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O áudio do artigo

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#Horn – dialogando com este autor.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. As pessoas estão procurando entender o novo cenário não só com velhos mapas, mas também com as pessoas que fazem os velhos mapas.
  2. Pouco importa o tipo de Inovação que está sendo feita, aberta ou fechada, se não se tem um foco claro de onde estamos e para onde estamos indo!”
  3. Sim, é possível admitir que uma Organização Tradicional não queira migrar para a Curadoria, mas não é adequado não saber que ela existe e que esta é uma opção de inovação possível!
  4. O Airbnb não é um novo modelo de negócios, mas uma nova Filosofia de Comando e Controle muito mais aberta e horizontal do que aquela que era praticada anteriormente.
  5. O que temos hoje é claramente um processo de perda de poder, de comando e controle, dos atuais Gestores para os Curadores.
  6. O grande problema dos atuais Gestores, que operam as Organizações Tradicionais, é o total desconhecimento das Revoluções Civilizacionais Midiáticas e seus efeitos nos negócios.
  7. O Airbnb, por exemplo, consegue crescer no mercado, pois seu grande diferencial competitivo é a eliminação dos corretores de imóveis.
  8. A Curadoria, praticada pelos Ubers, promove uma Reintermediação dos Processos, eliminando os antigos Intermediadores, que ficaram obsoletos.

Vamos ao Artigo:

“A cerca que nos impedia de sair não está mais lá, mas ainda assim nos sentimos confortáveis com os limites antigos.” – Seth Godin.

O livro de Horn é voltado para a Inovação Organizacional.

Fazia tempo que não abordava este tema e passei as últimas duas semanas repensando o problema das Organizações Tradicionais diante do Digital.

Qual é o grande problema para os Gestores – aqueles que aprenderam a operar num Ambiente de Sobrevivência limitado pelas mídias orais e escritas?

Hoje, com a chegada do Digital, começaram a surgir novos Modelos Administrativos, que têm um Modelo de Intermediação dos Processos diferente do que os Gestores estão acostumados.

A Curadoria, praticada pelos Ubers, promove uma Reintermediação dos Processos, eliminado os antigos Intermediadores, que ficaram obsoletos.

O Airbnb, por exemplo, consegue crescer no mercado, pois seu grande diferencial competitivo é a eliminação dos corretores de imóveis.

Podemos afirmar que o grande objetivo das Revoluções Civilizacionais, que se iniciam com novas Mídias Descentralizadoras, é a criação de Modelos de Intermediação sempre mais horizontais.

Repare a definição do conceito “Intermediação“.

  1. servir de intermediário; realizar a comunicação entre duas partes que não se comunicam.

Na verdade, não é que as duas partes não se comunicam, elas têm problemas para se comunicar e, por causa disso, precisam de alguém para ajudar na intermediação.

Quanto aumentamos a população, se aumentam as cidades e, com elas, o número de pessoas que não se conhecem. Aumentamos, assim, a Taxa de Desconfiança.

O aumento populacional nos obriga a criar formas de intermediação, que, com o tempo, vão ficando obsoletas e precisam de novas mídias para que possamos intermediar melhor.

A Revolução Civilizacional 2.0, ou Digital, se preferirem, tem no seu epicentro, a introdução de um novo Modelo de Intermediação muito mais adequado para o novo Patamar Demográfico.

O grande problema dos atuais Gestores, que operam as Organizações Tradicionais, é o total desconhecimento das Revoluções Civilizacionais Midiáticas e seus efeitos nos negócios.

Vivemos hoje uma profunda crise da Subciência Social da Administração 1.0, que nunca precisou refletir sobre as Revoluções Civilizacionais.

A Subciência Social da Administração 1.0 foi criada dentro de um intervalo de dois Ambientes Midiáticos e, por causa disso, não se percebia o efeito da chegada das novas mídias nos Ambientes Administrativos.

O que temos hoje é claramente um processo de perda de poder, de comando e controle, dos atuais Gestores para os Curadores.

O Sapiens cria novas mídias para que possamos aumentar a participação das pessoas nos processos, através da Reintermediação Progressiva.

Este é o artigo final sobre o livro de Horn, que expressa claramente diversas sensações sobre o novo cenário, mas que falta a ele, como a todos os Conceituadores da Inovação Organizacional, uma visão mais Padronista.

Horn, como os demais Conceituadores da Inovação Organizacional, têm uma Diagnóstico do Cenário Mais Percepcionista.

Ele cita o Airbnb como um novo modelo de negócios e não um novo modelo de intermediação, que tem uma nova Filosofia de Comando e Controle.

O Airbnb não é um novo modelo de negócios, mas uma nova Filosofia de Comando e Controle muito mais aberta e horizontal do que aquela que era praticada anteriormente.

Uma das polêmicas permanentes aqui da escola, inclusive, é a seguinte: nós diagnosticamos que o grande diferencial das Organizações Digitais é o uso da Curadoria – um novo Modelo de Comando e Controle, só possível com o uso intenso de Algoritmos.

O objetivo principal da Curadoria é:

A Curadoria visa a eliminação dos antigos Intermediadores dos Processos Administrativos, que podem ser agora substituídos pela maior participação dos usuários, via Algoritmos.

Algo tem que ficar muito claro: os Ubers não têm o mesmo Macro Modelo de Comando e Controle das Organizações Tradicionais.

Muitos podem dizer que a Uberização:

  • será apenas um nicho do mercado;
  • que ficará restrita aos serviços e para alguns serviços;
  • porém, não se pode dizer NUNCA que os Ubers têm o mesmo Macro Modelo de Comando e Controle de uma Organização Tradicional.

Vejamos a diferença das novas Organizações Digitais para as Tradicionais:

  • As Organizações Tradicionais operam na Gestão –  Macro Modelo de Comando e Controle Sonoro, que precisa de um Gestor para coordenar os processos;
  • As Organizações Digitais operam na Curadoria – Macro Modelo de Comando e Controle Algorítmico, que não precisa mais de um Gestor para coordenar os processos, já que boa parte das atividades destes é feita pelos usuários das Plataformas (Uberização) ou dos Ecossistemas (Blockchenização).

O que aprendemos com a Ciência da Inovação Bimodal (CIB) é que o Sapiens vive sob a égide da Reintermediação Progressiva.

Reintermediação Progressiva é o processo continuado praticado pelo Sapiens para eliminar antigos intermediadores para que se possa lidar cada vez melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Falta hoje no mercado um diagnóstico mais preciso de que estamos diante de uma nova forma de se administrar organizações.

Quando se fala em Transformação Digital se pensa em colocar tecnologias para promover melhorias incrementais na Gestão e não a migração para a Curadoria.

Sim, é possível admitir que uma Organização Tradicional não queira migrar para a Curadoria, mas não é adequado não saber que ela existe e que esta é uma opção de inovação possível!

No livro de Horn, se fala, por exemplo, em “Inovação Aberta” como algo importante para as Organizações Tradicionais.

Diz ele:

“Mas, então, se a inovação não vem de mentes brilhantes nem de ideias geniais, de onde ela vem? A inovação dentro das empresas vem de uma combinação que envolve pessoas e processos. E três elementos são essenciais para que ela aconteça: diversidade de pessoas, quantidade de ideias e fluxo de ideias.”

Sim e não.

Digo eu:

Mas pouco importa o tipo de Inovação que está sendo feita, aberta ou fechada, se não se tem um foco claro de onde estamos e para onde estamos indo!

Se estamos falando de negócios dentro de um clima de Normalidade do Ambiente Civilizacional, estamos falando de Inovação Organizacional Incremental.

Porém, vivemos hoje uma Extraordinariedade do Ambiente Civilizacional, que precisa ser diagnosticado para criar uma Bússola Estratégica Organizacional.

Bússola Estratégica Organizacional é o diagnóstico que uma empresa tem sobre que tipo de alinhamento precisa para se manter competitiva em determinado cenário.

O que se está praticando hoje no mercado, na chamada Transformação Digital é um processo em que o Diagnóstico do novo cenário Digital não está sendo feito de forma adequada.

As Organizações Tradicionais estão, na verdade, procurando horizontalizar o máximo possível a Gestão, acreditando que isso é suficiente para concorrer no novo cenário.

As Organizações Tradicionais, entretanto, estão inovando dentro da mesma Filosofia de Comando e Controle e não em uma nova, que gera mais competitividade.

Pode ser que em determinados nichos a Curadoria não gere Zonas de Atração, porém, é fundamental que esta decisão seja tomada de forma consciente, o que não tem ocorrido.

Horn faz um diagnóstico dos equívocos das Organizações Tradicionais diante do Digital:

  • desprezo pelos pequenos;
  • viés de confirmação;
  • queda da fronteira entre setores;
  • distância do ecossistema de inovação;
  • evolução exponencial das tecnologias.

Note que estamos vivendo um processo de Reintermediação Progressiva, no qual os antigos intermediadores, que exerciam determinado tipo de Comando e Controle estão literalmente PERDENDO O PODER.

Talvez, seja isso que caracteriza uma Revolução Civilizacional: um forte movimento de perda de poder pelos antigos intermediadores.

Temos visto isso em vários setores da sociedade, tendo o conflito Uber versus Táxi como algo simbólico deste disruptivo e rápido processo de Reintermediação.

Diz ele:

“O viés de confirmação nos prende a uma visão apaixonada sobre um assunto em detrimento de um tratamento mais frio ou mesmo científico. As organizações não deveriam se deixar levar por decisões de maneira tão emocional. Uma abordagem mais técnica e isenta sobre temas novos aumenta a sua capacidade de inovação.”

Isso não é possível, pois estamos falando de perda de poder e na demanda de uma revisão profunda de como pensamos a sociedade humana, o sapiens e os negócios.

Por fim, comento sobre o “Desprezo pelos Pequenos”.

Horn se refere, basicamente, a pequenas startups que são negligenciadas, mas quero ir além aqui.

Thomas Kuhn (1922-96) nos ensinou que nas Crises Conceituais, os novos e melhores Paradigmas vêm de fora do Ambiente Conceitual Padrão. 

Ambiente Conceitual Padrão é aquele em que se desenvolvem os conceitos e  narrativas – e que passam a ser referência para a maior parte das decisões da sociedade.

Hoje, os Ambientes Conceituais Padrão estão em crise.

As pessoas estão procurando entender o novo cenário não só com velhos mapas, mas também com as pessoas que fazem os velhos mapas.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

O áudio do artigo

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#Verticalização – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

 

Os Mapas Mentais Conjunturais do Artigo:

Os Mapas Mentais Estruturais do Artigo:

 

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Com a chegada da Curadoria, o Sapiens consegue quebrar os limites da Taxa de Qualidade em Grande Quantidade.
  2. A Curadoria (Uberização e Blockchenização) gerou um Ambiente de Sobrevivência, que permite o aumento da Taxa de Confiança entre Desconhecidos.
  3. O Sapiens saiu do Século XX muito mais massificado do que antes, gerando a demanda por um Movimento de Personalização das Ofertas em Larga Escala.
  4. Quando analisamos a chegada da Curadoria, tanto a Uberização quanto a Blockchenização, o que percebemos é a possibilidade de gerar personalização em larga escala a baixo custo.
  5. É impossível entender o atual cenário se não colocarmos a Revolução Midiática Digital na sua verdadeira dimensão.
  6. Parece óbvio e evidente que se aumentamos a Taxa da Complexidade da Demanda OBRIGATORIAMENTE teremos que aumentar a Taxa da Complexidade da Oferta.
  7. A principal dificuldade que temos hoje para compreender o novo cenário é o desconhecimento do papel da demografia na Macro-História do Sapiens.
  8. A Confiança para a Cooperação demanda OBRIGATORIAMENTE que as pessoas tenham algum tipo de conhecimento mútuo.

Vamos ao Artigo:

“A tendência perpétua da raça humana de crescer além dos meios de subsistência é uma das leis gerais da natureza animada, que não podemos esperar mudar.” – Malthus.

Quando vamos fazer uma análise de cenário, antes de tudo, é preciso diagnosticar de que tipo de Fenômeno Histórico estamos abordando.

Temos os seguintes tipos de Fenômenos Históricos:

  • Cosmo-Histórico – com consequências de bilhões ou milhões de anos;
  • Macro-Histórico – com consequências em milênios ou séculos;
  • Meso-Histórico – com consequências em séculos ou décadas.
  • Micro-Histórico – com consequências em décadas ou anos;
  • Super-Micro-Histórico – com consequências em anos, meses ou semanas.

Uma pandemia é um Fenômeno Micro-Histórico, assim como uma guerra. Já uma Revolução Midiática é um Fenômeno Macro-Histórico, como foram a chegada da oralidade e da escrita.

Portanto, é impossível entender o atual cenário se não colocarmos a Revolução Midiática Digital na sua verdadeira dimensão.

Quando passamos a analisar o atual cenário dentro da Macro-História, podemos perceber tendências que são impossíveis de serem detectadas com outras análises.

Temos, por exemplo, o aumento exponencial da população nos últimos 220 anos, que é determinante para entender as demandas que temos neste novo século.

Fato é:

A principal dificuldade que temos hoje para compreender o novo cenário é o desconhecimento do papel da demografia na Macro-História do Sapiens.

Quando aumentamos a população, temos uma reação em cadeia na sociedade, na direção de procurar formas mais sofisticadas de resolver o novo Patamar de Complexidade Demográfica.

Parece óbvio e evidente que se aumentamos a Taxa da Complexidade da Demanda OBRIGATORIAMENTE teremos que aumentar a Taxa da Complexidade da Oferta.

Se chegamos a marca dos oito bilhões de Sapiens, que demandam 24 bilhões de pratos de comida todos os dias, de alguma forma conseguimos atingir, bem ou mal, este novo Patamar de Oferta, naquilo que é o básico do básico.

O principal problema Civilizacional que temos hoje não é tanto da quantidade de produtos e serviços básicos e essenciais, mas principalmente da qualidade que conseguimos oferecer para as demais demandas.

Aumentos Populacionais acabam por impulsionar a massificação da produção para que se possa atingir a quantidade necessária de ofertas para o aumento das demandas.

Quanto aumentamos a população temos, OBRIGATORIAMENTE, um Movimento Civilizacional Espontâneo na direção do Aumento da Taxa de Verticalização da Sobrevivência.

Podemos dizer que aumentos populacionais acabam por gerar, no curto e médio prazo, a demanda por Mídias Mais Centralizadoras, que facilitam por um determinado tempo o aumento da Taxa de Massificação Humana tanto objetiva, quanto subjetiva.

Foi o que ocorreu no século passado, quando tivemos o aumento da Taxa de Verticalização da Sobrevivência Humana, com Mídias Mais Centralizadoras para que pudéssemos resolver o problema do aumento da Taxa da Complexidade das Demandas.

O Sapiens, assim, saiu do Século XX muito mais massificado do que antes, gerando a demanda por um Movimento de Personalização das Ofertas em Larga Escala.

Quando analisamos a chegada da Curadoria, tanto a Uberização quanto à Blockchenização, o que percebemos é a possibilidade de gerar a personalização em larga escala a baixo custo.

Quando aumentamos a população, geramos um inusitado fenômeno que é o aumento da Taxa de Desconhecimento entre as Pessoas.

O pulo do gato da Curadoria, tendo no seu epicentro os Algoritmos, é a possibilidade de permitir o aumento da Taxa de Cooperação entre Desconhecidos.

É por causa do aumento gradual da Taxa de Desconhecimento entre as Pessoas, que fomos precisando criar cada vez mais Intermediários para viabilizar a Cooperação.

É preciso entender que existem certos padrões Macro-Históricos, que nos levam a:

  • o Sapiens é uma espécie cooperativa – isso faz parte da sua estrutura da sobrevivência;
  • a cooperação é dependente da confiança entre as partes;
  • quando aumentamos a população, aumentamos o desconhecimento entre as pessoas, reduzindo a  Taxa de Confiança;
  • nestes momentos, surge a necessidade de  uma Intermediadores Cooperativos para validar a confiança entre as partes;
  • os Intermediadores Cooperativos são provisórios, até que tenhamos novas Mídias Mais Descentralizadas, que permitam o surgimento de Modelos de Cooperação Mais Horizontais.

A Confiança para a Cooperação demanda OBRIGATORIAMENTE que as pessoas tenham algum tipo de conhecimento mútuo.

Com o aumento populacional e o surgimento de uma Mídia Mais Centralizada, tivemos no século passado o aumento da Taxa de Intermediação da Cooperação.

Tivemos até a chegada do Digital, o aumento exponencial dos Intermediários da Cooperação, para que pudessem suprir o problema do aumento da Taxa de Desconhecimento entre as Pessoas. 

Criamos, assim, Intermediários Cooperativos Sonoros que passaram a garantir o aumento da Taxa de Confiança para que as diversas Cooperações pudessem ser feitas entre as partes.

A base das ofertas prestadas pelas Organizações Tradicionais é justamente a venda da confiança em um ambiente mais verticalizado.

O Sapiens passou a comprar de forma mais verticalizada, no século passado, pois não tinha confiança na compra a distância de fornecedores desconhecidos.

O que a Curadoria – novo Macro Modelo de Cooperação Humana – consegue oferecer, através dos Algoritmos, é justamente o aumento da Taxa Confiança em Desconhecidos a Distância, através da Reputação Digital (estrelas, curtições, comentários).

Corretores de todos os tipos, contadores, cartórios, bancos, diversos tipos de empresas de serviços que surgiram no último século nada mais eram do que Intermediários da Cooperação dentro do Ambiente de Sobrevivência Sonoro.

O que está ocorrendo hoje com a Revolução Civilizacional 2.0? É a gradual migração do tipo de Intermediação da Cooperação Sonora para a Algorítmica.

A Curadoria (Uberização e Blockchenização) gerou um Ambiente de Sobrevivência, que permite o aumento da Taxa de Confiança entre Desconhecidos.

Com a chegada da Curadoria, o Sapiens consegue quebrar os limites da Taxa de Qualidade em Grande Quantidade.

Tipos de Cooperação Humana:

  • para a Sobrevivência Objetiva – produtos e serviços essenciais diretos;
  • para a Sobrevivência Subjetiva – produtos e serviços, que complementam os itens essenciais.

A Curadoria nos permite não só melhorar a nossa Sobrevivência Objetiva, mas também permitir a melhoria da qualidade da Sobrevivência Subjetiva.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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O áudio do artigo

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#Administração 1.0 – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais Conjunturais do Artigo:

Os Mapas Mentais Estruturais do Artigo:

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Temos uma crise na ciência, quando os fatos novos não rimam mais com as velhas teorias.
  2. A Internet está nos obrigando a rever como pensamos o Motor da História Humana.
  3. A chegada da Internet e todas as mudanças consequentes têm demonstrado que a forma como nós promovemos mudanças estruturais na sociedade estavam equivocadas.
  4. A Subciência Social da Administração 1.0 nunca precisou refletir sobre as causas e consequências das Revoluções de Mídia e seus impactos na forma como nos organizamos.
  5. Temos hoje uma mudança tão grande e tão profunda, que não só não se consegue entender, mas também não se quer entender.
  6. Os atuais Conceituadores da Administração 1.0 continuam com os antigos paradigmas e, por causa disso, não conseguem entender e explicar onde estamos e para onde vamos.
  7. Temos uma urgente e grande demanda por novas Teorias Administrativas, que consigam explicar adequadamente o que estamos vivendo e para onde estamos indo com a chegada do Digital.
  8. Por não terem legado e não estarem imersos nos conceitos da Subciência Social da Administração 1.0, os empreendedores ganharam uma forte vantagem competitiva.

Vamos ao Artigo:

“A verdade é como poesia. E a maioria das pessoas odeia poesia.“ – Anônimo.

O principal legado que o Epistemólogo Americano Thomas Kuhn (1922-96) nos deixou é de que a verdade é provisória e progressiva.

Kuhn – a partir da análise do processo científico – nos mostrou que a nossa forma de pensar e agir, de tempos em tempos, entra em crise e precisa ser revisada de forma mais ou menos profunda.

O problema é que o Sapiens – para economizar energia cerebral – muitas vezes automatiza os processos de pensar e agir.

Isso significa que o pensar e agir ficam armazenados em áreas mais inacessíveis do cérebro.

Por isso, Kuhn, da maneira dele, observou que novos paradigmas (formas de pensar e agir) não são aceitos.

“É preciso que uma geração morra para que outra possa aceitar novos paradigmas.” – diz ele.

Muita gente, quando se fala em ciência, imagina que a ciência é algo matemático e de que ciência é sinônimo de exatidão, o que é falso.

Ciência é, basicamente, a procura de padrões de todos os tipos de fenômenos para que possamos lidar melhor com eles.

Quando nos deparamos com fenômenos novos que não conseguem ser explicados pela Ciência de plantão é um momento de Anomalia, que demanda uma revisão de paradigmas.

A chegada da Internet gerou uma Anomalia na Ciência Social.

A Ciência Social se dedica ao estudo dos fenômenos gerados, com seus respectivos Padrões Recorrentes, pelo próprio Sapiens. 

Assim, vivemos hoje uma Anomalia Primária na Ciência Social e Anomalias Secundárias nas Subciências Sociais.

Temos hoje, assim, uma Anomalia Secundária em todas as Subciências Sociais, onde se inclui a Ciência da Administração.

Quando tentamos ajudar as organizações a se adaptar ao novo Ambiente de Sobrevivência, a promover Inovações Organizacionais, OBRIGATORIAMENTE, precisamos ajudar a sair dos Paradigmas Administrativos 1.0 e passar para o 2.0.

Ou seja.

O principal problema da Inovação Organizacional não está apenas na operação, mas muito mais acima – é filosófico/teórico, no processo de reflexão.

Temos uma crise na ciência, uma Anomalia, quando os fatos novos não rimam mais com as velhas teorias.

Os eventos que estão ocorrendo na sociedade hoje não conseguem ser explicados pela atual Ciência Social 1.0.

Qual é a Crise da Ciência Social 1.0?

A chegada da Internet e todas as mudanças consequentes têm demonstrado que a forma como nós promovemos mudanças estruturais na sociedade estavam equivocadas.

Qual a revisão necessária para a Ciência Social 1.0?

  • Quem Somos? –  o Sapiens é uma Tecnoespécie Progressiva, que consegue alterar no tempo a sua Complexidade Demográfica;
  • Como avançamos no tempo? – o aumento da Complexidade Demográfica nos leva a ter que modificar os Macro Modelos de Sobrevivência, onde se inclui a forma com nos comunicamos e nos organizamos.

A Ciência Social 1.0 não percebia a importância e relevância dos aumentos populacionais e das revoluções midiáticas nas Disrupções dos Ambientes de Sobrevivência do Sapiens.

A Internet está nos obrigando a rever como pensamos o Motor da História Humana.

O Motor da História Humana é o epicentro da Ciência Social e das suas respectivas Subciências Sociais, onde se inclui a Administração.

A Subciência Social da Administração 1.0 foi criada e concebida dentro do Ambiente de Sobrevivência Sonoro e nunca precisou refletir sobre as causas e consequências das Revoluções de Mídia e seus impactos na forma como as nos organizamos.

A Subciência da Administração analisa, basicamente, os padrões dos fenômenos organizacionais, nos ajudando a lidar melhor com eles.

De maneira geral, os atuais Conceituadores da Administração 1.0 continuam com os antigos paradigmas e, por causa disso, não conseguem entender e explicar onde estamos e para onde vamos.

Temos na sociedade as seguintes camadas de compreensão e operação diante de qualquer fenômeno:

  • Conceituação – quando procuramos responder questões filosóficas e teóricas, que são a base para as metodologias;
  • Disseminação – a partir dos conceitos desenvolvidos pelos Conceituadores;
  • Operação – quando se coloca para “rodar” as Metodologias.

O que ocorre hoje é que os Conceituadores de Plantão operam com as Bases Conceituais Estruturais da Administração 1.0, que são insuficientes para entender o atual cenário.

Por consequência os Conceituadores, os Disseminadores e os Operadores da Administração estão imersos em formas de pensar e agir, que não mais correspondem aos fatos.

Hoje, vivemos uma mudança disruptiva no Macro Modelo de Sobrevivência do Sapiens, com o surgimento de novas formas organizacionais muito mais sofisticadas do que as do passado.

As Novas Organizações Digitais, que se utilizam dos disruptivos recursos do Ambiente de Sobrevivência 2.0, até operam, mas também não explicam o que está ocorrendo.

Temos hoje uma urgente e grande demanda por novas Teorias Administrativas, que consigam explicar adequadamente o que estamos vivendo e para onde estamos indo com a chegada do Digital.

Vivemos hoje uma mudança da Macro-História, que está sendo vista como alterações na Micro ou na Super-Micro História.

Se não analisarmos os Padrões Históricos Recorrentes da Macro-História não conseguiremos entender as atuais mudanças.

Fato é que as Organizações Digitais – por não terem nenhum Legado Cultural – estão deixando para trás as Organizações Tradicionais.

Por não terem legado e não estarem imersos nos conceitos da Subciência Social da Administração 1.0, os novos empreendedores ganharam uma forte vantagem competitiva. 

As Organizações Tradicionais e seus respectivos Conceituadores de Plantão vivem o que Sigmund Freud (1856 -1939) denominou de Ferida Narcísica:

“O orgulho do homem se abala quando fatos sobre ele mesmo são revelados através de grandes desilusões.”

Antes do Digital, achávamos que tínhamos um controle muito maior sobre a sociedade do que realmente temos.

Muitas mudanças estruturais que o Sapiens precisa se adaptar são espontâneas tal como novos patamares demográficos, novas mídias e novos macro modelos de sobrevivência.

Temos hoje uma mudança tão grande e tão profunda, que não só não se consegue entender, mas também não se quer entender.

Há antes de um problema conceitual e operacional, uma questão psicológica para se compreender o atual momento.

Os paradigmas da Subciência Social da Administração 1.0 estão tão entranhados na Mente 1 dos administradores, que não se consegue revisá-los.

Mente 1 é a mais automática do Sapiens, na qual armazenamos as filosofias e teorias que consideremos consolidadas não mais passíveis de revisão.

Fato é que hoje vivemos uma Revolução Civilizacional, fenômeno típico da Macro-História, que tem o Aumento Populacional como Fator Causante, a chegada e massificação de uma nova Mídia Descentralizadora, como Fator Detonante e um novo Macro Ambiente de Sobrevivência, como Fator Consequente. 

Temos, assim, na Macro-História uma Mudança Tipo DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida), que provoca Sensações Tipo VaiFai (Volatilidade, Ambiguidade, Incerteza, Fragilidade, Ansiedade e Incompreensão) e criam um Momento Tipo DOI (Desalinhamento com os fatos, Orfandade e Ilogicidade),

Os fatos estão indo para um lado e as teorias da Subciência Social da Administração 1.0 indo para outro.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

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#Horn – dialogando com este autor.

Os Mapas Mentais Conjunturais do Artigo:

Os Mapas Mentais Estruturais do Artigo:

Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Historietas:

Falar do Globoonliner.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quanto maior é a Taxa de Estranhamento a determinada mudança pelas pessoas que entram em contato com ela, mais disruptiva ela é.
  2. Estamos saindo do processo de Aumento da Verticalização Civilizacional que se acirrou no último século, quando tivemos aumento populacional e não tivemos Mídias Descentralizadoras.
  3. Com a Revolução Civilizacional 2.0, o aumento da Taxa de Competitividade, o que faz com que as empresas tenham que disputar de forma muito mais dedicada os clientes.
  4. Não há, portanto, desaprendizado, mas reaprendizado.
  5. Desbugar é encarar as nossas verdades, como se fossem um software, que vamos descobrindo “bugs” e os ajustando para podermos viver melhor.
  6. Desbugar é admitir que várias de nossas verdades ficam obsoletas e precisam de ajustes.
  7. O Sapiens 2.0 precisa se adaptar a um Ambiente de Sobrevivência com uma Taxa de Mutação muito maior.
  8. Quando entramos em Momentos de Extraordinariedades Civilizacionais, as formas de pensar e agir que funcionavam e era um ótimo remédio passam a ser veneno.

Vamos ao Artigo:

“A próxima revolução científica acontecerá na área das Ciências Humanas.” – Pierre Lévy.

O livro de Horn é sobre Inovação Organizacional.

O autor é um Percepcionista.

Percepcionista é aquele Conceituador que baseia suas análises mais em sensações do que em Padrões Recorrentes.

Horn está, como basicamente todo o mercado, imerso nos paradigmas da Subciência Social da Administração 1.0, que tem dificuldade de entender as atuais mudanças.

O principal equívoco no diagnóstico do atual cenário pela maior parte das pessoas é a utilização do Método de Análise Indutivo num momento de Extraordinariedade do Fenômeno Analisado.

De maneira geral, consegue-se perceber as mudanças quantitativas e não as qualitativas.

Na Visão Quantitativa de Cenário se percebe o aumento das Taxas de Inovação, de Competição, de Cooperação, de Horizontalização mas não as Alterações Qualitativas da Cooperação Humana no Ambiente de Sobrevivência 2.0.

Podemos citar como principal fator qualitativo na Cooperação Humana a chegada da Curadoria – novo Macro Modelo de Cooperação Humana.

A caminhada da Curadoria – novo Macro Modelo de Cooperação Humana, já atingiu duas etapas:

  • Curadoria 1.0 – a Uberização, Modelos Cooperativos Platafórmicos;
  • Curadoria 2.0 – a Blockchenização, Modelos Cooperativos Ecossistêmicos. 

Comentamos algo sobre essa dificuldade de compreensão do novo cenário no primeiro artigo e agora vamos continuar o diálogo com o autor.

Diz ele:

“Também falo da importância de desaprender, que é a capacidade de se desconectar dos processos existentes e repensar as soluções a partir do problema original que a empresa resolve.”

Comento:

Gosto da expressão Desbugar.

Desbugar é admitir e revisar várias de nossas verdades, que ficam obsoletas e precisam de ajustes. Desbugar é encarar as nossas verdades, como se fossem um software, que vamos descobrindo “bugs” e os ajustando para podermos viver melhor.

O Sapiens 2.0 precisa se adaptar a um Ambiente de Sobrevivência com uma Taxa de Mutação muito maior.

Dentro das escolhas filosóficas da Bimodais, não faz muito sentido usar o conceito “desaprender”.

Nós não desaprendemos, mas fazemos sim a revisão do aprendizado, a partir de novas Verdades Provisórias, que nos permitem tomar decisões mais adequadas.

Verdades Provisórias – encarar a verdade como uma ferramenta de sobrevivência, que vai sendo alterado para que possamos tomar decisões mais adequadas.

O que o Sapiens faz quando quer modificar a forma de pensar e agir é a revisão e reformatação da sua forma de agir e pensar.

Não há, portanto, desaprendizado, mas reaprendizado.

Cabe ainda a questão?

Por que as Organizações Tradicionais estão voltando a, segundo Horn,  “a repensar as soluções a partir do problema original que a empresa resolve.” ?

Temos hoje com a Revolução Civilizacional 2.0 o aumento da Taxa de Competitividade, o que faz com que as empresas tenham que disputar de forma muito mais dedicada os clientes.

Estamos saindo do processo de Aumento da Verticalização Civilizacional que se acirrou no último século, quando tivemos aumento populacional e não tivemos Mídias Descentralizadoras. 

Voltemos ao Horn.

Diz ele:

“Segundo o professor do MIT Charles Fine em seu livro Clockspeed, a disrupção acontece quando um entrante introduz um novo modelo de negócio em um segmento e os líderes passam a copiá-lo.”

Comento.

Disrupção é um tipo de mudança que exige revisões filosóficas e teóricas, de maneira geral, armazenadas nas nossa Mente Mais Automática.

Temos, dentro da Ciência da Inovação Bimodal (CIB) quatro campos operacionais da inovação:

  • Pessoal;
  • Grupal;
  • Organizacional;
  • e Civilizacional.

Assim, temos vários tipos de Disrupção em cada um destes campos.

Quando temos a frase, vou repetir: “a disrupção acontece quando um entrante introduz um novo modelo de negócio em um segmento e os líderes passam a copiá-lo.”

Aqui, está se falando especificamente de Disrupção Organizacional.

Na verdade, a definição é fraca, pois um novo entrante pode introduzir uma Incrementalidade no modelo de negócios (Inovação Organizacional) e os outros copiarem.

O que define, a meu ver, uma Disrupção em qualquer ambiente, é a dificuldade que as mudanças que estão sendo introduzidas geram naquilo que chamamos de Normalidade.

Quanto maior é a Taxa de Estranhamento a determinada mudança pelas pessoas que entram em contato com ela, mais disruptiva ela é.

O Sapiens, por necessidade, economiza energia cerebral e vai automatizando a forma de pensar e agir que está funcionando dentro de determinada Normalidade.

O problema é que os Momentos de Normalidades Civilizacionais são passíveis de modificações mais ou menos disruptivas.

Quando entramos em Momentos de Extraordinariedades Civilizacionais, as formas de pensar e agir que funcionavam e era um ótimo remédio passam a ser veneno.

O que funcionava sendo mais automático, precisa ser revisto, mas está tão entranhado dentro da Mente Mais Automática, que não consegue ser revisitado.

Assim, os três tipos clássicos de Inovação Incremental, Radical e Disruptiva precisam ser avaliadas pelo impacto que causam na Normalidade, gerando Extraordinariedade.

A medição da Taxa de Disrupção de uma Inovação, assim, não é Exógena, definida por alguém, mas Endógena, que parte da dificuldade que as pessoas têm de se adaptar a ela.

Não gosto também do uso do conceito “Modelo de Negócios”.

Vamos ao Dr. Google:

“A forma como uma organização cria e entrega valor para seus clientes denomina-se modelo de negócio.”

Assim, todas as mudanças que ocorrem dentro de uma organização modificam o “Modelo de Negócio”.

O que temos, na verdade, na área das Mudanças Organizacionais são diferentes Inovações dentro dos Modelos de Negócio de cada empresa:

  • Inovações Mais Tecnológicas – que geram modificações, a partir da introdução de novas tecnologias;
  • Inovações Mais Administrativas – que geram modificações, a partir de mudanças administrativas.

Todas as modificações organizacionais, sejam elas tecnológicas ou administrativas, alteram o modelo de negócios.

Não há, portanto, “Inovação no Modelo de Negócio”, pois tudo faz parte do Modelo de Negócios. É preciso especificar claramente que tipo de inovação está se falando: tecnológica ou administrativa?

Temos aqui diversas variantes dos tipos de tecnologias e mudanças administrativas possíveis.

Diz ele:

“A visão de que a disrupção acontece de maneira repentina é ruim, porque passa a ideia de algo inesperado, difícil de prever.”

Se trabalharmos com o conceito de Disrupção Organizacional, temos um problema, pois há também as Disrupções Civilizacionais.

A sensação de que é repentina vem com a chegada de uma Extraordinariedade não prevista, que obriga as pessoas a uma Mudança Exógena, aquela que vem de fora para dentro.

Diz ele:

“(…) líder de mercado, entretanto, deveria se antecipar às mudanças do seu setor e assumir o papel de protagonista, e não apenas se colocar em posição de defesa.”

Ele complementa:

“A Globo reagiu, criou o próprio serviço de streaming, lançou aplicativos e fez parcerias. Mas tudo o que fez foi, como eu disse, uma reação ao que já estava no mercado. Como líder do setor há tantos anos, caberia a ela o papel de encabeçar a inovação e conduzir esse processo, o que teria evitado perdas financeiras e mercadológicas.”

O legado não deixa, vou contar no áudio a história do Globoonliners.

Basta ver o Net Promoter Score (NPS) uma espécie de encanto do cliente com as empresas.

Ele diz:

“O ponto aqui é que as empresas digitais normalmente possuem NPS na casa de 70/80, enquanto empresas tradicionais lutam para passar da faixa dos 40/50. Claro que existem exceções, mas essa é uma regra que tem se verificado, independentemente da atividade e do local.” // “Se olharmos para qualquer segmento, encontraremos marcas que classifico em quatro categorias: odiadas, toleradas, admiradas e amadas.”

E ainda:

“As barreiras de entrada sempre estiveram ligadas a regulamentação, necessidade de capital, domínio da tecnologia e acesso à cadeia de valor (consumidores, fornecedores, canais de distribuição etc.). Aos poucos, uma a uma, elas foram se tornando menos fortes no mundo digital.”

Por fim:

“Em uma empresa israelense, o nível hierárquico não importa quando se discute ideias.”

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

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#Horn – dialogando com este autor.

Os Mapas Mentais Conjunturais do Artigo:

Os Mapas Mentais Estruturais do Artigo:

Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Historietas:

Radares.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Airbnb não é um novo modelo de negócios, mas um novo tipo de Modelo Administrativo, que abandona a Gestão e passa para a Curadoria.
  2. O Radar Futurista das Organizações Tradicionais está quebrado e, é por isso, que estão sendo bombardeadas todos os dias sem saber de onde estão vindo os “aviões”.
  3. Enquanto não houver uma compreensão do novo cenário, se torna impossível se adaptar de forma adequada a ele.
  4. Inovar sempre foi uma necessidade, desde os tempos da caverna, o que mudou, na verdade, é a demanda pela inovação dentro de um novo Ambiente de Sobrevivência Desconhecido.
  5. Um planeta com oito bilhões de Sapiens não foi algo planejado, aconteceu e agora temos que nos adaptar a este novo ambiente com demandas muito mais complexas.
  6. As Organizações Digitais, que lideram o mercado, principalmente na área de serviços, praticam a Curadoria e não a Gestão.
  7. Há fatores de mudança de cenário com os quais não criamos, mas nos adaptamos a eles, como é o caso da chegada e massificação de novas mídias, por exemplo.
  8. Não é, portanto, possível criar todo o futuro, pois existem forças que independem muito pouco da ação humana.

Vamos ao Artigo:

“Nada permanece além da mudança.” – Heráclito.

Estamos no diálogo com o décimo segundo livro sobre inovação na Oitava Jornada de Leitura Bimodal.

O livro de Horn é dedicado a Inovação Organizacional dentro dos quatro campos classificados na Ciência da Inovação Bimodal (CIB): pessoal, grupal, organizacional e civilizacional.

Comecemos o diálogo.

Diz Horn, citando a seguinte frase:

“A melhor forma de prever o futuro é criá-lo”.

Há um engano nesta conhecida frase.

Podemos dizer que há dois futuros:

  • o Futuro Mais Espontâneo – é criado mais de fora para dentro do que de dentro para fora, com menor ação humana. Aqui, lidamos com forças mais gerais com as quais temos que nos adaptar e não temos muito controle, tal como aumentos populacionais, novas mídias, mudanças climáticas ou pandemias, que enquadramos dentro do campo da Inovação Civilizacional;
  • o Futuro Mais Dirigido – é criado mais de dentro para fora do que de fora para dentro, com maior ação humana. Aqui, temos a possibilidade da ação dentro dos campos da Inovação Individual, Grupal ou Organizacional.

Não é, portanto, possível criar todo o futuro, pois existem forças que independem muito pouco da ação humana.

Há fatores de mudança de cenário com os quais não criamos, mas nos adaptamos a eles,  como é o caso da chegada e massificação de novas mídias, por exemplo.

Um dos erros deste Mundo da Inovação é justamente a sensação onipotente de que tudo é passível de mudança, a partir da ação humana, o que não é verdade.

Um planeta com oito bilhões de Sapiens não foi algo planejado, aconteceu e agora temos que nos adaptar a este novo ambiente mais complexo.

Sigamos em frente.

Diz ele:

“Em 2000, montar uma empresa custava centenas de vezes mais do que custa em 2021.”

Por que temos esta redução de custo?

Tentemos procurar os motivos de por que montar uma empresa hoje é muito mais barato do que já foi:

  • temos uma descentralização da comunicação, o que permite que se possa encontrar clientes interessados de forma mais rápida e barata – o que viabiliza transações, quebrando as antigas barreiras de tempo e lugar;
  • há um aumento da diversidade, o que permite criar produtos e serviços mais dirigidos.

Diz ele:

“Como estar preparado para este novo mundo, no qual inovar é uma necessidade?”

Digo eu:

Inovar sempre foi uma necessidade, desde os tempos da caverna, o que mudou, na verdade, é a demanda pela inovação dentro de um novo Ambiente de Sobrevivência Desconhecido. 

Antes da Revolução Civilizacional 2.0, tínhamos um Ambiente de Sobrevivência, que tinha chegado ao seu limite, em função do aumento populacional.

De certa forma, antes da Internet, havia um grande domínio das Organizações Tradicionais sobre o Modus Operandi do Ambiente de Sobrevivência Sonoro.

Vejamos os dois Ambientes de Sobrevivência:

  • Ambiente de Sobrevivência 1.0 (Sonoro) – baseado em sons, que chegou ao seu limite com a chegada dos oito bilhões de Sapiens. Aqui se pratica a Gestão;
  • Ambiente de Sobrevivência (Algorítmico) – baseado em algoritmos, que nos permite resolver de forma mais criativa as demandas dos oito bilhões de Sapiens. Aqui se pratica a
    Curadoria.

O que as Organizações Tradicionais praticavam era uma Inovação Incremental dentro de um Ambiente de Sobrevivência Conhecido.

Hoje, é preciso aprender a inovar no Ambiente de Sobrevivência Curador, que é desconhecido pelos atuais paradigmas da Subciência Social da Administração.

Dentro do campo da Inovação Organizacional, temos uma crise da Subciência da Administração, que repercute a crise da Ciência Social 1.0.

Diz ele:

“Há muitos casos de inovação somente no modelo de negócio, como o Airbnb, por exemplo. A empresa descobriu que proprietários de imóveis poderiam se interessar em ter uma renda extra alugando parte ou todo o imóvel por curtos ou longos períodos, e que havia pessoas interessadas em ficar nesses imóveis, seja por serem ambientes mais acolhedores do que hotéis ou simplesmente pelo preço. A tecnologia propiciou um grande alcance das ofertas, mas a inovação principal está no modelo de negócio.”

Aqui, há um erro gritante de diagnóstico.

O que viabiliza o Airbnb é a possibilidade do uso de algoritmos para gerar confiança nas transações entre desconhecidos.

O Airbnb não é um novo modelo de negócios, mas um novo tipo de Modelo Administrativo, que abandona a Gestão e passa para a Curadoria.

Todas as Organizações Digitais, que lideram o mercado, principalmente na área de serviços, praticam a Curadoria e não a Gestão.

Diz ele:

“Accenture já desenvolveu até um “índice de disruptabilidade”, que mostra a propensão do segmento a sofrer disrupção. Aliás, a Accenture fez também uma pesquisa interessante, em 2018, na qual perguntou a mais de 3.500 CEOs de grandes empresas no mundo todo se eles consideravam que seu segmento passaria por uma ruptura nos três anos seguintes. Mais de 70% responderam que sim. A segunda pergunta era: “E o que você está fazendo para se proteger?”. Mais de 60% admitiram que estavam fazendo muito pouco. Se estivessem investindo em inovação, talvez o segmento não chegasse a passar por uma disrupção.”

Temos aqui um problema da escolha adequada do Ferramental Conceitual de Diagnóstico de Cenário.

Temos dois tipos de Ferramental Conceitual de Diagnóstico de Cenário:

  • Ferramental Conceitual de Diagnóstico de Cenário Indutivo – quando as mudanças são conhecidas e os paradigmas válidos e se justifica o levantamento de dados, incluindo entrevistas;
  • Ferramental Conceitual de Diagnóstico de Cenário Dedutivo – quando as mudanças são desconhecidas e os paradigmas se tornam inválidos, é preciso rever os paradigmas, para, só então, analisar os dados. Entrevistas com quem está dentro do antigo paradigmas precisam ser feitas de uma forma bem diferente. 

Note que a Accenture, citada por Horn, quando faz uma pesquisa com os 3.500 CEOs está se utilizando de um Ferramental Conceitual de Diagnóstico de Cenário Indutivo.

É impossível entender o atual cenário com os velhos paradigmas da Subciência Social da Administração sem que haja uma profunda revisão das bases filosóficas e teóricas.

Quando ele diz:

“Mais de 60% admitiram que estavam fazendo muito pouco. Se estivessem investindo em inovação, talvez o segmento não chegasse a passar por uma disrupção.”

Há aqui um problema, pois a disrupção é incontrolável. O que se precisa praticar hoje na Inovação Organizacional é um profundo processo de adaptação a um novo Ambiente de Sobrevivência.

Porém, como faz se realizar uma adaptação adequada ao novo Ambiente de Sobrevivência Algorítmico se:

  • as bases conceituais da Subciência da Administração 1.0 ficaram obsoletas;
  • que as pessoas que operam no mercado se baseiam ainda nos velhos paradigmas da Subciência da Administração 1.0;
  • que os Conceituadores de Plantão, que exercem mais influência sobre os Operadores, continuam praticando a Subciência da Administração 1.0.

Enquanto não houver uma compreensão do novo cenário, se torna impossível se adaptar de forma adequada a ele.

O Radar Futurista das Organizações Tradicionais está quebrado e, é por isso, que estão sendo bombardeadas todos os dias sem saber de onde estão vindo os “aviões”.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

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#Godin – dialogando com este autor.

Os Mapas Mentais Conjunturais do Artigo:

Os Mapas Mentais Estruturais do Artigo:

Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens 2.0 está aumentando a sua Taxa de Diversidade, pois agora tem um Ambiente de Sobrevivência que permite que isso seja feito.
  2. Quanto mais Sapiens temos no mundo, mais teremos mais e diversidade. Porém, nem sempre podemos expandir a diversidade por falta de mídias compatíveis.
  3. Vivemos até a chegada da Internet um longo período da Diversidade em Retração.
  4. A Curadoria – novo Modelo de Cooperação Humana – permite o aumento da Taxa da Diversidade, através da criação de Filtros Algorítmicos.
  5. A massificação da criação e uso dos Filtros Algorítmicos permite aumentar a Taxa de Diversidade na sociedade, algo fundamental para o fomento da Inovação em larga escala.
  6. Estamos saindo da escassez para a abundância da diversidade e precisamos aprender a lidar com este novo ambiente.
  7. Godin é um Conceituador Percepcionistas e, por causa disso, seu diagnóstico do atual momento é mais baseado em sensações do que em padrões.
  8. Ele percebe a demanda pelo aumento da Taxa de Criatividade que cada pessoa passa a ter neste novo Ambiente de Sobrevivência.

Vamos ao Artigo:

“É uma pena, mas não existe uma maneira de atingir os seus objetivos sem sofrimento.” – Godin.

Temos algo bem interessante neste segundo e último artigo do livro de Godin.

Tenho repetido que não fazemos na Bimodais análise ou resumo de livros, mas dialogamos com os autores.

Na verdade, somos provocados e inspirados para aprender e registrar formas adequadas e inadequadas – ao nosso critério da Melhor Verdade Progressiva – de pensar e agir.

O livro de Godin é o décimo primeiro da Oitava Imersão.

Em resumo, como dissemos no primeiro artigo, Godin é um Conceituador Percepcionistas e, por causa disso, seu diagnóstico do atual momento é mais baseado em sensações do que em padrões.

A ideia de uma “Revolução da Conexão” em contraponto a um “Mundo Industrial” não tem muita lógica.

Porém, os Conceituadores Percepcionistas nos ajudam a melhorar o nosso diagnóstico ao criticá-los, aprofundando e aperfeiçoando nossa visão.

Godin, entretanto, como vários Conceituadores, percebe claramente que estamos vivendo uma Guinada Civilizacional.

Mesmo sem muita entender a fundo a Guinada Civilizacional, o autor tem insights interessantes.

Ele percebe a demanda pelo Aumento da Taxa de Criatividade que cada pessoa passa a ter neste novo Ambiente de Sobrevivência. 

Ele denomina a demanda por criatividade por “praticar arte”.

E opta por definir arte como algo mais amplo do que o conceito original, que é o ato artístico.

“A arte é uma forma de o ser humano expressar suas emoções, sua história e sua cultura através de alguns valores estéticos, como beleza, harmonia, equilíbrio.”

O fato de que temos uma demanda pelo aumento da Taxa da Criatividade não vai nos tornar todos artistas, pois a arte é um campo específico de atividade.

Prefiro dizer que todos teremos que ser mais criativos nas nossas diferentes atividades, onde se incluem as atividades artísticas.

O livro de Godin, por defender o aumento da Taxa de Inovatividade nas pessoas, entra na Biblioteca Bimodal, na  “Prateleira da Inovação Pessoal”. 

Para registro, na Ciência da Inovação Bimodal (CIB) identificamos quatro campos operacionais das atividades inovadoras humanas: pessoal, grupal, organizacional e civilizacional.

Feito este preâmbulo, vamos ver o que fomos inspirados nestes segundo artigo.

Registro, antes de tudo, uma boa frase dele sobre isso:

“Revoluções trazem o caos total. É por isso que são revolucionárias.”

Analisemos:

  1. não gosto da ideia de caos total, mas do aumento da Taxa de Caos, se quiserem ir nesta direção, a ideia de total não é científica, sempre é preciso graduar;
  2. o que temos em momentos de Disrupção Ambiental é a passagem de um Momento de Normalidade para o de Extraordinariedade;
  3. Momentos de Extraordinariedade demandam mudanças nos métodos de análise de cenário, na passagem do Método Indutivo (paradigmas válidos que nos ajudam a analisar os dados) para a o Método Indutivo (demanda pela revisão dos paradigmas para, só então, partir para analisar os dados).

Porém, o eixo central deste segundo artigo não é este, mas a dicotomia escassez versus abundância.

Ele diz que temos uma nova escassez e uma nova abundância dentro do novo Ambiente de Sobrevivência.

Usa termos como “abriram as portas” ou “fim da lavagem cerebral”.

Fato é que há um Pêndulo Civilizacional entre Mídias e Demografia.

Quando aumentamos a população, a tendência – para que possamos atender as demandas de consumo cada vez maiores – é a verticalização de produtos, serviços e da própria mídia.

A Verticalização de Produtos, Serviços e das Mídias nos levam para o aumento da Taxa da Massificação do Sapiens.

Assim, tivemos nos últimos dois séculos um gradual aumento da Massificação Humana para que pudéssemos resolver nossos problemas de sobrevivência. Isso é algo que ocorre naturalmente e não de forma dirigida e planejada por determinado grupo.

Não são, como sugere Godin, algo feito de forma planejada e dirigida pelo que ele chama de “Industrialistas”.

São movimentos de Ordem Mais Espontânea da Inovação Civilizacional, que procuram resolver, de alguma forma, os problemas de sobrevivência.

Há nestes movimentos de Aumento da Taxa de Massificação uma obrigatória – apesar de lamentável –  redução da Diversidade Humana, pois não é possível produzir de forma mais personalizada. É o preço que pagamos pelo aumento populacional.

Nestes períodos, entre Revoluções Civilizacionais, passamos a viver uma Crise da Diversidade com um exponencial aumento da Verticalização do Ambiente de Sobrevivência.

Revoluções Civilizacionais, que se iniciam com a chegada e massificação de novas Mídias Descentralizadoras, iniciam um processo de Desmassificação Humana.

Revoluções Civilizacionais permitem que haja um aumento exponencial da Taxa de Personalização, com o aumento da Taxa de Diversidade.

Os períodos entre Revoluções Civilizacionais se caracterizam pela Consolidação dos Renascimentos anteriores e por uma Crise Civilizacional por falta de Mídias Descentralizadoras.

A boa notícia é que estamos fechando o ciclo da Crise Civilizacional e iniciando o melhor momento do Sapiens, que é a etapa do Renascimento Civilizacional, quando podemos acomodar de forma mais adequada o novo Patamar Demográfico.

Tivemos nos últimos 200 anos um salto exponencial da população de um para oito bilhões de habitantes.

Quanto mais Sapiens temos no mundo, mais teremos mais e diversidade. Porém, nem sempre podemos expandir a diversidade por falta de mídias compatíveis.

Vejamos:

  • A Diversidade em Retração – quando temos aumento populacional e mídias que NÃO nos permitem o aumento da taxa de divulgação de ideias e o aumento da cooperação entre as pessoas, temos retração da diversidade;
  • A Diversidade em Expansão – quando temos aumentos populacionais e mídias que nos permitem o aumento da taxa de divulgação de ideias e o aumento da cooperação entre as pessoas, temos o aumento da diversidade.

A prática da diversidade é a base da inovação.

O Sapiens 2.0 está aumentando a sua Taxa de Diversidade, pois agora tem um Ambiente de Sobrevivência que permite que isso seja feito.

Vivemos até a chegada da Internet um longo período da Diversidade em Retração.

Depois da Internet, saímos da Diversidade em Retração e passamos para a Diversidade em Expansão.

A Curadoria – novo Modelo de Cooperação Humana – permite o aumento da Taxa da Diversidade, através da criação de Filtros Algorítmicos.

Filtros Algorítmicos nos permitem:

  • personalizar nossas escolhas;
  • identificar pessoas, produtos e serviços que podem nos ajudar ou nos atrapalhar na nossa caminhada pela Sobrevivência de Mais Qualidade. 

A massificação da criação e uso dos Filtros Algorítmicos permite aumentar a Taxa de Diversidade na sociedade, algo fundamental para o fomento da Inovação em larga escala.

Estamos saindo da escassez para a abundância da diversidade e precisamos aprender a lidar com este novo ambiente.

Temos alguns problemas na passagem do Sapiens 1.0 para o 2.0:

  • não temos ferramentas internas para praticar o aumento da Originalização Individual;
  • não temos ferramentas externas, ainda incipientes, para que possamos praticar a Originalização Coletiva.

As Ferramentas para aumentar a Taxa de Originalização são:

  • Ferramentas Internas – aumentar a nossa capacidade de identificação e desenvolvimento dos nossos principais potenciais;
  • Ferramentas Externas – criar Ambientes de Sobrevivência, que nos permitam praticar esta Originalização maior.

Algumas frases que ainda destaco de Godin:

  1. “A economia de conexão mudou o jeito de conseguir um emprego e o que se faz depois disso. Mudou a forma de produzir e ouvir música, de escrever e ler livros e de descobrir onde comer, o que comer e com quem comer. Isso destruiu a mediocridade dos produtos comuns para pessoas comuns, com poucas opções, e possibilitou arestas fora do lugar, espaços onde pessoas que se importam encontram seus pares e, juntas, todas acabam se preocupando com algo ainda mais do que antes de se conhecerem.”;
  2. “Coragem é contar a nossa história sem ser imune às críticas.” – Brené Brown;
  3. “A economia rescindiu aquele trato simples: “Faça o que lhe mandam, siga o caminho mais seguro e vai conseguir ganhar a vida”. Nunca foi tão difícil ganhar a vida. Diante das alternativas, cabe a você escolher.”

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

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#Mente 3 – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais Conjunturais do Artigo:

Os Mapas Mentais Estruturais do Artigo:

Historietas:

Bill Wilson o que aprender com ele.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A música “Deixa a vida me levar” é a melô da Mente 1.
  2. Quanto mais disruptiva é a mudança, mais e mais precisaremos operar com a Mente 3.
  3. A Mente 3 opera na observação, revisão e reformatação das formas de pensar e agir das outras duas mentes.
  4. A pessoa tem que viver as consequências de sua forma de pensar e agir e, só então, se dispor a encarar uma Mudança Mais Filosófica.
  5. Por isso, a Inovação Disruptiva é tão complexa: a pessoa tem que, de dentro para foram, querer mudar, pois percebe que a sua forma de pensar e agir anterior está lhe atrapalhando.
  6. Quanto mais estrutural é a nossa forma de pensar e agir, mais e mais vai ficando armazenada nas áreas mais automáticas e inacessíveis da mente.
  7. A Filosofia é a base da nossa forma de pensar e é dela que se desdobra o encadeamento na forma de pensar e agir.
  8. Quanto mais filosófica é a mudança, mais difícil é a aceitação e a adaptação a ela.

Vamos ao Artigo:

“A dor é a pedra de toque de todo o crescimento.” – Bill Wilson.

Classicamente, no que nos ensinou Joseph Schumpeter (1883-1950), temos três tipos de Inovação, a incremental, radical e disruptiva.

Podemos dizer que cada tipo de inovação é praticada por uma das nossas mentes:

  • A Mente 1 – mais automática consegue lidar com a Inovação Incremental;
  • a Mente 2 – menos automática precisa ser acionada para a Inovação Radical;
  • A Mente 3 – a quase nada automática que precisa ser utilizada para a Inovação Disruptiva.

A Mente 3 opera na observação, revisão e reformatação das formas de pensar e agir das outras duas mentes.

Quanto mais disruptiva é a mudança, mais e mais precisaremos operar com a Mente 3.

De maneira geral, operamos mais com a Mente 1 e 2.

Pessoas muito perdidas na vida são aquelas que se deixam levar mais pela Mente 1.

A música “Deixa a vida me levar” é a melô da Mente 1.

Quando praticamos a Inovação Incremental ou Radical não há modificações em aspectos mais filosóficos, que estão armazenados na Mente 1 e 2.

Pela ordem de enraizamento na mente e a sua relação com os diferentes tipos de inovação, temos:

  • Mudanças Filosóficas – (que reúne crenças e valores mais estruturais) estão armazenadas em áreas mais inacessíveis das Mentes 1 e 2, que é alterada nas Inovações Disruptivas;
  • Mudanças Teóricas – (que reúne crenças e valores menos estruturais) estão armazenadas em áreas mais acessíveis nas Mentes 1 e 2, que é alterada nas Inovações Radicais;
  • Mudanças Metodológicas – (que reúne crenças e valores ainda menos estruturais) estão armazenadas em áreas mais acessíveis nas Mentes 1 e 2, que é alterada nas Inovações Incrementais;
  • Mudanças Operacionais – (que reúne crenças e valores ainda menos estruturais) estão armazenadas em áreas mais acessíveis nas Mentes 1 e 2, que é alterada nas Inovações Incrementais.

Temos assim a seguinte regra:

Quanto mais filosófica é a mudança, mais difícil é a aceitação e a adaptação a ela.

Por quê?

A Filosofia é a base da nossa forma de pensar e é dela que se desdobra o encadeamento na forma de pensar e agir.

Quanto mais estrutural é a nossa forma de pensar e agir, mais e mais vai ficando armazenada nas áreas mais automáticas e inacessíveis da mente.

Por isso, conforme aprendemos com Bill Wilson (1895-1971), fundador dos grupos de mútuo ajuda, entre eles o AA (Alcóolatras Anônimos), mudanças filosóficas não são feitas por convencimento, mas por atração.

Por quê?

A pessoa que tem um problema com alguma atividade tóxica da Mente 1 precisa praticar um grande esforço para acionar as Mentes 2 e 3.

Esse esforço na direção da mudança precisa vir de Forma Endógena (de dentro para fora), pois demanda muito energia para rever áreas mais automáticas e inacessíveis da mente.

Por isso, a Inovação Disruptiva é tão complexa: a pessoa tem que, de dentro para foram, querer mudar, pois percebe que a sua forma de pensar e agir anterior está lhe atrapalhando.

Por isso, a sugestão do AA é de que não haja campanha para que as pessoas parem de beber.

A pessoa tem que viver as consequências de sua forma de pensar e agir e, só então, se dispor a encarar uma Mudança Mais Filosófica.

Temos algumas questões finais do artigo.

1- a Ciência da Inovação Bimodal (CIB), com seus quatro grandes campos de análise e reflexão, individual, grupal, organizacional e civilizacional nos permite transitar entre eles e aprender com diferentes experiências;

2  no epicentro da Ciência da Inovação Bimodal (CIB) temos o estudo da mente, que é algo fundamental para que o Sapiens possa viver com mais qualidade;

3- o Sapiens 1.0 operava de maneira estrutural mais com a Mente 1 e 2 do que com a 3, algo que veio se consolidando ainda mais com a Verticalização Civilizacional, que passamos a viver ao longo dos últimos dois séculos;

4 – tivemos estudos das mudanças da mente, a partir da chegada de novas mídias, mas não da necessidade do desenvolvimento da Mente 3, a mais filosófica e disruptiva das três;

5 – da mesma maneira que com a escrita reduzimos a necessidade da memória, hoje temos a demanda por uma Mente mais desapegada;

6 – as nossas mentes mais automáticas têm as suas funções, o problema é quando elas começam a nos levar para crise de sobrevivência e não conseguimos fazer com que elas nos guiem;

6 – uma pessoa mais dogmática é aquela que armazenou na mente automática algo que precisa ser revisto e não se consegue revisar.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

­O áudio do artigo

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#Educação 2.0 – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais Conjunturais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A Educação 1.0 tinha como base a preparação para que o Sapiens vivesse no Ambiente de Sobrevivência Sonoro, que era muito menos mutante do que o 2.0.
  2. Quando pensamos sobre o futuro da educação é preciso entender que a Educação promove uma atividade vinculada à Sobrevivência humana.
  3. Só será possível compreender as demandas da Educação 2.0 se houver, primeiro, uma revisão da Ciência Social 1.0.
  4. Educadores precisam compreender o Sapiens e a jornada humana de forma diferente, para só então, iniciar a revisão dos Ambientes Educacionais.
  5. A chegada da Civilização 2.0 criou uma Anomalia Conceitual na Ciência Social, que afeta todas as outras Subciências.
  6. O papel da Educação, seja ela formal ou informal, é fornecer subsídios para que possamos sobreviver melhor.
  7. Assim, se temos hoje uma mudança disruptiva na forma como sobrevivemos, precisamos adaptar à Educação a este novo ambiente.
  8. Estamos migrando da Sobrevivência 1.0 para a 2.0 e precisamos de uma Educação Formal e Informal, que nos permita criar um Ambiente Educacional compatível.

