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É comum em momentos de mudanças, de novos fenômenos se confundir a parte pelo todo.

Existe a metáfora clássica dos cegos e do elefante, cada um definindo o animal pela parte que consegue tocar e ninguém observa de cima para afirmar: é um elefante!

Imaginemos um terremoto que abala uma região e se desdobra numa tsunami em outra.

O terremoto é a causa e a tsunami – a consequência.

Não podemos afirmar que estamos vivendo um fenômeno de Tsunamis, mas terremotos que provocam tsunamis.

Um sistema de alertas mais eficaz será aquele que analisa terremotos e as respectivas possibilidades de tsunamis em diferentes locais. E não de tsunamis isoladamente.

A indústria é o lugar da cadeia produtiva responsável por transformar matérias primas em produtos físicos.

Toda vez que a sociedade tem Revoluções Midiáticas (terremotos) há Revoluções Industriais agregadas (tsunamis).

A Revolução Midiática é a causa principal – o ponto de inflexão do antigo para o novo século – da Era Analógica para a Digital.

A mídia é a Revolução Maior, macro, o terremoto.

E temos sub-revoluções, que vão, como tsunamis, aparecendo em diversos setores, a saber: nos negócios (produtos e serviços), na política, na religião, na educação, no entretenimento, na economia, etc.

O problema que temos hoje e o livro de Klaus Schwab “Quarta Revolução Industrial” é exemplo disso é procurar definir o novo século pela tsunami e não pelo terremoto.

Se ele se limitasse a tentar entender as mudanças industriais sem extrapolar, ok seria muito mais útil do que tentar explicar o novo século apenas pelo fenômeno industrial – a parte pelo todo.

É isso, que dizes?

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Veja o depoimento dos nossos formandos:

Estamos saindo de um século em que a diversidade humana foi massacrada por incapacidade produtiva.

Explico.

Tivemos um boom demográfico e tivemos que massificar e verticalizar a produção para atender as novas demandas de cada vez mais gente.

A principal vítima foi a diversidade humana.

Entenda diversidade como taxa elevada de personalização e autonomia individual.

A chegada do digital veio promover esse equilíbrio, num movimento macro sistêmico recorrente do sapiens na direção do aumento da taxa de autonomia individual.

Qual é a nossa situação hoje de maneira geral (atesto isso pelos meus alunos)?

Vivemos o que podemos chamar de Zecapagodismo, a vida nos leva, o rabo cotidiano balança o nosso cachorro.

(O Zecapagodismo é o Matrix abrasileirado.)

Desenvolvemos aqui na Escola um mapa da percepção que nos mostra o seguinte. Uma pessoa fora de Matrix tem esse mapa:

Uma pessoa em Matrix tem esse:

Note que entre a realidade e a identidade deve existir uma instância intermediária de análise, aonde estão os dados, as informações e o conhecimento para que eu possa decidir o que é mais adequado para a minha felicidade.

Quando se fala, por exemplo, em “sair da caixa” para inovar, na verdade, o que está se dizendo verdadeiramente é:

É necessário olhar para a sua percepção para que a realidade e a identidade não estejam coladas e você possa ampliar a sua capacidade de escolha fora do que determinaram de como você deve pensar e agir.

Sair de Matrix é assumir a sua autonomia diante da percepção que foi herdada, da qual você não tem consciência!

Nós precisamos, se quisermos sair desse estado zumbi, assumir que temos uma percepção individual, que está a serviço de dois objetivos principais:

  • permitir que possamos sobreviver e pagar nossas contas (felicidade conjuntural);
  • e que esse ato de sobrevivência possa também nos permitir existir dentro da nossa diversidade (felicidade estrutural).

O que faz parte da sabedoria existencial, ou da equação individual que cada pessoa, querendo ou não, tem que ir resolvendo ao longo da vida.

Matrix, assim, não é um lugar, é um posicionamento diante da vida.

Assumimos, ou não, a nossa sobrevivência e nossa existência.

Tomar a pílula vermelha é um exercício diário.

Só por hoje quero lutar para ser o mais eu possível.

É isso, que dizes?

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Veja o depoimento dos nossos formandos:

O livro do senhor Klaus precisa de ajustes.

Já disse aqui que a Revolução Industrial é uma sub-revolução, mais um dos tantos impactos da Revolução Midiática que veio antes e tem efeito maior na sociedade.

Revoluções midiáticas permitem “surtos de inovação” em diversas áreas, que impactam o setor industrial.

A Quarta Revolução Industrial do ponto de vista exclusivo de um Industrial, faz sentido, mas não como referência para toda a sociedade.

Vejamos a base da tese do Klaus:

Pela lógica, o que podemos entender é que há um forte impacto no ambiente industrial quando temos novas Tecnologias de Automação, de Energia e de Transporte, que permite a criação de novas Macro Metodologias Industriais.

Assim, é preciso incorporar TODAS as tecnologias de forma integrada para enxergar melhor o fenômeno da sub-revolução industrial, que estamos chamando de Quarta:

  • Podemos entender Tecnologias de Automação Industrial pela chegada de tecnologias que são capazes de substituir a força humana (seja física ou cognitiva) para aumentar a capacidade produtiva;
  • Podemos entender Tecnologias de Energia, aquelas que permitem operar novas máquinas industrias, a partir de novas forças da natureza que foram dominadas;
  • Podemos entender Tecnologias de Transporte, aquelas que permitem novas formas de circulação de matérias-primas e produtos;
  • Podemos entender Macro Metodologias Industrias, aquelas que conseguem unir as novas tecnologias que se massificam para aumentar a capacidade produtiva.

Assim, o que podemos afirmar, numa primeira análise é que uma Revolução Industrial é possível ser caracterizada quando temos tecnologias radicais ou disruptivas na automação industrial, na energia e no transporte, que permitem criar novas Metodologias Industriais de produção.

Vejamos um quadro mais adequado para a Quarta Revolução Industrial:

Note, que o diferencial até a terceira revolução industrial era o aspecto energético, que perde de importância para o surgimento do novo modelo de automação cognitiva, com a chegada dos robôs.

A Automação Cognitiva 1.0 permitiu a produção de vários produtos, os carros são os mais lembrados e agora se sofistica com o avanço da Inteligência Artificial.

Assim, além do surgimento de novas energias, transporte, o grande diferencial é o surgimento da Automação Cognitiva 2.0, com a Inteligência Artificial.

Por fim, volto a repetir, quando falamos de Revolução Industrial, temos que entender que a inovação na Indústria não é a causa de várias fenômenos que estamos passando na política, educação, na mudança de hábitos dos consumidores.

O Uber não pode ser explicado pela lógica da Quarta Revolução Industrial, por exemplo, nem o Youtube.

Não é, portanto, o epicentro da mudança, mas mais uma Sub-Revolução entre várias outras, que precisa ser colocada dentro do contexto.

Uma reflexão aberta, entretanto, é o quanto a Uberização vai tomar conta da indústria, com a descentralização da produção em grande plataformas.

Mas isso falamos mais adiante.

É isso, que dizes?

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:
https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157340715398631


LINKS DAS OUTRAS LIVES:

https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

RESUMOS DAS LIVES ANTERIORES:

O FUTURO DA POLÍTICA: DESCENTRALIZAÇÃO DE PODER

VENHA FAZER O CURSO!

https://www.bimodais.com.br/pagina-de-produto/o-futuro-da-pol%C3%ADtica-descentraliza%C3%A7%C3%A3o-de-poder

O pessoal gosta de um conceito MIMIMI.

Agora o papo é que a sua empresa tem que ser exponencial.

Não existe nenhuma empresa exponencial em si, mas é exponencial em relação a outra que é menos ou mais exponencial em termos de resultados, conquista de clientes, expansão em determinado período de tempo.

O que temos no mercado hoje são dois modelos de comando e controle, algo típico em Revoluções Midiáticas Civilizacionais:

  • A Gestão Analógica – controle da qualidade pelos gerentes, carteira assinada e sede de tijolo com ativos);
  • A Curadoria Digital – controle da qualidade pela comunidade de consumo, via algorítimos e estrelinhas, fim da carteira assinada e plataformas digitais sem ativos físicos.

Podemos dizer, assim, que a forma de comando e controle da Curadoria Digital é mais exponencial, pois consegue resolver o grande impasse da Gestão Analógica: conseguir qualidade na quantidade e quantidade com qualidade.

O grande problema que temos hoje na chamada Transformação para o Digital é a compreensão que temos a seguinte ordem de mudanças:

  • Chegada da nova mídia – uma nova “placa-mãe” na qual já “roda” o novo “sistema operacional” administrativo que chamamos Curadoria Digital, criando líderes em todos os setores;
  • Chegada da novo “sistema operacional” – em que temos nova forma de comando e controle bem mais horizontal e distribuída;
  • Chegada de novas “aplicativos” – novos modelos de negócio, que rodam sobre o novo sistema operacional, que podemos chamar de Ubers, dentro de um grande processo de “Uberização”.

O que é exponencial, portanto, não são novas tecnologias, mas a nova, inovadora e inusitada forma de comando e controle, mais compatível com o gosto, forma de pensar e agir da nova geração.

Tenho apostado como Futurista que todas as empresas líderes de mercado nas próximas décadas praticarão a nova forma de comando e controle da Curadoria Digital Ascendente, ficando a Gestão Analógica Decadente como refúgio dos mais velhos e dos tecnofóbicos.

É isso, que dizes?

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Veja o depoimento dos nossos formandos:

Já dissemos que não é Transformação Digital, mas de Controle.

Os clientes, aqueles que mantêm as organizações vivas, estão aderindo a organizações, que têm nova forma de controle.

Sai o gerente e entra o curador, aquele que permite que Comunidades de Consumo possam se auto-gerir pelas estrelinhas.

Não é uma discussão sobre inovação, tecnologia, mas de competitividade.

Uma organização saudável é aquela que ganha e mantém clientes e não os perde ou tem boa chance de perder num futuro próximo.

A realidade é que o digital estabelece uma nova forma de comando e controle e esta nova forma que torna uma organização exponencial – ponto.

Uma Transformação para o Digital é a capacidade de abandonar o antigo modelo de controle para um novo.

Superar barreiras psicológicas, em alguns passos:

  • entender a VERDADEIRA mudança;
  • criar ferramentas para que se possa proceder a desintoxicação;
  • e, por fim, criar novas organizações, de forma bimodal, com duas frentes para poder se manter competitiva.

As técnicas de desintoxicação exigem que se trabalhe:

  • com mentes mais inquietas, que gostam do desafio;
  • que possam trabalhar em ambiente separado sem a intoxicação do antigo modelo;
  • por atos voluntários daqueles que conseguem perceber valor existencial nesse tipo de jornada.

O desafio não é dos mais simples, mas é preciso dar o primeiro passo: tenho um problema (estou perdendo clientes) e preciso encarar de frente este problema.

É isso, que dizes?

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Veja o depoimento dos nossos formandos:

Temos discutido muito aqui na Escola uma forma de ajudar profissionais e organizações a lidar melhor com o mundo digital.

O mapa abaixo é fruto dos nossos debates, que mostra como a sociedade está caminhando depois da chegada da nova “placa-mãe” (as mídias).


Segundo nosso primeiro filósofo-guia da escola, Marshall McLuhan, quando muda a mídia TODA a sociedade se modifica.

Vejamos a figura:

O primeiro passo para iniciar a jornada é a constatação de que vivemos uma Revolução Midiática Civilizacional – que é o epicentro das mudanças.

Não é uma Revolução Industrial, uma Revolução Cultural, Revolução de Consciência, mas Fenômeno Social Recorrente do Sapiens: chegada de uma nova mídia, em função do aumento demográfico.

Um ajustes nos ambientes de comunicação e administração para que o sapiens possa viver melhor com o novo patamar de complexidade.

Isso já ocorreu antes e, segundo Pierre Lévy, nosso segundo Filósofo-guia, permite um outro olhar mais eficaz sobre a história humana.

Vejamos:

Podemos dizer, assim, que a Civilização Humana está “trocando de placa-mãe”.

A nova placa-mãe provoca:

  • horizontalização das relações por causa dos novos canais de comunicação e de informação;
  • o surgimento de nova forma administrativa (uberização), a partir da nova linguagem dos rastros digitais (estrelinhas, etc);
  • Tudo isso se resume em uma nova forma de comando e controle mais horizontal, mais aberta, mais descentralizada – bem diferente da que estamos acostumados.

O grande desafio da Transformação Digital, portanto, é se adaptar à nova forma de comando e controle.

Os Ubers não tem mais carteira assinada, não tem tijolo, não tem cartão de ponto, mesas, locais, não se responsabilizam pela qualidade dos produtos e serviços.

Estamos “matando” o modelo dos gerentes das empresas de tijolo, local e hora para um inovador curador, que opera algoritmos dentro de plataformas digitais.

Clientes e novos competidores estão, com alegria e entusiasmo, se libertar das amarras do modelo passado.

É profunda e difícil mudança na forma de sentir e de pensar, pois é disruptiva de como encaramos a sociedade em todos os aspectos, pois a Linguagem dos Rastros Digitais, pela primeira vez na história, elimina a necessidade do líder-alfa, como vemos na tabela abaixo.

Tudo caminha, assim, para o novo modelo de comando e controle: os negócios, a política, a economia, a religião, a educação, a ciência, etc.

A partir disso, começam as experiências concretas desse novo mindset de controle Curador em novas organizações, que passam a fazer a diferença no mercado.

Anote: é o novo modelo de comando e controle que permite escalar e ser exponencial e não as tenologias!!!

Profissionais e organizações que querem superar a atual crise de migração da placa-mãe antiga para a nova precisam entender que:

Na Transformação Digital não estamos vivendo um problema tecnológico, mas psicológico.

E é preciso:

  • Saber, antes de tudo, o que precisa exatamente ser alterado;
  • E depois: utilizar técnicas continuadas de desintoxicação, de mudança profundas de mindset para que o velho modelo não passe o tempo todo boicotando o novo.

É isso, que dizes?

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As reflexões sobre o mundo digital têm amadurecido no tempo, de forma muito lenta, mas têm.

O conceito da Quarta Revolução Industrial não deixa de ser um avanço nessa direção, ainda parcial, mas é.

Existe uma Revolução Industrial? Sim, existe, mas não é o centro é um sub-centro, um pedaço da revolução.

Quem tentar centrar por aí vai ver o futuro de forma nublada!

É o que faz, entretanto, infelizmente, nosso amigo Klaus Schwab no livro “Quarta Revolução Industrial”.

Podemos fazer a seguinte divisão na tentativa de entender o fenômeno da revolução digital:

  • Fenômeno Social Único – o digital é um fenômeno único, nunca ocorreu nada parecido antes;
  • Fenômeno Social Recorrente Industrial – que aparece agora com a ideia da Quarta Revolução Industrial, entre outras três do século XVIII em diante;
  • Fenômeno Social Recorrente Midiático– que aparece com a escola canadense, que abrange apenas fatos de toda a história humana (gestos, oralidade, escrita e digital).

Na verdade, quando analisamos o que aqui na escola chamamos de Labirinto Digital, temos antes de entrar no labirinto duas escolhas entre as opções “Fenômeno Social Recorrente” para escolher o campo de estudo.

Estamos diante de que tipo de fenômeno?

  • industrial? (e aí a a tese da revolução industrial como locomotiva)
  • ou midiático? (e aí a tese de revolução industrial como vagão e a locomotiva é a mídia).

Isso faz grande diferença do que deve ser feito para competir nesse novo mundo.

Note que revoluções industriais citadas não alteraram a forma de como o ser humano interage, se comunica e se informa e principalmente exerce o comando e controle.

Olha-se só no escuro para o rabo do elefante e começa a chamá-lo de cavalo.

Revolução Industrial como locomotiva é é restrita, pois há um epicentro midiático que tem ondas que atinge a todos os setores, economia, educação, política, energia, transporte e também o industrial.

A Revolução da Indústria é uma sub-revolução e não o epicentro!

Pega-se uma parte do fenômeno que é verdadeira (vagão) – mudanças industriais – e se toma como o todo (como se fosse a locomotiva).

Para que a tese da Quarta Revolução Industrial como epicentro das mudanças fizesse sentido, haveria que:

  • aplicar a mesma para toda a história da humanidade e não só para o início do século XVIII;
  • ou explicar por que não se inclui a revolução agrícola como uma revolução econômica, por exemplo, ampliando o termo de industrial para econômica.

Porém, as mudanças na sociedade têm alterado não só a indústria, mas a política, a educação, os jovens, algo que não ocorreu nas outras revoluções do mesmo tipo.

Está se comparando tomate com kiwi.

Vivemos uma Revolução Midiática, que é a locomotiva, como tivemos a oralidade, a escrita manuscrita e impressa, que desencadeiam outras revoluções, incluindo as industriais.

Por fim, o conceito da Quarta Revolução Industrial é um avanço, mas tem que ser visto de forma setorial e não global como vários autores sugere, incluindo nosso amigo Klaus.

É isso, que dizes?

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Veja o depoimento dos nossos formandos,

A quarta revolução industrial pode robotizar a humanidade” – pg.114. “A revolução industrial pode ser divisionista e desumana” pg.14 – do livro “A Quarta Revolução Industrial” de Klaus Schwab.

As duas frases expressam uma forma estereotipada de pensar o papel das tecnologias na sociedade.

Este conceito que podemos chamar de Tecnologias com Ideologia própria nos remete a ideia de que a humanidade mora numa casa e as tecnologias do lado de fora num canil.

E aí alguém chega lá, olha para dentro do canil, e diz: “cuidado com aqueles pitbulls que vocês estão criando, pois podem te morder”.

Pitbulls são seres vivos que não são humanos – tecnologias são parte da espécie humana, estão dentro e em torno de nós.

Nós somos tecnologias vivas, cercado de humanidade por todos os lados.

Não há uma casa e um canil, mas uma tecnoespécie que incorpora tecnologias na sua jornada e as civiliza no tempo.

Imaginar que há tecnologias desumanas é o mesmo que imaginar que há latidos descachorrados

Se olharmos para o passado nada foi mais radical e assustador do que o domínio da energia nuclear e a possibilidade de jogarmos bombas atômicas por aí.

Imagino que muitos Schwabs lançaram centenas de livros iguais a este.

Certamente, muitos pensadores da época – com a ideia de tecnologias ideológicas – previram que “a era nuclear pode destruir a humanidade” bem como que “pode ser divisionista e desumana”.

Se é tecnologia não tem como ser “desumana”, pois não é feita por uma outra espécie, de outro planeta, mesmo que seja por um grupo específico de pessoas, aquelas pessoas são pessoas e são humanas.

Tecnologias – todas elas – são fenômenos humanos e coletivos, pois precisam de grupos de pessoas para criá-las e desenvolvê-las. E usá-las de diferentes maneiras que serão de alguma forma civilizadas para que tenham limites.

Tecnologias não saem por aí explodindo-se atomicamente.

