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Os fatores conjunturais e estruturais da sociedade influenciam na educação das crianças.

Se temos um viés centralizador, seja ele estrutural ou conjuntural, teremos um viés padronizador da educação das crianças.

Se temos um viés descentralizador, seja ele estrutural ou conjuntural, teremos um viés personalizador da educação das crianças.

A principal questão da educação das crianças não é se será presencial ou a distância, mas se será uma educação voltada para a repetição ou para a criatividade.

O século XX  foi concentrador e o viés educacional, de maneira geral, nos levou para a redução da autonomia das crianças.

A educação atual é formadora de um adulto que iria viver num mundo vertical, repetitivo, o que demandava uma baixa taxa de autonomia.

A educação para o novo século deve preparar um adulto que irá viver num mundo mais horizontal, inovador, o que demanda uma alta taxa de autonomia.

É o modelo de sobrevivência, seja ele conjuntural ou estrutural, que define a tendência da educação que será praticada.

Países com conjunturas centralizadoras incentivarão educação padronizadora para que se possa formar adultos “compatíveis” com o modelo de sobrevivência.

Países com conjunturas descentralizadoras incentivarão educação personalizadora para que se possa formar adultos “compatíveis” com o modelo de sobrevivência.

Vivemos hoje uma Revolução Midiática Civilizacional, mudança estrutural de sobrevivência, e a macrotendência da educação das crianças é personalizadora.

Haverá neste novo século resgate dos educadores pró-autonomia, que serão reinterpretados e adaptados para as novas tecnopossibilidades abertas pelo digital.

É isso, que dizes?

Estes assuntos estão presentes na QUARTA IMERSÃO no Futurismo Competitivo Bimodal.

Veja o que diz o Educador e proprietário de escola Flexa Ribeiro sobre a nossa formação:

Que sair de Matrix?
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

 

O Sapiens criou a ciência, basicamente, para resolver problemas complexos de sobrevivência.

Em momentos de concentração midiática, a Ciência tende a resolver seus próprios problemas e não os da sociedade.

Em momentos de descentralização midiática, como agora, a Ciência tende a voltar de novo a resolver os problemas da sociedade.

A mudança que viveremos na Ciência neste novo século, entretanto, será disruptiva: sai a ciência gestora e vamos para a uberizadora.

A Ciência Uberizadora não será mais aquela que filtra para publicar, através dos pares mas publicará para filtrar depois.

Os pares participarão TAMBÉM da filtragem. A grande novidade, entretanto, é a participação ativa da sociedade no processo científico.

A Ciência 2.0, uberizada, será feita em grandes plataformas participativas, nas quais todos os interessados em minimizar o problema colaborarão com o processo da pesquisa.

A Ciência praticada hoje segue, mais ou menos, a lógica da matilha de lobos. São pesquisas sonoras. A 2.0 seguirá a das formigas, pesquisas por rastros.

Viveremos uma profunda disrupção na produção acadêmica neste século, que vai tirar a Ciência da sinuca de bico que se meteu.

Aumentamos demais a complexidade dos problemas e a a forma de produção científica atual (sonora) ficou obsoleta. Precisa de um upgrade disruptivo.

É isso, que dizes?

A aplicação da visão do Futurismo Competitivo Bimodal em diversos setores faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais. Veja o que diz o o André Torres:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

arece que as empresas redescobriram os clientes. E seria bom perguntar qual é o motivo.

O século passado foi o das empresas, na qual era comum dar “facada” nos clientes. Neste, passaram a ser “focadas” nos clientes.

O que mudou?

O digital quebrou o antigo monopólio, tanto de informação como comercial das organizações tradicionais. O cliente passou a ter muito mais poder!

No mundo digital, o cliente sabe mais, conversa mais, pesquisa mais, escolhe mais, reclama mais, tem mais opções.

O empoderamento do cliente é um movimento sistêmico e espontâneo para lidar melhor com a nova complexidade demográfica de oito bilhões de sapiens.

Quanto mais habitantes tivermos no planeta, mais e mais haverá a demanda de empoderamento do consumidor.

No passado o consumidor queria ser ouvido. No futuro, cada vez mais presente, o consumidor quer decidir.

No Uber, por exemplo, não é um gerente que decide qual é o motorista que vai ser demitido, mas o consumidor, via estrelinhas.

No futuro que se avizinha, organizações não serão mais controladoras, mas curadoras de relações de consumo.

Não haverá foco no cliente, mas foco nos algoritmos e nos ecossistemas blockchenizados, que permite que o cliente tenha cada vez mais poder.

Organizações precisam, URGENTEMENTE, sair do Futuro de Curto para o de Longo Prazo, quando se consegue enxergar o que virá de forma mais cristalina.

Quem não adotar um Futurismo mais adequado será cada vez menos locomotiva e será cada vez mais vagão.

É isso, que dizes?

Promoção da semana: ouça os comentários que fiz sobre o livro: “Quem está no comando?” de Ori Brafman e Rod A. Beckstrom, basta preencher o formulário abaixo:
http://bit.ly/FORMDEGUSTA

O tema das mudanças do consumo faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz o Rafael Soares, que já está na segunda temporada na Escola:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Tecnologias são um tipo de “prótese” que o sapiens utiliza para sobreviver melhor a cada novo desafio da espécie.

Como dizia  Marshall McLuhan – nosso filósofo preferido – “o sapiens cria a tecnologia e esta recria o sapiens”.

O Digital tem mais e mais intermediado a vida humana, colocando cada vez mais softwares, em todas as nossas atividades.

Softwares são códigos, que são aperfeiçoados todos os dias e vão alterando a sociedade de uma forma muito mais acelerada do que antes.

Se quase tudo que fazemos está baseado em softwares, mais e mais as atividades da nossa vida passam a ser “versionadas”.

E passamos a ter um verdadeiro desafio psicológico, pois nossa maneira de sentir, pensar e agir foi criada para uma vida menos mutante do que a atual.

Toda a formatação das crianças, até aqui, foi para um mundo analógico, muito menos dinâmico do que o atual.

O estranhamento que vivemos não é apenas com o Novo Normal, mas, principalmente, com a Nova Normalidade Dinâmica.

Os Educadores 2.0 têm como missão neste novo século de mudar o eixo educacional para equalizar a nova vida a uma mentalidade dinâmica.

Muitos dirão que com apenas o uso das novas tecnologias os jovens estarão preparados para o futuro. Não concordo.

Temos que ter, desde já, um novo viés educacional voltado para a personalização, para a criatividade e a autonomia de pensamento.

A atual escola não pode brigar com o futuro.

Não podemos ter uma escola memorizadora num mundo em que é preciso o tempo todo esquecer e reaprender.

A Educação 2.0 precisa mudar a forma (aprendizado em plataformas e não mais em sala de aula) e no conteúdo (sai repetição, entra criatividade).

É isso, que dizes?

O tema do Futuro da Educação faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo. Flexa Ribeiro, diretor de uma escola tradicional do Rio de Janeiro, já está indo para a sua quarta temporada, veja o que ele diz sobre a nossa escola:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Comecemos com uma frase adaptada da filosofa Ayn Rand:

Você pode ignorar o futuro, mas não pode evitar as consequências do fato de ignorá-lo“.

Um dos maiores preconceitos que temos sobre o futuro é de que ele vem de uma vez só em todos os lugares ao mesmo tempo.

O futuro da nossa espécie, como de todas as outras, será sempre guiado pela necessidade de sobreviver cada vez melhor.

No caso do Sapiens, criamos novos modelos civilizatórios mais sofisticados, que nos permitem resolver de forma mais adequada problemas de sobrevivência.

Os modelos civilizatórios mais sofisticados, entretanto, não são uma imposição, mas uma opção de cada pessoa, organização, país, região.

Os modelos civilizatórios mais sofisticados permitem uma qualidade de vida melhor e, por causa disso, se tornam Zonas de Atração.

E vice-versa.

Quem não adota os modelos civilizatórios mais sofisticados perde em qualidade de vida e, por causa disso, se torna uma Zona de Abandono.

Hoje, já vivemos no Velho Normal em Zonas de Atração e Abandono. E no Novo Normal estamos criando novas Zonas de Atração.

As novas Zonas de Atração Futuras serão aquelas pessoas, organizações, países e regiões, que conseguirem resolver velhos problemas com as novas Tecnopossibilidades.

As novas Tecnopossibilidades, pela ordem, digitalização, uberização e blockchenização, nos permitirão superar os limites Tecnoculturais do Antigo Normal.

O Futuro, assim, não é uma chuva que cai na cabeça de todo mundo, ao mesmo tempo.

O que existe de objetivo em relação ao futuro são as demandas, que aguardam ofertas com custo/benefício melhor , a partir das novas Tecnopossibilidades.

O Futuro vem resolver velhos problemas de nova maneira – por isso é possível prever as macrotendências: aquelas que atenderem a essa expectativa, a partir das Tecnopossibilidades.

É isso, que dizes?

O tema do Futuro Temporal está presente na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro. Faça como o jornalista Luciano Correia, que vai para a sua primeira imersão com todo o gás.

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

O sapiens é a única Tecnoespécie do planeta. Por causa disso, consegue criar regularmente novos normais.

Nossa especie não é genética – é tecno-genética. Por isso, pode mudar a forma estrutural de sobrevivência.

Por causa da nossa “tecnocidade” podemos crescer demograficamente, alterando o modelo estrutural de sobrevivência.

A crise que estamos vivendo neste novo século não é diante do futuro, mas do passado: nós não compreendemos como nós REALMENTE nos transformamos ao longo do tempo.

A principal crise deste novo século NÃO é tecnológica, econômica, futurista, mas, antes de tudo, FILOSÓFICA!

Os novos fatos têm demonstrado CLARAMENTE que o Sapiens é uma coisa bem diferente daquilo que os livros nos ensinaram na escola.

Nossa espécie cresceu 7 vezes nos últimos 220 anos: cria agora NOVO NORMAL para viver melhor neste novo patamar demográfico.

Estamos, aos poucos, mudando o Macro Modelo de Sobrevivência da espécie: adotando lentamente algo mais parecido com as formigas e menos com os lobos.

Se você quer começar a entender o futuro, antes de qualquer coisa, é preciso rever FILOSOFICAMENTE o passado.

Fica ligado nisso: o Sapiens sempre criou Novos Normais, o que mudou apenas foi o ritmo, a velocidade.

É isso, que dizes?

