Feed on
Posts
Comments

A maior dificuldade para entender o novo século é entender o verdadeiro papel das tecnologias na sociedade.

O senso comum entende que tecnologias são neutras e não ferramentas modificadoras da sociedade.

Marshall McLuhan (1911-80) nos legou a seguinte frase: “o Sapiens cria a tecnologia e esta recria o Sapiens”.

Vivemos em um Tecnoplaneta limitado pelas tecnologias que inventamos. Novas tecnologias nos permitem expandir nosso Tecnoplaneta!

O Sapiens até o início do século passado não podia voar. O avião permitiu a passagem de um Sapiens não voador para um voador.

A chegada do avião para nossas vidas não foi neutra. Nos permitiu pensar e conviver no planeta de forma completamente diferente.

Tecnologias modificam profundamente a espécie. Porém, como são “naturalizadas”, não percebemos o quanto elas podem alterar nossas vidas.

Para entender o novo século, temos ainda um outro grande problema: entender o papel das Mídias, que são as Tecnologias Centrais da espécie.

Tudo que o Sapiens faz depende e é influenciado pelas mídias para que seja feito: pensar, conhecer, aprender, se relacionar, trocar.

Mídias são “gatilhos tecnológicos” para que o Sapiens possa criar novas civilizações.

Novas mídias abrem a possibilidade de recriarmos a forma como nos organizamos enquanto espécie.

Sem a revisão filosófica do papel das tecnologias no geral e das mídias em particular, será IMPOSSÍVEL entender para onde estamos indo.

É isso, que dizes?

O tema da Filosofia da Tecnologia faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Holden Macedo sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

 

Com a chegada do digital os clientes tiveram um aumento radical de poder.

O cliente do século 21 pode pesquisar muito mais, trocar muito mais impressões com outros usuários, comprar a longa distância e isso obriga as organizações tradicionais a se reinventarem.

Podemos dizer que as organizações estão vivendo uma macro mudança exógena (de fora para dentro): alteração radical do perfil do seu consumidor.

As mudanças do consumo são típicas das revoluções midiáticas na história, nas quais a população se empodera de mais informação e passa a exigir muito mais.

O atual modelo administrativo das organizações tradicionais é incapaz de dialogar com cliente do século 21.

A demanda hoje do cliente não é mais pedir, o cliente do século 21 quer mandar!

A grande vantagem da uberização é a possibilidade de permitir que o cliente mandar cada vez mais.

Na uberização, o cliente tem o poder de definir quais produtos e serviços são bons ou não são e quais fornecedores têm qualidade ou não têm.

Na uberização tem o grande mérito de permitir que o cliente possa exercer o seu novo poder de tirar da plataforma aquilo que ele não gosta.

Na uberização, o usuário passa a ter, a baixo custo, qualidade personalizada na quantidade.

Não é à toa que a maior parte das organizações que lideram hoje o mercado são uberizadas, pois fornecem o poder que o cliente quer.

A gestão, modelo atual das organizações tradicionais, ficou obsoleto depois da chegada da nova mídia.

O cliente deste novo século vai querer mandar cada vez mais. Quem não entender isso vai, ficar cada vez mais distante da “locomotiva competitiva”, que segue em ritmo acelerado.

É isso, que dizes?

O tema Consumo 2.0 faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Iris Ferrarini sobre a nossa formação:

 


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Existem dois tipos de conceitos: essenciais e conjunturais.

Os conceitos essenciais definem aquilo que nunca varia no tempo.

Os conceitos conjunturais definem aquilo que varia no tempo.

Conhecimento é um conceito essencial do Sapiens, estrutural, não varia no tempo.

Não faz sentido chamar sociedade do conhecimento, como não poderia se chamar Sociedade do sono, da comida ou da reprodução.

O que varia no conhecimento é de como ele é produzido: conhecimento oral, escrito, digital. E a quantidade mais ou menos, conforme o fator demográfico.

O que temos é uma sociedade de MAIS conhecimento e agora produzido casa vez MAIS da forma digital.

O conceito Mundo VUCA tem problemas. Temos hoje MAIS volatilidade, se compararmos ao passado, mas a volatilidade não define a atual sociedade.

O mesmo podemos dizer sobre a incerteza, complexidade e ambiguidade.Tudo isso é causa e não consequência dos fatores realmente detonantes das mudanças.

Para definir a nova sociedade é preciso definir o que tem provocado incerteza, volatilidade, complexidade e ambiguidade. Isso sim é o trabalho da ciência e não da propaganda!

O que nos faz ter mais “Vucacidade” são regras filosóficas e teóricas sobre a jornada e a sociedade humana, até então desconhecidas.

Vejamos conceito a conceito:

Vivemos hoje uma profunda crise filosófica: o ser humano está mostrando facetas que não estão nos livros sobre a sociedade. É isso que aumenta a incerteza e a ambiguidade.

A volatilidade é típica do aumento radical da taxa de inovação, que ocorre sempre depois de Revoluções Midiáticas.

A complexidade  é resultado do aumento exponencial demográfico, que gera uma macrocrise invisível para o setor produtivo, que precisa se reinventar.

A nova regra da jornada humana que gera ambiguidade e incerteza são: aumentos demográficos geram crises produtivas, que demandam novas mídias e novos modelos administrativos.

Vivemos hoje, assim, o início de uma nova civilização que tem a possibilidade de criar novos ambientes macro administrativos por causa das novas mídias.

O conceito VUCA é muita propaganda e muito pouca ciência.

Não quer pagar mico? Não use o conceito VUCA!

É isso, que dizes?

O tema Futurismo Extraordinário faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse André Torres sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Todo mundo fala em mundo complexo, mas isso tem uma causa ou é papo zodiacal?

O planeta não está mais complexo. É a sociedade humana que ficou mais complexa.

A sociedade humana, aliás, não está complexa, está MAIS complexa do que antes. Complexidade é uma taxa e não uma essência!

A causa para o aumento de complexidade é óbvia: o salto exponencial de um para oito bilhões de Sapiens nos últimos 220 anos.

O Sapiens, diferente das outras espécies, é muito diferente um do outro, o que causa um hiper problema para o consumo que precisa ser mais e mais personalizado para cada vez mais gente.

A sociedade humana ficou mais complexa, pois temos muito mais Sapiens, querendo, cada vez mais, personalização na quantidade.

Toda a inovação relevante neste novo século tem justamente este foco: qualidade personalizada na quantidade a baixo custo.

A Uberização tem sido hoje a única forma organizacional de conseguir este novo patamar de qualidade personalizada na complexidade  a baixo custo.

Quem quer inovar neste novo século não pode deixar de entender qual é a macro demanda do Sapiens: praticar uma qualidade personalizada num mundo cada vez mais habitado.

É isso, que dizes?

O tema do aumento da taxa de complexidade demográfica faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Talvacy Freitas sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Thomas Malthus (1766-1834) foi o primeiro cientista que percebeu o poder de mudança da demografia: aumentou a população, temos uma crise econômica.

A crise econômica provocada pelo aumento demográfico, estamos aprendendo agora, só consegue ser superada com cada vez mais novas ideias e novas tecnologias.

A grande mudança de percepção sobre o Sapiens vem do papel exercido das mídias no combate às crises demográficas.

O aumento populacional gera obrigação de mudanças estruturais na sociedade, que se iniciam com as novas mídias.

Pierre Lévy sugere que a história precisa ser recontada: mudou a mídia, temos uma nova civilização!

Mudou a mídia, temos a Tecnopossibilidade de criar novos modelos administrativos.

Novos modelos administrativos, que surgem depois de novas mídias, nos permitem criar novos modelos de negócio mais sofisticados.

Tudo que estamos assistindo de mudança neste novo século tem apenas um fator causante: o salto demográfico de um para oito bilhões de Sapiens.

Para entender o futuro, é preciso guardar os livros das Teorias Sociais passadas e começar quase do zero.

O digital e todas as mudanças que temos visto, prova que é preciso uma revisão completa sobre as teorias sociais passadas, que ficaram obsoletas.

Quem fizer a revisão adequada das teorias sociais, tem mais chance de entender o novo cenário e pensar e agir adequadamente.

Quem não fizer a revisão adequada das teorias sociais, vai continuar afirmando que o futuro é um mistério e continuará perdido.

É isso, que dizes?

O tema Futurismo Extraordinário faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Lisandra Maioli sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

A maior dificuldade dos educadores neste novo século é compreender que vivemos a passagem entre duas civilizações.

Não estamos introduzindo novas tecnologias, mas a partir delas recriando as bases civilizacionais, que nos levarão a uma sociedade muito mais sofisticada do que a atual.

A Civilização 2.0 não será melhor ou pior do que a anterior, apenas mais adaptada à complexidade de um mundo de 8 bilhões de Sapiens.

As mídias, não sabíamos antes, têm esse “gatilho”: permitem que o Sapiens possa alterar a “placa-mãe” da sociedade para nos superar.

A Educação 2.0 poderá quebrar a antiga tecnobarreira cultural da qualidade personalizada na quantidade e vice-versa.

O impasse de apenas podermos ter escolas com menos alunos de alta qualidade pode ser superado.

Todas as organizações educacionais atuais vivem sobre a placa-mãe das mídias oral e escrita e, por causa disso, não conseguem superar alguns impasses de poder gerar qualidade na quantidade.

Não temos, assim, organizações educacionais, mas tecno-midiáticas organizações educacionais.

O novo ciclo educacional terá como novidade além da quebra do tempo e lugar (já vista na pandemia) a flexibilização da relação professor-aluno.

A atual pandemia acelerou, em muito, a quebra de tempo e lugar, mas não ainda a flexibilização da relação professor-aluno.

No futuro, teremos casa vez mais plataformas educacionais, nas quais o aprendizado será feito, através do uso intenso da inteligência coletiva, via rastros.

A educação do século XXI será muito parecida com o modelo do Waze, no qual cada participante aprende e ensina os demais – numa relação tutor-aprendiz muito mais dinâmica e flexível.

Cada aprendiz e tutor, deixa um rastro para o que vem depois, num processo dinâmico e exponencial de compartilhamento.

A grande tendência educacional do novo século, portanto, não será a inteligência artificial, mas, principalmente, a inteligência coletiva.

Educadores precisam pensar mais na melhoria da qualidade do aprendizado, que se abre com o digital, e menos no seu respectivo salário e emprego.

Educadores precisam, urgente, procurar ajuda com Futuristas Mediadores (especialistas em promover mudanças) para se desapegar da filosofia educacional do passado.

É isso, que dizes?

O tema Futuro da Educação faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Rafael Soares sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

https://youtu.be/mjMQM3QTlwE

No livro Sapiens, Harari criticou a espécie por ter deixado o nomadismo e criado as aldeias há 70 mil anos.

Todos os movimentos midiáticos da sociedade humana são, de alguma forma, ligados à melhoria da qualidade de sobrevivência.

Todos os movimentos midiáticos da sociedade são feitos de forma espontânea. Alguém cria a nova mídia e a sociedade adere, ou não.

Movimentos coletivos e espontâneos não podem ser avaliados pelo ponto de vista moral: certo/errado, positivo/negativo.

Movimentos coletivos pela sobrevivência, como revoluções midiáticas, são movimentos naturais, na luta permanente para sobreviver e viver.

O que se pode fazer diante de movimentos midiáticos, de forma pessoal ou local, é reduzir alguns efeitos menos saudáveis.

Toda mídia, por exemplo, cria uma espécie de compulsão do uso. Há uma “paixão” pelo novo potencial. Isso pode ser minimizado individualmente.

No âmbito pessoal, é possível realizar um exercício consciente de uso mais ponderado das novas mídias é positivo para um equilíbrio emocional.

A prática de golpes para enganar os outros usando a nova mídia também exige uma adaptação de toda a sociedade.

O mais importante em revoluções midiáticas é entender que elas vêm para ficar.

Revoluções de mídias vêm para nos permitir resolver, principalmente, problemas demográficos.

Revoluções de mídias vêm para nos permitir adequar a sociedade as novas demandas, geradas pela nova complexidade demográfica.

Revoluções de mídias não são certas ou erradas, positivas ou negativas: são obrigatórias!

É isso, que dizes?

O tema do estudo da sobrevivência e novas mídias faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Luciano Correia sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

 

Inovar significa mudar. E mudar significa desapegar. Desapegar tem que ter vontade. E aí entra a busca pela felicidade. Ninguém inova se não achar que a felicidade está no fim do túnel.

Quanto mais disruptiva for a inovação, maior será  a taxa do desapego. E mais profunda terá que ser a busca pela felicidade.

Existem dois tipos de felicidade: a Conjuntural, que praticamos todos os dias. E a Estrutural, que implica a definição de um projeto de vida.

Quanto mais disruptiva é a inovação, mais as pessoas envolvidas no projeto terão que aumentar a taxa da Felicidade Estrutural.

Assim, quando falamos em inovação disruptiva, se exige que aquele projeto esteja dentro da estratégia da Felicidade Estrutural dos envolvidos.

Ninguém vai mudar algo de forma profunda na sua vida se não vê ganhos de felicidade ao final. Simplesmente, não terá vontade de encarar o desafio.

Quando se vive uma felicidade mais superficial ou conjuntural, não se tem a ambição de deixar pegadas.

A inovação disruptiva exige um compromisso maior dos envolvidos com um projeto de longo prazo na sua própria vida.

Em geral, a Felicidade Estrutural é mais afeita ao perfil dos inquietos, aqueles que não se sentem bem se não houver um desafio na sua frente.

É isso, que dizes?

O tema da Filosofia da Inovação faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Adauto Silva sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Há uma fantasia no mercado que os jovens pelo fato de usarem celular estão prontos para o mundo digital.