Vamos ao Artigo:

“A principal inovação na educação neste novo século é superar o desafio da qualidade na quantidade e na quantidade com qualidade.” – Ronaldo Mota.

Antes de tudo, é preciso entender tanto na educação como em todas as outras Subciências Sociais de que temos uma Anomalia Conceitual a ser superada.

Temos dois tipos de Subciências Sociais:

  • As Subciências Sociais que geram atividades fins (Educação, Direito, Administração);
  • As Subciências Sociais que geram atividades meios (Psicologia, Inovação).

Anomalias Conceituais ocorrem quando os fatos passam a não mais rimar com os conceitos.

A chegada da Civilização 2.0, iniciada a partir da chegada e massificação de uma nova Mídia Descentralizadora, criou uma Anomalia Conceitual na Ciência Social, que afeta todas as outras Subciências.

Só será possível compreender as demandas da Educação 2.0 se houver, primeiro, uma revisão da Ciência Social 1.0.

A Ciência Social 1.0 NÃO considerava que algumas forças alteram profundamente a história humana e suas respectivas Subciências:

  • A Demografia Progressiva;
  • A Mídia Progressiva;
  • A Sobrevivência Progressiva.
  • Que nos levam à Complexidade Progressiva.

Quando pensamos sobre o futuro da educação é preciso entender que a Educação promove uma atividade vinculada à Sobrevivência humana.

O Sapiens é uma espécie que precisa de uma Formatação Básica Obrigatória para que possa sobreviver cada vez melhor.

O papel da Educação, seja ela formal ou informal, é fornecer subsídios para que possamos sobreviver melhor.

Assim, se temos hoje uma mudança disruptiva na forma como sobrevivemos, precisamos adaptar a Educação a este novo ambiente.

Estamos migrando da Sobrevivência 1.0 para a 2.0 e precisamos de uma Educação Formal e Informal, que nos permita criar um Ambiente Educacional compatível.

Temos dois tipos de ajustes necessários:

  • Na Formatação Básica Obrigatória – Sapiens que tenham mais capacidade adaptativa, o que significa mais criatividade, autonomia, capacidade empreendedora;
  • Na Atualização Educacional ao longo da vida – Sapiens que se reciclem constantemente.

A Educação 1.0 tinha como base a preparação para que o Sapiens vivesse no Ambiente de Sobrevivência Sonoro, que era muito menos mutante do que o 2.0.

Se tivermos que listar as demandas atuais e futuras do Sapiens, que a educação pode ajudar, teríamos:

  • mais autonomia, capacidade de autodidatismo;
  • mais criatividade, para que se possa inovar de forma permanente;
  • mais empreendedorismo, para que se possa viver num mundo de mais trabalho e menos emprego.

Se tivermos que listar o que o Sapiens precisa MENOS na educação teríamos:

  • Conteudismo – já que o conteúdo está disponível;
  • Verticalismo – com o aprendizado cada vez mais horizontal;
  • Formalismo – com uma desburocratização do aprendizado.

Os desafios para a Educação 2.0 são grandes e vão exigir iniciativas disruptivas por parte dos educadores.

Porém, antes de qualquer coisa, é preciso saber por onde começar.

Educadores precisam compreender o Sapiens e a jornada humana de forma diferente, para só então, iniciar a revisão dos Ambientes Educacionais.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

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GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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#Godin – dialogando com este autor.

Os Mapas Mentais Conjunturais do Artigo:

 

Os Mapas Mentais Estruturais do Artigo:

Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A inovação é o que faz de nós seres humanos.
  2. A inovação é o que faz de nós seres humanos.
  3. Conceituadores Percepcionistas são bons para ter insights interessantes, mas temos que aprender a descartar a sua visão de cenário.
  4. Um Ambiente de Sobrevivência tem limites, que são quebrados com a chegada de novas mídias, que nos permitem fazer coisas que eram impossíveis antes.
  5. É como se vivêssemos dentro de um aquário, com paredes definidas, que vários problemas não tinham como serem resolvidos dentro das fronteiras antigas.
  6. A principal barreira do Ambiente de Sobrevivência Sonoro, que chamamos também de 1.0, era a solução de problemas com mais qualidade em grande quantidade.
  7. Conjunturalmente, o Sapiens precisa abandonar um tipo de Mente mais Repetitiva e passar para uma Mais Criativa para poder viver com mais qualidade na Civilização 2.0.
  8. Todos podemos melhorar nossa Taxa de Criatividade, a partir de novas filosofias, teorias e metodologias, que nos ajudem nessa direção.

Vamos ao Artigo:

“A cerca que nos impedia de sair não está mais lá, mas ainda assim nos sentimos confortáveis com os limites antigos.” – Godin.

Godin é um Conceituador Mais Percepcionista e do que Padronista.

Vejamos a diferença entre os dois Tipos de Conceituadores:

  • Um Conceituador Mais Percepcionista não se preocupa em chegar aos seu diagnóstico de cenário com Padrões Históricos;
  • Um Conceituador Mais Padronista se preocupa em chegar aos seu diagnóstico de cenário com Padrões Históricos;

Conceituadores Percepcionistas são bons para ter insights interessantes, mas temos que aprender a descartar a sua visão de cenário.

Godin é um Conceituador da Inovação dedicado à Inovação Pessoal.

Temos três tipos de Conceituadores da Inovação:

  • Conceituadores da Inovação Pessoal;
  • Conceituadores da Inovação Grupal;
  • Conceituadores da Inovação Organizacional.

Como vários outros Conceituadores da Inovação Pessoal, eles percebem a demanda dos respectivos clientes por Inovação, mas não conseguem entender muito o motivo de tal demanda.

Assim, como os demais Conceituadores Percepcionistas da Inovação Pessoal a visão de cenário de Godin é fraca.

O livro percebe a grande mudança que estamos passando, mas não sabe diagnosticá-la com adequação.

O que ele diz:

“Com o fim da era industrial e sua substituição por uma economia de conexão…”

Ele chama o atual momento de “Revolução da Conexão”, que se colocaria na sequência de um ambiente industrializado, o que não faz o menor sentido.

Cabe aqui uma reflexão.

Revoluções são mudanças qualitativas em algo que o Sapiens já faz e não quantitativas.

Exemplos?

Quando inventamos o avião, tivemos uma Revolução na Mobilidade, pois nunca antes na história do Sapiens havíamos voado. A mesma coisa o foguete ou na área da energia, a luz elétrica.

Quando há a melhoria dos aviões, dos foguetes ou da energia temos evoluções e não revoluções.

Hoje, com a chegada da Revolução da Sobrevivência 2.0 temos o aumento quantitativo em vários aspectos, incluindo a conexão entre as pessoas. Mas este aspecto não é o que caracteriza a revolução.

A Revolução da Sobrevivência 2.0 se caracteriza pela chegada de novas formas de cooperação, que nos permite criar os Ubers, algo inédito na história humana.

Vejamos a diferença entre Evolução e Revolução da Sobrevivência:

  • Revoluções da Sobrevivência se caracterizam por mudanças qualitativas, introduzindo algo inédito na sobrevivência do Sapiens, com alto impacto na forma como sobrevivemos;
  • Evoluções da Sobrevivência se caracterizam por mudanças quantitativas, introduzindo algo incremental na sobrevivência do Sapiens, com baixo impacto na forma como sobrevivemos.

No Percepcionismo se chama de revoluções o que é evolução, tal como do conhecimento, da informação, industrial.

Podemos ter, se quisermos, Sub-Revoluções.

Podemos dizer que a introdução da Inteligência Artificial ou da Impressora 3D podem provocar Revolução na Indústria, mas NÃO podemos dizer que o principal fenômeno que estamos vivendo na sociedade hoje é uma Revolução Industrial.

Temos hoje mudanças em quase TODAS as áreas da sociedade e é preciso entender que isso é provocado pela chegada e massificação de uma Nova Mídia Descentralizadora, que é o principal Fator Detonador, que gera Sub-Revoluções variadas.

Há um erro em confundir o que é o Fator Detonante Principal dos Secundário, que afetam os diversos setores.

O que tem de interessante no livro, que podemos utilizar na Narrativa Bimodal?

“….a maioria de nós não tem ideia de que não estamos mais aprisionados.”

A ideia de que havia uma prisão, este insight é bom.

Um Ambiente de Sobrevivência tem realmente limites, que são quebrados com a chegada de novas mídias, que nos permitem fazer coisas que eram impossíveis antes.

É como se vivêssemos dentro de um aquário, com paredes definidas, que vários problemas não tinham como serem resolvidos dentro das fronteiras antigas.

A principal barreira do Ambiente de Sobrevivência Sonoro, que chamamos também de 1.0, era a solução de problemas com mais qualidade em grande quantidade.

Diz Godin:

“As pessoas se preocupam demais em seguir instruções.”

Aqui, temos que separar dois momentos.

Estruturalmente, o Sapiens sempre seguirá instruções de alguma forma, pois isso faz parte da nossa espécie. As outras espécies são instintivas e mais naturais e nós somos Informatados e mais artificiais.

Conjunturalmente, o Sapiens precisa abandonar um tipo de Mente mais Repetitiva e passar para uma Mais Criativa para poder viver com mais qualidade na Civilização 2.0.

Dentro desta nova CONJUNTURA, há uma demanda por mais criatividade do que havia antes.

Assim, não podemos defender que precisamos ser artistas, mais criativos e blá, blá, blá, mas que dentro deste novo contexto é preciso ser menos repetitivo.

A Civilização 2.0 exige o surgimento do Sapiens 2.0.

Volta o assunto que já aparece em outros livros do Conceituadores de Inovação Pessoal que é o de entender a capacidade de criação como algo estrutural de TODOS os Sapiens e não apenas de alguns.

Todos podemos melhorar nossa Taxa de Criatividade, a partir de novas filosofias, teorias e metodologias, que nos ajudem nessa direção.

Diz ele:

“Arte é o que faz de nós seres humanos.”

Acredito aqui que a palavra “arte” tem o uso inadequado.

Diz o Dr. Google:

“A arte é uma forma de o ser humano expressar suas emoções, sua história e sua cultura através de alguns valores estéticos, como beleza, harmonia, equilíbrio.”

Acredito que o que Godin está se referindo é a criatividade e a inovação, ainda mais progressiva, a frase seria mais adequada desta forma.

A inovação progressiva é o que faz de nós seres humanos.

Isto é bom, quase um Diamante:

“Tem uma parte que não te contaram: além de dizer a Ícaro para não voar alto demais, Dédalo o instruiu a não voar muito baixo, rente ao mar, porque a água faria as asas perderem a sustentação.”

Este ponto nos reforça, dentro da Inovação Pessoal, o que definimos como Mantra da Potência, importado dos grupos de mútuo-ajuda:

“Serenidade para o que não posso mudar, coragem para o que posso e sabedoria para perceber a diferença.”

O Mantra da Potência faz parte da Metodologia da Inovação Pessoal Bimodal, com a sugestão da melhor forma de lidar com a realidade.

É reforçado por esta frase de Godin que expressa o Mantra da Potência:

“O caminho aberto para cada um de nós não é o da estupidez imprudente nem o da obediência irracional.”

Diz ele:

“Os industrialistas transformaram a insolência em pecado capital, mas de modo conveniente ignoraram um defeito bem mais comum: contentar-se com pouco.”

No novo cenário é preciso aumentar a Taxa de Ousadia. Sugiro ignorar o termo “Industrialista” é fraco.

Continua na mesma linha, aumento de Taxas de Inovatividade:

“…o caminho diante de nós é sermos humanos, fazermos arte e voarmos muito mais alto do que nos ensinaram.”

Esta é uma ótima frase:

“A cerca que nos impedia de sair não está mais lá, mas ainda assim nos sentimos confortáveis com os limites antigos.”

Este é o Diamante principal:

“A zona de segurança mudou, mas a sua zona de conforto não mudou.”

Podemos traduzir assim.

Existem duas ideias de Normalidade:

  • O Normal Exógeno – como devemos agir para sobreviver com mais qualidade, o que definimos como Zona de Segurança;
  • O Normal Endógeno – como devemos pensar para sobreviver com mais qualidade, o que definimos como Zona de Conforto.

O que o autor sugere é que deve haver um equilíbrio entre os dois e hoje, com a disrupção atual, isso ficou desequilibrado.

O Ambiente de Sobrevivência 1.0 criou um normal, que se modificou. Temos que nos adaptar agora ao Novo Normal do Sapiens 2.0.

O conforto hoje é muito menos repetitivo que foi no passado.

A “zona de segurança” é a nova forma de competir no mercado.

Diz ele sobre isso:

“Você pode ir a todas as reuniões, ler todos os livros e participar dos seminários que quiser, mas, se não descobrir como realinhar a sua zona de conforto com a zona de segurança atual, nem todas as estratégias do mundo serão capazes de ajudá-lo.” // “A nova zona de segurança é o lugar onde arte, inovação, destruição e renascimento acontecem.”//”A zona de segurança atual não é tão confortável quanto a anterior.”// “Passamos por cem anos de lavagem cerebral para aceitar o sistema industrialista e considerá-lo normal e seguro.”

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

 

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#Cooperação_Progressiva – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais Conjunturais do Artigo:

Os Mapas Mentais Estruturais do Artigo:

Historietas:

Minha jornada marxista.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma sociedade considerada melhor é aquela que permite rimar complexidade com Originalização.
  2. A Cooperação Humana ao logo da história sempre vai na direção de Ambientes de Sobrevivência menos para mais horizontalizados.
  3. Os Sistemas Sociais, Políticos e Econômicos, na verdade, são, dentro de uma análise da Macro-História, aprimoramentos da Cooperação Humana.
  4. Revoluções da Sobrevivência têm essa característica em comum: aumentam a capacidade de cooperação entre pessoas que não se conhecem.
  5. Até a chegada da Civilização 2.0, nossa taxa de confiança para trocas de todos os tipos com desconhecidos era muito menor do que a atual.
  6. A Cooperação Progressiva nos permite criar sociedades cada vez com mais membros e, por causa disso, mais complexas.
  7. Vivemos hoje com a chegada da Revolução da Sobrevivência 2.0 um processo de aumento exponencial da Cooperação Mais Horizontalizada.
  8. O Sapiens é uma espécie que baseia FORTEMENTE a sua sobrevivência na cooperação.

Vamos ao Artigo:

“Quanto mais é complexo o todo, mais dependemos da divisão de conhecimentos entre os indivíduos.” – Hayek.

O mais comum é denominarmos o atual Ambiente de Sobrevivência de “Capitalismo“, mas acredito que o conceito é inadequado.

Todos, absolutamente, todos os Ambiente de Sobrevivência foram e são Cooperativistas.

Vivemos hoje mais um Cooperativismo.

O que diferencia um Cooperativismo de outros é a Taxa de Cooperação mais ou menos verticalizada.

Há Cooperativismos mais ou menos horizontalizados, tendo, a princípio alguns fatores:

  • o aumento populacional anterior;
  • as Filosofias, Teorias e Metodologias de Sobrevivência;
  • e o Ambiente Midiático disponível.

Cooperar vem da junção do co (juntos) na operação. Cooperar é promover operações de forma conjunta.

Fato é que quase todas as espécies vivas cooperam mais ou menos de alguma maneira, de forma mais ou menos verticalizada.

O Sapiens é uma espécie que sempre baseou a sua sobrevivência na cooperação.

Mais ainda.

O Sapiens é uma espécie progressiva e, por causa disso, pratica a Cooperação Progressiva.

A Cooperação Progressiva nos permite criar sociedades cada vez com mais membros e, por causa disso, mais complexas.

Temos dois tipos de Cooperação:

  • A Cooperação Mais Verticalizada –  na qual há uma redução da interação horizontal dos membros;
  • A Cooperação Mais Horizontalizada –  na qual há um aumento da interação horizontal entre os membros.

Quando temos aumentos populacionais exponenciais temos a tendência da Verticalização da Cooperação, como ocorreu nos últimos dois séculos.

O Cooperativismo Smithiano – que veio, a partir dos conceitos de Adam Smith (1723-1790) – nos permitiu aumentar a população e entrou em crise por causa disso.

O Cooperativismo Smithiano foi bolado dentro do Macro Ambiente de Sobrevivência Sonoro, que tem claramente um limite cooperativo.

O que estamos vivendo hoje é a migração do Macro Ambiente de Sobrevivência Sonoro para o Digital, que nos possibilita a criação de um novo tipo de Cooperativismo ainda mais sofisticado. 

Estamos alterando o Ferramental Midiático do Macro Ambiente de Sobrevivência e não ainda o seu Arcabouço Conceitual.

A Civilização 2.0 permite a quebra das barreiras cooperativas, que tínhamos no Ambiente de Sobrevivência Sonoro.

Até a chegada do Ambiente de Sobrevivência 2.0, nossa taxa de confiança para trocas de todos os tipos com desconhecidos era muito menor do que a atual.

Revoluções da Sobrevivência têm essa característica em comum: aumenta a capacidade de cooperação entre pessoas que não se conhecem e, por causa disso, permitem uma sociedade mais sofisticada.

Os Sistemas Sociais, Políticos e Econômicos, na verdade, são, dentro de uma análise da Macro-História,  aprimoramentos da Cooperação Humana.

A Cooperação Humana tem limites impostos pelo Ferramental Midiático.

São lançadas propostas de Modelos Conceituais de Sobrevivência, que são adotadas, ou não, a partir da sua eficácia. Viram, ou não, Zonas de Atração.

Porém, os Modelos Conceituais de Sobrevivência quando são aceitos e disseminados acabam por gerar aumentos populacionais e entram em crise.

Batem nos limites do Macro Ambiente de Sobrevivência, que são regulados pelas mídias. É o que está ocorrendo agora.

O grande mérito do Cooperativismo Smithiano foi de viabilizar o aumento populacional, que, nos permitiu chegar a 8 bilhões de Sapiens, mas entrou em crise justamente pelas suas virtudes e não pelos seus defeitos.[

Foi o Macro Ambiente de Sobrevivência Sonoro que esgotou suas possibilidades de atender as demandas humanas e o Cooperativismo Smithiano foi criado dentro destas limitações.

Tivemos, claramente, nas últimas décadas uma verticalização do Cooperativismo Smithiano.

Quando aumentamos exponencialmente a população, a tendência é termos uma Verticalização do Ambiente de Sobrevivência.

Não é um movimento dirigido, mas espontâneo.

A única forma de mudar o viés da verticalização para a horizontalização é quando surgem novas Mídias Mais Descentralizadas.

A Cooperação Humana ao longo da história sempre irá na direção de Ambientes de Sobrevivência menos para mais horizontalizados.

A única forma sustentável para que o Sapiens possa lidar melhor com a complexidade é:

  • aumentar a participação das pessoas nos processos;
  • estimular a personalização;
  • aumentar a interação e a cooperação entre conhecidos e desconhecidos;
  • e permitir a liberdade inovadora.

Sim, temos Processos Mais Verticalizados de Sobrevivência no longo prazo, mas são sempre passageiros, pois geram a Crise da Massificação.

O Sapiens – por viver a Complexidade Demográfica Progressiva –  precisa sempre rimar mais Sapiens com mais personalização.

A massificação não se sustenta no longo prazo, pois há uma Demanda Estrutural do Sapiens pela personalização.

Uma sociedade considerada melhor é aquela que permite rimar complexidade com Originalização.

Se analisarmos a Cooperação Progressiva na Jornada Humana vamos perceber o seguinte padrão:

  • Revoluções Civilizacionais, com a chegada de novas Mídias Descentralizadoras abrem Novos Ciclos da Cooperação Progressiva;
  • O novo Ciclo de Cooperação Progressiva permite que haja o Novos Ciclos de Aumento Populacional;
  • O novo Ciclo de Aumento Populacional gera Crises de Sobrevivência, demandando novos Ciclos de Cooperação Progressiva, cada vez mais horizontalizados;
  • Para que novos Ciclos de Cooperação Progressiva possam ocorrer, é preciso o surgimento de novas Mídias Descentralizadas.

Vivemos hoje com a chegada da Revolução da Sobrevivência 2.0 um processo de aumento exponencial da Cooperação Mais Horizontalizada.

Numa Cooperação Humana Mais Horizontalizada temos os seguintes aumento de taxas:

  • de interação;
  • de troca de todos os tipos, desde de ideias a produtos e serviços.

Temos, portanto, duas grandes mudanças com a chegada da Revolução da Sobrevivência 2.0:

  • Mudanças Estruturais Qualitativas – que é o surgimento de novos modelos de cooperação humana;
  • Mudanças Estruturais Quantitativas – que é o aumento das taxas de várias atividades humanas, tal como informação, conhecimento, cooperação, interação, competitividade e inovação.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

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#Desautomatização – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais Estruturais do Artigo:

Os Mapas Mentais Conjunturais do Artigo:

Historietas:

sem

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Inovar é um processo não de criação em cima do vazio, mas de Desautomatização.
  2. Inovar significa, basicamente, Desautomatizar. Ou, se quiserem, Reformatar, adotando novas formas de pensar e agir mais adequadas ao novo Ambiente de Sobrevivência.
  3. O que precisa ser dito de forma clara é o seguinte: nossa Mente 1.0 está ficando cada vez mais obsoleta diante das demandas da Civilização 2.0.
  4. Nossas mentes hoje estão adaptadas para um tipo e um ritmo de mudança de cenário bem diferente do que estamos vivendo.
  5. O Sapiens 2.0, que terá que aprender a viver dentro de um Ambiente Cooperativo muito mais inovador do que o atual.
  6. Basicamente, temos diante de um Futuro Mais Mutante uma demanda da passagem de uma Mente Mais Repetidora para uma Mente Mais Inovadora.
  7. Temos hoje uma Mente 1.0, que foi formatada para muito mais repetir do que inovar.
  8. Estamos lidando com a inovação, como se fosse uma dieta, que fazemos durante um tempo, mas depois voltamos ao nosso antigos hábitos alimentares.

Vamos ao Artigo:

“Antes feito do que perfeito.” – Joel Moraes.

Vivemos hoje uma inédita Disruptiva Passagem Civilizacional, do Ambiente de Sobrevivência 1.0, baseado nas Mídias Sonoras para o Ambiente de Sobrevivência 2.0, baseado nas Mídias Algorítmicas.

As Mídias Algorítmicas permitem que haja um aumento exponencial da Cooperação Humana, além de se contar com o apoio, cada vez maior, de Mentes Artificiais.

Vivíamos um Ambiente de Sobrevivência, no qual havia uma alta Taxa de Incentivo à Repetição, se compararmos ao novo ritmo de mudanças cada vez maior da Civilização 2.0.

O Ambiente de Sobrevivência 1.0, bem ou mal:

  • já foi bem dominado pelo Sapiens;
  • e tem uma taxa de alteração conhecida.

Nossas mentes hoje estão adaptadas para um tipo e um ritmo de mudança de cenário bem diferente do que estamos vivendo.

Vivemos depois da chegada do Digital:

  • uma mudança disruptiva do ponto de vista da sobrevivência, experimentando modelos inéditos de Cooperação Humana;
  • uma mudança incremental na aceleração das mudanças, experimentando um ritmo para o qual nossas mentes NÃO foram preparadas.

Temos, assim, diante da Civilização 2.0 a demanda de promover ajustes nas nossas mentes para poder lidar com um novo Ambiente de Sobrevivência.

Podemos dizer que temos dois Sapiens:

  • O Sapiens 1.0, que viveu dentro de um Ambiente Cooperativo menos inovador do que o atual;
  • O Sapiens 2.0, que terá que aprender a viver dentro de um Ambiente Cooperativo muito mais inovador do que o atual.

Leio livros e mais livros que procuram ajudar no aumento da Taxa de Inovatividade das pessoas, pois existe uma demanda concreta, que é viver num mundo muito mais mutante do que o anterior.

O Sapiens é uma espécie estruturalmente inovadora, pois aumenta a população de forma progressiva.

Basicamente, temos diante de um Futuro Mais Mutante uma demanda da passagem de uma Mente Mais Repetidora para uma Mente Mais Inovadora.

Não é à toa que houve um boom no Mercado dos Conceitos pelo estudo da mente em vários aspectos.

A mente é a nossa ferramenta principal de sobrevivência. Contamos com ela para que possamos viver cada vez melhor.

Podemos dizer que temos hoje uma Mente 1.0, que foi formatada para muito mais repetir do que inovar.

Temos a falsa noção de que o processo de inovação é uma visita a um parque de diversões para que depois voltemos ao normal do cotidiano em casa.

Qual é a frase mais simbólica desta sensação do “parque de diversões inovador”? Para inovar, é preciso sair da caixa, mas depois voltar para ela!

Estamos lidando com a inovação, como se fosse uma dieta, que fazemos durante um tempo, mas depois voltamos ao nosso antigos hábitos alimentares.

O que precisa ser dito de forma clara é o seguinte: nossa Mente 1.0 está ficando cada vez mais obsoleta diante das demandas da Civilização 2.0.

Não estamos falando em aumento da Taxa de Inovatividade por que queremos, mas por que o novo Ambiente de Sobrevivência 2.0 está nos obrigando.

A pergunta diamante nos tempos atuais é a seguinte: como podemos aumentar a nossa Taxa de Inovatividade?

Primeiro vamos entender como funciona a nossa Mente.

Temos, basicamente, duas grandes áreas na nossa mente:

  • a Mente Mais Automatizada –  responsável pelas atividades repetitivas;
  • a Mente Menos Automatizada –  responsável pelas atividades inovadoras.

O que temos que promover neste Disruptivo Upgrade Civilizacional é o aumento da Mente Menos Automatizada, que ocorre na Desautomatização da Mente Mais Automatizada.

A grande diferença para ir caminhando para a Mente 2.0 é a seguinte:

  • para mudar, eu preciso rever a minha Taxa de Automatismo Mental;
  • inovar é um processo não de criação em cima do vazio, mas de Desautomatização.

Aqui cabe uma reflexão sobre a pergunta central sobre o Sapiens: “Quem Somos?”

O Sapiens é a espécie mais artificial do planeta.

Um Sapiens precisa passar por um processo de formatação para se tornar um Sapiens.

Diante desta característica artificial do Sapiens, precisamos assumir que nunca fomos naturais, mas sempre uma criação artificial.

O Sapiens é naturalmente artificial e para que ele se reinvente precisa rever não a sua natureza pura, mas a sua artificialidade.

Para que um Sapiens possa se originalizar, se personalizar, se individualizar ele OBRIGATORIAMENTE precisa entrar num processo de Reformatação.

Inovar significa, basicamente, Desautomatizar. Ou, se quiserem, Reformatar, adotando novas formas de pensar e agir mais adequadas ao novo Ambiente de Sobrevivência.

Temos neste artigo algumas escolhas feitas pela CIB (Ciência da Inovação Bimodal).

Na Primeira Camada Filosófica da Fenomenologia Bimodal, ao responder as duas questões estruturais sobre o Sapiens, respondemos:

  • “Quem Somos?” –  somos naturalmente artificiais e mutantes;
  • “Como nos adaptamos ao longo da história” – num processo continuado e progressivo de inovação.

Na Primeira Camada Filosófica da Epistemologia Bimodal, ao responder a questão “O que é Conhecimento, como ele muda e se dissemina?” temos uma Subquestão:   e respondemos:

  • “Como a Mente muda?” – Temos áreas da Mente mais e Menos automáticas, a inovação ocorre na revisão pelas áreas Menos Automáticas das Automáticas.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

Compre meu livro Administração 3.0, autografado: https://bit.ly/adm30autografado

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

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#3 Crises Conceituais Diante do Digital – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Não teve.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não existe, assim, a Verdade, mas sempre Melhores Verdades, pois a Verdade é uma ferramenta para sobrevivermos melhor. Não é um fim em si mesmo.
  2. Melhores Verdades são aquelas que nos ajudam a tomar – no aqui e agora – Melhores Decisões.
  3. Em Momentos de Resistência DOI, temos a perda de capacidade das Autoridades Conceituadoras de explicarem o que está ocorrendo.
  4. Diante do Digital, temos tido muita emoção com pouca lógica.
  5. Diante do Digital, temos tido muitas sensações e poucas explicações baseadas em padrões históricos.
  6. As Autoridades Conceituadoras, consideradas referência para validar a verdade, perderam a capacidade de explicar os fatos presentes e projetar tendências futuras.
  7. Temos hoje na sociedade muita fumaça e pouco fogo diante da Revolução da Sobrevivência 2.0.
  8. Vivemos hoje a maior Revolução da Sobrevivência da história do Sapiens, que se iniciou com a chegada de uma nova Mídia Descentralizadora.

Vamos ao Artigo:

“Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de ter ignorado a realidade.” Ayn Rand

Vivemos hoje a maior Revolução da Sobrevivência da história do Sapiens, que se iniciou com a chegada de uma nova Mídia Descentralizadora.

Sugerimos classificar as Revoluções da Sobrevivência como um Fenômeno Social, que provocam Mudanças do Tipo DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

(Pode ser que depois dos estudos que estão sendo feitos possamos tirar no futuro a característica “Desconhecida” das Revoluções da Sobrevivência, mas, diante da RS 2.0 isso ocorreu.)

Mudanças Tipo DRED são as mais difíceis de serem administradas, pois mudam muito o cenário, de forma rápida, estrutural e sobre as quais conhecemos muito pouco ou quase nada.

Mudanças do Tipo DRED provocam sensações na sociedade, por um longo período, do Tipo VaiFai (gerando Volatilidade, Ambiguidade, Incerteza, Fragilidade, Ansiedade e Incompreensão).

Por fim, Sensações do Tipo VaiFai geram um Momento de Resistência do Tipo DOI (com reações de Desalinhamento (com os fatos), Orfandade (de Conceituadores) e Ilogicidade (com disseminação e consumo de conceitos de baixa lógica). 

Objetivamente, temos hoje na sociedade muita fumaça e pouco fogo  diante da Revolução da Sobrevivência 2.0.

Qual é, entretanto, o epicentro do epicentro da crise diante da incompreensão do Digital?

As Autoridades Conceituadoras, consideradas referência para validar a verdade da maioria das pessoas, diante do Digital,  perderam a capacidade de explicar os fatos presentes e projetar tendências futuras.

Diante do Digital, temos tido muitas sensações e poucas explicações baseadas em padrões históricos.

Diante do Digital, temos tido muita emoção com pouca lógica.

Destaco no Momento de Resistência DOI o aspecto do aumento da Taxa de Orfandade das pessoas diante das Autoridades Conceituadoras.

Temos 3 Crises Conceituais Diante do Digital provocadas pela perda da capacidade explicativa das Autoridades Conceituadoras:

  • a Crise Conceitual Pessoal – do apego ao status, já que dominavam paradigmas, que foram perdendo validade e não estão tendo ferramentas conceituais para revisá-los;
  • a Crise do Método de Análise – o uso do Método Indutivo bem usado com sucesso nas Normalidades, principalmente pelos americanos, que perderam a validade;
  • a Crise do Fazer Científico – a Ciência 1.0 com seu método de validação da verdade perdeu a capacidade de se ajustar ao novo cenário.

Detalhemos as 3 Crises Conceituais Diante do Digital.

De maneira geral, o Sapiens conta com Autoridades Conceituadoras, que nos ajudam a tomar decisões melhores, definindo as Melhores Verdades.

Melhores Verdades são aquelas que nos ajudam a tomar – no aqui e agora – Melhores Decisões.

Não existe, assim, a Verdade, mas sempre Melhores Verdades, pois a Verdade é uma ferramenta para sobrevivermos melhor. Não é um fim em si mesmo.

Parênteses:

O conceito sobre verdade faz parte da Primeira Camada da Epistemologia Bimodal.

Dentro do Método de Análise Geral da Ciência Social Bimodal, temos três Camadas de Sobrevivência, que nos ajudam a pensar e agir melhor, são elas:

  • Da Conceituação – na qual conceitos procuram se aproximar dos fatos;
  • Da Disseminação/Formação – na qual os conceitos são repassados para que os operadores possam agir melhor, a partir de uma melhoria no pensar;
  • Da Operação – quando os operadores dotados dos melhores conceitos desenvolvem seus projetos.

Volto ao texto.

Em Momentos de Resistência DOI temos a perda de capacidade das Autoridades Conceituadoras de explicarem o que está ocorrendo.

As Autoridades Conceituadoras de Plantão entram em crise pessoal, pois:

  • estão muito atreladas à normalidade vigente;
  • construíram seu status de Autoridade Conceituadora dentro dessa normalidade;
  • a Mudança Tipo DRED exige uma revisão estrutural da sua forma de pensar;
  • há uma demanda da sociedade por respostas superficiais e rápidas para algo que é complexo e precisa de mais tempo de reflexão.

De maneira geral, no processo das 3 Camadas da Sobrevivência,  os Conceituadores têm como clientes mais os Disseminadores e os Formadores e menos os Operacionais.

Com o tempo de Normalidade se estendendo, as Autoridades Conceituadoras passam a influenciar os Operadores diretamente.

Operadores trabalham no curto prazo, com demandas muito objetivas e têm pouco tempo e paciência para maiores reflexões.

Os Operadores passam a demandar respostas rápidas para questões que exigem um tempo maior de elaboração.

E as Autoridades Conceituadoras, percebendo a demanda de explicações dos Operadores, passam, equivocadamente, a formular conceitos para atender a estas necessidades.

Os Conceituadores, assim, ao invés de se dedicar ao estudo dos fatos, formular novas formas de pensar, estruturar o conteúdo, validar com os Disseminadores e os Formuladores, resolvem atender a demanda direta dos Operadores.

Temos aí a confusão conceitual, que caracteriza o Momento DOI, que tem no seu epicentro a Crise das Autoridades Conceituadoras.

Em resumo, quem deveria explicar o que está ocorrendo não consegue e formula conceitos para atender a uma demanda dos Operadores.

Se comparássemos com uma consulta médica seria algo como:

Paciente – “Doutor, o que eu tenho?”
Médico – “Você está com uma pneumonia aguda, sugiro internação.”
Paciente – “Doutor, tenho uma aniversário para ir em Búzios, não tem como diagnosticar uma gripe?”.
Médico – “Ok, então vamos de gripe e quando você voltar de Búzios, vamos pensar de novo na Pneumonia.”

Conceituadores não atendem demandas operacionais, pois o seu foco é o estudo do fenômeno para que possa ajudar as pessoas a enxergá-lo melhor.

Quando as Autoridades Conceituadoras passam a se preocupar com aquilo que os Operadores querem comprar, com o que está bombando, ninguém está refletindo, de forma consistente, sobre o fenômeno.

Temos, assim, um conjunto de crises em paralelo:

  • a crise provocada pelas mudanças que o fenômeno passa a gerar na sociedade;
  • a crise provocada pela sensações que esse tipo de mudança causa;
  • a crise provocada pelo Momento de Resistência que as pessoas sentem;
  • e a crise dos Conceituadores de Plantão, que não conseguem ajudar.

Há um esforço, como é o caso da Bimodais, de ajudar nesse processo. Porém, nós temos dois problemas com os candidatos a novas Autoridades Conceituadoras:

  • elas tendem a dizer o que a maior parte das pessoas não tem condições de ouvir;
  • elas tendem a dizer o que a maior parte das pessoas não quer ouvir;
  • elas sofrem o preconceito de que verdade boa é muito mais daquele que diz, do que pelo que é dito.

Temos ainda dois problemas.

Quando vivemos Normalidades no Cenário, utilizamos o Método Indutivo de Análise, que parte dos fatos, a partir dos paradigmas supostamente válidos.

No Método Indutivo, não há espaço para questionamentos filosóficos e teóricos, pois não se tem ali algo útil para resolver o problema.

Quando vivemos Extraordinariedades no Cenário, utilizamos o Método Dedutivo de Análise, que parte da revisão da teoria e da filosofia, a partir da constatação de que os paradigmas não estão mais válidos.

No Método Dedutivo, se faz o questionamento filosófico e teórico, antes de voltar para a análise dos fatos.

Mais ainda.

Toda a produção dita acadêmica hoje é feita dentro dos paradigmas da Ciência 1.0.

A Ciência 1.0, com seu método de validação por pares, acabou se distanciando das demandas da sociedade.

Além disso, o processo hoje é tão dinâmico e exige tantas revisões filosóficas e teóricas, bem como modificações constantes, que não é mais possível operar com os paradigmas da Ciência 1.0.

Na Ciência 2.0 temos como diferencial:

  • a produção de forma cooperativa com os clientes, similar ao Método Ágil aplicado na ciência;
  • a produção continuada de conteúdo e não mais espaçada como era antes;
  • o financiamento das pesquisas feito diretamente pelos interessados;
  • a criação de comunidades permanentes para o Diálogo Acadêmico.

Assim, para que possamos entender o Digital, é preciso nos Desautomatizar, pela ordem:

  • da forma de como encontramos e valorizamos Autoridades Conceituais;
  • a necessária etapa do uso do Método Dedutivo para se proceder revisões filosóficas e teórica dos paradigmas;
  • e, por fim, uma nova forma de produção acadêmica, mais próxima do Digital.

Neste novo cenário, surge um novo Mercado de Conceituadores, que se aproximam mais ou menos dos fatos.

A Bimodais é uma tentativa de atender a essa demanda do mercado, procedendo as revisões acima necessárias para ajudar nossos clientes a lidar melhor com este disruptivo cenário.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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O áudio do artigo

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#E-book CIB– desenvolvendo este e-book.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

xx

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Teorias não podem ser criadas para agradar pessoas. Seu principal compromisso é nos ajudar a entender os fatos para depois ajudar as pessoas.
  2. O Digital provoca sensações VAIFAI (Volatilidade, Ambiguidade, Incerteza, Fragilidade, Ansiedade e Incompreensão).
  3. O Digital é um tipo de Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).
  4. Vivemos hoje um Momento de Resistência DOI (de Desalinho, Orfandade e Ilogicidade.
  5. A Ciência Social 1.0 não tem bases conceituais para entender a Civilização 2.0.
  6. Vivemos hoje uma crise de conceituação: não conseguimos entender o Digital com o ferramental antigo.
  7. A Sociedade humana é guiada pelas seguintes camadas: dos conceituadores, que nos levam aos formadores, que preparam os operadores.
  8. Sem entender o tipo de fenômeno que estamos vivendo, fica impossível se relacionar melhor com ele!

Vamos ao Artigo:

“…romper as barreiras da criatividade é como perceber que o carro estava com o freio de mão acionado.” – Irmãos Kelley.

Na Bimodais, percebemos a necessidade de desenvolver uma nova ciência para entender o Digital.

Para que isso seja feito, temos um dever de casa antes, que é o desenvolvimento de uma Metodologia Científica Social própria para que sirva de base para a construção da nova ciência.

Vejamos:

  • Método de Análise Científica Geral Bimodal, que se aplica a qualquer fenômeno;
  • Aplicação do Método de Análise Científica Geral Bimodal à Ciência Social, a renomeando de Ciência da Inovação;
  • Desenvolvimento da Ciência da Inovação Bimodal (CIB), aplicando o Método de Análise Científica Geral Bimodal.

Se fosse uma oficina de marceneiro, seria:

  • O Método de Análise Científica Geral Bimodal – é o projeto da oficina;
  • A Ciência da Inovação – é o ferramental para se fazer os móveis;
  • As mudanças que tudo isso provoca, gerando novas formas de pensar e agir – são os móveis.

Dentro do Método de Análise Científica Geral Bimodal optamos por dividir a prática científica em duas áreas:

  • a Fenomenologia – que reúne as propostas do estudo do Fenômeno em si;
  • a Epistemologia – que reúne as propostas do ferramental conceitual para dar suporte à Fenomenologia.

Dentro do Método de Análise Científica Geral Bimodal, sugerimos termos 5 Camadas Fenomenológicas:

  • Filosófica – qual fenômeno social estamos procurando entender e ajudar a lidar?
  • Teórica – quais são as forças vivas envolvidas no fenômeno social, que geram ação e reação?
  • Metodológica – quais sugestões temos para lidar melhor com ele?
  • Operacional – como o operacional está ocorrendo, a partir das sugestões metodológicas?
  • Revisional – e o que devemos revisar nas 5 Camadas Fenomenológicas, a partir dos resultados operacionais?

Dentro do Método de Análise Científica Geral Bimodal, sugerimos termos 5 Camadas Epistemológicas:

  • Filosófica  – como definimos verdade, ciência e conhecimento?
  • Ambiental  – como está estruturado o ambiente de estudo do fenômeno?
  • Transversal Vertical – como define Ciência Social?
  • Transversal Horizontal – como é feita a escolha e a relação com as Subciências Sociais?
  • Metaepistemológica – como definimos o Método de Análise Científica Geral e que revisões precisam ser feitas dentro dele?

Na Camada Ambiental do Método de Análise Científica Geral Bimodal temos 3 Camadas da Sobrevivência Humana:

  • a Camada dos Conceituadores – na qual se procurará entender um determinado fenômeno e a melhor forma de lidar com ele;
  • a Camada dos Divulgadores/Formadores – na qual se procurará disseminar os conceitos criados pelos Conceituadores;
  • a Camada dos Operadores – na qual, a partir dos conceitos, que formarão uma forma de pensar, teremos formas de agir.

No Método de Análise Científica Geral Bimodal qualquer fenômeno precisará na sua Camada Filosófica responder a dois quesitos:

  • Essência – O que ele é e não é? (para isso é preciso recorrer aos padrões históricos);
  • Reações – E quais reações ele provoca? (para que possamos entender a dificuldade da compreensão do mesmo na sociedade).

No Método de Análise Científica Geral Bimodal  na sua Camada Filosófica, no estudo das Reações temos três questões:

  • Tipo de Mudança que provoca?;
  • Sensações que provoca? 
  • Momento de Resistência que provoca?

Apliquemos isso ao Digital.

Vivemos o momento de passagem da Civilização 1.0 para a 2.0, na qual temos diversas mudanças conjunturais e estruturais na sociedade, na qual temos o seguinte diagnóstico na Camada Filosófica da Fenomenologia, no item Reações:

  • Tipo de Mudança que provoca: DRED – Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida;
  • Sensações que provoca:  VAIFAI – Volatilidade, Ambiguidade, Incerteza, Fragilidade, Ansiedade e Incompreensão;
  • Momento de Resistência – DOI – Desalinho, Orfandade e Ilogicidade.

No Momento de Resistência DOI – Desalinho, Orfandade e Ilogicidade, temos:

  • um desalinho das teorias com os fatos;
  • uma orfandade diante das antigas Autoridades Conceituais, que não conseguem mais explicar o fenômeno;
  • e a disseminação de formas de agir e pensar com baixa Taxa de Logicidade.

No Método de Análise Científica Geral Bimodal qualquer fenômeno social precisará na sua Camada Filosófica da Essência responder a três quesitos:

  • “Quem Somos? E o que procurar um Sapiens ao longo da vida?”.
    “Como nos adaptamos ao longo do tempo e/ou como é o nosso Motor da História Civilizacional?”
  • “Como nos adaptamos ao longo do tempo e/ou como é o nosso Motor da História Individual, Grupal e Organizacional?”

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

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GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

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#xxx – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“xxx” – xxx.

 

Kelleys

 

Segundo Dweck, pessoas que possuem uma atitude de crescimento “acreditam que o verdadeiro potencial de uma pessoa é desconhecido (e desconhecível); que é impossível prever o que pode ser realizado com anos de paixão, empenho e treinamento”.

 

Identidade natural e fixa versus a identidade artificial e mutante.

 

complemento do artigo 1

 

“A história de Doug ilustra como o design centrado no ser humano pode levar a inovações revolucionárias. “

 

Design voltado para atender as demandas. Com participação maior de quem sofre.

 

“Pela nossa experiência, abordar os desafios com uma perspectiva humana pode levar a algumas das mais ricas oportunidades de mudança.”

 

Não é humana e não humana. Mas mais participativa ou menos.

 

“inovação centrada no ser humano,”

 

Verticalização reduz a cooperação, que reduz a demanda por agradar os clientes.

 

Há um aumento da desempatia. Há um esforço pela empatia.

 

“Essa combinação de pensamento e ação é que define a confiança criativa: a capacidade de ter novas ideias e a coragem para testá-las.”

 

Não existe inovação que não seja a transformação de uma mudança na forma de pensar no agir.

 

“…a natureza da criatividade, que não existe uma palavra em tibetano para “criatividade” ou “ser criativo” e que a tradução mais próxima é “natural”.5 Em outras palavras, para ser mais criativo, você só precisa ser mais natural. Esquecemos que lá atrás, no jardim de infância, todos nós fomos criativos. Todos nós brincamos, experimentamos e testamos ideias estranhas sem ter medo nem vergonha. “

 

Isso é interessante né porque ele coloca que a criança por necessidade ela é inovadora né e o que a gente faz é perder essa capacidade inovadora e precisa ser de alguma forma resgatada.

 

Mas isso não é uma identidade que está sendo resgatada é uma demanda natural pelo aprendizado que acontece de forma mais espontânea.

 

“E liberar essa fagulha criativa pode ter implicações muito mais amplas e poderosas para você, para a sua organização e para a sua comunidade.”

 

Aqui é um reforço das camadas que a gente tem defendido da Inovação pessoal, grupal e organizacional.

 

Quando ele fala em confiança criativa ele está assumindo que existe uma mente que é passível de revisar.

 

É a confiança na mente revisora.

 

“Hoje, nossa missão como autores é ajudar o maior número possível de pessoas a redescobrir seu potencial criativo.”

 

“O que elas não percebem é que sempre tiveram esse potencial criativo, não devido a algum histórico familiar ou predisposição genética, mas por se tratar de uma capacidade humana natural que todos nós temos.”

 

O que ele chama confiança criativa é uma escolha filosófica de que os Sapiens nasce com criatividade e pode desenvolver de alguma forma aquele seu potencial.

 

Ou seja, cada sabe a gente pode aumentar a sua taxa de criatividade tem gente que tem uma taxa uma capacidade aumenta de taxa maior e outros menores mas sempre é uma taxa que vai aumentando.

 

Senso comum x Autores

 

Criatividade = artista / Inata

 

Versus

 

Criatividade =  todos / desenvolvida

 

“A verdade é que todos nós temos um potencial criativo muito maior esperando para ser explorado.”

 

Muito boa a ideia de colocar potencial antes do adjetivo.

 

Objetivo:

 

“desenvolver uma nova atitude criativa.”

 

Sair da crença:

 

Eu digo:

 

Não posso ser criativo para a crença posso aumentar minha taxa de criatividade. 

 

“…crença na sua capacidade criativa, reside na essência da inovação.”

 

Digo eu: toda a Inovação começa pelo questionamento das mentes mais automáticas.

 

“A confiança criativa é como um músculo, que pode ser fortalecido e exercitado com empenho e persistência.”

 

Digo eu: a confiança criativa é uma área da mente mais revisora.

 

Existe os potenciais verticais e horizontais. 

 

Os potenciais horizontais todos os ser humanos têm de alguma medida.

 

Os potenciais verticais já são restritos a grupos menores.

 

“Pensamos na criatividade no sentido de usar a nossa imaginação para criar algo novo no mundo.”

 

A palavra imaginação é boa vale a pena definir.

 

“faculdade que possui o espírito de representar imagens.

2.

faculdade de criar a partir da combinação de ideias; criatividade.”

 

Por isso que nós definimos a pessoa mais criativa como aquela que tem uma placa de memória maior e permite criar essas imagens distantes das mentes mais automáticas.

 

“…a criatividade “é tão importante na educação quanto a alfabetização e deveria receber o mesmo status”.”

 

Digo eu:

 

Isso passou a ser uma demanda muito maior agora na civilização 2.0 quando tivemos o aumento exponencial da necessidade da Inovação cada vez mais progressiva.

 

“A maioria das empresas já percebeu que a chave para o crescimento, e até para a sobrevivência, é a inovação.”

 

Na verdade, temos a Inovação 2.0 que é o alinhamento ao novo ambiente de sobrevivência e depois a Inovação na curadoria.

 

A Inovação 2.0 é a passagem e a Inovação na curadoria é a nova forma de se inovar.

 

“…romper as barreiras da criatividade é como perceber que o carro estava com o freio de mão acionado e de repente sentir a sensação de dirigir livremente, sem restrições.”

 

Na verdade, a criatividade não é um tipo é uma habilidade horizontal das pessoas a confusão é as pessoas considerarem uma habilidade vertical.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

­O áudio do artigo

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Novas Hashtags:

#Kelleys – dialogando com estes autores.

Posicionamento diante da Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O livro dos irmãos Kelleys vem, assim, atender a essa Macro Demanda pelo aumento da Taxa de Criatividade das pessoas para lidar com o Ambiente de Sobrevivência 2.0.
  2. Quanto mais pessoas estiverem envolvidas, de forma ativa, dentro de um processo de Inovação, mais há uma tendência dela ser mais espontânea do que dirigida, como é o caso da Inovação Civilizacional.
  3. Kelleys defendem que há uma Mantra do Senso Comum de que a criatividade é algo reservado aos artistas e não algo que todos nós temos em alguma medida.
  4. Pensar e agir de forma diferente é um exercício de reflexão e revisão sobre as nossas mentes mais automáticas.
  5. Na verdade, a mensagem do livro é: não acredite no “eu sou”, aposte suas fichas no “eu estou” e posso “ser mais”.
  6. No estudo que temos feito na Bimodais, descobrimos os Disruptores, que são pessoas que têm, por motivos ainda desconhecidos, uma Taxa de Criatividade Estrutural maior.
  7. Academias da Mente, que já estão surgindo, serão dedicadas a estimular a “musculação” e o “alongamento” das mentes.
  8. Quanto mais um projeto de Inovação pede Disruptividade, mais e mais é preciso ter a presença de Disruptores nas fases iniciais do mesmo.

Vamos ao Artigo:

“A verdade é que todos nós temos um potencial criativo muito maior esperando para ser explorado.“ – Irmãos Kelley.

Toda inovação sempre começa pelo indivíduo. É o que definimos na CIB (Ciência da Inovação Bimodal) de Inovação Pessoal. Temos ainda, além da Inovação Pessoal, a Grupal, a Organizacional e a Civilizacional.

Quanto mais pessoas estiverem envolvidas, de forma ativa, dentro de um processo de Inovação, mais há uma tendência dela ser mais espontânea do que dirigida, como é o caso da Inovação Civilizacional.

No livro, “Confiança Criativa” dos irmãos Kelley temos duas propostas de alteração:

  • Mudança Filosófica – como encaramos a criatividade;
  • Mudança Metodológica – novas formas para aumentar a taxa de criatividade.

Kelleys defendem que há uma Mantra do Senso Comum de que a criatividade é algo reservado aos artistas e não algo que todos nós temos em alguma medida.

Na verdade, o que eles definem:

Precisamos desenvolver o que eles chamam de “Confiança Criativa” – o aumento da nossa Taxa de Criatividade, que pode ser aumentada, a partir de algumas atividades.

Os autores praticam algo interessante – que temos usado bastante na Bimodais – que é o uso de Conceitos com Taxas e não de Conceitos Absolutos.

O uso de Conceitos com Taxas parte da a análise de que não há nada absoluto e sempre está em processo. Exemplo: a expressão “fulano é criativo” é mais adequado utilizar a “Taxa de Criatividade, que tem sido praticada por fulano em tal período é mais alta”.

Porém, temos uma questão relevante aqui, que ainda não encontrei no livro dos Kelleys.

Todos nós temos características mais estruturais, que podemos chamar de potenciais e há pessoas que têm mais facilidade para a criatividade.

Vejamos o Dr. Google:

A criatividade é uma competência de valor e aplicabilidade universais, descrita como a capacidade de um indivíduo imaginar, criar, produzir ou inventar conceitos e coisas inéditas.

Para que você possa criar algo diferente é preciso questionar permanentemente:

  • a Formatação Básica, que todos nós recebemos;
  • e não acreditar nas Autoridades de Plantão.

Temos, assim, dois tipos de Criatividade:

  • a Criatividade Conjuntural – que é aquela que a pessoa consegue desenvolver dentro de determinados contextos;
  • a Criatividade Estrutural – que é aquela que a pessoa tem mais facilidade dentro de determinado campo de atividade.

Na Criatividade Estrutural temos dois fatores relevantes:

  • A Criatividade Estrutural Mais Endógena – aquela que está mais relacionada ao perfil da mente de cada pessoa;
  • A Criatividade Estrutural Mais Exógena – aquela que está mais relacionada à Formatação Básica que ela recebeu.

Mozart, por exemplo, teve o mix das duas: nasceu com facilidade para a música (Criatividade Estrutural Mais Endógena) e foi estimulado pela família (Criatividade Estrutural Mais Exógena), desde cedo, para se dedicar a ela.

Agora, vamos situar a questão da Criatividade dentro do nosso Momento de Disrupção Civilizacional:

  • Ambiente de Sobrevivência 1.0 (antes da chegada da Civilização 2.0);
  • Ambiente de Sobrevivência 2.0 (depois da chegada da Civilização 2.0).

No Ambiente de Sobrevivência 2.0, teremos os seguintes aumentos exponenciais:

  • da Taxa de Mudanças;
  • da Taxa de Inovação;
  • da Taxa de Competitividade;
  • E isso obrigará as pessoas a terem que aumentar a sua Taxa de Criatividade.

No Ambiente de Sobrevivência 2.0 teremos a demanda por:

  • mudança na Formatação Básica, que favoreça as áreas da mente mais criativas e menos repetitivas;
  • estudos mais continuados para que as mentes possam exercitar mais e mais a criatividade ao longo de toda a vida, no que chamamos das Academias da Mente.

Academias da Mente, que já estão surgindo, serão dedicadas a estimular a “musculação” e o “alongamento” das mentes.

O livro dos irmãos Kelleys vem, assim, atender a esta Macro Demanda pelo aumento da Taxa de Criatividade das pessoas para lidar com o Ambiente de Sobrevivência 2.0.

No estudo que temos feito na Bimodais, descobrimos os Disruptores, que são pessoas que têm, por motivos ainda desconhecidos, uma Taxa de Criatividade Estrutural maior.

Quanto mais um projeto de Inovação pede Disruptividade, mais e mais é preciso ter a presença de Disruptores nas fases iniciais do mesmo.

Por fim, o que é preciso ressaltar:

Pensar e agir de forma diferente é um exercício de reflexão e revisão sobre as nossas mentes mais automáticas.

O que sintetiza a mensagem dos irmãos Kelley é  (definida como “Confiança Criativa”):

  • não aceitar o Mantra do Senso Comum de que “eu não sou criativo”;
  • passar a ter a ideia de que “eu tenho uma Taxa de Criatividade que pode aumentar”, a partir da mudança de crença, seguida de atividades que permitam o aumento da Taxa de Criatividade.

Na verdade, a mensagem do livro é: não acredite no “eu sou”, aposte suas fichas no “eu estou” e posso “ser mais”.

Frases dos autores, que reforçam o que disse até aqui:

  1. “…crença na sua capacidade criativa, reside na essência da inovação.”
  2. “A confiança criativa é como um músculo, que pode ser fortalecido e exercitado com empenho e persistência.”
  3. “Pensamos na criatividade no sentido de usar a nossa imaginação para criar algo novo no mundo.”
  4. “…faculdade que possui o espírito de representar imagens.”
  5. “…a criatividade “é tão importante na educação quanto a alfabetização e deveria receber o mesmo status.”
  6. “A maioria das empresas já percebeu que a chave para o crescimento, e até para a sobrevivência, é a inovação.”
  7. “…romper as barreiras da criatividade é como perceber que o carro estava com o freio de mão acionado e de repente sentir a sensação de dirigir (mais – faço a sugestão) livremente, sem restrições. (com menos restrição – faço a sugestão).”

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

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O áudio do artigo

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#Momento DOI – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Quais são as questões do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Historietas:

Comentar da Certeza Provisória Razoável.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. As Organizações Tradicionais acreditam, equivocadamente, que a adaptação à nova Civilização é muito mais opcional do que obrigatória.
  2. Sem um diagnóstico adequado do novo cenário, se torna impossível se adaptar a ele!
  3. As pessoas, de maneira geral, estão órfãs de explicações melhores sobre o atual momento e isso explica a Ilogicidade dos Conceitos Circulantes e o Desalinhamento com os fatos.
  4. A Civilização 2.0 exige um tipo de Inovação 2.0, pois se trata de um fenômeno muito particular, que exige algo especial.
  5. Conceitos são ferramentas para que possamos viver melhor, assim, não se deve apegar a eles e sim avaliar se eles continuam nos ajudando na sua missão.
  6. Inovação seria, então, um processo consciente de adaptação a fatores internos (por motivação subjetiva) e externos (por motivação objetiva).
  7. Quanto mais uma Mudança é do tipo Disruptiva, Rápida, Desconhecida e Estrutural, mais teremos dificuldade de nos adaptar a ela.
  8. A atual mudança trazida pela Civilização 2.0 não é lenta, não é conhecida, não é controlada e não é conjuntural (veio para ficar). É por causa disso que tem sido tão difícil lidar com ela.

Ajustes no Mapa Mental Bimodal:

Coloquemos o que foi abordado dentro do Ferramental Conceitual da CIB (Ciência da Inovação Bimodal):

  • As afirmações sobre o que é mudança e inovação fazem parte do Arcabouço Fenomenológico na Camada Filosófica da CIB;
  • o detalhamento da Cadeia Estrutural da Inovação por Motivação Exógena faz parte do Arcabouço Fenomenológico na Camada Teórica da CIB;
  • a Certeza Provisória Razoável faz parte do Arcabouço Epistemológico Ético da CIB.

As 5 Camadas Fenomenológicas (já bem consolidada) dos Bimodais são as seguintes:

  • Filosófica – a essência do Fenômeno;
  • Teórica – detalhamento dos Fatores Causante, Detonante e Consequente;
  • Metodológica – detalhamento do Fator Atuante;
  • Operacional – a forma de pensar e agir sendo testada no cotidiano;
  • e Revisional – refletir sobre os resultados operacionais e identificar possíveis Bugs Conceituais para corrigi-los.

As 5 Camadas Epistemológicas (em fase ainda bem embrionária) dos Bimodais, que influenciam na análise do fenômeno, são as seguintes:

  • Ética  – de como definimos verdade, ciência e conhecimento;
  • Ambiental – como o ambiente da produção do conhecimento influencia as análises;
  • Transversal Horizontal – como nos relacionamos influenciamos e somos influenciados pelas ciências irmãs;
  • Transversal Vertical – como nos relacionamos influenciamos e somos influenciados pela ciência mãe ou guarda chuva, no caso da CIB a Ciência Social;
  • Metaepistemologia – reflexões e revisões das próprias camadas.

Vamos ao Artigo:

“Ninguém pode ser escravo de sua identidade: quando surge uma possibilidade (ou necessidade) de mudança é preciso mudar.” – Elliot Gould.

No artigo passado, chegamos ao que podemos chamar agora de Cadeia Estrutural da Inovação por Motivação Exógena.

Explico.

Temos sempre dois tipos de Inovações, do ponto de vista da motivação:

  • A Inovação por Motivação Exógena– aquela que há uma mudança no ambiente, que obriga as pessoas a se adaptarem, através de Processos Inovadores;
  • A Inovação por Motivação Endógena – aquela que não há uma mudança ou há uma bem pequena no ambiente e a Inovação parte muito mais de dentro para fora.

A Inovação por Motivação Exógena é um tipo de mudança mais adaptativa, pois você vai precisar se ajustar a uma alteração que ocorreu no ambiente.

Fazer uma dieta de forma voluntária é uma Inovação Pessoal por Motivação Endógena. Fazer a dieta porque descobriu que está doente é uma Inovação por Motivação Exógena.

Inovar, assim, é introduzir qualquer tipo de nova ação num determinado contexto, não precisa ser uma que nunca existiu, pois nova não é sinônimo de inédita.