Elas surgem, têm um período de estranhamento (no qual perfis de pensadores no estilo Schwab assustam todo mundo para defender determinado tipo de ideologia) – e depois se tornam invisíveis mais adiante, reguladas pela lógica humana de alguma forma.

Mais um exemplo?

Aviões foram criados para transportar passageiros, depois se usou nas guerras e até para destruir as torres gêmeas.

Não podemos dizer que há um uso desumano dos aviões nas guerras, mas uso humano dos aviões de diferentes maneiras, regulados pela sociedade.

Assim como tivemos os tacapes, as flechas, as espadas, os revólveres, etc.

A ideia de Klaus Schwab é de que vivemos uma encruzilhada, na qual haverá um caminho na direção de tecnologias humanas “que podem nos levar a uma nova consciência coletiva e moral, baseada em um senso de destino comum”, pg 114.

E um outro caminho “que robotizará a humanidade e comprometerá nossas fontes tradicionais de significado – trabalho, comunidade, família e identidade” – pg 114.

O que temos aqui é uma visão centralizadora do mundo, no qual se vê uma disputa política de poder em que temos “homens maus” e “homens bons” que vão escolher um lado o outro do futuro.

E aí se cria um tal de Fórum Econômico Mundial, do qual é um dos fundadores, que vai “guiar” a humanidade contra diversos perigos, incluindo este da robotização.

Schwab, assim, transforma tecnologia em ideologia – na qual existe um caminho do bem (aquele que ele defende) e o do mal (aqueles que não concordam com seu pensamento) .

Esse tipo de visão – de uma entidade central responsável pelo destino da humanidade – é algo que lembra bem os discursos coletivistas no século passado, de um centro redentor que sabe o caminho versus a visão pró-indivíduo da ordem espontânea.

Neste último, não se tem receio de que cada indivíduo exerça a sua liberdade, pois é no somatório destas liberdades, na interação espontânea, que o ser humano consegue prosperidade e paz, civilizando, inclusive as tecnologias.

Evitando o caminho de um centro redentor que sabe o melhor caminho paras todos.

É isso, que dizes?

Estamos olhando para os dedos e não para o que eles apontam.

Ou seja, para as tecnologias e não para o que realmente está se alterando na sociedade, nos clientes e nas organizações: a forma de controle.

Descobrimos novas leis sobre a espécie humana fundamentais para que possamos compreender  o novo século. Demandas humanas que usam as tecnologias para serem alcançadas.

São elas:

  • somos uma tecnoespécie midiática – mudaram as mídias e as tecnologias, mudou a espécie;
  • por sermos tecnoespécie podemos aumentar a população gradativamente de forma progressiva – somos a única espécie que pode fazer isso;
  • quando aumentamos a população, precisamos refazer os modelos de comunicação e administração para viver melhor, através de revoluções midiáticas-administrativas civilizacionais;
  • e os novos modelos de administração e comunicação nos levam para a descentralização do controle para que a espécie possa lidar melhor com a complexidade.

Assim, a macrotendência que estamos vivendo neste novo século é a criação de diferentes níveis de recontrole, ou de reintermediação dos processos administrativos/negócios, a partir das possibilidades que as novas tecnologias digitais oferecem.

Fizemos um estudo aqui na escola bimodal de quatro zonas aonde estão os clientes, na qual as organizações que prestam serviço controlam da seguinte forma os negócios:

  • Analógica – controle sobre qualidade, pessoas, produtos e serviços;
  • Digital – controle igual, mas com a reintermediação de consumo, liberando o local e hora para as transações (Ex. caixa eletrônico);
  • Curadoria 1.0 – repasse do controle de qualidade, pessoas, produtos e serviços para a comunidade de consumo dentro de plataformas digitais ainda centralizadas (Ex. Uber);
  • Curadoria 2.0 – repasse do controle de qualidade, pessoas, produtos e serviços à comunidade de consumo dentro de plataformas digitais distribuídas (em processo lento de maturação).

Organizações, assim, não devem olhar para as tecnologias, mas para aquilo que elas permitem na criação de novas Zonas de Consumo com diferentes modelos de controle.

As Zonas de Consumo são ambientes administrativos, com mais ou menos controle, nos quais os consumidores – com diferente níveis de maturidade digital – vão optando pela oferta de antigas e novas organizações.

A grande dificuldade que as organizações tradicionais estão sofrendo é que estão FORTEMENTE INTOXICADAS pelo DNA de Controle Analógico..

Podemos dizer que incrustado na  “alma do negócio” está o controle analógico.

E fica se transitando em procurar todo tipo de subterfúgios para evitar a mudança do DNA de Controle do Analógico para o Digital, deste para a Curadoria 1.0 e desta para a 2.0.

Tudo depende da maturidade dos clientes, dos concorrentes e das tecnologias já disponíveis em cada caso, que permitem criar novas Zonas de Consumo.

Os clientes, por outro lado, querem mais e mais liberdade para fazer – por si só – cada vez mais coisas.

Portanto, quando se falar em Transformação Digital entenda que estamos tratando da Transformação do Controle dos Negócios.

Detalhe uma mudança de controle não incremental, mas disruptiva.

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RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157323556458631

Outro MIMIMI que hoje faz sucesso nos eventos da Cracolândia Digital (palestras e seminários vazias de conceitos que se multiplicam por aí) é o tal do foco no cliente.

Negócios são feitos para atender clientes, isso é o be-a-bá de uma organização.

Porém, quando se falava de clientes no século passado era um passivo e não ativo. Um cliente que tinha poucas opções no mercado – um cliente acomodado.

Vivíamos em um mercado analógico, presencial, temporal, que não era baseado em telas, plataformas, celulares, que a cada ano permitem mais coisas.

Tudo se “telou” rapidamente.

Organizações Tradicionais, entretanto, se viciaram no controle e estão com raiva e resistindo a esse novo ambiente de negócios.

Querem ainda o controle que tinha no passado.

Controle do tempo e lugar. Dos produtos e serviços. Controle sobre mercados. Controle sobre as pessoas. Controle sobre os consumidores. Controle sobre a qualidade.

Estão vivendo o luto do controle perdido.

Do nada, rapidamente, houve uma revolta dos clientes, dos concorrentes – e isso não é mais exceção é regra – há um descontrole e um recontrole em novas bases.

As organizações precisam, então, aprender com os clientes, mas elas não querem ir para onde os clientes estão indo, mas continuar – com a sua antiga filosofia de controle a querer definir para onde os clientes deveriam ir.

Houve uma inversão nítida e clara – as organizações eram mais inovadoras que os clientes e agora, no digital, são os clientes que são mais inovadores que as organizações.

Organizações têm que colocar a sandália da humildade e aprender com os clientes. Porém, isso não tem ocorrido.

A diferença agora está na capacidade de aprender com os clientes – não é, portanto, foco no cliente, é aprender com o cliente, desaprendendo e sabendo jogar fora o que está ficando – para os clientes – obsoleto.

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Estamos há uns bons meses tentando entender o cenário digital num espaço de debate da Escola Bimodal, que chamamos grupo de consolidação e desintoxicação.

O formando faz o módulo e depois passa um período debatendo assuntos correlatos, provocados por áudios diários que eu produzo e publico.

Uma primeira conclusão que chegamos para analisar o cenário é deixar de olhar para as tecnologias e focar tudo no cliente e as organizações que os conseguem atender nesse novo ambiente.

E passamos a procurar zonas distintas aplicadas a um setor específico bem conhecido que é o da televisão, em particular a Globo, vejamos abaixo:

Note que conseguimos identificar quatro áreas distintas: Analógica, Digital, Curadoria 1.0 e Curadoria 2.0.

Se a Globo imaginar o futuro terá que perceber que JÁ ESTÁ perdendo clientes para a digitalização do Netflix, que consegue mais adesão que o Google Play e perde também para a Curadoria 1.0 do Youtube.

Não é uma suposição, mas um fato concreto, está perdendo competitividade a olhos vistos por não conseguir criar projetos que acompanhem o desejo dos seus clientes.

Está focada no seu umbigo (antigo modelo de administração/negócios) e não no cliente.

É possível ainda na tabela perceber que o próprio Youtube (que já tem 2,2 bilhões de usuários) terá pela frente o desafio da Curadoria 2.0, que poderá utilizar novas tecnologias para fazer um ambiente de vídeo sem um centro controlador como é hoje.

O Youtube é Curadoria 1.0, pois não controla o acervo, mas define as regras dos algoritmos, criando vários descontentamentos principalmente dos fornecedores, que consideram que ganham pouco pelo anúncio que é colocado no vídeo monetizado

Ao focar no cliente e não nas tecnologias, conseguimos trabalhar no que é mais importante para a competitividade: projetos que conseguiram atrair clientes e estão gerando valor e tirando dos concorrentes que vão estacionando em zonas anteriores.

O mapa baliza bem o desafio que uma organização tradicional tem pela frente – seja em qualquer setor, incluindo as digitais, no caso do Youtube.

O mapa pode ser adaptado em qualquer setor.

É isso, que dizes?

Participaram deste debate (nem todos concordam com o resultado final): integrantes do grupo Bimodal Master 1, 2 e 3, em especial Leonardo Almeida, Lawrence Chung Koo, Andréa Schoch, Fernando Potsch, Leandro Dornelas Sampaio Andrade,  Rodrigo Marques, David Bruno, Paula Caputo, Josuel Gomes, Roberto Simão, Leandro Piccoli,  Auxiliadora Padilha, Marcelo Pacheco, Bárbara Hartz,  Augusto Borella, Flexa Ribeiro, Danubio Fontoura, Renato Azevedo Sant’Anna, Renan Gaeta.

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As pessoas precisam de bússolas para viver em tempestades.

E por falta de uma melhor, se agarram na primeira que aparece.

E, como temos ainda muito mais Cabeça de Manada do que de Indivíduos Autônomos, repetimos conceito vazios sem refletir sobre ele para parecer que estamos “por dentro”.

Vuca é um exemplo de um conceito MUITO FRACO, que não explica nada, mas que consegue gerar dinheiro para muito palestrante “da moda”.

Vejamos.

VUCA – Volatilidade, a Incerteza (o u vem de uncertainty), Complexidade e Ambiguidade.

Isso não é, em absoluto, a análise do novo século.

Vuca é a sensação que as pessoas têm do novo século e não uma descrição do mesmo.

Vou repetir: eu sinto algo volátil, incerto, complexo e ambíguo, não defino nada do que está ocorrendo e digo que isso é o mundo?

Meu aluno pode entrar em sala de aula e dizer:

“Nepô, estou completamente VUCA”.

E eu vou explicar para ele coisas sobre esse novo século para ele ao final dizer:

“Nossa agora a sensação VUCA passou”.

O ser humano sempre teve diante do mundo uma certa Vucacidade.

Pode perguntar para qualquer filósofo.

Uma bússola que nos guia para o futuro, entretanto, para tem que superar essa sensação Vuca.

Tem que identificar um ponto de inflexão, a partir do qual um determinado ambiente estável se tornou instável e todos começaram a sentir o aumento da taxa da sensação VUCA.

Enquanto esse ponto de bifurcação não for encontrado e qual é a motivação das forças que passaram a agir na sociedade, a bússola estará quebrada e a Vucacidade não vai passar.

Uma melhor definição – muito melhor do que o papinho Vuca MIMIMI, é dizer que o mundo atualmente é apenas Digital.

Já foi oral, já foi escrito manuscrito, já foi escrito impresso e agora é digital, pois como sugere McLuhan (mudou a mídia, mudou a sociedade) e Pierre Lévy (mudou a mídia, temos nova era civilizacional).

(McLuhan e Lévy todos os dias de manhã fazem muito bem para essa sensação Vuca ir passando com o tempo.)

Na nossa visão aqui da Escola Bimodal, vivemos a chegada de uma nova Era Midiática-Administrativa, pois estamos alterando a mídia (placa-mãe da sociedade) sobre a qual rodam todos os sistemas operacionais: da educação, passando pela política e os negócios.

Tudo isso motivado pelo vertiginoso aumento demográfico dos últimos 200 anos, que nos empurra obrigatoriamente para a macro inovação civilizacional.

Isso é o Homo Tecno Midiático Demográfico Sapiens – com toda a sua Vucacidade.

Nestes momentos de mudança disruptiva da placa-mãe da espécie (não é a primeira vez) há uma sensação de incerteza, de perplexidade, de angústia, de volatilidade – ficamos vuquinhas da vida.

Tivemos o aumento radical da complexidade objetiva, que já existia, pois já éramos 7 bilhões antes do digital, acrescido de complexidade subjetiva, que estava no armário e passou a sair com a abundância da informação.

Quanto mais fontes de informação temos, mas diverso vai ficando o mundo do sapiens.

O conceito “mundo Vuca” é típico MIMIMI de um mercado intoxicado e perdido no meio de uma tempestade, que não se consegue diagnosticar.

Espero que você que anda me lendo e já está perto da nossa Zona Voluntária de Desintoxicação Continuada não me venha com Vucacidades.

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Como explicar a crise no Uber?

Digamos que começa a aparecer os primeiros sinais dos limites da Curadoria 1.0.

(Já havia ocorrido, entre outros casos de protesto, algo parecido na Estante Virtual há tempos atrás – está no meu último livro.)

Note que com a Uberização houve avanço e sofisticação administrativa do atual modelo.

Saltamos da obsoleta Gestão (líder-alfa, carteira assinada e controle direto da qualidade dos produtos e serviços) para a promissora Curadoria (sem líder-alfa, sem carteira assinada e controle indireto da qualidade dos produtos e serviços, via rastros dos fornecedores/clientes em plataformas de consumo).

A disruptiva passagem da Gestão para a Curadoria, entretanto, está ainda na primeira fase – não pode ser vista como uma foto, mas como um filme.

Temos ainda muitos limites tecnoculturais para que o processo possa avançar para o que vamos chamar de Curadoria 2.0, mais próximo do Ambiente Tecnocultural do Blockchain.

O problema dos Ubers (onde se inclui Estante Virtual, Airbnb, Mercado Livre, etc) é de incapacidade de criar canais de comunicação entre o centro – que ainda guarda muito de Gestão com o ambiente distribuído da Curadoria.

Há um choque cultural no ambiente o velho ainda bem intoxicado com o novo que pede passagem.

(Em algum aspecto no futuro, quando olharmos para trás, veremos o Uber muito mais como uma Gestoria – um mix ainda dos dois modelos.)

Os motoristas do Uber querem mais atenção, ser ouvidos e participar mais das decisões da Plataforma e questionar alguns pontos – o que é justo, porém impossível de se tornar viável.

O Uber não tem capacidade de promover esse diálogo – mesmo que queira.

A Curadoria vem justamente se utilizar da Linguagem dos Rastros (nova linguagem humana) que elimina a antiga conversa oral/escrita, que se tornou impraticável em larga escala com um mundo de 7 bilhões de consumidores.

A Curadoria 1.0 terá um período de vida curto e as crises serão cada vez mais frequentes.

Será preciso inovar cada vez mais no modelo, eliminado cada vez mais a intoxicação da Gestão, que permanece no centro.

Note que os motoristas e passageiros são avaliados o tempo todo, porém o Uber nunca.

Ou seja, o Uber enquanto empresa ainda é Gestão, mas os motoristas e passageiros já são Curadoria.

Assim, temos um novo modelo administrativo que vale apenas para uma parte do ambiente – as pontas são avaliadas, mas o centro continua sempre o mesmo – fazendo o que quer sem ganhar estrelinhas.

O que causa uma sensação estranha que ainda não é clara para muita gente, mas será, assim que surgirem opções nessa direção.

É possível, então, mudar isso?

Esta me parece ser a proposta da Tecnocultura da Curadoria 2.0 (turbinada pelo Blockchain), quando já tiver mais robustez para se massificar.

Digamos que neste mundo da Curadoria 2.0 vamos ter a opção de centenas de Ubers disponíveis para que cada motorista escolha aquele que gostaria de trabalhar.

Os Ubers terão que se submeter as estrelas, assim como hoje os motoristas e passageiros têm as suas em plataformas Blockchenizadas.

O aplicativo do passageiro provavelmente será o mesmo, mas cada motorista vai escolher a plataforma que deseja – aquela mais bem avaliada pelos outros motoristas .

Seria uma espécie de pulverização das plataformas, que passariam também a estar no critério da meritocracia digital.

Isso, a meu ver, valeria também para todo o resto, incluindo plataformas de vídeos, áudios, consumo de todos os tipos.

É o que podemos chamar de Blockchenização da Uberização.

Para quem compra seria tudo igual, a grande diferença estará em quem fornece – que vai poder escolher a melhor opção entre as várias plataformas disponíveis.

Para isso, temos ainda muito que avançar em vários aspectos Tecnoculturais.

Enfim, por mais que os motoristas do Uber reclamem (com razão), não haverá muita saída.

O Uber pode fazer muito pouco para melhorar a relação e ser manter viável economicamente – a não ser que promova a sua própria
Blockchenização.

Não é um problema de vontade, mas dos limites da própria estrutura do modelo da Curadoria 1.0.

As crises vão aumentar, abrindo as portas e as oportunidades para a Curadoria 2.0 – a grande macrotendência da próxima década.

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:



A diferença de uma invenção para uma descoberta é a seguinte:

  • invenções – são feitas sobre as leis humanas ou da natureza, já conhecidas;
  • descobertas – descortinam forças que sempre existiram, mas estavam ocultas e se se tornaram evidentes com o tempo pela chegada de novos pensadores com cérebros disruptivos, que trabalham também com maior acúmulo de estudos, bem como, fenômenos novos ou tecnologias que nos permitiram ver melhor.
  • Gutemberg inventou a prensa e Darwin descobriu a evolução;
  • Santos Dumont inventou o avião e Einstein descobriu a relatividade.

McLuhan, o guru dos Bimodais, descobriu parte das 4 leis e nós arrendondamos a quarta, mixando Malthus com Thompson.

Temos, assim, a descoberta de as 4 novas leis sobre a sociedade humana, que são, a nosso ver, fundamentais para dar ordem ao caos que tomou conta na Era Digital.

Ou se incorpora estas novas leis como fazendo parte da espécie e da sociedade, ou não conseguiremos entender o novo século.

São elas:

1- somos uma tecnoespécie – tecnologias sempre estiveram presentes nas nossas vidas, quando as criamos novas elas nos recriam, pois temos uma Tecnocultura, na qual não se pode separar sapiens das tecnos;

2- somos uma espécie midiática – mídias são a placa-mãe da sociedade, quando são modificadas, influenciam alterações das nossas vidas, pois são responsáveis por todas as trocas humanas e a base do DNA dos modelos de administração;

3 – somos uma espécie demograficamente progressiva – por sermos tecnos e capazes de mudar a forma de comunicação e administração, no tempo, podemos crescer demograficamente, porém entramos em crises civilizacionais, quando não conseguimos nos reinventar;

4 – por fim, mudanças de mídias inauguram novas Eras Civilizacionais – que têm objetivo de promover macro ajuste entre os antigos modelos de comunicação-administração para um novo mais sofisticado e compatível com o Patamar Demográfico de plantão.