O uso do celular não prepara os jovens para o novo mundo, pois é preciso mudanças de mentalidade e não apenas de operacionalidade.

Na verdade, temos diversas mudanças na Civilização 2.0, que demandam um novo modelo educacional para as crianças.

Saímos de um ambiente de escassez para abundância de informação, o que exige do novo adulto pensamento mais analítico e com capacidade de síntese.

Aumentamos radicalmente a taxa de inovação na na Civilização 2.0, o que demanda uma capacidade de reaprendizado constante.

Há uma explosão do empreendedorismo, o que demanda profissionais com mentalidade de muito mais responsabilidade e autonomia.

Os jovens precisam ganhar a capacidade de aprender, reaprender, aprender, reaprender.

O atual modelo educacional preparava os jovens para uma Civilização, que está entrando em obsolescência acelerada.

As bases conceituais de como o sapiens avança no tempo precisam ser revistos urgentemente para preparar os jovens para a nova Civilização.

É preciso uma guinada radical na formação dos jovens para enfrentar este novo século muito mais inovador.

Urge a necessidade dos educadores criarem ambientes, programas, cursos formação para que este jovens possa se sentir mais à vontade na nova Civilização.

Há uma falsa premissa de que, pelo fato, dos jovens estarem usando muito bem as novas tecnologias estão preparados para este novo mundo. Não estão!

É isso, que dizes?

O tema Futuro da Educação faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse André Torres sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Tudo que percebemos é emocional. O Sapiens é emocional diante da vida.

Não existe o racional, mas o esforço de ser menos emocional ao lidarmos com decisões.

Para viver melhor, é preciso refletir sobre o emocional para tomarmos decisões melhores.

Podemos, assim, dizer que temos taxas maiores ou menores de reflexão sobre o emocional.

Quando vamos decidir sobre algo é preciso reduzir, ao máximo possível, o que é “fogo” (fatos) do que é “fumaça” (emoções sobre os fatos).

Nunca seremos totalmente racionais, mas se pode decidir com menos fumaça emocional.

Uma pessoa que não tem o hábito de refletir sobre as emoções tende a ver muito mais fumaça do que fogo e tomar decisões piores.

Quando temos alta taxa de pensamento mágico, os fatos não são analisados devidamente, pois são embalados em propagandas, sensações e percepções.

Uma pessoa que cria o hábito de refletir sobre as emoções tende a ver muito mais fogo do que fumaça e decidir melhor.

A lógica é a ferramenta humana utilizada para aumentar a taxa de reflexão sobre os fatos.

A lógica é praticada, através de inúmeras ferramentas conceituais disponíveis.

Quanto mais se pratica a lógica sobre as emoções, mais se tem capacidade de se tomar decisões melhores.

Quanto menos se pratica a lógica sobre as emoções, menos se tem capacidade de se tomar decisões melhores.

Pessoas com baixa taxa de lógica são propensas ao pensamento mágico.

Pensamentos mágicos são um forte estímulo para decisões equivocadas, pois tendem a distorcer muito mais os fatos que o admissível.

O pensamento mágico é uma ferramenta adequada para a criação artística e deve ser evitado para as decisões do dia a dia.

Pensamentos mágicos não vêem os fatos de forma objetiva, pois a subjetividade impera.

E te pergunto: teu pensamento como anda? Mais lógico ou mais mágico?

É isso, que dizes?

O tema do pensamento lógico versus o mágico faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Luciano Correia sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura Continue Reading »

Thomas Kuhn, filósofo americano, defendeu a ideia que o pensamento humano é feito por rupturas e não continuidades.

Tudo vai bem na nossa forma de pensar, até que os novos fatos começam a não mais se encaixar nas antigas teorias.

Nossas teorias ficam obsoletas no tempo e precisam ser atualizadas, pois a vida lá fora muda. Tudo é um processo.

Os motivos variam, mas, nestes momentos de anomalia como o atual, vivemos uma crise de paradigmas.

Crises de paradigmas se resolvem admitindo, antes de tudo, que a nossa forma de pensar precisa de radicais ajustes. Não podemos olhar os novos fatos com o antigo olhar.

Crises de paradigmas se resolvem mudando do método de Normal para o Extraordinário.

No método Normal os paradigmas antigos são válidos. No Extraordinário, são inválidos e precisam ser revistos.

Podemos aplicar os mesmos critérios para o Futurismo.

Quando temos um cenário certo, no qual há domínio das regras, podemos praticar o Futurismo Normal, nossos paradigmas continuam, ok.

Quando temos um cenário incerto, no qual há mais domínio das regras, como agora, devemos praticar o Futurismo Extraordinário, revendo paradigmas.

No Futurismo Extraordinário é preciso rever os antigos paradigmas para analisar os novos fatos.

O principal erro das lideranças organizacionais, atualmente, tem sido praticar o Futurismo Normal e não o Extraordinário.

Não se consegue entender para onde estamos indo neste novo século sem antes rever os antigos modelos mentais.

Hoje, precisamos urgente promover um transplante das nossas mentalidades.

Primeiro, os efeitos do aumento demográfico radical e progressivo na sociedade precisam de uma profunda revisão.

Segundo, é preciso rever o efeito “chegada de nova mídia” nos modelos de administração e, por consequência, nos negócios.

Sem a necessária revisão de paradigmas só possível com um Futurismo Extraordinário, torna-se impossível entender onde estamos e para onde vamos.

Quem não praticar um Futurismo Extraordinário e qualidade, ficará no Titanic ouvindo a orquestra, enquanto a água sobe.

É isso, que dizes?

O tema Futurismo Extraordinário faz parte da Quarta Imersão da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que disse Bruno Adriano sobre a nossa formação:


Quer sair de Matrix, tome a pílula vermelha:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Muitos temem a China.

A China é um cada vez mais produtivo e inovador, mas com controle muito forte sobre a sociedade.

Tenho dito várias vezes que não acredito que a China continue fechada e que consiga controlar seus cidadãos com o atual modelo nas próximas décadas.

O motivo da futura descentralização chinesa é simples: matematicamente é impossível rimar complexidade com centralização.

Num mundo cada vez mais populoso, as decisões precisam OBRIGATORIAMENTE serem mais distribuídas para terem mais qualidade.

Todas as Zonas de Atração do novo século serão aquelas que conseguirem implementar modelos cada vez mais distribuídos de operação e gerenciamento dos processos produtivos.

Se analisamos a China das últimas décadas, já percebemos um processo lento, porém gradual em direção à abertura de um comunismo fechado para um mais aberto aos negócios.

Ao longo do tempo o controle central prejudicará cada vez mais os negócios, criando um atrito cada vez maior entre estado versus empreendedores e consumidores.

Se analisamos os fatos, sim a China é o maior exemplo do uso da Internet para o controle da sociedade. Se analisamos as teorias, isso não terá muito fôlego num mundo cada vez mais distribuído.

A China vai viver, mais dia, menos dia, uma revolução digital na direção da descentralização – é o que nos diz a matemática.

É isso, que dizes?

O tema da Descentralização Progressiva faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais Futurismo Competitivo.

Veja o que disse Thereza Rodrigues:

Saia de Matrix já:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Quando tentamos imaginar o futuro a melhor, a dica é focar naquilo que não muda nunca. E começar todas as projeções, a partir desse ponto.

E o que não muda NUNCA na sociedade? A necessidade do ser humano sobreviver. Tudo pode mudar, mas vamos ter que OBRIGATORIAMENTE comer, beber, dormir, etc.

É líquido e certo de que no dia seguinte a este artigo, o Sapiens terá que produzir cerca de 24 bilhões de pratos de comida para 8 bilhões de pessoas.

Muita coisa pode mudar, mas isso, não: oito bilhões de sapiens é igual a mais ou menos 24 bilhões de pratos de comida.

E se formos 9 bilhões de Sapiens em 2030? Mesma coisa: haverá a demanda de 27 bilhões de pratos de comida diários. Simples e matemático, assim.

Se quisermos entender melhor o futuro não podemos perder de vista o inevitavelmente inevitável: a sobrevivência de uma espécie que gradualmente aumenta a população.

Se o Sapiens aumenta a população continuamente, como temos visto nos últimos 220 anos, algo OBRIGATORIAMENTE terá que ser feito para melhorar na produção. Certo?

Podemos, assim, dizer que o futurismo menos MIMIMI é aquele que prevê que muita coisa será feita na sociedade com um foco maior: aprimorar o sistema produtivo para se adaptar ao atendimento de cada vez mais gente.

E qual é a certeza quase absoluta e matemática que temos diante do futuro  mais gente, mais o sistema produtivo terá que se modificar para melhor.

A melhora do sistema produtivo diante da escalada demográfica é líquida e certa. O que vai variar, é o tipo de melhoria obrigatória que será feita nas organizações para atender um consumo cada vez mais complexo.

Podemos dizer, então, que é líquido e certo: a população vai continuar aumentando e o sistema produtivo terá que se reinventar.

Quando queremos analisar o amanhã temos que nos focar nisso, no fundamental: na sobrevivência.

Tudo que não for sobrevivência está em aberto, menos a necessidade de aumentar a produção para manter o Sapiens. com uma complexidade de consumo cada vez maior, vivo.

A diferença entre os diversos tipos de Futurismos que temos na praça é a seguinte: aqueles que não olham para a sobrevivência como eixo central das análises e os que olham.

Futurismos de mais qualidade partirão, assim, da análise da sobrevivência e o que vai variar é o tipo de mudança possível, mas obrigatória, no sistema produtivo.

E aí temos duas possibilidades no que podemos chamar de Futurismo baseado na análise a partir da sobrevivência: aquele que tenta adivinhar as mudanças no sistema produtivo e o que analisa fenômenos recorrentes na história.

Um Futurismo mais eficaz, assim, é aquele que parte da sobrevivência e como fazemos isso ao longo da história. A margem de incerteza é ainda alta, mas muito menor do que qualquer outra.

O Futurismo baseado na problemática da Sobrevivência e na recorrência história é a melhor opção para quem quer ter um norte menos “viajandão” diante do futuro.

É isso, que dizes?

O Futurismo baseado na sobrevivência e na história é um dos temas da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz José Marcelo Barbosa sobre a nossa formação:

Será que não está mais do que na hora de você tomar a pílula vermelha?
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Precarizar – fazer com que algo se torne precário, em péssimas condições.

A Uberização é um novo modelo administrativo muito mais flexível do que o atual. Mais adequado para o atual patamar de complexidade demográfica.

A Uberização para funcionar tem que dar poder aos consumidores para que possam afastar os profissionais inadequados.

A Uberização reduz em muito o custo dos serviços, tornando o modelo melhor e mais fletível para o consumidor.

A Uberização é uma resposta da sociedade para a atual crise demográfica, que atinge todo o mundo.

O modelo de emprego fixo tende a acabar ao longo do tempo e dará lugar ao trabalho flexível em plataformas uberizadas e depois blockchenizadas.

A acusação de precarização do trabalho na Uberização vem dos sindicatos, que também tendem a perder muito espaço na sociedade.

Não existe nada mais precário na sociedade do que a falta de trabalho, que é gerada pelo atual modelo inflexível de contratação.

De maneira geral, os uberizados agradecem muito o fato de poderem trabalhar.

Muitos uberizados conseguem completar a renda ou mesmo ter algum tipo de renda.

No futuro, será preciso falar em nível de trabalho e não mais de emprego ou desemprego.

A Uberização, entretanto, vive uma crise, pois é muito centralizada e só será minimizada com a Blockchenização.

Na Blockchenização, não haverá plataformas centrais, mas ecossistemas de trabalho distribuídos.

Com a Blockchenização, haverá muito mais trabalho de uma forma ainda muito mais flexível e distribuída.

É isso, que dizes?

O tema da Blockchenização e Uberização fazem parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que diz Talvacy Chaves de Freitas:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Um dos principais problemas que temos para inovar e mudar é a forma que encaramos a realidade.

A famosa frase “é preciso sair da caixa” é venenosa e expressa bem nosso equívoco diante da realidade. Não se sai da caixa, mas se assume a dita cuja.

A realidade é e SEMPRE será filtrada pela nossa percepção.

Só é possível inovar e mudar, quando você assume que tem e pode lidar melhor com a sua percepção.

A percepção é o famoso “óculos” que temos diante da realidade, que precisa de ajustes constantes.

O grande desafio dos profissionais que incentivam à inovação é, antes de qualquer coisa, ajudar o cliente a ter consciência da percepção.

Só é possível mudar, quando você percebe que percebe.

Mudanças, principalmente aquelas que vão melhorar a sua qualidade de vida, são resultados da boa relação com a sua percepção.

Um sinal típico de incapacidade de mudar é a ideia que que você vê a realidade diretamente.

Quem não tem consciência da percepção nunca conseguirá aumentar a sua taxa de criatividade e autenticidade.

Quem não vê percepção é escravo da realidade criada pela percepção do outro.

É isso, que dizes?

O tema da consciência da percepção está presente na QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que disse a Claudia Riecken sobre a nossa formação:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

A filosofia é a “fábrica” que cria todo o DNA da nossa forma de pensar.

Sempre há um filósofo ou vários deles por trás da nossa forma de pensar e agir.

A principal crise que passamos hoje diante do digital é: os novos fatos não se harmonizam com as antigas premissas filosóficas que tínhamos.

Os novos fatos demonstram que a forma como pensamos o sapiens, nossa jornada, a sociedade precisa de uma revisão filosófica.

O DNA filosófico da sociedade atual ficou obsoleto.

É a incapacidade de promover uma revisão filosófica profunda o motivo da perda de valor das organizações tradicionais.

As lideranças organizacionais conseguem rever formas de pensar e agir mais superficiais, mas não as mais profundas e, cada vez mais, necessárias.