Uma visão filosoficamente diferente – e MUITO mais eficaz sobre o Sapiens e o futuro você terá na QUARTA IMERSÃO de Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz o Leonardo Almeida, que renovo o passaporte pela quarta vez na escola:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Vivemos hoje três “pandemias tecnológicas” na sociedade: a digitalização, a uberização e a blockchenização.

Cada uma destas “pandemias tecnológicas” cria um novo normal, que ajuda a sociedade a resolver determinados problemas.

A primeira “pandemia tecnológica” que está já em expansão é a da digitalização, que permitiu uma disruptiva quebra do tempo e lugar.

A segunda “pandemia tecnológica” que cresce é a uberização, que permite a mudança da relação trabalhista: sai carteira assinada entra trabalho uberizado.

A Uberização, entretanto, apesar de nova já apresenta os primeiros sinais de crise: é um modelo centralizado demais em cima e distribuído demais em baixo.

A conclusão que se chega é que é impossível termos, de forma saudável, tantos colaboradores e clientes, debaixo da mesma plataforma uberizada.

A crise dos motoqueiros uberizados não vai se resolver no longo do prazo voltando para o velho normal: com leis e regras. É preciso descentralizar ainda mais!

O que vai ajudar a minimizar o problema é a chegada da terceira “pandemia tecnológica“: a blockchenização, quando iremos uberizar a uberização.

A Blockchenização será composta por ecossistemas uberizados, no qual cada participante terá um leque de opções para escolher muito maior. Não gostou de um, pula para outro.

Tem muita gente que luta para a volta do Velho Normal, critica o Novo Normal como se fosse definitivo e não enxerga o potencial do Pós-Novo Normal, que será a blockchenização.

Todos os movimentos do novo século nos levarão, com muita resistência, para a descentralização progressiva.

A Descentralização Progressiva é a única forma que o Sapiens inventou para sobreviver num mundo demograficamente cada vez mais complexo.

É isso, que dizes?

O tema da blockchenização e a da Descentralização Progressiva fazem parte da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro. Bora sair de Matrix? Faça como o Garibaldi Porto, mude a sua vida e tome a pílula vermelha.

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

A forma de pensar nossa carreira no Velho Normal era de continuidade.

A forma de pensar nossa carreira no Velho Normal era dentro de uma organização de outra pessoa e não dentro da nossa personal startup.

As regras de como a administração funcionava e gerava negócios estavam nos livros das universidades, hoje não estão mais.

Como disse ontem, temos um novo normal e um novo ritmo da normalidade muito mais acelerado.

É preciso para conviver nesse novo cenário uma proposta filosófica para lidar com um mundo “softwarizado“.

Num mundo softwarizado a cada dia algo tem uma nova versão, que precisa ser atualizada em algum lugar e você precisa conhecer e se adaptar a ela.

Estamos entrando na Normalidade Volátil, pois cada vez mais as coisas são software e não hardware.

Desenvolvemos o conceito de Certeza Provisória Razoável que é um forte instrumento do penar para uma Normalidade Volátil.

Na Certeza Provisória Razoável se decide hoje com o que se tem hoje e espera algo razoável amanhã que possa modificar o que é sempre provisório.

A Certeza Provisória Razoável é uma ferramenta filosófica fundamento num mundo que entra cada vez mais na Normalidade Volátil.

É isso, que dizes?

Os temas da Normalidade Volátil e da Certeza Provisória Razoável estão na QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Faça com Danúbio Fontoura e venha tomar a PÍLULA VERMELHA:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Existe uma diferença entre normal e normalidade.

O novo normal será o estabelecimento de novas regras de sobrevivência; a normalidade virá do novo ritmo das mudanças.

As novas regras se iniciam com a quebra do tempo e lugar, graças aos novos canais, que nos têm ajudado a minimizar a pandemia.

As novas regras se desdobram com a eliminação dos antigos modelos administrativos, graças à nova linguagem, que nos ajudará a superar as crises econômicas.

A nova normalidade, entretanto, é um misto de tudo isso: velocidade, volatilidade, adaptação, inovação permanente.

Há uma demanda em duas áreas para nos adaptarmos: do ponto de vista objetivo, aprender as novas regras. Do ponto de vista subjetivo, nos prepararmos para um normal mutante.

A Pandemia acelerou o novo normal que já era normal para muita gente. E outras tantas resistiam a ele.

Podemos dizer que estamos entrando num mundo da normalidade mutante.

É isso, que dizes?

O tema da nova normalidade será debatido na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Venha fazer parte da escola como o Garibaldi Porto:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Se os peixes pudessem falar e se perguntasse a eles o que era água, não saberiam responder.

Vivemos num “aquário”, cercado de normalidades para todos os lados com as quais nos habituamos.

A normalidade nos dá segurança e por isso a consideramos eterna, estrutural e não sujeita a mudanças conjunturais.

Quando há fatores externos, não conhecidos, que nos tiram da normalidade, entramos em um estágio de pânico, rejeição, medo, raiva.

Nossa subjetividade foi preparada para um grau incremental de mudança e não para mudanças mais radicais ou disruptivas muito rápidas.

Vivemos hoje duas pandemias em paralelo: a virótica e a tecnológica-midiática.

O coronavírus está matando pessoas e a Internet está matando empresas.

A Internet, mais do que empresas, está matando uma forma de resolver problemas: estamos saindo da gestão e indo para a uberização.

A Uberização nos permite resolver problemas complexos com menor custo e muito mais qualidade, mas exige uma nova forma de pensar os negócios.

O grande desafio pós-pandemia não é um novo normal fixo como antigamente, mas entender que a própria normalidade nunca mais será como antes.

A nova normalidade vai ser muito menos fixa, mas volátil, flexível, mutante e precisamos ajustar nossa subjetividade para viver nesse novo tipo de ambiente.

É isso, que dizes?

O tema da normalidade flexível faz parte da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro de 2020. Danúbio Fontoura:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Hoje, se fala muito de mudança e de convencer o outro a mudar.

Temos duas alternativas:

  • Mudança incremental;
  • E a disruptiva, que demandam ações diferentes.

Mas se liga nisso: mudanças incrementais ocorrem por convencimento; a disruptiva por atração.

Mudanças disruptivas necessitam alterações de percepções mais arraigadas e, por isso, geram impasses emocionais maiores.

Mudanças disruptivas geram negação, raiva, resistência e o processo de convencimento não funciona nestes casos.

Nas mudanças disruptivas a pessoa precisa decidir de dentro para fora que não dá mais para continuar do mesmo jeito.

Nas mudanças disruptivas muitas vezes é preciso deixar que a os fatos da vida colaborem com o processo.

As pessoas mais resistentes às mudanças disruptivas precisam aprender por conta própria que a mudança se tornou inevitável.

Pessoas que querem promover mudanças disruptivas devem, assim, apenas apresentar as alternativas e deixar que as pessoas chegue até elas.

Mudanças disruptivas não pedem convencimento, mas um processo de atração.

É isso, que dizes?

O processo de atração para a mudança disruptiva faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal.  Thereza Rodrigues já vai para a segunda temporada, que tal conhecê-la aqui dentro da escola?

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

O meu novo livro que ainda está na sua fase beta, pode ser comprado aqui:
https://www.bimodais.com.br/civ20

Tem esse título:

“Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?”

Vejamos a lógica do livro.

O Sapiens é a única espécie social que cresce demograficamente, inventando novas tecnologias.

Não desenvolvemos tecnologias por que gostamos, mas somos obrigados para poder sobreviver.

Além das tecnologias periféricas, somos obrigados a criar tecnologias centrais: as mídias, que nos permitem sofisticar nosso modelo de sobrevivência.

O que estamos fazendo neste novo século é, a partir das novas mídias, criando um modelo estrutural de sobrevivência muito mais sofisticado.

Os Ubers não são novos modelos de negócio, mas um novo Modelo Estrutural Administrativo, que nos permite resolver os problemas insolúveis do anterior.

Os Ubers conseguem entregar qualidade na quantidade e quantidade com qualidade: numa radical personalização de consumo.

Os Ubers se utilizam a Curadoria – modelo administrativo muito similar ao dos formigueiros.

Formigas não precisamo de líder-alfa, pois “curtem” os caminhos, numa “wazerização” que funciona há milênios.

A inovação que vai REALMENTE gerar valor no novo século estará ligada à uberização dos processos.

É isso, que dizes?

O tema da Uberização é central na QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal.

Veja o depoimento do Ramalho Medeiros, que estará conosco até dezembro:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
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Um dos grandes problema que temos tido neste novo século é a não compreensão da regra básica das mudanças.

Primeiro, você muda a forma de pensar e depois a de agir.

As pessoas querem hoje, diante do digital, mudar a forma de agir, mas sem mudar a de pensar.

Não pode funcionar.

Temos uma percepção da realidade que serve como mapa para tudo que fazemos. Se não mudar o mapa, não conseguimos mudar a rota.

Se continuarmos a fazer as mesmas coisas e os resultados começam a ser diferentes, é sinal de que o cenário mudou.

Se o cenário mudou e as ações perderam a eficácia, é preciso entender qual é o erro da nossa percepção.

Percebido o erro da percepção, iniciamos o processo de mudança na forma de agir.

O problema diante do digital é que a maior parte dos diagnósticos sobre o novo mundo é superficial.

Com a ânsia de vender consultoria, os especialistas de futuro inventam o termo que vende e não aquele que explica os fatos.

Nesse mar de confusão diante de um mundo com regras diferentes, as pessoas ficam cegas no meio do tiroteio digital.

A grande tendência educacional do século passado, não só no Brasil, mas no mundo, foi padronizadora.

Fomos estimulados, desde cedo, a não perceber que percebemos.

Quando se elimina a percepção da percepção se facilita o trabalho de padronização das pessoas, que passam a repetir tudo que se diz para elas.

O nosso dever de casa agora, diante de um mundo cada vez mais mutante, é perceber que percebemos, ponto inicial para se ter uma maior taxa de autonomia de pensamento.

Temos um trabalho individual e social de estimular a percepção da percepção, pois sem ela teremos grandes problemas de viver na nova Civilização 2.0.

É isso, que dizes?

O tema percepção da percepção faz parte da QUARTA IMERSÃO no Futurismo Competitivo Bimodal, que se inicia em julho e vai até dezembro. Veja o que diz o André Rodrigues Torres, que acaba de renovar seu passaporte para mais um semestre na Escola:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
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Dentro da “Pandemia Tecnológica” que estamos vivendo, desde a chegada do Digital, muitas coisas estão se alterando.

Nos últimos 50 anos a lista das 500 maiores empresas durava 65 anos. Hoje, não passa de 10.

A taxa de competição na sociedade subiu muito.

