados que vão – ou não – aparecer do que eles sugerem no curto, médio e longo praxo. Todos nós que fazemos apostas intelectuais – sempre foi assim –  seremos julgados pelo futuro. É sempre para ele que estou trabalhando.

 

Todo mundo que tem sucesso é feliz?

Não.

Sucesso é um conceito geral, coletivista, que passa a ideia que todos somos iguais, disputando o mesmo lugar no alto da montanha.

Cada ser humano tem um ecossistema distinto, uma diversidade, que pode ajudar a outras pessoas a serem felizes, no mercado, sendo feliz.

Não é um jogo simples, mas complexo.

Assim, a ideia de sucesso é uma forma de massificação do problema “busca da felicidade”, que ajuda a muitos “gurus do sucesso” a ganhar dinheiro.

Aristóteles dizia que a felicidade é um bem supremo, justamente por ser individual, se alguém se diz feliz, não há mais discussão.

A felicidade é feita de dentro para dentro.

Obviamente, que um empreendedor precisa alinhar a sua felicidade com a do cliente.

Quanto mais o fornecedor é independente, autônomo, conceitual, mas complexo fica o jogo no mercado, o marketing, os nichos.

E mais a ideia de sucesso coletivista vai ficando para trás!

Conheça mais o meu serviço:

Do empreendedorismo analógico para o digital (com qualidade).

É isso, que dizes?

 

Ecossistema individual – ambiente de cada indivíduo dividido entre os fatos, a mente e a identidade com taxas mais ou menos conscientes;

Identidade criativa – capacidade humana de observar os fatos e as reações ao mesmo com taxas de mais ou menos consciência;

Mente herdada – local abstrato aonde ficam depositados os legados, traumas e afetos positivos ou negativos de cada pessoa;

Mente reconstruída – capacidade que a pessoa tem de ir, gradualmente, corrigindo determinados aspectos da mente, evitando determinadas reações;

Mindset – ato da Identidade Criativa de alterar a Mente Herdada. Assim, não encaro mindset como substantivo, mas verbo, o ato deliberado e voluntário de alterar a mente pela própria pessoa;

 

Muita gente fica tentando entender as macro-tendências tecnológicas para os próximos anos e décadas.

O problema é de que tecnologias estruturam a sociedade – uma espécie de placa-mãe e quando temos mudanças, principalmente, nas mídias, abrimos o que vou chamar de “crise de mentalidade”.

O ambiente social cria um ambiente mental, no qual as pessoas se acostuma, são moldadas.

Podemos dizer que as tecnologias moldam o modus operandi e este as mentalidades das pessoas.

Uma Revolução Cognitiva, mudança de mídia, traz, junto com ela uma profunda Crise de Mentalidade.

Vivemos hoje a passagem da Mentalidade Analógica para a Digital.

Existem muitos desafios e oportunidades, mas nada é mais forte e interessante do que este: a capacidade que teremos, no menor espaço de tempo possível, de superar tal crise.

Se existe um profissional que será valorizado é aquele que é capaz de:

  • entender o desafio;
  • criar métodos que permitam superá-lo.

Além disso, podemos dizer que existe a superação da Macrocrise de Mentalidade massivamente, exponencial.

O trabalho de nicho, personalizado.

É isso, que dizes?

 

Vivemos hoje no mundo a passagem de um ambiente centralizado para um descentralizado.

Uma série de sub-fenômenos, macro-tendências, estarão atrelados a esse macro-movimento.

Há uma necessidade de distribuição das decisões para lidar melhor com o atual patamar da complexidade demográfica.

No Brasil, temos três macro-movimentos:

  1. A demanda massificada de migração de uma mentalidade empregatícia para uma empreendedora;
  2. A demanda massificada de migração de uma mentalidade empreendedora analógica para a digital;
  3. E, como base para tudo isso, a demanda massificada de migração de uma mentalidade reativa para uma inovadora.