As premissas filosóficas criadas no passado estão coladas, de forma muito arraigada, em emoções, muitas vezes inacessíveis à reflexão.

Falta no mercado explicações filosóficas mais consistentes para as mudanças atuais – aliada à falta de vontade das lideranças para procurá-las .

O mundo corporativo se viciou na forma americana de pensar: que é ótima para empreender, mas péssima para filosofar.

A crise filosófica é a causa principal da atual crise de catatonia aguda, o que gera uma segunda, a emocional/psicológica.

Se alguém perguntar para você por que ninguém está entendendo nada sobre este novo mundo, a resposta é certeira: é a filosofia, estúpido!

É isso, que dizes?

O tema da crise filosófica faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais Futurismo Competitivo. Veja o que diz David Bruno sobre a nossa formação:

Venha tomar a pílula:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

O primeiro erro aqui está na pergunta.

Capitalismo é um conceito criado por quem não gostava do novo sistema, que emergiu depois da Idade Média.

O nome mais adequado para capitalismo é sistema econômico de mercado mais livre, que se inicia, a partir das possibilidades abertas pela escrita impressa, a partir de 1450.

O mercado é um lugar, no qual o ser humano troca para sobreviver. Não haverá NUNCA, na vida dos Sapiens, uma sociedade sem mercado.

O que varia no insubstituível mercado é o grau de liberdade, maior ou menor.

O aumento demográfico progressivo, algo da essência humana, cria, como demanda, um aumento da taxa de liberdade do mercado.

Quanto mais Sapiens tivermos no planeta, mais haverá demanda por um mercado mais livre e aberto.

As novas tecnologias midiáticas possibilitam a criação de novos modelos de mercados muito mais livres do que os atuais.

Os países e regiões que souberem recriar o sistema econômico, a partir das novas Tecnopossibilidades Digitais serão Zonas de Atração.

Os países e regiões que não souberem recriar o sistema econômico, a partir das novas Tecnopossibilidades, serão Zonas de Abandono.

O futuro tem a seguinte encruzilhada: a capacidade que cada sociedade terá de reinventar o seu sistema econômico, a partir de tudo que o digital permite.

Veremos sociedades praticando o “Capitalismo 2.0” com uma taxa muito maior de liberdade do que hoje. E sua população será mais próspera. E vice-versa em outros países e regiões.

É isso, que dizes?

O tema dos impactos do digital em vários setores e áreas faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que diz o Holden Macedo:

Mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

O ser humano vive no cotidiano, no hábito. Pandemias são eventos raros, anti-hábitos.

Eventos como Pandemias, Terremotos, Erupções tiram as pessoas dos hábitos cotidianos, que costumamos chamar no popular de “Zona de Conforto”.

A Zona de Conforto é o lugar da sobrevivência, o que não é ruim, a princípio, o problema é de que taxa da Zona de Conforto estamos falando.

Uma alta taxa de Zona de Conforto, aos poucos, cria a ilusão da eternidade, imutável.

A atual Pandemia, a despeito das tragédias que gerou, foi uma “aceleradora” para a redução da taxa da Zona de Conforto.

Boa parte das novas Tecnopossibilidades Digitais não estava sendo utilizadas por pura preguiça.

As pessoas foram obrigadas a fazer algo que muita gente já tinha feito por opção, movidas pela curiosidade, inquietude e facilidade.

Um segmento mais conservador da sociedade teve que reduzir a taxa da Zona de Conforto e descobriu o quanto as novas tecnologias podemo melhorar as respectivas vidas.

Há, sem dúvida, um aumento generalizado para a experimentação na sociedade Pós-Pandemia.

O chamado “novo normal” traz mudança relevante na aceitação de novas novidades.

A Pandemia deixa sim um rastro de tragédia, mas também um novo apetite grande para a nova Civilização 2.0, que avança.

É isso, que dizes?

O tema Pandemia e Futurismo faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que diz Lisandra Maioli sobre a nossa formação.

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Hoje, virou moda colocar número em tudo.

O mundo virou um grande software, o que é positivo, mas é preciso ter critérios para numerar.

A ideia da Sociedade 5.0, vem do Japão e a explicação é a seguinte, pelas ordem das sociedades: da caça, da agricultura, industrial, da informação e agora é a 5.0, que seria da pós-informação.

A pergunta que não quer calar sobre este critério de nomear a Sociedade 5.0 é a seguinte: qual é o gatilho? Qual o motivo da passagem de uma sociedade para a outra?

Quais são os fatores que nos levam para saltar de uma civilização para outra?

Note que o conceito vem da economia: formas do ser humano produzir, mas sem nenhuma regra para explicar o salto entre as sociedades.

O conceito da Sociedade 5.0 é baseado em critérios de constatação e não de regras, que expliquem como o ser humano se adapta no tempo.

Sem regras de como o sapiens se adapta ao longo do tempo, não se pode classificar o presente e nem projetar o futuro.

Se não um estudo das causas e efeitos de como o sapiens se adapta, não tem como saber o que estamos vivendo agora e nem o que virá.

Se adotamos uma lógica para classificar as sociedades humanas sem nenhum critério mais lógico, fica difícil projetar o que virá.

Quando desenvolvemos a Narrativa Futurista Bimodal criamos, por necessidade, fatores causantes, detonantes e consequentes das mudanças civilizacionais.

A nosso ver, a regra da adaptação humana no tempo é a seguinte: mais população, se demanda novas mídias, o que nos possibilita novos modelos administrativos mais sofisticados.

Isso nos faz entender melhor para trás e projetar para frente.

No nosso cálculo, estamos entrando na Civilização 2.0, pois pelo primeira vez podemos criar modelos de administração similar às formigas.

Os Uber usam rastros e as cooperativas de táxi, sons (oral e escritos).

A Civilização 2.0 permite, para quem será “locomotiva”, a descentralização progressiva, com modelos administrativos cada vez mais distribuídos.

É isso, que dizes?

O tema do questionamento da Sociedade 5.0 faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja a avaliação do André Torres:

Tome a pílula vermelha e saia de Matrix:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Vivemos neste novo século a passagem de uma baixa taxa de incerteza sobre o futuro para uma muito mais alta.

A alta taxa de incerteza diante do amanha tem demandado o desenvolvimento de um Futurismo de mais qualidade.

O futurismo é uma atividade, que visa ajudar aos clientes a decidir com menos riscos hoje diante das incertezas do amanhã.

Fizemos no mês passado um estudo das atividades/perfis do Futurismo.

As seis atividades/perfis de um Futurista são: meta-futurista, cenarista, consultor, formador, mediador e empreendedor.

Vejamos os detalhes de cada perfil:

O Meta-futurista entrega para o cliente a revisão necessária de paradigmas para entender o novo cenário, em forma de narrativa.

O Futurista Cenarista aplica a narrativa futurista escolhida para determinado setor específico, através de relatórios.

O Futurista Consultor é aquele que transforma cenários em planos estratégicos.

O Futurista Formador repassa, via cursos e palestras, a narrativa escolhida para os clientes.

O Futurista Mediador lida, individualmente ou em grupos, com as crises psicológicas diante das necessárias adaptações às mudanças de cenário.

Futurista Empreendedor é aquele que vai comandar os projetos. É alguém que precisa compreender, a fundo, o novo cenário. Entrega produtos e serviços para a sociedade.

Cada um destes perfis/atividades admite escalas de maturidade: júnior, pleno e sênior.

Cada um destes perfis/atividades, poderá estar presente na atividade de um Futurista.

O Futurismo é uma demanda crescente da sociedade, mas ainda está engatinhando no Brasil.

Empresas têm gasto hoje fortunas em projetos estratégicos, sem antes escolher um Futurista para chamar de seu.

Investir no curto/médio/longo prazo, no atual cenário incerto, sem ajuda de um Futurista é um jogo de alto risco.

É isso, que dizes?

Os perfis/atividades do Futurismo é um dos temas da QUARTA IMERSÃO. Venha sair de Matrix. Faça como Elisângela Correia Souza:

Quero tomar a pílula azul?
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

https://youtu.be/PkNuaGB8nx0

Não faz sentido falar de Futuro, apenas de Futurismo. um método de análise para reduzir incertezas e riscos.

O Futuro serve bem para fazer poesia, mas não Ciência.

O passado, o presente, idem.

O que fazemos diante do futuro é a criação de cenários aproximados, nunca certezas.

O objetivo do Futurismo é reduzir incertezas para minimizar os riscos das decisões do presente.

Vivemos um tipo de cenário incerto sobre o futuro, no qual os fatos não batem mais com a forma como víamos o Sapiens, a sociedade e os negócios.

Uma série de fatores novos marcam o novo século, que não estavam nos livros sobre a sociedade humana até aqui.

Nunca tivemos a população de 8 bilhões de sapiens, tão interconectada como agora, o que nos traz uma série de consequências, tais como a atual pandemia.

Nunca tivemos uma mídia como a Internet, que nos permite fazer hoje o que era COMPLETAMENTE impossível para nossos pais e avós.

A influência do aumento demográfico e das mudanças de mídia nos modelos organizacionais da sociedade é algo vital para quem quer entender melhor o que virá.

Organizações de todos os tipos praticam o Futurismo para tempos menos incertos há décadas. Nele, os paradigmas estruturais sobre a sociedade são os do senso comum.

Quando temos tempos incertos é sinal de que os paradigmas estruturais da sociedade, do senso comum, ficaram obsoletos.

O Futurismo para Tempos Incertos é um Futurismo que cria novos paradigmas para que possa entender o que virá.

O grande diferencial competitivo para pessoas, profissionais e organizações não são novas tecnologias, mas a qualidade do Futurismo que irão adotar.

É isso, que dizes?

O tema do Futurismo para tempos incertos faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo. Veja o que disse Gilson Antônio da Silva sobre a nossa formação:

Tome a pílula azul e saia de Matrix!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Uma mudança, ou transformação, conforme alguém definiu no Wikipédia, é uma alteração de um estado, modelo ou situação anterior, para um estado, modelo ou situação futuras, por razões inesperadas e incontroláveis, ou por razões planejadas e premeditadas.

Podemos dizer, então, que temos dois tipos de mudanças diferentes:

Mudanças endógenas – aquelas que partem de dentro para fora, com as quais cada um gerencia com mais liberdade o seu tempo subjetivo;

Mudanças exógenas – aquelas que partem de fora para dentro, com as quais.as pessoas têm de mudar independente  o seu tempo subjetivo.

As mudanças endógenas, que vem de dentro para fora, são menos traumáticas, pois o tempo subjetivo não é tão violentado.

E vice-versa.

As mudanças exógenas, com a atual Pandemia, são mais traumáticas, pois há uma violentação do tempo subjetivo de cada um.

Mudanças exógenas globais, de maneira geral, são provocadas por forças aleatórias e movimentos de ordens espontâneas.

Do ponto de vista da velocidade, existem dois tipos de mudanças exógenas:

Mudanças Exógenas Urgentes são aquelas que têm de ser feitas no curtíssimo prazo, como é o caso da Pandemia;

Mudanças Exógenas Prioritárias são aquelas que têm de ser feitas no médio e longo prazo, como é o caso da Uberização.

A mudança mais traumática que existe é a Mudança Exógena Urgente, como é o caso da Pandemia, no qual a subjetividade de cada um é chutada para escanteio.

A Era Digital pode ser classificada como uma mudança exógena prioritária.

Por fim temos dois tipos de consequências nas mudanças exógenas, caso a resposta não seja adequada:

Mudanças Exógenas Vitais demandam alterações de hábitos para defender a própria existência, como é o caso da Pandemia.

Mudanças Exógenas Competitivas demandam alterações de hábitos para defender a sua competitividade no mercado, seja pessoa individual ou organização.

A pandemia e a era digital têm em comum o fato de serem mudanças exógenas, que acabaram se retro-alimentando ao longo deste ano.

As pessoas ao longo da pandemia se acostumaram a conviver com uma Mudança Exógena Vital, que tornou o Digital muito mais palatável do que antes.

O lado positivo da pandemia tem sido a maior aceitação generalizada para a aceitação da outra mudança exógena em curso, muito menos agressiva: a Era Digital.

Tivemos, ao longo da pandemia, um aumento da taxa de humildade da sociedade diante das forças aleatórias e das ordens espontâneas.

Houve um radical aumento de aceitação para as mudanças exógenas que a era digital vem exigindo.

O grande ganho da pandemia foi a retirada da sociedade, a fórceps, da zona de conforto em que se encontrava diante da nova era digital.

Como já dizia meu avô: há males, como foi o caso da pandemia, que vêm para o bem: estamos muito mais prontos paras as mudanças que a civilização 2.0 nos possibilita.

É isso, que dizes?

O tema Futurismo e Pandemia foi o escolhido para a Imersão 4.2, de Agosto, quem sabe você não resolver sair de Matrix como a Iris  Ferrarini:

Vem pegar a pílula azul!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Quando tentamos reduzir a incerteza sobre o futuro precisamos nos utilizar de um método que chamamos de Futurismo.

O Futurismo é uma ferramenta mais sofisticada do que as utilizada antes, pois estamos diante de um futuro com uma taxa de incerteza maior.

O Futurismo Incremental se baseia na projeção dos fatos, com as mesmas regras de como a sociedade funciona.

O Futurismo Disruptivo se baseia na revisão das regras para projetar, a partir delas, novos fatos.

O Futurismo Incremental, diante de cenários disruptivos como o atual, consegue apenas projetar fatos no curto e, talvez, no máximo, no médio prazo.

O Futurismo Disruptivo tem mais chance de projetar fatos no longo prazo, pois estabelece novas regras mais compatíveis com os fatos atuais.

De maneira geral, se trabalha com o Futurismo Incremental, pois é muito mais comum lidarmos com cenários com taxa de certeza maior.