Podemos dizer que estamos saindo de um Ciclo Concentrador nos Negócios para um descentralizador.

Estamos saindo de uma fase do mercado de grandes empresas monopolizadas dentro de um mercado analógico.

No mercado analógico concentrado, a voz do cliente estava muito abafada.

Nestes momentos históricos de muita concentração, temos a difusão de um distúrbio , que podemos chamar de Umbiguismo Profissional.

O Umbiguismo Profissional se caracteriza pela fantasia momentânea que as empresas e os profissionais se servem do cliente e não servem ao cliente.

No Ciclo Concentrador dos Negócios, o cliente deixa de ser a principal referência das organizações e dos profissionais, pois a competição é baixa.

O Umbiguismo Profissional gera uma série de formas de sentir, pensar e agir, que precisam ser revisadas no Ciclo de Descentralização Digital.

É preciso deixar de dar “facada” nos clientes para estar “focados” no cliente.

Se o século passado analógico foi o das organizações, o atual, digital, é o do consumidor.

É preciso um trabalho filosófico e psicológico para entender e aprender a lidar com este mundo mais acelerado e competitivo.

É isso, que dizes?

O tema do Umbiguismo Profissional faz parte dos novos conceitos da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo, que vai de Julho a Dezembro, veja o que diz o Anderson da Silva Costa, que acaba de renovar o seu passaporte:

Mais detalhes aqui:
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A maior parte dos meus alunos lê muito mal. Leem demais e aproveitam pouco.

O problema da leitura profissional de baixa eficácia é a falta de uma bússola: ler para chegar aonde?

Quando falamos de leituras profissionais estamos lendo para resolver o problema de alguém.

A leitura profissional é diferente da leitura por lazer, quando lemos para atender apenas o nosso desejo.

Um PROFISSIONAL (em caixa alta) tem um problema-foco a ser resolvido para resolver a dor de alguém.

A leitura profissional, assim, é a leitura que se faz para o cliente e não para você.

Um profissional motivado é aquele que se apaixona por resolver da melhor forma possível o problema de seus clientes.

A leitura profissional precisa, assim, ser feita com determinado método para se ler aquilo que REALMENTE agrega.

Muita gente confunde leitura profissional com leitura de lazer e por hobbie: lê muito para seu próprio prazer sem se preocupar com o resultado.

Uma leitura profissional precisa, antes de tudo, que o leitor tenha:

  • um problema foco bem definido;
  • uma narrativa evolutiva de como pensa e age sobre o problema-foco;
  • que cada livro sirva para melhorar a narrativa evolutiva;
  • que será o critério de qualidade do mesmo, agregou mais ou menos à narrativa evolutiva?

O problema de uma leitura de baixa eficácia é justamente este: você não sabe por que e para quem está lendo!

Diria mais: só lê bem quem está, de alguma forma, escrevendo, mesmo que para si mesmo, o seu próprio livro.

É isso, que dizes?

O tema “pensar melhor e ler melhor” faz parte da QUARTA TEMPORADA dos Bimodais. Venha mergulhar em um mundo fora de Matrix. Veja o que a Zilea Barrilari, que acaba de renovar o passaporte disse da nossa escola:

Mais detalhes aqui:
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Digo muitas vezes em sala de aula que a sociedade do conhecimento é um conceito tóxico.

Conceitos tóxicos são aqueles que não espelham bem os fatos, a realidade.

Conceitos moldam a nossa forma de pensar e a nossa forma de pensar, molda a nossa forma de agir.

Se você acredita que estamos na sociedade do conhecimento, vai agir conforme esta percepção.

Se o diagnóstico “sociedade do conhecimento” é inadequado você vai lidar de forma equivocada com a realidade.

Vivemos graves problemas filosóficos, pois estamos terminando um longo ciclo civilizacional, no qual desaprendemos a pensar.

Acreditamos que os conceitos não são importantes. Não damos muita atenção a eles. Isso é sintoma claro de alta taxa de “Zecapagodismo“.

De maneira geral, nós procuramos conceitos para nos enquadrar na sociedade e não para recriar a sociedade!

A imprecisão conceitual é sintoma claro da incapacidade de refletir – sintoma claro de finais de épocas civilizacionais.

Hoje, é bem comum se criar conceitos que vendem e não aqueles que se aproximam dos fatos.

Hoje, é bem comum se criar conceitos para o Google e não para as pessoas que sofrem ao lidar com uma realidade desconhecida.

Conceitos são feitos para explicar as emoções e percepções que temos sobre os fatos.

Se você não se preocupa muito em conceituar os fatos, pode ter certeza que os fatos vão te mostrar o quanto você é ingênuo.

Conceituar e pensar fazem parte da mesma moeda. Se você não conceitua bem, sinto te dizer, você não pensa bem.

É isso, que dizes?

A busca incessante por conceitos consistentes é um dos nortes da Bimodais – Futurismo Competitivo, que entra agora na sua QUARTA IMERSÃO – veja o que diz o Fernando Potsch, que vai para o quarto semestre conosco:

Quer sair de Matrix? Vem:
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Muitos não entendem que o Uber não é um novo modelo de negócio, mas de administração.

No Uber, não há gerentes controlando a frota, mas algoritmos, que permitem a auto-avaliação de colaboradores e fornecedores.

Os Ubers são uma resposta a um mundo do sapiens muito mais povoado que precisa garantir qualidade na quantidade e vice-versa.

Vivemos ainda a primeira etapa da Uberização em Plataformas Centralizadas, o que dá a falsa impressão de um futuro mais centralizado.

O futuro, entretanto, aponta para a Descentralização Progressiva.

Os Ubers só serão descentralizados nas Plataformas Blockchenizadas, quando a Uberização vai chegar ao micro empresário.

A Blockchenização será a etapa mais disruptiva da Revolução Digital. Quem acha que as coisas estão mudando muito agora, pode apertar o cinto.

É isso, que dizes?

O tema da Blockchenização é um dos centrais da quarta imersão (julho a dezembro) na Bimodais – Futurismo Competitivo. Quer sair de Matrix? Vem tomar nossa pílula vermelha, veja o que diz o Alisson Andrade, que acaba de renovar seu passaporte:

Quer sair de Matrix? Vem:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Normal significa o que é usual, comum, natural.

No Antigo Normal se resistia a fazer várias coisas online, pois não era algo que estávamos acostumados.

O grande saldo filosófico da Pandemia é que começamos, de forma massiva, a perceber que as mídias são causadoras de “normalidades“.

A Pandemia é uma crise aguda (que nos obriga a mudanças rápidas e radicais).

A nova mídia é uma crise branda (que nos obriga a mudanças lentas mas também radicais).

Com  a Pandemia, passamos a nos aproveitar, de forma massiva e rápida, dos novos canais digitais, quebrando o tempo e lugar.

Os novos Canais Digitais atenuaram a crise da pandemia, mas não serão eles que vão nos ajudar a superar a crise econômica que virá.

A Pandemia demonstrou claramente que as relações econômicas terão que ser muito mais flexíveis do que são hoje.

Assim, o que estamos chamando de Novo Normal é apenas a Digitalização, que nos ajuda a atenuar o auge da crise da saúde.

O Pós Novo Normal será a uberização/blockchenização em massa.

É preciso tornar as relações econômicas muito mais flexíveis, pois ninguém vai investir com receio de ter que encarar uma nova pandemia pela frente.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e tomar todo dia uma pílula vermelha?
Venha para a quarta imersão da Bimodais – Futurismo Competitivo.
Veja o que diz o Flexa, que já está na sua quarta imersão:

Mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Toda Revolução Midiática Civilizacional vem para “matar” intermediadores.

Novas mídias permitem que criemos formas de intermediação mais sofisticadas.

Com o Digital, não estamos acabando com a intermediação, mas promovemos uma reintermediação mais sofisticada.

Os antigos intermediadores eram filhos da mídia que existia e agora estão perdendo lugar para os reintermediadores digitais.

Há dois movimentos distintos no processo de reintermediação: a operacional com a digitalização e a gerencial com a uberização.

A Digitalização é basicamente o uso de novos canais. E a Uberização é a massificação da nova Linguagem dos Rastros, similar a das formigas.

O Sapiens precisa deste novo século de cada vez mais flexibilidade e os antigos intermediadores analógicos estão atrapalhando.

A palavra de ordem do novo século é: flexibilidade para lidar melhor com o novo patamar de complexidade.

É isso, que dizes?

Se você quer entender o que DE FATO está ocorrendo, venha para a QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz o Lawrence, que está aqui desde a primeira imersão:

Mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Trans-formação é a passagem de uma formação para outra.

O que temos que nos perguntar é o seguinte:

Qual é a nova formação para que uma organização se torne competitiva neste novo século?

Estrategistas Digitais acreditam que basta colocar os produtos e serviços em sites e aplicativos e está tudo resolvido.

De maneira geral, as empresas estão promovendo a digitalização operacional, mas nunca a uberização gerencial.

Os gerentes não querem saber de uberização, pois é justamente eles que ficarão sem o emprego.

O lema da Transformação Digital é o seguinte: digitalizar pode, uberizar jamais!

E é este o grande paradoxo do novo século: quem precisa inovar, uberizando, é justamente aquele que perde o emprego se fizer isso.

A realidade é gritante: nenhuma organização tradicional conseguiu criar projetos para liderar o novo mercado uberizado.

Há espaço para os gerentes neste novo mundo, mas terão que reaprender a função: sair de controlador de pessoas para de algoritmos.

Tem muito espaço na nova locomotiva, mas a maioria dos atuais gestores tem optado por aceitar a triste sina de vagão.

É isso, que dizes?

Quer sair da Transformação Digital Rivotril, fique seis meses com a gente, tomando pílulas vermelhas todos os dias: de julho a dezembro, a QUARTA IMERSÃO DO FUTURISMO COMPETITIVO BIMODAL:

Veja o que o Léo pensa sobre as imersões, ele está indo para a quarta:

Mais detalhes aqui:

https://www.bimodais.com.br/assinatura

Na Era Digital temos uma Macro Ordem Espontânea, na qual demandas adormecidas foram acordadas por tecnologias “despertadoras”.

A Era Digital nos traz a mais disruptiva das mudanças administrativas que o sapiens já fez em toda a sua história!

Se você não entender que tudo que estamos fazendo neste momento são tentativas para superar a Macrocrise Demográfica, não poderá entender o futuro.

https://youtu.be/nxn14T30rkk

Disciplina é definida assim pelo dicionário: conduta que assegura o bem-estar dos indivíduos.