Inovar é antônimo de repetir. Ou ainda inovar é introduzir algo novo no que era repetido. Não precisa ser muito novo. Por isso, se adjetiva a inovação em incremental, radical e disruptiva.

O que diferencia uma mudança da inovação é de que a inovação é algo que exige algum tipo de consciência, é um ato, uma ação:

  • Temos mudanças sem atos, tais como o seu cabelo ficar mais branco. É uma mudança, mas não uma inovação;
  • Se você pintar mechas brancas no cabelo, temos aí uma inovação na forma como você está lidando com o seu cabelo.

Inovar é um ato de mudança consciente, que exige algum tipo de consciência.

Meu cabelo fica branco, independente da minha vontade ou consciência.

Note, portanto, que na Ciência da Inovação é importante definir que tipo de motivação está gerando a Inovação, pois estamos falando de processos distintos.

Hoje, principalmente as Organizações Tradicionais encaram erradamente o que chamam de “Transformação Digital” como uma mudança mais por Motivação Endógena do que Exógena.

As Organizações Tradicionais acreditam que a adaptação à nova Civilização é muito mais opcional do que obrigatória, o que não é.

Fato é que temos diversos equívocos na forma de pensar e agir diante da Civilização 2.0, pois, de maneira geral, o Diagnóstico da Cadeia da Inovação por Motivação Exógena está TOTALMENTE equivocado!

As Organizações Tradicionais, de maneira geral, não sabem que tipo de fenômeno estamos lidando, que tipo de mudança ele provoca, quais as sensações e reações, a partir dele estão sentindo e vivendo.

Sem um diagnóstico adequado do novo cenário, se torna impossível se adaptar a ele!

Tirando a Inovação por Motivação Endógena, toda a Inovação por Motivação Exógena é um ato adaptativo.

A Inovação por Motivação Exógena precisa de um Diagnóstico do Cenário, pois há uma demanda adaptativa a ele. É preciso conhecer que tipo de fenômeno está obrigando a pessoa a promover mudanças.

Temos no Diagnóstico do Cenário dois tipos de Fenômenos:

  • Fenômenos Humanos – que partem de uma ação humana (Digital);
  • Fenômenos Não Humanos – que partem de uma ação não humana (Pandemia).

Na Cadeia Estrutural da Inovação por Motivação Exógena, que sempre vem do ambiente para as pessoas, temos quatro camadas, que são distintas, mas se relacionam entre si e precisam ser detalhadas:

  • o tipo de Fenômeno Detonador da Mudança;
  • o tipo de mudança que ele provoca no ambiente;
  • a sensação interna que as pessoas têm, a partir dele;
  • e, por fim, as Resistências Voluntárias e Involuntárias que ela provoca naqueles que precisam se adaptar.

Quando tivemos que nos adaptar à Pandemia, por exemplo, tivemos que entrar num processo de Inovação por Motivação Exógena, em função do tipo de mudança, que gerou determinadas sensações e reações nas pessoas.

A Pandemia foi um Fenômeno, dentro do nosso Diagnóstico de Cenário, que provocou uma Mudança Ambiental, a partir de um Fenômeno Não Humano, do tipo DCRDRV – Disruptiva (enquanto durou), Conjuntural (por que passou), Rápida e Desconhecida. E tivemos um fator de risco de perda de vida, o que poderia agregar um fator RV (Risco de Vida).

Temos as seguintes classificações de fatores que definem o tipo de mudanças no ambiente, provocada por algum tipo de fenômeno registradas, até o momento:

  • Pela Velocidade  – mais rápida ou mais lenta;
  • Pelo Domínio Científico Existente sobre ela  – mais conhecida ou menos conhecida;
  • Pelo tamanho do impacto da mesma no ambiente – mais conjuntural ou mais estrutural, que define o esforço mental para se adaptar a ela, no tipo de alteração das áreas mais ou menos automáticas da mente;
  • Pelo tipo de indução – gerada por fatores não humanos (tal como uma pandemia, terremoto, tsunami) ou por fatores humanos (tal como uma Revolução Midiática Civilizacional);
  • Pelo tipo de indução humana – gerada de forma mais horizontal ou mais vertical;
  • Pelo risco para a sobrevivência que ela provoca – de vida ou de dificuldade de sobrevivência;
  • Pela melhoria na qualidade de vida que ela traz – melhora ou piora a vida das pessoas.

Mudanças Ambientais, de maneira geral, causam algum tipo de Resistência Voluntárias e Involuntárias nas Pessoas.

Quanto mais disruptiva, rápida, desconhecida, estrutural é uma Inovação por Motivação Exógena, mais teremos o aumento da Taxa de Resistência do Tipo VAIFAI – Volatilidade, Ambiguidade, Incerteza, Fragilidade, Ansiedade e Incompreensão.

Dependendo do Tipo de Mudança Ambiental que está se lidando, as Sensações de Resistência podem ter uma taxa maior ou menor.

A Cadeia Estrutural da Inovação por Motivação Exógena, de certa forma, resolve um “bug” existente na Narrativa da Escola, detectado pelos Bimodais.

Fato é que minha primeira abordagem sobre a Ciência da Inovação tinha definido mudança e  inovação como sinônimos. Um erro enorme.

Os Bimodais (participantes da nossa escola) protestaram, com razão, e eu acho que os argumentos apresentados são válidos.

Volto a repetir que:

Conceitos devem ser vistos como um processo para que possamos sempre ser aperfeiçoados.

Na verdade, nunca conceituamos nada, de forma definitiva, estamos conceituado alguma coisa (no gerúndio) de melhor maneira possível a cada etapa da análise. 

Conceitos são ferramentas para que possamos viver melhor, assim, não se deve apegar a eles e sim avaliar se eles continuam nos ajudando na sua missão.

Nós praticamos ativamente a Certeza Provisória Razoável. Certeza para decidir. Provisória, pois pode melhorar. E Razoável, a partir de fatos e argumentos melhores.

Diz o Bimodal Rodrigo Palhano sobre o erro inovação e mudança como sinônimos:

“Mudança e inovação, quando vistas como sinônimos, dá a entender que toda mudança sempre é positiva, mas ao ver, nem sempre isso ocorre. Exemplo: “Houve uma mudança no estado de saúde daquela pessoa. A doença progrediu!”

Diz outro Bimodal Átila Pessoa:

“Mudança é uma percepção entre o antes e o depois estarem diferentes. Se há diferença, podemos chamar de mudança. Podemos chamar de inovação quando a mudança ocorre de forma planejada, com objetivo definido, por um determinado interesse ou necessidade/restrição.”

Concordo, já Desbuguei.

Inovação seria, então, um processo consciente de adaptação a fatores internos (por motivação subjetiva) e externos (por motivação objetiva).

Se diagnosticarmos a atual Revolução Civilizacional 2.0 podemos dizer que ela é um Tipo de Mudança Ambiental por Fatores Humanos, que se expande de forma mais horizontalizada, um tipo de mudança DRED – Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida.

Até aqui, estávamos chamando a chegada da Civilização 2.0 de Mudança DRED – Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida. Porém, no avançar das reflexões, é melhor defini-la de forma mais precisa por uma Mudança Ambiental por Fatores Humanos.

Além disso, a Civilização 2.0 tem o fator de expansão mais horizontalizado, diferente, por exemplo, de uma guerra estimulada por um ou mais países. Sugiro assim: Mudança Ambiental por Fatores Humanos que se expande de forma mais horizontalizada DRED – Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida.

Todos estes diagnósticos vão nos ajudar a lidar com as diferentes inovação de forma mais adequada.

Quanto mais uma Mudança é do tipo Disruptiva, Rápida, Desconhecida e Estrutural, mais teremos dificuldade de nos adaptar a ela.

Hoje, quando se fala em “Transformação Digital”, estamos claramente vivendo, de forma intensa, um tipo de Inovação Por Motivação Exógena.

Temos, assim, uma exponencial demanda civilizacional por promover uma Inovação Por Motivação Exógena, que visa promover um ajuste entre o novo Ambiente de Sobrevivência e aquele com o qual estávamos acostumados.

O principal problema é que o Tipo de Mudança Civilizacional que estamos passando é a mais difícil, entre tantas, para a adaptação devido ao seu tipo.

A atual mudança trazida pela Civilização 2.0 não é lenta, não é conhecida, não é controlada e não é conjuntural (veio para ficar). É por causa disso que tem sido tão difícil lidar com ela.

A Civilização 2.0 exige um tipo de Inovação 2.0, pois se trata de um fenômeno muito particular, que exige algo especial.

Diante da Civilização 2.0, temos um tipo de Resistência à Mudança, que tem gerado um Momento DOI (Desalinhado, com Orfandade e com Ilogicidade).

  • Desalinhado – com os fatos, pois falta um diagnóstico adequado;
  • Orfandade – em função da perda da capacidade das Autoridades Conceituais Mais Influentes de entender o cenário;
  • Ilogicidade – quando os conceitos criados têm uma baixa taxa de lógica, não resistindo a uma análise mais aprofundada.

As pessoas, de maneira geral, estão órfãs de explicações melhores sobre o atual momento e isso explica a Ilogicidade dos Conceitos Circulantes e o Desalinhamento com os fatos.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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O áudio do artigo

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Novas Hashtags:

#Momento DOI – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

#Inovação 2.0 – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

#Reação VAIFAI – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quando pensamos em Inovação 2.0 estamos falando do alinhamento da nossa forma de pensar e agir à emergente Civilização 2.0.
  2. Do ponto de vista lógico, toda a Inovação é Aberta, pois é impossível que as pessoas não estejam sendo influenciadas por elementos externos à empresa.
  3. O que as Organizações Tradicionais vivem hoje é a difícil tarefa de lidar com uma Mudança DRED – Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida.
  4. Temos hoje uma Reação VAIFAI : de Volatilidade, Ambiguidade, Incerteza, Fragilidade, Ansiedade e Incompreensão.
  5. O Momento DOI se caracteriza pela confusão do que é meio e do que é fim.
  6. O Momento DOI se caracteriza pela orfandade das antigas Autoridades Conceituais.
  7. O Momento DOI se caracteriza pela disseminação e aceitação de conceitos com baixa taxa de lógica.
  8. Note que é preciso separar nestes conceitos Modistas VUCA e BANI. o que é do Fenômeno do que é reação a ele.

Vamos ao Artigo:

“Nada é permanente, exceto a mudança.” – Heráclito.

Ontem, conversei com um futuro cliente que me perguntou sobre Inovação Aberta.

Vamos ao Dr. Google:

“Inovação aberta
 é um modelo de gestão empresarial voltado para a inovação que promove a colaboração com pessoas e organizações externas à empresa. Ou seja, a inovação aberta propõe uma verdadeira ruptura cultural corporativa, buscando livrar-se da “mentalidade de silo” das empresas.”

Do ponto de vista lógico, toda a Inovação é Aberta, pois é impossível que as pessoas não estejam sendo influenciadas por elementos externos à empresa.

O papel dos consultores, desde o tempo do onça, sempre foi colaborar, de fora para dentro, para que a empresa pudesse promover mudanças.

Podemos sim avaliar que há empresas que se utilizam mais ou menos de ajuda externa, promovendo uma Inovação com mais ou menos participação externa ou mais ou menos aberta.

Assim, podemos classificar “Inovação Aberta” como mais um Modismo do Momento DOI (explico abaixo).

Um Modismo é algo que se dissemina muito mais pela capacidade de marketing do que pela sua eficácia.

O que as Organizações Tradicionais vivem hoje é a difícil tarefa de lidar com uma Mudança DRED – Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida.

Nestes momentos temos reações emocionais diante de uma Mudança Exógena (que vem de fora para dentro) deste tipo.

Procura-se definir os sintomas de resistência a uma Mudança DRED – Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida.

E aí temos um mix dos fracos conceitos VUCA e BANI.

Note que é preciso separar nestes conceitos Modistas VUCA e BANI. o que é o Fenômeno do que é a reação a ele.

Temos:

  • Vuca – Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade.
  • Bani – Fragilidade, Ansiedade, Não linearidade e Incompreensão.

Quais são os conceitos ou adjetivos que definem o Fenômeno Revolução Civilizacional 2.0?

Não linearidade (ou disrupção) e o aumento da Complexidade.

Os demais conceitos são as sensações que temos diante de uma Mudança DRED – Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida:

  • Volatilidade, Incerteza, Ambiguidade, Fragilidade, Ansiedade e Incompreensão.

Temos, assim, diante de uma Mudança DRED uma Reação VAIFAI – Volatilidade, Ambiguidade, Incerteza, Fragilidade, Ansiedade e Incompreensão.

Inovação seja em que camada for (Pessoal, Grupal ou Organizacional), Mais Aberta ou Mais Fechada, pouco importa, tem como foco promover um alinhamento com o novo Ambiente de Sobrevivência 2.0.

Assim, temos 4 etapas de diagnósticos a serem feitas para promover a Inovação 2.0 – o alinhamento ao novo Ambiente de Sobrevivência 2.0:

  • o diagnóstico do Fenômeno em si, que está mudando nossa forma de sobrevivência;
  • o diagnóstico de que tipo de mudança ele provoca;
  • diagnóstico de quais são as reações emocionais que passamos a ter diante de tudo isso;
  • e, por fim, quais são as consequências na forma de pensar e agir com tudo isso.

Quando pensamos em Inovação 2.0 estamos falando do alinhamento da nossa forma de pensar e agir à emergente Civilização 2.0.

E aí temos na Ciência da Inovação esta divisão de diagnósticos:

  • Diagnóstico do Fenômeno – qual é o Fator Detonante de Mudança?
  • Diagnóstico da Mudança – que tipo de Mudança ele provoca na sociedade?
  • Diagnóstico da Reação à Mudança – e qual é a reação que este tipo de mudança provoca nas pessoas?
  • Diagnóstico da confusão diante da Reação à Mudança – quando há um momento de completa confusão na forma de pensar e agir.

Nestes momentos de Reação VAIFAI – Volatilidade, Ambiguidade, Incerteza, Fragilidade, Ansiedade e Incompreensão temos como consequência o aumento das seguintes taxas:

  • Ilogicidade – com a disseminação e aceitação de conceitos mais fracos do que fortes;
  • Orfandade – a perda da capacidade das antigas Autoridades Conceituais de ajudar a sair do impasse;
  • Desfocamento – a confusão do que é o meio e do que é o fim ou do que é o fim e do que é o meio.

Podemos dizer que vivemos, assim, um Momento DOI (Ilógico, de Orfandade e de Desfocamento).

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

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Novas Hashtags:

#Fernanda_Furia – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Posicionamento diante da Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

 

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A Ciência da Inovação é, assim, a Ciência Social com um novo olhar, que pode ser também chamada, a gosto, de Ciência Social 2.0.
  2. Assim, é falso dizer que estamos “criando” a Ciência da Inovação, pois estamos apenas renomeando algo que sempre existiu com outro nome: Ciência Social.
  3. Não precisamos estudar a mente sem foco, mas a Mente Inovadora, pois é ela que vai ajudar o Sapiens a viver melhor!
  4. Inovar, para o Sapiens, pela sua característica progressiva estrutural, não é uma opção, mas uma obrigação.
  5. Para que serve o estudo da Psicologia que não seja para as pessoas, grupos e organizações inovarem de forma cada vez mais adequada?
  6. Todo o estudo, ABSOLUTAMENTE todos eles, sobre a espécie humana precisa OBRIGATORIAMENTE estar centrado na Inovação.
  7. A Ciência Social, do ponto de vista, da Escolha Ética pela Ciência Mas Ativa sempre foi, de forma consciente ou inconsciente, a Ciência da Inovação.
  8. Ninguém deveria estudar nenhum fenômeno humano, que não seja para facilitar, em algum ponto, a melhoria da qualidade de vida das pessoas, através da Inovação.

Vamos ao Artigo:

“A criança saudável é uma fábrica de inovação.” – Furia.

Permitam uma digressão na análise do livro da Furia.

Estamos aqui – a partir da Oitava Imersão Bimodal – desenvolvendo a CIB (Ciência da Inovação Bimodal).

Vamos por partes.

Ciência é um Ambiente de Diálogo, no qual um Conceituador de Excelência procura organizar a conversa em torno de um determinado fenômeno, tendo como foco que os seus respectivos clientes possam lidar melhor com ele.

A demanda pela Ciência sempre existiu, desde que o Sapiens é Sapiens, o que variou foi o tipo de ofertas científicas que tivemos.

A Ciência nada mais é do que um Ambiente de Diálogo mais consciente para abordar determinados fenômenos, que exigem mais dedicação.

O objetivo da Ciência não é chegar na verdade final, mas na melhor verdade provisória possível para que as decisões possam ser tomadas a cada momento.

Todo o Sapiens é, de alguma forma, um cientista, quando reflete, de forma mais adequada, sobre determinado fenômeno para tomar decisões.

Detalhada a nossa escolha pela definição de Ciência.

Falemos de Inovação.

O Sapiens é um ser vivo, como todos os outros, e tem como Demanda Central e Estrutural a sobrevivência, se possível, cada vez melhor.

Diferente das demais espécies, entretanto, o Sapiens sobrevive da sua capacidade de pensar e não de seus instintos. Por isso, o papel da Ciência é tão importante.

Por ser uma Tecnoespécie, que consegue estar o tempo todo se reinventado, o Sapiens vive sob a égide da Complexidade Demográfica Progressiva.

A Complexidade Demográfica Progressiva nos obriga a desenvolver a Inovação Progressiva para que possamos sobreviver melhor.

Inovar, para o Sapiens, pela sua característica progressiva estrutural, não é uma opção, mas uma obrigação.

Ao longo do tempo, desenvolvemos um ambiente de reflexão científica sobre a sociedade humana, que recebeu o nome de Ciência Social, que se desdobrou em diversas subciências (Direito, Administração, Economia, Psicologia, Comunicação, etc.)

O epicentro da Ciência Social sempre foi, de forma mais ou menos consciente, o estudo dos processos inovadores humanos nas suas diferentes áreas.

Assim, é falso dizer que estamos “criando” a Ciência da Inovação, pois estamos apenas renomeando algo que sempre existiu com outro nome: Ciência Social. 

Por isso, podemos denominar o que chamamos hoje de Ciência Social de Ciência da Inovação, que passa a ter uma nova roupagem.

A Ciência da Inovação é, assim, a Ciência Social com um novo olhar, que pode ser também chamada, a gosto, de Ciência Social 2.0.

Nós não estamos inventando uma nova Ciência, mas renomeando uma que sempre existiu, mas que precisa de uma nova roupagem.

Não existe a possibilidade de pensar a sociedade humana, sem que o eixo central seja a Inovação Progressiva.

Todas as atividades humanas são um processo e precisam ser analisadas dessa maneira para que possamos nos aproximar melhor dos fatos.

Dito isto, me permitam uma segunda digressão.

Não existe livro, palestra, curso que não cumpra o mesmo ritual:

  • hoje vocês pensam e/ou agem desse jeito;
  • e eu, com este meu conteúdo, sugiro que passem a pensar e/ou agir de uma novo jeito.

Algumas constatações sobre a leitura de um livro:

  1. Todo conteúdo, seja ele qual for, pretende introduzir algum tipo de novidade na sua mente;
  2. Todo Conceituador quer que você revise uma forma de pensar e agir de “a” para “b”;
  3. A melhor forma de ler um livro é logo procurar o que o autor sugere de mudança e aquilo que já existe.
  4. Um Conceituador, pode deixar mais claro o que ele quer que você abandone na sua forma de pensar e agir, ou não.

Façamos aqui uma pequena jornada sobre tipos de Conceituadores.

No Mercado da Conceituação temos os seguintes tipos de Conceituadores:

  • Conceituadores Mais Criadores e Mais Divulgadores dos Conceitos de Terceiros;
  • Conceituadores Mais Percepcionistas e Mais Padronistas
  • Conceituadores Mais Fenomenológicos, Conceituadores Mais Epistemológicos. Fenomenológicos/Epistemológicos.

No Mercado da Conceituação temos, do ponto de vista, da criatividade:

  • Conceituadores Mais Criadores – que criam e disseminam conceitos mais originais;
  • Conceituadores Mais Divulgadores – que disseminam conceitos menos originais.

No Mercado da Conceituação dos Conceituadores Mais Criadores temos, do ponto de vista, da abordagem mais ou menos científica:

  • Conceituadores Mais Percepcionistas  – que se baseiam mais em percepções do que em Padrões;
  • Conceituadores Mais Padronistas – que se baseiam mais em Padrões do que em percepções.

No Mercado da Conceituação dos Conceituadores Mais Criadores Padronistas temos, do ponto de vista, da abordagem científica:

  • Conceituadores Mais Fenomenológicos  – que se limitam a estuda o fenômeno;
  • Conceituadores Mais Epistemológicos – que analisam os bastidores do fazer científico;
  • Conceituadores Fenomenológicos/Epistemológicos – que, ao estudar o fenômeno, procuram operar nos dois campos.

Fernanda Furia, a partir da análise do livro “Psicologia da Inovação” é uma autora Mais Criativa, Padronista e Fenomenológica/Epistemológica.

Isso vale para o livro da Furia e para todos os outros que você vai ler.

Feita às digressões, façamos o artigo final do livro da Furia.

O que vi de mais importante no livro “Psicologia da Inovação” foi reflexões e sugestões sobre mudanças epistemológicas na abordagem do fenômeno Inovação.

Ela sugere no livro a criação de um campo novo denominado Psicologia da Inovação, pois considera que é preciso mais e mais entender a mente para podermos inovar melhor.

Concordo com ela e acho que podemos aprofundar bastante a sugestão de Furia.

Quando ela sugere a criação do campo “Psicologia da Inovação”, ela propõe abrir o Diálogo Epistemológico sobre o campo da inovação.

O Diálogo Epistemológico não visa refletir sobre determinado fenômeno, mas sobre o ferramental científico, que estamos usando para refletir sobre ele.

Digo mais.

É da qualidade das Escolhas Epistemológicas, que fazemos que podemos analisar melhor um fenômeno e lidar melhor com ele.

Por isso, toda a minha análise acabou gerando muito mais reflexões sobre a Epistemologia do que sobre o Fenômeno da Inovação em si.

Ainda mais agora que estamos estruturando a CIB (Ciência da Inovação Bimodal), que também pode ser chamada carinhosamente de Ciência Social 2.0.

Aproveitei o diálogo com o livro para ir mais fundo na CIB.

O estudo do Fenômeno Inovação é hoje um Ambiente de Diálogo Científico fortemente atrelado à Ciência da Administração.

Será que isso ajuda ou atrapalha a lidar melhor com ele?

Acredito que atrapalha, pois a Inovação é uma Demanda Estrutural para a Sobrevivência com mais qualidade de uma Tecnoespécie.

Não faz nenhum sentido analisar a sociedade humana, sem que tenhamos a inovação como o eixo central.

A Inovação é a ferramenta principal do Sapiens para garantir uma melhor qualidade de vida.

Não podemos inverter o meio com o fim.

O objetivo central de toda espécie viva é se manter viva, da melhor forma possível e, para isso, se utiliza da sua Principal Ferramenta de Sobrevivência – a Mente Inovadora.

  • Quando estudamos o Sapiens, não há como não ter no seu epicentro o estudo da mente;
  • E quando estudamos a mente, não há como ter no seu epicentro o foco na inovação.

A Mente Inovadora é a principal Ferramenta de Sobrevivência do Sapiens.

Precisamos inovar sempre e, para isso, precisamos aprender a lidar com a nossa Mente Inovadora.

Precisamos, assim, conhecer as características da nossa Mente Inovadora. Esse é o foco.

Assim, não precisamos estudar a mente sem foco, mas a Mente Inovadora, pois é ela que vai ajudar o Sapiens a viver melhor!

Dentro da ideia de Furia, a Psicologia da Inovação seria um campo emergente para que possamos melhorar a qualidade da análise do fenômeno.

Porém, pergunto: é possível abordar a questão da Inovação sem o estudo da Mente Inovadora, na qual a Psicologia deveria se dedicar?

Mais ainda é possível abordar a Psicologia sem que tenhamos no epicentro da análise a Inovação?

Para que serve o estudo da Psicologia que não seja para as pessoas, grupos e organizações inovarem de forma cada vez mais adequada?

Toda a confusão conceitual que temos hoje, neste ponto e em vários outros, nos leva a alguns pontos da Epistemologia Bimodal.

Na Ética Epistemológica na Primeira Camada Epistemológica Bimodal, temos a seguinte questão: “Para que serve o conhecimento, a verdade e a ciência?”

Temos uma Encruzilhada Conceitual com duas escolhas:

  • Ciência, Verdade e Conhecimento Mais Ativos – ferramentas, que visam a melhoria da qualidade de vida humana;
  • Ciência, Verdade e Conhecimento Mais Passivos  – que podem ser vistas como um fim em si mesmo. 

Na Filosofia Fenomenológica na Primeira Camada Fenomenológica Bimodal, temos a seguinte questão: “Quem Somos?”

Temos uma Encruzilhada Conceitual com duas escolhas:

  • O Sapiens é uma espécie Progressiva – que para sobreviver com mais qualidade precisa da Inovação Progressiva;
  • O Sapiens não é uma espécie Progressiva  – que para sobreviver pode, ou não, se quiser inovar.

Assim, se escolhemos na Filosofia Fenomenológica a “estrada” de que o “O Sapiens é uma espécie Progressiva” e de que a Inovação é algo obrigatório e não opcional.

E se entendemos na Ética Epistemológica que a verdade, o conhecimento e a ciência são ferramentas de melhoria de qualidade de vida.

Todo o estudo, ABSOLUTAMENTE todos eles, sobre a espécie humana precisa OBRIGATORIAMENTE estar centrado na Inovação.

A Ciência Social, do ponto de vista da Escolha Ética pela Ciência Mas Ativa sempre foi, de forma consciente ou inconsciente, a Ciência da Inovação.

Ninguém deveria estudar nenhum fenômeno humano, que não seja para facilitar, em algum ponto, a melhoria da qualidade de vida das pessoas, através da Inovação.

O que estamos fazendo aqui não é criando um campo novo de estudos “Ciência da Inovação”, não, não e não.

O que estamos fazendo aqui desenvolvendo a CIB (Ciência da Inovação Bimodal), pela ordem é:

  • é renomeando a Ciência Social, sob o ângulo ético da Ciência Ativa, como Ciência da Inovação;
  • propondo que todos os estudos sobre a sociedade humana passem a ser subcampos da Ciência da Inovação, que pode ser chamada também de Ciência Social 2.0;
  • no caso da Psicologia, ela seja, primeiro encarada como mais um subcampo da Ciência Social e não da Saúde;
  • que o epicentro do estudo da Mente deixe de ser da Mente e passe a ser da Mente Inovadora, fundamental para que o Sapiens possa viver melhor;
  • ainda mais agora com o aumento exponencial da Taxa de Inovação, a partir da Civilização 2.0.

Amadurecido isso, agradeço as provocações epistemológicas da Furia, destacaria, para não dizer que não falei do fenômeno, a relevância da brincadeira tanto do adulto quanto da criança para a criatividade.

“A possibilidade de brincar promove um sentimento reconfortante de lembrança dos bons momentos da infância, favorece o vínculo afetivo entre as pessoas, reduz a pressão das regras e da perfeição, estimula a nossa necessidade de ser criativo e tem um efeito antidepressivo.” –  SUTTON-SMITH (1997) // “Brincar é a mãe da invenção” (BROWN, 2009, p.135).”

Vejamos onde classifico tais temas na CIB:

  • A relação brincadeira maior criatividade se encaixa dentro da Camada Teórica – a Segunda Camada Fenomenológica Bimodal, na qual analisamos as relações de causa e efeito de diferentes forças ligadas ao fenômeno da Inovação, em que se sugere mudanças na forma de pensar diferentes aspectos do Fenômeno Inovação.
  • As sugestões de que se possa introduzir as brincadeiras nas diferentes fases da vida se encaixam dentro da Camada Metodológica – a Terceira Camada Fenomenológica Bimodal, na qual se sugere mudanças na forma de agir para se lidar, de forma mais adequada, com o Fenômeno Inovação.

Frase top final:

“Vivemos num mundo que não está apenas mudando, mas está se metamorfoseando. […] A metamorfose implica uma transformação muito mais radical, em que as velhas certezas da sociedade moderna estão desaparecendo e algo inteiramente novo emerge.” – Ulrich Beck.

Por fim, a CIB (Ciência da Inovação Bimodal) visa:

  • influenciar não o pessoal operacional, que está com a mão na massa, mas os Conceituadores da Inovação;
  • que se encarregam de influencia e formar os Formadores da Inovação;
  • e, que, por fim, poderão ajudarão aqueles que estão no “campo de batalha” a inovar melhor.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal270922

Novas Hashtags:

#Fernanda_Furia– criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Posicionamento diante da Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

 

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O objetivo da Ciência da Inovação é ajudar o Sapiens a viver num mundo com uma taxa de velocidade de mudanças muito mais alta do que as anteriores.
  2. A ferramenta principal para a promoção das mudanças é a mente. Assim, não há como analisar o Fenômeno da Inovação sem que façamos o estudo da Mente Humana.
  3. O Sapiens, a única Tecnoespécie do planeta, é obrigado a viver tanto individualmente, quanto coletivamente com a Inovação Progressiva.
  4. A Qualidade de Vida Progressiva tem como demanda uma Mente Progressiva, que seja capaz de estar alinhada com as constantes alterações do Ambiente de Sobrevivência.
  5. Não há estudo da inovação sem o estudo da mente, assim como não há o estudo da mente sem que o foco seja a inovação.
  6. Não queremos entender a mente como um fim em si mesmo, mas entender a mente para que possamos inovar e sermos mais felizes.
  7. Não existe estudo da mente que não seja para ajudar a inovar, assim como não existe estudo da inovação, que não coloque a mente no seu epicentro.
  8. Não existe o “verdadeiro eu”, mas ir criando o melhor “eu possível”.

Vamos ao Artigo:

“A ciência será sempre uma busca, jamais uma descoberta. É uma viagem, nunca uma chegada.” – Popper.

Ao procurar introduzir um novo campo de estudos, “Psicologia da Inovação” o livro de Furia pediu, até aqui, uma longa Abordagem Epistemológica pelo próprio título do livro.

Conforme vamos dialogando com conceituadores, vamos também desenvolvendo nossa narrativa, agora, totalmente empenhada em desenvolver as bases da emergente e necessária Ciência da Inovação.

O desafio do desenvolvimento de uma nova Ciência, nos leva a:

  • refletir sobre o papel da própria ciência;
  • a crise da ciência diante da chegada da Civilização 2.0;
  • a crise da Ciência Social, diante de mudanças não previstas.

Assim, há uma revisitação de vários aspectos.

É preciso, urgentemente, criar bases mais sólidas para poder lidar e entender com este novo cenário, dentro do qual os nossos descendentes irão precisar sobreviver.

O objetivo da Ciência da Inovação é ajudar o Sapiens a viver num mundo com uma taxa de velocidade de mudanças muito mais alta do que as anteriores.

A análise do livro de Fernanda Furia tem nos incentivado a desenvolver, de forma cada vez mais ampla, as Estruturas Conceituais, tanto Epistemológicas quanto Fenomenológicas de qualquer ciência.

Se procurarmos a Excelência da Conceituação, similar a uma oficina de um marceneiro, não basta refletir só na produção de cadeira, mas também nas ferramentas que produzem cadeira.

Na ciência, é a Epistemologia que nos permite a reflexão sobre as ferramentas de produção de cadeiras.

Epistemologia, conforme nos ensina o Dr. Google é “reflexão geral em torno da natureza, etapas e limites do conhecimento humano.”

Hoje, temos novidades na Epistemologia Bimodal.

Acredito que podemos apontar 5 Camadas Epistemológicas, que interferem no resultado na criação de conceitos, impactando na Fenomenologia (estudo do fenômeno em si):

  • Metaepistemológica – as escolhas feitas na definição do que é conhecimento e ciência, principalmente, para que servem;
  • Histórica – de como acreditamos que o conhecimento e a ciência se alteram no tempo;
  • Ambiental – a análise do ambiente no qual o estudo do fenômeno é feito;
  • Transdisciplinar Horizontal – as escolhas feitas nas relações com outras ciências irmãs;
  • Transdisciplinar Vertical – qual é a Ciência Mãe.

Todas estas camadas vão exigir a escolha de diferentes autores, conceitos, escolas, que vão acabar por definir como estudamos o fenômeno.

Com isso, podemos mais facilmente classificar a forma de pensar dos diferentes autores, que abordam determinado fenômeno, tornando mais consciente escolhas que são feitas, muitas vezes de forma mais automática e inconsciente.

Na verdade, o papel de um Conceituador de Excelência é o de organizar o diálogo sobre determinado fenômeno, tornando consciente as Encruzilhadas Conceituais e sugerindo as melhores escolhas.

Vivemos hoje na Ciência Social, que impacta a abordagem do fenômeno inovação, o que Thomas Kuhn (1922 -96) definiu como Anomalia.

Uma Anomalia ocorre quando os fatos passam a não mais rimar com os conceitos. 

Temos três tipos de Anomalias Científicas:

  • Anomalia a partir do Fenômeno – quando determinados fatos não foram previstos, compreendidos e, por causa disso, perde-se a capacidade de se fazer prognósticos futuros, tal como a atual Revolução Civilizacional;
  • Anomalia a partir de uma nova Concepção – quando um ou mais Conceituadores introduzem uma nova forma de encarar o fenômeno, tal como Einstein fez na física;
  • Anomalia a partir do Fenômeno/Concepção – quando um ou mais Conceituadores conseguem explicações melhores sobre novos ocorridos, tal como a Escola de Toronto fez com as Revoluções de Mídia, inaugurando as bases iniciais da Ciência Social 2.0.

Fizemos nos dois primeiros artigos no diálogo com o livro de Furia, um mergulho numa Análise Mais Epistemológica do que Mais Fenomenológica, procurando situar Estudos dos Processos da Mente (Psicologia/Neurociência) dentro da Ciência da Inovação Bimodal.

Nos primeiros dois artigos, transitamos, assim, principalmente pelas Camadas Metaepistemológica, Transdisciplinar Horizontal e Vertical (ver detalhamento mais acima).

Vivemos hoje, diante da Civilização 2.0, uma Anomalia, a partir do Fenômeno, pois a Internet introduziu mudanças inesperadas na sociedade.

E tivemos que procurar Conceituadores, que estivessem mais próximos de uma explicação mais adequada, que foi o caso da Escola de Comunicação de Toronto.

O ajuste da Anomalia a partir do Fenômeno demanda a criação de Novos Paradigmas, que nos levam a um questionamento, de forma profunda e disruptiva da Ciência Social.

A partir desta análise, consideramos que não faz muito sentido termos um campo da “Psicologia da Inovação”, mas incluir os estudos dos Processos da Mente (Psicologia e Neurociência) como o epicentro da Ciência da Inovação.

Vejamos como se divide as diferentes escolhas de uma Ciência:

  • de um problema: “como podemos lidar melhor com tal fenômeno?”;
  • das diferentes escolhas que fazemos diante dele, que define diferentes Escolas de Pensamento;
  • cada Escola de Pensamento, a partir de suas escolhas nas Encruzilhadas Conceituais, acaba por definir Núcleos Duros, que os diferencia das demais.

A Ciência da Inovação Bimodal estuda o fenômeno das mudanças humanas, tanto por que não as fazemos e como as fazemos.

A ferramenta principal para a promoção das mudanças é a mente. Assim, não há como analisar o Fenômeno da Inovação sem que façamos o estudo da Mente Humana.

O Sapiens, a única Tecnoespécie do planeta, é obrigado a viver tanto individualmente, quanto coletivamente com a Inovação Progressiva.

O objetivo da Inovação Progressiva é permitir a Qualidade de Vida Progressiva.

A Qualidade de Vida Progressiva tem como demanda uma Mente Progressiva, que seja capaz de estar alinhada com as constantes alterações do Ambiente de Sobrevivência.

O principal fenômeno da espécie humana, tanto individualmente, quanto coletivamente, é o estudo da Qualidade de Vida Progressiva, que, para isso, demanda a análise da Mente Progressiva.

Não há estudo da inovação sem o estudo da mente, assim como não há o estudo da mente sem que o foco seja a inovação.

Não queremos entender a mente como um fim em si mesmo, mas entender a mente para que possamos inovar e sermos mais felizes.

Se um passarinho canta todos os dias, o canto é uma ferramenta para que ele possa sobreviver melhor.

Só iremos entender a vida do passarinho, se criarmos na Fenomenologia do mesmo, um Binômio Conceitual, que consiga separar o que é Meio do que é Fim e a relação entre os dois.

No caso da Inovação, o meio é a mente, o fim é a melhoria da qualidade de vida.

Não é possível, assim, separar o meio do fim. Assim, se falamos de inovação estamos falando da mente e se falamos da mente estamos falando de inovação.

Não existe estudo da mente que não seja para ajudar a inovar, assim como não existe estudo da inovação, que não coloque a mente no seu epicentro.

Dito isso, temos agora a segunda etapa que é a Análise Mais Fenomenológica do livro, a partir da Filosofia da Inovação Bimodal.

Destaquei alguns pontos para podermos analisar este item.

Temos em todas as Ciências as 5 Camadas Científicas, que formam, o que chamamos aqui na Bimodais do Edifício do Pensamento.

As 5 Camadas Fenomenológicas do Edifício do Pensamento Bimodal são integradas e nos ajudam a compreender qualquer fenômeno. São elas:

  • Filosófica – as escolhas mais abstratas, estruturais e essenciais, que definem de que tipo de fenômeno estamos falando e as camadas posteriores;
  • Teórica – a partir da Camada Filosófica, como as Forças Vivas do Fenômeno se relacionam, principalmente, a partir dos Padrões Históricos;
  • Metodológica – a partir da Camada Teórica, como devemos lidar de forma mais adequada com o Fenômeno, tendo como norte sempre a melhoria da qualidade de vida;
  • Operacional – a aplicação da Camada Metodológica;
  • Revisional – a avaliação dos resultados operacionais para tentar identificar quais são as Camadas acima que precisam de algum tipo de ajuste.

Iniciemos a análise do livro, de cima para baixo do Edifício do Pensamento Bimodal, com a Filosofia da Inovação Bimodal.

Aqui, temos algumas questões centrais:

  • O que é Inovação?
  • O que é Identidade Humana?
  • Por que Inovamos?

Comecemos pela definição de Inovação.

I-nova-ação.

É bom separar as três partes.

Inovação é algo que é introduzido como novidade na ação.

Vamos ao Dr. Google:

“Inovar é criar algo novo, é introduzir novidades, renovar, recriar. A inovação é sempre tida como sinônimo de mudanças e/ou melhorias de algo já existente.”

Quando vamos analisar as diferentes vertentes sobre Inovação e suas respectivas camadas, temos as Encruzilhadas Filosóficas, que vão nos ajudar a identificar e poder escolher cada uma delas:

  • Qual é a definição escolhida para inovação;
  • Qual Camada de Inovação estamos analisando (pessoal, grupal, organizacional ou civilizacional);
  • Qual é o Grau da Inovação estamos analisando (Inovação Mais Incremental, mudanças que exigem menos alteração da MP1 e Inovação Mais Disruptivas, mudanças que exigem mais alteração da MP1 e até da Mp2);
  • Qual é o Fator Detonante da Inovação (Mais Exógeno, mais de fora para dentro ou Mais Endógeno de dentro para fora);

É preciso especificar quando abordamos a Filosofia da Inovação: “Inovação é opcional ou obrigatória para o Sapiens?” com duas vertentes:

  • Inovação como algo opcional;
  • Inovação como algo obrigatório.

É preciso especificar quando abordamos a Filosofia da Inovação: “Por que Inovamos?” com duas vertentes:

  • Inovação como ferramenta para a felicidade;
  • Inovação como um fim em si mesmo.

É preciso especificar quando abordamos a Filosofia da Inovação (mais no aspecto da Inovação Pessoal): “Quem Somos?” com duas vertentes:

  • O Sapiens tem uma Identidade –  que pode ser recuperada;
  • O Sapiens é um processo – em permanente relação de adaptação com o Ambiente.

Vejamos, na Análise Mais Fenomenológica, no campo da Filosofia da Inovação com isso aparece no livro da Furia.

Pergunta Estruturante da Filosofia da Inovação: “Quem Somos?”:

 “…é no brincar, e somente no brincar, que o indivíduo, criança ou adulto, pode ser criativo e utilizar sua personalidade integral.” – Winnicott (1975).

Note que Donald Woods Winnicott (1896 – 1971) no conceito “personalidade integral” defende que é possível na Inovação Pessoal desenvolvê-la.

Esta é um tema dentro da Filosofia da Inovação que procura responder a pergunta “Quem Somos?”.

Temos uma “identidade integral” ou temos uma “identidade possível?”.

Acredito na segunda hipótese, da Identidade Progressiva Possível, que é a capacidade de:

  • superar gradativamente aquilo que atrapalha nossa permanente procura por melhor qualidade de vida, a partir da revisão da Formatação Básica (mais alojada na MP1);
  • identificar e procurar ir colocando para operar nossos potenciais únicos;
  • ir nos adaptando às diferentes mudanças aos Ambientes Progressivos de Sobrevivência, tanto os Mais Diretos, quanto os Indiretos.
A ideia de uma Identidade Integral dá a impressão que se chega a algum lugar, na Possível, é sempre uma caminhada.

Pergunta Estruturante da Filosofia da Inovação: “O que é Inovação?”:

No livro, temos a seguinte citação de Tom Kelley:

“Inovação diz respeito às pessoas que criam valor através da implementação de novas ideias.” (KELLEY, 2005).

O problema na afirmação de Kelley é a seguinte: o que é valor? Valor para quem? De que camada de inovação estamos falando (Pessoal, Grupal ou Organizacional)?

O que vai esbarrar na questão “Por que Inovamos?”.

O valor que será gerado terá como referência a pessoa ou os outros?

Se estivermos abordando a camada da Inovação Pessoal, inovar significa melhorar a qualidade de vida daquela pessoa, através de mudanças na forma de pensar e agir.

Se a abordagem for a Inovação Organizacional, que é o caso da citação acima, é a implementação de processos de mudanças, que geram melhorias para a organização.

O Valor da Inovação é relacionado à Métrica Inovadora.

A Inovação é uma Ferramenta para a Felicidade ou é um Fim em si mesmo?

Valor ali pode ter o sentido de melhoria de qualidade de vida e aí se encaixa na Vertente Filosófica da Inovação, que defende a Inovação como Ferramenta PARA a Felicidade.

Regra quando falamos de inovação:

É preciso separar as diferentes camadas em que a Inovação está inserida. Não podemos falar de inovação sem os adjetivos Pessoal, Grupal, Organizacional e Civilizacional.

Voltemos a Winnicott:

“…é somente sendo criativo que o indivíduo descobre o seu verdadeiro eu.” – Winnicott (1975).

Aqui, temos de volta a questão do “Quem Somos?”

Temos um verdadeiro Eu?

Existe um Verdadeiro Eu?

  • Se nós somos um processo permanente de relação com o ambiente que nos cerca?
  • Se nós fomos formatados para que pudéssemos nos socializar?
  • Como poder dizer que existe um “verdadeiro eu”?

O que podemos procurar no processo de Inovação Pessoal é descobrir não o “verdadeiro eu”, mas ir criando o melhor “eu possível”.

Precisamos utilizar as funções mais criativas da mente para que possamos inventar um processo de vida, no qual possamos rimar nossas potências com a sobrevivência. 

Dentro das vertentes filosóficas dos Conceituadores da Ciência da Inovação, temos, então:

  • Os Conceituadores que acreditam no Verdadeiro Eu, que temos uma identidade perdida, que pode ser encontrada como se fosse uma busca ao tesouro;
  • Os Conceituadores que NÃO acreditam no Verdadeiro Eu, que NÃO temos uma identidade perdida e que o que podemos fazer é criar o melhor “Eu Estou” possível.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal260922

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#Fernanda_Furia – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Posicionamento diante da Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

 

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Vivemos hoje o final de uma Macro Crise Civilizacional, pois tivemos a combinação de um exponencial aumento populacional e um longo período sem uma Mídia Descentralizadora.
  2. Boa parte de Ciência produzida nas últimas décadas, principalmente na área Social, passou a ter um fim em si mesmo e não uma ferramenta para trazer qualidade de vida.
  3. A chegada da Civilização 2.0 gerou uma profunda Anomalia Conceitual na Ciência Social.  
  4. A Ciência Social 1.0 não tem ferramentas para entender o novo cenário e projetar respectivas consequências.
  5. O Sapiens – individualmente e coletivamente – só consegue ter uma melhor qualidade de vida, quando é preparado para a Inovação Progressiva.
  6. Há uma confusão no Mercado dos Conceituadores da Inovação, ao não especificar de que camada de inovação está tratando, se é a Pessoal, Grupal, Organizacional ou Civilizacional.
  7. A partir do estudo dos Processos Mentais da Inovação Progressiva Pessoal, é que podemos desdobrar para as outras Inovações (Grupal, Organizacional).
  8. A Inovação Civilizacional gera uma grande onda de Alterações Exógenas do Ambiente de Sobrevivência, que exige uma readaptação de todas as camadas abaixo dela (pessoal, grupal e organizacional).

Vamos ao Artigo:

“Não existem Teorias Finais, apenas Teorias Melhores.” – Gleiser.

Estamos numa etapa estruturante da Ciência da Inovação Bimodal e o livro de Furia tem nos ajudado a refletir sobre esta construção.

O objetivo de uma Ciência, antes de tudo, é organizar um Ambiente de Diálogo, separar as diferentes encruzilhadas e sugerir novas formas de agir e pensar diante de um determinado fenômeno.

Na verdade, não consegui ainda entrar e comentar o livro de Furia, estou, como que me preparando para chegar nele, através da reorganização do Ambiente de Diálogo.

Permitam continuar estruturando e, espero, conseguir analisá-lo, a partir do Terceiro Artigo.

Vimos no primeiro artigo, quando iniciamos o diálogo como a Conceituadora Fernanda Furia, um reenquadramento da Ciência “Psicologia”.

Vivemos hoje o final de uma Macro Crise Civilizacional, pois tivemos a combinação de um exponencial aumento populacional e um longo período sem uma Mídia Descentralizadora.

Macro Crises Civilizacionais geram uma confusão entre as ferramentas e os objetivos.

Boa parte de Ciência produzida nas últimas décadas, principalmente na área Social, passou a ter um fim em si mesmo e não uma ferramenta para trazer qualidade de vida.

Nas Macro Crises Civilizacionais há o aumento da Taxa da Ciência Passiva e a redução da Taxa da Ciência Ativa. 

A Ciência Ativa é aquela que vê o papel dos Conceituadores como produtores de formas de agir e pensar mais adequadas diante de fenômenos, que ajudem o Sapiens a viver melhor.

Fora o problema da confusão ferramenta/objetivo, temos a crise da Anomalia Conceitual.

A chegada da Civilização 2.0 gerou uma profunda Anomalia Conceitual na Ciência Social.  

A Ciência Social 1.0 não tem ferramentas para entender o novo cenário e projetar respectivas consequências.

A Ciência Social 1.0 ignora Forças Estruturantes do Sapiens, que provocam Revoluções Civilizacionais, tais como a demografia, novas mídias e novos Macro Modelos de Cooperação.

O livro “Psicologia da Inovação” é um exemplo típico dos enganos da Ciência Social 1.0.

O que percebemos, a partir da leitura do livro “Psicologia da Inovação” é o seguinte:

  • O Sapiens é uma Espécie que tem Alta Taxa de Progressividade na sua Sobrevivência;
  • Isso nos faz ser uma espécie com Alta Taxa de Progressividade Inovadora;
  • O Epicentro da Ciência Social é, por causa das características estruturais do Sapiens, o estudo das mudanças, tanto no âmbito pessoal, grupal, organizacional e civilizacional;
  • A Psicologia, ou se quiserem, o estudo dos Processos Mentais para a Inovação (onde se inclui a Neurociência), precisa ser o Epicentro da Ciência Social.

Não se estuda os Processos Mentais (Psicologia e Neurociência), dentro do conceito de Ciência Ativa, que não seja para ajudar as pessoas a ter uma vida de mais qualidade.

Assim, não faz sentido sugerir uma Psicologia da Inovação, mas uma Ciência da Inovação, na qual os estudos dos Processos Mentais é o epicentro.

O estudo dos Processos Mentais tem o foco de apoio nos processos inovadores.

Mais ainda.

O Sapiens – individualmente e coletivamente – só consegue ter uma melhor qualidade de vida, quando é preparado para a Inovação Progressiva.

Dito isso, temos ainda um terceiro problema.

Há uma confusão no Mercado dos Conceituadores da Inovação, ao não especificar de que camada de inovação está tratando, se é a Pessoal, Grupal, Organizacional ou Civilizacional.

Os dois tipos de Inovação, do ponto de vista do tratamento:

  • Inovação Tratável – aquelas em que há possibilidade de atuação no fenômeno, onde se inclui a Pessoal, Grupal e Organizacional;
  • Inovação Não Tratável – a Civilizacional, por se tratar de um movimento de movimento descentralizado horizontal.

Toda a análise do estudo dos Processos Mentais do Sapiens, obviamente, se inicia sempre com a Inovação Pessoal, que trata das dificuldades que temos para praticar a Inovação Progressiva.

A partir do estudo dos Processos Mentais da Inovação Progressiva Pessoal, é que podemos desdobrar para as outras Inovações (Grupal, Organizacional).

Temos, entretanto, a Inovação Civilizacional, que não é tratável, por se tratar de um Movimento Descentralizado.

A Inovação Civilizacional gera uma grande onda de Alterações Exógenas do Ambiente de Sobrevivência, que exige uma readaptação de todas as camadas abaixo dela (pessoal, grupal e organizacional).

Nos movimentos de Inovação Civilizacional, temos:

  • os Macro Ajustes para compreender, cada vez melhor, as alterações civilizacionais;
  • e todos os Micro Ajustes na Inovação Pessoal, Grupal e Organizacional para que se possa lidar com o novo Ambiente de Sobrevivência pós-Revolução Civilizacional.

Feita a Análise Mais Epistemológica do livro de Furia, passemos agora a uma Análise Mais Fenomenológica.

Os dois tipos de Análise do trabalho de qualquer livro ou Conceituador:

  • Análise Mais Epistemológica – procura enquadrar os conceitos dentro das estruturas científicas existentes;
  • Análise Mais Fenomenológica – procura enquadrar os conceitos do estudo do fenômeno em si.

Passemos a Análise Mais Fenomenológica do livro de Furia.

Na Análise Fenomenológica temos algumas camadas:

  • Filosofia e Teoria da Inovação – que trata dos Conceitos Estruturantes, mudanças na forma de pensar o fenômeno;
  • Metodologia da Inovação – que trata dos Conceitos Operacionais, mudanças na forma de pensar o fenômeno.

Dentro da Filosofia e Teoria da Inovação temos, por exemplo:

  • O que é Inovação?
  • O que é Identidade Humana?
  • Por que Inovamos?

Dentro da Metodologia da Inovação temos, por exemplo:

  • O que devemos fazer para Inovar?
  • E o que NÃO devemos fazer para Inovar?

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

Compre meu livro Administração 3.0, autografado: https://bit.ly/adm30autografado

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal220922a

 

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#Civilização 2.0 – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. tratamos na Inovação Civilizacional sobre a crise que vivemos, a partir da explosão populacional dos últimos 220 anos.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

  • Complexidade Básica de Sobrevivência, Disrupção na Sobrevivência, Personalização Em Larga Escala, Personalização Progressiva, Personalização Objetiva, Personalização Subjetiva, Crises Civilizacionais Objetivas e Subjetivas, Taxa de Autonomia das Pessoas e Taxa de Cooperação entre Desconhecidos.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quanto mais gente temos no planeta, mais e mais temos a necessidade de nos reinventar.
  2. Quando aumentamos a população e não conseguimos nos reinventar, entramos em colapso.
  3. A Civilização 1.0 foi desenvolvida e pensada para um tamanho de população e não para o Patamar Demográfico atual. 
  4. O Sapiens – a história nos mostra isso – não gosta de massificação, mas de personalização.
  5. Quanto mais complexo é um sistema, mais e mais autonomia cada membro participante precisa ter para ajudar na solução dos problemas.
  6. Quando massificamos a sociedade,  as pessoas vão perdendo a sua capacidade de escolha e isso reduz a sua autonomia.
  7. A liberdade de consumo faz com que as pessoas passem a muscular a sua autonomia e isso é fundamental para podermos lidar com ambientes mais complexos.
  8. O principal objetivo da Civilização 2.0 tem sido promover a Personalização em Larga Escala, através de um aparato inovador que envolve novos hardwares e softwares.

Vamos ao Artigo:

“O grande desafio da inovação educacional no Brasil é garantir a qualidade na quantidade.” – Ronaldo Mota.

O Sapiens teve o maior salto populacional da sua história nos últimos 220 anos.

Aumentamos a população em 8 vezes, saltamos de um para oito bilhões de habitantes.

Isso significa – em termos de Complexidade Básica de Sobrevivência – a demanda de produção de três para vinte e quatro bilhões de pratos de comida todos os dias.

Todas as exponenciais mudanças que estamos passando, a partir da chegada do Digital, são consequência do salto de um para oito bilhões de habitantes.

Quanto mais gente temos no planeta, mais e mais temos a necessidade de nos reinventar.

O Sapiens recriou a sua forma de sobreviver no passado e faz o mesmo agora em função do aumento progressivo da população.

Quando aumentamos a população e não conseguimos nos reinventar, entramos em colapso.

As Inovações Civilizacionais trazidas pela Civilização 2.0 nada mais são do que um Macro Ajuste na nossa forma de sobrevivência.

A Civilização 1.0 foi desenvolvida e pensada para um tamanho de população e não para o Patamar Demográfico atual. 

O Patamar Demográfico atual nos obriga a promover a maior Disrupção na Sobrevivência em toda a Macro-História do Sapiens.

Vivemos, assim, a Maior Macrocrise Civilizacional da História do Sapiens e estamos tentando sair dela.

Como diz Thomas Malthus (1766 – 1834), mais gente nos leva a ter que enfrentar crises para sobreviver.

Quais são os sintomas da Maior Macrocrise Civilizacional da História do Sapiens:

  • temos muita gente sem acesso a determinados produtos e serviços;
  • muita gente com um um atendimento de massa a baixo custo com baixa personalização;
  • e pouca gente com um atendimento personalizado com alto custo para obter a personalização.

Se analisarmos o atual cenário da Inovação Civilizacional, a partir da análise da CIB (Ciência da Inovação Bimodal), veremos que as principais organizações Uberizadas e Blockchenizadas, que lideram o mercado digital, conseguiram liderar, pois foram capazes de promover a Personalização Em Larga Escala. 

A Personalização Em Larga Escala é a capacidade que as novas Tecnologias Digitais, onde se inclui a Inteligência Artificial, permitem praticarmos uma personalização em larga escala a baixo custo.  

O Sapiens – a história nos mostra isso – não gosta de massificação, mas de personalização.

Por que a Personalização não é opcional, mas obrigatória na jornada do Sapiens?

Quando aumentamos a população, temos problemas cada vez mais complexos, que precisam ser divididos em partes para serem resolvidos.

A história nos mostra que soluções de sobrevivência que optaram pela centralização, aumentando as decisões do centro e reduzindo a das pontas perderam na qualidade de decisão.

A principal alternativa do Sapiens para lidar com o aumento da Complexidade de Sobrevivência Progressiva é promover a Personalização Progressiva.

A Personalização Progressiva permite que haja um aumento de autonomia de cada Sapiens, que passa a participar mais dos processos operacionais e decisórios da sociedade.

Quanto mais complexo é um sistema, mais e mais autonomia cada membro participante precisa ter para ajudar na solução dos problemas.

Se analisarmos uma colônia de formigas, praticando a Animalogia, veremos que o modelo de sobrevivência foi feito, através do aumento de autonomia de cada membro para poder gerenciar aquele Patamar de Complexidade.

Animalogia é a comparação com outras espécies para identificar aquilo que é similar e o que nos diferencia delas. Temos a negativa (aquilo que é diferente) e a positiva (o que é igual).

Quando abordamos a questão da Personalização temos dois tipos:

  • A Personalização Objetiva – o tamanho do calçado ou da roupa, por exemplo;
  • A Personalização Subjetiva – os gostos particulares, da cor de roupa ou dos livros na estante.

O Aumento Populacional sem que tenhamos novas Mídias Descentralizadoras provocam a Massificação da Sobrevivência, que vai gerando crises tanto objetivas quanto subjetivas.

As Crises Civilizacionais provocadas pela Massificação:

  • Crises Civilizacionais Objetivas – a incapacidade de consumir;
  • Crises Civilizacionais Subjetivas – a redução da Taxa de Personalização da vida das pessoas e o aumento da Massificação.

Quando massificamos a sociedade, as pessoas vão perdendo a sua capacidade de escolha e isso reduz a sua autonomia.

A Personalização, ao contrário, vai dotando as pessoas da capacidade de escolha, o que se torna extremamente útil em termos de sobrevivência.

Revoluções Civilizacionais, que ocorrem a partir da chegada de novas Mídias Descentralizadoras, têm como principal Macrotendência o aumento da Personalização.

Como se procede o aumento da Personalização, a partir de Revoluções Midiáticas Civilizacionais?

  • há o aumento da Taxa de Autonomia das Pessoas na sua atividade de consumo;
  • há o aumento da Taxa de Cooperação entre Desconhecidos nas atividades de consumo.

O principal objetivo da Civilização 2.0 tem sido promover a Personalização em Larga Escala, através de um aparato inovador que envolve novos hardwares e softwares.

Se pensarmos no futuro de todos os setores de consumo, onde se inclui indústria de produtos e serviços, coloque no radar na área de direito, medicina, educação e tantas outras, teremos sempre a mesma regra na direção da Personalização em Larga Escala.

Em resumo, a liberdade de consumo faz com que as pessoas passem a muscular a sua autonomia e isso é fundamental para podermos lidar com ambientes mais complexos.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal230922

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#Fernanda_Furia – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Posicionamento diante da Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

A Pat e Raquel.

A expectativa no início de cada ano e semestre.

Os novos conceitos, a partir deste artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Todos os seres vivos, ainda mais o Sapiens, não vivem uma vida, mas um processo de vida!
  2. O psicólogo, assim, é um Estimulador da Inovação.
  3. Um psicólogo – seja de que linha for – nada mais é do que um tipo de Mentor da Inovação Pessoal, Grupal ou Organizacional. 
  4. Não faz sentido, assim, um campo denominado “Psicologia da Inovação”, pois a psicologia é um ramo fundamental e estruturante da Ciência da Inovação.
  5. Inovar é: capacidade de ir se adaptando às mudanças do ambiente, que é um processo que não para.
  6. A Inovação não é algo opcional, mas obrigatório para todas as espécies vivas.
  7. O Sapiens é a espécie mais inovadora do planeta.
  8. A Ciência da Inovação é, na verdade, o epicentro da nova Ciência Social 2.0.

Vamos ao Artigo:

“Brinco, logo existo.” – Furia.

Depois de uma longa jornada de operação e conceituação, o Nepô e depois a Bimodais perceberam a necessidade da estruturação da Ciência da Inovação.

Vimos que falamos muito sobre Inovação, mas que as bases conceituais são fracas.

O papel de uma Ciência é de:

  • escolher um fenômeno ;
  • organizar o diálogo sobre o fenômeno identificando as Bifurcações Conceituais existentes e sugerindo as melhores escolhas;
  • por fim, criando metodologias e/ou tecnologias para ajudar as pessoas a lidar melhor com ele.

Depois de algumas pesquisas na Internet, fomos surpreendidos pela falta de um estudo mais lógico e consistente sobre inovação.

Estamos, assim, adotando o desafio de ajudar na criação e desenvolvimento destes novo, emergente e necessário campo da Ciência da Inovação.

O livro “Psicologia da Inovação” da Conceituadora brasileira Fernanda Furia é o nono livro com o qual dialogamos dentro da Oitava Imersão da Bimodais.

O livro tem sacadas boas, a autora abriu um novo campo de estudos da Psicologia da Inovação, mas sofre do mesmo problema dos outros que temos lido: sofre da crise da Ciência Social 1.0.

Vamos aproveitar a análise do livro de Furia para:

  • melhorar gradativamente em termos gerais a CIB (Ciência da Inovação Bimodal), identificando Problemas Lógicos das Narrativas sobre Inovação e as diferentes Escolhas Conceituais feitas pelos Conceituadores da Inovação, tornando-as explícitas e apresentando as que consideramos mais adequadas.