Porém, em cenários disruptivos, a prática do Futurismo Incremental é um veneno, pois o DNA de todo o Planejamento Estratégico terá um erro de origem.

Não existe Plano Estratégico sem um cenário de Futuro adequado.

A Era Digital tem provado que as regras de como pensávamos a sociedade ficaram obsoletas e precisam de muitos ajustes para projetarmos os fatos futuros.

Sem os ajustes adequados de como a sociedade REALMENTE funciona, vamos continuar enxugando o gelo do iceberg do Titanic, com a orquestra tocando ao fundo.

Quanto mais eficaz o ajuste das regras como a sociedade funciona, a partir das novas evidências, melhor será a qualidade do Futurismo.

Quanto melhor é o Futurismo escolhido para o planejamento estratégico, mais chance se terá de ter sucesso.

É isso, que dizes?

O Futurismo é o tema central da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo.

Veja o que disse  Rafael Soares sobre a nossa formação:

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Sugestão de tema da Bimodal Thereza Rodrigues.

Se olharmos o passado outros momentos civilizacionais similares perceberemos que as mídias têm forte influência na nossa percepção do tempo e espaço.

Na Era Oral, toda a comunicação humana era limitada no mesmo tempo e lugar.

Na Era Oral, as pessoas só tinham acesso à informação, através de outra pessoa que estava na frente dela. no mesmo momento.

A Mídia Oral no passado moldou no passado a nossa percepção de tempo e lugar e, com isso, a forma como pensávamos e agíamos nas nossas vidas.

A chegada da Escrita quebrou as antigas barreiras do tempo e lugar e permitiu uma radical mudança civilizacional.

A Era Escrita permitiu que as pessoas recebessem informação sem a necessidade da presença física no mesmo tempo e lugar.

É impossível pensar no império romano e nas grandes religiões monoteístas sem a escrita. É bom lembrar que Bíblia vem do grego “biblion” (pequeno livro).

A nova Era Digital expandiu a nossa capacidade de nos relacionarmos a distância e isso tem impactado fortemente as nossas vidas.

No Digital, qualquer pessoas pode produzir e consumir qualquer conteúdo (texto, áudio ou vídeo) em qualquer tempo e lugar. Isso é completamente novo e revolucionário.

Na Era Digital, cada pessoa se transformou em uma micro Rede Globo.

A Era Digital abriu às portas, de forma exponencial, por exemplo, para o trabalho à distância, que vai permitir mais e mais menos circulação de pessoas nas cidades.

A Era Digital abriu às portas, de forma exponencial, por exemplo, para o trabalho em cidades menores, revertendo o fluxo para as megalópoles.

A tendência é que as pessoas passem menos tempo em deslocamentos, ganhando mais tempo para se dedicar a outras atividades, com menos horas de engarramentos de todos os tipos.

As pessoas ficarão, cada vez  mais flexíveis, podendo se mudar muito mais do que hoje em dia.

A desterritorizalização é uma forte tendência. Reduzindo a demanda das pessoas a comprarem locais para viver e optarem muito mais por alugarem espaços compartilhados.

O conceito de país tenderá a ser muito mais flexível, pois pouco importa onde você está, mas com quem e de que forma você está se relacionando pela Internet.

A Revolução Digital, entretanto, não termina com a quebra do tempo. É apenas a primeira etapa, o começo de tudo.

A segunda etapa da Revolução Digital está na possibilidade da criação de organizações produtivos muito mais descentralizadas do que as atuais.

É preciso entender que quando modificamos as mídias uma nova Civilização se inicia, alterando fortemente, no curto, médio e longo prazo, a forma como sobrevivemos e vivemos.

É isso, que dizes?

https://www.bimodais.com.br/assinatura

Pode jogar fora todos os livros de administração e negócios que você tem na sua casa: eles ficaram obsoletos.

Para entender a nova civilização 2.0, teremos que promover uma mudança radical na forma como pensávamos negócios.

Há uma relação de causa e efeito, até então, desconhecida, entre mídia, confiança e negócios.

Vejamos o jogo de ação e reação:

  • ninguém faz negócio em quem não confia;
  • a confiança é, assim, o epicentro dos negócios;
  • entre as pessoas é baseada nas possibilidades das mídias disponíveis;
  • quando as mídias se alteram, temos a possibilidade de criar novos modelos de confiança;
  • novos modelos de confiança criam novos modelos de negócios.

A grande novidade do digital, que terá forte impacto no futuro, não é a possibilidade de se trabalhar em casa.

A grande novidade da Civilização 2.0 é a possibilidade de confiar em pessoas, a partir da reputação digital, o que possibilita a criação de novos modelos de negócio mais exponenciais.

A Confiança 2.0, através da reputação digital, elimina uma série de intermediários, reduzindo o custo das transações.

É a confiança 2.0 que permite que os negócios passem a ser exponenciais, se comparados ao passado. Ela permite a criação de um novo Modelo Administrativo.

No Uber, você não precisa mais de uma cooperativa e nem da prefeitura para garantir que aquele motorista é de confiança.

No Airbnb, você não precisa mais de um corretor de imóveis para garantir que o inquilino e o proprietário são de confiança.

É a confiança 2.0 que permite o desaparecimento dos antigos intermediadores nos negócios.

Os antigos intermediadores promoviam a confiança 1.0.

Os novos líderes dos negócios no futuro terão que NECESSARIAMENTE  se utilizar da confiança 2.0.

A nova civilização estará todo baseado na confiança 2.0, alterando lentamente toda a nossa forma de enxergar o mundo.

Por causa da Confiança 2.0, haverá muito mais compartilhamento de coisas e muito menos a necessidade de se ter coisas.

Mas isso é assunto para um outro artigo.

É isso, que dizes?

O tema da Confiança 2.0 é um dos que aparecem na QUARTA IMERSÃO da Bimodais Futurismo Competitivo. Faça como Luis Henrique Fontes e saia de Matrix:

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Mudar significa dois movimentos: deixar o que existe para uma nova etapa. As pessoas não têm dificuldade de mudar, mas de desapegar.

Desapegar é perder o envolvimento, a dependência ou o compromisso. Afastar(-se), libertar(-se).

Em geral, mudanças opcionais são muito mais fáceis, pois vêm de dentro para fora, nas quais o mutante controla o processo.

Mudanças opcionais permitem que a pessoa perceba o que está perdendo e o que está ganhando, há um domínio do custo/benefício da mudança.

Podemos dizer que as mudanças opcionais, que partem da pessoa são endógenas (do interior para o exterior).

As mudanças obrigatórias, que partem de fora para dentro são exógenas e estas são ainda mais difíceis de serem feitas.

Nas mudanças exógenas há um radical aumento de resistência, pois se tem a sensação de algo descontrolado.

Temos ainda duas outras variantes nas mudanças: conjunturais (mesmos paradigmas) e estruturais (novos paradigmas). E, por fim, mudanças lentas ou rápidas.

Até a chegada da Era Digital pessoas e organizações estavam acostumadas a vivenciar mudanças endógenas, conjunturais e num ritmo mais lento.

A Era Digital trouxe para pessoas e organizações mudanças exógenas, estruturais e num ritmo acelerado.

Mudanças Exógenas, estruturais e rápidas demanda um tipo de suporte emocional bem diferente do que vínhamos usando, até então.

Precisamos criar um novo tipo de suporte psicológico para a mudança para o digital baseado em outros parâmetros.

Temos repetido muitas vezes: que o grande desafio diante do digital não é psicológico, mas tecnológico!

Especialistas que lidam com os desafios profissionais precisam de um novo tipo de formação para reduzir o sofrimento diante das mudanças em curso.

É isso, que dizes?

O tema das mudanças psicológicas diante do digital faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo competitivo. Veja como avaliou Alisson Andrade a nossa formação:

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Estamos passando de uma civilização para uma nova, na qual a grande demanda é a flexibilização de todo tipo de relações.

Revoluções Midiáticas Civilizacionais são ferramentas humanas para realizar um ajuste entre a complexidade demográfica e a forma como nos organizamos.

Nossa mentalidade foi preparada para viver numa Civilização muito menos flexível, dinâmica, inovadora e mutante como esta que começa.

Nós, a geração migrante, precisa de uma preparação especial para poder acompanhar a nova dinâmica muito mais flexível do que estamos acostumados.

A musculação diária para a Mente 1.0 é a seguinte:  desmaterializar, desplanejar, desteritorializar, flexibilizar, simplificar e se desculpar pelos erros cometidos.

A Civilização 2.0 vai, aos poucos, mostrando que muito do que consideramos “normal” vai soar cada vez mais estranho com o passar do tempo.

Há um mercado GIGANTESCO para profissionais que possam ajudar a pessoas na passagem de uma mentalidade mais engessada para uma mais flexível.

Temos começado a formar Futuristas Mediadores, que têm justamente essa missão: ajudar a superar a macrocrise psicológica diante da Civilização 2.0.

As novas gerações já estão sendo acostumadas a esse novo ambiente e ritmo. O problema principal são os migrantes, que estão sofrendo.

É isso, que dizes?

O tema da Mentalidade 2.0 e da preparação de Futuristas Mediadores fazem parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais – Futurismo Competitivo.

Veja a positiva avaliação de Adauto Silva.

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

A principal novidade no mercado de trabalho neste novo século é a passagem do profissional empregado para o profissional empreendedor.

Um profissional com a mentalidade de empregado é induzido a fazer o seu chefe feliz para que ele possa ser feliz.

Um Profissional 1.0, empregado, não se relaciona diretamente com o cliente final, mas tem um intermediador no meio: seu gerente!

No mercado de trabalho 1.0 temos poucas organizações para lidar com muitos clientes.

No 2.0, teremos cada vez mais micro-organizações para lidar com muitos clientes.

A formação profissional atual forma pessoas para servir a uma organização e não aos clientes diretamente.

A mentalidade do Profissional 1.0 é muito infantilizada, se comparada à demanda que teremos neste novo século.

O Profissional 2.0 terá que ser muito mais consciente de seus potenciais para poder se dedicar de corpo e alma a um determinado problema do cliente.

Não basta que o Profissional 2.0 descubra o seu “maravilhoso” potencial se não aprender como ele vende isso para um cliente, disposto a pagar por ele.

O Mercado de Trabalho 2.0 exigirá um choque de “startupização” na mentalidade dos Profissionais 1.0 – que só se enxergam como empregado de alguém.

O Profissional 2.0 não se apaixona por uma profissão, mas por um determinado problema e a sua felicidade é conseguir tornar o seu cliente cada vez mais feliz.

No mercado de Trabalho 2.0, teremos cada vez mais vagas de trabalho e cada vez menos vagas para empregos.

No mercado de Trabalho 2.0 não se falará mais de índice de desemprego, mas de índice de trabalho.

É isso, que dizes?

Venha tomar um “banho de loja” sobre futuro na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que disse Iris Ferrarini:

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Se você olhar para o futuro de longo prazo perceberá que os Ubers são muito mais do que simples novos negócios.

A Uberização marca a chegada de um novo Modelo Estrutural de Administração da nossa espécie!

Na Uberização, o deparamento de RH cuida apenas do núcleo interno. Todos os colaboradores externos são gerenciados pelo próprio cliente.

Na Uberização, não há problema de escala. Não faz diferença se existem cinco mil ou cinco milhões de clientes ou colaboradores. Todos se auto-regulam.

Na Uberização, não há controle direto sobre produtos e serviços. É a reputação progressiva que determina o que é de qualidade e o que não é.

Na Uberização, o número de carteiras assinadas despencou, pois o modelo precisa afastar automaticamente, sem burocracia, quem está com a reputação baixa.

A Uberização é uma resposta humana a um mundo demograficamente muito mais complexo, que exige muito mais flexibilidade.

A Uberização é, entretanto, apenas a primeira etapa administrativa da Civilização 2.0. Veremos, na sequência, a uberização da uberização: a blockchenização.

A blockchenização permitirá a horizontalização da Uberização, em plataformas descentralizas, num processo que envolverá, finalmente micro empreendedores.

Empresas tradicionais não conseguem ver o desafio que têm pela frente: competir contra novo modelo administrativo disruptivo, que ocupa cada vez mais mercados.

Vivemos a maior “Pandemia Administrativa” da história do sapiens, que será responsável pelo sepultamento, no médio prazo, de milhares de empresas.

É isso, que dizes?

Se você quer sair da visão MIMIMI sobre o futuro, venha para a QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, veja o que disse Ramalho Medeiros:

Se matricule agora!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Hoje é o aniversário do Tecno-midiático filósofo canadense Marshall Mcluhan (1911-80).

McLuhan deixou como legado duas premissas fundamentais: somos uma tecnoespécie e as mídias têm o poder de viabilizar a criação de novas civilizações.

McLuhan sugeriu uma modificação disruptiva na essência do sapiens, que agora com o digital se mostra extremamente eficaz.

Todas as ciências que estudam a sociedade humana ficam obsoletas, a partir das premissas de McLuhan.

Quando se incorpora McLuhan na visão de futuro, começa-se a se entender a profundidade das mudanças que estamos passando neste novo século.

Para McLuhan, as tecnologia são uma espécie de prótese que quando se modificam o Sapiens muda junto.

As mídias são tecnologias centrais que quando se renovam, abrem as portas para a chegada de novas Eras Civilizacionais.

Nossa espécie, assim, na visão dos MacLuhanianos é uma espécie em aberto, mutante, que se reinventa ao criar novas tecnologias.

Como um MacLuhaniano assumido que sou, consigo enxergar nestes séculos três crises em paralelo: a demográfica (objetiva) e a filosófica e psicológica (subjetivas).

A crise demográfica tornou obsoleto o atual modelo estrutural de administração, na qual toda as organizações da sociedade operavam.