Tenho me dedicado ao estudo do terceiro passo, começando por entender a mudança e, agora, pensar em metodologias que facilitem essa passagem da reação para a inovação.

Temos aqui algumas demandas:

  1. a consciência de que o ser humano trabalha no que podemos chamar de triângulo da identidade;
  2. que o triângulo da identidade é formado por fatos, mente herdada e identidade consciente.

Uma pessoa que tem dificuldade de mudar e de inovar tem uma identidade inconsciente e é dominado pela mente herdada.

Os fatos são sempre analisados pelo que ela foi ensinada ou “domesticada” a reagir.

Uma pessoa que tem facilidade de mudar e de inovar tem uma identidade consciente, consegue enxergar a mente herdada de fora e promover um mindset – reformatação da mente.

Os fatos são reanalisados pela identidade consciente e se procura novas formas de reagir.

Quer conhecer mais sobre “Mentalidade Inovadora” clique aqui.

É isso, que dizes?

O grande problema da mudança de algum lugar para outro é a incapacidade de nos perceber como dois:

  • um de nós é a nossa mente herdada;
  • o outro de nós é a nossa mente construída.

A mente herdada é tudo aquilo que recebemos, a maior parte das vezes sem refletir, aonde se acumulam traumas, formas de pensar consolidadas.

Quando reagimos a determinadas situações sem refletir, quase sempre, é essa mente herdada que está em ação.

A mente construída é aquela capaz de observar e modificar a mente herdada. E capaz de promover um mindset, uma alteração (set) da mente do ponto “a” para o ponto “b”.

Assim, nossa mente é capaz de redesenhar a mente, geralmente, a procura de mais qualidade de vida, ou se quiserem, felicidade.

Porém, não é, como muitos dizem ou vendem,  tarefa fácil, pois somos os seres mais complexos do planeta, o que não quer dizer melhores.

Quem quer promover mudanças, antes de tudo, tem que desconfiar de si mesmo, passar o tempo todo se observando para saber que mente está no comando.

E identificar o que da mente herdada será ainda é válido para trazer qualidade de vida e o que deve ser descartado.

A base para a criação de uma mente empreendedora – aquela que é mais independente diante do mercado –  é promover esse jogo entre as duas mentes: a herdada e a construída.

Dificuldade de empreender, fora ou dentro de uma organização? Clique aqui!

É isso, que dizes?

 

A palavra empreendedor precisa de certa reflexão, pois não podemos dizer que um dono de botequim e do Uber podem ser enquadrados da mesma maneira.

A distinção é importante, pois quando pensamos em ajudar pessoas a empreender mais e melhor, temos que ter diagnóstico adequado.

Uma boa formação, ou coaching para o empreendedorismo, tem que ter base filosófica-teórica consistente para poder rapidamente diagnosticar:

  • O perfil dos candidatos;
  • Os bloqueios que cada um enfrenta;
  • E as ações para que o perfil possa exercer a plenitude do seu potencial, superando de forma mais rápida possível os bloqueios existentes  para a etapa seguinte.

Empreendedorismo, podemos dizer, que vem de empreender: “por em execução, realizar”, uma espécie de sinônimo de trabalhar.

Assim, temos cinco tipos de mentalidade diante do trabalho, de empreender:

Vejamos:

  • Mentalidade empregatícia – aquela pessoa dependente de chefe, empregador, sem iniciativa, que ainda não saiu “da casa dos pais”;
  • Mentalidade intraempreendedora – aquela pessoa que mesmo empregado, debaixo de alguém que lida com o mercado, consegue ter iniciativa e perceber o cliente como o ser verdadeiro empregador;
  • Mentalidade empreendedora incremental – aquela pessoa que já tem o seu próprio negócio, lida diretamente com o cliente, não há mais intermediação entre ele e o mercado. Porém, oferece produtos e serviços já estabelecidos e sem pretensão de alterar, por conta própria, esta condição;
  • Mentalidade empreendedora radical – o mesmo do anterior, mas que já sugere novos produtos e serviços ao mercado, diferente do habitual;
  • Mentalidade empreendedora disruptiva – o mesmo do anterior, mas que já sugere novos produtos e serviços ao mercado, COMPLETAMENTE diferente do habitual.