Disciplina é a capacidade de repetir diariamente atividades, mas existem dois tipos: a tóxica e a criativa.

A Disciplina Tóxica é aquela que você repete sem refletir nas atividades.

A Disciplina Criativa é aquela que você sempre agrega algo de novo a suas atividades, a partir da reflexão.

Todas as pessoas que conseguem colocar seus projetos para frente, de alguma forma, desenvolvem uma Disciplina Criativa.

Muita gente não consegue rimar disciplina com criatividade. Mas criatividade sem disciplina tende a não levar a muita coisa.

A Disciplina Tóxica, assim, se aproxima de um carrossel e a Disciplina Criativa de um espiral.

A Disciplina Criativa é a arte de a cada dia fazer algo um pouco diferente, melhor do que no dia anterior, num processo gradativo de melhoria contínua.

Não ter disciplina é algo tóxico. Ter Disciplina Carrossel, idem. A chave para sair do impasse é a Disciplina Criativa em Espiral.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix?

Faça uma imersão de seis meses no Futurismo Competitivo Bimodal!

Quem está por aqui, tá gostando.

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Empreender significa tirar qualquer intermediário entre você e o mercado. É você de frente para o cliente.

Hoje, somos educados para a mentalidade empregatícia: alguém entre você e o cliente.

A mentalidade empreendedora é aquela em que você aprende a servir a alguém diretamente.

Com o Digital, estamos vivendo a difícil passagem da mentalidade empregatícia para a empreendedora. Não tem sido fácil.

A educação tanto familiar como na escola é de preparar a pessoa para obedecer o chefe e não o cliente.

No Brasil e nos países latinos a educação empregatícia ainda é mais estimulada do que em países mais desenvolvidos.

No Brasil e nos países latinos, pais e mães educam os filhos para serem servidos e não servir.

Uma criança mimada, educada para só ser servida, terá muito mais dificuldade para empreender.

No Brasil e nos países latinos temos ainda os serviços das empregadas domésticas que aumentam a taxa de “mimação” da sociedade.

A pandemia tem impedido os serviços domésticos, o que tem sido bom para a mentalidade empreendedora.

Sou capaz de apostar que em países sem serviços domésticos a taxa de empreendedorismo é muito maior.

Jovens tendo que fazer serviços de casa OBRIGATORIAMENTE terá um efeito positivo na tão necessária mentalidade empreendedora do novo século.

É isso, que dizes?

Venha conhecer as nossas receitas para a mentalidade empreendedora do novo século.

Mergulhe durante seis meses no Futurismo Competitivo, na nossa quarta temporada.

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https://youtu.be/5-P3r5t0CUI

Negócios sempre são baseados em duas pernas reputação e confiança.

Não há negócio se não houver confiança e não há confiança se não houver reputação.

Todos os negócios são estruturados no que podemos chamar de Modelo Estrutural de Reputação.

O Modelo Estrutural de Reputação é baseado nas mídias de plantão. Mudou a mídia, mudou a forma como a reputação é criada.

No mundo pré-digital a reputação das organizações era centralizada, através das mídias eletrônicas.

A reputação, antes do Digital, era uma Reputação Eletrônica, que favorecia muito mais o marketing do que o boca-a-boca do pós-venda.

Como vemos abaixo:

Estamos saindo da Reputação Eletrônica (mais centralizada) para a Digital (mais distribuída).

Com a possibilidade da Reputação mais Distribuída (via estrelas, curtições) as portas se abriram para empresas menores.

Com o Digital, temos uma mudança estrutural na forma com a reputação é gerada!

A reputação das organizações, portanto, depende do tipo de mídia que temos disponível!

A perda de valor das organizações tradicionais se deve ao surgimento de uma nova forma de gerar reputação, que permitiu a concorrência de fornecedores menores.

Hoje o marketing pré-venda precisa ser parecido com o do pós-venda, algo que não era realidade no pré-digital.

É isso, que dizes?

Saia de Matrix! Faça um mergulho no Futurismo Competitivo. Fique seis meses na Bimodais na nossa imersão da quarta temporada, até dezembro.

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Vivemos hoje uma crise futurista.

https://youtu.be/MoJ5hjW7Vgw

Um Futurismo de qualidade passou a ser uma necessidade vital para as organizações, mesmos que elas não saibam disso AINDA.

O que praticamos hoje, de maneira geral, é um futurismo caixa baixa, de curto prazo, sem lógica e sem embasamento filosófico e teórico.

De maneira geral, o futurismo (caixa baixa) procura adivinhar quais tecnologias virão e não quais as mudanças que vão ocorre na sociedade, a partir delas.

Tecnologias abrem novos planetas humanos e compreender o que passaremos a poder fazer nestes planetas é o desafio do Futurismo.

Um Futurismo de qualidade procura entender quais as demandas reprimidas poderão “sair do armário“, quando chegam novas tecnologias.

  • Quais são as mudanças nas “regras do jogo”, a partir das novas tecnologias?
  • Quais são os riscos?
  • Quais são as oportunidades?

Vale clonar o provérbio chinês:

Quando uma tecnologia é lançada; o futurismo amador olha para ela e o futurista PRO para as mudanças que pode provocar.

É isso, que dizes?

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Quando falamos de futuro, temos diversos preconceitos, que precisam ser superados, vejamos.

1- o futuro é incerto – ou seja, não se pode prever nada, 100% incerto, o que é uma descrença na capacidade humana de projetar, de teorizar e de poder prever cenários.

O objetivo do futurismo é reduzir a taxa de incerteza, não acabar com ela.

2 – o futuro é feito de fenômenos inusitados – não se consegue se chegar na essência do fenômeno e procurar recorrências históricas para poder comparar com outros parecidos do passado.

O objetivo do futurismo é trabalhar com a essência adequada dos fenômenos para reduzir a taxa da incerteza.

3 – o futuro é temporal – ele chega para todos ao mesmo tempo, o que não é fato.

O objetivo do futurismo é conseguir enxergar áreas de futuro no presente, projetar estas áreas para as demais da sociedade.

A Pandemia que vivemos é resultado direta da Complexidade Demográfica Progressiva.

Vírus se tornam mais poderosos com grandes aglomerações de gente em que podem pular de um ecossistema para outro rapidamente.

Um dos principais problemas que vivemos neste novo século é a incompreensão de como o Sapiens resolve o problema da sobrevivência ao longo do tempo.

Quanto mais gente, mais complexidade. Quanto mais complexidade, mais as decisões vão se tornando mais e mais difíceis.

Por isso, é preciso descentralizar as decisões e flexibilizar as operações para que possamos lidar com mais qualidade na quantidade.

A grande macrotendência do novo século é a descentralização para promover a flexibilização.

Flexibilizar é tornar a sociedade mais maleável às mudanças, com mais ligeireza, agilidade.

Uma sociedade mais complexa é mais interdependente. Um fato isolado como uma epidemia local pode mudar a vida de todos muito rapidamente.

Eventos inusitados e frequentes pedem que as pessoas possam se adaptar a eles cada vez mais rapidamente. Por isso, a demanda por flexibilidade.

A Pandemia deixou claro que criamos uma sociedade para um mundo muito mais estável do que hoje e precisamos de uma mais flexível para lidar com mais instabilidade.

O que atrapalha a sociedade não é só o trabalho presencial, que pode ser feito a distância. Mas a carteira assinada, ao estilo brasileiro, que impede a flexibilização do trabalho.

É isso, que dizes?

A Flexibilização Progressiva é um dos temas de pesquisa da Bimodais – Futurismo Competitivo, venha conhecer nossos serviços:

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O principal problema que temos tido em relação ao futuro é não admitir que ele passou de certo para incerto. Certo?

Podemos dizer que até o final do século passado o futuro era muito mais certo do que é agora. Certo?

E cabe a pergunta: quando o futuro fica incerto o que podemos fazer para reduzir o risco de nos perder pelo caminho?

E temos que admitir é o seguinte: não é o futuro que está incerto, mas nossa forma de enxergar o futuro que precisa de ajuste.

As mudanças que estamos passando têm que ser consideradas “naturais“.

Elas são diferentes da forma que pensávamos nossa espécie, a sociedade. E é isso que é não está certo e não o futuro!

O futuro incerto é resultado de um movimento natural do sapiens pela sobrevivência, que não estava no nosso radar.

Nosso problema é: as pessoas querem entender o futuro, MAS não mudar uma vírgula como pensam a sociedade.

Sem uma revisão da nossa forma de pensar, nós não NENHUMA chance de entender o século XXI.

É isso, que dizes?

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Quando se fala em futuro, muita gente diz o seguinte:

Não podemos prever o futuro, mas criá-lo” – Peter Drucker.

Não concordo com isso.

Note que se um país passa de 30 para 210 milhões de brasileiros em 120 anos é possível dizer que é possível prever algo do futuro.

Neste país chamado Brasil de 210 milhões de pessoas era possível prever em 1900 de que neste ano em que chegássemos a esse tamanho de população querendo ou não, todos os dias teríamos que ter algo em torno de 630 milhões de pratos de comida.

Isso não é uma opção, nem um futuro que precisa ser criado, é previsível, pois está ligado à sobrevivência das pessoas.

Se não houver 630 milhões de pratos de comida, é possível prever que muita gente vai morrer de fome.

Em 1900, era possível também prever que se o Brasil chegasse a 630 milhões de pratos de comida uma série de melhorias na capacidade produtiva precisaria ser feita para alimentar todo esse povo.

Que tipo de melhorias poderia ser feita no país, isso poderia ser algo em aberto, mas não que deveria ser feito.

E caso não fosse, teríamos crise de fome.

Quando vamos analisar o futuro, é necessário pensar sempre nas coisas que são OBRIGATÓRIAS e não nas VOLUNTÁRIAS.

Tudo que é ligado à sobrevivência é obrigatório.

Por isso, decidimos aqui no Futurismo Bimodal adotar a Administração da Sobrevivência, pois se seguimos as demandas objetivas do sapiens é menor a chance de errarmos.

Tudo que se relaciona à sobrevivência é algo que terá que ser OBRIGATORIAMENTE tratado de alguma forma.

O que não é ligado a isso, pode ser opcional.

Sim, nós não podemos prever o futuro em muitos detalhes, mas podemos dizer que tudo que está ligado à sobrevivência terá impacto nesse futuro de alguma forma.

O que está aberto é o como vamos sobreviver.

Mas que vamos tentar sobreviver isso é líquido e certo.

É isso, que dizes?

 

 

 

Pessoas que são pessimistas sobre o futuro, em geral, não acreditam em ordens espontâneas.