A crise filosófica impede que as pessoas consigam entender com mais eficácia o que está, de fato, ocorrendo.

E a crise psicológica impede que as pessoas queiram entender o que está ocorrendo. Vivemos um forte movimento de negação ao novo.

No dia que McLuhan faria 109 anos nossa homenagem a esse pensador que tanto nos legou e não teve, no seu tempo, o merecido reconhecimento.

É isso, que dizes?

As três crises do novo século e os conceitos de McLuhan fazem parte da QUARTA TEMPORADA da Bimodais – Futurismo Competitivo, a melhor escola de Futurismo do Brasil. Veja o que diz Luciano:

Venha para ver o Futuro fora de Matrix!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

 

Houve um gradativa perda de capacidade de refletir sobre a realidade nas últimas décadas em todo o mundo.

Tivemos nas últimas décadas gradativa concentração de mídia, que nos levou a valorizar autoridade do saber muito mais pela forma e não pelo conteúdo.

Mais e mais tivemos uma interpretação padronizada da realidade, pouca diversidade, o que nos levou a uma certa preguiça mental.

A padronização do pensamento é um fenômeno social recorrente no final de Eras Civilizacionais como a atual.

Há um generalizado preconceito contra a filosofia, como se ela não fosse uma ferramenta fundamental para agirmos melhor na realidade.

Estamos iniciando uma grande onda de inovação filosófica, com o surgimento de cada vez mais pensadores, que não serão mais filtrados pela mídia de massa.

Os Filósofos 2.0 terão a missão de preparar as bases estruturais para a nova Era Civilizacional, que se expande, de forma cada vez mais veloz.

Filósofos 2.0 terão que identificar e resgatar os valores estruturais que nunca morrem e ajustar os conjunturais diante das novas Tecnopossibilidades.

Não existirá nem nova sociedade e nem novo normal se os Filósofos 2.0 não criarem as novas novas bases conceituais tanto estruturais quanto conjunturais.

Sim, tecnologias abrem portas para um novo mundo, mas são os filósofos que levantam as paredes imaginárias para que possamos recriá-lo.

É isso, que dizes?

O tema da filosofia para a nova Era Civilizacional está presente na QUARTA TEMPORADA do Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz Vinicius Carneiro:

Quem sabe não está na hora de você sair de Matrix?
Venha para a melhor Escola de Futurismo do Brasil!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Vivemos hoje uma mudança estrutural na sociedade, mas só conseguimos enxergar as alterações conjunturais.

A macro-história demonstra que mudanças de mídia provocam alterações no modelo estrutural de administração do Sapiens.

Hoje, as organizações são como são por causa das mídias que tínhamos.

No modelo atual, que chamamos de Gestão, não há a mínima possibilidade de extinguir os gerentes. Na Uberização, eles não fazem sentido!

Muitos dizem que a Uberização é algo que vai demorar e não se pode pensar nisso agora. Porém, esse é um pensamento de vagão e não de locomotiva!

Tudo que caminhar para a Uberização gerará atração. E tudo que ficar na Gestão, será, cada vez mais, Zona de Abandono.

Gerentes virarão curadores de plataforma. Ao invés de controlar processos, serão harmonizadores de ambientes ou ecossistemas de negócios.

O fim dos gerentes, bem como da carteira assinada, é uma necessidade do Sapiens para lidar melhor com o novo Patamar de Complexidade Demográfica.

Muitos dirão que isso é tão distante que não vale à pena pensar nisso agora. Será?

Na atual pandemia, o que tivemos foi a radicalização acelerada da digitalização. Se tivermos outra em futuro próximo, a uberização será o principal foco.

O que aprendemos em 2020? Que o mundo atual está sujeito às pandemias. E que a cada uma delas o que estava tecnologicamente latente se explicita.

Será que as empresas vão continuar contratando no estilo Velho Normal sabendo que podemos ter uma pandemia pela frente? Ou vão procurar novas formas?

A Uberização na Pandemia 2.0 poderá ser o Pós-Novo Normal. E se você acha que ela está muito distante, talvez leve um novo susto.

É isso, que dizes?

O tema da Uberização faz parte da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, a melhor escola sobre futuro do país. Veja o que disse nosso querido bimodal, Garibaldi Porto, empreendedor na área imobiliária em Campina Grande:

Quem sabe não está na hora de você sair de Matrix?
Venha para a melhor Escola de Futurismo do Brasil!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Não sei se você já percebeu, mas quando se fala em século XXI nosso prazo é 2099, certo?

Temos setenta anos pela frente até o final dos século.

A macrotendência em todas as áreas da sociedade, incluindo a política, é a Descentralização Progressiva.

A Descentralização Progressiva é uma demanda de sobrevivência humana, pois o Sapiens aumenta gradualmente o tamanho da população.

Hoje, temos diversos intermediadores na sociedade que foram necessários por causa do ambiente midiático que existia.

Podemos dizer que os nobres da monarquia absolutista foram filhos da oralidade e os políticos atuais da escrita impressa.

Em 2099, já teremos vários países sem políticos. Haverá grandes plataformas participativas, nais quais as leis serão criadas e aprovadas.

No mundo Digital, não há mais necessidade de políticos intermediadores. O que teremos são políticos curadores, que vão gerenciar algoritmos.

Podemos dizer que assistiremos Revoluções Republicanas Digitais, nas quais o atual modelo político irá para a “guilhotina”.

No campo executivo, prefeitos, governadores, presidentes passarão a ser curadores de plataformas, nais quais o cidadão vai clicar não para pedir, mas para decidir.

Temos a seguinte regra de sobrevivência humana: quanto mais gente no planeta, mais descentralizadas terão que ser as sociedades.

Os atuais políticos não acabarão por que são desonestos, ou incompetentes, simplesmente, por que o modelo de representação ficou obsoleto.

É isso, que dizes?

O estudo dos cenários futuros de diversos setores da sociedade é um dos focos da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que Talvacy Freitas, que já na quarta temporada da escola, nos diz sobre nosso projeto:

Sai de Matrix, venha para a melhor Escola de Futurismo do Brasil!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Vaidade – valorização que se atribui à própria aparência, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros.

A vaidade não é algo negativo. O que é negativo é a vaidade em excesso ou a falta de vaidade.

Quando falamos do mundo dos negócios, estamos falando da vaidade profissional, que é diferente da vaidade física.

A vaidade profissional pede algum tipo de reconhecimento de alguém de que você está realizando bem a suas atividades.

Nas Organizações Tradicionais, o reconhecimento profissional é vertical. Podemos dizer que vivemos hoje a Vaidade Profissional Vertical, Centralizada.

Na Vaidade Profissional Vertical você será reconhecido pelo seu superior e não diretamente pelo cliente.

Na Vaidade Profissional Vertical todo o esforço subjetivo da pessoa tem o superior como referência.

Num mundo uberizado, teremos uma mudança radical na Vaidade Profissional: você precisa ser reconhecido pelo consumidor e não mais pelo seu superior.

Num mundo uberizado, o seu reconhecimento será medido por um índice, na qual a sua reputação, via curtições e estrelas, estará exposta ao mundo.

Num mundo uberizado a sua vaidade profissional estará num ambiente muito mais objetivo, será muito mais horizontal e transparente.

Podemos dizer que a Vaidade Profissional Uberizada terá muito menos chance de “viajar na maionese”, pois é o cliente que avaliará “na cara” teu desempenho.

Do ponto de vista psicológico, a Vaidade Profissional Uberizada será quase que um Rivotril diário para que você não vá aos extremos.

É isso, que dizes?

O tema da preparação do Sapiens para viver nesse novo mundo digital faz parte dos diálogos da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz a Claudia Riecken:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Estarei debatendo esse tema da Vaidade, amanhã, quinta:

 

 

Futurismo é a permanente tentativa humana de se antecipar ao amanhã para tomar melhores decisões no hoje.

Quando as principais organizações produtivas não conseguem agir dentro uma visão mais mais adequada sobre o amanhã, podemos decretar uma Crise Futurista.

Antes do Digital, se praticava um Futurismo de Curto Prazo, muito mais próximo do Modismo, pois o futuro era muito mais certo do que hoje em dia.

Hoje precisamos de um Futurismo de Longo Prazo, o que demanda muito mais esforço científico do que tínhamos no passado.

Um Futurismo de Longo Prazo demanda o conhecimento de regras estruturais da sociedade humana para que se possa entender onde estamos e para onde vamos.

O grande diferencial competitivo no mercado hoje não é a melhor tecnologia, mas uma visão de futuro mais consistente.

Sem uma visão de Futuro consistente, pessoas, profissionais, organizações, governos ficarão no escuro enquanto o tiroteio corre solto lá fora.

É isso, que dizes?

A Bimodais é a primeira Escola de Futurismo no Brasil que tem feito um esforço filosófico-teórico-metodológico para criar um Futurismo de mais qualidade.

Inovamos não só no que descobrimos, mas na forma como chegamos às nossas conclusões, tudo via Whatsapp e Telegram, de forma participativa.

Este mês estamos promovendo, por exemplo, o diálogo  dentro da Bimodais “Afinal, o que é o Futuro?”.  É o Diálogo Bimodal 4.1, da QUARTA IMERSÃO, que vai de Julho a Dezembro.

Se você quer fazer a diferença no mercado nas próximas décadas vai precisar de uma Escola como a nossa.

Veja o que avaliou David Bruno:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

 

https://youtu.be/Q2jNIleYSSw

A grande macrotendência deste novo século é a reintermediação de todas as atividades da sociedade.

A reintermediação se torna obrigatória para lidar com o radical aumento da Complexidade Demográfica dos últimos 220 anos.

Na Justiça, os Empreendedores 2.0 tentarão “matar” os atuais intermediadores: advogados e juízes.

Haverá o surgimento de plataformas de arbitragem, nas quais pessoas – com capacidade de mediação – tentarão resolver os conflitos.

Cada vez menos, se terá a necessidade de juízes, a não ser para casos muito específicos como os criminais.

Hoje, a crise da Justiça, principalmente no Brasil, é estrutural: muitos processos para poucos juízes.

A crise da Justiça no Brasil é estrutural:  tivemos um aumento de sete vezes da população, em cento e vinte anos, e e a filosofia do modelo permaneceu a mesma.

O que vemos hoje de melhoria na Justiça Brasileira é a digitalização – no popular: passando pano no gelo para ver se fica sequinho.

Muita gente acredita que a grande revolução da justiça será a adoção da Inteligência Artificial no atual e obsoleto modelo intermediador Falso!

A revolução da justiça será a reintermediação dos juízes em grande plataformas de arbitragem com a inteligência artificial dando suporte a inteligência coletiva.

É isso, que dizes?

O tema do Futurismo de Longo Prazo aplicado em diversos setores está presente na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja a avaliação da Lisandra:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Os fatores conjunturais e estruturais da sociedade influenciam na educação das crianças.

Se temos um viés centralizador, seja ele estrutural ou conjuntural, teremos um viés padronizador da educação das crianças.

Se temos um viés descentralizador, seja ele estrutural ou conjuntural, teremos um viés personalizador da educação das crianças.

A principal questão da educação das crianças não é se será presencial ou a distância, mas se será uma educação voltada para a repetição ou para a criatividade.

O século XX  foi concentrador e o viés educacional, de maneira geral, nos levou para a redução da autonomia das crianças.

A educação atual é formadora de um adulto que iria viver num mundo vertical, repetitivo, o que demandava uma baixa taxa de autonomia.

A educação para o novo século deve preparar um adulto que irá viver num mundo mais horizontal, inovador, o que demanda uma alta taxa de autonomia.

É o modelo de sobrevivência, seja ele conjuntural ou estrutural, que define a tendência da educação que será praticada.

Países com conjunturas centralizadoras incentivarão educação padronizadora para que se possa formar adultos “compatíveis” com o modelo de sobrevivência.

Países com conjunturas descentralizadoras incentivarão educação personalizadora para que se possa formar adultos “compatíveis” com o modelo de sobrevivência.

Vivemos hoje uma Revolução Midiática Civilizacional, mudança estrutural de sobrevivência, e a macrotendência da educação das crianças é personalizadora.

Haverá neste novo século resgate dos educadores pró-autonomia, que serão reinterpretados e adaptados para as novas tecnopossibilidades abertas pelo digital.

É isso, que dizes?

Estes assuntos estão presentes na QUARTA IMERSÃO no Futurismo Competitivo Bimodal.

Veja o que diz o Educador e proprietário de escola Flexa Ribeiro sobre a nossa formação:

Que sair de Matrix?
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

 

O Sapiens criou a ciência, basicamente, para resolver problemas complexos de sobrevivência.

Em momentos de concentração midiática, a Ciência tende a resolver seus próprios problemas e não os da sociedade.

Em momentos de descentralização midiática, como agora, a Ciência tende a voltar de novo a resolver os problemas da sociedade.

A mudança que viveremos na Ciência neste novo século, entretanto, será disruptiva: sai a ciência gestora e vamos para a uberizadora.

A Ciência Uberizadora não será mais aquela que filtra para publicar, através dos pares mas publicará para filtrar depois.

Os pares participarão TAMBÉM da filtragem. A grande novidade, entretanto, é a participação ativa da sociedade no processo científico.

A Ciência 2.0, uberizada, será feita em grandes plataformas participativas, nas quais todos os interessados em minimizar o problema colaborarão com o processo da pesquisa.

A Ciência praticada hoje segue, mais ou menos, a lógica da matilha de lobos. São pesquisas sonoras. A 2.0 seguirá a das formigas, pesquisas por rastros.

Viveremos uma profunda disrupção na produção acadêmica neste século, que vai tirar a Ciência da sinuca de bico que se meteu.

Aumentamos demais a complexidade dos problemas e a a forma de produção científica atual (sonora) ficou obsoleta. Precisa de um upgrade disruptivo.

