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O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal290721

Uma Escola de Pensamento é um Ambiente Reflexivo para lidar com determinado fenômeno da realidade. Reúne pessoas que se identificam com determinados conceitos.

Os Conceitos Hegemônicos de uma Escola de Pensamento foram criados por um ou mais Conceituadores Disruptivos, que questionam antigos paradigmas do estudo daquele fenômeno.

Novos paradigmas iniciam uma nova etapa de análise de determinado fenômeno, através de novos ciclos de pesquisa feitos por novas gerações de Conceituadores.

Escolas de Pensamento em diversas áreas, tais como na Economia (Keynesiana e Austríaca) ou na Psicologia (Freudiana, Junguiana, Lacaniana).

Escolas de Pensamento, não são de “tijolos“, mas Ambientes Conceituais abstratos, que podem ser:

  • Organizativas – apenas organizam os Conceitos Hegemônicos da escola;
  • Propositivas – sugerem melhorias nos Conceitos Hegemônicos da escola;
  • E/ou Formativas – que também (além de uma das duas acima, ou das duas) prepararam pessoas para conhecer, melhorar e operar com os Conceitos Hegemônicos.

A Bimodais é uma Escola de Pensamento Propositiva e Formativa, que aborda o tema do Digital.

É a única, até o momento, Escola de Pensamento Digital Brasileira com esse tipo de método, que visa ajudar profissionais e organizações a poder competir neste novo cenário.

A Bimodais é, conscientemente e assumidamente, seguidora dos Conceitos Hegemônicos da Escola de Toronto do Canadá.

Marshall McLuhan (1911 – 1980) é o fundador e o principal Conceituador Disruptivo da Escola de Toronto.

Nós iniciamos as Pesquisas Bimodais há cerca de três anos, com mais de 300 participantes (eventuais e permanentes), a partir dos Conceituadores Canadenses de Toronto e estamos desenvolvendo, a partir deles todo um novo Repertório de Conceitos. 

A Bimodais não só aprofunda o tema do Digital, a partir dos Conceitos Hegemônicos de Toronto, mas também ampliamos nossos escopo refletindo sobre o próprio pensar e fazer das Escolas de Pensamento.

Algo que é importante na jornada conceitual de todas as pessoas é o seguinte: quanto mais você pensa no que faz, mais tem capacidade de modificar e vice-versa.

Temos procurado melhorar a forma de pensar e operar uma Escola de Pensamento agora nos utilizando do Modus Operandi Digital.

O que quero abordar nesse artigo é o Ferramental Conceitual e Operacional que estamos utilizando para desenvolver nossa Escola de Pensamento no Digital, em particular o Mapa Mental.

Porém, vamos falar das outras ferramentas antes.

Utilizamos algumas Ferramentas Conceituais/Operacionais, que utilizamos para o gerenciamento da nossa Escola de Pensamento:

  • Ferramentas Interativas para que os Bimodais possam dialogar um com os outros e com o Curador, principalmente, o Whatsapp e o Telegram;
  • Ferramentas de Publicação para que os Bimodais e o público externo possam receber o novo conteúdo produzido pela escola, principalmente, o WordPress;
  • Ferramentas de Divulgação para que outras pessoas, além dos Bimodais, conheçam a escola, principalmente, o Postcron;
  • Ferramentas de Venda para que novas pessoas ingressem na Escola, principalmente, o Eduzz;
  • Ferramentas Organizativas (o Mapa Mental Bimodal) – para classificar, armazenar e organizar tudo que é produzido na escola, principalmente, o editor de slide do Google Docs.

O artigo é para detalhar o trabalho organizativo do Curador, na manutenção do Mapa Mental.

O Mapa Mental de uma Escola de Pensamento tem vários objetivos:

  • poder organizar o Sistema de Pensamento da Escola, com suas diferentes camadas;
  • poder desenvolver conteúdo de forma organizada para que todos possam saber a cada material de qual camada estamos tratando;
  • tornar consciente para todos os participantes, tudo que é feito para que possam também organizar a sua Narrativa Individual;
  • facilitar a formação tanto dos novos quanto dos mais antigos, que podem visitar, a critério, o material.

O Mapa Mental de uma Escola de Pensamento é um armazenador de conteúdo, que permite que fique claro as diferentes opções que foram feitas nas distintas Encruzilhadas Conceituais que enfrentamos.

E como estruturamos nossa forma de pensar nos seus mais diferentes aspectos.

Assim, a Bimodais não só tem desenvolvido material para ajudar profissionais e organizações a lidar melhor com o Mundo Digital, mas também ajuda a quem quer iniciar jornada similar para o estudo de qualquer fenômeno.

Isso está contido na Metodologia Bimodal para Escolas de Pensamento.

É isso, que dizes?

 

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal280621a

“Temos uma tendência a confundir o mapa com território.” – Taleb.

Thomas Kuhn (1922 -1996) foi taxativo ao afirmar que novos paradigmas, que emergem depois de crises científicas são impossíveis de serem aceitos por algumas pessoas, que passaram muito tempo convivendo e se beneficiando dos antigos.

“É preciso morrer uma geração para que outra se acostume com eles.” – disse um dos nossos epistemólogos preferidos.

Me pergunto por que?

Arrisco dizer que temos aí quatro situações relevantes entrelaçadas, que dificultam a absorção de novos conceitos por algumas pessoas:

  • Apego Pessoal;
  • Apego Profissional;
  • Apego Social;
  • Mente Quieta e não Inquieta.

Vejamos.

Apego Pessoal:

A relação entre ego (nossa individualidade) e a forma como vivemos.

A forma como vivemos é resultado de conceitos que foram criados pelos nossos antepassados, testados, uns descartados, outros valorizados e utilizados em nossas vidas.

Raramente, temos a noção de que tudo que o ser humano pensa foi inventado por alguém.

E que existem invenções conceituais que têm data de validade e precisam de algum tipo de atualização de tempos em tempos.

Conceitos são, assim, aceitos, assimilados e, muitas vezes, invisibilizados como se fossem eternos, permanentes e imutáveis.

Conceitos, de forma consciente, ou não, estruturam nossa vida, nos permitem ser quem somos.

Quanto mais temos consciência dos conceitos, mais podemos modificá-los e vice-versa.

Porém, os conceitos se naturalizam e passam a ser guardados em determinados lugares do cérebro.

Há uma simbiose entre os conceitos e o nosso ego, que não sabemos mais o que é passível de ser alterado, ou não.

Em geral, conceitos mais invisíveis são os Conceitos Estruturais com os quais temos uma relação de como tivéssemos nascidos com eles.

Conceitos Estruturais são como nossa espinha vertebral, que estruturam nossas vidas.

Em geral, ninguém imagina que fará um transplante da espinha vertebral. Ou mesmo de alguns Conceitos Estruturantes.

Há, portanto, uma relação mais ou menos profunda, mais ou menos consciente, entre determinados conceitos e nosso ego.

Há o que podemos chamar de Invisibilização Conceitual, quando nosso ego não consegue mais separar o que mutável ou imutável. O que estrutural do que é conjuntural.

Podemos dizer que existem conceitos mais Conjunturais, mais passíveis de mudanças e outros mais Estruturais que são quase invisíveis.

Conceitos são, assim, mais ou menos invisíveis, para o nosso ego.

Na Invisibilização Conceitual há uma Simbiose Conceitual Tóxica entre conceitos e nossa individualidade.

O ego e o conceito se misturam como se fossem uma massinha do jogo de criança.

Não sabemos mais o que é imutável em nós e o que é passível de mudança.

Assim, dependendo da Taxa de Invisibilização Conceitual nosso ego permite que possamos rever alguns conceitos e outros, não.

Apego Profissional:

Conceitos também estruturam carreiras, status, salários, remunerações.

E é muito difícil que alguém vá aceitar rever Conceitos Estruturais, que vão contra a forma de como cada um “se dá bem na vida”.

Muito difícil alguém rever um conceito que garante o “leitinho das crianças” no final do mês.

Novos conceitos que, de alguma forma, questionam a forma de como a pessoa sobrevive , como ela ganhou status, geram um processo de rejeição ao novo.

Novos conceitos, na verdade, são vistos pelas pessoas como algo extremamente agressivo ao seu jeito de ser.

O seu jeito de ser, faz com o que a pessoa, não consiga mais entender que foi criado por conceitos, que podem ter ficado obsoletos.

A pessoa, psicologicamente, se torna incapaz de fazer o Transplante Conceitual do antigo para o novo devido ao envolvimento profissional.

Quanto mais os novos Conceitos Estruturantes modificam, de alguma forma, o Status de Sobrevivência da pessoa, maior será a Taxa de Rejeição.

E, por outro lado.

Quanto menos os novos Conceitos Estruturantes modificam, de alguma forma, o Status de Sobrevivência da pessoa, menor será a Taxa de Rejeição.

Apego Social:

Outro aspecto é o nosso envolvimento com nossos amigos e parentes, que criam uma espécie de comunidade.

Mudar a nossa forma de pensar, muitas vezes significa romper com determinadas amizades e isso é muito difícil.

É preciso ter coragem para colocar a nossa forma de pensar por sobre as relações pessoais.

Se os conceitos estão ligados à determinada comunidade, romper com eles significa, em alguma medida, ter atritos, em geral, as pessoas preferem não se aprofundar no assunto.

Mente Quieta:

Por fim, há dois tipos de pessoas e duas relações dela com a necessária revisão de Conceitos Estruturantes:

Pessoas com Mente Mais Inquieta, de maneira geral, têm mais capacidade de revisar conceitos, pois têm uma capacidade abstrata maior e conseguem enxergar como pensam.

Quem pensa como pensa, tem mais facilidade de revisar conceitos.

O que é algo menos usual para os que têm Mentes Menos Inquietas.

Uma coisa importante para um Bimodal é mapear o apego que determinada pessoa tem sobre antigos conceitos para evitar a perda de tempo.

Quanto mais você conseguir escolher clientes mais prontos para as mudanças, melhor serão os resultados.

Insistir em querer mudar quem está se sentindo violentando com os novos conceitos, mais energia desnecessária será gasta.

É isso, que dizes?

Colaboraram os Bimodais: Fernanda Pompeu, Rodrigo Palhano, Renato Sant’Anna .

Este artigo é no estilo Rompedor:

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal270721

“Viver em nosso planeta, hoje, requer muito mais imaginação do que somos feitos para ter.”Taleb.

Estamos saindo de uma Crise Civilizacional Pré-Digital.

A Crise Civilizacional Pré-Digital pode ser explicada pelo aumento exponencial da população nos últimos 230 anos sem que tivéssemos criado novas mídias que nos permitisse criar formas mais sofisticadas de sobrevivência.

Nestes períodos civilizacionais, em que se aumenta a população sem que se tenha novas Mídias Descentralizadoras, que nos permitam criar novas formas de sobreviver, há um processo gradual de Padronização das Pessoas.

Nos momentos, que antecedem a uma Revolução Midiática há uma redução da Taxa de Diversidade da Reflexão, com cada vez mais pessoas pensando mais e mais parecido.

Há uma Verticalização da Informação que favorecer à Padronização do Pensamento.

Não é a primeira vez que isso ocorre e talvez não seja a última. É o Espiral Civilizacional Progressivo, típico de uma Tecnoespécie.

O aumento da Taxa de Padronização da Reflexão tem as seguintes características, em termos de formas de pensamento:

  • pensamento de curto prazo;
  • pensamentos mais operacionais;
  • pensamentos pouco abstratos;
  • pensamentos conjunturais;
  • pensamentos padronizados.

Nestes primeiros anos após a Revolução de Mídia há um certo problema tanto conjuntural, quanto estrutural, na forma como pensamos:

  • Conjunturalmente – percebemos que há algo se modificando na sociedade e não se consegue definir claramente o que é e quais são as causas para tantas mudanças tão diferentes e rápidas, tal como o surgimento de uma nova Mídia;
  • Estruturalmente – há uma demanda por aprender a lidar com uma maior Taxa de Diversidade de Reflexão, porém não fomos preparados para lidar com ela.

Compreender o efeito da mídia é algo passageiro, aprender a lidar com o novo Modus Operandi Digital será algo permanente.

O novo Modus Operandi Digital implica no aumento exponencial:

  • da Taxa de Circulação de Informação;
  • das opções de consumo;
  • das opções de trabalho;
  • das fontes de informação;
  • do Discernimento da Verdade e da Mentira – do que é mais verdadeiro e menos falso;
  • da Taxa de Midificação de cada pessoa.

Para entender o novo cenário e passar a viver neste Novo Normalzão, é preciso Revisões Conceituais mais abstratas.

Mais informação demanda reduzir a importância dos fatos e aumentar a compreensão dos padrões.

A atual geração (onde se incluem jovens e adultos) NÃO foi formada para viver no Modus Operandi Digital.

Não basta saber utilizar as novas Ferramentas Digitais.

É preciso uma forma de pensar mais estruturada para poder lidar com muito mais informação.

Um dos grandes desafio dos educadores para o futuro é formar mentes para um mundo de informação abundante.

Mais ainda.

Com o tempo, foi se criando na Crise Civilizacional Pré-Digital um verdadeiro preconceito contra o pensamento abstrato.

Se consolidou a ideia que teorizar é atrapalhar as atividades “práticas”.

Se relaciona hoje a operação (“a prática”) com eficácia.

Tudo que se faz, se realiza, é eficaz. E quando se para para pensar, antes de fazer, se tem a sensação de que é perda de tempo.

A falsa dicotomia entre teoria e operação (“prática”) é um sinal evidente da Crise Civilizacional Pré-Digital, que ainda nos assombra.

O pensamento humano foi concebido principalmente para resolver problemas de sobrevivência.

Dependendo do tipo de problema que enfrentamos, é preciso definir quais são as Ferramentas Conceituais mais adequadas.

Quanto mais um problema a ser enfrentado é estranho e desconhecido, mais será preciso usar a reflexão, a abstração e vice-versa.

Para combater a Padronização do Pensamento, a nossa escola desenvolveu o Edifício do Pensamento Bimodal.

O objetivo do Edifício do Pensamento Bimodal é apresentar opções do pensar para lidar melhor com o Novo Normalzão.

O Edifício do Pensamento Bimodal é uma proposta de categorização dos diferentes Ambientes de Diálogos necessários para lidar com qualquer tipo de fenômeno.

O Edifício do Pensamento Bimodal sugere a criação de cinco etapas sinérgicas para analisar qualquer fenômeno: filosofia, teoria, metodologia, operação, avaliação, que pode ser analisado de cima para baixo ou de baixo para cima, conforme cada caso.

Dependendo do problema a ser enfrentado, ou se inicia o trabalho se utilizando o Método Dedutivo (de cima para baixo, da filosofia para a avaliação dos resultados) ou o Método Indutivo (de baixo para cima, da avaliação dos resultados para a Filosofia).

  • O Método Dedutivo revisa os paradigmas antes de analisar os fatos, pois perderam a validade diante da realidade;
  • O Método Indutivo continua com os mesmos paradigmas para analisar os fatos, pois precisamos de novos.

Um Método Analítico não pode ser considerado melhor do que o outro. Apenas um é mais adequado do que o outro.

Uma chave de fenda (método analítico) não tem capacidade de “apertar” todo tipo de parafuso (fenômeno)!

  • Quanto mais um fenômeno é desconhecido, estranho, incomum, mais o Método Dedutivo se mostrará eficaz;
  • Quanto mais um fenômeno é conhecido, normal, comum mais o Método Indutivo se mostrará eficaz.

Um exemplo de aplicação do Edifício do Pensamento Bimodal para tornar mais claro como funciona.

Passemos a um caso de análise fora do Digital.

A Doença de Chagas foi diagnosticada por Carlos Chagas (1878 – 1934), que descobriu que determinados sintomas de alguns doentes eram provocados por um determinado inseto o Triatoma Brasiliensis. 

Até aquele momento, não havia a definição de que a essência, a causa daquela doença, em particular, era provocada por um determinado tipo de inseto, infectado por um vírus específico.

A descoberta do inseto foi o processo filosófico de Carlos Chagas, pois, antes de tudo, era preciso definir a causa da doença – a essência para que se pudesse lidar com ela.

Neste momento, definido a Essência Filosófica, a causa raiz da doença, se começou a desenvolver as teorias.

Teorizar, no caso, foi o processo de definição dos diferentes elementos.

Chagas constatou que não eram todos os insetos, mas apenas alguns, que tinham o vírus. E, além disso, procurou definir quais eram os sintomas e as consequências das mesmas.

Por fim, com a filosofia e teoria definidas, se passou a sugerir metodologias para lidar com a doença e, por fim, se passou para o operacional e a avaliação dos resultados, com a análise do aumento ou da redução de casos.

Se algo estivesse errado na filosofia e teoria, obviamente, seria necessário se alterar a metodologia e o operacional, o que ia ficar evidente na avaliação dos resultados.

O Edifício do Pensamento Bimodal pode ser utilizado para se analisar qualquer fenômeno – vários dos meus alunos têm feito em diferentes situações.

Mas vamos ver como podemos aplicá-lo no Digital.

O problema que temos hoje diante do Digital é que os Futuristas Profissionais, que atuam no Mercado do Futurismo procuram entender e lidar com o fenômeno pelo Método Indutivo e não Dedutivo.

O Digital exige que se faça, via Dedução, uma Revisão Filosófica, passando por uma Revisão Teórica para, só então, se chegar às Metodologias de Migração, de Mutação e de Startupização e aplicá-las no Operacional e, só então, avaliar, se os resultados foram positivos.

Os profissionais e organizações aumentaram a Taxa de Competitividade?

Porém, o que temos visto é a tentativa de tentar entender o Digital com a mesma filosofia e teoria, aplicando antigas metodologias, o que não tem ajudado a melhorar a Taxa de Competitividade.

O Edifício do Pensamento Bimodal é um dos dois Pilares Epistemológicos da Bimodais. O outro é a Certeza Provisória Razoável.

Vejamos:

  • O Edifício do Pensamento Bimodal sugere como devemos classificar os diferentes fenômenos em diferentes camadas, no nosso caso, em particular, o Digital (seguimos aqui um pouco as sugestões de Ayn Rand (1905 – 1982));
  • A Certeza Provisória Razoável sugere como devemos rever o que descobrimos, partindo do princípio que é impossível ver a realidade, apenas conseguimos nos aproximar dela (seguimos aqui um pouco as sugestões de Thomas Kuhn (1922 – 1996));.

É isso, que dizes?

Colaborou com o artigo a Bimodal: Fernanda Pompeu.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

 

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

Áudio.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal230721

“Viver em nosso planeta, hoje, requer muito mais imaginação do que somos feitos para ter.” – Taleb.

Por incrível que pareça, o Mercado de Conceitos – uma das atividades de serviços mais importante da sociedade –  é praticamente invisível em todas as áreas.

As pessoas costumam chamar, de forma equivocada, o Mercado de Conceitos de Mercado Editorial na venda de livros e, muitas vezes, palestras.

Porém, o Mercado de Conceitos é o espaço em que vários Conceituadores Profissionais disputam a venda de Narrativas.

Existem várias formas de resolver diferentes desconfortos e cada Conceituador tem a sua “receita” própria.

Quanto mais o cliente percebe a diferença entre as diferentes Narrativas, mais está capacitado para escolher os melhores conceitos e, por sua vez, decidir melhor.

Narrativas Conceituais são ferramentas humanas para se viver melhor.

As Narrativas criadas pelos Conceituadores Profissionais são utilizadas por dois tipos de clientes:

  • por profissionais que se utilizam daqueles conceitos para atender ao cliente final;
  • e pelos próprios clientes finais.

É da qualidade da construção de bons conceitos, que se criam Narrativas mais afinadas com a realidade.

É da qualidade das Narrativas mais afinadas com a realidade, que se tomam melhores decisões.

Existem, assim, vários Mercados de Conceitos na sociedade.

A Bimodais atua no Mercado de Conceito do Futurismo Competitivo.

O objetivo da Bimodais é a formação de Futuristas Competitivos, que se dedicam a criar e disseminar a melhor Narrativa possível para que profissionais e organizações tomem decisões melhores.

Há diferentes Narrativas Conceituais que procuram entender e prognosticar o que ocorrerá na sociedade, a partir da chegada do Digital. A Bimodais está neste mercado.

Existem hoje diversos Futuristas Competitivos Profissionais disputando este mercado com o objetivo de tentar ajudar respectivos clientes a decidir melhor diante de diferentes cenários.

O Mercado de Conceito dos Futuristas, entretanto, vive uma certa crise:

  1. em primeiro lugar, o trabalho da Futuração era muito mais simples do que agora, pois vivíamos, basicamente, com alterações apenas conjunturais e não estruturais do Pós-Digital;
  2. vivemos hoje um ambiente, no qual temos mudanças estruturais, que precisam de um ajuste no Ferramental Conceitual dos Futuristas;
  3. tanto os Futuristas Profissionais quanto respectivos clientes se acostumaram a lidar com Mudanças de Cenários Conjunturais e não Estruturais, como a chegada de novas mídias;
  4. Mudanças de Cenários Estruturais pedem um tipo específico de Ferramental Conceitual dos Futuristas.

Vivemos hoje, se formos na linha Talebiana de pensar o futuro, a chegada de um Cisne Negro Estrutural. 

Um Cisne Negro Estrutural pode ser definido pela chegada de um Fenômeno Desconhecido pelo Senso Comum, que provoca Mudanças Estruturais na sociedade.

A Revolução Midiática Civilizacional Digital é um Cisne Negro Estrutural.

Na maneira Talebiana de pensar, adaptada pelos Bimodais, um Cisne Negro, na definição de Taleb é, para nós, um Cisne Negro Conjuntural, tal com a guerra do Líbano ou o atentado das torres gêmeas.

Um Cisne Negro Conjuntural pode ser definido pela chegada de um Fenômeno Inesperado pelo Senso Comum, que provoca Mudanças Conjunturais, que pode ter repercussões locais ou globais.

O problema que vivemos hoje no Mercado de Conceito dos Futuristas é de que a maior parte deles tem trabalhado diante de um Cisne Negro Estrutural como se fosse Conjuntural.

Um Cisne Negro Estrutural necessita de uma revisão dos padrões de como a sociedade avança ao longo da história.

Há uma relação de fatos com padrões que é a seguinte:

  • Fatos ocorrem;
  • Conceituadores analisam os fatos e os articulam para chegar aos padrões;
  • Padrões prognosticam fatos;
  • Fatos inusitados, fora dos padrões, nos obrigam a revê-los;
  • Fatos ocorrem.

Por isso, temos defendido que o Mercado dos Futuristas precisa operar não mais no Futurismo Normal ou Extraordinário, que seria o caso de enfrentar Cisnes Negros Conjunturais, mas no Futurismo Super Extraordinário mais apropriado para lidar com Cisnes Negros Estruturais.

O outro grande problema que temos no Mercado de Conceito dos Futuristas é o hábito dos clientes em consumir Narrativas de fontes convencionais.

Como nos ensina Thomas Kuhn (1922 – 1996), em momentos de grande anomalia a revisão dos paradigmas virá não dos Conceituadores Convencionais, mas daqueles menos comprometidos com os conceitos vigentes.

De maneira geral,  os Futuristas Convencionais estão usando “velhos mapas para visitar novas terras” (Gil Giardelli).

Os Futuristas Convencionais têm utilizado, na sua grande maioria, o Ferramental Conceitual do Futurismo Normal ou, no máximo no Extraordinário.

Futuristas de Plantão têm feito algumas revisões, no máximo, teóricas, mas, quase nunca filosóficas, que são exigidas diante do tamanho da revisão dos padrões.

Cisnes Negros Estruturais, estamos aprendendo isso, rimam com Futurismo Super Extraordinário.

Quem quer fazer a diferença neste mercado deve se conhecer, classificar e se aprofundar nos diferentes tipos de Futurismo para não, como já dissemos, usar roupa de ciclista para andar a cavalo.

Colaborou a Bimodal: Fernanda Pompeu.

É isso, que dizes?

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

 

 

 

 

O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal210721b

“Não existem explicações finais, apenas melhores.” – Marcelo Gleiser.

Estamos relendo aqui na Bimodais o “Cisne Negro”, livro mais conhecido do Conceituador Nassim Taleb.

Taleb é basicamente um investidor, que enveredou pelo Mercado de Conceitos.

O Mercado de Conceitos é a área de serviços que produz Narrativas para permitir que pessoas, profissionais e organizações possam decidir melhor.

Taleb tem atividade voltada para a tomada de decisões mais de curto do que de longo prazo. É um Futurista Profissional de Curto Prazo.

E isso é chave para que possamos aproveitar o que Taleb tem de bom – tem muita coisa – e criticar o que está exagerado, quando se generaliza a análise de curto prazo para todos os outros dois: de médio e longo.

Assim, não podemos ler os livros de Taleb como se estivéssemos dialogando sobre o Futurismo de maneira geral, mas para um tipo específico – o de curto prazo.

Não há esta separação no livro e isso é a principal crítica que faço ao Taleb: generaliza os Futurismos, como se fossem todos iguais.

Taleb generaliza algo que não se pode generalizar. Acredita que sua forma de Futurar serve para todos os cenários.

E aí ele bate no muro das incoerências.

O Ferramental de Análise um Futurista Profissional, que procura ajudar na Tomada de Decisões de Curto Prazo é bem diferente daquele que se esforça para a de Médio e de Longo Prazo.

O que Taleb defende se encaixa bem para os Futuristas de Curto Prazo. E nisso ele é muito bom.

Ele tem como epicentro da sua Narrativa para Futuristas de Curto Prazo o conceito de “Cisnes Negros“.

Cisnes Negros são, conforme Taleb, eventos inesperados, que causam desconforto e instabilidade, que não foram previstos.

(Vale à pena incorporar o conceito para os Bimodais.)

Note que fenômenos no curto prazo são marcados por:

  • Mais relevância dos Eventos Conjunturais;
  • Menos relevância dos Padrões Estruturais.

Note que fenômenos no longo prazo são marcados por:

  • Menos relevância dos Eventos Conjunturais;
  • Mais relevância dos Padrões Estruturais.

No Longo Prazo temos muito menos Cisnes Negros do que no curto.

Obviamente, que, em geral, as pessoas precisam decidir no curto prazo, e focam nos Eventos Conjunturais dos Fenômenos.

Porém, todo o fenômeno, seja ele qual for,  tem aspectos Estruturais (que nunca mudam) e outros (Conjunturais), que mudam muito mais.

Um Futurista Profissional precisa conhecer, antes de tudo, os Padrões Estruturais dos fenômenos para, só então, analisar os Conjunturais.

Muitas vezes os Cisnes Negros nos obrigam a rever os Padrões Estruturais, que não haviam sido analisados sob a ótica dos novos acontecimentos.

Isso não implica, como sugere Taleb, de que não se pode buscar Padrões Estruturais.

O que não se deve – e nisso se concorda com ele – acreditar que os Padrões Estruturais são Certezas Absolutas.

Eis o pulo do gato do Futurismo de Longo Prazo: temos que procurar o que é mais certo dentro das incertezas.

Podemos dizer, por exemplo, que há milênios o ser humano estabelece regras para sobreviver, através da produção.

Apesar da onipotência de muitos, o sapiens é um ser vivo como outro qualquer e precisa criar condições para que possa sobreviver.

A luta pela nossa sobrevivência é o que nos dá limites e nos permite prognosticar melhor.

Apesar de diversas mudanças conjunturais, a espécie sempre procura e procurará caminhos para que a sobrevivência seja mantida.

Posso dizer, com certeza, que, de alguma forma, daqui a 200 anos continuaremos tendo que batalhar todos os dias para nos manter vivos.

A Luta pela Sobrevivência é um Padrão Estrutural de todos os seres vivos.

Podemos ter uma mudança genética que nos tire a fome e a sede? Sim, podemos, mas continuaremos a ter que tomar a pílula genética para não morrer de fome ou de sede. Ou fazer a operação para colocar o chip.

Tivemos algum Cisne Negro no passado, que tirou da espécie a vontade de sobreviver? Não.

Obviamente, se analisarmos os eventos que Taleb aponta como Cisnes Negros:

  • a guerra do Líbano;
  • o atentado terrorista às torres gêmeas.

Ambos são Eventos Conjunturais, que entram para a história humana, mas que passam, se modificam.

Os Cisnes Negros que ele aponta não forma previstos, não não foram.

Quanto mais estivermos perto do curto prazo, mais impreciso são os eventos e mais podemos ter Cisnes Negros e vice-versa.

Querem um exemplo de previsão de longo prazo que se consolidou, apesar da descrença do Taleb?

Analise, por exemplo, os livros de Friedrich Hayek (1899 – 1992) e Ludwig Mises (1881 – 1973) quando prognosticam que a União Soviética não iria sobreviver no tempo.

Eles não apontaram data, quando, de que forma, apenas disseram que o modelo não era sustentável pelos padrões de sobrevivência da espécie humana.

O que eles apontaram foi o seguinte, que nos apresenta Padrões Estruturais:

  1. complexidade não rima com centralização;
  2. complexidade demanda Índices Coletivos, tais como os preços;
  3. preços são Ordens Espontâneas que permitem que, de forma mais distribuída, as decisões tenham mais qualidade (cada um sabe o que produzir, a partir da demanda do mercado);
  4. a centralização na complexidade, com o tempo, leva à tomada de decisões piores, criando crises produtivas insolúveis.

A Revolução Russa, em 1917, foi um Cisne Negro, vista do ponto de vista do curto prazo, que durou várias décadas para chegar ao seu fim.

Mas os padrões apontados por Mises e Hayek confirmaram, através de Padrões Estruturais, o destino insustentável daquele projeto de sociedade.

Assim, podemos ter Cisnes Negros Conjunturais, que causam desvios no cenário, que muitas vezes vão contra aos Padrões Estruturais, mas que acabam sendo corrigidos no longo prazo.

O Futurista de Longo Prazo trabalha mais com Padrões Estruturais e aponta tendências e não fatos.

Hayek e Mises puderam projetar não os fatos, mas as tendências, por exemplo, ao afirmar que a União Soviética teve um prazo limitado de vida.

Quem procura prever fatos, ocorridos, terá mais dificuldade de acertar e nisso o Taleb nos ajuda.

Porém, não podemos generalizar essa visão para todos os prognósticos.

Só existe uma forma de se lidar e reduzir as Incertezas de Longo Prazo: é preciso estabelecer o que é Estrutural para a espécie humana aquilo que NUNCA MUDA, ou muda muito pouco!

Só é possível reduzir as incertezas, quem é capaz de ter algumas certezas menos insólitas.

Não se pode dizer que a sobrevivência humana não gera regras, tais como, amanhã os oito bilhões de sapiens, com certeza, farão xixi ao longo do dia.

Taleb, muitas vezes, para combater os Cisnes Negro Fóbicos do mercado pega pesado e generaliza demais.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

 

 

 

O artigo aqui é uma abstração para Futuristas poderem estruturar melhor seu Ferramental Conceitual.

Note bem esta frase:

Todos os fatos são filhos de determinados padrões.

Quem olha apenas para os fatos, não consegue reduzir a taxa da incerteza.

Se isso vale para momentos estáveis, vale muito mais para a instabilidade.

Como nos ensinou Aristóteles, tudo na vida tem uma causa.

Quem olha para a causa, enxerga mais longe e pode prognosticar. Quem olha para a consequência, pode apenas lidar com ela.

Quanto mais um jogador de xadrez, consegue projetar jogadas, mais mestre ele se torna.

Portanto, um Futurista de Excelência estuda padrões para poder Futurar melhor.

E é da qualidade dos Padrões Analisados, que se consegue prever, com menos imprecisão, as incertezas.

Um Futurista, anote isso aí, não é um vidente que advinha, apenas aponta as consequências prováveis dos padrões estudados.

Um Futurista apresenta Macrotendências, nada além disso.

Um Futurista, assim, é um analista dos Padrões dos Fenômenos, que cria prováveis roteiros para reduzir incertezas.

Quanto mais ele conhecer os Padrões dos Fenômenos, mais poderá projetar possíveis consequências e vice-versa.

Portanto, é preciso entender as Causas dos Fenômenos para poder projetar as Consequências.

Um terremoto, por exemplo, é um ajuste de placas tectônicas.

Objetivo do terremoto: o ajuste das placas, que estão mal encaixadas, nos levam aos tremores de terra maiores ou menores.

(Não sou especialista em terremotos, encarem o sentido, não os detalhes.)

Vamos analisar agora três elementos dos Fenômenos:

  • Demanda Reprimida – aquilo que está latente, esperando um Gatilho Detonador para se expandir;
  • Gatilho Detonador – o fato que permite que a Demanda Reprimida, passe a ter uma Oferta Viável;
  • Oferta Viável – aquilo que permite que a Demanda Reprimida se expanda.

No caso do Digital, temos:

  • a Demanda Reprimida – é o consumo com Participação em Larga Escala, já que com o aumento populacional, tivemos um exponencial aumento da Padronização em Larga Escala;
  • o Gatilho Detonador – a chegada e massificação de uma Nova Mídia;
  • a Oferta Viável – o surgimento de novas Organizações Digitais (Uberizadas e depois Blockchenizadas), que permitem que se pratique um radical aumento da Taxa de Participação em Larga Escala.

Quando se analisa a demanda, se consegue entender a expansão da oferta, conectando os pontos.

Note que desde um restaurante a quilo, passando pelo uso intenso dos aplicativos de todos os tipos e mais ainda o Bitcoin, nos leva a oferecer ofertas para a demanda humana pela Participação em Larga Escala.

O ser humano, por ser uma espécie com mais diversidade entre seus membros do que as demais, tem a demanda de sobreviver, mas sempre que possível com mais diferenciação, personalização e menos padronização.

Assim, é preciso:

  • definir a essência humana (Tecnoespécie, Complexidade Demográfica Progressiva, Participação e Personalização Progressiva);
  • perceber que tal demanda é latente, que depende de um Gatilho Detonador;
  • e que quando temos o Gatilho Detonador, o que estava reprimido passa a ter vazão.

É isso, que dizes?

 

Áudio do Artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal200721

“O problema está na estrutura de nossas mentes: não aprendemos leis, apenas fatos.”Taleb.

Vamos ver a diferença entre:

  • Fatos – circunstâncias, situações acabadas ou que estão prestes a acontecer; acontecimentos;
  • Padrões – aquilo que regula, as normas e regras que provocam os fatos.

Os fatos acontecem, a partir de determinadas padrões.

Quem conhece melhor os padrões, tem mais chance de reduzir a incerteza dos fatos.

Quem estuda fatos, assim, não os prognostica ou prevê, apenas lida com eles, quando acabam de ocorrer.

Portanto:

  • O Futurismo de Curto Prazo analisa mais os fatos e menos os padrões;
  • O Futurismo de Longo Prazo analisa mais os padrões e menos os fatos.

Isso vale para todas as épocas, para todos os cenários.

Podemos, assim, entender o Futurismo como a atividade humana de fazer prognósticos.

Todos nós praticamos o Futurismo de forma regular. O papel de um Futurista Profissional, entretanto,  é o de ter consciência, refletir para estruturar melhor essa atividade.

O Futurista de Excelência só vende o que consegue enxergar por mais que o cliente queira comprar ilusões.

Porém, há momentos em que é mais fácil Futurar. Quando estamos diante de Cenários Normais e há momentos, como agora, de Cenários Excepcionais.

Digo mais.

Há um espiral de complexidade na atividade de prognosticar.

Quanto mais gente houver no planeta, mais globalizado ele for, mais interdependente estivermos um dos outros, mais difícil será a atividade da Futuração.

Volto ao Taleb:

“Nossas intuições foram feitas para um ambiente com causas e efeitos mais simples e com informação que se moviam mais lentamente.”

Assim, o processo da Complexidade Demográfica Progressiva afeta também a atividade de Futuração.

Prever o Futuro antes do Digital era uma coisa, depois, é outra MUITO diferente.

Porém, além da Complexidade Demográfica Progressiva, que é um fator incremental e gradual na atividade de Futurar, vivemos hoje um fenômeno muito raro e particular.

Podemos dizer o seguinte.

Nunca em toda a história humana, vivemos um fenômeno tão marcante como a chegada da Revolução Midiática Civilizacional, sobre o qual conhecemos tão pouco.

Sim, tivemos no passado outras Revoluções Midiáticas Civilizacionais, mas o Patamar de Complexidade Demográfica não era tão elevado.

Uma Revolução Midiática ocorre hoje na complexidade de uma população de oito bilhões de habitantes, o que causa efeitos colaterais muito maiores e mais inesperados.

E nestes Momentos Extravagantes temos que sair do Futurismo Normal para o Extraordinário ou o Super Extraordinário.

Temos diante de nós mudanças em Padrões Estruturais Desconhecidos e precisamos ter a noção de que tipo de Futurismo pode dar conta do recado.

Vejamos os Três Tipos de Futurismo e as respectivas situações, que os tornam mais necessários:

  • Futurismo Normal – padrões conhecidos, Estabilidade Estrutural, com pequenas Instabilidades Conjunturais;
  • Futurismo Extraordinário – padrões desconhecidos, Estabilidade Estrutural, com grande Instabilidade Conjuntural;
  • Futurismo Super Extraordinário – padrões desconhecidos, com grandes Instabilidade Estrutural.

Vejamos agora as Ferramentas Futuristas de Análise:

  • O Futurismo Normal trabalha basicamente com fatos e Padrões Convencionais e Conhecidos, sem necessidade de comparativo histórico com ajustes operacionais;
  • O Futurismo Extraordinário revê Padrões Convencionais e Conhecidos que geram Instabilidade Conjuntural, com necessidade de comparativo histórico de anos, no máximo década, com modificações operacionais, com ajustes teóricos;
  • O Futurismo Super Extraordinário revê Padrões Convencionais e Conhecidos que geram Instabilidade Estrutural, com necessidade de comparativo histórico de períodos de tempos longos, décadas, séculos e milênios, com ajustes filosóficos.

Vejamos agora diferentes exemplos para a aplicação dos diferentes Tipos de Futurismo:

  • O Futurismo Normal – cotidiano, eventos corriqueiros, Padrões Convencionais;
  • O Futurismo Extraordinário – pandemia, crise econômica, guerra entre países;
  • O Futurismo Super Extraordinário –  Revolução Midiática Civilizacional.

O grande equívoco que vivemos hoje é NÃO utilizarmos o Tipo de Futurismo adequado para o Tipo de Fenômeno que estamos lidando.

Uma Revolução Midiática Civilizacional, por alterar Padrões Convencionais e Conhecidos Estruturais, exige que utilizemos o Futurismo Super Extraordinário.

O Futurismo Super Extraordinário promove revisões filosóficas e parte do estudo da Macro História para analisar Mudanças Estruturais Desconhecidas.

Porém, o que se vê no Mercado de Futurismo não é isso: se está utilizando o Futurismo Normal, no máximo o Extraordinário para entender algo que pede o Futurismo Super Extraordinário.

Eis o principal equívoco que estamos cometendo.

Uma Revolução Midiática Civilizacional é um fenômeno recorrente, que ocorre com espaçamento de milênios e séculos e exige que se faça uma análise Macro-Histórica, não Meso e muito menos Micro.

Hoje no Mercado de Futurismo se analisa os fatos, porém não se consegue entender os Padrões do Fenômeno, que só podem ser vistos, comparados e analisados na Macro-História.

É preciso um ajuste.

Em resumo.

Hoje, no Mercado de Futurismo, que está bem aquecido, estão querendo montar cavalo com roupa de ciclista.

E a coisa não está funcionando.

É isso, que dizes?

Colaborou a Bimodal: Fernanda Pompeu.

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O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal190621

“A maioria de nós tem apenas uma compreensão muito limitada de como as redes funcionam e quase nenhum conhecimento de onde elas vieram.”Niall Ferguson.

Vivemos hoje uma Macro Decadência Civilizacional, em função da forte concentração midiática do último século.

Vimos aqui na Bimodais, que temos três momentos civilizacionais:

Renascimento, Consolidação e Decadência.

Nossa espécie consegue aumentar a população, mas vive crises objetivas e subjetivas, que precisam ser superadas.

Vivemos hoje o fim de uma longa Decadência Civilizacional por causa da Concentração Midiática.

Perdemos a capacidade de pensar melhor, pois nossas mentes foram padronizas por um longo período.

Nestes momentos de Decadência Civilizacional temos, portanto, tendência à baixa Taxa de Reflexão.

Nestes momentos de Decadência Civilizacional temos tendência ao pensamento de curto prazo.

Nestes momentos de Decadência Civilizacional temos tendência à  dedicação maior de tempo ao operacional e não ao estratégico.

Mesmo em outras Fases Civilizacionais, que não na Decadência, vivemos mais o hoje e a semana do que a década e o século.

Fato é que o ser humano, de maneira geral, em qualquer Fase Civilizacional, tem dificuldade de lidar com fenômenos Macro Históricos.

E isso se agrava bastante na Fase de Decadência Civilizacional.

Há movimentos na “placa tectônica” da espécie, que não são vistos com facilidade.

Temos algumas Macro Potências, que alteram o longo prazo, mas que não percebíamos a sua relevância, a saber:

  • A Potência Tecnomidiática – a não neutralidade histórica das tecnologias e das mídias. É preciso promovê-las de forças neutras para ativas;
  • A Potência Demográfica – a não neutralidade histórica dos aumentos demográficos. É preciso promovê-las de forças neutras para ativas
  • A Potência da Sobrevivência –  a não neutralidade histórica das macro mudanças dos ambientes de sobrevivência. É preciso promovê-las de forças neutras para ativas, de algo estático, natural, para permanente e progressivo.

Todas estas forças não são percebidas na análise da Micro ou mesmo da Meso História.

O Digital é, portanto, um fenômeno Macro Histórico recorrente, que só pode ser compreendido, quando analisado sob esse prisma das forças mais amplas.

As Potências Tecnomidiáticas, Demográficas e da Sobrevivência demandam, em algum momento da Macro História, Revoluções Civilizacionais.

O Digital é o momento da Macro-História em que diversas forças humanas latentes começam a sair do “armário”.

  • Mais gente no planeta, demanda novas soluções objetiva e subjetivas para a espécie.
  • Mais gente no planeta, nos obriga a produzir mais, porém, com ajustes objetivos.
  • Mais gente no planeta, nos obriga, pela nossa individualidade diferenciada, nos obriga a consumir mais, não apenas com padronização, mas também com personalização.

Assim, se você precisa enfrentar um frio abaixo de zero, não é qualquer casaco que vai dar conta.

Se você tem que enfrentar um fenômeno Macro-Histórico não é qualquer Ferramental Futurista, que te ajudará a enxergar melhor.

O Digital nos obriga a promover a passagem da análise dos fatos para os padrões.

Dos Padrões Convencionais para aqueles que consigam explicar, de forma nova, o novo fenômeno.

Na análise do Digital, precisamos de mais século e menos semana.

Sem isso, vamos sentir o desconforto de cada vez mais mudanças, entendendo-as cada vez menos.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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“Agora que o mundo está interconectado e as ideias estão fazendo sexo uma com as outras, a evolução econômica elevará os padrões de vida do século 21 a alturas inimagináveis.”Matt Ridley.

Esqueça boa parte do que você aprendeu na escola sobre a história humana.

As profundas mudanças que a Revolução Midiática Civilizacional Digital já promove na sociedade – e ainda vai promover – demonstra que os fatos não tem rimado mais com as teorias dos historiadores convencionais.

Conforme nos ensinam Marshall McLuhan (1911 – 1980) e Pierre Lévy (1956 – ), quando temos novas mídias se modifica a sociedade e a própria civilização.

As novas mídias são detonadoras de novas Eras Civilizacionais. Isso não está no Senso Comum Hegemônico dos historiadores convencionais.

É bom lembrar que as teorias são apenas um processo, nunca final, de tentativa de aproximação da realidade.

Fatos novos nos mostram se as teorias continuam válidas, ou não.

Teorias podem ser questionadas se passamos a ter novos fatos, novos Conceituadores Disruptivos, novas formas de medir e ver ou mesmo o acúmulo do conhecimento.

Muito do que vemos hoje nossos antepassados não conseguiram.

Portanto, se os fatos não se encaixam nas teorias, infelizmente – por mais que os teóricos de plantão não gostem –  está na hora de mudá-las.

Assim, é evidente que os Padrões do Motor da História Humana precisam de um “banho de loja”, a partir do Digital.

O Mundo Digital não só não foi previsto, não tem sido bem analisado e muito menos bem projetado.

A crise epistemológica dos Conceituadores Convencionais diante do Digital é explicada por Thomas Kuhn (1922 – 1996) como Anomalia do Conhecimento.

Anomalia do Conhecimento é um momento em que Conceituadores de um determinado fenômeno não conseguem mais diagnosticar, tratar e prognosticar de forma adequada.

Precisamos ir aperfeiçoando um novo Padrão do Motor da História, que antes não era tão claro, que é o seguinte:

  • O Sapiens é uma Tecnoespécie;
  • Somos dependentes da Interação entre nós para sobreviver;
  • Por causa disso, podemos aumentar a população;
  • O Aumento da Complexidade Demográfica NOS OBRIGA, num determinado momento da Macro História,  a criar novas formas de comunicação e sobrevivência;
  • E, assim, quando promovemos Revoluções Midiáticas, iniciamos novas Eras Civilizacionais;
  • O objetivo de novas Eras Civilizacionais é um ajuste entre o Macro Modelo de Sobrevivência e o Patamar de Complexidade Demográfica, através do aumento da Participação Progressiva.

Há, assim, três momentos distintos na Macro História Humana, que separam as Eras Civilizacionais que são os seguintes:

  • Renascimento – a criação gradual de novas Ferramentas Operacionais e Conceituais, que modificam a forma como o Sapiens sobrevive ao longo do tempo;
  • Consolidação – a aceitação do uso, de forma voluntária, das novas Ferramentas Operacionais e Conceituais, que permitem novos ciclos de aumento populacional;
  • Obsolescência – quando o aumento da Complexidade Demográfica exige nova Revolução Midiática.

É fundamental perceber que vivemos hoje uma recorrente Bifurcação Civilizacional, um momento raro e particular entre:

  • a Velha Ordem, que teve e tem todo o seu DNA de Sobrevivência baseado na Gestão (oralidade e escrita);
  • e a Nova Ordem que inicia, gradualmente, a disseminar o novo DNA de Sobrevivência baseado na Curadoria (oralidade, escrita e ícones no Ambiente Digital). 

Encruzilhada Civilizacional é o momento em que surge uma nova mídia e permite que possamos dar um upgrade na nossa forma de pensar e agir.

Temos nestes raros momentos da Macro História duas Crises Civilizacionais em paralelo:

  • a Crise Estrutural de Obsolescência Civilizacional – do próprio Macro Modelo de Sobrevivência, que não foi pensado e concebido para este Patamar de Complexidade;
  • Crise Conjuntural de Obsolescência Civilizacional – de pessoas e organizações, que se beneficiaram do atual modelo e resistem para não perder seu status quo.

A Obsolescência Estrutural é resultado direto da Tecno-Incapacidade do atual DNA de Sobrevivência da Gestão, que consegue resolver o problema da oferta em grande quantidade, porém com baixa Taxa de Personalização.

Há uma TECNO-IMPOSSIBILIDADE do DNA de Sobrevivência da Gestão em resolver a questão da qualidade em grande quantidade. Isso não é um problema conjuntural, mas estrutural do modelo.

Por mais que um defensor do DNA de Sobrevivência da Gestão seja competente e se esforce, ESTRUTURALMENTE, não se pode passar de determinada barreira.

Há um limite imposto pela Intermediação Administrativa.

Uma cooperativa de táxi, por mais que seja bem gerida, não consegue atender a quantidade de passageiros de um Aplicativo de Mobilidade com aquela Taxa de Personalização.

O que se consegue com o, cada vez mais obsoleto, DNA de Sobrevivência da Gestão é resolver no atual Patamar de Complexidade Demográfica o problema da quantidade, mas com alta Taxa de Padronização.

O objetivo de uma Revolução Civilizacional, detonada por uma nova mídia, é, aumentar a Taxa de Personalização em Larga Escala.

Uma Revolução Civilizacional é um movimento da Macro-História, que tem como causa o aumento populacional e o Fator Detonador a chegada e massificação de nova mídia.

Tudo que assistiremos nas próximas décadas, de forma gradual e espontânea, é a Reintermediação das Organizações Tradicionais na direção de oferecer mais Personalização em Larga Escala.

Todas as Encruzilhadas Civilizacionais – como esta que estamos assistindo – têm algumas características estruturais em comum.

Vejamos.

Do ponto de vista negativo para a sobrevivência, olhando de agora para o passado, tivemos:

  • a redução da Taxa de Reflexão;
  • a criação de organizações com aumento da Taxa de Verticalização;
  • o aumento das Taxas de Padronização das Formas de Pensar e Agir;
  • o aumento da Taxa de Pensamento Operacionais de Curto Prazo.

Do ponto de vista positivo para a sobrevivência, olhando agora para o futuro:

  • há o aumento da da Taxa de Reflexão;
  • criação de organizações com aumento da Taxa de Horizontalização;
  • o aumento das Taxas de Personalização das Formas de Pensar e Agir;
  • o aumento da Taxa de Pensamento Estratégico de médio e longo prazo;
  • surgimento de Conceituadores Disruptivos (Conceituais e Operacionais) em todas as áreas, que passam a preparar as Estruturas Conceituais e Operacionais do novo DNA de Sobrevivência.