Um apoio para o empreendedorismo, seja individual ou coletivo, tem que ter estes parâmetros, que não são rígidos, pois existe, por exemplo, muitas pessoas que empreendem, mas que têm mentalidade empregatícia.

E tem muita gente que está dentro de uma organização tradicional, fechada, que tem mente empreendedora, mas não consegue sair do armário.

Se você tem dúvidas sobre empreendedorismo, quer dar um salto à frente ou quer ajudar a criar uma cultura empreendedora, através de iniciativas, quem sabe não possa te ajudar?

Conheça meu serviço:

“Tirando empreendedores do armário!”

É isso, que dizes?

Acredito que temos quatro etapas circulares para um projeto de empreendedorismo digital.

  1. o conceito;
  2. a presença;
  3. a difusão;
  4. e as vendas.

O conceito diria que é a parte mais complexa, pois é preciso saber quem você é, o que pode fazer de diferente no mercado, quem tem interesse na sua diversidade e, ao final de tudo, conseguir sobreviver e ser feliz.

Temos no Brasil cultura coletivista e não uma que fortalece o indivíduo.

Assim, não há estímulo para diversidade, mas para a igualdade forçada.

No Brasil, temos espécie de cultura adolescente, na qual todo mundo tem que ser igual a todo mundo e o diferente é discriminado.

A base do empreendedorismo, ao contrário, é o estímulo radical da diversidade, tanto do fornecedor quanto do consumidor!

O problema central de quem vai começar um negócio é justamente este: conhecer o seu potencial, quanto tudo está voltado para que desconheça.

A melhor forma para sair da sinuca de bico da cultura brasileira anti-empreendedora é a chamada “pivotação” (experimentação constante).

Deve, sim, se ser perder algum tempo para se definir o conceito, mas não muito, pois quem vai dizer o que você pode fazer e como é o cliente-piloto.

O cliente-piloto é aquele ser abstrato e imaginado, que com a pivotação, vai ficando cada vez mais concreto, com CPF ou CNPJ.

Assim, quanto mais rápido você conseguir chegar ao seu cliente-piloto e aprender com ele o que pode fazer, melhor.

Para se chegar ao cliente com CPF ou CNPJ, você terá que construir a sua primeira versão da presença virtual experimental.

É importante que tua presença digital seja leve, fácil de ser trocada com o aprendizado no mercado.

Tudo tem que ser mais líquido do que sólido, incluindo logotipo, marcas, cartão, etc.

É sempre bom ter um espaço para ir aprendendo gradualmente com o mercado e afinando a sua presença digital no tempo.

Tem muita gente que acha uma grande insegurança mudar toda hora. Porém, se você muda e está indo cada vez mais na direção da felicidade tua e do seu cliente, qual o problema?

No segundo momento, temos a difusão da presença digital, que é a chegada nos clientes, que também exige esforço de aprendizado de uma série de artifícios.

Importante na jornada é sempre ter espaço para dialogar e aprender com o cliente, pois é ele, no final de tudo, que vai te ensinar a vender, pois está interessado que você resolva algum problema del.

Um empreendedor digital tem que  que estar sempre aberto, assim, para o aprendizado constante, através do monitoramento da chegada e das vendas, sempre em parceria.

O projeto digital, assim, tem que ser líquido para ir aprendendo com o tempo, evitando sempre projetos rígidos, que vão te exigir tempo, alto custo ou ficar dependendo de alguém.

É isso, que dizes?

Tenho visitado muitos sites e conversado com muitos clientes sobre Estratégia Digital Coerente para pequenos negócios.

Coerência vende, pois passa confiança.