Você pode fazer o que quiser para entender o Digital, mas sem estas quatro leis acima – é a nossa aposta – dificilmente conseguirá prognósticos razoáveis do que ocorre e o que deve ser feito para obter maior competitividade.

As 4 leis não foram inventadas, mas descobertas, porém ainda não foram difundidas como deveriam – por isso tanta confusão para entender o novo século.

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Desenvolvemos narrativas sobre a vida e problemas.

Narrativas são compostas de conceitos filosóficos, teóricos, metodológicos e operacionais.

As narrativas espelham a forma como nós pensamos e, obviamente, agimos.

Quando se analisa a forma como alguém fala, percebe-se o jeito que pensa e age.

Quando questionamos determinado conceito, por exemplo, “vivemos a quarta revolução industrial” aí está contido uma forma de pensar sobre o digital.

Se queremos que a pessoa pense diferente disso, temos que questionar a forma como ela fala, que implicará em rever como se pensa e, por fim, como se age.

Nestes últimos vinte anos de consultoria, palestras e principalmente, cursos observo claramente a influência que diversos autores exercem indiretamente sobre meus alunos.

E percebo o quanto outros autores não influenciam em nada.

Quando questiono a forma como narram suas ideias estou criando uma espécie de impasse na forma como pensam e agem.

No fundo, a psicanálise já chegou a conclusão sobre isso há muito tempo.

Se você para para pensar sobre como fala, por exemplo, eu sugiro em sala de aula de trocar “eu acho”, por “minha percepção é”.

O acho inspira certeza fechada e minha percepção de algo que está em aberto à procura de ideias melhores.

É isso, que dizes?

RESUMO DA LIVE:

https://youtu.be/t6GIlLdASXU

LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157307123768631

RESUMOS DAS LIVES ANTERIORES:

DIGITAL NA POLÍTICA – VENHA FAZER O CURSO!

https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1178554614-modulo-online-digital-na-politica-by-nep-_JM?quantity=1

Em todas as transações comerciais, há o valor da confiança embutido.

Ninguém sobe dentro de um carro do Uber sem a taxa de confiança necessária para que lhe dá certeza que nada de ruim vai lhe acontecer.

A base dos negócios, desde que saímos das cavernas, é a confiança.

Tivemos na primeira jornada o que podemos chamar de Confiança 1.0, quando vivíamos em cidades pequenas ou aldeias.

Nelas, se confiava no seu Manuel da padaria, pois todos conheciam seus filhos, mulher, netos, primos.

Como o aumento demográfico vertiginoso dos últimos dois séculos, houve uma migração para as grandes cidades e, por sua vez, verticalização da confiança, pois os Manueis foram dando lugar a grandes organizações.

Nas médias e grandes cidades, onde passamos a viver, confiança passou a ser algo muito caro, pois exigiu a compra de espaço nas mídias de massa para tornar uma marca confiável.

Grandes organizações apostaram tudo na Confiança 2.0 das mídias de massa.

A regra passou a ser a seguinte: quem aparecia na televisão era de confiança, incluindo artistas, jornalistas, etc – e quem não tinha esse espaço, só com indicação de amigos, no boca a boca.

Esse tipo de verticalização gerava e gera ainda problemas, pois o fato de você colocar anúncio na televisão/rádio/jornal não quer dizer que o atendimento é o mais adequado – é apenas mais conhecido.

É justamente nestes momentos de impasse civilizacional – quando temos aumento demográfico, que provoca verticalização e queda de qualidade dos produtos e serviços que surgem novas mídias para trazer novos modelos de confiança mais distribuídos.

Novas mídias descentralizadoras permitem, em larga escala, o aumento da taxa de confiança mais horizontalizada.

O papel manuscrito permitiu, por exemplo, que as pessoas portassem cartas de recomendação e agora temos as estrelas, quantidade de corridas/vendas, comentários nas Plataformas Digitais.

É o que podemos chamar de Confiança 3.0.

Acabo, por exemplo, de comprar uma memória de computador no Mercado Livre, de alguém que nunca vi mais gordo, tudo baseado na reputação digital do vendedor de outro estado da federação.

Tudo funcionou a mil maravilhas.

Esse novo modelo de Confiança 3.0, baseado na Linguagem dos Rastros, reduz bastante o custo dos produtos e serviços, pois pessoas e pequenos negócios passam a poder competir com grandes em cada vez mais áreas.

Têm custo menor e mais qualidade, através de Plataformas Digitais Curadoras.

(Plataforma Digital Curadora  (Administração Revisitada) – serviço digital no qual o Curador da Plataforma não inclui nada na base de dados, cuidando apenas da regra do jogo, através de algoritmos;)

Com a chegada da Curadoria, se estabelece novo patamar de competição mais meritocrático e é isso que está matando muitas organizações tradicionais: um novo modelo de geração de confiança.

Consumidores e fornecedores, via Plataformas Curadoras, estão refazendo pacto de confiança, reduzindo custos com qualidade.

Bom para para os novos empreendedores, para os consumidores e um veneno para as organizações que não entenderem e agirem nessa direção.

É isso, que dizes?

Vivemos hoje o final da era da Ciência 2.0, na qual todo o trabalho acadêmico era feito, a partir da aprovação dos pares.

Foi a forma que encontramos, com as linguagens orais e escritas disponíveis, para que isso gerasse um mínimo de qualidade.

Porém, isso chegou a um limite e gerou uma crise profunda, conforme a produção científica foi cada vez mais se verticalizando e se distanciando dos problemas dos clientes na ponta.

O problema hoje de um pesquisador da Ciência 2.0 é convencer os seus pares que aquele texto pode ser publicado em determinada revista.

A revista é voltada dos pares para os pares.

É uma espécie de ciência voltada para os próprios cientistas e não para a sociedade, que vive os problemas.

Os autores estudados e citados são aqueles que fazem a cabeça dos cientistas e não aqueles que influenciam os clientes que pensam e agem na sociedade diante dos problemas que enfrentam.

Revoluções Midiáticas-Administrativas Civilizacionais são feitas justamente para corrigir esse tipo de problema, oferecendo para a sociedade ferramentas para que o “cachorro volte a balançar o rabo”.

A Ciência 3.0 será feita em plataformas digitais, nas quais as pesquisas serão feitas por demanda dos clientes, que também (note bem também) poderão avaliar:

  • que pesquisas devem ser feitas e financiadas;
  • o impacto dela para respectivos problemas;
  • e o que pode ser aprimorado.

Será uma ciência muito mais voltada para a sociedade do que é hoje. Haverá, claro, avaliações também dos pares, mas não como um critério de publicação, que será feita diretamente.

Haverá um sobe e desce de artigos acadêmicos, com avaliações diversas de todos interessados no problema.

Problemas será o epicentro da produção e não mais assuntos, como tem sido hoje em dia.

É isso, que dizes?

Vivemos uma verdadeira crise no mercado.

E se percebe isso quando todo mundo começa a falar que precisa inovar, aumentar o DNA inovador da organização, sair da caixa, blá, blá, blá….

Cole isso na frente da tela do seu computador.

Nenhuma organização tem como objetivo inovar.

Preste bem atenção nisso.

Organizações e profissionais competem no mercado com outras organizações e profissionais para atender problemas dos clientes.

O objetivo número um de qualquer profissional ou organização é o de COMPETIR PELOS CLIENTES e, para isso, é preciso INOVAR em diversos momentos, em diferentes processos, produtos e serviços com foco na competição.

Um projeto competitivo, que passa pela inovação, é aquele que aumenta a competitividade diante dos concorrentes pelos clientes – a métrica é mais clientes, mais recursos, mais perspectiva futura.

Inovação, preste atenção nisso, é um meio para se atingir a um fim. E não, com acabou virando hoje um fim em si mesma.

Um projeto de inovação tem que ter um guia – um mapa competitivo para entender:

  • qual a tendência dos atuais clientes para que eles continuem mais e mais consumindo produtos e serviços de determinado profissional ou organização? Quais ações inovadoras necessárias?
  • qual a tendência dos clientes futuros para que eles sejam consumidores dos produtos e serviços de determinado profissional ou organização? Quais ações inovadoras necessárias?

Inovação, entretanto, passou a ser uma espécie de Rivotril Organizacional para baixar a ansiedade diante de um futuro cada vez mais incomum e incerto.

Como não se sabe para onde se vai, cria-se um falso mantra para acalmar ansiedade: precisamos inovar e sair da caixa, precisamos inovar e sair da caixa, precisamos inovar e sair da caixa.

Mas inovar para onde e para qual nova caixa deve se ir para se tornar MAIS COMPETITIVO?

Vivemos hoje uma mudança disruptiva no ambiente midiático-administrativo, que exige das empresas algumas ações inovadores específicas, que devem ser baseadas em mapas competitivos eficazes.

Inovar por inovar pode acalmar no curto prazo, mas não tem aumentando em nada a taxa de competitividade da maioria.

É como se tivessem tirando água com copinhos de um Titanic afundando.

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Entendo que o ser humano tem três espaços distintos na nossa relação com a vida:

  • Realidade – os fatos do lado de fora;
  • Percepção – a forma como vemos os fatos;
  • Identidade – nosso potencial, com todas as qualidades e defeitos.

Que podemos ver no quadro abaixo, em constante relação:

Se imaginarmos que a percepção é uma “bolinha” numa mesa de ping-pong, jogamos o tempo inteiro com a vida e a “bolinha” vai para um lado e para o outro.

  • Identidade – Tenho que sair. Está chovendo?
  • Percepção – Sim, coloquei a mão para fora da janela e ela voltou molhada;
  • Vida – os pingos que molharam a sua mão.

De maneira geral, uma pessoa que está com baixa Taxa de Individualidade não consegue perceber a percepção.

A realidade está colada com a identidade, no que podemos chamar de Zecapagodismo – não se discriminar da vida.

Podemos ainda dividir a percepção em quatro camadas:

Se analisarmos da realidade para a identidade:

  • dados – vem de forma bruta;
  • informação – reunião de dados de alguma maneira;
  • conhecimento – reuniões de informação de alguma maneira;
  • sabedoria – interpretação dos dados, informação e do conhecimento, a partir daquilo que quero/devo fazer.

Vejamos:

  • Na chuva, os pingos e raios são os dados;
  • A informação é de que a chuva se iniciou de tal hora a tal hora e em que lugares está chovendo e de que forma;
  • O conhecimento é o histórico de chuvas naquele período do ano;
  • E a sabedoria é se devo/quero ou não sair de casa agora, apesar da chuva.

Estes quatro pilares nos ajudam a entender muitas mudanças que estamos passando por causa do digital.

  • No mundo analógico, era mais competitivo quem dominava os dados;
  • No mundo digital, a informação, o conhecimento e a sabedoria ganharam valor, pois os dados ficaram abundantes.

Quem vende camadas cada vez mais próximas da identidade, principalmente sabedoria, ou mesmo conhecimento mais qualificado, tem mais espaço e competitividade no mercado no médio e longo prazo.

E é para esse tipo de demanda que o mercado está louco que se crie ofertas.

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Ao precisar fazer uma escolha, seja ela qual for, temos uma Anatomia das Decisões, da seguinte forma:

  • Dados – a primeira coleta de fatos sobre determinada situação – “O que aconteceu?”;
  • Informação – dados já organizados, a partir de algum critério mais reflexivo – “O que aconteceu – onde, quando, como?”;
  • Conhecimento – informações encaixadas no tempo, em alguma teoria, com relação de causa e consequência – “por quê?”;
  • Sabedoria – uma discussão sobre os motivos que nos levam ir para lá ou para cá, a partir de propósitos – “o que devo fazer diante dos dados, da informação e do conhecimento, a partir dos meus propósitos e valores?”.

Vivemos até o final do século passado o fim de uma Era Midiática-Administrativa Civilizacional de forte aumento de Complexidade Demográfica e, por consequência, uma verticalização da informação e da comunicação.

Houve concentração dos mercados e dados passaram a ser cada vez mais relevantes para as decisões. Os dados ganharam valor.

A chegada da Era Midiática-Administrativa Civilizacional Digital permitiu uma reviravolta. O que era decadente passou a ser ascendente.

Há forte movimento de descentralização, incluindo de dados.

Dados passaram a ser abundantes e cada vez mais gente pode trabalhar sobre eles, aumentando a qualidade da informação, do conhecimento e, por sua vez, da sabedoria.

Porém, passamos a ter uma escassez de sabedoria, pois não nos habituamos a trabalhar com tantos dados, organizar a informação, nos perguntar os por quês das coisas e, por fim, conhecer nossos valores e propósitos para decidir melhor.

Todo o movimento que temos hoje é de uma abundância de dados, que nos coloca numa escassez de sabedoria.

Há uma demanda na sociedade por aprender a organizar melhor as informações, transformá-las em conhecimento para que se possa decidir com mais sabedoria.

É isso, que dizes?

Fomos educados, no geral, para termos baixa taxa de Autonomia Individual.

A educação é muito mais para seguir a manada do que ter um caminho inovador.

Podemos analisar, assim, que vivemos muito mais:

  • Legados Exógenos – aqueles que vêm de fora para dentro, no popular “Zecapagodismo“;
  • Legados Endógenos – aqueles que vêm de dentro para fora, que é construído pela própria pessoa em busca de sua própria diversidade.

O aumento da taxa de Autonomia Individual depende da vontade da pessoa de se diferenciar dos demais e começar a praticar o que gosto de chamar de “jogo de ping-pong” com a vida.

Temos na “mesa de ping-pong” o seguinte cenário:

  • Os fatos – aquilo que a vida nos mostra que é o mais próximo possível da realidade;
  • A percepção – como analisamos os fatos;
  • O Eu – aquilo que é em nós particular, tanto nas objetividades (tamanho, pessoa, habilidades físicas) como subjetividades (gostos, desejos, potenciais).

A percepção é a bolinha que vai e volta na mesa (do Eu para os fatos e vice-versa) para analisarmos o que é o fato, o que é percepção e o que somos nós.

E se começa a muscular o que podemos mudar para lidar com o que percebemos para que possamos ser felizes – vivendo o máximo possível nossas objetividades e subjetividades.

De maneira geral, o aumento da Taxa de Autonomia Individual necessita do que podemos chamar de Zona Continuada de Desintoxicação.

A Zona Continuada de Desintoxicação é uma atividade promovida por psicanalistas, grupos de mútuo ajuda (AA e similares), coachings, consultores de pessoas e carreiras, espaço de escrita.

É qualquer lugar que permita que você possa aprender cada vez mais a “jogar ping-pong” com a vida entre os três espaços: Eu-Percepção-Fatos.

Se tudo isso já era complicado antes – é muito mais agora.

Estamos vivendo uma Macrocrise de Autonomia Individual – típica de finais de Eras Civilizacionais Centralizadoras.

O Ambiente Midiático-Administrativo mudou de forma disruptiva, há uma demanda por uma individualização muito acelerada e isso está causando medo e angústia nas pessoas.

É preciso, assim, que as Zonas Continuadas de Desintoxicação Tradicionais não só aumentem, como já faziam, a Taxa de Autonomia Individual, mas que preparem o pessoal para viver em um mundo que demanda muito mais autonomia do que no passado.

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

No capítulo 3, Fluir, do livro “Inevitável” de Kevin Kelly o autor resolve chamar dados de cópias e isso vai gerar uma confusão danada.

Vejamos.

“(…) a comunicação digital foi concebida de modo a possibilitar que as cópias fluam com o menor atrito possível”.

Quando se usa o termo “cópia” ele está se referindo a dados, e não a informação – o que gera uma confusão danada, pois temos diferença enorme entre as duas coisas.

Dados precisam fluir e fluem.

Informações já são dados mais estruturados e podem gerar decisões melhores ou piores.

Informações, entretanto, não fluem e não poder fluir livremente, pois há nelas um esforço de alguém de organizar os dados e ganhar dinheiro sobre eles.

Sem o retorno, não há negócio.

É bom detalhar que uma informação é um conjunto de dados trabalhado para gerar valor.

Um filme no Netflix não flui, você paga por aquela informação organizada em formato de filme ou série.

Os dados da sua conta bancária, idem. Sua conta fechada no Instagram, idem.

Eles são mais passíveis de cópia e de disseminação do que no passado. É muito mais barato copiar e disseminar – e daí?

E o nosso amigo – que adora uma confusão intelectual – vai gerando problemas ao longo do tempo:

“Não temos como impedir a reprodução indiscriminada em massa”.

Claro que temos.

Um supermercado só existe por que conseguiu transformar informação em produto e coloca na prateleira algo que será pago pelo cliente.

Há barreiras para impedir que se entre lá e se leve tudo sem pagar.

O mesmo temos com a informação na Internet, que pode ser roubada como uma laranja do supermercado, com risco para quem roubou.

Tem laranjas nos laranjais, mas alguém tem que ir lá colher, empacotar e oferecer perto da sua casa – o Netflix faz de alguma forma isso.

Kelly Confuso diz que “a tecnologia da rede precisa funcionar assim sem restrição”. E passa a chamar isso de fluxo constante.

Dados fluem, pessoas transformam dados em informação e muitos em conhecimento e geram valor.

Dados precisam que sejam trabalhados e é isso que gera o valor.

Informações não podem fluir sem o consentimento de quem trabalhou sobre elas, pois isso pode implicar em falta de estímulo para o trabalho.

Há obviamente um jogo entre a a oferta de informação gratuita para vender uma informação/conhecimento ainda mais de qualidade, que é um novo jogo neste novo mercado.

Porém, é no jogo de como as informações fluem ou são retidas, e não os dados, e não as cópias, que a nova economia vai se formando.

Kelly é um bem informado jornalista, que não deveria ter se arriscado a se meter em livros que pedem um pensamento mais científico.

Leitura que segue.

Que dizes?

Quando eu escrevi meus livros, o grande desafio era escolher a forma de dividir os capítulos.

Cheguei no que hoje chamo hoje de Edifício do Pensamento (Filosofia, Teoria, Metodologia, Operacional e Problema).

É preciso organizar o pensamento, colocar todos os fatores a serem abordados em uma forma lógica para que o problema a ser abordado se aproxime dos fatos.

A Ciência tem esse compromisso com os fatos, por isso, há estudos da melhor forma de organizá-los.

Quando fazemos uma obra artística isso não é necessário, pois o artista não quer espelhar a realidade, mas criar em cima dela com diversos propósitos diferentes da ciência.

Eu posso inventar o que quiser, porém quando a ideia é ajudar um mercado já ansioso e confuso a melhorar a sua interpretação dos fatos, a estrutura do livro é fundamental.

Em todos os meus três livros tive o propósito de “ajudar profissionais e organizações a lidar melhor com o digital”.

E para isso eu precisava sugerir uma nova forma de pensar o problema por etapas.

