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Vitória está orgulhosa de ter ganho o prêmio de cidade inteligente.

O prêmio é Connected Smart Cities (Cidades Inteligentes e Conectadas) e defende a ideia:

O Prêmio Connected Smart Cities consiste em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para que as cidades possam alcançar o patamar de ser uma cidade inteligente. Em parceria com a Neurônio, o Prêmio aceita a participação de qualquer pessoa jurídica com sede no Brasil, que apresente um negócio inovador que contribua com a resolução de problemas das cidades, de maneira a torná-las inteligentes.

O conceito de inteligência, a meu ver, é vago, pois “os conceitos e definições da inteligência variam de acordo com o grupo a que se referem.”.

A inteligência é medida por alguém, que se apega a determinado tipo de critério subjetivo.

A meu ver falta uma objetividade no conceito “cidades inteligentes”.

A China tem controlado os cidadãos, através do reconhecimento facial, as cidades em que isso é feito é inteligente, ou não?

A meu ver, quando temos a análise, por exemplo, de Qualidade Exponencial, como um norte, mais poder para os cidadãos, estamos definindo um critério de inteligência.

A cidade mais inteligente é aquela que consegue o aumento da Qualidade Exponencial.

Há um norte para a inteligência.

O receio que devemos ter é a chamada inovação pela inovação, cidades felizes por terem ganho o prêmio de mais inteligentes, ou mais digitalizadas, sem que se veja o resultado disso na ponta.

O cidadão tem conseguido mais qualidade de vida?

Fica a questão.

Que dizem?

Quer entender o futuro das Cidades?Entre no nosso grupo Cidade Bimodal, me manda um zap e veja o que é preciso: 99608-6422 – “Nepô, quero entrar na Cidade Bimodal”.

Os Bimodais não têm dúvida que o grande desafio de qualquer setor é conseguir a Qualidade Exponencial: qualidade na quantidade e qualidade na quantidade.

E isso pode ser feito em três camadas:

  • digitalização – que é manter o modelo atual com novas tecnologias – o que está bombando no mercado hoje;
  • uberização – que é criar nova forma de comando e controle, através da nova linguagem nas atuais plataformas centralizadas – com alguns “territórios ocupados” no país;
  • blockchenização – que é, além da nova forma de comando e controle, o trabalho em plataformas distribuídas, algo que está na fronteira da Era Digital, bem no início.

Quando se fala do setor de Agro é preciso separar o que acontece de novidades em cada um destes setores.

O artigo ‘Uberização’ da economia avança sobre a roça – e adjacências” é a uberização de parte da produção, tentando utilizar o novo modelo para reduzir custos com equipamentos.

O foco é descentralizar os equipamentos por quem não pode comprar: pequenos e médios proprietários.

O produtor tem um trator que usa 40% do tempo e coloca numa plataforma, que pode ser utilizado por outro.

Bom para todo mundo.

O projeto é da Agrishare – como o nome já diz, compartilhamento no Agro.

É o modelo de uberização.

É isso, que dizes?

Quer entender o futuro do Agro?

Entre no nosso grupo Agro Bimodal, me manda um zap e veja o que é preciso: 99608-6422 – “Nepô, quero entrar no Agro Bimodal”.

Acredito que o principal problema é a palavra prever.

Prever exatamente o que?

  • Se trabalhamos em previsão de fatos, temos problemas, pois é papo de vidente;
  • Se trabalhamos com previsão de tendências, percentuais e taxas, a coisa melhora – e muito.

O Futurismo Factual, dia tal, tal coisa, fulano de tal vai ocorrer – não tem nada de científico – é o uso de bola de cristal, de vidência.

Não se está falando de ciência, mas de mágica, de esoterismo.

Quando se fala em Futurismo de Tendência, a coisa ganha outra visão.

Um médico pode, por exemplo, dizer que um paciente “x”, que sofre da doença tal, provavelmente (e aqui entra percentual) tem uma chance de se recuperar. Se nada alterar o quadro.

Note o que estamos falando.

  • Tendência e percentual;
  • Possibilidade de algo que pode alterar a tendência.

Nestes casos estamos falando de Futurismo de Tendência, na qual é preciso aplicar determinada teoria das forças.

Teoria é a análise das forças em interação e movimento, que podem ser projetadas, a partir do histórico do estudo das mesmas.

No fundo, o papel das ciências é procurar ajudar na tomada de decisões diante de problemas.

O que faz um cientista?

Tem um mapa das forças vivas, avaliadas, em algum tipo de tabela, e procura apontar quais delas tendem a ascensão e qual tende à regressão, a partir de determinados fenômenos.

Se estabelece taxas e se faz prognósticos de tendência, nada além disto.

Se a força tal vai se expandir, a tendência é que tenhamos o aumento de tal taxa e vice-versa.

Se um governo está emitindo moeda sem lastro, é natural que haja uma tendência à inflação. Não se diz valores, mas apenas que há um viés de alta ou de baixa – que pode ser maior ou menor.

O Futurismo de Tendências trabalha com teorias que vão sendo testadas e ajustadas.

Hoje, temos uma macrocrise das ciências humanas, que sub-avaliou determinadas forças e respectivas influências na sociedade: as tecnologias no geral e as mídias em particular, além dos esfeitos do aumento demográfico como fator causante de determinante guinadas civilizacionais.

O que se pode dizer hoje é que temos um viés de descentralização na sociedade, a partir das novas teorias midiáticas-demográficas da Antropologia Cognitiva.

A digitalização, a uberização e a blockchenização fazem parte disso.

Quando vão ocorrer, aonde, por quem isso é pouco preciso.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Pressionados pela necessidade de atender cada vez melhor 7 bilhões de sapiens, conseguimos unir, pela primeira vez na nossa trajetória, duas linguagens distintas: a da comunicação e a econômica.

Hoje, nas Plataformas Uberizadas cada pessoa tem uma espécie de valor acionário, que sobre e desce no mercado.

Não temos mais neste novo século grandes organizações operando no que chamamos de Bolsa de Valores, mas também um motorista ao entrar no Uber, passa a ter suas ações cotadas no mercado.

Muitos vão dizer que é o fim do mundo, mas é justamente o contrário: é o início de um NOVO mundo.

É a Personal Bolsa de Valores que permite que pessoas físicas possam fazer negócios com outras pessoas físicas. É a base de tudo que o pessoal chama de forma inapropriada de “Economia do Compartilhamento”.

Vejamos a lógica:

  • Em primeiro lugar, ninguém faz negócio que não se comunica;
  • Em segundo lugar, ninguém faz negócio com ninguém se não confia.

Assim, quando temos Revoluções de Mídia, que nos leva necessariamente a Revoluções Econômicas (aumentando a abundância) precisamos primeiro ter, pela ordem:

  • Novos canais, que permitam a comunicação mais horizontalizada;
  • E depois a criação de indicadores coletivos, que possam aumentar a taxa de confiança entre pessoas, que não faziam negócio, anteriormente.

Todas as Revoluções Midiáticas da história têm como objetivo permitir a descentralização das ações e decisões, através de uma Revolução Econômica.

O que estamos assistindo é a bolsa-valorização das pessoas físicas, através de grandes plataformas, que permitem que um novo ciclo econômico mais descentralizado seja possível.

A Reputação Digital é igual aos preços, ao índice das ações.

E é esta nova etapa Midiática-Administrativa-Econômica que vai permitir um novo ciclo civilizacional.

(O conceito “personal bolsa de valores” marca a junção dos estudos que temos feitos, unindo a Escola Austríaca de Economia com a da Antropologia Cognitiva Canadense.)

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Qualidade Exponencial é o grande objetivo da atual Revolução Civilizacional Digital.

Conseguir superar a antiga barreira da Civilização 1.0, na qual NÃO se consegui ofertar produtos e serviços mais personalizados.

Toda mídia nova que chega, a Macro-História demonstra isso, tem a capacidade de permitir que pessoas que não se conhecem possam trocar informações e negociar.

Foi assim com a oralidade a nível local, com a imprensa, expandindo trocas para outras regiões (incluindo contratos comerciais) e agora com o Digital, englobando todo o mundo.

Mas uma coisa é você se informar, trocar uma mensagem com alguém, outra bem diferente é fazer negócios.

O grau necessário, ou a taxa de confiança é muito diferente entre ouvir ou conversar com alguém e trocar valores com este alguém.

Há um abismo entre estes dois mundos.

Por isso, podemos dizer que a primeira fase da Revolução Digital, que é a Digitalização, expansão dos canais e das trocas informacionais, foi apenas a primeira etapa, pois havia baixa confiança para os negócios.

Para que os negócios possam ocorrer, tivemos que criar a uberização, que introduz a Reputação Digital, através da Linguagem dos Rastros (estrelas, curtições, cliques).

É a chegada da Reputação Digital que permite o salto das trocas informacionais para as de negócios.

Sem a certeza ou a quase certeza de que não será enganado, ninguém vai para casa de ninguém no AirBnb ou pegará um carro com um motoristas que nunca ouviu falar no Uber ou vai comprar uma bateria de celular de alguém que mora numa cidade distante.

Assim, só é possível começarmos a resolver a Qualidade Exponencial (quantidade com qualidade e qualidade na quantidade), permitindo que desconhecidos façam negócios.

São grandes comunidades de consumo formadas por micro fornecedores e micro consumidores, nas quais fazem negócios – se colocarmos a Reputação Digital para rodar.

A Uberização, assim, diferente da digitalização, abre as portas para que se possa melhorar a Qualidade Exponencial de consumo, através de grandes quantidades de produtos, serviços e fornecedores, todos com Reputação Digital.

É isso que faz com que pessoas recebam desconhecidos para dormir na sua casa.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Fica cada vez mais evidente que não podemos deixar de lado o tema da explosão demográfica, como vemos nessa declaração:

“O maior problema em 20 anos será o colapso da população. Não é explosão. Colapso.” – afirma o CEO da Tesla, Elon Musk, nesta palestra.

Podemos dizer que uma das grandes novidades das reflexões sobre o digital é justamente isso: entender a explosão demográfica como o FATOR CAUSANTE.

Estamos mudando tudo por que crescemos demais, ponto!

Nossa espécie cresce demograficamente e, POR CAUSA DISSO, nós somos OBRIGADOS a inventar um novo ambiente de Comunicação e Administração, de tempos em tempos, que consiga equilibrar oferta com demanda.

Mais gente, isso é matemático, gera naturalmente mais demandas e isso NOS OBRIGA a sofisticar as ofertas.

Quando falamos em sofisticar as ofertas temos que levar em conta dois fatores:

  • quantidade – para cada pessoa há que se ter um número específico de produtos e serviços;
  • qualidade – para cada pessoa há que haver uma taxa de personalização, preço e comodidade.

Talvez, possamos dizer que do ponto de vista quantitativo tenhamos, mal e porcamente, minimizado o problema no último século.

Houve um aumento exponencial de quantidade, pois hoje os 7 bilhões de Tecnosapiens conseguem sobreviver de uma forma ou outra.

Não temos assistido crises de mortandade de milhões de pessoas, apenas escassez.

Porém, para que o fenômeno da Quantidade Exponencial fosse possível, o ambiente produtivo FOI OBRIGADO a massificar os produtos e serviços e verticalizar o atendimento em grandes organizações.

O atual modelo de comunicação e administração tem uma limitação de personalização e de diálogo com os clientes.

A irritação das pessoas diante dos call centers é algo que marca esse ambiente, no qual se tem o produto e o serviço, mas sempre de forma precária, pois não há a personalização e nem a humanização do atendimento.

Assim, a grande tarefa da Revolução Civilizacional que estamos fazendo, introduzindo novas tecnologias midiáticas, nos permite resolver o problema da personalização, da qualidade.

No que podemos chamar de Qualidade Exponencial.

Isso se resume a uma ação: descentralização, retirando antigos intermediários que eram necessários e hoje, por causa das novas tecnologias, não são mais.

Permitindo a horizontalização dos negócios, a humanização dos mesmos, através do contato de micro fornecedores com micro consumidores, que vemos nos Ubers.

Se analisarmos todas as mudanças que temos e teremos nos mostra que estamos indo nessa direção em três etapas:

  • Digitalização – reintermediando os antigos operadores, eliminando barreiras de tempo e lugar;
  • Uberização – reintermediando os antigos gerentes, eliminando o controle de qualidade e do acervo central de produto, serviços e pessoas;
  • Blockchenização – reintermediando as atuais plataformas uberizadas, aumentando ainda mais o grau da descentralização e a independência dos micro fornecedores e consumidores.

Temos que entender, assim, que a nossa espécie tem na sua essência a demanda de sair de uma situação pior ontem para melhor hoje e amanhã.

Que nossa espécie é demográfica-midiática-administrativamente progressiva, que de tempos em tempos precisa, de forma espontânea e distribuída, dar um upgrade em todo o ambiente social, educacional, político e econômico.

O tradicional ambiente de comunicação e administração não consegue mais entregar a qualidade que a espécie deseja, ainda mais agora que ela se empoderou de mídia e está mais madura e mais reivindicativa.

Qualidade Exponencial é a grande demanda do novo século e o grande eixo da Revolução Civilizacional Digital – Fenômeno raro, mas Recorrentes.

Garantir a qualidade das ofertas dos produtos e serviços na nova quantidade, com cada vez mais personalização.

Que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Muitos cientistas admitem sempre que estudam um fenômeno e chegam a uma causa primária, mas não têm certeza que possa a ser a secundária.

Explico.

Matt Ridley, no livro “O Otimista Racional” estuda ciclos de aumento de trocas econômicas, que geraram prosperidade.

Falo dele aqui:

Aponta, assim, que quando há mais trocas, há prosperidade, criando uma teoria sobre os momentos de abundância na jornada humana.

Ele aponta a causa primária, mas que pode ser secundária, quando analisamos o efeito da mídia.

Assim, podemos ter diversos pensadores que apontaram mudanças relevantes na jornada humana, como é o caso do Matt Ridley, só que ele não percebe que há um “Interruptor Civilizacional” antes da explosão das trocas, que são as mídias.

As mídias são a causa da causa.

É isso, que dizes?

Podemos entender a mídia como uma espécie de Espinha Vertebral Social da sociedade, que mantém todo o corpo social ereto.

Em torno dela, podemos dizer que criamos uma Macro Cultura, que condiciona o ambiente social, educacional, político e econômico.

A Macro Cultura é algo que não se vê, mas está presente e guarda relação com a Complexidade Demográfica Progressiva.

A nova lei é a seguinte:

Quando aumentamos a população, vamos precisando criar nova Macro Cultura!

A nova Macro Cultura só é possível com a chegada de nova Mídia, que cria nova Espinha Vertebral Social.

As Macro Culturas sempre vão de maior centralização para menor centralização ou menos descentralização para mais descentralização.

A Macro Cultura Digital vai, aos poucos, se espalhando na sociedade, eliminando antigos intermediadores, através de novos conceitos (restaurante a quilo) ou tecnologias (caixas eletrônicos).

Isso pode ser visto também na uberização e na blockchenização.

Só se vai compreender, assim, o novo século quando se perceber que estamos fazendo uma espécie de “transplante” da Espinha Vertebral Oral/Escrita para a Digital e introduzindo nova Macro Cultura, que vai ser cada vez mais hegemônica no milênio.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Descentralização é o gradual repasse de atividades e decisões das organizações, sejam elas quais forem, para os indivíduos, que passam a ter mais liberdade e responsabilidade.

Note que quando ainda tínhamos a escravidão, o senhor da Casa Grande era o responsável por manter a sobrevivência de todos da senzala – o escravo não apenas não tinha liberdade sobre a sua vida, mas nenhuma de consumo.

Com as modernas relações trabalhistas, os trabalhadores puderam escolher onde morar, o que comer, vestir, etc.

Isso é desprezado por muita gente como algo secundário, mas é justamente isso que garante que a espécie possa lidar melhor com a complexidade.

Quanto mais as pessoas puderem ajudar a decidir na complexidade, cada um tomando decisões, mais fácil é lidar com o todo.

Há, assim, uma Lei que nos diz o seguinte:

Diante da Complexidade Demográfica Progressiva, mais e mais será preciso distribuir ações e decisões para que as pessoas possam ajudar a lidar com a infinidade de problemas que são criados.

Portanto, se formos contar a jornada humana, veremos que ciclicamente vivemos o seguinte espiral:

  • Criamos um ambiente de comunicação/administrativo que fica obsoleto, pois tem um limite demográfico;
  • Quando se atinge a esse limite, local ou globalmente, é preciso um upgrade no ambiente de comunicação/administrativo para alinhar demandas com ofertas.

Este upgrade se dará através da reintermediação operacional ou gerencial, conforme as possibilidades oferecidas pelo novo modelo de comunicação/administração.

A descentralização tem que ser progressiva, pois o aumento demográfico também o é.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

O Tecnosapiens é a única espécie do planeta que baseia seu modelo de comunicação em tecnologias.

Um bem-te-vi jovem quando canta chamando os pais, se utiliza do seu próprio corpo.

O modelo de comunicação dos bem-te-vis está baseada em sons.

Um bem-te-vi que viveu há 500 anos tem o mesmo modelo de comunicação do atual.

É uma espécie, do ponto de vista, do modelo de comunicação fixa.

Pode sofrer pequenas mutações ao longo de milênios, imperceptíveis a olho nu, mas NÃO VAI ALTERAR O SEU MODELO DE COMUNICAÇÃO.

O Tecnosapiens é diferente.

Nosso modelo de comunicação é tecno, baseado em tecnologias, que se alteram no tempo, por causa disso ELE É MUTANTE.

Já baseamos nosso Modelo de Comunicação nos gestos, na oralidade, na escrita manuscrita, na impressa e agora estamos migrando para o do mundo digital.

Novas tecnologias de comunicação, novos Modelos de Comunicação.

Assim, quando alteramos a forma como nos comunicamos, a base de qualquer espécie, toda a sociedade precisa se adaptar ao novo modelo.

Simples assim.

Mudou o Modelo de Comunicação, toda a sociedade precisa se adaptar a ele – principalmente o Modelo de Administração.

É, portanto, o Modelo de Comunicação com as suas tecnologias que define o Modelo de Comando e Controle Administrativo.

Em todas as passagens de um Modelo de Comunicação/Administrativo para outro, até aqui, nunca tivemos uma disrupção como agora.

Podemos dizer que até 7 bilhões de Tecnosapiens no planeta, mal e porcamente, pudemos trabalhar com o Modelo de Comunicação/Administração Sonoro/Líder-Alfa.

O digital nos permitiu criar o Modelo de Comunicação/Administração por Rastros/Líder Contextual – que é o que estamos assistindo largamente em todos os novos projetos administrativos: do Uber ao AirBnb, passando pelo Youtube e Mercado Livre.

O Modelo de Comunicação por Rastros/Líder Contextual (no popular Uberização) nos permite criar novo Modelo Administrativo muito mais próximo das formigas (lideranças contextuais) do que o dos lobos (líder-alfa fixo).

Neste mix de novo Modelo de Comunicação/Administração, pela primeira vez, podemos ter grande quantidade de pessoas trocando sem a necessidade de um líder-alfa – é o que aprendemos com as formigas.

É o início do fim de uma longa jornada do Tecnosapiens, adotando novo Modelo de Comunicação-Administração, nos permite resolver velhos e novos problemas de forma exponencial – se comparado com o passado.

Temos assim, por causa do tamanho da população, um novo ambiente de comunicação/administrativo INCOMPATÍVEL com o anterior.

Não é uma inovação incremental ou radical do modelo, como tivemos no passado, mas uma disrupção.

E é justamente por causa dessa disrupção, incompatibilidade, que vivemos a maior crise administrativa da história.

Organizações Tradicionais que estabeleceram seu Modelo de Comunicação/Administração pré-digital tem todo o modelo de comando e controle com líder alfa fixo – não conseguem entender e competir nesse novo cenário.