É isso, que dizes?

A aplicação da visão do Futurismo Competitivo Bimodal em diversos setores faz parte da QUARTA IMERSÃO da Bimodais. Veja o que diz o o André Torres:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

arece que as empresas redescobriram os clientes. E seria bom perguntar qual é o motivo.

O século passado foi o das empresas, na qual era comum dar “facada” nos clientes. Neste, passaram a ser “focadas” nos clientes.

O que mudou?

O digital quebrou o antigo monopólio, tanto de informação como comercial das organizações tradicionais. O cliente passou a ter muito mais poder!

No mundo digital, o cliente sabe mais, conversa mais, pesquisa mais, escolhe mais, reclama mais, tem mais opções.

O empoderamento do cliente é um movimento sistêmico e espontâneo para lidar melhor com a nova complexidade demográfica de oito bilhões de sapiens.

Quanto mais habitantes tivermos no planeta, mais e mais haverá a demanda de empoderamento do consumidor.

No passado o consumidor queria ser ouvido. No futuro, cada vez mais presente, o consumidor quer decidir.

No Uber, por exemplo, não é um gerente que decide qual é o motorista que vai ser demitido, mas o consumidor, via estrelinhas.

No futuro que se avizinha, organizações não serão mais controladoras, mas curadoras de relações de consumo.

Não haverá foco no cliente, mas foco nos algoritmos e nos ecossistemas blockchenizados, que permite que o cliente tenha cada vez mais poder.

Organizações precisam, URGENTEMENTE, sair do Futuro de Curto para o de Longo Prazo, quando se consegue enxergar o que virá de forma mais cristalina.

Quem não adotar um Futurismo mais adequado será cada vez menos locomotiva e será cada vez mais vagão.

É isso, que dizes?

Promoção da semana: ouça os comentários que fiz sobre o livro: “Quem está no comando?” de Ori Brafman e Rod A. Beckstrom, basta preencher o formulário abaixo:
http://bit.ly/FORMDEGUSTA

O tema das mudanças do consumo faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz o Rafael Soares, que já está na segunda temporada na Escola:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Tecnologias são um tipo de “prótese” que o sapiens utiliza para sobreviver melhor a cada novo desafio da espécie.

Como dizia  Marshall McLuhan – nosso filósofo preferido – “o sapiens cria a tecnologia e esta recria o sapiens”.

O Digital tem mais e mais intermediado a vida humana, colocando cada vez mais softwares, em todas as nossas atividades.

Softwares são códigos, que são aperfeiçoados todos os dias e vão alterando a sociedade de uma forma muito mais acelerada do que antes.

Se quase tudo que fazemos está baseado em softwares, mais e mais as atividades da nossa vida passam a ser “versionadas”.

E passamos a ter um verdadeiro desafio psicológico, pois nossa maneira de sentir, pensar e agir foi criada para uma vida menos mutante do que a atual.

Toda a formatação das crianças, até aqui, foi para um mundo analógico, muito menos dinâmico do que o atual.

O estranhamento que vivemos não é apenas com o Novo Normal, mas, principalmente, com a Nova Normalidade Dinâmica.

Os Educadores 2.0 têm como missão neste novo século de mudar o eixo educacional para equalizar a nova vida a uma mentalidade dinâmica.

Muitos dirão que com apenas o uso das novas tecnologias os jovens estarão preparados para o futuro. Não concordo.

Temos que ter, desde já, um novo viés educacional voltado para a personalização, para a criatividade e a autonomia de pensamento.

A atual escola não pode brigar com o futuro.

Não podemos ter uma escola memorizadora num mundo em que é preciso o tempo todo esquecer e reaprender.

A Educação 2.0 precisa mudar a forma (aprendizado em plataformas e não mais em sala de aula) e no conteúdo (sai repetição, entra criatividade).

É isso, que dizes?

O tema do Futuro da Educação faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo. Flexa Ribeiro, diretor de uma escola tradicional do Rio de Janeiro, já está indo para a sua quarta temporada, veja o que ele diz sobre a nossa escola:

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Comecemos com uma frase adaptada da filosofa Ayn Rand:

Você pode ignorar o futuro, mas não pode evitar as consequências do fato de ignorá-lo“.

Um dos maiores preconceitos que temos sobre o futuro é de que ele vem de uma vez só em todos os lugares ao mesmo tempo.

O futuro da nossa espécie, como de todas as outras, será sempre guiado pela necessidade de sobreviver cada vez melhor.

No caso do Sapiens, criamos novos modelos civilizatórios mais sofisticados, que nos permitem resolver de forma mais adequada problemas de sobrevivência.

Os modelos civilizatórios mais sofisticados, entretanto, não são uma imposição, mas uma opção de cada pessoa, organização, país, região.

Os modelos civilizatórios mais sofisticados permitem uma qualidade de vida melhor e, por causa disso, se tornam Zonas de Atração.

E vice-versa.

Quem não adota os modelos civilizatórios mais sofisticados perde em qualidade de vida e, por causa disso, se torna uma Zona de Abandono.

Hoje, já vivemos no Velho Normal em Zonas de Atração e Abandono. E no Novo Normal estamos criando novas Zonas de Atração.

As novas Zonas de Atração Futuras serão aquelas pessoas, organizações, países e regiões, que conseguirem resolver velhos problemas com as novas Tecnopossibilidades.

As novas Tecnopossibilidades, pela ordem, digitalização, uberização e blockchenização, nos permitirão superar os limites Tecnoculturais do Antigo Normal.

O Futuro, assim, não é uma chuva que cai na cabeça de todo mundo, ao mesmo tempo.

O que existe de objetivo em relação ao futuro são as demandas, que aguardam ofertas com custo/benefício melhor , a partir das novas Tecnopossibilidades.

O Futuro vem resolver velhos problemas de nova maneira – por isso é possível prever as macrotendências: aquelas que atenderem a essa expectativa, a partir das Tecnopossibilidades.

É isso, que dizes?

O tema do Futuro Temporal está presente na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro. Faça como o jornalista Luciano Correia, que vai para a sua primeira imersão com todo o gás.

Vem tomar a pílula vermelha!
https://www.bimodais.com.br/assinatura

O sapiens é a única Tecnoespécie do planeta. Por causa disso, consegue criar regularmente novos normais.

Nossa especie não é genética – é tecno-genética. Por isso, pode mudar a forma estrutural de sobrevivência.

Por causa da nossa “tecnocidade” podemos crescer demograficamente, alterando o modelo estrutural de sobrevivência.

A crise que estamos vivendo neste novo século não é diante do futuro, mas do passado: nós não compreendemos como nós REALMENTE nos transformamos ao longo do tempo.

A principal crise deste novo século NÃO é tecnológica, econômica, futurista, mas, antes de tudo, FILOSÓFICA!

Os novos fatos têm demonstrado CLARAMENTE que o Sapiens é uma coisa bem diferente daquilo que os livros nos ensinaram na escola.

Nossa espécie cresceu 7 vezes nos últimos 220 anos: cria agora NOVO NORMAL para viver melhor neste novo patamar demográfico.

Estamos, aos poucos, mudando o Macro Modelo de Sobrevivência da espécie: adotando lentamente algo mais parecido com as formigas e menos com os lobos.

Se você quer começar a entender o futuro, antes de qualquer coisa, é preciso rever FILOSOFICAMENTE o passado.

Fica ligado nisso: o Sapiens sempre criou Novos Normais, o que mudou apenas foi o ritmo, a velocidade.

É isso, que dizes?

Uma visão filosoficamente diferente – e MUITO mais eficaz sobre o Sapiens e o futuro você terá na QUARTA IMERSÃO de Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz o Leonardo Almeida, que renovo o passaporte pela quarta vez na escola:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Vivemos hoje três “pandemias tecnológicas” na sociedade: a digitalização, a uberização e a blockchenização.

Cada uma destas “pandemias tecnológicas” cria um novo normal, que ajuda a sociedade a resolver determinados problemas.

A primeira “pandemia tecnológica” que está já em expansão é a da digitalização, que permitiu uma disruptiva quebra do tempo e lugar.

A segunda “pandemia tecnológica” que cresce é a uberização, que permite a mudança da relação trabalhista: sai carteira assinada entra trabalho uberizado.

A Uberização, entretanto, apesar de nova já apresenta os primeiros sinais de crise: é um modelo centralizado demais em cima e distribuído demais em baixo.

A conclusão que se chega é que é impossível termos, de forma saudável, tantos colaboradores e clientes, debaixo da mesma plataforma uberizada.

A crise dos motoqueiros uberizados não vai se resolver no longo do prazo voltando para o velho normal: com leis e regras. É preciso descentralizar ainda mais!

O que vai ajudar a minimizar o problema é a chegada da terceira “pandemia tecnológica“: a blockchenização, quando iremos uberizar a uberização.

A Blockchenização será composta por ecossistemas uberizados, no qual cada participante terá um leque de opções para escolher muito maior. Não gostou de um, pula para outro.

Tem muita gente que luta para a volta do Velho Normal, critica o Novo Normal como se fosse definitivo e não enxerga o potencial do Pós-Novo Normal, que será a blockchenização.

Todos os movimentos do novo século nos levarão, com muita resistência, para a descentralização progressiva.

A Descentralização Progressiva é a única forma que o Sapiens inventou para sobreviver num mundo demograficamente cada vez mais complexo.

É isso, que dizes?

O tema da blockchenização e a da Descentralização Progressiva fazem parte da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro. Bora sair de Matrix? Faça como o Garibaldi Porto, mude a sua vida e tome a pílula vermelha.

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

A forma de pensar nossa carreira no Velho Normal era de continuidade.

A forma de pensar nossa carreira no Velho Normal era dentro de uma organização de outra pessoa e não dentro da nossa personal startup.

As regras de como a administração funcionava e gerava negócios estavam nos livros das universidades, hoje não estão mais.

Como disse ontem, temos um novo normal e um novo ritmo da normalidade muito mais acelerado.

É preciso para conviver nesse novo cenário uma proposta filosófica para lidar com um mundo “softwarizado“.

Num mundo softwarizado a cada dia algo tem uma nova versão, que precisa ser atualizada em algum lugar e você precisa conhecer e se adaptar a ela.

Estamos entrando na Normalidade Volátil, pois cada vez mais as coisas são software e não hardware.

Desenvolvemos o conceito de Certeza Provisória Razoável que é um forte instrumento do penar para uma Normalidade Volátil.

Na Certeza Provisória Razoável se decide hoje com o que se tem hoje e espera algo razoável amanhã que possa modificar o que é sempre provisório.

A Certeza Provisória Razoável é uma ferramenta filosófica fundamento num mundo que entra cada vez mais na Normalidade Volátil.

É isso, que dizes?

Os temas da Normalidade Volátil e da Certeza Provisória Razoável estão na QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Faça com Danúbio Fontoura e venha tomar a PÍLULA VERMELHA:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Existe uma diferença entre normal e normalidade.

O novo normal será o estabelecimento de novas regras de sobrevivência; a normalidade virá do novo ritmo das mudanças.

As novas regras se iniciam com a quebra do tempo e lugar, graças aos novos canais, que nos têm ajudado a minimizar a pandemia.

As novas regras se desdobram com a eliminação dos antigos modelos administrativos, graças à nova linguagem, que nos ajudará a superar as crises econômicas.

A nova normalidade, entretanto, é um misto de tudo isso: velocidade, volatilidade, adaptação, inovação permanente.

Há uma demanda em duas áreas para nos adaptarmos: do ponto de vista objetivo, aprender as novas regras. Do ponto de vista subjetivo, nos prepararmos para um normal mutante.

A Pandemia acelerou o novo normal que já era normal para muita gente. E outras tantas resistiam a ele.

Podemos dizer que estamos entrando num mundo da normalidade mutante.

É isso, que dizes?

O tema da nova normalidade será debatido na QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal. Venha fazer parte da escola como o Garibaldi Porto:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Se os peixes pudessem falar e se perguntasse a eles o que era água, não saberiam responder.

Vivemos num “aquário”, cercado de normalidades para todos os lados com as quais nos habituamos.

A normalidade nos dá segurança e por isso a consideramos eterna, estrutural e não sujeita a mudanças conjunturais.

Quando há fatores externos, não conhecidos, que nos tiram da normalidade, entramos em um estágio de pânico, rejeição, medo, raiva.

Nossa subjetividade foi preparada para um grau incremental de mudança e não para mudanças mais radicais ou disruptivas muito rápidas.

Vivemos hoje duas pandemias em paralelo: a virótica e a tecnológica-midiática.

O coronavírus está matando pessoas e a Internet está matando empresas.

A Internet, mais do que empresas, está matando uma forma de resolver problemas: estamos saindo da gestão e indo para a uberização.

A Uberização nos permite resolver problemas complexos com menor custo e muito mais qualidade, mas exige uma nova forma de pensar os negócios.

O grande desafio pós-pandemia não é um novo normal fixo como antigamente, mas entender que a própria normalidade nunca mais será como antes.

A nova normalidade vai ser muito menos fixa, mas volátil, flexível, mutante e precisamos ajustar nossa subjetividade para viver nesse novo tipo de ambiente.

É isso, que dizes?

O tema da normalidade flexível faz parte da QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal, que vai de julho a dezembro de 2020. Danúbio Fontoura:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Hoje, se fala muito de mudança e de convencer o outro a mudar.

Temos duas alternativas:

  • Mudança incremental;
  • E a disruptiva, que demandam ações diferentes.

Mas se liga nisso: mudanças incrementais ocorrem por convencimento; a disruptiva por atração.

Mudanças disruptivas necessitam alterações de percepções mais arraigadas e, por isso, geram impasses emocionais maiores.

Mudanças disruptivas geram negação, raiva, resistência e o processo de convencimento não funciona nestes casos.