Nem sempre o cliente quer um consultor individual que trabalhe em casa, mas às vezes é justamente o que ele está procurando.

E é melhor, assim, que as coisas estejam claras e ele não ache que está entrando numa toca de coelho e descobrir adiante que é de guaxinim.

Se você é consultor , que presta um tipo de serviço, mesmo que tenha alguns colaboradores, você é um típico empreendedor individual.

Teu nome, teu prestígio, é tua marca.

De que adianta você inventar um nome sofisticado para teu negócio, que vai dar a impressão de algo grande, com se tivesse andar corrido num prédio comercial, quando se trabalha em casa?

Muita gente, pode reparar, apesar de nomes pomposos nos negócios, não coloca o endereço comercial no website, pois, simplesmente não tem um.

Há incoerência estratégia aí, que pode atrapalhar os negócios.

Um consultor individual tem a vantagem de ter custo fixo menor e poder ter mais flexibilidade e é justamente isso que alguns clientes procuram.

Assim, pode se perder clientes de bobeira, pelo simples fato de não assumir o que realmente se é.

Todo mundo, de fato, pode ter sonho de montar algo grande, mas aí seria uma segunda etapa na caminhada e até o caso de criar nova marca.

Marcas não são uma tatuagem. Marcas são dinâmicas.

Marcas fazem parte do aprendizado, com mudança constante, conforme você via aprendendo o jogo do mercado e como o cliente percebe a tua oferta.

Hoje em dia isso é cada vez mais verdade e muito mais verdade quando falamos de projetos individuais. E mais ainda se você atua em mercados dinâmicos como o de tecnologia, por exemplo.

É preciso ter coerência entre o que você REALMENTE é o como se apresenta. Isso gera confiança e atrai o cliente que QUER realmente alguém com o teu perfil.

Pense nisso e conheça mais meu serviço de Estratégia Digital para Pequenos Negócios.

É isso, que dizes?

Transformação digital é termo bem difundido por empresas de consultoria estratégica e aponta para necessidade de cada organização promover mudanças, a partir da chegada das novas tecnologias de comunicação e informação neste novo século.

Transformação digital é uma necessidade para todos os setores, pois saímos de cenário incremental para disruptivo no ambiente dos negócios.

Por causa da revolução digital, o futuro já deixou de ser certo e passou a incerto!

Não se pode afirmar hoje, com segurança, que determinada organização está imune no curto, médio ou longo prazo de perder mais rapidamente ou mais lentamente competitividade.

Sim,  vivemos hoje fenômeno raro na história, quando nova mídia permite a descentralização das ideias, promovendo alterações no mercado, desde mudança na postura dos consumidores, como permitindo novos entrantes.

Tenho estudado e trabalhado no mundo digital há vários anos e já publiquei três livros sobre o assunto, sendo o “Administração 3.0: por que e como uberizar uma organização tradicional” o último, que está sendo lançado este ano.

Hoje, me dedico a palestras e workshops, que visam ajudar aos líderes organizacionais de todas as áreas a compreender com mais profundidade o fenômeno e agir com mais eficácia.

É isso, que dizes?

Vivemos hoje crise de auto-imagem do Sapiens, pois estamos fazendo coisas que não imaginávamos que era possível.

Estamos no epicentro de crise filosófica de auto-imagem, pois existiam aspectos do Sapiens que não tinham sido revelados até então e agora apareceram.

Quais?

  • Hoje, somos 7 bilhões de habitantes;
  • Vivemos em grandes cidades cada vez mais complexas;
  • Por causa das duas primeiras, aumentamos tremendamente nossa dependência das tecnologias;
  • E estamos promovendo mais uma Revolução de Mídia,  que nos permite refazer as bases estruturais da sociedade.

Tudo isso nos obriga a rever a relação que temos com a demografia, cultura, tecnologia e de como alteramos a macro-história.

Para entender para onde vamos, é preciso rever, mais uma vez, quem somos.