A Encruzilhada Civilizacional Digital – abordando agora o momento atual –  têm algumas características conjunturais particulares, que não tivemos antes:

  • ocorre com uma população que chega a casa dos 8 (oito) bilhões, com um salto de oito vezes em menos de 250 anos;
  • um Ambiente de Sobrevivência Humano, que foi se globalizando e se tornando cada vez mais interdependente;
  • a nova mídia digital, que consegue modificar e integrar todas as mídias do passado, a partir da digitalização e introduzir novos canais, nova forma de armazenamento e nova linguagem;
  • e o início de experimentação, pela primeira vez em larga escala, de um DNA de Sobrevivência Disruptivo, abandonando o Modus Operandi Civilizacional Mamífero e iniciando as experimentações do Modus Operandi Civilizacional Insetífero (a palavra existe, não é um neologismo).

O Modus Operandi Civilizacional Insetífero é uma nova forma de sobreviver, através do uso intenso da nova Linguagem dos Rastros Digitais, que permite uma forma disruptiva de se promover a intermediação.

Não estamos apenas alterando com o Digital o DNA de Sobrevivência, de forma radical, como foi a passagem da Monarquia Absolutista (Líder-Alfa Rei) para a República (Líder-Alfa Presidente/Primeiro Ministro) na Revolução Civilizacional da Escrita Impressa, por exemplo.

A Civilização 2.0 marca o início do uso do DNA de Sobrevivência da Curadoria, que passa a se utilizar do Modus Operandi Civilizacional Insetífero.

No novo DNA de Sobrevivência conseguimos quebrar a antiga barreira civilizacional da Personalização em Larga Escala – uma demanda do novo Patamar Demográfico.

A espécie humana entra, assim, na Civilização 2.0, não para melhorar, de forma incremental ou radical, o que já existe, mas criar, disruptivamente, um novo Macro Modelo de Sobrevivência.

A espécie humana entra na Civilização 2.0 para promover a passagem filosófica, teórica, metodológica do Modus Operandi Civilizacional Mamífero para o Insetífero.

Assim, podemos dizer que a passagem da Era dos Gestos para a Oralidade e desta para a Escrita foram grandes “pulinhos” humanos, mas a chegada do Digital não é um pulo, mas um “mega salto” Civilizacional.

Por isso, temos tido tanta dificuldade de entender e nos adaptar a essa Encruzilhada Digital.

O ser humano vive, o que é natural, o curto prazo, a Micro História e temos uma grande dificuldade de compreender fenômenos Macro-Históricos.

Somos a primeira geração da nova Civilização 2.0, que inicia uma nova jornada humana, que mudará completamente a forma como nos organizamos.

Viveremos, como em todas as Encruzilhadas Civilizacionais, momentos difíceis entre a Velha e a Nova Ordem, mas o instinto de sobrevivência do Sapiens nos levará, mais dia menos dia, na direção de mais qualidade de vida.

O que o Sapiens quer é algo muito simples: viver, independente a quantidade de gente no planeta, de forma mais personalizada possível.

A Civilização 2.0 permite o que não era possível antes: personalização na complexidade.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

“O antigo deve ser pensado em função do novo.”Gaston Bachelard.

Não se percebe nitidamente, mas existe, sempre existiu e existirá o que podemos chamar de Mercado de Conceitos.

O Mercado de Conceitos é o espaço de consumo, no qual se compra e vende Narrativas sobre determinados aspectos da realidade, no qual atuam Conceituadores de todos os tipos.

Os consumidores recorrem ao Mercado de Conceitos, pois querem explicações para decidir melhor sobre algum tipo de desconforto diante de determinado fenômeno.

Existem momentos em que há uma demanda maior no Mercado de Conceitos  por determinadas Narrativas, quando temos Fenômenos Inusitados, que causam o aumento da Taxa de Desconforto.

Quanto mais inusitado é um fenômeno e mais causa desconforto, mais aumenta a demanda por explicações conceituais sobre ele. E mais e mais Conceituadores tentarão vender seus serviços.

A Pandemia é um bom exemplo de um Fenômeno Inusitado, que gera forte demanda no Mercado de Conceitos pelos desconfortos trazidos.

O aumento de demanda pela explicação de determinados Fenômenos Inusitados, acaba criando uma certa crise no Mercado de Conceitos:

  • Há a atração de novos Conceituadores de todo o tipo, que se aproveitam da demanda emergencial não seguindo determinadas normas mais consistentes da explicação de fenômenos;
  • Há um Emocionalismo maior dos Clientes dos Conceitos, que passam a se utilizar de menos lógica e comprar conceitos menos consistentes;
  • Passa-se a utilizar mais técnicas de propaganda do que explicativas mais estruturadas;
  • O Mercado de Conceitos, em função disso, passa a ter um aumento exponencial da Taxa de Conceitos Tóxicos, com a ampliação da Taxa de Confusão, reduzindo a qualidade das decisões que são tomadas.

A atual Crise do Mercado de Conceitos sobre o Mundo Digital gera um caos momentâneo para todos os consumidores, que passam a decidir de forma menos lógica.

Hoje, assistimos a Crise no Mercado de Conceitos, tanto nas Narrativas sobre a Pandemia, como as que se dedicam a explicar o Mundo Digital.

Há uma verdadeira competição desenfreada, sem muitos critérios, para apresentar Narrativas de todos os tipos para os Clientes dos Conceitos, gerando muito ruído e pouca explicação.

Podemos classificar, assim, no Mercado de Conceitos as seguintes situações

  • Fenômenos Inusitados – aqueles que fogem da normalidade;
  • Fenômenos Não Inusitados – aqueles que NÃO fogem da normalidade

E dentro dos Fenômenos Inusitados:

  • Fenômenos Inusitados com Alta Taxa de Desconforto – que geram bastante desconforto;
  • Fenômenos Inusitados com Baixa Taxa de Desconforto que NÃO geram desconforto.

Futuristas Competitivos Bimodais têm que compreender que a Revolução Midiática Civilizacional Digital é um Fenômeno Inusitado, que gera Alta Taxa de Desconforto nos Ambientes Profissionais.

E, por causa disso, precisam aprender a conviver em um Mercado de Conceitos em crise, com forte difusão de Conceitos Tóxicos, dificultando bastante o trabalho dos Conceituadores de Excelência.

Conceituador de Excelência é aquele que consegue entregar para os clientes explicações mais próximas dos fatos.

Os Clientes de Conceitos de Fenômenos Inusitados, que causam Alta Taxa de Desconforto, têm uma Alta Demanda por explicações e acabam consumindo Conceitos menos consistentes e, por sua vez, tomando decisões mais ineficazes.

Este ambiente cria um risco e uma oportunidade para os Futuristas Competitivos Bimodais:

  • O risco – não conseguir, no curto prazo, espaço num mercado tão poluído por Conceitos Tóxicos, com os clientes cada vez mais insatisfeitos;
  • A oportunidade – criar e vender um Ferramental Conceitual mais estruturado, consistente, que, no médio e longo prazo, terá cada vez mais espaço, pois as decisões ineficazes vão gerar muito gasto e pouco resultado.

Os Futuristas Competitivos Bimodais precisam persistir, tendo a noção de que toda a “fumaça” de Conceitos Tóxicos e Inconsistentes irá, aos poucos, se dissipando e ficando aquelas que conseguem se aproximar mais dos fatos.

É uma questão de tempo, que exige paciência.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

 

O áudio do artigo.

“Os pessimistas têm razão, mas quem muda o mundo são os otimistas”. – Anônimo.

Qual é a grande mudança de paradigma que precisamos fazer para entender o atual presente e futuro estruturalmente disruptivo?

Diria que é preciso alterar a forma como encaramos o Motor da História Humana.

Hoje, o Senso Comum, acredita que o Motor da História Humana é motivado por mudanças sociais, políticas e econômicas.

Os Historiadores Convencionais procuram fatos desse tipo para traçar as marcas das mudanças das Eras Civilizacionais.

Porém, os Historiadores Convencionais ignoram dois fatores fundamentais para entender as mudanças estruturais na Macro História: as Revoluções de de Mídia e a relação destas com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Há um grave equívoco na forma de entender o Motor da História Humana, que nos impede de compreender a própria essência do Sapiens.

Anote:

Somos uma Tecnoespécie (a única do planeta), que pode aumentar a população, de forma integrada, e, por causa disso, quando isso ocorre, precisamos mudar a forma de nos comunicar e depois de sobreviver.

Enquanto não fizermos as correções necessárias para pensar um novo Motor da História Humana será IMPOSSÍVEL ter uma visão mais clara do presente e, principalmente, do futuro!

A Bimodais tem se esforçado para apresentar um Cenário Futurista mais compatível com os fatos e, por causa disso, teve a necessidade de empreender uma profunda revisão científica.

Vivemos hoje uma verdadeira Anomalia Epistemológica, pois os fatos que assistimos não estão mais rimando com as teorias de plantão.

Nesta jornada, tivemos a necessidade de sair apenas da análise dos fatos, mas rever os Padrões Estruturais da História Humana.

A Revolução Midiática Civilizacional Digital demonstra que o a história da humanidade precisa ser recontada.

As mídias são o DNA Civilizacional, que, quando se altera, gera um processo em cadeia em toda a sociedade.

Passamos a fazer revisões nos Paradigmas Convencionais das Ciências Sociais e chegamos a conclusões bem diferentes do Senso Comum.

O primeiro passo, na direção de uma compreensão melhor, foi a guinada da procura de Conceituadores mais consistentes, que tivessem especialização em Revoluções Midiáticas.

Nessa direção, encontramos os Conceituadores da Escola de Pensamento de Toronto (Canadá), que defenderam que as tecnologias e as mídias não são neutras para a sociedade humana.

O Sapiens vive dentro de um Tecnoambiente Midiático, que estrutura toda a nossa forma de sobrevivência.

Mais.

A chegada e massificação de novas mídias são as responsáveis pelo Processo Detonador das novas Eras Civilizacionais.

O Mundo Digital nos obriga a uma revisão disruptiva de como enxergamos a história humana.

O que a Bimodais agregou aos Conceitos Hegemônicos da Escola de Pensamento de Toronto foi:

  • as causas das revoluções midiáticas estão ligadas ao aumento demográfico;
  • e as consequências das revoluções midiáticas para a sobrevivência humana é a criação de um  novo Ambiente Estrutural de Participação.

(Marshall McLuhan (1911 – 1980), por exemplo, nosso Conceituador Disruptivo, analisou vários aspectos de alterações cognitivas subjetivas e objetivas, mas não se dedicou a analisar as mudanças na forma de sobrevivência.)

Um Conceituador Disruptivo é aquele que inaugura um novo DNA Filosófico e, com ele, se inicia a jornada de uma nova Escola de Pensamento.

A Bimodais se preocupou, principalmente, em observar as consequências das Revoluções Midiáticas para as mudanças nas Estruturas de Sobrevivência do Sapiens.

Há hoje, sem dúvida, uma demanda muito grande da sociedade para entender o novo século, fortemente modificado pela chegada das novas mídias.

Tivemos, assim, que trabalhar, algo similar à Pandemia, com um Fenômeno Atípico, que exige da sociedade explicações e tratamentos urgentes.

Analisamos o fenômeno recorrente das Revoluções Midiáticas, a partir da chegada do Digital, e pudemos apontar os Fatores Causantes e Consequentes da mesma.

O Fator Causante Primário das Revoluções Midiáticas é o Aumento Populacional na seguinte sequência de fatores:

AUMENTO POPULACIONAL -> AUMENTO DE COMPLEXIDADE -> OBSOLESCÊNCIA ESTRUTURAL DOS AMBIENTES DE SOBREVIVÊNCIA -> REVOLUÇÃO MIDIÁTICA

O Fator Causante Secundário das Revoluções Midiáticas é a Obsolescência Estrutural dos Ambientes de Sobrevivência na sequência de fatores:

OBSOLESCÊNCIA ESTRUTURAL DOS AMBIENTES DE SOBREVIVÊNCIA -> AUMENTO DA TAXA DE PADRONIZAÇÃO -> REDUÇÃO DA TAXA DE QUALIDADE-> DEMANDA POR MODELOS MAIS SOFISTICADOS DE SOBREVIVÊNCIA

O Fator Consequente Geral das Revoluções Midiáticas é a Demanda por Modelos Mais Sofisticados de Sobrevivência na sequência de fatores:

DEMANDA POR MODELOS MAIS SOFISTICADOS DE SOBREVIVÊNCIA -> NOVOS MODELOS DE SOBREVIVÊNCIA -> AUMENTO DE PARTICIPAÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA -> NOVA ERA CIVILIZACIONAL

E a seguir os Fatores Consequentes Específicos:

  • REINTERMEDIAÇÃO PARA INTERMEDIÁRIOS MAIS SOFISTICADOS;
  • FONTES INFORMACIONAIS AMPLIADAS;
  • QUEBRAS DAS ANTIGAS BARREIRAS DE TEMPO E LUGAR;
  • PARTICIPAÇÃO COM QUEBRA DAS ANTIGAS RESTRIÇÕES DE CONTATO ENTRE CONHECIDOS E DESCONHECIDOS;
  • PERSONALIZAÇÃO.

O objetivo principal da nova era é permitir que o Sapiens, que tem a demanda da Personalização Progressiva, possa exercê-la, através da Participação Progressiva.

A Personalização Progressiva só pode ter espaço para se desenvolver quando temos novas Mídias, que permitem criar novos Macro Modelos de Sobrevivência.

Podemos, assim, usar a metáfora do restaurante a quilo para definir a nova Era Civilizacional, na qual , em função, da necessidade de “comer” rápido e muita gente, tirou-se os intermediários (garçons, cozinheiros ” a la carte”, nutricionista) para acelerar o processo, deixando o cliente personalizar o seu próprio prato.

A nova Era Civilizacional pode ser descrita assim: sai o prato feito, padronizado e entra o restaurante a quilo, a quantidade com qualidade personalizada.

No Século a quilo, o que as pessoas querem é poder se servir e escolher, de forma cada vez mais barata e flexível na direção da Personalização Progressiva.

É isso, que dizes?

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O artigo contou com a colaboração dos Bimodais: Átila Pessoa, Rodrigo Palhano e Fernanda Pompeu.

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

Versão 1.1 – 15/07/2021.

O áudio do artigo.

O áudio da nova versão do artigo.

“Os dias mais importantes da sua vida são dois: aquele em que você nasceu e quando descobre o porquê.”Mark Twain.

Temos hoje uma crise conjuntural e estrutural no Ambiente Profissional.

As mídias que foram concentradas nas últimas décadas – por falta de outras mais descentralizadas – criou um Ambiente Organizacional, no qual organizações e profissionais foram se distanciando dos clientes.

Por falta de possibilidade de interação, os produtos e serviços foram sendo oferecidos e os clientes aceitavam, pois não tinham muitas alternativas.

Organizações foram criadas e foram se verticalizando nos últimos dois séculos.

Criamos um determinado modelo de reintermediação entre os profissionais e os clientes com as mídias que tínhamos disponíveis.

O Ambiente Midiático define o Ambiente de Sobrevivência (Administrativo) e isso, infelizmente, não é o Senso Comum entre os Conceituadores Sociais.

Profissionais foram educados e se acostumaram a ser reintermediados por organizações, que praticam a Gestão.

A Gestão é o Modelo Administrativo que foi criado pelas mídias disponíveis no Ambiente Pré-Digital, no qual o papel dos clientes é muito mais passivo do que agora no Pós-Digital.

O aumento radical da Intermediação Organizacional foi necessária como uma forma de poder lidar com o aumento da Complexidade Demográfica dos últimos dois séculos.

Quanto mais gente houver no planeta, mais haverá a demanda por novas mídias mais sofisticadas.

Quanto mais gente houver no planeta, mais haverá a demanda por modelos administrativos mais participativos.

A Participação Progressiva é a única forma que o Sapiens tem para lidar melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Porém, a chegada de uma nova mídia (a Internet), como é recorrente na história, criou a Tecnopossibilidade de se poder experimentar novas formas de Intermediação Administrativa mais participativas.

Há hoje em curso um processo de Reintermediação Organizacional, na qual o profissional lida mais diretamente com o cliente.

Há uma queda na taxa de reintermediação, pois ela passa a ser feita com outro DNA Administrativo, a partir das novas Tecnopossibilidades Midiáticas:

  • Os profissionais atuais foram formados e se acostumaram a ter emprego nas Organizações Tradicionais Pré-Digitais, que praticam a Gestão;
  • Os profissionais do futuro tenderão mais e mais a ter trabalho nas Organizações Inovadoras Pós-Digitais, que praticam a Curadoria.

Teremos como forte tendência a passagem do atual trabalho em Organizações Tradicionais para um formado por Plataformas e Ecossistemas Digitais, no qual os clientes terão muito mais controle sobre a qualidade do trabalho dos profissionais.

  • O Profissional Pré-Digital se acostumou a ter uma Organização Tradicional, que pratica a Gestão, entre ele e o seu cliente;
  • O Profissional Pós-Digital terá que se acostumar a ter uma Organização Inovadora, que pratica a Curadoria, entre ele e o seu cliente.

Havia uma Intermediação Organizacional, que está sendo gradualmente Reintermediada por Plataformas e Ecossistemas Digitais.

Percebe-se claramente no Mundo Digital o aumento do trabalho autônomo na Curadoria e a gradual redução dos empregos na Gestão.

Assim, temos um tipo de preparação para um Mercado de Trabalho Intermediado por Organizações Tradicionais (Analógicas – Pré-Digitais) para outro Pós-Digital já intermediado por Plataformas Digitais (Uberização) e a seguir, num futuro próximo, cada vez mais, por Ecossistemas Digitais (Blockchenização).

Os desafios para os Profissionais Digitais são os seguintes, pela ordem:

  • aprender a lidar com um radical aumento da Taxa de Competitividade, em um mercado muito mais disputado do que antes;
  • reaprender o tempo todo com uma maior Taxa de Flexibilidade, pois as alterações dos Ambientes de Consumo são muito mais rápidas, movidas por tecnologias com códigos digitais embutidos, que se alteram praticamente todos os dias;
  • lidar com uma autonomia muito maior, sendo a sua própria carreira um modelo de Startup;
  • aprender a se relacionar com um Cliente Digital muito mais maduro e exigente, que tem uma capacidade informacional exponencialmente maior do que a atual;
  • aceitar e aprender a operar do Emprego na Gestão para o Trabalho na Curadoria.

Tal cenário exige um aumento radical de responsabilização e personalização das atividades, não tendo mais alguém tutorando as suas atividades como é hoje em dia.

O Profissional Pós-Digital precisa conviver com uma Taxa de Autonomia muito maior.

É preciso aceitar as Mudanças Exógenas (de fora para dentro) aquelas em que o profissional não pode alterar, pois é do próprio Ambiente Profissional e promover as Mudanças Endógenas (de dentro para fora), sobre as quais ele têm controle.

No ambiente (Exógenas):

  • Do emprego para o trabalho;
  • Da supervisão do gerente para maior autonomia;
  • Previsibilidade maior para menor;
  • De menos para mais competitividade;
  • Menos barreiras de tempo e lugar.

Nas mudanças que ele tem que promover (Endógenas):

  • De menos para mais autonomia;
  • De menos para mais responsabilidade;
  • De menos para mais flexibilidade;
  • De mais operacional para mais analítico;
  • De menos propósito para mais propósito.

As mudanças para o Mundo Digital exigem que o Profissional Digital seja muito mais maduro do que foram os Pré-Digitais.

O Profissional Digital precisa aprender a se relacionar mais DIRETAMENTE com os clientes e a enxergar a sua carreira como se fosse uma startup.

O Profissional Digital terá uma demanda cada vez maior de personalização, flexibilidade, motivação e reaprendizado constante.

Assim, é preciso mais e mais ter consciência das escolhas que faz ao longo do tempo.

O Profissional Pós-Digital terá que ter a capacidade de pensar sobre como pensamos será cada vez maior, pois as escolhas serão cada vez mais complexas.

No Mundo Digital, a excelência profissional passa não por saber fazer, mas, principalmente, saber pensar no que está fazendo para poder ir se reinventando!

Cada profissional no Mundo Digital, igual aos motoristas do Uber, precisará saber cuidar sozinho do seu próprio “carro”.

E isso vai exigir o seguinte roteiro:

Um Profissional Digital de Excelência terá que ter muito mais autonomia para fazer as suas escolhas diante do Desconforto Motivador da sua carreira.

Desconforto Motivador é a atividade que o profissional gosta de exercer, que visa minimizar o desconforto de um cliente, através de Soluções Progressivas.

Como o Profissional Digital, terá que se motivar, de forma permanente e progressiva,  para atender bem os clientes, de forma muito mais direta, terá que fazer o alinhamento entre o seu Potencial Primário com o Desconforto Motivador.

O Potencial Primário é o conjunto de habilidades que um profissional tem mais facilidade de realizar, o que acaba lhe dando prazer e motivando-o mais e mais ao longo da sua carreira.

Um Profissional Digital de Excelência terá que ter como foco não mais trabalhar para ganhar dinheiro, mas ganhar dinheiro para trabalhar.

Neste processo é preciso, além do desenvolvimento de uma Narrativa Profissional, algo que não era tão fundamental no passado, a adoção do que podemos chamar de Rotina Criativa.

A Rotina Criativa é uma atividade constante e progressiva, na qual se modifica formas de pensar e agir no curto, médio e longo prazo, a partir dos resultados atingidos.

A mentalidade de um Profissional Digital de Excelência terá que ser a igual a de um programador de software, procurando “bugs” o tempo todo.

É fundamental para o Profissional Digital de Excelência ter foco.

Deixar de acreditar que é um profissional ou um setor e entender que é um profissional que serve para minimizar o desconforto de um determinado cliente.

Quanto mais o Profissional Digital de Excelência estiver próximo de seus clientes, mais ele gerará valor e vice-versa.

Profissional Digital de Excelência precisa entender que os clientes digitais são muito mais exigentes do que no passado e é preciso uma atualização constante.

Isso implica estar apaixonado por minimizar o desconforto do cliente.

Fazer da sua atividade profissional uma missão de vida – sem isso não terá a capacidade de estar com a Taxa de Motivação que o novo ambiente exige.

O desconforto do cliente é o seu guia para que possa aprender com as experiências e criar uma forma melhor de absorver os diferentes conteúdos.

(Ver mais sobre absorção de conteúdo aqui na Como absorver melhor novos conteúdos?)

É isso, que dizes?

Colaboraram os Bimodais: Rodrigo Palhano, Fernanda Pompeu e Rodrigo Marques.

PS – O Profissional Digital de Excelência também opera na Gestão e muito tem se feito para essa atividade. Porém, o foco da Bimodais é o apoio para Profissionais e Organizações no futuro de médio e longo prazo, o que implica na preparação para lidar com a Curadoria. Acreditamos que o mercado de curto prazo está bem coberto, do ponto de vista operacional (não conceitual) por outros players do mercado.

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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

 

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais. É ferramental para que os Futuristas, em particular, e a sociedade, de maneira geral, possam lidar melhor com este novo cenário.

O objetivo do artigo é detalhar a Antropologia da Sobrevivência – nova Ciência Social Unificadora, criada pelos Bimodais, que consegue explicar, de forma mais próxima dos fatos, a relevância das Revoluções Midiáticas Civilizacionais para a história humana.

 

O áudio do artigo.

“Se o conhecimento pode criar problemas, não é através da ignorância que podemos solucioná-los.” –  Isaac Asimov.

Segundo o Dicionário Googleniano Ciência é:

“Conhecimento atento e aprofundado de algo, através de um corpo de conhecimentos sistematizados adquiridos via observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos, e formulados metódica e racionalmente.”

Note que, na sua definição de dicionário, não se define o objetivo da Ciência.

Para os Bimodais, Ciência é:

A Ciência foi criada pelo Sapiens para ajudá-lo a lidar melhor com fenômenos e desconfortos complexos.

Note que a Ciência foi criada para gerar melhores soluções para a sociedade.

Quanto mais a Ciência se afasta da sua missão original – gerar soluções para a sociedade – é menos ciência e mais outra coisa: entretenimento, passatempo, arte.

A Ciência, que podemos colocar em Caixa Alta, diferente da ciência (caixa baixa), tem três atividades básicas:

  • Diagnosticar – fenômenos/desconfortos;
  • Tratar – sugerir tratamentos;
  • Prognosticar – apostar sobre cenários futuros.

Cada uma destas atividades, pode ser dividida entre vários Conceituadores, mas vai se avaliar a eficácia de determinado projeto científico pela sua capacidade de ajudar a sociedade, em algum momento, a nos levar a pensar e agir melhor diante de determinado fenômeno/desconforto.

Ao longo do tempo, tivemos momentos, como o atual, em que a Ciência se afasta do seu objetivo principal e ao invés de solucionar problemas, muitas vezes, passa a criar problemas para a sociedade.

A atual crise da Ciência tem dois aspectos:

  • Conjuntural – o longo tempo de concentração midiática das últimas décadas levou à sociedade a uma centralização, onde se inclui as Organizações Científicas,  o que as fez   servir cada vez menos e se servir cada vez mais da sociedade;
  • Estrutural – o atual Macro Modelo Científico foi criado baseado nas mídias passadas (oral e escrita) e precisa agora de uma nova forma de Comando e Controle mais adequada ao Digital.

Todas as organizações da sociedade, em alguma medida, se tornaram menos prestativas e mais indolentes ao longo do processo de centralização das mídias.

Obviamente, que a Crise Conjuntural dos Ambientes Científicos não é uniforme, mas podemos dizer que a Taxa de Indolência Científica aumentou bastante nas últimas décadas.

Assim, o que temos hoje, diante de novos fenômenos, seja ele uma pandemia ou a Revolução Midiática Civilizacional Digital é um reduzido apoio no diagnóstico, tratamento e prognóstico dos Ambientes Científicos Tradicionais.

A Crise Conjuntural dos Ambientes Científicos – com o aumento vertiginoso da Taxa de Indolência Científica –  tornou os Ambientes Científicos cada vez mais burocráticos, com uma preocupação excessiva com regras do que como resultados.

Diante disso, é preciso duas ações relevantes:

  • a criação de espaços alternativos de pesquisa, sem as antigas amarras burocráticas, com o surgimento de experiências de pesquisa descentralizadas, tal com a Bimodais;
  • e a revisão disruptiva do Macro Modelo de Comando e Controle com novas Ferramentas Conceituais e Operacionais.

O atual Macro Modelo de Comando e Controle Hegemônico das publicações científicas foi feito baseado no Ambiente Oral e Escrito e agora precisa de um ajuste para o Ambiente Digital.

Haverá, ao longo das próximas décadas, o surgimento de cada vez mais experiências, se utilizando das Ferramentas Conceituais e Operacionais da Uberização e da Blockchenização no fazer científico.

O foco principal das mudanças disruptivas nos Ambientes Científicos, como em todos os outros é o aumento da participação da sociedade nos rumos das pesquisas.

O surgimento da Bimodais e de outros espaços similares, fora da estrutura acadêmica tradicional, é uma forte tendência saudável para oxigenar os diálogos e produzir, com menos burocracia, conceitos mais alinhados com os fatos.

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Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

 

 

O áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

 

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

“Existem rupturas que escolhemos e outras a que somos submetidos.” Luc de Brabandere.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais. É ferramental para que os Futuristas, em particular, e a sociedade, de maneira geral, possam lidar melhor com este novo cenário.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal de Startupização para guiar os Futuristas Startupizadores no novo Mundo Digital.

Primeiro, é bom explicar por que criamos esses neologismos “startupizar“, “startupizadores“, “startupização“.

Sentimos necessidade, para efeito de precisão, de separar o verbo “empreender” do “startupizar“.

Empreender, segundo o Dicionário Googleleano,  é: “decidir realizar (tarefa difícil e trabalhosa); tentar.”

No Senso Comum, entretanto, temos o uso de empreender como o de criar novas empresas, o pode gerar uma certa confusão.

Porém, empreender, do ponto de vista profissional, de sobrevivência, NÃO é necessariamente ou apenas criar novas empresas, começar do zero, partir de algo completamente novo.

Empreender é TAMBÉM realizar atividade profissional, qualquer uma, que exija mais esforço, algo que saia um pouco do normal.

Como o trabalho de um Conceituador de Excelência, não é apenas  criar Empatia com os Clientes – o que é sempre importante e fundamental – mas, principalmente, priorizar a geração de Sintonia com os Fatos, é preciso aprimorar o termo.

Temos que levar em conta que existem os intra-empreendedores, os empreendedores que melhoram organizações existentes, profissionais, que se dedicam a tarefas difíceis dentro de Ambientes Organizacionais Convencionais, porém, que NÃO criam organizações novas, apenas melhoram as existentes.

E é, portanto, preciso separar e criar algo em português, que seja muito mais preciso e não deixe nenhuma margem de dúvida do que estamos tentando referenciar – missão fundamental de um Conceituador de Excelência.

Startupizar, assim, é especificamente criar novas empresas, que começam do zero, sem nenhum legado cultural ou clientes anteriores.

Quando falamos, assim, especificamente em Startupizar – criar novas organizações – é preciso entender que tipo de cenário estamos vivendo, pois um novo Ambiente Organizacional terá que ter uma Previsão Competitiva.

E aí cabe a pergunta: a startup pretende competir no mercado de curto, médio ou longo prazo?

Se estamos falando em startups que vão ofertar novos produtos e serviços, criando novos modelos para novos mercados ou operar nos existentes, onde já há concorrência?

Para mercados existentes, não é necessário uma Narrativa Futurista de Longo Prazo, basta adotar os preceitos de vários Conceituadores Startupizadores, que se pode ter relativo sucesso.

(Os Bimodais indicam para Startups sem a preocupação de Narrativas Futuristas de Longo Prazo, o livro de Eric Ries, “Startup Enxuta”, um dos melhores entre os que abordam este tema.)

Um Startupizador Bimodal, entretanto, procura lançar startups afinadas com projetos que são emergentes, e, para isso, é necessário OBRIGATORIAMENTE contar com uma Narrativa Futurista de Longo Prazo.

Uma Narrativa Futurista é um conjunto de conceitos articulados, que procura definir, através de fatos (para análise do curto prazo) ou padrões (para o médio e, principalmente, longo prazo), as principais Macrotendências para ajudar Futuristas e seus clientes a pensar e decidir melhor sobre seus negócios.

Fica a questão, assim: qual é a Macrotendência no curto, médio e longo prazo prevista pelos Bimodais?

Podemos responder de uma forma simples: tudo que gerar mais participação dos clientes nos processos, a partir das novas Ferramentas Conceituais e Operacionais, aumentando o seu poder de decisão e personalização gerará mais valor e vice-versa.

Assim, um Startupizador Bimodal tem que ter em mente que o Cliente Digital terá como Demanda Progressiva, Ambientes de Consumo com cada vez mais participação, poder de decisão e personalização.

Quando se criam Startups Digitalizadas, que estão no Ambiente Digital 1.0, o que se pretende é o uso das novas Ferramentas Conceituais e Operacionais para que possam promover a substituição de Intermediadores Operacionais, tais como atendentes de todos os tipos.

O Nubank é um ótimo exemplo de organização que opera bem no Ambiente Digital 1.0. Várias operações na relação dos Clientes Digitais com esta Organização Financeira são feitas diretamente, via aplicativos, sem a necessidade dos antigos Intermediadores Operacionais.

O Uber, por sua vez, se encaixa bem no que podemos chamar de Ambiente Digital 2.0. Várias operações com esta Organização de Mobilidade são feitas diretamente pelos usuários sem a necessidade de Intermediadores Gerenciais.

Os Ubers extinguiram, como o Nubank, diversos Intermediadores Operacionais, tais como operadores telefônicos como existia nas antigas cooperativas de táxis.

No Uber, entretanto, temos TAMBÉM a Reintermediação de Intermediadores Gerenciais. Ainda há um departamento de Recursos Humanos, mas que se limita a lidar com os profissionais internos, que atendem, basicamente, às demandas dos Intra-clientes (da própria empresa).

No Uber, não há nada similar ao antigo gerente de Recursos Humanos para os profissionais externos (motoristas), que passam a a ter a qualidade do desempenho avaliada pelos passageiros, tanto na sua promoção, quanto possível afastamento, via Reputação Digital, via estrelas.

A admissão dos motoristas segue alguns protocolos e, ao estilo Nubank, é feita de forma direta, via aplicativo, sem a necessidade de atendentes.

Uma série de coordenadores, gerentes e chefes, que não poderiam deixar de operar na Gestão, foram Reintermediados na Curadoria.

Assim, startups, no Modelo Administrativo da Curadoria, dos Ubers, exige um novo tipo de Comando e Controle bem distinto das Organizações Tradicionais, pois houve um exponencial processo de Desgerenciação.

Porém, nem tudo é alegria na Uberização.

O problema da Uberização para Startupizadores Bimodais é o que podemos chamar de Centralização Exponencial das Plataformas.

Os Ubers – para ocupar espaço rápido no mercado – criaram um modelo de Reintermediação Administrativa, com forte descentralização por um lado (uso intenso de Reputação Digital de passageiros e motoristas) e centralização por outro (uma plataforma única, controladora de todos os processos).

A Uberização acabou gerando um mercado, que ficou restrito a poucos players e vive hoje o início de uma grande crise, que vai desaguar na Blockchenização 1.0 e 2.0.

As Organizações Uberizadas sofrem alguns impasses, a saber:

  • excesso de centralização diante de cada vez mais complexidade;
  • custos de investimento cada vez mais incompatíveis com as receitas possíveis, diante da demanda de ocupação de mercados globais;
  • insatisfação da comunidade da plataforma (motoristas e passageiros) com uma queda gradativa de ganhos para quem fornece e qualidade de serviço para quem consome.

Assim, sendo se aposta – Narrativas Futuristas são prognosticadoras de cenários – de que haverá a chegada da Blockchenização o Ambiente Digital 3.0, que terá como missão resolver os problemas gerados pela Uberização.

Não existe uma crise, seja ela qual for, que não seja resolvida com cada vez mais inovação.

Teremos no Ambiente Digital 3.0 (a Blockchenização) a tentativa de resolver tais problemas, através da criação de Ecossistemas Curadores e não mais Plataformas Curadoras.

Nos Ecossistemas Curadores teremos em contrapartida as seguintes soluções para os problemas pendentes da Uberização:

  • a descentralização diante de cada vez mais complexidade, com maior participação dos clientes;
  • custos de investimento mais baixos, aumentando exponencialmente a possibilidade de empreendedores menores, que vão atuar não mais no mercado global, mas cada vez mais de forma mais local (Um mantra da Blockchenização: o ecossistema pode ser global, mas os players serão locais);
  • aumento da satisfação da comunidade do Ecossistema Curador  com o resgate da qualidade de serviço, tanto de fornecedores, quanto de consumidores, reduzindo custos e aumentando a personalização.

Haverá duas oportunidades, quando o Blockchain (conhecido pelo uso no Ambiente Monetário) passar a disponibilizar respectivas Ferramentas Conceituais e Operacionais para outros Setores Administrativos:

  • ser um criador de Ecossistemas Curadores – global, com maior investimento e mais centralizado;
  • ser um participante de um Ecossistema Curador que foi criado – menor investimento e mais descentralizado.

Podemos prever, ainda, um ambiente digital ainda mais distribuído, que podemos denominar de Ambiente Digital 4.0 (a descentralização da Blockchenização), no qual haverá a criação de Ecossistemas Curadores cada vez mais locais e menos globais. Na Blockchenização 2.0 teremos Ecossistemas Curadores locais e não mais globais.

O objetivo da Metodologia Bimodal de Startupização é preparar os Startupizadores para poder se beneficiar das tendências futuras, entendendo as oportunidades e riscos envolvidos.

Muitos dizem que quem quer prever o futuro atualmente é maluco. Mais maluco ainda são aqueles que não se esforçam para criar Metodologias Futuristas, não para adivinhar detalhes, mas reduzir, o máximo possível, as incertezas.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

“Inovar significa a capacidade de mudar a percepção da realidade.”Luc de Brabandere.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais. É ferramental para que os Futuristas, em particular, e a sociedade de maneira geral, possam lidar melhor com este novo cenário.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal para Futuristas Migracionistas – que visa apoiar de forma conceitual e operacional EXCLUSIVAMENTE as Migrações dos Profissionais e Organizações do Ambiente Analógico para o novo Ambiente Digital.

As dicas para as tarefas dos Futuristas Mudancistas foram feitas no artigo passado e para os Futuristas Startupizadores virão  no próximo artigo.

Sobre a Migração dos Profissionais e Organizações para o novo Mundo Digital, antes de tudo, é preciso definir o que é, afinal, uma migração.

Utilizemos o verbete do Wikipédia em português sobre “migração“, por ocasião da redação deste artigo:

“Movimentação de entrada (imigração) ou saída (emigração) de indivíduo ou grupo de indivíduos, ger. em busca de melhores condições de vida Essa movimentação pode ser entre países diferentes ou dentro de um mesmo país.

No caso do Mundo Digital, temos a necessária e obrigatória Migração de Profissionais e Organizações para um novo Macro Ambiente de Sobrevivência.

Macros Ambientes de Sobrevivência são espaços criados pelos Sapiens para se manter vivos, através da criação contínua e permanente de Ferramentas Conceituais e Operacionais disponíveis a cada etapa da sua jornada sempre na direção de menor para maior Patamar de Complexidade Demográfica.

Macro Ambientes de Sobrevivência são criados pelos Startupizadores, a partir da chegada de Novas Mídias, que permitem que haja uma mudança disruptiva na forma como o Sapiens resolve seus problemas de existência.

Novas mídias abrem Macro Vácuos Tecnoculturais – o que não podia ser feito antes e se pode agora, a partir do novo Ferramental Operacional.

Apesar do esforço dos atuais Conceituadores Convencionais da Administração de entender a dinâmica do novo cenário, o atual Repertório de Paradigmas Administrativos ficou obsoleto.

É preciso uma disruptiva Revisão no Repertório Paradigmático da Administração para que se compreenda o papel estrutural das Revoluções Midiáticas na vida dos Ambientes Organizacionais.

As mídias, por serem responsáveis pelas interações humanas, acabam por influenciar FORTEMENTE a forma de Comando e Controle dos Ambientes de Sobrevivência, a cada fase da jornada humana.

As novas Teorias Administrativas precisam ser compreendidas com um marco pré e pós teorias de Marshall McLuhan (1911 – 1980).

A Narrativa Futurista Bimodal – pós McLuhan – percebe, assim, que há o surgimento de três tipos de Organizações com diferentes Modelos Administrativos dentro do Mundo Digital (um conhecido e aperfeiçoado e outros dois desconhecidos):

  • Organizações Digitalizadas – promovem um upgrade na Gestão, mas mantêm o atual Modelo de Administração, com o mesmo Comando e Controle, reintermediando cargos operacionais
  • Organizações Uberizadas – criam um novo Modelo de Administração, que denominamos de Curadoria 1.0, promovendo a reintermediação de cargos gerenciais (ainda com Plataformas Centralizadas);
  • Organizações Blockchenizadas – aprimoram o novo Modelo de Administração, que denominamos de Curadoria 2.0, promovendo a reintermediação de cargos gerenciais (já com Plataformas Mais Descentralizadas).

Hoje, os “Transformadores Digitais“, que são, na verdade, Futuristas Migracionistas (que, para nós, adotam nomes diversos para a mesma atividade), se utilizam de Narrativas Futuristas que, entretanto, não conseguem perceber o surgimento de Novos Modelos Administrativos.

(A maior parte das Narrativas Futuristas ainda não incorporaram os Novos Paradigmas Pós-McLuhan para fazer a análise sobre o futuro.)

Hoje, no Senso Comum se classificam, por exemplo, os Ubers como “novos modelos de negócio”, sem que se perceba que há ali uma nova forma de Comando e Controle, COMPLETAMENTE nova e nunca antes utilizada por Organizações Tradicionais.

O novo Padrão da História Humana: Novas mídias, novos Modelos de Comando e Controle, novo Macroambiente de Sobrevivência Humano.

O Modelo de Comando e Controle dos Macro Ambientes de Sobrevivência, portanto, está diretamente ligado às Tecnopossibilidades das Novas Mídias.

Os Ubers – por já adotarem as novas Tecnopossibilidades da Nova Mídia – em particular a nova Linguagem dos Rastros Digitais, permitem que se tenha um ganho de escala na qualidade na quantidade e quantidade com qualidade – em um processo de Qualidade Progressiva.

(Qualidade Progressiva pode ser definida como o aumento de personalização em quantidade maiores, a custos menores, do que no passado.) 

No curto prazo, teremos – como já estamos tendo – a massificação cada vez maior da Digitalização, que é aprimoramento, dentro do que for possível, da Gestão com as novas Tecnopossibilidades Digitais.

A Digitalização, basicamente, elimina determinados Tipos de Intermediação (que ficaram cada vez mais caras e ineficazes diante da Complexidade Demográfica Progressiva), principalmente as operacionais, reduzindo funções, tais como caixas e atendentes.

A Uberização e a Blockchenização, entretanto, promovem um outro Tipo de Intermediação, principalmente em áreas gerenciais, reduzindo a necessidade de supervisores, gerentes e chefes de todos os tipos.

Podemos dizer que a Digitalização é um tipo de mudança em que se modifica determinados hábitos, porém mantém, em grande medida, o atual Repertório Administrativo de Paradigmas e Valores.

A Uberização e a Blockchenização, entretanto, são mudanças administrativas em que exigem a modificação do atual Repertório Administrativo de Paradigmas e Valores, além de vários hábitos.

O mais importante para um Futurista Migracionista Bimodal é a compreensão de que o futuro, no médio e no longo prazo, apontam na direção de Ambientes Administrativos Curadores, que NÃO – EM ABSOLUTO – uma continuidade do atual modelo.

Não é “plantando” Gestão (Digitalização), que nascerão “pés” de Curadoria (Uberização e Blockchenização).

E aí temos o principal problema na migração de Profissionais e Organizações Tradicionais: não se pode operar numa convencional Metodologia de Migração de Continuidade, mas é preciso se utilizar de uma da Descontinuidade.

  • Metodologia de Migração de Continuidade – o Repertório de Valores e Paradigmas continuam estruturalmente os mesmos, só se altera os hábitos;
  • Metodologia de Migração da Descontinuidade – o Repertório de Valores e Paradigmas NÃO continuam estruturalmente os mesmos, é preciso alterá-los, bem como os hábitos.

Neste caso em particular, diante da Disrupção Administrativa que vivemos, é preciso de um tipo de Metodologia de Migração de Descontinuidade, dentro da qual terão que estar previstas duas áreas TOTALMENTE separadas para promover a migração.

Temos que criar o Motor Gestão e o Motor Curadoria – fora do atual Ambiente Administrativo para se começar DO ZERO o novo modelo, sem a intoxicação do antigo.

  • Motor Gestão – o Ambiente Administrativo que pratica a Gestão e promove inovações incrementais e radicais, através da Digitalização;
  • Motor Curadoria – o Ambiente Administrativo que pratica a Curadoria (seja ela a 1.0 ou a 2.0) e promove inovações disruptivas, através da Uberização e da Blockchenização.

O Motor Curadoria deve seguir alguns protocolos:

  • ser uma área na qual será necessária TODA a equipe ter passado previamente pelo trabalho do Futurista Mudancista Bimodal, quando será conhecida e será promovido os diálogos em torno da Narrativa Futurista Bimodal;
  • o coordenador do projeto tem que ser EXCLUSIVAMENTE voltado para este projeto. Não pode ser alguém que atua nos dois motores para evitar intoxicações;
  • o coordenador do projeto também precisa ser alguém que tenha se destacado e compreendido bem a Narrativa Futurista Bimodal;
  • a verba para o investimento terá que ser independente de decisões de pessoas do Motor Gestão para evitar dependências;
  • o projeto se dedicará EXCLUSIVAMENTE  à experimentação da Curadoria (seja ela a 1.0 ou a 2.0), aqui não se volta para trás, se vai para frente, em direção à nova Civilização 2.0.

Cabe a cada Ambiente Organizacional decidir qual o enfoque e o peso que irá “jogar” em cada um dos motores, a partir do “apetite” inovador de seus líderes e da situação específica do seu mercado em particular.

Dentro das Macrotendências apontadas pela Narrativa Futurista Bimodal, o que estamos assistindo e assistiremos, no médio e longo prazo, é um processo gradual e constante de Ambientes Organizacionais, que permitem a Participação Progressiva.

A Participação Progressiva é um movimento estrutural, sistêmico e sustentável da espécie para lidar, de forma mais qualitativa, com a Complexidade Demográfica Progressiva.

A Participação Progressiva é disseminada na Digitalização, mas ganha escala exponencial na Uberização e depois da Blockchenização.

Profissionais e Organizações Tradicionais precisam, assim, traçar uma estratégia de curto, médio e longo prazo, que prevejam a migração do atual Modelo de Administração para os novos. Porém, o que se vê hoje no Senso Comum é um esforço de apenas se preparar para o curto prazo e para o mesmo modelo –  o que significa uma gradual perda da Taxa de Competitividade.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Átila Pessoa, inclusive com a ilustração do artigo.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

“As pessoas não resistem às mudanças. Elas resistem a ser mudadas.”Anônimo.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais, que serve para uso de Futuristas, em particular, e da sociedade de maneira geral, que tem a missão de ajudar profissionais e organizações a lidar melhor com este novo cenário.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal para Futuristas Mudancistas, que visa apoiar de forma conceitual e operacional EXCLUSIVAMENTE as Mudanças de Mindset dos profissionais e organizações diante do novo Mundo Digital.

As dicas para as tarefas exclusivas para os Futuristas Mudancistas e os Startupizadores virão a seguir nos dois próximos artigos.

Sobre as Mudanças de Mindset dos profissionais e organizações diante do novo Mundo Digital, antes de tudo, é preciso definir o que é, afinal, mudança.

Utilizemos o verbete do Wikipédia em português sobre mudança, por ocasião da redação deste artigo:

“Uma mudança ou transformação pressupõe uma alteração de um estado, modelo ou situação anterior, para um estado, modelo ou situação futuros, por razões inesperadas e incontroláveis, ou por razões planejadas e premeditadas (negrito nosso).”

Assim, temos dois tipos de mudanças:

  • As Exógenas – que são feitas por razões inesperadas e incontroláveis, de fora para dentro;
  • As Endógenas – que são feitas por razões planejadas e premeditadas, de dentro para fora.

Assim, podemos dizer que existem dois tipos de Mudancistas, não necessariamente Futuristas, que ajudam profissionais e organizações ou com Mudanças Exógenas ou Endógenas.

É papel dos Mudancistas, de todos os tipos, transformar Mudanças Exógenas em0 Endógenas, motivando as pessoas a planejar e premeditar qualquer tipo de mudanças nos seus hábitos, mesmo aquelas que vêm de fora para dentro, sobre a qual não se tem controle.

Futuristas Mudancistas, de maneira geral, trabalham com Mudanças Exógenas, aquelas que não são planejadas ou premeditadas. São visualizadas como necessárias, pois são tendências futuras.

Os Futuristas Mudancistas precisam estar apoiados em uma Narrativa Futurista, que se torna uma espécie de “tampa de quebra cabeças”, que vai guiá-los para saber que tipo de passagem irá promover do Mindset “a” para o Mindset “b”.

(A construção da Narrativa Futurista é a missão do Futurista Conceituador. É o que descrevemos na Metodologia Bimodal Geral para atuação dos Futuristas.)

O objetivo do Futurista Mudancista é promover mudanças de paradigmas, valores (forma de pensar) e, por sua vez, hábitos (forma de agir) para manter alta a Taxa de Competitividade de profissionais e organizações.

Podemos constatar que se pode separar as Mudanças Exógenas (de forma para dentro) em dois tipos:

  • Mudanças Exógenas de Continuidade – aquelas que, mesmo sendo inesperadas e incontroláveis, são conhecidas e fazem parte do repertório de Paradigmas e Valores daqueles que irão mudar;
  • Mudanças Exógenas de Descontinuidade – aquelas que, mesmo sendo inesperadas e incontroláveis, NÃO são conhecidas e NÃO fazem parte do repertório de Paradigmas e Valores dos que terão que passar pela mudança.

(Podemos dizer, por exemplo, que a pandemia se encaixa bem numa Mudança Exógena de Descontinuidade.)

Há aqui o seguinte padrão no desafio da Mudança de Mindset:

Quanto mais Exógena for a sensação de mudança e quanto mais provocar Descontinuidade, mais será difícil de ser enfrentada e vice-versa.

O principal desafio dos Futuristas Mudancistas diante do Mundo Digital é o de ajudar profissionais e organizações a lidar melhor com uma Mudança Exógena de Descontinuidade, pois a compreensão do novo cenário EXIGE a aquisição de novo repertório de Paradigmas e Valores.

Porém, os problemas das Mudanças Diante do Digital não acabam aí, apenas se aprofundam.

Temos ainda dois tipos de Mudanças Exógenas de Descontinuidade:

  • Mudanças Exógenas de Descontinuidade Conhecidas pelos Conceituadores Convencionais – aquelas que, mesmo sendo inesperadas, incontroláveis e descontínuas, mas  são conhecidas e fazem parte do Repertório de Paradigmas e Valores dos Conceituadores Convencionais, aos quais os clientes podem recorrer;
  • Mudanças Exógenas de Descontinuidade NÃO Conhecidas pelos Conceituadores Convencionais – aquelas que, mesmo sendo inesperadas, incontroláveis e descontínuas, são ainda desconhecidas e NÃO fazem parte do Repertório de Paradigmas e Valores dos Conceituadores Convencionais, deixando os clientes sem a quem possam recorrer.