É uma mudança muito disruptiva com algo que já dura milênios, fortemente enraizado, muito rápida e que vai contra a compreensão dos principais gurus do mercado, que procuram entender o fenômeno sempre no curto (anos) e nunca no largo prazo (milênios).

É por isso que temos sugerido a criação de área separada para se poder criar o novo sem a intoxicação do velho modelo de comando e controle.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Futurismo passou a ser uma necessidade do mercado, uma profissão emergente, pois o futuro que era certo, passou a incerto.

No fundo, o que temos hoje é profunda crise das ciências humanas, que não conseguiram prever e, depois do leite derramado, entender as mudanças provocadas pela Internet.

Onde estamos e para onde vamos?

Chamem os futuristas!

Quando se convoca futuristas para dar palpites, entretanto, o que se está pedindo, sem saber, são boas teorias para projetar o futuro e ajudar nas decisões do presente.

O futurismo praticado hoje por aí pelo mundo e no Brasil, é feito na base de dados, dados, dados.

Dados são úteis em momentos em que as teorias continuam válidas, num mercado normal, mas ficam imprestáveis quando não há uma tabela que possa analisá-los, ordená-los, classificá-los e projetá-los.

O futurismo de qualidade é aquele que consegue organizar os dados de outra maneira, criando teorias de mais qualidade para competir no futuro.

Teoria é basicamente um cálculo das forças envolvidas em determinado fenômeno.

Ao se colocar as variantes é possível projetar os prováveis resultados.

No campo das Ciências Humanas, devido à diversidade de cada Tecnosapiens, se tem alta taxa de complexidade.

Assim, teorias humanas não são precisas.

Não se pode ser preciso: na data tal, vai acontecer tal coisa, da seguinte forma, em tal lugar.

Isso é coisa de vidente de programa de televisão do meio da tarde.

Um futurista aponta, do ponto de vista otimista/pessimista apenas tendências, sem especificar datas ou locais precisos:

  • Tendência ao aumento da abundância ou escassez;
  • De crises ou prosperidade.
  • Com alterações de “a” para “b” – tal como da gestão para a uberização, por exemplo.

Uma teoria, que sustenta o trabalho do futurista, assim tem que conseguir, através da comparação com fenômenos similares no passado apontar:

  • fator causante – o que motiva;
  • fator detonante – o que modifica;
  • fator consequente – o que provavelmente será modicado.

Sem teoria consistente, muita gente que se diz futurista é apenas modista.

E uma empresa que apostar no modismo pode perder valor no mercado por não utilizar a teoria mais adequada.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Conversei com o Ricardo Zago, sócio e diretor de projetos da Bomesp.

Minha curiosidade é sempre na demanda dos clientes e nem tanto nas ofertas.

Criar uma empresa de Consultoria em Blockchain, ICO (inicial coin offering) e Criptomoedas – como faz a Bomesp é fácil, quero ver mesmo é vender algo para alguém.

Assim, o que me interessa é a demanda dos clientes.

Batemos um papo pelo zap.

Ele me falou aqui neste áudio:

No exemplo do Atum, qual é a vantagem para o pessoal usar a cripto moela e não as tradicionais?

ZagoAcabamos de sair da reunião de projeto nesse momento com eles. Eles vão fazer um ICO da Tunacoin, essa moeda vai ser uma stablecoin ou seja vai valer 1 real.

No ICO as pessoas vão poder comprar mais barato (ainda estão definindo o preço). Mas após o ICO eles vão aceitar para compras de Atum por 1 real.

Há diversas classificações de Atum, classificações mais altas de qualidades vão direto para exportação. No Brasil quem tiver essa moeda vai poder comprar esse atum para o seu restaurante ou indústria.

Vai existir o Tuna Alliance, que até o momento já tem 4 empresas de pesca de Atum que também vai aceitar essa moeda na compra e em toda sua cadeia.

Outra vantagem são taxas bancárias, essas transações não vão passar pelas instituições financeiras. Podemos assimilar essa moeda a um voucher para compra de Atum. Todo um ecossistema está sendo gerada em torno dela.

Qual a vantagem, pergunto eu?

Zagodesburocratizar, mas há outros players que serão inseridos no projeto também, como pescadores (grande parte desbancarizados), ONG´s, associações etc. O projeto ainda não está 100% fechado. Estamos avançando para ter todos os pontos, utilidades, associados até o final de setembro para fazer o lançamento do projeto

Que tipo de projeto de blochchain uma empresa tradicional encomenda para vcs?

Zago Rastreabilidade é um item que está em alta entre as mais tradicionais. Tem um projeto bem interessante também de uma industria farmacêutica, que é a troca da amostra grátis por um token. Ao invês da industria entregar a amostra grátis para o médico, ela vai entregar o token que por sua vez entrega esse token para o paciente ir até a farmácia e resgatar a amostra que no caso não será a amostra e sim o produto final.

O que destaco aqui em termos de demanda:

Reintermediação dos bancos, inclusive o central.

Mais liberdade, menor custo e menos burocracia.

É isso, que dizem?

Venha participar dos debates da Finanças do Futuro, basta fazer o módulo “Digital para Especialistas” para conhecer os conceitos da Escola Bimodal e depois entrar no grupo “Finanças Bimodal”.

https://www.bimodais.com.br/pagina-de-produto/digital-para-especialistas

O Brasil tem um problema grave.

Saltamos em 120 anos de 30 para 210 milhões.

Se imaginarmos que um médico pode atender até mil pacientes no ano (chutando um número) podemos dizer que há 120 anos a complexidade da saúde era exponencialmente menor.

Certo?

Existem duas novidades neste novo século.

1- chegamos a 210 milhões de brasileiros – o que não é 30 milhões;

2- e a população está de posse de mídias no bolso, o que faz com que a passividade conhecida do século passado tenha terminado.

Cada vez mais, teremos mais e mais brasileiros querendo qualidade, mesmo na quantidade, o que vai obrigar gradativamente a repensarmos a saúde no Brasil.

Tenho dito que o século XXI é o século do “restaurante a quilo”.

O que isso quer dizer?

Com o aumento da complexidade, é preciso deixar as pessoas se servirem.

Qual é o lema do novo século: “deixa o pessoal se servir”.

Tira os intermediários, tira o garçom, o cardápio e deixa o pessoal ir direto para a mesa com a comida.

Como isso se reflete na saúde?

Os profissionais de saúde terão que ser uma espécie de operadores ocultos “na cozinha” gerenciando tecnologias, plataformas, agentes inteligentes para que as pessoas possam, cada vez mais cuidar de si mesmas.

Esse é o norte. Podemos chamar isso de Saúde Exponencial.

É a tampa do quebra-cabeças, a reintermediação na saúde para que se possa ganhar qualidade na quantidade quantidade com qualidade.

Assim, quanto menos as pessoas precisarem de médico, melhor, ficando os profissionais de saúde cada vez mais para as situações em que é preciso uma pessoa de carne e osso.

A partir daí, podemos começar o debate na área.

Que dizem?

Venha participar dos debates da saúde do futuro, basta fazer o módulo digital para especialistas para conhecer os conceitos da Escola e depois entrar no grupo “Saúde Bimodal”.

https://www.bimodais.com.br/pagina-de-produto/digital-para-especialistas

Muita gente fica meio chocado quando se fala isso.

Porém, o ser humano precisa produzir para viver e o modelo produtivo tem a sua forma.

Quem define a forma da produção é o aparato de tecnologias disponíveis, principalmente as mídias.

Hoje, assistimo com a chegada do digital, a reintermediação:

  • do tempo;
  • do lugar;
  • das relações de trabalho (da carteira assinada para as parcerias);
  • e do comando e controle.

A uberização e afins, que serão cada vez mais hegemônicas no futuro, definem a nova forma de se produzir.

Não é difícil, assim, se imaginar que tipo de formação precisamos no futuro.

A forma educacional tem que ser preparatória para a forma produtiva.

Muita gente falará que o conteúdo é importante e é para ele que a escola foi criada. Isso é falso.

Se cada pessoa pensar bem, ninguém mais se lembra do que foi ensinado, a não ser as linguagens: português, matemática, outros idiomas, que usamos todos os dias.

O resto, a depender do gosto de cada um e aprofundamento posteriori, é esquecido.

Temos que entender que educação é muito mais forma do que conteúdo.

A escola hoje formata jovens para não estranhar a formatação das empresas na qual irão trabalhar.

Se as organizações mudam é para lá que a educação tem que ir.

Me diga o tipo de organização produtiva e te direi qual educação será necessária!

No futuro, as competências fundamentais são:

  • saber lidar com a não mais necessidade do mesmo tempo e lugar;
  • vínculos com problemas e não com assuntos;
  • aprender a aprender e aprender a desaprender;
  • auto-aprendizado constante;
  • base sólida do idioma, da matemática e da filosofia prática (lógica, ética, epistemologia, etc) para correr atrás do que é necessário e atrativo.

A crise educacional hoje pode ser reduzida a: o jovem está numa escola que o formata para um mundo que está se reformatando.

A crise, com as novas organizações cada vez mais dentro da nova civilização, tende a aumentar cada vez mais.

É isso, que dizem?

Venha participar dos debates da educação do futuro, basta fazer o módulo digital para especialistas para alinhar o conceitos para depois entrar no grupo “Educação Bimodal”.

https://www.bimodais.com.br/pagina-de-produto/digital-para-especialistas

Podemos definir Narrativa MIMIMI como conceitos sem lógica, sem matemática, sem narrativa coerente.

Podemos ainda conceituar Narrativa MIMIMI como uma dificuldade de se refletir de forma mais lógica e matemática sobre as nossas emoções.

Note que todo avanço do Tecnosapiens sempre parte da intuição, das emoções menos refletidas para mais refletidas.

Quando falamos que avançamos na civilização, estamos nos referindo a capacidade humana de:

  • deixar as intuições mais emocionais para as mais reflexivas.
  • adotar as emoções mais refletidas na forma de pensar e agir.

A Narrativa MIMIMI é aquela que trabalha com conceitos de baixa reflexão, baixa coerência, sem referenciais históricos.

De maneira geral, QUE NÃO QUER MUDAR tem tendência a adotar a Narrativa MIMIMI, pois quando se tem conceitos vazios, que podem ter vários significados se estabelece o que podemos chamar de Falsos Consensos.

Por exemplo, Transformação Digital.

Todo mundo fala que é importante, mas se fizer um trabalho mais aprofundado sobre o tema esse conceito geral, fumaça, MIMIMI, permite que cada um pense de uma determinada maneira.

Não há precisão.

Podemos até dizer que há consenso que é preciso mudar (fazer algo TRANS), mas para que formação?

Quando falamos, por exemplo, de Uberização, por exemplo, é algo:

  • mais claro;
  • matematicamente comprovável.

Uma organização uberizada, por exemplo:

  • não tem carteira assinada;
  • só tem gerentes no centro, mas não no operacional, cuidando de pessoas;
  • a capacidade de atendimento, POR CAUSA DISSO, é mais exponencial se comparada com outras.

Se eu digo que estamos em um projeto de Uberização está TOTALMENTE claro qual é a meta e o que se pretende atingir.

Se eu estou num projeto de Transformação Digital, de Inovação, de criação de Plataformas, de novos Ecossistemas, estou apontando para alguma direção?

É preciso, assim, entender que a Narrativa MIMIMI deve ser evitada por quem quer mudar, de fato, pois é a precisão que evitará os falsos consensos.

É isso, que dizes?

O Brasil, como alguns outros países menos desenvolvidos, teve um boom demográfico nos últimos 120 anos.

Éramos 30 e hoje já somos 210 milhões.

É como se cada dez anos o país recebesse cerca de 2 milhões de novos “imigrantes“, vindos diretamente das barrigas das brasileiras.

A taxa de complexidade básica do país (pessoas x pratos de comida) saltou de 90 milhões de pratos de comida/dia para 630 milhões pratos de comida/dia.

A taxa de complexidade geral, que inclui não só sobrevivência (habitação, saneamento, alimentação, vestimenta, energia, saúde, educação, transporte, etc) e vivência (cultura de maneira geral) foi muito maior.

Isso nos faz ter uma realidade diferente de outros países que se mantiveram nos últimos 100 anos com taxas de aumento de complexidade menores.

Estamos próximos da Índia e China e longe da Europa ou América do Norte.

Não podemos, quando pensamos em futuro, importar ideias de países, que não têm tanta pressa e urgência e nem a explosão da demanda como a nossa.

Revoluções Midiáticas – aprendemos isso na macro-história – vêm, de forma espontânea e distribuída, ajudar o Tecnosapiens a resolver problemas de demanda, agregando qualidade na quantidade e vive-versa.

O Brasil precisa, urgentemente, mais do que os outros, abraçar o que há de mais exponencial nesta nova Tecnocultura Digital.

No caso brasileiro é Transformação para o Digital, de forma mais exponencial possível!

O que seria isso?

Deixar de pensar apenas na digitalização – que é a melhoria do atual sistema de comando e controle com novas tecnolgias.

E partir, com muito mais intensidade para a uberização (curadorização), novo modelo de comando e controle.

Se apostarmos e criarmo isso, temos muito a exportar para quem vive o mesmo problema!

A uberização é muito mais exponencial, pois promove a reintermediação gerencial distribuindo decisões e ações para as pontas.

Do ponto de vista de país, de governo, é preciso começar a experimentar esse novo modelo, criando zonas livres de desintoxicação/inovação disruptivas para experimentar o novo do novo.

Se os outros países podem se dar ao luxo de dar saltinhos Tecnoculturais, o Brasil precisa praticar o salto triplo com vara nesse campo.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

O documentário vai na linha pessimista.

Todo pessimista, em geral:

  • Não compara;
  • Ignora contextos;
  • Se baseia sempre no mundo ideal e não no mundo possível.

O dilema principal do novo século é: como crio mais qualidade da oferta depois da explosão demográfica da demanda?

Mais gente em qualquer lugar, tende a criar crises de oferta.

Qualidade significa, entre outras coisas, personalização, agilidade.

Se quisermos mais personalização e agilidade, teremos que reintermediar a privacidade.

É preciso dizer como eu sou, o que eu quero para que quem vende saber como e o que produzir.

Isso sempre foi feito na sociedade humana em escalas menores.

A ideia de que, por temos aberto nossa privacidade “viramos produto” é falsa.

Estamos, ao contrário, deixando a massificação do século passado.

E isso tem um rearranjo, que ainda está em processo.

Tenta se vender a ideia que agora somos “mais manipulados”.

Mas de que mundo mesmo estamos saindo?

Da mídia de massa, um nível de massificação e manipulação centralizada radical, a maior da história!!!

É para lá que queremos voltar?

Outro ponto alegado no filme é a divisão na política.

A divisão na política, saudável, é uma rejeição do pensamento único que havia dominado a mídia de massa no século passado

O mundo está rediscutindo política, ampliou exponencialmente a opinião pública.

Estamos renascendo autores ignorados no século passado.

E tudo isso é positivo.

Novas vozes tiveram vez, incorporando e amadurecendo muito mais gente no debate político.

Enfim, como diz Matt Ridley, no livro otimista racional, pessimismo é tão difundido, por que vende.

Vende por que alimenta nas pessoas um certo conformismo e não injeção proativa para as oportunidades.

É isso, que dizes?

Todos os problemas coletivos humanos são progressivos.

Nossa espécie, por ser tecnocultural, consegue crescer demograficamente.

E a demanda que era de “x” ontem, passa a ser de “x+x” hoje e “x+x+x” amanhã.

Se eu aumento a demanda, tenho que modificar a oferta para manter os mesmo critérios de qualidade, a saber: rapidez, personalização, adequação.

Assim, em qualquer tipo de problema a causa será sempre a mesma: aumentou a demanda e temos dificuldade de ajusta a oferta.

O que funcionava antes, foi ficando obsoleto e precisa de ajustes, o que implica em mudanças no antigo sistema, o que fere paradigmas, interesses, dificuldades psicológica com o novo.

Quanto mais a população cresceu em determinada região, maior terá que ser o ajuste, como é o caso do Brasil, que saltou de 30 para 210 milhões em 100 anos.

A crise da dificuldade de ajuste da oferta se verifica no direito, na saúde, na educação, no agro, no marketing, nas cidades, entre outros setores.

A reintermediação OBRIGATÓRIA pode ser feita da seguinte maneira:

  • aumentando o poder dos subordinados – a chamada delegação de poderes;
  • alterando tecnologias, eliminando antigos intermediadores por máquinas, como a de cartões de transporte que eliminou os trocadores nos ônibus;
  • e alterando tecnologias, criando novas formas de comando e controle mais exponenciais, como a passagem da cooperativa de táxi para o Uber ou dos hotéis para o Airbnb, ou da TV Globo para o Youtube.

Vejamos.

  • Quando estamos dentro da mesma Era Midiática, como foi o século passado, a Reintermediação Progressiva tende a ser mais incremental, mantendo o mesmo modelo de comando e controle, pois só uma nova mídia permite uma alteração disruptiva neste campo;
  • Quando estamos em nova Era Midiática, agora neste século, a Reintermediação Progressiva tende a ser mais radical/disruptiva, pois permite o surgimento de novo modelo de comando e controle.

A Reintermediação Progressiva está ocorrendo em toda sociedade, em todos os setores, inicialmente procurando melhorar e manter (a qualquer custo) o antigo modelo de comando e controle.

Porém, com a população (empoderada de mídia) cada vez mais madura e exigente, e cada vez mais aculturada no novo contexto – a demanda por mudanças cada vez mais disruptivas vai se tornando algo emergente.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Vivemos hoje o início da saída de uma profunda Crise Estrutural da Civilização, que foi profundamente vivida no século passado.

Qual o motivo?

A sociedade humana pulou de um para sete bilhões em 200 anos (o Brasil de 30 para 210 milhões em 100) e a forma como resolvermos problemas ficou obsoleta diante do aumento radical da demanda e a incapacidade do acompanhamento da oferta com mais qualidade.

Existem vários ajustes incrementais que vêm sendo feitos, mas é preciso uma mudança disruptiva.

O digital não veio para pintar paredes, mas criar novas paredes!

Tudo que estamos chamando de Transformação Digital nada mais é do que criar ofertas de mais qualidade (em termos de preço, comodidade e personalização) para 7 bilhões de sapiens.

Os macro modelos da espécie de comunicação e administrativo ficaram obsoletos.

Isso é um Fenômeno Social Recorrente – algo inerente à nossa macro-história.

É por isso que fazemos, de forma distribuída e espontânea, Revoluções Midiáticas, tal como a chegada dos gestos, da oralidade, escrita e agora o digital.

Revoluções Midiáticas provocam em cadeia:

  • o aumento da transparência informacional da sociedade;
  • a possibilidade da interação horizontal, com forte quebra dos limites de tempo e lugar;
  • boom da inovação;
  • e o surgimento de novos modelos de se fazer negócio, através da substituição de antigos intermediários (pessoas, processos e tecnologias) por outros mais dinâmicos.

Temos que nos preparar para começar a viver na Civilização 2.0, na qual, a partir das novas mídias, iremos poder praticar uma nova e mais sofisticada forma de comunicação e administração mais próxima das formigas.

Estamos deixando de ser uma espécie BASICAMENTE sonora, que exigia a presença de líderes-alfa fixos para administrar processo para uma que se organiza, de forma distribuída, por ícones (rastros digitais).

É essa profunda mudança na forma como nos organizamos que nos permite elevar a qualidade da Ordem Distribuída e Espontânea para um patamar muito mais sofisticado e exponencial do que tínhamos antes da Internet.

Em todos os setores começaremos a ver, ou podemos promover, a Curadorização (ou uberização) dos processos, criando grandes plataformas cada vez mais distribuídas.

Veremos o fim dos gerentes, das carteiras assinadas, do empreendedorismo massificado, a ascensão cada vez maior de agentes tecnologicamente inteligentes da inovação permanente.