  • Primeiro, rever as bases filosóficas (relação das tecnologias com a espécie) – Filosofia da Tecnologia;
  • Segundo, rever as bases teóricas (relação das mídias com a espécie) – Antropologia Cognitiva;
  • Terceiro, rever as metodologias da Transformação Digital – (a demanda de criar área separada – Metodologia Bimodal Administrativa.

Um autor, assim, tem dois compromissos com o leitor para lidar com Problemas Complexos (o digital é um problema complexo).

Estruturar melhor o pensamento sobre o problema e depois, dentro desta estrutura, desenvolver uma narrativa, procurando dar ordem ao caos.

É a forma (estrutura) e o conteúdo (os detalhes dentro da nova estrutura).

A estrutura do livro do Kelly “Inevitável” foi feito muito mais baseado no modelo artístico do que no científico.

Kelly opta por tentar entender o novo mundo por verbos, que passarão a ser tendências: tornar-se, cognificar, fluir, visualizar, acessar, compartilhar, filtrar, remixar, interagir, rastrear, questionar e começar.

Quando vai se entrando no livro, vai se percebendo que a estrutura é mais do senso artístico (a gosto do autor) do que uma facilitadora de compreensão.

Estou na capítulo “Fluir”, por exemplo, que começa com a seguinte frase

“A Internet é a maior copiadora do mundo”.

Todas as ações que fazemos, as teclas que pressionamos, os pensamentos que temos em seu nível mais fundamental são copiados – diz ele.

Será que são copiados ou são passíveis de rastreamento?

O verbo adequado aqui é o rastrear ou passível de rastreamento, que, na verdade aparece no capítulo 10.

O livro, quanto mais eu leio, me parece um fluxo de pensamentos soltos organizados por uma estrutura aleatória, que – pela intenção (trazer esclarecimento sobre algo tão complexo e vital) acaba atrapalhando o leitor.

É isso, que dizes?

RESUMO DA LIVE:



LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157290061663631

LINKS DAS OUTRAS LIVES:

https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

RESUMOS DAS LIVES ANTERIORES:

https://www.youtube.com/playlist?list=PL7XjPl0uOsj8TxfUISqzcl4YrxYBC0vOw

 

RESUMO AQUI:

https://youtu.be/p4Proozew28

Nosso amigo Kevin Kelly faz a seguinte projeção na página 65 do livro “Inevitável”:

“Graças aos robôs, vamos poder nos concentrar em nos tornar mais humanos do que jamais fomos”.

E aí cabe a pergunta: o que é nos tornar mais ou menos “humanos”? E qual o papel das tecnologias nessa variação?

Sugiro trabalhar com o que vou chamar de Taxa de Humanidade, que é uma medida para poder definir nossa capacidade de ampliar mais ou menos nossa essência em larga escala.

  • somos tecnos para sermos humanos e humanos porque somos tecnos;
  • as tecnologias nos humanizam, pois nos permitem resolver nossas demandas.

Todo nosso esforço, ao longo destes milhares de anos, é o de nos reproduzir sem limite e sobreviver com nossas objetividades (coletivas e particulares) e existir com nossas subjetividades
(coletivas e particulares).

Tudo isso com a maior diversidade possível pelo menor preço.

Assim, quando aumentamos a população, vivemos naturalmente uma redução da Taxa de Humanidade, pois temos que abrir mão da diversidade em nome da massificação.

Precisamos nos dedicar às objetividades e deixamos as subjetividades para outra hora.

Revoluções Midiáticas-Administrativa são, assim, necessárias ao longo do tempo justamente para restabelecer o reequilíbrio da nossa capacidade de viver melhor tanto nas objetividades quanto nas subjetividades.

As tecnologias, incluindo as mídias, são criadas para permitir que possamos, a cada etapa do aumento constante da Complexidade Demográfica Progressiva, aumentar nossa Taxa de Humanidade.

Nossa Taxa de Humanidade é, assim, variável, não fixa.

Depende da nossa capacidade de nos reinventar para que volte a subir, conforme vamos sendo estimulados a aumentar o tamanho da população.

Analisando sob este ponto de vista pergunto: é possível aceitar a frase de Kelly ao dizer que por causa dos robôs “vamos nos tornar mais humanos do que jamais fomos”

Diria que há uma relação entre a taxa de humanidade, que sobe e desce, em diferentes contextos demográficos, midiáticos/tecnológicos, administrativos.

E que em vários momentos da história tivemos e teremos a redução e o aumento da Taxa de Humanidade, conforme a variação dos fatores demografia, ambiente midiático-tecnológico e modelo administrativo.

No século passado, tivemos uma queda vertiginosa da Taxa de Humanidade (explosão demográfica versus mídia concentrada), que iniciamos o reequilíbrio neste.

Assim, eu refaria a frase do Kelly da seguinte forma:

Que com o novo aparato tecno-midiático-administrativo, no qual estão inseridos também os robôs, irá nos permitir aumentar, de novo, a Taxa de Humanidade, mas não é garantido que ela será sempre alta.

Se aumentarmos a população, teremos novas crises de Humanidade, exigindo novas guinadas midiáticas/tecnológicas, administrativas.

Se continuarmos a crescer e formos incapazes de promover Revoluções Midiáticas-Administrativas Civilizacionais a Taxa de Humanidade tenderá, de novo a cair.

Ou seja, ela não é fixa e nem continuada, depende dos fatores acima citados.

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Temos tido aqui na nossa Escola (Zona de Desintoxicação) de que as mídias são a placa-mãe da sociedade.

Elas são o copo principal responsável pela formatação estruturante da sociedade.

Organizações se moldam a essa mídia, em alguns aspectos:

  • no uso da linguagem – que define a forma de comando e controle de pessoas, produtos e serviços – hoje estamos na Gestão e passando para a Curadoria;
  • e no ritmo da inovação – que define a forma como as pessoas estabelecerão as relações de trabalho.

A chegada das novas mídias, em particular as Plataformas Digitais, fizeram com que o patamar da taxa de inovação saísse de valores muito baixos para altos em muito pouco tempo.

E tenderá a se manter alto, ou muito mais alto do que no passado, pois tudo agora passou a ser baseado em chip, software, celular, plataformas, startups, que mudam a cada ano e irão exigir renovação constante.

Produtos e serviços eram feitos para durar e se repetir no tempo. Agora, serão feitos para se renovar.

Assim, a motivação, a vontade de mudar, de criar, de inovar de todos os profissionais tem que ser muito maior do que no passado.

Podemos dizer, assim, que é a taxa de inovação que define o modelo ideal de vínculo de trabalho entre as organizações e os colaboradores. E a taxa de inovação depende da mídia de plantão!

A carteira assinada ou o pagamento fixo, sem variável, funcionou bem, pois organizações muito mais repetiam do que mudavam – fazia sentido – hoje não mais.

Organizações que já promoveram estão entrando agora numa Bimodalidade Estrutural, na qual haverá a empresa para o hoje e outra – do lado de fora – para o futuro.

Com perfis distintos.

Em ambos os casos, a relação empregatícia terá que ser cada vez mais de remuneração variável – compatível com a nova taxa de inovação do mercado.

Nos estudos que fizemos da chegada de novas mídias no passado observamos que não é a primeira vez que se estabelece tal relação de chegada de mídia versus mudança radical no modelo de vínculo empregatício.

Foi a mídia impressa, por exemplo, a partir de 1450, que permitiu o fim da escravidão.

Como será agora o digital que vai matar a carteira assinada.

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

O que você não pode reclamar ao ler “Inevitável” do Kevin Kelly é sua capacidade de provocar debates abstratos sobre o futuro.

É um cara bom para jogar gasolina na fogueira, mas nem tanto para sistematizar o que pensa.

Ninguém é perfeito.

De fato, temos algo realmente novo na história: a chegada do que ele chamou – gosto da ironia – de “Inteligência Alienígena” e não de Inteligência Artificial.

Ele diz na página 52 de que “não sabemos se vamos encontrar vida alienígena inteligente nos outros planetas, mas, teremos 100% de certeza, que vamos criar inteligência alienígena aqui na terra”.

Dentro do que estudamos aqui na Escola, concordamos com o Kelly que a massificação da IA é algo inevitável, pois na essência da espécie há o desejo de sempre procurar formas mais adequadas de sobreviver e existir.

Note bem a distinção – sobreviver (comer, beber, dormir, morar, etc) existir (tudo que reforça nossa subjetividade.)

Há uma nova regra que temos que aprender que faz parte da nossa essência:

Quando crescemos demograficamente, esbarramos em barreiras tecnoculturais, que precisam ser quebradas para que possamos viver melhor.

E isso é fundamental de ser compreendido:

  1. os robôs serão utilizado para que a espécie possa lidar melhor com a nova complexidade demográfica, com as novas ferramentas digitais disponíveis, incluindo as “alienígenas”;
  2. e que, de maneira geral, quando colocamos equipamentos para resolver problemas de sobrevivência, aumentamos nossa demanda por existência.

Vamos olhar um pouco para a história para encaixar isso tudo.

Depois da idade média, tivemos o surgimento de uma infinidade de máquinas, que foi aos poucos substituindo antigos trabalhadores, que foram migrando da sobrevivência de força bruta para uma mais sofisticada e da própria sobrevivência para a existência.

Quer um exemplo?

Temos hoje uma mega indústria de entretenimento para preencher nossa existência que era impensável depois da Idade Média.

Operadores de tratores do agronegócio (ex-trabalhadores braçais) assistem filmes no Netflix.

Passaram da sobrevivência árdua para o consumo de produtos e serviços para a existência.

Quanto mais barato e fácil for sobreviver, mais e mais teremos necessidade de existir: há uma migração de indústrias.

Um exemplo é a explosão da indústria do esporte e similares: academias, pilates, ioga, meditação, corridas de rua.

Há, podemos dizer, ao longo da história a passagem do abandono das coisas “chatas” para as mais interessantes.

Tudo que for chato será repassado para as máquinas, incluindo as novas Inteligências Artificiais Alienígenas.

E tudo que for interessante, aquilo que as inteligências artificiais não puderem fazer, sobrará para nós.

Podemos pensar, por exemplo, que teremos inteligências alienígenas robóticas, que poderão nos ajudar a escrever poesia.

E teremos um poeta que conseguirá – junto com o seu robô poeta – criar algo ainda mais criativo, que a máquina sozinha não conseguiria.

Ele pedirá para criar em cima de Fernando Pessoa e – em cima do que o robô sugerir – vai complementar.

Kevin fala no livro, aliás, que os melhores jogadores de xadrez atualmente não são nem máquinas e nem pessoas, mas a parceria dos dois, que conseguem ir ainda além.

Cada um emprestando ao problema aquilo que têm de melhor.

Teremos mais adiante algo do tipo no Wikipedia.

Música X – feita por Erasmo, Roberto e Google.
Música Y – Paul, Lennon e Siri.

Há muito a viajar sobre isso. Kelly é bom nestas coisas.

Porém, o que mudará realmente o século ainda não é a IA, mas o que ela permite em termos da nova forma de comando e controle – mas isso é papo para outro artigo.

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Imagine uma menina, Mariana, que descobriu que o melhor que faz na vida é tocar Oboé Clássico. E deseja, naturalmente, viver disso.

E vai para o Denis – marqueteiro digital de plantão – desses que andam por aí dizendo que colocam qualquer um nas alturas, que vai, logo de cara, sugerir que Mariana pare de tocar Oboé.

Que ela deve tocar algo mais popular para poder “bombar”.

Denis não consegue enxergar que o sonho da Mariana é ganhar dinheiro com o Oboé Clássico.

Denis tem o que podemos chamar de conceito de Sucesso Analógico de Massa e Mariana está precisando adquirir competências para praticar o Marketing para Sucessos de Nicho.

Não é incomum frases bombásticas do tipo – “teu vídeo precisa disso ou daquilo para bombar”, ou de que existe uma receita de bolo que serve para qualquer tipo de bolo.

Estamos ainda intoxicados com um modelo mental, no qual existe um centro que define como as coisas devem ser (sucesso, vídeos, felicidade, etc) e que o objetivo de todos, onde está também a Mariana e seu Oboé, é ir em direção a esse ponto único.

Estamos, entretanto, vivendo a passagem do Ambiente Eletrônico Analógico Vertical de Massa para o Ambiente Digital Horizontal e Distribuído.

Há nesse novo contexto aumento vertiginoso da taxa de diversidade, pois o Digital permite que Mariana encontre com muito mais facilidade seus clientes de nicho.

Na qual pessoas que querem ganhar a vida tocando Oboé Clássico podem conseguir fazê-lo, desde que compreendam como se aproveitar desse novo ambiente distribuído para chegar nos clientes de nicho.

Volta e meia encontro estas máximas – tipo receita de bolo única para todos como se ainda tivéssemos no século passado.

Diria mais.

Que cada pessoa que quer empreender neste novo mar de oportunidades tem, pela ordem:

  • Mergulhar cada vez mais fundo no seu potencial, aquilo que o diferencia e lhe permite ter uma entrega diferenciada e uma motivação de Iron Man/Woman;
  • Fazer desse potencial um produto e serviço no qual estará atrelada a sua Felicidade Estrutural (ligada ao seu projeto de vida);
  • E aprender, levar muito a sério, o melhor marketing possível que seja coerente com o seu produto/serviço e o público de nicho que quer atingir.

(A ideia de um marketing pronto, central, que serve para todos é mais um exemplo desse modelo de pensar analógico decadente.)

Mariana pode ser estruturalmente feliz com o seu Oboé Clássico, mas terá que desenvolver, além da habilidade musical, capacidade de empreender particular para transformar o seu personal sonho em realidade.

Que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:


Definitivamente, o que mais gosto do livro “Inevitável”, do nosso amigo Kelly é o título.

Filosoficamente falando, Kelly se alinha ao pensamento de McLuhan (o guia da nossa Escola de Pensamento) que dizia justamente isso: o sapiens cria a tecnologia e ela (inevitavelmente) nos recria.

Vivi esta semana algo bem simbólico dessa relação Nepô-tecnologia, quando passei a alugar o Grin – patinete elétrico, que você aluga e deixa em qualquer lugar da cidade (das áreas já cobertas/se não quiser pagar multa).

Antes do Grin, quando estava engarrafado no ônibus, não ficava olhando para a rua para ver se achava um patinete para me tirar do sufoco.

Agora olho e procuro. Engarrafou? Não tem um Grin de bobeira?

O patinete inevitavelmente mudou a minha relação com o engarrafamento.

  • No ônibus, agora, sou um Sapiens pós-Grin.
  • E até a semana passada era um Sapiens pré-Grin.

O Grin, ao existir, ser uma oferta acessível, ter um valor, me ampliou a possibilidade de pensar em mobilidade na cidade – que antes não existia.

Inevitavelmente, as pessoas poderão fazer coisas que não podiam antes.

No meu livro “Administração 3.0” chamei isso de vácuo tecnocultural que se expande com a chegada de cada tecnologia.

  • Sapiens não voador – voador;
  • Sapiens sem condições de dirigir um automóvel – com condições;
  • Sapiens sem condições de sair da terra – com condições.

As tecnologias, assim, alteram INEVITAVELMENTE a Tecnocultura, pois permitem que façamos algo que não era possível antes

Kevin Kelly reforça a ideia de McLuhan de que não se briga com tecnologias, mas se adapta a ela, evitando o pior e nos aproveitando do melhor.

Hoje, tenho usado bastante a metáfora do copo (tecnologia) com a água (sociedade).

A sociedade é a água que se adapta aos copos Tecnoculturais disponíveis – quando mais os copos nos permitirem nos expandir, mais serão utilizados.

Grin versus engarrafamento.

Até aqui nosso querido amigo Kelly vai muito bem, mas comete um erro básico do Futurismo que é confundir essência, demanda e oferta.

A divisão proposta pelo livro, no qual vai apontar “12 forças tecnológicas que mudarão o mundo” (o original em inglês não foi deturpado) “the 12 Technological Forces That Will Shape Our Future” é uma furada, conceitualmente falando.

Note que as “ditas forças tecnológicas”: tornar-se, cognificar, fluir, visualizar, acessar, compartilhar, filtrar, remixar, interagir, rastrear, questionar e começar não são forças tecnológicas.

São demandas humanas, que partem da nossa essência, que poderão ser alteradas, a partir das novas tecnologias.

Do ponto de vista conceitual, poderia se colocar no título “as doze demandas/essências/hábitos humanos que serão alterados por novas tecnologias”.

Parece um detalhe, mas muda completamente o ponto de vista do que se está falando. Fluir não é uma tecnologia, mas uma demanda humana, que vem fluindo, desde que o sapiens é sapiens.

A confusão entre o que é essência, demanda e tecnologia é passada para o leitor, pois tornar-se, cognificar, fluir, visualizar, acessar, compartilhar, filtrar, remixar, interagir, rastrear, questionar e começar são atividades humanas, desde que saímos das cavernas.

Não são novidades na essência ou na demanda do sapiens, mas o que teremos é mudança nas tecno ofertas disponíveis e – inevitavelmente – faremos estas atividades de forma distinta do que hoje.

Não gosto ainda de colocá-las na sequência e sem ordenamento e conexão entre elas, misturando frutas com legumes, pois:

Tornar-se, questionar, começar são atividades de consolidação individual abstratas – resultado de algo, não são um verbo, mas um debate filosófico da forma como sentiremos ou pensaremos o mundo daqui por diante.

É um resultado abstrato de tudo que viveremos – um sentir o mundo.

E fluir, compartilhar, filtrar, remixar, interagir, rastrear, visualizar,
cognificar são atividades cotidianas para se chegar naquele resultado.

São verbos ligados ao conhecimento, comunicação e informação.

A separação das mesmas mais atrapalha do que ajuda.

Não gosto de livros que – para vender – criam classificações para parecerem “didáticos”, “fáceis de consumir” que aparentemente vão ajudar, mas, ao final, atrapalham.

É o caos com carinha de organização.

Um Futurista deve ter capacidade de síntese, de juntar pontos e isso implica uma boa classificação dos diferentes fenômenos para ajudar o leitor a entender do quadro geral aos específicos.

O livro é um verdadeiro quebra-cabeças a ser remontado.

Sim, tem boas sacadas, boas histórias e muita informação, mas tem que ser lido por quem já tem alguma bagagem, pois pode gerar mais confusão do que iluminação aos neófitos.

Ou seja.

Inevitavelmente, confuso…

É isso, que dizes?

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RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157273773468631

LINKS DAS OUTRAS LIVES:

https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

RESUMOS DAS LIVES ANTERIORES:

https://www.youtube.com/playlist?list=PL7XjPl0uOsj8TxfUISqzcl4YrxYBC0vOw

DIGITAL NA POLÍTICA – VENHA FAZER O CURSO!

https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1178554614-modulo-online-digital-na-politica-by-nep-_JM?quantity=1

Quando leio os livros sobre Futuro, agora estou com o “Inevitável” do Kelly, observo verdadeiro desfilar de novidades e de impactos das novas tecnologias na sociedade.

De fato, teremos cada vez mais Inteligência Artificial, mais conexão, carros autônomos, um conjunto enorme de macros e micros mudanças.