O Mundo Digital, na escala das Taxas de Resistência às mudanças, sobe, assim, o nível de dificuldade, quando temos alterações necessárias, que são Exógenas, Descontínuas e Desconhecidas pelos Conceituadores Convencionais, que se esforçam para compreendê-la, mas não conseguem.

As Mudanças Exógenas de Descontinuidade NÃO Conhecidas pelos Conceituadores Convencionais ainda ganham ainda mais uma dificuldade, pois são rápidas e disruptivas do ponto de vista Estrutural do Modelo de Sobrevivência.

Diante do Mundo Digital, o que vemos hoje é que profissionais e organizações vão perdendo a capacidade competitiva de forma rápida, querem, precisam compreender o que está ocorrendo e não conseguem. E quando pedem ajuda aos Conceituadores de Plantão não são satisfatórias.

Podemos dizer que a chegada da Revolução Midiática Civilizacional Digital é uma Mudança DREDS (Disruptiva, Rápida, Estrutural, Desconhecida (até pelos Conceituadores Convencionais) e Social (que parte de dentro da própria sociedade, o que a torna mais invisível).

Mudanças DREDS (Disruptiva, Rápida, Estrutural, Desconhecida e Social) são as que requerem mais esforço, tanto de quem quer ajudar a mudar, como também de quem precisa mudar.

Mudanças DREDS, assim, demandam um tipo de Metodologia de Mudança distinta.

Não podemos aplicar a mesma Metodologia de Mudança para mudanças que são completamente diferentes!

Podemos definir, assim, três tipos de Metodologias de Mudança:

  • As Convencionais – que são praticadas para mudança de baixa resistência;
  • As Extraordinárias – que são praticadas para mudança de média resistência;
  • As Super Extraordinárias – que são praticadas para mudança de alta resistência.

Diante do Digital, é preciso aplicar a Metodologia Super Extraordinária, pois estamos diante de um tipo de alteração de Repertório de Valores, Paradigmas e Hábitos, que exige um esforço muito grande de adaptação.

Metodologias de Mudança Super Extraordinárias são aquelas em que é preciso envolver um tipo especial de Cliente Inicial, de Incentivo à Mudança e de Processo de Mudança.

O Cliente Inicial no caso de Metodologia de Mudança Super Extraordinária terá que procurar o Perfil Inquieto e não o Quieto.

O Perfil Inquieto é aquele que têm mais facilidade de aceitar novo Repertório de Paradigmas e Valores e rever Hábitos, diferente dos Quietos, que agem da maneira inversa.

O Incentivo à Mudança no caso de Metodologias de Mudança Super Extraordinária terá que ser a da Atração e não do Convencimento.

O Incentivo à Mudança por Atração é aquele que se faz provocações sobre as mudanças necessárias, mas não se tenta convencer os Inquietos, mas atraí-los, através de técnicas de envio de conteúdo consistente e lógico permanente.

Por fim, no caso de Metodologia de Mudança Super Extraordinária não se pode imaginar um Processo de Mudança rápido, passageiro e superficial, mas, ao contrário, lento, demorado e profundo.

Os Futuristas Mudancistas Bimodais, que querem ajudar clientes a entender e se adaptar ao Mundo Digital, acabam tendo que enfrentar a taxa máxima de resistência às mudanças.

E precisam ajustar o tamanho do desafio das alterações no Repertório de Paradigmas, Valores e Hábitos com a metodologia de mudança adequada.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Átila Pessoa (que ajudou, inclusive, na imagem do artigo).

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

“O diálogo se dá entre iguais e diferentes, nunca entre antagônicos.”Moacir Gadotti.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais, que serve para uso de Futuristas, em particular, e da sociedade de maneira geral.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia de Diálogo tanto a Geral quanto a Aplicada – desenvolvida para que possamos trabalhar, de forma mais adequada, com a grande e profunda mudança de mindset necessária para entender e agir melhor diante do Mundo Digital.

Porém, ninguém muda a forma de pensar, se não houver uma melhoria da qualidade do diálogo.

O diálogo é uma ferramenta humana para intercâmbio de Narrativas e Conceitos. E o Diálogo Profissional é feito para que se possa melhorar a capacidade de tomada de decisões, voltadas para a sobrevivência, a partir das trocas.

Porém, o principal problema dos diálogos é justamente acreditar que ele é algo natural, que não é necessário que se pense sobre ele e se desenvolva uma metodologia mais eficaz para praticá-lo.

Na verdade, dialogamos sem refletir de como dialogamos, o que torna o processo pouco eficaz.

O primeiro passo para que se estabeleça um Diálogo Profissional Eficaz é a disposição de ambas as partes para intercambiar Narrativas e Conceitos.

Quando uma das partes ou as duas NÃO está disposta a intercambiar Narrativas e Conceitos, não existem as condições prévias para que se inicie o Processo do Diálogo.

Quando um ou todos não querem dialogar, é melhor não se perder tempo e partir para outra!

Assim, o primeiro passo para que se tenha um Diálogo Profissional Eficaz é haver entendimento que as partes estão ali dispostas a intercambiar, a melhorar a sua visão sobre determinado problema/fenômeno/desconforto ou seja lá o que for o tema da conversa.

Um Diálogo Profissional, em geral, se inicia com uma das partes apresentando determinado ponto de vista sobre o tema em questão, sobre o qual os participantes desejam aprimorar a  querem ter uma forma melhor de pensar e agir sobre ele.

Assim, num Diálogo Profissional é preciso, antes de tudo, definir o foco do que está se tratando para que se possa não se perder pelo meio do caminho.

Quando o Abridor do Diálogo apresenta e termina de apresentar seu ponto de vista, é preciso, pela ordem:

  1. Alinhamento dos Possíveis Ruídos da Comunicação – alinhar a compreensão de que todos entenderam o que se quis dizer o Abridor do Diálogo. Nesta etapa são tiradas as dúvidas  e se procura eliminar os possíveis ruídos na comunicação;
  2. Alinhamento das Concordâncias e Discordâncias – feito o Alinhamento dos Possíveis Ruídos da Comunicação, se inicia a procura sistemática de concordâncias e discordâncias para se entender de que tipo de discordância está se falando;
  3. Avaliação final – nesta etapa, se avalia o que se aprendeu, o que ficou de mais importante e o que aquele diálogo agregou para todos os presentes.

O esforço de se definir e se cumprir com as Três Etapas de um Diálogo Eficaz, aperfeiçoando-a, é algo que melhora qualitativamente os resultados.

A Metodologia de Diálogo é uma ferramenta fundamental para que se consiga criar Ambientes Profissionais mais saudáveis.

Os Futuristas, sejam eles Conceituais ou Operacionais, precisam praticar uma Metodologia de Diálogo mais eficaz, principalmente diante de cenários tão disruptivos como agora.

Cenários Disruptivos pedem a revisão de antigos paradigmas e isso exige que a Taxa de Qualidade dos Diálogos seja muito mais alta.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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Versão 1.1 – 26/07/21

O áudio da primeira versão do artigo.

O áudio da segunda versão do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal260721

“A maioria de nós tem apenas uma compreensão muito limitada de como as redes funcionam e quase nenhum conhecimento de onde elas vieram.” Niall Ferguson.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais, que serve para uso de Futuristas, em particular, e da sociedade de maneira geral.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal Setorial para Futuristas. 

De maneira geral, há uma enorme Confusão Conceitual nos diversos setores da sociedade, quando tentam compreender o Digital, pois não se entende o que é exatamente a causa (Revolução Maior) da consequência (Revoluções Menores).

Podemos chamar de Revolução Midiática Civilizacional e Sub-Revoluções Setoriais (SRS).

Uma Revolução Midiática Civilizacional provoca Ondas de Mudança nos diversos setores da sociedade.

Podemos dizer que a Revolução Midiática Civilizacional é o epicentro de um “terremoto”, que gera “tremores” em todas as áreas da sociedade.

Assim, para se entender o “terremoto” (Revolução Midiática Civilizacional Digital) é preciso, primeiro compreender o “epicentro” e depois os respectivos “tremores” e não o contrário  como se tem feito.

Temos, assim, a Revolução Civilizacional e as Sub-Revoluções Civilizacionais Setoriais nos Ambientes Educacionais, dos Negócios, Políticos, Jurídicos, Governamentais,  Econômicos, Científicos, etc.

Podemos dizer – desculpem a comparação com uma doença – que a Revolução Midiática Civilizacional é a “pneumonia” e as Sub-Revoluções Civilizacionais Setoriais são a “febre“.

Ninguém diagnostica um paciente, afirmando que ele: “está com febre“, mas com, por exemplo, “você está com pneumonia”, que CAUSA a febre, que é um sintoma de algo maior.

Pneumonia é a causa e a febre, o sintoma, a consequência.

O principal problema da análise do Digital pelos diversos setores da sociedade é a incapacidade de perceber que a Revolução Midiática Civilizacional Digital é uma Mudança Exógena (de fora para dentro) nos setores e não Endógena (de dentro para fora).

Os diferentes Conceituadores Clássicos Setoriais NÃO viveram Revoluções Midiáticas e NÃO puderam analisar os respectivos impactos nos seus setores.

Assim, há uma certa obsolescência dos Conceitos Clássicos Setoriais, que estruturam os Conceitos Hegemônicos dos Setores.

Os Conceituadores Clássicos das Ciências Sociais não perceberam a relevância das mídias para a estrutura dos diversos setores da sociedade.

Conceituadores Clássicos das Ciências Sociais criaram as suas teorias entre duas Revoluções Midiáticas e não conseguiram perceber a influência das mesmas, de forma estrutural, nos respectivos setores.

O Mundo Pós-Digital, com todas as mudanças que traz, tem mostrado que é preciso uma profunda Revisão Paradigmática nas Ciências Sociais.

Todas as atividades humanas, incluindo os negócios, a economia e a administração fazem parte das Ciências Sociais.

Todas estão em crise, vivendo uma profunda anomalia.

Os Conceituadores Setoriais, assim, têm dificuldade de entender o Digital, pois os seus respectivos “gurus” nunca pararam para pensar que os respectivos setores são do jeito que são por causa das mídias de plantão.

  • As mídias são a “placa-mãe” da sociedade;
  • Os Macro Modelos de Sobrevivência o “sistema operacional”;
  • E nos setores temos os “aplicativos“.

Quando se muda o Ambiente Midiático, se inicia um processo de Mudança Exógena (de fora para dentro) em toda a sociedade.

Uma Revolução Midiática é uma Ordem Espontânea, viral, que se inicia com uma nova Tecnologia Midiática, que atende a diversas Demandas Participativas, que estavam latentes.

Os criadores de novas mídias nunca tiveram a exata noção do quanto seus inventos afetaram a civilização humana.

Revolução Midiática passa a irradiar Tecnopossibilidades de alterações em  TODOS os Ambientes Organizacionais da sociedade.

O roteiro para quem quer entender o Digital no seu setor é o seguinte:

  1. revisão das bases filosóficas e teóricas das Ciências Sociais;
  2. aplicação dos novos paradigmas das Ciências Sociais nos diferentes setores, revisando os autores clássicos para que se possa comparar os novos conceitos nos antigos e se criar uma nova síntese.

Se você vai Futurar algum setor, antes de tudo, é preciso rever os paradigmas centrais, a partir do Digital, e, só então, iniciar os prognósticos.

É preciso separar diante desse Futuro – cada vez mais Digital – o que é a “pneumonia” (a causa), da “febre (a consequência).

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Átila Pessoa e Fernanda Pompeu.

Vem tomar pílula vermelha todos os dias na Bimodais.  Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

Versão 1.3 – 23/07/21

O áudio do artigo.

Link Encurtado: https://bit.ly/artigobimodal210721

“Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de você ignorar a realidade.”Ayn Rand.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais.

É Ferramental Conceitual para que os Futuristas Competitivos Bimodais e respectivos clientes, em particular, e a sociedade, de maneira geral, possam lidar melhor com este novo cenário disruptivo.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal para Atuação dos Futuristas.

O Futurismo Competitivo tem a intenção de ajudar profissionais e organizações a se adaptar a esse novo Ambiente Civilizacional, profundamente alterado no Pós-Digital.

é necessário, antes de tudo, em primeiro lugar, contar com o apoio dos Futuristas Mudancistas.

Os Futuristas Mudancistas são os responsáveis dentro das atividades do Futurismo Competitivo de promover mudanças no Mindset dos Clientes para que possam compreender, de forma mais ampla, o que está ocorrendo, antes de se tomar qualquer Decisão Competitiva.

Os Futuristas Mudancistas, entretanto, seja lá o nome que cada um se apresente para esta função, precisam OBRIGATORIAMENTE de uma Narrativa Futurista para apresentar aos respectivos clientes.

Se você assistir a qualquer palestra, workshop, conteúdo sobre o Mundo Digital, ali terá o trabalho de um Futurista Mudancista, que escolheu, de forma mais ou menos consciente, uma Narrativa Futurista, que está sendo oferecida para os consumidores daqueles conceitos.

Assim, o primeiro passo mais eficaz para a necessária e obrigatória Adaptação Civilizacional é a escolha de uma Narrativa Futurista para que se possa, a partir dela, tomar as Decisões Competitivas, que serão apoiadas por outros dois perfis de Futuristas Operacionais: o Migracionista e o Startupizador.

O Futurista Mudancista cuida das mudanças do pensar. E o Migracionista e o Startupizador no agir.

(Temos ainda na Metodologia Bimodal sobre Futurismo para Futuristas os perfis Conceituais: o Epistemólogo (como pensar melhor?), o Conceituador (como conceituar melhor?) e o Dialogador (como dialogar melhor?), que dão suporte aos Futuristas Operacionais.)

O Futurista Migracionista é aquele que vai ajudar pessoas, profissionais e organizações, que estão ligados ao antigo Ambiente Civilizacional a migrar para o novo ambiente, com todas as dificuldades que isso implica, em função do apego ao antigo legado e a carteira convencional de clientes, que continuam sendo atendidos.

O Futurista Startupizador é aquele que vai partir do zero com novos empreendimentos para se aproveitar das novas Tecnopossibilidades do novo Ambiente Civilizacional, tendo a vantagem de ter que lidar menos com o apego ao antigo ao antigo legado e a carteira convencional de clientes.

Assim, a definição destes perfis de Futuristas Competitivos Operacionais (Mudancistas, Migracionistas e Startupizadores) se encaixam nas atividades de muita gente neste mercado, que foram classificadas dessa maneira pela Metodologia Bimodal sobre Futurismo para Futuristas.

O que fazemos aqui na Bimodais ao criarmos uma Metodologia Bimodal sobre Futurismo para Futuristas é classificar as atividades dos Futuristas e explicitar, DE FORMA BEM ENFÁTICA que há escolhas, o tempo todo, que estão sendo feitas pelos respectivos clientes.

Assim, a Narrativa de Futurismo Bimodal é UMA DAS MUITAS disponíveis no mercado e é do acerto da mesma que se poderá ajudar ou atrapalhar clientes a se inserir na nova Era Civilizacional.

O papel, agora falando especificamente dos Futuristas Competitivos Operacionais Bimodais, de um Futurista Mudancista, diferente dos demais, é apresentar a Narrativa de Futurismo Bimodal para seus clientes para que eles possam mudar a forma de pensar sobre o presente e o futuro.

Na projeção que temos sobre o Momento Bimodal Civilizacional, não estamos vivendo uma continuidade entre o velho e o novo, pois há o surgimento dos Ubers – que estão tomando cada vez mais espaço no mercado – com um novo Modelo Administrativo Disruptivo,  que se utiliza de Ferramental Operacional e Conceitual bem distintos se comparados com o passado.

Os Ubers praticam uma nova forma de Comando e Controle e, por causa disso, podem ser muito mais exponenciais do que as Organizações Tradicionais, conseguindo quebrar uma antiga barreira administrativa humana: de conseguir entregar qualidade personalizada para grande quantidade de clientes.

Assim, um Futurista Mudancista Bimodal não pode, por uma questão de compromisso ético com a sua profissão,  iludir o cliente de que a pura e simples Digitalização de vários processos, diante de organizações cada vez mais Uberizadas será uma Decisão Competitiva suficiente no longo prazo.

O cliente do Futurista Mudancista Bimodal pode até decidir não ousar agora “voos” mais altos e disruptivos, porém os Mudancistas Bimodais tem a OBRIGAÇÃO de alertá-los de que a tendência da Nova Civilização é cada vez mais Youtubes e menos Netflixes e TvGlobos.

Já Os clientes dos Migracionistas Bimodais, todos detentores de organizações tradicionais, que estejam dispostos a voos mais altos e disruptivos, que queiram iniciar a jornada em direção à Uberização, precisam entender que é preciso criar duas áreas separadas.

Desenvolvemos aqui, para proceder a Migração, a Metodologia de Inovação Bimodal Administrativa, que tem a seguinte sugestão:

  • Na primeira área, o que podemos chamar de Motor 1 Bimodal, irá se promover as inovações no Antigo Modelo de Administração, se utilizando dos Novos Canais e do Novo Armazenamento Digital, mas se manterá o mesmo Modelo de Comando e Controle, não se utilizando da Nova Linguagem dos Rastros. A referência aqui é algo na linha do Nubank e do Netflix;
  • Na segunda área, o que podemos chamar de Motor 2 Bimodal, irá se promover as inovações para se criar o novo Modelo de Administração, se utilizando dos Novos Canais, do Novo Armazenamento e da Nova Linguagem dos Rastros. A referência aqui é algo na linha do Bitcoin e do Youtube.

Quando pensamos no trabalho dos Startupizadores Bimodais, a sugestão é iniciar empresas já no novo Modelo Administrativo, abandonando os antigos modelos e procurando criar Ambientes Administrativos Uberizados ou Blockchenizados.

Há uma fantasia bem difundida no Senso Comum de que TODOS os Futuristas enxergam o amanhã mais ou menos da mesma maneira, que as Narrativas Futuristas são mais ou menos iguais e que a escolha de uma determinada Narrativa Futurista não terá QUASE NENHUM impacto na respectiva Taxa de Competitividade.

Por fim, se verifica uma forte tendência dos Clientes dos Futuristas a contratar Narrativas Futuristas que sejam compatíveis com o que se tem capacidade de compreender e aceitar, nem sempre procurar um que tenha mais lógica e esteja mais afinado com os eventos similares ocorridos no passado.

Porém, como diz Ayn Rand (1905 – 82), nossa querida Epistemóloga:

“Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de você ignorar a realidade.”

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Renato Azevedo.

Vem tomar pílula vermelha todos os dia na Bimodais.  Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês ou definições de conceitos, que são enviados regularmente para os Bimodais.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com todos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas e ter a possibilidade de dialogar sobre elas com o Curador da Escola e com os outros Bimodais.)

 

Versão 1.2 – 21/07/21

Link Encurtado: https://bit.ly/artigonepo220721a

O áudio do artigo.

“O crescimento do ciberespaço resulta de um movimento internacional de jovens ávidos para experimentar, coletivamente,, formas de comunicação diferentes daquelas que as mídias clássicas nos propõe.”Pierre Lévy.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que os Bimodais possam entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais.

O objetivo do artigo é detalhar a Revolução Midiática Civilizacional Digital – Fenômeno Social Recorrente, que inaugura uma nova Era Civilizacional.

Em primeiro lugar, é importante ter em mente que estamos vivendo, com o avanço da Revolução Midiática Civilizacional Digital, uma necessária e relativamente rápida adaptação diante do raro e desconhecido Fenômeno Social Mais Disruptivo entre todos que o Sapiens promove ao longo da sua história.

Uma Tecnoespécie é aquela que fez das Ferramentas Operacionais o seu diferencial competitivo e, por causa disso, pode reinventar, ao longo do tempo, a sua forma de sobrevivência.

Revoluções Midiáticas servem para que possamos promover as mudanças entre estes dois pólos: mais gente e um ambiente interativo mais sofisticado.

É importante notar que as mídias definem a Topologia de Sobrevivência Humana.

Porém, a atual Revolução Digital tem algo particular.

É a primeira vez que estamos modificando de forma disruptiva a Estrutura da nossa Sobrevivência.

Com o Digital, estamos alterando a Estrutural de algo que já era Estrutural.

Até a chegada do Digital vivíamos dentro do Modus Operandi Mamífero.

O Modus Operandi Mamífero é basicamente sonoro (sejam os sons orais ou escritos), que demanda a decodificação por determinado intermediador mais centralizado.

Todas as espécies animais sonoras são mais centralizadas do que as que se organizam por Rastros Químicos como as formigas.

Toda a o DNA de Sobrevivência do Sapiens, até aqui, se estruturou baseado nos Sons.

Sons criam códigos de mais difícil codificação, por isso, precisam de um decodificador de códigos mais sofisticado.

Por causa disso, espécies sonoras têm a necessidade de um líder-alfa para promover a decodificação de códigos mais complexos para tomada de decisão.

O que chamamos hoje de Gestão, o Macro Modelo de Sobrevivência que praticamos, é resultado do Modus Operandi Mamífero.

O Modus Operandi Mamífero pode ter aplicações mais horizontais de sobrevivência, porém tem um determinado limite que não consegue ser ultrapassado.

Quanto mais membros tem nossa espécie, mais verticalizado vai ficando o processo, criando crises de complexidade, pois as decisões vão perdendo em qualidade.

Por isso, de tempos em temos, é necessário promover alterações no Ambiente Midiático para que se possa aumentar a participação das pessoas nos processos operacionais e de decisão.

A única forma que o Sapiens encontrou na Macro História para lidar com a Complexidade Demográfica Progressiva foi promover a sofisticação dos Ambientes de Sobrevivência.

Estamos vivendo com a Revolução Midiática Civilizacional Digital a passagem gradual do Modus Operandi Mamífero para o Insetífero (não achei ainda conceito melhor).

O Modus Operandi Mamífero Insetífero, só possível no Digital.

O Modus Operandi Mamífero Insetífero promove a Reintermediação das Interações Humanas, tornando o Ambiente de Sobrevivência mais sofisticado e mais compatível com o novo Patamar de Complexidade Demográfica.

O Modus Operandi Insetífero é basicamente feito por Rastros Digitais (ícones e histórico das navegações depositados em bancos de dados). Os Rastros Digitais permitem a decodificação de forma mais distribuída.

Rastros Digitais (estrelas, curtidas) são de fácil compreensão e permitem que se possa tomar decisões de forma mais distribuída.

O grande pulo do gato dos Ubers é justamente o uso intensivo dos Rastros Digitais.

Assim, o Modus Operandi Insetífero permite o aumento de participação do Sapiens, o que facilita o trato com a complexidade.

Estamos modificando, de forma disruptiva, o DNA de Sobrevivência migrando dos Sons para os Rastros.

O Modus Operandi Insetífero marca a passagem da Gestão para a Curadoria, que nos permite o uso de um novo Macro Modelo de Sobrevivência mais sofisticado.

Diante disso, podemos dizer que vivemos atualmente um Momento Civilizacional Bimodal, que deve durar algumas décadas.

O Momento Civilizacional Bimodal é um intervalo de tempo típico de cenários pós-Revoluções Midiáticas, quando o novo está se estabelecendo e o antigo ainda luta para sobreviver.

Parte da sociedade procura aderir e outra resistir.

Sim, haverá adequações entre o velho e o novo, mas a tendência geral é que cada vez mais novos Ambientes Administrativos em todos os setores tendam, cada vez mais, a adotar as Ferramentais Conceituais e Operacionais do novo Macro Modelo de Sobrevivência, com o Modus Operandi Insetífero.

Podemos dizer que a atual Revolução Midiática Civilizacional Digital é uma espécie de Tecnopandemia sobre a qual Conceituadores Sociais de todo mundo pesquisam uma nova “vacina” (para permitir que se entenda e se atue de forma mais eficaz diante dela).

A Revolução Midiática Civilizacional Digital permite, assim, que possamos iniciar um longo processo de solução de problemas complexos, que antes não eram viáveis, pois o Macro Modelo de Intermediação Midiático do passado não permitia por carência de Ferramentas Operacionais (opções tecnológicas).

A Nova Linguagem é responsável por quebrar as barreiras anteriores de:

  • introduzir novos códigos, que permitem que se possa praticar um novo Macro Modelo de Comando e Controle mais sofisticado.

Isso pode ser visto, como exemplo, nas seguintes organizações:

  • TV GLOBO – exemplo típico de organização do Macro Modelo de Sobrevivência Antigo (Analógico, Pré-Digital);
  • NETFLIX – exemplo típico de organização do Macro Modelo de Sobrevivência Novo (Digital 1.0) que quebra os limites de tempo e lugar e amplia exponencialmente a capacidade de se armazenar e utilizar as atividades feitas pelo Sapiens;
  • YOUTUBE – exemplo típico de organização do Macro Modelo de Sobrevivência ainda mais Novo (Digital 2.0) que quebra todos os outros limites e ainda permite um novo Macro Modelo de Comando e Controle, a partir do uso intenso da Linguagem dos Rastros. É ela que viabiliza, que os usuários possam inserir novos conteúdos diretamente no banco de dados, o que era impossível antes.

Note que, em termos de escala de uso, temos: TV Globo (20 milhões de usuários), Netflix (220 milhões) e Youtube (2,2 bilhões) – dados 2021.

O Youtube só consegue superar a barreira dos bilhões de usuários – algo mais adequado para o Patamar de Complexidade Demográfica atual – justamente pelo uso intenso da Nova Linguagem dos Rastros. 

O Youtube NÃO é um novo modelo de negócios igual ao Netflix, pois o Modelo Comando e Controle é completamente distinto do passado.

No Youtube, é possível lidar melhor lidar com a complexidade em função do  aumento exponencial de participação dos usuários, que é algo que será disseminado cada vez mais no futuro em cada vez mais áreas da sociedade.

O Modelo Digital 2.0 (Uberização) demonstra que o Sapiens começa a experimentar novas formas mais sofisticadas de lidar com a Complexidade Demográfica, se utilizando do pacote completo da nova mídia: novos canais, novo armazenamento e nova linguagem – e ainda promovendo melhorias como a Blockchenização (Digital 3.0).

O Youtube faz parte de um movimento sistêmico e recorrente das Revoluções Midiáticas, que introduzem novos Macro Modelos de Sobrevivência mais sofisticados, que, por causa da nova forma de intermediação, permitem uma Taxa de Exponencialidade muito maior.

Assim, a Revolução Midiática Civilizacional Digital pode ser dividida, até o momento, no que conseguimos projetar. na sua evolução em três etapas distintas:

  • Digitalização (Digital 1.0) – massificação de novo canal mais centralizado e novo tipo de armazenamento, via banco de dados;
  • Uberização (Digital 2.0) – massificação de novo canal mais centralizado,  armazenamento, via banco de dados e nova linguagem;
  • Blockchenização (Digital 3.0)  – massificação de novo canal ainda mais descentralizado, armazenamento, via banco de dados e nova linguagem.

É isso, que dizes?

Colaboraram os Bimodais: Fernanda Pompeu e Átila Pessoa.

Vem tomar pílula vermelha todos os dia na Bimodais.  Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês ou definições de conceitos, que são enviados regularmente para os Bimodais.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com todos os links para todos os artigos sobre as nossas diversas Metodologias e ter a possibilidade de dialogar sobre elas com o Curador da Escola e com os outros Bimodais.)

Versão 2.1 – última atualização 26/07/21.

O áudio do artigo da versão 1.0.

O áudio do artigo da versão 2.0.

“O compromisso cego com uma teoria não é uma virtude intelectual, mas um crime intelectual.”Imre Lakatos.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e serve de base para que os Bimodais possam entender a Narrativa da Escola. 

O artigo visa detalhar, pela ordem:

  1. O que é uma Escola de Pensamento de maneira geral?
  2. O que e uma Escola de Pensamento Propositiva?
  3. O que é uma Escola de Pensamento Propositiva?
  4. O que é a Escola de Pensamento Bimodal, que aborda o tema do Futurismo Competitivo?

O que é uma Escola de Pensamento de maneira geral?

Escola“, segundo o Dicionário “Googleniano“, é um “estabelecimento público ou privado destinado ao ensino coletivo”.

No Senso Comum, a noção de “Escola” remete a um espaço físico, de tijolos, com diferentes possibilidades de formação.

Uma Escola de Pensamento, entretanto, é um Ambiente de Diálogo de Conceituadores voltado para minimizar determinado desconforto da sociedade, a partir de um ou alguns DNAs Filosóficos.

Portanto, uma Escola de Pensamento NÃO é um espaço físico, mas uma opção consciente de vários Conceituadores, que escolheram determinado DNA Filosófico, criado por um Conceituador Disruptivo.

 

Uma Escola de Pensamento se inicia, assim, a partir de uma Crise Epistemológica, que pode ser provocada por diferentes causas:

  • novos fenômenos, que não “cabem” mais nas explicações passadas;
  • o acúmulo de pesquisa, que leva a um novo patamar, que exige uma revisão;
  • novas Ferramentas Operacionais (tecnologias), que permitem que se possa analisar os desconfortos de forma diferente.

Diante da Crise Epistemológica, há o surgimento de um ou mais Conceituadores Disruptivos (em geral é um só), que apresenta novos Conceitos, que modificam completamente a forma de pensar sobre aquele desconforto.

Os novos Conceitos Disruptivos criam um Novo DNA Filosófico, que acaba motivando um conjunto de Conceituadores a partir daquela nova premissa a iniciar e desenvolver diversas novas pesquisas para sugerir formas de agir novas diante daquele desconforto.

Uma Crise Epistemológica ocorre quando o conjunto de Conceituadores que estudam determinado Fenômeno passam a não mais conseguir prever e explicá-los de forma adequada.

 Thomas Kuhn (1922 – 96) um dos Epistemólogos Inspiradores dos Bimodais denominou a Crise Epistemológica de Anomalia Conceitual.

Em geral, a Anomalia Conceitual tem uma proposta de solução feita por um Conceituador Disruptivo, que demanda uma revisão de boa parte dos Paradigmas Convencionais gerando, assim, o surgimento de uma Escola de Pensamento.

Uma Escola de Pensamento, assim, nasce da demanda pela revisão de uma Forma Convencional de se refletir sobre determinado Fenômeno/Desconforto, iniciando uma nova etapa, uma Revolução Científica naquele campo específico.

Uma Escola de Pensamento é, assim, um Ambiente de Diálogo entre Conceituadores, que se identificaram com a Revisão Disruptiva proposta pelo Conceituador Disruptivo.

(Nem sempre, ou quase nunca, o Conceituador Disruptivo tem consciência ou a intenção de fundá-la, o que ocorre depois com os Conceituadores, que dão continuidade ao seu trabalho e passam a denominar a escola de algum nome.)

Vamos a alguns exemplos de Escolas de Pensamento:

  • Na Economia – Keynesiana, Austríaca ou de Chicago;
  • Na Educação – Montessoriana, de Piagetiana ou e Vygotskyana;
  • Na Psicologia – Freudiana, Junguiana ou Lacaniana.

A partir do início dos trabalhos de Revisão Conceitual, a cada nova Geração de Conceituadores, vão surgindo novos Conceituadores e Conceitos, que vão aprimorando e aperfeiçoando a Revisão Corretiva Disruptiva Inicial.

O que é uma Escola de Pensamento Propositiva?

As Escolas de Pensamento podem ter dois tipos:

  • As Organizativas – aquelas que NÃO agregam Novos Conceitos Relevantes, mas servem para divulgar os Conceitos Hegemônicos da Escola de Pensamento;
  • As Propositivas – aquelas que agregam Novos Conceitos Relevantes, e servem, além de divulgar os Conceitos Hegemônicos, com novos conceitos para a Escola de Pensamento.

As Escolas Propositivas geram, a partir da Escola de Pensamento GeralEscolas de Pensamentos Variantes, que discordam em determinados aspectos, como se fossem “afluentes”, que se desdobram do mesmo “rio”.

(É o caso na psicologia da Junguiana e da Lacaniana, que descendem diretamente da Freudiana. Ou das Escolas Austríaca e de Chicago, na Economia, que descendem da Liberal de Adam Smith.)

Por fim, é comum que tanto nas Escolas de Pensamento Organizativas e Propositivas se organize não só pesquisas, mas também cursos, palestras, workshops, atividades de repasse dos Conceitos Hegemônicos – como ocorre aqui na Bimodais.

O que é a Escola de Pensamento Bimodal, que aborda o tema do Futurismo Competitivo?

A Bimodais é uma Escola de Pensamento. É uma Variante da Escola de Toronto (Canadá) (que desenvolve estudos há mais de setenta anos sobre a história das Revoluções de Mídia).

(Os Conceituadores da Escola de Toronto são especialistas no histórico das Revoluções de Mídia e, por isso, são fundamentais para nos ajudar a enxergar os padrões das mesmas.)

A Escola de Toronto foi criada pelo Conceituador Disruptivo Marshall McLuhan (1911 – 80), que sugeriu, basicamente, nova forma de se encarar o papel das Mídias na sociedade, partindo de estudos, inicialmente, sobre Desconfortos e Fenômenos da Comunicação Humana. 

McLuhan sugeriu como Conceitos Disruptivos uma nova forma de pensar o papel das Ferramentas Operacionais (tecnologias) e Mídias na sociedade.

Segundo ele:

  • as tecnologias não são neutras para o Sapiens – quando são criadas ou alteradas, permitem que o Sapiens se modifique;
  • as mídias não são neutras para o Sapiens – quando são criadas ou alteradas, permitem que o Sapiens se modifique.

Estes dois novos Padrões Disruptivos propostos por McLuhan para se repensar a sociedade humana serviram de base para o surgimento da Escola de Pensamento de Toronto, da qual a Bimodais é um “afluente”.

Além de McLuhan, tivemos na primeira geração da escola os Conceituadores Harold Innis (1894 – 1952) e  Eric Havelock (1903 – 88. Na segunda geração, o destaque é Pierre Lévy (1956 – ), que fez um estudo detalhado da história humana.

A Bimodais é da terceira geração da Escola de Toronto.

A Escola de Pensamento de Toronto, na verdade, propôs  muito mais do que uma revisão na Ciência da Comunicação, mas uma Revisão Disruptiva na própria Ciências Sociais.

As Ciências Sociais abarcam diversas Subciências, onde muitas vezes determinados Conceituadores Disruptivos, ao analisar algo específico, sugerem mudanças, que têm efeitos na visão geral.

Os Conceitos Disruptivos de Marshall McLuhan, a nossa ver, não são apenas disruptivos para a Ciência da Comunicação, mas também para as Ciências Sociais.

A Revisão Disruptiva proposta por McLuhan altera a forma como encaramos a Teoria da História Humana, pois se “mudou a mídia, mudou a sociedade”, passamos a ter um novo Fator Detonador das mudanças históricas.

E isso foi reforçado, tempos depois, com Pierre Lévy, um dos seguidores da Escola de Toronto, ao defender que: “mudou a mídia, mudou a Era Civilizacional“.

Lévy, na verdade, retira a Escola de Toronto DEFINITIVAMENTE do âmbito da Ciência Comunicação e coloca os Conceitos Disruptivos de McLuhan em outro patamar, trazendo-os para a revisão da Teoria da História Humana, gerando uma profunda Crise Epistemológica nas Ciências Sociais.

A Teoria da História Humana, que podemos também chamar de Motor da História, é o pilar central das Ciências Sociais, que serve de Plataforma Conceitual para todas as outras Subciências Sociais.

A chegada e massificação de novas mídias, a partir dos Conceitos Disruptivos de McLuhan e depois de Lévy precedem grandes alterações históricas, tais como mudanças econômicas, sociais e políticas.

Os Conceitos Disruptivos de McLuhan e depois de Lévy passam a explicar os fenômenos históricos de forma COMPLETAMENTE diferente do pensamento convencional das Ciências Sociais.

Os Conceitos Disruptivos de McLuhan e depois de Lévy nos permite enxergar melhor as causas e consequências das atuais mudanças do Mundo Digital.

Podemos dizer, a nosso ver, que a Teoria da História Humana deve ser classificada com um antes e depois de Marshall McLuhan.

A Bimodais é, assim, da Terceira Geração da Escola de Toronto, acata as sugestões de Pierre Lévy de não mais analisar as Revoluções de Mídia apenas no âmbito da Ciência da Comunicação, mas no âmbito da própria História Humana.

A Bimodais, se torna, assim, além disso, uma Variante da Escola de Toronto, não Organizativa, mas Propositiva – e passa a sugerir várias agregações ao Pensamento Hegemônico da Escola.

A primeira colaboração da Bimodais, tendo a vantagem de analisar tudo depois, foi, de certa maneira, colocar os Conceitos Hegemônicos da Escola de Toronto no seu devido lugar, do ponto de vista epistemológico.

A Escola de Toronto promoveu pesquisas que se iniciaram em uma Subciência Social, mas que, devido a sua relevância, alterou aspectos estruturais das Ciências Sociais.

A forma como o Sapiens avança na história precisa de uma Revisão Disruptiva, o que afeta a visão da sociedade de TODAS as Subciências Sociais.

Mais ainda.

A Bimodais percebeu que as Revoluções Midiáticas são movimentos de Ordem Espontânea da espécie na direção de uma Sobrevivência de cada vez Mais Qualidade.

E que era necessário rever o próprio nome do que chamamos hoje de Ciências Sociais, trocando-o por uma Ciência Mãe da área social, que nos remete ao estudo do que fazemos na Macro História para sobreviver.

(Isso se deve a outros problemas das ciências não voltadas para desconfortos, que terei que abordar em outro artigo.)

A Bimodais, assim, diferente de optar pelos estudos dentro dos limites da Ciência da Comunicação, ou mesmo de promover uma revisão filosófica nas Ciências Sociais sentiu a necessidade de criar uma nova ciência, que passamos a denominar Antropologia da Sobrevivência.

A lógica da passagem dos estudos da Ciência da Comunicação para a Antropologia da Sobrevivência não é complicada.

Antropologia é o estudo do ser humano ao longo dos milênios. Análise, a partir da Sobrevivência se torna necessário ao percebermos que as Revoluções Midiáticas, mais do que um fenômeno recorrente aleatório, tem uma função estrutural e sistêmica de criar novos Ambientes de Sobrevivência em função do progressivo aumento demográfico.

Em função das descobertas do fenômeno/desconforto estudado, as ciências e as teorias têm que se ajustar para que possam ajudar e não atrapalhar!

A Antropologia da Sobrevivência foi necessária para os Bimodais, pois se nosso foco é analisar o futuro precisamos entender os novos padrões que o sapiens está revelando neste novo século.

Não é o século XXI que está estranho, são as nossas teorias sobre a sociedade humana que estão precisando de ajustes.

A Bimodais, assim, para entender e ajudar pessoas a lidar melhor com o Digital, seu objetivo desde o início, precisou contar com duas Ferramentas Estruturais Conceituais:

  • Uma Teoria Estrutural – (a Antropologia da Sobrevivência) – para que possa analisar os padrões das Revoluções Midiáticas e sua relação com a sobrevivência humana;
  • Uma Metodologia Estrutural (o Futurismo Competitivo) – uma aplicação desta teoria, de forma a ajudar profissionais e organizações a entender e agir melhor diante do Digital.

A Antropologia da Sobrevivência passou a ser a base da produção das teorias da escola, que nos permite entender os novos padrões da civilização humana. E, a partir destes novos padrões, poder aplicá-los para entender o Digital.

A aplicação destes padrões, entretanto, precisa contar com o Futurismo Competitivo, uma Metodologia Estrutural, que nos permite aplicar o que aprendemos para ajudar os clientes.

O Futurismo não chega a ser uma ciência, mas é, NECESSARIAMENTE o conjunto de prognósticos, que um Conceituador faz, a partir de alguns padrões criados por alguma delas.

Todas as ciências fazem prognósticos, para isso foram criadas: analisar, diagnosticar, propor tratar e prognosticar, a ordem das ações depende do fenômeno e do Conceituador.

Assim, todas as Ciências, ao prognosticar, são futuristas.

O Futurismo é, assim, sinônimo de prognósticos.

Futurismo Competitivo é uma vertente voltada para ajudar Profissionais e Organizações, que têm na competição a sua mola mestra.

Existem vários Futurismos Competitivos hoje no mercado, que fazem basicamente a mesma coisa: escolher, de forma consciente, ou não, determinados padrões e, a partir dele, fazer prognósticos.

O Futurismo Competitivo Bimodal, entretanto:

    • procura ser mais consciente das suas escolhas do que os demais Futuristas;
    • escolhe conscientemente uma Escola de Pensamento existente (a de Toronto) para nos guiar;
    • criou a Antropologia da Sobrevivência para ser a nossa Teoria Estrutural, pois acreditamos que nos permite enxergar, de forma eficaz e mais longe;
    • passamos a desenvolver estudos e reflexões sobre a atividade do Futurismo, encarando-o como nossa Metodologia Estrutural;
    • desenvolveu um método particular, dentro do ambiente digital, para que possa ir aperfeiçoando a sua Narrativa Futurista;

A partir de todas estas escolhas, que foram sendo feitas ao longo dos últimos anos, agregamos as seguintes novidades, tanto do ponto de vista Teórico, quanto Metodológico:

Novidades Bimodais nas Teorias da Escola de Toronto:

  • sugerimos que a causa principal das Revoluções Midiáticas Civilizacionais é o aumento demográfico;
  • de que as Revoluções Midiáticas Civilizacionais permitem e, por necessidade, se criem Ambientes de Sobrevivência cada vez mais participativos;
  • e, por fim, de que os Ambientes de Sobrevivência cada vez mais participativos e, por causa disso, mais descentralizados são uma espécie de macrotendência permanente e recorrente da espécie para que possa lidar, cada vez melhor, com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Novidades Bimodais nas Metodologias do Futurismo Competitivo:

  • é preciso ter consciência da escolha filosóficas e teóricas da Ciência Social para realizar os  prognósticos;
  • é preciso refletir o tempo todo sobre o próprio Futurismo Competitivo;
  • a novidade do Digital, exige um Futurismo voltado mais para o estudo de padrões e não de fatos;
  • estamos diante de um Momento Bimodal, que exige um tipo particular de mudança, migração e de startupização, conforme o caso, coerente com os prognósticos.

O processo de análise da Bimodais vem atender a forte demanda da sociedade hoje por compreensão das mudanças provocadas pela chegada da Revolução Midiática Civilizacional Digital.

A nosso ver, sem a Revisão Epistemológica na Teoria da História Humana proposta por McLuhan não haverá chance de entender o novo cenário e projetar o futuro.

Sim, estudar o Digital, a partir dos clássicos, torna o processo mais longo, mais árduo, muitas vezes mais tedioso e menos performático, mas é assim que se nossos antepassados nos ensinaram que devemos tratar Crises Epistemológicas como a atual.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Átila Pessoa (inclusive com a imagem de divulgação do artigo).

Vem tomar pílula vermelha todos os dias na Bimodais.  Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês ou definições de conceitos, que são enviados regularmente para os Bimodais.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

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Versão 1.2 – 21/07/21

Link Encurtado: https://bit.ly/artigobimodal210721a

O áudio da primeira versão do artigo.

O áudio da segunda versão do artigo.

Mudou a mídia, mudou a civilização.”Pierre Lévy.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que os Bimodais possam entender, dialogar e aprimorar a Narrativa da Escola. 

O objetivo do artigo é detalhar os Padrões Conjunturais e Estruturais das Revoluções Midiáticas Civilizacionais para que possamos entender, com mais eficácia e profundidade, na sequência, a atual Revolução Midiática Civilizacional Digital.

No atual momento, tal trabalho de análise está sendo definido na Bimodais como Metodologia de Análise Bimodal sobre Revoluções Midiáticas.

Aqui, vai se falar das Revoluções Midiáticas Civilizacionais, no geral e, depois, da Revolução Midiática Civilizacional Digital, especificamente.

Em primeiro lugar, é preciso entender que as Revoluções Midiáticas Civilizacionais são Fenômenos Sociais Recorrentes.

Sim, são raros, espaçados em milênios, séculos, compreendidos dentro da Macro História.

Portanto, não podemos dizer que é a primeira vez que estamos vivendo uma Revolução Midiática Civilizacional.

A espécie já viveu outras Revoluções Midiáticas Civilizacionais e é, justamente, na comparação destes diferentes fenômenos que podemos chegar a determinados padrões, ou regras, ou leis, como preferirem.

A partir dos padrões, poderemos compreender o Digital com mais eficácia, por que veio e para onde poderá nos levar.

Entender a Revolução Midiática Civilizacional Digital como recorrente nos afasta de uma série de interpretações equivocadas, que consideram as mudanças atuais como TOTALMENTE inéditas.

Se classificamos o fenômeno estudado como inédito, a chance de conseguir conhecê-lo com mais profundidade é nula.

São diferentes em muitas coisas, porém se assemelham a várias outras.

É papel do Futurista Profissional procurar leis dos fenômenos para que possa reduzir ao máximo as incertezas.

E aí temos uma primeira diferença entre os Bimodais e o Senso Comum na análise das Revoluções Midiáticas Civilizacionais:

  • Senso Comum – o fenômeno que dá origem ao Mundo Digital é inédito. Nada similar ocorreu no passado e não se deve deve proceder um Comparativo Histórico;
  • Visão Bimodal – o fenômeno que dá origem ao Mundo Digital NÃO é inédito.  É uma Revolução de Mídia, que ocorre, de forma recorrente,  por diversos motivos, ao longo da história humana, como aprendemos com os Conceituadores da Escola de Toronto (Canadá).

Quando analisamos a atual Revolução Midiática Civilizacional Digital como um Fenômeno Social Recorrente passamos a ter uma visão COMPLETAMENTE diferente do passado, do presente e do futuro.

Sem a Comparação Histórica sobre um determinado fenômeno, estamos apenas especulando de forma infantil sobre ele e não o estudando de forma mais madura.

E, justamente por causa da Comparação Histórica, é possível separar os Padrões Estruturais daqueles que são Conjunturais.

Aqui estamos definindo a Essência do Fenômeno.

Vamos detalhar.

Digamos – para efeito de exemplo, sem nenhum tipo de comprovação científica –  que quando temos uma pneumonia sempre haja febre.

A febre, por estar sempre presente, é, assim, um Fator Estrutural no surgimento de uma pneumonia.

Porém, o que varia nos diferentes casos é a temperatura.

Em alguns pacientes, há febre muito elevada e em outros menos.

A graduação da febre é, assim, o Fator Conjuntural do Fenômeno pneumonia. E a febre é o Fator Estrutural do Fenômeno, pois sempre ocorre.

  • Estrutural – pneumonia -> febre
  • Conjuntural – pneumonia -> temperatura da febre

Assim, um médico não pode estranhar que uma pessoa com pneumonia tenha febre, pois ela é Estrutural, sempre haverá febre nesse tipo de doença.

O que se pode analisar é a temperatura daquela pneumonia para compreender de que tipo de pneumonia está se diagnosticando.

Podemos ter uma pneumonia com febre alta e outra com febre baixa, mas a febre sempre estará presente.

Assim, o primeiro passo na análise de qualquer fenômeno é separar o que SEMPRE ocorre (Estrutural), daquilo que SEMPRE varia (Conjuntural).

O segundo passo na análise de qualquer fenômeno é separar o que é causa e o que é consequência.

Não se pode denominar, no exemplo da pneumonia, a febre como o fenômeno, pois a febre é consequência da pneumonia. E a pneumonia pode ter diferentes causas, como, por exemplo, uma exposição demorada ao frio.

  • Causa Primária: exposição ao frio;
  • Consequência Primária: pneumonia;
  • Sintoma da Consequência Primária: Febre.

A confusão entre o que é estrutural e conjuntural e o que é causa e o que é consequência são Erros Conceituais comuns na análise de fenômenos e têm aparecido com ENORME frequência na análise do Digital.

Apliquemos agora este Método nas Revoluções Midiáticas Civilizacionais.

Quando procedemos à Comparação Histórica, para analisar a Essência de Fenômeno (Estrutura e Conjuntura) sempre tivemos nas Revoluções Midiáticas Civilizacionais o aparecimento e massificação de Três Fatores Estruturais:

  • Novo Canal (mãos, boca, papel, equipamentos digitais);
  • Novo tipo de Armazenamento (memória, arquivos e banco de dados);
  • Novo tipo de Linguagem (gestual, oral, escrita e rastros digitais).

(A figura acima foi uma colaboração do Bimodal: Átila Pessoa.)

O que podemos analisar ainda são as características específicas, de cada um destes Três Fatores Estruturais, daquilo que é diferente das outras Recorrências do Mesmo Fenômeno.

Quando tivemos, por exemplo, a chegada e massificação da Revolução Midiática Civilizacional Oral, foi introduzida na sociedade, os seguintes elementos:

  • Novo Canal: boca, antes se gesticulava;
  • Novo tipo de Armazenamento: memória de palavras, antes era de gestos;
  • Novo tipo de Linguagem: linguagem oral, antes era a linguagem dos gestos.

A novidade no passado na Revolução Midiática Civilizacional Oral não foi nem a chegada de um novo Canal, de um novo Armazenamento e nem de uma nova Linguagem.

Isso foi recorrente.

O que se pode analisar é quais foram as consequências para a sociedade da chegada de cada um deles.

Cada elemento novo (Canal, Armazenamento e Linguagem) nos permite perceber consequências distintas, que fazem parte das mudanças mais amplas de uma Revolução Midiática Civilizacional.