Temos que entender que as mudanças que estão por vir marcarão a chegada de um novo sapiens, muito diferente do que conhecemos até aqui.

Precisamos entender os benefícios e os riscos desse processo,as formas de fazer a migração nesse primeiro estágio para podermos liderar e influenciar as mudanças.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

Estava vendo a temporada 2 de Mind Hunter.

Recomendo.

Nela, temos um conflito entre duas visões do pessoal do FBI.

Um estudioso de serial killer procura desenvolver uma teoria sobre o tema, que ainda é muito novo e recente, na época, procurando o perfil e não se liga muito aos dados.

E outro tem uma tendência a ir mais aos fatos.

São duas visões distintas sobre qualquer problema.

  • A visão dedutiva: da teoria aos fatos;
  • Ou a indutiva: dos fatos à teoria.

Quando falamos de futuro, temos dois cenários.

  • Quando os fatos batem com as teorias, o método indutivo é melhor.
  • Quando passam a não bater mais, a dedução ganha efetividade.

Podemos dizer que quando os fatos são previsíveis pela maioria das pessoas é notório que a base teórica está sólida e vice-versa.

Teorias são feitas para evitar problemas futuros.

Não se deve fazer isso, aquilo e aquilo outro para evitar tais e tais problemas.

Ou se ocorre isso e aquilo é sinal de que tais coisas devem ocorrer.

O problema que temos hoje no mercado, diante do digital, é que as teorias perderam a validade, diante de um fenômeno que exige novas teorias.

Está se procurando ir aos dados com as teorias obsoletas e nunca se consegue enxergar um palmo diante do nariz.

Vejam o seriado e notem como a visão teórica dedutiva de um dos detetives é questionada o tempo todo, com a versão “vamos aos fatos e dados” preponderante e pouco eficaz, naquele caso.

É isso, que dizes?

Vamos definir Marketing como estratégia empresarial da adequação da produção e oferta de mercadorias ou serviços às necessidades e preferências dos consumidores.

Gosto de usar uma tradução de marketing que seria “mercadando” ou “mercantilizando”. Que é jogando o jogo do mercado para ajustar aquilo que eu vendo com alguém que quer comprar.

É um jogo saudável numa sociedade aberta e livre, no qual há trocas voluntárias.

O marketing é o exercício saudável para que pessoas possam encontrar o que querem de ambos os lados.

Não haverá sociedade humana sem mercado, assim, se estamos falando de futuro, o marketing não é algo que vai se acabar, mas sofrerá mudanças ao longo do tempo.

Podemos dizer, conforme nossa análise, que o Marketing como todas as áreas que temos analisados vivem a mesma Crise Estrutural.

A sociedade humana pulou de um para sete bilhões e a forma como resolvermos problemas ficou obsoleta diante do aumento radical da demanda e a incapacidade do acompanhamento da oferta.

Tivemos no século passado, um fenômeno chamado Crise Demográfica por Falta de Mídia Centralizadora.

O que significa isso?

Aumentamos a população, mas não tivemos mídia para ajudar na descentralização das decisões, que foram se concentrando.

Organizações foram se centralizando e se tornando enorme, criando um tipo de marketing extremamente vertical, de poucos para muitos.

Todo o marketing que praticamos, antes do digital, viveu sobe o efeito dessa Crise.

Com a chegada do digital, houve uma distribuição generalizada de:

  • novos canais, que permitiram o aumento da transparência, deixando as contradições (o que se diz e o que se faz) das organizações tradicionais na “janela”;
  • e o surgimento de cada vez mais plataformas, que criam cada vez mais o conceito de pessoa-mídia, profissional-mídia.

Assim, temos hoje o boom do marketing pessoal, profissional, das micro-empresas e uma crise das organizações tradicionais.

O modelo centralizado do passado se torna incompatível com o novo cenário.

Organizações querem estabelecer diálogos com os clientes para alinhar produtos e serviços, mas isso se mostra inviável.

É preciso distribuir as decisões e as ações, pulverizar produtos e serviços, em grandes plataformas uberizadas, nais quais é possível esse novo diálogo do marketing.

Hoje, cada vez mais, cada pessoa precisa ser “marketizar”, aprender a não só ser uma pessoa que vende diretamente ao mercado, com a explosão do trabalho e não mais do emprego.

Isso gera um desafio subjetivo e objetivo grande.

Bem como, aprender a se marketizar num novo cenário, cercado de redes digitais, com centenas de regras, normas, facilidades e dificuldades.

Diria que o futuro do marketing, em grande medida, é conseguir suprir estas milhões de novas pessoas-startups, ou startups-pessoas de instrumentos para que possam se marketizar.

Além disso, há uma outra crise paralela, mas que afeta ao marketing, que é uma espécie de “verdaderização” da sociedade.

O que é isso?

A explosão da transparência pede que as pessoas se envolvam de forma mais profunda no que oferecem e consomem, aumentando relativamente a taxa de pessoas com propósitos versus pessoas com propósitos.

Isso implica em um processo pessoal de procura de felicidades, que chamamos de estruturais, no qual se procura criar projetos de vida.

Temos que imaginar que o novo patamar de complexidade demográfico nos aponta a necessidade de criar novas formas cada vez ainda mais distribuídas, que nos permitam resolver a crise de explosão das demandas e a incapacidade das ofertas, recolocando o papel do marketing.

Este é o texto base da comunidade Marketing Bimodal, que será aprimorado com os debates internos da comunidade.

É isso, que dizes?

Vamos definir “Direito” como um setor da sociedade humana, que promove atividades ligadas ao pensamento e ação em torno das normas jurídicas.

Não haverá sociedade humana sem regras e normas.

Assim, se estamos falando de futuro de longo prazo (que é o tempo dos futuristas), o Direito não é algo que vai se acabar, mas sofrerá mudanças disruptivas ao longo do tempo – como em todas as outras áreas que analisamos.

Podemos dizer, conforme nossa análise de cenário, que o Direito como as outras áreas vive a mesma Crise Civilizacional Estrutural.

Vejamos o Fator Causante da Crise Estrutural.

A sociedade humana saltou de um para sete bilhões em 200 anos (e o Brasil de 20 para 210 milhões, em 100 anos) o que significou mudança estrutural na complexidade da demanda.

E, por consequência, temos hoje uma crise estrutural na oferta, já que o modelo foi todo bolado para uma demanda muito menor.

É preciso assumir, assim, que vivemos uma Crise Estrutural Civilizacional, também no direito, pois a forma com ofertamos soluções ficou obsoleta diante do aumento radical da demanda e a incapacidade do acompanhamento da oferta.

Todo o movimento que veremos neste campo irá também na direção do uso intenso de tecnologias para ampliar cada vez mais a capacidade de resolver mais rapidamente as demandas, através do que vamos chamar de REINTERMEDIAÇÃO DIGITAL.

Vou repetir: vivemos uma crise estrutural da oferta e teremos que promover uma solução estrutural da demanda!

A macro-história nos mostra (é o estudo civilizacional que nossa escola de futurismo se dedica) que quando temos esse tipo de crise estrutural da demanda e temos a chegada e massificação novas mídias, se inicia o processo de correção.

Mídias são os Interruptores de mudanças Civilizacionais.

Vai se alinhar, ao longo do tempo, a demanda acumulada com novas formas de ofertas, em função das novas tecnologias midiáticas.

É preciso entender que o movimento que vamos iniciar é na direção da REINTERMEDIAÇÃO DISRUPTIVA.

O calcanhar de aquiles é justamente a necessidade de ELIMINAR os atuais intermediadores para que a demanda possa fluir novamente.

Há uma crise ESTRUTURAL dos antigos intermediadores também no Direito.

O objetivo do que se chama hoje de Transformação Digital é, no longo prazo, a distribuição das ações/decisões para intermediadores mais dinâmicos.

A mudança, assim, está longe de dotar os atuais intermediadores do direito com mais ferramentas, mas descentralizar as decisões, a partir das novas tecnologias.

Leia o parágrafo acima de novo e repete algumas vezes para fixar.

Podemos definir o direito em duas atividades distintas:

  • a produção das leis, feitas por legisladores;
  • a aplicação das leis, feitas por autoridades legais.

Note que o direito, desde que nasceu, teve influência das mídias (tecnologias responsáveis pelas interações humanas).

Podemos falar, assim, de:

  • Direito Oral, aquele que as leis eram guardadas na memória;
  • E depois o Direito Escrito, quando se iniciou o registro das mesmas;
  • E agora do Direito Digital.

Assim, afirmar que novas mídias alteraram no passado e vão mudar no futuro algo no Direito não é uma novidade agora, mas fato recorrente da atividade.

Vamos nos debruçar agora sobre as duas atividades e as primeiras perspectivas que podemos refletir sobre as mudanças estruturais em ambas.

Produção de Leis.

Hoje, de maneira geral, em função das mídias existentes até aqui, o modelo de produção das leis é feito, através da escolha de autoridades, que, por falta de condições de ampliação de maior participação da população para a confecção das mesmas, passam a ser intermediadas por alguém.

Podemos imaginar que uma primeira fase, ainda conjuntural, para o apoio e ajuda na produção das leis, temos e teremos cada vez mais a DIGITALIZAÇÃO dos textos, o que permite mais acesso ao que já foi produzido, com ferramentas de busca.

Note que a Digitalização é apenas um processo de mudança conjuntural, no qual o modelo de Comando de Controle da área permanece o mesmo, atenuando a crise estrutural, mas não apontando saídas para o futuro.

Porém, além da Digitalização, temos o fenômeno da Curadorização (ou a Uberização no popular), que permite que mais gente possa opinar.

As tecnologias para a Curadorização ainda são incipientes, mas tendem a se desenvolver cada vez mais, desde aplicativos para decisões locais (condomínios, bairro e cidades) – o que gerará uma demanda cada vez maior por leis genéricas dos países, estados e liberdade local para os detalhamentos.

Assim, pode-se pensar que uma forte tendência é uma distribuição, gradual, da passagem das leis de um centro com autoridades, tipo Brasília, para mais gente, descentralizando o processo de diversas maneiras, federalizando cada vez mais os países.

Iremos rever, com certeza, o modelo da república representativa para abrir espaço para cada vez mais participação, através de tecnologias digitais.

A aplicação das leis.

Com as leis criadas, de forma cada vez mais distribuída, podemos começar a analisar as possibilidades da aplicação das mesmas.

Em primeiro lugar, voltamos à Digitalização que permite que se tenha mais acesso a decisões anteriores, aumentando a possibilidade do trabalho mais eficaz de todos os envolvidos nestes processos.

Porém, isso não resolve a crise da demanda cada vez maior com a oferta, há aqui também o que chamamos impasse para oferecer qualidade na quantidade e quantidade com qualidade.

O que teremos aqui é o surgimento de softwares cada vez mais inteligentes (inteligência artificial) que pode nos auxiliar nas decisões.

Passando, gradualmente, estes de decisões mais simples para cada vez mais complexas. E os profissionais de Direito cada vez mais em curadores de Inteligências Artificiais, contando com o apoio das comunidades interessadas.

Algo que podemos chamar de Uberização do Direito.

Haverá uma reintermediação de juízes de carne e osso para uso intenso de inteligência artificial – o que for mais simples, vai passando para o modelo mais dinâmico.

É bom também pensar e começar a se experimentar o aumento radical da arbitragem, não só de firmas especializas em grandes plataformas uberizadas, mas de comunidades online, de advogados ou pessoas para decidir, uma espécie de juris uberizados sobre determinada demandas.

Se as partes considerarem adequado, por que não?

Temos que imaginar que o novo patamar de Complexidade Demográfica nos aponta a necessidade de criar novas formas de comando e controle ainda mais distribuídas, que nos permitam resolver a crise de explosão das demandas e a incapacidade das ofertas.

É isso, que dizes?

Este é o texto base da comunidade Direito Bimodal, que foi criada em agosto de 2019, que será aprimorado com os debates internos da comunidade, todos com a visão do Futuro da nossa Escola.

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


O ser humano não tem costume de ficar o tempo todo se auto avaliando como espécie ou como civilização.

O natural é que vivamos o século, a década, ou melhor, o cotidiano, as nossas vidas.

Porém, tem momentos na nossa vida, uma doença, por exemplo, ou a mudança para um outro país, ou a morte de uma pessoa querida que nos faze pensar na vida, no todo.

Hoje, se tornou popular a frase: “não vivemos uma era de mudanças, mas uma mudança de era”.

O que seria uma Era?

ERA – período que começa com um fato histórico notável ou marcante, ou que origina uma nova ordem.

Note que aqui se fala em um “fato histórico notável” – o que podemos chamar de fato detonador, de interruptor civilizacional.

Alguma coisa que permite que possamos dizer que o Sapiens vivia de um jeito e, a partir do interruptor civilizacional, se modificou.

E aí começamos a jornada da Antropologia, que procura identificar fatores “causantes” de mudanças civilizacionais.

Futurista que tem “F” maiúsculo, mesmo no meio das frases, são antropólogos, pois estudam basicamente os interruptores civilizacionais.

Podemos dizer que são interruptores civilizacionais:

  • o tamanho da população;
  • determinadas tecnologias;
  • determinadas ideologias;
  • determinados acontecimentos climáticos.

Novas Eras podem se iniciar, a partir de mudanças nos interruptores civilizacionais listados acima.

Hoje, sem dúvida vivemos uma Mudança de Era com alguns fatores integrados.

  • O fator causante: aumento gradual da população, de forma nunca antes registrada;
  • O fator detonante: o surgimento de nova mídia que permite que seja possível ser iniciado o ajuste tecnocultural entre o modelo de sociedade versus o novo patamar demográfico.

Uma nova Era, assim, permite o surgimento de uma nova ordem.

Nestes momentos precisamos rever o sapiens como espécie, aquilo que nos faz mudar civilizações para entendermos de onde viemos, o que estamos vivendo e para onde, mais ou menos, estamos indo.

É isso, que dizes?

Intermediar – pôr de permeio; entremear, intercalar.

É um substantivo que estabelece que para que algo seja feito, passa por alguém, que promove a mediação.

Inter + mediar é uma instância que estabelece uma interação entre pessoas.

Em diversos momentos, a intermediação é estabelecida por leis, tal como, você não pode dirigir sem ser intermediado por uma auto escola, nem que aprenda em casa com seu pai ou mãe.

É uma intermediação legal.

Porém, há intermediações que são obrigatórias por causa das tecnologias.

Não posso falar com um amigo no Canadá, todos os dias, pois meu orçamento não permite.

As tecnologias de intermediação que existem são caras.

Ou como no surgimento da escrita, quando não se podia mandar mensagens para ninguém a não ser no mesmo tempo e lugar.

Não havia formas de deixar recado, que não fosse oral.

Tecnologias de mídia, assim, promovem intermediações e reintermediações.

Quando vamos aumentando a complexidade demográfica, precisamos criar novas mídias para que se possa reintermediar processos, para que se possa sofisticar a interação humana.

Passamos, com as novas mídias, a interagir com quem não podíamos, abrindo o espaço para a reinvenção civilizacional.

A intermediação que praticávamos fica obsoleta e precisa de uma nova, através da reintermediação.

Na nossa avaliação, a grande marca do novo século é a Descentralização Progressiva Obrigatória.

Se o sapiens é tecno, consegue aumentar a população, o que torna a demanda por mudanças na sociedade obrigatória, através de invenção de novas tecnologias.

A nova lei da sociedade humana:

Quanto maior a complexidade demográfica, mais sofisticada tem que ser a sociedade.

(Entenda sofisticação aqui como: capacidade de distribuir ações e decisões por cada vez mais gente!)

Quanto mais complexidade, mais e mais as decisões e ações precisam ser distribuídas. Precisamos reintermediar o poder.

Assim, quando pensamos no futuro das cidades, não estamos falando da mesma cidade, organizada como é hoje, sendo gerenciada com novas tecnologias.

Mas de novas formas de administração, que são viáveis pelas novas tecnologias, uma nova tecnocultura mais distribuída.

Vivemos algo similar à passagem da monarquia para a república, motivada pela massificação da escrita, mas de forma muito mais disruptiva, como dois modelos incompatíveis entre si!

Este é o grande problema que temos hoje – não estamos falando da continuidade do comando e controle, mas de mudança em algo que é central para a espécie!

E neste momento temos que perceber dois estágios da Descentralização Progressiva Obrigatória em curso:

  • Digitalização – com novos canais midiáticos digitais que permitem a supressão de intermediários operacionais;
  • Uberização – como novas linguagens midiáticas digitais que permitem a supressão de intermediários gerenciais.

Mais.

  • A Digitalização tem como grande novidade a possibilidade de se operar superando barreiras de tempo e lugar, sem antigos intermediadores locais;
  • A Uberização supera os limites da qualidade de produtos e serviços na quantidade, com uma nova forma de comando e controle.

Isso terá também implicações políticas, pois mais e mais cidades serão vistas como micro-países, com cada vez mais autonomia em relação aos estados e estes em relação ao país.

Hoje, o pensamento sobre o futuro das cidades ainda está muito ligado às tecnologias, mas não à mudança tecnocultural disruptiva.

É preciso, em função da incompatibilidade, que prefeituras criem zonas de inovação disruptiva para experimentar novos modelos de comando e controle para que se possa experimentar o novo sem prejudicar o velho.

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:

O Futurismo não é, como muita gente pensa, Modismo.

  • Um modista, ou estrategista, trabalha com cenários de curto prazo.
  • Um Futurista atua no longo prazo,

Mais.

  • A formação de modistas e estrategistas é muito ligada à pesquisa de números;
  • A formação dos futuristas é ligada ao estudo da civilização, que envolve antropologia, macro-história, filosofia para entender as mudanças necessárias de paradigmas.

Um futurista não trabalha com datas, tal coisa vai acontecer, em tal ano, etc.

O seu papel na sociedade é entender os fatores causantes e detonantes, que contribuem para mudanças civilizacionais, quando estão ocorrendo como agora.

Não se pode tentar entender uma mudança civilizacional que fecha ciclos milenares e seculares com um óculos de curto prazo!

Por exemplo, o aumento demográfico, a massificação de mídias descentralizadoras, a possibilidade da engenharia genética, a viabilidade da exploração espacial, o surgimento da inteligência artificial e talvez de uma nova espécie tecnológica ou ainda a mudança de clima – tudo isso é macro e não micro.

Só com esta visão alargada de milênios e séculos se torna possível entender determinadas macro-mudanças que estão em curso.

Não escutávamos, por exemplo, falar de Futuristas há 20 anos, pois as alterações eram todas dentro das sociedades regionais e não da civilização.

Eram mudanças regionais, pontuais, mas não civilizacionais como agora com a chegada do digital.

Hoje, por exemplo, nossa escola de Futuristas Bimodal consegue enxergar o salto demográfico como fator causante e a chegada da nova mídia como fator detonante da mudança.

Um macro movimento da espécie em direção à descentralização, em camadas, visando reduzir intermediários obsoletos: primeiro, a digitalização e depois a curadorização (uberização).

  • No primeiro momento se inventa uma aparato tecnocultural para substituir intermediários operacionais (caixas, corretores, bilheteiros, ascensoristas).
  • E no segundo momento se inventa uma aparato tecnocultural para substituir intermediários gerenciais (Uber, AirBnb, mercado livre, Youtube).

Não é possível enxergar tais macro movimentos se não observar a jornada da civilização, através do óculos da Antropologia (tendo a Cognitiva como novidade).

Só, assim, é possível ao Futurista cumprir a sua missão: entender a fundo a dinâmica e ajudar pessoas e organizações a lidar com a nova era.

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Recebi aqui o material do pessoal que foi a um evento sobre Sociedade 5.0.

O mercado, aliás, tem avançado, pois no começo das análises sobre o digital, principalmente a dos americanos, analisavam como Fenômeno Social Único.

Agora, vindo do Japão, temos essa nova análise abaixo:

Note que podemos dividir a história humana de várias maneiras, a critério de cada um.