Pessimistas, em geral, acreditam que existe uma sala secreta em algum lugar do planeta que tudo está sendo tramado.

A história nos mostra que foram as ordens espontâneas que trouxeram o Sapiens para um mundo de 8 bilhões de habitantes.

Não é uma Revolução Tecnológica, mas de Sobrevivência da espécie, que apenas se inicia com novas tecnologias midiáticas.

O grande objetivo da Revolução Digital é muito simples: aumentar as trocas voluntárias entre ex-desconhecidos.

Temos hoje novas mídias que nos permitem criar um Modelo Estrutural de Administração muito mais sofisticado do que o anterior.

A Era Digital é a mais disruptiva da história do Sapiens. Pela primeira vez, resolvemos adotar o modelo administrativo das formigas.

Formigas se auto-gerenciam, pois todas elas “curtem e descurtem” tudo que fazem e isso facilita a inteligência coletiva do formigueiro.

A mudança de mentalidade do Sapiens 1.0 para o 2.0 é gigantesca e é por isso, que estamos tendo tanta dificuldade de adaptação.

Você não sabe, mas o que mais necessita é de uma visão menos intoxicada para onde estamos indo e o que se deve fazer.

Este é o principal objetivo da Bimodais – Futurismo Competitivo: criar uma narrativa que o ajude a decidir hoje sobre o amanhã.

Venha conhecer nosso projeto.

É isso, que dizes?

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O que faz um Futurista? É um profissional que desenvolve a “tampa do quebra cabeça” do cenário futuro.

O Futurismo é uma atividade profissional de diagnóstico, tais como oncologistas e calculistas.

O Futurismo não é atividade profissional de projetos, tais como decoradores e arquitetos, que atendem os desejos do cliente.

Temos vários problemas no exercício profissional do Futurismo, tanto no Brasil quanto no mundo,

O Futurista NÃO diz aquilo que o seu cliente quer ouvir, mas aquilo que ele diagnosticou como cenário futuro.

E temos aí uma divisão importante entre as profissões:

Profissões Operadoras atendem os clientes, colocam limitações, mas o desejo do cliente é o guia.

Profissões Diagnosticadoras tem os fatos como guia e não o desejo dos clientes.

Os futuristas de plantão perderam a ética: ignoram fatos futuros para vender fantasias para os clientes.

Não temos hoje, com exceção da Bimodais, escolas futuristas no Brasil, que estão, de forma independente, criando diagnóstico sobre o amanhã.

Há forte demanda no país por futuristas que queiram desenvolver diagnóstico menos influenciado pelos medos dos clientes.

É isso, que dizes?

Se quiser fazer parte da nossa escola, veja nossos serviços:

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A sociedade humana é dividida em dois grupos: os quietos e os inquietos. Os quietos são mais da rotina e os inquietos dos desafios.

Organizações, em geral, não sabem que existem os inquietos e imaginam inovar “com todo mundo“.

Inovar exige que a pessoa emocionalmente goste da incerteza e intelectualmente tenha facilidade para a abstração.

A pessoa já vem para o mundo inquieta. É uma característica do DNA emocional/intelectual.

Projetos de inovação precisam de inquietos para começar, pois são aqueles que adoram mudança.

O principal erro de projetos de inovação é não separar os quietos dos inquietos.

Inovação é , antes de tudo, um desafio emocional.

Os quietos são ótimos para consolidar projetos inovadoras, mas NUNCA para começá-los!

Inquietos têm um emocional mais preparado para o risco e um intelecto que tem mais facilidade para a abstração.

O inquieto nasceu para inovar e precisa disso para se sentir feliz.

Um projeto inovação eficaz tem que ser capaz de criar métodos para descobrir os inquietos.

É preciso juntar os inquietos, dar a eles liberdade para inovar e, aos poucos, ir introduzindo um pouco de quietude para o projeto prosperar.

Por fim, os inquietos precisam de um norte, de uma boa narrativa para poder não se perder na inquietude.

O principal objetivo da Escola Bimodal é produzir um futurismo competitivo para inquietos. Se você é inquieto, vem que aqui é teu lugar.

Conheça os nossos serviços.

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Diferente das outras espécies, o Sapiens é diferente um do outro.

Lobos e formigas têm uma similaridade: sobrevivem da mesma maneira, não tem lobo vegetariano e nem formiga que gostas de picanha maturada.

Os animais têm uma baixa taxa de diversidade entre seus membros. E o Sapiens muito alta.

Cada novo sapiens traz consigo uma demanda por unidade de comida, mas uma unidade diversa, o que torna a complexidade muito mais exponencial.

O aumento demográfico do sapiens, portanto, gera um aumento exponencial de complexidade, pois cada pessoa terá demandas específicas.

Não há comparação com outras espécies.

É uma complexidade muito maior, devido a maior taxa de diversidade entre seus membros.

E aí temos algo interessante.

Quando temos aumentos demográficos, mas não conseguimos ferramentas para diversificar a produção é preciso padronizar.

Tivemos no século passado uma padronização, ou um estímulo a uma baixa taxa de diversidade, pois não tínhamos organizações que pudessem promover a diversificação de massa.

E é isso que promete o futuro: a Diversificação de Massa.

O que tivemos até aqui foi o gradual aumento da Padronização de Massa, com as mídias centralizadas e o final da era da Administração Sonora.

Na Padronização de Massa, um ciclo das Eras Civilizacionais, Se reduzirá a felicidade estrutural, incentivando mais a conjuntural, haverá aumento da taxa de emocionalismo, zecapagodismo, dogmatismo.

O objetivo é reduzir a autonomia e criatividade, que serão desestimuladas, para que se possa consumir de forma padronizada.

Se aceitar o padrão ao invés da diversidade.

A atual crise civilizacional é marcada por esse tipo de problema.

Reduzimos muito os “incentivadores individuais de diversidade” e quando entramos na nova civilização, com forte demanda de diversidade, as pessoas foram pegas despreparadas.

Quando temos uma revolução civilizacional o quadro acima se inverte, pois se abre a possibilidade da diversificação e se precisa de criatividade para se criar a nova era.

E se passa a exigir de forma muito rápida tudo aquilo que foi não estimulado.

Detalhe.

Estes movimento são espontâneos e não planejados, vão ocorrendo naturalmente na relação oferta/demanda.

É isso, que dizes?

A pergunta mais frequente que recebo dos alunos é: como convenço o outro que tem que mudar. Resposta: é impossível!

Ninguém muda ninguém de fora para dentro. A pessoa tem que se convencer que a sua vida vai melhorar com a mudança.

Valores criam hábitos. Hábitos criam rotinas. E rotinas criam compulsões emocionais que são difíceis de serem abandonadas.

Quanto mais incompreensível e rápida é a mudança, mais as compulsões pelos hábitos vão dificultar a mudança.

Vivemos neste início de século mudanças muito estranhas, que as pessoas não entendem e, por isso, têm dificuldade de mudar.

As pessoas hoje, quando se fala de inovação, topam qualquer coisa, desde que não se mude os hábitos.

É a famosa inovação Rivotril: inovar pode, não pode é mudar absolutamente nada!

O processo de mudança passa por:

  • ter uma explicação razoável por que estamos mudando;
  • apresentar algum benefício para a pessoa para fazer a mudança.

Mesmo com todo trabalho de convencimento “top 10″, há pessoas que não nasceram para mudar de hábitos.

Há por aí o que podemos chamar de “Síndrome da Orquestra do Titanic“, não importa o iceberg, o negócio é não parar de tocar.

Projetos de Inovação têm que deixar os “tocadores de orquestra do Titanic” para as fases posteriores, nunca nas iniciais.

São aqueles que vão passar o tempo todo lutando para não mudar de hábitos.

Gosto da frase e se encaixa bem aqui:

Ninguém acorda, quem finge dormir!

É isso, que dizes?

Conheça os projetos dos Bimodais:

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Porém, há uma limitação da Uberização, pois a diversidade vai aumentando e Ubers tendem à padronização. O que veremos a seguir é a Blockchenização, a Uberização da Uberização, quando haverá a massificação das Plataformas da Administração por Rastros.

Somos a única Tecnoespécie do planeta. Por causa disso, só o Sapiens pode mudar o Macro Modelo de Sobrevivência.

A sobrevivência da nossa espécie é baseada em uma “placa-mãe” midiática, que define todo o resto.

Estamos neste novo século alterando, mais uma vez, a “placa-mãe” do Sapiens, mudando a forma como nos administramos.

Nosso atual Macro Modelo de Sobrevivência é sonoro, similar ao dos lobos, que demanda um líder-alfa.

Todas as Organizações Tradicionais operam na Administração Sonora, que tem limitações para lidar com determinada complexidade.

Espécies Sonoras precisam de líderes-alfas, pois têm um problema de tempo e lugar.

O som não se propaga para muito longe e nem fica armazenado, o que impede que possam crescer demograficamente.

Formigas resolveram o problema da complexidade demográfica, através da Linguagem dos Rastros.

É a simulação da Linguagem dos Rastros das formigas, que permite que os Ubers sejam possíveis.

Os Ubers praticam a Administração por Rastros, que permite que se lide com uma complexidade demográfica muito maior.

Vamos imitar as formigas, pois aumentamos a população e precisamos agora um modelo de sobrevivência mais compatível.

É isso, que dizes?

O tema da Administração por Rastros faz parte do meu novo livro, que você pode degustar um pequeno trecho por aqui:

ACESSE A PARTE INICIAL DO NOVO LIVRO POR AQUI:
https://bit.ly/FORMDEGUSTA

Temos três grandes desafios neste início de século: superar a crise demográfica, filosófica e psicológica.

A crise demográfica se supera com os novos modelos administrativos mais flexíveis, dinâmicos e exponenciais.

A crise filosófica se supera com uma narrativa, que consiga reaprender o que o Sapiens é e como se adapta no tempo.

A crise psicológica se supera com uma revisão de como temos que nos adaptar para viver em uma nova Civilização.

O principal problema hoje é: não entendemos o que está ocorrendo e não sabemos como nos preparar para o que virá.

O principal diferencial competitivo hoje é ter a melhor explicação sobre o futuro e agir rápido, a partir dela.

É isso, que dizes?

Meu novo livro “Civilização 2.0 – por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas” aborda as três crises.

Você pode ter uma degustação do mesmo, por aqui:

https://bit.ly/FORMDEGUSTA

Sempre fui a favor de promover cursos nas plataformas que as pessoas estão acostumadas.

Isso começou em 1994 quando organizei meu primeiro curso utilizando o Eudora, um antigo leitor de e-mails.