Cada um destes Três Elementos Midiáticos abriu para a espécie um novo conjunto de Tecnopossibilidades, que nos permitiu dar um salto disruptivo na Civilização, após a chegada da oralidade.

Tivemos com a chegada da Revolução Midiática Civilizacional Oral a possibilidade de  sofisticar as interações.

Foi a sofisticação das interações após a Revolução Midiática Civilizacional Oral, que permitiu ao Sapiens plantar e domesticar os animais.

A agricultura, por exemplo, nos permitiu deixar o nomadismo e criar as primeiras aldeias, pois passamos a gerar comida sem a necessidade de ir atrás dela.

Com a Revolução Midiática Civilizacional Oral a comida deixou de ser procurada e passou a ser criada!

(Mais sobre estes detalhes da chegada da oralidade nos primeiros capítulos do livro “Sapiens” de Yuval Harari.)

Revoluções Midiáticas Civilizacionais, assim, precisam ser analisadas com as alterações específicas dos Três Fatores Estruturais, que provocam as seguinte novas Tecnopossibilidades:

  • Novo Canal – quebra das barreiras de tempo e lugar;
  • Novo tipo de Armazenamento – novas formas de reter o conhecimento;
  • Novo tipo de Linguagem – novas formas de codificação e decodificação das informações.

Vejamos:

  • Na Pandemia, por exemplo, tivemos o uso intensivo do Novo Canal Digital, com a possibilidade do trabalho a distância.
  • Nos Ubers, utilizamos a nova Linguagem Digital para poder avaliar os motoristas com estrelas.
  • No Netflix, é possível indicar filmes mais próximos do seu gosto, a partir do acúmulo de informações, que vão sendo depositadas lá pelos seus cliques.

O segundo passo na análise de qualquer fenômeno é separar o que é causa e do que é consequência. E vamos aplicar agora às Revoluções Midiáticas Civilizacionais.

  • Causa Primária: aumento populacional;
  • Consequência Primária: crises produtivas objetivas e subjetivas;
  • Sintoma da Consequência Primária: Latência Humana por Mudanças, que não ocorrem por falta de novas mídias.

Vejamos.

O Sapiens, diferente das outras espécies, é uma Tecnoespécie.

Podemos alterar a forma como resolvemos problemas de sobrevivência.

E, por causa dessa característica essencial da espécie, podemos aumentar a população.

Ao aumentamos a população, isso não é uma especulação, mas um fato, basta ver o salto de um para oito bilhões em menos de 250 anos.

O Aumento Demográfico multiplica proporcionalmente a demanda por produtos e serviços do ponto de vista objetivo.

Se uma pessoa consome três refeições por dia, um bilhão em 1800 necessitavam de 3 (três) bilhões de refeições todos os dias e hoje saltamos isso para 24 (vinte e quatro) bilhões.

Produzir mais, num período muito curto de tempo, acaba por forçar a necessidade de Padronização Produtiva.

Do ponto de vista objetivo, a Padronização Produtiva resolve parcialmente o problema do Sapiens.

Há uma demanda por um Ambiente de Sobrevivência que consiga, não só resolver o problema da Produção Objetiva com mais eficácia, mas também que possa solucionar a Personalização em Larga Escala.

O Sapiens tem uma diversidade maior do que as outras espécies. Cada Sapiens tem Demandas Objetivas e Subjetivas específicas, que demandam produções personalizadas.

Assim, a Complexidade Demográfica Progressiva nos obriga a ter também um Ambiente de Sobrevivência Progressivo.

É preciso criar, a partir das Revoluções Midiáticas Civilizacionais, um Ambiente de Sobrevivência mais compatível com o Patamar de Complexidade Demográfico.

Este é o objetivo central das Revoluções Midiáticas Civilizacionais: equilibrar novas demandas com novas possibilidades de ofertas.

O novo Macro Modelo de Sobrevivência e as respectivas aplicações em Ambientes Administrativos conseguirão ter soluções melhores para os problemas demográficos complexos e isso terá um forte poder de atração para cada vez mais Sapiens.

As Ferramentas Operacionais Midiáticas criam, assim, com sua chegada e massificação, um Vácuo Tecnocultural Civilizacional, no qual o Sapiens passa a poder fazer coisas que não podia antes.

O que ocorre com a chegada de novas MídiasFerramentas Operacionais responsáveis pela nossa forma de pensar e agir – é uma expansão exponencial do Vácuo Tecnocultural Civilizacional, que podemos chamar também de Macro Vácuo Tecnocultural.

Novas mídias geram um Macro Vácuo Tecnocultural, pois alteram a forma como conhecemos, nos informamos, pensamos, nos relacionamos, trocamos, interagimos.

Mídias são a “placa-mãe” da espécie, quando mudam se alteram os “sistemas operacionais” e, na sequência, os “aplicativos”.

As novas Tecnopossibilidades Midiáticas permitem que novas formas de resolver problemas passem a ser criadas e um conjunto de novas formas de pensar e agir sobre a sociedade vão sendo produzidas para poder entender o novo, justificá-lo, ao mesmo tempo, que vão se criando novos Ambientes Administrativos.

Aumentos Demográficos –  isso é novidade nos Paradigmas Convencionais das Ciências Sociais – causam um Gap Civilizacional.

(Gap Civilizacional pode ser definido como a Incapacidade Ferramental Operacional e Conceitual da espécie de resolver problemas gerados pelo novo Patamar de Complexidade Demográfica. Os problemas tentam ser resolvidos com o antigo modelo sem sucesso.)  

Podemos dizer que se surge, gradualmente como o aumento populacional, uma Anomalia Civilizacional, até hoje de forma invisível, na qual se tenta usar as Velhas Ferramentas Conceituais e Operacionais para resolver novos problemas.

A Anomalia Civilizacional é filha do Gap Civilizacional que é descendente do Aumento Demográfico e os limites das Ferramentas Conceituais e Operacionais disponíveis.

O ajuste entre o velho e o novo Ambiente de Sobrevivência só é possível, a partir da chegada e massificação dos novos recursos das novas mídias disponíveis, quando se inicia, em paralelo, o processo de reconstrução de Ferramentas, tanto Operacionais, quando Conceituais.

O novo Ambiente de Sobrevivência surge a partir da criatividade dos Inovadores Civilizacionais (tanto os Startupizadores quanto os Conceituadores). Estes passam a criar novo Ferramental Operacional e Conceitual.

O Sapiens, a partir de cada nova Revolução Midiática Civilizacional passa a poder viver dentro do novo Ambiente Midiático.

A nova Civilização, com novo ferramental, visa reduzir o Gap e a Anomalia Civilizacional.

Com a Revolução Midiática Civilizacional, o Sapiens passa a ter mais acesso a novas fontes de informação e interagir, de forma mais horizontal com outros, gerando cada vez mais Maturidade Civilizacional para encarar a nova Era Civilizacional, na qual assumirá mais decisões e responsabilidades.

O Novo Ambiente de Sobrevivência permite descentralizar as decisões, tornando mais fácil lidar com os Problemas Demográficos Mais Complexos, pois eles passam a ser divididos por cada vez mais gente.

O objetivo de uma Revolução Midiática, portanto, é, pura e simplesmente, reduzir o Gap e a Anomalia Civilizacional com a troca gradual de um Macro Modelo de Sobrevivência mais antigo por um mais novo e mais sofisticado.

Novas Mídias criam novos Macro Modelos de Intermediação Midiáticos que são compatíveis com o Patamar de Complexidade Demográfica existente.

Macro Modelos de Intermediação Midiáticos definem os limites humanos:

  • da interação no tempo e lugar;
  • do tipo de contato mais constante entre os Sapiens (um para um, um para muitos e muitos para muitos);
  • da capacidade de armazenar as atividades feitas pelos Sapiens;
  • do tipo de comando e controle mais comum que acaba se estabelecendo.

Revoluções de Mídia quebram, assim, limites, permitindo que uma série de Intermediações Humanas que não eram possíveis passem a ser.

Revoluções de Mídia criam um processo de Reintermediação do antigo Macro Modelo de Intermediação Midiático para o novo.

O Novo Modelo de Sobrevivência criado por uma Revolução de Mídia é mais sofisticado, pois viabiliza uma série de novas Intermediações Humanas, que permitem que o Sapiens passe a fazer coisas que antes eram impossíveis!

A confusão entre o que é estrutural e conjuntural e o que é causa e o que é consequência são Erros Conceituais comuns na análise de fenômenos e têm aparecido com ENORME frequência na análise do Digital.

O Mercado do Futurismo não tem definido bem a essência do que estamos vivendo e, por causa disso, profissionais e organizações estão tão perdidas.

É isso, que dizes?

Colaborou a Bimodal: Fernanda Pompeu e Átila Pessoa.

Vem tomar pílula vermelha todos os dias na Bimodais.  Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

 

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês ou definições de conceitos, que são enviados regularmente para os Bimodais.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso ao MAPA MENTAL BIMODAL com todos os links para todos os artigos sobre as nossas diversas Metodologias e ter a possibilidade de dialogar sobre elas com outros Bimodais.)

 

Versão 1.1 – 15/07/21

O áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

Veja as tabelas mais atualizadas do MAPA MENTAL BIMODAL: ( http://bit.ly/mapamentalbimodalppt )

O meio é a mensagem.” – Marshall McLuhan.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e serve de base para que os Bimodais possam entender a Narrativa da Escola. 

O tema do Artigo é detalhar a Antropologia da Sobrevivência – nova Ciência Social Unificadora, criada pelos Bimodais, que consegue explicar, de forma mais próxima dos fatos, a relevância das Revoluções Midiáticas Civilizacionais para a história humana.

Mais ainda.

A Antropologia da Sobrevivência é uma Ciência criada pelos Bimodais para poder estudar e entender, no geral, como o Sapiens faz determinadas modificações na Macro História na sua luta para sobreviver cada vez melhor.

No nosso diagnóstico, Revoluções Midiáticas Civilizacionais são Fenômenos Sociais Estruturais – os mais relevantes para as mudanças da espécie – e, por causa disso, nos permitem definir, de forma muito precisa, o início e o fim de Eras Civilizacionais.

Revoluções Midiáticas Civilizacionais são Fenômenos Diretamente Ligados à Sobrevivência, pois visam, de forma espontânea, a criar condições mais favoráveis da espécie para poder lidar com o Aumento Demográfico Progressivo.

A necessidade de se criar uma Ciência Social Unificadora de todas as demais surgiu, pois Revoluções Midiáticas Civilizacionais iniciam mudanças nos diversos setores da sociedade, que têm Ciências Sociais próprias (política, administração, economia, direito, educação, comunicação, entre outras).

Revoluções Midiáticas Civilizacionais passam a ser assim detonadoras de Mudanças Exógenas em diferentes setores da sociedade, tornando-se IMPOSSÍVEL entendê-las com o Ferramental Conceitual Específico de cada uma das Ciências Sociais específicas.

Primeiro, antes de tudo, é preciso termos uma Ciência Social Unificadora, que explique com clareza as Revoluções Midiáticas Civilizacionais para, só então, reanalisar as Mudanças de Paradigmas nas Ciências Sociais Específicas.

Mal comparando, não é possível analisar a febre (mudanças setoriais), como um fenômeno isolado, se ela é causada por algo muito maior, tal como uma pneumonia (mudança global da sociedade).

Descoberta Bimodal: Revoluções Midiáticas Civilizacionais não podem ser analisadas de forma parcial por apenas uma Ciência Social Específica, sem que antes se faça uma forte revisão de paradigmas, colocando o Fenômeno Midiático Estrutural no seu devido lugar.

A análise das Revoluções Midiáticas Civilizacionais por apenas uma Ciência Social (por exemplo, a Comunicação, ou a Informação) limita a nossa capacidade de compreender o que de fato significam e as consequências da sua chegada para a sociedade.

Por isso, foi preciso criar uma Ciência Social Unificadora, que possa analisar os movimentos humanos pela sobrevivência ao longo do tempo, nos quais as Revoluções Midiáticas Civilizacionais são apenas um dos movimentos, integrado com vários outros, tais como a demografia e mudanças nos Macro Modelos de Comando e Controle.

Quando analisamos, por exemplo, a obra de Marshall McLuhan (1911 – 1980) –  nosso principal Conceituador Inspirador – percebemos a limitação de NÃO observar que as mudanças de mídia fazem parte de um Macro Ajuste Civilizacional entre a nova Complexidade Demográfica e novos Macro Modelos de Comando e Controle. 

Revoluções Midiáticas Civilizacionais alteram o DNA da Sobrevivência do Sapiens e são os Fatores Exógenos de Mudança em diversos setores da sociedade, estudados, cada qual, por uma ciência particular.

Assim, para entendermos o futuro no geral e em cada área em particular, missão principal da Bimodais, precisamos de uma Ciência, que seja capaz de integrar diversos Conceituadores Sociais, que estão dispersos em inúmeras ciências.

(Uma Ciência, na nossa visão, reúne um conjunto de Conceituadores com o objetivo de criar Narrativas Científicas (onde se inclui diagnósticos e tratamentos) para ajudar clientes da sociedade a minimizar desconfortos.)

Diante das opções no mercado, optamos primeiro pela Antropologia:

Antropologia é a ciência do homem no sentido mais lato, que engloba origens, evolução, desenvolvimentos físico, material e cultural, fisiologia, psicologia, características raciais, costumes sociais, crenças etc.

A Antropologia (de forma pura e geral) tem diversos focos. Por isso,  e sentimos necessidade de criarmos uma específica “da Sobrevivência” (de cunho amplo e geral) que consiga responder à demanda da sociedade hoje por explicações do tipo:

  • por que o Sapiens promove de forma recorrente Revoluções Midiáticas Civilizacionais?
  • como Revoluções Midiáticas Civilizacionais se relacionam com os Ambientes de Sobrevivência da Espécie?
  • Qual a relação das Revoluções Midiáticas Civilizacionais com o aumento populacional?
  • E, por fim, qual é a relação entre as mudanças promovidas por Revoluções Midiáticas Civilizacionais e os diferentes setores da sociedade?

Por isso, optamos pela adjetivação “da Sobrevivência” antes do Conceito “Antropologia”, o que torna a Antropologia da Sobrevivência uma Ciência Social Unificadora, pois inicia a sua análise da mudança maior, mais macro, mais estrutural, para, só então, analisar as diferentes mudanças setoriais.

Revoluções Midiáticas Civilizacionais, assim, são promotoras de Sub-Revoluções Setoriais, que só poderão ser compreendidas se entendermos do fenômeno mais amplo para os mais específicos.

A criação de uma Ciência Social Unificadora surge, assim, como uma URGENTE NECESSIDADE para que se possa explicar um Fenômeno Estrutural Civilizacional, analisando a “pneumonia” primeiro e depois, só então, a febre.

A atual Revolução Midiática Civilizacional Digital nos obriga a procurar novas formas de explicar o Motor da História do Sapiens, que, até então, ignorava o papel das Ferramentas Operacionais (Tecnologias) no geral e das mídias, em particular.

Na avaliação dos Bimodais, se TORNA IMPOSSÍVEL compreender o futuro sem que tenhamos uma Ciência Social Unificadora, que consiga estabelecer novos padrões de como a sociedade avança no tempo.

O surgimento da Antropologia da Sobrevivência é uma resposta objetiva à profunda Macro Crise Paradigmática que as Ciências Sociais estão vivendo, pois há uma Revisão Conceitual Disruptiva necessária naquilo que é estruturante e central: como o Sapiens se adapta para sobreviver ao longo da história?

Quando formos analisar as Revoluções Midiáticas Civilizacionais, no geral, e a Revolução Midiática Civilizacional Digital, no particular, NÃO ESTAREMOS MAIS utilizando esta ou aquela Ciência Social, que parte de paradigmas da história humana que ficaram obsoletos.

A Antropologia da Sobrevivência nos fornece o Ferramental Conceitual para que possamos com mais segurança entender, de forma diferente, como avançamos na história, o que estamos vivendo e, só então, com mais eficácia, projetar o futuro.

A Antropologia da Sobrevivência faz parte do esforço da Metodologia Epistemológica Bimodal Aplicada para ajudar aos diferentes perfis de Futuristas a enxergar mais longe e melhor, podendo, com isso, ajudar, de forma, cada vez mais eficaz, seus respectivos clientes.

É isso, que dizes?

Vem tomar pílula vermelha todos os dia na Bimodais.  Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês ou definições de conceitos, que são enviados regularmente para os Bimodais.

Versão 1.1 – 14/07/2021.

O áudio do artigo.

O áudio do segundo artigo.

“Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir.” – Sêneca.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais.

É Ferramental Conceitual para que os Futuristas Competitivos Bimodais e respectivos clientes, em particular, e a sociedade, de maneira geral, possam lidar melhor com este novo cenário disruptivo.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal de Absorção de Novos Conteúdos Profissionais.

(É pré-condição do texto a leitura deste: Metodologia Bimodal para Profissionais Digitais de Excelência.)

Antes de tudo, é bom ter a noção de que vivemos hoje o aumento exponencial da Taxa de Quantidade de Informação Disponível, o que nos leva a necessidade de desenvolver Metodologias de Absorção de Novos Conteúdos Profissionais cada vez mais eficazes.

Com a chegada da Internet e o aumento da Informação Disponível, há um disparada radical da Taxa de Competitividade, além da demanda cada vez maior por personalização por parte dos clientes, que repercute na vida dos profissionais e organizações.

A nova era clama por personalização.

E isso exige uma postura bem diferente da forma como cada profissional lida com os novos conteúdos.

Temos que sair de uma Absorção de Conteúdo menos para uma mais profissional.

É fundamental a criação de uma Metodologia de Absorção de Conteúdo mais consciente e estruturada.

É preciso criar um projeto progressivo de longo prazo para absorver melhor novos conteúdos, descartando o inútil e valorizando o útil.

Muitas vezes, praticamos um modelo não tão estruturado e não tão consciente, de absorção de novos Conteúdos Profissionais.

De maneira geral, perdemos muito tempo absorvendo conteúdo e, ao final do processo, aprendemos e aprimoramos pouco ou quase nada a nossa forma de pensar e agir.

Hoje em dia se consome muito conteúdo e se aproveita muito pouco.

Um Profissional de Excelência tem que fazer justamente o contrário: aproveitar muito e consumir pouco conteúdo.

Qual a  causa da ineficácia para absorção de novos conteúdos?

Imagine um quebra-cabeças sem tampa.

A tampa do quebra-cabeças define um foco: o tempo que vai levar para montá-lo é muito maior daquele que NÃO tem a tampa!

O “pulo do gato” para qualquer Absorção de Conteúdo Profissional de Excelência é ter foco!

Repito.

O “pulo do gato” para qualquer Absorção de Conteúdo Profissional de Excelência é ter foco!

O foco profissional é o primeiro problema na hora de se absorver novos conteúdos.

O segundo é a embolação entre a absorção de conteúdo profissional e a do entretenimento.

No momento, se percebe que consumimos conteúdo profissional, como se estivéssemos assistindo a uma série do Netflix.

Você vê a série, passa dias envolvido com ela, e duas semanas depois não lembra quase nada sobre ela.

Diferente do entretenimento, a Absorção de Conteúdo Profissional EXIGE uma metodologia, que precisa ser desenvolvida ao longo do processo.

Ou seja, ao mesmo tempo que você consome conteúdo por um lado,  deve estar aperfeiçoando as técnicas de como ler melhor por outro!

 

A Absorção de Conteúdo Profissional de Excelência se assemelha a ida ao supermercado. Se você não sabe o que vai cozinhar, como pode saber o que vai comprar?

Muito do que se perde no esforço de Absorção de Novos Conteúdos se deve ao Erro Conceitual de ESQUECER de que um profissional existe EXCLUSIVAMENTE para minimizar o Desconforto de Clientes e tudo que está envolvido nesse processo.

Sem o foco TOTAL no cliente, não existe leitura profissional.

Quando NÃO se lê PARA o cliente, mas para os interesses da pessoa, estamos falando de leitura de hobbie.

Assim, uma maior Taxa de Qualidade Profissional está diretamente ligada à consciência de qual é o Desconforto Foco que ele se dedica e como pode ter cada vez mais informação sobre como desempenhar sua atividade para minimizá-lo.

(Assim, antes de começar a dialogar sobre técnicas de Absorção de Conteúdo, se não leu, volte à Metodologia Bimodal para Profissionais Digitais de Excelência e retorne para cá.)

Assim, se um profissional não tem foco, consome conteúdo profissional com vê uma série no Netflix e não tem uma metodologia, a coisa não vai bem!

Diante disso, quando falamos em metodologia é preciso separar a forma (Estruturação) do conteúdo (Desenvolvimento).

Podemos dividir o ato de Absorver Novos Conteúdos Profissionais em diferentes etapas, sinérgicas entre si:

Definição do Desconforto Foco:

  • Definição do Desconforto Foco – a escolha que você fará ao definir a “tampa do quebra cabeças”.

Estruturação:

  • Estruturação do Mapa Mental Profissional – aquele que vai guiar você na sua vida profissional para minimizar o Desconforto Foco escolhido, dividido em diversas categorias, nas quais, como numa biblioteca, vai ir colocando, gradualmente, aquilo que você consome de conteúdo;
  • Estruturação da Narrativa Profissional – que será desenvolvida em algum lugar (caderno, blog, áudio, vídeo), tendo como base as experiências na tentativa de solução do problema dos clientes e os novos conteúdos adquiridos, tendo como guia o Mapa Mental.

Desenvolvimento:

  • Enquadramento do novo conteúdo adquirido no Mapa Mental Profissional – para saber de que tipo de conteúdo estamos abordando e onde ele “se encaixa” no seu Mapa Mental;
  • Enquadramento dos novos conceitos e experiências ao lidar com o cliente válidas para a sua Narrativa Profissional – para analisar por que e quais conceitos podem ser agregados e o que devem ser descartados.

É importante na estruturação, portanto, separar o que é o Mapa Mental do que é a Narrativa.

  • O Mapa Mental estrutura o seu pensamento, separa as diferentes “prateleiras”, nas quais você colocar os conceitos. É uma espécie de “Personal Biblioteca“. na qual você vai organizar aquilo que vai entrando;
  • A Narrativa Profissional é formada pelos conceitos articulados, que serão espalhadas nas diferentes “prateleiras” do Mapa Mental.

E tudo isso faz parte da Metodologia de Absorção de Conteúdo:

No caso aqui da Bimodais, por exemplo, na minha atividade de Curador e Mentor, quando leio um livro o enquadro em algum lugar do Mapa Mental da escola.

O livro, por exemplo, do Luc de Branbandere, “O lado oculto das mudanças” entra em algumas prateleiras, tais como “Como Mudar com mais Facilidade?” e “Como Pensar Melhor?”, que estão no Mapa Mental da Escola.

(O meu mapa mental passou a ser o Mapa Mental da Escola, que desenvolvo conjuntamente com os Bimodais.)

Assim, antes de enquadrar o livro, eu já defini as “prateleiras” “Como Mudar com Mais Facilidade” e “Como Pensar Melhor”. 

Desta forma, eu sei onde está situado aquele novo conteúdo, posso compará-lo com outros já vistos e melhorar os conceitos daquela área do Mapa Mental.

O Mapa Mental me permite organizar melhor e ter mais consciência de tudo de novo que vem chegando e comparar concordâncias e discordâncias, bem como quais conceitos ajudam ou atrapalham o meu esforço para ajudar meus clientes.

O Mapa Mental é organizado onde cada um dos novos Conteúdos Absorvidos vão “se encaixar” e a Narrativa Profissional desenvolve a forma como vamos lidar com o Desconforto Foco.

Como metáfora, podemos dizer que o Mapa Mental é a biblioteca, divide os novos conteúdos em diferentes estantes, nas quais o Profissional vai definindo e organizando o pensamento.

Podemos dividir o Mapa Mental em dois:

  • Conteúdos Mais Abstratos – voltados para a melhoria da qualidade da forma de pensar (No caso da Bimodais: Como Pensar? Como Conceituar? Como Dialogar? );
  • Conteúdos Mais Operacionais – voltados para a melhoria da qualidade da forma de agir (No caso da Bimodais: Como Mudar? Como Migrar? Como Startupizar?).

Podemos dizer que:

Quanto mais você tem consciência da sua forma de pensar, mais terá capacidade de modificá-la e vice-versa.

E quanto mais você organiza o Conteúdo Profissional, mais terá consciência dele e o que pode ser alterado, a cada nova experiência e conteúdo adquirido.

O ideal é que a Narrativa Profissional não fique apenas na sua cabeça, pois o ato de escrever estabelece um diálogo interno, que lhe permite refletir sobre o que você está pensando.

É fundamental registrar o que você pensa.

O ato de registro de como pensamos estabelece um diálogo de você com você mesmo!

Digo mais.

Quanto mais você compartilha a sua forma de pensar com os outros, mais tem chance de enxergar algo que não consegue descobrir sozinho.

Quanto mais você compartilha a sua forma de pensar com os outros, mais tem chance de aprimorá-la.

Quanto mais a Narrativa Profissional se materializa, por exemplo, na produção de conteúdos publicados na Internet, será melhor, pois, além das trocas, tem o aspecto do marketing para divulgar a sua forma de trabalhar.

Um dos grandes problemas que temos no exercício profissional, é a falta de reflexão cotidiana sobre como pensamos e agimos, pois muito do que você pensa e faz é fruto de Conceitos muito Mais Invisíveis do que Visíveis.

Assim, quando passamos ao exercício de Obtenção de Novos Conteúdos Profissionais, não estamos começando do zero, pois temos não só um Mapa Mental mais amplo para nos guiar, mas uma Narrativa Profissional, mais específica, para ser atualizada.

Todo o novo Conteúdo Profissional, que você está absorvendo tem que ser uma espécie de peça de um quebra-cabeças, que você já está montando e continuará a fazer ao longo de sua carreira.

Uma Metodologia de Obtenção de Novos Conteúdos Profissionais torna consciente e estruturado o que muitas vezes é inconsciente e desestruturado.

O aumento da Taxa Maior de Qualidade Profissional está diretamente ligada à qualidade da Metodologia de Absorção de Novos Conteúdos, que você adota.

Porém, de maneira geral, os profissionais NÃO têm uma Metodologia de Absorção de Novos Conteúdos e isso, num mundo cada vez com mais informações e mais dinâmico é uma perda enorme da Taxa de Competitividade.

Se você não tem um “armário“, cheio de “gavetas” e critérios para organizar a sua vida profissional, fica difícil saber onde vai guardar o que vai adquirindo.

É isso, que dizes?

Colaborou com o artigo a seguinte Bimodal: Fernanda Pompeu.

Vem tomar pílula vermelha todos os dias na Bimodais.  Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

 

Versão 1.2 – 13/07/21

O áudio do artigo.

O áudio da segunda versão do artigo.

O problema do nosso tempo é que o futuro não é o que costumava ser.“- Paul Valéry.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais.

É Ferramental Conceitual para que os Futuristas Competitivos Bimodais e respectivos clientes, em particular, e a sociedade, de maneira geral, possam lidar melhor com este novo cenário disruptivo.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal de Conceituação de Fenômenos.

A Conceituação de Fenômenos pode ser dividida nas seguintes atividades:

  1. Definição da Essência do Fenômeno – na qual, através de diversas comparações, se consegue determinar o que é e o que não é o fenômeno estudado. Um terremoto é uma coisa, uma Tsunami é outra; bem como uma crise econômica é uma coisa e uma Revolução Midiática outra bem diferente;
  2. A partir da Definição da Essência do Fenômeno, é preciso Conhecer quem são os Conceituadores Especialistas daquele evento para que se evite começar a análise sem parâmetros e, a partir deles, poder aprimorá-las. São raríssimos os fenômenos que nunca tenham sido estudados pelo Sapiens. Começar do zero o estudo de determinado fenômeno sem recorrer aos especialistas do passado é simplesmente uma insanidade;
  3. A partir do Conhecimento de quem são os Conceituadores Especialistas, se inicia a Busca pelos Padrões do Fenômeno, a partir dos estudos comparativos do mesmo fenômeno com outros similares do passado – sem o estudo comparativo histórico, a chance de se poder diagnosticar, tratar e prognosticar é quase nenhuma;
  4. O primeiro passo para se chegar aos Padrões do Fenômeno é a Identificação dos Padrões Estruturais, os eventos internos que sempre estiveram e permanecem presentes em todas as recorrências;
  5. A partir da Identificação dos Padrões Estruturais, é preciso promover a Identificação dos Padrões Conjunturais, que variam, conforme cada fenômeno, a partir das novidades conjunturais do Fenômeno Presente;
  6. A partir deste conjunto de análises é possível apresentar os prováveis Diagnóstico, Prognóstico e Tratamento para reduzir os Desconfortos diante do Fenômeno.

Se formos analisar uma chuva, podemos dizer que SEMPRE ocorre a queda de água de nuvens, porém, nem sempre há raios.

Termos água em uma chuva é algo ESTRUTURAL e os raios são CONJUNTURAIS, podem ocorrer ou não.

Neste momento temos:

  • Chuva (sempre com água) e COM raio;
  • Chuva (sempre com água) e SEM raio.

Porém, além da divisão Estrutural e Conjuntural, temos ainda o tipo de chuva que estamos falando. Neste momento, estamos falando de como a água cai, pois existem várias maneiras:

  • com vento ou sem vento?
  • muita ou pouca água?
  • curta ou demorada?

Neste momento, podemos criar uma planilha sobre o tipo de chuva:

– Do ponto de vista conjuntural: com raio ou sem raio?
– Do ponto de vista estrutural: de vento? muita ou pouca água? De vento ou sem vento? Rápida ou longa?

Nestes casos temos as Variações Estruturais da chuva.

A Metodologia Bimodal de Conceituação de Fenômenos serve para qualquer tipo de estudo, no caso da chuva é possível classificar de que tipo de chuva estamos falando e poder comparar uma de hoje com outra de ontem.

Vamos aplicar agora a Metodologia Bimodal de Conceituação de Fenômenos para o estudo do Digital, que é o nosso foco:

Passo 1: Social ou Não Social?

Há duas opções na decisão de que tipo de fenômenos estamos analisando do ponto de vista da Origem dos Fatos:

  • Fenômenos Sociais – são fatos provocados diretamente pelo ser humano;
  • Fenômenos Não Sociais – são fatos provocados por fatores externos ao ser humano, ligados à natureza, originados por outros animais.

A Bimodais é especialista na análise de Revoluções Midiáticas Civilizacionais, um Fenômeno Social, o que descarta uma série de outros Não Sociais, tais como Tsunamis, Pandemias, Terremotos.

A atual Pandemia, por exemplo, está sendo analisada se foi criada em laboratório por pesquisadores (Fenômeno Social) ou foi provocada por doenças de outras espécies, tal como morcegos, que se espalharam sem interferência humana (Fenômeno Não Social).

Passo 2: Que tipo de Fenômeno Social?

Porém, é preciso um aprofundamento ainda maior, pois é preciso entender de que tipo de Fenômeno Social estamos analisando ao se tentar compreender a Revolução Midiática Civilizacional Digital.

E aí temos uma nova Encruzilhada Conceitual e uma importante decisão a ser tomada.

Podemos ter dois tipos de Fenômenos Sociais:

  • os Fenômenos Sociais Diretamente provocados pelo surgimento de novas Ferramentas Operacionais (tecnologias);
  • e os Fenômenos Sociais Indiretamente provocados por novas Ferramentas Operacionais (tecnologias).

Todos os Fenômenos Sociais sofrem, em alguma medida, sofrem a influência da chegada de novas Ferramentas Operacionais (tecnologias), pois estas fazem parte integrante da espécie.

  • Podemos dizer que o surgimento da república foi provocado INDIRETAMENTE pela chegada da prensa, mas não diretamente;
  • A mudança social de uma cidade que construiu uma ponte é algo que foi DIRETAMENTE provocado por aquela nova Ferramenta Operacional (Tecnologia).

Podemos ter a seguinte regra:

  • Quanto mais distante um fenômeno está relacionado a chegada e massificação de uma nova Ferramenta Operacional (Tecnologia) mais é uma Consequência Indireta;
  • Quanto mais próximo um fenômeno está relacionado a chegada e massificação de uma nova Ferramenta Operacional (Tecnologia) mais é uma Consequência Direta.

Passo 3: Que tipo de Massificação de Ferramentas Operacionais estamos falando?

Podemos ter a massificação de Ferramentas Operacionais (tecnologias), entre outras, de:

  • Mobilidade – carro voadores e foguetes turísticos para passear no espaço;
  • Energia – solar e eólica;
  • Alimentar – alimentação transgênica;
  • Midiática – Internet.

Cada uma destas novas Ferramentas Operacionais (tecnologias), que chegam e se massificam na sociedade permitem usos distintos e abrem novas Tecnopossibilidades Específicas, diferentes das demais.

Assim, se não precisamos EXATAMENTE de que tipo de Ferramenta Operacional (Tecnologia) estamos falando, fica muito difícil definir a Essência do Fenômeno e chegar a seus padrões.

Passo 4: Qual o impacto daquela determinada Ferramenta Operacional (Tecnologia) para a sociedade? 

Note que há nesta separação tipos distintos de Ferramentas Operacionais (Tecnologias):

  • Básicas – que influenciam pouco o conjunto da sociedade, é o caso do surgimento da máquina de Raio-X, de uso muito específico;
  • Intermediárias – influenciam mais o conjunto da sociedade, é o caso do surgimento das Ferramentas Operacionais (Tecnologias) de Energia ou de Transporte;
  • E as Centrais – as que abrem maiores Tecnopossibilidades para o ser humano, tais como a Engenharia Genética, que pode alterar a forma, a Mobilidade Espacial, que pode nos permitir viver em outros planetas, bem como as Midiáticas, que modificam a nossa forma de pensar, conhecer, nos relacionar, nos informar, trocar, colaborar, interagir, etc.

Para se chegar à Essência do Fenômeno, o Conceituador Profissional precisa definir se é um Fenômeno Diretamente provocado pelo surgimento de novas Ferramentas Operacionais (tecnologias) e definir de que tipo de Massificação Tecnológica estamos falando.

No caso da Revolução Midiática Civilizacional Digital, temos a chegada de novas mídias, que são as Ferramentas Operacionais (tecnologias) Centrais, que abrem as maiores Tecnopossibilidades para a espécie, comparadas as Básicas e Intermediárias.

Passo 5: Quem são os Conceituadores Especialistas? 

E aí se pode definir um Tipo de Fenômeno Ferramental Operacional específico: a chegada e massificação de novas mídias, o que nos permite partir para a etapa seguinte no processo de Conceituação de Fenômenos:

  • identificação e aprofundamento das análises feitas pelos Conceituadores Especialistas no fenômeno específico para saber como foram as recorrências do passado, o que eles pensaram sobre ele para que possamos compará-los com o atual.
  • o objetivo é não só conhecer, se aprofundar, mas também aprimorar os conceitos.

No caso das Revoluções Midiáticas Civilizacionais, a Bimodais encontrou os pesquisadores da Escola Canadense de Toronto (Canadá), que estudam esse tipo de fenômeno há mais de 70 anos, iniciando, a partir deles, a compreensão do mesmo.

Passo 5: Quais são os Padrões Estruturais do Fenômeno? 

Conhecidos os especialistas, podemos passar a Identificação dos Padrões Estruturais do Fenômeno, que sempre estão presentes em todas as recorrências.

Na análise, que foi feita, descobrimos os seguintes Fatores Estruturais de uma Revolução Midiática Civilizacional:

  • uma nova mídia sempre tem três elementos recorrentes: um Canal Midiático, um tipo de Armazenamento do conteúdo que é produzido e uma Linguagem, os códigos criados para que um possa entender o que o outro quer dizer.

Vejamos:

  • Gestos – mãos (canal), memória (armazenamento) e gestos (linguagem);
  • Oralidade – boca (canal), memória (armazenamento) e palavras (linguagem);
  • Escrita – pedra, parede, papiro, papel (canal), arquivos, bibliotecas (armazenamento) e palavra escrita (linguagem);
  • Digital – computadores de todos os tipos (canal), banco de dados (armazenamento) e ícones (linguagem).

Passo 6: Quais são os Padrões Conjunturais do Fenômeno? 

E, a partir da Identificação dos Padrões Estruturais  aí se pode identificar os Padrões Conjunturais, o que há de novo no Fenômeno Presente distinto do que ocorreu nas Recorrências do Fenômeno Estudado?

No caso da Revolução Midiática Civilizacional Digital, temos as características particulares e específicas dos Novos Canais, do Novo Armazenamento e da Nova Linguagem – todos feitos dentro do Ambiente Digital.

O que muda com o Digital não é que temos agora novos canais, novo tipo de armazenamento e nova linguagem, mas o tipo de cada um deles.

Numa análise da chegada de uma nova tecnologia é preciso identificar o que será permitido ser feito que antes não era possível.

Aquilo que era impossível de fazer antes das novas tecnologias, mas que todos gostariam de fazer, aponta as tendências do que vai ocorrer no futuro.

Notem que sem essa metodologia mais profissional da Conceituação de Fenômenos, principalmente os Desconhecidos e Estruturantes, a chance de conseguirmos diagnosticar bem e agir, conforme esta visão, se torna bem pequena.

É isso, que dizes?

PS – os Fatores Causantes, Detonantes, Consequentes e Atuantes da Revolução Midiática Digital será visto mais à frente, a partir dessa conceituação do fenômeno.

Colaborou com o artigo a seguinte Bimodal: Fernanda Pompeu.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês ou definições de conceitos, que são enviados regularmente para os Bimodais.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

Áudio do Artigo versão 1.0.

Versão 1.3 – 19/07/21

“O futuro é sempre pensado nas empresas em termos incrementais.”Luc de Brabandere.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais.

É Ferramental Conceitual para que os Futuristas Competitivos Bimodais e respectivos clientes, em particular e , e a sociedade, de maneira geral, possam lidar melhor com este novo cenário.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal sobre Futurismo Competitivo. E, para isso, vamos desenvolvê-lo em três partes:

  • O que é Futurismo?
  • O que é Futurismo Competitivo?
  • O que é o Futurismo Competitivo Bimodal?

O que é o Futurismo?

Futurismo é o sinônimo de Prognosticasionismo.

Podemos classificar ainda como Prognosticar e Futurar.

O Futurismo é, assim, sinônimo de fazer prognósticos.

E fazer prognósticos é um dos pés do tripé de qualquer Ciência (caixa alta), que podemos denominar de Tripé Científico formado por (não necessariamente nesta ordem.):

  • Diagnosticar;
  • Tratar;
  • Prognosticar.

Portanto, o  papel da Ciência, segundo a visão Bimodal, é o de gerar diagnósticos, tratamentos e prognósticos diante de todo tipo de fenômenos, principalmente aqueles que causam desconfortos na sociedade.

Quando um vulcanólogo, por exemplo, estuda determinado vulcão e analisa as chances dele voltar a entrar em erupção e aponta quando, está diagnosticando e gerando um prognóstico. Está exercendo o Futurismo, está Futurando.

Assim, todos os Conceituadores, vão fazer algum tipo de prognóstico – vão Futurar.

Futurismo é, assim, a atividade de prognosticar sobre determinado fenômeno, a partir de um diagnóstico feito ou tratamento sugerido.

O que é o Futurismo Competitivo?

O Futurismo Competitivo propõe prognósticos de cenários futuros, no intuito de ajudar profissionais e organizações a melhorar respectivas Taxas de Competição no mercado, com o foco na sobrevivência.

Note que podemos ter vários tipos de Futurismos, como o Futurismo de Entretenimento para produzir documentários para o Netflix, por exemplo.

O foco do Futurismo de Entretenimento, diferente do Futurismo Competitivo, é entreter, mas não ajudar a decidir questões sobre sobrevivência.

Está se Futurando, mas sem o foco na sobrevivência.

Todas as organizações e profissionais, sejam eles quais forem, a todo o momento, praticam algum tipo de Futurismo Competitivo.

Em geral, o Futurismo Competitivo é feito pelo Senso Comum de forma mais inconsciente do que consciente e menos estruturada do que estruturada.

Todos nós prognosticamos algo sobre o futuro profissional e organizacional e, a partir deles, tomamos decisões.

O Futurismo Competitivo, assim, não é algo exclusivo dos Futuristas Competitivos, que apenas estruturam melhor, se especializam no tema, para ajudar seus clientes a decidir melhor.

O papel do Futurista é tornar o diagnóstico, o tratamento e o prognóstico mais sofisticados.

O Futurismo Competitivo, assim, é uma especialização, que visa:

  • tornar mais consciente o processo de Futuração;
  • estruturar a Futuração com Ferramental Conceitual mais eficaz;
  • e ajudar, de forma direta ou indireta, profissionais e organizações a tomar decisões melhores

O que é o Futurismo Competitivo Bimodal?

Hoje, temos na sociedade uma forte demanda por entender e se adaptar ao Mundo Digital.

Podemos dizer que da mesma forma que a Pandemia tornou as pesquisas sobre as vacinas algo emergencial, o Digital está nos obrigando também a desenvolver “vacinas”.

O Futurismo Competitivo Bimodal é um dos diversos tipos de Futurismos Competitivos que estão no Mercado de Conceitos, disputando um lugar ao sol para apresentar o melhor diagnóstico, prognóstico e tratamento sobre este fenômeno.

Ao final, clientes adotarão formas de agir e pensar sobre o futuro, a partir de algum tipo de Futurismo Competitivo.

(O problema que se tem pouca noção de que existem vários ramos do Futurismo Competitivo e se acredita que todos, mais ou menos, falam a mesma coisa.)

Portanto, para que se possa exercer um Futurismo Competitivo de Excelência é preciso NECESSARIAMENTE termos:

  • um diagnóstico – o que é o Mundo Digital? Por que surge?
  • um prognóstico – quais são as grandes Macrotendências, a partir dele?
  • um tratamento – o que deve ser feito para se manter a taxa de competitividade por profissionais e organizações?

Note que é IMPOSSÍVEL criar Estratégias Competitivas diante do Mundo Digital sem que se passe por estas três etapas: diagnóstico, prognóstico e tratamento.

Mais ainda.

A grande diferença entre os Futurismos Competitivos que disputam o Mercado de Conceitos está justamente no diagnóstico, a análise do que é o Digital, por que ocorre e, a partir daí, para onde pode nos levar.

A primeira grande diferença do Futurismo Competitivo Bimodal para os demais é que há a consciência de que é preciso trabalhar com este Tripé Científico, que podemos chamar de DIPROTRA (Diagnóstico, Prognóstico e Tratamento).

Há, assim, uma necessidade, antes de se propor Estratégias Competitivas que se faça um diagnóstico e um prognóstico para, só então, sugerir tratamentos (Estratégias Competitivas).

E é da qualidade da DIPROTRA (Diagnóstico, Prognóstico e Tratamento)que teremos o aumento ou a redução da Taxa de Competitividade.

A segunda grande diferença do Futurismo Competitivo Bimodal é o tipo de Diagnóstico que fazemos.

Basicamente, o Futurismo Competitivo Bimodal responde da seguinte maneira ao desafio do DIPROTRA (Diagnóstico, Prognóstico e Tratamento) diante do Digital:

  • Diagnóstico Bimodal – vivemos uma Revolução Midiática Civilizacional, um Fenômeno Social Recorrente, que provoca na sociedade uma Mudança DREDS (Disruptiva, Rápida, Estrutural, Desconhecida e Social) sobre o qual há os estudos fundamentais – mais pouco conhecidos – dos Conceituadores da Escola de Toronto (Canadá), que servem de base para nossos conceitos;
  • Prognóstico Bimodal – Revoluções Midiáticas Civilizacionais inauguram novas Eras Civilizacionais, com o objetivo de se promover um ajuste entre a Complexidade Demográfica e os Modelos de Sobrevivência do Sapiens, tendo como objetivo o aumento da Taxa da Participação, permitindo, assim, resolver problemas complexos com personalização e não padronização;
  • Tratamento Bimodal – os novos Ambientes de Sobrevivência Digitais (Curadoria) criam a necessidade de revisões profundas na forma de pensar e agir dos profissionais e organizações e a demanda por criação de espaços separados, que operem já com este novo DNA Administrativo da Curadoria (que vem substituir a Gestão).

O papel de um Futurista Competitivo Bimodal é o de ajudar clientes a lidar melhor com a Mudança DREDS (Disruptiva, Rápida, Estrutural, Desconhecida e Social) provocada pelo do Mundo Digital.

Há, a partir da nossa análise, seis perfis possíveis de atuação de um Futurista Competitivo Bimodal, divididos em dois campos (conceitual e operacional), tendo como grande desafio traçar o futuro Pós-Digital:

  • Perfis Conceituais – Epistemólogo, Conceituador e Dialogador;
  • Perfis Operacionais – Mudancista, Migracionista e Startupizador.

A Bimodais se considera a melhor escola de Futurismo Competitivo do Brasil, pois é a única que tem desenvolvido, diferentes metodologias, a saber:

  • Como organizar melhor um ambiente de uma Escola de Pensamento no Digital?
  • Como pensar, conceituar e dialogar melhor?
  • Como ajudar a mudar, migrar e startupizar melhor?

A Bimodais é a única também que tem se esforçado a entender o Mundo Digital, a partir da revisão dos Padrões do Motor da História, aperfeiçoando os Conceitos Hegemônicos da Escola de Toronto para, só então, reanalisar os fatos.

Os concorrentes da Bimodais, de forma equivocada, têm optado por analisar os fatos com os mesmos padrões. Ou procurado alterar os padrões, mas sem escolher os Conceituadores Disruptivos mais adequados.

Por fim, quem vai definir qual é o tipo de Futurismo Competitivo do mercado mais eficaz não é uma revista de negócios ou uma premiação, mas a realidade.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE NOVOS E ANTIGOS CONCEITOS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

 

Versão 1.1 – 12/07/21

O áudio do artigo – primeira versão.

O áudio do artigo – segunda versão.

“Aprenda a usar suas emoções para pensar e não pensar com suas emoções.”Robert Kiyosaki.

Este texto faz parte dos Artigos Didáticos Bimodais, por isso são mais densos, com forte preocupação conceitual e servem de base para que se possa entender, dialogar e aprimorar a Narrativa dos Bimodais.

É Ferramental Conceitual para que os Futuristas Bimodais e seus clientes, em particular, e a sociedade, de maneira geral, possam lidar melhor com este novo cenário.

O objetivo do artigo é detalhar a Metodologia Bimodal de Interpretação da Realidade. 

Em primeiro lugar, é preciso dizer que vivemos hoje um Momento Excepcional da Civilização, no qual temos convivido com uma Revolução Midiática  – Fenômeno Social Mais Disruptivo do Sapiens, sobre o qual não conhecemos quase nada ou muito pouco..

Quando tentamos projetar o futuro, podemos utilizar os Padrões Convencionais de como o Sapiens avança na história, mas os resultados têm sido bem precários.

A Internet marcará PROFUNDAMENTE a vida de nossos descendentes não só nas próximas décadas, mas também nos próximos séculos.

Quando assumimos o compromisso de formar Futuristas Competitivos diante deste cenário para ajudar clientes de todos os tipos, temos que percorrer um caminho não convencional.

De maneira geral, escolas que formam Estrategistas Profissionais, uma sinônimo para Futuristas Competitivos, não precisam ir tão fundo em filosofias e teorias.

Porém, o momento atual pede a revisão de Padrões Epistemológicos para que possamos cumprir bem a missão da formação de Futuristas Competitivos.

Aqui neste artigo a missão é apresentar os primeiros passos para que um Futurista Bimodal possa começar a compreender a realidade de forma diferente.

E lembramos que o Futurismo é uma atividade profissional, mas não existe nenhum Sapiens vivo que não Future, fazendo prognósticos sobre o futuro.

Fato é que se não refletimos sobre como pensamos, fica muito difícil aceitar novos padrões e, ainda mais, ajudar os clientes a fazer o mesmo.

O primeiro passo na revisão da forma como pensamos é entender que não enxergamos a realidade diretamente, mas INDIRETAMENTE.

O Sapiens percebe a realidade, através de uma percepção cercada de emoções.

O pensar mais reflexivo é o processo contínuo de Desemocionar.

Não existe, assim, o pensar racional, mas o pensar mais reflexivo.

Razão é um tipo de verbo camuflado de substantivo.

Para pensar melhor é preciso olhar para a nossa percepção, que, por sua vez, procura se aproximar mais dos fatos, sempre em processo.

Pensar melhor significa decidir melhor.

Quem pensa de forma ineficaz, decide do mesmo jeito.

 

Assim, quando vamos apresentar para os nosso clientes um Prognóstico de Futuro temos que deixar claro que estamos NOS APROXIMANDO dos fatos em processo.

E que é preciso um grande esforço de pensar sobre como pensamos.

É preciso um grande esforço de entender que percebemos que percebemos.

Que o refletir é um processo continuado de ida e volta entre os fatos e as nossas decisões, que vão nos levando ao que chamamos aqui de Certeza Provisória Razoável.

A Certeza Provisória Razoável é uma forma de pensar a realidade, na qual temos a noção que tudo é um processo de aproximação dos fatos, via revisão da nossa percepção, através de argumentos e resultados mais eficazes.

É preciso, assim, que cada profissional crie uma Narrativa Profissional, que seja permanentemente atualizada, a partir dos diálogos que vão sendo feitos e os resultados das decisões tomadas.

Um Futurista Bimodal opera com a realidade como se estivesse desenvolvendo um software, ciente que há “bugs” nos códigos, mas que é preciso colocar para “rodar” para descobri-los.