Porém, o que importa para um Futurista, que quer ajudar organizações e pessoas a enxergar melhor o que virá, é desenvolver teoria que possa apontar fatores “causantes” e “detonantes” para se estabelecer possíveis consequências, com base na experiência dos nossos antepassados.

Se aplicarmos, por exemplo, os critérios de Pierre Lévy (ver mais sobre o livro dele aqui), membro da terceira geração da Escola de Antropologia Canadense, ao gráfico acima, teríamos o seguinte, usando os conceitos do gráfico:

  • A passagem da sociedade de caça para a agrícola motivada, segundo Lévy, pelo surgimento da oralidade (Harari fala sobre isso no Sapiens”);
  • A da agrícola para a industrial, a partir da escrita, principalmente a massificação da escrita impressa, a partir de 1450;
  • Da industrial para a da Informação, a chegada e massificação dos Canais Digitais;
  • E da Informação para a Sociedade Inteligente (ou esperta) , a chegada da nova Linguagem Digital, que permite os Ubers.

Note que há uma coerência bem melhor no conceito da Sociedade 5.0 do que a da Quarta Revolução Industrial, por exemplo, usada no livro “Gestão do Amanhã” (Salibi e Magaldi), pois é mais abrangente.

Saímos da análise apenas das mudanças na Indústria (parcial) para a sociedade (geral) – isso é positivo, pois começa a se trabalhar com mudanças mais amplas.

Porém, o critério que se utiliza é retrospectivo, pois se procura apontar momentos nitidamente de passagem, mas não se pode criar critérios para o futuro.

Me digam, por exemplo, para se projetar adiante, o que seria a Sociedade 6.0? O que caracterizaria essa passagem?

Só poderemos saber depois de viver e esse não é o papel de um Futurista (antecipatório) e não de um historiador (descritivo).

Acredito que, na comparação entre Americanos e Japoneses, as teorias da Antropologia Canadense são muito superiores, pois apontam que tais mudanças têm as mídias como fatores “causantes“.

O que se encaixa perfeitamente como apontamos.

Baseado nisso podemos apontar que, se formos aceitar a numeração, de que a Sociedade 6.0 estaria se iniciando com a chegada de uma nova mídia, que altere as interações humanas, tal como se colocássemos chips na cabeça das pessoas e começarmos a nos comunicar por telepatia, por exemplo.

A diferença é que o conceito da Sociedade 5.0 é uma constatação, mas não uma projeção que possa nos guiar, pois é uma narrativa histórica e não uma teoria preditiva.

O estudo das mudanças de mídia no passado, baseado nos canadenses, deixou claro, por exemplo, que tais mudanças estão diretamente ligados ao aumento populacional, que nos obriga a termos sociedade cada vez mais complexas.

Se continuarmos aumentando a população, a Sociedade 6.0 virá por causa disso, tendo início, a partir de um determinado patamar de complexidade, com a massificação de uma nova mídia.

Diria que estamos avançando com o conceito Sociedade 5.0, vindo do Japão, reforçando, cada vez mais, a importância para os Futurista de:

  • Ter a Antropologia (estudo das civilizações humanas) como ciência;
  • As teorias da Escola de Antropologia Cognitiva Canadense como ponto de partida;
  • E as melhorias que temos feito aqui no Brasil, a quarta geração da Escola, como um espaço privilegiado de aprofundamento.

É isso, que dizes?

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


Ideias

Fatores causantes e detonantes.

A civilização como objeto.

Por que a Argentina vai virar uma Zona de Abandono?

Países têm que ser matematicamente viáveis.

Uma boa definição de populismo pode ser esta: governo que não respeita a matemática.

Vivemos na América Latina um momento de bifurcação entre governos matematicamente inviáveis e outros que tentam equilibrar as contas.

Países são uma espécie de ambiente produtivo/consumidor.

O que é produzido precisa ser maior do que é consumido, ou, no máximo, igual.

Para isso, é preciso comercializar com o mundo, equilibrando a matemática econômica.

O estado não pode tudo, pois há, querendo ou não, uma relação entre o que se consome e o que produz.

Pessoas têm que ser estimuladas a produzir e consumir cada vez mais e melhor, o que gera prosperidade.

Quando o Estado começa a crescer e há uma queda vertiginosa na qualidade de produção e consumo – o país começa a perder a dinâmica.

Não há mágica, manipulação de índices, que resolva essa realidade – os pães não se multiplicam com um abracadabra.

A moeda expressa bem essa relação. Se tem mais moeda do que essa relação consumo/produção se inicia o processo de inflação e recessão e vice-versa.

Para que a matemática seja respeitada, há vários caminhos.

Democracias mais maduras criaram uma série de leis para que isso seja respeitado.

No caso da Europa, por exemplo, na União Européia uma das condições para ficar no bloco é respeitar essa matemática, que obrigou Portugal e Grécia a fazer profundos ajustes do tamanho gigantesco dos estados.

Na América Latina, no Sul, em particular, o Brasil iniciou a sua jornada com os liberais do governo FHC, que criaram o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal, ponto inicial de guinada do país para sair do populismo.

Os governos Lula e principalmente Dilma tentaram quebrar essa lógica e Dilma acabou sendo impichada justamente por causa disso.

Foi uma vitória da matemática sobre o populismo.

O Brasil, diferente da Argentina, tem mais gente vivendo fora do Estado do que dependendo dele, principalmente São Paulo, o Sul, boa parte do Sudeste e Centro Oeste.

Esse bloco, interessado em viver do mercado, foi a base para que boa parte dos 210 milhões de brasileiros apoiassem, pela ordem, a lava jato, o impeachment, a lei da ficha limpa e, ao final de tudo, a eleição do Bolsonaro, que tem feito um governo matematicamente correto, anti-populista.

O problema da Argentina é que dos 40 milhões de habitantes, metade já depende do Estado, algo parecido com Portugal e Grécia, mas sem a União Européia.

Macri fez um governo que manteve o viés populista, não fez ou propôs, como social democrata que é (sem economistas liberais), algo parecido com FHC, pois Buenos Aires está longe de ser São Paulo.

A manutenção de Macri não resolve o problema Argentino, pois o número de pessoas interessadas em mágica é muito maior do que os que querem a matemática.

O que Macri poderá fazer, numa milagrosa guinada, seria adiar por quatro anos, a Venezuelização do país, do ponto de vista político.

A chapa Fernández/Fernández, na qual Cristina K é vice é uma farsa eleitoral.

Com tudo para voltar ao poder terá Cristina K (condenada pela justiça e livre da cadeia por ter foro privilegiado) de volta ao poder.

Cristina no poder com seu poste na cabeça de chapa é algo no Brasil como Haddad na cabeça e Lula de vice.

Quem vai mandar no Governo?

O gabinete de K vai estar cheio de gente e de Alberto às moscas.

Vindo já de várias décadas de populismo radical, o país do Tango Peronista pegará agora mais quatro anos de um governo radicalmente populista, com sangue de vingança e entendendo que o continente está migrando para modelos como o do Brasil.

A tendência a radicalização à centralização populista é evidente.

A Argentina, que já se acostumou com hiperinflações, recessões e calotes da dívida, vai ter como grande novidade o sumiço da comida no supermercado.

Vai sair da fase de país quase inviável para viver a fase de um país COMPLETAMENTE inviável.

Inicia, assim, uma jornada de migração para outros países, incluindo o Brasil.

O que vai definir a quantidade de argentinos que vai sair é o quanto o novo governo, comandado extra-oficialmente, por Cristina K vai conseguir avançar com uma agenda além de populista, socialista bolivariana: com mudanças na república e perpetuação no poder.

É a resistência da ala não populista que vai definir esse quadro, ajudada, é verdade, pela internet, com manifestações de rua, que ainda não tiveram a intensidade como no Brasil.

Nós precisamos aprender bastante com a tragédia Argentina, que assistiremos, entristecidos, nos próximos anos.

Precisamos seguir firme com nosso viés descentralizador, pelo livre mercado, lutando por governos matematicamente responsáveis e cada vez melhores.

É isso, que dizes?

ente inviáveis e outros que tentam equilibrar as contas.

Países são uma espécie de ambiente produtivo/consumidor.

O que é produzido precisa ser maior do que é consumido, ou, no máximo, igual.

Para isso, é preciso comercializar com o mundo, equilibrando a matemática econômica.

O estado não pode tudo, pois há, querendo ou não, uma relação entre o que se consome e o que produz.

Não há mágica, manipulação de índices, resolva essa realidade.

A moeda expressa bem essa relação. Se tem mais moeda do que essa relação consumo/produção se inicia o processo de inflação e recessão e vice-versa.

Para que a matemática seja respeitada, há vários caminhos.

Democracias mais maduras criaram uma série de leis para que isso seja respeitado.

No caso da Europa, por exemplo, na União Européia uma das condições para ficar no bloco é respeitar essa matemática, que obrigou Portugal e Grécia a fazer profundos ajustes do tamanho gigantesco dos estados.

Na América Latina, no Sul, em particular, o Brasil iniciou a sua jornada com os liberais do governo FHC, que criaram o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal, ponto inicial de guinada do país para sair do populismo.

Os governos Lula e principalmente Dilma tentaram quebrar essa lógica e Dilma acabou sendo impichada justamente por causa disso.

Foi uma vitória da matemática sobre o populismo.

O Brasil, diferente da Argentina, tem mais gente vivendo fora do Estado do que dependendo dele, principalmente São Paulo, o Sul, boa parte do Sudeste e Centro Oeste.

Esse bloco, interessado em viver do mercado, foi a base para que boa parte dos 210 milhões de brasileiros apoiassem, pela ordem, a lava jato, o impeachment, a lei da ficha limpa e, ao final de tudo, a eleição do Bolsonaro, que tem feito um governo matematicamente correto, anti-populista.

O problema da Argentina é que dos 40 milhões de habitantes, metade já depende do Estado, algo parecido com Portugal e Grécia, mas sem a União Européia.

Macri fez um governo que manteve o viés populista, não fez ou propôs, com social democrata que é, algo parecido com FHC, pois Buenos Aires está longe de ser São Paulo.

A manutenção de Macri não resolve o problema Argentino, pois o número de pessoas interessado em mágica é muito maior do que os que querem a matemática.

O que Macri poderá fazer é adiar por quatro anos, a Venezuelização do país, do ponto de vista político.

A chapa Fernández/Fernández, na qual Cristina K é vice é uma piada, pois ninguém vai querer saber a opinião de Alberto, apenas de quem realmente manda: Cristina K.

Seria algo parecido com Haddad na cabeça e Lula de vice. Quem vai mandar no Governo?

Vindo já de várias décadas de populismo, com um governo de mais quatro anos, aprofundando ainda mais o que já está, longe dos números, a Argentina, que já se acostumou com hiperinflações, recessões e calotes da dívida, vai começar a viver o sumiço da comida no supermercado.

Vai sair da fase de país viável para se viver para inviável, iniciando uma jornada de migração.

O que vai definir a quantidade de argentinos que vão sair é o quanto o novo governo, comandado extra-oficialmente, por Cristina K vai conseguir avançar com uma agenda além de populista, socialista bolivariana: com mudanças na república e perpetuação no poder.

O Brasil precisa aprender bastante com a tragédia Argentina, que assistiremos nos próximos anos.

É isso, que dizes?

Uberizar significa:

  • plataformas que unem fornecedores e consumidores, que se auto-avaliam o tempo todo;
  • que não há vínculo dos fornecedores com a plataforma, a não ser percentuais das vendas, num grande shopping center;
  • que o centro não inclui produtos ou serviços, apenas acolhe os que os fornecedores colocam.

Plataformas uberizadas têm, assim, um modelo de comando e controle sobre produtos, serviços e pessoas diferente do tradicional.

Por causa disso, conseguem relação de custo/benefício melhor e a relação exponencial entre qualidade e quantidade.

Tudo que é comercializado tem sempre um comprador e um consumidor, assim, podemos dizer que estamos passando do modelo de Comércio 2.0 para o 3.0, no qual o modelo uberizado é mais eficaz.

A uberização, assim, não é apenas um novo modelo administrativo, como achávamos inicialmente, mas também uma nova forma de comercializar produtos e serviços, muito mais sofisticada do que a anterior.

Estamos alterando as bases do que entendemos como comércio.

Vejamos a perspectiva:

  • Serviços são mais facilmente uberizados, pois o que se entrega ao final é um bem intangível – as pessoas usam um serviço, não acumulam serviços;
  • O que temos como questão são os produtos tangíveis, com átomos: desde da matéria prima até a produção final.

Há duas tendências dos produtos sob efeito da uberização.

  • A criação, aonde for possível, da pulverização dos fornecedores para a produção e a oferta direta em plataformas uberizadas, através da tendência a micro-produtores, onde for possível;
  • A eliminação de matérias primas por outras que permitem se adaptar a essa pulverização;
  • E a uberização da produção em grande escala, com uma mudança na relação de trabalho, com a sofisticação da inteligência artificial e a robotização.

A uberização, assim, mais do que um modelo de administração ou de comércio estabelece uma nova forma de cultura produtiva, forçando uma adaptação de toda a sociedade a sua forma.

É isso, que dizes?

Fala-se muito em transformação digital, mas o pessoal se perde por tentar enxergar com um óculos micro um fenômeno macro.

Temos um movimento de Macro Descentralização, provocado por uma Revolução Midiática, que tem duas fases distintas:

  • a Digitalização – que é condicionada pela expansão dos novos canais digitais, que basicamente procura “matar” antigos intermediadores operacionais (caixas, bilheteiros, trocadores, vendedores, corretores);
  • a Uberização (ou curadorização) – que é o uso e expansão da nova linguagem digital dos ícones, que basicamente procura “matar” gestores (gerentes, chefes, supervisores).

O mercado enxerga e tem se dedicado à primeira fase, que é a mais visível, óbvia e não demanda adaptações mais disruptivas.

Porém, a mais impactante e que permite mais oportunidades de novos negócios é a uberização, na qual se altera o modelo de comando e controle, por causa da nova linguagem.

  • A Digitalização é o que vemos, por exemplo, na passagem da TV Globo para o Netflix – se elimina o intermediário do tempo e lugar;
  • A Uberização que é o que vemos na passagem do Netflix para o Youtube.

O grande problema para a adoção e disseminação da uberização para as organizações tradicionais é a mudança disruptiva da forma de comando e controle dos produtos, serviços e pessoas.

Não é uma continuidade, mas uma disruptiva ruptura.

Na uberização, aonde já é possível uberizar, o novo administrador 3.0 coordena os algoritmos da plataforma.

O controle de fornecedores e consumidores passa a ser feito, através da auto-gestão, da auto-avaliação entre as partes.

A uberização, aonde já é possível ser experimentada, tem as seguintes vantagens:

  • termina com a carteira assinada, o que reduz custos;
  • reduz fortemente o custo de gerenciamento, pois muito do que era feito pelo antigo gestor passa à comunidade de consumo;
  • cria uma meritocracia no ambiente muito mais eficaz do que no passado, aumentando a personalização;
  • por tudo isso, consegue uma escala exponencial da capacidade de atendimento com qualidade inimaginável no modelo passado.

Aonde a uberização já é possível, ela consegue liderar mercados e deixar antigos competidores sem ação.

Assim, quem pensa no futuro tem que saber aliar digitalização sem perder de vista a uberização, que precisa ser estudada e pensada, sempre em áreas separadas em função do modelo de comando e controle disruptivo e incompatível.

É isso, que dizes?

Quer ser um Futurista Competitivo Bimodal?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:

Freixo questiona por que ele não pode comemorar os 40 anos de casamento num dos hotéis mais luxuosos do Rio?

Claro que pode, mas é preciso refletir sobre o ato.

A atitude se aproxima muito do discurso do Lula – por que ele também não pode ter sítio, triplex e garantir um futuro para seus filhos?

Claro que pode.

O que não se pode?

A forma como você ganha o dinheiro estabelece uma coerência ou incoerência na estada no hotel de luxo.

Socialistas vendem a ideia de um mundo melhor, ganham cargos, se elegem, sugerem mudanças extremamente hostis para os negócios (onde se inclui o luxuoso hotel) e se beneficiam das vantagens, antes dos outros.

Vale também para aparatos pessoais: carros, computadores, celulares, relógios.

Por coerência, um socialista que ganha a vida como deputado, deveria dizer:

“Só vou me beneficiar de algo nesta sociedade injusta, quando todos os injustiçados que votam em mim – e por causa disso eu tenho dinheiro – também tiverem a oportunidade de desfrutar”.

Porém, a coerência é outra.

Eu ganho dinheiro ao defender isso como deputado, como presidente, no caso do Lula, e já que a coisa vai demorar para acontecer, vou tirando a minha lasca, com vista para a praia, enquanto isso.

O pessoal dos partidos que poderia questionar – como foi o caso do PT – não o faz, pois se acredita que a ideologia é salvadora.

Acreditam que amanhã, esse lado “Copacabana Palace” do Freixo ou “Triplex” do Lula não vão afetar o líder socialista, quando chegarem ao poder – pois todos os injustiçados viverão os mesmos benefícios no novo Copacabana Palace do PSOL.

É justamente por isso que em sociedades abertas e descentralizadas, por não se acreditar em Freixos e Lulas ungidos pela pureza da alma, criam poderes que se fiscalizam, imprensa livre e um mercado, no qual quem serve ao próximo, prospera.

Há uma ética de sobrevivência, na qual se produz algo para alguém voluntariamente comprar e agradecer.

Na ética socialista o estado impõe ao cidadão as regras de cima para baixo, acata quem tem juízo.

Não se precisa preocupar em agradar o freguês. Os eleitores do Freixo que esperem que o seu dia de piscina e bermuda também irá chegar.

No fundo, Freixo é um Lula ainda com baixo poder de compra.

Que dizem?

Todo ser humano precisa sobreviver.

E existem duas formas.

  • oferecer serviços e produtos de forma voluntária para os clientes;
  • oferecer serviços e produtos de forma impositiva aos clientes.

A primeira forma é a do livre mercado, no qual cliente e fornecedor se escolhem livremente – sempre terminando num “obrigado” ao final da troca por ambas as partes.

É a ética da sobrevivência pela descentralização, por atos voluntários das partes.

A segunda forma é a que é a do monopólio do mercado (estatal ou privado), no qual o cliente é obrigado a escolher um fornecedor, através de imposições não voluntárias.

É a ética da sobrevivência pela centralização por atos impositivo de uma parte sobre a outra.

Podemos dizer que na Ética da Centralização, que gosto de chamar de ética da mesada, o fornecedor, aquele que trabalha para a organização monopolista, tem poder sobre o cliente, pois este não tem escolha: é obrigado a pagar o imposto ou consumir em apenas um lugar.

Ou ali, ou ali mesmo.

A sobrevivência centralizadora, baseada nessa ética, assim, não precisa, como regra básica, se esforçar ou servir ao cliente, pois, independente do serviço prestado, o final do mês está garantido.

O cliente não tem poder de escolha, pois é obrigado a consumir/pagar impostos daquela forma e daquela maneira.

Isso gera uma forma de agir e pensar sobre o mundo, no qual o cliente pode ser bem atendido ou não, a gosto.

Atender bem não é uma imposição, mas uma opção – e isso faz muita diferença.

A sobrevivência que segue uma ética descentralizadora por outro lado, precisa se esforçar para servir ao cliente, pois o ganho ao final do mês, depende do serviço prestado, nada estará garantido se o serviço não for bem prestado.

Isso gera uma forma de agir e pensar sobre o mundo, no qual o cliente precisa ser bem atendido, de forma obrigatória.

  • Sobrevivências centralizadoras, podem reparar, sempre defendem o interesse de quem trabalha nos monopólios e NUNCA de quem consome – que é a maioria da população;
  • Defendem um ESTADO GRANDE/ou Monopólios privados, no qual a ética centralizadora pode ser praticada, na qual não serve, mas se serve do consumidor.