Nas mudanças disruptivas a pessoa precisa decidir de dentro para fora que não dá mais para continuar do mesmo jeito.

Nas mudanças disruptivas muitas vezes é preciso deixar que a os fatos da vida colaborem com o processo.

As pessoas mais resistentes às mudanças disruptivas precisam aprender por conta própria que a mudança se tornou inevitável.

Pessoas que querem promover mudanças disruptivas devem, assim, apenas apresentar as alternativas e deixar que as pessoas chegue até elas.

Mudanças disruptivas não pedem convencimento, mas um processo de atração.

É isso, que dizes?

O processo de atração para a mudança disruptiva faz parte da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo Bimodal.  Thereza Rodrigues já vai para a segunda temporada, que tal conhecê-la aqui dentro da escola?

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

O meu novo livro que ainda está na sua fase beta, pode ser comprado aqui:
https://www.bimodais.com.br/civ20

Tem esse título:

“Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?”

Vejamos a lógica do livro.

O Sapiens é a única espécie social que cresce demograficamente, inventando novas tecnologias.

Não desenvolvemos tecnologias por que gostamos, mas somos obrigados para poder sobreviver.

Além das tecnologias periféricas, somos obrigados a criar tecnologias centrais: as mídias, que nos permitem sofisticar nosso modelo de sobrevivência.

O que estamos fazendo neste novo século é, a partir das novas mídias, criando um modelo estrutural de sobrevivência muito mais sofisticado.

Os Ubers não são novos modelos de negócio, mas um novo Modelo Estrutural Administrativo, que nos permite resolver os problemas insolúveis do anterior.

Os Ubers conseguem entregar qualidade na quantidade e quantidade com qualidade: numa radical personalização de consumo.

Os Ubers se utilizam a Curadoria – modelo administrativo muito similar ao dos formigueiros.

Formigas não precisamo de líder-alfa, pois “curtem” os caminhos, numa “wazerização” que funciona há milênios.

A inovação que vai REALMENTE gerar valor no novo século estará ligada à uberização dos processos.

É isso, que dizes?

O tema da Uberização é central na QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal.

Veja o depoimento do Ramalho Medeiros, que estará conosco até dezembro:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Um dos grandes problema que temos tido neste novo século é a não compreensão da regra básica das mudanças.

Primeiro, você muda a forma de pensar e depois a de agir.

As pessoas querem hoje, diante do digital, mudar a forma de agir, mas sem mudar a de pensar.

Não pode funcionar.

Temos uma percepção da realidade que serve como mapa para tudo que fazemos. Se não mudar o mapa, não conseguimos mudar a rota.

Se continuarmos a fazer as mesmas coisas e os resultados começam a ser diferentes, é sinal de que o cenário mudou.

Se o cenário mudou e as ações perderam a eficácia, é preciso entender qual é o erro da nossa percepção.

Percebido o erro da percepção, iniciamos o processo de mudança na forma de agir.

O problema diante do digital é que a maior parte dos diagnósticos sobre o novo mundo é superficial.

Com a ânsia de vender consultoria, os especialistas de futuro inventam o termo que vende e não aquele que explica os fatos.

Nesse mar de confusão diante de um mundo com regras diferentes, as pessoas ficam cegas no meio do tiroteio digital.

A grande tendência educacional do século passado, não só no Brasil, mas no mundo, foi padronizadora.

Fomos estimulados, desde cedo, a não perceber que percebemos.

Quando se elimina a percepção da percepção se facilita o trabalho de padronização das pessoas, que passam a repetir tudo que se diz para elas.

O nosso dever de casa agora, diante de um mundo cada vez mais mutante, é perceber que percebemos, ponto inicial para se ter uma maior taxa de autonomia de pensamento.

Temos um trabalho individual e social de estimular a percepção da percepção, pois sem ela teremos grandes problemas de viver na nova Civilização 2.0.

É isso, que dizes?

O tema percepção da percepção faz parte da QUARTA IMERSÃO no Futurismo Competitivo Bimodal, que se inicia em julho e vai até dezembro. Veja o que diz o André Rodrigues Torres, que acaba de renovar seu passaporte para mais um semestre na Escola:

Quer sair de Matrix? Vem tomar realidade na veia:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Dentro da “Pandemia Tecnológica” que estamos vivendo, desde a chegada do Digital, muitas coisas estão se alterando.

Nos últimos 50 anos a lista das 500 maiores empresas durava 65 anos. Hoje, não passa de 10.

A taxa de competição na sociedade subiu muito.

Podemos dizer que estamos saindo de um Ciclo Concentrador nos Negócios para um descentralizador.

Estamos saindo de uma fase do mercado de grandes empresas monopolizadas dentro de um mercado analógico.

No mercado analógico concentrado, a voz do cliente estava muito abafada.

Nestes momentos históricos de muita concentração, temos a difusão de um distúrbio , que podemos chamar de Umbiguismo Profissional.

O Umbiguismo Profissional se caracteriza pela fantasia momentânea que as empresas e os profissionais se servem do cliente e não servem ao cliente.

No Ciclo Concentrador dos Negócios, o cliente deixa de ser a principal referência das organizações e dos profissionais, pois a competição é baixa.

O Umbiguismo Profissional gera uma série de formas de sentir, pensar e agir, que precisam ser revisadas no Ciclo de Descentralização Digital.

É preciso deixar de dar “facada” nos clientes para estar “focados” no cliente.

Se o século passado analógico foi o das organizações, o atual, digital, é o do consumidor.

É preciso um trabalho filosófico e psicológico para entender e aprender a lidar com este mundo mais acelerado e competitivo.

É isso, que dizes?

O tema do Umbiguismo Profissional faz parte dos novos conceitos da QUARTA IMERSÃO em Futurismo Competitivo, que vai de Julho a Dezembro, veja o que diz o Anderson da Silva Costa, que acaba de renovar o seu passaporte:

Mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

A maior parte dos meus alunos lê muito mal. Leem demais e aproveitam pouco.

O problema da leitura profissional de baixa eficácia é a falta de uma bússola: ler para chegar aonde?

Quando falamos de leituras profissionais estamos lendo para resolver o problema de alguém.

A leitura profissional é diferente da leitura por lazer, quando lemos para atender apenas o nosso desejo.

Um PROFISSIONAL (em caixa alta) tem um problema-foco a ser resolvido para resolver a dor de alguém.

A leitura profissional, assim, é a leitura que se faz para o cliente e não para você.

Um profissional motivado é aquele que se apaixona por resolver da melhor forma possível o problema de seus clientes.

A leitura profissional precisa, assim, ser feita com determinado método para se ler aquilo que REALMENTE agrega.

Muita gente confunde leitura profissional com leitura de lazer e por hobbie: lê muito para seu próprio prazer sem se preocupar com o resultado.

Uma leitura profissional precisa, antes de tudo, que o leitor tenha:

  • um problema foco bem definido;
  • uma narrativa evolutiva de como pensa e age sobre o problema-foco;
  • que cada livro sirva para melhorar a narrativa evolutiva;
  • que será o critério de qualidade do mesmo, agregou mais ou menos à narrativa evolutiva?

O problema de uma leitura de baixa eficácia é justamente este: você não sabe por que e para quem está lendo!

Diria mais: só lê bem quem está, de alguma forma, escrevendo, mesmo que para si mesmo, o seu próprio livro.

É isso, que dizes?

O tema “pensar melhor e ler melhor” faz parte da QUARTA TEMPORADA dos Bimodais. Venha mergulhar em um mundo fora de Matrix. Veja o que a Zilea Barrilari, que acaba de renovar o passaporte disse da nossa escola:

Mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Digo muitas vezes em sala de aula que a sociedade do conhecimento é um conceito tóxico.

Conceitos tóxicos são aqueles que não espelham bem os fatos, a realidade.

Conceitos moldam a nossa forma de pensar e a nossa forma de pensar, molda a nossa forma de agir.

Se você acredita que estamos na sociedade do conhecimento, vai agir conforme esta percepção.

Se o diagnóstico “sociedade do conhecimento” é inadequado você vai lidar de forma equivocada com a realidade.

Vivemos graves problemas filosóficos, pois estamos terminando um longo ciclo civilizacional, no qual desaprendemos a pensar.

Acreditamos que os conceitos não são importantes. Não damos muita atenção a eles. Isso é sintoma claro de alta taxa de “Zecapagodismo“.

De maneira geral, nós procuramos conceitos para nos enquadrar na sociedade e não para recriar a sociedade!

A imprecisão conceitual é sintoma claro da incapacidade de refletir – sintoma claro de finais de épocas civilizacionais.

Hoje, é bem comum se criar conceitos que vendem e não aqueles que se aproximam dos fatos.

Hoje, é bem comum se criar conceitos para o Google e não para as pessoas que sofrem ao lidar com uma realidade desconhecida.

Conceitos são feitos para explicar as emoções e percepções que temos sobre os fatos.

Se você não se preocupa muito em conceituar os fatos, pode ter certeza que os fatos vão te mostrar o quanto você é ingênuo.

Conceituar e pensar fazem parte da mesma moeda. Se você não conceitua bem, sinto te dizer, você não pensa bem.

É isso, que dizes?

A busca incessante por conceitos consistentes é um dos nortes da Bimodais – Futurismo Competitivo, que entra agora na sua QUARTA IMERSÃO – veja o que diz o Fernando Potsch, que vai para o quarto semestre conosco:

Quer sair de Matrix? Vem:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Muitos não entendem que o Uber não é um novo modelo de negócio, mas de administração.

No Uber, não há gerentes controlando a frota, mas algoritmos, que permitem a auto-avaliação de colaboradores e fornecedores.

Os Ubers são uma resposta a um mundo do sapiens muito mais povoado que precisa garantir qualidade na quantidade e vice-versa.

Vivemos ainda a primeira etapa da Uberização em Plataformas Centralizadas, o que dá a falsa impressão de um futuro mais centralizado.

O futuro, entretanto, aponta para a Descentralização Progressiva.

Os Ubers só serão descentralizados nas Plataformas Blockchenizadas, quando a Uberização vai chegar ao micro empresário.

A Blockchenização será a etapa mais disruptiva da Revolução Digital. Quem acha que as coisas estão mudando muito agora, pode apertar o cinto.

É isso, que dizes?

O tema da Blockchenização é um dos centrais da quarta imersão (julho a dezembro) na Bimodais – Futurismo Competitivo. Quer sair de Matrix? Vem tomar nossa pílula vermelha, veja o que diz o Alisson Andrade, que acaba de renovar seu passaporte:

Quer sair de Matrix? Vem:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Normal significa o que é usual, comum, natural.

No Antigo Normal se resistia a fazer várias coisas online, pois não era algo que estávamos acostumados.

O grande saldo filosófico da Pandemia é que começamos, de forma massiva, a perceber que as mídias são causadoras de “normalidades“.

A Pandemia é uma crise aguda (que nos obriga a mudanças rápidas e radicais).

A nova mídia é uma crise branda (que nos obriga a mudanças lentas mas também radicais).

Com  a Pandemia, passamos a nos aproveitar, de forma massiva e rápida, dos novos canais digitais, quebrando o tempo e lugar.

Os novos Canais Digitais atenuaram a crise da pandemia, mas não serão eles que vão nos ajudar a superar a crise econômica que virá.

A Pandemia demonstrou claramente que as relações econômicas terão que ser muito mais flexíveis do que são hoje.

Assim, o que estamos chamando de Novo Normal é apenas a Digitalização, que nos ajuda a atenuar o auge da crise da saúde.

O Pós Novo Normal será a uberização/blockchenização em massa.

É preciso tornar as relações econômicas muito mais flexíveis, pois ninguém vai investir com receio de ter que encarar uma nova pandemia pela frente.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e tomar todo dia uma pílula vermelha?
Venha para a quarta imersão da Bimodais – Futurismo Competitivo.
Veja o que diz o Flexa, que já está na sua quarta imersão:

Mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Toda Revolução Midiática Civilizacional vem para “matar” intermediadores.

Novas mídias permitem que criemos formas de intermediação mais sofisticadas.

Com o Digital, não estamos acabando com a intermediação, mas promovemos uma reintermediação mais sofisticada.

Os antigos intermediadores eram filhos da mídia que existia e agora estão perdendo lugar para os reintermediadores digitais.

Há dois movimentos distintos no processo de reintermediação: a operacional com a digitalização e a gerencial com a uberização.

A Digitalização é basicamente o uso de novos canais. E a Uberização é a massificação da nova Linguagem dos Rastros, similar a das formigas.

O Sapiens precisa deste novo século de cada vez mais flexibilidade e os antigos intermediadores analógicos estão atrapalhando.

A palavra de ordem do novo século é: flexibilidade para lidar melhor com o novo patamar de complexidade.

É isso, que dizes?

Se você quer entender o que DE FATO está ocorrendo, venha para a QUARTA IMERSÃO do Futurismo Competitivo Bimodal. Veja o que diz o Lawrence, que está aqui desde a primeira imersão:

Mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

Trans-formação é a passagem de uma formação para outra.

O que temos que nos perguntar é o seguinte:

Qual é a nova formação para que uma organização se torne competitiva neste novo século?

Estrategistas Digitais acreditam que basta colocar os produtos e serviços em sites e aplicativos e está tudo resolvido.

De maneira geral, as empresas estão promovendo a digitalização operacional, mas nunca a uberização gerencial.

Os gerentes não querem saber de uberização, pois é justamente eles que ficarão sem o emprego.

O lema da Transformação Digital é o seguinte: digitalizar pode, uberizar jamais!

E é este o grande paradoxo do novo século: quem precisa inovar, uberizando, é justamente aquele que perde o emprego se fizer isso.

A realidade é gritante: nenhuma organização tradicional conseguiu criar projetos para liderar o novo mercado uberizado.