Podemos, portanto, dividir o processo de Interpretação da Realidade em dois movimentos:

  • dos Fatos para as Narrações – o movimento de interpretação;
  • das Narrações para os Fatos  – o movimento de validação da interpretação.

(Figura feita pelo Bimodal: Átila Pessoa.)

Quando vivemos Mudanças Desconhecidas como as atuais, não só em função da Pandemia (Conjuntural), mas também a chegada e massificação da Revolução Midiática Civilizacional Digital (Estrutural) é preciso trazer de volta a reflexão sobre nossas percepções mais arraigadas.

Ayn Rand (1905 – 82), uma dos epistemólogos preferidos dos Bimodais, defendeu que o pensamento é um processo em diferentes camadas: sentir, perceber, conceituar e narrar (este último nós tomamos a liberdade de acrescentar).

Pensar, assim, é ter consciência do processo de transformar sensações em percepções, depois em conceituações e, por fim, em narrações.

Feito isso, há o movimento  contrário que é o de transformar as Narrações em Decisões, Atuações e Constatações e avaliar se estas ajudaram numa sobrevivência melhor ou pior, o que valida, ou não, todo o processo.

O processo de Interpretação da Realidade, assim, tem uma métrica fundamental: você reflete para viver melhor, a partir de seus critérios, e, se estes estão sendo atingidos, há uma validação do processo e vice-versa.

(Aqui nesta visão há muito de Ludwig von Mises (1871 – 1973 ) um dos nossos Cientistas Sociais Preferidos, que defende que o Sapiens sempre quer sair de uma situação de menos para mais conforto.)

Para que se possa pensar melhor, é preciso combater alguns vícios recorrentes – os Vícios do Pensar.

Vício 1: Diretismo Tóxico

Temos o problema do Diretismo Tóxico, que se caracteriza por não conseguir criar um espaço interno de reflexão sobre as nossas reflexões.

É do Senso Comum a crença de que se consegue enxergar a realidade diretamente e a isso podemos definir o Diretismo Tóxico, pois nos impede de olhar para os nossos filtros – que é o que, na verdade, devemos fazer.

Pensar será sempre pensar como pensamos.

Pensar sempre será analisar os nossos filtros, que estão entre nós e a realidade.

Vício 2: Adormecimento da Reflexão

É preciso combater também o Adormecimento da Reflexão, por exemplo, que nos faz acreditar que a realidade é uma espécie de substantivo e não um verbo.

A nosso ver, a realidade está sempre em movimento de um ponto mais conhecido para outro menos conhecido pelos nossos filtros.

O ato de Interpretação da Realidade é, portanto, um contínuo exercício de revisão de nossas sensações, percepções, conceituações e narrações, a partir dos resultados das nossas decisões, atuações e constatações.

Vício 3: Pragmatismo Tóxico

Por fim, o Pragmatismo Tóxico nos leva a crer que existe uma falsa dicotomia entre o refletir e o agir, a velha e tradicional briga entre teoria e prática (aqui na Bimodais prática é sinônimo de operacional).

A nosso ver, o processo de Interpretação da Realidade é um jogo contínuo entre os fatos e a nossa interpretação dos mesmos, num movimento de idas e vindas, que precisa ser praticado diariamente.

Quando se estabelece este processo de “musculação do pensamento” vai se exercitando nossa capacidade de pensar e agir melhor e vice-versa e, conforme a eficácia desse exercício, podemos estar indo para frente, ficando parado ou indo para trás.

Quando utilizamos uma Metodologia mais Adequada de Reflexão começamos a refletir o tempo todo sobre nossa forma de pensar e agir e saímos do que podemos chamar de Carrossel Existencial para o Espiral Existencial.

O Espiral Existencial é o movimento de pessoas que estão exercitando a sua forma de agir e pensar e melhorando, gradativamente, a sua qualidade de vida.

O Carrossel Existencial é o movimento de pessoas que NÃO estão exercitando ADEQUADAMENTE a sua forma de agir e pensar e estão estáticas ou piorando, gradativamente, a sua qualidade de vida.

Quando procuramos promover mudanças, seja onde e de que tipo for, vamos esbarrar nesses três Vícios do Pensar do Adormecimento da Reflexão, do Diretismo Tóxico e do Pragmatismo Tóxico.

Os Futuristas Bimodais precisam pensar melhor para que possam exercer as suas atividades, sejam elas o Futurismo Conceitual ou Operacional.

É isso, que dizes?

Colaboraram com o artigo a seguinte Bimodal: Fernanda Pompeu e Átila Pessoa (que ajudou também com uma das figuras).

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês. 

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)

O áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no MAPA MENTAL BIMODAL:

Veja as tabelas mais atualizadas do MAPA MENTAL BIMODAL: ( https://bit.ly/2RK8HTX )

“O futuro não é a soma de ideias mas a multiplicação de possibilidades.”Luc de Brabandere.

Vimos nos dois artigos anteriores aqui e aqui também que em função do momento atual que estamos vivendo –  conceituado pelos Bimodais de Revolução Midiática Civilizacional Digital precisamos praticar o Futurismo Super Extraordinário.

(O Futurismo Super Extraordinário se distingue dos outros dois Normal e Extraordinário em função de estarmos diante de um Fenômeno Estrutural e Desconhecido, que, por causa disso, precisa de um tipo de Futurismo, que trabalhe fortemente a revisão de Valores e Paradigmas.) 

O que quero abordar neste artigo são duas questões relativas ao tema:

  • o perfil ideal para iniciar o processo de mudança, a partir da Narrativa do Futurismo Super Extraordinário;
  • e as melhores formas de atrair esse perfil.

No Futurismo Super Extraordinário, temos algumas características diferentes dos outros dois Futurismos (o Normal e o Extraordinário) e, por causa disso, precisamos trabalhar principalmente, logo de início, com os Clientes Inquietos.

Vejamos as definições dos dois tipos de Clientes do Mercado do Futurismo:

  • Os Clientes Quietos – aqueles que são muito apegados aos Conceitos do Senso Comum e trabalham (ou gostam de trabalhar) em funções mais operacionais e mais rotineiras;
  • Os Clientes Inquietos – aqueles que são muito menos apegados aos Conceitos do Senso Comum e trabalham (ou gostam de trabalhar) em funções mais estratégicas.

(Aqui é preciso fazer uma ressalva. Nem sempre uma pessoa que tem Quietude ou Inquietude no Trabalho leva isso para todos os aspectos da sua vida. Estamos abordando aqui apenas a Quietude ou Inquietude Profissional.)

Podemos dizer que os Clientes Inquietos já trazem, como algo inerente a sua personalidade, a vontade de mudar e ser desafiados nos seus conceitos.

O esforço para promover a mudança de Clientes Quietos é sempre muito maior do que a dos Clientes Inquietos.

Clientes Quietos são aqueles que recebem os processos prontos e têm motivação de mantê-los, porém não são indicados para iniciar processos de mudanças, pois são muito resistentes a elas.

Os Clientes Inquietos são mais recomendados para enfrentar mudanças mais disruptivas, pois têm menos apego e uma Taxa Menor de Resistência a Conceitos Novos.

O trabalho de captação de clientes do Futurismo Super Extraordinário, portanto, tem que ser voltado para os Clientes Inquietos, que são desejosos por novos conceitos e não resistentes a eles.

Para se atrair Clientes Inquietos, é necessário modificar o que normalmente se faz em projetos de mudança. É preciso sair do que podemos chamar de Método do Convencimento (de fora para dentro) e optar pelo Método de Atração (de dentro para fora).

Na forma de atrair clientes temos:

  • O Método do Convencimento – opera de fora para dentro e é baseado, na maior parte das vezes, pela mensagem da obrigação e da imposição: “Vem que você precisa e deve mudar estes conceitos”. Ele mais é escolhido do que escolhe;
  • O Método de Atração – opera de dentro para fora, e é baseado, na maior parte das vezes, na mensagem da opção e do voluntariado: “Vem se você quiser, estamos aqui e acho que você vai gostar e melhorar a sua vida”. Ele mais escolhe do que é escolhido.

O Futurismo Super Extraordinário, assim, tem como clientes preferenciais os Inquietos e se utiliza do Método do Convencimento para atrair clientes. 

O que temos visto hoje no Mercado do Futurismo é o seguinte:

    • não se está usando o Futurismo Super Extraordinário – aquele que opta por trabalhar com revisão de Valores e Paradigmas;
    • não se procura trabalhar no início dos projetos com os Clientes Inquietos;
    • e não se utiliza o Método de Atração, optando-se, de forma inadequada, pelo Método do Convencimento.

É por isso que a Taxa de Eficácia do Futurismo praticada hoje no mercado está tão baixa.

É isso, que dizes?

Colaborou a Bimodal: Fernanda Pompeu.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

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Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês. 

O áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no Mapa Mental da Escola Bimodal.

Veja as tabelas mais atualizadas do Mapa Mental da Escola Bimodal: ( https://bit.ly/2RK8HTX )

“O futuro é sempre pensado nas empresas em termos incrementais.”Luc de Brabandere.

Vimos no artigo anterior, as bases do que chamamos de Futurismo Bimodal.

Temos no Futurismo Bimodal duas vertentes:

  • uma reflexão do que é o Futurismo de maneira geral (que faz parte do campo da Epistemologia);
  • e a aplicação, a partir destes estudos mais básicos, de um tipo de Futurismo, denominado Super-Extraordinário, para poder ajudar pessoas, profissionais e organizações diante de Fenômenos Estruturais Desconhecidos como o da Revolução Midiática Civilizacional Digital. 

Eis aqui duas regras de ouro do Futurismo:

Regra 1: Quanto mais nos deparamos com mudanças estruturais e desconhecidas, mais os Futuristas têm que se dedicar ao estudo de padrões e menos aos fatos e vice-versa.

Regra 2: Não se enxerga o futuro de longo prazo levantando dados, mas, com um sistemático e bem organizado, estudo dos padrões.

Veja aqui as últimas versões das diversas tabelas Bimodais sobre “O que é Futurismo?“: ( https://bit.ly/3pzcVul ).

Um dos principais problemas que estamos vivendo diante do Mundo Digital é justamente o uso de um Futurismo Inadequado.

Os Futuristas de Plantão estão se utilizando do Ferramental Conceitual e Operacional do Futurismo Normal, quando deveriam estar se utilizando do Ferramental Conceitual e Operacional do Futurismo Super-Extraordinário.

A chegada da Revolução Midiática Civilizacional Digital demanda que haja uma troca de tipo de Futurismo, saindo do estudo mais focado em dados e focando mais na procura de novos padrões.

O Fenômeno Estrutural e Desconhecido da Revolução Midiática Civilizacional Digital não previsto e ainda não devidamente explicado pelos Conceituadores de Plantão demonstra que o que sabíamos sobre o Motor da História do Sapiens precisa de uma profunda revisão.

O Motor da História do Sapiens é formado por Fatores Causantes e Detonantes, que alteram profundamente a forma com que a espécie sobrevive. É, nada mais nada menos, do que o DNA Estruturante das Ciências Sociais.

A chegada da Revolução Midiática Civilizacional Digital e todas as mudanças que têm provocado – e ainda vai provocar – demonstra que o DNA Estruturante das Ciências Sociais precisa de uma profunda revisão.

A realidade nua e crua é a seguinte: os Pilares Estruturantes das Ciências Sociais não são mais suficientes para entender o presente e muito menos projetar o futuro.

Há padrões estruturantes no movimento de adaptação pela sobrevivência do Sapiens que, até então, eram desconhecidos pelos Conceituadores de Plantão das Ciências Sociais e isso afeta o trabalho de todos os Futuristas.

Não adianta, por mais inteligente e esforçado que um Futurista seja, navegar num oceano totalmente novo e desconhecido sem um mapa e bússola compatíveis.

Assim, não adianta levantar dados numa situação em que os padrões utilizados não são mais válidos diante de um fenômeno desconhecido.

A Bimodais, foi obrigada, por causa disso, depois de um longo esforço de reflexão, migrar do Futurismo Normal para o Super-Extraordinário.

A prática do Futurismo Super-Extraordinário exige que se mergulhe fundo na revisão de Valores e Paradigmas, o que nos obrigou a criar uma nova ciência, denominada Antropologia da Sobrevivência.

A Antropologia da Sobrevivência se propõe a ser uma nova ciência – integradora das várias outras Ciências Sociais – que procura responder: Quais são as ações humanas estruturantes, que abrem e fecham novas civilizações, na constante adaptação da espécie para sobreviver?

A Antropologia da Sobrevivência, definiu, assim, alguns Novos Padrões do Motor da História Humana:

  1. o papel das ferramentas (tecnologias) na vida do sapiens, que se caracteriza como uma Tecnoespécie;
  2. a partir da criação permanente de novas ferramentas (tecnologias), a espécie passa a ter a possibilidade única do Aumento Populacional Progressivo;
  3. a partir do Aumento Populacional Progressivo, a demanda por Revoluções Midiáticas;
  4. a partir das Revoluções Midiáticas, ocorrerem Sub-Revoluções em todas as áreas da sociedade;
  5. a partir das Revoluções Midiáticas e das Sub-Revoluções, que ocorrem em todas as áreas da sociedade, a tendência a Descentralização Progressiva para lidar com o gradual aumento de complexidade.

É preciso – para que se entenda em detalhes o que ocorre e o que provavelmente vai ocorrer – no futuro, missão básica de um Futurista, um exaustivo processo de Comparação Histórica das diferentes Revoluções Midiáticas.

A Comparação Histórica das diferentes Revoluções Midiáticas é feita pelos Bimodais, tendo como base os estudos iniciados pela Escola Canadense de Comunicação (ou de Toronto), que serviram de base inicial para todo o trabalho que temos feito.

A aplicação da Antropologia da Sobrevivência sobre o Fenômeno Digital, nos leva, por fim, a poder traçar determinadas tendências, tais como as três etapas da atual Revolução Midiática Civilizacional Digital:

  • a Digitalização – uso pelos Ambientes Administrativos dos Novos Canais Digitais Centralizados (exemplo do Netflix);
  • a Uberização – uso pelos Ambientes Administrativos dos Novos Canais Centralizados e da nova Linguagem dos Rastros Digitais (exemplo do Youtube);
  • a Blockchenização – uso pelos Ambientes Administrativos dos Novos Canais Descentralizados e da nova Linguagem dos Rastros Digitais (aposta do surgimento do Youtubechain, baseado no Ambiente do Blockchain).

Por fim, a missão de um Futurista, em especial o que está praticando o Futurismo Super-Extraordinário, não é a previsão de eventos e fatos com data e local. Isso é o que dizem (que fazem) os videntes.

Um Futurista Super-Extraordinário procura apontar as macrotendências daquilo que pode ser possível de se fazer, de forma disruptiva, em relação aos novos Modelos de Sobrevivência mais sofisticados que passam a estar disponíveis com a nova mídia.

E neste momento temos a influência dos padrões sugeridos pela Escola Austríaca de Economia, que nos lega duas grandes tendências da espécie, que os Bimodais adaptaram:

  • a procura constante de cada sapiens de uma situação de mais para menos desconforto, ou, se preferirem, de menos para mais conforto;
  • e o movimento constante na direção da Descentralização Progressiva para lidar melhor com a também progressiva Complexidade da Sobrevivência.

Portanto, a espécie – e aqui temos a influência do Objetivismo de Ayn Rand (1905 – 1982) – faz escolhas o tempo todo e tende a optar, no longo prazo, por aquilo que lhe traz mais conforto. E, dentro dessa análise de cenário, podemos apontar três Zonas de Sobrevivência, da seguinte maneira:

  • Zonas de Abandono – pessoas, profissionais, organizações, regiões, que estão resistindo aos novos Tecnopossibilidades Mais Sofisticadas de Sobrevivência ou mesmo voltando para estágios anteriores de Modelos de Sobrevivência Pré-Digitais;
  • Zonas Neutras – pessoas, profissionais, organizações, regiões, que se mostram indiferentes ao futuro e às novas Tecnopossibilidades Mais Sofisticadas de Sobrevivência, perdendo gradualmente espaço, mas não de forma rápida e intensa como as Zonas de Abandono, mas caminhando naquela direção;
  • Zonas de Atração – pessoas, profissionais, organizações, regiões que estão  adotando as novas Tecnopossibilidades Mais Sofisticadas de Sobrevivência, principalmente os novos Modelos Administrativos de Sobrevivência Mais Descentralizados.

Veja aqui as últimas versões das diversas tabelas Bimodais sobre “O que é Futurismo?“: ( https://bit.ly/3pzcVul ).

A Descentralização Progressiva, assim, passa a ser a grande aposta dos Bimodais, através de etapas de idas e vindas, de embate entre o velho e o novo.

Há, na análise do passado, a seguinte regra: quanto maior for a Complexidade Demográfica, maior terá que ser a participação do sapiens nas decisões, tanto individuais, quanto coletivas.

O aumento gradual e progressivo da Taxa de Participação das pessoas nas decisões sobre a Sobrevivência Individual e Coletiva é a única forma sustentável, no longo prazo, para atender a demanda central da espécie: passar sempre de uma situação pior para uma melhor. 

É isso, que dizes?

Colaborou com o artigo a seguinte Bimodal: Fernanda Pompeu.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

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Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês. 

O áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no Mapa Mental da Escola Bimodal.

 Veja as tabelas mais atualizadas do Mapa Mental da Escola Bimodal: ( https://bit.ly/2RK8HTX )

“Se queres prever o futuro, estuda o passado.”Confúcio.

Futurismo é um campo de trabalho profissional, que envolve uma série de atividades voltadas para ajudar pessoas e organizações a tomar decisões hoje diante do amanhã.

Quando falamos em estratégia nas nossas vidas, incluindo as organizacionais, antes delas precisamos ter, de forma consciente ou inconsciente, um Futurista.

Cabe até colocar um plástico no para-choque dos carros: Pensou em estratégia? Contrate um Futurista!

Existem, entretanto, três tipos de Futurismo e Futuristas:

  • Futurismo Normal – quando o cenário futuro está estável e se lida com Fenômenos Conjunturais e Conhecidos;
  • Futurismo Extraordinário – quando o cenário futuro está instável, devido a Fenômenos Conjunturais e Desconhecidos;
  • Futurismo Super Extraordinário – quando o cenário futuro está instável, devido a Fenômenos Estruturais e Desconhecidos.

Veja aqui as tabelas mais atualizadas sobre “O que é Futurismo?“: ( https://bit.ly/3pzcVul )

(Futurismo Normal pode ser chamado também de Padrão ou de Convencional.)

De maneira geral, quando se fala de Futurismo estamos nos referindo ao Futurismo Normal, aquele em que os Valores e Paradigmas estão válidos e conseguem prever, se antecipar aos fenômenos futuros.

As atividades dos Futuristas Normais, assim, são conhecidas como ligadas às estratégias de curto e, no máximo, médio prazo e tudo que se relaciona a isso: as mudanças de mindset necessárias (papel dos Futuristas Mudancistas), as migrações (papel dos Futuristas Migracionistas) e, em alguns casos, novos empreendimentos (papel dos Futuristas Empreendedores).

O trabalho dos Futuristas Normais é, basicamente, operar com Valores e Paradigmas já consagrados, organizando-os e ajustando-os para que possam ajudar a seus clientes a decidir melhor sobre Fenômenos Conjunturais Conhecidos.

Quando temos Fenômenos Inusitados, sejam eles Conjunturais (como a Pandemia) ou Estruturais (como a Revolução Midiática Civilizacional Digital) é preciso uma ação diferente dos Futuristas.

A regra é a seguinte: quanto mais determinado Fenômeno, que surge no cenário, é Desconhecido e Estrutural, mais será necessário que tenhamos um trabalho maior de revisão de Valores e Paradigmas e vice-versa.

A Bimodais foi criada dentro deste novo cenário profundamente marcado pela chegada da Revolução Midiática Civilizacional Digital – um Fenômeno Desconhecido e Estrutural – que exige um tipo de Futurismo Super Extraordinário diferente do normalmente praticado.

Vejamos a tabela, que compara as Mudanças de Mindset Necessárias dos Futuristas e depois, por consequência, de seus clientes: ( https://bit.ly/3pzcVul )

Vejamos a tabela, que compara as Atividades dos Futuristas em todos os Tipos de Futurismo (Normal, Extraordinário e Super-Extraordinário) ( https://bit.ly/3pzcVul )

Vejamos a tabela, que compara as Atividades dos Futuristas dos Tipos de Futurismo (Extraordinário e, obrigatoriamente, no Super-Extraordinário) ( https://bit.ly/3pzcVul )

Note que quando lidamos com o Futurismo Extraordinário e Super-Extraordinário, principalmente, precisamos dividir as funções entre Futuristas Operacionais, aqueles que vão atender à sociedade diretamente.

E Futuristas Conceituais, que precisarão cuidar da Qualidade da Análise do Novo Fenômeno e que terão como clientes os Futuristas Operacionais.

Vejamos a tabela, que compara as Divisão de atividades nos tipos de Futurismo Extraordinário e Super-Extraordinário ( https://bit.ly/3pzcVul )

O grande problema que as pessoas, profissionais e organizações vivem hoje diante do Digital é NÃO contar com o Futurismo adequado para o Fenômeno enfrentado!

Vivemos hoje com a chegada da Revolução Midiática Civilizacional Digital, claramente um  Fenômeno Social Raro, Disruptivo e Desconhecido, que pede um Futurismo Super-Extraordinário, que possa contar com profissionais, que nos ajude a pensar, dialogar e entender melhor o que temos pela frente.

Este esforço de criar um Futurismo de mais qualidade é a grande missão dos Bimodais, que entram agora em Julho na sua sexta imersão, com um diálogo interno permanente sobre esse enorme e fundamental desafio.

É isso, que dizes?

Colaboraram os seguintes Bimodais: Átila Pessoa e Flexa Ribeiro.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês.

Narrativa é um coletivo de conceitos sobre determinado problema, fenômeno, desconforto e serve para que possamos nos aproximar da realidade para tomada de decisões.

A Bimodais se dedica a desenvolver uma Narrativa Futurista, voltada para entender o mundo, a partir da disrupção do Mundo Digital.

É da qualidade das Narrativas que podemos ter uma melhor capacidade de pensar e decidir. E se as Narrativas são formadas por conceitos, podemos dizer que é da qualidade dos Conceitos, que podemos ter melhores Narrativas e uma vida melhor.

Conceitos, de uma maneira geral, são utilizados pelas pessoas, sem que sejam submetidos à reflexão.

Podemos dizer, inclusive, que é do questionamento dos conceitos, a escolha e o uso permanente dos mais afinados com a realidade, que temos uma forma mais eficaz de pensar e agir diante da realidade.

Mudar é o processo de escolha de melhores Conceitos, diferentes daqueles geralmente utilizados pelo Senso Comum.

Temos, assim, o seguinte Mapa Mental das Narrativas:

Note que a construção de Narrativas é um movimento sinérgico, que visa lidar melhor com os fatos.

Quando você não consegue melhorar a sua relação com os fatos é que algo está precisando ser ajustado na sua Narrativa.

Mais.

Os fatos são um processo progressivo e a Narrativa, portanto, também tem que ser progressiva.

Conceituar bem é perceber que na vida temos algo que é mais estrutural, muda pouco e algo que é conjuntural, muda menos.

Conceituar bem é conseguir separar as mudanças estruturais das conjunturais.

Um processo progressivo de análise, de avaliação para saber que ajustes precisam ser feitos para que você se relacione melhor com os fatos.

É isso, que dizes?

O áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no Mapa Mental da Escola Bimodal.

Veja as tabelas mais atualizadas dos Mapa Mental da Escola Bimodal: ( https://bit.ly/2RK8HTX )

“O analfabeto do século 21 não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender.”Alvin Toffler.

O primeiro artigo sobre o tema pode ser visto aqui: ( https://bit.ly/artigonepo070621 ).

Antes de tudo, é preciso separar dois tipos de Conceitos: os para Leigos e os para Profissionais.

Vejamos a tabela Conceitos para Leigos e para Profissionais (novas versões da mesma podem ser vistas aqui): ( https://bit.ly/3w44bPf )

Se formos a um congresso de zoólogos, por exemplo, nenhum deles fará uma palestra sobre “beija-flores”, mas sobre um tipo específico de beija-flor, utilizando o nome científico do mesmo.

Qual o motivo?

Todos precisam saber de que tipo de beija-flor está se falando. São diversos tipos deles e é preciso saber especificamente de qual espécie se trata. Conceitos Profissionais precisam ter a maior precisão possível para que os especialistas possam se entender.

E, principalmente, reduzir a Taxa de Confusão, que se reflete no pensamento, nos diálogos, nas decisões e na qualidade de vida.

Conceitos pouco precisos geram decisões pouco precisas, simples assim.

O conceito “redes sociais” é impreciso, pois é utilizado da seguinte maneira:

“O Facebook é uma rede social” é tipicamente um Conceito Para Leigos e deve ser evitado para o uso profissional.

Analisamos e defendemos no artigo anterior de que os “Facebooks” são Plataformas Digitais utilizadas por diferentes comunidades, que podemos também chamar de Redes Sociais.

(Redes Sociais, no plural, é sinônimo de comunidades.)

A sentença profissional adequada, do ponto de vista dos Bimodais, deve ser:

“O Facebook é uma Plataforma Digital bastante utilizada por diversos tipos de Redes Sociais”.

Não podemos confundir as comunidades dos usuários (as redes sociais) que usam as Plataformas Digitais que permitem o uso.

O que NÃO constava no artigo passado é de que o termo “social” tem duas interpretações possíveis:

  • Social como sinônimo de relacionamento – “vou fazer uma social em uma na festa“.
  • E social como sinônimo de sociedade ou de uma comunidade específica – “Os problemas sociais daquela comunidade estão cada vez mais graves”.

Quando se afirma que o Facebook, em particular, é uma “Rede Social”, o que está se querendo dizer, para se aproximar dos fatos, é de que se trata de uma Plataforma Digital para Relacionamentos Pessoais.

E, na mesma linha, o Linkedin é uma Plataforma Digital para Relacionamentos Profissionais.

O que ainda também NÃO constava no artigo passado é de que o termo “rede” tem duas interpretações possíveis:

  • Rede como sinônimo de rede de computadores, internet – “cada vez mais utilizamos as redes para nos comunicar“.
  • E rede como sinônimo conjunto de pessoas – “A rede de solidariedade no Natal tende a aumentar”.

Quando se afirma que o Facebook, em particular, é uma “Rede Social”, o que está se querendo dizer, para se aproximar dos fatos, é de que se trata do uso de uma Rede de Computadores (como sinônimo de Plataforma Digital), que permite que pessoas se comuniquem para relacionamentos pessoais.

E, na mesma linha, o Linkedin é uma Rede de Computadores (como sinônimo de Plataforma Digital), que permite que pessoas se comuniquem para relacionamentos profissionais.

O Facebook é, assim, um tipo particular e específico de Plataforma Digital, que pode ser comparada com outras similares ou diferentes utilizadas por redes de pessoas (não só via computadores), mas sem eles também.

Não podemos considerar que antes da Internet não existiam redes sociais.  Eram Redes Sociais, que se utilizavam de outras mídias.

As redes sociais humanas não se iniciam com a Internet, usam mais uma mídia, entre as várias outras que existem, para continuar interagindo!

A cada Revolução Midiática o ser humano sofistica as ferramentas interativas das respectivas redes sociais. Assim, ninguém nunca chamou um “clube do livro” de rede social. Era uma comunidade que interagia, através da troca de livros.

Tudo isso é importante, pois quando queremos definir, o que de fato estamos usando e mudando é preciso que passemos a utilizar o termo Plataformas Digitais para definir os Facebooks, pois existem várias delas.

Futuristas de Excelência –  que precisam tomar decisões diante do Digital – não podem utilizar Conceitos Mais Leigos. Devem sempre procurar a maior precisão dos Conceitos Mais Profissionais.

Vejamos a tabela da Classificação dos Bimodais para as diferentes Plataformas Digitais e Comunidades Humanas. (novas versões da mesma podem ser vistas aqui): ( https://bit.ly/2TGulJo ).

Quando Futuristas Profissionais vão analisar os diferentes Ambientes Administrativos Digitais é preciso ter um critério mais preciso para comparar as diferentes experiências dos usuários para que possamos definir exatamente de que tipo de “beija-flor” estamos nos referindo.

Tais tabelas ajudam a todos os perfis dos Futuristas Externos  (que usam a Narrativa Futurista para ajudar a sociedade). São eles: os Mudancistas, os Migracionistas e os Empreendedores.

Tais conceitos permitem que eles possam ajudar respectivos clientes com explicações e respectivos projetos mais eficazes.

Os Futuristas Internos são os Epistemólogos, os Conceituadores e os Dialogadores, que preparam os Futuristas Externos para que possam exercer as suas funções e atender bem respectivos clientes.

É isso, que dizes?

Colaboraram com o artigo, os seguintes Bimodais: Átila Pessoa, Fernanda Pompeu, Rodrigo Palhano e Renato Sant Anna.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês. 

O áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no Mapa Mental da Escola Bimodal.

 

Veja as tabelas mais atualizadas dos Mapa Mental da Escola Bimodal: ( https://bit.ly/2RK8HTX )

“Muitas pessoas pensam que estão a pensar quando estão apenas a re-arrumar os seus preconceitos.”William James.

Vivemos hoje um Fenômeno Social Recorrente denominado Revolução Midiática Civilizacional.

Uma Revolução Midiática Civilizacional é um Fenômeno Social Raro, porém vital para os destinos do Sapiens, marcando com a sua chegada e massificação o início e o fim de Eras Civilizacionais.

Muitos Conceituadores Profissionais de Plantão, que ganham dinheiro com seus conceitos, têm cometido um enorme Erro Epistemológico, até agora não percebido pela maior parte dos respectivos clientes.

A maior parte dos Conceituadores Profissionais de Plantão consideram a chegada do Mundo Digital como um Fenômeno Social Único, inédito. Encaram o Digital como se nada parecido tivesse ocorrido com nossa espécie no passado.

Ignoram, por exemplo, COMPLETAMENTE os estudos da Escola de Comunicação de Toronto, que há 70 anos atrás iniciou o estudo das Revoluções Midiáticas.

Cometem, portanto, alguns Erros Epistemológicos Graves, que listamos abaixo:

  • Comparativismo Tóxico – incapacidade de comparar diferentes situações,  problemas, não conseguindo promover comparações adequadas para a tomada de decisões, tais como procurar fenômenos similares no passado;
  • Historiofobia – não aprender com o passado quais foram os Conceituadores, que podem nos ajudar a entender o que está ocorrendo, tais como identificar e classificar os padrões das Revoluções Midiáticas;
  • Ineditismo Tóxico – considerar que determinado fenômeno recorrente é inédito por absoluta falta de análise e estudo.

 

Veja as tabelas dos Erros Epistemológicos, já detectados pelos Bimodais: ( https://bit.ly/3wQ6fdw ).

Os Erros Epistemológicos, tais como o Comparativismo Tóxico impede que possamos compreender os Padrões Conceituais existentes em Revoluções Midiáticas Civilizacionais.

Novas mídias, aprendemos com o estudo da Recorrência Histórica, têm na sua estrutura básica Três Fatores Estruturais:

Veja aqui a última versão da tabela: ( https://bit.ly/2TCmUTx ).

Uma Revolução Midiática Civilizacional apenas se caracteriza quando temos presentes na sociedade Três Novos Fatores Estruturais das Mídias (Novo Canal, Novo Modelo de Armazenamento e Nova Linguagem).

Quando temos apenas, por exemplo, a chegada de novos Canais Midiáticos, como foi o caso das Mídias Eletrônicas (rádio e televisão) não temos uma Revolução, mas uma Evolução Midiática.

Numa Evolução as mudanças são mais incrementais e menos disruptivas, impactando menos a civilização humana.

Vejamos a tabela:

Veja aqui a última versão da tabela: ( https://bit.ly/2TCmUTx ).

Quando aplicamos estes Padrões Conceituais das Revoluções Midiáticas ao Mundo Digital, conseguimos enxergar algo que normalmente os Conceituadores Profissionais de Plantão não conseguem.

E podemos definir, até agora, algumas etapas bem distintas da atual Revolução Midiática Civilizacional Digital, que provocam mudanças bem diferentes na sociedade humana:

  • a gradual evolução da chegada e massificação de novos Canais;
  • a gradual evolução da chegada e massificação de novo Modelo de Armazenamento;
  • a gradual evolução da chegada e massificação de nova Linguagem.

Cada uma destas etapas, significa mudanças estruturais na sociedade. E geralmente ocorrem nesta ordem: novos Canais, novo Modelo de Armazenamento e, por fim, Nova Linguagem.

Podemos, assim, identificar três momentos distintos:

Veja aqui a última versão da tabela: ( https://bit.ly/2TCmUTx ).

A forma como se pratica a comunicação, é preciso que entendamos isso, é o DNA de Sobrevivência de qualquer espécie viva.

O Sapiens, por ser uma Tecnoespécie, diferente das demais, é a única que altera, de forma recorrente, o seu Modelo de Sobrevivência.

Todo Ambiente Produtivo da sociedade opera sobre o Ambiente Midiático. Quando mudamos este último, temos a possibilidade, gradual, de alterar o primeiro.

Quanto mais a Revolução Midiática Civilizacional Digital avança, com suas respectivas Tecnopossibilidades,  mais e mais, há um processo de Reintermediação do Comando e Controle do Mais Verticalizado Ambiente Produtivo (centralizado) para um Mais Horizontalizado Ambiente Produtivo (descentralizado).

Quando os Conceituadores Profissionais de Plantão defendem a “Transformação Digital” das Organizações Tradicionais para este novo Ambiente Produtivo se referem apenas à  Digitalização.

A Digitalização, chegada e massificação de Novos Canais e Novo Armazenamento, sem dúvida, é mais perceptível, sem a necessidade de recorrer ao passado. Na Digitalização, temos mudanças mais incrementais e menos disruptivas.

Porém, a chegada da Nova Linguagem dos Ícones (curtidas, estrelas, compartilhamentos), que permite o surgimento de um novo e disruptivo Modelo de Sobrevivência é mais difícil de ser percebida sem a Recorrência Histórica.

A Digitalização exige apenas alterações superficiais nos Valores e Paradigmas Administrativos. Já na Uberização e na Blockchenização temos a demanda por mudanças estruturais nos Valores e Paradigmas Administrativos.

Na Digitalização, estamos alterando apenas hábitos, porém não Valores e Paradigmas mais Estruturantes, como no caso da Uberização e principalmente da Blockchenização o que torna o processo de mudança muito mais complexo.

Porém, quando analisamos os Fatores Consequentes das Revoluções Midiáticas Civilizacionais observamos a demanda contínua e progressiva da espécie pela criação de Ambientes de Sobrevivência mais Horizontalizados e Descentralizados.

Por que isso?

Mais gente no planeta, nos obriga, necessariamente a criar Ambientes de Sobrevivência Mais Horizontalizados e Descentralizados para que possamos melhorar nossa qualidade de vida.

Este é um novo Padrão Conceitual da nossa espécie: a única forma de lidar com mais Complexidade Demográfica Progressiva é a criação de Ambientes de Sobrevivência cada vez Mais Participativos.

Ambientes de Sobrevivência mais Horizontalizados e Descentralizados são necessários, em função da Complexidade Demográfica Progressiva, que vai tornando os antigos Ambientes de Sobrevivência Mais Verticalizados e Centralizados obsoletos.

É isso, que dizes?

Este artigo foi sugerido pelo seguinte Bimodal: Anderson da Silva Costa. 

Vem tomar pílula vermelha todos os dia na Bimodais.  Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

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Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês. 

O áudio do artigo ( https://bit.ly/3uYZTay ).

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no Mapa Mental da Escola Bimodal.
Ver por aqui: ( https://bit.ly/2RK8HTX )

“Antes de se proceder a uma investigação teórica é recomendável uma limpeza da situação verbal .”Luc de Brabandere.

Temos uma certa ilusão sobre as mudanças. Não temos a noção de que o processo de mudança começa justamente na forma como nos referimos às coisas.

Mudar é observar como falamos, pois como falamos reflete o que pensamos e como pensamos reflete como decidimos e como decidimos reflete como vivemos.

O primeiro passo de qualquer mudança se inicia com a revisão dos Conceitos do Senso Comum, que foram criados por alguém e aceitos por nós sem terem sido questionados como deveriam.

Conceitos são a base das Narrativas. E as Narrativas são a base para a tomada de decisão. E a tomada de decisões é o que define a qualidade de vida de quem decide.

Mudar é construir uma nova narrativa, na qual os Conceitos do Senso Comum passam a ser questionados, revistos e colocados dentro de nova perspectiva.

É papel dos Conceituadores de Excelência não só criar Conceitos Mais Saudáveis (aqueles que têm uma maior Taxa de Sintonia com a Realidade) bem como criticar os Conceitos Mais Tóxicos (aqueles que têm uma menor Taxa de Sintonia com a Realidade).

Ao “pararmos para pensar” nos Conceitos do Senso Comum e questioná-los, estamos “musculando” nossa capacidade de pensar e, por sua vez, tomando decisões melhores e vivendo com mais qualidade.

Por isso, é sempre saudável criar um Mapa Mental  para que possamos visualizar nossa Estrutura de Pensamento, ter consciência dela e, a partir daí, poder modificá-la. 

Os Conceituadores Bimodais têm feito um esforço para identificar e apontar diversos Conceitos Mais Tóxicos, que foram criados para compreender e explicar o Digital. Ver mais artigos sobre isso aqui: ( https://bit.ly/346KutJ )

O foco aqui neste artigo é o questionamento do conceito cada vez mais usado e popular das “Redes Sociais“.

Vejamos frases aleatórias, a partir de pesquisa do Google:

“Utilizar as redes sociais é cada vez mais uma prática entre as pessoas. 

“As redes sociais mais usadas no mundo.”

Notem que no senso comum “Redes Sociais” passaram a ser utilizadas como sinônimos de Plataformas Digitais, o que confunde com um conceito mais amplo de “Redes Sociais” como sinônimo de comunidades sociais.

Uma coisa é uma comunidade qualquer, uma Rede Social, que se utiliza de Plataformas Digitais. Outra é chamar a Plataforma Digital de Rede Social, confundindo quem usa com quem oferece o serviço.

Passemos a sugerir correções para evitar uma forma equivocada de pensar a Civilização 2.0.

O primeiro passo para se questionar qualquer conceito é sempre procurar a etimologia das palavras, pois os dicionários foram feitos para serem uma espécie de acordo mútuo do que significa cada palavra.

(Sempre utilizo as primeiras respostas do Google, que acabam sendo o que todos têm acesso.)

“Redes sociais são estruturas formadas dentro ou fora da internet, por pessoas e organizações que se conectam a partir de interesses ou valores comuns.”

Note a expressão “fora da internet”.

  • Redes sociais (no plural) são sinônimos de grupos dentro da sociedades, de organizações sociais humanas, de comunidades.
  • Rede social (no singular) é sinônimo de toda a civilização, da sociedade.

(O ideal seria colocar Rede Social Humana para evitar a confusão com Redes Sociais das Formigas, dos lobos, dos elefantes, que também existem.)

Assim, se existiram, existem e vão existir “Redes Sociais” fora da Internet é preciso que tenhamos que definir qual a relação do conceito das “Redes Sociais” (comunidades) com o Digital. E da Rede Social (sapiens) com o Digital.

No fundo, temos aqui uma dificuldade, natural diante de um fenômeno tão inusitado, de conseguir entender o que estamos realmente vivendo.

A tendência diante de Fenômenos Inusitados é a criação de conceitos que gerem mais Empatia com as Pessoas do que Sintonia com a Realidade, criando um problema.

Obviamente, não há tanto problema que pessoas leigas chamem o Facebook de Rede Social, mas isso NÃO pode ocorrer com Conceituadores Profissionais, que têm a obrigação de ajudar clientes a lidar melhor com o Digital.

Conceituadores Profissionais são pagos para ajudar clientes a compreender o Mundo Digital e devem ser criteriosos ao questionar Conceitos do Senso Comum. 

O que temos como novidade na vida das Redes Sociais Humanas é a chegada de uma nova mídia, que criou um novo Ambiente Midiático, que permite uma nova forma de interação entre os Sapiens.

Assim, tivemos Redes Sociais do passado, que já existiam, que passaram a operar, ao longo da nossa jornada, primeiro no Ambiente Midiático dos Gestos, depois no Oral, depois no Escrito e agora no Digital.

(Um Ambiente Digital, importante ressaltar, não elimina o outro, mas se integra.)

Assim, o que temos são “Redes Sociais(comunidades) – que já interagiam fora da Internet – que passam a operar no novo Ambiente Digital. E novas Comunidades, que foram criadas pelas novas possibilidades.

Assim, podemos ter “Redes Sociais” que são exclusivas, formadas e operadas, apenas no Ambiente Digital, como grupos de pessoas espalhadas pelo mundo que nunca se encontraram. E outras mistas, nas quais as pessoas interagem pelas telas e fora delas.

E isso nos permite classificar dois tipos de Redes Sociais ou Comunidades, que se utilizam das Plataformas Digitais:

  • Comunidades que interagem apenas no Ambiente Digital;
  • Comunidades que interagem dentro e fora do Ambiente Digital.

Veja a tabela aqui: ( https://bit.ly/3gj7SKl )

Porém, para que Comunidades que interagem apenas no Ambiente Digital ou Comunidades que interagem dentro e fora do Ambiente Digital é necessário que tenhamos Plataformas Digitais.

Sendo assim, o Facebook, o Twitter ou o Youtube NÃO SÃO “Redes Sociais”, mas Plataformas Digitais, que permitem, que viabilizam, que “Redes Sociais” ou “Comunidades” possam interagir no Ambiente Midiático Digital.

Ao se denominar que Plataformas Digitais são as próprias “Redes Sociais” está se confundindo o martelo com o prego, os fins com os meios.

O uso do conceito “Rede Social” do jeito que hoje é disseminado e aceito gera uma enorme confusão do que estamos vivendo, do que viveremos e é preciso que seja revisto para que se possa pensar e decidir melhor.

Conceituadores Profissionais e Clientes de Conceitos devem evitar o uso do conceito “Redes Sociais” aceitos pelo Senso Comum se quiserem pensar melhor e decidir melhor.

Vejamos aqui a tabela: ( https://bit.ly/3x4KLdg ) dos erros conceitos específicos deste conceito.

E aqui: ( https://bit.ly/3wQ6fdw ) uma tabela mais geral de erros e problemas de criação de narrativas e conceitos, incluindo os do mundo digital.

Em resumo.

Não vejo problema que sua avó chame o Facebook de Rede Social, mas você, preocupado com o futuro, de entender profissionalmente o novo cenário, é algo que deveria te preocupar.

É isso, que dizes?

Colaboraram os Bimodal: Fernanda Pompeu e Leandro Tavares.

Vem tomar pílula vermelha todos os dia na Bimodais.  Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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O áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no Mapa Mental da Escola Bimodal: e pode ser visto aqui.

“A maior descoberta de minha geração é que o ser humano pode alterar a sua vida mudando sua atitude mental.” – William James.

Mudancistas são profissionais que têm como missão ajudar as outras pessoas a mudar.

Mudancistas Digitais são profissionais que têm como missão ajudar as outras pessoas a se adaptarem ao novo Ambiente Digital.

O artigo visa ajudar, através de conceitos, o trabalho dos Mudancistas Digitais.

Podemos dizer que há dois desafios no trabalho dos Mudancistas Digitais:

  • Superar as Barreiras Estruturais Antimudanças, que fazem parte natural da nossa espécie diante de qualquer uma delas;
  • Superar as Barreiras Conjunturais Antimudanças diante do Digital, que é um fenômeno particular deste novo século, não pequeno por se tratar de uma mudança DREDS (Disruptiva, Rápida, Estrutural, Desconhecida e Social), a que tem mais Alta Taxa de Dificuldade de Adaptação.

A preparação de adultos para que possam lidar melhor com as Barreiras Estruturais Antimudanças são desafios permanentes dos Ambientes Educacionais.

Ambientes Educacionais deveriam, no processo de preparação para a Adultização, ter Ferramentas Conceituais e Métodos Educativos eficazes para ajudar as pessoas a superar estes problemas de flexibilização dos corações e mentes para a mudança.

Diante da nova Civilização 2.0, é preciso que tenhamos a formação de adultos mais preparados para mudar o tempo todo, pois há um aumento da Taxa de Tecnologização da Sociedade.

Os Mudancistas Digitais, assim, têm duas etapas a serem cumpridas: a superação das Barreiras Estruturais e Conjunturais de seus respectivos clientes diante da adaptação ao Mundo Digital.

Abaixo apresento a primeira etapa do trabalho dos Mudancistas Digitais, que terão que enfrentar estas Barreiras Estruturais Antimudanças:

(Ver as versões mais atuais das tabelas por aqui: https://bit.ly/3galmrG)

Abaixo apresento a segunda etapa do trabalho dos Mudancistas Digitais, que terão que enfrentar estas Barreiras Conjunturais Antimudanças diante do Digital:

É isso, que dizes?

Colaborou a seguinte Bimodal: Fernanda Pompeu.

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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Áudio aqui.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no Mapa Mental da Escola Bimodal: e pode ser visto aqui.

“Raramente os gerentes têm consciência da teoria que lhes serve de base.”Christensen e Raynor.

Diferentes países criam hábitos e Cosmovisões filosóficas distintas. Há algo filosoficamente hegemônico que marca cada povo, de maneira geral.

O Conceitos Americanos, principalmente administrativos e de negócios, aqueles que são exportados, vendidos e influenciam os outros países, têm como base a corrente filosófica denominada de  Pragmatismo, que pode ser definido como:

“Iniciada por Charles Sanders Peirce (1839-1914) em 1877-78 e reformulada em 1905, o pragmatismo é um método filosófico cuja máxima sustenta que o significado de um conceito (uma palavra, uma frase, um texto ou um discurso) consiste nas consequências práticas concebíveis de sua aplicação. O Pragmatismo tem sido considerado uma filosofia peculiarmente norte-americana.”

Toda corrente filosófica nova vem se contrapor a outra mais antiga, que é considerada menos adequada ou que carece de revisão, num processo humano contínuo na procura de formas de pensar e agir melhor diante da realidade.

Correntes filosóficas estruturam correntes teóricas, que, por sua vez, dão suporte a correntes metodológicas, que deságuam nas atividades operacionais, num fluxo contínuo de aprendizado e revisão.

Como diz uma das nossas Mestres Epistemológicas Masters, Ayn Rand (1905 – 86), “para sobreviver melhor, é preciso pensar cada vez melhor”.

Muitas vezes, ou quase sempre, uma nova corrente filosófica se massifica e acaba por se radicalizar para fugir da corrente que a precedeu. Isso é comum e ocorreu também com o Pragmatismo.

O Pragmatismo foi criado para se distanciar do que podemos chamar de Teorismo.

Muitos Conceituadores que adotaram o Pragmatismo começaram a ver colegas “viajando na maionese”, desenvolvendo o que acabou sendo chamada tempos depois de “Ciência Pura(que faz frente à “Ciência Impura” – ou aplicada) e resolveram trazer uma espécie de “fio terra” para a sociedade.

Grosso modo, o Pragmatismo acabou se popularizando como algo que “o que vale mais é a aplicação e não as teorizações”, como se pensar e agir não fossem parte sinérgica do mesmo processo.

O Pragmatismo é a base principal da Cosmovisão Epistemológica Americana. A forma de agir e pensar – que tem funcionado – pode ser resumida da seguinte forma: vamos fazer, ver no que dá, e ir ajustando ao longo do tempo.

Boa parte do sucesso americano, pode ser explicado pela adoção, além do modelo social, político e econômico, da Cosmovisão Epistemológica Pragmática.

Porém, nem tudo que funciona para a gripe, resolve também o problema de unha encravada!

É o uso inadequado da Cosmovisão Epistemológica Pragmática um dos principais responsáveis pela falsa Dicotomia Tóxica entre Teoria e Prática. 

Teorias, apesar dos críticos de plantão, é o conjunto de reflexões e conceituações, que precede Atividades Operacionais, bem resumida na frase abaixo:

Nada mais prático do que uma boa teoria.” – Kurt Lewin (1890 – 1947).

Note que, na frase de Lewin, a palavra “prática” passa a ser sinônimo de eficácia e não de um contraponto de teoria, pensar sobre determinado assunto.

E aí temos o “x” da questão de muitas Crises Conceituais que estamos vivendo no geral e no Digital, em particular:  o que era uma atividade eficaz (pensar, teorizar) passou a ser algo que não é bem visto pela maior parte das pessoas.

Uma coisa é alguém que tem a missão operacional ter uma certa ojeriza quanto às teorizações, mas se vê também o mesmo em quem tem uma missão estratégica, função que é basicamente teórica/abstrata.

Aos poucos a radicalização da Cosmovisão Epistemológica Pragmática Americana criou um certo preconceito em diferentes níveis contra o ato de pensar, de forma mais consistente, gerando Conceitos Mais Tóxicos, pouco afinados com a realidade.

Se deixou de utilizar o grande cabedal conceitual que os epistemólogos, inclusive americanos, nos legaram, ferramental fundamental para que possamos pensar de forma mais alinhada com os fatos.

As pessoas passaram a acreditar que ter um “grande insight” é o suficiente para se chegar a inúmeras conclusões e não apenas um primeiro passo numa longa jornada em direção à conceituação e à narração.