Por outro lado, sobrevivências descentralizadoras, podem reparar, sempre defendem o interesse do consumidor e NUNCA de quem trabalha, pois quem consome é a maioria da população, que escolhe sempre o melhor custo/benefício.

  • Sobrevivências centralizadoras tendem, quase sempre, ao corporativismo, seja privado ou estatal;
  • Sobrevivências descentralizadoras tendem, quase sempre, ao anti-corporativismo, em defesa do consumidor.

A sobrevivência descentralizadora defende, por causa disso, um estado pequeno e a concorrência privada nas quais a ética descentralizadora pode ser praticada, pois todos precisam estar o tempo todo focado em atender bem, numa ação voluntária entre as partes.

Note, assim, que é falsa a dicotomia privado x estatal, mas o que é fato é a oposição entre a centralização (privada ou estatal) versus a descentralização, de preferência, privada.

As duas éticas, formadas por diferente tipo de educação, desde a família, escola, são o epicentro do pensamento social, político e econômico das pessoas.

Me diga a ética de sobrevivência que você abraçou e te direi, quase sem errar, que tipo de posição política tens na sociedade.

Quanto mais temos uma sociedade estatista/monopolizadora privada, mais a ética centralizadora vai imperar e vice-versa.

O problema da ética centralizadora, além da questão moral, é a sua inviabilidade econômica, pois sempre terá um custo maior com benefícios piores, levando a sociedade a crises no curto e médio prazo (vide Argentina agora).

Vejamos.

Se tenho organizações privadas ou estatais que não se esforçam por atender bem e resolver as demandas da sociedade, há um custo que está sendo pago, de forma impositiva, com um resultado provavelmente pior.

Paga-se para se ter algo e se tem, ou não, conforme o humor/clima/perfil de quem atende – não por obrigação ou por consequência natural da relação “não atendeu bem/ferrou”.

Na ética da sobrevivência descentralizadora, tende-se a um custo menor, a um atendimento melhor, pois o tempo todo se está dinamicamente, ajustando para atender melhor possível, como obrigação, incluindo o parâmetro algo melhor que os concorrentes.

O Brasil está, aos poucos, passando da hegemonia da ética centralizadora para a descentralizadora – ainda bem.

Por fim, quanto mais temos éticas centralizadoras difundidas e praticadas, mais uma sociedade estará servindo a um grupo cada vez menor que está nas organizações monopolizadas e monopolizadoras.

E menos qualidade de vida terá.

É isso, que dizes?

Futurista é um profissional que estuda mudanças civilizacionais e, por causa disso, consegue projetar possíveis macrotendências para algumas décadas adiante.

Estrategista – ou profissional de inteligência competitiva – é um profissional que estuda movimentos do mercado, sempre no curto ou, no máximo no médio prazo, com uma time line de anos.

Ambos fazem cenários, mas o primeiro de longo e o segundo de curto ou médio.

Podemos dizer que o Futurista, além de apontar macrotendências, tem a função de sugerir caminhos para pessoas e organizações do atual momento para o futuro.

Assim, há um aspecto operacional e prático que é a sugestão de ações que precisam ser feitas.

Em geral, o Futurista tem um perfil mais abstrato e necessita de alguém, um outro profissional, que operacionalize tais atividades.

Podemos dizer que há uma espécie de Futurista Operacional, ou Futurista Metodológico, que irá, de acordo com uma tampa de quebra cabeças, operacionalizar as ações.

Pode-se chamar esse Futurista Operacional de Estrategista, mas deve-se deixar claro que não será ele o que faz o mapa, apenas operacionaliza.

Futuristas não são profissões que são demandadas todo o tempo, apenas em momentos de crise.

Em tempos normais, há uma junção entre futuristas e estrategistas, na mesma pessoa.

É isso, que dizes?

Futurista é uma pessoa especializada em apresentar prognósticos e macro tendências sobre o amanhã no médio e longo prazo, estamos falando de uma ou duas décadas.

Assim, o futurista não é um modista, um estrategista ou profissional de inteligência competitiva que têm uma time line de anos.

Um Futurista para que possa projetar décadas tem que trabalhar com cenários de séculos ou milênios para poder enxergar mudanças nas décadas.

Futuristas, assim, trabalham com a Macro-História para projetar a Meso História, das décadas e séculos.

Futuristas procuram enxergar não movimentos sociais, políticos e econômicos, mas mudanças civilizacionais, que impactam toda a sociedade.

Se formos procurar uma ciência, a que mais se aproxima do estudo das civilizações é a Antropologia.

Diria, assim, que os Futuristas com “F” maiúsculo devem ter formação na Antropologia, tendo como foco de estudo as mudanças relevantes nas diferentes etapas da civilização humana.

Mudanças civilizacionais, assim, devem ser o foco dos Futuristas, através da Antropologia.

Quando falamos desse tipo de mudança, estamos nos referindo a algo macro, que produz alterações macros, para que possamos projetar décadas e séculos.

O que provoca alterações macros na espécie?

  • pandemias mundiais;
  • eventos meteorológicos disruptivos;
  • aumento demográfico;
  • chegada de novos modelos sociais, políticos e econômicos;
  • novas tecnologias, com forte impacto social;
  • novas mídias.

São alguns que me ocorrem.

Por pensar em Civilizações o Futurista, necessariamente, trabalha com a visão do Sapiens mais ampla, mais abstrata.

Agora, por exemplo, se consegue perceber que o papel das mídias não foi bem avaliado nas mudanças civilizacionais. Isso é um ajuste filosófico de como alteramos a forma como pensamos o sapiens e a sua jornada.

O Antropólogo/Futurista ou o Futurista com formação em Antropologia precisa promover o ajuste filosófico de “mudou a mídia, mudou a civilização”.

Os Futuristas/Antropólogos têm um importante papel nessa guinada de recolocar o debate, apontar realmente quais são as macrotendências.

Esse é o nosso papel e a Antropologia, que estuda as civilizações, nossa ciência.

É isso, que dizes?

Diria que sim e não.

Sim por que precisamos revisar as bases da civilização agora e precisamos de pessoas que consigam enxergar milênios e não anos.

Precisamos de pessoas que possamo repensar como a civilização caminha na macro história e promover as revisões de paradigmas necessárias.

Porém, a demanda por futuristas é maior nas crises, no que vamos chamar de mercado extraordinário versus o mercado normal, que é o que estamos acostumados a trabalhar.

Quando voltarmos ao mercado normal, feito os ajustes de paradigma, voltamos para os estrategistas, profissionais de inteligência competitiva e modistas.

Neste momento, entretanto, precisamos de profissionais de mercado que enxerguem a civilização como um todo na Macro-História, pois estamos mudando não a sociedade, não a economia, não a política, mas a civilização como um todo.

E isso nos leva a outro artigo.

Qual é a ferramenta básica de um Futurista, vou discutir depois.

É isso, que dizes?

A Argentina é um estudo de caso interessante. Pela ordem, diferente do Brasil, por diferentes motivos, não fez:

uma lei de responsabilidade fiscal;
uma reforma trabalhista;
uma reforma da previdência;
mudanças no imposto sindical;
uma lava jato para valer;
uma lei de ficha limpa que impediria a cristina k de concorrer.

A sociedade argentina, diferente da brasileira, está mais ou menos aonde estávamos antes do Fernando Henrique Cardoso, antes do real, antes da lei de responsabilidade fiscal.

Ainda estão acreditando que a polarização verdadeira é PT x PSDB. Acreditam que Macri é liberal e não social democrata.

O que explica isso?

Apesar dos avanços de ideias decentralizadores (liberais) no país, diferente do Brasil a proporção dependentes do estado x independentes do estado é muito maior por lá.

(Isso é algo que tem que ser contabilizado em qualquer análise social, política e econômica – a relação população x dependência estatal para projetar como provavelmente deve pensar e agir a maioria da população.)

De cada 2 argentinos, um depende em alguma medida do estado para sobreviver.

Assim, acredita-se que o dinheiro nasce em árvore, que o PT de lá vai conseguir levar felicidade ao país apenas pela boa vontade.

O que se faz para manter o estado hiper inchado – no chamado populismo econômico?

Se emite moeda (o que gera inflação) e, se aumenta impostos (o que gera recessão). A consequência é:

a inflação em torno de 50% ao ano, com viés de alta;

processo continuado de recessão há vários anos, o país decresce;

aumento da miséria, desemprego.

Ao acreditar que o PT ou o PSDB local vão resolver o problema temos a seguinte combinação:

Vão dar soro de camarão para alguém que estava no CTI por causa de alergia ao camarão.

O que é interessante, ao ouvir os debates na Argentina, é o quanto são infantis em relação à economia, o quanto são um Brasil de 20 anos atrás.

Acreditam que os economistas são realmente mágicos e que os números não refletem os fatos.

Que números podem ser alterados, sem mudanças nos fatos e fenômenos, tal como o inchaço do estado – a causa primária.

É o gordinho que acha que emagrece procurando uma balança mais adequada.

Como um país que tem 50% da população dependente do estado vai fazer mudanças para tirar seus próprios privilégios para controlar gastos e começar o processo de reorganização da economia?

Diria que é impossível, pois a condição de vida, a forma como você sobrevive, define a maneira que você pensa e faz as suas escolhas.

Macri e Cristina ou qualquer outro não terão nenhuma condição de mudar essa situação, pois é preciso um choque de realidade profundo para que se comece, como nós fizemos, a ouvir novas ideias e pessoas.

É preciso ir até o fundo do poço para ter consciência do poço.

A saída, infelizmente, será parecida com a da Venezuela, os sonhos terão que bater de frente com os fatos de forma radical.

Viverão, pela ordem:

uma explosão inflacionária, talvez a maior que o país já teve;

uma profunda recessão, de cada vez mais empresas saindo do país;

a migração de argentinos para outros países, principalmente os mais ricos com medo de taxação de grandes fortunas, liberais – justamente os que poderiam ajudar a sair da crise com suas ideias e recursos;

e a escassez cada vez maior de produtos no supermercado.
Economicamente será a Venezuela – parte 2.

O que se torce é que não se tenha a agenda Política da Venezuela, alterando o próprio regime, aprofundando ainda mais o estatismo, tal como convocar assembléia constituinte, promover mudanças no exército e alterar à força o Supremo Tribunal.

E aí será a Venezualização completa, criando mais uma Zona de Abandono o que multiplicaria por 10 a migração, que se inicia este ano ainda de forma tímida.

É isso que estou vendo.

Que dizes?

A Argentina é um estudo de caso interessante. Pela ordem, diferente do Brasil, a Argentina por diferentes motivos, não fez:

  • uma lei de responsabilidade fiscal;
  • uma reforma trabalhista;
  • uma reforma da previdência;
  • mudanças no imposto sindical;
  • uma lava jato para valer.

A sociedade argentina, diferente da brasileira, está mais ou menos aonde estávamos antes do Fernando Henrique Cardoso, antes do real, antes da lei de responsabilidade fiscal.

Ainda estão profundamente acreditando que a polarização verdadeira é PT x PSDB. Acreditam que Macri é liberal e não social democrata.

O que explica isso?

Apesar dos avanços de ideias decentralizadores (liberais) no país, diferente do Brasil a proporção dependentes do estado x independentes do estado é muito maior por lá.

(Isso é algo que tem que ser contabilizado em qualquer análise social, política e econômica que se faz em um país para perceber como pensa e age a maioria da população.)

De cada 2 argentinos, um depende em alguma medida do estado para sobreviver.

Assim, acredita-se que o dinheiro nasce em árvore, que o PT de lá vai conseguir levar felicidade ao país apenas pela boa vontade.

O que se faz para manter o estado hiper inchado – no chamado populismo econômico?

Se emite moeda (o que gera inflação) e, se aumenta impostos (o que gera recessão). A consequência é:

  • a inflação em torno de 50% ao ano, com viés de alta;
  • processo continuado de recessão há vários anos, o país decresce;
  • aumento da miséria, desemprego.

Ao acreditar que o PT ou o PSDB local vão resolver o problema temos a seguinte combinação:

Vão dar soro de camarão para alguém que estava no CTI por causa de alergia ao camarão.

O que é interessante, ao ouvir os debates na Argentina, é o quanto são infantis em relação à economia, o quanto são um Brasil de 20 anos atrás.

Acreditam que os economistas são realmente mágicos e que os números não refletem os fatos.

Que números podem ser alterados, sem mudanças nos fatos e fenômenos, tal como o inchaço do estado – a causa primária.

É o gordinho que acha que emagrece procurando uma balança mais adequada.

Como um país que tem 50% da população dependente do estado vai fazer mudanças para tirar seus próprios privilégios para controlar gastos e começar o processo de reorganização da economia?

Diria que é impossível, pois a condição de vida, a forma como você sobrevive, define a maneira que você pensa e faz as suas escolhas.

Macri e Cristina ou qualquer outro não terão nenhuma condição de mudar essa situação, pois é preciso um choque de realidade profundo para que se comece, como nós fizemos, a ouvir novas ideias e pessoas.

É preciso ir até o fundo do poço para ter consciência do poço.

A saída, infelizmente, será parecida com a da Venezuela, os sonhos terão que bater de frente com os fatos de forma radical.

Viverão, pela ordem:

  • uma explosão inflacionária, talvez a maior que o país já teve;
  • uma profunda recessão, de cada vez mais empresas saindo do país;
  • a migração de argentinos para outros países, principalmente os mais ricos com medo de taxação de grandes fortunas, liberais – justamente os que poderiam ajudar a sair da crise com suas ideias e recursos;
  • e a escassez cada vez maior de produtos no supermercado.

Economicamente será a Venezuela – parte 2.

O que se torce é que não se tenha a agenda Política da Venezuela, alterando o próprio regime, aprofundando ainda mais o estatismo, tal como convocar assembléia constituinte, promover mudanças no exército e alterar à força o Supremo Tribunal.

E aí será a Venezualização completa, criando mais uma Zona de Abandono o que multiplicaria por 10 a migração, que se inicia este ano ainda de forma tímida.

É isso que estou vendo.

Que dizes?

Resumo:
https://youtu.be/h0gCYdWExwQ

As pessoas adoram dar números.

Já estamos para muitos na sociedade 4.0, mas é preciso ir com calma.

Para se atribuir números, tem que haver conceitos por baixo que os sustentem.

Nossa Escola tem como ciência base a Antropologia Cognitiva, que estuda as mudanças de mídia no passado e coloca a alteração das tecnologias de mídia como os mais relevantes para a macro história da espécie.

Do ponto de vista das Revoluções Midiáticas, podemos falar de 3.0 ou de 4.0, se incluirmos os Gestos, a saber:

  • Gestos (1.0) , Oralidade (2.0), Escrita (3.0) e Digital (4.0);
  • Ou Oralidade (1.0), Escrita (2.0) e Digital (3.0), tirando os gestos.

Fica a gosto.

(Não coloco aqui as mídias eletrônicas, pois considero que foram Evoluções da Oralidade e Escrita e não Revoluções, que devem trazer também novas Linguagens para ganharem esse rótulo.)

Porém, a Antropologia Cognitiva tem outra missão.

Ajudar a própria Antropologia – ANTHROPOS e LOGOS, que significam o estudo sobre “homem” a avançar. 

As mídias inauguram novas Eras Civilizacionais, que poderíamos chamar também de 1.0 a 3.0 ou de 1.0 a 4.0, se formos seguir a lógica de que a cada Revolução Midiática, temos uma Revolução Civilizacional pelas novas possibilidades que se abrem nas interações humanas.

(O meu livro Administração 3.0 seguiu essa lógica, mas acredito que podemos avançar ainda mais.)

As mídias são ferramentas humanas para o ser humano resolver os problemas sociais, políticos e econômicos.

As mídias não são a meta do ser humano para viver melhor, mas ferramentas que permitem avançar na sobrevivência e existência.

As mídias não são o objetivo, mas ferramentas, mas resolver melhor os problemas de cada humano e de toda sociedade.

Assim, a Antropologia Cognitiva tem que observar as mídias, que criam rupturas, mas o foco principal é o de tentar analisar as mudanças da Civilizações.

Para a Antropologia Cognitiva tivemos 3 ou 4 etapas, mas para a Antropologia Geral precisaríamos ter outro parâmetro.

Qual?

Diria que é são as alterações radicais no Macro Modelo de Administração da Espécie.

A cada nova mídia, a espécie promoveu uma mutação na forma de interagir e de organizar a sociedade.

A oralidade condicionou as aldeias e tornou o nomadismo de hegemônico para periférico. As aldeias mais sofisticadas, com agricultura, domesticação de animais e ordem hierárquica eram orais.

(Sofisticação aqui pode ser entendida pela capacidade de geração de qualidade na solução de problemas complexos)

O mesmo se deu com a escrita manuscrita com os impérios e o monoteísmo e a prensa com a sociedade de livre mercado republicana.

Sob esse ponto de vista, o marco da Antropologia, já com o viés das mídias como divisor civilizacional, seria a chegada e mudanças no Macro Modelo de Administração mais sofisticados a cada época, a partir das mídias disponíveis.

O Digital introduz na sociedade novos canais e nova linguagem que permite a espécie, pela primeira vez, de forma disruptiva, criar Modelos Administrativos não Sonoros, como da oralidade e a escrita.

A uberização só é possível, pois temos disponível um novo Macro Modelo Administrativo.

Como?

O digital trouxe, além dos canais (telas de todos os tipos), a Linguagem dos Ícones, que permite a ação e decisão baseadas no Índice Coletivo Digital (ou reputação digital), possível de ser criado, através de cliques, curtições, estrelas, etc.

O que permite a solução de problemas complexos sem a necessidade dos antigos administradores (gerentes, chefes, supervisores), criando modelos muito mais exponenciais, quebrando os limites administrativos passados.

Diante disso, podemos dividir estas duas etapas civilizacionais, pois temos, pela primeira vez, um Macro Modelo Administrativo Disruptivo:

  • Civilização 1.0 – sapiens oral e escrito, que pratica a gestão, com modelo de comando e controle feito por administradores mais centralizados, que coordenam diretamente produtos, serviços e pessoas;
  • Civilização 2.0 – sapiens digital, que pratica a Curadoria, com modelo de comando e controle feito por administradores mais distribuídos, que coordenam diretamente algoritmos, que ajudam indiretamente comunidades de consumo a coordenarem produtos, serviços e pessoas.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:


Todo o processo científico se baseia no aperfeiçoamento dos conceitos para se aproximar, o máximo possível e nunca de forma definitiva, dos fenômenos.

Conceitos precisam estabelecer uma relação mais direta possível com os fatos.

Se eu digo que estou falando de obesidade, ou de gordos.

Preciso definir o que seria uma pessoa obesa, relacionando números: idade, tamanho, peso, histórico familiar.

Assim, se procuro apresentar minha definição de obeso – eu tenho que matematicamente apresentar algumas referências.

Na política, por influência das paixões, resolvemos usar os conceitos de esquerda e direita, que são conceitos subjetivos, que não permitem a aplicação de números.

Esquerda e direita são referências de geolocalização que são importadas para a política, criando uma alta taxa de subjetividade, de interpretação pelo emissor do que quer dizer com isso.

Cada pessoa ao usar o conceito irá definir, a seu critério, o que é ser direita ou esquerda – o que torna a análise científica impossível.

Há tempos, nossa escola de pensamento (Bimodais – Futurismo Competitivo) vem discutindo um fenômeno chamado Descentralização Progressiva Obrigatória.

Que faz uma relação entre o aumento populacional e a demanda por descentralização de poder, como algo obrigatório e não opcional – se analisarmos a macro-história.

Dentro dessa visão, podemos refazer os conceitos de esquerda e direita propor algo mais matematicamente comprovável: centralizadores e descentralizadores.

O que seria isso?