Para podermos enxergar melhor o futuro temos que promover revisão filosófica da auto-imagem do Sapiens.

Não podemos projetar o futuro com a mesma auto-imagem que tínhamos, pois somos exatamente o que achávamos que éramos.

Sem essa revisão, qualquer projeção de futuro tende a ser ineficaz.

Para começar a entender para onde estamos caminhando, é preciso superar a crise filosófica de auto-imagem do Sapiens.

É isso, que dizes?

Antigamente, tínhamos as tribos, que lutavam entre si: o nós e eles.

Como somos espécie que vive sob a égide da Complexidade Demográfica Progressiva, o modelo tribal precisou ser revisto por necessidade.

Tivemos que passar do modelo tribal para o civilizacional, no qual as pessoas PRECISAVAM conviver nos mesmos espaços.

Assim, há pensamentos sociais, econômicos e políticos adaptativos à complexidade demográfica.

Note bem que não é evolutivo, mas sempre adaptação na maneira de pensar e agir para que se possa garantir o mínimo de qualidade de sobrevivência, conforme à complexidade demográfica de plantão.

Portanto, os pensamentos e ações humanas ficam obsoletos quando aumentamos a população, pois o que funcionava para determinada complexidade, não é mais operacional para outra.

E há quebras paradigmáticas no pensamento político, social e econômico quando alteramos as mídias, que nos permitem criar novas formas radicais ou disruptivas de pensar e agir.

Quando formos comparar, assim, diferentes propostas políticas para a sociedade, temos que colocá-las, portanto, no tempo e capacidade efetiva de lidar melhor ou pior com a complexidade de cada época.

Existem, portanto, as seguintes possibilidades apenas: as antigas, as contemporâneas e as futuras, todas correspondentes a momentos distintos do patamar de complexidade demográfica.

  • As antigas que formulam suas ideias com a base filosófica tribal, do nós e eles, que representam, por exemplo, a falsa dicotomia esquerda e direita, quando tribos lutavam entre si pela sobrevivência;
  • A contemporânea é a que superou essa dicotomia, via liberalismo (livre mercado, república, relação patrão/empregado) – (liberalismo, podemos até dizer, que deu tão certo que nós legou o problema da complexidade de sete bilhões de habitantes, que temos que enfrentar agora com o pessamento futuro);
  • O pensamento futuro é aquele que vai, a partir do novo cenário cognitivo (novos canais de mídia e nova linguagem) permitir recriar a sociedade.

Se existe alguma classificação possível, esta me parece a mais adequada.

É isso, que dizes?

 

É a capacidade que determinado indivíduo tem de conseguir analisar códigos culturais recebidos e recriá-los.

Geralmente, nossa mente é incremental, com baixa capacidade de reinventar os códigos culturais, pois há espírito geral de preservação dos mesmos.

Mentes disruptivas, que são raras, têm espécie de memória RAM com mais capacidade de processamento interno, que permite recriar os códigos.

Há numa mente disruptiva espécie de área analítica que permite que os dados culturais sejam revisados.

Há comparação entre o código que entra, os fatos da vida e a criação de novos códigos para que se faça determinados ajustes.

É possível que numa determinada época – como a que vivemos, em função da Revolução Cognitiva –  haja o estímulo para a disrupção.

Mais mentes incrementais tenderão a ampliar o espaço interno para promover mudanças. Há aumento de taxa disruptiva na sociedade.

E, em período entre Revoluções Cognitivas, o contrário: o desestímulo para aa disrupção e o estímulo ao incremental.

Movimentos empreendedores de qualquer tipo ou em qualquer lugar dependem fortemente de mentes disruptivas para projetar o que não existe.

Países como o Brasil, culturalmente reativos às mudanças, não só NÃO estimulam o surgimento de mentes disruptivas, como as persegue.

O que é um dos motivos principais para nossos eternos problemas de competitividade.

É isso, que dizes?