Identificamos vários problemas na produção de conceitos, muitos deles motivados pelo Pragmatismo Tóxico – que podemos apresentar na tabela abaixo:

Assim, urge que passemos a entender a Falsa Dicotomia entre Teorismo e Pragmatismo.

Não é uma escolha entre uma e outra, mas a compreensão de qual deve ser a corrente filosófica a ser utilizada a cada momento, pois são complementares.

Não se pode usar a mesma chave de fenda conceitual/epistemológica para tentar se apertar diferentes parafusos!

Quem demonstrou claramente esta Falsa Dicotomia, foi nosso querido Epistemólogo Bimodal Master, Thomas Kuhn (1922 – 96).

Kuhn sugeriu que deveríamos adotar distintas de Estratégias de Pensamento, CONFORME O PROBLEMA que temos pela frente.

Problemas desconhecidos, novos, como é o caso do Digital, por exemplo, sem ainda as devidas explicações teóricas consistentes, devem optar por uma Estratégia de Pensamento Extraordinária (estou adaptando aqui o que ele disse). Rever Teorias (com novos Valores e Paradigmas) para se voltar para o operacional depois.

Problemas conhecidos, novos, como é o caso de vários fenômenos cotidianos já com as devidas explicações teóricas consistentes, deve optar por uma Estratégia de Pensamento Normal (estou adaptando aqui o que ele disse). Optando por resolver os desafios dentro do próprio processo operacional (com os mesmos Valores e Paradigmas, que continuam válidos).

Kuhn, na verdade, sugere que se use o Pragmatismo (Método Indutivo – do operacional para as teorias) para o conhecido e o Teorismo (Método Dedutivo – das teorias para o operacional) para o Desconhecido.

Quando temos o uso inadequado da Estratégia de Pensamento para determinado problema temos a toxicidade de um ou do outro método.

  • Quando usamos o Pragmatismo em problemas desconhecidos, temos o aumento da Taxa do Pragmatismo Tóxico.
  • Quando usamos o Teorismo em problemas conhecidos, temos o aumento da Taxa do Teorismo Tóxico.

O que está ocorrendo no mercado hoje é uma forte influência do Pragmatismo Tóxico – forma como os americanos estão acostumados a pensar o mundo e os fenômenos, não revendo os Valores e Paradigmas.

(Fato é que se analisarmos situações similares na história diante de Mudanças DREDS – Disruptivas, Rápidas, Estruturais, Desconhecidas e Sociais, teremos algo similar, independente das correntes filosóficas praticadas.)

O que ocorre é que, diante de um Fenômeno Inusitado como o Digital, é preciso sair do Pragmatismo (Indução) e caminhar para o Teorismo (Dedução).

Não basta apenas analisar os fatos do Mundo Digital, é preciso rever os Padrões Conceituais Existentes para depois reanalisar, decidir e operar diante dos fatos com um olhar COMPLETAMENTE diferente.

É preciso entender, por exemplo, que as Revoluções Midiáticas são recorrentes. E é na Comparação Histórica de outros fenômenos similares, que nos permitirá chegar aos respectivos padrões e, a partir daí, passar a decidir e agir de forma mais reflexiva.

Para confirmar essa grande Crise Conceitual diante do Digital, que estamos vivendo, podemos observar que TODOS os empreendimentos que estão funcionando neste novo Ambiente Competitivo começaram do zero.

Para confirmar essa grande Crise Conceitual, que estamos vivendo, podemos observar que as Organizações Tradicionais, por falta de clareza do que de fato está ocorrendo, estão com Baixa Taxa de Competitividade.

Mostre-me apenas uma Organização Tradicional que promoveu a tal “Transformação Digital” e já está liderando qualquer Mercado Digital e você vai ganhar um milhão de dólares!

Os Conceituadores Americanos de Plantão, que falam o tempo todo de  “Transformação Digital” – que é uma ótima hashtag e um péssimo conceito – não consegue ter uma Narrativa Explicativa mais consistente que consiga transformar bons conceitos em boas decisões.

Por causa dessa Crise Conceitual Americana, a Bimodais resolveu basear o DNA Conceitual da sua Narrativa sobre o Digital nos canadenses (Escola de Pensamento de Toronto), que, para entender as Revoluções Midiáticas (do passado e a do presente), não tiveram nenhum preconceito de fazer uma análise história.

Só com um Comparativo Conceitual Histórico é possível identificar os Padrões das Mudanças, que estamos passando neste novo século.

(Os americanos que conseguem – pode ser que existam – superar a tal Crise Conceitual diante do Digital (também chamada de Anomalia Conceitual), infelizmente, não têm feito sucesso fora do país e se disseminado pelo mundo, não chegando ao Brasil.)

Apesar de conseguirem criar projetos espetaculares usando o Digital, não resta a menor dúvida sobre isso, os Conceituadores Americanos de Sucesso estão, ao invés de reduzir a Crise Conceitual diante do Digital agravando ainda mais.

Líderes de todos os mundo têm apostado todas as suas fichas em Teorias sobre o Digital, que estão usando o Método de Pensamento Inadequado diante de um fenômeno desconhecido!

A Cosmovisão Epistemológica Pragmática Americana é a base que estrutura FORTEMENTE o Mercado de Conceitos, não só no mundo, mas também no Brasil. E é justamente essa base que pratica o Pragmatismo, quando deveria, em função do Fenômeno Desconhecido do Digital, se utilizar do Teorismo.

A verdade é dura, mas precisa ser dita: os Conceituadores Americanos de Sucesso, ao invés de desintoxicar, estão intoxicando o mundo com uma visão equivocada sobre o digital, impedindo que as pessoas consigam enxergar o que realmente está ocorrendo e tomar decisões melhores!

As bases conceituais que estruturam o senso comum da chamada “Transformação Digital” tem sido vendidas e consumidas, mas isso não tem levado às Organizações Tradicionais a aumentar a Taxa de Competitividade.

E não existe nada pior para agravar uma Crise Conceitual, quando os Conceituadores de Plantão – referências do Mercado de Conceitos – ao invés de trazer luz, vendem escuridão.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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Áudio do artigo.

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“Para se manter vivo, o homem deve pensar.”Ayn Rand.

Um Conceituador é um profissional que tem como missão criar explicações sobre determinado fenômeno da realidade.

Um fenômeno é um conjunto de fatos ou eventos, que pode ser classificado de uma determinada maneira por um ou mais Conceituadores.

  • Troca de Governo” é um fenômeno, que gera diversos fatos e eventos perceptíveis e que tentam ser explicados pela Ciência Política;
  • Terremoto” é um fenômeno, que gera diversos fatos e eventos perceptíveis e que tentam ser explicados pela Ciência Geológica.

Assim, o primeiro passo de um Conceituador diante de determinados fatos e eventos é definir a Essência de um Fenômeno.

Um Conceituador de Excelência procura atribuir a um fenômeno a Denominação Mais Precisa Precisa Possível para que ele não seja confundido com outros bem distintos.

A denominação da Essência de um Fenômeno é feita, assim, através do resultado de uma Análise Comparativa de um conjunto de fatos e eventos com outros no presente e/ou no passado.

Definida a Essência do Fenômeno, através da Análise Comparativa, um Conceituador de Excelência procura, a partir daí, identificar quais foram os Conceituadores (no passado e no presente), que já tentaram definir aquele determinado fenômeno.

E aí podemos apontar que há um grave erro no Senso Comum dos Conceituadores de Plantão ao se identificar a Essência do Fenômeno Digital. Tal equívoco tem ampliado a dificuldade da sociedade para lidar com mudanças que têm ocorrido.

É preciso perguntar, antes de qualquer coisa, para se definir a Essência do Fenômeno Digital,  quais são os NOVOS fatos e eventos, que têm ocorrido neste novo século?

Podemos citar alguns mais visíveis:

  • perda de valor de organizações tradicionais;
  • surgimento de novas organizações, liderando mercados, com novos Modelos Administrativos bem diferentes do tradicional;
  • alta Taxa de Mudanças no cenário político;
  • alta Taxa de Mudanças de hábitos em diversas áreas da sociedade;
  • alta Taxa de Mudanças de hábitos das novas gerações.

Ao se procurar definir a Essência do Fenômeno Digital é preciso identificar no passado, através de Análises Comparativas, quando tivemos algo parecido, quando mudanças similares ocorreram.

É o que podemos chamar de Comparação Histórica, visando definir a Essência do Fenômeno Digital.

O objetivo da Comparação Histórica entre Fenômenos Similares é para evitar que um Conceituador chame “pepino” de “tomate” ou “tomate” de “pepino“.

Muitos dirão que cada um define qualquer fenômeno da forma que deseja.

Porém….

Como existem diversas decisões diante da sobrevivência, que precisam ser tomadas, a partir da definição da Essência de um Fenômeno, quanto mais longe estiver esta definição da realidade, mais as decisões serão ineficazes.

Aqui vale citar de novo nossa querida Epistemóloga Master Bimodal, Ayn Rand (1905 – 1982):

“Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de você ignorar a realidade.”

Há tentativas de vários Conceituadores de Plantão de se tentar chegar na Essência do Fenômeno Digital tal como definindo ser um Fenômeno do Conhecimento (Sociedade do Conhecimento) ou Fenômeno da Informação (Sociedade da Informação) ou Fenômeno Econômico (Economia Compartilhada) ou Fenômeno Industrial (Revolução Industrial).

Todas estas definições acabam por gerar Metodologias de Adaptação do modelo atual para o diagnóstico projetado, tal com Gestão do Conhecimento, Transformação Digital, etc.

(Metodologias de Adaptação são Ferramentas Conceituais, que sugerem ações para que Mudancistas possam ajudar seus clientes na adaptação a novos cenários, provocados por novos fenômenos.)

Note que TODAS estes erros de definição da Essência do Fenômeno Digital têm em comum a baixa taxa de Comparação Histórica.

Temos o péssimo hábito de querer entender o Digital olhando apenas para o presente e nunca comparando o atual fenômeno com outros similares do passado!

Há mudanças na Indústria, com certeza, porém, são consequências de algo maior e não algo que explique tudo que estamos assistindo.

É, assim, extremamente falso e tóxico denominar e resumir o Mundo Digital, por exemplo, de “Quarta Revolução Industrial“.

A “Quarta Revolução Industrial“, a nosso ver, é uma Sub-Revolução Digital, consequência num determinado setor de uma revolução maior, como ocorre também as Sub-Revoluções na Educação, na Economia, na Política, na Administração ou nos Negócios, por exemplo.

Sub-Revoluções Setoriais Digitais são consequências localizadas e recorrentes de Revoluções Midiáticas no passado. É o efeito maior reverberando em diversas áreas da sociedade.

No processo de definir a Essência do Fenômeno do Mundo Digital é fundamental que possamos identificar o fenômeno maior e os sub-fenômenos, se não quisermos cometer erros grosseiros.

Pensar, antes de tudo, é a capacidade de comparar fatos e eventos de forma adequada.

O papel dos Conceituadores é o de comparar fatos e eventos similares para que se consiga sair dos insights e percepções para as conceituações e narrações mais eficazes.

De maneira geral, com raríssimas exceções, tal como seria uma inédita e inusitada descida de aliens no planeta, os fenômenos se repetem por alguma necessidade, gerando algum tipo de padrão.

Conceituadores de Excelência não olham para fatos, mas são obstinados e persistentes “caçadores de padrões“!

É preciso, assim, definir a Essência do Fenômeno, através da comparação com o passado para, pela ordem:

  • descobrir Conceituadores, que já tenham se debruçado, de forma eficaz, sobre aquele fenômeno no passado e no presente;
  • identificar, a partir dos Conceituadores Especialistas no Fenômeno, quando e como aquele fenômeno se repetiu;
  • a partir daí, definir a Essência do Fenômeno para que não haja margem de dúvida “do que estamos falando realmente?”.

Depois disso, se inicia uma longa jornada para conhecer os Padrões Estruturais e Conjunturais do fenômeno e identificar o que há de novo e o que se repete na nova aparição do mesmo.

Quando nós os Bimodais, por exemplo, analisamos o Fenômeno Digital, chegamos ao seguinte diagnóstico:

  • é uma Revolução Midiática, marcada pela chegada e massificação de novas Ferramentas de Mídia na sociedade;
  • é um Fenômeno Social Recorrente ( como vimos no passado fenômenos similares que ocorreram, como a chegada do gestos, oralidade, escrita, digital);
  • e identificamos os Conceituadores Canadenses (da Escola de Pensamento de Toronto) como os maiores especialistas sobre este tipo de fenômeno, que, com as respectivas análises, poderiam ser o DNA Conceitual Básico da nossa Narrativa Progressiva.

Todas as escolhas conceituais da Narrativa Bimodal partem do diagnóstico de que a civilização humana vive sob a égide da Revolução Midiática Civilizacional Digital – um fenômeno único, porém com diversas similaridades com outros do passado.

A partir deste diagnóstico, abre-se um novo campo de pesquisa e análise, pois passamos a promover Comparações Conceituais em dois campos distintos:

  • do Digital com outros Fenômenos Sociais Recorrentes similares do passado, partindo do trabalho já realizado pelos Conceituadores Canadenses (da Escola de Pensamento de Toronto);
  • da espécie humana com outras espécies, utilizando a Animalogia por se tratar de um fenômeno ligado à sobrevivência da espécie (ajuste entre a Complexidade Demográfica Progressiva e um Novo Modelo de Sobrevivência Emergente do Sapiens – que denominamos de Curadoria).

A partir destas escolhas conscientes diante das Encruzilhadas Conceituais que tivemos, os Bimodais puderam sugerir que Revoluções Midiáticas têm como Fator Causante o aumento populacional.

A partir destas escolhas conscientes diante das Encruzilhadas Conceituais que tivemos, os Bimodais puderam sugerir que Revoluções Midiáticas têm como Fator Consequente o surgimento de Ambientes de Sobrevivência mais Descentralizados.

A partir destas escolhas conscientes diante das Encruzilhadas Conceituais que tivemos, os Bimodais puderam sugerir que Revoluções Midiáticas precisam – para serem estudadas e analisadas da Antropologia da Sobrevivência – uma nova Ciência integradora das Ciências Sociais, específica para análise deste fenômeno estrutural e sistêmico.

É de uma Narrativa de Qualidade, com Comparações Conceituais mais eficazes, que podemos entender o atual cenário com mais segurança e menos achismo e tomar decisões melhores hoje, visando o futuro.

Há, portanto, um enorme equívoco do mercado em acreditar que o diferencial competitivo neste novo século são apenas boas ferramentas/tecnologias. O principal fator competitivo é uma boa explicação do que REALMENTE estamos vivenciando para depois, só então, poder atuar.

O problema do novo século não é, assim, tecnológico, mas principalmente epistemológico.

Assim, sem uma boa explicação do fenômeno que estamos vivendo neste novo século, pouco se criará e pouco se transformará.

Segue uma tabela com a diferença da visão dos Conceituadores de Plantão, que forma o senso comum, e a da Visão Bimodal sobre o Mundo Digital:

É isso, que dizes?

Colaboraram com o artigo os seguintes Bimodais: Átila Pessoa, Augusto Borella, Fernanda Pompeu e Rodrigo Marquezepe.

Vem tomar pílula vermelha todo dia na Bimodais.  Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês. 

Áudio do artigo.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no Mapa Mental da Escola Bimodal:

Veja aqui a última versão do Mapa Mental Bimodal.

“As pessoas não resistem às mudanças. Elas resistem a ser mudadas.”Anônimo.

Mudar é abandonar determinados hábitos para outros.

De maneira geral,  podemos classificar dois tipos de mudanças de hábitos muito distintos:

  • As Mudanças Endógenas – que tem o Fator Causante Interno (de dentro do Mudado para fora dele);
  • As Mudanças Exógenas – que tem o Fator Causante Externo (de fora do Mudado para dentro).

Quando analisamos as demandas de mudanças, que passaram a ser exigidas diante do Mundo Digital, estamos nos referindo a Mudanças Exógenas, pois uma Revolução Midiática Civilizacional é um Fenômeno Social, que impacta as pessoas de fora para dentro.

Uma Revolução Midiática Civilizacional é um Fenômeno Social, que se caracteriza por propiciar novas ações de várias pessoas, em vários lugares distintos, a partir das novas Tecnopossibilidades das Ferramentas Midiáticas.

Mais ainda.

Uma Revolução Midiática Civilizacional se caracteriza também pela classificação “social”, que indica que não é um Fenômeno Não Social, tal como uma Tsunami, um Terremoto ou uma Pandemia.

Um Mudancista (profissional encarregado a ajudar pessoas a lidar com mudanças de todos os tipos)  precisa conhecer a natureza do fenômeno para poder classificar de que tipo de mudança estamos falando e qual é o desafio que terá para ajudar o seu cliente.

Abaixo uma tabela comparativa dos tipos possíveis de Mudanças Exógenas:

Um Mudancista de Excelência precisa aprender que Mudanças Exógenas têm uma maior Taxa de Dificuldade de Adaptação do que as Endógenas, pois a pessoa tem a sensação de estar sendo obrigada a mudar.

Um Mudancista de Excelência precisa aprender que Mudanças Sociais têm uma maior Taxa de Dificuldade de Adaptação do que as Não Sociais, pois a pessoa tem menos capacidade de se diferenciar da mesma.

Uma coisa é uma mudança tecnológica (mais invisível) outra é um terremoto (mais visível).

Um Mudancista de Excelência precisa aprender que Mudanças DREDS – Disruptivas, Rápidas, Estruturais, Desconhecidas e Sociais têm uma maior Taxa de Dificuldade de Adaptação do que as Mudanças Mais Lentas, Conjunturais, Conhecidas e Não Sociais.

A Bimodais definiu a Revolução Midiática Civilizacional Digital como uma Mudança Exógena DREDS (Disruptiva, Rápida, Estrutural, Desconhecida e Social). É o tipo de mudança que tem a maior taxa, de todas as possíveis, na escala da Dificuldade de Adaptação. 

Um Mudancista de Excelência precisa ter consciência da Taxa da Dificuldade de Adaptação de cada uma das mudanças que ajuda a lidar para que possa levar seus clientes a ter bons resultados.

Numa Mudança Exógena do Tipo DREDS demanda um ferramental particular, pois o Cliente da Mudança terá que cumprir a seguinte uma longa jornada de entendimento.

Um Mudancista que tem como desafio atender clientes de Mudanças Exógenas do Tipo DREDS precisa, antes de tudo, contar com uma Narrativa de Excelência, bem estruturada, para que possa ajudar na Migração Necessária.

Uma Narrativa de Excelência do Mudancista diante de uma Mudança Exógena do Tipo DREDS precisa detalhar:

  • de que tipo de disrupção está ocorrendo?
  • por que é tão rápida?
  • por que é tão estrutural?
  • por que é desconhecida?
  • e como se encaixa como um fenômeno social?

Se não houver uma compreensão e uma mudança profunda de Valores e Paradigmas do Cliente diante de uma Mudança Exógena do Tipo DREDS haverá muito mais dificuldade para que se possa adaptar a ela.

Mudanças Exógenas do Tipo DREDS exigem, basicamente, um Esforço de Adaptação Conceitual Filosófico diferente de outras mudanças que, de maneira geral, exigem um Esforço de Adaptação Conceitual Operacional.

É isso, que dizes?

Colaboraram os seguintes Bimodais: Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês. 

 

 

Áudio aqui.

O atual texto se encaixa nos seguintes tópicos do “Ferramental Conceitual da Narrativa Bimodal”, que é sempre atualizado e pode ser visto aqui.

“A emergência do ciberespaço acompanha, traduz e favorece uma evolução geral da civilização.”Pierre Lévy.

A definição no Senso Comum Googleniano da palavra “intermediação” é a seguinte: “existir de permeio, situar-se entre”.

Intermediar no processo de administração é gerenciar, controlar, tomar conta de algum processo.

Não há nenhum processo produtivo, portanto, em que não haja e deixará de haver algum tipo de intermediação.

Nunca haverá processos desintermediados.

O que é natural que ocorra é, de quando em quando, reintermediações.

Podemos dizer que antigamente a intermediação do transporte nas cidades era feito pelas carruagens e passou a ser feita pelos carros.

E ainda que boa parte do entretenimento no passado era intermediado pelos canais de televisão e hoje é feito por empresas digitais no estilo como o Netflix e Youtube.

Houve uma reintermediação pelos carros e pelas empresas digitais.

Podemos ainda afirmar que quando se muda uma gerência há um processo de reintermediação de fulano para ciclano.

Alguém novo passa a mediar determinado processo, estabelecendo uma nova forma de Comando e Controle.

Intermediar é comandar e controlar e Reintermediar é estabelecer uma nova forma de comandar e de controlar, que pode ser a mesma ou diferente, conforme o novo modelo de Reintermediação.

Há vários tipos de Reintermediação, mas nosso foco, ao estudar o Digital, é a Reintermediação Ferramental Operacional (tecnológica), mas especificamente nos dedicarmos a analisar a Reintermediação Midiática.

As Ferramentas Midiáticas são responsáveis pela produção da comunicação e do armazenamento das informações, que é o epicentro da forma de sobrevivência da nossa espécie.

As Ferramentas Midiáticas são o DNA dos Ambientes Administrativos e permitem, com a chegada e massificação de novas, um processo de Reintermediação Administrativa.

Novas Mídias permitem que seja praticado um novo Modelo Administrativo de Comando e Controle sempre na direção de uma Reintermediação Mais Centralizada para uma Mais Descentralizada. 

(Entendo novas mídias aquelas que trazem três elementos: novos canais, nova linguagem e novas formas de armazenamento dos registros produzidos pelos novos canais.)

Se olharmos o passado, por exemplo, a massificação da escrita, com a chegada da escrita impressa, tivemos, tempos depois, a possibilidade da Reintermediação da Monarquia Absolutista para a Reintermediação Republicana.

Sem o acesso aos livros, sem aprender a ler e escrever, seria impossível que as populações pudessem ter Maturidade Política para deixar a centralização da realeza e dos nobres para passar a escolher seus representantes.

Tivemos com a Reintermediação Republicana, provocada pela Revolução Midiática da Escrita 2.0 (chegada da prensa), um exemplo típico das Reintermediações Mais Descentralizadas que as Ferramentas Midiáticas permitem.

O fenômeno das Reintermediações Mais Descentralizadas provocadas por Revoluções Midiáticas é desconhecido, mas não é tão difícil de ser detectado e nem explicado. Basta passar a analisar as Revoluções Midiáticas na Macro-história.

Em primeiro lugar, percebemos que as Revoluções Midiáticas são um Fenômeno Social Recorrente (Gestos, Oralidade, Escrita e Digital).

Sim, podem ser recorrências espaçadas no tempo, mas são Recorrências Estruturais da espécie.

E se há recorrência, podemos presumir que existe algum tipo de demanda permanente, que é atendida quando promovemos Revoluções Midiáticas.

Nada se repete na realidade que não tenha um bom motivo.

Assim, podemos dizer que existe um Padrão no Motor da História do Sapiens na direção de sempre estarmos promovendo Reintermediações Mais Descentralizadas, a partir da chegada e massificação de novas Ferramentas Midiáticas.

Perceba o seguinte Padrão Sequencial, se analisarmos a Macro-História:

Uma Tecnoespécie que cria novas ferramentas (tecnologias) > Consegue promover o Aumento Populacional > Precisa, por causa disso, promover Revoluções Midiáticas > que permitem Novos Modelos de Comando e Controle > a tendência dos novos Modelos de Comando e Controle é pela Reintermediação Descentralizadora Progressiva > o objetivo: Maior participação do Sapiens nas decisões para lidar melhor com um patamar de Complexidade Demográfica cada vez maior.

Assim, podemos dizer que a nossa espécie, quando se analisa a Macro-história, por aumentar continuamente a população,  precisa promover uma Reintermediação Descentralizada Progressiva dos antigos processo de Comando e Controle, via Revoluções Midiáticas.

Uma série de inovações nas Ferramentas Operacionais e Conceituais, após a chegada e massificação de novas Ferramentas Midiáticas começam a ser criadas para que se possa substituir antigos intermediadores, que foram ficando obsoletos.

O processo de obsolescência dos antigos intermediadores ocorre pelo seguinte: mais gente no mundo, aumenta a Complexidade Demográfica e Modelos de Intermediação Mais Descentralizados são criados para lidar com um Patamar de Complexidade Demográfico muito maior.

Eis uma regra fundamental para entender como nossa espécie caminha na história, o que nos permite projetar um futuro de forma mais eficaz: quando se atinge um determinado Patamar de Complexidade Demográfica, os antigos Modelos de Comando e Controle começam a perder a capacidade de entregar resultados com qualidade.

Há uma piora vertiginosa na relação de custo/benefício.

Os produtos e serviços podem até ficar mais baratos, porém são cada vez mais massificados sem a possibilidade de personalização, algo fundamental para a percepção de qualidade pelos clientes.

(A descoberta do Padrão Sequencial da Reintermediação Descentralizada Progressiva só é possível de ser percebido e explicado se promovermos uma Comparação Histórica Analítica do atual fenômeno da Revolução Midiática Civilizacional Digital com outras Revoluções Midiáticas do passado.)

Os antigos Modelos de Intermediação Mais Centralizados passam a ter problemas operacionais objetivos, pois o aumento de Complexidade Demográfica pede um novo patamar de velocidade, personalização, redução de custo que o antigo modelo não consegue suprir com as Ferramentas Operacionais e Conceituais que operam.

O antigo Modelo de Intermediação Mais Centralizado vai se tornando cada vez mais oneroso, com resultados cada vez piores. Porém, se sustenta no tempo, pois não há um novo modelo que possa competir com ele por falta de novas Ferramentas Tecnomidiáticas.

Quando iniciamos uma Revolução Midiática a Reintermediação dos Modelos de Comando e Controle de Mais para Menos Centralizados passa a ser feita, através do uso intenso das novas Tecnopossibilidades Midiáticas e de novo Ferramental Conceitual, tais como:

  • Netflix – uso dos novos Canais e do novo Armazenamento Digital, que permitem que os clientes possam, de qualquer lugar, a qualquer tempo, assistir o conteúdo que quiserem e, ao deixarem, com a sua navegação, Rastros Digitais, passa a ser possível que a empresa possa afinar cada vez mais a personalização do seu acervo. Há um processo de reintermediação das antigas empresas que não tinham estas Tecnopossibilidades disponíveis. Total de usuários permitido pela nova Intermediação Digital Mais Parcial: 220 milhões;
  • Youtube – uso dos novos Canais, do novo Armazenamento Digital e da nova Linguagem Digital, que permite que os clientes possam, de qualquer lugar, a qualquer tempo, assistir o conteúdo que quiserem e, ao deixarem, com a sua navegação, Rastros Digitais, passa a ser possível que a empresa possa afinar cada vez mais a personalização do seu acervo. Há ainda a liberdade de cada um publicar o seu vídeo, sendo o controle de qualidade feito pelos próprios usuários, se utilizando da nova Linguagem Digital dos Ícones (estrelas, curtições, compartilhamentos). Há, assim, um processo de reintermediação das antigas empresas que não tinham estas Tecnopossibilidades disponíveis. Total de usuários permitido pela nova Intermediação Digital Mais Completa:  2,2 bilhões;

A Reintermediação Descentralizada Progressiva é um novo padrão descoberto do caminhar da jornada humana – uma novidade que deve ser incorporada nas teorias das Ciências Sociais, que impacta FORTEMENTE na Ciência Administrativa e nos Negócios.

Hoje, a nossa análise do presente e do futuro está com uma baixa Taxa de Eficácia.

Há uma FORTE incapacidade de identificar a essência do fenômeno que estamos vivendo (Revolução de Mídia), encontrar pesquisadores que analisaram as Recorrências do Passado deste fenômeno, e, a partir da procura de padrões, poder entender, com mais clareza, onde estamos e para onde vamos.

Os Conceituadores de Plantão e os Consumidores de Conceito estão observando a atual Revolução Midiática Civilizacional Digital sem um Ferramenta Conceitual adequado e é isso que tem gerado essa alta Taxa de Confusão diante de algo que pode ser cada vez menos desconhecido.

É isso, que dizes?

Colaboraram os seguintes Bimodais: Augusto Borella e Talvacy Chaves de Freitas.

Quer entender o novo cenário digital? Você precisa conhecer e entrar na Bimodais – a melhor escola de Futurismo do país. Bora? 

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês.

 

Áudio aqui.

De um lado as coisas, do outro, como elas são vistas.” – Luc de Brabandere.

Mudar significa alterar hábitos, rotinas. Hábitos e rotinas são reflexos de Cosmovisões, Narrativas e Conceitos.

Quando se quer mudar de hábitos, OBRIGATORIAMENTE, será preciso rever, ou Cosmovisões, ou Narrativas ou Conceitos.

(Na Tabela Bimodal “Tabelas dos Erros de Cosmovisões, Narrativas e dos Erros Conceituais” temos uma classificação de Cosmovisões, Narrativas e Conceitos).

Podemos dizer, assim, que quanto mais disruptiva for determinada mudança, mais teremos que lidar com Cosmovisões (mais arraigadas) e vice-versa.

Cosmovisões, Narrações e Conceitos são a base da nossa Estrutura de Pensamento e é dela que baseamos nossa maneira de pensar e agir diante da vida.

Quanto mais alinhada e adequada for a Estrutura de Pensamento com a realidade, mais teremos chance de tomar decisões melhores.

E vice-versa.

Quanto menos alinhada e adequada for a Estrutura de Pensamento com a realidade, menos teremos chance de tomar decisões melhores.

A Estrutura de Pensamento, entretanto, é constantemente “testada” diante de diversas situações que enfrentamos. Seja por percepções internas (Endógenas) de que chegou a hora de promover determinadas mudanças.

Bem como, por eventos externos (Exógenos) que demandam alterações nas rotinas e, consequentemente, em algum ponto mais amplo ou menos amplo da Estrutura de Pensamento.

Podemos dizer, assim, que as mudanças são de dois tipos:

  • as exógenas – provocadas por mudanças de cenário, que vem de fora para dentro;
  • as endógenas – provocadas por mudanças de percepção, que vêm de dentro para fora.

Mudancistas (profissionais responsáveis por entender e ajudar a lidar com mudanças), basicamente, lidam, assim, com estes dois tipos: as Mudanças Exógenas e as Endógenas.

Temos assim os:

  • Mudancistas Exógenosque ajudam pessoas em mudanças que vêm de fora para dentro;
  • Mudancistas Endógenosque preparam pessoas para mudanças que vêm de dentro para fora.

(Obviamente, que se pode atuar nos dois campos, na mesma pessoa, conforme o contexto, mas é importante entender de que tipo de mudanças estamos falando, pois há uma grande diferença entre os dois modelos.) 

Mudanças Exógenas são provocadas por Fenômenos Inesperados, que fazem com que as pessoas tenham que mudar de hábitos para se adaptar às alterações externas.

Mudanças Exógenas são muito mais difíceis de serem aceitas e absorvidas, pois, em geral, as pessoas têm que se adaptar a algo sem o devido tempo interno.

Uma coisa é a pessoa mudar de casa por iniciativa própria (Mudança Endógena). A outra é ter que sair por causa de um terremoto (Mudança Exógena).

No passado, por exemplo, Organizações Analógicas Tradicionais tiveram diversas adaptações administrativas, através de metodologias tais como: “qualidade total“, “reengenharia“, “oceano azul“.

Alterações administrativas programadas e planejadas, no tempo de cada organização, foram Mudanças Endógenas.

As alterações administrativas que estão ocorrendo agora provocadas pela pandemia e pela Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD) NÃO programadas e planejadas, no tempo de cada organização, são Mudanças Exógenas.

Vamos ver como se processam tais mudanças.

As pessoas, de maneira geral, têm três camadas no processo de relação com a realidade:

  • Cosmovisões – Coletivo de Narrativas que são praticamente invisíveis na sociedade criadas por Conceituadores Filosóficos, que estruturam as bases da sociedade, organizações e pessoas. Cosmovisões são feitas pelo coletivo de Narrativas;
  • Narrativas – são também praticamente invisíveis na sociedade criadas por Conceituadores Teóricos, que estruturam boa parte das bases da sociedade, organizações e pessoas. Narrativas são feitas pelo coletivo de Conceitos;
  • Conceitos – são visíveis na sociedade criados por Conceituadores de todos os tipos, que estão no linguajar da sociedade, organizações e pessoas. Conceitos são repetidos sem que, muitas vezes, se tenha a noção das Cosmovisões e Narrativas, que estão embutidas dentro deles.

Assim, quando um Mudancista questiona determinado conceito e procura mostrar que há ali uma inadequação, está “abrindo a porta conceitual” para tornar visível as Narrativas e Cosmovisões, que estão ali embutidas, sem que a pessoa tenha conhecimento.

É o caso do questionamento da palavra “prática”que fizemos aqui.

Ou da expressão “pensar fora da caixa”que fizemos aqui.

É do questionamento de conceitos mal formulados e Mais Tóxicos que se pode mostrar que a pessoa está repetindo, sem refletir adequadamente, sobre uma determinada Narrativa ou Cosmovisão, que está sendo aceita e repetida e servindo de base para a forma de pensar e agir.

O papel do Mudancista – ao induzir propositalmente determinada mudança – se inicia com a demonstração de quanto determinado conceito muito utilizado e repetido pelos seus clientes é tóxico.

Ao se questionar determinado conceito, avaliado pelo Mudancista como tóxico, podemos apresentar a toxidade da Narrativa e, algumas vezes, da própria Cosmovisão, que está invisível dentro dele.

Ayn Rand (1905 – 82) – uma das Mentoras Epistemológicas dos Bimodais, por exemplo, baseia toda a construção de uma nova Cosmovisão da sociedade humana, questionando, por exemplo, o conceito “egoísmo”.

Ela defendeu que egoísmo é algo inerente ao ser humano, que é obrigado – diferente das demais espécies – a ter que resolver individualmente seu problema de sobrevivência.

Para ela, egoísmo não é uma escolha, mas algo inerente de cada Sapiens. E é necessário se escolher entre dois tipos de egoísmo: um tóxico (aquele em que você obriga o outro a te sustentar) e o saudável (aquele que você consegue se sustentar sozinho, através de trocas voluntárias).

Rand causa, questionando o conceito “egoísmo” um “curto circuito” nos seus leitores, pois, ao questionar um conceito fortemente utilizado na sociedade, abre o espaço para questionar Narrativas e Cosmovisões, que estão embutidas naquela expressão.

Ao se questionar determinado conceito, muitas vezes chave em determinadas Cosmovisões e Narrativas, se revela que ele é um “tijolo” de um “muro”, que ao ser visualizado, pode ser repensado e reconstruído.

Assim, o incentivo à Mudanças deve ser feito, através do questionamento de conceitos para se começar um diálogo, que pode ir “subindo” para o questionamento de Narrativas e Cosmovisões.

Toda Estrutura de Pensamento é provisória e deve ser sempre testada, repito, para ver se está gerando mais ou menos qualidade de vida.

Estruturas de Pensamento, muitas vezes, “perdem a validade” diante de novos fenômenos. É preciso que as pessoas, a partir do questionamento dos conceitos, percebam como pensam e recebam sugestões de como podem pensar de forma mais adequada.

Assim, Mudancistas de Excelência precisam entender qual é a Estrutura de Pensamento atual e qual é a nova que sugere que seja adotada para que possa ajudar seus clientes de forma mais efetiva.

Um Mudancista de Excelência precisa entender quais são os equívocos das Cosmovisões, Narrativas e Conceitos vigentes, quais são as novas tentativas de Estrutura de Pensamento.

Mais do que isso.

Mudancistas de Excelência precisam questionar conceitos para que as pessoas comecem a ter vontade de conhecer, de forma mais consciente, Cosmovisões e Narrativas.

E cada pessoa poder optar por escolher os Conceitos, Cosmovisões e Narrativas mais adequadas para melhorar, constantemente, a qualidade de vida seja diante de Fenômenos Cotidianos, seja diante de Fenômenos Inusitados.

É isso, que dizes?

Colaborou a Bimodal: Fernanda Pompeu.

Quer entender o novo cenário digital? Você precisa conhecer e entrar na Bimodais – a melhor escola de Futurismo do país. Bora? 

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês. 

O áudio aqui.

“O significado das crises: é chegada a ocasião para renovar os instrumentos.”Thomas Kuhn.

Na primeira resposta do Google , a partir da pesquisa feita sobre a palavra “prática”, temos:

“Ato ou efeito de praticar. O que é real, não é teórico; realidade.” “as coisas na prática não são assim.”

Note que no Senso Comum Googleniano  há claramente a sugestão de que a palavra “prática” é o antônimo de “teoria“. E de que a teoria não é a realidade. E a prática É a realidade. Quem teoriza, assim, está nos está tirando da realidade.

Este tipo de pensamento é extremamente tóxico e não nos ajuda a pensar e agir melhor. O objetivo deste artigo é introduzir uma Agulha de Acupuntura Conceitual para você NUNCA MAIS volte a utilizar a palavra “prática” de forma inadequada.

O antagonismo Teoria e Prática é o que podemos chamar no nosso Mapa de Erros Conceituais de uma Falsa Dicotomia extremamente tóxica.

Uma Falsa Dicotomia ocorre, por diferentes motivos, quando se cria uma polarização inexistente entre dois elementos, que são complementares e sinérgicos e não opostos.

O ato de pensar com uma maior Taxa de Eficácia, conforme nos ensinou a Mestre da Epistemologia, Ayn Rand (1905 – 82) é um processo, que SE INICIA na emoção e se conclui na narração.

Pensar é basicamente se Desemocionalizar das primeiras impressões, através do uso de Ferramentas Epistemológicas Mais Eficazes para que possamos classificar, separar, comparar, detalhar, precisar e poder entender melhor as emoções.

Quem se utiliza de Ferramentas Epistemológicas Mais Eficazes conseguirá refletir melhor, tomará decisões melhores e terá uma vida de mais qualidade e vice-versa.

O problema que há nas Ciências Sociais, mais do que em outras Ciências Não voltadas para o Estudo da Sociedade o Fator Interesse de Sobrevivência.

Muitos conceitos criados para entender os Fenômenos Sociais estão com alta Taxa de Intoxicação dos interesses e das maneiras de particulares de sentir dos Conceituadores.

Há, muitas vezes, problemas no processo de Desemocinalização.

Nenhuma Narração ou Conceito, seja ele qual for, é “puro”, mas o que podemos realizar é uma atividade constante para que nos aproximemos, o máximo possível, para termos uma maior Taxa de Sintonia com a realidade.

Muitas vezes, por exemplo, se produz conceitos para criar empatia e não sintonia com a realidade, um erro na forma de pensar, que conceituamos de Propagandismo (veja aqui a Tabela Bimodal de Erros das Narrações).

Muitas vezes, se cria conceitos que reforçam determinadas particularidades – nem sempre conscientes – dos Conceituadores, um erro na forma de pensar, que conceituamos de Projetacionismo (veja aqui a Tabela Bimodal de Erros das Narrações).

Cada pessoa precisa sobreviver na sociedade e a forma de pensar e agir reflete o modelo que a pessoa resolveu tomar para si e a proposta coletiva para todos os outros – o Modelo Conceitual de Sobrevivência.

É do Modelo Conceitual de Sobrevivência Pessoal e Coletivo que os Conceitos e Narrativas são criados. E quanto mais o Conceituador puder refletir sobre a sua forma de sentir o mundo, mais poderá se distanciar da mesma, evitando o Projetacionismo.

A Falsa Dicotomia “Teoria versus Prática” é bastante estimulada e praticada por pessoas que têm o perfil mais pragmático, trabalham no operacional, que não gostam de reflexões mais estratégicas.

E naturalmente esse tipo de perfil (bastante útil para a sobrevivência), que tem dificuldade em questões mais abstratas, acaba por transformar uma opção pessoal (não ter facilidade de abstrações), como algo universal.

Se pratica uma Alta Taxa de Projetacionismo, que é analisar o todo pela forma como eu lido com a minha parte.

O Pragmatismo, aliás, é uma linha filosófica nascida nos Estados Unidos e tipicamente estimulada naquele país, que acaba sendo utilizada para TODOS os problemas, quando deveria ser utilizada em apenas ALGUNS deles.

Nem todos os problemas operacionais se resolvem com a aceleração do fazer, pois, em diversas situações, se exige o velho e conhecido “parar para pensar”.

E vice-versa.

Prático” se aproxima muito mais dos fatos se o conceito for utilizado como sinônimo não de operacional, mas de eficácia.

O estudo de tal problema se mostrou extremamente prático (eficaz), pois conseguimos mudar a forma de agir sobre ele.

A Falsa Dicotomia “Teoria versus Prática”, faz parte de uma Narrativa Mais Tóxica, pois tem por trás uma visão de mundo de que pensar mais atrapalha do que ajuda.

A Falsa Dicotomia “Teoria versus Prática” defende que QUASE SEMPRE o mais adequado é “sair fazendo” para ver no que dá, mesmo que seja MUITO NECESSÁRIO rever determinados paradigmas e valores.

É o que podemos chamar de Pragmatismo Tóxico, listado na nossa Tabela do Mapa de Erros das Narrações.

A ideia de que SEMPRE, em todas as situações e cenários, a melhor forma de resolver problemas é sempre “pisar fundo no acelerador do fazer sem pensar” é tóxica – ainda mais diante de problemas desconhecidos.

Há no senso comum, algo bem difundido, por causa dessa forma de pensar a palavra  “prática” como antônimo de “teoria” de que pensar é SEMPRE uma perda de tempo.

Em situações estáveis, com cenários conhecidos, podemos dizer que há sim um Pragmatismo Saudável, pois ficar pensando muito pode ser um sinal de evitar a experimentação e a inovação.

Porém, como nos ensinou outro Mestre da Epistemologia, Thomas Kuhn (1922 – 96), há determinados problemas em que o Pragmatismo precisa mudar o “interruptor” e o que era Saudável num contexto, passa a ser Tóxico em outro.

Vejamos isso em na tabela “Nova maneira de pensar a relação entre Teoria e Prática“:

Quanto temos Situações Desconhecidas (até mesmo para os Conceituadores de Plantão) temos uma Anomalia Teórica: quando determinadas teorias de plantão perderam a sintonia com as novas situações.

Nestes Momentos Extraordinários da Conceituação, o Pragmatismo tem que dar lugar ao Teorismo – momento em que acelerar no operacional não é recomendado, mas é extremamente saudável parar para pensar.

Em Situações Desconhecidas é preciso um grande esforço epistemológico para entender o que precisa mudar nas teorias para depois rever metodologias e, por fim, o operacional. Parar para pensar é extremamente prático (eficaz).

Passa a ser extremamente prático (eficaz) procurar entender a Nova Situação, procurando se utilizar do melhor Ferramental Epistemológico possível para que se possa, de novo, voltar ao Pragmatismo Saudável.

É isso, que dizes?

Colaborou a Bimodal: Fernanda Pompeu.

Quer entender o novo cenário digital? Você precisa conhecer e entrar na Bimodais – a melhor escola de Futurismo do país. Bora? 

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês.

Áudio aqui.

“A razão não funciona de forma automática, pois pensar não é um processo mecânico. As conexões lógicas não se fazem por instinto.”Ayn Rand.

Vivemos hoje, como temos detalhado repetidamente no blog, uma Histeria Coletiva diante do Digital.

Uma Revolução Midiática Civilizacional (RMCD) – Fenômeno Estrutural e Recorrente do Sapiens – é caracterizada por uma Mudança DRED(Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

Mudanças DREDs aumentam radicalmente a Taxa de Desconforto da Sociedade, pois são diversas alterações com alta Taxa de Rapidez, Profundidade e Desconhecimento pela maioria, incluindo os Conceituadores de Plantão.

Podemos dizer que diante do Digital vivemos hoje uma situação “bizarra“, pois os Conceituadores de Plantão, que deveriam trazer explicação, estão colaborando fortemente para aumentar a Taxa de Confusão.

Note que uma Revolução Midiática Civilizacional (RMCD) é O Fenômeno Social mais relevante entre todos, que ocorrem na sociedade humana, mas, até aqui, foi muito pouco estudado pelas Ciências Sociais, que vivem no Pós-Digital uma profunda Macrocrise Paradigmática.

Nesta ainda fase inicial da Revolução Midiática Civilizacional (RMCD), a  Taxa de Histeria Coletiva sobe muito, e atinge não só os Consumidores de Conceitos, mas também os Conceituadores de Plantão – aqueles que são pagos para minimizar confusões.

De maneira geral, os conceitos que são produzidos para entender a nova Civilização 2.0 (a principal consequência da Revolução Midiática Civilizacional Digital) são concebidos com alta Taxa de Emocionalismo e baixa Taxa de Reflexão.

Vejamos aqui mais uma tabela preparada pelos Bimodais “Tipos de Erros Conceituais já percebidos diante do Digital” e respectivos exemplos:

Podemos dizer que tais Erros Conceituais diante do Digital são consequências da dificuldade de se construir Narrativas Mais Reflexivas e Menos Emocionais.

É preciso, antes de tudo, reestudar os Mestres da Epistemologia (aqueles que criaram Narrativas e Conceitos da melhor forma de pensar) para que possamos melhorar a qualidade de como formulamos as Narrativas diante deste novo cenário.

Abaixo os Bimodais produziram uma tabela de erros comuns na criação de narrativas de todos os tipos, que é a Origem Primária da profusão de Tipos de Erros Conceituais diante do Digital, que temos assistido:

É isso, que dizes?

Participaram os Bimodais:

Átila Pessoa, Fernanda Pompeu, Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

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Áudio aqui.

 

“O agente homem está ansioso para substituir uma situação menos satisfatória por outra mais satisfatória.”Ludwig von Mises.

O papel de Conceituadores (mais conhecidos como pensadores ou pesquisadores) é o de descobrir padrões nos diferentes fenômenos, que causam diferentes desconfortos para o Sapiens.

Conceituadores de Excelência visam a descoberta de padrões e as outras atividades científicas ajudam a estes Conceituadores para que façam isso.

O DNA das Teorias Científicas é feito de padrões e são os padrões que nos possibilitam criar metodologias. E são as metodologias que viabilizam uma atividade operacional mais eficaz.

O papel das ciências é a criação dessa sinergia entre teoria > metodologia > operacional > avaliação das consequências > revisão das teorias > das metodologias > do operacional > avaliação das consequências > num Espiral de Conhecimento Evolutivo.

Vamos neste artigo procurar detalhar um novo padrão, a partir do Estudo Comparativo das Revoluções Midiáticas Fenômeno Estrutural Social Recorrente.

O Estudo Comparativo das Revoluções Midiáticas, a nosso ver, é a única forma de compreender o atual momento da sociedade, diante da chegada e massificação da Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD).

A Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD) é o quarto evento desse tipo (precedido pelas Revoluções Midiáticas Gestual, Oral e Escrita).

Quando procuramos padrões destes Fenômenos Midiáticos – os mais marcantes da civilização humana –  passamos a ter a capacidade de conseguir entender de forma mais eficaz o que ocorre e projetar mais longe o que é provável que ocorra.

Vamos aqui procurar entender por que Fenômenos Midiáticos precisam OBRIGATORIAMENTE gerar mais informação dos clientes para os Ambientes Produtivos com gradual perda da Taxa de Privacidade.

Vejamos.

Um dos padrões propostos pelos Bimodais no estudo dos Fenômenos Midiáticos tem sido de que é o aumento populacional o Fator Causante da necessidade cíclica de promover  mudanças estruturais no Macro Modelo de Comunicação do Sapiens.

Quanto mais gente tivermos no planeta, mais sofisticado (leia-se participativo) terá que ser o Macro Modelo de Comunicação do Sapiens.

Ambientes Comunicativos mais participativos permitem que o Sapiens possa lidar melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva. É a única forma sustentável – no longo prazo – para que possamos viver melhor.

Porém, os novos Macro Modelos de Comunicação do Sapiens não viabilizam apenas o aumento da Taxa de Participação, mas também o aumento da Taxa de Geração e de Armazenamento de Informações do que as pessoas pensam e fazem.

A passagem, por exemplo, da Civilização Oral para a Escrita foi marcada pela capacidade humana de registrar ideias e atividades, o que permitiu um “salto quântico” no aumento da Taxa da Capacidade Inovadora do Sapiens, ampliando nossa capacidade de lidar mais e mais com a Complexidade Demográfica.

O aumento da Taxa de Geração e Armazenamento de Informações tem também impactos no aumento da Taxa da Capacidade Produtora do Sapiens.

Expliquemos.

O Sapiens – aplicando aqui a Animallogia Bimodal –  diferente das demais espécies, tem uma alta Taxa de Diferenciação entre os diferentes membros.

A alta Taxa de Diferenciação entre os diferentes membros da espécie humana é um fator gerador de complexidade para o Ambiente Produtivo.

O Sapiens tem aspectos objetivos (tamanho de sapato, por exemplo) e subjetivos (tipo de filmes que gosta de assistir) que gera um enorme desafio para o Ambiente Produtivo de aumentar a Taxa de Acerto Produtivo – a produção da quantidade certa para que não se produza demais e sobre e nem de menos e falte.

Quanto maior é a Taxa de Acerto Produtivo, mais baixo pode ser o valor de determinado produto e vice-versa, pois haverá menos sobras daquilo que foi produzido. 

E o aumento da Taxa de Acerto Produtivo depende, basicamente, do aumento da Taxa de Conhecimento das Demandas

Quanto mais organizações produtivas souberem a demanda de seus clientes, mais poderão ofertar na medida certa. Isso não é uma descoberta Bimodal, mas algo que é quase um senso comum do mercado.