Porém, são poucos ainda que enxergam o grande desafio do novo século: a espécie está mudando disruptivamente a forma de exercer o poder, de gerenciar processos e de promover o controle da qualidade de produtos e serviços.

Pela primeira vez, temos um modelo administrativo, que dispensa o antigo “líder-alfa mamífero”, que operava com a linguagem dos sons (oral e escrita) também chamado de chefe, de gerente.

E passamos à nova Linguagem dos Rastros, que permite a interação entre comunidades de consumo, viabilizadas pelo pacote integrado de: curador, que gerencia aplicativos, plataformas, chips inteligentes, IA e intensa participação da comunidade.

O novo modelo administrativo é a locomotiva e todo o resto é vagão!

Vivemos uma passagem similar – mas muito mais disruptiva – do que já se passou pós-Idade Média, quando demos início à sociedade contemporânea, a partir da chegada e massificação do papel impresso, que promoveu a Revolução Midiática Administrativa Impressa:

  • a importante passagem do feudalismo para o sistema de livre mercado;
  • da monarquia para a república;
  • da escravidão para o modelo patrão-emprego.

No futuro falaremos do mais importante que estamos vivendo hoje: a migração da Gestão para a Curadoria, resultado da Revolução Midiática-Administrativa Digital.

Estamos alterando mais uma vez nosso Ambiente Midiático-Administrativo por causa do aumento demográfico, alterando a forma de controlar processos, qualidade e pessoas dentro das plataformas digitais “uberizadas“.

Estamos migrando das organizações tradicionais, que praticavam a gestão e que realizavam diretamente o controle de qualidade dos produtos e serviço para as organizações curadoras, que transferem esse controle para os membros da comunidade de negócios (fornecedores-consumidores).

E é justamente isso que podemos chamar de “Transformação Digital”, de um modelos administrativo menos exponencial para um mais exponencial.

É esta mudança que está matando as organizações tradicionais.

A realidade tem demonstrado que é muito difícil emocionalmente sair do “mundo mamífero/líder-alfa controlador” que funcionou, até então, para o “mundo das formigas/curador“, que vai nos permitir criar um ambiente mais adequado para o novo Patamar Demográfico de 7 bilhões – em crescimento.

A chegada da Curadoria é o principal carro-chefe das mudanças, que afetará todos os setores do direito à política, da energia à mobilidade, da moradia às vendas de todos os tipos.

O resto das novidades irá se somando a isso.

É preciso, assim, separar a causa da consequência, daquilo que é uma mudança incremental ou mesmo radical de uma alteração disruptiva no epicentro da espécie: a forma de comando e controle.

Separar o joio do trigo é, aliás, a missão principal de um Futurista Competitivo.

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

Veja o depoimento dos nossos formandos:

Um dos grandes problemas de qualquer Futurista Competitivo é o de não compreender a essência humana.

  • É da essência que nascem as demandas;
  • Das demandas vêm as ofertas;
  • E é das ofertas que vivem os negócios.

Assim, podemos dizer que quem conhece a essência humana consegue prever mais facilmente as futuras ofertas.

Quando vivemos em períodos de Futuro Comum está tudo controlado e contido e não é necessário tal aprofundamento, que se inverte quando passamos a um Futuro Incomum.

O estudo da essência humana exige certo trabalho, pois é tema, em geral, dos filósofos, que sempre se perguntam “Quem somos?” e dos historiadores, que analisam as repetições no tempo.

Assim, um Futurista Competitivo que não gosta de filosofia e de história não é um Futurista Competitivo de médio e longo prazo, apenas do curto, pois não vai enxergar o ser humano no seu tempo dentro de vários tempos.

É justamente dessa falta do conhecimento da essência humana que vem os absurdos dos conceitos, tal como “sociedade do conhecimento”, “da informação”, “do compartilhamento” e tantas outros MIMIMIs do mercado.

Confunde-se o que é essencial (conhecimento, informação e compartilhamento) com o conjuntural (como resolvemos tais problemas: sociedade do conhecimento, da informação, do compartilhamento DIGITAL).

Dito isso, é preciso entender que o ser humano, do que estudo aqui no laboratório,tem quatro essências fundamentais:

  • A Complexidade Demográfica Progressiva – que, por causa da possibilidade de reinventar novas tecnologias, consegue abrigar cada vez mais gente na sociedade;
  • A Inovação Permanente – que, por causa da primeira essência, nos empurra sempre a reinventar a sociedade em todos os aspectos, mas principalmente nas grandes Eras marcadas por mudanças midiáticas-administrativas;
  • A Diversidade Individual – na qual cada indivíduo quer ver suas demandas específicas atendidas (objetivas e subjetivas) da melhor maneira possível e pelo menor preço;
  • Os Valores Coletivos Milenares – aqueles que devem ser preservados para que ele possa praticar com segurança a diversidade individual – proteção à vida, família e à propriedade.

Estes são os preceitos estruturantes da espécie, que podem estar em contenção ou expansão, conforme a taxa acumulada de aumento demográfico e do contexto do ambiente midiático-administrativo – novo ou antigo.

  • Quando aumentamos a população e temos a obsolescência do modelo midiático-administrativo, a diversidade individual e os valores coletivos tendem a ser contidos;
  • Quando aumentamos a população e temos o surgimento de novo modelo midiático-administrativo, a diversidade individual e os valores coletivos tendem a ser expandidos.

O século passado foi o ponto limite de contenção e o atual é de expansão tanto do aumento da Diversidade Individual como dos Valores Coletivos Milenares, que voltam com toda força.

Se vamos projetar o futuro é preciso dizer que o Sapiens está pronto para aumentar até o limite do novo modelo a sua diversidade individual (objetiva e subjetiva) e ver retornar os Valores Coletivos Milenares.

São estas as bases para se pensar a sociedade do século XXI e é dentro desse jogo que se dará a relação de oferta e demanda.

Quem oferecer cada vez mais diversidade para cada vez mais gente – com as novas possibilidades midiáticas-administrativas, vai liderar o mercado.

É isso, que dizes?

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Veja o depoimento dos nossos formandos:

Se fala muito de IA, mas é preciso classificá-las em dois grandes grupos, quando aplicadas à Plataformas Digitais:

  • A IA da Gestão – que administra o Big Data centralizado;
  • A IA da Curadoria – que administra o Big Data distribuído.

Peguemos, como eu gosto, da comparação do Netflix e do Youtube.

Ambos utilizam IA para seus projetos.

Porém, o uso que o Netflix faz da IA para decidir que filmes vai produzir, por exemplo, é uma IA para o gestor decidir. É o que podemos chamar de IA da Gestão, com limites.

O uso que o Youtube faz da IA para recomendar vídeos para o usuário é uma IA para o consumidor/fornecedor de vídeos decidir. É o que podemos chamar de IA da Curadoria, com limites muito mais amplos do que os do Netflix.

O Youtube permite uma diversidade de acervo exponencialmente maior do que o do Netflix – isso é inegável.

Muitos dirão que o Netflix também faz recomendações de filmes, como o Youtube, porém temos que entender que estamos, com a Internet, aumentando radicalmente a demanda cada vez mais dos usuários por diversidade.

O Netflix consegue ser mais diverso do que uma TV tradicional, não exige horário, local, porém a capacidade de diversidade de grade é limitada – faz sucesso na fase de transição entre o analógico e o digital.

Porém, esbarrará, em breve, nos limites do modelo.

Por outro lado, o Youtube foi feito para gerar Diversidade de Nicho na Massa . É um criador de nicho em larga escala, que se aproximará muito mais dos desejos dos nossos netos.

Note que a base de usuário do Netflix é de 140 milhões, com baixa taxa de diversidade e a do Youtube de 2, 2 bilhões, com diversidade exponencial.

Não podemos dizer que estamos falando, assim, da mesma IA, mas de duas distintas.

A IA do Youtube foi criada com uma finalidade e a do Netflix para outra.

O Netflix é, a nosso ver, um bom exemplo do primeiro uso da IA nas Plataformas Digitais da Gestão, usando os novos canais digitais, para oferecer um produto melhor – e bem comerciável, pois é próximo do modelo anterior da televisão.

O Netflix, no máximo, pode ser classificado de inovação radical, pois ainda mantém o DNA Administrativo da Gestão – o gestor decide sobre todos os produtos e serviços que serão oferecidos, sendo ele o responsável direto pelas pessoas e qualidade.

O Youtube, por outro lado, é um projeto ainda incipiente do segundo uso das Plataformas Digitais para oferecer um produto melhor – com muito mais diversificação – ainda procurando uma forma mais comercial muito mais distante do modelo anterior da televisão.

O Youtube, entretanto, já pode ser classificado de inovação disruptiva, pois já utiliza o DNA Administrativo da Curadoria.

O curador não decide sobre os produtos e serviços que serão oferecidos, que fica por conta da comunidade de consumo (fornecedor e cliente), não sendo mais o responsável direto pelas pessoas e qualidade – ele assume o papel indireto, cuidando apenas do ambiente da Plataforma Digital.

O Youtube consegue ser exponencialmente mais diverso, justamente por que tirou o gestor que controlava conteúdo e isso só é possível pelo uso da IA, que administra os Rastros Digitais (cliques, comentários, estrelas, compartilhamentos) deixados pelos usuários na Plataforma.

  • A Curadoria permite, assim, “curadorar” bilhões, com diversidade distribuída;
  • Gestão fica na casa dos milhões, com diversidade centralizada.

O Youtube é um primeiro passo para vôos ainda maiores da Curadoria, que começará dentro em breve a oferecer Plataformas Digitais, em escala de bilhões, com uso massivo do blockchain, que será a radicalização do modelo – o que podemos chamar de Curadoria 2.0

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

É básico para um futurista estudar a essência humana.

E como se conhece?

Olhando para a repetição dos nossos antepassados, estudando história e filosofia.

Se há algo que sempre volta, que sempre está presente e faz parte da humanidade é que provavelmente ali temos uma essência humana.

As essências humanas são a base para saber aquilo que o ser humano vai procurar, vai querer manter, vai perseguir em todos os contextos.

Essências causam demandas, demandas geram ofertas e a relação oferta/demanda é o o DNA dos negócios.

Por causa disso, ou por falta disso, que pensadores digitais se equivocam tanto ao tentar entender o digital.

São Futuristas do tempo presente e não há como entender o tempo presente se não compararmos o mesmo com o passado.

Por causa dessa falha grava no Futurismo de plantão, temos por aí os conceitos vazios de sociedade da informação, conhecimento, Economia do compartilhamento e outra baboseiras do tipo.

Conhecer, se informar, compartilhar fazem parte da essência humana – o que muda é como fazemos isso a cada momento.

O que temos, assim, muito em função da chegada de novas mídias, mudanças na forma de nos informar, de conhecer e de compartilhar.

Este tipo de visão do tempo presente dentro do tempo presente, indutiva, é a vã tentativa de querer entender o século olhando para o próprio século.

Tal prática é o que podemos chamar de Falsas Novidades.

Que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157256876268631

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157256876268631

RESUMO DAS LIVES ANTERIORES:

Lá pela página 15 do livro “Inevitável” do nosso amigo Kelly ele diz: “…a maioria das importantes tecnologias que dominarão a vida daqui a 30 anos ainda não foi inventada”.

Acredito que foram.

As demandas humanas são mais ou menos fixas, o que varia em torno de nós são as ofertas.

De alguma forma, as tecnologias de hoje são sofisticações das mesmas que nossos antepassados usavam para resolver demandas que foram ficando complexas com o aumento demográfico.

O que se pode admitir é que mais adiante possamos fazer mudanças genéticas na espécie e aí pode-se alterar as demandas – tal como se alimentar de da luz solar, ou beber da umidade do ar.

O que seria, por sua vez, uma mudança da demanda e não da oferta.

Note que o Second Life e o tão badalado óculos do Google não caíram no gosto do freguês – a oferta não chegou na demanda.

Há, de maneira geral, uma fantasia das pessoas que o ser humano irá mudar a sua essência por causa das tecnologias, discordo disso.

É fato que nos adaptamos ao “copo tecnologia”, mas as essências principais continuam lá.

Por fim, há sim esta demanda por sofisticação constante, em função do aumento demográfico progressivo,que exige cada vez mais tecnologias, mais sofisticadas.

Sim, a quantidade e dependência do sapiens diante das tecnologias aumentou com o tempo, mas não se alterou.

Concordas?

É isso, que dizes?

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Conheça nosso Programa de Formação de Futuristas Bimodais.

Veja aqui o depoimento completo dos nossos formandos!

RESSALVA

Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – da filosofia ao operacional” (em produção) temos o Glossário Completo com a definição de todos os conceitos para que sirvam de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos formandos:

O principal problema que temos hoje no mercado é a tentativa frustrada de tentar entender o digital com a mesma mentalidade analógica.

Todo cientista sabe bem que quando seus experimentos não estão funcionando, é momento de voltar ao laboratório para rever as premissas.

As teorias têm que se encaixar na vida e não o contrário!

Podemos dizer que temos hoje um “sistema operacional” que foi desenvolvido para as mídias que existiam.

E aí começa a mudança de mentalidade.

As tecnologias são os copos e nós a água.

Mudou o formato do copo, a água tem que se readaptar.

As mídias, assim, são espécie de copo principal, pois são responsáveis pelo epicentro da espécie: como nos comunicamos, informamos, aprendemos, trocamos, compartilhamos.

Por isso, a alteração do formato da mídia mais vertical e centralizadora, com longo de tempo de uso, nos fez construir uma sociedade similar.

Hoje, saímos para a descentralização e horizontalização, pois o copo assim nos favorece.

A nova Mentalidade Digital precisa de duas ações:

  • entender que estamos vivendo um Fenômeno Social Recorrente, uma Revolução Midiática Civilizacional, como já fizemos no passado (gestos-oralidade / oralidade-escrita manuscrita / escrita manuscrita-impressa e agora escrita impressa / digital).
  • e que há novas formas possíveis de se administrar a sociedade, através de mudança disruptiva na forma de gerenciar pessoas, processos, produtos e serviços – da gestão (TV Globo/Netflix/cooperativa de táxi) para a Curadoria (Youtube/Uber).

Note que muita gente fala em Transformação Digital, mas em Liderança Digital.

Não haverá liderança no futuro que não passe pela Curadoria!

Organizações e profissionais que eram líderes hoje se contentam a ser vagão, pois continuam praticando a Gestão – DNA administrativo que rodava sobre a placa-mãe oral e escrita.

O primeiro passo para o upgrade é trocar o sistema operacional da mentalidade – algo não trivial e que mexe em camadas emocionais profundas.

Os Bimodais – Futurismo Competitivo faz parte de esforço de vários empreendedores inquietos para entender tal mudança, construir nova narrativa mais coerente compatível com a nova placa-mãe da mídia digital.

Hoje, nossos clientes são muito mais profissionais do que pessoas jurídicas, pois é mais fácil mudar a si próprio do que convencer conjunto enorme de pessoas dentro da organização de mudanças tão disruptivas.

O pessoal está compulsivamente querendo continuar “bebendo” o passado.

É isso, que dizes?

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Me mande um zap: 21-99608-6422

Conheça nosso Programa de Formação de Futuristas Bimodais.

Veja aqui o depoimento completo dos nossos formandos!

RESSALVA


Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – da filosofia ao operacional” (em produção) temos o Glossário Completo com a definição de todos os conceitos para que sirvam de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja o depoimento de um dos formandos:


O livro do nosso amigo Kevin Kelly é chegado a uma filosofia – eu gosto, mas é uma leitura mais densa.

Não é livro de Futurismo Competitivo, mas de Futurismo de Existência/Curiosidade para a sociedade, de maneira geral, refletir sobre o futuro.

É mais do andar de cima do Edifício do Pensamento (filosofia) do que da parte de baixo (operacional).

Quem quer livro mais pé no chão, tipo para negócios, deve optar pelo “Gestão do Amanhã” ou o meu “Administração 3.0”, que são mais Futurismo Competitivo de raiz.

Dito isso, vamos discutir a tese central de Kelly.

Ele defende, como já fez McLuhan que as tecnologias influenciam a sociedade..

Tenho usado agora no meu novo livro “Futurismo Competitivo” da metáfora do copo e da água.

Tecnologias são os copos, nos quais a sociedade se limita e se expande feito água.

Podemos fazer tudo aquilo que está dentro das fronteiras tecnológicas disponíveis, que nos formatam.

O conceito de Inevitável de Kelly está dentro da ideia de que há algo nas tecnologias que nos condicionam.

Ele mesmo diz que leva muita cacetada por causa disso, pois é o inverso do que achávamos: a sociedade é o copo que formata a tecnologia que seria água.

Talvez, possamos dizer que copo e água se moldam um a outra. Copo-água – água-copo.

E diante disso Kelly sugere que é tolice a água não aceitar ser moldada pelo copo, pois o que é possível é se formatar da melhor forma possível.

Neste aspecto, lembra muito o discurso do Pierre Lévy de que não se pode combater tecnologias, mas que é preciso se adaptar a elas, dentro dos riscos e oportunidades que trazem.

Curtam a frase:

Vejam todas que selecionei aqui:
http://bit.ly/kellyfrases

Reforça a ideia da tese 01 de McLuhan “criamos as tecnologias e elas nos recriam“.

Percebe-se, entretanto, até a parte lida que Kelly não irá tocar na tese 02 de McLuhan, “mudou a mídia, mudou a sociedade” e nem na tese 01 da nossa Escola “aumentou a população, sai da frente que vem Revolução Civilizacional” .

É um livro mais para o viajandão, mas aposto que vai dar possibilidade de se ter insights interessantes.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – da filosofia ao operacional” (em produção) temos o Glossário Completo com a definição de todos os conceitos para que sirvam de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja o depoimento de um dos formandos:


Inevitável – Kevin Kelly – Segundo texto – 11/04/19

“O que aconteceu para que tudo tenha mudado de repente?”.

Esta é a pergunta que faz Luís Rasquilha, brasileiro, no prefácio do livro de Kevin Kelly.

E depois ainda:

“Qual o fenômeno nos tem feito vivenciar a maior transformação da história da humanidade?”.

Acredito que Rasquilha toca no ponto nevrálgico do Futurismo.

Sugiro até que se chame todos os Futuristas de plantão no mercado, num grande congresso online e cada um tenha cinco minutos para responder esta simples e complexa questão: “por que o mundo está mudando tanto, agora?”

Boa parte dos futuristas dirá que não há uma causa, mas é preciso analisar a consequência, como se isso fosse possível.

Você só entende e cria uma vacina para uma epidemia se souber a causa.

A Era Digital pode ser comparada a uma pandemia, na qual tudo se espalha rapidamente e não se sabe bem qual é o “mosquito“.

No livro “Cibercultura”, de 1999, de Pierre Lévy, que já completa 20 ANOS e ainda não absorvido pelos futuristas americanos de plantão –
– o filósofo aponta o motivo: mudanças cíclicas de mídia.