É bom lembrar que todo o esforço da Bimodais e do seu Curador, ao longo dos últimos vinte anos, foi a tentativa de entender os 4 Fatores (Causante, Detonante, Consequente e Atuante) da Civilização 2.0.

Assim, nossa abordagem da Ciência da Inovação incorpora uma quarta camada pouco usual que é a Inovação Civilizacional, mudanças que ocorrem na Macro-História do Sapiens.

Feita a introdução, vamos ao diálogo.

Se vamos dialogar com o tema “Psicologia da Inovação” vamos ver se tem lógica esta abordagem.

Comecemos pelo início: o que é psicologia?

Segundo o Dr. Google, Psicologia é:

“Ciência que trata dos estados e processos mentais, do comportamento do ser humano e de suas interações com um ambiente físico e social.”

Vejamos as duas formas de definir o papel da Ciência:

  • Ciência Ativa – aquela que procura desenvolver, a partir de estudos filosóficos e teóricos, metodologias e/ou tecnologias para tornar a vida do Sapiens melhor;
  • Ciência Passiva – aquela que procura desenvolver estudos sem um foco definido. Podemos chamar a Ciência Passiva de um “Hobbie Mais Sofisticado”.

A definição do Google para Psicologia é claramente uma vertente da Ciência Passiva.

Toda Ciência tem como missão melhorar de alguma forma a sobrevivência do Sapiens, através de sugestões de novas formas de pensar e agir.

Definiria, a princípio, Psicologia, assim, dentro da Vertente Filosófica da Ciência Ativa:

Psicologia – ciência que estuda os processos mentais do Sapiens, visando a melhoria da qualidade de vida das pessoas nas suas diferentes camadas de atuação. 

Dentro dessa visão de Psicologia da Ciência Ativa, que tem foco na melhoria da vida das pessoas, o fator inovação – leia-se a necessidade de mudar – não é opcional, mas obrigatório.

Por mais que uma pessoa seja passiva, dentro dela e fora dela há um processo em movimento.

Todos os seres vivos, ainda mais o Sapiens, não vivem uma vida, mas um processo de vida!

A Psicologia estuda os processos mentais do Sapiens para que possa ajudá-lo a ter uma vida melhor.

Ter uma vida melhor significa – OBRIGATORIAMENTE – desenvolver uma capacidade de se adaptar para estar sempre mais adequado ao ambiente mutante.

Assim, do ponto de vista da Ciência Ativa e não Passiva, não faz muito sentido o conceito “Psicologia da Inovação”.

A Psicologia, sem nenhum adjetivo, já é o estudo dos processos mentais, que estão em movimento.

Um psicólogo – seja de que linha for – nada mais é do que um tipo de Mentor da Inovação Pessoal, Grupal ou Organizacional. 

Talvez, podemos dizer que um Coaching da Inovação opera com determinadas mudanças menos profundas e um Mentor da Inovação (com aprofundamento em Psicologia) em camadas mais profundas.

Todo psicólogo, assim, é um Estimulador da Inovação.

Não faz sentido, assim, um campo denominado “Psicologia da Inovação”, pois a psicologia é um ramo fundamental e estruturante da Ciência da Inovação.

A Ciência da Inovação, na verdade, é um sinônimo mais preciso e adequado da Ciência Social, pois não faz sentido se falar  da Jornada do Sapiens sem que a Inovação Progressiva seja o norte.

A Ciência da Inovação é, na verdade, o epicentro da nova Ciência Social 2.0.

Charles Darwin (1809 – 82) deixou como legado a concepção de que todas as espécies passam o tempo todo em um longo processo de adaptação ao ambiente. E aquelas que melhor se adaptam – as mais resilientes e não a mais forte – que sobrevive no tempo.

Na verdade, se adaptar exige mudanças constantes. Inovar é o que chamamos da capacidade de ir se adaptando às mudanças do ambiente, que é um processo que não para.

Note que todas as Ciências Sociais sempre precisaram abordar os seus respectivos fenômenos como um processo, sujeito às variações do Ambiente de Sobrevivência.

Vejamos:

  • não existe Educação, mas o Processo Educativo, que vai se alterando no tempo, a partir de uma série de fatores;
  • não existe Direito, mas o Processo do Direito, que vai se alterando no tempo, a partir de uma série de fatores;
  • o mesmo vale para a administração, economia.

Porém, temos uma diferença aqui.

A Psicologia por estudar os Processos Mentais é parte integrante, ou uma subparte, do processo de Inovação, diferente do Direito, da Economia e da Educação.

Ninguém estuda Processos Mentais por estudar, mas o foco deve ser entendê-los para tornar nossa vida melhor.

  • Assim, o Processo Educativo, por exemplo, é uma aplicação da Ciência da Inovação, que atende a uma determinada demanda da sociedade;
  • A Psicologia é parte integrante, algo inerente à Ciência da Inovação, não uma aplicação.

A Psicologia, assim, é um estudo estruturante da Ciência da Inovação, que procura definir os processos mentais para que se possa promover as mudanças.

Não faz sentido, assim, falar de “Psicologia da Inovação”, mas dentro do Fenômeno da Inovação do Sapiens, do estudo mais aprofundado dos Processos Mentais.

Refletimos sobre Processos Mentais, pois queremos ajudar as pessoas a viver melhor.

Na Ciência da Inovação, temos:

  • a filosofia e teoria sobre os Processos Mentais;
  •  as análises filosóficas e teóricas sobre as diferentes Camadas da Inovação (Pessoal, Grupal, Organizacional e Civilizacional);
  • as metodologias para que a Inovação seja possível nas diferentes camadas;
  • as revisões filosóficas, teóricas e metodológicas, a partir dos resultados obtidos no operacional ao se aplicar as sugestões de determinada Escola de Pensamento da Ciência da Inovação.

O livro “Psicologia da Inovação” da brasileira Fernanda Furia nos traz o estudo dos Processos Mentais e a sua relação com os processos de inovação, ora Pessoal e ora Organizacional.

No livro, não se aplica a necessária separação entre as Camadas da Inovação, o que gera um pouco de confusão.

Comentário final:

A Ciência da Inovação passará a ser o Epicentro da Ciência Social 2.0, pois precisamos de uma Ciência Social que:

  1. entenda o Sapiens dentro de um Espiral Progressivo, sempre se adaptando;
  2. incorpore as Revoluções Midiáticas como o Fator Detonante das Revoluções Civilizacionais Recorrentes que praticamos;
  3. que nos ajude a viver num mundo, no qual as mudanças serão ainda mais rápidas, constantes e inusitadas.

Mas isso é tema para o próximo artigo.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal210922

Novas Hashtags:

#trabalho 2.0 – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. refletindo sobre Trabalho 2.0.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Historietas:

O livro de Marco Aurélio Salvino.

Falar do filme sobre o enigma. O Jogo da Imitação.

Papo do trocador.

Ubabomber.

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

  • Vertente Progressiva, Trabalho 2.0, Projeções Futuristas Conjunturais, Projeções Futuristas Estruturais, Conceituadores com Visão do Sapiens Mais Mutante, Conceituadores com Visão do Sapiens Menos Mutante, Carrossel Estático, Inovação Civilizacional Progressiva, Cooperação Progressiva, Qualidade de Vida Progressiva e Mentes Artificiais, Mentes Não Humanas.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não existe desemprego tecnológico, mas apenas reemprego.
  2. O trabalho, visto do ponto de vista da Inovação Civilizacional Progressiva, é sempre a passagem de atividades com menos para algumas com mais tecnologias.
  3. O Sapiens – a história nos mostra isso – não é substituído pelas máquinas, ele é transformado pelas máquinas.
  4. Quando podemos deixar de fazer tarefas mais básicas, passamos a ter a demanda por tarefas mais sofisticadas, gerando novos postos de trabalho.
  5. Hoje, há um exército de pessoas que vive de atividades, que antes não existiam – num processo de Qualidade de Vida Progressiva.
  6. O Mantra do Senso Comum, portanto, de que as tecnologias causam desemprego é falsa!
  7. Não criamos tecnologias por que queremos, mas por que somos obrigados!!!
  8. Vamos, aos poucos, transferindo para as tecnologias atividades e deixando para o Sapiens aquilo que ainda não é possível ser repassado.

Vamos ao Artigo:

“O desafio é criar empregos em que o desempenho dos humanos seja imprescindível e, acima de tudo, melhor do que o dos algoritmos.” – Marco Aurélio Salvino.

Temos um papo longo antes de falar do futuro do trabalho.

Hoje, temos um ENORME problema de compreensão da nossa espécie que nos faz termos dois tipos de Projeções Futuristas:

  • Os Pessimistas – aqueles que não entendem nossa Vertente Progressiva;
  • Os Otimistas – aqueles que entendem a nossa Vertente Progressiva.

A inspiração do artigo foi o livro de Salvino, “A hematologia do futuro” , no qual o autor está o tempo todo procurando reafirmar seu otimismo contra uma grande vertente pessimista na sociedade hoje.

O artigo vai abordar fortemente este problema e falar menos do Trabalho 2.0, que poderá ser abordado em outros artigos.

Vamos ao desafio.

O Sapiens é uma Tecnoespécie e, por causa disso, vive, de forma única, um fenômeno da Inovação Progressiva.

Um Sapiens não é, sempre está em processo de relação com o que é mais estrutural e conjuntural no Ambiente de Sobrevivência, a partir dos seus potenciais.

O Sapiens individualmente e coletivamente vive um processo de Espiral Progressivo, sempre criando e inovando formas de viver com cada vez mais Sapiens. 

A questão do futuro do trabalho – ou de todas as atividades humanas – é analisada na CIB (Ciência da Inovação Bimodal) na camada da Inovação Civilizacional, pois estamos falando de projeções futuristas de médio e longo prazo de toda a sociedade humana.

Quando abordamos o longo prazo não estamos fazendo Projeções Futuristas Conjunturais, mas Estruturais, vejamos a diferença:

  • Projeções Futuristas Conjunturais – mudanças no Ambiente de Sobrevivência no Curto Prazo;
  • Projeções Futuristas Estruturais – mudanças no Ambiente de Sobrevivência no Médio e Longo Prazo.

Quando falamos de Projeções Futuristas Estruturais, há duas grandes vertentes entre os Conceituadores da Inovação Civilizacional:

  • Os Conceituadores com Visão do Sapiens Mais Mutante – entendem a nossa espécie de forma progressiva e mais mutante;
  • Os Conceituadores com Visão do Sapiens Menos Mutante – entendem a nossa espécie de forma menos progressiva e mais estática. 

Podemos detalhar os dois tipos de Conceituadores sobre a Inovação Civilizacional:

  • Os Conceituadores com Visão do Sapiens Mais Mutante compreendem a jornada do Sapiens de forma mais aberta, a partir dos movimentos de Ordens Mais Descentralizadas, tendo como eixo central a procura de cada Sapiens pela melhoria de vida;
  • Os Conceituadores com Visão do Sapiens Menos Mutante compreendem a jornada do Sapiens de forma mais fechada, guiadas por movimentos de Ordens Mais Centralizadas, tendo como eixo central a procura de formas pré-determinadas da melhor sociedade.

A divisão entre Conceituadores com Visão do Sapiens Mais ou Menos Mutante vai interferir em como vemos o futuro de várias atividades na dentro da Civilização 2.0.

A CIB fez a escolha pela visão do Sapiens Mais Mutante sempre em um processo de Espiral Progressivo, com mudanças estruturais e conjunturais ao longo da jornada.

O Sapiens – na Visão do Sapiens Mais Mutante – vai se adaptando e se relacionando com o nosso Tecnoplaneta.

O Sapiens não vive em um planeta, mas em um Tecnoplaneta e vai se adaptando às condições existentes, a partir do novo Patamares Demográfico (que cria novas demandas) com chegada de cada nova tecnologia (que viabiliza novas ofertas).

O Sapiens 1.0 teve várias fases e se adaptou a cada nova tecnologia que chegava e se massificava:

Os Sapiens que viveram sem automóveis viam a mobilidade de uma maneira bem diferente dos que chegaram depois da massificação dos carros.

Assim, há determinadas características da espécie que são Estruturais e outras Conjunturais.

  • É Estrutural no Sapiens – o processo de crescimento populacional e as adaptações que fazemos para viver com melhor qualidade com cada vez mais gente;
  • É Conjuntural no Sapiens – a criação de diversas novas formas de agir e pensar, a partir das novas possibilidades disponíveis no nosso Tecnoplaneta.

O Sapiens cria a sua forma de sobreviver, através da capacidade de se reinventar, através do uso de diversas Funções da Mente.

Assim, o Sapiens vive o Espiral Progressivo e não um Carrossel Estático. Vejamos a diferença:

  • Espiral Progressivo – a partir da visão da espécie mais mutante, sempre de um ambiente menos para um mais demograficamente complexo, portanto, com cada vez mais tecnologias;
  • Carrossel Estático – a partir da visão da espécie menos mutante, que NÃO observa a passagem do ambiente menos para um mais demograficamente complexo, portanto, com cada vez mais tecnologias.

Por causa da nossa capacidade de Inovação Civilizacional Progressiva, podemos aumentar a população, pois, no médio e longo prazo, inventamos novas formas de sobreviver para abrigar cada vez mais gente.

Portanto, o Sapiens vive na sequência, de forma estrutural:

  • a Complexidade Demográfica Progressiva;
  • que nos obriga a desenvolver a obrigatória Inovação Progressiva;
  • que tem como consequência a Sobrevivência Progressiva e, por sua vez, as mudanças Progressivas no Trabalho.

As tecnologias fazem parte da nossa capacidade de promover a Inovação Progressiva.

Diante deste contexto, falemos de trabalho.

Temos que entender a Jornada Humana como um processo em espiral: criamos novas formas de sobreviver cada vez mais sofisticadas para lidar com problemas cada vez mais complexos.

O trabalho é uma atividade de sobrevivência.

É através do trabalho que praticamos a Cooperação Progressiva, que nos permite resolver os problemas de sobrevivência das pessoas.

Cooperação Progressiva é uma Atividade Estrutural do Sapiens, que nos permite resolver as demandas de sobrevivência da espécie.

Hoje, trabalhamos de um jeito e amanhã faremos de outro sempre de forma criativa e inovadora.

Vamos, aos poucos, transferindo para as tecnologias atividades e deixando para o Sapiens aquilo que ainda não é possível ser repassado.

O trabalho, visto do ponto de vista da Inovação Civilizacional Progressiva, é sempre a passagem de atividades com menos para umas com mais tecnologias.

As tecnologias nos permitem lidar com um Ambiente de Sobrevivência cada vez mais complexo.

Não criamos tecnologias por que queremos, mas por que somos obrigados!!!

Não fazemos mudanças no trabalho por que queremos, mas por que somos obrigados, pois precisamos resolver o problema de sobrevivência de cada vez mais gente!!!

O Mantra do Senso Comum, portanto, de que as tecnologias causam desemprego é falsa!

Não existe desemprego tecnológico, mas apenas reemprego.

O trabalho humano é cada vez mais complexo. Vivemos, assim, sob a égide da Inovação Progressiva do Trabalho.

(Isso vale para todas as análises que são feitas dentro da Ciência Social.)

Não só a Civilização é um Espiral Progressivo, como também, é o Sapiens.

O Sapiens vai sendo liberado de determinadas atividades e vai adotando outras tanto do ponto de vista objetivo quanto subjetivo.

Diversas atividades que hoje praticamos, tal como ir para uma academia de ginástica, com todos os seus aparelhos eram inexistentes para nossos antepassados há duas gerações.

Hoje, o Sapiens 2.0 cuida muito mais do corpo e da mente do que no passado.

Hoje, há um exército de pessoas que vive de atividades, que antes não existiam – num processo de Qualidade de Vida Progressiva.

Hoje, entretanto, temos como uma das grandes novidades a chegada de Mentes Artificiais, ou Mentes Não Humanas também chamadas Inteligência Artificial.

Diversas funções de armazenar, sintetizar, calcular, organizar, entre outras, estão sendo transferidas de Mentes Humanas para as Não Humanas.

Tudo que as Mentes Não Humanas estão conseguindo fazer, nos abre a possibilidade de começar a fazer aquilo que elas não fazem.

No livro, “A hematologia do futuro” Marco Aurélio Salvino, um Bimodal, acredita que boa parte do atual trabalho dos médicos vai poder ser transferido para os algoritmos.

E que será possível aumentar a capacidade de empatia médico – paciente, tendo forte suporte das Mentes Não Humanas. 

O Sapiens – a história nos mostra isso – não é substituído pelas máquinas, ele é transformado pelas máquinas.

Quando podemos deixar de fazer tarefas mais básicas, passamos a ter a demanda por tarefas mais sofisticadas, gerando novos postos de trabalho.

Não existe um Sapiens fixo, mas mutante, que vai se modificando, conforme nossa espécie vai se Espiralizando ao longo do tempo.

Note, entretanto, que as Mentes Não Humanas têm como principal função o aumento da Cooperação Progressiva.

Isso é assunto para um artigo que pode se chamar: As Mentes Não Humanas e o Sapiens 2.0.

Coloquei na fila.

Rodapé do artigo feito depois dos áudios:

O Sapiens vive sob a égide da Sofisticação Progressiva, sempre sendo cada vez mais capaz de viver em sociedades mais complexas.

A Complexidade Progressiva tem um preço. Sim, temos muito mais gente no planeta, o que permite que mais Sapiens possam viver.  Porém, isso tem um custo que SÓ pode ser minimizado com a chegada de mais e mais tecnologias.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal160922b

Novas Hashtags:

#Felicidade 2.0 – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  • Reflexões sobre a Felicidade 2.0.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

  • Criatividade no Tik Tok.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quanto mais gente tivermos no planeta, mais precisaremos nos Originalizar.
  2. Quem Zecapagoda, deixa a vida me levar, está praticando a Felicidade Menos Originalizada.
  3. A Felicidade Mais Originalizada dá mais trabalho, pois não há receita de bolo.
  4. O trabalho da Felicidade Mais Originalizada é solitário, pois ninguém consegue enxergar o que ocorre dentro de você.
  5. Quanto mais gente tivermos no planeta, mais criatividade será exigida do Sapiens.
  6. No futuro, o Sapiens 2.0 será muito mais diverso e originalizado do que o 1.0.
  7. A Verticalização do Ambiente de Sobrevivência gera o aumento da Taxa de Padronização e a redução da Taxa da Felicidade Mais Originalizada.
  8. A horizontalização de qualquer ambiente humano é detonadora do aumento da Originalização.

Vamos ao Artigo:

“Onde as necessidades do mundo e os seus talentos se cruzam, aí está a sua vocação.” – Aristóteles.

Iniciamos na Oitava Imersão dos Bimodais o desenvolvimento da emergente Ciência da Inovação.

A Ciência da Inovação procura analisar e estudar o fenômeno das mudanças da espécie tanto do ponto de vista pessoal, grupal, organizacional ou civilizacional.

(Comentário para os Bimodais: a partir deste artigo a Antropologia da Sobrevivência passa a ser incorporada na Ciência da Inovação, no que vou chamar de Inovação Civilizacional.)

Temos dois tipos de Inovação:

  • A Inovação Mais Exógena – mudamos mais porque fatores externos nos obrigam a mudar do que por vontade própria;
  • A Inovação Mais Endógena – mudamos mais porque fatores internos nos obrigam a mudar do que por algum tipo de mudança no ambiente.

Em todo o processo de Inovação sempre há Fatores Internos e Externos, o que varia é a taxa de influência para a mudança mais de dentro para fora ou mais de fora para dentro.

Na Inovação Mais Exógena, temos a sensação de que estamos sendo obrigados a mudar e isso gera mais resistência.

A Pandemia foi um exemplo típico das Inovações Mais Exógenas, quando fomos obrigados a mudar os hábitos e criar vacinas.

O tema do artigo se refere mais a Inovação Mais Endógena, que vem de dentro para fora.

Mais ainda.

O artigo procura abordar a Inovação Endógena Pessoal – aquela que as pessoas procuram mudar, a partir de demandas internas. 

Todo o processo de Inovação Endógena Pessoal começa pelo aprofundamento da reflexão sobre o conceito de “felicidade”.

Toda mudança, seja ela qual for, é motivada, em última instância, por uma demanda de sair de uma situação pior para uma melhor. Ou de uma situação mais inviável para uma mais viável.

Inovações Endógenas Pessoal têm como foco o aumento da Taxa de Felicidade.

Podemos dizer que temos também duas escolhas ao definir felicidade:

  • Felicidade Menos Originalizada – que é mais influenciada de de dentro para fora do que de fora para dentro;
  • Felicidade Mais Originalizada – que é mais influenciada de fora para dentro do que de dentro para fora.

A Felicidade Menos Originalizada é a mais comum, pois as pessoas recebem a “receita de bolo” do que é ser mais feliz e a seguem.

Quem Zecapagoda, deixa a vida me levar, está praticando a Felicidade Menos Originalizada.

A Felicidade Menos Originalizada não exige muito esforço, pois basta  atender as demandas do que é considerado “felicidade” pela sociedade.

Na Felicidade Menos Originalizada eu procuro adequar a minha vida aos que os outros definem como felicidade.

A Felicidade Mais Originalizada dá mais trabalho, pois não há receita de bolo.

O Sapiens é a espécie com mais diversidade entre seus membros e, por causa disso, o que traz felicidade para ciclano não é o mesmo que traz para beltrano.

Mais difícil ainda.

O trabalho da Felicidade Mais Originalizada é solitário, pois ninguém consegue enxergar o que ocorre dentro de você.

O problema principal da procura da Felicidade Mais Originalizada é o conflito que isso gera no ambiente que você vive.

A Felicidade Mais Originalizada esbarra, entretanto, na Taxa de Padronização do Ambiente. 

A Taxa de Padronização do Ambiente envolve:

  • escolhas políticas e econômicas do ponto de vista conjuntural de cada região;
  • o momento civilizacional, conforme o Estágio do Uso das Mídias (Inicial, Consolidado e Final).

E aí temos uma regra:

Quanto mais verticalizado for o Ambiente de Sobrevivência, maior será a dificuldade para o exercício da Felicidade Mais Originalizada.

A Verticalização do Ambiente de Sobrevivência gera o aumento da Taxa de Padronização e a redução da Taxa da Felicidade Mais Originalizada.

Vivemos hoje o Estágio Civilizacional Inicial de Novas Mídias, no qual novas mídias mais descentralizadas chegaram e estão sendo disseminadas.

Novas Mídias Mais Descentralizadas provocam um movimento de aumento exponencial da horizontalização do Ambiente de Sobrevivência.

O aumento exponencial da horizontalização do Ambiente de Sobrevivência gera naturalmente um aumento da Taxa da Felicidade Mais Originalizada.

Podemos dizer que a horizontalização de qualquer ambiente humano é detonadora do aumento da Originalização.

A Originalização é uma demanda da espécie para que possa inovar e resolver os problemas gerados pela Complexidade Demográfica Progressiva.

Mais ainda.

As novas Mídias Mais Descentralizadas permitem e tornam sustentáveis os Projetos de Originalização das pessoas.

Quanto mais gente tivermos no planeta, mais criatividade será exigida do Sapiens.

Quanto mais gente tivermos no planeta, mais precisaremos nos Originalizar.

Vivemos hoje, assim, uma exponencial demanda pelo aumento da Taxa Felicidade Mais Originalizada.

No futuro, o Sapiens 2.0 será muito mais diverso e originalizado do que o 1.0.

Precisamos nos preparar, a partir da Civilização 2.0, para essa migração do Sapiens 2.0 na seguinte direção:

  • a redução da Taxa de Padronização;
  • o aumento da Taxa de Originalização;
  • a redução da Taxa da Felicidade Exógena;
  • o aumento da Taxa da Felicidade Endógena.

Tudo isso é o que podemos chamar de Felicidade 2.0.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

 

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal190922

Novas Hashtags:

#E-book CIB – desenvolvendo este e-book.

Quais são as questões do artigo?

  1. apresentar as bases conceituais da CIB.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Inovação Eunuca Brasileira: inovar pode, mudar jamais
  2. Imagine os cargos como o de Coordenador ou Gerente de Inovação ou de Professor de Inovação, que tipo de formação recebem sem uma Ciência específica?
  3. Quando se defende o estudo da Ciência da Inovação estamos falando, em outras palavras, da Ciência das Mudanças.
  4. Qual é o Fenômeno a ser estudado na Ciência da Inovação? Todos os aspectos referente às mudanças humanas.
  5. O epicentro do estudo da Ciência da Inovação Bimodal é a Mente Humana, tendo como foco: como ela funciona e como pode ser utilizada para facilitar as mudanças.
  6. O estudo da Inovação é a continuada reflexão sobre a forma de pensar e agir, tendo como foco central a Mente Humana.
  7. Acredite se quiser: se fala muito em inovação, mas o esforço científico sobre o tema é quase inexistente.
  8. Não haverá uma Ciência da Inovação Neutra, sempre haverá escolhas por trás da forma de pensar sobre este fenômeno.

Vamos ao Artigo:

“Temos de nos tornar a mudança que queremos ver.” – Gandhi.

Faça uma pesquisa no Google sobre Innovation Science ou Ciência da Inovação.

Não vai achar muita coisa no Wikipédia em inglês e quase nada no português.

Em inglês, temos uma Revista Internacional de Ciência da Inovação.

E um grupo isolado aqui e ali.

No Brasil, não achei quase nada apenas quando pesquisei não por Ciência, mas por Teoria da Inovação, chegamos a uns poucos artigos:

O DESENVOLVIMENTO DA TEORIA DA INOVAÇÃO SCHUMPETERIANA

Fico me perguntando o motivo já que a inovação é um tema hiper badalado, talvez uma das palavras mais usadas hoje no mundo corporativo.

Todo mundo fala em inovar, mas, os fatos mostram que estamos aprofundando pouco o tema.

Muitos poderão responder que a inovação não precisa de ciência, de que não há demanda para esse tipo de coisa.

Imaginemos, entretanto, que temos hoje profissionais que operam diretamente com inovação, tanto na Inovação Operacional quanto na Formacional.

Vejamos a diferença entre as duas formas de atuar na Inovação:

  • Inovação Operacional – desenvolvimento de projetos inovadores;
  • Inovação Formacional – preparação das pessoas para lidar, de forma mais adequada, com os projetos inovadores.

Quando pensamos na Inovação Formacional, que antecede a Inovação Operacional, pergunto: qual é a formação básica que eles recebem?

Imagine os cargos como o de Coordenador ou Gerente de Inovação ou de Professor de Inovação, que tipo de formação recebem sem uma Ciência específica?

Temos, então, uma demanda por uma Ciência, que possa nos ajudar a entender o Fenômeno da Inovação.

Qual é a função de uma Ciência?

Dr. Google nos diz:

“Ciência – corpo de conhecimentos sistematizados adquiridos via observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos, e formulados metódica e racionalmente.”

Não gosto muito da definição e vou colocar a minha:

Ciência – Ambiente Progressivo de Diálogo, usando formas de pensar mais lógicas,  que procura detalhar os Padrões de determinado Fenômeno para que se possa lidar de forma mais adequada com ele.

Vamos agora à definição de Inovação, segundo nos diz o Dr. Google:

“Inovar é criar algo novo, é introduzir novidades, renovar, recriar. A inovação é sempre tida como sinônimo de mudanças e/ou melhorias de algo já existente.”

Na verdade, quando se defende o estudo da Ciência da Inovação estamos falando, em outras palavras, da Ciência das Mudanças.

Qual é o Fenômeno a ser estudado na Ciência da Inovação?  Todos os aspectos referente às mudanças humanas.

Dessa forma, podemos definir Ciência da Inovação da seguinte maneira:

Ciência da Inovação tem como foco criar um Ambiente Progressivo de Diálogo, usando formas de pensar mais lógicas, sobre as Mudanças Humanas.

Por fim, é preciso entender que não existirá uma Ciência da Inovação neutra ou pura. Todo Conceituador fará escolhas dentro das possíveis Encruzilhadas Filosóficas existentes no estudo do Fenômeno das Mudanças Humanas.

Assim, cada Ambiente Progressivo de Diálogo sobre Inovação precisa se caracterizar por algum tipo de adjetivo para caracterizar que tipo de linha passou a seguir, tal como na economia, educação ou psicologia.

Conforme um fenômeno passa a ser estudado, assim, se formam Escolas de Pensamento, que vão definindo tipos diferentes de abordagem sobre ele.

Claro, que muito do que definimos de Ciência da Inovação Bimodal pode ser aceito por grande parte de outras Escolas de Pensamento sobre a Inovação, mas é preciso deixar claro que quem quiser se aprofundar neste campo, como em qualquer outro, terá que fazer escolhas, sejam elas conscientes ou inconscientes.

O estudo das diversas escolhas possíveis faz parte do trabalho dos Conceituadores de Excelência não só para:

  • apontar as diversas possibilidades de estudo naquele campo;
  • detalhar qualidades e problemas de cada uma delas;
  • e explicitar por que fez a escolha por uma e não pelas outras.

Cabe a qualquer Ciência, assim, ir organizando o diálogo sobre  determinado fenômeno, explicitando as escolhas que vai fazendo.

Passemos a organizar o diálogo sobre mudança, através das diferentes classificações possíveis.

Do ponto de vista da Dimensão ou Camadas do Processo de Inovação temos:

  • Inovação Pessoal – que procura analisar os padrões e ajudar os indivíduos a pensar e agir melhor diante dos Processos Inovadores Individuais;
  • Inovação Grupal – que procura analisar os padrões e ajudar os grupos a pensar e agir melhor diante dos Processos Inovadores Grupais;
  • Inovação Organizacional – que procura analisar os padrões e ajudar as organizações a pensar e agir melhor diante dos Processos Inovadores Organizacionais.
  • Inovação Civilizacional – que procura analisar os padrões e ajudar a sociedade a pensar e agir melhor diante dos Processos Inovadores Civilizacionais.

Do ponto de vista do Tipo da Inovação temos:

  • Inovação Incremental – que altera mais a nossa forma de agir do que de pensar;
  • Inovação Disruptiva – que altera mais a nossa forma de pensar do que de agir.

Do ponto de vista da Motivação da Inovação temos:

  • Inovação Endógena – que parte mais de dentro para fora;
  • Inovação Exógena – que parte mais de fora para dentro.

Do ponto de vista da Inovação Civilizacional temos:

  • Macro Inovação – quando temos mudanças estruturais na civilização, como a chegada de novas mídias, que demandam um tipo de ajuste das pessoas, grupos e organizações;
  • Meso ou Micro Inovações – quando temos mudanças conjunturais na civilização, como a chegada de mudanças sociais, políticas, econômicas, que demandam um outro tipo de ajuste das pessoas, grupos e organizações.

As Inovações Civilizacionais se caracterizam como mudanças de Ordem Espontânea, que ocorrem de forma cooperativada, sem que se tenha um centro irradiador definido.

As regras principais da Ciência da Inovação Bimodal:

  • A base do estudo da Ciência da Inovação começa sempre pela Inovação Pessoal, pois não há a possibilidade de promover mudanças sem que os indivíduos estejam envolvidos de alguma forma;
  • A base da Inovação Pessoal é o estudo da Mente Humana, pois é ela a Ferramenta Estrutural da Inovação, com a qual pensamos e agimos.

Assim, podemos dizer que:

O epicentro do estudo da Ciência da Inovação Bimodal é a Mente Humana, tendo como foco: como ela funciona e como pode ser utilizada para facilitar as mudanças.

O estudo da Inovação é a continuada reflexão sobre a forma de pensar e agir, tendo como foco central a Mente Humana.

Muitas Ciências são utilizadas hoje para nos ajudar a inovar, mas falta uma que tenha um foco específico na facilitação das mudanças, incorporando estudos, pesquisas, teorias de todas as outras.

O objetivo, portanto, da criação da Ciência da Inovação Bimodal é aumentar a consciência sobre como mudamos nas diferentes camadas da sociedade: Pessoal, Grupal, Organizacional e Civilizacional e criar metodologias para que se faça isso de forma mais adequada.

Dito isso, o que estamos nos propondo a fazer aqui não é apenas aprimorar esta emergente ciência, mas desenvolver uma vertente específica dentro das diversas opções que temos no estudo da Inovação.

Assim, é preciso caracterizar que estamos desenvolvendo a Ciência da Inovação Bimodal, feita dentro de um Ambiente de Pesquisa e Aprendizado específico, com escolhas de alguns autores.

Faremos Escolhas Conceituais entre as que são possíveis e imaginamos que vão aparecer outras vertentes, que deveriam também adjetivar a condução das suas escolhas para que se torne explícito para os clientes as opções tomadas.

Vejamos como se organiza uma Ciência:

  • Fenomenologia – estudo do fenômeno em si;
  • Epistemologia – estudo das ferramentas, que dão suporte ao estudo do fenômeno em si.

Na Epistemologia do estudo de qualquer fenômeno temos:

  • Epistemologia Organizativa – as diferentes classificações possíveis sobre o fenômeno estudado;
  • Epistemologia Comparativa – a comparação das escolhas feitas por uma Escola de Pensamento daquela Ciência na comparação com outras e seus impactos em ciências correlatas;
  • Epistemologia Ambiental – os impactos do tipo de Ambiente Progressivo de Pesquisa e Aprendizado, no qual a ciência está sendo desenvolvida;
  • Metaepistemologia – reflexões sobre conhecimento de maneira geral. 

A forma como se pensa e organiza uma ciência faz parte das escolhas das Escolas de Pensamento.

Quanto mais consciente são as escolhas que fazemos no estudo dos fenômenos, mais chance temos de que ele se aproxime mais dos fatos.

No nosso caso, nos caracterizamos pela Ciência da Inovação Bimodal, que promove um mix de vários Conceituadores do passado, tal como Ayn Rand (1905 – 82), Marshall McLuhan (1911 – 80), Ludwig Von Mises (1881 – 1973), Friedrich Hayek (1899 – 1992) e Thomas Kuhn (1922 – 1996).

Mas isso é tema do artigo “Introdução à Ciência da Inovação – Parte II”.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

 

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal200922

Novas Hashtags:

#James_Clear – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. o que aprender com James Clear, a partir do livro “Hábitos Atômicos”?

Avanço da Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Historietas:

Nenhuma

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

  • Melhoria da Ciência da Inovação Bimodal na área da Inovação Pessoal.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Pensar é, basicamente, escolher.
  2. Uma vida mais com mais qualidade depende basicamente das escolhas que fazemos todos os dias.
  3. O Sapiens 2.0 precisa aprender a desenvolver as áreas menos automáticas da mente para poder lidar com um Cenário Muito Mais Mutante.
  4. A Civilização 2.0, fortemente baseada em equipamentos digitais, imprime um ritmo exponencial de mudança.
  5. O Sapiens 1.0 pôde viver de forma muito mais automática do que o 2.0, que terá que Zecapagodar bem menos.
  6. Não é à toa que nos primórdios da Civilização 2.0 cada vez mais temos livros sobre Inovação Pessoal, que foram e são classificados erroneamente como de “autoajuda”.
  7. Na verdade, numa Visão Polimentista a questão é em que Mente vamos colocar a nossa vaidade? Na mais automática ou na mais revisora?
  8. A Inovação Pessoal Mais Disruptiva não se dá na procura de uma Identidade Perdida, mas na criação de uma Identidade Progressiva.

Vamos ao Artigo:

“Quando você se apaixona pelo processo, e não pelo produto, não precisa esperar para se dar ao luxo de ser feliz.” – Clear.

Pensar é, basicamente, escolher.

Uma vida mais com mais qualidade depende basicamente das escolhas que fazemos todos os dias.

O papel de um Conceituador de Excelência, que se dedica no desenvolvimento de uma determinada Ciência é, basicamente, o de apontar as Encruzilhas Conceituais existentes para:

  • Identificar as possíveis Encruzilhadas;
  • Compará-las;
  • E sugerir as escolhas mais adequadas para ajudar seus clientes a ter uma vida com mais qualidade.

Agora, no meio da Oitava Imersão da Bimodais, iniciamos o desafio de desenvolver a CIB (Ciência da Inovação Bimodal), que tem quatro dimensões: a Inovação Pessoal, Grupal, Organizacional e a Civilizacional. 

O livro de Clear é dedicado à Inovação Pessoal e fazemos agora no último artigo um processo de organização da CIB.

Chegou o momento de concluir os artigos sobre o livro do Clear, que considero um bom livro sobre Inovação Pessoal.

Analisamos na Sétima Imersão dos Bimodais (de janeiro a julho de 2022) diversos autores e hoje podemos classificá-los – a partir dos passos iniciais da CIB (Ciência da Inovação Bimodal) – como autores dedicados à Inovação Pessoal.

Dentro da Inovação Pessoal, usando os parâmetros que estamos construindo da CIB, temos as seguintes classificações possíveis, até o momento das diferentes Bifurcações Conceituais possíveis:

  • Como nos tornamos Sapiens? (Sapiens Mais Puro ou um Sapiens Mais Artificial);
  • Critérios de Felicidade (Mais Endógeno ou Mais Exógeno);
  • Sugestões de Etapas (Mais Gradualista ou Mais Imediatista);
  • Dimensão da Mudança (Mais Incremental ou Mais Disruptiva);
  • Quantidade de Mentes (Monomente ou Polimente);

Dentro da Inovação Pessoal, usando os parâmetros da CIB, temos dois blocos bem definidos de autores, do ponto de vista filosófico:

  • os Autores Mais Puristas, que consideram que existe um Sapiens Mais Puro, que há a possibilidade de resgate de uma identidade perdida, uma visão de uma Identidade Mais Fixa;
  • os Autores Mais Artificialistas, que consideram que existe um Sapiens Mais Artificial, que NÃO há a possibilidade de resgate de uma identidade perdida, apenas resgate de potenciais únicos, uma visão de uma Identidade Menos Fixa.

Clear me parece que não se define neste campo, mais diria que é Mais Purista do que Artificialista. A CIB é Mais Artificialista.

Dentro da Inovação Pessoal, usando os parâmetros da CIB, temos dois blocos bem definidos de autores, do ponto de vista dos critérios de felicidade:

  • os Autores Mais Exogenistas – que defendem o propósito da Inovação Pessoal baseado nos valores do senso comum, tal como fama, status e dinheiro, tendo como foco um critério de Felicidade mais baseado de fora para dentro do que de dentro para fora. Exemplo: Napoleon Hill.
  • os Autores Mais Endogenistas – que defendem o propósito da Inovação Pessoal baseado nos valores individuais, a partir do critério de cada um, tendo como foco um critério de Felicidade baseada em critérios mais de dentro para fora do que de fora para dentro. Exemplo: James Clear.

Dentro da Inovação Pessoal, usando os parâmetros da CIB, temos dois blocos bem definidos de autores, do ponto de vista das etapas:

  • os Autores Mais Imediatistas  – que defendem a Inovação Pessoal, a partir de uma mudança mais radical, com foco nas metas;
  • os Autores Mais Gradualistas – que defendem a Inovação Pessoal, a partir de uma atividade cotidiana, de crescimento gradual e continuado, com foco em processos.

Clear é um Autor de Inovação Pessoal Mais Gradualista. A CIB é Mais Gradualista.

Vejamos a diferença entre das duas Inovações Pessoais, do ponto de vista da dimensão da mudança:

  • Mudanças com Dimensão Mais Disruptiva – que modificam mais a forma de pensar do que de agir;
  • Mudanças com Dimensões Mais Incrementais – que modificam mais a forma de agir do que de pensar.

O livro de Clear aborda mais a questão da Inovação Pessoal com Dimensão Mais Disruptiva e menos da Mais Incremental. A CIB é mais focada em Dimensões Mais Disruptivas.

Por causa do foco na Mudança com Dimensão Mais Disruptiva, Clear defende muito a Inovação Pessoal Identitária, na qual a mudança envolve aspectos mais profundos da personalidade dos envolvidos.

Dentro da Inovação Pessoal, usando os parâmetros da CIB, temos dois blocos bem definidos de autores, do ponto de vista da quantidade de Mentes:

  • os Autores Monomentistas, que consideram que existe apenas uma Mente;
  • os Autores Polimentistas, que consideram que existem várias Mentes, ou funções diferentes da Mente.

Clear não se define neste aspecto. A CIB optou por ser Polimentista.

Quando abordamos a questão das Mudanças com Dimensão Mais Disruptivas temos a demanda por utilizar as Funções da Mente mais Abstratas, tal como a MP3.

Vejamos as diferentes Funções da Mente (aqui chamadas de Mentes Pensantes):

  • MP1 – formas de pensar e agir mais repetitivas;
  • MP2 – consegue promover mudanças mais incrementais nas formas de pensar e agir mais repetitivas;
  • MP3 – consegue promover mudanças mais disruptivas, que exigem maior reflexão e análise mais profunda da nossa Formatação Básica, que definem nossa forma de pensar e agir;
  • MP4 – sofisticação das reflexões que vão além das primeiras mudanças feitas na nossa Formatação Básica.

Hoje, com a chegada da Civilização 2.0, que obriga a uma Mudança Mais Disruptiva de toda a sociedade, na direção de uma Mentalidade Mais Endógena este tipo de livro ajuda bastante.

 O Sapiens 2.0 precisa aprender a desenvolver as áreas menos automáticas da mente para poder lidar com um Cenário Muito Mais Mutante.

A Civilização 2.0, fortemente baseada em equipamentos digitais, imprime um ritmo exponencial de mudança.

O Sapiens 1.0 pôde viver de forma muito mais automática do que o 2.0, que terá que Zecapagodar bem menos.

Não é à toa que nos primórdios da Civilização 2.0 cada vez mais temos livros sobre Inovação Pessoal, que foram e são classificados erroneamente como de “autoajuda”.

Ao detalharmos mais o livro de Clear, temos na demanda por Mudanças com Dimensão Mais Disruptivas –  alguns fatores recorrentes que vão aparecer: como nos relacionamos com nossa vaidade? (Leia-se também, ego, orgulho, autoestima.)

Na verdade, numa Visão Polimentista a questão é em que Mente vamos colocar a nossa vaidade? Na mais automática ou na mais revisora?

Quanto mais nossa vaidade estiver colocada na MP1, mais teremos uma Vaidade Exógena do que Endógena.

Vejamos a Bifurcação sobre Vaidade:

  • Vaidade Mais Exógena – aquela que não sofreu revisão das Mentes Mais Reformatadoras;
  • Vaidade Mais Endógena – aquela que sofreu revisão das Mentes Mais Reformatadora.

Quando Clear sugere que para mudar hábitos mais arraigados é preciso rever a nossa identidade, o que traduzimos é o uso das Mentes Mais Reformatadoras.

A Inovação Pessoal Mais Disruptiva não se dá na procura de uma Identidade Perdida, mas na criação de uma Identidade Progressiva.

A Identidade Progressiva é construída ao longo do tempo, quando a pessoa procura, de forma progressiva, compreender os seus potenciais que lhe despertam motivação e bem estar continuado.

Revisar a nossa identidade para promover Mudanças com Dimensão Mais Disruptivas significa necessariamente refletir como esperamos ser reconhecidos na sociedade.

Em parte, é preciso reduzir a taxa da Vaidade Mais Exógena para os Mais Endógena, procurando referências mais de dentro para fora do que de fora para dentro.

Frases de Clear que reforçam o que disse acima:

  1. “Sempre que algo envolver seu orgulho, você lutará com unhas e dentes para manter seus hábitos.”
  2. “Qualquer um pode se convencer a ir à academia ou adotar uma alimentação saudável uma ou duas vezes, mas se não mudar a crença por trás do comportamento, é difícil manter as mudanças em longo prazo.”
  3. “Afinal, quando seu comportamento e sua identidade estão totalmente alinhados, você não está mais buscando uma mudança de comportamento. Está simplesmente agindo como o tipo de pessoa que já acredita ser.”
  4. “As metas estão relacionadas aos resultados que deseja alcançar. Os sistemas se referem aos processos que levam a esses resultados.”
  5. “O objetivo de estabelecer metas é ganhar o jogo. O propósito de construir sistemas é continuar jogando. O verdadeiro pensamento em longo prazo é o pensamento sem metas. Não se trata de uma única realização, mas sim de um ciclo de refinamento e melhoria contínua.” 
  6. “Quando você se apaixona pelo processo, e não pelo produto, não precisa esperar para se dar ao luxo de ser feliz.”
  7. “É por isso que muitas pessoas se veem retomando os velhos hábitos depois de realizar um objetivo.”
  8. “Tratou o sintoma sem abordar a causa.”

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

­O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal150922

Novas Hashtags:

#Micos Conceituais – identificando Conceitos Micos no mercado.

Quais são as questões do artigo?

  1. artigo critica o conceito “Era da Pós-Verdade” ou “Pós-Verdade” considerado por nós um Mantra do Senso Comum, a partir da Narrativa Bimodal.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Historietas:

O vascaíno da banca.

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

  • Conceitos Micos, Efeito Manada, Crise dos Filtros da Sobrevivência, Filtros da Sobrevivência, Melhores Verdades, Filtros de Sobrevivência do Ambiente Sonoro, Filtros de Sobrevivência, Filtros da Sobrevivência Endógenos, Filtros da Sobrevivência Exógenos, Taxa do Percepcionismo e Percepcionismo.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não pague mico, conceitos como Bani, Vuca e Pós-Verdade são bons para se divertir em cima deles e não para explicar o atual cenário.
  2. A Ciência Social 1.0 não previu, não entende e não consegue prognosticar o que vai ocorrer a partir do Digital.
  3. A criação, disseminação e aceitação pelas pessoas de Conceitos Micos é claramente um sintoma da profunda crise da Ciência Social 1.0.
  4. A chegada da Civilização 2.0 (e não do Mundo Vuca ou Bani ou da Pós-Verdade) passou a estabelecer novas formas de produzir e filtrar as Melhores Verdades.
  5. Mudou a mídia, mudou a forma de produção e filtragem das Melhores Verdades.
  6. O Conceito Mico da “Era da Pós-Verdade” é um bom exemplo da análise do atual cenário feita por Percepcionistas e não por Padronistas.
  7. Não existe nada menos verdade do que o conceito Pós-Verdade e Era da Pós-Verdade.
  8. Na Civilização 2.0, a produção e filtragem das Melhores Verdades passam a ser feitas de uma forma muito mais participativa e horizontalizada.

Vamos ao Artigo:

“Não temos um problema de excesso de informação, mas de filtros.” – Clay Shirky.

De vez em quando, sou provocado a analisar determinados conceitos que se disseminaram na sociedade não pela sua capacidade de explicação, mas, principalmente de divulgação.

Vejamos os dois motivos pelos quais conceitos se disseminam:

  • Capacidade de Divulgação – que nem sempre têm lógica mais consistente e se massificam não pelo que se diz, mas por quem diz. Em geral, têm vida mais curta;
  • Capacidade de Explicação – que têm lógica mais consistente e se massificam não por quem diz, mas pele que diz.  Em geral, têm vida mais longa.

Querem um exemplo?

Vamos ao Dr. Google:

“O conceito de Mundo BANI (Brittle, Anxious, Nonlinear and Incomprehensible — Frágil, Ansioso, Não linear e Incompreensível) foi cunhado pelo antropólogo norte-americano Jamais Cascio e se tornou conhecido em 2020.”

Repare que o criador do conceito “Mundo BANI” está se referindo não ao que está acontecendo, mas como as pessoas se sentem diante das atuais mudanças.

O mesmo ocorre com o conceito “Mundo Vuca”. 

Vamos ao Dr. Google:

“A expressão Mundo VUCA foi usada pela primeira vez na década de 90 para se referir ao mundo incerto pós-Guerra Fria, pela United States Army War College. O termo VUCA é a abreviação das letras iniciais das palavras Volatility (volatilidade), Uncertainty (incerteza), Complexity (complexidade) e Ambiguity (ambiguidade)”

Vejamos os adjetivos Fragilidade, Ansiedade, Incompreensão, Incerteza, Ambiguidade, Complexidade são todas sensações que temos diante de fenômenos desconhecidos.

São adjetivos que expressam como nos sentimos diante dos fenômenos e não sobre o fenômeno em si.

Os adjetivos não linear e volatilidade são mais uma tentativa de definir o fenômeno do que as sensações.

Aqui, podemos dividir as análises de um determinado fenômeno que modifica bastante a sociedade humana da seguinte maneira:

  • Confusão Conceitual – quando procuro definir o mundo, a partir das minhas sensações;
  • Explicação Conceitual – quando supero as minhas sensações e procuro os padrões do fenômeno.

Todas a teoria, seja ela qual for, começa com uma percepção.

Os Conceitos Micos VUCA e BANI e agora Pós-Verdade (que vamos analisar neste artigo) expressam um espanto diante de um fenômeno, mas não um explicação razoável.

Na Bimodais, definimos esse tipo de situação de Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

Repare bem que NÃO estamos procurando definir a Era, o Mundo, a Civilização como DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida), mas o tipo de mudança, que causa diversas sensações.

E aí sim, podemos dizer que uma Mudança DRED provoca tudo isso que as pessoas estão percebendo: Fragilidade, Ansiedade, Incompreensão, Incerteza, Ambiguidade, Complexidade.

Não vivemos, assim, um Mundo Vuca ou Bani, mas estamos diante de uma Mudança DRED, que provoca estas sensações.

E aí passamos a analisar e a apresentar um diagnóstico.

A chegada do Digital é uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

As Autoridades da Verdade –  pessoas mais influentes que têm mais facilidade para disseminar conceitos – não estão conseguindo enxergar o fenômeno, mas apenas as sensações que eles provocam.

E aí temos o Efeito Manada, que é o uso de determinado conceito, mesmo sem lógica, que as pessoas vão utilizando, pois:

  • precisam de uma explicação qualquer;
  • precisam mostrar que estão “por dentro das coisas”.

Vivemos hoje este momento particular na sociedade humana, quando estamos diante de uma Mudança DRED (Desconhecida, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

Vivemos o que Thomas Kuhn (1922 – 96) definiu como anomalia científica.

A Ciência Social 1.0 não previu, não entende e não consegue prognosticar o que vai ocorrer a partir do Digital. 

A criação, disseminação e aceitação das pessoas de Conceitos Micos é claramente um sintoma da profunda crise da Ciência Social 1.0.

Entre os Conceitos Micos que circulam por aí temos também a “Era da Pós-Verdade”.

Dr. Google nos diz:

“Era da Pós-verdade: situação na qual, na hora de criar e modelar a opinião pública, os fatos objetivos têm menos influência que os apelos às emoções e às crenças pessoais.”

Como os Conceitos Micos Vuca e Bani,  temos aqui na “Era da Pós-Verdade” um problema de perceber sintomas diante de um fenômeno, mas não o fenômeno em si.

O Conceito Mico “Era da Pós-Verdade” tem, entretanto, um outro tipo de equívoco.

  • “Vuca” e “Bani” transferem sensações das pessoas diante de um mundo novo, batizando o mundo novo, a partir delas
  • “Era da Pós-Verdade” interpreta a confusão diante da produção da verdade, batizando este momento conjuntural, típico de mudanças de mídia, como se fosse uma era.

Temos hoje uma Crise dos Filtros da Sobrevivência.

Filtros da Sobrevivência são métodos que a sociedade escolhe para, de um jeito mais rápido, escolher as formas de agir e pensar mais adequadas.

A chegada da Civilização 2.0 (e não do Mundo Vuca ou Bani ou da Pós-Verdade) passou a estabelecer novas formas de produzir e filtrar as Melhores Verdades.

E aí precisamos definir o que estamos entendendo como verdade.

Verdade ou o que é Mais Verdade são as propostas de formas de agir e pensar que se apresentam mais adequadas para que possamos viver cada vez melhor.

O Sapiens cria Filtros de Sobrevivência, conforme a mídia de plantão, para que possa escolher as Melhores Verdades.

Note que a produção das Melhores Verdades são TOTALMENTE influenciadas pelas mídias.

Mudou a mídia, mudou a forma de produção e filtragem das Melhores Verdades.

A mudança da produção das Melhores Verdades:

  • antes da Internet, a produção das Melhores Verdades era toda feita de forma mais verticalizada, dentro do Ambiente de Sobrevivência Sonoro;
  • depois da Internet, a produção das Melhores Verdades passa a ser feita de forma mais horizontalizada, dentro do Ambiente de Sobrevivência Digital.

Como diz Clay Shirky – influenciador digital americano – não vivemos um problema de excesso de informação, mas de filtros.

Os Filtros de Sobrevivência do Ambiente Sonoro eram feitos de uma maneira e agora no Ambiente Digital precisamos criar uma nova forma de produção das Melhores Verdades.

Não é, portanto, uma “Era da Pós-Verdade“, mas um momento, como outros recorrentes da história, quando após a chegada de novas Mídias Mais Descentralizadas, o Sapiens precisa criar novos Filtros de Sobrevivência, que permitam separar o que é mais do menos verdadeiro.

Temos dois tipos de Filtros da Sobrevivência:

  • Filtros da Sobrevivência Endógenos – que é a nossa capacidade de usar novas Funções da Mente mais Identificadoras, Revisoras e Reformatadoras para identificar as Melhores Verdades;
  • Filtros da Sobrevivência Exógenos – que vem da nossa capacidade de criar e usar novas metodologias e tecnologias, que nos ajudem na filtragem, tais como a Inteligência Artificial das Melhores Verdades.

 O Conceito Mico da “Era da Pós-Verdade” é um bom exemplo da análise do atual cenário feita por Percepcionistas e não por Padronistas.

Hoje, temos uma baixa capacidade de Teorização e um aumento da Taxa do Percepcionismo.

Percepcionismo se caracteriza pela adesão das pessoas a formas de pensar e agir, que são pouco baseadas em teorias mais consistentes.

Temos a seguinte bifurcação na análise de qualquer fenômeno:

  • Percepcionismo – a explicação do fenômeno baseado nas sensações (que gera os conceitos BANI, VUCA ou Pós-Verdade);
  • Padronismo – a explicação do fenômeno baseado em padrões, que superam, com trabalho de revisão e reflexão as sensações (que gera o conceito Civilização 2.0).

Os conceitos “Era da Pós-Verdade” ou “Pós-Verdade” são um exemplo bem claro da Alta Taxa de Percepcionismo que temos hoje na sociedade.

Não existe nada menos verdade do que o conceito Pós-Verdade e Era da Pós-Verdade.

Faltam bases científicas para a defesa da Era da Pós-Verdade.

O que temos hoje, de fato, é uma crise da Filtragem da Sobrevivência, que precisam ser desenvolvidos para que possamos aprender a operar num mundo, na qual as Melhores Verdades serão criadas de uma nova maneira.

Na Civilização 2.0, a produção e filtragem das Melhores Verdades passam a ser feitas de uma forma muito mais participativa e horizontalizada.

Não é, assim, a Era da Pós-Verdade, mas um momento de passagem da Produção e Filtragem das Melhores Verdades 1.0 para a 2.0.

Não pague mico, conceitos como Bani, Vuca e Pós-Verdade são bons para se divertir em cima deles e não para explicar o atual cenário.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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O áudio do artigo

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#APA 2.0 – criando e melhorando este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. analisando as mudanças dos Ambientes de Pesquisa e Aprendizado dentro da Civilização 2.0.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas para ilustrar os áudios:

 

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

  • Força Latente, Força Atuante, Fator Tratamento, Epistemologia do Ambiente, Epistemologia Ferramental, Epistemologia Organizativa, Metaepistemologia, Epistemologia Ferramental Filosófica do Processo, Epistemologia Ferramental Filosófica da Organização, Ambiente de Pesquisa e Aprendizado 2.0, Ambiente de Pesquisa e Aprendizado 2.0, Método Ágil para Conceitos, APA 2.0, Pesquisa Progressiva da Bimodais e Ambiente de Pesquisa e Aprendizado 1.0.

Frases de Divulgação do artigo:

  1. A ciência foi criada para nos ajudar a sobreviver melhor e não para resolver o problema de grana dos cientistas.
  2. A Civilização 2.0 se caracteriza pela chegada e massificação de novas formas de Cooperação Humana.
  3. Um Ambiente de Pesquisa e Aprendizado é um espaço de organização de diálogo sobre determinado fenômeno para ajudar a sociedade a lidar melhor com ele.
  4. A Certeza Provisória Razoável é uma escolha científica, que encara o conhecimento como uma ferramenta de sobrevivência e exige que se faça uma escolha temporária para a tomada de decisão.
  5. A Bimodais é um exemplo vivo da construção de um Ambiente de Pesquisa e Aprendizado 2.0.
  6. Diante do Digital, temos muito achismo e pouco Padronismo.
  7. Fala-se muito em inovação, mas pouco numa ciência que a entenda profundamente.
  8. É na análise das ferramentas que utiliza, que se vê a qualidade de qualquer tipo de profissional.

Vamos ao Artigo:

“Quando a teoria fica atrás dos fatos, estamos lidando com programas de pesquisa degenerados.” – Imre Lakatos.

Estamos completando no final do ano quatro anos de Bimodais.

O artigo vai abordar o case Bimodal, um exemplo típico da mudança dos Ambientes de Pesquisa e Aprendizado, antes e depois da chegada da Civilização 2.0.

A Civilização 2.0 se caracteriza pela chegada e massificação de novas formas de Cooperação Humana, a partir das possibilidades trazidas pela Internet.

Um Ambiente de Pesquisa e Aprendizado é um espaço de organização de diálogo sobre determinado fenômeno para ajudar a sociedade a lidar melhor com ele.

Para efeito de registro qualquer Ambiente de Pesquisa e Aprendizado, seja em que época for, tem os seguintes Campos Conceituais:

  • a Fenomenologia – o estudo do fenômeno em si;
  • a Epistemologia – as ferramentas científicas que são utilizadas como suporte para o estudo do fenômeno em si, que quanto mais adequadas, mais ajudam a melhorar a Fenomenologia.

Temos na Fenomenologia os seguintes Fatores:

  • Fator Causante – a demanda do ser vivo, seja ele qual for;
  • Fator Detonante – aquilo que sai da Força Latente e se torna Força Atuante;
  • Fator Consequente – as Forças Atuantes se expandindo com ou sem tratamento;
  • Fator Tratamento – as atuações possíveis, tanto das metodologias quanto das tecnologias para se lidar melhor com o fenômeno.

Temos na Epistemologia os seguintes Fatores:

  • Epistemologia do Ambiente – reflexões e revisões do Ambiente de Pesquisa e Aprendizado de pesquisa;
  • Epistemologia Ferramental – reflexões e revisões do ferramental utilizado na Análise Fenomenológica;
  • Epistemologia Organizativa – reflexões e revisões sobre as diferentes abordagens existentes sobre o mesmo fenômeno;
  • Metaepistemologia – os efeitos positivos e negativos das escolhas feitas e seu impacto na própria Ciência do Fenômeno e nas Correlatas. 

Temos na Epistemologia Ferramental os seguintes Fatores:

  • Epistemologia Ferramental Filosófica do Processo – a forma como encaramos o conhecimento de maneira geral (a escolha da Bimodal foi a escolha pela Certeza Provisória Razoável);
  • Epistemologia Ferramental Filosófica da Organização – a forma como separamos os diferentes níveis do conhecimento (a escolha da Bimodal foi pelo Edifício do Pensamento).

A Certeza Provisória Razoável é uma escolha científica, que encara o conhecimento como uma ferramenta de sobrevivência e exige que se faça uma escolha temporária para a tomada de decisão, que pode ser alterada mais adiante, a partir de argumentos mais razoáveis para uma decisão ainda melhor.

O Edifício do Pensamento é uma escolha científica, que encara o conhecimento como uma ferramenta de sobrevivência, dividindo-o em camadas das mais abstratas para as mais operacionais, pela ordem: questões filosóficas, teóricas, metodológicas, operacionais e, por fim, revisionais.

A Bimodais é um exemplo vivo da construção de um Ambiente de Pesquisa e Aprendizado 2.0.

Um Ambiente de Pesquisa e Aprendizado 2.0 tem as seguintes características:

  • independência em relação aos órgãos de controle governamental;
  • financiamento feito diretamente pelos participantes no modelo crowdfunding;
  • pesquisa voltada para atender aos objetivos e interesses dos participantes, com foco bem direcionado;
  • desenvolvimento de Pesquisa Progressiva, através do Método Ágil para Conceitos, que softwariza a revisão da Narrativa, a partir da produção constante de conteúdo por um Curador, que são analisadas e comentada pelos participantes do APA 2.0;
  • atividades totalmente a distância, online;
  • uso intenso de recursos digitais, tais como mapas mentais, cores nos artigos e apresentações do resumo da semana no formato PPT.