O novo padrão aqui é o seguinte.

Revoluções Midiáticas permitem que haja, com a chegada e massificação de novas Ferramentas Midiáticas, o aumento da Taxa de Conhecimento das Demandas por parte do Ambiente Produtivo, aumentando a Taxa de Acerto Produtivo.

Revoluções Midiáticas, portanto, permitem o aumento da Taxa de Acerto Produtivo, superando, assim, Macrocrises Produtivas diante da Complexidade Demográfica Progressiva.

Hoje, com a Internet, por exemplo, temos um exponencial aumento da Taxa dos Rastros de Consumo Digitais deixados por cada pessoa.

Como tudo tem passado a ser feito, via telas, as atividades de cada usuário são registradas em bancos de dados e o Ambiente Produtivo pode utilizar destes Rastros de Consumo Digital para conhecer mais os respectivos clientes e aumentar a Taxa de Acerto Produtivo.

Mais e mais será preciso conhecer o que o consumidor faz (em função do aumento populacional) para poder produzir, cada vez mais, produtos sob medida!

Vejamos o gráfico da relação da Taxa de Acerto Produtivo x o Aumento Populacional:

Vejamos o gráfico da relação da Taxa de Conhecimento das Demandas x o Aumento Populacional:

Temos, assim, como sugestão este novo Padrão da Sociedade Humana:

Mais Gente > Mais demanda por Personalização > Novas Mídias > Novos Ambientes Midiáticos de Armazenamento>  Mais Rastros de Consumo > Mais Capacidade de Personalização.

Por isso, os novos Ambientes de Sobrevivência criados pelo Sapiens, com a criação de novas mídias, visam, entre outras coisas, o aumento da produção de Rastros de Consumo e o respectivo uso pelos Ambientes Produtivos.

Os novos Rastros de Consumo Digitais permitem o aumento da Taxa de Conhecimento das Demandas e, por sua vez, se eleve a Taxa de Acerto Produtivo.

Como vemos no gráfico abaixo no gráfico Taxa de Acerto Produtivo X Novas Mídias X Taxa de Conhecimento das Demandas:

Assim, Revoluções Midiáticas são fundamentais para solucionar o problema da Taxa de Acerto Produtivo, pois permitem a geração de novos Rastros de Consumo, que podem ser utilizados, de forma inovadora, pelo Ambiente Produtivo.

Como vemos na tabela abaixo:

Obviamente, que temos diferentes questões a serem tratadas dentro desse padrão humano:

  • os limites do uso das Rastros de Consumo Digital e o controle que cada consumidor pode ter sobre ele;
  • o uso destes Rastros de Consumo Digital por regimes centralizados, como tem sido o caso da China.

Porém, como aprendemos com a história, Ferramentas Operacionais (tecnologias) vêm resolver problemas e criar novos, que passam a ser um problema a serem resolvidos pelos Conceituadores de Plantão, que precisam criar novas Ferramentas Conceituais para que possamos minimizá-los.

Quanto mais gente tiver no mundo, mais haverá a demanda por personalização, porém para que isso seja feito, mais e mais as atividades das pessoas precisam ser conhecidas pelo Ambiente de Consumo, via novos Rastros de Consumo.

Não é possível aumentar a Taxa de Personalização, sem que o Ambiente de Consumo possa saber cada vez mais o que os consumidores fazem.

Eis o padrão: quanto mais Sapiens houver no mundo, mais e mais criaremos Ferramentas Midiáticas, com respectivos Ambientes Midiáticos de Armazenamento, para que se possam registrar os Rastros de Consumo e aumentar a Taxa de Acerto Produtivo.

É isso, que dizes?

Colaboraram os Bimodais:
Átila Pessoa, Rodrigo Palhano e Fernanda Pompeu

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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Áudio aqui.

“O Meio é a Mensagem.”Marshall McLuhan.

Marshall McLuhan (1911 – 80) tem um papel de Conceituação Civilizacional similar ao de Darwin, ao criar uma disrupção na forma como pensamos a sociedade humana.

McLuhan, aliás, é a “senha” para que possamos a superar a Macrocrise Paradigmática das Ciências Sociais diante do Fenômeno Inusitado, Desconhecido, porém Recorrente, da Acelerada Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD).

(Note que quando falamos de Ciências Sociais estão aqui incluídas todas as ciências, que estudam os fenômenos humanos, como a administração, comunicação, política, economia, negócios, direito, educação, ciência da informação, do conhecimento, entre outras.)

McLuhan, o Conceituador canadense, não só nos legou a ideia de que somos uma Tecnoespécie “mudam as tecnologias e o ser humano muda também”, como também introduziu o que podemos denominar, a nosso critério, de: Formatação Midiática Invisível.

A Formatação Midiática Invisível pode ser deduzida em McLuhan, a partir da sua famosa frase: “O Meio é a Mensagem.”.

O meio (as mídias) formatam diversos aspectos da sociedade sem que nos demos conta disso.

Numa entrevista McLuhan disse: “independente do canal que você assiste na televisão, o fato de você assistir televisão, está mudando você!”

Assim, podemos dizer que o conteúdo circulado por dentro das mídias é mais visível e a forma, aquela que nos formata, mais invisível.

O Sapiens, sem perceber, ao aderir a uma nova mídia, vai sendo formatado pelas suas características.

Mais ainda.

A Topologia das Mídias define a Topologia da Sobrevivência.

Um administrador, por exemplo, antes da escrita, tomava decisões baseado no que ouvia. Com a escrita, passou também a decidir pelo que lia.

O Ambiente Produtivo é FORTEMENTE marcado pelas Topologias das Mídias. E isso não está dentro dos Valores e Paradigmas da Ciência Administrativa.

Por quê?

Todos os grandes Conceituadores da Ciência Administrativa analisaram fenômenos administrativos DENTRO da mesma Era Midiática e não perceberam a influência das mídias na administração, que é a base da nossa sobrevivência.

O formato de como a sociedade se organiza, que podemos definir como Topologia da Sobrevivência, é fortemente influenciado pelas mídias de plantão.

O “meio é a mensagem” pode ser interpretado da seguinte forma: a Topologia da Sobrevivência Humana, que gera os diferentes Ambientes Administrativos, é um espelho, até hoje,  sem que tivéssemos percebido, das Topologias Midiáticas.

A Topologia de Sobrevivência do Sapiens é feita por um Modelo de Comando e Controle, que é definido pelas Ferramentas Midiáticas Disponíveis.

(Detalhamos isso também em outras Ciências. Veja mais sobre isso aqui.)

Quando surgem novas Ferramentas Midiáticas, o Sapiens pode experimentar novos Modelos de Comando e Controle mais sofisticados (que permitem mais personalização e participação) e, por sua vez, novas Topologias de Sobrevivência.

Temos, portanto, a partir de McLuhan uma proposta de revisão do Motor da História, segundo ele: “Mudou a mídia, mudou a sociedade“.

Há um novo padrão, que precisa ser incorporado nas nossas Teorias Sociais que estabelece uma relação entre: Topologia das Mídias > Modelos de Comando e Controle > Topologia da Sobrevivência.

E por causa desse novo Padrão Civilizacional Desconhecido podemos explicar a grande dificuldade que temos tido diante de tal mudança inexplicável e disruptiva provocada pela Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD), que não consegue ser explicada pelos Valores e Paradigmas Hegemônicos nas Ciências Sociais.

(Note, assim, para desenvolvimento de outros artigos, que as mudanças provocadas pela chegada de novas ferramentas (tecnologias) não são conceituais e depois operacionais. Elas são operacionais e depois conceituais.)

O uso puro e simples das Ferramentas Operacionais (tecnologias) alteram os processos humanos, na maior parte das vezes, sem que tenhamos a noção das mudanças que estamos passando, pois estamos invisivelmente sendo formatados por elas.

Há uma Alta Taxa de Invisibilidade na chegada e massificação de qualquer Ferramenta Operacional, ainda mais quando se trata de Ferramentas Midiáticas – o DNA da Sociedade.

Com as novas mídias, se inicia uma mudança estrutural da sociedade, muito rápida como agora, mas que as pessoas não se dão conta do que realmente está se alterando.

Vamos um pouco mais fundo para entender por que as mídias são tão centrais para nossa espécie.

Note que as mídias (meio) – Ferramentas Operacionais Midiáticas – aquilo que está entre nós, definem a forma de interação humana, que é basicamente utilizada para que possamos conhecer, nos informar, dialogar, trocar, consumir.

Não existe nada mais profundo e marcante na sociedade humana, que altera o Fluxo da História, quando mudamos a forma como pensamos e, por sua vez, sobrevivemos – a partir da chegada e massificação de novas mídias.

Portanto, a nova Topologia Midiática (a forma de como determinada mídia funciona)  definirá, ao longo do tempo, a Topologia de Sobrevivência (a forma de como a sociedade se organiza).

O principal problema que enfrentamos hoje, portanto, é que a Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD) traz uma nova possibilidade de Topologia Midiática e que está alterando a Topologia de Sobrevivência algo que é considerado pelas pessoas natural, comum, eterno e imutável.

Estamos alterando as mídias – o  Sistema Operacional da Sociedade, sobre o qual “rodam” todos os Aplicativos de Sobrevivência, mas não estamos tendo consciência do processo.

A mudança provocada na civilização humana pela Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD) altera algo que está invisivelmente arraigado nas profundezas de cada pessoa e, por causa disso, é tão difícil lidar com ela – ainda mais pela velocidade em que tudo ocorre.

Mais.

Revoluções Civilizacionais Midiáticas precisam ser feitas para que possamos lidar, de forma mais sofisticada (abrindo para mais participação e, por sua vez, mais personalização), com outro fenômeno também pouco estudado: a Complexidade Demográfica Progressiva.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal:

Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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Os parágrafos que estão deslocados apenas uma vez à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

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Áudio do artigo aqui.

“É impossível estabelecer um diálogo racional com alguém a respeito de crenças e conceitos que não foram adquiridos por meio da razão.”Carlos Ruiz Zafón.

Diálogo Conceitual é um Ambiente de Interação, no qual narrativas são trocadas (onde se inclui o intercâmbio de conceitos) entre dois ou mais indivíduos.

O Diálogo Conceitual é diferente de um bate papo. Já que no bate papo NÃO há uma demanda por Interações Conceituais, não se pretende conversar sobre Narrativas e Conceitos, mas apenas “jogar conversa fora sobre trivialidades da vida”.

O Diálogo Conceitual é também diferente de um debate. Já que em um debate NÃO há uma demanda por Interações Conceituais, são posições claramente distintas, quando se pretende convencer a terceiros.

Assim, Diálogos Conceituais visam o aperfeiçoamento das Narrativas Conceituais dos respectivos Dialogadores.

Podemos dizer que podemos criar e participar de Diálogos Conceituais Mais ou Menos Produtivos em diferentes aspectos: na forma e no conteúdo.

Na forma de um Diálogo Conceitual, temos a Codificação e a Decodificação da Narrativa Conceitual – esforço que é feito de transmissão e recepção das narrativas.

No conteúdo de um Diálogo Conceitual temos a Aceitação ou Negação, em parte ou no todo, da Narrativa Conceitual. 

O objetivo de um Diálogo Conceitual de Qualidade, entretanto, visa sempre aumentar a Taxa de Produtividade e reduzir a da Improdutividade para que todos possam melhorar as respectivas Narrativas Conceituais Pessoais.

Para que tenhamos um Diálogo Mais Produtivo, entretanto,  é necessário que se desenvolva, de forma mais consciente possível, uma Metodologia Eficaz do Diálogo Conceitual.

Da mesma forma que pensar não é algo natural para o Sapiens – e temos que criar uma progressiva Metodologia de Reflexão Conceitual – dialogar também demanda um método cada vez mais eficaz para que se aumente a Taxa da Qualidades das Narrativas.

É da qualidade das Metodologias de Reflexão e dos Diálogos Conceituais, que temos a melhoria da Taxa da Qualidade de Decisões e, por sua vez, da qualidade de vida.

Muitas vezes, em palestras, salas de aula, ou mesmo em conversas informais, que acabam descambando para Diálogos Conceituais, deve haver uma preocupação com determinadas regras e etapas para que se possa aumentar a Taxa de Eficácia do Diálogo.

Dialogar, portanto, não é algo natural. É uma estrutural atividade humana, que precisa ser permanente aprimorada.

Vejamos as diferentes etapas de um Diálogo Conceitual Mais Eficaz.

A primeira etapa para que tenhamos um Diálogo Mais Produtivo é analisar, antes de tudo, se as condições prévias são adequadas para que ele se inicie e prospere. Bem como, se há disposição de todos para o aprendizado no Ambiente de Diálogo, que será criado.

Assim, uma metodologia que visa promover Diálogos Mais Eficazes precisa estabelecer um Patamar Mínimo de Respeito entre os Dialogadores, no qual os envolvidos consideram que podem melhorar algo nas respectivas Narrativas Conceituais, a partir de determinado Ambiente de Diálogo.

Se os Dialogadores não respeitam o Ambiente de Diálogo que será criado, dificilmente haverá algum aprendizado no mesmo.

Uma metodologia que visa promover Diálogos Mais Eficazes precisa que os participantes  considerem que vão ensinar e aprender algo em determinado Ambiente de Diálogo.

Sem uma Taxa de Respeito dos Participantes pelo outros Dialogadores, a chance de um Diálogo Conceitual ser produtivo é pequena.

Passada a etapa da Análise das condições Prévias para um Diálogo Conceitual, na qual um ou mais pessoas querem aprender algo num determinado Ambiente de Diálogo que foi criado,  se inicia a Narração Inicial.

A Narração Inicial feita por um dos Dialogadores, que apresenta determinada narrativa sobre determinado tema.

Feita a exposição da Narrativa Inicial, o segundo passo para se criar um Diálogo Conceitual Mais Eficaz é um Alinhamento de Compreensão entre o Narração Inicial e a compreensão da audiência.

É preciso, na etapa do Alinhamento de Compreensão, que os ouvintes procurem tirar dúvidas com o Narrador Inicial para que se possa dirimir as dúvidas da codificação.

Muitas vezes, há inicialmente um gap (espaço) entre o que foi dito na Narrativa Inicial e o que o Narrador Inicial realmente pensa sobre determinado tema.

E também um gap (espaço) entre o que foi dito na Narrativa Inicial e o que a audiência no geral, ou alguém no particular entendeu.

Num Diálogo Conceitual Mais Eficaz é preciso, antes de se entrar no diálogo sobre conteúdo, esgotar a dificuldade que todos temos no processo de codificação e decodificação dos argumentos: “Todo mundo entendeu realmente o que foi exposto?”

Nem sempre o que é dito é aquilo que expressa REALMENTE aquilo que cada um pensa. Codificar Narrativas e Conceitos é algo complexo e exige muito esforço para que haja um alinhamento na Decodificação.

Há, muitas vezes, um problema de forma (codificação) daquilo que foi dito pelo Narrador Inicial em um Diálogo Conceitual, que se for dito de outra maneira pode ficar mais claro para o entendimento geral ou particular de alguém.

O Narrador Inicial pode não ter se expressado bem ou não ter sido compreendido.

Nesta etapa, vai se procurar alinhar, o máximo possível, a compreensão dos Dialogadores para minimizar os Erros de Interpretação da Narrativa e mesmo a dificuldade do Narrador Inicial em transformar a sua forma de pensar em narração.

Algo como: “Deixa eu ver se entendi seu VERDADEIRO ponto de vista, aquilo que você REALMENTE pensa sobre esta questão”.

Há nesta etapa do Alinhamento de Compreensão um processo, assim, de Afinamento da Compreensão.

Por outro lado, é preciso também que o Narrador Inicial se certifique que os Dialogadores, que levantaram questões possam detalhar o que, de fato, compreenderam: “Diga com as suas palavras, aquilo que você entendeu o que eu disse.”

No Afinamento da Compreensão se procura esgotar os Ruídos de Compreensão Conceitual, ficando o mais transparente possível o que se disse e o que se compreendeu.

Esgotado o Alinhamento de Compreensão, passamos para a terceira etapa, que é o Alinhamento das Discordâncias.

Superado possíveis Ruídos de Compreensão Conceitual, podemos analisar agora as possíveis discordâncias, através do que podemos chamar de Contra-Narrativa, no qual um ou mais Dialogadores questionará os argumentos que foram apresentados.

Muitas vezes, na etapa de Alinhamento de Discordâncias, quem questiona a Narrativa Inicial também tem dificuldade de codificar o seu questionamento e isso precisa ser trabalhado para que se separe Falsas Discordâncias de Discordâncias Verdadeiras.

Vai se procurar fazer um esforço para transformar Discordâncias em Concordâncias e, quando isso não é possível, é importante identificar qual é a Natureza da Discordância.

Por fim, temos a última etapa que pode ser feita no próprio Ambiente do Diálogo, com cada um apresentando a Síntese do Aprendizado – o que de fato aquele Diálogo Conceitual agregou?

Por fim, há o trabalho individual de cada pessoa, ao incorporar a Síntese do Aprendizado à sua própria Narrativa (diário de bordo), a partir do que foi aprendido no diálogo, que participou.

Diálogos Conceituais de Excelência pedem uma Metodologia de Diálogos Conceituais Eficaz.

É da qualidade da Metodologia de Diálogos Conceituais, que poderemos tirar o máximo das interações humanas, que visam a troca de narrativas e conceitos.

Segue a última versão da tabela, na qual apresentamos a Metodologia Bimodal para Diálogos mais Eficazes:

É isso, que dizes?

Colaboraram os seguinte Bimodais:
Átila Pessoa, Rodrigo Palhano, Flexa Ribeiro e Fernanda Pompeu.

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https://sun.eduzz.com/377798

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

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Os parágrafos que estão deslocados à direita foram usados para divulgação do artigo nas Mídias Digitais.

Os parágrafos que estão deslocados duas vezes à direita foram selecionados com as melhores frases do mês.

Escute o áudio aqui.

“Pensar não é uma função automática.”Ayn Rand.

Vivemos hoje uma Histeria Coletiva diante do Digital.

A Histeria Coletiva Pós-Digital se caracteriza pela incapacidade de entender e de se adaptar à Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD) –  Fenômeno Inusitado Disruptivo e Desconhecido, que tem exigido explicações e ações muito diferentes das habituais.

A Histeria Coletiva Pós-Digital atinge não só os Clientes dos Conceituadores, mas toda a Indústria Conceituadora, que tem trabalhado de forma equivocada, produzindo propostas estratégicas inadequadas.

(Veja mais aqui sobre a melhor Metodologia Estratégica para lidar com o Digital.)

Como nos ensinou Nicholas Taleb em diferentes livros, o Sapiens tem uma tendência a viver em uma Alta Taxa de Normalidade Tóxica, com muito mais facilidade de enfrentar Fenômenos Mais Endógenos (planejados e programados de dentro para fora) do que Fenômenos Exógenos (menos planejados e que ocorrem de fora para dentro) 

Temos neste ambiente de Histeria Coletiva a Indústria Conceitual sendo fortemente demandada por explicações do que está ocorrendo e do que é preciso ser feito. Se demanda muito explicações que atenuem a Disruptividade do que aquelas que estejam mais próximas dos fatos.

Os Consumidores de Conceitos querem, diante do Digital, pagar por Narrativas Explicativas, que reforcem a ideia de que as mudanças são muito mais incrementais do que realmente são.

E aí podemos invocar, de novo, Ayn Rand (1905 – 1982), na sua frase magistral:

“Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de você ignorar a realidade.”

Criou-se no mercado algo do tipo: eu crio uma Narrativa Explicativa que você quer consumir, por encomenda, independente se ela está próxima do que PROVAVELMENTE está, de fato, ocorrendo (lá fora).

Ninguém encomenda o futuro, apenas procura entender e agir diante do seu caminho mais provável.

Diante deste quadro de Histeria Coletiva Pós-Digital, é natural que vá se criando Conceitos de Fácil Aceitação, porém de difícil adequação à realidade.

Hoje, se procura criar Conceitos Empáticos (que são mais vendáveis), mas não necessariamente Conceitos Factuais – mais sintonizados com os fatos.

É a velha máxima da economia: onde há demanda, vai aparecer algum tipo de oferta, mais dia, menos dia. Isso vale para tudo e também para o Mercado de Conceitos. 

Os Consumidores de Conceitos hoje estão muito mais dispostos a comprar qualquer explicação para acalmar ansiedades do que utilizar das Metodologias Conceituais Mais Eficazes para procurar se aproximar mais dos fatos.

Já criticamos aqui na Bimodais, por exemplo, Conceitos Mais Tóxicos, do tipo:  “Sociedade da Informação“, do “Conhecimento“, “Economia Compartilhada” e muitas vezes também o conceito “Transformação Digital”;

“Transformação Digital” é o Conceito Tóxico Master dentro da inusitada e gritante Histeria Coletiva Pós-Digital.

Transformação Digital, anotem, é um ótimo slogan e um péssimo conceito.

Slogan – expressão concisa, fácil de lembrar, utilizada em campanhas políticas, de publicidade, de propaganda, para lançar um produto, marca etc.

“Transformação Digital”, vista como slogan, transmite a ideia de que algo precisa ser feito diante do Digital. E precisa mesmo. Como uma bandeira voltada para a ação, perfeita!

Porém, se formos encarar “Transformação Digital” como um conceito e não um slogan, aí vamos ver que, como conceito, ele é extremamente tóxico.

Os Consumidores de Conceitos estão considerando que só existe uma e não várias concepções sobre “Transformação Digital”.

Um conceito é feito para formar parte de uma narrativa. E uma narrativa visa se aproximar da realidade para a tomada de decisões.

Quanto mais imprecisos forem os conceitos, mais imprecisas serão as narrativas e pior será a tomada de decisão, a partir delas.

Analisemos, então, “Transformação Digital” como um conceito.

Transformar é ato ou efeito de transformar (-se).

Assim, apesar de “transformação” ser um substantivo. É um substantivo que indica uma ação. É, vamos criar este conceito, um Substantivo Verbal.

“Transformação”, enquanto Substantivo Verbal, se assemelha à perfuração, demolição, construção. São Substantivos Verbais, que pedem um complemento: o que vai ser demolido? Perfurado? Ou construído?

No caso de “transformação”, o que será transformado?

O Substantivo Verbal, “Transformação” tem ainda outra particularidade, pois a perfuração, por exemplo, é o ato de furar algo.

Transformação é um Substantivo Verbal mais complexo, pois é o ato de mudar algo que existe (a forma original precisa ser definida) para outra coisa, para algum lugar (a nova formação que precisa ser explicitada).

Assim, podemos classificar “transformação”  como um um Substantivo Verbal Transitivo,  que implica na passagem da “formação” atual, que sofrerá um processo “trans” para algo novo que será “formado”. Quais são as novas e velhas formações?

Transformação é, portanto, um Substantivo Verbal Transitivo (de passagem de “a” para “b”), que exige clareza para que se saiba exatamente qual é a nova formação.

Perfuração, por exemplo, é um Substantivo Verbal Direto, pois vai se furar algo bem definido: perfuração de madeira, na areia, no fundo do mar.

Quando o complemento do Substantivo Verbal Transitivo “transformação” passa a ser o Digital temos um problema.

Digital não é um conceito claro e definido pelo senso comum, pois é, além de ser algo novo, é completamente abstrato.

Tudo pode ser hoje em dia considerado mudança para o “digital”, desde criar um aplicativo, a comprar uma nova impressora ou trocá-la de lugar.

Digital é um adjetivo abstrato, bem diferente de Transformação SEXUAL (de homem para mulher e vice-versa) ou Transformação da BORBOLETA (da lagarta para a borboleta). Sabe-se de onde se parte e para onde se está indo.

Assim, quando utilizamos “Transformação” temos aqui um Substantivo Verbal Transitivo que pede um complemento menos abstrato do que Digital.

Transformação Digital“, assim, não pode ser considerado um Conceito com Alta Taxa de Precisão, pois cada pessoa vai definir a “transformação” necessária à sua maneira e cada um terá uma visão distinta do que é o processo de Transformação Digital.

Para cada visão da mudança que estamos passando, haverá uma narrativa, que colocará o slogan “Transformação Digital“, como se todo mundo estivesse se referindo ao mesmo processo – o que não é o que tem ocorrido.

Volto a dizer “Transformação Digital” é um slogan, que está sendo tratado como um Conceito com Alta Taxa de Cientificidade. Isso é extremamente tóxico!

Os Bimodais, por exemplo, se utilizam da Transformação para a Curadoria ou Uberização (novo Modelo Administrativo, no qual o consumidor assume uma taxa muito maior de controle da qualidade de pessoas,  conteúdos, produtos e serviços).

Transformação para a Curadoria aponta para onde vai a transformação, pois tem um diagnóstico mais específico da principal macrotendência diante do Digital, aquela que vai exigir mais esforço dos Consumidores de Conceito.

E, a partir daí, pode-se definir claramente de que tipo de Transformação estamos sugerindo, sem margem de dúvida, pois foi feito um diagnóstico mais preciso de onde estamos e para onde estamos indo.

A Transformação para a Curadoria não é um slogan, mais um conceito mais preciso.

Curadoria é um diagnóstico particular dentro das diferentes interpretações da Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD), que aponta um caminho dentro do abstrato cenário “Digital”.

Na tabela de Tipos de Erros Conceituais já registrados pelos Bimodais podemos, assim, definir o conceito “Transformação Digital” como “Substantivo Verbal Transitivo com complemento muito abstrato”. 

Vejam a tabela:

Enfim, é preciso fazer algo diante da Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD). O projeto para que isso seja feito pode se chamar “Equipe de Transformação Digital” apenas isso.

Depois disso, é preciso uma Narrativa Mais Eficaz, que contemple explicações e sugestões de ações para definir que tipo de processo “trans” será aplicado para melhorar a competitividade dentro do novo Ambiente Digital.

É isso, que dizes?

Colaboraram os Bimodais:
Rodrigo Palhano e Fernanda Pompeu.

Quer entender o novo cenário digital? Você precisa conhecer e entrar na Bimodais – a melhor escola de Futurismo do país. Bora? 

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

 

 

“A concepção de uma visão estratégica é, acima de tudo, um processo intelectual localizado no mundo do pensamento e não no mundo da ação.”Luc de Brabandere.

Estratégia é o ato de planejar e executar ações para conquistar objetivos definidos no curto, médio ou longo prazo.

Para que possamos criar estratégias, é preciso ter uma Metodologia Estratégica Eficaz, que é  formada por Diagnóstico de Cenário (de que tipo de mudanças de cenários estamos ou poderemos estar lidando) e sugestão de Tratamento diante de Determinado Cenário (que tipo de ação é necessária adotar, diante da mudança prevista, para que se possa manter a competitividade).

Ao realizarmos, assim, o Diagnóstico do Cenário, podemos ter diante de nós Mudanças Incrementais, Radicais e Disruptivas. E, por causa disso, não podemos pensar em um único Tratamento diante do Determinado Cenário.

Uma Metodologia Estratégica Mais Eficaz precisa diagnosticar que tipo de mudança pode vir ocorrer ou já está ocorrendo para que possa definir que tipo de Tratamento diante de Determinado Cenário deve utilizar.

De maneira geral, as pessoas em geral e os estrategistas, em particular, tendem a trabalhar com a normalidade, com a continuidade, com o conhecido, imaginando sempre que o que vem pela frente são Mudanças de Cenários Incrementais.

Nicholas Taleb – conhecido pelo seu famoso livro “Cisne Negro” – critica bastante o despreparo humano para admitir e enfrentar o desafio das adversidades, dos Fenômenos Inusitados.

A normalidade, segundo Taleb, é tóxica, pois as pessoas criam a fantasia de que o cenário de hoje será contínuo e para sempre sem que tenhamos “Cisnes Negros” (Fenômenos Inusitados).

Podemos chamar esse tipo de visão de eterna continuidade de Normalidade Tóxica, uma sensação de que a estabilidade de hoje será repetida eternamente amanhã, sem a presença de “Cisnes Negros” (mudanças de diversos tipos).

Um Estrategista de Excelência tem que adotar uma Metodologia Estratégica, que consiga superar a Normalidade Tóxica, preparando-se para enfrentar Fenômenos Inusitados, que provocam anormalidades e instabilidades.

NÃO há, assim, Diagnósticos e Tratamentos Estratégicos únicos, mas aqueles que se adaptam a um cenário específico, seja ele Incremental, Radical ou Disruptivo.

Thomas Kuhn (1922 – 1996), ao estudar as alterações científicas, pode nos ajudar no aperfeiçoamento das Metodologias Estratégicas, ao sugerir que diante de determinados Fenômenos Inusitados é preciso alterar – no caso do estudo de Kuhn – o tipo de ciência que se pratica (Normal ou Extraordinária).

Para Thomas Kuhn, não são os Fenômenos que são Inusitados, mas as nossas teorias (paradigmas e valores), que não conseguem prevê-los, compreendê-los e agir, de forma mais eficaz, diante deles.

Por isso, Kuhn sugeriu dois Tratamentos diante de Determinado Cenário: o Normal, quando tudo está compreendido e na estabilidade, na normalidade. E o Extraordinário, quando se percebe instabilidade e anormalidade.

Kuhn, na verdade, nos ensina o seguinte: o uso do tipo de “chave de fenda” a ser utilizada, sempre vai depender de que tipo de “parafuso” estamos apertando.

Se temos uma Mudança de Cenário Incremental, então, será preciso um Tratamento Incremental e vice-versa.

O problema é que os Estrategistas de Plantão acabam se viciando no uso de Diagnósticos e Tratamentos Estratégicos Incrementais (Normais) e acreditam que são os únicos possíveis. Temos, assim, pouca prática de agir nas Mudanças Radicais (Extraordinárias) ou Disruptivas (Super Extraordinárias).

Vejamos primeiro as Mudanças de Cenário possíveis:

Assim, um Estrategista de Excelência NÃO pode ter uma Metodologia Estratégica, que só atua nas Mudanças Normais, ficando tonto e perdido quando estamos diante de Mudanças Radicais ou Disruptivas.

Mudanças Extraordinárias e Super Extraordinárias exigem uma revisão mais profunda dos paradigmas e valores para que se possa compreender os Fenômenos Inusitados, antes de agir.

A regra é a seguinte: conforme a mudança que vem, é preciso utilizar um tipo de Metodologia Estratégica (Normal, Extraordinária ou Super Extraordinária).

Vejamos a tabela que os Bimodais produziram sobre estes três tipos de Metodologias Estratégicas:

Uma pandemia, por exemplo, exige uma Estratégia Extraordinária. E a Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD) demanda uma Estratégia Super Extraordinária.

É isso, que dizes?

Colaboraram os seguintes Bimodais:

Átila Pessoa e Rodrigo Palhano.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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Áudio.

“O ser humano não pode sobreviver apenas com percepções. É preciso conceituar.”Ayn Rand.

Conceitos são ferramentas para a compreensão da realidade. A organização dos conceitos forma narrativas, que nos ajudam a nos aproximar mais dos fatos e, como consequência, tomar decisões melhores.

Assim, podemos dizer que quem conceitua e narra melhor, tende a tomar decisões melhores e vice-versa.

Se conceituar e narrar são atividades tão importantes, por que refletimos tão pouco sobre a arte/ciência de conceituar e de narrar?

A Bimodais tem feito um esforço para melhorar as sua própria Metodologia de Conceituação e Narração, através da leitura e análise de diversos autores, que se dedicaram a estudar este problema, em particular Thomas Kuhn (1922 – 96) e Ayn Rand (1905 – 82).

Toda a pessoa que quer pensar melhor, precisa se dedicar ao estudo, aprendizado e o aperfeiçoamento das Metodologias de Conceituação e Narração, Ferramenta Conceitual fundamental para melhorar a Taxa da Qualidade das Reflexões e Decisões.

Uma Metodologia de Conceituação e Narração Mais Eficaz tem como eixo central a criação de conceitos, que precisam ser precisos para evitar dois problemas fundamentais: a falta de sintonia com a realidade e a falta de empatia com quem vai utilizar o conceito posteriormente.

Assim, os conceitos fazem uma espécie de equilíbrio entre dois pólos:

  • de um lado devem ser compreendidos, da forma mais fácil possível;
  • e, ao mesmo tempo, têm que manter uma aproximação com os fatos.

Muitas vezes, à procura de serem compreendidos, criar Empatia Conceitual, faz com que os Conceituadores façam conceitos que se afastam da Sintonia Conceitual com a realidade.

É um jogo de aproximação (sintonia/empatia), que aqui na Bimodais chamamos de “brincadeira conceitual de corredor”, tentando fazer uma conexão entre os Conceitos de Sala (que geram empatia) dos Conceitos de Cozinha (que procuram manter a sintonia com a realidade).

Mas o que seria exatamente aumentar a Taxa da Precisão dos Conceitos?

Conceitos são formados por duas ou mais palavras ou, de forma mais rara, pela criação de neologismos individuais (novas palavras).

Toda palavra tem suas Raízes Históricas (estudadas pelas etimologia, que analisa a origem e da evolução das palavras). Cada palavra, tem determinadas decodificações pelo senso comum.

Ao se procurar conceituar, é preciso sempre recorrer às Raízes Históricas das Palavras e preocupação de estar afinado com o sentido original da mesma, bem como, de como o senso comum lida com ela.

Detalhamos aqui, por exemplo, a imprecisão do conceito “Ciência Pura”,  formado por duas palavras: Ciência (substantivo) e Pura (adjetivo).

Consideramos alta neste caso a Taxa de Imprecisão Conceitual, pois há uma boa chance da leitura original da palavra “Pura” dar a impressão que o seu contraponto, “Aplicada” passar a ser compreendida como algo melhor, menos sujo, ou poluído.

O conceito “Ciência Pura”, que quer definir um tipo de Ciência Mais Estrutural de outra mais Operacional acaba reforçando a ideia de um tipo de prática científica da “Torre de Marfim“, no qual cientistas estão fora do planeta.

O adjetivo “Pura” gera no imaginário das pessoas algo que não deveria, o que caracteriza, como dissemos no artigo, um problema de Adjetivação Inadequada, aumentando a chance de interpretações objetivas e subjetivas equivocadas.

O aumento da Taxa de Precisão dos Conceitos ajuda, assim, tanto no pólo da Sintonia com a Realidade, como no da Empatia com os respectivos Consumidores dos Conceitos.

No caso da Dicotomia Conceitual “Ciência Pura” e “Ciência Aplicada” existe sim uma polarização, mas que precisa somente de uma melhor adjetivação.

Não é falsa a dicotomia, mas apenas a adjetivação escolhida precisa ser melhor detalhada.

Temos, entretanto, em outra situações uma Falsa Dicotomia, quando se estabelece uma polarização entre dois conceitos que NÃO são opostos entre si.

“Rede” e “Hierarquia” que muitas vezes são colocados em pólos opostos – é um exemplo típico de Falsa Dicotomia.

Hierarquia, na primeira pesquisa que o Google apresenta (que é a mais utilizada), é a seguinte: organização fundada sobre uma ordem de prioridade entre os elementos de um conjunto ou sobre relações de subordinação entre os membros de um grupo, com graus sucessivos de poderes, de situação e de responsabilidades.

(Ao conceituar, é sempre bom ir nas Raízes Históricas das Palavras para saber se o conceito está adequado ou não.)

Note que “hierarquia”, pela sua definição, não é um adjetivo, mas um substantivo, que denota determinada ordem. Hierarquia pode ser substituída por Ordem, Organização ou Regras de Funcionamento.

Não podemos dizer que há redes sem regras de funcionamento. Toda rede tem algum tipo de regra, de hierarquia, que precisa ser adjetivada para saber de que tipo de rede estamos falando.

O que há de equívoco aqui é confundir hierarquia com verticalização, que pode ser uma definição aceita pelo senso comum, mas que foge às Raízes Históricas da Palavrahierarquia“.

O que ocorre é que parte das pessoas pode utilizar hierarquia pelo que está no dicionário e outra parte pode usar a mesma palavra pelo uso do senso comum, ampliando a Taxa de Confusão Conceitual.

“Hierarquia” – um tipo de ordenação – pode ser mais ou menos verticalizada, mais ou menos horizontalizada, conforme o tipo de rede que estamos analisando.

“Hierarquia”, substantivo, pede uma adjetivo.

Vejamos:

“Hierarquia” (substantivo) mais vertical (adjetivo) caracteriza um tipo de rede, utilizada pelo Sapiens para sobreviver.

“Redes”, pelo seu lado, é um sinônimo de ambientes de sobrevivência, no qual pessoas interagem.

Podemos ter vários tipos de redes humanas e não humanas.

Quando vamos nos referir a redes humanas é comum se utilizar o termo “Redes Sociais”, que não é sinônimo de “Redes Sociais”, com maior interação no Ambiente Digital.

Devemos chamar Redes, ao nos referirmos à sociedade, de Redes Sociais, Redes Humanas, Redes do Sapiens para nos diferenciar das outras Redes de outros animais.

Assim, podemos dizer que as redes são e sempre foram formadas por Ferramentas Conceituais e Operacionais, que formam no seu conjunto o grande Ambiente de Sobrevivência do Sapiens.

Há diversos tipos de redes sociais, que se utilizam de diferentes Ferramentas Conceituais e Operacionais e estas escolhas definem o tipo de hierarquia (ordem) que será estabelecida.

Assim, estamos falando das hierarquias (formas de organização) praticadas nas diferentes Redes Sociais (não confunda com Redes no Digital) ao longo da história.

Toda Rede Social tem uma determinada ordem hierárquica para poder funcionar. Portanto, Rede Social é um substantivo e hierarquia é outro, que não são polarizados.

É, portanto, uma Falsa Dicotomia a contraposição de Redes versus Hierarquia.

A contraposição de “Redes” versus “Hierarquia” é uma Dicotomia Tóxica, pois gera muito mais confusão do que explicação e deve ser evitada.

É isso, que dizes?

Colaboraram os Bimodais:

Rodrigo Palhano, Fernanda Pompeu.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

“Não existe teoria final, apenas melhores.”Marcelo Gleiser.

Pensar – submeter (algo) ao processo de raciocínio lógico; exercer a capacidade de julgamento, dedução ou concepção.

Há uma certa confusão sobre como pensar, refletir, adquirir uma melhor Taxa de Raciocínio e Lógica diante da realidade.

O senso comum avalia que o ato de pensar é apenas dedicar mais tempo pensando sobre determinado tema, mas sem adquirir uma Metodologia de Reflexão.

Não, não é do tempo que se passa em cima de um determinado tema/assunto/desconforto/fenômeno que se conseguirá uma melhor Taxa de Raciocínio e Lógica, mas o que faz a diferença é a o uso de uma Metodologia de Reflexão mais Eficaz.

Numa Metodologia de Reflexão mais Eficaz vamos constatar que nosso pensamento é feito NÃO sobre a realidade em si, diretamente, mas sobre as sensações e percepções que temos da realidade, através de nossos Filtros Sensitivos.

Não, ninguém observa a realidade diretamente, mas através de Filtros Sensitivos, um tipo de óculos personalizado de cada um, que traz uma interpretação, um olhar específico e particular da realidade.

Assim, a primeira etapa para se ter uma Taxa de Raciocínio e Lógica mais Eficaz sobre a realidade é superar a falsa impressão de que podemos enxergar a realidade diretamente. Anote: sempre estaremos, de alguma forma, enxergando a realidade pelos nosso Filtros Sensitivos.

E os Filtros Sensitivos sofrem forte influência da família, da escola, da sociedade. Assim, há muita intoxicação sobre a forma que enxergamos a realidade.

Pensar, na maior parte das vezes, não é aprender, mas reaprender.

Pensar, na maior parte das vezes, não é refletir sobre a realidade, mas principalmente sobre o Processo de Intoxicação de Conceitos Ineficazes.

Sob esse ponto de vista, nunca houve e nem haverá o que se chama de razão.

Razão é um verbo disfarçado de substantivo!

Quando pensamos, de fato, o que estamos trabalhando sempre é sobre nossas emoções, que filtram a realidade, fortemente influenciadas pela bagagem cultural que tivemos.

Pensar é um ato principalmente de desintoxicação.

Raciocinar – razão colocada no seu devido lugar como verbo – é uma tentativa de nos aproximar o máximo possível  da realidade.

Pensar é uma Atividade Conceitual de Sobrevivência para que possamos viver melhor.

O ato de pensar, portanto, não é sobre a realidade diretamente, mas sobre os Filtros Sensitivos – sempre intoxicados –  que todos nós temos ao observar a realidade.

Você tem que conhecer e aprender a lidar com seus próprios Filtros Sensitivos, aprender a se desintoxicar,  para que possa lidar melhor com eles para que possa tomar decisões melhores.

A segunda desintoxicação para que possamos aumentar a Taxa de Raciocínio e Lógica é entender que o ato de pensar é um sequencial processo de Desemocinalização, de transformar sensações e percepções em conceitos e dos conceitos criar narrações, que nos aproximem da realidade (porém, nunca de forma absoluta, sempre relativa).

Assim, pensar é, primeiro, sentir e perceber, depois conceituar e, por fim, narrar.

(Metodologia de Reflexão – Sensação -> Percepção -> Conceituação -> Narração.)

É, portanto, da qualidade do longo e permanente ato de Conceituação e de Narração, que teremos uma melhor Taxa de Raciocínio e Lógica diante da realidade e, em função disso, podermos aumentar a Taxa de Qualidade das Decisões e vice-versa.

Conceitos, assim, são os “tijolos” do “muro” da narração. E a narração é o “muro” sobre o qual precisamos “subir” para decidir melhor.

Os conceitos, assim, para serem Mais Saudáveis e Menos Tóxicos precisam seguir determinadas regras, que podemos chamar de Metodologia da Narração que é objetivo final da Metodologia de Reflexão.

Conceitos precisam ter Alta Taxa de Precisão para que possamos aumentar a Taxa de Desintoxicação Conceitual.

Conceitos servem para aumentar a Taxa de Compreensão Mais Lógica sobre Realidade (Mais Saudáveis) e reduzir a Taxa de Confusão Mais Emocional sobre a Realidade (Tóxicos) sobre a realidade.

Portanto, quanto mais precisos – com menos margem de interpretação – mais podemos reduzir a margem interpretativa e mais podemos testar se aqueles conceitos criam Narrativas com Taxa de Eficácia Maior, se refletindo na melhoria das Taxas de Decisões.

No final das contas, Conceitos Menos Tóxicos e Mais Saudáveis serão aqueles que permitirão a cada pessoa viver melhor e vice-versa.

Conceitos e narrações não são um objetivo final, mas apenas um meio – Ferramentas Conceituais –  para que se possa sobreviver melhor. E a métrica se os conceitos são eficazes não está em uma lógica interna, mas nos resultados operacionais que se tem, a partir deles.

Aqui na Bimodais, por exemplo, consideramos que “Ciência Pura” é um Conceito Mais Tóxico do que Saudável. Por quê?

Ciência Pura deseja expressar um contraponto entre uma Ciência Mais Abstrata de outro tipo de Ciência Operacional (mais aplicada).

Há no ato de conceituar, entre outros, o Problema Conceitual de Adjetivação Inadequada. Se criam e se disseminam Conceitos Mais Tóxicos, pela inadequada dos adjetivos e dos substantivos.

O adjetivo escolhido neste caso para definir a ciência é o “Pura“, que nos remete ao seu antônimo imediato que é “Impura”.

A tentativa de criar uma dicotomia – que de fato existe – passa a ser Tóxica, pois o oposto de “Aplicada” não é a pureza, mas abstração, filosófica, teórica, com uma Taxa de Abstração Conceitual maior.

Quando se utiliza o conceito “Ciência Pura”, uma escolha infeliz do adjetivo “Pura” no substantivo “Ciência”, se  aumenta a chance, principalmente dos mais novos no campo, de imaginar, mesmo que de forma subjetiva, a ideia de que há pesquisas mais limpas, mais bacanas (as abstratas) das mais impuras ou sujas (aplicadas).

O que acaba por reforçar uma visão e uma prática de que existem pesquisadores que podem estudar o que quiserem sem prestar conta do que fazem para a sociedade, pois são puros, intocáveis.

(Mais sobre a Macrocrise da Ciência 1.0 por aqui.)

O conceito “Ciência Pura”, a nosso ver, traz mais confusão do que explicação, com diversas consequências nefastas para a prática científica.

O conceito “Ciência Pura”, largamente utilizado e aceito pelo senso comum do Ambiente Científico, a nosso ver, causa mais confusão do que explicação, devendo-se procurar alternativas, tais como pesquisas mais abstratas e mais operacionais, mais filosóficas do que operacionais, etc.

Ciência Pura é o exemplo bem escolhido de um Problema Conceitual de Adjetivação Inadequada.

Vejamos agora o Problema do Absolutismo Conceitual.

Outro ponto importante para se aumentar a Taxa de Qualidade da Metodologia da Narração é sair de algo bem comum e praticado com bastante intensidade é o vamos denominar de Absolutismo Conceitual, que é uma visão entre dois pólos inexistentes – sem as devidas graduações.

Quando se diz por aí, por exemplo, que a Revolução Midiática Civilizacional Digital cria a “Economia Compartilhada” temos aí um Absolutismo Conceitual, que gera Conceitos Mais Tóxicos.

Toda a Economia, seja onde for, em que tempo estivermos, precisa de algum tipo de compartilhamento, o que varia são as Taxas de Compartilhamento que determinado Ambiente Econômico permite, a partir das Ferramentas Operacionais e Conceituais disponíveis.

O que temos depois da Revolução Midiática Civilizacional Digital é um exponencial aumento da Taxa de Compartilhamento e não uma “Economia Compartilhada“. Isso é o exemplo típico do Absolutismo Conceitual, um erro dentro de uma Metodologia de Narração Mais Eficaz.

Para combater Absolutismos Conceituais uma Metodologia de Narração que procura uma uma maior Taxa de Eficácia sugere o uso do Gradualismo Conceitual.

O que podemos dizer das mudanças de um Ambiente Econômico depois da Revolução Midiática Civilizacional Digital é de que há um aumento radical ou até mesmo exponencial da Taxa de Compartilhamento e não, a partir de agora, uma “Economia Compartilhada”.

“Economia Compartilhada” é o exemplo típico do Absolutismo Conceitual. A economia sempre foi compartilhada, o que temos agora é o aumento da Taxa de Compartilhamento. É preciso utilizar o Gradualismo Conceitual.

Não podemos dizer também que vivemos agora a Sociedade do Conhecimento, da Inovação, da Informação, da Transparência, mas o aumento das respectivas Taxas de Conhecimento, da Inovação, da Transparência, a partir da chegada e massificação da Revolução Midiática Civilizacional Digital.

Os Bimodais têm diagnosticado, por exemplo, que com a Revolução Midiática Civilizacional Digital vivemos hoje uma inusitada Mudança CREDD (Civilizacional, Rápida, Estrutural, Disruptiva e Desconhecida) e isso tem causado um fenômeno psicológico, que podemos definir como Histeria Coletiva, aumentando muito a Taxa de Apego e de Ansiedade das pessoas.

Nestes Momentos Bimodais provocados pela chegada e massificação da Revolução Midiática Civilizacional Digital é preciso resgatar, mais do que nunca, as melhores práticas das Metodologias de Narração para que possamos ter uma maior Taxa de Eficácia, na compreensão e ação diante das mudanças em curso.

Precisamos sair do verdadeiro “oceano” de Conceitos Mais Tóxicos e passar a procurar criar e valorizar Conceitos Mais Saudáveis, se quisermos aumentar a Taxa de Competitividade de pessoas, profissionais e organizações na nova Civilização 2.0.

Abaixo fizemos uma tabela para apresentar a diferença entre Absolutismo e Gradualismo Conceituais.

Colaboraram com o artigo os seguintes Bimodais:

Fernanda Pompeu, Rodrigo Palhano, Átila Pessoa.

É isso, que dizem?

Quer entender o novo cenário digital? Você precisa conhecer e entrar na Bimodais – a melhor escola de Futurismo do país. Bora? 

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

“O mundo de baixo para cima será o grande tema deste século.”Matt Ridley.

Precisamos fazer uma profunda Revisão Paradigmática das Ciências Sociais se quisermos entender o novo século.

As bases conceituais de como o Sapiens se adapta ao tempo, que podemos chamar de história humana, ficaram obsoletas diante da Revolução Midiática Civilizacional Digital.

A Revolução Midiática Civilizacional Digital é uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida), destaque aqui, principalmente, para o “desconhecida” pela maior parte dos Conceituadores de Plantão.

A chegada e massificação de Novas Mídias, isso já faz parte da Revisão Paradigmática das Ciências Sociais, alteram o Macro Modelo de Sobrevivência do Sapiens.

A partir desta Revisão Paradigmática das Ciências Sociais todas as Subciências Sociais (administração, economia, negócios, educação, direito, comunicação, ciência da informação, do conhecimento, das redes, etc.) são impactadas de Forma Exógena (de fora para dentro) e precisam promover a mesma revisão, incluindo o fazer científico.

Vivemos hoje a maior anomalia já vivida, desde que as Ciências Sociais foram organizadas, na qual se inclui a forma como criamos o Conteúdo considerado Mais Científico.

Este artigo visa apontar as Macrotendências do fazer científico, a partir da influência da Revolução Midiática Civilizacional Digital.

O Sapiens, por ser uma Tecnoespécie pode aumentar o tamanho da população e, por causa disso, é obrigado, a promover ajustes estruturais no Macro Modelo de Comunicação e, posteriormente, no de Sobrevivência.