São fenômenos que ocorrem de milhares de anos e milhares de anos e o tempo entre elas vem se encurtando.

Assim, podemos separar dois tipos de futuristas no geral, diante da Era Digital:

  • Futuristas não causais – aqueles que não se importam em procurar as causas e responder a essa pergunta que Rasquilha faz – são muito mais videntes do que evidentes;
  • Futuristas causais – aqueles que tentam procurar as causas e responder a essa pergunta que Rasquilha faz.

Pierre Lévy, assim, seria Futurista Causal que não só acha importante procurar a causa, mas aponta uma: existem mudanças de mídia –
um Fenômeno Social Recorrente na Macro-história.

Mudanças de mídia, segundo ele, e nós concordamos, marcam Eras Civilizacionais.

Não é à toa que os Bimodais seguem Lévy e vamos ainda mais adiante.

O que fizemos pós-Lévy?

Fomos ainda mais fundo na pergunta de Rasquilha:

“O que aconteceu para que tudo tenha mudado de repente?”.

Resposta:

Lévy: Revolução Midiática.

E por que ocorrem Revoluções Midiáticas de tempos em tempos?

Resposta da nossa escola: Aumento demográfico, que obriga a sociedade a se reinventar para atender novos patamares de complexidade.

Há, assim, quatro níveis de debate sobre o Futurismo:

  • Não causal;
  • Causal;
  • Causal Midiático;
  • Causal Midiático Demográfico.

Falemos dos Causais

Muitos autores atribuem as mudanças, diferente de Lévy e de nós, à chegada de “novas tecnologias” sem especificar quais, sugerindo, assim, se tratar de tecnologias inusitadas – sendo, assim, Fenômeno Social Único.

Há os causais, como Lévy que apontam as mídias em particular como “o mosquito“.

E nós que Revoluções Midiáticas são provocadas por aumentos demográficos.

Imaginamos que quando se sabe a causa ou mais ainda a causa da causa – e se faz sentido com os fatos passados, presentes e futuros – se pode enxergar ainda mais longe – que é a nossa meta.

A pergunta de Rasquilha é a porta do Labirinto Digital – o grande desafio que os Futuristas de plantão têm pela frente.

É isso, que dizes?

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Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – da filosofia ao operacional” (em produção) temos o Glossário Completo com a definição de todos os conceitos para que sirvam de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.
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Há uma fantasia no mercado de que a disrupção nasce de grupos.

Ideias disruptivas, entretanto, ocorrem de mentes específicas que tem algumas características particulares:

  • capacidade de questionar as autoridades (ideias, pessoas e instituições) de plantão;
  • criatividade para unir o que outros não conseguiram;
  • dedicação/disciplina de levar adiante a ideia disruptiva.

Note bem, porém, que uma ideia disruptiva não vai adiante sozinha, precisa de grupos que consigam enxergar o seu potencial e levá-la adiante – incluindo ações operacionais.

Porém, se iniciam de Mentes Disruptivas.

Como disse Thomas Kuhn no livro “A estrutura das revoluções científicas” (que você deve ler) novos paradigmas não vêm de dentro, mas de fora das organizações científicas.

(A história de Einstein é sintomática disso.)

Quem está dentro, de maneira geral, teve alguma facilidade de se “encaixar” e mais facilidade para ideias “encaixativas” – aquelas que estão mais próximas da “caixa” de plantão.

En-caixar – aquilo que está dentro da caixa, formatado, conforme as regras.

Hoje, num mundo mais descentralizado que outrora, no qual pessoas podem se expressar de forma muito mais barata do que antes, mentes disruptivas ganharam espaço.

Há forte aumento da influência de mentes mais disruptivas na sociedade – fator fundamental para que a inovação dê o salto que está dando.

Organizações, de maneira geral, têm grande dificuldade de lidar com mentes disruptivas, pois não são encaixáveis ao modelo existente.

Por isso, quando os Bimodais sugerem criar áreas separadas
Núcleos de Futuro – mais adequados para inovação disruptiva – estamos falando em dar espaço para esse tipo de mente ter mais liberdade para inovar.

Mentes mais quietas/incrementais são maravilhosas para a conservação, a preservação e a continuidade – fator fundamental para o bem viver do sapiens.

Mas mentes inquietas/disruptivas são essenciais, de maneira geral, e fator estruturante durante Revoluções Midiáticas, como a que estamos vivendo, pois há uma nova sociedade que precisa ser readequada para o novo Patamar de Complexidade Demográfica.

São estas Mentes Disruptivas que vão nos permitir realizar essa readequação.

É isso, que dizes?

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RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157240184278631

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Ano: 2017
Autor: Experiente
Páginas: 354
Nacionalidade: Americana
Tema: futurismo para sociedade (e não para os negócios).

Diferente do livro anteriormente analisado “Gestão do Amanhã”, de Salibi e Magaldi, nosso amigo Kelly pratica o que chamamos de Futurismo de Curiosidade ou Futurismo para a sociedade e não para os negócios.

Não é Futurismo Competitivo, pois o livro tem objetivo de apresentar o futuro para a sociedade de maneira geral e não para organizações em particular, como é o caso de Salib e Magaldi.

O livro se abre para impactos mais gerais na sociedade e não diretamente para as organizações – o que não quer dizer que não seja útil ou interessante para gerar insights.

Mas, de cara, não se pretende, em absoluto, diferente de Salibi e Magaldi, a orientar organizações na Transformação Digital.

Lendo a conclusão, por onde sempre começo, noto também viés mais de romancista do que de cientista com liberdade conceitual – lembrei um pouco do Laloux – que já lemos por aqui.

O livro tem ainda viés otimista sobre o futuro (igual o Abundância), registra também a guinada civilizacional, fala em “recomeçar”.

Lança conceitos, tais como “holos”, de integração de tudo e de todos, num sistema global – isso precisa ser melhor conhecido e deglutido ao longo da jornada de leitura.

Pressinto que aqui vamos discutir bastante a relação entre Futurismo de Curiosidade para a Sociedade versus para o da Competitividade.

Diria que Salibi e Magaldi estão mais perto da nossa escola no foco: futurismo competitivo e Kelly é mais na linha de “vamos ver como será o futuro para todos”.

Porém, como o nome deste artigo já diz, se trata da avaliação inicial.

Comecemos a nova temporada.

A última já virou e-book e já pode ser adquirida por quem se interessar, que inclui o link para todos os 23 áudios, incluindo os exclusivos para os grupos fechados da Escola.


https://www.clubedeautores.com.br/ptbr/backstage/my_books/282261

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E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos formandos:

Organizações procuram de todas as maneiras se manterem competitivas no novo século.

De uma hora para outra, o futuro que era comum, simples, previsível, se tornou incomum, complexo, imprevisível.

O primeiro passo para sair desta verdadeira “sinuca de bico” é admitir que o sapiens não olha diretamente para a realidade, mas sempre ATRAVÉS DE UMA PERCEPÇÃO.

E há percepções que são individuais e coletivas.

A terra já foi considerada o centro do universo e plana e hoje – coletivamente – de forma quase hegemônica, admitimos que ela é redonda e gira em torno do sol.

Havia um erro na percepção coletiva no passado.

Hoje, vivemos crise similar de percepção coletiva, pois os negócios estavam baseados em crenças coletivas que perderam a validade por causa dos fatos do novo século.

A ciência da administração vive crise de paradigma.

O que estamos tentando fazer é conseguir explicação que consiga tornar comum o Futuro Incomum. E para isso precisamos colocar novas crenças no lugar.

As filosofias e teorias sobre administração dos negócios precisa de um “cavalo de pau“.

O mercado, entretanto, se viciou no Futuro Comum e isso significa que:

  • trabalha muito bem com pensamentos de curto, mas não de longo prazo;
  • tem muita facilidade para pensamentos concretos e não abstratos, considerados “pouco práticos“;
  • e é fortemente guiado pelo pensamento americano, de maneira geral, avesso à filosofia e à abordagem histórica – ferramentas fundamentais em crises de paradigmas.

Vivemos hoje, assim, profunda crise DOS PILARES DA ADMINISTRAÇÃO que necessita outras ferramentas para operar em três fases:

  • conseguir explicação convincente que explique o motivo da passagem do Futuro Comum para o Incomum;
  • a nova lógica, que passa a reger os negócios;
  • e a adaptação operacional necessária para se tornar competitivo dentro dela.

Podemos dizer, assim, que está se navegando em plena tempestade e as bússolas que antes funcionavam ficaram obsoletas.

Nossa Escola sobre Futurismo Competitivo Bimodais tem como meta levar esse debate a sério e oferecer explicações melhores e mais convincentes – e não finais.

Nessa linha, está no prelo meu novo livro “Futurismo Competitivo: da filosofia ao operacional“, que será lançado capítulo a capítulo e está sendo produzido com intenso debate pelos formandos.

Queremos que o Futurismo deixe de ser praticado sem critérios mais lógicos.

Assim, se quer sair da tempestade? Vem para a escola saber o que estamos pensando!

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo – da filosofia ao operacional” (em produção) temos o Glossário Completo com a definição de todos os conceitos para que sirvam de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos formandos:

Ano: 2018
Autores: brasileiros
Idade: mais experimentes
Páginas: 253
Tema: futurismo, negócios.


O QUE FOI POSITIVO NO CONTEÚDO DO PONTO DE VISTA BIMODAL?

  • Livro denso, cita diversos autores relevantes;
  • Faz esforço para sair do padrão do mercado;
  • Boas sacadas, autores inteligentes e criativos;
  • Admite que vivemos Revolução impactante;
  • Sugere a bimodalidade (Motor 1 e 2) inovação de longo prazo e disruptiva em área separada;
  • Critica de forma consistente a paralisia e o medo do mercado;
  • Muitos dados, casos, o que sempre é bom para ilustrar.

O QUE FOI POSITIVO NA FORMA?

  • Desenhos;
  • Cores vermelha na lombada externa nas páginas;
  • Uso do QR Code para que se tenha acesso a complementações, principalmente de outros pensadores digitais.

O QUE FOI NEGATIVO NO CONTEÚDO DO PONTO DE VISTA BIMODAL?

  • Optam pelo diagnóstico de Quarta Revolução Industrial e não Revolução Midiática;
  • Optam por autores que estão dentro ainda dos paradigmas da Gestão, o que dificulta uma visão mais clara do tipo de Revolução que estamos passando;
  • Não conhecem a Escola Canadense de Comunicação e McLuhan – algo básico para entender o novo século;
  • Têm visão pouco amadurecida sobre a nova forma necessária de compreender a relação de tecnologia/sapiens e em muitas partes do livro entram em contradição sobre isso (isso é chave para uma visão futurista mais clara);
  • Não enxergam a Curadoria como novo Modelos de Administração;
  • Ao escolher autores para guiarem os capítulos, não conseguem uma razoável “amarração” entre o que se diz em vários deles – ficando um pouco “colcha de retalhos, sem costura mestra”.

O QUE FOI NEGATIVO NA FORMA?

  • Os destaques de parágrafos em vermelho dificultam a leitura.

CONCLUSÃO:

O livro está acima do padrão do mercado, já bem mais perto da aposta da nossa Escola. Consegue enxergar a cegueira do mercado, a dimensão da revolução e a bimodalidade.

O grande insight novo que tive ao ler o livro foi perceber que no futuro – sendo tudo colocado em plataformas digitais – a lei de Moore passará a ser um agente permanente de transformação, estabelecendo novo ritmo de mudança e inovação.

A cada 18 meses clientes e organizações poderão fazer coisas que não podiam nos 18 meses anteriores – e isso vai ditar o ritmo da inovação.

Interessante também quando apontam o problema da visão de curto prazo (metas a serem batidas para agradar investidores) como um dos impasses para entender o futuro que está chegando – boa sacada.

O livro não pode ser um guia, a nossa ver, pois não enxerga a Curadoria como base principal da mudança, ou de risco a ser observado. Não é, assim, uma passagem para Plataformas, mas para Plataformas da Curadoria (no popular – Uberização).

O livro permite ter bons insights, principalmente de como o mercado, mesmo pessoas inteligentes e sagazes como Salibi e Magaldi incorrem em alguns equívocos sobre o futuro, pois ainda não conhecem o novo paradigma aberto por McLuhan.

É uma boa leitura – a melhor que tive nas leituras compartilhadas – mas se for usado como guia pelas empresas pode gerar confusão.

O bom de tudo isso é saber que todos nós estamos no caminho e o mercado cada vez mais se dá conta de que é revolução e a saída é a bimodalidade. A diferença agora é saber o que é exatamente o Motor 2.

É isso, que dizes?

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A palavra liderança significa hoje para o meu Google o seguinte:

  1. função, posição, caráter de líder.
  2. espírito de chefia; autoridade, ascendência.

E eu diria, na minha definição, é “aquele que sabe e consegue criar os novos caminhos e mantê-los viáveis”.

Muito se fala em novo tipo de liderança e a aposta vai depender de que tipo de mudança estamos passando do século passado para o novo.

Antes da Era Digital, o ser humano e as organizações operavam, de forma hegemônica, com as Linguagens Midiáticas Oral e Escrita, que estruturaram as bases do DNA da Gestão – atual Modelo Administrativo em obsolescência..

A Era Digital, além de massificar novos Canais Midiáticos (que permite a passagem da escassez para a abundância da informação) nos trouxe a nova Linguagem Midiática dos Rastros (LMR).

É a LMR que permite que os Ubers sejam possíveis

As LMRs permitem a criação da Curadoria, Modelo Administrativo mais sofisticado do que o da Gestão.

  • Um líder, assim, antes da Era Digital, era aquele que conseguia criar e manter os caminhos dentro da Gestão;
  • Um líder, depois da Era Digital, será aquele que conseguirá criar e manter os caminhos dentro da Curadoria.

A Curadoria é o futuro, pois permite a criação de modelo administrativo muito mais participativo do que a Gestão e – por causa disso – mais compatível com o atual Patamar de Complexidade Demográfica.

Quando Jeff Bezos defende que a Amazon deve se concentrar em deixar que os usuários decidam os produtos a serem vendidos ou rejeitados na Comunidade da Curadoria da Amazon ele está sendo líder da Curadoria.

A ideia dos atuais Líderes de tentar dar foco no cliente NA GESTÃO esbarra justamente nos limites do Modelo Administrativo, que foi feito e concebido para um determinado tipo de comunicação com os clientes e colaboradores.

A Gestão ficou obsoleta não por falta de méritos, mas por que a nossa espécie cresce demograficamente e os Modelos de Comunicação e Administração que funcionaram antes, passam a ter limites no depois.

Por fim, ao falarmos de qualquer mudança organizacional, é preciso entender que temos dois futuros pela frente diante da Revolução Midiática Civilizacional – Fenômeno Social Recorrente:

  • O Futuro Conjuntural (momento presente) – da passagem da Era Administrativa da Gestão para a da Curadoria, na qual haverá embates, resistências, incompreensões, desgastes no curto e médio prazo;
  • O Futuro Estrutural (momento futuro) – já com a Curadoria consolidada, na qual teremos que nos acostumar com ritmo muito maior na velocidade de mudanças.

Lideranças hoje precisam entender o contexto da sua época, comparando-o com outras para poder saber os melhores caminhos e liderar.

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos formandos:

Existem profissões que têm mais ou menos controle sobre os problemas que precisa lidar. São mais ou menos objetivas.

  • Um cabeleireiro é profissão de maior subjetividade, assim como paisagista e decorador – as forças que lidam: cabelo, plantas, móveis são mais controláveis, com regras mais flexíveis;
  • Um oncologista e um engenheiro calculistas são profissões de objetividades – as forças que lidam: células cancerosas, materiais, vento, trepidação são menos controláveis, com regras menos flexíveis.

Profissões de objetividade lidam com fatores em que a margem para adaptação é menor do que as de subjetividade.

Por mais que um oncologista goste do paciente ou queira atendê-lo da melhor forma possível, ele NÃO TEM CONTROLE ABSOLUTO sobre as células cancerosas.

Não pode, como um cabeleireiro atender o gosto do cliente, com um cabelo mais ou menos curto.

A negociação com o cliente é mais limitada – ele não atende ao gosto do freguês, pois as células cancerígenas não vão se adaptar às subjetividades, bem como a viga de um prédio, que não pode ser retirada.

O profissional de objetividade lida com forças externas – que tenta controlar – e, por causa disso, não pode atender os anseios do cliente como um cabeleireiro.

São profissões que lidam com forças extremas, que precisam ser muito respeitadas, com regras para que se possa evitar o pior.

Um Futurista é uma profissão de objetividades e não de subjetividades.

Um Futurista precisa antecipar o desdobramento das forças que não têm controle. Ele faz seus Cálculos de Futuro e projeta Cenários Prováveis, mas ele não executa estes cenários – apenas os prevê.

Hoje, temos muitos Futuristas Cabeleireiros ou Paisagistas, se quiserem.

Gurus digitais, futuristas marqueteiros, empresas de consultoria MIMIMI analisam que tipo de futuro o cliente está disposto a comprar e, a partir do desejo do “cabelo” do cliente desenvolvem as suas teorias.

O que estamos propondo na Bimodais: Futurismo Competitivo é inverter essa lógica. Criar bases científicas para analisar o futuro, INDEPENDENTE DO GOSTO DO CLIENTE.

O cliente que quer encomendar um futuro para viagem não será nosso cliente, só aqueles que querem consumir algo mais consistente.

Ou seja, estamos chegando a conclusão que um Futurista, um Oncologista e um Calculista não podem aceitar a famosa frase “o cliente sempre tem razão“.

Nestes casos, é diferente.

Os profissionais da objetividade têm seu diagnóstico, que não pode mudar por que o cliente não gosta.

É o cliente que tem que procurar diferentes opiniões e escolher aquela que acredita que o fará se curar do câncer, evitar que a casa caia e fazer ações estratégicas para o futuro que lhe garanta competitividade.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

LIVE RESUMO:

Veja no Facebook a Live Completa!

Um debate intenso aqui na Escola dos Bimodais: Futurismo Competitivo é se a Curadoria – novo modelo administrativo da espécie – será hegemônica ou apenas periférica?

Como imaginar a Uberização de uma Vale do Rio Doce ou da Petrobras? Ou de uma empresa de aviação?

É preciso separar, entretanto, o debate em dois níveis:

1 – estamos diante de novo modelo administrativo?

2- caso sim, será hegemônico, sim ou não?

Muita gente gostar de chamar os Ubers (onde se inclui o Youtube) de novo modelo de negócio.

Isso faz parte da visão analógica que temos sobre as teorias da administração, que ficaram obsoletas depois da Era Digital.

Hoje, para nós, é evidente que as Tecnologias Midiáticas são a placa-mãe da sociedade e todas as organizações sociais “rodam” os respectivos sistema operacional sobre elas.

A educação, a administração, a política, a economia, tudo está no momento de passagem de uma placa-mãe com as linguagens oral e escrita para uma nova digital, que tem a linguagem dos rastros.