A Pesquisa Progressiva da Bimodais é feita por imersões ou temporadas, quando toda a Narrativa Conceitual vai sendo analisada, a partir de:

  • provocações de todos os tipos, mas principalmente dos membros da escola;
  • diálogo com autores de livros do mercado;
  • fatos que merecem reflexão.

Diferente de um Ambiente de Pesquisa e Aprendizado 1.0, o novo modelo é inspirado na mesma filosofia do desenvolvimento de softwares.

A cada dia, semana, mês, semestre, ano os conceitos vão sendo revalidados, ajustados, melhorados para que se possa ter uma análise mais adequada dos Fenômenos Analisados pela Bimodais.

A cada nova imersão, temos uma melhoria na Narrativa Conceitual, que abrange tanto aperfeiçoamentos da Fenomenologia quanto da Epistemologia.

Hoje, a Bimodais analisa e propõe melhorias no tratamento dos seguintes Fenômenos:

  • Melhorar a compreensão e relação com a Civilização 2.0;
  • Melhorar a compreensão e a relação com a Inovação;
  • Melhorar a compreensão e ajudar os Disruptores a se potencializarem.

Do ponto de vista das Ciências, a Bimodais acabou criando ou aderindo aos seguintes campos:

  • Melhorar a compreensão e relação com a Civilização 2.0 demandou a criação da Antropologia da Sobrevivência Bimodal;
  • Melhorar a compreensão e a relação com a Inovação demandou aderir à Ciência da Inovação Bimodal;
  • Melhorar a compreensão e ajudar os Disruptores a se potencializarem demandou o desenvolvimento de um ramo específico dentro da Ciência da Inovação.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

Quem que aprender, tende a se preocupar pouco com o a parecer e vice-versa.

Quanto mais temos mudanças Disruptivas, mais o aparecer reforça o status quo e mais o aprender é rechaçado.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal120922a

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#as 5 mentes – criando e melhorando este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. revisando a Filosofia da Inovação.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas para ilustrar os áudios:

O papo dos alunos para sair da caixa.

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

  • Diálogo Filosófico, Diálogo Filosófico Estrutural, Bifurcações Conceituais, Monomente, Polimente, Mente Repensadora,  Mantra do Senso Comum, Estrada Conceitual, Estradas Conceituais, Sapiens Fechado, Sapiens Aberto, Escolha Conceitual e Mentes mais Revisoras.

Frases de Divulgação do artigo:

  1. Penso, logo reformato o que penso.
  2. Para Inovar com eficácia, é preciso usar sabiamente nossas Mentes mais Revisoras.
  3. Para Inovar com eficácia, é preciso entender que sempre fomos e sempre seremos um processo.
  4. Para Inovar com eficácia, é preciso entender que temos várias mentes.
  5. Nossa mente não é única. Tem partes que foram criadas para repetir e outras para recriar.
  6. Inovar significa revisar e reformatar processos, através do uso de funções mais revisoras da mente.
  7. Inovar não é uma escolha humana, mas uma obrigação.
  8. Você não sai da “caixa”. O que fazemos é reformatá-la, usando funções da mente Repensadoras.

Vamos ao Artigo:

“Todo trabalho criativo é construído sobre o que veio antes. Nada é totalmente original.” –  Austin Kleon.

Qual a primeira pergunta que temos que responder quando falamos em inovação?

Toda a primeira pergunta de uma ciência faz parte do Diálogo Filosófico sobre determinado fenômeno.

As questões filosóficas determinam a essência do fenômeno: do que realmente estamos analisando.

Hoje, diante do Digital, por exemplo, o Diálogo Filosófico Estrutural se resume a qual é o verdadeiro Fator Detonante das atuais mudanças:

  • Na Indústria – revolução industrial?
  • No conhecimento – sociedade do conhecimento?
  • Na Informação – sociedade da informação?
  • Mudança de Mídia – Revolução Midiática Civilizacional?

É da escolha do Fator Detonante, que podemos analisar com mais adequação os Fatores Causantes, Consequentes e Atuantes.

Por quê?

Quando identificamos o Fator Detonante Mais Adequado, podemos ir ao passado e analisar momentos similares e estudar padrões.

Quando temos uma inadequação na escolha do Fator Detonante, todo o Ambiente de Diálogo sobre determinado Fenômeno se torna mais e mais ineficaz.

Uma Ciência nada mais é do que um Ambiente de Diálogo para entender e lidar melhor com determinado fenômeno.

Estamos aqui na Bimodais dedicados a entender o fenômeno das mudanças humanas dentro do Ambiente de Diálogo denominado Ciência da Inovação.

Todo Ambiente de Diálogo sobre determinado fenômeno é repleto de bifurcações das mais abstratas para as menos.

É da escolha que fazemos dentro das Bifurcações Conceituais de um Ambiente de Diálogo que podemos nos aproximar mais ou menos dos fatos. 

Quando estamos dentro do Ambiente de Diálogo da Ciência da Inovação temos a seguinte Bifurcação Conceitual:

  • Monomente – a ideia de que temos uma mente única responsável pela nossa forma de pensar e agir, que é a mais comum;
  • Polimente – uma visão mais ampla de que temos várias mentes, cada uma com uma função diferente na nossa forma de pensar e agir, que é uma novidade recente.

Se refletirmos sobre a frase de René Descartes (1596 – 1650), que, a princípio reflete uma primeira ideia da Monomente, teremos que adaptá-la para a da Polimente:

  • Penso logo recrio.
  • Penso, logo repenso;
  • Penso, logo reformato o que penso;
  • Reformato o que penso e, por causa disso, tenho várias mentes, cada uma com uma função distinta.

De maneira ainda hipotética, podemos dividir a nossa mente de duas maneiras:

  • A Mente Operacional – aquela mais automática, que nos ajuda no dia a dia;
  • A Mente Repensadora – aquela que revê nossas formas de pensar e agir para que possamos nos aprimorar.

Hoje, quando se fala de inovação, temos um Mantra do Senso Comum de que “para inovar é preciso sair da caixa”.

Note como a expressão “sair da caixa” representa bem a visão equivocada da Monomente.

“Caixa” do Mantra “Sair da Caixa” é uma metáfora de que preciso mudar a minha forma de pensar.

Mas se você “sai da caixa” vai para onde?

Na verdade, se formos aplicar a escolha da visão da Polimente a forma mais adequada de pensar a inovação é a seguinte:

Você não sai da “caixa”. O que fazemos é reformatá-la, usando funções da mente Repensadoras.

Temos no mantra “sair da caixa” uma visão equivocada do processo humano de inovar.

A escolha pela Estrada Conceitual da Monomente nos leva ainda para um outro grande problema: de uma visão de um Sapiens Fechado e não um Sapiens Aberto.

Vejamos a diferença entre as duas Estradas Conceituais sobre “Quem somos?”: 

  • Sapiens Fechado – uma visão humana que rejeita a ideia de uma Espécie Progressiva, tanto coletiva quanto individualmente;
  • Sapiens Aberto – uma visão humana que defende a ideia de uma Espécie Progressiva, tanto coletiva quanto individualmente.

Há uma tendência hoje pela Escolha Conceitual do Sapiens Fechado, que tem uma Monomente. 

E aí temos duas regras de Escolhas Filosóficas sobre o Sapiens que reverberam no processo de Inovação:

  • A visão do Sapiens Fechado e, como consequência, da Monomente é extremamente negativa para processos de inovação;
  • A visão do Sapiens Aberto e, como consequência, da Polimente é extremamente positiva  para processos de inovação.

O ajuste necessário para uma visão do Sapiens mais próxima dos fatos:

  • Nós somos sempre um processo, individual ou coletivamente: não é “ser humano”, mas “sendo humanos”;
  • Inovar não é uma escolha humana, mas uma obrigação;
  • Inovar significa revisar e reformatar processos, através do uso de funções mais revisoras da mente.

Nossa mente não é única. Tem partes que foram criadas para repetir e outras para recriar.

Para Inovar com eficácia,  é preciso entender que temos várias mentes.

Para Inovar com eficácia,  é preciso entender que sempre fomos e sempre seremos um processo.

Para Inovar com eficácia, é preciso usar sabiamente nossas Mentes mais Revisoras.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

 

 

 

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal090922a

Novas Hashtags:

#academia_da_mente – criando e melhorando este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. refletindo sobre as 5 mentes para melhorar a forma como inovamos.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas para ilustrar os áudios:

Preparação para jogar tênis.

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

  • Teorias Mais Fortes, Metodologias Fortes, Ambiente de Pesquisa e Aprendizado Progressivo, Base Conceitual Bimodal, Instintos Primários, Mente Pensante e Progressiva, Progressividade Incremental da Mente, Progressividade Disruptiva da Mente, Inovações Progressivas Estruturais, Mente Pensante Básica, Mentes Pensantes Reformatadoras, Mentes 1.0, Mente do Sapiens 1.0,  MP1 (Mente Pensadora Primária), Mente Pensadora Revisora Básica), MP3 (Mente Pensadora Revisora Avançada,  MP4 (Mente Pensadora Revisora Hiper Avançada), Musculação e Alongamento das Mentes Mais Abstratas, Originalização Progressiva.

Frases de Divulgação do artigo:

  1. As Academias da Mente terão a função de desenvolver e manter ativas as Camadas mais Abstratas da Mente 2.0.
  2. Quanto mais abstrata é a função da mente, mais ela exige um tipo diferente de preparação.
  3. Basicamente, os Personal Trainers da Mente terão a função de “muscular e alongar” a MP2, MP3 e a MP4.
  4. Precisamos desenvolver, de forma cada vez melhor, a nossa habilidade de Auto-Reformatação das camadas mais básicas da mente.
  5. A Mente do Sapiens 2.0 tem que ter uma Formatação Primária muito mais flexível do que a do 1.0.
  6. O Sapiens 2.0 terá que praticar uma “musculação” constante das Camadas mais Reformatadoras da Mente.
  7. Mudou a Civilização é preciso criar um processo consciente e planejado de readaptação das mentes.
  8. As Mentes 1.0 foram formatadas para viver em um mundo
    MENOS mutante, inovador, competitivo, horizontalizado,
    informado e criativo.

Vamos ao Artigo:

“Seu cérebro fica confortável demais no cotidiano que o cerca. Você precisa deixá-lo desconfortável.” – Austin Kleon.

Futurismo Estrutural é um campo de estudo que procura criar cenários de médio e longo prazo para a tomada de decisão estratégica e, de certa forma, guiar também o Futurismo Conjuntural (também chamado de Modismo) a se reorganizar. 

O Futurismo Estrutural, diferente do Conjuntural, trabalha muito mais por padrões do que com fatos.

O Futurismo Estrutural necessita, assim, de Teorias Mais Fortes, que tenham padrões para que possamos projetar o cenário de médio e longo prazo.

Teorias Mais Fortes são aquelas que se aproximam de forma mais adequada dos fatos e permitem tomar decisões melhores, através da criação de Metodologias Fortes.

A Bimodais é um Ambiente de Pesquisa e Aprendizado Progressivo, que para desenvolver o Futurismo Estrutural – sua atividade principal – necessitou desenvolver a sua própria teoria.

Mais do que isso.

A Bimodais se viu obrigada, diante das mudanças trazidas pelo Mundo Digital, de desenvolver a Antropologia da Sobrevivência – uma nova ciência, que nos permitisse estudar os padrões das mudanças civilizacionais, através de Padrões Históricos.

Vivemos hoje um momento muito particular da Macro-História Humana, no qual temos uma Macro Anomalia das Ciências Sociais.

As bases filosóficas e teóricas disponíveis no mercado das Ciências Sociais, nas suas mais diferentes vertentes, não previram o Digital e nem nos ajudam a projetar o que teremos pela frente.

Além da Antropologia da Sobrevivência, a Bimodais teve a necessidade de desenvolver a Ciência da Inovação – outro campo de estudo, que procura estudar diferentes aspectos da Inovação Progressiva.

A Ciência da Inovação procura:

  • entender a Inovação como uma Ferramenta de Sobrevivência Progressiva e Estrutural do Sapiens;
  • seus diferentes campos de atuação (pessoal, grupal ou organizacional);
  • os aspectos objetivos e subjetivos da Inovação, onde se inclui o estudo da mente.

O artigo de hoje é um exemplo típico da atividade de pesquisa e aprendizado progressivo da Bimodais, quando aplicamos nossa Base Conceitual Bimodal para refletir sobre o futuro da mente e as novas demandas em torno dela.

O Sapiens, através da aplicação da Animalogia, é a única espécie que NÃO sobrevive, tendo como referência os Instintos Primários.

O Sapiens optou pelo desenvolvimento de uma Mente Pensante e Progressiva para poder sobreviver.

A Mente Pensante e Progressiva nos permite aumentar a população, através da Inovação Progressiva. 

A Mente, assim, não é estática no tempo, ela vai se desenvolvendo e tendo que se sofisticar para que possamos enfrentar sempre desafios cada vez mais complexos.

Podemos dizer que temos dois movimentos das nossas Mentes Pensantes e Progressivas:

  • a Progressividade Incremental da Mente – entre duas Revoluções Midiáticas Civilizacionais;
  • a Progressividade Disruptiva da Mente – logo depois de uma Revolução Midiática Civilizacional.

Vivemos hoje, a partir da chegada do Digital, a Progressividade Disruptiva da Mente, pois estamos alterando o Macro Modelo de Comunicação da espécie, que nos leva, como consequência, a alteração do Macro Modelo de Cooperação.

A Civilização 2.0, com todas as Inovações Progressivas Estruturais, que ela promove inaugura uma nova etapa do Sapiens, com repercussões profundas na nossa Mente Pensante e Progressiva.

A Mente Pensante e Progressiva do Sapiens opera em duas diferentes camadas:

  • a Mente Pensante Básica – que tem a função de receber a Formatação Inicial, que todos OBRIGATORIAMENTE passamos para nos socializar;
  • as Mentes Pensantes Reformatadoras – que é a capacidade que cada pessoa tem de promover revisões nas Camadas Mais Básicas da Mente Pensante.

Conforme vamos tornando a sociedade cada vez mais complexa (tanto em termos de tamanho da população como do que criamos para resolver tais desafios), temos a necessidade de ir aprimorando nossa capacidade de Reformatar as Camadas Mais Básicas da Mente Pensante.

As Mentes 1.0 foram formatadas para viver em um mundo:

  • menos mutante;
  • menos inovador;
  • menos competitivo;
  • menos horizontalizado;
  • menos informado;
  • menos criativo.

A Mente do Sapiens 1.0 – de maneira geral – era ajustada para viver na Civilização 1.0.

Mudou a Civilização é preciso criar um processo consciente e planejado de readaptação das mentes.

Isso irá ocorrer naturalmente, mas o ritmo que estamos entrando exige que passemos a desenvolver determinadas funções da mente, que eram pouco usuais.

E isso precisa ser estimulado.

A Mente do Sapiens 2.0 tem que:

  • Ter uma Formatação Primária muito mais flexível do que a do 1.0;
  • e uma preparação para que as Camadas mais Reformatadoras da Mente possam estar cada vez mais ativas.

Mais do que isso.

Precisamos desenvolver, de forma cada vez melhor, a nossa habilidade de Auto-Reformatação das camadas mais básicas da mente.

Como o papel do Futurista Estrutural é de antecipação de cenários do longo prazo, podemos prever que haverá uma forte demanda para que se faça o ajuste entre a Mente 1.0 e a 2.0.

Não estamos falando apenas da demanda por uma Formatação Primária diferente, que é o papel dos familiares e da escola, mas também uma atividade constante ao longo de toda a vida para que as Camadas Mais Reformatadoras da Mente estejam sempre em progressão.

Teremos assim, a necessidade de criar – como já fizemos com o corpo – Academias da Mente para que possamos “alongar e muscular” nossas mentes para viver nesse novo Ambiente de Sobrevivência 2.0.

As Academias da Mente terão que ajudar a:

  • oferecer para as crianças uma MP1 mais flexível;
  • desenvolver a MP2, que passa a analisar a MP1 de forma mais eficaz;
  • desenvolver a MP3, que passa a analisar a MP2;
  • E, provavelmente, começaremos a desenvolver uma MP4, que será feita por Disruptores, que têm mais facilidade para esse tipo de atividade.

Note que não estamos aqui na Academia das Mentes de novos conteúdos, mas um trabalho especial e específico de oferecer para as mentes atividades, que as permitam ser cada vez mais Reformatadoras das Camadas mais Básicas.

Detalhemos as diferentes 4 funções da Mente Pensadora:

  • A MP1 (Mente Pensadora Primária), que armazena boa parte da Formatação Básica e Obrigatória, que recebemos);
  • A MP2 (Mente Pensadora Revisora Básica) revê a Formatação Básica e Obrigatória e procura mudar formas de pensar e agir inadequadas, mas com um nível de abstração ainda baixo;
  • A MP3 (Mente Pensadora Revisora Avançada) revê a Revisão Básica e procura mudar formas de pensar e agir inadequadas, mas com um nível de abstração maior;
  • A MP4 (Mente Pensadora Revisora Hiper Avançada) revê a Revisão Avançada e procura mudar formas de pensar e agir inadequadas, mas com um nível de abstração ainda maior.

Basicamente, os Personal Trainers da Mente terão a função de “muscular e alongar” a MP2, MP3 e a MP4.

Que tipo de exercícios eu imagino?

Não se trata de apenas consumir apenas conteúdos diferentes daqueles que você está acostumado. Isso ajuda.

É preciso no trabalho de Musculação e Alongamento das Mentes Mais Abstratas:

  • desenvolver trabalho artísticos;
  • criar desafios abstratos a serem desenvolvidos;
  • aprender a dar paradas para permitir que a criatividade possa aflorar.

Quanto mais abstrata é a função da mente, mais ela exige um tipo diferente de preparação.

Vejamos:

  • Levantar uma parede de tijolos é basicamente um trabalho das Mentes Operacionais com o uso da MP1.
  • Levar a vida seguindo aquilo que nos foi ensinado na Formatação Primária é a função da MP1 e um pouco da MP2.
  • Desenvolver a Originalização Progressiva é basicamente um trabalho das Mentes Pensadoras mais Abstratas, tais como a MP3 e a MP4.

Mentes Pensadoras Mais Abstratas são mais cheias de “melindres” e pedem um cuidado e preparação maior para que possam funcionar adequadamente.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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­O áudio do artigo

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#James_Clear – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. o que aprender com James Clear, a partir do livro “Hábitos Atômicos”?

Avanço da Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Para o artigo aberto: A mudança da minha relação com as plantas.

Para o artigo fechado: O fim das metas da leitura // a minha Frase Diamante: Tenha orgulho da sua capacidade de criar e não naquilo que você já criou!

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

  • Frase Diamante, Métrica Endógena, Métricas da Inovação Pessoal, Métrica Endógena, Métrica Exógena, Ambiente de Diálogo da Ciência da Inovação, Conceituador de Excelência, Inovação Progressivista, Inovação Radicalista, Fenomenologista, Conceituação de Excelência, Sabedoria Progressiva, Taxa de Identificação, de Revisão e de Reformatação da nossa forma de pensar e agir, Duas Visões Metafísicas sobre o Sapiens, Identidade Progressiva, IDRERE (Identificador, Revisor e Reformatador da Mente) e Identidade Mais Fixa.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Tenha orgulho da sua capacidade de criar e não naquilo que você já criou!
  2. Todo autor, seja ele qual for, ao defender um determinado tipo de forma de agir e pensar está questionando outra, mesmo que seja de forma não explícita ou consciente.
  3. A Sabedoria Progressiva é uma atividade continuada que dá um rumo para nossa forma de pensar e agir.
  4. Uma vida sábia tem como demanda a escolha de um projeto de vida, admitindo que somos finitos.
  5. Não coloque, assim, a sua vaidade, seu orgulho, sua autoestima em coisas, mas nos processos que geram coisas.
  6. No processo de Inovação Pessoal, devemos evitar usar a expressão “eu sou” e optar por “eu estou”.
  7. A Inovação Pessoal não é uma opção, mas uma obrigação.
  8. Temos que Gerundiar o Ego: eu sempre estou e nunca sou.

Vamos ao Artigo:

“Quanto mais nos apegamos a uma identidade, mais difícil se torna crescer além dela.” – Clear.

Continuamos analisando o livro de James Clear, que fala basicamente da Inovação Pessoal.

Já dissemos aqui que o Mantra do Senso Comum “livros de autoajuda” é preconceituoso, pois podemos ter textos bons ou não sobre Inovação Pessoal – do do Clear é muito bom!

A Inovação Pessoal não é uma opção, mas uma obrigação.

Todos, de alguma forma, praticamos a Inovação Pessoal, o que há de diferença é a qualidade da mesma, mais ou menos eficaz.

Qual é a métrica?

A capacidade que temos, de avaliar de dentro para fora, o tempo que criamos e mantemos o nosso Bem Estar Continuado.

Chamo a atenção: propor a Inovação Pessoal baseado na Métrica Endógena (com referência mais de dentro para fora do que de fora para dentro) do Bem Estar Continuado é uma escolha entre as diferentes tendências desta Atividade Humana Estrutural.

Detalhemos.

Há dois tipos de Métricas da Inovação Pessoal:

  • Métrica Endógena (com referência mais de dentro para fora do que de fora para dentro);
  • Métrica Exógena (com referência mais fora para dentro do que de dentro para fora).

Atividade Humana Estrutural é aquela que sempre está presente e é obrigatória para nossa sobrevivência.

De pronto, o livro já me influenciou na Jornada de Leitura Bimodal.

Desisti, a partir da leitura dele, de estabelecer uma meta para a Oitava Jornada de Leitura, o foco agora é ler a maior quantidade de livros possível,  parando, entretanto, para aprofundar naqueles que merecem, reduzindo a preocupação com quantidade.

A quantidade de livros lidos por imersão pouco importa, desde que o possamos fazer o aprofundamento da nossa narrativa de forma cada vez melhor.

Falemos do livro.

Clear é um autor que pode ser enquadrado na classificação de Inovação Pessoal Progressivista, que na sua Narrativa Conceitual questiona os autores Radicalistas.

(Comentário para os Bimodais: aqui, estamos praticando a Epistemologia Organizacional, na qual procuramos identificar e classificar dentro do Ambiente de Diálogo da Ciência da Inovação os diferentes tipos de tendências para torná-las mais conscientes e para que possamos escolher as mais adequadas.)
(Comentário para os Bimodais: todo autor, seja ele qual for, ao defender um determinado tipo de forma de agir e pensar está questionando outra, mesmo que seja de forma não explícita ou consciente.)
(Comentário para os Bimodais: o papel de um Conceituador de Excelência é procurar detalhar o máximo possível as diferentes tendências do seu Ambiente de Diálogo.)

As duas tendências encontradas no Ambiente de Diálogo sobre Inovação (que vale para a Inovação Pessoal, Grupal ou Organizacional):

  • Inovação Progressivista  – o objetivo do inovador será conquistado aos poucos, num trabalho continuado de longo prazo, com o foco muito mais nas mudanças dos processos do que nas metas;
  • Inovação Radicalista – o objetivo do inovador será conquistado de forma rápida, no curto prazo, com o foco muito mais nas metas do que nas mudanças dos processos.

Diz Clear ao defender a Inovação Progressivista:

“O segredo para obter resultados duradouros é nunca parar de fazer melhorias.”

(Comentário para os Bimodais: Clear não é um autor que opera na Epistemologia, ele é mais Fenomenológica, toda a classificação que estou fazendo faz parte da minha busca pela Conceituação de Excelência.)

Uma Abordagem Mais Fenomenológica é aquela que não se preocupa tanto, ou nada, com as Ferramentas Conceituais que são utilizadas e nem com seus respectivos impactos na própria Ciência e nas correlatas.

Gosto do livro, pois me considero um defensor, como Clear, da Corrente Progressivista dentro da Ciência da Inovação.

A Inovação Progressivista, de alguma forma, defende a ideia da Certeza Provisória Razoável, que nos faz estar sempre pronto a mudar, de forma progressiva e continuada, e opta pela visão do Sapiens Aberto – aquela em que vê o Sapiens sempre em processo e nunca estático.

Mais ainda.

A Corrente Progressivista na Inovação se alinha, de forma mais adequada, com o atual Ambiente de Sobrevivência 2.0, no qual temos um aumento exponencial da Taxa de Inovação.

Diz Clear sobre isso:

“… a felicidade, não pode ser perseguida; deve acontecer, e só acontece como o efeito colateral não intencional da dedicação pessoal de alguém a uma causa maior.”

Quando se fala em Inovação Progressivista – defensora de foco nos processos e não de metas – temos um destaque para o incentivo da Vaidade Endógena e não da Exógena.

Qual é a escolha de onde vamos colocar a nossa vaidade:

  • Vaidade Endógena – a referência de felicidade vem mais de dentro para fora do que de fora para dentro;
  • Vaidade Exógena – a referência de felicidade vem mais de fora do para dentro do que de dentro para fora.

(Comentário para os Bimodais: a linha da Inovação Progressivista é abraçada, por exemplo, por Mark Manson e Joel Moraes, autores com quem dialogamos bastante na Sétima Imersão das Leituras Bimodais)

A Vaidade Endógena, quando trabalhamos com as referências internas, se aproxima mais do conceito de sabedoria.

A Sabedoria Progressiva é uma atividade continuada que dá um rumo para nossa forma de pensar e agir, que nos permite chegar e manter o Bem-Estar Continuado.

Podemos dizer que:

A Sabedoria Progressiva demanda uma capacidade maior Taxa de Identificação, de Revisão e de Reformatação da nossa forma de pensar e agir, tendo como foco nosso Bem Estar Continuado.

A Sabedoria Progressiva demanda um aumento das funções da MP2 e MP3 – funções da mente mais revisoras e abstratas.

Algumas digressões:

Uma vida sábia tem como demanda a escolha de um projeto de vida, admitindo que somos finitos.

A escolha de um projeto de vida implica na consciência da finitude, procurando aproveitar ao máximo nossos potenciais.

É da possibilidade do desenvolvimento continuado dos nossos potenciais que podemos praticar o Bem Estar Continuado.

Voltemos ao texto:

Na Inovação Progressivista temos, de forma consciente, ou não, explícita, ou não a defesa do conceito do Sapiens Mais Aberto sempre num processo de aperfeiçoamento continuado.

Vejamos a diferença entre as Duas Visões Metafísicas sobre o Sapiens:

  • Sapiens Mais Aberto – o ser humano e a sociedade tem uma grande capacidade de se modificar;
  • Sapiens Mais Fechado – o ser humano e a sociedade tem uma baixa capacidade de se modificar.

A Metafísica é o Ambiente de Diálogo da Filosofia em que se procura responder da forma mais adequada possível, sempre de forma progressiva, a questão: “Quem Somos?”.

Neste momento da leitura do livro, esbarramos no conceito de identidade.

Diz Clear:

“Quanto mais nos apegamos a uma identidade, mais difícil se torna crescer além dela.”

E aqui temos uma nova Regra para os Bimodais:

Quanto mais a sua identidade está imersa nas Mentes Mais Automáticas, mais a pessoa terá dificuldade de identificá-la, revisá-la e reformatá-la, assumindo o processo da Identidade Progressiva.

Só é possível assumir uma Identidade Progressiva, se você opta pela visão do Sapiens Aberto e a sua Vaidade nos Processos e não nos resultados ou nas metas.

Clear fala do reposicionamento também do orgulho.

Dr. Google nos diz:

“Orgulho: sentimento de prazer, de grande satisfação com o próprio valor, com a própria honra.”

O orgulho é a sensação que temos, quando nossa vaidade – ou se quiserem a autoestima – é alimentada.

(Comentário para os Bimodais: acredito que a vaidade é sinônimo de autoestima, tirando o peso pejorativo inadequado do conceito.)

O que ele sugere é que coloquemos nosso orgulho na capacidade que temos de nos transformar o tempo todo e não naquilo que vamos provisoriamente criando.

Não coloque, assim, a sua vaidade, seu orgulho, sua autoestima em coisas, mas nos processos que geram coisas.

Tenha orgulho da sua capacidade de criar e não naquilo que você já criou!

Diz ele:

“…reflexão e a revisão são processos que permitem a você permanecer consciente de seu desempenho ao longo do tempo.”

Coloque as funções Identificadoras, Revisoras e Reformatadoras da Mente para trabalhar.

Diz ele, espelhando bem a ideia da Reformatação Progressiva:

“A falta de autoconsciência é um veneno. A reflexão e a revisão são o antídoto.”

Diz ele, nessa direção, citando Lao Tzu:

“O duro e rígido será quebrado. O suave e flexível irá prevalecer.”

Em resumo:

A melhoria da qualidade da Inovação Pessoal é justamente quando optamos pela compreensão do eu é dinâmico e progressivo.

No processo de Inovação Pessoal, devemos evitar usar a expressão “eu sou” e optar por “eu estou”.

Quando eu digo “eu sou assim”, você não ativa o processo IDRERE (Identificador, Revisor e Reformatador da Mente) da mente.

Comentário para os Bimodais: o “eu sou assim” se aloja na MP1, tornando a sua Identidade Mais Fixa, sem a capacidade de revisão, aumentando a taxa de aderência e dificultando a mudança.

Diz ele:

“Quando escolhida de forma eficaz, uma identidade é flexível e não frágil. Como a água fluindo por um obstáculo, sua identidade trabalha junto com as circunstâncias em transformação, e não contra elas.”

O que podemos defender na Inovação Pessoal Progressivista – que aparece com força no livro do Clear – é um exercício continuado de irmos afastando nossa identidade (se quiserem nosso ego) das coisas e colocando-a nos processos.

A forma eficaz de definir uma identidade é atrelá-la a um processo permanente de revisão.

Colocar o ego no gerúndio… “Eu estou”. E não “eu sou”.

Temos que Gerundiar o Ego: eu sempre estou e nunca sou. 

Diz ele:

“A chave para atenuar essas perdas de identidade é redefinir a si mesmo de tal forma que consiga manter aspectos importantes de sua identidade, mesmo que seu papel específico mude.”

E ainda:

“Os profissionais com os melhores desempenhos em todos os campos praticam vários tipos de reflexão e revisão.”

Eu procuro aperfeiçoar:

Os profissionais com melhores desempenho são aqueles que conseguem utilizar as mentes mais reflexivas e revisionistas.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

Compre meu livro Administração 3.0, autografado: https://bit.ly/adm30autografado

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal060922a

Novas Hashtags:

#as 5 mentes – criando e melhorando este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. refletindo sobre as 5 mentes para melhorar a forma como inovamos.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas para ilustrar os áudios:

Preparação para jogar tênis.

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

  •  Reformatação da MP1 Endógena ou Exógena e Consciência Reformatadora.

Frases de Divulgação do artigo:

  1. Pensar é nos Reformatar.
  2. Quando falamos sobre Inovação Pessoal esbarramos num pantanoso problema: nossa visão do Sapiens é repleta de equívocos.
  3. Assim, quando falamos que queremos nos Originalizar, ser mais nós mesmos, na verdade, estamos falando em Reformatação.
  4. Ter consciência de que todos tivemos obrigatoriamente que passar por um processo de Formatação Básica é fundamental para o processo de Reformatação.
  5. Quando o Zeca Padoginho canta “Deixa a vida me levar”, na verdade, ele está defendendo que a formatação feita sobre a MP1 seja o guia das nossas vidas.
  6. Assim, quando falamos de Inovação no Geral, ou de Inovação Pessoal, Grupal ou Organizacional, fica impossível ter um resultado melhor, se não compreendermos as 5 Mentes.
  7. É preciso muscular e alongar as diferentes mentes, conforme o tipo de mudança que você deseja promover.
  8. A Civilização 2.0 nos traz um Ambiente de Sobrevivência muito mais Cooperativo e isso gera um exponencial aumento da Taxa de Inovação.

Vamos ao Artigo:

“Quanto mais profundamente um pensamento ou ação está vinculado à sua identidade, mais difícil é mudá-lo.” – James Clear.

É possível falar de inovação no geral, organizacional, grupal, sem falar da Inovação Pessoal?

No final de tudo, sempre teremos o desafio de mudar as pessoas.

Quando falamos sobre Inovação Pessoal esbarramos num pantanoso problema: nossa visão do Sapiens é repleta de equívocos.

Anote e repita várias vezes comigo:

  • as outras espécies são instintivas;
  • o Sapiens é formatado para ser sapiens.

Enquanto não praticarmos a Animalogia ficaremos perdidos, pois é na comparação com as outras espécies – positiva (no que somos parecidos) e negativa (o que somos iguais) – que conseguiremos nos entender melhor. 

Nossa espécie passa por um longo período de formatação (tanto na forma quanto no conteúdo) para poder se socializar.

Assim, quando falamos que queremos nos Originalizar, ser mais nós mesmos, na verdade, estamos falando em Reformatação.

Pensar é se Reformatar.

Nós somos OBRIGATORIAMENTE preparados para deixar diversos instintos para nos socializar e quando queremos nos Originalizar entramos num processo de Reformatação.

Clear, no livro “Hábitos Atômicos” defende a existência de cada pessoa de três camadas, quando se pensa em mudar de hábitos:

  • Mudanças por Resultados;
  • Mudanças por Processos;
  • Mudanças de Identidade.

Ele acredita que as Mudanças Mais Saudáveis e que duram no tempo é quando conseguimos atuar na terceira camada.

Não basta eu fazer dieta, mas me ver como uma pessoa que tem hábitos alimentares saudáveis.

Assim, não se faz dieta, se reformata a identidade gulosa para uma mais consciente, Consciência Reformatadora.

E neste momento tenho discordâncias com Clear:

  • ele não pratica a Animalogia;
  • não percebe o processo de Formatação Básica que passamos;
  • e nem de que mudar de hábitos é OBRIGATORIAMENTE um processo de Reformatação sobre a Formatação Básica.

Ele não deixa tão evidente que os hábitos que temos foram construídos pela própria pessoa, não foram.

Ter consciência de que todos tivemos obrigatoriamente que passar por um processo de Formatação Básica é fundamental para o processo de Reformatação.

Quando o Zeca Padoginho canta “Deixa a vida me levar”, na verdade, ele está defendendo que a formatação feita sobre a MP1 seja o guia das nossas vidas.

Os paradigmas de Clear sobre as três camadas reforçam o que temos falado aqui sobre as 3 Mentes Pensadoras de cada pessoa.

Já separamos as 5 Mentes em duas vertentes:

  • As Mentes Operadoras – mais automáticas e mais instintivas;
  • As Mentes Pensadoras – que atuam sobre as Mentes Operadoras, em níveis cada vez maiores de abstração.

Temos três Mentes Pensadoras:

  • A MP1 – que é muito próxima das Mentes Operadoras, capaz de mudanças incrementais;
  • A MP2 – que é capaz de Reformatar formas de agir e pensar da Mentes Operadoras e da MP1;
  • A MP3 – que é capaz de Reformatar a MP2, de forma mais paradigmática, filosófica, num nível de abstração maior, mais adaptada para Mudanças Disruptivas.

Assim, quando falamos de Inovação no Geral, ou de Inovação Pessoal, Grupal ou Organizacional, fica impossível ter um resultado melhor, se não compreendermos as 5 Mentes.

Quando você quer, por exemplo, jogar tênis há toda uma musculação e alongamentos que precisam ser feitos para que você jogue bem e não se machuque. O mesmos precisamos fazer com nossas 5 Mentes:

É preciso muscular e alongar as diferentes mentes, conforme o tipo de mudança que você deseja promover.

Quanto maior é a demanda pela Reformatação da MP1 (seja Endógena ou Exógena), mais e mais você precisará muscular a MP2 e a MP3 para que possa ter resultados melhores.

Na pesquisa que temos feito, dentro da Ciência da Inovação Bimodal, no papel dos Disruptores, percebo que eles têm mais facilidade – por características ainda desconhecidas – de operar na MP2 e na Mp3.

Já na pesquisa que temos feito, dentro da Antropologia da Sobrevivência Bimodal, das adaptações do Sapiens à Civilização 2.0, percebemos que temos hoje uma demanda generalizada pelo aumento da MP2 e da MP3.

A Civilização 2.0 nos traz um Ambiente de Sobrevivência muito mais Cooperativo e isso gera um exponencial aumento da Taxa de Inovação.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado:  https://bit.ly/artigobimodal080922a

Novas Hashtags:

#James_Clear – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. o que aprender com James Clear, a partir do livro “Hábitos Atômicos”?

Avanço da Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

O bêbado de Teresópolis.

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

Filosofia da Inovação, Formatação Básica Obrigatória do Sapiens, Identidade Primária, Identidade em Processo de Reformatação, Auto-Reformatação, Auto-Reformatar, Auto-Reformatar, Auto-Reformatação Operacional, Auto-Reformatação Filosófica, Reformatação Individual, Topologia da Mente, Pessoas Disruptoras, Potencial Biológico Processo Mais Continuado de Auto-Reformatação Pessoal, Auto-Reformatador.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não podemos afirmar que o processo de Inovação Pessoal é de autoconhecimento, mas da Auto-reformatação.
  2. Inovar é, em qualquer nível, um processo de Auto-Reformatação.
  3. Quanto mais disruptiva é a mudança, mais e mais precisamos ativar as nossas mentes mais abstratas.
  4. Como temos dito aqui dentro da visão filosófica da Ciência da Inovação Bimodal, o Sapiens é a espécie mais artificial do planeta.
  5. Boa parte de nossa Identidade Inicial é muito mais construída de forma para dentro do que de dentro para fora.
  6. Quanto mais Filosófica é a demanda pela Reformatação Individual, mais precisamos nos utilizar de funções mais abstratas da mente.
  7. Auto-Reformatações mais operacionais são feitas pela MP2 e as mais Filosóficas demandam a atividade da MP3.
  8. A chegada da Civilização 2.0 nos obriga que haja um Processo Mais Continuado de Auto-Reformatação Pessoal.

Vamos ao Artigo:

“As raízes se avigoram e os ramos crescem. A tarefa de abandonar um mau hábito é como desenraizar um poderoso carvalho de dentro de nós.” – James Clear.

A Bimodais se divide em dois campos de estudo:

  • A Antropologia da Sobrevivência Bimodal – que estuda, sob um novo ponto de vista, o Motor da História para entender e projetar o atual cenário Pós-Digital e facilitar a tomada de decisão estratégica de médio e longo prazo pelos clientes;
  • A Ciência da Inovação Bimodal – que estuda, sob um novo ponto de vista, a relação do Sapiens com os diversos tipos de mudanças e analisar como devemos nos preparar para viver na nova Civilização 2.0, na qual temos um aumento exponencial da Taxa de Inovação.

O livro “Hábitos Atômicos” procura ajudar a melhorar a Inovação Pessoal.

O autor não classifica assim, mas enquadrar a obra dentro do campo de estudos da Bimodais da Ciência da Inovação.

Clear defende que para que a Inovação Pessoal tenha melhores resultados é preciso adotar uma Filosofia da Inovação adequada.

(Ele não se utiliza do conceito “Filosofia da Inovação” – é a nossa interpretação do livro, que aborda desta forma.)

James Clear identifica três tipos de Filosofias de Inovação:

  • A Filosofia da Inovação por Resultados – quando o objetivo passa a ser a mudança com o foco em alguma meta;
  • A Filosofia da Inovação por Processos – quando o objetivo passa a ser a mudança com dos processos;
  • A Filosofia da Inovação por Identidade– quando o objetivo passa a ser a mudança de como nos vemos.

Segundo ele, a Filosofia da Inovação por Identidade é a que permite os melhores resultados.

Diz ele:

“A primeira camada é a mudança de seus resultados. Esse nível está preocupado em mudar seus resultados: perder peso, publicar um livro, vencer um campeonato. A maioria das metas que você definiu está associada a esse nível de mudança. A segunda camada é a mudança de seus processos.”

Digo eu:

O que ele chama de “primeira camada” sendo reavaliada pela MP2. Quando vamos refletir sobre processos, temos que aumentar o nível de abstração.

Diz ele:

“A terceira e mais profunda camada é a mudança de sua identidade. Esse nível está relacionado com a mudança de suas crenças: sua visão de mundo, sua autoimagem, seus julgamentos sobre você e os outros. A maioria das crenças, suposições e preconceitos está associada a esse nível.”

Digo eu:

O que ele chama de “terceira camada” é a MP2 sendo reavaliada pela MP3, quando vamos refletir sobre nossa identidade.

Podemos definir, a partir do livro, a seguinte regra:

Quanto mais disruptiva é a mudança, mais e mais precisamos ativar as nossas mentes mais abstratas.

Volto a citá-lo:

“A maioria das crenças, suposições e preconceitos está associada a esse nível.”

E aí cabe a pergunta: quem cria nossas crenças e, a partir dela, nossa identidade?

Vamos ao Dr. Google:

“Identidade – conjunto de características que distinguem uma pessoa ou uma coisa e por meio das quais é possível individualizá-la.”

Como temos dito aqui dentro da visão filosófica da Ciência da Inovação Bimodal, o Sapiens é a espécie mais artificial do planeta.

O Sapiens, para que possa se socializar, passa por um longo processo de Formatação Básica.

A Formatação Básica Obrigatória do Sapiens contém elementos mais e menos conscientes, influenciada por diversos aspectos sociais, políticos, econômicos e tecnológicos.

Boa parte de nossa Identidade Primaria é muito mais construída de forma para dentro do que de dentro para fora.

Assim, temos que separar dois tipos de Identidades:

  • A Identidade Primária – que é o legado que temos da nossa Formatação Básica e Obrigatória;
  • A Identidade em Processo de Reformatação – que é a nossa capacidade de identificar a Formatação Básica  Obrigatória e rever o que é mais ou menos adequado na nossa Jornada Individual.

Desse jeito:

Não podemos afirmar que o processo de Inovação Pessoal é de autoconhecimento, mas da Auto-Reformatação.

Inovar é, em qualquer nível, um processo de Auto-Reformatação.

A Auto-Reformatação é um processo, conforme nos ensina Clear, que pode ir mais fundo ou menos fundo na nossa Identidade Primária.

E temos assim dois tipos de Auto-Reformatação:

  • A Auto-Reformatação Motivada por Fatores Exógenos – quando algo no ambiente nos obriga a nos Auto-Reformatar;
  • A Auto-Reformatação Motivada por Fatores Endógenos – quando algo dentro de nós no motiva a nos Auto-Reformatar.

Pedir demissão é um movimento que caracteriza, quase sempre, a Auto-Reformatação Motivada por Fatores Endógenos. Ser demitido é um exemplo de Auto-Reformatação Motivada por Fatores Exógenos.

Podemos, a partir disso, definir que temos dois tipos de Auto-Reformatação, conforme aprendemos com Clear, adaptando-o:

  • Auto-Reformatação Operacional – que altera basicamente a forma como mudamos nossos hábitos sem que haja uma Reformatação Filosófica;
  • Auto-Reformatação Filosófica – que altera basicamente a forma como mudamos nossos hábitos sem que haja uma Reformatação Filosófica.

Quanto mais Filosófica é a demanda pela Reformatação Individual mais precisamos nos utilizar de funções mais abstratas da mente.

Auto-Reformatações mais operacionais são feitas pela MP2 e as mais Filosóficas demandam a atividade da MP3.

O importante de entender aqui é que existe uma diferença entre a Formatação Básica Obrigatória que cada um recebeu e o tipo de Topologia da Mente de cada pessoa.

Topologia da Mente é algo mais biológico para o qual cada pessoa tem um potencial maior para o desenvolvimento da MP2 ou da Mp3.

Pessoas Disruptoras nascem com um Potencial Biológico com mais facilidade de uso da MP3 e, por causa disso, têm mais facilidade de promover Reformatações Filosóficas tanto a nível pessoal, grupal ou organizacional.

Temos com a chegada da Civilização 2.0 uma mudança no Ambiente de Sobrevivência, que está alterando, de forma disruptiva, a nossa Formatação Básica Obrigatória.

Podemos dizer que:

A chegada da Civilização 2.0 nos obriga que haja um Processo Mais Continuado de Auto-Reformatação Pessoal.

O Sapiens 1.0 podia viver uma vida mais próxima da Formatação Primária, pois o Ambiente de Sobrevivência se alterava pouco no tempo.

O Sapiens 2.0 terá que ser muito mais Auto-Reformatador do que o Sapiens 1.0.

Teremos na Civilização 2.0 um aumento exponencial do uso da MP2 e da MP3.

A humanização está intimamente ligada à nossa capacidade de Auto-Reformatação.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo

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Novas Hashtags:

#Ciência_da_Inovação – criando e melhorando este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. organizar o diálogo sobre Ciência da Inovação para ajudar as pessoas a inovar.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas para ilustrar os áudios:

Falar de arrumação de casas.

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

  • Macro Upgrade Cooperativo, Macrotendencionismo, Inovação Progressiva, Micro, Mesos e Macro Inovações, Macro Modelo de Cooperação, Macro Cenário, Ciência da Inovação Bimodal, Antropologia da Sobrevivência Bimodal, Mudanças Inovadoras,  Inovação Pessoal, Inovação Grupal, Inovação Organizacional, Inovações Exógenas,  Inovações Endógenas, Inovação Operacional e Inovação Filosófica.

Frases de Divulgação do artigo:

  1. O importante de termos uma Ciência da Inovação é a possibilidade de integrar diferentes pensamentos sobre como lidar e criar mudanças.
  2. Uma das características de uma Crise Civilizacional – e estamos saindo de uma – é um processo de desintegração.
  3. A Inovação Filosófica (que podemos chamar também de Disruptiva) exige revisões muito mais abstratas e geram uma dificuldade muito maior de compreensão e ação.
  4. Temos dois tipos de Inovação possíveis: a Inovação Operacional e a Filosófica.
  5. O objetivo da Inovação é fazer com que o Sapiens tenha uma sobrevivência cada vez melhor.
  6. A inovação não é opcional, mas uma obrigação para uma Tecnoespécie.
  7. Ciência da Inovação é um campo de estudos que visa ajudar o Sapiens nos obrigatórios processos de Mudanças Inovadoras (que ainda não foram tentadas).
  8. Inovar é mudar de forma diferente do que já foi tentado antes.

Vamos ao Artigo:

“A ciência descreve as coisas como são; a arte, como são sentidas, como se sente que são.” – Fernando Pessoa.

Uma das características de uma Crise Civilizacional – e estamos saindo de uma – é um processo de desintegração.

Nestes momentos de final de Crise Civilizacional as ideias ficam meio caóticas, sem norte.

A atual Crise Civilizacional é provocada pelos seguintes fatores conjugados: mais gente no planeta e um longo período sem uma nova mídia, que nos permitisse dar um Macro Upgrade Cooperativo na nossa sobrevivência.

Quando vamos lendo diversos livros, percebemos que aqui e ali existem diamantes, que nos ajudam a enxergar melhor os fatos, mas falta uma integração.

Quem me ajudou a entender melhor a nossa espécie foi a nossa querida filósofa Ayn Rand (1905 – 82), que simplesmente nos legou os seguintes aprendizados:

  • o Sapiens, como todas as outras espécies, tem como grande objetivo sobreviver, cada vez melhor;
  • o Sapiens, diferente das outras espécies, precisa pensar para sobreviver;
  • a realidade existe e está diretamente ligada a nossa capacidade de sobreviver;
  • quando fazemos algo que vai contra a sobrevivência, estamos indo contra a realidade.

Ayn Rand praticou, como outros pensadores, apesar de não ter chamado assim, a Animalogia, que é procurar entender o Sapiens na comparação com outras espécies.

Muitos dos equívocos que observamos na análise da sociedade são:

  • não praticar a Animalogia Positiva, que é procurar o que temos de comum com as outras espécies;
  • não praticar a Animalogia Negativa, que é procurar o que temos de diferente das outras espécies.

Rand nos guia na direção de compreender que todos os movimentos que fazemos têm, em algum momento, a sobrevivência como norte.

Integrando Rand com outros autores, tais como Marshall McLuhan (1911 – 80), Ludwig von Mises (1881 – 1973) e Thomas Malthus (1766 – 1834), temos o seguinte:

  • Somos uma Tecnoespécie, que sobrevive pela sua capacidade de pensar e repensar;
  • Por causa disso, podemos aumentar progressivamente a população;
  • Por causa disso, somos OBRIGADOS a inovar;
  • Quando reduzimos nossa capacidade de inovar, entramos em crise.

Para entender o atual cenário, depois de anos de trabalho tanto como Empreender Operacional quanto Conceitual, sentimos a necessidade de criar a Antropologia da Sobrevivência.

A Antropologia da Sobrevivência é uma proposta de ser o epicentro da Ciência Social 2.0, que tem uma nova hipótese sobre o Motor da História Humano: mais gente, novas mídias e novos modelos de cooperação.

A Antropologia da Sobrevivência é, na nossa visão, a única Narrativa Conceitual, que tem capacidade de compreender as atuais mudanças e permitir projeções mais adequadas do que virá no futuro. 

Assim, a Antropologia da Sobrevivência passou a ser a ferramenta principal, que nos permite praticar o Futurismo Estrutural, que procura prever as macrotendências no médio e longo prazo.

Foi a demanda de meus clientes por uma explicação melhor do atual cenário, que me levou ao desenvolvimento do Futurismo Estrutural, que precisa, OBRIGATORIAMENTE, da Antropologia da Sobrevivência.

Para constar:

Quando falamos em Futurismo, temos dois tipos de atividades:

  • Futurismo Conjuntural (ou Modismo) – que procura prever o curto prazo, baseado muito mais em pesquisa de fatos do que no desenvolvimento de novos padrões;
  • Futurismo Estrutural (ou Macrotendencionismo) – que procura prever o médio e longo prazo, baseado muito mais em novos padrões do que em fatos.

Um dos desdobramentos da pesquisa, nos mostrou que o Sapiens é DEPENDENTE da Inovação Progressiva.

Inovar faz parte integrante das atividades do Sapiens.

E podemos dizer que temos Micro, Mesos e Macro Inovações, se analisarmos a espécie como um todo:

  • Micro e Mesos Inovações NÃO alteram nosso Macro Modelo de Cooperação;
  • Macro Inovações alteram nosso Macro Modelo de Cooperação.

Se a Antropologia da Sobrevivência nos ajuda a entender o atual Macro Cenário, percebemos, com o tempo, que faltava um outro campo de estudos, que nos permitisse entender mais e mais o processo da Inovação Progressiva.

A Antropologia da Sobrevivência nos ajuda a entender o que está acontecendo, mas surgiu a necessidade de um campo de estudos, que nos ajudasse a agir diante do diagnóstico.

E passamos a procurar referências.

Não são muitas.

Uma delas está aqui.

É a Purdue University de Indiana nos Estados Unidos, dizem eles:

“O campo emergente da Ciência da Inovação abrange um amplo espaço.”

Não achei referências em português.

O importante de termos uma Ciência da Inovação é a possibilidade de integrar diferentes pensamentos sobre como lidar e criar mudanças.

Existem vários livros que são escritos, que fazem parte da Ciência da Inovação, mas não percebem isso.

Porém, é preciso, antes de tudo, definir que vão surgir vários ramos de análise da Ciência da Inovação.

No caso da Bimodais, a Ciência da Inovação já nasce debaixo do guarda-chuva da Ciência Social 2.0, que tem a Antropologia da Sobrevivência como guia.

Podemos dizer que estamos desenvolvendo a Ciência da Inovação Bimodal, que tem bases filosóficas e teóricas bem definidas.

Podemos dividir nossas pesquisas, assim:

  • A Antropologia da Sobrevivência Bimodal – estuda as Macro Mudanças da espécie e seus desdobramentos em vários ramos da Ciência Social;
  • A Ciência da Inovação Bimodal – que estuda tanto as adaptações às Macro Mudanças da espécie, mas também as Meso e Micro Mudanças com a seguinte divisão: Inovação Pessoal, Grupal e Organizacional.

O que é Ciência da Inovação Bimodal?

Detalhemos o que achei no dicionário no Google:

“Ciência: conhecimento atento e aprofundado de algo. Corpo de conhecimentos sistematizados adquiridos via observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos, e formulados metódica e racionalmente.”

É preciso separar Ciência de uma Ciência em particular.

  • Ciência – área de atividade do Sapiens para pensar e agir melhor diante dos fenômenos, voltada para atender principalmente às demandas objetivas de sobrevivência do Sapiens;
  • Uma Ciência – o estudo de um fenômeno em particular sobre o qual vai se detalhar os Fatores Causantes, Detonantes, Consequentes, Atuantes e os Revisionantes.

O Fator Revisionante é aquele que, a partir dos resultados dos Fatores Atuantes vai se proceder os ajustes nos demais fatores.

O que é inovar?

Vamos ao Google:
“Inovar – tornar novo; renovar, restaurar. Introduzir novidade em; fazer algo como não era feito antes.”

Mas inovar seria sinônimo de mudança?

“Mudar, segundo o Google, é fazer ou sofrer modificação; modificar(-se), alterar(-se).”

Ciência da Inovação é um campo de estudos que visa ajudar o Sapiens nos obrigatórios processos de Mudanças Inovadoras (que ainda não foram tentadas).

A Ciência da Inovação estuda os fenômenos das Mudanças Inovadoras para:

  • entender como determinadas formas de pensar e agir se consolidam e, depois de um tempo, ficam obsoletas;
  • em que momentos são necessárias mudanças na forma de pensar e agir para poder lidar melhor com os fatos;
  • e, por fim, como superar as dificuldades para mudar o pensar e o agir?

Existem três grandes campos de estudos da Ciência da Inovação:

  • A Inovação Pessoal – mudanças que a própria pessoa promove nela mesmo em sua forma de pensar e agir;
  • A Inovação Grupal – mudanças em grupos mais informais;
  • Inovação Organizacional – mudanças que são feitas e alteram organizações mais formais.

Existem dois tipos de Inovação, do ponto de vista do Fator Detonante:

  • As Inovações Exógenas – em que os fatos forçam que a pessoa ou a organização inove – tal como ser demitido ou o surgimento de um concorrente;
  • As Inovações Endógenas – em que a pessoa ou a organização resolve inovar sem que haja fatores externos exigindo a mudança – tal como pedir demissão ou iniciar um projeto de um produto novo.

Existem dois tipos de Inovação do ponto de vista do Fator Atuante:

  • A Inovação Operacional é, basicamente, mudanças que promovemos, mantendo os mesmos Paradigmas Filosóficos;
  • A Inovação Filosófica é, basicamente, mudanças que promovemos, precisando criar novos Paradigmas Filosóficos para, só então, partir para a Inovação Operacional.

Paradigmas Filosóficos são estruturas de pensamento do Sapiens, que envolvem alto grau de abstração e estão profundamente enraizados nas mentes das pessoas. 

A Inovação Filosófica (que podemos chamar também de Disruptiva) exige revisões muito mais abstratas e geram uma dificuldade muito maior de compreensão e ação.

O epicentro da Ciência da Inovação é o estudo da mente, ferramenta principal da espécie.

Este é o tema para outro artigo.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

O áudio do artigo

Link encurtado:  https://bit.ly/artigosbimodais020922

Novas Hashtags:

#James_Clear – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. o que aprender com James Clear, a partir do livro “Hábitos Atômicos”?

Avanço da Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

O papo dos ciclistas e do bambu. A arrumação do sofá.

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

O livro nos permitiu melhorar ainda mais a nossa Narrativa sobre a Ciência da Inovação da seguinte maneira, com o surgimento dos seguintes conceitos:

(Novos Conceitos Bimodais para Ciência da Inovação) Literatura sobre Inovação Pessoal, Zonas de Conforto, Filosofia da Inovação, Metodologia da Inovação, Inovação Grupal, Endogenista, Exogenista, Progressivista, Radicalista, Hábitos Endógenos Progressivistas, Empreendedores Conceituais da Inovação, Inovação Pessoal Endógena,  Inovação Pessoal Exógena, Taxa de Reconhecimento da sua Jornada Inovadora Pessoal, Jornada de Inovação Pessoal Continuada, Reconhecimento Exógeno e Endógeno, Inovação Pessoal pela Meta, pela Jornada. (Novos Conceitos Bimodais para Leitura Ativa) Diamantes do Livro

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A Inovação Pessoal pela Meta olha para as conjunturais e não para os problemas estruturais.
  2. A Inovação Pessoal pela Meta é menos eficaz, pois a pessoa não mudou filosoficamente de atitude, está concentrando tudo em alterações metodológicas e operacionais.
  3. Nesse sentido, é preciso não só criar Hábitos Mais Saudáveis, mas também desenvolver um organizador interno, que os mantenha ativos.
  4. O objetivo de Clear, como de vários outros Empreendedores Conceituais da Inovação, é o de elevar o potencial de cada pessoa, a partir de seus talentos.
  5. O livro de Clear defende que a felicidade está na jornada e não numa meta final.
  6. O livro de Clear sugere se apaixonar pelo processo e não por algum objetivo específico.
  7. O livro de Clear sugere fazer pequenos ajustes, de forma continuada e não mudanças bruscas.
  8. O livro de Clear sugere mudar a sua filosofia de vida e não as metodologias.

Vamos ao Artigo:

“O sucesso é resultado de hábitos diários — não transformações únicas na vida.” – James Clear.

O objetivo principal do livro “Hábitos Atômicos” pode ser resumido no seguinte:

  • procure mudar a sua filosofia de vida e não as metodologias;
  • faça, a partir disso, pequenos ajustes, de forma continuada e não mudanças bruscas;
  • se apaixone pelo processo e não por algum objetivo específico;
  • a felicidade está na jornada e não numa meta final.

O livro “Hábitos Atômicos” de James Clear é voltado para a Inovação Pessoal.

Muitos podem chamá-lo como de vários outros de “livro de autoajuda” e aqui vale algumas reflexões.

Questiono o preconceito sobre a chamada literatura de autoajuda (que prefiro denominar de Literatura sobre Inovação Pessoal):

  1. existe a possibilidade de ajudar alguém se a pessoa não quer se ajudada?
  2. assim, tudo que fazemos de mudanças na vida inclui a nossa autoajuda;
  3. dito isto, todos os livros, independente o tema, de alguma forma alguma forma, vão nos ajudar a mudar algo, por isso lemos;
  4. mudar depende basicamente da nossa Autovontade;
  5. ou seja, todos os livros, independente o tema que for, tem algo de autoajuda;
  6. e existe a literatura chamada preconceituosamente “de auto ajuda” que vamos definir, de forma mais lógica e científica, como Literatura sobre Inovação Pessoal, que pode ser Forte ou Fraca, dependendo do que diz cada autor;
  7. por fim, é possível promover Inovações Grupais ou Organizacionais, que não se iniciem ou se reflitam em Inovações Pessoais?

O que temos na visão da Ciência da Inovação são as três áreas Pessoal, Grupal e Organizacional integradas, se relacionando uma com as outras.

Talvez, o preconceito contra a Literatura sobre Inovação Pessoal venha muito daqueles que não gostam da autonomia das pessoas em melhorar de vida a partir de seus critérios.

Quando falamos em mudar, seja lá o que for, estamos questionando Zonas de Conforto, que mesmo que seja feita por você, coloca o outro em cheque.

As pessoas que não querem sair de determinada Zona de Conforto, o ponto inicial de qualquer Processo Inovador, tendem a resistir não só não querendo para elas, mas, de alguma forma, de forma implícita ou explícita boicotando qualquer tipo de iniciativa nessa direção.

Em resumo.

Todos os livros que visam a melhoria da vida individual são de Inovação Pessoal.

Podemos ter livros de Inovação Pessoal bons e ruins, mais úteis ou menos úteis. É preciso acabar com este preconceito.

Mas tanto a Filosofia da Inovação, quanto a Metodologia da Inovação de Clear servem como referência tanto para a Inovação Grupal quanto à Organizacional.

A Ciência da Inovação se divide em três grandes linhas de análise:

  • Pessoal – mudanças para a vida de cada pessoa;
  • Grupal – para grupos não necessariamente dentro de uma Organização formal;
  • Organizacional – para organizações formais.

Ele faz escolhas Filosóficas e Metodológicas da Inovação Pessoal, que se aproximam do que a Narrativa dos Bimodais defende.

O autor se encaixa nas Encruzilhadas da Inovação da seguinte maneira:

  • Na Encruzilhada Filosófica é um Endogenista – aqueles que defendem a mudança, tendo como referências critérios Endógenos (de dentro para fora) e não de fora para dentro, diferente de um Exogenista, de fora para dentro;
  • Na Encruzilhada Metodológica é um Progressivista – aqueles que defendem a mudança, tendo como referências pequenas mudanças continuadas no longo prazo, diferente de um Radicalista, mudanças rápidas e radicais no curto.