  • Centralizadores – quanto mais decisões e ações se concentrarem em menos gente, podemos dizer que são resultados e consequências de pensamentos, propostas, ações, práticas centralizadoras;
  • Descentralizadores – quanto mais decisões e ações se concentrarem em mais gente, podemos dizer que são resultados e consequências de pensamentos, propostas, ações, práticas descentralizadoras.

A mudança conceitual é fundamental, pois a contraposição centralizadores e descentralizadores é passível de medição numérica.

  • Se por exemplo, eu aumento o estado, o número de funcionários, que ficam sob o comando de um presidente ou de um poder central, mais e mais decisões vão depender do centro;
  • Se eu transfiro para a iniciativa privada, com liberdade para que haja competição, para diferentes atores, menos as decisões vão depender do poder central.

Sob esse ponto de vista, posso analisar que o nazismo e o comunismo foram movimentos centralizadores, pois mais e mais o poder foi se concentrou em cada vez menos gente.

E muita gente chama o nazismo de ultra-direita, quando na verdade são dois movimentos centralizadores de poder – o que matematicamente pode ser comprovado.

Posso aferir, através de estudos, quantas decisões/ações eram coordenadas antes e depois de determinado regime para aferir se tivemos centralização ou descentralização.

A centralização reduz a capacidade do centro em coordenar a complexidade, dificultando em muito a tomada de decisões melhores. Por causa disso, os regimes centralizadores, ainda mais com aumento populacional, tendem à crises de todos os tipos, incluindo de escassez.

Bolsonaro, por exemplo, é chamado pela maioria dos jornais do exterior de ultra-direita, com comparações ao nazismo e ao fascismo.

Mas do ponto de vista objetivo, se aplicada a nova medição, é um governo que tem se caracterizado matematicamente pela descentralização, repassando atividades do estado para a iniciativa privada, reduzindo burocracias e aumentando o poder do cidadão.

Além de praticar um modelo de administração “Posto Ipiranga”, de migração da escolha de ministros e destes para seus subordinados de descentralização e não centralização.

Já Maduro, na Venezuela, considerado progressista, por muitos, mais e mais tem centralizado as decisões e o seu poder, se comparado pelos regimes anteriores.

Assim, podemos matematicamente comprovar que Bolsonaro tem feito um governo descentralizador e Maduro centralizador.

Quem optar pelo de Maduro, tem esse direito, apenas tem que assumir que considera a centralização algo mais benéfico para a sociedade, comprovando resultados similares no passado.

A descentralização e a centralização como conceitos tiram o debate político de uma espécie de limbo místico e religioso, que interessa a quem não quer trabalhar com parâmetros mais objetivos.

Qualquer pessoa que se diz de direita, mas que defende, no fundo, a descentralização deve refletir se não está ajudando com o uso de conceitos subjetivos e míticos, a confusão.

A confusão só interessa a quem não quer medição.

Pense nisso.

Que dizem?

Primeiro, vamos aos conceitos:

  • Centralizar o poder é trazer as decisões/ações para menos atores;
  • E descentralizar ou distribuir o poder é permitir que as decisões/ações sejam tomadas por mais atores.

Isso é matematicamente viável de aferir.

Note que aqui não estamos tratando de qualificar poderes (por critérios abstratos), mas de aplicar uma matemática à quantidade de decisões/autonomia – que precisam ser tomadas/realizadas e quantas pessoas participam dessa decisão em qualquer processo.

Isso é muito importante para nosso debate sobre Transformação Digital, que nada mais é do que a passagem, matematicamente falando, de distribuição cada vez maior do poder das antigas organizações para as novas.

Façamos a análise de um caso bem corriqueiro – um restaurante a quilo versus um restaurante com garçons e a la carte para aplicar nosso Descentralimetrômetro.

Num restaurante com garçons e a la carte, temos:

  • alguém que define o cardápio;
  • um intermediário entre o cliente e o pedido ao cozinheiro;
  • o mesmo intermediário entre o cliente e a comida que é levada à mesa;
  • o mesmo intermediário entre o cliente e o caixa.

Num restaurante a quilo, temos:

  • alguém que define o que vai para a bancada geral;
  • o fim do intermediário entre o cliente e o pedido ao cozinheiro;
  • o fim do intermediário entre o cliente e a comida que é pega na bancada;
  • o fim do intermediário entre o cliente e o caixa.

Podemos dizer que MATEMATICAMENTE um restaurante a quilo é mais descentralizado do que um restaurante a la carte, pois há uma redução de intermediários e o aumento das decisões do cliente (que faz seu próprio prato) e tem mais liberdade para pagar a comida.

O surgimento do restaurante a quilo (e outros self services) se deve ao aumento de complexidade (quantidade das refeições) em grandes centros urbanos (em curto espaço de tempo).

O cenário de gradual aumento da quantidade de demandas versus a redução do tempo das ofertas obrigou aos donos de restaurantes dos centros urbanos a promover a descentralização.

Há uma relação entre quantidade de cliente cada vez maior versus capacidade de atendimento dos restaurantes no curto espaço de tempo do horário do almoço = restaurante a quilo.

O restaurante a quilo surgiu para reduzir o tempo de atendimento, permitindo que no mesmo prazo, muito mais gente pudesse ser atendida.

  • O que podemos chamar de solução descentralizada para resolver um problema de aumento de complexidade (mais quantidade em menos tempo);
  • A solução, além disso, cria a solução descentralizada para resolver um problema de demanda subjetiva (que não era aparente), pois cada cliente pode fazer o seu próprio prato, atendendo a seu gosto pessoal, a cada dia – numa personalização diária do cardápio.

Se formos tirar alguns aprendizados desse fato são os seguintes.

  • Aumento de quantidade e redução do tempo de atendimento vão tornando obsoleto, gradualmente, o antigo modelo de atendimento mais centralizado do restaurante à la carte, pois há um gradual problema de tempo de atendimento x quantidade de clientes;
  • Para solucionar isso, o antigo prestador de comidas na hora do almoço no centro da cidade, antes de virar restaurante a quilo, foi reduzindo as opções do “cardápio” – o que acabou por reduzir a taxa de individualidade.

Houve ali o que podemos chamar de crise de complexidade demográfica, a antiga intermediação não conseguiu mais resolver problemas de objetividade e subjetividade do atendimento com a mesma qualidade de antes – teve que descentralizar o processo!

Como o sapiens é uma espécie que, na sua jornada, vive sob a égide da Complexidade Demográfica Progressiva (a história demonstra isso), podemos extrapolar a mesma lei que rege o restaurante a quilo para toda a espécie.

Tornando-a uma Lei Geral da Espécie, que é o que está por trás da chamada Transformação Digital e a mudança que estamos assistindo neste novo século.

Quando aumentamos a população, criamos um problema de tempo x qualidade para os antigos modelos de administração.

Para resolver o problema de forma sustentável no longo prazo, é obrigatório descentralizar as decisões/ações.

Isso significa melhoria do atendimento.

É preciso atender mais gente no mesmo espaço curto de tempo. – o que impacta no quesito quantidade.

Além disso, há uma melhoria de qualidade na subjetividade – com a liberdade de escolha, com a qual o cliente pode exercitar mais a sua individualidade – uma demanda permanente da espécie.

É esse movimento que chamamos de Descentralização Progressiva Obrigatória, que é como o sapiens responde à Complexidade Demográfica Progressiva.

Podemos tentar resolver o problema de várias maneiras, mas a única forma sustentável no longo prazo para atender demandas objetivas e subjetivas é a descentralização.

Matematicamente, se distribui ações e decisões para cada vez mais gente para que se possa lidar melhor com a complexidade.

Numa primeira fase, tirando o intermediário operacional e na segunda o gerencial, mas isso é papo para depois.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:


O que podemos aprender com a tragédia que virá da Argentina?
Live completa.

Podemos definir “agro” assim: setor responsável por produzir alimentos para a sociedade.

Se formos falar de futuro, um primeiro ponto que não posso deixar de tocar é para a possibilidade de uma mudança disruptiva na própria demanda.

A invenção de algo que consiga alimentar pessoas, que não seja proveniente diretamente da terra.

Já brinquei em palestras na mutação humana do ser humano de se alimentar de luz solar. Ou uma mudança qualquer que promova uma mutação na demanda humana de se alimentar.

Como Futurista, tenho obrigação de chamar a atenção que isso pode ser possível e isso pode ser uma linha de inovação, que pode resolver o problema de muita gente.

O que quebraria completamente a narrativa que o planeta pode não ter recursos para tantos sapiens.

Porém, digamos que isso é muita loucura e viagem e vamos trabalhar com o sapiens atual, com as demandas alimentares atuais. O que temos na sociedade que pode afetar o futuro do agronegócio?

É importante dizer que setor é diretamente ligado ao aumento populacional, sem ele não haveria a explosão que tivemos e sem ele não continuaremos aqui.

Ponto.

Ou seja, foi a inovação no Agro no último século, que permitiu o salto demográfico de um para sete bilhões de habitantes em 200 anos e no Brasil de 30 para 210 milhões de habitantes em apenas 100 anos.

Hoje, diariamente, o Agro é responsável por produzir 21 bilhões de pratos de comida ao dia!

Diferente da área de serviços intangível que pode digitalizar coisas, (informação, conhecimento), o agronegócio, como outro setores de bens tangíveis, não pode digitalizar nada.

Não se pode – ainda – imprimir dois quilos de arroz ou de feijão.

É preciso que alguém plante, que se colha, ensaque, coloque num caminhão, chegue a um mercado e deste para a panela do consumidor – mais tangibilidade é impossível.

Temos discutido aqui na Escola dois momentos da sociedade:

  • A digitalização – que é a passagem do suporte oral e papel para o digital, via computadores, celulares, aplicativos, etc – o que tem um campo enorme;
  • A curadorização (ou uberização) – que é o surgimento de outro modelo de comando e controle, com a interação intensa e mais direta entre fornecedores e consumidores.

A área de digitalização é a mais visível e há muito que precisa ser feito, porém o que podemos trazer novidades é sobre a Curadorização.

Curadorar significa criar grandes plataformas – em que uma equipe de administradores cuida de algoritmos para que fornecedores e consumidores interajam entre si.

  • Na área de trocas – o Mercado Livre tem feito bastante isso na área de produtos de todos os tipos, mas não de Agro – uma tendência;
  • Na área de serviços correlatos – podemos imaginar a uberização de pessoas, equipamentos e processos de todos os tipos, tal como no mercado do aluguem de tratores (vide Alluagro);
  • E também a distribuição de produção de alimentos em grandes cidades, com uma espécie de Airbnb de plantações em apartamentos, condomínios, casas, terrenos baldios.

De maneira geral, a grande macrotendência que vemos na sociedade é a descentralização das decisões e da produção e isso terá impactos no Agro.

É um tema aberto e estamos iniciando os debates sobre ele aqui na Escola.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:


É comum defender um cenário de desemprego em massa no futuro com uso cada vez mais de robôs.

O que é falso.

Demandas humanas são progressivas: da sobrevivência para a existência.

Explico.

Uma tecnologia vem para reduzir custos e tornar um serviço/produto mais competitivo.

O preço cai por que alguém não será mais pago.

Porém, o consumidor que pagará menos, terá mais dinheiro para colocar uma nova demanda para fora.

Por exemplo, são invés de comprar e manter um carro, viajar de Uber sem motorista.

Com o dinheiro que sobra, vai ser animar a realizar o sonho de ter um cachorro.

E aí o motorista do Uber que ficou desempregado vai virar passeador/treinador de cachorro.

Lojas de pet vão abrir e novos trabalhos serão criados.

Vai se automatizar o consumo da sobrevivência, que abrirá as portas para o da existência, em espiral.

Num mundo inovador, assim, será preciso formar profissionais mutantes, que se adaptam rapidamente.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:

Ordens Distribuídas são desejos de pessoas que defendem a ideia da sociedade, a partir das individualidades.

É uma ideologia. Uma forma de pensar o mundo, que gera Escolas Descentralizadoras.

Porém, podemos dizer que a descentralização não depende apenas de desejos, mas de alguns fatores, que definem “tetos”.

São eles:

– o pico demográfico recente (estrutural);

– as mídias disponíveis (estrutural);

– a taxa de disseminação da cultura/ideologia descentralizadora (conjuntural).

Vejamos.

Picos demográficos geram um fluxo rápido de demandas, o que força a massificação do ambiente produtivo, com incentivo da redução da diversidade subjetiva.

A cultura descentralizadora define a defesa de determinados valores.

E as mídias criam o viés pela centralização ou descentralização.

É isso, que dizes?

As disruptivas mudanças do Século XXI só serão compreendidas pelo aumento demográfico dos últimos 200 anos.

Se tivermos a Macro-história como parâmetro, analisaremos o seguinte:

  • o sapiens é uma tecnoespécie e, por causa disso, pode praticar a Complexidade Demográfica Progressiva – toda vez que tem um problema, sofistica a Tecnocultura;
  • Por praticar a Complexidade Demográfica Progressiva de tempos em tempos, passa a ser OBRIGADO a fazer uma Revolução Midiática Civilizacional para equilibrar qualidade de oferta com demanda.

O grande objetivo espontâneo de tais Revoluções Civilizacionais é a sofisticação dos ambientes sociais, políticos e econômicos na direção da Descentralização Progressiva.

Quer-se, antes de tudo, reintermediar os intermediadores que podem ser substituídos por novas formas de solução de problemas, a partir da nova Tecnocultura.

Um novo ambiente social, político e econômico para que possamos praticar uma Ordem Distribuída mais sofisticada.

Ordens Distribuídas, entretanto, precisam de Índices Coletivos para que consigam operar com desenvoltura.

Quando sofisticamos a economia, por exemplo, precisamos criar o dinheiro e, com ele, criamos os preços, que é um Índice Coletivo, que guia a atual Ordem Distribuída.

Sem preços, as pessoas ficariam sem rumo do que, onde, de que forma comprar e vender, onde investir, o que plantar e o que não plantar.

O que estamos assistindo neste novo século é o surgimento de uma nova camada mais sofisticada de Índices Coletivos, que agora iniciam uma espécie de precificação de muito mais coisas, incluindo as pessoas.

Repare que nas Plataformas Digitais Uberizadas tudo começa a ser precificado com estrelas, reputações, quantidade de cliques, de transações para permitir a facilitação da nova Ordem Distribuída Digital.

Para que possamos equalizar oferta e demanda para 7 bilhões de pessoas está sendo necessário criar Índices Coletivos também em pessoas, como vemos nos Ubers.

Mais e mais pessoas estão entrando no mercado como se fossem empresas e para que possam comprar e vender, como no Airbnb, e preciso que tenham a sua reputação nas telas.

Muita gente vê isso com suspeita, pois não entendem os benefícios da mudança.

O grande problema dos pessimistas de plantão é olhar para o lugar errado.

O que nos obriga a fazer uma série de novas mudanças foi o aumento demográfico, que criou crises no passado.

Ao aumentamos a população, temos a felicidade de ter cada vez mais diversidade humana, porém há também um custo/benefício – perde-se algo para se ganhar outro.

O sapiens precisa ficar mais objetivo, matemático, mais “precificável” para que as pessoas possam se vender e comprar num mercado mais distribuído e horizontal.

Sem isso, não conseguimos sair da Ordem Controlada do século passado, que ficou para lá de obsoleta.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:


Quando falamos de mídia, estamos intoxicados por uma espécie de sindicato do pensamento, que dividiu o conhecimento em caixas.

Mídia é coisa de comunicação (sim, eu sei Palhano que o McLuhan não pensava assim) 🙂

Mas passemos a refletir sobre o tema.

Mídia é aquilo que está no meio e permite/facilita/possibilita a interação de vários tipos entre as pessoas.

Para que se tenha um mídia, aquilo que viabiliza a interação humana, é preciso:

  • um canal – no qual correm os códigos para que se possa transmitir determinada mensagem;
  • uma linguagem – através de códigos compartilhados/conhecidos/dominados que permita que as partes consigam se entender.

Quando falamos de moeda/dinheiro temos a seguinte definição:

Moeda/dinheiro – meio pelo qual são efetuadas transações/interações comerciais. Comércio vem de co (junto) mercial/modity (aquilo que é adequado)

Assim, podemos dizer que a moeda é uma mídia, que permite que se estabeleça a interação comercial entre as pessoas, adequando demandas e ofertas.

Podemos chamar de Mídia Comercial (na qual temos um preço) e temos outra Mídia Não Comercial (na qual não temos um preço)?

Ou melhor a mídia dos códigos alfabéticos e mídia dos códigos numéricos?

O interessante é que o paralelo entre as duas mídias abre a possibilidade de mil especulações e aprendizados, pois mídias numéricas, para efeito de trocas comerciais, gera um índice de interação de fácil absorção – os preços.

Quando falamos agora do digital de Linguagem dos Ícones, estamos, no fundo, juntando duas mídias, que estavam afastadas, mas que vão se aproximando.

Um motorista ou passageiro que tem 4.9 no Uber, foi precificada pelo mercado das interações, que agora deixam marcas/rastros como uma etiqueta de supermercado.

O que estamos chamando de Linguagem dos Rastros Digitais é a aproximação da mídia comercial com a não comercial, ou a alfabética com a numérica.

Há, em função da complexidade, necessidade de precificar o desempenho das pessoas para que elas possam se tornar empresas e negociar produtos e serviços.

Há uma monetização maior de toda a sociedade, o que nos abre um campo amplo de reflexões.

É isso, que dizes?

Em 2015, concedi uma entrevista para a Época Negócios, que tinha o seguinte título “Vamos acabar com os gerentes!“.

Foi uma das entrevistas mais compartilhadas da Revista naquele ano. E, por causa dela, recebi “tiro” de tudo que foi lado.

Os gurus da administração de plantão defenderam que sem gerentes nenhum negócio pode ir adiante.

Porém, em nenhum momento do artigo defendi que os gerentes vão acabar na Gestão – atual modelo administrativo que praticamos.

O que eu, meus gurus e meus alunos descobrimos é que:

  • a administração terá a forma que a mídia de plantão tiver;
  • que quando muda a mídia, muda a administração;
  • que a Curadoria – novo modelo de administração, emergente e exponencial, elimina, de forma radical, os gerentes.

A necessidade de gerentes nos Ubers despencou, se formos comparar com empresas similares do mesmo setor.

A Curadoria permite um auto-gerenciamento de produtos, serviços e comunidades de consumo, que elimina a intermediação dos antigos supervisores.

Se você é uma pessoa cética, não poderá negar esse fato, pois é matemática, basta ver a quantidade de gerentes da TV Globo com seus 20 milhões de usuários e do Youtube com 2,2 bilhões.

O que os críticos argumentam diante da explicitação evidente da decadência das gerências é de que, sim, mas apenas parcialmente em alguns setores.

Poderíamos dizer, entretanto, que o processo do fim da gerência, motivado por uma Revolução Midiática Civilizacional vem acompanhado por um verdadeiro surto de inovação e substituição de práticas, de matéria prima, e critérios subjetivos dos consumidores.

Tal como a substituição da a energia fóssil pela solar, etc.

Assim, a tendência é de que mais e mais empreendedores vão procurando entender como é possível “uberizar” determinado setor e quais são as barreiras que precisam ser vencidas para que isso seja feito.

A uberização permite, de forma inegável, relação de custo/benefício bem melhor do que a gestão – o que faz com que mais e mais consumidores e empreendedores procurem caminhar nessa direção.

É preciso entender que os paradigmas e condições de hoje, diante dos quais alguns setores não podem AINDA serem uberizados podem ser alterados.

Tornar a realidade de hoje, diante do boom generalizado de inovação que estamos vivendo, uma verdade absoluta e imutável – convenhamos – é um risco.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:


Todas as áreas da sociedade estão vivendo os efeitos do Descentralismo Progressivo.