Os Whatsapps (onde se inclui o Telegram) são ferramentas propícias ao aprendizado.

Os Whatsapps permitem que se crie um grupo (que podemos chamar de turma), na qual o instrutor pode responder as dúvidas por áudio.

Quando o instrutor responde a dúvida de um aluno, está simulando o que ocorre dentro de uma aula tradicional.

A outra vantagem dos Whatsapps é que o aluno pode assistir as aulas, fazer perguntas e ouvir as respostas do professor de onde estiver.

Mas outras plataformas fazer isso também, certo?

Porém, uma coisa bem diferente é você ter uma aula da mesma forma que conversa com seus amigos do que entrar numa plataforma.

Obviamente, que há cursos que exigem determinado tipo de material didático, questionário, que não se encaixam no modelo “Curso, via zap”.

Porém, acredito que temos uma ferramenta bem interessante para trabalhar o aprendizado e pode ser aproveitada por você, dependendo o curso.

Aqui na Bimodais, trabalhamos com o seguinte modelo:

  • vídeos não listados, só para acesso dos alunos, no Youtube;
  • formulários de perguntas no Google Drive;
  • resposta do instrutor num grupo do Whatsapp fechado.

O modelo tem funcionado bem.

Já entregamos mais de 250 certificados e tivemos avaliações sempre positivas dos alunos.

As avaliações podem ser vistas aqui:

https://www.bimodais.com.br/feedbacks-1

É isso, que dizes?

A pedidos, estamos relançando um curso que fiz no ano passado com bastante sucesso, por causa da pandemia.

“Criando cursos inovadores, via zap”.

Você pode obter mais informações aqui:

https://www.bimodais.com.br/cursosinovadores

A Civilização 2.0 nos trouxe uma sociedade baseada cada vez mais em telas.

As telas nos permitem muito mais flexibilidade, agilidade, mutação do que antes.

Temos hoje o surgimento de uma Tecnocultura cada vez mais adaptada ao conceito de desenvolvimento de software.

A sua vida, seja profissional ou pessoal, precisa ganhar o conceito de versões: 1.0, 2.0, 3.0.

Há a demanda de uma mente inovadora, que aprende, desaprende, aprende de novo.

A Inovação Permanente vai exigir que você perca o medo de errar. E a ideia de versões facilita muito isso.

Você traça um projeto novo, define um tempo específico para ele, avalia, melhora, aprimora e parte para uma nova etapa.

A vida como se fosse um software reduz a culpa, o medo de errar e te permite aprender com os erros.

É isso, que dizes?

O tema estará sendo debatido nas novas versões do meu novo livro “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas”.

Venha fazer parte do projeto, revisando, comentando e tendo seu nome como colaborador.

Mais detalhes aqui:

https://www.bimodais.com.br/narrativa

Começamos a nos preparar para viver no chamado Novo Normal, no qual cada pessoa terá muito mais autonomia.

O Sapiens vive Macro-Ciclos de Descentralização para que possamos lidar cada vez melhor com mais Complexidade Demográfica.

Nos grandes Macros Ciclos de Descentralização há a demanda de superar barreiras emocionais consideradas normais no passado.

No Antigo Normal uma determinada Taxa de Infantilização era competitiva, agora no Novo Normal, não mais.

No Novo Normal é preciso lidar com o Antigo Falso Adulto, infantilizado, que era o “comandante do navio”.

Os desafios emocionais em um mundo cada vez mais mutante são muito maiores do que num mais estável.

O Sapiens 2.0 terá que ter muito mais autonomia emocional do que o Sapiens 1.0.

O Sapiens 2.0 terá outro patamar de equilíbrio emocional do que o Sapiens 1.0.

Na Era Digital, as pessoas têm que filtrar muito mais informação e definir cada vez mais o seu caminho profissional.

Há uma série de questões éticas (sobre felicidade) e epistemológicas (de como nos relacionamos com a realidade) que precisam ser trabalhadas.

Vejamos a figura:

É isso, que dizes?

O tema dos desafios psicológicos para a nova Era está sendo tratado no meu novo livro “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas”.

Você pode comprar:

MAIS INFORMAÇÕES:
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Só existe uma forma de entender o novo século: compreender que vivemos mudanças Macro e não Micro Históricas.

O Sapiens está alterando o “tronco” da sua árvore da sobrevivência e não apenas os “galhos“.

Não é possível entender o novo século com uma visão do próprio século, mas de vários outros, quando fizemos coisas parecidas.

Estamos no Século XXI alterando nosso Modelo Estrutural de Sobrevivência.

E quando olhamos os séculos enxergamos o seguinte: quanto mais gente temos no planeta, mais temos que descentralizar as decisões.

O Sapiens tem uma essência, até aqui desconhecida, na direção da Descentralização Progressiva.

Podemos ter avanços e recuos regionais, mas todas as Zonas de Atração sempre irão na direção de cada vez mais descentralização.

A Curadoria, novo Modelo Estrutural de Sobrevivência do Sapiens, promete o maior ciclo descentralizar da Macro-História.

Estamos começando a experimentar a Administração por Rastros, que possibilita lidar melhor com o novo Patamar de Complexidade Demográfica.

Primeiro a Uberização e depois a Blockchenização irão modificar completamente a maneira que sobrevivemos.

É isso, que dizes?

O tema da Descentralização Progressiva aparece no meu novo livro “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?”.

Você pode comprar aqui?

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Ou me ajudar a revisar, por aqui:

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Todo mundo teve que passar pela ponte do reino das emoções infantis para se socializar no mundo da lógica adulta.

Nesta trajetória entre as emoções infantis e a lógica adulta sempre existe uma compartimentação.

A compartimentação é a divisão que todos temos entre emoções ilógicas infantis, pouco trabalhadas, que precisam de reflexão.

O problema é que tanto o que chamamos de criança e de adulto, muitas vezes, fazem parte do mesmo jogo emocional ilógico.

Nosso adulto não foi criado de dentro para fora, de forma reflexiva, mas é um contraponto dos traumas infantis.

A compartimentação precisa ser trabalhada por uma terceira pessoa: o “Eu Criativo“, que procura entender o jogo criança/adulto infantis.

A compartimentação num mundo menos inovador e criativo pode não ser um grande problema, pois os desafios emocionais são menores.

Porém, quando entramos num mundo em que a criatividade passa a ser algo fundamental, a compartimentação vai atrapalhar bastante.

Um adulto infantilizado tem dificuldade de encarar desafios maiores, de criar seu próprio caminho e isso agora é uma necessidade.

Se combate a compartimentação com o desenvolvimento do Eu Criativo, através de uma prática diária de auto-análise.

Você cria uma narrativa própria e cria com o tema ferramentas para evitar o jogo entre a tua criança e teu adulto ambos infantilizados.

É isso, que dizes?

A compartimentação é uma das novidades da 3ª edição do livro “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?”.

Você pode:

Comprar o livro:
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Ou participar ativamente da redação do mesmo:
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Bora?

Vivemos uma crise demográfica: um salto de 3 bilhões de pratos de comida/dia, em 1800, para 24 bilhões/dia, em 2020.

A segunda crise é filosófica: não entendemos bem a nossa espécie e o que costumamos fazer em momentos de crises demográficas.

Muito do que pensávamos sobre o Sapiens precisa ser revisto diante das mudanças que estão e vão ocorrer nesse século.

Uma Tecnoespécie como a nossa tem a capacidade de reinventar o modelo de sobrevivência – é a única no planeta que faz isso.

As mídias são o “tronco” do nosso modelo de sobrevivência e quando se alteram mudam toda a “árvore“.

O novo século só será compreendido se deixarmos de ser pessoas do nosso tempo e passarmos a pessoas de todos os tempos!

Com a Uberização, o Sapiens está experimentando, pela primeira vez, o Modelo de Sobrevivência das Formigas.

Formigas não têm líderes-alfas, pois decidem, através de rastros, em grandes comunidades distribuídas.

Os Ubers só são possíveis, pois simulam formigueiros, nos quais cada formiga que chega fiscaliza a outra que já estava e vice-versa.

É isso que dizes?

Essa nova visão sobre o Sapiens é a base do meu novo livro “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?” escrito e revisado pelos Pensadores Bimodais.

Estamos lançando hoje a 2ª edição, que você pode comprar aqui:

Mais detalhes:
Civilização 2.0 – Novo Livro! | BIMODAIS – FUTURISMO COMPETITIVO

Ou participe já da revisão da 3ª edição!

Redação Participativa no novo livro | BIMODAIS – FUTURISMO COMPETITIVO

De maneira geral, e é bom que seja assim, trabalhamos no cotidiano, na micro-história.

Nossa cabeça tende a funcionar para fatos, acontecimentos, pessoas na micro-história.

Temos, entretanto, diferentes tipos de fenômenos, que apresentam causa e consequência na meso ou na macro-história.

Uma Revolução Midiática é um fenômeno Macro-Histórico, que ocorre muito raramente.

Revoluções Midiáticas modificam estruturalmente nosso modelo de sobrevivência.

Revoluções Midiáticas são provocadas pelo aumento demográfico e visam permitir soluções de sobrevivência para uma nova complexidade.

Se analisarmos o século XXI com ferramentas da Micro-História vamos conseguir enxergar apenas a tromba, mas não o elefante.

Como vemos abaixo:

Se não houver a mudança de foco da micro para a macro história, a pessoa não entenderá o novo século.

É isso, que dizes?

O foco na Macro-História é o eixo da Narrativa Bimodal com nossa formação completa, que está em promoção na Pandemia.

Veja mais detalhes aqui no nosso site:
https://www.bimodais.com.br/completa

O principal erro que se comete ao analisar o futuro é não separar as novidades conjunturais das estruturais.

Há muitas novidades conjunturais que enchem os nossos olhos, mas não modificam para valer a civilização!

Um Futurista precisa saber olhar para as Macro Mudanças, as principais forças que estão agindo no novo século.

Vivemos hoje a ação de duas forças só visíveis na Macro-História: aumento demográfico + mudança de mídia.

As mídias são a placa-mãe da sociedade, quando mudam, alteram a forma estrutural de sobrevivência do Sapiens.

Vivemos hoje a mudança disruptiva da Linguagem de Sobrevivência Humana, saindo do modo-lobo para o das formigas.

O Modo de Sobrevivência Formiga é a base para que os Ubers possam ser criados.

A grande novidade do novo século serão as organizações sem gerentes, carteira assinada e controle de qualidade de serviços e produtos.

A Uberização, entretanto, é o começo da grande revolução administrativa, que terá a segunda rodada com a Blockchenização.