As Encruzilhadas da Inovação, tanto na forma de agir (aspecto metodológico) no de pensar (aspecto filosófico) são decisões que as pessoas tomam nos seus processos de mudança, que irão ter impacto mais adiante nos resultados. 

Clear apresenta vários exemplos no livro, que demonstram que tanto a Inovação Pessoal e Grupal Endógena como a Progressivista funcionam melhor do que a Exógena e a Radicalista.

Diz ele na defesa de suas escolhas nas Encruzilhadas da Inovação:

  1. “É muito fácil superestimar a importância de um momento decisivo e subestimar o valor das pequenas melhorias diárias.”;
  2. “Momentos revolucionários são muitas vezes o resultado de várias ações anteriores, que criam o potencial necessário para desencadear uma grande mudança.”;
  3. “Mudanças que parecem pequenas e sem importância a princípio terão resultados notáveis se você estiver disposto a persistir nelas por anos.”
  4. “Se você conseguir ficar 1% melhor a cada dia durante um ano, acabará sendo 37 vezes melhor quando terminar.”
  5. “Os efeitos de seus hábitos se multiplicam à medida que você os repete.”
  6. “Muitas vezes desprezamos as pequenas mudanças porque não parecem importar muito no momento.”
  7. “Maestria requer paciência.”

Temos também uma boa definição de escolhas de Hábitos Endógenos Progressivistas pelo autor: “são os juros compostos do auto aperfeiçoamento”.

Nesse sentido, é preciso não só criar Hábitos Mais Saudáveis, mas também desenvolver  dentro de nós um organizador interno, que os mantenha ativos.

O objetivo de Clear, como de vários outros Empreendedores Conceituais da Inovação, é o de elevar o potencial de cada pessoa, a partir de seus talentos.

Vamos aos Diamantes do Livro?

Diamantes do Livro são ideias que nos ajudam, de forma exponencial, a pensar ou agir melhor.

Primeiro Diamante:

Diz ele:

“Seja para perder peso, construir um negócio, escrever um livro, ganhar um campeonato ou alcançar qualquer outro objetivo, pressionamos a nós mesmos para gerar uma melhoria impressionante, de que todos comentem.”

O diamante está na parte final do parágrafo: “de que todos comentem”.

Vamos chamar o processo de mudança de cada pessoa de Inovação Pessoal.

Podemos dividir a Inovação Pessoal em duas:

  • A Inovação Pessoal Endógena – com baixa preocupação do olhar do outro sobre ela;
  • A Inovação Pessoal Exógena – com alta preocupação do olhar do outro sobre ela.

O que Clear chama a atenção é de que você precisa se preocupar com os seus avanços, muitas vezes que só você percebe e não com o que o outro vê na sua jornada.

 

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal010922

Novas Hashtags:

#Mente_Progressiva – criando e melhorando este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. entender o fenômeno da Mente Progressiva e seus desdobramentos diante da Civilização 2.0.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas para ilustrar os áudios:

A formação das cabeças dos antepassados para saber que tribos falavam e quais não.

Os avanços que ocorreram na Narrativa Bimodal, a partir deste artigo:

Do ponto de vista da Visão de Cenário, a partir da Antropologia da Sobrevivência, temos os seguintes novos conceitos:

  • Macro Modelo de Cooperação;
  • Processo Involuntário de Migração;
  • Empreendedores Conceituais da Educação e da Inovação;
  • Macro Jornada Humana.

Do ponto de vista do estudo dos Disruptores, a partir da Ciência da Inovação, temos os seguintes novos conceitos:

  • Plástica Cerebral e a Mentalidade;
  • Mudanças Involuntárias e Voluntárias da Mente;
  • MP1 – Mente Pensadora Repetidora Mais Automática;
  • MP2  – Mente Pensadora Criativa Revisionista Menos Automática;
  • MP3 – Mente Pensadora Epistemológica;
  • MO1 – Mente Operadora Mais Automática;
  • MO2 – Mente Operadora Menos Automática.
  • MP2 Revisora;
  • MP2 Criativa;
  • Mp2 Organizadora;
  • Hábitos Saudáveis.

Frases de Divulgação do artigo:

  1. A grande demanda da Civilização 2.0 é o desenvolvimento, antes de tudo, da MP2 – Mente Pensadora Criativa Revisionista Menos Automática.
  2. Conforme o Sapiens avança na sua Macro Jornada Humana, mais e mais precisa desenvolver Mentes com capacidade de maior criatividade, autonomia e abstração.
  3. Conforme o Sapiens avança na sua Macro Jornada Humana, mais e mais precisa desenvolver Mentes com capacidade de maior criatividade, autonomia e abstração.
  4. Hoje, de maneira geral, em função do Ambiente de Sobrevivência 1.0, o ser humano é muito mais repetidor do que criador.
  5. Na verdade, este é o principal papel dos Empreendedores Conceituais da Educação e da Inovação: criar novas teorias e metodologias para que possam ajudar nessa passagem da Mente 1.0 para a 2.0.
  6. Porém, é preciso refletir sobre este Processo Involuntário de Migração da Mente para torná-lo consciente e poder ajudar as pessoas a sofrerem menos nesta difícil passagem.
  7. Já temos hoje um Processo Involuntário de Migração da Mente 1.0 para a 2.0.
  8. A chegada da Internet, com todas as suas tecnologias e novos modelos de cooperação estão mudando de forma involuntária nossa mente.

Vamos ao Artigo:

“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.” – Darwin.

Temos feito um esforço, dentro das Linhas de Pesquisa da Bimodais, em rever o que entendemos por Mente, seu papel na sociedade e, principalmente, as respectivas possíveis mudanças na Mente do Sapiens 2.0 diante da Civilização 2.0.

De maneira geral, as pessoas pensam o seguinte sobre uma possível progressividade da mente, que, a princípio, ocorreu no passado:

  • “que mudanças na mente ocorreram no passado e o ciclo está completo.”;
  • “portanto, não estamos modificando nossa mente agora e nem a mudaremos mais adiante.”;
  • “as mudanças de mente do passado NÃO  foram uma adaptação aos novos Ambientes de Sobrevivência ocorreram sem nenhum motivo”;
  • “não existem modificações no Ambiente de Sobrevivência, que alterem nossas mentes, e, por causa disso, nossas mentes não precisam se adaptar a ele.”;
  • “as mudanças na mente são apenas no conteúdo e não na forma.”

Ambiente de Sobrevivência é o resultado das 3 Forças Estruturais do Sapiens: Complexidade Demográfica, novos Macro Modelos de Comunicação, que estruturam os novos Macros Modelos de Cooperação.

Antes de tudo, é bom separar alguns itens na nossa cabeça:

  • Cérebro é a parte hardware da nossa cabeça;
  • Mente é a parte software, dividida em duas: uma mais involuntária que é a Plástica Cerebral e a Mentalidade mais sujeita às mudanças feitas por nós.

Marshall McLuhan (1911 – 80) chamou a atenção sobre alterações involuntárias da Plástica Cerebral Mente, quando levantou a hipótese de que o “meio é a mensagem”.

O filósofo canadense nos ensinou que não importa o que você vê na televisão, mas o fato de assisti-la provoca mudanças involuntárias na sua mente.

Quando McLuhan afirma que o meio é a mensagem, podemos dizer que o Modelo de Comunicação promove modificações involuntárias na sua Plástica Cerebral.

Nos estudos que temos feito, a partir dessa hipótese McLuhaniana, temos afirmado que o Ambiente de Sobrevivência provoca também mudanças involuntárias na sua Plástica Cerebral.

A chegada da Internet, com todas as suas tecnologias e novos modelos de cooperação estão mudando de forma involuntária nossa mente.

Assim, há uma necessidade de um ajuste no cérebro para que haja uma harmonia entre a nova Plástica Cerebral e a Mentalidade.

A Mente, assim, se modifica no tempo de forma voluntária ou involuntária:

  • Mudanças Involuntárias da Mente – são feitas com a alteração do Ambiente de Sobrevivência, que ocorrem de forma Exógena, de fora para dentro, na mudança da Plástica Cerebral;
  • Mudanças Voluntárias da Mente – são feitas, a partir do esforço de cada pessoa, que ocorrem de forma Endógena, de dentro para fora na mudança das Mentalidades.

A chegada da Internet e depois da Curadoria – o novo Macro Modelo de Cooperação –  têm modificado a mente das pessoas, independente a sua vontade.

Já temos, portanto, hoje um Processo Involuntário de Migração da Mente 1.0 para a 2.0.

Porém, é preciso refletir sobre este Processo Involuntário de Migração da Mente para torná-lo consciente e poder ajudar as pessoas a sofrerem menos nesta difícil passagem.

Na verdade, este é um dos principais papéis dos Empreendedores Conceituais da Educação e da Inovação: criar novas teorias e metodologias para que possam ajudar nessa passagem da Mente 1.0 para a 2.0.

(Comentamos no artigo de ontem sobre esse desafio da Educação 2.0.)

Hoje, de maneira geral, em função do Ambiente de Sobrevivência 1.0, o ser humano é muito mais repetidor do que criador.

Precisamos, assim, pela ordem na migração da Mente 1.0 para a 2.0:

  • proceder uma revisão no que podemos chamar de Ciência da Mente;
  • analisar a mente adotando padrões mais lógicos, tendo como foco as adaptações para sobreviver;
  • e, por fim, analisar a mente, dentro da nova Ciência Social 2.0, que procura rever, de forma disruptiva, as mudanças civilizacionais na Macro-História.

Assim, quando falamos em Mente, estamos nos referindo a um Mix entre Mentalidade e Plástica Cerebral.

Até o momento, dentro do esforço que temos feito, chegamos até agora em cinco atividades da Mente (neste artigo inclui  mais uma):

  • MP1 – Mente Pensadora Repetidora Mais Automática;
  • MP2  – Mente Pensadora Criativa Revisionista Menos Automática;
  • MP3 – Mente Pensadora Epistemológica;
  • MO1 – Mente Operadora Mais Automática;
  • MO2 – Mente Operadora Menos Automática.

(Bom deixar claro que a Mente é uma só e quando dividimos por várias estamos falando, na verdade, de Funções da Mente, que merecem ser separadas para facilitar a compreensão e a relação que teremos com todas elas).

A grande demanda do Sapiens 2.0 é o desenvolvimento, antes de tudo, da MP2  – Mente Pensadora Criativa Revisionista Menos Automática.

A MP2 tem como função analisar as outras Mentes (MP1, MO1 e MO2) para que possa identificar possíveis erros e corrigi-los no processo da Qualidade Progressiva, uma demanda estrutural de todos os Sapiens.

A MP2, entretanto, não é um bloco, ela se divide em algumas funções:

  • a MP2 Revisora – que analisa e identifica os erros;
  • a MP2 Criativa – que cria mandamentos para que os erros não se repitam;
  • a Mp2 Organizadora – para que os mandamentos passem a ser obedecidos, virando Hábitos Saudáveis.

(Sobre transformar erros em mandamentos, veja o artigo desta semana.) 

Podemos ainda admitir que temos uma terceira Mente: a MP3 (a Mente Pensadora Epistemológica).

Qual é a função dela?

Se a MP2 revisa a MP1, a MP3 é uma revisora ainda mais abstrata da MP2.

Vejamos o processo da separação entre a MP2 e a Mp3:

  • Todo o processo de desenvolvimento de conceitos filosóficos, teóricos e metodológicos é feito pela MP3;
  • E as mudanças operacionais são feitas, de maneira geral, pela MP2.

Conforme o Sapiens avança na sua Macro Jornada Humana, mais e mais precisa desenvolver Mentes com capacidade de maior criatividade, autonomia e abstração.

A MP3 pratica uma espécie de Metapercepção da MP2, assim como a MP2 é uma Metapercepção das outra Mente do Pensamento e das Operacionais.

Teremos o desenvolvimento cada vez maior da MP2, o que vai nos levar, na sequência, a demanda pelo desenvolvimento cada vez maior da MP3.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Augusto Borella.

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O áudio do artigo

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#Educação_2.0 – criando e melhorando este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. refletir sobre os desafios educacionais diante da Civilização 2.0.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas para ilustrar os áudios:

Falar das resistências dos educadores.

Frases de Divulgação do artigo:

  1. A Civilização 2.0 será a mais descentralizada de toda a história humana e os jovens precisam estar preparados para isso.
  2. As próximas gerações vão ter que ter uma Formatação Básica bem diferente da atual para que possam viver com mais qualidade na Civilização 2.0.
  3. O problema, assim, hoje, antes de qualquer outro, é proceder a revisão da base filosófica, teórica e metodológica dos educadores que ficou obsoleta.
  4. O primeiro passo, assim, para repensar a formação dos jovens, passa pela revisão da Teoria Educacional 1.0.
  5. A grande questão educacional que temos pela frente é: que tipo de Formatação Básica pode ajudar no aumento da Taxa de Criatividade dos Sapiens 2.0?
  6. A mente de um Sapiens 2.0 terá que ser muito mais criativa do que a de um Sapiens 1.0.
  7. A adaptação necessária dos jovens não é para viver, crescer e trabalhar um novo Ambiente Tecnológico, mas em um novo e disruptivo Ambiente de Sobrevivência.
  8. A Educação 2.0 pede uma mudança disruptiva na forma de pensar dos educadores.

Vamos ao Artigo:

“Mudou a mídia, mudou a sociedade.” – McLuhan.

De maneira geral, temos alguns grandes equívocos quando pensamos na formação dos jovens para conviver na Civilização 2.0.

  1. “eles sabem usar os equipamentos e estão mais prontos do que os mais velhos”;
  2. “os ajustes no Ambiente Educacional são mais incrementais do que disruptivos”;
  3. “os educadores precisam apenas entender a operação do digital para resolver os problemas”;
  4. “vivemos hoje uma mudança conjuntural e não estrutural da civilização”.

Porém, o que temos que entender é:

A adaptação necessária dos jovens não é para viver, crescer e trabalhar um novo Ambiente Tecnológico, mas em um novo e disruptivo Ambiente de Sobrevivência.

A Ciência Social 2.0 nos permite enxergar o Macro Movimento de mudança que estamos passando, a maior Disrupção Civilizacional da história do Sapiens.

O novo Ambiente de Sobrevivência 2.0 – viabilizado pelo Digital – tem como características o aumento das seguinte Taxas: 

  • da Informação Circulante;
  • da Competitividade;
  • da Originalização;
  • da Inovação.

Basicamente, temos que promover um esforço educacional para aumentar a capacidade do uso da MP2 (Mente Pensadora Criativa e Revisionista) e da MP3 (Mente Epistemológica) por parte do Sapiens 2.0.

(Detalho mais a MP3 no artigo de amanhã.)

Note que não estamos aqui falando de conteúdo educacional, mas no apoio necessário, explícito, da preparação de reforço de funções do cérebro que foram pouco incentivadas.

A Civilização 1.0 estimulou muito a MP1 (Mente Pensadora Repetidora) e muito pouco a MP2 (Mente Pensadora Criativa e Revisionista).

O Ambiente de Sobrevivência 2.0 – mais horizontalizado e mais dinâmico do que o atual – demanda um aumento exponencial de uma mente mais criativa.

Em resumo, podemos projetar que:

A mente de um Sapiens 2.0 terá que ser muito mais criativa do que a de um Sapiens 1.0.

Sapiens 2.0 terá que proceder diversas mudanças na mente para viver no novo Ambiente de Sobrevivência da Civilização 2.0.

Assim, a grande questão educacional que temos pela frente é: que tipo de Formatação Básica pode ajudar no aumento da Taxa de Criatividade dos Sapiens 2.0?

Temos aí alguns desafios na passagem da Educação 1.0 para a 2.0.

  • Toda a Teoria Educacional 1.0 atual é baseada na Ciência Social 1.0, que ficou obsoleta em função da incapacidade de explicar o Digital e projetar o cenário do que teremos daqui por diante;
  • A Ciência Social 1.0 não consegue entender as 3 Forças Estruturais, que modificam, de forma disruptiva, a Civilização Humana: demografia, mídia e novos modelos de cooperação.

A base da Ciência Social 2.0 é dar a devida importância para as 3 Forças Estruturais, que mais impactam na Macro História Humana:

  • Demografia Progressiva;
  • Novas Mídias, que viabilizam a geração da Cooperação Mais Descentralizada;
  • e Novos Modelos de Cooperação mais Descentralizados.

O primeiro passo, assim, para repensar a formação dos jovens, passa pela revisão da Teoria Educacional 1.0.

Precisamos hoje urgente e desesperadamente de educadores que consigam entender, pela ordem:

  • em primeiro lugar, ajudar a criar e entender as novas bases da Ciência Social 2.0;
  • em segundo lugar, ajudar a criar e entender as novas bases da Teoria Educacional 2.0;
  • em terceiro lugar, a partir dos passos acima, criar protótipos para que os jovens possam receber um novo tipo de Formatação Básica.

O problema, assim, hoje, antes de qualquer outro, é proceder a revisão da base filosófica, teórica e metodológica dos educadores que ficou obsoleta.

As próximas gerações vão ter que ter uma Formatação Básica bem diferente da atual para que possam viver com mais qualidade na Civilização 2.0.

A Civilização 2.0 será a mais descentralizada de toda a história humana e os jovens precisam estar preparados para isso.

Arriscaria a dizer que tudo se concentra no estímulo para o desenvolvimento do que temos chamado da MP2 (Mente Pensadora Criativa e Revisionista) e, como detalharei no artigo de amanhã, da MP3 (Mente Pensadora Epistemológica).

O objetivo da Educação 2.0 é que haja um desenvolvimento – como tem ocorrido na Macro-História – de um Sapiens mais criativo, tomando decisões de forma mais autônoma para que possa lidar com o salto exponencial que demos em termos de Complexidade da Sobrevivência.

Há três aspectos que nos levaram a este salto exponencial da Complexidade da Sobrevivência, todos relacionados aos 3 Fatores Estruturais:

  • muito mais gente vivendo no planeta;
  • muito mais gente cooperando entre si, a partir da chegada primeiro da Curadoria 1.0 (Uberização) e depois da 2.0 (Blockchenização);
  • novas formas de cooperação muito mais descentralizadas, com novos modelos de comando e controle mais horizontalizados.

A Educação 2.0 pede uma mudança disruptiva na forma de pensar dos educadores. E é este, sem dúvida, o principal desafio que temos pela frente na direção da preparação mais adequada do Sapiens 2.0.

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#Mandamentos_Saudáveis – criando e melhorando este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. como lidar com erros e como isso impacta na vida do Sapiens 2.0.

Qual o tema do artigo?

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas para ilustrar os áudios:

Frases de Divulgação do artigo:

  1. Hoje, nossa Taxa de Experimentação precisa ser muito maior do que era no passado e isso implica OBRIGATORIAMENTE desenvolver uma relação mais saudável com os erros
  2. Mandamentos Saudáveis são aqueles que você adota, a partir da análise de erros, evitando, assim, que eles se repitam.
  3. Uma pessoa que tem uma baixa Qualidade de Vida, em geral, é aquela que comete Erros Tóxicos e não os transforma em Mandamentos Saudáveis.
  4. Quanto mais você procura se Originalizar na vida, mais terá que saber administrar os erros, pois eles serão muito maiores do que a média geral.
  5. Errar faz parte integrante de qualquer espécie viva ainda mais a nossa – a única que tem uma Sobrevivência Exponencialmente Progressiva.
  6. Quem quer inovar na vida, basicamente, vai errar.
  7. Se você está no Processo de Qualidade Progressiva errar é parte integrante das atividades.
  8. Me diga como se relaciona com seus erros e te direi quem és.

Vamos ao Artigo:

“A experiência é o nome que damos aos nossos erros.” – Oscar Wilde.

O objetivo dos artigos da Bimodais, geralmente,  são dois:

  • primeiro, antes de tudo, ajudar Disruptores a Disruptar cada vez com mais qualidade;
  • refletir sobre as necessárias mudanças da Formatação Básica do Sapiens 2.0, que envolve todos os aspectos, incluindo como lidar, de forma mais adequada, neste artigo, com os erros.

Disruptor é um perfil dentro da sociedade, que tem mais facilidade para desenvolver a MP2 (Mente Pensadora Criativa Revisionista Menos Automática), o que o habilita para entender e proceder mudanças mais disruptivas. 

Formatação Básica é a necessária preparação das pessoas para viver em sociedade, que vai se alterando, conforme temos mudanças no Ambiente de Sobrevivência.

Nos estudos que estamos fazendo da Mente, no processo de Clareza Progressiva, depois dos artigos passados, temos uma nova divisão, que acredito mais adequada:

  • MP1 – Mente Pensadora Repetidora Mais Automática;
  • MP2  – Mente Pensadora Criativa Revisionista Menos Automática;
  • MO1 – Mente Operadora Mais Automática;
  • MO2 – Mente Operadora Menos Automática.

É a MP2 a responsável pela nossa capacidade de mudar.

(Bom deixar claro que a Mente é uma só e quando dividimos por várias Mentes estamos falando de Funções da Mente, que merecem ser divididas para facilitar a compreensão e a relação que teremos com todas estas atividades).

Falemos de erros – o tema do artigo.

Um dos epicentros do diálogo sobre inovação é a forma como nos relacionamos com nossos erros.

Tinha uma piada em Brasília, que recebia gente de todos os lugares, que era mais ou menos assim.

Errar é humano, errar duas vezes é (e aí se colocava a origem da pessoa) baiano, goiano, pernambucano, etc.)

O que é um Erro?

Sugiro sempre começar diálogos indo ao dicionário.

“Ato ou efeito de errar.

2. Aquilo que resulta de uma má compreensão ou de análise deficiente de um fato ou de um assunto. = ENGANO, INCORREÇÃO, INEXATIDÃO.

3. O que está imperfeito ou mal feito. = DEFEITO, FALHA, IMPERFEIÇÃO, SOLECISMO

4. Diferença entre o valor real e o valor calculado ou registrado por observação.

5. Desvio em relação a uma norma (ex.: erro ortográfico).

6. Afastamento do que é considerado o bom caminho ou a boa conduta. = DESVIO, FALHA

7. Atitude ou comportamento considerado reprovável do ponto de vista moral. = FALHA, PECADO.”

Façamos aqui a nossa concepção:

Errar, do ponto de vista individual e coletivo, é agir ou pensar de uma determinada maneira que vai contra o Processo de Qualidade Progressiva.

Processo de Qualidade Progressiva é uma demanda latente e obrigatória do Sapiens, tanto individualmente quanto em grupo, que alguns conseguem alcançar e outros não.

Se você está no Processo de Qualidade Progressiva errar é parte integrante das atividades.

Quem quer inovar na vida, basicamente, vai errar.

O processo de Originalização é o esforço de colocar a MP2 para refletir sobre a formatação feita sobre a MP1.

Quando você procura se afastar do senso comum, desenvolver algo novo, abre o espaço para a experimentação.

“Experiência deriva de ‘experientia’, «ensaio, prova, tentativa; experiência; experiência adquirida, prática».”

Quando se experimenta se tenta algo novo e, obviamente, que vai se cometer erros.

Portanto, mesmo as pessoas menos Originalistas, cometem erros.

Errar faz parte integrante de qualquer espécie viva ainda mais a nossa – a única que tem uma Sobrevivência Exponencialmente Progressiva.

Assim, podemos criar esta frase de efeito:

Me diga como se relaciona com seus erros e te direi quem és.

Quanto mais uma pessoa ou determinado Ambiente se relaciona de forma tóxica com os erros, menos inovador ele será.

O que é uma relação tóxica com os erros?

  • acreditar que você não vai errar nunca;
  • não analisar os erros com a sua MP2;
  • não transformar o erro em um mandamento (“como faço para nunca mais repetir este erro?”)
  • não seguir os mandamentos que vão sendo criados.

Criemos uma regra sobre erros.

Quanto mais você procura se Originalizar na vida, mais terá que saber administrar os erros, pois eles serão muito maiores do que a média geral.

E aí podemos dividir dois tipos de Erros:

  • Os Erros Estruturais – que envolvem Encruzilhadas Filosóficas, do tipo não ter um projeto de vida, acreditando que você está aqui nesta vida para sempre;
  • Os Erros Conjunturais – que envolvem Encruzilhadas Metodológicas, do tipo deixar a panela no fogo.

Nesse processo da relação com os Erros temos ainda uma segunda divisão:

  • Erros Tóxicos – que se repetem e não viram mandamentos;
  • Erros Saudáveis – que são identificados, analisados e viram mandamentos para nunca mais se repetirem.

Uma pessoa que tem uma baixa Qualidade de Vida, em geral, é aquela que comete Erros Tóxicos e não os transforma em Mandamentos Saudáveis.

Mandamentos Saudáveis são aqueles que você adota, a partir da análise de erros, evitando, assim, que eles se repitam. São regras que você vai estabelecendo na  sua Jornada pela Qualidade.

Uma pessoa que tem Alta Taxa de Qualidade de Vida é aquela que:

  • tem costume de exercitar a sua Mp2 com frequência;
  • e que a sua MP2 tem a capacidade de transformar Erros Tóxicos em Mandamentos Saudáveis e seguir estes mandamentos.

Vivemos hoje, como temos dito aqui, a maior disrupção do Macro Ambiente de Sobrevivência do Sapiens, a partir do Digital.

A Taxa de Mudanças do Ambiente de Sobrevivência tem subido exponencialmente, a partir do aumento da Cooperação Descentralizada.

Hoje, nos primórdios da Civilização 2.0, nossa Taxa de Experimentação precisa ser muito maior do que era no passado e isso implica OBRIGATORIAMENTE desenvolver uma relação mais saudável com os erros.

E isso implica necessariamente um trabalho filosófico e metodológico para o desenvolvimento da MP2.

A relação com os erros está dentro de um novo campo de pesquisa, que podemos chamar de Ciência da Inovação.

Na Ciência da Inovação precisamos de:

  • Filosofia da Inovação – para entender as essências da nossa relação com as mudanças;
  • Teoria da Inovação – de como as forças atuam nesse processo de mudança;
  • Metodologia da Inovação – de como podemos nos relacionar com as mudanças.

A Ciência da Inovação é mais um dever de casa, entre tantos diante da Civilização 2.0, para os Empreendedores Conceituais de plantão.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado:  https://bit.ly/artigobimodal290822

Novas Hashtags:

#Kahneman – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. como proceder o estudo da mente e como o livro de Kahneman pode ajudar nas duas linhas de pesquisa da escola?

Qual o tema do artigo?

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

A ida ao terapeuta mata a tese das mentes rápida e devagar.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens nunca pensa, sempre repensa, pois pensar é o exercício de uma Mente Pensadora Mais Criativa e Revisora sobre uma Mente Pensadora Mais Repetitiva.
  2. Assim, quando falamos que estamos pensando, na verdade não estamos pensando, mas repensando.
  3. Do ponto de vista mais formal, quando falamos de várias Mentes, estamos, na verdade, tratando de várias funções da mente.
  4. É a Mente Pensadora Mais Criativa e Revisora responsável pela melhoria continuada da qualidade de vida de cada pessoa.
  5. Quando Kahneman, de forma equivocada, divide a Mente em Rápida e Devagar, ele está falando EXCLUSIVAMENTE da Mente Operadora e não da Pensadora!
  6. Um diálogo, antes de tudo, é um espaço no qual pessoas estão abertas a aprender, a partir da Cooperação Conceitual.
  7. A função de um Empreendedor Conceitual, antes de qualquer coisa, é a de organizar os diálogos para que eles possam ser feitos de forma mais adequada e eficaz.
  8. Todos os órgãos do nosso corpo têm o objetivo de nos permitir viver melhor o mais tempo possível.

Vamos ao Artigo:

“Nunca se deve aceitar algo só porque foi dito por uma autoridade.” – Gleiser.

A função de um Empreendedor Conceitual, antes de qualquer coisa, é a de organizar os diálogos para que eles possam ser feitos de forma mais adequada e eficaz.

Um diálogo, antes de tudo, é um espaço no qual pessoas estão abertas a aprender, a partir da Cooperação Conceitual.

O livro “Rápido e Devagar” de Daniel Kahneman abre uma área nova nas abordagens da Bimodais, que já vem conversando sobre isso, mas é o primeiro livro, salvo engano, sobre o tema.

Assim, precisamos antes de abordar o tema, iniciar a organização do Ambiente de Diálogo, antes de comentar as teses de Kahneman.

Vamos usar aqui um método lógico, baseado na experiência e nas leituras prévias.

O que é a mente?

Podemos dividir nossa cabeça em duas.

  • O cérebro – o hardware;
  • A mente – o software.

Todo órgão do corpo tem uma função.

Todos os órgãos do nosso corpo têm o objetivo de nos permitir viver melhor o mais tempo possível.

Cada órgão exerce uma função ligada à sobrevivência.

Uma mão, por exemplo, serve para várias atividades, tais como agora para teclar e escrever um texto.

Há uma multiplicidade de função da mão e, conforme a atividade, vai se moldando à ela.

Assim, quando falamos sobre vários tipos de mentes, estamos usando uma Metáfora Poética para facilitar o entendimento.

Do ponto de vista mais formal, quando falamos de várias Mentes, estamos, na verdade, tratando de várias funções da mente.

Não podemos, com certeza, falar de várias mãos, mas de diferentes funções que uma mão pode exercer.

O órgão mais complexo que temos é, sem dúvida, a nossa cabeça, com a sua parte dura (o cérebro) e a sua parte mole (a mente).

O cérebro pode ser visto, cortado depois que morremos, mas a mente, não.

Hoje, temos diversas formas de tentar esquadrinhar a mente, seja por tecnologias ou metodologias de pesquisa.

Porém, quando falamos da Mente, temos, antes de tudo, uma Encruzilhadas Filosóficas neste estudo.

Não adianta sair pesquisando, falando, argumentando sobre a Mente sem que tenhamos passado, antes de tudo, por esta Encruzilhadas Filosóficas.

São duas as Encruzilhadas Filosóficas quando estudamos a Mente:

  • Qual é o objetivo principal do Sapiens na sua vida?
  • A partir deste objetivo, qual é a função principal da mente e como ela se divide?

O livro “Rápido e Devagar” de Daniel Kahneman e todos os outros que formos ler sobre Mente, Neurociência, Mentalidade, ou seja qualquer tema relacionado terá, de alguma forma, passado pelas Encruzilhadas Filosóficas acima.

Podemos dividir os Pesquisadores da Mente, assim, entre:

  • aqueles que problematizaram a Encruzilhada Filosófica;
  • aqueles que NÃO problematizaram a Encruzilhada Filosófica.

Este artigo procura problematizar a Encruzilhada Filosófica do estudo da Mente. O livro de Kahneman entra direto no estudo, sem que esta questão filosófica venha à tona.

Independente de ter problematizado, ou não, a Encruzilhada Filosófica, temos dois tipos de Pesquisadores da Mente:

  • Os Pesquisadores da Mente Objetivistas – aqueles que entendem que a Mente é uma ferramenta de sobrevivência da espécie;
  • Os Pesquisadores da Mente Subjetivistas – aqueles que se perdem na função principal da mente em questões secundárias.

Kahneman, por exemplo, se preocupa com um aspecto de uso pouco estatístico da mente. Sim, mas por que precisamos ter uma mente mais estatística, mais lógica, mais criativa, mais reflexiva?

Respondo: para tomar decisões melhores.

Kahneman aborda duas mentes, uma mais rápida e outra mais devagar e generaliza estas duas mentes como se fossem as únicas.

Acredito que aqui temos um problema.

Acredito que temos duas grandes funções da Mente:

  • a Operadora – responsável pelas nossas demandas de ação;
  • e a Pensadora – responsável pelas nossas demandas do pensar.

Quando Kahneman, de forma equivocada, divide a Mente em Rápida e Devagar, ele está falando EXCLUSIVAMENTE da Mente Operadora e não da Pensadora!

A Mente Pensadora não se divide em Rápida e Devagar, mas em:

  • Mente Pensadora Mais Repetitiva – aquela que foi Formatada, desde criança;
  • Mente Pensadora Mais Criativa e Revisora – aquela que reflete sobre a Formatação Básica e procura, a partir dos fatos, ir se reinventando.

É a Mente Pensadora Mais Criativa e Revisora responsável pela melhoria continuada da qualidade de vida de cada pessoa.

A Mente mais Criativa e Revisora é responsável não só por pensar sobre a Mente Pensadora Mais Repetitiva, mas também sobre as Mentes Operadoras Mais Rápida e a Mais Devagar.

Assim, quando falamos que estamos pensando, na verdade não estamos pensando, mas repensando.

O Sapiens nunca pensa, sempre repensa, pois pensar é o exercício de uma Mente Pensadora Mais Criativa e Revisora sobre uma Mente Pensadora Mais Repetitiva. 

Organizado o Ambiente de Diálogo, como este estudo da Mente ajuda a Narrativa Bimodal, que é o nosso interesse aqui?

No nosso caso, pela particularidade do estudo, não tem tanto interesse nas Mentes Operadoras Mais Rápida e a Mais Devagar.

O estudo dos Disruptores –  a Segunda Linha de Pesquisa Bimodal – nos mostra que há um grupo na sociedade que tem mais facilidade no desenvolvimento da Mente mais Criativa e Revisora.

E que os Disruptores – por motivos ainda desconhecidos – são aqueles que conseguem ter mais facilidade de mudar, pois conseguem observar melhor a Mente Pensadora Mais Repetitiva.

O estudo da chegada da Civilização 2.0 – a Primeira Linha de Pesquisa Bimodal – nos mostra que a descentralização, seguida do aumento das Taxas de Competitividade, de Inovação, de Personalização vai nos obrigar, mais e mais, a estimular o desenvolvimento da Mente mais Criativa e Revisora.

Em resumo, o livro de Kahneman nos ajuda de forma positiva:

  1. reforçar algo que já tínhamos intuído de que a mente pode ser analisada em blocos – ele fala de Sistema 1 e 2;
  2. que há blocos que são mais automáticos e outros menos;
  3. nos dá inspiração para organizar o Ambiente de Diálogo para a Pesquisa da Mente.

Podemos criticar o livro de Kahneman da seguinte forma:

  1. não podemos generalizar as Mentes Operacionais como se fosse as únicas;
  2. não podemos dialogar sobre a Mente sem antes passar por Encruzilhadas Filosóficas;
  3. não podemos começar a falar da Mente como se ela não fosse a principal ferramenta de sobrevivência de uma Tecnoespécie.

A Mente Humana foi feita para a tomada de decisões melhores e todo o estudo sobre ela precisa levar em conta esta Função Primária.

Quando ignoramos a Função Primária Objetivista da Mente entramos numa Jornada de Pesquisa Tóxica, pois vamos nos afastando dos fatos.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

Compre meu livro Administração 3.0, autografado: https://bit.ly/adm30autografado

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O estudo da mente então precisa passar por essa encruzilhada filosófica entre os objetivistas e os subjetivistas

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal260822

Novas Hashtags:

#Vaidade_Saudável – criando e melhorando este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. a questão da vaidade de maneira geral e as mudanças na relação Vaidade / Civilização 2.0.

Qual o tema do artigo?

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Historietas para ilustrar os áudios:

Falar do David Gilmour.

Frases de Divulgação do artigo:

  1. Na Civilização 2.0, cada profissional, cada vez mais, terá a demanda de se colocar no processo do Aprendizado Progressivo.
  2. Diria que quanto mais você entende que você é finito, que tudo é passageiro, quanto mais se preocupar com processos estruturais, mais a sua vaidade estará bem colocada.
  3. Podemos dizer que a reflexão da relação do Sapiens com a Vaidade, se resumiria: como você se relaciona com sua identidade e seu ego?
  4. Assim, antes de tudo, é preciso entender que você precisa pensar sobre a questão da vaidade e decidir de que forma vai fazê-la ser mais saudável e menos tóxica!
  5. Vaidade não é algo ruim, é básico na espécie humana.
  6. A vaidade faz parte do instinto de autopreservação das pessoas. Não é algo que você consegue descartar, apenas precisa definir com lida com ela.
  7. Pouco se fala sobre isso, mas há uma relação direta entre as escolhas que você faz sobre como escolhe lidar com a sua vaidade e sua capacidade de aprender.
  8. A vaidade no contexto da Civilização 2.0 terá que estar focada na sua capacidade de aprender e não naquilo que você já sabe.

Vamos ao Artigo:

“Ele (geralmente) superava o impulso de questionar seus questionadores quando atacado . Mantinha a mente aberta e investigava em silêncio, com interesse genuíno e desejo de aprender.” – Safi.

Sabe o que eu aprendi na minha trajetória de Empreendedor Conceitual?

Que nenhum adjetivo pode ser considerado moralmente ruim.

Vejamos o exemplo de Arrogante.

Arrogar é reivindicar um direito a algo.

Assim, todos nós somos reivindicantes em algum momento das nossas vidas.

O Arrogante Tóxico é aquele que reivindica algo para si que não se justifica.

Ayn Rand (1905 – 82) escreveu um livro inteiro sobre o egoísmo.

O nome do livro é “A Virtude do Egoísmo”.

Rand me ensinou que, antes de tudo, você deve ir ao dicionário para conhecer as palavras.

No caso do egoísmo, por exemplo, vai constatar que a palavra egoísta é neutra, não é algo ruim ou pejorativo.

Ser egoísta é apenas e simplesmente defender seus próprios interesses.

Rand nos ensina que temos uma escolha, como várias outras, que é como você vai defender o seu interesse, que pode ser algo tóxico e saudável.

É tóxico quando você passa por cima da vontade do outro e não é algo voluntário e vice-versa.

O senso comum, por exemplo, considera que todos nós somos altruístas e existem os egoístas, que só pensam no seu próprio interesse.

Porém, todos somos egoístas. A diferença é como defendemos nossos interesses.

Adam Smith (1723 – 1790) na sua famosa tese do açougueiro, demonstrou que ele faz bem aos demais quando vende a carne para sobreviver e cria relações de cooperação voluntárias.

Numa relação de cooperação voluntária, seja ela qual for, há sempre uma troca de interesses.

Falemos de Vaidade.

Pouco se fala sobre isso, mas há uma relação direta entre as escolhas que você faz sobre como escolhe lidar com a sua vaidade e sua capacidade de aprender. 

Indo ao dicionário e transformando a definição em pergunta, te questiono:

Você valoriza a sua própria aparência, suas qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que, de alguma forma, tais qualidades sejam reconhecidas e admiradas pelos outros?

Então, você também, como qualquer Sapiens, tem algum tipo de vaidade.

A vaidade faz parte do instinto de autopreservação das pessoas. Não é algo que você consegue descartar, apenas precisa definir com lida com ela.

Vaidade não é algo ruim, é básico na espécie humana.

Não podemos dizer que fulano é vaidoso, mas, ao contrário, todo mundo é vaidoso.

Assim, como tudo na vida do Sapiens, quando pensamos em vaidade, estamos diante de mais uma Encruzilhada Existencial.

Quando recebemos um elogio e percebemos que estamos num caminho bacana, ficamos mais motivados.

Há uma relação direta entre a vaidade e a motivação entre vaidade e autoestima.

Quando estamos desmotivados, ficamos mais desleixados com nossas vidas e vice-versa.

Assim, antes de tudo, é preciso entender que você precisa pensar sobre a questão da vaidade e decidir de que forma vai fazê-la ser mais saudável e menos tóxica!

Como você vai lidar com a Vaidade algo que é essencial e obrigatório na sua vida?

Consigo, até o momento, definir seguintes encruzilhadas quando pensamos na sua relação com a tua vaidade:

  • Progressiva ou Estática?
  • Com Legado ou Sem?
  • Endógena ou Exógena?
  • E, por fim, a partir das escolhas acima, Mais ou Menos Tóxica?

Na verdade, quando falamos em vaidade, estamos conversando sobre a sua filosofia de vida.

Vaidade está diretamente ligada à identidade. E a identidade do que podemos chamar de ego.

Podemos dizer que a reflexão da relação do Sapiens com a Vaidade, se resumiria: como você se relaciona com sua identidade e seu ego?

Detalhemos as Encruzilhadas necessárias para estabelecer a sua relação com a vaidade.

Encruzilhada Vaidosa Parte I:

  • Vaidade Progressiva – aquela em que você escolhe colocar a sua vaidade em processos;
  • Vaidade Estática – aquela em que você escolhe colocar a sua vaidade em coisas fixas.

Exemplos:

  • Se uma pessoa coloca a vaidade na aparência, conforme vai ficando mais velha, mais e mais começará a ter problemas.
  • O mesmo vale para colocar a vaidade em conceitos, que hoje funcionam, mas amanhã precisam ser alterados.

Encruzilhada Vaidosa Parte II:

  • Vaidade com Legado – na qual, você se orgulha de ter um projeto de vida, algo mais estrutural;
  • Vaidade sem Legado – na qual você se agarra a algo que não mais conjuntural.

Encruzilhada Vaidosa Parte III:

  • Vaidade Exógena – uma alta taxa de preocupação do que o outro pensa sobre você;
  • Vaidade Endógena – uma taxa menor de preocupação do que o outro pensa sobre você.

De maneira geral, assim, podemos dizer que uma Vaidade Mais Saudável é aquela que está relacionada:

  • a processos e não a algo fixo;
  • a construção de um legado para a sobrevivência e não a hedonismos (coisas passageiras e fúteis);
  • e uma referência maior de dentro para fora do que de fora para dentro.

Em resumo podemos dizer que nossa relação com a vaidade tem duas grandes escolhas:

  • Vaidade Mais Saudável – é colocada no aprender, em Processos Estruturais;
  • Vaidade Mais Tóxica – colocada no aparecer, em Coisas Conjunturais.

Note que a conversa sobre vaidade está diretamente relacionada ao seu projeto de vida.

Diria que quanto mais você entende que você é finito, que tudo é passageiro, quanto mais se preocupar com processos estruturais, mais a sua vaidade estará bem colocada.

Qual é o problema de uma Vaidade Mais Tóxica?

A pessoa aposta coloca a sua autoestima em “fundos de sobrevivência” que vão se desvalorizar com o tempo.

A tendência é que a realidade vai mostrando, com o tempo, que a pessoa apostou em algo que não vai dar o retorno esperado.

No filme, do Netflix, “Ted Bundy: A Confissão Final”, o personagem do ator Elijah Wood, num determinado momento do filme é questionado pelo Serial Killer.

Algo do tipo:

“Você veio conversar comigo para aparecer ou para aprender?”

No fundo, o que se discute ali é o seguinte.

Você está vivendo uma vida de fora para dentro ou de dentro para fora? Quais são os seus valores?

Na linha do que aprendi com Safi Bahcall:

Você está preocupado com as garrafas de vidro (que nos levam a uma vida melhor) ou com as de borracha (que nos desviam do caminho da Qualidade Progressiva)?

Vaidade e Civilização 2.0

Agora, falemos da relação entre a vaidade e a Civilização 2.0, que demandará mudanças na nossa relação com a nossa vaidade.

Qual é o novo cenário competitivo da Civilização 2.0?

  • Temos muito mais ofertas hoje do que no passado e as pessoas têm exponencialmente mais  escolhas em todos os campos;
  • Vivemos um processo dinâmico em que cada pessoa precisa se atualizar o tempo todo.

Na Civilização 2.0, cada profissional, cada vez mais, terá a demanda de se colocar no processo do Aprendizado Progressivo.

A vaidade no contexto da Civilização 2.0 terá que estar focada na sua capacidade de aprender e não naquilo que você já sabe.

Podemos estabelecer algumas regras aqui.

Ambientes Sociais mais centralizados tendem a aumentar a Taxa de Vaidade Tóxica, colocada nas coisas e não nos processos.

Por quê?

Há uma Verticalização da Cooperação, no qual o aprender deixa de ser algo fundamental. As pessoas tendem a ir se agarrando em coisas e não em processos – aumenta o Aparecer sobre o Aprender.

A Descentralização da Cooperação obriga as pessoas a terem que se esforçar mais para agradar os clientes e isso faz com que haja um aumento da Taxa da Vaidade Saudável.

Em resumo:

Quanto mais tivermos uma Cooperação Descentralizada, mais teremos o aumento da Taxa da Vaidade Saudável e vice-versa.

Uma das demandas para a Formatação Básica do Sapiens 2.0, portanto, é o questionamento de como ele se relaciona com a vaidade e a preparação para que a coloque em Valores Estruturais de longo prazo e nos processos e não nas coisas.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

Compre meu livro Administração 3.0, autografado: https://bit.ly/adm30autografado

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

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GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

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#Safi_Bahcall – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. refletir sobre a dificuldade que temos de lidar com disrupção e com Disruptores.

Qual o tema do artigo?

 

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Use o Método “Panela no Fogão Nunca Mais” do Nepô.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Inovar será sempre procurar melhorar a qualidade da sobrevivência das pessoas.
  2. A Mente 2 é mais Lógica, Abstrata, Criativa e Epistemológica.
  3. A Mente 1 sem o apoio constante da Mente 2 tende a perder a capacidade de discernir entre o que é o menos do mais importante.
  4. Todo o esforço mental do Sapiens 2.0 será na direção de aumentar o uso da Mente 2, aumentando a sua capacidade de pensar sobre a Mente 1.
  5. Hoje, na fase Final da Crise da Civilização 1.0, podemos dizer que a Mente 1 tem um espaço muito maior na vida das pessoas que a Mente 2.
  6. Um Inovador (com caixa alta) é um filósofo, que procura resgatar, de alguma forma, o fator sobrevivência, melhorando os processos.
  7. O Sapiens tem a tendência, para economizar energia cerebral, de aumentar o automatismo da Mente 1, se perdendo muitas vezes daquilo que é mais relevante para a sobrevivência.
  8. Podemos ainda afirmar que a Inovação Incremental está mais próxima das atividades da Mente 1 e a Disruptiva da Mente 2.

Vamos ao Artigo:

“Não enxergar missões lunáticas pode ser fatal.” – Safi.

Vamos dividir por tópicos agora, neste último artigo de uma série de quatro sobre o ótimo livro do Safi.

Tópico 1: o que é afinal Disrupção?

A crítica que faço do livro do Safi é a definição que ele acaba fazendo sobre os conceitos de incremental e disruptivo.

Aqui temos um debate epistemológico interessante, que, a meu ver, Safi não enfrenta e sai um pouco pela tangente.

Ele denomina a Inovação Disruptiva de “P” e o Incremental de “E”.

Isso mesmo, uma letra para cada.

Não gosto.

O desafio de todo o conceituador é usar palavras para que possam ser utilizadas e que se encaixem no idioma corrente.

Do jeito que foi feito, poderia chamar o Disruptivo de “Rita” e o Incremental de “Lee”.

E isso faz sentido na arte e não na ciência.

A Ciência (com Caixa Alta) se caracteriza pelo uso mais adequado possível das palavras – seja criando novas ou adaptando as antigas.

Faz parte do desafio de um conceituador procurar definir ou inventar palavras e sustentar o motivo por que resolveu não usar o corriqueiro.

É justamente o questionamento do corriqueiro com novas palavras ou novos sentidos que estamos fazendo ciência.

Quando conceituadores do passado criaram dicotomias, do tipo, incremental versus disruptivo, o objetivo era o de apresentar dois tipos de mudanças diferentes, bem específicas.

Safi não explica, de forma adequada, por que não usa o Disruptivo versus Incremental.

Poderia, por exemplo, dizer que prefere definir o conceito por y, x e z.

Ou apresentar como ele define os dois conceitos.

Para mim, disruptivo é isso e incremental aquilo e pronto.

Porém, o tema do que é, afinal, com mais precisão o disruptivo e incremental aparece e vamos topar o desafio.

Disruptivo, na primeira definição que o Google me trouxe, foi:

“Que provoca ou pode causar disrupção; que acaba por interromper o seguimento normal de um processo; interruptivo, suspensivo.//Que tem capacidade para romper ou alterar; algo que rompe.”// “A etimologia da palavra disrupção vem do latim disruptio. onis, ou seja, fratura ou quebra.”

Incremental seria:

Relativo a incremento, ato ou efeito de desenvolver ou aumentar alguma coisa.

Portanto definiria a Dicotomia Inovadora das seguinte forma:

Ações Disruptivas são aquelas que interrompem o seguimento normal de um processo. E as Incrementais são aquelas que dão continuidade.

Podemos, assim, dizer que temos dois tipos bem diferentes de Inovação:

  • a Inovação Disruptiva é uma forma bem diferente da usual de resolver determinado tipo de problema. Há aqui um rompimento da tradição;
  • a Inovação Incremental é uma forma diferente, mas não muito da forma tradicional de resolver determinado tipo de problema. Há aqui uma continuidade da tradição.

O que diferencia as duas?

Quanto maior é a Taxa de Diferenciação entre as duas soluções (passada e atual), mais disruptiva é a inovação.

Como medir a Taxa de Diferenciação da Inovação?

  • avaliar o tamanho das mudanças necessárias no pensar e agir para implementar a nova solução pelas pessoas que estão habituadas a resolver o problema;
  • os impactos que a mudança oferece para aqueles que vão se beneficiar da mesma, a partir da nova forma de resolver o problema.

Podemos ainda afirmar que a Inovação Incremental está mais próxima das atividades da Mente 1 e a Disruptiva da Mente 2.

A Capacidade Abstrativa para se proceder Inovações Disruptivas é maior, pois é necessário:

  • compreender a solução atual, imersa na Mente 1;
  • conseguir se desapegar da mesma, usando a Mente 2;
  • imaginar novas formas de solução, a partir muito mais da imaginação do que da copiação.

Tópico 2: Filosofar é sempre lembrar que o principal na vida é melhorar a qualidade da sobrevivência!

Quando entramos nos meandros da Ciência da Inovação, precisamos falar de filosofia.

Ou se quisermos da Filosofia Inovadora.

Inovar será sempre procurar melhorar a qualidade da sobrevivência das pessoas.

A Inovação Progressiva é uma demanda essencial e obrigatória do Sapiens, uma Tecnoespécie que precisa lidar, continuamente, com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Assim, inovar significa lembrar o tempo todo que precisamos melhorar a sobrevivência das outras pessoas.

Ontem, conversando com Augusto Borella, um Disruptor Bimodal, que está escrevendo seu primeiro livro, me veio, pela primeira vez, o verdadeiro papel adequado e relevante da filosofia e dos filósofos.

Filosofar é criar, rever, lembrar e relembrar a todos, o tempo todo, os Pilares da Sobrevivência, que nos levam a procurar, de forma obrigatória e continuada, uma qualidade de vida melhor, tanto para cada pessoa quanto para os grupos.

O Papel da Filosofia é nos lembrar sempre da nossa essência e procurar formas de não permitir que nos desviemos do nosso Foco Progressivo por uma sobrevivência melhor.

O Sapiens tem a tendência, para economizar energia cerebral, de aumentar o automatismo da Mente 1, na sua forma de pensar e agir, se perdendo muitas vezes daquilo que é mais relevante para a sobrevivência.

A Mente 1 sem o apoio constante da Mente 2 tende a perder a capacidade de discernir entre o que é o menos do mais importante.

A Filosofia é uma espécie de bússola, que sempre deve nos lembrar qual é o nosso foco principal, evitando que a Mente 1 nos leve para distrações.

No fundo, um Inovador (com caixa alta) é um filósofo, que procura resgatar, de alguma forma, o fator sobrevivência, melhorando os processos.

Um Inovador é alguém que está exercitando individualmente a sua capacidade de muscular a Mente 2.

Isso aparece aqui na frase de Philip Lader, citada por Safi:

“Todos equilibramos muitas bolas , mas o que faz toda a diferença é saber quais são de borracha e quais são as de vidro.”

Podemos dizer que “as de vidro” são aquelas que estão diretamente relacionadas à melhoria da qualidade da sobrevivência. E “as de borracha”, nem tanto.

Toda vez que criamos inovações, que melhoram a vida das pessoas, há um resgate de valores filosóficos, na direção de procurar o que gera mais valor e o que gera menos na progressiva adaptação da sobrevivência.

A base de toda inovação, portanto, é um resgate de Valores Filosóficos, procurando separar as “bolas de vidro” das “de borracha”.

Diz Safi para fechar este tópico:

“O propósito alimenta o espírito, e o espírito é o motor que nos faz prosseguir. Ele nos firma para as batalhas adiante.”

O que podemos entender por propósito?

O principal propósito do propósito – válido e adequado – é proporcionar mais qualidade de vida para cada pessoa e para os grupos.

Tópico 3: não olhe para o dedo que aponta para a lua, mas sempre para a lua!

Tenho dito que:

O grande desafio do Sapiens 2.0 é o aumento da sua capacidade de aumentar as atividades da Mente 2 e reduzir as decisões tomadas pela Mente 1.

Hoje, na fase Final da Crise da Civilização 1.0, podemos dizer que a Mente 1 tem um espaço muito maior na vida das pessoas que a Mente 2. 

Todo o esforço mental do Sapiens 2.0 será na direção de aumentar o uso da Mente 2, aumentando a sua capacidade de pensar sobre a Mente 1

(Diferente do que defende o próximo livro que vamos ler “Rápido e devagar” de Daniel Kahneman a Mente 2 não é feita para calcular ou fazer estatística, mas basicamente refletir sobre a Mente 1. Deixo a frase: Pensar melhor é pensar como fomos formatados a pensar. Aguardem.)

Como isso aparece no livro de Safi?

Diz ele:

“Como melhorar seu processo de tomada de decisões?”// “Não pare de perguntar como o processo de tomada de decisões pode melhorar.”

A Mente 2 é mais Lógica, Abstrata, Criativa e Epistemológica.

A Mente 2 tem a função de refletir como decidimos, em geral, de forma mais automática com a Mente 2.

Melhorar o processo de tomada de decisões é a capacidade que passamos a ter de desenvolver mais e mais a Mente 2.

A Mente 2, basicamente, observa a Mente 1 de forma crítica e vai fazendo os ajustes sempre aumentando a Taxa de Lógica, procurando se afastar daquilo que é nocivo para a qualidade de vida no pensar e agir do senso comum.

Questões variadas, no Pinga Fogo Final:

Assimile o Fracasso com Curiosidade (AFC).

Viver bem é transformar os Erros em Erros Saudáveis, através do Aprendizado Progressivo.

Uma boa metodologia é se perguntar: “o que eu devo mudar para NUNCA mais cometer o mesmo erro.”

(Gosto de falar de um dos Mandamentos da Casa do Nepô: “Panela no Fogo Nunca Mais!”, escutem o áudio.)

Diz ele, como exemplo da procura de Erros Saudáveis:

“Chamo de Assimilar o Fracasso com Curiosidade (AFC): superar a ânsia de se defender e entrar em negação quando atacado e , em vez disso , investigar o fracasso com a mente aberta .”

Isso me inspirou o artigo de amanhã: “Você coloca a sua vaidade no aparecer ou no aprender?”

O resultado negativo se deve a uma falha da ideia ou do teste?

Isso é muito bom. Diria que é um Pequeno Diamante. O problema é do novo paradigma ou dos testes a que ele foi submetido, ele apresenta diversos cases sobre isso no livro. Ele chama de “Falsos Fracassos”.

Diz ele, como exemplo:

“A maior habilidade dos grandes inventores é investigar as falhas .” //” Grandes inventores aprenderam a separar os Falsos Fracassos dos fracassos verdadeiros .”

Vale falar mais disso depois e lembrar sempre de comentar isso. Valeu Safi!

Uma nova forma de falar de Incrementadores e Disruptores!

Soldados = Incrementadores.
Artistas = Disruptores.

Diz ele sobre isso:

“Ame igualmente seus artistas e seus soldados: Os artistas tendem a favorecer artistas; os soldados tendem a favorecer soldados. As equipes e empresas precisam de ambos para sobreviver e prosperar. Ambos precisam se sentir igualmente valorizados e apreciados.” //“As pessoas responsáveis por desenvolver ideias de alto risco em estágio inicial ( vamos chamá- las de “ artistas ”) precisam ser protegidas dos “ soldados ” responsáveis pela parte já bem – sucedida da organização , com crescimento constante .” //“São especialistas bilíngues , fluentes tanto em artistês quanto em soldadês , capazes de unir os dois lados.”

Não gosto da dicotomia artista versus soldado, que é pouco precisa e confusa. Prefiro a maior precisão entre Disruptores versus Incrementadores.

Safi precisa aprimorar a sua capacidade conceituadora.

Mas vamos em frente.

Os soldados e os artistas viciados:

Aqui, se aborda o problema do automatismo, tanto da Incrementalidade quanto da Disruptividade.

O Vício da Incrementalidade é mais comum. Quando todos abraçam um Paradigma Filosófico e seguem em frente com ele, independente o que diz os fatos.

Mas Safi demonstra que existe também o Vício da Disruptividade.

Diz ele:

“As missões lunáticas do tipo E da American Airlines de Bob Crandall e de outras ultrapassaram Trippe pelo seu ponto cego. O mesmo pode acontecer a equipes ou empresas inteiras.”//“Vamos chamar isso de Armadilha de Moisés. Quando as ideias só avançam pela vontade de um líder sagrado, e não pelo intercâmbio equilibrado de ideias e feedback entre soldados em campo e artistas criativos na bancada selecionando missões lunáticas pelo mérito, é exatamente aí que as equipes e empresas caem na armadilha.” // “O líder todo-poderoso começa a agir por amor às missões lunáticas, e não pela força da estratégia. E então a roda gira mais e mais.”

Frases Top:

  1. “A meta da separação de fases é gerar um criadouro de missões lunáticas . Ele protege os projetos embrionários . Permite que os cuidadores construam um ambiente abrigado onde eles possam crescer , se desenvolver e ter os defeitos eliminados .”
  2. “Os artistas que trabalham em missões lunáticas e os soldados que trabalham em franquias têm que se sentir igualmente amados.”
  3. “Nem todo recepcionista tem que ser um grande inovador.”
  4. “No mundo real , as ideias são ridicularizadas , os experimentos falham , os orçamentos são cortados e pessoas boas são demitidas por razões absurdas .”
  5. “Os caminhos sinuosos que levam às grandes descobertas são a regra e não a exceção .
  6. “Eles iam embora por causa de um defeito do software . Era um Falso Fracasso .”
  7. “o inventor de uma ideia também deveria ser seu principal promotor e defensor . Mas os melhores inventores não são , necessariamente , os melhores defensores . Os papéis exigem habilidades diferentes que raramente são encontradas na mesma”
  8. “Muitas das melhores empresas farmacêuticas e de biotecnologia de hoje aprenderam a separar os papéis do inventor e do defensor . Elas”
  9. “Se você pôs sua alma num projeto , a tentação de desdenhar o mau resultado é grande . Você anseia é pela reafirmação de que está no caminho certo . Assim , ignora ou ataca os questionadores e busca reafirmação nos seus amigos , nos seus mentores , na sua mãe .”
  10. “Como é que a gente sabe a diferença entre persistência e teimosia ?”
  11. “Quando alguém desafia o projeto em que investiu anos , você se defende com raiva ou investiga com curiosidade genuína ? Descubro que é quando menos questiono que mais preciso me preocupar .”

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

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O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal240822

Novas Hashtags:

#Safi_Bahcall – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. refletir sobre a dificuldade que temos de lidar com disrupção e com Disruptores.

Qual o tema do artigo?

 

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Historietas:

Falar do AA e Bill Wilson.
Ciência da Inovação – imaginar que o curso já existe.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A Disrupção demanda a criação de um novo Ambiente para que as formas de pensar e agir tenham mais liberdade para se expandir.
  2. Nossa tarefa de Coaching no Jogo da Vida é aprender a equilibrar as demandas objetivas e subjetivas internas com os Fenômenos – sempre progressivos e mutantes do lado de fora.
  3. Há momentos nas nossas vidas que precisamos fazer ajustes na nossa forma de pensar e em outras apenas na nossa forma de agir.
  4. Safi, diria eu, escreveu um livro que entraria para a bibliografia básica da Ciência da Inovação.
  5. Mais do que nunca urge a necessidade do desenvolvimento de uma Ciência da Inovação para a formação de Inovadores Profissionais.
  6. Vivemos, a partir da chegada da Civilização 2.0, mais do que nunca, a demanda por aprender a mudar, a mudar sempre e a mudar rápido.
  7. O Sapiens tem a Sobrevivência mais Mutante e Progressiva do planeta e, por causa disso, precisa de uma alta Taxa de Adaptabilidade.
  8. O Sapiens procura economizar energia do cérebro e, por isso, automatiza as formas de pensar e agir, o que é um remédio nas Normalidades e um veneno nas Extraordinariedades.

Vamos ao Artigo:

“Os avanços que alteram o curso da ciência , dos negócios e da história – fracassam muitas vezes antes de ter sucesso.” – Safi.