O Descentralismo Progressivo é uma lei geral da espécie humana, que diz o seguinte:

  • Na macro-história, o sapiens consegue aumentar a população por causa das tecnologias;
  • Mais gente significa mais complexidade (objetiva e subjetiva) o que demanda tecnologias de todos os tipos para permitir a sofisticação das intermediações.

Ou seja, se somos uma Tecnoespécie, podemos praticar a Complexidade Demográfica Progressiva – o que nos obriga a viver da mesma maneira o Descentralismo Progressivo para evitar crises e poder resolver o problema da qualidade na quantidade e quantidade com qualidade.

O Descentralismo Progressivo visa, assim, repassar mais e mais decisões para as pontas e substituir antigos intermediadores por outros.

Restaurantes a quilo, caixas eletrônicos, compras de ingresso pela internet, uberização de forma geral são sintomas do Descentralismo Progressivo.

Na Medicina não será diferente.

Todas as tecnologias que serão criadas apontarão na direção de mais e mais poder para que os pacientes cuidem, ao máximo, das suas próprias doenças.

Isso já vem sendo, de forma ainda primitiva, através do chamado Dr.Google.

Porém, é preciso que profissionais da saúde assumam a inovação nessa área e comecem a eles mesmo a promover a reintermediação, na seguinte direção:

  • em que casos os pacientes ganham aprendendo um com os outros?Isso já é realidade em diversas comunidades online (e mesmo presenciais) de doenças crônicas. Me vem a cabeça os Alcoólatras Anônimos e outro site americano antigo, que vou lembrar mais adiante;
  • em que casos os pacientes ganham tendo instrumentos de medição pessoal?
  • em que casos os pacientes ganham sendo atendidos diretamente pela internet?
  • em que casos os pacientes ganham em plataformas uberizadas?

Obviamente, que teremos que separar prevenção, atendimento de rotina, atendimento em crises e intervenções.

Temos que avançar nesse campo, mas tendo como norte o Descentralismo Progressivo e ver aonde se aplica da melhor forma.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:


Já faz um certo tempo que tenho estudado a chegada da Era Digital.

Tem sido um esforço coletivo de várias pessoas para poder fazer um diagnóstico correto para se apresentar tratamentos adequados.

O primeiro impasse é de que vivemos hoje uma mudança MACRO-HISTÓRICA, um fenômeno social recorrente, que é muito raro.

A chegada de uma nova mídia, que altera as bases da sociedade,, como tivemos a oralidade, a escrita e agora o digital.

Por ser muito raro, não tínhamos nem uma ciência que estudasse fenômenos desse tipo, como a Antropologia Cognitiva, que começa a ser criada lentamente – fora dos muros da academia (também em crise).

É natural que pessoas e organizações pensem e atuem dentro dos parâmetros da micro-história e não reflitam em termos de milênios ou séculos.

Isso é para lá de incomum, mas agora necessário.

Além disso, por ser ao mesmo tempo muito rápida e disruptiva a Revolução Digital desperta nas pessoas um grande susto e receio de perda de estabilidade.

O medo e o susto, infelizmente, não são bons parceiros da reflexão.

As pessoas tendem a analisar todo o cenário com alta taxa de emoção, o que complica ainda mais o problema.

Não conseguem compreender que vivemos os macro efeitos, pela ordem:

  • do aumento demográfico (de um para sete bilhões em 200 anos), que cria latências objetivas e subjetivas por mudanças;
  • e da chegada veloz de novas tecnologias midiáticas, que alteram o modelo de comunicação (com a chegada de novos canais) e administração (com a chegada de nova linguagem).

Tais mudanças de paradigma só serão compreendidos com mais calma e por muito mais gente pelas novas gerações de pensadores futuros, que não estão tão comprometidas pelo modus de pensar e agir atual e nem tem tanto a perder.

É preciso, assim, como grande desafio do novo século para se manter competitivo (seja a pessoa ou organização): procurar explicações mais lógicas, macro históricas, que consigam rever os atuais paradigmas e aponte caminhos razoáveis – e não histéricos – diante de tais mudanças.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:


Inovar seria trazer novidade (in-novar).

Novidade é mudar de algo para algo, assim, como transformar (trans-formar) é sair de uma formação para outra.

Se você quer trazer novidade, precisa ter uma estratégia.

Organizações querem ou (deveriam pensar em) competir – essa deveria ser a meta.

Assim, o que se está falando é melhorar a taxa de competição, através da inovação e da transformação.

Inovar é meio para se chegar a um fim e não um fim em si mesmo.

Assim:

  • PASSO 1 – antes de inovar ou transformar é preciso ter um cenário que possa apontar o que realmente é a novidade e a nova formação que vai levar uma organização a ser mais competitiva;
  • PASSO 2 – com um cenário definido, aí sim, inovar e transformar para competir melhor.

Assim, o mais importante nesse mundo da inovação e da transformação o mais importante é o cenário (onde estamos e para onde vamos) diante das mudanças que a Era Digital tem trazido.

Note, entretanto, que a Era Digital mudou o futuro. O que era certo passou a incerto e o que fará a grande diferença neste novo cenário É O DIAGNÓSTICO, O PROGNÓSTICO E O TRATAMENTO a ser adotado.

O mais importante no projeto de inovação, não é o método para todo mundo respirar melhor, para se abraçar com mais propósito ou se conhecer mais profundamente.

O que é mais importante?

Um cenário consistente, que começa com um futurista, focado na competição, mais eficaz que consiga pela ordem:

  • explicar o digital;
  • apresentar tendências com bases razoáveis e não filmes de passarinho;
  • e apresentar um mapa de inovação para o que existe e o que precisa ser criado.

Os projetos de inovação e transformação, entretanto, estão preocupados em serem inovadores e transformadores para ganhar prêmio de final de ano das empresas que vendem prêmios de inovação e transformação.

É o rabo do cachorro correndo atrás do rabo do cachorro.

É como se vivêssemos hoje num campeonato de futebol maluco, no qual o mais importante não é ser campeão, mas que consegue fazer mais embaixadinha na lateral do campo.

Enquanto isso, as startups, que conseguem focar na inovação e transformação competitiva, principalmente entre os clientes mais jovens, vão tomando o mercado.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:

Existe uma ordem lógica de Bifurcações do Conhecimento dos mais abstratos e primários aos mais concretos e secundários.

É o que chamei inicialmente de Edifício do Pensamento e depois de Hierarquia do Conhecimento.

Podemos dizer que a Bifurcação do Conhecimento Primária é o debate da essência do ser humano, o que somos, independente do tempo, do lugar?

Aonde tem um sapiens, com certeza, haverá aquelas características…

Muito se dirá sobre o tema: como todos os animais, demanda de sobrevivência e reprodução, capacidade de refletir sobre os problemas (que muitos chamas equivocadamente de razão).

Porém, quase ninguém vai responder que na nossa essência, somos uma tecnoespécie, midiática e demograficamente progressiva.

São três novas sugestões para o debate da Bifurcação Primária do Conhecimento. Um a mais na nossa essência.

  • Se houver um sapiens, haverá tecnologia, se não houver tecnologia, não será um sapiens;
  • Se houver um sapiens, se criará alguma forma de mídia para promover a interação, que não será fixa;
  • E, por causa, da capacidade de sofisticar tecnologias e as formas de comunicação, nos permitirá sermos demograficamente progressivos.

Diria que tais características são essenciais da espécie e que deveriam estar no topo das decisões de todas as Escolas de Pensamento, que estudam os fenômenos humanos.

Por serem descobertas novas, não estão na nossa essência e é por causa desse “bug”, que tudo está tão confuso.

Como é uma mudança na Bifurcação inicial, podemos chamar isso de uma Macro Anomalia Filosófica Primária, ao estilo do Thomas Kuhn.

Seria esse o diagnóstico principal sobre o novo século: há um erro na essência de quem é o humano, que precisará, ao longo do tempo, ir sendo corrigido em todas as escolas de ciências humanas para que se possa entender o digital na sua dimensão.

É isso, que dizes?

Quando se fala em educação, se pensa fortemente no conteúdo que será ministrado. Porém, temos que começar a pensar diferente.

Nós somos seres midiáticos (precisamos mudar isso na forma como pensamos a essência humana).

Assim, toda a interação humana, incluindo as organizações de todos os tipos, são modeladas pelas mídias de plantão.

Com as organizações educacionais não é diferente.

Podemos falar de organizações educacionais marcadas pelas Eras Midiáticas: orais, escritas e agora digitais.

O que me chama a atenção é que estamos mudando hoje, disruptivamente, o ambiente social de um formato estruturante para outro completamente diferente.

Estamos mudando mais do que o conteúdo a forma geral das organizações na sociedade, criando novo modelo de comando e controle:

  • Até o digital, tínhamos a OBRIGAÇÃO de termos um intermediador de carne e osso regulando o aprendizado, como um professor em sala de aula;
  • Depois do digital, passamos a um novo intermediador (uma inteligência artificial, programada por um curador) que ajuda a um auto-gerenciamento de comunidades interativas.

A educação é eterna e sempre será espaço de preparação (além da formação dos adultos) dos jovens entre a família e o mercado de trabalho.

Serve literalmente para formatar (vou usar este verbo) as pessoas para poder trabalhar.

Note que o verbo formatar é dar uma forma, preparar para que a pessoas não estranhe o ambiente de trabalho e possa produzir.

  • Se na atual organização educacional se entra num horário, tem um local específico, hora para o lanche, turma, sinetas, professor, caderno, prova, avaliação;
  • Na organização em que vai trabalhar também terá horário, um local específico, hora para o lanche, turma, ponto, gerente, caderno, metodologia, avaliação.

As mídias de plantão influenciam todas as formas na sociedade, principalmente as organizações produtivas.

Assim, temos a seguinte sequência, que está invisível agora, mas tem que ser explicitada:

  • mídias formatam organizações produtivas;
  • que formatam o modelo das organizações da educação.

Numa sequência lógica.

O Digital tem criado um novo modelo de organizações baseados em Plataformas de Curadoria, na qual se tem outra formatação, bem diferente da atual – com tendência a se transformar no modelo hegemônico.

Assim, quando pensamos em educação futura, ao invés de pensar em conteúdo, temos que pensar na forma da educação, que tenderá a ser preparatória para que os jovens entrem nesse novo tipo de organização.

A organização educacional terá que ser similar à produtiva!

Mais ainda.

É uma formação que precisa preparar para a inovação muito mais constante, o auto-didatismo, a capacidade de julgar os conceitos mais eficazes dos menos, a informação mais confiável da menos.

Assim, muito mais do que pensar qual é o currículo que deve ser ministrado nas escolas do século XXI, temos que pensar que formato a educação pós-digital vai ter.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:


É o estudo do fenômeno da tendência humana, no longo prazo, de continuamento ir de uma situação mais para uma menos centralizada.

O motivo: a descentralização facilita lidar com a complexidade.

O Descentralismo visa estudar os fatores que impedem e ampliam a capacidade de ajudar que esta tendência seja facilitada.

O Descentralismo, assim, é o estudo do fenômeno da Decentralização.

É isso, que dizes?

  • Ordem – relação inteligível estabelecida entre uma pluralidade de elementos; organização, estrutura;
  • Espontânea – Que acontece naturalmente – não artificial.

Ordens sociais são formas de se estabelecer relações ou melhor interações.

Uma Ordem pode permitir que as interações sejam feitas por mais gente, de forma mais horizontal, ou intermediadas por alguém, de forma mais vertical.

  • Uma Ordem que é mais horizontal, permite que haja mais espontaneidade entre os diferentes membros daquela comunidade, pois ganham mais liberdade para interagir;
  • Uma Ordem que é mais vertical, permite que haja menos espontaneidade entre os diferentes membros daquela comunidade, pois dependem mais da regulação de quem a controla.

Não existe, porém, ordem totalmente horizontal, nem totalmente vertical, pois há algum grau de interação entre a comunidade.

Assim, mais ou menos espontaneidade depende do tipo de hierarquia da ordem estabelecida, mais ou menos vertical mais ou menos horizontal.

Se você defende Ordens mais Espontâneas, na verdade, está defendendo Ordens Mais Horizontais e menos Verticais.

Ordens, entretanto, têm um propósito: são criadas para resolver os problemas das pessoas da referida comunidade e a horizontalização e verticalização dependerá de alguns fatores:

  • do tipo de mídia que existe, que pelo formato, condicionará em algum tipo de medida a Ordem que será estabelecida – mídias mais verticais favorecem a verticalização e vice-versa;
  • a evolução da taxa da demografia, pois quanto mais rápido é o crescimento, mais se tenderá a verticalização, pela incapacidade de preparar a todos para a autonomia, bem como pela necessidade de se atender a demandas objetivas e subjetivas, com menos diversidade;
  • os fatores prévios culturais mais ou menos centralizados, ao longo do tempo, que definirá as tendências históricas, influenciando no presente;
  • E o amadurecimento e capacidade dos grupos descentralizadores em disseminar os conceitos na comunidade em questão.

Assim, Ordens Espontâneas não são um objetivo direto, mas indireto da decisão de Ordens mais Horizontais.

O que se percebe, ao analisar a história, é que:

  • Em comunidades em que se consegue mais horizontalidade e se aumenta a taxa de ordem espontânea, há um aumento de criatividade e, por sua vez, de inovação para a solução dos problemas.
  • E vice-versa.

É isso, que dizes?

Vou chamar a filosofia para ajudar na área de negócios.

  • Essência – é aquilo que se é por natureza;
  • Consequência da Essência – é aquilo que ocorre por causa da natureza.

Vejamos o caso do McDonald, bem retratado no filme, que tem no Netflix, Fome de Poder.

O McDonald resolveu adotar o que hoje chamamos de modelo de negócios das franquias:

Franquia, franchising ou franchise é estratégia utilizada em administração que tem, como propósito, sistema de venda de licença na qual o franqueador (detentor da marca) cede, ao franqueado (o autorizado a explorar a marca), o direito de uso da marca, patente, infraestrutura, know-how e direito de distribuição exclusiva ou semiexclusiva de produtos ou serviços.

O McDonald era mais exponencial do que uma loja de hambúrguer da esquina por que utilizava do modelo da franquia.

O McDonald não era uma empresa exponencial, mas adotou o modelo da franquia que, por sua maneira de descentralizar os negócios, conseguiu resultados melhores do que os concorrentes (melhores resultados/com menor esforço).

O McDonald não era e não é uma Organização Exponencial.

É a franquia que é mais exponencial do que uma loja isolada, que não adota o modelo.

Modelos administrativos que conseguem melhores resultados de custo/benefícios são exponenciais e não organizações em sim.

Assim, não existem Organizações Exponenciais, mas modelos de negócios, quando adotados, mais exponenciais do que outros.

Quando falamos do Digital, conseguimos diagnosticar o surgimento de um novo modelo de negócios, só possível por cauda da nova mídia, que chamamos de Curadoria, que seria:

Curadoria é novo modelo de administração que se utiliza da nova Linguagem Digital dos Ícones (curtições, estrelas) para que se possa aferir a qualidade de pessoas, produtos e serviços, sem a necessidade de gestores centrais ou de vínculos empregatícios formais, substituindo-os por algorítimos, que gerenciam a avaliação feita dentro e pela própria Comunidade de Consumo dentro de Plataformas.

Note, assim, que o Uber é mais exponencial do que uma cooperativa de táxi, não por que é o Uber, mas por que se utiliza da Curadoria.

Uma organização tradicional na área de mobilidade NÃO SERÁ mais exponencial, a não ser que adote o mesmo modelo administrativo do Uber – a Curadoria, na qual se tem uma relação muito baixa entre back office x operação.

É esta relação melhor do custo/benefício que faz com que o Youtube tenha 2,2 bilhões de usuários, de forma muito mais exponencial do que o Netflix, que tem 200 milhões e a TV Globo, que tem 20 milhões.

É a adoção da Curadoria que o faz como que uma organização passe a não ter mais os antigos limites de usuários por falta de estrutura operacional.

O conceito “Organização Exponencial” muito badalado é vazio e leva ao erro estratégico. Nossa sugestão: evite!

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:


LIVE COMPLETA.

Existem novas Leis Gerais da Sociedade que precisam ser consolidadas para entender o digital.

Sem elas, o Digital e todas as consequências serão um enigma.

A Primeira Nova Lei da Sociedade é a seguinte:

  • Lei 1 – Aumentos Demográficos causa Revoluções Midiáticas Civilizacionais Descentralizadoras!

Se somos uma tecnoespécie que pode crescer demograficamente, temos que levar em conta as causas inesperadas que isso provoca: aumento de complexidade, o que nos obriga a termos um modelos de comunicação e administração mais horizontais.

A horizontalização tem uma grande meta: lidar melhor com a complexidade, vejamos:

  • 1 bilhão de pessoas em 1800 precisavam de 3 bilhões de pratos de comida/dia;
  • 7 bilhões de pessoas em 2019 precisavam de 21 bilhões de pratos de comida/dia.

É impossível imaginar que é possível se manter com o mesmo modelo de comunicação e administração e conseguir resolver os novos problemas de complexidade.

Assim, toda vez que tivermos explosões demográficas, estaremos “grávidos” de inevitáveis Revoluções Midiáticas Civilizacionais Descentralizadoras.

A Segunda Nova Lei da Sociedade é a seguinte:

  • Lei 2 – Revoluções Midiáticas Civilizacionais Descentralizadoras causam novos Modelos de Comando e Controle mais Distribuídos!

Tais modelos visam permitir que se aumente as Ordens Espontâneas da sociedade, única forma sustentável no médio e longo prazo para lidar com o novo Patamar de Complexidade.

  • A Oralidade permitiu o surgimento dos chefes tribais e das aldeias;
  • A Escrita Manuscrita das grandes religiões, dos impérios;
  • A Escrita Impressa da República e do sistema de livre mercado;
  • E o Digital da Curadoria (uberização) e depois da Blockchainização.

Tais Leis são baseadas na experiência história, na lógica e no que temos visto com a chegada do Digital.

Estão aí para quem quiser questionar com argumentos plausíveis.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:

Numa cidade pequena a capacidade das pessoas se comunicarem é maior do que numa cidade maior.

  • Numa cidade pequena as pessoas usam a oralidade, pois todos estão mais ou menos perto em termos de tempo e lugar;
  • Numa cidade maior as pessoas precisam usar outras mídias, pois todos estão cada vez mais longe em termos de tempo e lugar.

Assim, quando se aumenta a população, a Ordem Espontânea vai ficando CADA VEZ MAIS DEPENDENTE das mídias de plantão.

Do perfil, da hierarquia dela.

Se a mídia que é desenvolvida é vertical, unindo as pessoas, a tendência é se reduzir a Ordem Espontânea de maneira geral para uma Ordem mais Controlada, via mídia vertical.

Foi o que ocorreu no século passado, com o boom demográfico + a mídia vertical, no qual Ordens Espontâneas deram lugar a Ordens Controladas.

E, ao mesmo tempo, pessoas que defendiam Ordens Controladas estiveram em ascensão.

As mídias, assim, com o aumento da complexidade demográfica, são fundamentais para definir qual é a tendência:

  • Com aumento demográfico e mídia vertical, a tendência é a redução das Ordens Espontâneas – vide século passado;
  • Com aumento demográfico e mídia horizontal, a tendência é o aumento das Ordens Espontâneas – vide século atual.

As Ordens Espontâneas, assim, vivem, além de outros, mas principalmente no longo praxo de duas variações:

  • Aumento demográfico;
  • Mídias disponíveis.

É isso, que dizes?

Um dos problemas da Escola Austríaca está na casinha “existencial” da Filosofia, que responde: “Qual é a essência do ser humano?”.

Até bem pouco tempo a resposta de que somos uma tecnoespécie não estava no cardápio das ciência sociais.

Todo o trabalho desenvolvido pelos pensadores austríacos é Pré-McLuhan, Pré-Canadense.

Quando se imagina que o ser humano quer sempre sair de uma situação menos para a mais confortável e que vai usar tudo que estiver a seu alcance, é importante lembra que existem tecnologias.