É isso que dizes?

Quer entender melhor o nosso ponto de vista?

Venha participar do projeto “Civilização 2.0: por que vamos imitar as formigas?”. Redação participativa do meu novo livro.

Saiba todos os detalhes no nosso site:
https://www.bimodais.com.br/narrativa

Terminei esta semana os comentários do livro “Quem Esta No Comando?” de Ori Brafman e Rod A. Beckstrom. Os autores promovem mergulho sobre modelos centralizados e descentralizados de organizações.

Brafman e Beckstrom falam do AA, dos terroristas, do Napster e dos Apaches – todos modelos descentralizados de organizações.

O interessante no livro “Quem está no comando?” é a criação da lei: estruturas descentralizas de administração sempre levam vantagem.

Brafman e Beckstrom, entretanto, não percebem a influência demográfica nos modelos de centralização e descentralização.

Quanto mais se aumenta a complexidade, em “organizações sonoras“, mais há necessidade de centralização.

Organizações descentralizadas sonoras têm uma limitação de número de membros.

Organizações descentralizadas sonoras têm uma FORTE e enraizada filosofia para que a distribuição das decisões seja possível.

Até a chegada da Uberização, o Sapiens praticava apenas a descentralização organizacional sonora (dos lobos).

Com a Uberização, o Sapiens passa a praticar a descentralização organizacional por Rastros (das formigas).

Organizações por rastros rompem com a barreira numérica do passado: podem praticar a descentralização de massa.

O livro de Brafman e Beckstrom tem vários insights interessantes, mas ainda está longe de entender o que ocorre.

É o típico livro que percebe bem os sintomas, mas não chega a conceitos mais interessantes, muito menos numa narrativa.

Aliás, não se propõe a isso, apenas colocar para fora uma visão parcial e interessante do mundo digital.

Agradeço e os coloco dentro da bibliografia da Escola pelos insights que possibilita.

É isso, que dizes?

O livro “Quem Esta No Comando?” faz parte da terceira temporada das Leituras Bimodais, que você ainda pode participar

Veja mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/leiturasbimodais

Estamos saindo de uma fase de alta para baixa concentração da informação: um processo radical de descentralização.

As pessoas não foram preparadas para filtrar informação, mas consumir direto sem discutir.

Nós não percebemos que percebemos. Não dialogamos com a nossa percepção. E isso nos torna pouco criativos.

O diálogo interno é algo que precisa ser estimulado em um ambiente social com taxa de inovação muito mais alta.

Não temos que sair da caixa, mas passar o tempo todo aprendendo e negociando com nossa caixa!

O diálogo interno é uma espécie de inventário regular para conhecer e lidar melhor com nossas fraquezas e fortalezas.

Uma vida mais significativa é uma constante negociação entre nosso potencial versus nossos distúrbios emocionais.

A capacidade de estabelecer um diálogo interno será um diferencial competitivo no novo século – quanto mais cedo começar melhor!

É isso, que dizes?

O tema diálogo interno estará na 3ª edição do livro “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?”.

Você pode participar da produção coletiva do livro, veja mais detalhes por aqui:

Veja os detalhes no site dos Bimodais:
https://www.bimodais.com.br/narrativa

A pandemia 2020 é uma espécie de disco voador que pousou no planeta: nos fez parar para pensar na espécie.

O foco “Sapiens” já estava evidente com o sucesso do livro do Harari.

De maneira geral, as ciências sobre os humanos não abordam o Sapiens como espécie, mas apenas aspectos parciais.

A pandemia nos faz lembrar que somos uma espécie sujeita a problemas globais para os quais, muitas vezes, não temos ainda solução.

Temos a demanda hoje de uma nova ciência que consiga explicar movimentos macro-históricos.

Temos trabalhado na Bimodais com a Antropologia da Sobrevivência, uma ciência que analisa os macro-movimentos de mudança da espécie.

A Antropologia da Sobrevivência analisa apenas as macro-mudanças da espécie: novas mídias e novas Eras Civilizacionais.

Não conseguimos entender o que está ocorrendo hoje, justamente por falta de uma Ciência dedicada a esse tipo de fenômeno civilizacional.

A Pandemia 2020 é um típico sintoma da Macro Crise Civilizacional, fruto do aumento demográfico dos últimos 220 anos.

Sem a Antropologia da Sobrevivência, ou algo parecido, continuaremos analisando o novo século de forma histérica e não reflexiva.

O livro “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?” é o primeiro livro produzido na Bimodais já sob o guarda-chuva da Antropologia da Sobrevivência.

Todas as bases da nova ciência já podem ser vistas ali.

É isso, que dizes?

LEIA DIRETO O
“CIVILIZAÇÃO 2.0: POR QUE ESTAMOS SENDO OBRIGADOS A IMITAR AS FORMIGAS?”
NO GOOGLE DRIVE:
https://www.bimodais.com.br/civ20

Conheça mais como participar da produção do livro:
https://www.bimodais.com.br/narrativa

Aprender e preservar o passado é fundamental para a espécie. Por causa dele, estamos aqui.

Porém, em momentos de mudança de Era como estamos passando, o apego compulsivo ao passado é um distúrbio a ser combatido.

A pessoa passa a defender o passado de uma forma compulsiva, pois não tem ferramentas emocionais para lidar com o futuro.

A compulsão ao passado é percebida pela incapacidade de ter que abrir mão da rotina, hábitos e valores.

A pessoa passa do apego saudável ao passado ao distúrbio: uma incapacidade de se adaptar ao novo.

E quanto mais novo, diferente, disruptivo é o futuro, como agora, mais se agrava à compulsão ao passado.

Neste momento algumas ferramentas terapêuticas são importantes, a primeira delas é admitir que tem o distúrbio

O futuro não é um inimigo a ser combatido. Se está sendo adotado há uma série de virtudes que outros estão vendo nele.

A compulsão ao passado não pode ser combatida de fora para dentro: a pessoa tem que , de dentro para fora, querer mudar.

Não basta querer abraçar qualquer futuro, mas uma narrativa sobre ele mais consistente e eficaz.

Você precisa também Ferramentas Epistemológicas mais consistentes para que possa superar esse distúrbio.

É isso, que dizes?

É o que estamos tentado criar no novo livro da Bimodais “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?”.

Um projeto que você, inclusive, pode participar, revisando o texto, veja como abaixo

O LINK PARA PARTICIPAR DO GRUPO QUE VAI AJUDAR NA SEGUNDA EDIÇÃO É ESTE:
https://sun.eduzz.com/340117

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

Me mande um zap: 21996086422″Nepô, quero ser bimodal!”
Veja todos os detalhes aqui:
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Quando se discute educação o papo é aprendizado a distância. Isso é o primeiro passo, mas o futuro aponta para outra direção!

O que vai mudar RADICALMENTE o aprendizado é a chegada da Validação Distribuída, o BlockEdu.

Hoje, o que temos é a Validação Centralizada do aprendizado. No Brasil, o MEC valida escolas, que validam professores. Isso vai acabar!

O que virá no lugar é a Validação Distribuída (BlockEdu) que é a passagem da validação do MEC/Escolas para os aprendizes.

Como vemos na figura abaixo:

O Futuro da Educação será dominado pelo modelo Waze: quem está na frente aprendendo dá a dica do que é bom para quem vem depois.

O critério do que é qualidade educacional não será mais definido por um centro, mas pela interação permanente entre professores e aprendizes.

O debate hoje no Brasil sobre currículo mínimo, máximo, isso ou aquilo, não fará o menor sentido para nossos netos.

Educadores 2.0 vão criar Ecossistemas, ao estilo Blockchain, para garantir a qualidade do auto-gerenciamento, não da Educação.

O grande objetivo do Aprendizado 2.0 é garantir qualidade distribuída na quantidade distribuída e vice-versa.

Temos duas fortes razões para não debater o tema do futuro do aprendizado adequadamente: muito dogmatismo e medo atroz de perda de poder.

É isso, que dizes?

O tema “Aprendizado na Civilização 2.0” faz parte do livro que estou escrevendo, junto com meus alunos “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas”.

Te convido para participar do projeto, veja detalhes abaixo:

O LINK PARA PARTICIPAR DO GRUPO QUE VAI AJUDAR NA SEGUNDA EDIÇÃO É ESTE:
https://sun.eduzz.com/340117

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Significado é apontar o real sentido de algo.

Vida significativa é a procura de algo a mais, que dê sentido ao fato de estarmos vivos.

Sobreviver é continuar vivos. Viver é colocar algo que dê um norte para a sobrevivência, algo a mais.

O sentido da vida não é fixo. É ir sentindo o que faz sentido, na relação entre nós e os fatos.

Uma vida significativa é muito mais um espiral do que um carrossel.

Quando estamos em um espiral, não passamos nunca pelo mesmo ponto, ao dar a volta.

Por isso, estamos sempre conhecendo novos sentimentos, sofisticando a nossa existência.

Por isso, não há a possibilidade de uma vida significativa sem o desenvolvimento de uma progressiva e rotineira narrativa pessoal.

A narrativa pessoal te permite avaliar os diferentes estágios da jornada e aprender com as novas posições do espiral.

O espiral criativo torna o jogo da vida cada vez mais sofisticado. E exige contato constante com as fraquezas e as fortalezas.

Uma vida significativa pede que você versione as etapas: 1.0, 2.0, pois os erros da versão passada é como aprendizado para a nova com menos culpa.

Viver é aprender.

Uma vida significativa é um aprendizado contínuo na direção daquilo que você definiu como teus nortes.

Num mundo mais inovador, com menos empregos e mais empreendedorismo, vai aumentar a demanda por vidas mais significativas.

É isso, que dizes?

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Zecapagodismo pode ser definido pela incapacidade de refletir sobre os inputs que chegam até você.

Vivemos o fim de uma Era Civilizacional com grande concentração de informação, fator que dispara a taxa de Zecapagodismo.

No surto de Zecapagodismo pessoas refletem pouco sobre as emoções. Não conseguem criar narrativa própria.

No Zecapagodismo, quanto mais as pessoas leem, menos entendem e mais ficam confusas, pois falta uma narrativa-estruturante.

No Zecapagodismo, as pessoas batem palma de pé para propagandas, acreditando que estão ouvindo teorias.

O Zecapagodismo se combate com processo progressivo da capacidade transformar emoções em narrativas mais lógicas.

É na Epistemologia – ramo da filosofia dedicado ao conhecimento – que alguém que sofre de Zecapagodismo minimizará o problema.

É isso, que dizes?