O livro “Lunáticos” de Safir é uma reflexão com Padrões Históricos sobre como lidar com as necessárias e obrigatórias adaptações humanas aos diferentes contextos.

Safir, diferente da maioria dos autores didáticos de negócios, é um Padronista e não um Percepcionista.

Um Autor Padronista procura Padrões Históricos e procura desenvolver regras para que possamos lidar melhor, no caso dele, com o Fenômeno da Inovação.

O Fenômeno da Inovação é extremamente relevante para a nossa espécie, já que:

O Sapiens tem a Sobrevivência mais Mutante e Progressiva do planeta e, por causa disso, precisa desenvolver uma Alta Taxa de Adaptabilidade muito maior do que as demais espécies.

Vivemos, a partir da chegada da Civilização 2.0, um aumento exponencial da Taxa de Inovação e, mais do que nunca, precisamos aprender a mudar, a mudar sempre e a mudar rápido.

Mais do que nunca, urge a necessidade do desenvolvimento de uma Ciência da Inovação para a formação de Inovadores Profissionais – uma atividade cada vez mais demandada.

Hoje, a inovação é muito mais feita pelas percepções, que criam Teorias Mais Fracas do que pelos Padrões, que nos permitem desenvolver Teorias Mais Fortes.

Safi, diria eu, escreveu um livro que entraria para a bibliografia básica da Ciência da Inovação.

Por quê?

O livro de Safi procura:

  1. criar Padrões Históricos sobre diferentes tipos de comportamento diante de determinadas mudanças;
  2. analisar acertos e erros no passado de atitudes diante de mudanças, que funcionaram e não funcionaram;
  3. e criar conceitos, que possam nos ajudar no processo da Ciência da Inovação.

Safi é, no fundo, o Thomas Kuhn 2.0 – alguém que nos ensina a aprender os diferentes padrões que estão envolvidos em processos inovadores.

As mensagens principais do livro “Lunáticos” são as seguintes diante de algumas variantes inovadoras:

  • não estabeleça uma regra única para inovar, pois a cada momento é preciso um tipo de inovação distinta;
  • a inovação precisa rimar com os fatos, precisa ser flexível.

Safi reforça a ideia de que temos dois tipos de inovação, que merece um debate especial mais adiante sobre isso.

Quem nos dá a pista sobre os dois tipos de inovação é o Epistemólogo Thomas Kuhn (1922 -96) – que deve também entrar na bibliografia básica da Ciência da Inovação – que SEMPRE viveremos em todas as áreas momentos de Normalidades e de Extraordinariedades.

(Kuhn defendeu este conceito para a Ciência, mas eu tomo a liberdade de expandir, pois faz sentido, para todas as áreas.)

A regra básica para uma Inovação Flexível, que vale para pessoas, grupos ou organizações:

  • Há momentos que o Ambiente Externo demanda uma Inovação Mais Disruptiva e há momentos que pede uma Inovação Mais Incremental.
  • Há momentos em que nosso Cliente Interno pede Incrementalidade e tem horas que pede Disrupção.

Há momentos nas nossas vidas que precisamos fazer ajustes na nossa forma de pensar e em outras apenas na nossa forma de agir. 

Note que somos um Coaching no Jogo da Vida, na qual de um lado está o Ambiente Externo e do outro temos nosso Cachorrinho Interno, que está mais ou menos motivado.

Nossa tarefa de Coaching no Jogo da Vida é aprender a equilibrar as demandas objetivas e subjetivas internas com os Fenômenos – sempre progressivos e mutantes do lado de fora.

Vejamos, portanto, as duas situações diante da Sobrevivência Progressiva:

  • Momentos de Normalidade – pedem mudanças incrementais continuadas, através de alterações principalmente na forma de agir;
  • Momentos de Extraordinariedades – pedem mudanças disruptivas, através de alterações principalmente na forma de pensar.

E temos que entender estes dois Ciclos de Sobrevivência dentro de um Espiral Progressivo.

Um Espiral Progressivo representa a forma como nos adaptamos, a partir de nossas essências: uma Tecnoespécie, que aumenta a população de forma progressiva e precisa criar, de forma continuada, novas formas de resolver nossos sempre novos problemas de sobrevivência. 

Viver com mais qualidade significa:

  • entender que o Espiral Progressivo existe;
  • de que precisamos nos adaptar a ele;
  • que há momentos que ele pede mudanças pequenas no pensar e maiores no agir;
  • e há momentos que ele pede mudanças maiores no pensar e depois no agir.

O Espiral Progressivo tem, assim, Momentos de Extraordinariedades seguidos de Momentos de Normalidade e vice-versa.

O que Safir nos ensina é que o principal erro que cometemos diante das mudanças é não perceber que os ciclos de Extraordinariedades e Normalidades existem e precisam ser conhecidos e respeitados.

Mais ainda.

Com a Ciência da Inovação podemos aprender que nas Fases de Normalidade podemos praticar a Unimodalidade, mas nas Fases de Extraordinariedade somos obrigados a partir para a Bimodalidade.

Ele mostra, por exemplo, que na Segunda Guerra, como o avanço da Inovação Nazista foi necessário a criação de uma Processo de Inovação Bimodal para que fosse possível desenvolver novas armas pelos aliados.

E aí temos dois Processos de Inovação:

  • Processo de Inovação Unimodal – dentro do mesmo ambiente, em geral, menos mudanças no pensar e mais no agir;
  • Processo de Inovação Bimodal – dentro de ambientes distintos, em geral, quando precisamos mudar mais a forma de pensar do que agir.

Os Ambientes Humanos, sejam eles quais forem, criam formas de agir e pensar que acabam se consolidando, criando hábitos e regras, que são difíceis de serem alterados de forma mais disruptiva.

Os paradigmas que regem os Ambientes Humanos vão se tornando invisíveis e se naturalizando, bem como as tecnologias, e vão sendo incorporados mais pela Mente 1 do que pela Mente 2.

Por isso, as mudanças são tão complicadas, pois a Mente 1 – que é mais automatizada – é mais difícil de ser acessada depois que naturaliza formas de pensar e agir.

O Sapiens procura economizar energia do cérebro e, por isso, automatiza as formas de pensar e agir, o que é um remédio nas Normalidades e um veneno nas Extraordinariedades.

Vamos para o desfecho.

Isso não está no livro, mas podemos complementar.

Não existe apenas um tipo de Bimodalidade, mas dois:

  • a Bimodalidade Incremental – se cria a área separada apenas para que se desenvolva a novidade que depois é agregada ao antigo ambiente, pois há uma certa continuidade;
  • a Bimodalidade Disruptiva – se cria a área separada para que se desenvolva a novidade, mas não é agregada ao antigo ambiente, criando um novo, independente, pois não há continuidade, mas ruptura.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo

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Novas Hashtags:

#Safi_Bahcall – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. refletir sobre a dificuldade que temos de lidar com disrupção e com Disruptores.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Viver é encarar encruzilhadas todos os dias, umas mais fáceis e outras mais difíceis.
  2. É da capacidade de dizer não para “a” e sim para “b” que vamos definindo a qualidade das nossas vidas.
  3. Viver – para o Sapiens – é aprender a escolher.
  4. Hoje, com a chegada e massificação da Civilização 2.0 há um enorme desafio de reduzir a Taxa de Zecapagodismo.
  5. De maneira geral, pessoas que optam por tomar Decisões de Sobrevivência baseadas mais na Mente 1 do que na 2, são aquelas que levam uma vida pior.
  6. A qualidade de vida depende da sua capacidade de conhecer as suas Demandas Internas e equilibrá-las com o Cenário Externo.
  7. Uma pessoa que segue o senso comum, ou tem alta Taxa de Zecapagodismo, é aquela que tem mais dificuldade de dizer não.
  8. O Sapiens é a espécie viva que toma as decisões baseadas na reflexão.

Vamos ao Artigo:

“Podemos reconhecer o líder contando o número de flechas que tem na bunda.” – Folkman.

A sutil arte de aprender a dizer não é como poderia descrever este artigo.

Ayn Rand (1905 -82) nos ensina que o ser humano depende, basicamente, da sua capacidade de pensar para poder sobreviver.

Diferente das demais espécies somos dependentes de nossa habilidade de refletir e isso faz parte da Animalogia.

Animalogia é o estudo do Sapiens na comparação com as outras espécies, quando se percebe que somos uma espécie que, como todas as outras, precisa se esforçar de alguma forma para sobreviver. Porém, no nosso caso, dependemos da nossa capacidade de pensar do que dos instintos.

Rand destaca, de forma enfática, no seu Sistema Filosófico Objetivista que o Sapiens vive da sua capacidade de pensar e não do instinto.

Podemos dizer que todas as espécies sobrevivem das decisões que tomam. As demais são instintivas e o Sapiens reflexivo. 

É nesse contexto que vamos entender a seguinte frase:

“Para ganhar um Nobel, é preciso saber o que ignorar.” – James Watson, vencedor do Nobel.

O Sapiens é a espécie viva que toma as decisões baseadas na reflexão.

As outras espécies vivas operam apenas com a Mente 1, mais automática e mais instintiva.

O Sapiens precisa operar além da Mente 1, mais automática e mais instintiva, também com a Mente 2, menos automática, mais reflexiva.

De maneira geral, pessoas que optam por tomar Decisões de Sobrevivência baseadas mais na Mente 1 do que na 2, são aquelas que levam uma vida pior. 

A qualidade de vida que levamos depende das escolhas que fazemos e da nossa capacidade de desenvolver a Mente 2.

Viver – para o Sapiens – é aprender a escolher.

Quando James Watson diz que “é preciso saber ignorar”, podemos dizer que é preciso aprender a dizer não para algo e, portanto, sim para outros.

Viver é encarar encruzilhadas todos os dias, umas mais fáceis e outras mais difíceis.

É da capacidade de dizer não para “a” e sim para “b” que vamos definindo a qualidade das nossas vidas.

Uma pessoa que segue o senso comum, ou tem alta Taxa de Zecapagodismo, é aquela que tem mais dificuldade de dizer não.

É preciso escolher sobre o que você vai se dedicar e o que NÃO irá se preocupar.

Existem, portanto, dois tipos de alienações:

  • a Alienação Saudável – quando você evita consumir uma série de informações que não te fazem bem;
  • a Alienação Tóxica – quando você consome uma série de informações que não te fazem bem.

Diz o vencedor do Nobel: é preciso saber o que ignorar, é preciso desenvolver uma Alienação Saudável, bem como conceitos, filosofias, teorias e metodologias que não se relacionam bem com os fatos.

E aí temos dois critérios a serem observados para termos uma vida de mais qualidade:

  • o Cenário Externo – os fatos;
  • o Cenário Interno – as suas demandas objetivas e subjetivas.

Como diz Rand, quando você consegue rimar as suas decisões com os fatos, sua vida melhora e vice-versa.

Além disso, é preciso rimar a sua vida não só com os fatos do Cenário Externo, mas também com as tuas objetividades e subjetividades do teu Cenário Interno.

A qualidade de vida depende da sua capacidade de conhecer o Cenário Interno e estabelecer uma relação saudável com o Cenário Externo.  

Falemos agora do Cenário Externo Progressivo.

O Cenário Externo Progressivo é uma característica do Sapiens, que, a partir da sua essência de Demografia Progressiva, precisa criar também formas de Sobrevivência Progressiva.

Quanto mais a nossa sobrevivência vai se tornando progressivamente complexa (e isso é inerente no Sapiens) mais e mais vamos tendo que desenvolver a capacidade de pensar melhor.

Pensar melhor é a capacidade que temos de desenvolver a Mente 2, para que possa observar a Mente 1, procurando fazer escolhas cada vez melhores.

Vejamos as nossas duas mentes:

  • Mente 1 – mais alinhada com a Formatação Básica;
  • Mente 2 – reflete sobre a Formatação Básica e consegue alterá-la, conforme o Cenário Externo e o Interno.

Quanto mais as pessoas deixam a Mente 1 levar as suas vidas, menos inovadoras elas serão.

Inovar é a capacidade que temos de observar a Mente 1 – que traz toda a Formatação Básica que recebemos – para escolher aquilo que deve e o que não deve ser descartado, a partir da dicotomia Cenário Externo/Interno.

Um alerta final.

O Sapiens, por ter uma Complexidade Progressiva, precisa aumentar a Taxa de Autonomia de cada Sapiens.

Se pudermos analisar o passado, vamos observar que nosso trabalho mental tem sido no desenvolvimento cada vez maior da Mente 2.

Quando falamos de autonomia, estamos basicamente observando que é preciso que haja um esforço cada vez maior de se afastar da Formatação Básica.

Hoje, com a chegada e massificação da Civilização 2.0 há um enorme desafio de reduzir a Taxa de Zecapagodismo.

A grande demanda que o Sapiens 2.0 tem é justamente melhorar a sua capacidade de equilibrar o Cenário Externo com o Interno.

Há uma forte demanda de personalização tanto do Cliente Externo quanto do Interno.

E isso vai na direção contrária do que vivemos no último século com a Crise Final da Civilização 1.0, quando tivemos um aumento exponencial da Taxa de Massificação.

Este aliás é um desafio recorrente das Revoluções Midiáticas Civilizacionais: uma brusca passagem da massificação para a personalização.

Há uma forte demanda pelo desenvolvimento da Mente 2, que se observa na quantidade enorme de ofertas de livros, palestras e cursos de Originalização que temos no mercado.

Se pudermos analisar a Macro Jornada Humana o que temos é o desenvolvimento gradual da capacidade de desenvolvimento da Mente 2.

Mais e mais o Sapiens precisa aprender a se Originalizar para poder lidar com a progressiva Taxa de Autonomia que a Sobrevivência Progressiva nos obriga. 

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal220822

  1. Na Civilização 1.0 havia um intermediador entre o Sapiens e o mercado e agora cada pessoa vai ter que gradativamente aprender a lidar diretamente com ele.
  2. A tendência de trabalho do Sapiens 2.0 vai na direção da Startupização de cada pessoa.
  3. O Sapiens 2.0 terá que aprender a viver, cada vez mais, sem determinadas limitações da Civilização 1.0.
  4. Revoluções Midiáticas, com repercussões na Macro-História têm como consequência o aumento da Taxa de Autonomia de cada Sapiens.
  5. Parte da migração para o Sapiens 2.0 é automática e inconsciente, porém é preciso um novo Aparato Educacional 2.0 para que este processo seja mais eficaz e menos doloroso.
  6. Estamos assistindo a um processo de Uberização e Blockchenização, que obriga a cada pessoa a se Startupizar cada vez mais.
  7. A migração do Sapiens 1.0 para o 2.0, já em curso, será um longo processo, difícil e muitas vezes doloroso porém inevitável e necessário.
  8. Todas as tecnologias que chegam e se massificam modificam de alguma forma nossa forma objetiva e subjetiva de pensar e agir.

Novas Hashtags:

#Sapiens_2.0 – melhorando este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. desenvolvendo a ideia que a chegada da Civilização provoca a necessidade de um Sapiens 2.0.

Qual o tema do artigo?

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas para ilustrar os áudios:

Início do filme Walking Dead.

Vamos ao Artigo:

“O ser humano cria as tecnologias e as tecnologias recriam o ser humano.”– Marshall Mcluhan.

Faz sentido falar em Sapiens 2.0?

Acredito que sim.

Para isso, precisamos ter uma nova visão sobre a essência do Sapiens:

  1. somos uma Tecnoespécie;
  2. por causa disso, podemos aumentar a população;
  3. o aumento populacional nos traz uma maior Complexidade de Sobrevivência;
  4. maior Complexidade de Sobrevivência nos obriga a ter um Modelo de Sobrevivência Mais Sofisticado;
  5. o Modelo de Sobrevivência Mais Sofisticado demanda Modelos de Comunicação e de Comando e Controle mais Descentralizados;
  6. Modelos de Comunicação e de Comando e Controle mais Descentralizados demandam Mentes Compatíveis, que possamos lidar com as novas objetividades e subjetividades.

Todas as tecnologias que chegam e se massificam modificam de alguma forma nossa forma objetiva e subjetiva de pensar e agir.

Tecnologias abrem novas possibilidades para o Sapiens, que precisa se ajustar a este novo Tecnoambiente, tanto de forma consciente quanto inconsciente.

Até a chegada da Civilização 2.0, marcada pela massificação da Internet, vivíamos dentro dos limites de um Tecnoambiente Sonoro, que nos permite criar um determinado tipo de Modelo de Comando e Controle.

O Modelo de Comando e Controle define as Topologias Organizacionais, que podemos praticar nas diversas instituições, que nos ajudam a sobreviver.

Toda vez que novas mídias surgem e se massificam há uma profunda mudança nos Modelos de Comando e Controle da sociedade.

Se analisarmos o Padrão Histórico das Revoluções Midiáticas Civilizacionais na Macro-História veremos uma tendência ao aumento da descentralização.

Na Micro-História ou mesmo na Meso-História podemos observar momentos de centralização, mas nunca na Macro-História, quando observamos a Descentralização da Sobrevivência.

A Descentralização da Sobrevivência pode ser observada da seguinte maneira, de maneira geral:

  • o Sapiens passa a operar com mais autonomia no seu processo de sobrevivência;
  • o Sapiens passa a tomar mais decisões no seu processo de sobrevivência.

Revoluções Midiáticas, com repercussões na Macro-História, têm como consequência o aumento da Taxa de Autonomia de cada Sapiens.

O aumento da Taxa de Autonomia significa que cada Sapiens precisará pensar melhor para viver num Tecnoambiente Mais Autônomo.

Isso significa que o Sapiens 2.0 terá que viver numa Tecnoambiente Mais Autônomo com maior:

  • competitividade;
  • mudanças;
  • criatividade;
  • individualidade.

O Sapiens 2.0 terá que aprender a viver, cada vez mais, sem determinadas limitações da Civilização 1.0:

  • de tempo e lugar;
  • dos chefes, gerentes, coordenadores para definir os rumos das nossas atividades profissionais.

A tendência de trabalho do Sapiens 2.0 vai na direção da Startupização de cada pessoa.

Na Civilização 1.0 havia um intermediador entre o Sapiens e o mercado e agora cada pessoa vai ter que gradativamente aprender a lidar diretamente com ele.

Estamos assistindo a um processo de Uberização e Blockchenização, que obriga a cada pessoa a se Startupizar cada vez mais.

O trabalho na Civilização 2.0 tem exigido cada vez mais conhecimento:

  • da sua vocação para encantar clientes;
  • de conhecimento de marketing;
  • de receitas e despesas;
  • de inteligência competitiva para alterar os rumos em função de mudanças.

Em resumo.

O Sapiens 2.0 precisa se adaptar a um mundo que tem novos Modelos Organizativos muito menos verticalizados do que no passado.

Há uma demanda por uma Taxa de Autonomia Individual, que exige um novo paradigma de como nos vemos enquanto pessoas.

A migração do Sapiens 1.0 para o 2.0, já em curso, será um longo processo, difícil e muitas vezes doloroso porém inevitável e necessário.

Parte da migração para o Sapiens 2.0 é automática e inconsciente, porém é preciso um novo Aparato Educacional 2.0 para que este processo seja mais eficaz e menos doloroso.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

Por fim, temos um importante destaque que está na entrelinhas do “Abundância”, quando chegamos ao seguinte padrão, reforçando a ideia do atual Renascimento Civilizacional:

Aumentos Populacionais têm como consequência no curto e médio prazo a redução da Taxa de Cooperação Humana, pois as mídias, responsáveis por ela, acabam não permitindo que ela se expanda.

Aumentos Populacionais provocam crises conjunturais de Cooperação, pois temos:

  • Mais desconhecidos em cidades maiores;
  • Mais dificuldade de interagir;
  • E, uma tendência, por causa disso, de uma Verticalização Midiática e Organizativa.

A Crise da Cooperação só passa a ser atenuada quando surge uma nova mídia, que permite que haja um aumento da Taxa de Cooperação entre as pessoas.

Renascimentos Civilizacionais ocorrem, pois novas mídias permitem que as pessoas passem a cooperar de forma mais efetiva.

Quando se aumenta a Taxa de Cooperação Humana, a partir da chegada de novas mídias, determinados problemas que eram insolúveis no modelo organizativo anterior, passam a ter mais chance de serem solucionados.

Esta é a tese central do livro de Kotler e Diamandis e também do Matt Ridley – os três exemplos claros e nítidos de Futuristas Descentralizadores.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal190822

Novas Hashtags:

#disruptorfobia – criando e desenvolvendo este conceito.
#Safi_Bahcall – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. refletir sobre a dificuldade que temos de lidar com disrupção e com Disruptores.

Qual o tema do artigo?

 

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

O livro do Borella.

O artigo que li na Harvard Business Review.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Disruptores têm uma capacidade de abstração maior e, por causa disso, conseguem não só não se emocionar com o estabelecido, mas questioná-lo.
  2. Hoje, vivemos o inusitado e único fenômeno do surgimento e massificação de uma Filosofia de Comando e Controle Administrativa totalmente Disruptiva da atual.
  3. Hoje, a ideia da Bimodalidade com Retorno, via Hackatons, passou a ser uma prática comum, mas temos aí um Erro Competitivo Grave.
  4. Assim, a ideia de utilizar da Bimodalidade Com Retorno não funciona, pois a Gestão e a Curadoria têm Filosofias de Comando e Controle Administrativas INCOMPATÍVEIS!
  5. Com a chegada da Civilização 2.0, pela primeira vez na história, temos uma nova Filosofia de Comando e Controle Administrativa totalmente diferente da que praticávamos no passado.
  6. Porém, percebi que não poderíamos utilizar diante da Uberização, o modelo da Bimodalidade Com Retorno, pois vivemos com a chegada da Civilização 2.0, o surgimento de Modelos Administrativos Disruptivos.
  7. Nos meus livros, tanto o “Gestão 3.0” (2008) quanto o “Administração 3.0” (2018) fica claro, na parte Metodológica dos mesmos, a necessidade de se criar um Motor 2.
  8. O autor defende a necessidade de que toda organização deve ter duas áreas separadas, uma para as Normalidades e outra para as Lunaticidades.

Vamos ao Artigo:

“Os avanços que mudam nosso mundo nascem do casamento da genialidade com o acaso.”– Bahcall.

Safi Bahcall é americano, nascido em 1968, se formou em física, é Empreendedor Operacional e autor de livros. Estou comentando aqui o ótimo livro “Lunáticos – Loonshots: Como cultivar ideias inovadoras capazes de mudar o mundo”, que recomendo a leitura.

O livro aborda a questão da Bimodalidade.

A necessidade de separar para a inovação duas áreas e dois perfis de pessoas, que ela define como soldados (na Bimodais, os Incrementadores) e os artistas (na Bimodais, os Disruptores). E as Franquias (que seria na Bimodais o Motor 1) das Missões Lunáticas (que seria na Bimodais o Motor 2).

O livro apresenta vários cases de sucesso e insucesso no desenvolvimento de projetos inovadores.

Como Diamantes destaco:

  • o fato dele definir a necessidade de se ter um Coaching Bimodal (o conceito eu que criei) para fazer a ponte das duas áreas;
  • e a relevância de ter um Comprador da Lunaticidade para bancar o projeto entre os Incrementadores.

Como melhoria para a Narrativa Bimodal destaco:

  • o reforço do conceito de Bimodalidade como relevante para a inovação;
  • e a necessidade de criar dois tipos de Bimodalidade – a com retorno e a sem retorno, explico abaixo.

Temos nos processo de inovação dois tipos de Bimodalidade:

  • A Bimodalidade Com Retorno – no qual um serviço e um produto passam a ser operados pela mesma organização, sendo apenas feito no Motor 2;
  • A Bimodalidade Sem Retorno – quando há necessidade de se criar uma nova filosofia administrativa, uma empresa separada, que vai ter vida própria, que nasce no Motor 2, mas não volta para o Motor 1.

Todos os meus livros (são três e o quarto no prelo) foram livros Teóricos/Metodológicos.

Explico.

Há no mercado três tipos de livros didáticos:

  • Os Livros Didáticos Metodológicos – que apresentam apenas dicas operacionais;
  • Os Livros Didáticos Teóricos – que apresentam conceitos mais abstratos, mas sem dicas operacionais;
  • Os Livros Didáticos Metodológicos/Teóricos – que apresentam conceitos mais abstratos e dicas operacionais.

Nos livros didáticos, que contém algum tipo de teoria, podemos ter:

  • Teorias Padronistas – que apresentam padrões históricos;
  • Teorias Percepcionistas – que apresentam percepções sem padrões históricos.

O livro de Bahcall é um Livro Didático Metodológico/Teórico com Teorias Padronista.

O autor defende a necessidade de que toda organização deve ter duas áreas separadas, uma para as Normalidades e outra para as Lunaticidades.

Na Bimodais, influenciados por Thomas Kuhn (1922 – 96), definimos Lunaticidades com Extraordinariedades.

(A ideia do Motor 2 foi retirada pelos Bimodais no livro “Gestão do Amanhã” de José Salib e Sandro Magaldi.)

O livro de Bahcall faz um mergulho em várias histórias da criação de Motores 2 na história com destaque nas invenções na área médica e, principalmente, durante a guerra, quando a criação de um laboratório de civis, fora das forças armadas, fez uma grande diferença.

Nos meus livros, tanto o “Gestão 3.0” (2008) quanto o “Administração 3.0” (2018) fica claro, na parte Metodológica dos mesmos, a necessidade de se criar um Motor 2.   

Porém, percebi que não poderíamos utilizar diante da Uberização, o modelo da Bimodalidade Com Retorno, pois vivemos com a chegada da Civilização 2.0, o surgimento de Modelos Administrativos Disruptivos.

No livro, “Administração 3.0”, faço a metáfora da plantação de tomate e de kiwi, que são incompatíveis entre si.

O que estamos vivendo hoje é:

Com a chegada da Civilização 2.0, pela primeira vez na história, temos uma nova Filosofia de Comando e Controle Administrativa totalmente diferente da que praticávamos no passado.

Assim, a ideia de utilizar da Bimodalidade Com Retorno não funciona, pois a Gestão e a a Curadoria têm Filosofias de Comando e Controle Administrativas INCOMPATÍVEIS!

Já se perguntou por que grandes empresas têm optado cada vez mais por Hackatons?

Vamos à definição:

“Hackathon, termo eventualmente aportuguesado para “hackaton,” é uma maratona de programação na qual hackers se reúnem por horas, dias ou até semanas, a fim de explorar dados abertos, desvendar códigos e sistemas lógicos, discutir novas ideias e desenvolver projetos de software ou mesmo de hardware.”

O problema que ocorre é que, de maneira geral, as pessoas que estão dentro dos ambientes tradicionais são mais Incrementadores do que Disruptores.

Isso é normal.

Quando se estabelece processos que funcionam é preciso repeti-los e entramos num modo mais automático de trabalho.

Tivemos durante muitas décadas um Ambiente de Sobrevivência muito mais Incremental do que Disruptivo. Ou se quiserem dentro de mais Normalidade do que de Extraordinariedade.

Hoje, a ideia da Bimodalidade com Retorno, via Hackatons, passou a ser uma prática comum, mas temos aí um Erro Competitivo Grave.

O Erro Competitivo Grave que as Organizações Tradicionais cometem se deve a uma Análise de Cenário Equivocada, baseada em Teorias Fracas.

Hoje, vivemos o inusitado e único fenômeno do surgimento e massificação de uma Filosofia de Comando e Controle Administrativa totalmente Disruptiva da atual.

É por causa disso que a tal Transformação Digital deve e não deve:

  • Não deve usar o Método de Inovação Unimodal – de querer inovar de dentro para dentro;
  • Não deve usar o Método de Inovação Bimodal Com Retorno – de criar um Motor 2 Externo, mas que volta para dentro;
  • E deve usar o Método de Inovação Bimodal Sem Retorno – de criar um Motor 2 Externo, que cria uma nova empresa, que não tem volta.

Voltando ao livro e mostrando a demanda pela Bimodalidade com Retorno, temos o maravilhoso exemplo da série do Netflix “Unabomber” é um dos melhores exemplos do que podemos chamar de um Hackaton Endógeno (feito com e por um Disruptor Interno).

Hackaton Endógeno é aquele que as ideias disruptivas vem de dentro da organização.

Na série “Unabomber”, um Disruptor – é extremamente questionado – consegue chegar no nome do terrorista pagando um alto preço na sua vida pessoal para isso.

Há ali claramente o que podemos chamar de Disruptorfobia.

Disruptorfobia é a nossa incapacidade de entender e lidar com os perfis das pessoas Disruptoras e de processos Disruptores.

Na série, o personagem central percebe que a forma como estão tentando criar o perfil e com ele, achar o terrorista não é a adequada e sugere mudanças, que não são bem aceitas.

“Você está aqui para obedecer” – diz o chefe dele.

Não se conhece no filme “Unabomber” (como na sociedade):

  • o papel dos Disruptores;
  • como utilizá-los para resolver determinados problemas que podem ter novos paradigmas.

O livro de Safi Bahcall ajuda bem nesse processo.

O problema que temos nas organizações e na sociedade de maneira geral é uma Disruptorfobia, uma não compreensão do perfil dos Disruptores.

  • Quem Disruptores?
  • O que eles têm de diferente?
  • Como podem ajudar para promover Inovações Mais Disruptivas?

Vamos as respostas sempre provisórias sobre o tema:

  • Quem são os Disruptores (chamados de artistas e de lunáticos pelo autor / chamados de Originais pelo Adam Grant)?

Disruptores são um tipo de perfil na sociedade, que têm mais facilidade de achar incoerências no estabelecido e trazer novos paradigmas.

  • O que eles têm de diferente?

 Disruptores têm uma capacidade de abstração maior e, por causa disso, conseguem não só não se emocionar com o estabelecido, mas questioná-lo.

  • Como podem ajudar para promover Inovações Mais Disruptivas?

Em diversas situações é bom acionar o que vamos chamar de Método Hackaton, no qual possíveis Disruptores são chamados (dentro ou fora da empresa) para que possam sugerir mudanças nos paradigmas e propor novas formas de resolver o problema.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal180822

  1. Futurismo é um campo de estudo muito badalado, mas pouco estudado.
  2. Não há hoje no mercado a formação mais estruturada na formação de Futuristas.
  3. Renascimentos Civilizacionais ocorrem, pois novas mídias permitem que as pessoas passem a cooperar de forma mais efetiva.
  4. Vivemos hoje uma profunda crise das Ciências Sociais, na qual diversas Forças Sociais foram subavaliadas e, por causa disso, não se consegue entender e projetar o atual cenário.
  5. Vivemos hoje, de forma evidente, o fechamento e a abertura de um novo Macrociclo Civilizacional que as diferentes abordagens hegemônicas das Ciências Sociais desconhecem
  6. Diante das atuais mudanças, que estão ocorrendo das pontas para o centros, os Futuristas Descentralizadores tendem a ter uma visão mais otimista do futuro.”
  7. Diante das atuais mudanças, que estão ocorrendo das pontas para o centros, os Futuristas Centralizadores tendem a ter uma visão mais pessimista do futuro.
  8. Futuristas Centralizadores acreditam que a espécie tem um objetivo único e, por causa disso, têm mais dificuldades em aceitar mudanças, pois quase sempre não se encaixam na sua perspectiva.

Novas Hashtags:

#Abundância – dialogando com estes autores.

Quais são as questões do artigo?

  1. o futuro será bem melhor? Trabalhando tudo que envolve este prognóstico.

Qual o tema do artigo?

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas para ilustrar os áudios:

Ele dá o exemplo de uma laranjeira e a criação de escadas.

Vamos ao Artigo:

“A inovação está entranhada em nosso ser.”– Diamandis e Kotler.

No primeiro artigo sobre o livro, detalhamos um pouco sobre os meandros do Futurismo.

Futurismo é um campo de estudo muito badalado, mas pouco estudado.

Tivemos a necessidade de posicionar o Futurismo dentro das Ciências Sociais e promover uma série de divisões para compreender as suas nuances.

Vimos que temos Futuristas Universais (que estudam o amanhã do Cosmos) e os Sociais (que analisam a sociedade).

Entre os Sociais separamos entre os Sociais Conjunturais (que podemos chamar de modistas, que analisam as últimas modas ou micro tendências da sociedade). E os Estruturais que projetam as Macrotendências.

Os dois tipos de Futuristas Sociais:

  • os Futuristas Sociais Conjunturais – que apresentam Microtendências, sempre no curto prazo, que operam com fatos;
  • os Futuristas Sociais Estruturais – que apresentam Macrotendências, sempre no médio e longo prazo, que operam com padrões.

E nos definimos como Futuristas Sociais Estruturais, aqueles que se colocam no desafio de projetar Macrotendências de Médio e Longo Prazo.

É fundamental entender no Futurismo a separação entre o estudo dos fatos, dos Conjunturais dos de Padrões dos Estruturais.

Na Ciência, temos duas possibilidades de Métodos de Análise:

  • O Método Indutivo de Análise – que operam com os fatos e paradigmas estabelecidos;
  • O Método Dedutivo de Análise – que operam com os padrões e paradigmas em crise.

Os Futuristas Conjunturais conseguem fazer projeções de curto prazo, porém seria mais adequado que tivessem uma formação Futuristas mais embasada.

Não há hoje no mercado a formação mais estruturada na formação de Futuristas.

A Bimodal tem feito este esforço.

Vivemos hoje uma profunda crise das Ciências Sociais, na qual diversas Forças Sociais foram subavaliadas e, por causa disso, não se consegue entender e projetar o atual cenário.

A formação de novos Futuristas passa OBRIGATORIAMENTE pela revisão mais adequada das Ciências Sociais, saindo da obsoleta 1.0 e passando para a 2.0.

O objetivo da Bimodais é a formação de Futuristas Estruturais.

Futuristas Sociais Estruturais precisam criar ou escolher um Motor da História, no qual se estabelece Padrões Históricos na sociedade.

Motor da História é uma metáfora para o estudo de Padrões Históricos, que possam explicar momentos em que a Civilização Humana fecha e abre Macrociclos.

Vivemos hoje, de forma evidente, o fechamento e a abertura de um novo Macrociclo Civilizacional que as diferentes abordagens hegemônicas das Ciências Sociais desconhecem.

Por causa disso, Futuristas Estruturais têm como missão, antes de tudo, reestruturar as bases das Ciências Sociais 1.0 para que possam fazer com mais competência o seu trabalho.

Não há como projetar cenários de médio e longo prazo baseado em fatos, apenas em padrões.

Mais.

É da qualidade da escolha de determinado Motor da História pelo Futurista Social Estrutural que teremos melhor ou pior análise de cenário do amanhã.

Assim, necessariamente um Futurista Estrutural no atual momento precisará, como vários outros pesquisadores, reestruturar as bases da Ciência Social.

Note que temos as Ciências Sociais trabalha com dois Pilares Filosóficos Estruturais relacionados:

  • O Pilar Filosófico Estrutural Primário das Ciências Sociais – quando respondemos a pergunta “Quem Somos?”, que define a essência do Sapiens (definida por alguns filósofos como escolha Metafísica);
  • O Pilar Filosófico Estrutural Secundário das Ciências Sociais – quando respondemos a pergunta “Como avançamos?”, que define os Padrões Históricos tanto da Continuidade, quanto das Rupturas Civilizacionais (podemos definir como escolha filosófica da Jornada Macro Histórica.)

Quando vamos proceder uma Meta-Análise sobre as diferentes abordagens Futuristas no mercado, temos que entender como cada Futurista se relaciona com os Pilares Filosóficos das Ciências Sociais. 

A primeira grande bifurcação entre os diferentes Futuristas está no Pilar Filosófico Estrutural Primário das Ciências Sociais, que define a essência do Sapiens:

  • Sapiens Fixo – que tem um objetivo subjetivo definido por alguém do centro para as pontas;
  • Sapiens Mutante – que NÃO tem um objetivo subjetivo, apenas deseja viver melhor hoje do que ontem, com sua jornada definida das pontas para o centro.

A visão do Sapiens Fixo acaba por definir um tipo de Futurista com uma visão mais Centralizadora da Jornada Humana, pois acredita que o Sapiens tem um foco subjetivo, que ele acredita ser o melhor. Os Focos Subjetivos variam entre ideologias e religiões.

A visão do Sapiens Mutante acaba por definir um tipo de Futurista com uma visão mais Descentralizadora da Jornada Humana, pois acredita que o Sapiens NÃO tem um Foco Objetivo, apenas a vontade de viver sempre melhor.

Portanto, Futuristas Estruturais se dividem em dois grupos, a partir da escolha que faz a partir da escolha do Pilar Filosófico Estrutural Primário das Ciências Sociais:

  • Futuristas Centralizadores – aqueles que acreditam que o ser humano – enquanto espécie – tem um foco, um objetivo, que parte de um centro que o guia;
  • Futuristas Descentralizadores – aqueles que acreditam que o ser humano – enquanto espécie – NÃO tem um foco, um objetivo, mas luta para sobreviver cada vez melhor, através de uma Ordem Espontânea.

Os autores do livro “Abundância” são Futuristas Descentralizadores.

São otimistas diante do futuro justamente pela escolha que fizeram ao escolher, de forma consciente ou não, o Pilar Filosófico Estrutural Primário das Ciências Sociais do Sapiens Mutante.

Yuval Harari, por exemplo, é um autor que se encaixa como um Futurista Social Estrutural Centralizador. Vide o seu questionamento dentro do livro “Sapiens“, quando critica a escolha humana pelas aldeias em detrimento do nomadismo – segundo ele, foi equivocada.

Há ali a visão dirigista baseada em critérios subjetivos da espécie, que faz boas e más escolhas e não um processo que precisa ser entendido do ponto de vista da sobrevivência.

Há um Dirigismo Centralizado, no qual Harari sabe o que é melhor para todos: do centro para as pontas.

O pessimismo de Harari em relação ao futuro, ao não defender que vivermos um Renascimento como Diamandis e Kotler vem da escolha do Pilar Filosófico Estrutural Primário das Ciências Sociaisna escolha do Sapiens Fixo.

Um Futurista Descentralizador não julga as decisões humanas, mas procura entender sempre na direção da procura de uma vida pior para uma melhor.

No Futurismo Centralizador há uma avaliação que vem do centro para as pontas do que é melhor para a espécie e no Descentralizador isso não ocorre.

Diamandis e Kotler não julgam ou acreditam que a espécie tem um objetivo geral que não seja viver melhor.

Dizem eles:

“As pessoas têm um desejo fundamental de dar uma vida melhor a si e as suas famílias.”

Isto define claramente a escolha do Pilar Filosófico Estrutural Primário das Ciências Sociais do Sapiens Mutante.

Diamandis e Kotler são otimistas, pois escolheram uma forma de pensar o Sapiens, que lhes dá a visão da renascença.

Eles não se preocupam com as possíveis subjetividades, a referência principal é sempre a mesma: do ponto de vista da sobrevivência a espécie como um todo está melhorando ou não?

Podemos dizer que o livro “Abundância” de Diamandis e Kotler já está mais próximo da Ciência Social 2.0.

Por quê?

Na segunda resposta do Pilar Filosófico Estrutural Secundário das Ciências Sociais, Kotler e Diamandis destacam no seu livro a relevância de algumas Forças Sociais que são fortemente ignoradas pela Ciência Social 1.0. São elas:

  • o papel das Tecnologias na Jornada Humana;
  • o papel das Mídias na Jornada Humana;
  • o papel da Demografia na Jornada Humana.

Exemplos dos autores:

“A história nos mostra que o progresso continua através das épocas boas e ruins.”

A ideia de que o Sapiens sempre está aperfeiçoando a sua forma de sobreviver e isso que é relevante, independente das subjetividades. Aqui, no livro, se apresenta dados de melhorias objetivas da espécie (menos mortes ao nascer, mais tempo de vida, etc).

“A maior ferramenta de que dispomos para enfrentar nossos grandes desafios é a mente humana.”

Aqui, temos a defesa da capacidade inovadora do ser humano para poder superar os cada vez mais novos e complexos desafios da sobrevivência.

“A tecnologia é um mecanismo liberador de recursos. Pode transformar o outrora escasso no agora abundante.”

A mudança de perspectiva da visão das tecnologias como uma Força Social Obrigatória e Necessária para a caminhada humana. Vai contra todo o discurso Tecnofóbico que temos em várias áreas da sociedade.

(Vejam a série “Unabomber” e o manifesto anti-tecnologias.)

“A tecnologia costuma ser como fazemos isso acontecer (melhoria de vida).

E ainda:

O papel das tecnologias e da inovação vai na seguinte direção:

“O problema não é escassez mas acessibilidade.”

Ou seja, faltam as tecnologias para tornar o que é escasso acessível e torná-lo abundante.

Um exemplo:

“Existem mais de 5.000 vezes mais energia solar atingindo a superfície do planeta do que consumimos no ano.”

O livro destaca ainda a Força Social Progressiva da Demografia e a sua relação com as tecnologias:

“Se não se consegue se livrar das pessoas é preciso ampliar os recursos que essas pessoas consomem.”// “Não temos que cortar fatias menores de nosso bolo e sim descobrir como produzir mais bolos.”

Destacam três tendências fortes que farão a diferença no presente com impactos no futuro:

  • faça você mesmo;
  • o investimento dos milionários filantrópicos;
  • e, por fim, a chegada de 1 bilhão de carentes ao Mercado Global, com melhorias de vida.

Futuristas Descentralizadores acreditam que, no médio e longo prazo, a espécie conseguirá formas de melhorar de vida sempre no caminho das pontas para o centro.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal170822

Novas Hashtags:

#Abundância – dialogando com estes autores.

Quais são as questões do artigo?

  1. refletir sobre o Futurismo, a partir das ideias do autor de um futuro muito melhor.

Qual o tema do artigo?

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O livro “Abundância” de Diamandis e Kotler é um exemplo típico do Futurismo Social Estrutural, pois não faz projeções de curto, mas sempre de médio e longo prazo.
  2. O Futurismo Social aborda, basicamente, a projeção de onde estamos e para onde vamos enquanto espécie.
  3. A Ciência Social 1.0 opera como Motores da Histórias que ficaram obsoletos e, por causa disso, são incapazes de explicar o atual momento e projetá-lo para o futuro.
  4. No Futurismo Social Estrutural estamos falando de projeções de médio e longo prazo da sociedade e não de qual é o próximo celular que a Samsung vai lançar.
  5. Um Futurista Tóxico analisa o futuro, a partir dos seus critérios objetivos e não na comparação da melhoria da vida das pessoas, via dados.
  6. Muito se fala em Futurismo e Futuristas, mas parece é área em que não organizamos direito os conceitos de forma mais científica.
  7. No Futurismo Centralizador há uma avaliação que vem do centro para as pontas do que é melhor para a espécie e no Descentralizador isso não ocorre.
  8. Um historiador procura fatos do passado. Um Futurista procura padrões do passado.

Historietas para ilustrar os áudios:

Ele dá o exemplo de uma laranjeira e a criação de escadas.

Falar da mesa de cabeceira e a arrumação que tenho feito.

Vamos ao Artigo:

“A maior ferramenta de que dispomos para enfrentar nossos grandes desafios é a mente humana.”– Diamandis e Kotler.

Pierre Lévy no livro Cibercultura explica bastante seu lado otimista em relação ao futuro.

De maneira geral, as pessoas não vêm o futuro com otimismo, mas com pessimismo.

Acredito que é preciso, antes de tudo, definir:

Qual é a métrica para um Futuro Melhor ou Pior?

Quais são os parâmetros?

Em geral, no atual cenário, os pessimistas têm determinados critérios e os otimistas outros.

O primeiro passo, então, para analisar se o futuro vai ser melhor ou pior é definir quais são os critérios a serem utilizados.

Vou desenvolver um pouco o tema Futurismo e Futuristas e, ao final, vou apresentar conclusões.

De pronto, é preciso definir quem vai dizer que o futuro será melhor?

  • O Futuro visto do centro para as pontas – pessoas que, de forma onipotente, sabem o que é melhor para todos os seres humanos;
  • O Futuro visto das pontas para o centro – a melhoria de vida das pessoas, com cada um vivendo melhor do que no passado.

E aí temos um outro problema sobre o Futuro, que é o tipo de comparação que é feita:

  • A Comparação Futurista Tóxica – do que eu acho melhor para o mundo com o que vai ocorrendo, subjetiva, via crenças;
  • A Comparação Futurista Saudável – com a análise da vida das pessoas hoje com as do passado, objetiva, via dados.

Um Futurista Tóxico analisa o futuro, a partir dos seus critérios objetivos e não na comparação da melhoria da vida das pessoas, via dados.

Muito se fala em Futurismo e Futuristas, mas parece é área em que não organizamos direito os conceitos de forma mais científica.

Antes de comentar, de novo o livro de Diamandis e Kotler, o que fiz em 2018, podem ouvir os áudios aqui, retomo o tema do Futurismo com outras perspectiva.

O que é o Futurismo?

Futurismo é uma área da Ciência que procura desenvolver projeções sobre o amanhã em todos os aspectos.

Na verdade, a maior parte de qualquer trabalho científico entrega para a sociedade – depois das análises filosóficas e teóricas sobre determinado Fenômeno – sugestões de tratamento (metodologias) seguido de prognósticos (com respectivas métricas para se avaliar os resultados).

Prognosticar o amanhã faz parte de uma das atividade de TODAS as ciências., pois se estuda fenômenos para se conhecer, lidar melhor com ele, sugerir tratamentos e, além disso, se projetar seus desdobramentos com ou sem interferência humana.

Exemplos de projeção:

  • “Provavelmente, aquele vulcão vai entrar em erupção dentro dos próximos dois anos.”
  • “Depois do tratamento feito no paciente, esperamos que ele comece a melhorar dentro das próximas doze horas.”

O Futurismo, de maneira geral, é um setor das Ciências Sociais, que hoje está órfão de uma Ciência.

Assim, para sermos mais precisos é mais adequado dividir o Futurismo em dois:

  • o Futurismo Social – que projeta a situação do Sapiens;
  • o Futurismo Universal – que projeta a situação do planeta e do universo de maneira geral, sem chance de qualquer interferência humana.

O livro “Abundância” de Diamandis e Kotler é um exemplo típico do Futurismo Social.

O Futurismo Social aborda, basicamente, a projeção de onde estamos e para onde vamos enquanto espécie.

Existem dois tipos de Futurismo Sociais:

  • O Futurismo Social Conjuntural – que faz projeções de curto prazo, que opera basicamente com fatos;
  • O Futurismo Social Estrutural – que faz projeções de médio e longo prazo, que opera basicamente com padrões.

Podemos dizer que o Futurismo Social Conjuntural se encaixa melhor dentro da Administração, dos Negócios – o que já foi chamado de Inteligência Competitiva.

Já o Futurismo Social Estrutural é um ramo da história, que vai definir OBRIGATORIAMENTE escolher ou criar algum tipo de Motor da História para a partir dele poder projetar Macrotendências de Médio e Longo Prazo.

Um historiador procura fatos do passado. Um Futurista procura padrões do passado.

Um Futurista Social Estrutural é, basicamente, um pesquisador de padrões para que, a partir deles, possa apontar Macro Tendências futuras de médio e longo prazo.

Assim, no Futurismo Social Estrutural estamos falando de projeções de médio e longo prazo da sociedade e não de qual é o próximo celular que a Samsung vai lançar.

O livro “Abundância” de Diamandis e Kotler é um exemplo típico do Futurismo Social Estrutural, pois não faz projeções de curto, mas sempre de médio e longo prazo.

A Bimodais, dentro deste contexto, é uma Escola de Futurismo Social Estrutural, que oferece a seus clientes as Macrotendências Futuras de médio e longo prazo.

Para que se possa projetar Macrotendências de Médio e Longo Prazo, os Futuristas Sociais Estruturais precisam de um tipo específico de formação e embasamento, pois vão necessitar de Padrões Históricos para que possam realizar o seu trabalho.

Um Futurismo Social Estrutural tem como ferramenta a criação ou uso de um Motor da História para que possa projetar Macrotendências.

Por causa disso, a Bimodais optou pela criação da Antropologia da Sobrevivência, uma nova Ciência Social, que faz diversos ajustes disruptivos na Ciência 1.0.

Por que Antropologia da Sobrevivência?

  • A Antropologia é um estudo histórico sempre do Macro Cenário;
  •  A Sobrevivência é uma escolha teórica, que se preocupa, antes de tudo, com as questões objetivas do Sapiens na sua eterna batalhara para sobreviver da melhor forma possível.

São duas escolhas feitas pela Bimodais para a criação da Antropologia da Sobrevivência.

A escolha pelo conceito Antropologia está relacionada a uma escolha teórica de definir o tempo de análise sempre na Macro História e a sobrevivência é uma opção filosófica de procurar sempre as objetividades e se se afastar das subjetividades humanas.

As duas opções procuram fugir da análise futurista sem padrões históricos – só visíveis na Macro História – e de análises que relegam a sobrevivência como o eixo central de qualquer análise futurista.

São escolhas que consideramos mais adequadas e serão avaliadas, a partir dos prognósticos que temos feito.

A Antropologia da Sobrevivência, portanto, estuda as Revoluções Midiáticas Civilizacionais do passado para que possa identificar os Fatores Causantes, Detonantes e Consequentes destes fenômenos e sugerir Fatores Atuantes.

A nossa escola teve a necessidade de criar, como demanda da atividade de um Futurismo Social Estrutural o Motor da História Bimodal, baseado nas bases Filosóficas e Teóricas, a partir de Marshall McLuhan (1911 -80).

O Motor da História Bimodal tem os seguintes paradigmas:

  • somos uma Tecnoespécie, que pode crescer a população pelo uso das tecnologias;
  • o aumento populacional nos obriga a ser uma espécie mutante, inovadora e criativa;
  • de tempos em tempos, somos obrigados a criar novas formas de interagir e isso nos leva a novas formas de nos organizar.

A Antropologia da Sobrevivência Bimodal passa a fazer uma revisão, a partir de um novo Motor da História, de várias Forças Sociais que foram subavaliadas no passado: demografia, tecnologias, mídias e modelos administrativos.

Filosoficamente falando, as revisões feitas pelo Motor da História Bimodal inauguram a Ciência Social 2.0.

O que estamos afirmando é que:

  • a Ciência Social é baseada no seu epicentro em Motores da História;
  • e que os Motores da Histórias contemporâneos não são mais suficientes para entender onde estamos e para onde vamos em termos civilizacionais.

A Ciência Social 1.0 opera como Motores da Histórias que ficaram obsoletos e, por causa disso, são incapazes de explicar o atual momento e projetá-lo para o futuro.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

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O áudio do artigo

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Novas Hashtags:

#Adam_Grant  – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. o que aprender com Grant sobre reaprendizagem?

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

Historietas para ilustrar os áudios:

Vamos ao Artigo:

“xxx” – Grant.

O presente artigo falará mais da Visão de Cenário.

Por que acredito que o livro de Grant é tão relevante e tem merecido diversos artigos aqui da Bimodais?

Ele toca numa questão central para que possamos ir, aos poucos, superando a Macro Crise Civilizacional que nos metemos.

Fato é:

A sociedade humana precisa de um novo tipo de Formatação Básica para viver num Ambiente de Sobrevivência Mais Mutante.

Nossa Formatação Básica foi toda preparada para viver no Ambiente de Sobrevivência Sonoro e agora precisamos nos adaptar para o Digital.

O ritmo de mudanças na Civilização 1.0 era bem menor do que o da 2.0.

Qual é a grande demanda da Civilização 2.0?

Precisamos aumentar a taxa do Pensamento Epistemológico na sociedade.

O Pensamento Epistemológico é aquele que reflete sobre a nossa reflexão, sobre o repensar.

O livro de Grant, no final das contas, é um livro basicamente Epistemológico, pois nos incentiva a pensar sobre como pensamos.

A Epistemologia é a reflexão sobre a reflexão.

Temos uma Taxa de Cientificidade no Ambiente de Sobrevivência 1.0, que deixou de ser suficiente para lidar com o 2.0.

Mergulhemos no passado.

Quando analisamos o esforço de René Descartes (1596 – 1650) com o livro do “Discurso do Método” temos ali um livro Epistemológico.

Uma demanda humana da passagem do Ambiente de Sobrevivência 1.2 para o 1.3 (da escrita manuscrita para a impressa).

Descartes com seu livro aumentou a Taxa de Cientificidade da sociedade – necessária para que pudéssemos lidar com o novo Patamar de Complexidade de Sobrevivência, fruto do aumento populacional naquele período.

Foi um livro relevante para refletir sobre a passagem de menos para mais Cientificidade.

Quando falamos em aumento da Taxa de Cientificidade – nossa capacidade de pensar como nós pensamos – passamos a conhecer mais o histórico do conhecimento passado, mas também obtendo ferramentas para repensá-lo.

Temos hoje a demanda na Civilização 2.0 por um exponencial aumento da Taxa de Cientificidade.

Que tem dois aspectos:

  • Conhecer mais o conhecimento acumulado;
  • Refletir mais sobre como pensamos.

Temos, assim, um fenômeno da Jornada Humana que podemos chamar de Epistemologia Progressiva.

A Epistemologia Progressiva é uma demanda humana de que os Sapiens pensem cada vez mais em como  pensam.

Assim, um dos Macro Desafios da Civilização 2.0 é o aumento gradual da Taxa da Mentalidade Científica de maneira geral na sociedade (como vimos no Artigo 2 desta série.)

Quando abordamos a questão da Mentalidade Científica por sugestão de Grant, por outro lado, estamos sugerindo, basicamente, o aumento da Taxa da Visão Epistemológica.

A Visão Epistemológica é aquela que NÃO se preocupa em analisar apenas os fatos, mas TAMBÉM o COMO analisamos os fatos.

A Epistemologia é o campo de estudo da Metapercepção.

Grant defende a ideia da Metapercepção (ele chama de metacognição) o desenvolvimento de pensar o tempo todo como pensamos.

Metapercepção é a capacidade que temos de pensar como pensamos.

Quando olhamos para os fenômenos diretamente, como se não houvesse a necessidade de refletir sobre as ferramentas (objetivas e subjetivas) que usamos aumentamos a Taxa de Emocionalismo Não Reflexivo. 

A Epistemologia é o campo da filosofia justamente criado para que possamos sempre operar em duas frentes de forma adequada:

  • na Fenomenologia (olhar para os fatos)
  • e na Epistemologia (como olhamos para os fatos).

O que inclui dois tipos de Epistemologia:

  • a Epistemologia do Ambiente – o espaço no qual o conhecimento é produzido e sinergia que existe entre os dois;
  • a Epistemologia da Análise – as ferramentas filosóficas, teóricas e metodológicas utilizadas na análise.

Nossas mentes foram preparadas para um tipo de sociedade e hoje estamos diante de uma nova, que demanda um novo tipo de formação – algo que já ocorreu no passado.

Podemos dizer que a Formatação Básica para o Sapiens 2.0 é o aumento radical do Ferramental Epistemológico de cada pessoa.

Temos hoje diante da Civilização 2.0 a passagem de um Sapiens mais Místico para um ainda mais Científico.

Neste aspecto, vivemos sob a égide da Mentalidade Científica Progressiva.

Diagnostica Grant a baixa taxa da Mentalidade Científica nos seguintes sintomas:

  1. “Escutamos opiniões que nos satisfazem, mas não ideias que nos levem a reflexões intensas.”;
  2. “Uma vez que aceitamos algo como verdadeiro, raramente nos damos ao trabalho de questionar essa verdade.”;
  3. “Formas de pensar se tornam hábitos que nos atrasam, e só nos damos o trabalho de questioná-las quando é tarde demais. Esperamos.”.

 

Frases Tops do Autor:

  1. “Rever nossos pensamentos pode ajudar a encontrar novas soluções para problemas antigos e redescobrir soluções antigas para problemas novos.”
  2. “O ritmo acelerado das mudanças nos obriga a, mais do que nunca, aprender a questionar rapidamente nossas crenças.”
  3. “Quanto mais capaz você é, mais difícil é enxergar as próprias limitações. Ser bom em pensar pode nos tornar ruins em repensar.”

Destaque (azul) – Página 14

Uma vez que aceitamos algo como verdadeiro, raramente nos damos ao trabalho de questionar essa verdade.

Destaque (azul) – Página 18

Formas de pensar se tornam hábitos que nos atrasam, e só nos damos o trabalho de questioná- las quando é tarde demais. Esperamos

Destaque (laranja) – Página 18

Este livro trata da importância de repensar certezas.

Destaque (laranja) – Página 18

Fala sobre como adotar o tipo de flexibilidade mental que salvou a vida de Wagner Dodge. E sobre como ter êxito no ponto em que ele falhou: incentivar essa mesma capacidade nos outros.

Destaque (amarelo) – Página 18

Algumas não são apenas parte do seu trabalho– são parte da sua identidade.

Destaque (amarelo) – Página 20

Meu trabalho é repensar nossa maneira de trabalhar, liderar e viver–

Destaque (azul) – Página 20

 

Destaque (amarelo) – Página 22

Meu objetivo neste livro é explorar como se dá a reavaliação de um pensamento.

Destaque (amarelo) – Página 22

maiores repensadores do mundo.

Destaque (amarelo) – Página 22

comunidades de aprendizado vitalício.

Destaque (laranja) – Página 23

Este livro é um convite para que você se desfaça de conhecimentos e opiniões que não o ajudam mais e ancore sua identidade na flexibilidade, não na consistência. Se

Destaque (azul) – Página 24

Rever nossos pensamentos pode ajudar a encontrar novas soluções para

Destaque (laranja) – Página 23
Este livro é um convite para que você se desfaça de conhecimentos e opiniões que não o ajudam mais e ancore sua identidade na flexibilidade, não na consistência. Se
Destaque (azul) – Página 24
Rever nossos pensamentos pode ajudar a encontrar novas soluções para problemas antigos e redescobrir soluções antigas para problemas novos.
Destaque (azul) – Página 24
Uma marca da sabedoria é identificar a hora de abandonar algumas das ferramentas que nos são mais preciosas

Pense de novo

“Repensar é uma habilidade, mas também uma mentalidade. Muitas das ferramentas mentais de que precisamos nós já temos, só precisamos nos lembrar de pegá-las lá no fundo do armário e tirar a ferrugem.”

“Precisamos desenvolver o hábito de formar nossa própria “segunda opinião””.

“Se você for um cientista profissional, repensar é essencial ao seu trabalho. A ciência exige uma percepção constante dos limites da sua compreensão.”

O ritmo acelerado das mudanças nos obriga a, mais do que nunca, aprender a questionar rapidamente nossas crenças.

Diamante:

Mas ser cientista não se trata apenas de uma profissão. É um estado de espírito – uma forma de pensar diferente de pregar, de advogar e de fazer política.

Dão uma guinada para o terreno político quando permitem que suas visões sejam influenciadas por popularidade, não por precisão

Quanto mais capaz você é, mais difícil é enxergar as próprias limitações. Ser bom em pensar pode nos tornar ruins em repensar.

Quando estamos no modo cientista, nos recusamos a deixar nossas ideias se transformarem em ideologias.

Aqui, é preciso reposicionar a relação com o ego

Pensar como um cientista exige mais do que apenas reagir com a mente aberta. Exige manter a mente aberta ativamente. Exige procurar motivos pelos quais podemos estar errados – não motivos pelos quais devemos estar certos – e revisar nossas opiniões com base no que descobrimos.

Afinal de contas, o propósito de aprender não é confirmar nossas crenças, e sim fazê-las evoluir.

O que distinguia os grandes presidentes era o interesse e a disposição para assimilar ideias novas.

Se conhecimento é poder, saber o que não sabemos é sabedoria.

Encaravam muitas das suas posições como experimentos a serem testados, não como pontos a serem ganhos.

O problema de alguém entrar numa área que não conhece se achando o conhecedor porque é bom em outra.

O pensamento científico prefere a humildade ao orgulho, a dúvida à certeza, a curiosidade à conclusão.

Quando saímos do modo cientista, o ciclo do repensar é quebrado, passando para o ciclo da confiança excessiva.

Diamante

Opinião Exógena

Viramos políticos, ignorando ou descartando o que não é bem-visto por nossos eleitores – nossos pais, nosso chefe ou os colegas de escola que ainda tentamos impressionar.

Nós nos dedicamos tanto ao show que a verdade acaba relegada aos bastidores.

Temos o ego aprendiz (Endógeno) e o aparecedor (Exógeno).

 

Pesquisas mostram que, quando estamos lidando com alguém que resiste a transformações, é importante reforçar o que vai permanecer igual. Pensar em mudanças se torna mais interessante quando se inclui continuidade. Apesar de nossa estratégia ser capaz de evoluir, nossa identidade persiste.