E mais ainda que existem mídias, que são a placa-mãe da interação humana.

Tecnologias no geral e mídias no particular condicionam o que podemos e o que não podemos fazer para gerar Indicadores Coletivos e poder, com eles, aumentar a taxa de liberdade para se praticar as Ordens Espontâneas.

Sem que possamos entender que:

  • Ordens Espontâneas são baseadas na interação entre indivíduos;
  • Interação entre indivíduos são mediadas e condicionadas pelas mídias de plantão;
  • Pode se dizer que Ordens Espontâneas são reflexos das mídias disponíveis.

É isso, que dizes?

Todo descentralizador e/ou Escola Descentralizadora acredita em Ordens Espontâneas, nas quais a sociedade – indivíduo se relacionando com os demais – vão resolvendo os problemas ao longo do tempo.

Não existe pensamento descentralizador sem Ordens Espontâneas, ou com algum nome parecido.

Há dois problemas quando falamos em Ordens Espontâneas.

Quanto mais complexo for o ambiente mais haverá a necessidade da Ordem Espontânea e mais difícil será que ela possa prosperar sem que haja Indicadores Coletivos, criados pelas próprias pessoas.

Um dos fatores que temos que analisar é a questão demográfica, uma das novidades que as Escolas Descentralizadoras terão que analisar.

Mais gente, significa mais complexidade, o que torna a demanda por Ordens Espontâneas mais sofisticadas, bem como a criação de novos Indicadores Coletivos ou melhoria dos já existentes.

A Escola Austríaca, por exemplo, através de Ludwig von Mises (1881-1973) defende que um regime fechado com o comunista não é viável economicamente, justamente por não ter o Indicador Coletivo dos preços.

Sem os preços, indivíduos não conseguem lidar com a complexidade, tomando decisões cada vez menos precisas ou sensatas.

Vejamos a relação:

  • Quando se aumenta a população, se aumenta a complexidade;
  • Quando se aumenta a complexidade, se aumenta a demanda por indicadores coletivos cada vez mais confiáveis;
  • O que permite que se tenha Ordens Espontâneas mais sofisticadas.

Quando com a chegada do Digital, se criou o que chamamos de Indicador Coletivo Digital (a reputação online de pessoas, produtos, serviços, informação), pudemos ter um novo ciclo de Ordens Espontâneas.

É isso, que dizes?

Tenho lido muitos seguidores da escola, na sua maioria economistas, tentando fazer uma análise da própria escola.

Minha primeira percepção que é preciso de um ferramental específico, que vou chamar de “Método de análise de Escolas de Pensamento“, que é uma variante da Epistemologia.

Há uma confusão de conceitos entre teorias, metodologias, filosofia.

Com a experiência de refletir sobre a Escola Canadense de Comunicação durante alguns anos e olhando a Austríaca de fora, acredito ser útil o ferramental que desenvolvemos aqui, que agora estou aperfeiçoando.

A Escola Austríaca é uma Escola de Pensamento na linha Descentralizadora, que tem com várias outras uma série de premissas comuns, que são aprofundadas nos estudos.

Na nossa divisão, separamos as seguintes áreas que têm uma sequência lógica:

Note que há premissas filosóficas que são tomadas, que influenciam teorias gerais e depois teorias específicas, bem como metodologias, que guiam o operacional.

Se fosse aplicar isso à Escola Austríaca, diria que:

Note que a divisão nos permite utilizar o verde para várias outras Escolas Descentralizadoras, que não são econômicas, definindo claramente a abordagem da Economia.

Isso é um primeiro estudo, mas acredito que, ao longo do tempo, pode-se melhorar ainda mais.

É isso, que dizes?

Vou passar a a chamar a Linguagem dos Rastros para Linguagem dos Ícones.

Isso já é o resultado da pesquisa que tenho feito em outras Escolas de Pensamento Descentralizadoras, como a Austríaca de Economia.

Linguagens são ferramentas humanas para permitir a interação.

E se compararmos com as Linguagens de Comunicação Sonora do passado a escrita foi a primeira a deixar rastros.

Assim, não é isso que é o diferencial.

O que temos hoje é a chegada de uma nova Linguagem dos Ícones, que não são letras e nem números.

São símbolos, como já tivemos no início da escrita, que facilitam bastante que as pessoas deixem rastros para tomada de decisão.

A novidade da Linguagem dos Ícones permite que se crie – e temos aqui um novo conceito – a criação de mais um Indicador Coletivo, que permite a tomada de decisão em larga escala.

Note que as Linguagens Oral e Escrita não geravam um Indicador Coletivo com a dos ícones passa a permitir.

Passamos a ter um Indicador Coletivo como os preços na economia ou como as citações bibliográficas na Biblioteconomia.

O Indicador Coletivo Digital, permitido pela Linguagem dos Rastros, é o que permite que tenhamos uma nova Era Civilizacional.

Obviamente, para ele ser possível precisamos de todo o aparato digital (canais), além da Linguagem dos Ícones.

É um avanço importante nas nossas reflexões sobre o tema.

É isso, que dizem?

Matrix é um paradigma, este que todos nós estamos.

Tudo que pensávamos sobre sapiens, caminhada humana e respectivos avanços nas ciências sociais precisa ser revisto,, onde se inclui princípios da administração, dos negócios, da educação, política, etc.

A primeira pílula é quando você conhece os pensadores canadenses que dizem que somos uma tecnoespécie midiática: mudou a mídia, muda tudo.

E aí apenas começa uma jornada.

Já ministrei palestras, cursos, aulas e tive a experiência que não basta ouvir falar, conhecer por alto, é preciso mergulhar e ficar neste novo “lago”.

É preciso criar uma espécie de “zona de desintoxicação” e estar próximo de pessoas que entendem e já adotaram o novo paradigma.

Assim, a saída de Matrix, como é também no filme, COMEÇA com a pílula vermelha, mas você vai para um outro lugar para ver o velho paradigma DE FORA, com ajuda de outras pessoas.

Esta é a metodologia que sugerimos para quem quer competir neste novo futuro, entender o quanto antes a revisão que precisa ser feita.

Seja criando uma zona do lado de fora da organização ou mesmo na internet, como pessoa física, como tem ocorrido na nossa escola.

Não é uma pílula, mas várias – todos os dias.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:


Talvez, a grande novidade, das grandes novidades, que temos hoje no novo século é a nova percepção de que vivemos uma espécie de Descentralização Progressiva Obrigatória.

Na macro jornada humana, com algumas recaídas, o ser humano tem como tendência ciclos de descentralização de poder.

Por quê?

Vamos pela ordem:

  • Somos uma tecnoespécie e quando temos problemas insuperáveis para uma geração, a seguinte supera a barreira;
  • Por causa disso, aumentamos a população, o que significa ampliação progressiva da complexidade;
  • E para lidar com a complexidade, a história tem demonstrado, realizamos mudanças midiáticas que, no longo prazo, caminhamos para a descentralização.

Assim, a grande macro tendência para o novo século não é a digitalização, que é uma ferramenta, mas a descentralização em várias etapas:

  • Descentração 1.0 – a disseminação de canais, que permite maior acesso à informação/conhecimento e a explosão da interação horizontal;
  • Descentração 2.0 – a disseminação de uma nova linguagem, com seus códigos coletivos, que permite a uberização de pessoas, produtos e serviços, criando novas possibilidades de trocas de todos os tipos, incluindo as comerciais;
  • Descentração 3.0 – a disseminação do conceito P2P de plataformas descentralizadas, que inicia a jornada pela radicalização ainda maior das trocas humanas, sem a necessidade de grandes players como hoje, Youtube, Instagram, Facebook, Uber, entre outros.

Nosso principal problema é que toda a sociedade atual foi formatada, desde a escola, nas organizações tradicionais, na política, em todos os cantos, a lidar com o modelo pré-digital.

A grande crise que temos hoje é a gradual perda de poder de quem dominava e se beneficiava do antigo modelo.

Há um embate entre o antigo modelo centralizado e o novo que vai se descentralizando.

Isso tem impactos nas pessoas, nos profissionais, nas organizações.

Assim, não temos que nos preparar para a digitalização, ou para a Transformação Digital, mas para a Descentralização, que envolve mudanças profundas na forma de pensar e agir.

É isso, que dizes?

Muitas pessoas têm utilizado o recurso de aumentar a velocidade dos áudios e vídeos para receber informações mais rápidas.

Ou estão com pilhas e pilhas cada vez maiores de livros para ler.

Estão lendo cada vez mais, mas estão lendo bem?

Temos hoje uma explosão da informação, típica de revoluções midiáticas e estamos querendo ler agora com o mesmo paradigma de leitura do que antes.

Houve uma inversão depois do Digital:

  • saímos da escassez da informação para a abundância;
  • o que nos leva a passar da abundância para a escassez de foco.

O foco tem que ser na direção de um problema matriz.

Quem não tem um problema matriz, não tem uma bússola, que vai orientar na rota das leituras!

Cada problema na sociedade tem diferentes Escolas de Pensamento e Ação que você precisa conhecer, optar por uma, ou mixar algumas para que possa atuar melhor sobre ele.

Assim, o roteiro é:

  • o foco num problema;
  • conhecer as diferentes escolas de pensamento e ação;
  • escolher uma escola, a partir do que você acha que é mais razoável, o que lhe dará acesso a autores destacados sobre o tema escolhido;
  • o aprofundamento naquela escola, conhecendo as diferentes abordagens entre os autores;
  • a integração com os seguidores daquela escola;
  • e, se possível, a melhoria da escola, a partir da sua forma de pensar e agir.

Você terá muito que ler, mas com um foco.

É importante entender que você, ao ler, tem que desaprender algo, não só se informar, mas se reformatar diante das variações do problema escolhido – ainda mais agora que todas as Escolas de pensamento e ação precisam se repensar!

Digo ainda que cada Escola de Pensamento e Ação tem uma Hierarquia do Conhecimento nos aspectos:

  • Filosóficos (existencial, jornada humana, epistemologia, ética, visão política);
  • Teóricos (as leis que devem ser respeitadas para se lidar com o problema);
  • Metodologia (as regras, respeitando as leis);
  • Operação (a ação);
  • A avaliação da ação (para rever toda a hierarquia).

Você lerá muito menos, mas ganhará muito mais em termos de eficácia.

Assim, se você ainda não definiu um problema, uma escola e não mergulhou nos autores da mesma – você é um cego analógico em tiroteio digital.

É isso, que dizes?

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Um dos meus alunos me disse  seguinte:


Se pensamos que a história humana é uma grande Ordem Espontânea, na qual cada indivíduo decide os melhores caminhos, é preciso que haja Indicadores Espontâneos.

Ou os mais Espontâneos Indicadores Espontâneos.

A Escola Austríaca apresenta a seguinte lógica na Ordem Espontânea Mercado de Trocas de Produtos e Serviços:

  • A propriedade privada é fator fundamental para que haja trocas no mercado e se estabeleça valores – é uma premissa para se criar o Indicador Espontâneo;
  • Com a troca das pessoas no mercado, há os preços que definem o que está em escassez ou abundância. Preços são Indicadores Espontâneos, que guiam Ordens Espontâneas.

Assim, se formos extrair essa lógica para algo mais amplo, podemos dizer que existem:

  • Premissas de Indicadores Espontâneos para que ocorram;
  • E a geração destes Indicadores Espontâneos.

Se formos analisar, a Ordem Espontânea das Mídias, temos o seguinte:

  • Para que haja indicadores, é preciso ter registros tangíveis e não intangíveis, como a voz não gravada;
  • Registros Tangíveis são mais ou menos acessados, o que nos permite dizer que são Indicadores Espontâneos, tais como as citações de um artigo acadêmico.

A premissa é de que registros precisam ser gerados para que haja a geração de códigos espontâneos. Na Oralidade, não havia registro e na escrita impressa isso só veio a tomar mais forma com a bibliografia e variantes e depois com o digital.

A digitalização tem como premissa a criação de banco de dados rastreáveis, aumentando radicalmente a capacidade de geração de códigos espontâneos, mas, na maior parte deles, não acessível para os usuários.

Assim, havia o “preço”, mas ninguém tinha acesso a ele.

A Uberização, com os registros de cliques, likes, curtições, seguidores, explodiu a possibilidade de geração de códigos espontâneos, sendo a base da uberização.

Há um aumento exponencial do aumento da qualidade da Ordem Espontânea, pois se passou a ter um código espontâneo, que permite a muito mais gente decidir individualmente o que é melhor para cada um.

É isso, que dizes?

Toda Escola de Pensamento Filosófico-Descentralizadora (EPFD) acabará por descobrir nas suas teorias, pois estará procurando isso, e defender nas metodologias para que possa se resolver o problema – ordens espontâneas.

  • A Escola Canadense de Comunicação viu no uso e massificação das mídias um processo de Ordem Espontânea, Lévy chamou de Inteligência Coletiva;
  • Nós, na continuação da Escola Canadense, vimos a Ordem Espontânea da Demografia;
  • A Austríaca de Economia viu no Mercado (na linha de Adam Smith) a Ordem Espontânea.

Podemos, entretanto, ter uma hierarquia dentro das EPFDs, que vai nos ajudar a compreender de forma diferente as Ciências Sociais.

A Ordem Espontânea Primária, pela lógica, é a Demográfica. Podemos dizer que o ser humano é uma espécie que – quando pode – deseja ter mais filhos.

Ter filhos é uma ação voluntária – na maior parte dos casos, mas consequências involuntárias para toda a sociedade, pois cada pessoa que chega demanda algo e precisa que lhe seja oferecido algo.

O Mercado de oferta e demanda seria, assim, a Ordem Espontânea Secundária e precisa acompanhar o ritmo da Primária para que não haja problemas de escassez, já que cada vez mais há aumento das demandas.

Podemos dizer que as mídias são uma Ordem Espontânea Terciária, pois quando o Mercado começa a não mais resolver satisfatoriamente (e estamos falando também em questões subjetivas) há uma demanda por novas formas de comunicação e administração.

A Demografia e as Mídias são Ordens Espontâneas de efeitos de ação e reação de longo prazo e o mercado de curto.

É isso, que dizes?

Escolas de Pensamento são formadas por grupos de pessoas, que partem de determinadas premissas, de maneira geral, filosóficas.

Podemos dizer que temos dois tipos de Escolas de Pensamento:

  • As centralizadoras – que ao responder a pergunta “para onde vamos?” acreditam num destino coletivo, de alguma forma pré-formatado;
  • As descentralizadoras – que ao responder a pergunta “para onde vamos?NÃO acreditam num destino coletivo, apenas na interação entre as pessoas, sem uma pré-formação futura.

Naturalmente, se a espécie não tem uma “tampa do quebra cabeças” a ser atingida haverá uma Ordem Espontânea, regida por algumas premissas definidas por cada indivíduo, que leva a história adiante.

Uma Escola Descentralizadora optará naturalmente, por se manter coerente por:

  • Na ética individual – liberdade para as escolhas, desde que não fira os demais;
  • Na ética coletiva – a garantia de que a forma seja garantida e não a preocupação com os conteúdos;
  • Na jornada – acreditar e defender Ordens Espontâneas;
  • Na epistemologia – a incapacidade de se chegar a verdade pelo ser humano, apenas a visões parciais.

Estes sãos resultados naturais da escolha da primeira bifurcação, que vai definir todo o resto.

Escolas Descentralizadoras, a partir desse ponto comum, descerá para analisar problemas diferentes, com estas premissas.

É isso, que dizes?

O principal desafio de um Futurista é saber que tipo de conhecimento é válido e qual não é.

Por isso que estudar Futurismo significa mergulhar na Epistemologia, o estudo filosófico dos critérios para definir como saber que um pensamento é válido.

Um Futurista é um separador do Joio do Trigo.

É MIMIMI não é MIMIMI?

Neste caminho, temos alguns “inimigos” que podem ser identificados e vou listar para vocês o que já coletei, vejamos os conhecimentos que devem ser descartados:

  • Os horizontais;
  • Os importados das ciências não humanas.

O que são conhecimentos horizontais? Vejamos o desenho.

Conhecimentos horizontais não resolvem problema algum, podemos chamar de não ciência, ou se quisermos ser piedosos, de ciência da curiosidade.

Não tem como aferir a validade, pois todos os conhecimentos considerados válidos para efeito da ciência e de um futurista são aqueles que podem ser testados na prática.

O conhecimento vertical é aquele que aponta para um problema, é o que colocamos no edifício do conhecimento.

Não podemos dizer, por exemplo, que um problema filosófico não é um problema, pois ele pode servir e ser usado por determinada Escola de Pensamento nas teorias, metodologias, operacional, etc.

Quando temos um conhecimentos que podemos colocar na Hierarquia do Conhecimento: filosofia, teoria, metodologia, operacional, revisão dos resultados e voltamos para ajustes – é um conhecimento mais adequado.

Vejo, por exemplo, filósofos querendo demarcar a história humana, a partir dos próprios filósofos, um exemplo típico de conhecimento horizontal, que não desce e sobe.

Outra tendência que tenho visto é a importação de conhecimentos de ciências não humanas para as humanas.

Muita gente tem usado descobertas da física para aplicar na sociedade humana. Pode-se em muitos casos, em reflexões filosóficas que são utilizadas em Escolas de Pensamento da Física em outras Escolas.

Porém, quando se desce para para questões teóricas para análise de fenômenos, não se pode aplicar direto, mas apenas usar com comparações, com muito cuidado.

Há muitos autores que importam direto, criando uma espécie de zodíaco físico, que muito mais atrapalha que ajuda.

É isso, que dizes?

Matrix é um filme australo-estadunidense de 1999, dos gêneros ação e ficção científica, dirigido por Lilly e Lana Wachowski e protagonizado por Keanu Reeves, Laurence Fishburne e Carrie-Anne Moss.

A ideia de Matrix é de que existem dois mundos: um no qual vivemos e acreditamos ser a realidade. E outro, do lado de fora, quando se consegue ver Matrix de fora – algo muito mais próximo do que está ocorrendo, de fato.

Para sair da ilusão permanente, é preciso tomar uma pílula vermelha para iniciar um processo de desintoxicação, observação, compreensão e até retorno, mas já com a nova percepção.

Matrix pode ter diferentes interpretações e eu também tenho a minha.

A pílula vermelha – ponto de fuga – é a capacidade que temos de olhar para a nossa caixa de fora e entender com mais clareza como fomos formatados, o que é ainda válido e o que tem que ser descartado.

Gosto ainda de trazer Thomas Kuhn para nos ajudar a entender o filme.

Segundo o físico americano, ver mais o que falei dele aqui, nós olhamos para a realidade, a partir de determinadas premissas anteriores, que ele chamou de paradigma.

Paradigmas tem um prazo de validade.

Um tempo de duração, até que algo ocorra, como a chegada do Digital, que nos coloque em estado de Anomalia, pois a forma como pensávamos e agíamos fica obsoleta diante de novos fatos.

Sendo necessária uma mudança dos paradigmas estruturantes – geralmente filosóficos e teóricos para poder entender o mundo.

Gosto de brincar que nossa Escola Bimodal é a pílula vermelha para tirar as pessoas de Matrix – do mercado cujas premissas ficaram obsoletas.

Há uma demanda por rever a tal pílula vermelha na seguinte proposta:

  • nossa tecnoespécie cresce demograficamente;
  • por causa disso, precisamos criar novas mídias mais descentralizadas parra lidar melhor com a complexidade demográfica;
  • novas mídias mais descentralizadas, quando se massificam, alteram as bases com as quais os negócios e as organizações operam.

Enquanto não se toma a pílula vermelha se estará querendo competir dentro de Matrix, quando cada vez mais gente está saindo para fora.

É isso, que dizes?

Caso queira tomar nossa pílula vermelha é por aqui.
https://www.bimodais.com.br/pro

Um dos meus alunos me disse  seguinte:


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