Há espaço para os gerentes neste novo mundo, mas terão que reaprender a função: sair de controlador de pessoas para de algoritmos.

Tem muito espaço na nova locomotiva, mas a maioria dos atuais gestores tem optado por aceitar a triste sina de vagão.

É isso, que dizes?

Quer sair da Transformação Digital Rivotril, fique seis meses com a gente, tomando pílulas vermelhas todos os dias: de julho a dezembro, a QUARTA IMERSÃO DO FUTURISMO COMPETITIVO BIMODAL:

Veja o que o Léo pensa sobre as imersões, ele está indo para a quarta:

Mais detalhes aqui:

https://www.bimodais.com.br/assinatura

Na Era Digital temos uma Macro Ordem Espontânea, na qual demandas adormecidas foram acordadas por tecnologias “despertadoras”.

A Era Digital nos traz a mais disruptiva das mudanças administrativas que o sapiens já fez em toda a sua história!

Se você não entender que tudo que estamos fazendo neste momento são tentativas para superar a Macrocrise Demográfica, não poderá entender o futuro.

https://youtu.be/nxn14T30rkk

Disciplina é definida assim pelo dicionário: conduta que assegura o bem-estar dos indivíduos.

Disciplina é a capacidade de repetir diariamente atividades, mas existem dois tipos: a tóxica e a criativa.

A Disciplina Tóxica é aquela que você repete sem refletir nas atividades.

A Disciplina Criativa é aquela que você sempre agrega algo de novo a suas atividades, a partir da reflexão.

Todas as pessoas que conseguem colocar seus projetos para frente, de alguma forma, desenvolvem uma Disciplina Criativa.

Muita gente não consegue rimar disciplina com criatividade. Mas criatividade sem disciplina tende a não levar a muita coisa.

A Disciplina Tóxica, assim, se aproxima de um carrossel e a Disciplina Criativa de um espiral.

A Disciplina Criativa é a arte de a cada dia fazer algo um pouco diferente, melhor do que no dia anterior, num processo gradativo de melhoria contínua.

Não ter disciplina é algo tóxico. Ter Disciplina Carrossel, idem. A chave para sair do impasse é a Disciplina Criativa em Espiral.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix?

Faça uma imersão de seis meses no Futurismo Competitivo Bimodal!

Quem está por aqui, tá gostando.

Mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

Empreender significa tirar qualquer intermediário entre você e o mercado. É você de frente para o cliente.

Hoje, somos educados para a mentalidade empregatícia: alguém entre você e o cliente.

A mentalidade empreendedora é aquela em que você aprende a servir a alguém diretamente.

Com o Digital, estamos vivendo a difícil passagem da mentalidade empregatícia para a empreendedora. Não tem sido fácil.

A educação tanto familiar como na escola é de preparar a pessoa para obedecer o chefe e não o cliente.

No Brasil e nos países latinos a educação empregatícia ainda é mais estimulada do que em países mais desenvolvidos.

No Brasil e nos países latinos, pais e mães educam os filhos para serem servidos e não servir.

Uma criança mimada, educada para só ser servida, terá muito mais dificuldade para empreender.

No Brasil e nos países latinos temos ainda os serviços das empregadas domésticas que aumentam a taxa de “mimação” da sociedade.

A pandemia tem impedido os serviços domésticos, o que tem sido bom para a mentalidade empreendedora.

Sou capaz de apostar que em países sem serviços domésticos a taxa de empreendedorismo é muito maior.

Jovens tendo que fazer serviços de casa OBRIGATORIAMENTE terá um efeito positivo na tão necessária mentalidade empreendedora do novo século.

É isso, que dizes?

Venha conhecer as nossas receitas para a mentalidade empreendedora do novo século.

Mergulhe durante seis meses no Futurismo Competitivo, na nossa quarta temporada.

Mais detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/assinatura

https://youtu.be/5-P3r5t0CUI

Negócios sempre são baseados em duas pernas reputação e confiança.

Não há negócio se não houver confiança e não há confiança se não houver reputação.

Todos os negócios são estruturados no que podemos chamar de Modelo Estrutural de Reputação.

O Modelo Estrutural de Reputação é baseado nas mídias de plantão. Mudou a mídia, mudou a forma como a reputação é criada.

No mundo pré-digital a reputação das organizações era centralizada, através das mídias eletrônicas.

A reputação, antes do Digital, era uma Reputação Eletrônica, que favorecia muito mais o marketing do que o boca-a-boca do pós-venda.

Como vemos abaixo:

Estamos saindo da Reputação Eletrônica (mais centralizada) para a Digital (mais distribuída).

Com a possibilidade da Reputação mais Distribuída (via estrelas, curtições) as portas se abriram para empresas menores.

Com o Digital, temos uma mudança estrutural na forma com a reputação é gerada!

A reputação das organizações, portanto, depende do tipo de mídia que temos disponível!

A perda de valor das organizações tradicionais se deve ao surgimento de uma nova forma de gerar reputação, que permitiu a concorrência de fornecedores menores.

Hoje o marketing pré-venda precisa ser parecido com o do pós-venda, algo que não era realidade no pré-digital.

É isso, que dizes?

Saia de Matrix! Faça um mergulho no Futurismo Competitivo. Fique seis meses na Bimodais na nossa imersão da quarta temporada, até dezembro.

https://www.bimodais.com.br/assinatura

Vivemos hoje uma crise futurista.

https://youtu.be/MoJ5hjW7Vgw

Um Futurismo de qualidade passou a ser uma necessidade vital para as organizações, mesmos que elas não saibam disso AINDA.

O que praticamos hoje, de maneira geral, é um futurismo caixa baixa, de curto prazo, sem lógica e sem embasamento filosófico e teórico.

De maneira geral, o futurismo (caixa baixa) procura adivinhar quais tecnologias virão e não quais as mudanças que vão ocorre na sociedade, a partir delas.

Tecnologias abrem novos planetas humanos e compreender o que passaremos a poder fazer nestes planetas é o desafio do Futurismo.

Um Futurismo de qualidade procura entender quais as demandas reprimidas poderão “sair do armário“, quando chegam novas tecnologias.

  • Quais são as mudanças nas “regras do jogo”, a partir das novas tecnologias?
  • Quais são os riscos?
  • Quais são as oportunidades?

Vale clonar o provérbio chinês:

Quando uma tecnologia é lançada; o futurismo amador olha para ela e o futurista PRO para as mudanças que pode provocar.

É isso, que dizes?

VENHA PARA A QUARTA TEMPORADA!
CURSO FUTURISMO COMPETITIVO – O MELHOR DO PAÍS!

SE INSCREVA:
https://sun.eduzz.com/370328

Quando falamos de futuro, temos diversos preconceitos, que precisam ser superados, vejamos.

1- o futuro é incerto – ou seja, não se pode prever nada, 100% incerto, o que é uma descrença na capacidade humana de projetar, de teorizar e de poder prever cenários.

O objetivo do futurismo é reduzir a taxa de incerteza, não acabar com ela.

2 – o futuro é feito de fenômenos inusitados – não se consegue se chegar na essência do fenômeno e procurar recorrências históricas para poder comparar com outros parecidos do passado.

O objetivo do futurismo é trabalhar com a essência adequada dos fenômenos para reduzir a taxa da incerteza.

3 – o futuro é temporal – ele chega para todos ao mesmo tempo, o que não é fato.

O objetivo do futurismo é conseguir enxergar áreas de futuro no presente, projetar estas áreas para as demais da sociedade.

A Pandemia que vivemos é resultado direta da Complexidade Demográfica Progressiva.

Vírus se tornam mais poderosos com grandes aglomerações de gente em que podem pular de um ecossistema para outro rapidamente.

Um dos principais problemas que vivemos neste novo século é a incompreensão de como o Sapiens resolve o problema da sobrevivência ao longo do tempo.

Quanto mais gente, mais complexidade. Quanto mais complexidade, mais as decisões vão se tornando mais e mais difíceis.

Por isso, é preciso descentralizar as decisões e flexibilizar as operações para que possamos lidar com mais qualidade na quantidade.

A grande macrotendência do novo século é a descentralização para promover a flexibilização.

Flexibilizar é tornar a sociedade mais maleável às mudanças, com mais ligeireza, agilidade.

Uma sociedade mais complexa é mais interdependente. Um fato isolado como uma epidemia local pode mudar a vida de todos muito rapidamente.

Eventos inusitados e frequentes pedem que as pessoas possam se adaptar a eles cada vez mais rapidamente. Por isso, a demanda por flexibilidade.

A Pandemia deixou claro que criamos uma sociedade para um mundo muito mais estável do que hoje e precisamos de uma mais flexível para lidar com mais instabilidade.

O que atrapalha a sociedade não é só o trabalho presencial, que pode ser feito a distância. Mas a carteira assinada, ao estilo brasileiro, que impede a flexibilização do trabalho.

É isso, que dizes?

A Flexibilização Progressiva é um dos temas de pesquisa da Bimodais – Futurismo Competitivo, venha conhecer nossos serviços:

Veja todos os detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/pro-1

 

O principal problema que temos tido em relação ao futuro é não admitir que ele passou de certo para incerto. Certo?

Podemos dizer que até o final do século passado o futuro era muito mais certo do que é agora. Certo?

E cabe a pergunta: quando o futuro fica incerto o que podemos fazer para reduzir o risco de nos perder pelo caminho?

E temos que admitir é o seguinte: não é o futuro que está incerto, mas nossa forma de enxergar o futuro que precisa de ajuste.

As mudanças que estamos passando têm que ser consideradas “naturais“.

Elas são diferentes da forma que pensávamos nossa espécie, a sociedade. E é isso que é não está certo e não o futuro!

O futuro incerto é resultado de um movimento natural do sapiens pela sobrevivência, que não estava no nosso radar.

Nosso problema é: as pessoas querem entender o futuro, MAS não mudar uma vírgula como pensam a sociedade.

Sem uma revisão da nossa forma de pensar, nós não NENHUMA chance de entender o século XXI.

É isso, que dizes?

Venha aproveitar a MEGA SUPER promoção da NOVA (4ª temporada) do curso sobre Futurismo Competitivo dos Bimodais:

COMPRE AQUI: https://sun.eduzz.com/370328

Quando se fala em futuro, muita gente diz o seguinte:

Não podemos prever o futuro, mas criá-lo” – Peter Drucker.

Não concordo com isso.

Note que se um país passa de 30 para 210 milhões de brasileiros em 120 anos é possível dizer que é possível prever algo do futuro.

Neste país chamado Brasil de 210 milhões de pessoas era possível prever em 1900 de que neste ano em que chegássemos a esse tamanho de população querendo ou não, todos os dias teríamos que ter algo em torno de 630 milhões de pratos de comida.

Isso não é uma opção, nem um futuro que precisa ser criado, é previsível, pois está ligado à sobrevivência das pessoas.

Se não houver 630 milhões de pratos de comida, é possível prever que muita gente vai morrer de fome.

Em 1900, era possível também prever que se o Brasil chegasse a 630 milhões de pratos de comida uma série de melhorias na capacidade produtiva precisaria ser feita para alimentar todo esse povo.

Que tipo de melhorias poderia ser feita no país, isso poderia ser algo em aberto, mas não que deveria ser feito.

E caso não fosse, teríamos crise de fome.

Quando vamos analisar o futuro, é necessário pensar sempre nas coisas que são OBRIGATÓRIAS e não nas VOLUNTÁRIAS.

Tudo que é ligado à sobrevivência é obrigatório.

Por isso, decidimos aqui no Futurismo Bimodal adotar a Administração da Sobrevivência, pois se seguimos as demandas objetivas do sapiens é menor a chance de errarmos.

Tudo que se relaciona à sobrevivência é algo que terá que ser OBRIGATORIAMENTE tratado de alguma forma.

O que não é ligado a isso, pode ser opcional.

Sim, nós não podemos prever o futuro em muitos detalhes, mas podemos dizer que tudo que está ligado à sobrevivência terá impacto nesse futuro de alguma forma.

O que está aberto é o como vamos sobreviver.

Mas que vamos tentar sobreviver isso é líquido e certo.

É isso, que dizes?

 

 

 

Pessoas que são pessimistas sobre o futuro, em geral, não acreditam em ordens espontâneas.

Pessimistas, em geral, acreditam que existe uma sala secreta em algum lugar do planeta que tudo está sendo tramado.

A história nos mostra que foram as ordens espontâneas que trouxeram o Sapiens para um mundo de 8 bilhões de habitantes.

Não é uma Revolução Tecnológica, mas de Sobrevivência da espécie, que apenas se inicia com novas tecnologias midiáticas.

O grande objetivo da Revolução Digital é muito simples: aumentar as trocas voluntárias entre ex-desconhecidos.

Temos hoje novas mídias que nos permitem criar um Modelo Estrutural de Administração muito mais sofisticado do que o anterior.

A Era Digital é a mais disruptiva da história do Sapiens. Pela primeira vez, resolvemos adotar o modelo administrativo das formigas.

Formigas se auto-gerenciam, pois todas elas “curtem e descurtem” tudo que fazem e isso facilita a inteligência coletiva do formigueiro.

A mudança de mentalidade do Sapiens 1.0 para o 2.0 é gigantesca e é por isso, que estamos tendo tanta dificuldade de adaptação.

Você não sabe, mas o que mais necessita é de uma visão menos intoxicada para onde estamos indo e o que se deve fazer.

Este é o principal objetivo da Bimodais – Futurismo Competitivo: criar uma narrativa que o ajude a decidir hoje sobre o amanhã.

Venha conhecer nosso projeto.

É isso, que dizes?

Veja todos os detalhes aqui:
https://www.bimodais.com.br/pro-1

« Newer Posts - Older Posts »

WhatsApp chat