Macro Modelos de Sobrevivência Mais Sofisticados permitem mais personalização, a baixo custo, em larga escala, com uso facilitado de Ferramentas Midiáticas por cada vez mais gente.

Se analisarmos a história humana, sob este novo paradigma, vamos observar que o Sapiens caminha, de forma obrigatória,  para uma gradual Reintermediação Mais Descentralizada, através da criação de novas Ferramentas Operacionais e novas Ferramentas Conceituais (novas formas de refletir e agir na sociedade).

Hoje, a principal Macrotendência de Longo Prazo, pós Revolução Midiática Civilizacional Digital, é um longo processo de Reintermediação dos antigos Intermediadores em todas as áreas, aonde se inclui o Ambiente Científico, para que se possa resolver problemas de forma mais fácil, personalizada e a baixo custo.

Em todos os setores da sociedade e em várias regiões do planeta, gradualmente, as Zonas de Atração (que geram mais valor) tendem a passar pelo processo de Reintermediação Digital.

A Reintermediação Digital tem como maior desafio – objetivo e subjetivo – a compreensão e a experimentação de um novo Macro Modelo de Comando e Controle Mais Descentralizado.

Quando analisamos esse cenário geral em um setor específico, tal como a produção científica, podemos observar que a Ciência 1.0, como todos os demais setores da sociedade, é fortemente influenciada pelas Mídias de Plantão.

O conteúdo acadêmico, seja em papel ou digital, foi criado dentro do Ambiente Científico 1.0 que pratica um Modelo de Intermediação, de Comando e Controle Analógico, com as Ferramentas Midiáticas que estavam disponíveis ao longo dos últimos séculos.

O objetivo da Ciência, seja agora, antes, amanhã será sempre o mesmo: garantir a melhor qualidade e eficácia da produção científica, se utilizando das mais eficazes Tecnopossibilidades existentes, principalmente as Tecnomidiáticas.

Um artigo científico, dentro da Ciência 1.0 precisa da aprovação pelos pares, que aceitam ou rejeitam o que sai publicado, depois de um longo tempo de preparação, análise e posterior publicação. É um processo lento, demorado e muito centralizado, diante da nova Complexidade Demográfica existente.

O Modelo de Comando e Controle da Ciência 1.0 foi o melhor possível dentro das Tecnopossibilidades Midiáticas existentes até aqui.

Assim, não estamos criticando o Modelo de Comando e Controle da Ciência 1.0, comparando-o com as Tecnopossibilidades Midiáticas passadas, mas com as Tecnopossibilidades Midiáticas já existentes e as futuras, que estarão cada vez mais disponíveis.

As causas da Macrocrise do Modelo de Comando e Controle da Ciência 1.0 é variada, mas podemos apontar as principais:

  • aumento populacional, que aumenta a complexidade dos problemas em todas as áreas e a demanda por cada vez mais eficácia nos resultados das pesquisas, com respectiva personalização;
  • a formação gradual de um Ambiente Científico mais burocratizado, com baixa participação da sociedade;
  • diante do aumento cada vez maior da Complexidade dos Desconfortos (seja em quantidade e diversidade em função do aumento demográfico) acabamos tendo um Ambiente Científico cada vez mais lento, burocrático, com amarras muito rígidas, e ineficazes;
  • um Ambiente Científico voltado muito mais para resolver seus próprios problemas e desconfortos do que os da sociedade.

(A Macro Crise do Ambiente Científico, é verdade, varia nas regiões e nas áreas específicas, mas é um Problema Estrutural e Civilizacional.)

Como sugere a Bimodal Fernanda Pompeu sobre a Macrocrise da Ciência 2.0 é preciso um Ambiente Científico com menos amarras, menos burocracia, menos feudos para que a Ciência possa melhorar a qualidade de atendimento de seus clientes, público, pessoas (quem, afinal, paga por toda a “melodia”).

O que estamos assistindo e assistiremos, cada vez mais, é o gradual surgimento, trazido pelos Empreendedores Inovadores , da Ciência 2.0, que consegue quebrar os antigos Limites e Barreiras Tecnomidiáticas, através de novas Ferramentas Conceituais (novas formas de pensar a ciência).

A Ciência 2.0 é um pacote que vem com novas formas de pensar e agir, diante das novas Tecnopossibilidades existentes.

Temos o surgimento de um novo Modelo de Comando e Controle Científico 2.0, no qual haverá uma descentralização do fazer científico, com uma participação muito mais ativa da sociedade, empoderada pelas novas mídias, sem que isso afete a qualidade do que é produzido.

A Qualidade Científica não pode estar presa e apegada num Modelo de Comando e Controle, que pode experimentar novas formas muito mais dinâmicas, abertas, participativas, que permitirão  sair da Macrocrise do Ambiente Científico 1.0.

(Podemos dizer que a Macrocrise do Ambiente Científico 1.0 é mais explícita e evidente em todas as áreas, mas em especial no Brasil e em particular nas Ciências Sociais.) 

Na Ciência 2.0 já está havendo e haverá muito mais um gradual aumento da Taxa de Envolvimento da Sociedade, tanto no financiamento da pesquisa, quanto na avaliação e aproveitamento dos resultados das mesmas.

O grande objetivo da Ciência 2.0 é produzir mais com menos, com mais qualidade e mais diversidade, resgatando a Taxa de Eficácia da Produção Científica.

O cidadão mais empoderado, através de Plataformas Digitais, exigirá cada vez mais resultados da Ciência e isso se refletirá na criação de Plataformas Curadoras, nas quais se ganhará muito em dinamismo, flexibilidade e eficácia dos resultados.

Os Bimodais trabalharam em uma tabela, refletindo muito a nossa atividade já de experimentação de um Núcleo de Pesquisa 2.0. Na tabela, apresentamos os dois Ambientes Científicos, com um foco mais na situação brasileira, mas que pode ser adaptada a qualquer país:

É isso, que dizes?

Colaboraram com o artigo os Bimodais: Fernanda Pompeu, Flexa Ribeiro, Rodrigo Palhano, Átila Pessoa, Claudia Riecken.

Quer entender o novo cenário digital? Você precisa conhecer e entrar na Bimodais – a melhor escola de Futurismo do país. Bora? 

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

“Uma nova verdade científica não triunfa porque os que se opunham a ela veem a luz e saem convencidos, mas porque acabam morrendo e surge uma nova geração mais familiarizada com ela.”Thomas Kuhn.

Vivemos hoje uma Histeria Coletiva diante das disruptivas mudanças que estamos assistindo, a partir da chegada e massificação da Revolução Midiática Civilizacional Digital.

Uma Revolução Midiática Civilizacional Digital é considerada pelos Bimodais como uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

Hoje, todas as regiões do planeta estão vivendo alterações estruturais, de forma distinta, é verdade, mas que precisam ser explicadas por alguém para serem entendidas, absorvidas, aceitas para que se possa melhorar a Taxa da Qualidade das Decisões.

Conceituadores – aqueles profissionais responsáveis pelas explicações dos padrões de todo tipo de fenômenos – precisam criar explicações plausíveis do que está ocorrendo para que se possa agir de forma mais reflexiva e efetiva diante de uma Revolução Midiática Civilizacional Digital.

Conceituadores têm como missão: analisar sensações e percepções, transformá-las em conceitos e destes criar uma narrativa sobre como pensar e agir diante fenômenos, que causam desconforto.

(Conceituadores são também conhecidos como pensadores, autores, pesquisadores, filósofos, teóricos, o nome que você quiser escolher.)

Como vivemos séculos, a partir de 1450, dentro da mesma Bolha Midiática Civilizacional 1.0 marcada pelas mídias de plantão (gestos, oralidade e escrita) não tínhamos a devida noção da influência das mídias na nossa forma de pensar e agir.

Os Conceituadores que estudam Fenômenos Sociais trabalhavam – e continuam trabalhando – com valores e paradigmas, que ficaram obsoletos diante do novo Fenômeno Midiático.

Não se tinha a noção, até a chegada das disruptivas e estruturais mudanças provocadas pela Revolução Midiática Civilizacional Digital de que as mídias são o DNA da Sociedade.

Os Conceituadores de Plantão que influenciam FORTEMENTE a forma de agir e pensar sociedade – principalmente os americanos – tem criado e organizado conceitos com uma Base Conceitual Pré McLuhan.

Marshall McLuhan (1911-80), Conceituador canadense, criou uma Escola de Pensamento (conhecida como Escola de Toronto), na década de 60, especializada no estudo das Mudanças Midiáticas ao longo da história.

A partir dos comparativos históricos das Mudanças Civilizacionais, ocorridas a partir da chegada e massificação de novas mídias, McLuhan definiu dois novos conceitos fundamentais para a compreensão da nossa espécie, que aperfeiçoamos da seguinte maneira:

  • o Sapiens é uma Tecnoespécie, que se modifica, conforme chegam novas Ferramentas Operacionais (no popular tecnologias);
  • a nossa Tecnoespécie se modifica mais profundamente, globalmente e estruturalmente, quando chegam e se massificam um tipo particular de Ferramentais Operacionais: Novas Mídias.

McLuhan é um tipo de Conceituador diferente do padrão, pois ele é um Conceituador Criador de novos conceitos. O padrão diante de qualquer tipo de fenômenos é contar com Conceituadores Organizadores de conceitos alheios.

Um dos principais problemas que temos na tentativa de compreensão da Revolução Midiática Civilizacional Digital é que o mercado está infestado de Conceituadores Organizadores e não de Conceituadores Criadores.

Muitos atribuem o problema da Baixa Capacidade Competitiva das Organizações Tradicionais diante da Revolução Midiática Civilizacional Digital aos líderes destas organizações. Porém, há hoje uma invisibilidade do trabalho profissional dos Conceituadores de Plantão, que não estão fazendo seu trabalho de forma adequada.

Os Conceituadores Organizadores estão operando com antigos valores e paradigmas, que não incorporaram na sua forma de pensar as sugestões de Marshall McLuhan, que são a “senha” para a compreensão da Revolução Midiática Civilizacional Digital.

A origem da incapacidade competitiva diante deste novo cenário, se inicia, antes de qualquer coisa, com as Narrativas Tóxicas criadas pelos Conceituadores de Plantão.

As pessoas estão consumindo paradigmas e valores, que muito mais do que ajudar a compreender a Revolução Midiática Civilizacional Digital estão gerando mais e mais confusão.

Bem verdade, que os Clientes dos Conceituadores estão ávidos por tudo que lhes dê a ilusão de que a mudança atual não é DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida). Querem acreditar, com muita fé e pouco raciocínio, que se trata de uma alteração Incremental, Lenta, Conjuntural e Conhecida.

Aperfeiçoando conceitos de Thomas Kuhn (1922-1996) – um dos Conceituadores Master da Bimodais – quando determinado fenômeno não consegue ser explicado por determinada ciência é hora de mudar a chave de um Explicação Normal (Organizativa) para uma Explicação Extraordinária (Criativa).

Na procura de uma Explicação Extraordinária é preciso procurar Conceituadores Criativos, como McLuhan, que apresentam uma visão diferente para um novo fenômeno e não os antigos conceitos “remasterizados“.

Os Bimodais fizeram duas tabelas para apresentar a diferença entre os dois tipos de Conceituadores, vejamos:

Na tabela abaixo, temos a diferença entre os produtores de conceitos e os replicadores (em geral professores e palestrantes), que não produzem conteúdo.

Abaixo, temos a diferença entre os dois tipos de Conceituadores:

O que a sociedade está carente hoje é de passar a consumir Conceituadores Criativos, que possam analisar os novos fatos de nova maneira e não tentar utilizar o “velho mapa” para entender “um continente desconhecido” (parafraseando Gil Giardelli).

Mais ainda.

É preciso consumir Narrativas Saudáveis de Conceituadores Criativos que consigam definir com eficácia o tipo de fenômeno que estamos vivendo e procurar padrões históricos sobre ele. É o que  Mcluhan e seus amigos na Escola de Toronto fizeram.

Hoje, o trabalho de Conceituadores é praticamente invisível pelas pessoas, como se os conceitos que circulam – pelo fato de serem proferidos por determinadas autoridades em determinadas fontes de conteúdo – passam a ser válidos e úteis.

Há uma não percepção da Alta Taxa de Toxicidade das Narrativas Hegemônicas do mercado, que estão confundindo muito mais do que explicando.

A compreensão da Revolução Midiática Civilizacional Digital se inicia pela escolha mais adequada dos Conceituadores, saindo dos Organizativos e passando para os Criativos. E entre os Criativos os que conseguem, como McLuhan, precisar bem o fenômeno da Revolução Midiática Civilizacional Digital e procurar padrões históricos para que possamos conhecê-lo de forma mais eficaz.

É isso, que dizes?

Colaboraram para este artigo os seguintes Bimodais: Leonardo Almeida, Átila Pessoa, Flexa Ribeiro, Lawrence Chung.

Quer entender o novo cenário digital? Você precisa conhecer e entrar na Bimodais – a melhor escola de Futurismo do país. Bora? 

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

 

 

Por que chamar Facebooks de rede social é Tóxico

A diferença entre digitalização, uberizacão e blockchenização

Por que é fundamental criticar conceitos tóxicos?

O papel dos conceituadores

Lembramos que adotamos e aprimoramos neste Exercício Intelectual da Narração as Sugestões Epistemológica Randianas de Ayn Rand (1905 – 82), que caracteriza a reflexão humana em quatro fatores:

 

  • sensações – reflexões e encadeamentos mais lógico sobre o coletivo de sentimentos, a partir dos sentidos básicos;
  • percepções – reflexões e encadeamentos mais lógico sobre o coletivo de sensações;
  • conceitos – reflexões e encadeamentos mais lógico  sobre o coletivo de percepções;
  • narrações – reflexões e encadeamentos mais lógico  sobre o coletivo de conceitos.

 

O papel de Conceituadores dentro de uma Escola de Pensamento é o de criar uma Narrativa Profissional mais eficaz, reduzindo a Taxa de Conceitos Mais Tóxicos e aumentando a Taxa de Conceitos Mais Saudáveis.

 

Conceitos Mais Tóxicos são aqueles que geram Baixa Taxa de Qualidade de Decisão e vice-versa.

Um dos fatores fundamentais no trabalho de Conceituadores é o de conseguir criar uma boa classificação dos conceitos, pois permite uma Metanarrativa.

 

Errovo e Errovente novos substantivos para a inovação.

A validação da verdade não se dá na lógica humana, mas na comparação desta com as consequências metodológicas com a realidade.

O que é uma Topologia de Sobrevivência mais sofisticada? 

A estrutural dificuldade de pensar sem método!

Por que um futurista deve se preocupar com as mudanças mais desconfortantes?

O ser humano tem mais dificuldade de lidar com Fenômenos Inusitados.

Fenômenos Inusitados têm uma taxa de Exôgenia Maior do que Fenômenos Planejado que tem uma taxa de Endôgenia Maior.

Mudanças com Alta Taxa de Exôgenia, mais desconhecidas, rápidas, disruptivas causam um desconforto maior.

Podemos dizer que a grande demanda dos Clientes de Conceituadores Futuristas/Estrategistas é pela preparação para Fenômenos Inusitados do que que Planejados.

Por que as mudanças mais fáceis podem ser trabalhadas por quem enxerga o curto prazo. O papel principal do futuristas e perceber Mudanças de Alto Impacto e preparar explicações e estratégias para que as pessoas possam lidar com elas com menos sofrimento.

Por que o conceito “redes sociais” é inadequado e tóxico?

Temos aqui um uso inadequado do conceito, pois rede social são todas já existentes e não as criadas agora redes sociais no ambiente digital. O conceito é tóxico, pois passa a impressão de que a sociedade antes do digital não trabalhava em rede.

O que fizemos foi a digitalização das redes sociais, através de novas tecnologias.

Por que é preciso gerar desconfortos conceituais?

O papel de um Conceituador de Excelência é não só criar conceitos, mas analisar os conceitos alheios, principalmente os com grande difusão na sociedade, e analisar possíveis erros e acertos, causando um desconforto.

Pessoas só “param para pensar” quando algo diferente ocorre nas suas vidas, que pode ser algo concreto, tipo uma doença, ou um questionamento de algo que a pessoa costuma falar o tempo todo, como se fosse algo “certo” e se questiona.

Se provoca aí um curto circuito para se poder questionar a própria narrativa da pessoa.

Transformação Digital por que é um conceito tóxico?

Digital é abstrato demais para definir um tipo de transformação. Quando se fala em transformação está se falando de uma mudança de a para b e b é preciso estar bem detalhado. É um tipo de erro que precisa mais reflexão para entrar na tabela dos bimodais.

As duas formas de se produzir conhecimento: indutiva e dedutiva.

Durante muito tempo trabalhei com a ideia de um edifício do pensamento e a metáfora colocava a filosofia na cobertura, mas ouvindo o conceito ciência básica, acredito que a melhor metáfora não é de edifício, mas de bunker, no qual existe uma parte que está na superfície, que é o operacional e uma parte estrutural, de raiz, que está no subsolo.

Quanto mais a coisa fica complicada em cima, mais fundo temos que cavar para mudar as bases estruturais. É o que o artigo vai trabalhar.

brincadeira conceitual do corredor: conceitos de sala e de cozinha

Aqui vem de um papo com a Fernanda Pompeu da relação entre sintonia com a realidade e empatia com o cliente dos conceitos. E que é preciso não separar, o que me chama mais a atenção é que quando temos um momento de histeria, as pessoas começam a procurar cada vez mais empatia, não mais se preocupando com a sintonia. É o que o artigo vai trabalhar.

Por que os conceitos são as primeiras vítimas numa crise de histeria coletiva?

aqui ressalta a importância do desenvolvimento de Metodologias de Narração ainda mais quando o mercado está histérico, pode ser um artigo separado ou ser apresentado dentro de outros.

Por que o conceito “Pensador” é tóxico?

Pensar no senso comum é atrelado a ideia de que alguém fica parado olhando para o céu ou para o teto, sem nenhum tipo de ação.

Pensar, do ponto de vista mais conceitual, é o conjunto de atividades que envolvem a reflexão sobre sentimentos e percepções para transformá-los em conceitos e, por fim, numa narração.

Assim, um pensador é, na sua atividade, um conceituador e um narrador.

Einstein, portanto, não foi um grande pensador, mas um grande conceituador e narrador sobre determinados fenômenos.

No imaginário das pessoas o que passa é que o pensamento é uma atividade passiva sem ações, o que, quando analisamos no detalhe, isso não ocorre.

Pensar é uma atividade que necessariamente envolver conceituar e narra.

O ato de pensar puro, sem atividades, pode estar ligado a outras atividades sociais, mas não na atividade científica.

A diferença entre narrativa e ladainha

Narrativa é a tentativa de explicação mais lógica sobre determinado fenômeno. Ladainha é o conjunto de sensações e percepções sobre o mesmo fenômeno, mas que ainda não passou por um devido processo de reflexão, utilizando uma Metodologia de Narração mais Eficaz.

A diferença entre narrativa e conceito

Narrativa é o coletivo de conceitos. Uma Narrativa apresenta um conjunto de conceitos articulados com determinada intenção.

Teoricamente, quando tratamos de Narrativas Mais Científicas parte-se do princípio que queremos nos aproximar, o máximo possível, da realidade.

Porém, Narrativas Mais Científicas são intoxicadas por cosmovisões e pelos interesses individuais dos Conceituadores.

Assim, haverá sempre algum tipo de Intoxicação nas Narrativas.

Há uma tendência de que Conceitos Mais Tóxicos, que se distanciam da realidade, tendem a ter uma intoxicação maior dos Conceituadores.

A invisível indústria conceitual

Narrativas e Conceitos são produzidos por Conceituadores, que operam dentro do que podemos chamar de Indústria Conceitual, que vende explicações para respectivos clientes.

 

 

“Um homem aponta para o céu. O tolo olha para o dedo e o sábio para a lua.” provérbio chinês.

Vamos às definições que alguns Conceituadores de Plantão atribuíram ao mundo atual e que tiveram boa aceitação por clientes carentes de compreensão:

  • VUCA – Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo.
  • BANI – Frágil, Ansioso, Não linear e Incompreensível.

Vamos defender aqui que tais conceitos são Erros Conceituais, que podemos chamar de Projetacionismo (vamos explicar ao longo do texto). Estes Conceitos Tóxicos se disseminam e ganham escala devido à Histeria Coletiva que tomou conta da sociedade diante das mudanças atuais provocadas pela Revolução Midiática Civilizacional Digital.

(O conceito Projetacionismo foi sugerido pelo Bimodal Leonardo Almeida.)

O primeiro passo para compreender os equívocos Banis e Vucas é a compreensão de que na criação de conceitos é preciso separar sempre três campos, que são sinérgicos, entrelaçados, mas distintos:

  • O Fenômeno –  é aquilo que vai ocorrer INDEPENDENTE dos Conceituadores e de seus clientes. São os fatos que podem ser medidos, através de Taxas Comparativas entre o antes e o depois da eclosão de determinado fenômeno;
  • O Tipo de Mudança que o Fenômeno provoca na sociedade ou no planeta – são as análises que são feitas para que se possa precisar a relação do Sapiens com o fenômeno, tal como: Conhecido ou Desconhecido pelo senso comum e pelos Conceituadores? Rápido ou Lento? Incremental ou Disruptivo? Conjuntural ou Estrutural?
  • E, por fim, o Desconforto que o Fenômeno causa em alguém – muito ou pouco desconforto? Que tipo de desconforto? Quais as sensações têm na relação com o fenômeno?

Primeiro, vamos detalhar como vemos o atual cenário para depois apontar como os Banis e Vucas são tóxicos e por que surgem.

Vivemos, desde o final do século passado, um processo gradual e progressivo de diferentes fases da Revolução Midiática Civilizacional Digital, que tem introduzido na sociedade diversas Mudanças Estruturais em todas as áreas e em todo o planeta.

Estamos assistindo o surgimento gradual de um novo Ambiente de Sobrevivência mais dinâmico, horizontal, livre, e muito mais mutante do que no passado.

As novas Tecnopossibilidades Midiáticas permitiram aos mais inovadores a criação da Curadoria – um novo Modelo de Comando e Controle inspirado nas formigas, que vemos nos Ubers, no qual se pode resolver problemas num processo radical de Desgerenciação.

Os Bimodais classificaram a atual Revolução Midiática Civilizacional Digital de um tipo de fenômeno, que provoca na sociedade uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

Porém, repare que ao criarmos o conceito “Mudança DRED” não estamos confundindo o fenômeno, com o tipo de mudança e com as sensações que temos diante dele.

Não, não é o novo Ambiente de Sobrevivência que é DRED e nem o mundo, mas a um tipo de mudança, que poderia ser, por exemplo, o oposto, tal como: Mudança ILCD (Incremental, Lenta, Conjuntural e Conhecida).

O fenômeno da Revolução Midiática Civilizacional Digital causa um tipo de Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida) e provoca um tipo de sensação nas pessoas, onde se encaixaria alguns conceitos do BANI E DO VUCA.

BANI E VUCA são sensações. A volatilidade, incerteza, ambiguidade, complexidade, fragilidade, ansiedade e incompreensão NÃO são características do mundo ou do Fenômeno Midiático Digital, mas da sensação que temos, a partir dele!

Os Conceituadores que criaram o BANI e o VUCA – e outras coisas parecidas – cometeram um Erro Conceitual, que podemos chamar de Projetacionismo, uma confusão entre sensações que temos diante de um fenômeno e o fenômeno em si.

Ayn Rand sugeriu na criação de narrativas que as sensações e percepções são apenas o primeiro passo para a conceituação.

Sensações são apenas o primeiro estágio da compreensão da realidade. Para se definir um fenômeno, é preciso um longo e meticuloso trabalho de reflexão – o que não foi feito nem pelos Vuqueiros e nem pelos Banizeiros.

O Projetacionismo é um erro básico na criação de conceitos, uma mistura entre o que é o fato e a sensação que tenho em relação a ele.

A atual Revolução Midiática Civilizacional Digital NÃO é volátil, incerta, complexa ou ambígua e nem frágil, ansiosa, não linear ou incompreensível. Estas são as sensações, os desconfortos que as pessoas estão tendo ao se relacionar com ela.

As sensações Banis e Vucas são típicas das pessoas diante de uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

Note, por exemplo, que a atual Pandemia não foi DRED, pois ela não é Disruptiva, nem Estrutural. Foi apenas Rápida e Desconhecida porém Conjuntural e Incremental, no máximo radical na expansão da Digitalização, que permite a quebra do tempo e lugar.

Precisamos diante da Revolução Midiática Civilizacional, antes de tudo, entendermos a sua lógica para poder reduzir essa sensação de incerteza, de volatilidade, de incompreensão, de fragilidade e de ansiedade.

Ao estudarmos na história as Revoluções Midiáticas Civilizacionais, com os especialistas no tema (no caso os canadenses da Escola de Toronto) reduzimos a sensação de complexidade, de ambiguidade e de não linearidade de tal fenômeno.

O que tem acontecido com os Conceituadores de Plantão – que têm feito muito sucesso dentro da Histeria Coletiva que vivemos – é a constante produção de Conceitos Tóxicos, que vendem muito, mas explicam pouco.

(Veja aqui a comparação entre os Transformadores Digitais (TD) e os Adaptadores Civilizacionais).

Conceitos, entretanto, são o DNA das Decisões. Conceitos mal formulados, confusos, tóxicos com Alta Taxa de Emocionalismo e Baixa Taxa de Reflexão levam a ações ineficazes por parte de quem os “compra”.

Conceitos Tóxicos são uma espécie de “analgésico” consumido por quem não quer encarar de frente a Revolução Midiática Civilizacional Digital.

Conceitos Tóxicos (tal como Bani e Vuca) aumentam a Taxa de Inadequação Competitiva de pessoas, profissionais e organizações diante da Civilização 2.0. É preciso, sem dúvida, colocar mais reflexão e menos emoção na análise do novo cenário.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

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“A felicidade não consiste em passatempos e diversões, mas em atividades virtuosas.” – Aristóteles.

Tenho ministrado aulas mais recentemente com Pré-Profissionais (jovens) e percebido que existe uma confusão conceitual importante para manter um equilíbrio pessoal entre três campos de atividades totalmente distintas, que nem sempre estão devidamente separadas.

Vejamos os campos e respectivas propostas de definições:

  • Trabalho – atividade que visa remuneração e sustento, voltada para minimizar desconfortos de determinado cliente;
  • Hobby – atividade que NÃO visa remuneração e sustento, voltada para atender desejos da própria pessoa, sem preocupação com outros;
  • Voluntariado – atividade que NÃO visa remuneração e sustento, voltada para minimizar desconfortos de alguém.

Mapa mental desenvolvido pelo Bimodal Átila Pessoa:

(Não coloquei aqui o trabalho doméstico, mas que pode ser considerado um dos campos de atividades pessoais.)

Obviamente, que há uma confluência das três atividades, zonas cinzentas, pois é saudável que no trabalho você tenha alguma coisa de Voluntariado (dá a mais que necessita) e de Hobby (prazer em praticar a atividade).

Porém, quando um jovem precisa fazer uma escolha de atividade profissional nem sempre está claro a diferença entre Trabalho, Voluntariado e Hobby.

E podemos dizer que esta Confusão Conceitual entre os três campos de atividade (Trabalho, Voluntariado e Hobby) se estende ao longo da vida profissional e isso se torna tóxico para cada pessoa e também para a sociedade.

Lembro da maravilhosa história do professor Marcos Cavalcanti (pode ouvir aqui) de um pesquisador que queria estudar o ronco do boi e foi questionado sobre o motivo de tal estudo. Depois de várias perguntas, responde: “por que estou a fim!”.

Muitas pesquisas feitas nas universidades, a título de estar se praticando “ciência pura”, na verdade, são hobbies dos pesquisadores, reforçando a Confusão Conceitual. Pior: muitas vezes, se pratica “hobbies acadêmicos” com o dinheiro do contribuinte.

Pesquisas acadêmicas devem ser voltadas para resolver problemas de desconfortos da sociedade em diferentes níveis filosóficos, teóricos, metodológicos e operacionais. Sem o foco no desconforto de alguém, a chance de ser um hobby disfarçado de trabalho é enorme!

A Confusão Conceitual entre Trabalho, Voluntariado e Hobby ocorre também quando as pessoas consomem conteúdo para atividades profissionais.

A leitura de livros, por exemplo, um tipo de consumo de conteúdo, é feita como se fossem a de romances (um hobby), não percebendo que a Consumo de Conteúdo com Foco Profissional é feita PARA UM CLIENTE e tem um resultado OBJETIVO esperado: minimizar desconfortos e ser remunerado por isso.

A metodologia para o Consumo de Conteúdo com Foco Profissional é bem diferente de quando estamos vendo um filme do Netflix ou lendo um livro policial, pois neste momento não estamos lendo para nosso prazer pessoal, mas para MINIMIZAR O DESCONFORTO DE ALGUÉM!

Consumo de Conteúdo com Foco Profissional exige que seja feita para aprimorar uma Narrativa Profissional (Diário de Bordo), que precisa ir sendo construída ao longo da carreira.

Quem não escolheu um Desconforto Foco para sua atividade profissional e não desenvolve uma Narrativa Profissional ao Consumir de Conteúdo com Foco Profissional acaba lendo muito e aproveitando pouco. 

Um jovem – e mesmo pessoas mais velhas – precisam ter claro para o seu projeto de Adultização de que o epicentro da sua vida está no trabalho, que lhe dará o Sustento Autônomo para que possa nas horas vagas praticar o voluntariado e seus hobbies.

O grave e sério problema da Alta Taxa de Confusão Conceitual entre estes três setores da vida pessoal (trabalho, voluntariado e hobby) tende a ter consequências ainda mais graves na Civilização 2.0, quando temos um exponencial aumento da Taxa de Competitividade.

O Profissional 1.0 viveu em um mundo no qual o cliente não tinha tanto poder. O Profissional 2.0 tem que se capacitar para atender aos desejos e caprichos do cliente, que estarão o tempo todo o avaliando. É preciso, assim, trabalhar com uma Taxa de Confusão Conceitual entre os conceitos de trabalho, hobby e voluntariado muito mais baixa.

Colaboraram com o texto: Valéria Serrão, Flexa Ribeiro e Leonardo Almeida.

Agradeço o case narrado por Marcos Cavalcanti sobre o “Ronco do Boi”, que considero genial.

É isso, que dizem?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

“Ninguém pode apresentar um retrato da existência humana sem o marco filosófico.”- Ayn Rand.

“O significado das crises: é chegada a ocasião para renovar os instrumentos.”Thomas Kuhn.

Vivemos hoje o início de uma Revolução Midiática Civilizacional, Fenômeno Estrutural  Social Recorrente, detonador e iniciante de novas Eras Civilizacionais.

Os Bimodais consideram que uma Revolução Midiática Civilizacional é uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida). Por isso, a Taxa de Dificuldade de Adaptação é muito alta.

Mudanças DREDS (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida) causam um aumento de Taxa de Apego, tanto em Conceituadores (profissionais que tentam entender o novo cenário) quanto nos Clientes dos Conceituadores.

Mudanças DREDS (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida) precisam de uma abordagem diferenciada por parte dos Conceituadores, pois o fato de serem desconhecidas demonstram que as teorias disponíveis não conseguem explicar as alterações de cenário.

Mudanças DREDS (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida) são sinais de que vivemos uma Macro-Anomalia em alguma ciência. No caso de uma Revolução Midiática Civilizacional nas Ciências Sociais, onde estão incluídas a Administração, os Negócios, a Economia,  a Educação, a Política, etc.

A Macro-Anomalia das Ciências Sociais demanda por parte dos Conceituadores um trabalho de revisão das Raízes Filosóficas da respectiva ciência para, só então, reanalisar as teorias e, por sua vez, obter Metodologias de Adaptação mais consistentes.

Conceituadores criam conceitos para que Adaptadores (aqueles que vão capacitar e prestar consultoria) possam trabalhar.

É normal neste momento de Macro-Anomalia de determinada ciência, que os Conceituadores de plantão tentem entender o novo fenômeno com os antigos valores e paradigmas, evitando uma reanálise das Raízes Filosóficas. 

É o que expressou meu querido amigo Gil Giardelli na sua sintética e genial frase:

“Não podemos usar velhos mapas para descobrir novas terras.”Gil Giardelli;

A angústia, o receio e a ansiedade diante de uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida) gera uma Alta Taxa de Demanda por explicações e metodologias de migração.

Assim, há uma forte demanda por consumir explicações sobre o novo fenômeno, o que faz que surjam ofertas de todos os tipos, mesmo que não sejam adequadas, mesmo que sejam Conceitos Mais Tóxicos, que terão consequências danosas para os Consumidores dos Conceitos.

Vivemos com a chegada da Revolução Midiática Civilizacional Digital, para se ter um termo de comparação, uma espécie Tecnopandemia, na qual os “médicos” aturdidos receitam remédios e fazem projeções sem entender exatamente do que se trata, onde estamos e para onde vamos.

E neste cenário de incerteza de Macro-Anomalia das Ciências Sociais que surgem dois tipos profissionais bem distintos: os que ficam no mesmo paradigma e os que procuram um novo. Isso não é novo e ocorrerá sempre em Mudanças DREDS. 

Aqueles que admitem a Macro-Anomalia, iniciam uma jornada de revisão filosófica e teórica para chegar às Metodologias de Adaptação mais eficazes.

Aqueles que NÃO admitem a Macro-Anomalia, e continuam a operar nos antigos valores e paradigmas começam a desenvolver Metodologias de Adaptação mais tóxicas, menos eficazes.

No caso do momento atual temos no mercado o que vamos conceituar de Transformadores Digitais (TD) um profissional especializado no apoio para explicar o digital e promover a  transformação.

São os Transformadores Digitais (TD) que criam Conceitos Mais Tóxicos como Vuca, Bani, ou Economia Compartilhada, Sociedade do Conhecimento, da Informação, quarta revolução industrial ou Sociedade 5.0.

Os Transformadores Digitais (TD) tem o mérito de alertar os Consumidores da Necessária Transformação para que algo precisa ser feito. Os Transformadores Digitais (TD) tem o DEMÉRITO de vender para os Consumidores da Necessária Transformação Conceitos Mais Tóxicos, que terão consequências desastrosas no futuro.

(Já detalhamos aqui por que o conceito Transformação Digital é Tóxico.) 

De maneira geral, o que se vê hoje no mercado é uma espécie de Histeria Coletiva, pois muito do que aprendemos com nossos antepassados brilhantes de como Conceituar Fenômenos está sendo negligenciado diante da Revolução Midiática Civilizacional Digital.

Acreditamos ser necessário o surgimento de profissionais que façam o contraponto aos Transformadores Digitais (TD) e, por isso, estamos formando na Bimodais os Adaptadores Civilizacionais, um profissional, que vai ter um outro tipo de abordagem filosófica, teórica e metodológica diante da Revolução Midiática Civilizacional Digital.

Para deixar claro do que estamos falando, a Bimodais desenvolveu a tabela “A diferença entre Transformador Digital (TD) e Adaptador Civilizacional (AD)” e apresenta abaixo.

(A produção da tabela contou com o apoio dos seguintes Bimodais: Augusto Borella, Átila Pessoa e Kaio Cordeiro.)

A sociedade hoje precisa de uma abordagem mais reflexiva e menos emocional diante da atual Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida) trazida pela Revolução Midiática Civilizacional Digital.

A Bimodais tem feito um esforço de formar uma nova geração de Adaptadores Civilizacionais – profissionais mais adequados para entender e apoiar na migração diante do atual fenômeno rumo à nova Civilização 2.0.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NO MÊS DE MAIO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

“Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir.” – Sêneca.

A principal diferença entre profissionais está naqueles que trabalham para ganhar dinheiro e aqueles que ganham dinheiro para trabalhar.

A partir do início da sociedade moderna, o Sapiens aumentou a Taxa de Liberdade de Decisão na escolha do que fazer para sobreviver.

O Sapiens é a única espécie animal do planeta que precisa decidir sobre como vai sobreviver.

E mais.

O Sapiens é a única espécie animal do planeta que consegue alterar continuamente de forma incremental, radical ou disruptiva o ambiente de sobrevivência, podendo, por causa disso, cada vez comportar, de forma integrada, mais membros da espécie.

Porém, conforme vamos alterando o Modelo de Sobrevivência, mais e mais, se exige que cada indivíduo assuma mais responsabilidades sobre sua via no geral e sobre a sua atividade profissional, no particular.

Estamos vivendo neste novo século a mais disruptiva mudança no Modelo de Sobrevivência do Sapiens, desde que iniciamos nossa jornada.

Quanto mais gente houver no planeta, mais dia ou menos dia, surgirão e se disseminarão Modelos de Sobrevivência mais descentralizados, que forçarão os indivíduos a ter uma Taxa de Responsabilidade maior em relação às decisões individuais e coletivas.

Do ponto de vista profissional, quanto mais aumentamos a Taxa de Responsabilidade, mais e mais se aumentará a demanda pela elevação da Taxa de Decisões Individuais e a Taxa de Consciência de cada pessoa no exercício da sua profissão.

O Profissional 1.0, de maneira, se vê como uma peça de uma engrenagem maior. É formado e formatado, dentro dos atuais Ambientes Educacionais, para se sentir confortável dentro de Ambientes Profissionais mais Centralizados e Verticais.

O Profissional 2.0 terá que ser muito mais autônomo e independente. Ser formado e formatado, dentro dos novos Ambientes Educacionais, para se sentir confortável dentro de Ambientes Profissionais mais Descentralizados e mais Horizontais.

(Apresentamos aqui nossa visão sobre esta mudança do Mercado de Trabalho 1.0 para o 2.0.)

Hoje, podemos dizer que um Profissional 1.0 vive uma alta Taxa de Zecapagodismo (deixa o meu gerente ou a minha organização me levar).  A sua Taxa de Consciência e Reflexão sobre os rumos da sua carreira é muito baixa.

Vivemos um gradual e difícil aumento da Taxa de Responsabilidades dos novos profissionais, que estão já vivendo em diversos setores uma Taxa de Liberdade Profissional muito mais alta do que estava acostumados.

Uma mais alta Taxa de Liberdade Profissional demanda que se desenvolva novas Metodologias Profissionais para que se possa aumentar a Taxa de Consciência e Reflexão, através do que estamos chamando de Narrativas Profissionais

Narrativas Profissionais, ou Diário de Bordo no popular, é uma espécie de caderno de anotações (que pode ser feito em qualquer Ferramenta Digital de Conteúdo) para se criar um Diálogo Interno – algo fundamental para aumentar a Taxa de Consciência e Reflexão.

Escrever, diferente de falar, exige que a pessoa crie um espaço de Diálogo Interno, com o qual pode analisar de forma mais consciente as ações, os retornos, os novos conteúdos adquiridos.

Publicar a Narrativa Profissional (Diário de Bordo) em Ferramentas Digitais de Conteúdo ajuda ainda a receber feedbacks de todos os tipos, além de servir como Ferramentas de Marketing para chamar a atenção e capturar novos clientes.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NESTE ARTIGO NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NESTE ARTIGO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

“Quando vivemos uma crise é preciso revisar premissas, descobrir os ativos ocultos e começar a reedificar.” Ayn Rand.

Conceitos são criados para nos ajudar a tomar decisões melhores.

Todo conceito de qualidade deve se aproximar, o máximo possível, da realidade para que as decisões tomadas a partir dele não estejam muito longe da mesma.

Quanto mais o conceito consegue se aproximar dos fenômenos, reduzindo a Taxa de Confusão, mais vai se tornando um Conceito Mais Saudável e Menos Tóxico e vice-versa.

O primeiro passo, portanto, para termos Conceitos Mais Saudáveis – aqueles que aumentam a Taxa da Qualidade das Decisões – é a sua precisão.

O Conceituador tem que procurar reduzir, ao máximo, a Taxa de Imprecisão para quem vai para decidir algo, a partir do conceito.

Quanto mais impreciso é um conceito, ao permitir que seja usado por várias pessoas de forma distintas, mais tóxico ele vai se tornando.

Um conceito que pode ser usado por cada um a seu bel-prazer serve muito bem para que seja disseminado e vendido, mas causará muitos problemas para quem decide a partir dele.

Assim, o que torna um Conceito Mais Saudável é a sua capacidade de precisão e, para isso, é fundamental que as palavras utilizadas sejam muito bem escolhidas.

Se analisarmos, por exemplo, o conceito “Transformação Digital” veremos que é a junção de duas palavras que não criam um significado claro, deixando margem para que cada um interprete à sua maneira.

Transformação é o ato de migrar de uma formação para outra, que pede um complemento preciso: qual é a nova formação? De que tipo de mudança estamos falando? De onde partimos e para onde vamos?

Transformação da lagarta para a borboleta é um conceito preciso, não deixa margem para nenhum dúvida. Transformação de Bruce Wayne para Batman também. Já Transformação Digital…

Um conceito que sugere Transformação tem que apontar um destino preciso para que todos possam entender qual é o foco final da transformação.

Digital, no caso do conceito Transformação Digital, é um substantivo amplo, genérico, pois o objetivo final “a formação” do processo “Trans” não fica claro.

Assim, Transformação Digital se encaixa bem como um Conceito Mais Tóxico, pois contém Alta Taxa de Imprecisão, o que dá margem para que cada pessoa interprete à sua maneira.

Podemos comparar Transformação Digital (TD) como um indicativo bem genérico e geral de um procedimento, tal como “Exame na Barriga” ou “Tomar antibiótico”.

TD é um conceito que sugere um indicativo de um determinado procedimento como se um médico propusesse um tipo de exame ou de antibiótico, sem especificar que tipo de exame ou de remédio.

O uso do conceito Transformação Digital como se fosse um procedimento único, para o qual existe uma “receita de bolo”, de que todos sabem para onde está se indo e o que fazer, é algo extremamente tóxico.

Temos duas explicações de como um conceito tão tóxico como Transformação Digital faz tanto sucesso: Baixa Taxa de Estrutural de Reflexão e, por causa disso, necessidade de responder de forma emocional às profundas mudanças que estamos passando.

A Baixa Taxa de Estrutural de Reflexão pode ser explicada como resultado de de décadas de Alta Taxa de Controle Informacional. As pessoas reduziram muito a sua capacidade de pensar de forma mais lógica.

(Alta Taxa de Controle Informacional reduz a capacidade das pessoas refletirem com mais qualidade.)

O Fenômeno da Revolução Midiática Civilizacional Digital foi definido pelos Bimodais como DRED (Disruptivo, Rápido, Estrutural e Desconhecido), o que causa nas pessoas uma profunda crise diante das mudanças.

Há hoje diante do fenômeno DRED (Disruptivo, Rápido, Estrutural e Desconhecido) uma disseminada incapacidade de analisar e distinguir Conceitos Mais Tóxicos dos Mais Saudáveis. 

Transformação Digital, assim, não é um conceito que se encerra nele mesmo, como tem sido usado assim por quem o tem adotado. Ninguém faz um exame ou toma um antibiótico de forma genérica.

Transformação Digital, no fundo, não é um conceito, mais um slogan – de que “algo precisa ser feito para que organizações possam se manter competitivas”.

Slogans NÃO são ferramentas para a tomada de decisão, apenas para que se alerte que algo precisa ser feito. As pessoas estão confundindo uma peça de propaganda, um slogan, tal como Transformação Digital, como um conceito.

Ninguém, assim, faz Transformação Digital, mas adota os vários diagnósticos que analisam o digital (o que está ocorrendo?) com respectivas metodologias de migração (o que deve ser feito?).

A Bimodais, por exemplo, aposta na Transformação Digital Bimodal, que é a passagem de um DNA Administrativo (Gestão) para outro (Curadoria), através da criação de áreas separadas, pois são Modelos Administrativos Incompatíveis.

Transformação Digital Bimodal é, a nosso ver, um Conceito Mais Saudável, pois detalha onde estamos para onde vamos e ajuda os clientes a refletir e decidir de forma mais reflexiva e menos emocional.

A Transformação Digital Bimodal define claramente qual é a nova formação e como deve ocorrer o processo Trans.

O Slogan Transformação Digital, de forma pura e sem detalhamento,  não deve ser utilizada como um Conceito-Guia para Tomada de Decisões, pois, se for utilizado dessa forma, será extremamente tóxico.

Pode, no máximo, batizar determinados projetos do tipo “Projeto de Transformação Digital”, que precisará, a partir disso, de Conceitos Mais Saudáveis. De que tipo de TD está se falando?

A Transformação Digital X, Y ou Z optou pelo diagnóstico de qual autor? De qual Escola de Pensamento? E o tratamento sugerido por qual autor ou qual Escola de Pensamento?

Transformação Digital, assim, no geral é apenas um Slogan indicativo de que algo precisa ser feito, uma “placa na porta” para que “dentro da sala” se defina claramente o diagnóstico e o tratamento.

Segue abaixo a tabela a diferença de Conceitos Mais Tóxicos daqueles Mais Saudáveis, que conseguimos produzir na Imersão 5.5 (Maio de 2021) dentro da escola, com a colaboração de diversos alunos, entre outros, Átila Pessoa, Rodrigo Marques, Augusto Borella.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E VERMELHO: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NESTE ARTIGO NOVOS CONCEITOS BIMODAIS CRIADOS NESTE ARTIGO (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO)

“O ser humano não pode sobreviver apenas com percepções. É preciso conceituar.” Ayn Rand.

Conceitos são relevantes Ferramentas Intelectuais para que possamos decidir melhor diante da realidade.

Nosso contato com a realidade passa por diferentes etapas para se chegar a uma decisão mais adequada: sensações, percepções, conceitos e narrativas.

As percepções são coletivos de sensações. E conceitos são formados pelo coletivo das percepções refletidas e trabalhadas, de forma mais consistente, gerando Narrativas, que nos ajudam a tomar decisões mais eficazes.

Em geral, as pessoas operam e decidem mais no nível das sensações e percepções e não de conceitos e narrativas mais eficazes.

Podemos dizer que é da qualidade dos conceitos e das narrativas utilizadas, que temos a qualidade das decisões. Conceitos e narrativas ruins significam decisões ruins e vice-versa.

Vivemos hoje uma etapa da civilização humana, na qual a Taxa da Qualidade de Reflexão, da criação de narrativas e conceitos está muito baixa.

A baixa Taxa da Qualidade de Reflexão é típica de Momentos Civilizacionais Bimodais, que são marcados pela obsolescência de um determinado Ambiente de Sobrevivência do Sapiens.

Hoje, podemos dizer que a nossa capacidade de refletir é muito baixa devida ao continuado processo de Concentração Informacional que vivemos ao longo das últimas décadas, antes da Revolução Midiática Civilizacional Digital.

Vivemos no século passado o que podemos chamar de Macrocrise Civilizacional na qual um Ambiente de Sobrevivência fica obsoleto e precisa ser atualizado por outro mais sofisticado.

Uma Macrocrise Civilizacional se caracteriza pelo radical aumento da Taxa de Centralização das Informações, em poucas Fontes Produtoras de Conteúdo, gerando, com um tempo, uma  maior Taxa de Narrativa Hegemônica.

Macrocrises Civilizacionais são resultados do aumento populacional, que acabam por gerar uma massificação produtiva, se refletindo no aumento da Taxa de Centralização das Informações.

O aumento da Taxa de Centralização das Informações leva ao crescimento da Taxa de Geração de Conceitos Menos Estruturados.

Após momentos de Macrocrises Civilizacionais, há uma significativa perda da capacidade das pessoas em julgar a Qualidades dos Conceitos que circulam na sociedade.

Os conceitos após Macrocrises Civilizacionais passam a ser muito mais peças de propaganda das Fontes Produtoras de Conteúdo Centralizados do que na tentativa de compreensão dos Fenômenos da Realidade.

Os conceitos após Macrocrises Civilizacionais passam a ser ferramentas de manutenção da Narrativa Hegemônica para manter a alta Taxa de Status e Privilégios Intermediadores da Velha Ordem.

Os conceitos servem muito mais como peças de propaganda das Fontes Produtoras de Conteúdo Centralizados do que na tentativa de compreensão dos Fenômenos da Realidade.

Há hoje em dia uma Alta Taxa de Conceitos Tóxicos, que são criados NÃO para entender e refletir a realidade e depois serem vendidos. Mas para serem vendidos, independente se conseguem refletir e entender a realidade.

Conceitos bem estruturados, antes de tudo, precisam:

  • definir claramente que tipo de Fenômeno da Realidade está se referindo;
  • promover a comparação entre Fenômenos da Realidade presentes e passados;
  • comparar o que são os Fatores Estruturantes (pouco ou nunca muda) dos Fatores Conjunturais (que sempre se alteram);
  • ter harmonia entre os diversos conceitos de uma narrativa para que não entrem em contradição;
  • precisam estar permanentemente sendo reavaliados.

É preciso desenvolver Metodologias de Produção de Conceitos mais Consistentes para que possamos aumentar a Taxa de Produção de Conceitos Saudáveis e reduzir à Produção de Conceitos Tóxicos.

Voltaremos ao tema.

É isso, que dizes?

Se você não está entendendo nada do que está ocorrendo. Está de saco cheio de tanto MIMIMI. Se sente uma pessoa inquieta diante da vida. Você precisa conhecer a Bimodais. A sua vida vai mudar! Nós somos a nave Nabucodonosor, aquela mesma que te tira e te deixa fora de Matrix. Bora? 

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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