 

Não existe nenhuma empresa ou pessoa que não tenha experiência na inovação incremental. Não existe um dia que não tenhamos que fazer algum tipo de mudança deste tipo.

Somos especialistas em mudanças incrementais, pois hábitos e costumes se alteram com o tempo.

Incremental é sinônimo de acréscimo, algo que já existe e será aprimorado. Inovação disruptiva, entretanto, é sinônimo de mudança brusca.

Há empresas que passam o longo de toda a sua vida sem lidar com disrupção, pois o cenário externo não exige tal demanda.

Temos pouquíssima experiência com mudanças disruptivas, pois além dos hábitos e costumes, a disrupção nos obriga a mudar de paradigma filosófico – algo que não estamos acostumados!

Incremental é sinônimo de acréscimo, algo que já existe e será aprimorado. Disrupção, entretanto,  é interrupção do curso normal de um processo.

Mais:

  • A inovação incremental exige mudança de mentalidade dentro de mesmo paradigma. Não há necessidade de aprofundamento nem teórico e nem filosófico. É mudança apenas de metodologia;
  • A inovação disruptiva exige, entretanto,  mudança de mentalidade dentro de NOVO paradigma. Há necessidade de aprofundamento teórico. É mudança de filosofia.

Vejamos ainda:

  • A inovação incremental é algo que lida com o concreto, os envolvidos conseguem enxergar de onde partem para melhorar algo que existe;
  • A inovação disruptiva é algo que lida com o abstrato, os envolvidos precisam projetar o futuro.

A inovação incremental é algo que atende demandas do passado. A disruptiva tem que ter a capacidade de projetar demandas futuras.

Hoje, vivemos mudança da “placa tectônica” nos negócios, pois temos revolução de mídia, que altera as bases de toda a sociedade.

As organizações estão sendo obrigadas a promover a mudança disruptiva, numa mentalidade que sempre lidou com o incremental.

Há perda de competitividade, pois a passagem da mentalidade incremental para a disruptiva é profunda. E não temos métodos adequados para que isso seja feito.

Mudanças incrementais exigem mudanças de mentalidade que conseguem ser alcançadas com métodos racionais e mais superficiais de mudança. Já as disruptivas, exigem métodos com mudanças emocionais e mais profundas.

É preciso desenvolver estes métodos: fator fundamental para melhorar a competitividade organizacional!

É isso, que dizes?

Iniciei em 2018 nova fase da pesquisa.

A mais ampla é sobre mudança de mentalidade.

A mais direta – de campo – é sobre mudança de mentalidade empreendedora.

O PDF geral da pesquisa pode ser visto aqui.

Quem quiser ajudar, seja bem-vindo!

Uma Revolução Civilizacional, motivada pela massificação de nova mídia descentralizadora, provoca o que podemos chamar da “explosão do eu”.

Mídias concentradas geram massificação de identidades, baixa capacidade de diálogo. A identidade de cada um não é estimulada e se vai, aos poucos, aumentando a taxa de percepção do eu de fora para dentro e reduzindo a de dentro para fora.

Na passagem da mídia concentrada para descentralizada, as pessoas passam a ter contato com o diferente e com outras identidades não mais filtradas por um determinado centro.

O estranhamento provoca um questionamento da própria identidade, da forma de pensar.

Há estímulo para que se possa rever as formas de pensar e agir.

É isso, que dizes?

 

Muita gente confunde as duas coisas que são separadas.

Narrativa é uma análise maior sobre determinado problema, que aponta diagnóstico e tratamento. É construída em textos maiores, com argumentações, citações, referências históricas.

Discurso é a apresentação curta dessa narrativa em determinado momento. Se escolhe algum trecho específico da narrativa para a prática do convencimento sobre o diagnóstico e o tratamento.

Podemos dizer que a narrativa é o coletivo de discursos. E que o conjunto de narrativas similares formam uma cosmovisão, que aponta para um diagnóstico e tratamento comum para um conjunto de problemas.

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