Mudou a placa-mãe se alteram os sistemas operacionais de toda a sociedade, ao longo do tempo.

Vejamos a diferença em termos macros:

  • Os Ubers não têm gerentes;
  • Não têm carteira assinada;
  • Não têm controle de qualidade sobre os produtos e serviços, que são feitos pelos consumidores, direta ou indiretamente.

Os Ubers só são possíveis, pois com as novas Tecnologias Midiáticas Digitais criamos a nova Linguagem Midiática dos Rastros (curtições, estrelas, cliques, comentários, compartilhamentos, indicações, etc).

Os Ubers não são, assim, um novo modelo de negócio, mas novo Modelo Administrativo, que tem diferentes modelos de negócio.

O Youtube é um modelo administrativo na área de conteúdo, que pode ter concorrentes que se utilizem também da Curadoria.

O AirBnb é um Uber na área de hospedagem, como o Uber é na de mobilidade.

Novos Ubers, que concorrem com os atuais, aí sim serão novos modelos de negócio na Curadoria.

A TV Globo é um modelo de negócio da Gestão, pois não se utiliza da Linguagem Midiática dos Rastros compete com o Netflix, que também é gestão – o que muda é apenas o canal de transmissão (do ar para o digital).

E aí você vai me perguntar: a Curadoria será hegemônica?

Na minha opinião, sim, pois o passado demonstra que os novos modelos administrativos mais sofisticados, como é a Curadoria, mais compatíveis com o novo Patamar de Complexidade Demográfica – acabam se disseminado cada vez mais.

Em alguns setores mais rapidamente e em outros mais lentamente.

Porém, o que é mais importante hoje no debate sobre Transformação Digital é que o grande desafio das organizações não é avaliar se vão ou não criar novos Modelos de Negócio.

Mas se vão, ou não, criar alguma iniciativa para se aventurar na Curadoria – novo Modelos Administrativo.

A Curadoria sim é exponencial comparada à gestão e, por causa disso, onde entra passa a liderar mercados.

É isso, que dizes?

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Veja aqui o depoimento completo dos nossos formandos!

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

De maneira geral, antes da Era Digital o modelo era o de trabalhar para ganhar dinheiro.

O mundo era muito mais intermediado do que é hoje – as oportunidades escassas.

Com a chegada da Era Digital há novo campo que se abriu para projetos individuais e de micro empresas diversificados.

Profissionais de diferentes tipos, com talento, passaram a procurar colocar seu legado ao sol.

A passagem da ideia de trabalho – faço qualquer coisa – para ganhar dinheiro – para – vou desenvolver meu trabalho e, depois, viabilizar uma forma de fazê-lo viável.

Houve, assim, a passagem da escassez da diversidade para a abundância, num ciclo em que é possível ir direto com seu talento diversificado a determinado nicho e vender – sem filtro.

Há, assim, a possibilidade de trabalho com conceito e meta de legado que não precisa ser filtrado ou rejeitado pelos antigos intermediadores de plantão.

O projeto é levado diretamente ao público, que o financia e, com o tempo, o arredonda.

É o caso, por exemplo, de Luciano Pires, o homem do Meiostream e tantos outros.

Como é o nosso caso aqui dos Bimodais, no projeto da criação da Escola sobre Futurismo Competitivo.

Hoje, eu estou recebendo para fazer o que passei muito tempo fazendo e não recebendo, mas continuei fazendo, pois tinha certeza que um dia ia receber.

A ideia é trabalhar, trabalhar, trabalhar, por que se quer, para aprender – sem perder o conceito de como é possível chegar ao cliente e ser remunerado por isso.

Parafraseando:

Comercializar sim, perder o conceito, jamais!

Não se procura o projeto que vende, mas o projeto que faz sentido e, por causa disso, vende.

É outra lógica, existe muita gente aí fora que não quer ser massificado, mas individualizado, por quem se individualizou.

Faz parte do macro processo do sapiens em direção a mais qualidade na quantidade, mais quantidade com qualidade.

Mais diversidade com qualidade para nichos – algo bem típico da fase inicial de uma Revolução Civilizacional Midiática.

Isso, entretanto, exige uma mudança individual muito grande, pois fomos educados e preparados para repetir e não criar. Para sobreviver e não existir.

É preciso superar uma barreira emocional para tirar o seu Luciano Pires do armário.

É isso, que dizes?

PS – quando conversei com Luciano sobre estes temas, ele me mandou este link, que é bem disso que estamos falando: http://www.portalcafebrasil.com.br/podcasts/471-a-revolucao/

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Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

O sapiens tem camadas emocionais, nas quais vão armazenando conhecimentos.

O conhecimento é uma ilha cercada de emoções por todos os lados.

Quanto mais essencial é o conhecimento, mais profundamente é armazenado.

Trabalhamos, assim, com paradigmas mais ou menos arraigados que formam nossa estrutura emocional.

Muitas vezes, entretanto, a vida nos mostra que nossos paradigmas, mesmo os mais arraigados, estão equivocados, pois não se harmonizam com os fatos.

O conhecimento do lado de dentro está brigando com os fatos do lado de fora.

Já tivemos certeza, no passado, de que a terra era o centro do universo, que era plana e que a espécie surgiu de Adão e Eva.

A Era Digital tem promovido modificações do lado de fora que exigem alterações no lado de dentro.

São mudanças na forma de pensar difíceis de praticar, pois demandam alterações em paradigmas, que estão armazenados nas nossas profundezas emocionais.

E é em torno destes paradigmas arraigados, fortemente utilizados na pré-Era Digital, que se estruturam organizações, carreiras, profissões, que agora estão perdendo valor rapidamente.

Há o que podemos chamar de Luto do Status Quo Perdido –
um tipo de transtorno subjetivo – que demanda alta Taxa de Superação Emocional.

Antes de qualquer coisa, é preciso, pela ordem:

  • Abrir-se para questionar paradigmas fortemente arraigados;
  • Escolher autores adequados, geralmente que estão no status quo para que se possa enxergar com mais clareza, pois estão vendo de fora para dentro e não de dentro para dentro, intoxicados pelos paradigmas reinantes.

Pela ordem, há três fortes quebras de paradigmas filosóficos necessários, que só são possíveis enxergar a partir dos autores da Escola Canadense de Comunicação, encabeçada pelo filósofo Marshall McLuhan (1911-80):

  • Somos uma tecno-espécie (criamos tecnologias e estas nos recriam);
  • Novas mídias, nova civilização (mudou a mídia, mudou a sociedade);
  • Cresceu demograficamente, novas civilizações vão surgir (a complexidade demográfica progressiva é o principal motor da história – esta já do trabalho brasileiro sobre a escola).

Quem conseguir trabalhar com o significado destas três quebras de paradigma, terá a chance de enxergar o futuro de forma mais clara, pois se verá que há duas grandes novidades:

  • a chegada da Curadoria – novo modelo administrativo, só possível com a nova Linguagem Midiática dos Rastros;
  • e a migração das trocas humanas para plataformas, que passam de 18 em 18 meses por uma renovação cada vez mais baratas e mais potentes.

Estas premissas estruturam a Bimodais: Futurismo Competitivo, que oferece visão e ação mais consistente para esse novo mundo.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.
Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

Magaldi e Salibi do livro “Gestão do Amanhã” gostam bastante do conceito Plataforma.

(O conceito vem do livro que também já analisamos nas Leituras Bimodais: “Plataforma, a revolução da estratégia” de Parker, Alstyne e Choudary.)

Magaldi e Salibi citam, por exemplo, a Redbull, que se meteu em diversos tipos de negócios (p.103).

Isso é bom, dá dinheiro, mas é, a nosso ver, o que muitas organizações já fazem há muito tempo com outro nome.

Diversificação dos negócios em torno de clientes cativos.

O nome não era Plataforma de Negócios, mas Rede de Negócios ou algo parecido, nas quais uma organização se metia em diversos nichos, expandindo a marca.

Quando a Redbull ou qualquer empresa cria a sua Plataforma de Negócios estamos falando de uma rede de atividades, que é muito facilitada pelos novos Canais Midiáticos, sem dúvida.

É o resultado da chegada de novos Canais Midiáticos.

Porém, o mercado tende a se referir ao conceito Plataforma de Negócios, como o da Redbull, da mesma forma que fala do Uber e do Airbnb, que também criaram Plataformas de Negócio, mas de outro tipo.

Ubers se aproveitam, além dos Canais Midiáticos, também da nova Linguagem Midiática dos Rastros.

Ubers operam com Plataformas de Negócios de Curadoria – novo modelo administrativo, que reduz a necessidade dos gerentes, através de comunidades de consumo que se auto-gerenciam.

Nos Ubers não há carteira assinada, gerentes, hierarquia tradicional – cria-se comunidades de consumo e se fica com um percentual dos negócios realizados ali dentro.

Não podemos chamar o que faz a Redbull do mesmo nome do que faz o Uber, pois estaremos chamando banana de tomate e vice-versa.

É preciso separar:

  • Quando temos a Plataforma de Negócios na Gestão podemos ter forte uso da digitalização, com atividades feitas por aplicativos, tudo online, mas o modelo administrativo é o mesmo com os mesmos limites exponenciais;
  • Quando temos a Plataforma de Negócios na Curadoria temos a uberização – modelo administrativo que permite superar os antigos limites exponenciais de crescimento.

Uma organização que adotar a Plataforma de Negócios na Gestão, por melhor que atue, perderá forte valor se aparecer no mesmo mercado Plataforma de Negócios na Curadoria por se tratar de modelo administrativo mais sofisticado.

Conceitos podem parecer um detalhe, mas quando bem utilizados fazem a maior diferença.

É isso, que dizes?

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Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:


Uma das teses centrais do livro “Gestão do Amanhã” de Salibi e Magaldi é que temos hoje o “Efeito Rede“.

O conceito vem da ideia que vivemos hoje a “Economia em Rede” e se aponta, por exemplo, o Uber e o AirBnb como organizações que se aproveitam do Efeito Rede na Economia em Rede.

Faz sentido isso?

Não, pois a partir daí se desenvolve análise equivocada de que agora se utiliza de redes e antes não usava.

A novidade não é a rede, mas o tipo de rede que criamos com o digital!

Questiono o conceito Sociedade em Rede da mesma maneira, que questiono o conceito de Economia Compartilhada, já que sempre houve compartilhamento.

Quando você qualifica algo como Sociedade, Economia, Mídia, você quer particularizar algo que NUNCA ocorreu para separa do que aconteceu no passado.

Não faz sentido falar, por exemplo, em Revolução Tecnológica se você já teve várias no passado: roda, domínio do fogo, máquina a vapor, eletricidade, avião etc.

É preciso precisar que tipo de Tecnologia está alterando o ambiente para se precisar a Revolução que está se tratando, tal como fazemos em dizer que vivemos a Revolução Midiática Civilizacional – a mudança da mídia é o epicentro.

A Economia, voltando ao tema, sempre foi em Rede e Compartilhada, pois a base de tudo são as trocas.

Quando falamos Compartilhada/Rede parece que antes não era e agora é – o que é falso e não nos permite enxergar como as redes e o compartilhamento se alteram no tempo – criando regras e leis, aprendendo com a história.

Você poderia dizer Economia Hiper, super, ou mais compartilhada em redes o que seria melhor, mas não suficiente.

É preciso adjetivar de forma que se possa entender o que aumentou no compartilhamento para entender as organizações que estão se aproveitando dele.

E que tipo de rede estamos falando:  de uma mais vertical para uma mais horizontal? Por qual motivo?

Sociedade Digital ou em Rede Digital, na qual vai ter que se definir o que mudou nas redes!  

Sempre tivermos Redes Sociais – o que temos agora são Mídias Digitais que ampliam as antigas Mídias Eletrônicas, Impressas, Orais.

O que temos de novidade hoje é a Economia Digital, Redes Digitais, Mídias Digitais, comparadas com as anteriores Economia Analógica, Redes Analógicas, Mídias Escritas, Impressas, Orais.

E aí podemos tentar entender o que o Digital altera nas Redes, na Economia, nas Mídias e na Sociedade, que sempre existiram.

Não é o Efeito Rede, mas o Efeito Digital também nas Redes!

Na nossa visão, vivemos hoje a chegada da Curadoria, novo modelo administrativo, que permite a criação do Airbnb e Uber, sem a necessidade de líder alfa por causa das Redes Digitais.

Assim, podemos dizer que a Rede Digital permite a Curadoria e seria a Rede Digital da Curadoria, que é bem preciso com o que está ocorrendo.

Quer competir nesse novo mundo, adote a Curadoria, que foi permitida pela chegada da Sociedade e das Redes Digitais – que permitem a passagem da Escassez para a Abundância do Compartilhamento.

Quem quer competir com o AirBnb, por exemplo, tem que entender a lógica da Curadoria e não da Rede, ou do “Efeito Rede”, que não quer dizer muita coisa.

Quando não se precisa bem o fenômeno, não se pode ajudar quem quer se inserir nele.

É isso, que dizes?

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

 

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

Platão, Aristóteles e Rodrigo Maia

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, March 26, 2019


DIGITAL NA POLÍTICA – VENHA FAZER O CURSO!

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Vivemos hoje uma Revolução Midiática Civilizacional, com três frentes de mudanças estruturais:

  • Digitalização dos Canais de Trocas Comerciais e não comerciais;
  • Horizontalização dos Canais de Comunicação e Informação;
  • E a chegada da nova Linguagem Midiática dos Rastros, que permite a Uberização.

Em função das mudanças acima, passamos a ter forte questionamento do antigo status quo que chegou a alta Taxa de Verticalização – resultado de dois fatores: aumento da complexidade demográfica e muito tempo para que surgissem mídias que permitissem a descentralização das decisões.

Tivemos, com o tempo, a criação de uma espécie de Clube das Organizações Tradicionais, que dominavam mercados, concorrentes e estabelecia a regra do rabo balançando o cachorro.

Os consumidores tinham pouca voz.

A Revolução Midiática Civilizacional, com as três frentes encadeadas, nos permitiu sair da escassez para a abundância em diversos aspectos: transparência, inovação, cooperação, concorrência, amadurecimento.

Hoje, se procura restabelecer um reequilíbrio entre organizações e clientes – se exige empresas mais voltada para o consumidor e menos para os seus próprios interesses.

O ambiente pós Revolução Midiática exige nova postura e é por isso, que se fala tanto em foco no consumidor, missão, valor.

Há forte demanda por Organizações Conceituais – aquelas que comercializam algo para disseminar um conceito e não topam qualquer conceito para comercializar algo.

Há passagem, assim, relevante da procura de resultados de curto prazo para os de médio e longo prazo – por um objetivo maior – que podemos chamar de legado.

Isso implica também a demanda por investidores que sejam também conceituais, que queira investir também em legado, além do resultado financeiro.

No livro, “Gestão do Amanhã” Salibi e Magaldi falam da “Ditadura do Quarter”, que obriga as atuais organizações a pensar apenas no curto prazo, diferente da Amazon que tem reinvestido lucros pesadamente no longo.

E isso, segundo eles, eu concordo 100%, é um dos fatores que faz com que organizações estejam tão fechadas para o futuro.

Quando se pensa só no curto prazo, nas metas do mês seguinte, não se pensa estratégia. Quem quer tudo, rápido, pode não ter mais nada amanhã.

É um conflito entre a Mentalidade Conjuntural (ganhos para o final do mês, apenas material) da Estrutural (ganhos para o final da década,, incluindo propósito).

A sacada é , a meu ver, um dos pontos altos do livro de Salibi e Magaldi.

É isso, que dizes?

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Muito se fala hoje da passagem da mentalidade linear para uma mais complexa. Aquela que permitiria ao sapiens viver nesse novo século.

Existe muito MIMIMI sobre isso e a realidade.

Só é possível chegar na realidade se formos ao passado, no qual o ser humano se adapta, se adapta para manter a sua essência.

Se focarmos na essência, não perdemos o rumo.

O ser humano tem na sua essência o desejo de crescer demograficamente – e fazemos isso desde que o sapiens é sapiens.

Não é à toa o salto de um para sete bilhões nos últimos 200 anos.

Assim, quando falamos em demanda de nova mentalidade para lidar com complexidade, desde o tempo do nosso tatatataravô há necessidade de ajuste do sapiens sempre de ambiente social com menos para mais gente.

Esse é o ponto principal.

Aumenta o volume de dados a ser processado sobre cada pessoa.

Porém, por causa disso e além disso, somos obrigados a criar mídias mais sofisticadas para que possamos lidar melhor com a complexidade e estas nos permite modificar o ambiente administrativo.

Assim, precisamos de mentalidade que se adapte:

  • do ambiente com menos para mais dados;
  • da mídia mais sofisticada que permita lidar com mais dados;
  • e do modelo administrativo, que aumenta o poder de decisão das pontas, que permita lidar com mais dados.

Hoje, com a chegada da Era Digital vivemos justamente a passagem:

  • Do analógico (Canais mais Verticais e Linguagem Midiática Oral e Escrita) para o Digital (Canais mais Horizontais e Linguagem Midiática dos Rastros);
  • Da Gestão (DNA administrativo atual) para a Curadoria (emergente);

A Curadoria – também conhecida como Uberização – inaugura nova Era Midiática Civilizatória, na qual o DNA Mamífero que sempre utilizamos até aqui está dando lugar para um DNA dos Insetos.

A saber:

  • Mamíferos se utilizam de sons e, por causa, disso necessitam de líderes-alfas (intermediadores mais presentes);
  • Insetos se utilizam de rastros e, por causa disso, não necessitam mais de líderes-alfas, através da Liderança Contextual – você comanda por causa do contexto.

A maior dificuldade que temos hoje não é abandonar nossa cabeça linear, mas a Mentalidade Mamífera e passar ao modelos dos insetos.

Tivemos com sete bilhões de sapiens adotar o modelo de comunicação e administração dos insetos para continuarmos humanos.

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A principal diferença entre o livro “Gestão do Amanhã” e a visão Bimodal está no seguinte dilema: vivemos hoje uma Revolução Midiática ou Industrial?

Salibi e Magaldi defendem a tese da Revolução Industrial com amplo impacto na sociedade. E, por causa desse diagnóstico, temos prognósticos e sugestões de adaptações específicos: foco no cliente é um deles.

Muitos podem considerar que o diagnóstico é o mesmo e é meio “frescura” se for um ou outro.

Porém, quando defendemos a tese da Revolução Midiática Civilizacional, com a chegada de novas mídias (canais e linguagem) conseguimos perceber diversos movimentos, tais como:

  • a passagem da escassez da informação, da inovação, da transparência, da concorrência para a abundância, que altera profundamente a forma de relação cidadão/consumidor com as organizações;
  • E principalmente a chegada da Linguagem dos Rastros, DNA administrativo da Curadoria, que permite a chegada dos Ubers.

A Curadoria é novo modelo de comando e controle e provoca o aumento explosivo da Taxa de Superação Emocional, dificultando em muito pensar e agir dessa nova maneira.