O tema do Zecapagodismo é tratado no meu novo livro.

LEIA DIRETO NO GOOGLE DRIVE:
CIVILIZAÇÃO 2.0: POR QUE ESTAMOS SENDO OBRIGADOS A IMITAR AS FORMIGAS?


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“Nepô, quero ser bimodal!”
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https://youtu.be/t4mDuyRSeDM

Quando Thomas Malthus (1766 – 1834) defendeu a ideia de que o aumento populacional gerava crises não estava errado.

O equívoco foi considerar que aumentar a população nos levaria a crises insolúveis.

O Sapiens é a única espécie social, que pode crescer demograficamente, mas tem que pagar o preço da inovação obrigatória para fazer isso.

Nossa Tecnoespécie é obrigada a criar tecnologias periféricas e centrais para poder sobreviver melhor.

E em alguns momentos, como agora na Pandemia, nos deparamos com um déficit entre a Complexidade Demográfica e a Tecnocultura disponível.

Mais gente, mais aglomeração, mais contato, vírus mais potentes, necessidade de novas tecnologias para evitar as Pandemias.

O problema, entretanto, não é só na saúde, mas principalmente na Economia.

Num mundo com oito bilhões, sujeito às pandemias seriais, tem que ter modelo econômico muito mais flexível do que o atual.

Na Civilização 2.0 teremos, dentro em breve, a Uberização de Massa, com a chegada da Blockchenização.

A Pandemia 2020 será o principal incentivo para o avanço da Civilização 2.0.

O Sapiens não tem a opção de não inovar.

Quando não inovamos para valer o preço é alto: tanto na saúde, quanto na economia.

O tema da Crise Demográfica é central no meu novo livro “Civilização 2.0.

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Felicidade – estado de uma consciência satisfeita.

A felicidade é o tema principal da ética na filosofia.

Ser feliz é um objetivo de cada ser humano. E isso implica dois tipos de felicidade: a conjuntural e a estrutural.

A Felicidade Conjuntural é a do cotidiano, a da sexta-feira. A Estrutural é a do projeto de vida, a da segunda-feira.

De maneira geral, nós apostamos muito mais na felicidade conjuntural do que na estrutural.

A felicidade conjuntural é do Zecapagodismo: deixa a vida me levar para onde ela quer.

A felicidade estrutural exige que você estabeleça um diálogo interno para conhecer as tuas fraquezas e fortalezas.

A felicidade estrutural exige que você tenha um projeto de vida.

A felicidade estrutural exige que você crie o hábito de dialogar constantemente com você.

A felicidade estrutural exige que você reflita sobre as emoções, aumentando a sua capacidade lógica de pensar sua vida.

O tema Felicidade Estrutural faz parte da Ética Bimodal, um dos itens que está presente na segunda edição do livro: “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?”.

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Hoje quando se fala em Transformação Digital parece que todo mundo pensa do mesmo jeito.

Temos a fantasia de diagnóstico único sobre qual é o melhor método para permitir a competição neste novo século.

Note que em outras atividades fora do Digital há sempre escolas de pensamento distintas: na psicologia, na educação, na economia.

Há uma pasteurização do pensamento sobre o mundo Digital, que é extremamente nociva para toda a sociedade.

Escolas de Pensamento são grupos de pessoas que se reúnem, pois pensam parecido sobre determinado fenômeno/problema.

A Bimodais parte dos conceitos diferenciados dos Canadenses sobre as mídias e, a partir daí, temos um diagnóstico bem distinto.

A Bimodais acredita que a atual revolução civilizacional é maior da história do sapiens.

Estamos com o Digital mudando, pela primeira vez, de forma disruptiva, nosso modelo estrutural de sobrevivência.

Estamos saindo do modo-lobo de sobreviver para o modo-formiga, como vemos nos Ubers.

Toda a nossa forma de ver o digital tem agora um texto, chamado de Texto Progressivo, feito de forma participativa, via Google Drive.

Lá, você pode conhecer nossa forma de pensar e sugestões para pessoas, profissionais e organizações competirem neste novo século.

Quer ler?

Por aqui:

LEIA DIRETO NO GOOGLE DRIVE:
CIVILIZAÇÃO 2.0: POR QUE ESTAMOS SENDO OBRIGADOS A IMITAR AS FORMIGAS?
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“Nepô, quero ser bimodal!”

Quando pergunto em sala de aula para os meus alunos o que é realidade, há uma confusão generalizada.

As pessoas, de maneira geral, não param para pensar sobre a sua relação com a realidade.

Todo mundo engoliu, sem água, o “Zecapagodismo” de que é preciso sair da caixa.

As pessoas não precisam sair da caixa, mas OLHAR para a caixa!

O primeiro passo para pensar melhor é ter consciência que temos uma percepção, que fica entre o EU e a REALIDADE.

Há quatro etapas necessárias para refletir melhor: se emocionar, perceber, conceituar e, por fim, narrar.

Há duas narrativas:

  • A individual – aquela em que gira em torno de problemas que podemos resolver;
  • A coletiva – aquela que temos que entender para poder nos posicionar para sobreviver melhor.

A Narrativa, base fundamental para um pensamento mais eficaz, é uma organização dos conceitos.

Quem narra com mais reflexão, pensa melhor e vice-versa.

Esta maneira de pensar e agir está descrita na Parte I – Epistemologia Bimodal, do meu novo livro “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?”.

Acesso ao texto no Google Drive:

Por aqui: https://sun.eduzz.com/347192

Que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

A atual Pandemia demonstrou claramente o vácuo entre uma espécie de oito bilhões de habitantes e nosso atual estágio de Tecnocultura.

Quanto mais uma Tecnoespécie, como a nossa cresce, mais precisamos sofisticar nossa Tecnocultura!

Vejamos a figura:

Mais gente significa necessariamente problemas novos, que nunca tivemos antes, nessa dimensão, como a atual Pandemia.

Os outros Déficits Tecnoculturais que temos não são tão agudos como a atual Pandemia, mas estão aí.

Num país como o Brasil, que cresceu sete vezes em 220 anos, as filas para tudo são Déficits Tecnoculturais latentes.

O principal problema hoje é a TOTAL incompreensão de como a nossa espécie realmente é e como nos adaptamos ao longo do tempo.

Nosso desafio hoje é compreender que o Déficit Tecnocultural já pode ser superado com mas novas tecnologias criadas.

A Revolução Digital é um movimento sistêmico de sobrevivência, que visa promover o ajuste Tecnocultural necessário.

Como vemos na figura abaixo:

Podemos agora, depois do Digital, transformar Déficit em Inovação. É preciso mudança na forma de pensar e agir diante da nova Tecnocultura.

Bora acelerar isso?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

A atual Pandemia demonstra o desequilíbrio do nosso modelo de sobrevivência: muita gente para pouca flexibilidade!

Espécies Sociais com complexidade de bilhões precisam de um modelo estrutural de sobrevivência muito mais distribuído.

Nosso atual modelo estrutural de sobrevivência faliu!

Somos uma espécie que tem um modelo de sobrevivência dos lobos e uma quantidade de membros de um formigueiro!

Todas as mudanças que iremos promover nas próximas décadas irá na direção da descentralização das decisões.

Faremos a descentralização progressiva neste novo século, através de três etapas: digitalização, uberização e blockchenização.

Os conflitos sociais, políticos e econômicos terão os seguintes lados: os defensores do modelo-lobo e os do modelo-formiga.

A espécie está trocando, pela primeira vez, a placa-mãe passando do modelo mamífero para o dos insetos.

Isso implica em algumas mudanças:

  • entender o que está se passando;
  • compreender a nova forma de sobreviver de forma mais flexível e com mais responsabilidade individual;
  • começar a preparar os jovens adequadamente para usufruir do novo modelo;
  • e desfrutar do mesmo.

Assistimos a maior mudança no modelo de sobrevivência promovida pelo Sapiens em toda a sua longa macro-história.

É bom conhecer para se aproveitar das oportunidades e reduzir os riscos.

Os detalhes conto no meu novo livro que está sendo em pré-lançamento digital semana que vem.

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Grupos de bate papo são para jogar conversa fora, passar o tempo.

Grupos com foco têm um foco comum: pensar ou agir de forma diferente.

Nos grupos com foco é necessário um trabalho de moderação de uma ou mais pessoas para não se perder o rumo.

Se não há um objetivo bem definido e jornadas, com prazos, isso fica mais difícil.

As pessoas gostam de conversar, de bater papo, ainda mais no Brasil, e quando se vê o grupo de foco, vira grupo de bar.

Por isso, é interessante criar dois grupos bem definidos: o do foco e o do bar, deixando claro o papel de cada um deles.

No grupo de foco tem que se definir as regras para que os debates se tornem algo concreto.

Debate –> prazo –> algo concreto.

Seja um documento, um projeto, qualquer coisa, mas é importante que se tenha uma meta para se possa manter o foco.

O Whatsapp, apesar de ainda ser mais popular no Brasil, não tem tantas opções de moderação como o Telegram.

Utilizar grupos a distância, via Whatsapp, para grupos de foco exige muita metodologia e educação dos membros.

É um desafio interessante e necessário em tempos de Pandemia.

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Uberização é sinônimo de Curadoria, uma nova forma estrutural do Sapiens de administração.

A Gestão é baseada em sons e a Curadoria é estruturada em rastros.

Rastros permitem que haja uma horizontalização da validação de consumo.

Na Gestão, cada novo “motorista de táxi na praça” vai exigir algum tipo de fiscalização central.

Na Curadoria, a fiscalização é toda transferida para o consumidor. Quanto mais consumidores, mais fiscais!

Assim, a Gestão é um modelo de administração que tem um teto de motoristas fiscalizáveis, coisa que a a Curadoria não tem.

A Curadoria é uma adaptação do modelo de sobrevivência das formigas, que permite escalar a quantidade com qualidade.

Na Uberização (Curadoria) quanto mais passageiros e motoristas tiverem, mais fiscais se terá, sempre reequilibrando o ambiente.

O que temos na Curadoria é uma Validação Distribuída que é superior em termos de administração da antiga Validação Centralizada da Gestão.

O Uber é um modelo de negócios da Curadoria, assim como o Youtube, o Airbnb.

As aplicações da Uberização na sociedade são infinitas e permitem que superemos o antigo problema da qualidade na quantidade.

O problema psicológico que temos hoje é de que Uberizar significa a passagem de poder dos dos validadores centrais para os distribuídos.

No fundo, o que vamos assistir neste século é a migração do Modelo de Sobrevivência do Sapiens dos Lobos para o das Formigas.

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