É outra filosofia administrativa e da forma de se pensar qualidade de serviços e produtos.

Concordamos com Salibi e Magaldi que é preciso criar áreas separadas para que as organizações possam competir nesse novo mundo e experimentar o novo sem intoxicação.

Nós chamamos Modal 1 e 2 e eles Motor 1 e 2.

Porém, eles não são precisos do que exatamente deve ser feito nestas áreas separadas e nós sugerimos que se entenda e pratique a Curadoria, principalmente por ser algo tão culturalmente distante do que se está acostumado.

A Revolução nos processos industrias, assim, é a parte – que de fato ocorre – mas não o todo.

Volto a dizer o livro de Salibi e Magaldi permite bons insights, mas não é um bom guia para a Transformação Digital.

É um Futurismo ainda não tão científico como gostaríamos, podemos dizer, mas mais superior aos outros Futurismos que andam por aí pelo mercado.

Avançando na leitura ainda mantenho a nota sete, mas com a ressalva da falta de preocupação científica da abordagem.

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

Vejamos o cenário:

  • Antes da Era Digital, vivíamos um mercado controlado, concorrentes conhecidos e um futuro comum;
  • Depois da Era Digital, vivemos em um mercado descontrolado, concorrentes desconhecidos e um futuro incomum.

O mercado se acostumou a fazer upgrades administrativos rotineiros seguindo a seguinte rotina: não importava muito se havia lógica no que as grandes consultorias administrativas ofereciam, o serviço era contratado para não ficar atrás dos concorrentes.

Se o concorrente adotou, vou reduzir o risco e entrar na onda também.

Neste ambiente controlado, de concorrentes conhecidos, o marketing dos upgrades administrativos foi ganhando lugar da lógica.

O que importava não é era a mudança administrativa com lógica, mas que influenciava o mercado para a compra.

Ao final de tudo, como era um clube fechado de concorrentes, ninguém saía perdendo. Funcionava para as empresas, mas nem sempre para os consumidores.

Grandes consultorias administrativas, assim, foram, ao longo do tempo, se especializando muito mais em marketing do que na administração científica, pois se o cliente quer comprar fumaça por que investir no fogo?

Vejamos o desenho:

DESEJO DE COMPRA < SERVIÇO OFERECIDO

ao invés de

LÓGICA ADMINISTRATIVA < SERVIÇO OFERECIDO

A brincadeira no clube durou até a chegada da Era Digital, na qual apareceu no horizonte a “caravela” dos concorrentes digitais desconhecidos, que começam a jogar outro jogo.

Se aproximam dos clientes com nova lógica, mais afinados com os novos paradigmas digitais, criando sério problema para o chamado “mercado do upgrade administrativo” (tanto fornecedores como consumidores), que está intoxicado de marketing e não de lógica.

O Marketismo Administrativo é visível não só nas palestras, seminários e também na literatura de negócios, que é muito mais uma junção de palavras modernosas do que uma tentativa de entender os novos fenômenos.

O que funcionou durante décadas, entretanto, não funcionará daqui por diante.

Há necessário choque de lógica, de narrativas mais cuidadosas e por que não dizer de Cientificismo sobre o Futuro Incomum e o que fazer diante dele.

O mercado está carente de lógica – há muita fumaça e pouco fogo. E é esta fumaça tóxica que vai matar muita gente.

É isso, que dizes?

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Vivemos hoje numa ilha de falta de clareza cercada de explicações marqueteiras por todos os lados.

Um destes conceitos mal arrumados é essa tal de Economia Compartilhada.

compartir com, partilhar com.

Note que desde que o sapiens é sapiens sempre tivemos necessidade de partilhar problemas, produtos, serviços.

Um corta a madeira e outro arruma a lareira.

Quando falamos em economia já estamos falando em compartilhamento.

Assim, o que podemos tentar detalhar é que tipo de compartilhamento temos a cada momento, em cada região, país, pessoa.

É preciso adjetivar o compartilhamento.

Hoje, vivemos a chegada de uma nova Era Midiática, na qual houve a chegada de novos Canais e Linguagens Midiáticas, que permite sair de uma escassez do compartilhamento para uma abundância.

O que estamos vivendo é o Compartilhamento Digital, que se sobrepõe ao Analógico.

Isso se deve a uma demanda humana – que sempre existiu – de compartilhar o máximo que for possível para viver melhor, mas que esbarrava nos limites midiáticos.

O que temos é uma mudança das mídias, que alterou o viés da escassez da cooperação para o da abundância.

Classificar a atual economia de compartilhada é não compreender o papel das mídias na sociedade e criar uma falsa ideia de que uma organização se quiser ampliar o compartilhamento basta força de vontade.

É isso, que dizes?

Esta frase foi uma das melhores de Luciano Pires, na entrevista que fiz com ele este mês.

O assunto volta, pois é bem comum que haja debate intenso sobre que tipo de concessão você fará no seu projeto, seja ele qual for, para conquistar clientes.

Quando Luciano fala em Meiostream traz à baila conceito de teto de ganho, pois a medição do sucesso do projeto não é mais medida – como é o padrão no mainstream – pelos números financeiros apenas, mas também pelo critério da Felicidade Estrutural do fornecedor.

Quando Luciano diz que fulano não é cliente dele, está afirmando que dentro dos Conceitos Estruturantes do Negócio dele, da aposta que faz no mercado futuro, aquilo é importante para o cliente, digamos mais consciente dos valores que ele apresenta – e para ele.

Na verdade, está se falando de uma troca de valores subjetivos que estão acima dos valores objetivos.

Podemos dizer várias coisas sobre isso.

1 – o cliente nem sempre tem razão, pois há emoções que jogam contra, tais como receio, medo, teimosia, arrogância;

2- há diferentes tipos de perfis de clientes para diferentes tipos de perfis de fornecedor, que têm que se encontrar;

3 – hoje, há uma valorização maior da autenticidade, num mercado que sai de um certo padrão, pasteurização, o que é algo que tem valor.

Assim, o conceito “você não é meu cliente” é uma mensagem que está muito inserida neste novo ambiente de nichos, de cauda longa, na qual a Taxa de Diversidade está aumentando.

  • No Mainstream – fazemos tudo pelo cliente, mesmo que amanhã isso não seja interessante para ele;
  • No Nãostream (aqueles que não conseguem entrar no mercado) – não há clientes;
  • E no Meiostream – há conceitos estruturantes, apostas, que vão contra até mesmo determinados segmentos do mercado.

Por fim, estamos aqui falando não de produtos, mas de serviços do que podemos chamar de Mercado de Mentalidades, que trabalham basicamente com narrativas e conceitos.

Vejamos:

  • Quando falamos em um Mercado de Mentalidade Mainstream, imagina-se que há certa intoxicação, pois o fornecedor tentará oferecer ao cliente os conceitos que deseja consumir, com preocupação menor na construção de valores;
  • Quando falamos em um Mercado de Mentalidade Meiostream, imagina-se que há menos intoxicação, pois o fornecedor tentará oferecer ao cliente os conceitos que acredita ser melhor para o cliente, com preocupação maior na construção de valores.

No Meiostream, estaríamos falando, no Mercado de Mentalidades, de Conceitos Orgânicos e Conceitos com Agrotóxico – volto a falar disso depois.

É isso, que dizes?

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Os Conceitos Estruturantes criados ou utilizados neste texto serão grafados com caixa alta no início da palavra, tal como Futurismo.

Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.
Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

Estou lendo o livro “Gestão do Amanhã” de Magaldi e Salibi.

O livro opta, o que é bom, por procurar referências históricas para entender a Era Digital.

Faz um rápido panorama dos pensadores da Administração, de onde saímos e onde estamos para poder entender o atual momento.

O problema é que TODOS os pensadores sobre administração do passado e do presente não passaram pela revisão da relação das mídias com a administração.

Todo o pensamento de melhoria administrativa se inicia depois do século XVIII, já dentro da Era Midiática da Escrita Impressa.

Assim, todas as análises, melhorias, ajustes foram realizados dentro da mesma Era Midiática.

Não era possível que estes autores pudessem entender que tudo que pensamos e pensávamos sobre administração estava dentro de um contexto de uma Era Midiática específica.

O que estamos vivendo hoje no novo século é Fenômeno Social Recorrente da espécie, a chegada de nova Era Midiática que exerce uma influência inusitada e inesperada para os clássicos da administração.

O que estamos começando a descobrir é de que podemos definir que temos Macro Modelos Administrativos, que são criados dentro de Eras Midiáticas, que se alteram quando temos novas Eras Midiáticas.

Ou seja, os Macro Modelos Administrativos são resultados das mídias disponíveis e quando temos novas mídias, temos o surgimento de novos Macro Modelos.

É preciso uma revisão das premissas da Administração, o que torna o pensamento clássico da Administração em parte obsoleto, pois é preciso forte ajuste para que possamos compreender a nova Era Midiática Digital.

O esforço louvável do livro “Gestão do Amanhã” é incapaz de perceber esse problema de paradigma ao analisar o novo século.

Por causa disso, o diagnóstico é de que estamos diante de uma Revolução Industrial e não de uma Revolução Midiática Civilizacional, que também provoca mudanças na produção e na administração.

Mas as Revoluções Administrativas e Produtivas são uma parte da Revolução Midiática e não o todo.

É isso, que dizes?

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Ao final do texto do livro “Futurismo Competitivo Digital Bimodal – Teoria e Prática” temos o Glossário Completo com a definição de todos eles para que sirva de suporte aos que querem se aprofundar no tema.

E referência para que se possa entender com a máxima precisão o que estamos propondo aqui em termos de pensar e agir.

Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

RESUMO DA LIVE:

LIVE COMPLETA:

A abundante mente semanal

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, March 19, 2019



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R$ 200,00 – cinco vídeos e respostas das dúvidas, via zap.

(Gestão do Amanhã – leitura bimodal – avaliação inicial)

O livro, diferente do mainstream do mercado, opta por entender a Era Digital com viés histórico. Procura entender o Digital, via história da administração.

Isso é muito bom, pois os americanos que chegam até nós são “historiofóbicos“. Não gostam de ir ao passado para entender o presente.

O livro de Salib e Magaldi ganham pontos quando fazem isso.

Introduzem, além disso, de forma criativa, um conceito da Física chamado de “ponto de bifurcação” (Pg.14), que procura dar nome a momento de passagem da estabilidade para instabilidade 

Gosto do conceito, vou usar de vez em quando.

Porém, se há uma bifurcação, deve haver uma causa que a provoca.

E aí o problema começa na avaliação do livro.

Se vamos optar para ir ao passado com eficácia, devemos optar pelo motivo principal da bifurcação e aí temos a “areia movediça” do Digital.

Conseguir entender as tecnologias, separar cada uma, avaliar os efeitos e identificar o impacto de cada uma delas e qual delas é causa ou consequência das demais.

Os autores apontam como causa principal da “bifurcação” que assistimos hoje da “confluência de forças tecnológicas” (Pg.15) e seus efeitos na administração.

E vão para a história comparar tecnologias no geral x mudanças administrativas e procurar as causas para as Revoluções Industrias e defender a chegada da Quarta.

E, por isso, acabam ficando presos à Quarta Revolução Industrial – o diagnóstico que apresentam para as mudanças atuais.

Não resta dúvida que vão um pouco mais fundo no Labirinto Digital do que os demais livros que andam por aí pelo mercado, mas o esforço, a meu ver, não é tão eficaz assim.

Ao nosso ver, o motivo que provoca a bifurcação atual é a massificação de uma nova mídia (canais e linguagem).

Mudanças de mídia criam surtos de inovação e o surgimento de novas tecnologias nas área de energia e transporte, o que permite que tenhamos Revoluções Industriais, na sequência.

Assim, a Revolução Midiática, para nós, é o todo e a Industrial, a parte e não o o contrário.

Se o objetivo é entender a atual Revolução,  a visita que deve ser feita ao passado é a comparação entre momentos similares: outras revoluções midiáticas, que provocaram revoluções industriais.

E, aí sim, analisar os efeitos das mesmas na administração e nos negócios.

O resultado da escolha por diagnosticar a Revolução Industrial como epicentro da mudança é equivocada –  reforça a miopia do mercado em enxergar o fenômeno menor existente (Revolução Industrial) e não o maior (Revolução Midiática).

Isso induzirá o leitor ao erro ao tentar se adaptar ao novo contexto na parte e não no todo. A uberização é maior do que a digitalização industrial.

Os autores, por causa disso, são cegos para a chegada da Curadoria – novo modelos administrativo,  popularmente conhecido como Uberizacão.

O livro pelo esforço de ir ao passado leva nota 7, na avaliação inicial,  mas deve ser lido por um Bimodal com cautela não como um guia para ação  – ferramenta de complementação de pequenas lacunas e alguns insights interessantes.

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

“Um homem aponta o céu. O tolo olha o dedo, O sábio vê a lua.” –
Provérbio chinês.

Se você olhar com calma, verás que a grande megatendência na nova Era Digital é a de reintermediar os antigos processos, eliminando intermediadores de baixa produtividade, principalmente, através de novas tecnologias disponíveis.

Desde a criação dos restaurantes a quilo, caixa eletrônico (de rua e pela internet), compra de ingressos online, passando pelo Uber e Mercado Livre o lema é a Reintermediação.

O grande problema do sapiens é o que chamamos aqui na Escola de Futurismo Bimodal de Complexidade Demográfica Progressiva.

Vamos aumentando o número de habitantes e – diferente das outras espécies – somos obrigados a alterar a forma de comunicação e administração – sempre de modelo de intermediação mais centralizado e menos sofisticado para um mais descentralizado e mais sofisticado.

Organizações que querem se manter competitivas no presente e futuro não devem olhar para as tecnologias (o dedo), mas para a reintermediação, eliminando antigos intermediadores obsoletos (a lua).

E aí neste processo teremos dois tipos de reintermediação:

  • Reintermediação Operacional – que promove substituição de pessoas na cadeia produtiva, mas mantendo o mesmo modelo de comando e controle da Gestão – que podemos chamar de Digitalização;
  • Reintermediação Gerencial – que promove substituição da forma do próprio modelo de comando e controle da Gestão, partindo para a Curadoria, que é o caso do Uber – que podemos chamar de Uberização;

A Reintermediação Operacional é a que vem sendo praticada hoje pelas Organizações Analógicas Tradicionais, que tem, de fato, Alta Taxa de Superação Emocional, mas bem abaixo da que é promovida pela Reintermediação Gerencial.

Vejamos:

  • Na Reintermediação Operacional se altera camadas das emoções humanas mais superficiais e menos estruturantes, pois o modelo de comando e controle é praticamente o mesmo;
  • Na Reintermediação Gerencial se altera camadas das emoções humanas mais profundas e mais estruturantes, pois o modelo de comando e controle é outro.

Futuristas têm o dever devem alertar organizações para os dois processos, mas, principalmente, chamar atenção especial parara o segundo, pois:

  • O mercado de maneira geral só consegue perceber a primeira camada (Operacional), deixando as Organizações Analógicas Tradicionais despreparadas para a Reintermediação Gerencial;
  • A Reintermediação Gerencial – por se tratar de mudança com Taxa maior de Superação Emocional – exige tempo maior para a preparação, aceitação, superação e ação. Por isso, exige ações de alteração na forma de pensar e agir que devem começar o quanto antes.

É isso, que dizes?

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

Muita gente fala de organização linear para exponencial.

Tenho tido aqui que exponencial é algo que se consegue, através de uma mudança que os concorrentes não fizeram.

Empresa tal, fez tal coisa e conseguiu ser mais exponencial do que aquela outra empresa, que continua linear.

Hoje, com a chegada da Era Digital temos a Curadoria, novo modelo administrativo que elimina os gerentes, transferindo para as pontas a função destes.

O Uber é mais exponencial do que uma cooperativa de táxi, pois se utilizada da Curadoria. E não por que colocou novas tecnologias apenas.

É uma nova forma de comando e controle que torna o Uber mais exponencial.

Existem tecnologias em setores específicos – como sempre ocorreu – que permitem uma certa exponencialidade.

OK?

Porém, o que tem derrubado grandes líderes de mercado é justamente a Curadoria.

O problema é que a Curadoria modifica tanto a filosofia da administração – dá um nó na cabeça dos antigos administradores – promove uma perda de poder e de status, que passa a ser ignorada.

Quando se fala em ser exponencial – imagina-se continuar com o mesmo comando e controle e se afogar em novas tecnologias, quanto mais melhor.

Isso não aumenta a competitividade de nenhuma organização no longo prazo e nem a torna mais preparada para encarar uma uberização no seu respectivo mercado.

A dicotomia linear versus exponencial é falsa, o que temos hoje é gestão versus curadoria.

É preciso ficar atento a isso.

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Veja abaixo o depoimento de um dos nossos participantes:

RESUMO:

“ Podcast não tem ouvinte. Podcast tem torcida”!!! – Luciano Pires.

Tive o prazer de conversar ontem por mais de uma hora com o criativo Luciano Pires, coordenador do projeto Café Brasil, um espaço de conteúdo hiper selecionado.

Luciano, como se define, é um cara feliz, pois faz o que gosta e consegue viver do seu projeto, depois de anos de batalha.

O que aprender com ele?

  • O Meiostream – se você não quer virar a Lady Gaga e entrar no Mainstream procure o Meiostream, um lugar entre os que fazem tudo por dinheiro e os que não conseguem ganhar nenhum;
  • Nem todo mundo é teu cliente – não queira todos os clientes, mas procure conexão entre o seu conceito e as pessoas que estão dispostas a comprá-lo, nem todo mundo é seu cliente e tem gente que é totalmente seu cliente;
  • Tenha disciplina criativa – aquela em que todo dia você está focado no seu trabalho, percebendo o que pode melhorar a cada dia. Coloque a repetição naquilo que você não liga que seja repetido;
  • Procure a Felicidade Estrutural – aquela em que você percebe claramente que está deixando um legado – neste momento o trabalho tem uma auto-motivação a mais.

Veja a conversa completa:

RESUMO EM ÁUDIO:

NOTA 4 – NÃO RECOMENDO LEITURA

O diagnóstico sobre a Era Digital é primário.


Opta pelo Futurismo Indutivo – aquele que conversa com as pessoas do mercado para entender o que está ocorrendo e não pela revisão dos paradigmas, do qual o mercado está intoxicado.

Faz uma pesquisa com os bêbados – de copo na mão –  para saber como eles fizeram para parar de beber!!!

Livro superficial, marqueteiro, que mais vai ajudar do que atrapalhar quem quer se manter competitivo no novo cenário.

Próximo livro das Leituras Bimodais: Gestão do Amanhã.

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RESUMO DA LIVE:

A LIVE INTEIRA:

O labirinto do pensamento

Posted by Carlos Nepomuceno on Tuesday, March 12, 2019

LIVES DO NEPÔ – TODA TERÇA – LINK PARA TODAS AS LIVES E RESUMOS:

https://nepo.com.br/category/o-melhor-de-2019/lives-do-nepo-o-digital-na-politica/

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