Equilibrar as alterações.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo

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#Adam_Grant  – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. o que aprender com Grant sobre reaprendizagem?

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Viver é estar o tempo todo procurando jogar frescobol com os fatos.
  2. A nova Civilização 2.0 tem um ritmo mais mutante, criativo, competitivo e exige que as pessoas estejam muito mais motivadas do que no passado.
  3. A sabedoria é o conhecimento com o propósito e não o conhecimento pelo conhecimento.
  4. Sabedoria é a capacidade de utilizar o conhecimento de forma a nos tornar mais felizes.
  5. Conforme o Ambiente de Sobrevivência muda, de forma mais incremental ou disruptiva, nós temos que nos adaptar a ele na mesma proporção.
  6. A qualidade da inovação está diretamente ligada à qualidade das Ferramentas Epistemológicas utilizadas!
  7. O Ambiente de Sobrevivência do Sapiens é mutante, pois somos uma Tecnoespécie Progressiva.
  8. Inovar é mudar. E mudar passa necessariamente pela revisão da nossa forma de agir e pensar.

Historietas para ilustrar os áudios:

A história da chuva e do conhecimento.

Vamos ao Artigo:

“Precisamos desenvolver o hábito de formar nossa própria “segunda opinião.””– Grant.

Inovar é mudar. E mudar passa necessariamente pela revisão da nossa forma de agir e pensar.

Assim, temos dois tipos de inovação:

  • a incremental – que é a mudança basicamente da forma de agir, com poucas alterações no pensar;
  • a disruptiva – que é a mudança com muitas alterações no pensar para, só então, alterar a forma de agir.

Quase sempre, ou é mais comum vivermos Mudanças Incrementais do que Disruptivas.

Como nos ensinou Thomas Kuhn (1922 – 1996) – nosso Epistemólogo Preferido –  vivemos mais as Normalidades do que as Extraordinariedades.

Normalidades duram mais tempo e acabam criando uma ilusão de Continuidade Permanente – o que dificulta nossa capacidade de aceitar mudanças.

Por que temos que mudar continuamente?

O Ambiente de Sobrevivência do Sapiens é mutante, pois somos uma Tecnoespécie Progressiva.

Assim, inovar não é uma opção, mas uma obrigação.

Inovar é, portanto, proceder ajustes na nossa forma de pensar e agir e receber o feedback, positivo ou negativo, do Ambiente de Sobrevivência.

Viver é estar o tempo todo procurando jogar frescobol com os fatos.

Conforme o Ambiente de Sobrevivência muda, de forma mais incremental ou disruptiva, nós temos que nos adaptar a ele no mesmo ritmo.

Quando Grant defende a relevância do repensar, está se referindo basicamente – na nossa interpretação – na musculação da Mente 2, revisando a forma de agir e pensar da Mente 1.

Já vimos que a Mente 2 é mais reflexiva e a 1 mais automática.

Ele defende a flexibilidade da mente, que é a capacidade de entender que temos duas e que uma precisa olhar para a outra.

Dessa forma, não existe o olhar para a caixa – mudar é o exercício permanente de olhar para a caixa que foi formatada e escolher o que está mais ajudando do que atrapalhando. 

Viver exige uma Filosofia de Sobrevivência, que atenda os dois lados:

  • o Cliente Exógeno – aquele que vai te pagar para que você possa pagar a conta do supermercado, tornando a o seu Projeto de Sobrevivência Sustentável;
  • o Cliente Endógeno – nosso Cachorrinho Interno, que precisa estar balançando o rabinho todo dia de manhã e nas segundas-feiras, quando começa a semana.

A nova Civilização 2.0 tem um ritmo mais mutante, criativo, competitivo e exige que as pessoas estejam muito mais motivadas do que no passado.

E nesse momento temos a demanda conceitual de aumentar a Taxa de Sabedoria.

Diria que temos na nossa relação com o conhecimento algumas camadas, que formam os Paradigmas:

  • Dado – o básico do básico;
  • Informação – que são vários dados reunidos;
  • Conhecimento – que é a informação articulada;
  • Sabedoria – que vai dar sentido a todo o resto, direcionando o Conhecimento na direção da Felicidade do Cliente Endógeno e Exógeno.

Em resumo:

Sabedoria é a capacidade de utilizar o conhecimento de forma a tornar  nossos Clientes Endógenos e Exógenos mais felizes.

Diz Grant:

“Uma marca da sabedoria é identificar a hora de abandonar algumas das ferramentas que nos são mais preciosas.”

Digo eu:

A sabedoria é o conhecimento com o propósito e não o conhecimento pelo conhecimento.

A sabedoria baliza, assim, como escolhemos nossos Paradigmas Sociais.

Paradigmas Sociais são as formas de pensar e agir relacionados às sociedades humanas, que mantêm nossos Projetos de Sobrevivência Sustentáveis.

E aí podemos dividir dois tipos de paradigmas:

  • Os Paradigmas Tóxicos – são aqueles que se distanciam dos fatos e, por algum ou vários motivos, NÃO geram felicidade para os nossos dois clientes;
  • Os Paradigmas Saudáveis – são aqueles que se aproximam dos fatos e, por algum OU vários motivos, geram felicidade para os dois clientes.

Mudar é o processo de revisão dos paradigmas e exige que possamos nos ver como um processo e não como algo acabado.

Grant define que existe um Ego Totalitário – aquele que não consegue mudar e considera que a pessoa “é assim” um projeto mais acabado do que em construção.

Diz ele:

“Repensar é uma habilidade, mas também uma mentalidade. Muitas das ferramentas mentais de que precisamos nós já temos, só precisamos nos lembrar de pegá-las lá no fundo do armário e tirar a ferrugem.”

Quando ele se refere a “Ferramentais Mentais” estamos falando no pensar sobre como pensamos. A capacidade de poder rever nossos paradigmas.

Diz ele:

“A maldição do conhecimento é que ele fecha nossa mente para o que não sabemos.”

Sim, se o conhecimento for visto com algo acabado e não um processo. Assim, não podemos dizer que conhecemos, mas que estamos conhecendo.

Dito isso, passemos a outro aspecto para concluir a análise de Grant.

A demanda pela Epistemologia Progressiva.

Fato é:

A sociedade humana precisa de um novo tipo de Formatação Básica para viver num Ambiente de Sobrevivência Mais Mutante.

Nossa Formatação Básica foi toda preparada para viver no Ambiente de Sobrevivência Sonoro e agora precisamos nos adaptar para o Digital.

O ritmo de mudanças na Civilização 1.0 era bem menor do que o da 2.0.

Qual é a grande demanda da Civilização 2.0?

Precisamos aumentar a taxa do Pensamento Epistemológico na sociedade.

O Pensamento Epistemológico é aquele que reflete sobre a nossa reflexão, sobre o repensar.

O livro de Grant, no final das contas, é um livro basicamente Epistemológico, pois nos incentiva a pensar sobre como pensamos.

A Epistemologia é o campo da filosofia dedicado à reflexão sobre a reflexão.

Temos uma Taxa de Cientificidade no Ambiente de Sobrevivência 1.0, que deixou de ser suficiente para lidar com o 2.0.

Quando analisamos, por exemplo, o esforço de René Descartes (1596 – 1650) com o livro do “Discurso do Método”,  temos ali um livro Epistemológico, que veio ajudar a superar a crise daquela época.

Descartes ofereceu uma ajuda para a forte demanda humana da passagem do Ambiente de Sobrevivência 1.2 para o 1.3 (da escrita manuscrita para a impressa).

Qual é o padrão das Revoluções Midiáticas Civilizacionais?

  • Toda vez que aumentamos a população passamos a ser demandantes de uma maior Taxa de Cientificidade;
  • E o aumento da Taxa de Cientificidade nos leva a um aumento da Visão Epistemológica.

Descartes com seu livro aumentou a Taxa de Cientificidade da sociedade – necessária para que pudéssemos lidar com o novo Patamar de Complexidade de Sobrevivência, fruto do aumento populacional naquele período.

Foi um livro relevante para refletir sobre a passagem de menos para mais Cientificidade.

Quando falamos em aumento da Taxa de Cientificidade – nossa capacidade de pensar como nós pensamos – passamos a conhecer mais o histórico do conhecimento passado, mas também obtendo ferramentas para repensá-lo.

O aumento da Taxa de Cientificidade da sociedade tem dois aspectos:

  • Conhecer mais o conhecimento acumulado;
  • Refletir mais sobre como pensamos.

Temos, assim, um fenômeno da Jornada Humana que podemos chamar de Epistemologia Progressiva.

A Epistemologia Progressiva é uma demanda humana de que pensemos cada vez mais em como  pensamos.

A qualidade da inovação está diretamente ligada à qualidade das Ferramentas Epistemológicas utilizadas!

Quando abordamos a questão da Mentalidade Científica por sugestão de Grant, por outro lado, estamos sugerindo, basicamente, o aumento da Taxa da Visão Epistemológica.

A Visão Epistemológica é aquela que NÃO se preocupa em analisar apenas os fatos, mas TAMBÉM o COMO analisamos os fatos.

A Epistemologia é o campo de estudo que nos ajudar a desenvolver a Metapercepção.

Grant defende a ideia da Metapercepção (ele chama de metacognição) o desenvolvimento de pensar o tempo todo como pensamos.

Metapercepção é a capacidade que temos de pensar como pensamos.

Quando olhamos para os fenômenos diretamente, como se não houvesse a necessidade de refletir sobre as ferramentas (objetivas e subjetivas) que usamos, aumentamos a Taxa de Emocionalismo Não Reflexivo. 

A Epistemologia é o campo da filosofia justamente criado para que possamos sempre operar em duas frentes de forma adequada:

  • na Fenomenologia (olhar para os fatos)
  • e na Epistemologia (como olhamos para os fatos).

O que inclui dois tipos de Epistemologia:

  • a Epistemologia do Ambiente – o espaço no qual o conhecimento é produzido e sinergia que existe entre os dois;
  • a Epistemologia da Análise – as ferramentas filosóficas, teóricas e metodológicas utilizadas na análise.

Nossas mentes foram preparadas para um tipo de sociedade e hoje estamos diante de uma nova, que demanda um novo tipo de formação – algo que já ocorreu no passado.

Podemos dizer que a Formatação Básica para o Sapiens 2.0 é o aumento radical do Ferramental Epistemológico de cada pessoa.

Temos hoje diante da Civilização 2.0 a passagem de um Sapiens mais Místico para um ainda mais Científico.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal150822

Novas Hashtags:

#Adam_Grant  – dialogando com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. o que aprender com Grant sobre reaprendizagem?

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não somos humanos, estamos humanos.
  2. Colocar a sua vaidade/identidade no processo de aprendizado e não naquilo que já se aprendeu ajuda a aumentar a Taxa de Vaidade Mais Saudável.
  3. Quando começamos a desenvolver uma Vaidade Mais Saudável passamos a procurar valorizar aquilo que é mais estrutural e permanente.
  4. Assim, não se trata de ser vaidoso ou não, mas que tipo de vaidade cada um vai escolher.
  5. A vaidade é a musculação da identidade.
  6. Note que pela definição do dicionário “vaidade” não é algo tóxico ou negativo, mas é algo ESTRUTURAL de cada ser humano.
  7. A Mente 1 é mais adequada para determinadas atividades, que pedem respostas rápidas, tal como música ou esportes e a Mente 2 para as decisões de sobrevivência.
  8. Quando alguém diz “eu sou assim” tem que tomar muito cuidado, pois pode “estar assim”.

Historietas para ilustrar os áudios:

Ted Bundy: A Confissão Final – e a frase “eu quer entender”.

Vamos ao Artigo:

“Rever nossos pensamentos pode ajudar a encontrar novas soluções para problemas antigos e redescobrir soluções antigas para problemas novos.” – Grant.

O ser humano tem como característica poder se reinventar dentro de determinados limites.

Somos diferentes das outras espécies vivas.

Repito.

Não somos humanos, estamos humanos.

Quando alguém diz “eu sou assim” tem que tomar muito cuidado, pois pode “estar assim”.

Temos, como estamos conversando sobre isso aqui, duas mentes dentro de nós:

  • a Mente 1 – mais automática;
  • a Mente 2 – mais reflexiva, que atua por sobre a mais automática.

É o que Grant nos inspira a criar a Mentalidade Científica.

Mentalidade Científica é quando:

  • temos consciência de que temos duas Mentes e não apenas uma;
  • e a Mente 2 passa a atuar com mais frequência sobre a Mente 1, no que ele chama de repensar.

A Mente 1 é mais adequada para determinadas atividades, que pedem respostas rápidas, tal como música ou esportes e a Mente 2 para as decisões de sobrevivência.

E aí temos uma decisão importante nas nossas vidas.

Onde devemos colocar nossa identidade?

De maneira geral, sem grandes reflexões, acabamos por pensar sobre a nossa identidade mais na Mente 1 do que na Mente 2.

Passamos a achar que somos muito mais resultado da Formatação Exógena do que a criação de uma Formatação Endógena.

Se Originalizar, na verdade, é aumentar a Taxa da Formatação Endógena sobre a Exógena.

Vejamos a definição do dicionário de identidade:

“…conjunto de características que distinguem uma pessoa ou uma coisa e por meio das quais é possível individualizá-la.”

Há uma relação umbilical entre identidade e vaidade.

Vejamos a definição de vaidade no dicionário:

“Valorização que se atribui à própria aparência, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros.”

Complementaria:

“…pelos outros e por si mesmo.”.

 Note que pela definição do dicionário “vaidade” não é algo tóxico ou negativo, mas é algo ESTRUTURAL de cada ser humano.

A vaidade é a musculação da identidade.

Eu quero ser identificado por tais e tais características e coloco isso para “rodar”, através da vaidade.

Assim, não se trata de ser vaidoso ou não, mas que tipo de vaidade cada um vai escolher.

O que temos, assim, são dois tipos de vaidade:

  • a Vaidade Mais Tóxica – quando queremos ser reconhecidos tendo como referência os outros (Vaidade Exógena) ou por características conjunturais, que são fúteis e passageiras;
  • e a Vaidade Mais Saudável – quando queremos ser reconhecidos tendo como referência nosso projeto de vida (Vaidade Endógena) por características estruturais, que são relevantes e permanentes.

De alguma forma, podemos interferir em como lidamos com a vaidade e procurar fazer a escolha pela Vaidade Saudável.

Quando começamos a desenvolver uma Vaidade Mais Saudável passamos a procurar valorizar aquilo que é mais estrutural e permanente.

No meu trabalho de Empreendedor Conceitual, por exemplo, aprendi que deveria me apegar ao processo de aprendizado e não nos conceitos criados para desenvolver uma Vaidade Mais Saudável.

Colocar a sua vaidade/identidade no processo de aprendizado e não naquilo que já se aprendeu ajuda a aumentar a Taxa de Vaidade Mais Saudável.

O Sapiens – temos repetido isso várias vezes – é uma Tecnoespécie Mutante e Progressiva.

Não Somos Humanos, estamos humanos.

Um sintoma da Vaidade Mais Tóxica é a afirmação “eu sou assim” ou “eu sou isso e aquilo“.

A passagem para uma Vaidade Mais Saudável nos coloca na seguinte afirmação “eu estou assim” e, quando algo me faz mal, eu posso rever e tentar mudar.

A Vaidade Saudável se baseia nos processos e coloca a pessoa aberta para a vida.

Na Vaidade Saudável, a pessoa não coloca o ego naquilo que criou, mas na capacidade de continuar criando.

Na Vaidade Saudável, a pessoa quer ser reconhecida pela sua capacidade de ir se alterando no tempo.

Diz o autor sobre isso:

“Algumas atitudes e formas de pensar não são apenas parte do seu trabalho – são parte da sua identidade.”

O relevante aqui é refletir mais e mais sobre o conceito do que achamos que é a nossa “identidade“.

Regra:

Quanto mais determinada forma de pensar e agir está embolada com a Identidade Mais Tóxica (em geral mais imersa na Mente 1), mais teremos dificuldade de modificá-la.

Podemos, assim, apontar dois tipos de Identidades:

  • a Identidade Mais Tóxica, que gera a Vaidade Mais Tóxica – aquela fechada para mudanças – “eu sou assim”;
  • a Identidade Mais Saudável, que gera a Vaidade Mais Saudável – aquela aberta para mudanças – “eu estou assim”.

Diz o autor:

“Este livro é um convite para que você se desfaça de conhecimentos e opiniões que não o ajudam mais e ancore sua identidade na flexibilidade, não na consistência. “

Comento:

É justamente a sugestão de sair da Identidade Tóxica para a Saudável.

O conceito “flexibilidade” é relevante.

Só podemos ser flexíveis se temos capacidade de escolha.

Flexibilidade no dicionário é “qualidade do que é flexível, maleável.”

Quanto mais automática é a nossa forma de pensar e agir, menos flexível ela vai ser.

Mais ainda:

Quanto mais nossa forma de pensar e agir estiver na Mente 1 (mais automatizada) mais teremos dificuldade em nos flexibilizar.

Mudar, inovar, criar é diretamente proporcional a nossa capacidade de nos flexibilizar, de poder nos ver como um processo e não com uma “coisa fechada”.

Se Originalizar é basicamente colocar nossa identidade no Sendo Humano e não no Sou Humano.

Por fim, para fechar o artigo,

Temos aqui um ponto importante, pois a flexibilidade no pensar e agir não é a flexibilidade pela flexibilidade.

A Identidade e a Vaidade Mais Saudável está no fato de colocar nossa flexibilidade no pensar e agir em algo que nos fará mais felizes.

Porém, não existe Felicidade Sustentável que não seja aquela em que dois clientes ficarão felizes:

  • o Cliente Externo – aquele que verá valor nas suas atividades e vai te remunerar por isso;
  • o Cliente Interno – aquele Cachorrinho Originalizador, que vai balançar o rabinho quando sentir que está se originalizando.

Uma vida mais saudável, com a musculação da Identidade e da Vaidade Mais Saudáveis é a capacidade de cada pessoa de agradar aos seus dois clientes: o externo e o interno.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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O áudio do artigo

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Novas Hashtags:

#Crise_Civilizacional_1.0 – criando e desenvolvendo este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. analisar a Crise Civilizacional que tivemos no século passado.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não adianta criar movimentos Tecnofóbicos, pois quanto mais gente tivermos no planeta mais e mais seremos dependentes de tecnologias.
  2. O principal problema dos Melancólicos Civilizacionais é ignorar os progressivos e naturais em uma Tecnoespécie fatores demográficos, midiáticos e intermediadores.
  3. A Teoria Social 2.0, que vem sendo desenvolvida pela Bimodais, tem no seu epicentro o abandono da Fantasia Melancólica do Sapiens Estático.
  4. Note que quando se pensa em um Sapiens Primitivo – harmônico com a natureza – se ignora o Fator Demográfico Progressivo.
  5. O Sapiens é uma Tecnoespécie Mutante e Progressiva e isso não é fácil de ser aceito pelos Melancólicos Civilizacionais.
  6. Quando as pessoas criticam vários aspectos mutantes na sociedade, temos uma espécie de Melancolia Civilizacional.
  7. Hoje, temos um grande desafio de mudança de paradigma do Sapiens Estático (mais comum) para um Mutante (em expansão).
  8. A Tecnofobia é uma expressão de revolta contra algo que não pode ser alterado e modificado na vida de uma Tecnoespécie.

Historietas para ilustrar os áudios:

O casal de velhinhos que colocava a cadeira do lado de fora na rua e hoje não pode mais.

Falar do manifesto do Unabomber.

A brincadeira com a Mônica.

Vamos ao Artigo:

“Nenhum organismo biológico ou instituição humana, que sofra uma
mudança de tamanho e uma consequente mudança na escala de proporções, não
passa por isso sem modificar sua forma ou conformação.” –
Galileu.

Este artigo – escrevo agora depois de quase pronto – é um exemplo típico da Produção Conceitual Progressiva da Ciência 2.0.

Escrevo todos os dias para meus clientes – que me financiam – e toda vez que abordo temas aparentemente similares aparece aqui e ali mudanças relevantes na minha forma de pensar.

O artigo é relevante, pois consigo, finalmente, no aspecto da Visão de Cenário, chegar à dicotomia entre o Sapiens Estático versus o Mutante e introduzo os conceitos de Melancolia Civilizacional e Três Fatores Estruturais Civilizacionais Progressivos. E ainda da Mentalidade Desapegante. No aspecto Epistemológico Produtivo no conceito Produção Conceitual Progressiva.

Vejamos os três tipos de Metareflexões Epistemológicas:

  • A Epistemologia Produtiva -Metareflexões sobre como pensamos, no aspecto da produção conceitual (periodicidade, local de divulgação, quem referenda);
  • A Epistemologia do Ambiente – Metareflexões sobre o ambiente que os conceitos são produzidos;
  • A Epistemologia do Fenômeno – é como se organiza e se articula a Narrativa Conceitual sobre o Fenômeno.

Explico na sequência.

A Bimodais é um case vivo e inovador da Ciência Social 2.0.

Ciência Social 2.0 é aquela que se utiliza dos recursos digitais, principalmente a Clientelização das Pesquisas (aproximação com os clientes) e os novos recursos digitais para desenvolver as suas atividades.

O objetivo da Bimodais atualmente são dois:

  • Oferecer aos nossos clientes uma Teoria Forte, que passamos a denominar Teoria Social 2.0, que consiga explicar e projetar o cenário, a partir da Internet;
  • E entender o papel dos Disruptores, um perfil específico de pessoas na sociedade, que tem mais facilidade de se desapegar dos paradigmas passados e criar novas formas de pensar e agir disruptivas.

Hoje, temos um grande desafio de mudança de paradigma do Sapiens Estático (mais comum) para um Mutante (em expansão).

Vejamos as duas visões sobre o Sapiens na história:

  • Sapiens Estático – o ser humano é sempre o mesmo, pois as mudanças no ambiente não o influencia;
  • Sapiens Mutante – o ser humano se modifica, pois as mudanças no ambiente o influencia.

A visão do Sapiens Estático é a base de boa parte da Teoria Social 1.0, principalmente ao ignorar a mutação que sofremos quando aumentamos a população e, por causa disso, a obrigação que passamos a ter de criar novas tecnologias e, em especial, novas mídias – e com elas Novas Formas de Intermediação.

Quando as pessoas criticam vários aspectos mutantes na sociedade, temos uma espécie de Melancolia Civilizacional.

A Melancolia Civilizacional se caracteriza por querer manter determinadas formas de pensar e agir do passado, que não são mais passíveis de existir, pois houve, além de outras, mudanças demográficas, midiáticas e intermediadoras.

O Sapiens é uma Tecnoespécie Mutante e Progressiva e isso não é fácil de ser aceito pelos Melancólicos Civilizacionais.

O principal problema dos Melancólicos Civilizacionais é ignorar os progressivos e naturais em uma Tecnoespécie fatores demográficos, midiáticos e intermediadores.

Quando Jean-Jacques Rousseau (1712 -78) introduziu o Paradigma Filosófico Melancólico Civilizacional do “bom selvagem” – que depois se reverberou mais adiante em várias teorias sociais – ele ignorava o lado Mutante e Progressivo do Sapiens.

Vejamos o mito:

“O mito do “bom selvagem” tem sua origem na obra do filósofo franco-suíço Jean-Jacques Rousseau e consiste na tese de que o ser humano era puro e inocente em seu estado natural, sendo a sociedade responsável por incutir nele valores e hábitos que o conduziriam ao conflito e aos problemas.”

Note que quando se pensa em um Sapiens Primitivo – harmônico com a natureza – se ignora os Três Fatores Estruturais Civilizacionais Progressivos: aumento populacional, novas mídias e novas formas de intermediação.

A vida, por exemplo, em uma cidade de 20 mil habitantes será muito diferente de uma de 200 mil e para outra de 20 milhões.

Bem como, uma civilização que usa a escrita, se comparada a outra que é somente oral, será completamente distinta.

E ainda.

Uma sociedade ou organização, que já se utiliza de novos Modelos de Intermediação tem outro tipo e dinâmica.

A sinergia dos Três Fatores Estruturais Civilizacionais Progressivos (demografia, mídias e intermediação) é o que movimenta o Motor da História do Sapiens.

O que era considerado adequado em termos de sobrevivência no passado passa a ser inadequado quando se modificam os Três Fatores Estruturais Civilizacionais Progressivos.

O manifesto do Unabomber – citado inclusive no livro de Grant – é um protesto Melancólico Civilizacional contra a própria essência do Sapiens.

Todo tipo de Tecnofobia é uma expressão de revolta contra algo que não pode ser alterado e modificado na vida de uma Tecnoespécie: um processo progressivo de Mudanças em Espiral.

A Teoria Social 2.0, que vem sendo desenvolvida pela Bimodais, tem no seu epicentro o abandono da Fantasia Melancólica do Sapiens Estático para o novo paradigma do Sapiens Progressivo.

Por sermos uma Tecnoespécie Mutante e Progressiva precisamos entender que algo do passado terá que ser deixado para trás.

Precisamos adotar – do ponto de vista Macro Histórico – uma Mentalidade Desapegante.

Mentalidade Desapegante é aquela que entende que determinadas mudanças são obrigatórias e que não adianta se revoltar contra elas, mas saber como utilizá-las para que possamos viver melhor, descartando os lados negativos e adotando os positivos.

Não adianta criar movimentos Tecnofóbicos, pois quanto mais gente tivermos no planeta mais e mais seremos dependentes de tecnologias.

A Fantasia Melancólica de Sapiens Estático nos impede de enxergar com clareza a Crise da Civilização 1.0.

Se olharmos o mapa do crescimento populacional do Sapiens, veremos que NUNCA tivemos a explosão demográfica dos últimos dois séculos, que nos tirou de um para a marca histórica de 8 bilhões de Sapiens.

Thomas Malthus (1766 – 1834) já nos alertava, desde o século XVIII, de que quando aumentamos a população é preciso gerenciar as crises consequentes.

Na análise que fazemos da Macro História, podemos dizer que o século passado foi o final de uma Era Civilizacional, na qual tivemos:

  • Mídias com Alta Taxa de Verticalização;
  • Aumento Demográfico Exponencial;
  • E, por consequente, o aumento da Taxa de Verticalização da Intermediação.

A combinação destes fatores nos levou à Crise da Civilização 1.0, que se caracteriza pelos aumentos das respectivas Taxas:

  • de Massificação;
  • de Concentração da Concorrência;
  • de Centralização da Inovação;
  • da Verticalização de Corações e Mentes.

Na sequência, com a chegada do Digital, a Crise Civilizacional começa a ser dissipada, a partir da nova Mídia e de um novo Modelo de Intermediação, mas temos uma nova crise – típica do início de Revoluções Civilizacionais.

O embate entre a Civilização 1.0 versus a 2.0 se caracteriza por:

  • mudança disruptiva na intermediação, que questiona o modelo passado;
  • demanda por mudanças objetivas e subjetivas do Sapiens 1.0 para o 2.0.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo

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#Adam_Grant  – aprendendo com este autor.

Quais são as questões do artigo?

  1. o que aprender com Grant sobre reaprendizagem?

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

 

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Ética Epistemológica é aquela que define como vamos nos relacionar com o conhecimento.
  2. Quando temos novas mídias mais descentralizadas, a tendência é que a sociedade desenvolva um aumento generalizado da taxa da Mentalidade Científica.
  3. A Mentalidade do Cientista, que ele recomenda como mais adequada para todos nós, é aquela em que a pessoa está sempre aberta a rever seus paradigmas.
  4. Quanto mais temos gente no planeta, mais e mais haverá necessidade do aumento da taxa do pensamento científico por todos os Sapiens.
  5. Teoria Social 1.0 é aquela que ainda NÃO fez a revisão do papel das relevantes e estruturais forças, tanto da mídia, quanto da demografia nas Recorrentes Revoluções Midiáticas Civilizacionais ao longo da Jornada Humana.
  6. Leitura Ativa, que é aquela que você faz tendo uma Narrativa Conceitual a ser aprimorada.
  7. Assim, um dos Macro Desafios da Civilização 2.0 é o aumento gradual da Taxa da Mentalidade do Cientista na sociedade.
  8. O processo de estar humano é feito de permanentes escolhas.

Historietas para ilustrar os áudios:

Peste negra, Descartes e a demanda progressiva do Sapiens por um pensamento mais científico.

Vamos ao Artigo:

“Rimos de pessoas que ainda usam o Windows 95, mas continuamos apegados a julgamentos que formamos em 1995.” – Grant.

Quando analisamos livros no Ambiente Progressivo de Pesquisa nós NÃO procuramos fazer resumo ou criticar, mas nos inspirar, de alguma forma, a melhor nossa Narrativa Conceitual.

É o que chamamos de uma Leitura Ativa, que é aquela que você faz tendo uma Narrativa Conceitual a ser aprimorada.

No primeiro artigo, apresentamos o problema de Grant – que é comum na maioria dos Conceituadores Sociais – de ser ainda um adepto dos obsoletos paradigmas da Teoria Social 1.0.

Teoria Social 1.0 é aquela que ainda NÃO fez a revisão do papel das relevantes e estruturais forças, tanto da mídia midiática quanto da demografia nas Recorrentes  Revoluções Midiáticas Civilizacionais ao longo da Jornada Humana.

Temos aproveitado, entretanto, as interessantes percepções do autor para aprimorar a Teoria Social 2.0, que temos desenvolvido na Bimodais ao longo destes últimos quatro anos e eu, como Empreendedor tanto Operacional quanto Conceitual nos últimos 30 anos.

A Mentalidade Científica Progressiva

Temos aqui um Diamante Conceitual, que se caracteriza como algo relevante para aprimorar a Narrativa Conceitual Bimodal.

Eis a Regra:

Quanto mais temos gente no planeta, mais e mais haverá necessidade do aumento da taxa do pensamento científico por todos os Sapiens.

Por quê?

Mais gente no planeta gera a demanda por mais Complexidade de Sobrevivência e este novo ambiente mais complexo demanda que cada Sapiens opere e decida melhor para poder ter uma vida mais adequada.

Grant destaca que há quatro mentalidades humanas ao lidarmos com o conhecimento:

(Há a minha interpretação sobre as mentalidades) :

  • do pastor – baseado em crenças
  • do político – baseada em marketing;
  • do advogado – baseada em discursos vazios;
  • e do cientista – baseada em lógica e fatos.

A Mentalidade do Cientista ou Científica, que ele recomenda como mais adequada para todos nós, é aquela em que a pessoa está sempre aberta a rever seus paradigmas, a partir do Feedback dos Fatos.

Temos Conjunturalmente um Movimento Pendular na nossa relação com o conhecimento, que é a seguinte:

  • Quanto mais a Intermediação Midiática na sociedade é Verticalizada, menos teremos a Mentalidade Científica;
  • Quanto mais a Intermediação Midiática na sociedade é Horizontalizada, mais teremos a Mentalidade Científica.

E temos ainda Estruturalmente um Movimento em Espiral, na direção de cada vez mais Mentalidade Científica, a partir da consolidação de novos Ambientes de Sobrevivência.

Vejamos a diferença entre os Movimentos Midiáticos:

  • Movimento Midiático Pendular Conjuntural – aquele que depende da região e ocorre dentro da mesma Era Midiática Civilizacional;
  • Movimento Midiático em Espiral Estrutural – aquele que só ocorre dentro de uma nova Era Midiática Civilizacional.

Assim, no Movimento Midiático Pendular Conjuntural temos a seguinte regra:

Quanto mais Verticalizado for o Ambiente de Sobrevivência, menos teremos a Mentalidade do Científica e vice-versa.

E ainda:

Quando temos novas mídias mais descentralizadas, a tendência é que a sociedade desenvolva um aumento generalizado da taxa da Mentalidade Científica.

Por quê?

Ambientes mais Verticalizados coíbem:

  • a inovação;
  • a criatividade;
  • a competitividade;
  • a Originalização.

O que gera uma baixa Mentalidade Científica e o aumento de outras Mentalidades menos lógicas.

As frases de Grant sobre a Mentalidade Científica:

  1. “Ser cientista não se trata apenas de uma profissão. É um estado de espírito – uma forma de pensar diferente de pregar, de advogar e de fazer política.”
  2. “Dão uma guinada para o terreno político quando permitem que suas visões sejam influenciadas por popularidade, não por precisão.”
  3. “Quando estamos no modo cientista, nos recusamos a deixar nossas ideias se transformarem em ideologias.”
  4. “Pensar como um cientista exige mais do que apenas reagir com a mente aberta. Exige manter a mente aberta ativamente. Exige procurar motivos pelos quais podemos estar errados – não motivos pelos quais devemos estar certos – e revisar nossas opiniões com base no que descobrimos.”
  5. “Afinal de contas, o propósito de aprender não é confirmar nossas crenças, e sim fazê-las evoluir.”
  6. “O que distinguia os grandes presidentes era o interesse e a disposição para assimilar ideias novas.”
  7. “Encaravam muitas das suas posições como experimentos a serem testados, não como pontos a serem ganhos.”
  8. “O pensamento científico prefere a humildade ao orgulho, a dúvida à certeza, a curiosidade à conclusão.”
  9. “Quando saímos do modo cientista, o ciclo do repensar é quebrado, passando para o ciclo da confiança excessiva.”

A Mentalidade Científica – que Grant chama de “modo cientista” é uma escolha humana – que se caracteriza por uma Ética Epistemológica.

Ética são escolhas humanas, que fazemos diante de várias encruzilhadas, que acabam definindo a nossa forma de pensar e agir na nossa Jornada Individual.

Ética Epistemológica é aquela que define como vamos nos relacionar com o conhecimento.

Temos vários tipos de Éticas (escolhas) nas nossas vidas:

  • Ética Epistemológica – como me relaciono com o conhecimento;
  • Ética Existencial – como encaro minha Jornada Individual;
  • Ética Relacional – como estabeleço as minhas relações com outras pessoas;
  • Ética Social – como me posiciono diante das escolhas sociais, políticas e econômicas.

A Mentalidade Científica é, assim, uma escolha, a Ética Epistemológica escolhida por cada pessoa para se relacionar com o conhecimento.

Aqui na Bimodais definimos a Ética da Mentalidade Científica com a Certeza Provisória Razoável – uma atitude diante do conhecimento: .

A Certeza Provisória Razoável é uma atitude diante do conhecimento na qual precisamos sempre ter Certeza para decidir (se conhece para decidir) em dado momento, mas sabemos que aquela forma de pensar e agir é provisória, a partir dos dados que temos hoje e que pode ser modificada. Assim, mudamos quando há argumentos razoáveis, que nos apontam um aprimoramento na forma de pensar e agir.

Uma pessoa tem uma Jornada Individual mais saudável é aquela que:

  • tem consciência de que não somos humanos, mas estamos humanos, somos um processo;
  • que o processo de estar humano é feito de permanentes escolhas;
  • de que as escolhas devem ser feitas baseadas em Éticas Conscientes, que devem nos guiar;
  • e que estas Éticas Conscientes precisam ser, o máximo possível, integradas e harmônicas.

É isso, que dizes?

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#Adam_Grant  – aprendendo com este autor.

  1. Não temos um problema de excesso de informação ou mudanças, mas os Filtros Endógenos e Exógenos que criamos no passado ficaram obsoletos.
  2. Precisamos nos preparar também emocionalmente para viver num mundo mais mutante.
  3. Hoje, temos na sociedade o Sapiens 1.0 que tem as suas objetividades e subjetividades adaptadas ao Mundo Sonoro que era muito mais lento do que o atual.
  4. Temos hoje diante da Civilização 2.0 a passagem de um Sapiens mais Místico para um mais Científico.
  5. Nossas mentes foram formatadas para viver no Ambiente Sonoro, mais adaptadas para uma Baixa Taxa de Reaprendizado.
  6. O aumento exponencial da Taxa de Mudança na Civilização 2.0 nos obriga a ter uma nova forma de pensar e de repensar para poder agir de forma mais adequada.
  7. Nossa Formatação Básica (Familiar-Educacional-Social) tem sido preparada para um mundo muito menos mutante.
  8. Claramente, temos um exponencial processo de aceleração das mudanças da Civilização 1.0 para a 2.0.

Quais são as questões do artigo?

  1. o que aprender com Grant sobre reaprendizagem?

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não temos um problema de excesso de informação ou mudanças, mas os Filtros Endógenos e Exógenos que criamos no passado ficaram obsoletos.
  2. Precisamos nos preparar também emocionalmente para viver num mundo mais mutante.
  3. Hoje, temos na sociedade o Sapiens 1.0 que tem as suas objetividades e subjetividades adaptadas ao Mundo Sonoro que era muito mais lento do que o atual.
  4. Temos hoje diante da Civilização 2.0 a passagem de um Sapiens mais Místico para um mais Científico.
  5. Nossas mentes foram formatadas para viver no Ambiente Sonoro, mais adaptadas para uma Baixa Taxa de Reaprendizado.
  6. O aumento exponencial da Taxa de Mudança na Civilização 2.0 nos obriga a ter uma nova forma de pensar e de repensar para poder agir de forma mais adequada.
  7. Nossa Formatação Básica (Familiar-Educacional-Social) tem sido preparada para um mundo muito menos mutante.
  8. Claramente, temos um exponencial processo de aceleração das mudanças da Civilização 1.0 para a 2.0.

Historietas para ilustrar os áudios:

 

Vamos ao Artigo:

“Não me lembro de outro momento da história em que repensar tenha sido tão essencial.” – Grant.

Grant é um psicólogo americano, nasceu em 1981, e a Pergunta-foco no livro é a seguinte:

Como ajudar pessoas a repensar sua forma de pensar num mundo cada vez mais mutante.

Diz ele sobre o objetivo do livro:

  1. “Este livro trata da importância de repensar certezas.”;
  2. “Meu trabalho é repensar nossa maneira de trabalhar, liderar e viver.”;
  3. “Meu objetivo neste livro é explorar como se dá a reavaliação de um pensamento.”;

O título completo: “Pense de novo: o poder de saber o que você não sabe”.

Síntese do que penso do autor:

  1. Grant é um Percepcionista, que apresenta bons insights, mas com poucos padrões;
  2. Grant opera dentro da Teoria Social 1.0 e, por causa disso, não consegue enxergar a passagem entre duas Civilizações: Sonora para a Digital, a partir da chegada de nova mídia.

A Civilização Sonora – que chamamos também de 1.0 – opera nos limites das possibilidades dos recursos da Oralidade e da Escrita, o que acaba por influenciar o modelo.

O livro, entretanto, se encaixa como uma oferta relevante para uma demanda latente da sociedade: lidar com o aumento exponencial da Taxa de Mudanças da nova Civilização 2.0.

O livro aborda questões estruturais e permanentes da nossa dificuldade de repensar o pensamento e, por causa disso, se torna muito oportuno para o momento atual.

Lembrando sempre que não consegue ter uma visão de cenário mais amplo por causa dos limites das Teoria Social 1.0.

A Teoria Social 1.0 não incorpora o relevante e fundamental papel das seguintes forças nas mudanças civilizacionais: tecnologias no geral, mídia no particular, demografia progressiva e, tudo isso, nas mudanças na criação de Macro Modelos de Sobrevivência mais Descentralizados. 

O que fiz aqui neste artigo foi utilizar os Insights Percepcionistas de Grant e ir encaixando os Padrões Históricos da Teoria Social 2.0, que temos trabalhado.

A Teoria Bimodal Social 2.0 incorpora quatro Escolas de Pensamento: a de Thomas Malthus, a de Comunicação de Toronto,  a de Ayn Rand e a Austríaca de Economia. 

Fazemos, assim, uma espécie de análise do livro, trazendo os Insights Percepcionistas novos e vamos incorporando-os à Teoria Social 2.0.

Nessa direção, o primeiro passo é apresentar as demandas de mudança na forma de adaptação do pensamento da Civilização 1.0 (Sonora) para a 2.0 (Digital).

Claramente, temos um exponencial processo de aceleração das mudanças da Civilização 1.0 para a 2.0.

Na Civilização 2.0, temos as seguintes alterações na Taxa de Mudança da sociedade:

  • a nova mídia se baseia em softwares e hardwares, que são atualizados o tempo todo;
  • há muito mais informação disponível.
  • há muito mais interações disponíveis;
  • há muito mais competitividade na sociedade.

O aumento exponencial da Taxa de Mudança na Civilização 2.0 obriga uma nova forma de pensar e de repensar para poder agir de forma mais adequada.

Temos dois problemas hoje para os Sapiens:

  • o ritmo da Taxa de Mudanças no Ambiente Sonoro é muito mais lento do que no Ambiente Digital;
  • tivemos, com o aumento populacional, uma centralização da informação, que colaborou para uma lentidão ainda maior dessa taxa.

Podemos dizer que a Civilização 2.0 nos obriga a criar, de forma progressiva, o Sapiens 2.0.

O Sapiens 2.0 precisa tem uma demanda de mudanças objetivas e subjetivas, a saber:

  • Mais criativo;
  • Mais Repensador;
  • Mais Originalista;
  • Mais Inovador;
  • Mais Científico.

A sociedade se habituou na Civilização 1.0 com uma Taxa de Mudanças muito menor do que a atual.

A Baixa Taxa de Mudança, se comparada com a atual, fez com que:

Nossa Formatação Básica (Familiar-Educacional-Social) tenha sido preparada para um mundo muito menos mutante.

Digamos que:

Nossas mentes foram formatadas para viver no Ambiente Sonoro, mais adaptadas para conviver numa Baixa Taxa de Reaprendizado.

Os jovens operam com mais facilidade o novo cenário, mas não há ainda uma Formatação Básica (Familiar-Educacional-Social), que os ajude a lidar com este novo Ambiente mais Mutante.

A Formatação Básica 2.0 precisa ser pensada pelos educadores que não consegue entender o novo cenário, pois ainda estão operando com a Teoria Social 1.0.

Diz o autor:

“(…) em um mundo turbulento, há outro conjunto de habilidades cognitivas que pode ser mais importante: a capacidade de repensar e desaprender.”

Comento:

Não diria que o mundo “está mais turbulento”, mas mais mutante, que é uma característica da chegada de novas mídias.

Estranhamos viver num mundo mais mutante, mas ele não é mais turbulento. É apenas outro ambiente com o qual teremos que nos adaptar.

Diz o autor:

“Temos medo da própria ideia de repensar.”

Comento:

Não diria medo, mas não fomos preparado para esse novo Ambiente Social Mais Mutante.

Toda a Formatação Básica que temos é muito mais indutiva do que dedutiva. O que isso significa? Que nosso aprendizado é muito mais voltado para fatos do que para padrões.

Note que fica evidente que o autor não separa dois momentos:

    • O Estrutural – nossa eterna dificuldade de lidar com o repensar, que sempre foi uma demanda humana, que agora precisa, mais do que nunca ser revista;
    • O Conjuntural –  nossa demanda atual na passagem do Ritmo das Mudanças no Ambiente Sonoro para o novo Ritmo das Mudanças no Ambiente Digital.

Diz o autor:

“Parte do problema é a preguiça cognitiva. Alguns psicólogos alegam que somos “sovinas mentais”: preferimos a facilidade de nos agarrarmos em visões antigas à dificuldade de compreender ideias novas.”

O problema de Grant é que ele ainda opera na Teoria Social 1.0. Não vê que estamos entrando em uma nova civilização e a nossa Formatação do Aprender a Pensar ficou obsoleta por causa disso.

Repensar sempre foi um problema, praticávamos o Repensamento 1.0 e agora precisamos nos adaptar ao Repensamento 2.0.

É preciso separar na análise do Exercício do Repensar o joio (do que sempre foi Estrutural) do trigo (daquilo que é Conjuntural na passagem entre duas Civilizações).

Hoje, temos na sociedade o Sapiens 1.0 que tem as suas objetividades e subjetividades adaptadas ao Mundo Sonoro que era muito mais lento do que o atual.

Aqui, vou apelar para o influenciador digital americano Clay Shirky, na sua famosa frase:

“Não temos um problema de excesso de informação, mas de filtros.”

Como complemento a frase dele?

Não temos um problema de excesso de informação ou de mudanças, mas de que os Filtros Endógenos e Exógenos que criamos no passado ficaram obsoletos para este novo cenário.

Os dois tipos de Filtros do Sapiens:

  • Filtros Endógenos – a formação que recebemos que nos permite lidar melhor com mudanças e informações;
  • Filtros Exógenos – metodologias e tecnologias, que nos ajudam a filtrar mudanças e informações.

Um mundo mais mutante pede um novo tipo de Filtragem Humana, tanto Endógena quanto Exógena.

A Filtragem Humana é a demanda que temos para analisar as informações e saber como utilizá-las para criar um Bem Estar Continuado.

Diz o autor:

“Quando questionamos a nós mesmos, o mundo se torna mais imprevisível.” // “Preferimos o conforto da certeza ao desconforto da dúvida e solidificamos nossas crenças.”

Comento:

Há aqui também a chamada de atenção para o aspecto emocional para que possamos nos adaptar a um mundo mais mutante.

As adaptações necessárias passam pelas dificuldades emocionais, que envolvem a nossa relação com as nossas inseguranças e medos:

  • de ficarmos sozinhos;
  • diante da nossa certeza da finitude;
  • de enfrentarmos mudanças nas nossas vidas.

Assim, temos o aspecto emocional na criação dos novos Filtros 2.0 para o Sapiens.

Precisamos nos preparar não só mentalmente, mas, principalmente, emocionalmente para viver num mundo mais mutante.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

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GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O processo do exponencial aumento da Taxa Disruptoliva das pessoas.

 

­A mesmice é extremamente entediante e estressante, enquanto uma vida repleta de novos roteiros e aventuras é completamente excitante, de tirar o fôlego é inesquecível. Por que admiramos atletas, os que sobem o Everest e os que resolvem largar seus empregos para darem uma volta ao mundo? Admiramos porque nos inspiramos em conhecer histórias de pessoas que abriram mão da rotina proposta pela linha de montagem da sociedade e tiveram a coragem de viver os seus sonhos. Admiramos isso, mas nem sempre tomamos a coragem de sermos os próximos da fila.

 

Para mim, insuportável mesmo é ficar fazendo a mesma coisas por 30 anos, o que explica o fato de muitos odiarem as segundas-feiras e amarem as sextas-feiras.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal080822a

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#Descentralização_Progressiva  – criando e aprofundando estes conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. é possível dizer que o Sapiens sempre vai na direção da descentralização de poder?

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Vivemos hoje a Revolução Civilizacional 2.0 tendo como a principal Macro Tendência a Descentralização Progressiva, que se iniciou com a Digitalização, passou para a Uberização e inicia a fase da Blockchenização.
  2. Os padrões históricos nos mostram que a forma mais sustentável que temos para lidar com a complexidade é através da descentralização das operações e das decisões.
  3. A centralização de poder, entretanto, acaba por concentrar a solução dos problemas nas mãos de pouca gente e isso gera uma queda da taxa da qualidade das decisões adotadas por aquela sociedade.
  4. A nossa característica de aumentar continuamente a população nos obriga a ser uma espécie criativa e inovadora na direção da descentralização de poder.
  5. Se compararmos as sociedades atuais com as antigas veremos que cada pessoa realiza muito mais atividades e toma muito mais decisões sobre a sua sobrevivência hoje do que no passado.
  6. Zonas de Atração são aquelas que estão usando o que há de mais sofisticado em termos de Descentralização Progressiva.
  7. Defendemos, a partir dos estudos realizados, que o Sapiens tem a demanda obrigatória pela Descentralização Progressiva.
  8. Descentralizar significa o aumento da Taxa de Autonomia das pessoas tanto na Operação, quanto nas decisões da sua sobrevivência.

Historietas para ilustrar os áudios

Minha principal contribuição para a Teoria Social.

Falar da escravidão.

Recordando um artigo que escrevi no DatagramaZero.

Vamos ao Artigo:

“A descentralização se torna imperiosa quando os fatores a serem considerados são tão numerosos que é impossível obter uma visão de conjunto.” – Hayek.

Primeiro lugar, antes de tudo, é preciso definir o que entendemos por descentralização.

Descentralizar significa o aumento da Taxa de Autonomia das pessoas tanto na Operação, quanto nas decisões da sua sobrevivência.

Defendemos, a partir dos estudos realizados, que o Sapiens tem a demanda obrigatória pela Descentralização Progressiva.

Note que a Descentralização Progressiva é uma tendência para as Zonas de Atração, que acabam na Macro História influenciando as Neutras e as de Abandono.

Zonas de Atração são aquelas que estão usando o que há de mais sofisticado em termos de Descentralização Progressiva.

Por que podemos afirmar que vivemos a Macro Tendência da Descentralização Progressiva?

  1. é da essência de cada pessoa procurar, em alguma medida, personalizar a sua vida;
  2. é fato histórico e matemático de que o Sapiens vive sob a égide da Complexidade Demográfica Progressiva;
  3. quanto mais pessoas temos no planeta, mais complexa fica a sobrevivência, no que podemos chamar de Complexidade da Sobrevivência Progressiva;
  4. diante dos fatos acima, a única forma sustentável de permitir a personalização diante do continuado aumento da Complexidade da Sobrevivência, é através da Descentralização Progressiva.

Se compararmos as sociedades atuais com as antigas veremos que cada pessoa realiza muito mais atividades e toma muito mais decisões sobre a sua sobrevivência hoje do que no passado.

E isso teve um avanço exponencial agora com a chegada e massificação da Internet.

Thomas Malthus (1766 – 1834) nos ensinou que somos uma espécie que vive sobre a égide da Complexidade Demográfica Progressiva.

A nossa característica de aumentar continuamente a população nos obriga a ser uma espécie criativa e inovadora na direção da descentralização de poder.

Os problemas de sobrevivência que tínhamos no passado são sempre multiplicados, em termos de complexidade quando temos muito mais gente.

Sem dúvida, há na história tentativas de resolver o problema da Complexidade Demográfica Progressiva, através da centralização. de poder.

A centralização de poder, entretanto, acaba por concentrar a solução dos problemas nas mãos de pouca gente e isso gera uma queda da taxa da qualidade das decisões adotadas por aquela sociedade.

Os padrões históricos nos mostram que a forma mais sustentável que temos para lidar com a complexidade é através da descentralização das operações e das decisões.

Do ponto de vista Macro Histórico, o ser humano necessita realizar, de tempos em tempos, Revoluções Midiáticas que introduzem da sociedade novas ferramentas para permitir mais e mais descentralização.

Vivemos hoje a Revolução Civilizacional 2.0 tendo como a principal Macro Tendência a Descentralização Progressiva, que se iniciou com a Digitalização, passou para a Uberização e inicia a fase da Blockchenização.

Sempre na direção de menos para mais descentralização.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo

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Novas Hashtags:

#Teoria Bimodal  – criando e aprofundando estes conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. Por que precisamos ter uma Teoria Forte que explique o Digital?

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Os americanos, por uma formação cultural muito voltada para a inovação e o empreendedorismo, têm uma cultura pouco afeita a revisões epistemológicas, o que agora se tornou extremamente adequadas.
  2. Parece óbvio que o grande desafio intelectual das Ciências Sociais deste novo século é explicar onde estamos e para onde vamos, a partir da chegada da Internet.
  3. Os jovens hoje sabem usar as ferramentas do Digital, mas não conseguem entender por que ele existe, de onde veio e para onde provavelmente vai.
  4. O grande problema teórico que temos hoje é o seguinte: o fator de Guinadas Civilizacionais mais importante para o Sapiens é praticamente desconhecido pelas Teorias Sociais.
  5. Revoluções Civilizacionais, a partir das mídias, são Fenômenos Raros da Macro-História e, por causa disso, passaram despercebidos pelos Cientistas Sociais.
  6. Estamos descobrindo que as mídias são responsáveis pelas Guinadas Civilizacionais do Sapiens, algo que era praticamente DESCONHECIDO pela maior parte das Teorias Sociais de plantão.
  7. As atuais mudanças – que ocorrem na criação da nova Civilização 2.0 – denotam que as Teorias Sociais para a Jornada Humana passaram de Fortes para Fracas.
  8. A Jornada Humana é explicada por diversas teorias dentro das Ciências Sociais, mas nenhuma delas conseguiu prever e projetar as consequências das atuais mudanças.

Historietas para ilustrar os áudios

Comentar o que faltou no artigo passado para os alunos da escola:

Justificar o Metaverso Faceboqueano pela incapacidade de inovação dos atuais Players Digitais;

Voltar a contar a brincadeira que faço nas escolas de graduação de administração.

Vamos ao Artigo:

“A ciência será sempre uma busca, jamais uma descoberta. É uma viagem, nunca uma chegada.” – Popper.

Uma teoria é uma explicação, com detalhamento de Padrões Históricos sobre um fenômeno, que OBRIGATORIAMENTE deve apresentar os Fatores Causantes, Detonantes e Consequentes e pode sugerir, ou não, Fatores Atuantes para se lidar mais adequadamente com ele.

Uma Teoria, em geral, tem um tempo de duração, pois todo o fenômeno é um processo, que se modifica de forma conjuntural ou estrutural. E há detalhes nos fenômenos que a experiência da observação (onde se incluem novas tecnologias), que permitem ir aprimorando a visão.

Mudanças Estruturais novas e desconhecidas nos fenômenos exigem que haja uma revisão dos Antigos, que não consegue explicar adequadamente os Fatores Consequentes.

Sem que possamos ter uma visão mais clara dos Fatores Consequentes de um Fenômeno fica impossível criar o Fator Atuante, a Metodologia para lidar com ele.

Assim, temos dois tipos de Teorias dentro das Ciências:

  • Teorias Fortes – que conseguem explicar, de forma razoável, boa parte dos aspectos de um dado fenômeno e, assim, gerar metodologias, que ajudam o Sapiens a lidar melhor com ele;
  • Teorias Fracas – que não geraram os Fatores Científicos Obrigatórios ou que ficaram obsoletas, que passaram a não mais explicar boa parte dos aspectos de um dado fenômeno atrapalhando o  Sapiens a lidar melhor com ele.

Fatores Científicos Obrigatórios são o Causante, Detonante, Consequente e Atuante (Metodologias).

Falemos agora das Ciências Sociais, responsáveis por entender a Civilização 2.0.

A Jornada Humana é explicada por diversas teorias dentro das Ciências Sociais, mas nenhuma delas conseguiu prever e projetar as consequências das atuais mudanças.

As atuais mudanças – que ocorrem na criação da nova Civilização 2.0 – denotam que as Teorias Sociais para a Jornada Humana passaram de Fortes para Fracas.

Note que temos dois problemas diante de teorias:

  1. Quando não temos os Fatores Científicos Obrigatórios estamos falando de Pré-Ciência, de tentativas de Teorias, que não podem ser chamadas assim;
  2. As Teorias se relacionam com fenômenos, que são processos dinâmicos, que se modificam ou se consegue entendê-los melhor com o tempo.

Diante dos Fenômenos, podemos ter as seguintes Anomalias:

  • Anomalia por Fatos Novos – determinados aspectos de um fenômeno apresenta aspectos que não havia no passado;
  • Anomalia por causa de Disruptores Conceituais – que passam a enxergar aspectos do fenômeno que não eram percebidos pelos seus antecessores;
  • Anomalia por causa de Tecnologias Novas – que passam a permitir observar determinados aspectos que as passadas não permitiam.

Diante da Civilização 2.0, temos a Anomalia por Fatos Novos, o que nos obriga a pesquisar, entre vários, os Disruptores Conceituais que têm a Teoria Mais Forte sobre o fenômeno.

Assim, além de todas as maravilhosas inovações feitas pelos Disruptores Operacionais que temos hoje, que se aproveitam do novo Ambiente de Sobrevivência 2.0 para desenvolver serviços e produtos, temos uma latente demanda pelo trabalho dos Disruptores Conceituais no desenvolvimento de uma Teoria, que consiga explicar adequadamente as mudanças que passaram a ocorrer depois da chegada da Internet.

Disruptores são pessoas, que têm um perfil adequado para desenvolver Disruptividades.

O problema é ainda mais grave.

Estamos descobrindo que as mídias são responsáveis pelas Guinadas Civilizacionais do Sapiens, algo que era praticamente DESCONHECIDO pela maior parte das Teorias Sociais de plantão.

Revoluções Civilizacionais, a partir das mídias, são Fenômenos Raros da Macro-História e, por causa disso, passaram despercebidos pelos Cientistas Sociais.

O grande problema teórico que temos hoje é o seguinte: o fator de Guinadas Civilizacionais mais importante para o Sapiens é praticamente desconhecido pelas Teorias Sociais.

Temos, assim, uma dupla Anomalia nas Ciências Sociais diante do Mundo Digital, pois:

  • o que é mais relevante para a Macro-História do Sapiens;
  • é praticamente desconhecido pelos cientistas sociais.

Mais ainda.

A prolongada centralização do Ambiente de Sobrevivência Sonoro gerou uma crise em todas as ciências e, em particular, nas Ciências Sociais, a saber:

  • um ambiente muito burocratizado;
  • um distanciamento dos clientes interessados no estudo dos fenômenos;
  • uma produção acadêmica baseada nos Parâmetros Sonoros de Validação da Ciência 1.0;
  • as conceituações baseadas nos Paradigmas Obsoletos das Teorias Sociais 1.0, que estão na fase pré-Mcluhan.

Parâmetros Sonoros de Validação da Ciência 1.o é toda feita, através de pares em revistas acadêmicas, um modelo que não é mais compatível com as novas demandas da sociedade.

No caso da análise do Digital, temos ainda o agravante da influência do forte viés Indutivista Americano, que tem se tornado cada vez mais tóxico no atual contexto.

O Indutivismo Tóxico é a insistência de tentar resolver a Anomalia Científica, através dos antigos padrões, que se mostram inválidos na análise de determinado fenômeno.

Os americanos, por uma formação cultural muito voltada para a inovação e o empreendedorismo, têm uma cultura pouco afeita a revisões epistemológicas, o que agora se tornou extremamente adequadas.

Há hoje uma forte demanda por uma Teoria Forte, que consiga explicar as atuais mudanças iniciadas a partir da chegada da Internet.

Há hoje uma demanda, não tão explícita, de se utilizar do novo Ambiente Científico 2.0 para criar uma Teoria Forte sobre a nova Civilização.

Este é o esforço que a Bimodais tem feito nestes quatro anos de existência: produzir uma Teoria Forte sobre a Civilização 2.0 para que possamos:

  • pensar com novos paradigmas sobre a Jornada Humana;
  • e agir, de forma mais adequada, diante destes novos paradigmas.

A Teoria Social 2.0 sugere as seguintes revisões nos paradigmas da Teoria Social 1.0 nas mudanças na Macro-História, através da revisão do papel das seguintes forças:

  • do aumento populacional;
  • da chegada das novas tecnologias no geral e das mídias em particular;
  • e, a partir da chegada de novas mídias, de novas formas mais sofisticadas de sobrevivência.

Entenda bem o desdobramento da crise teórica que estamos passando.

Toda a formação dos novos profissionais das Ciências Sociais (que inclui Economia, Negócios, Administração, entre outras) está sendo feita com Paradigmas Inválidos da Teoria Social 1.0!

Os jovens hoje sabem usar as ferramentas do Digital, mas não conseguem entender por que ele existe, de onde veio e para onde provavelmente vai.

Parece óbvio que o grande desafio intelectual das Ciências Sociais deste novo século é explicar onde estamos e para onde vamos, a partir da chegada da Internet.

Porém, o que se vê hoje em dia é a tentativa de explicação do Digital sem a procura da revisão dos paradigmas da Ciência 1.0, se utilizando do Indutivismo Tóxico e não do Dedutivismo Saudável.

O Dedutivismo Saudável é aquele que revê paradigmas, quando temos crises na explicação de determinados fenômenos e se abre a revisão dos Padrões Existentes.

A chegada em uma nova Teoria Social 2.0, infelizmente, não está AINDA na agenda dos Cientistas Sociais de plantão – o que abre a oportunidade para os Disruptores Conceituais atuarem neste campo.

É o que temos feito por aqui.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

 

 

De maneira geral, temos duas maneira de enxergar o Sapiens do ponto de vista da sobrevivência:

  • O Sapiens Onipotente – uma espécie que pode tudo, não tem limites, diferente das demais não precisa cumprir determinadas regras para sobreviver;
  • O Sapiens Potente – uma espécie que não pode tudo, tem limites, nisso é igual as demais espécies e precisa cumprir determinadas regras para sobreviver, mesmo que consigamos inovar.

(Admito que já também a visão Impotente, dos Pessimistas Tóxicos.)

A visão do Sapiens Onipotente ignora, como nos ensina Ayn Rand (1905 -82), o lado animal do Sapiens.

A Bimodais escolheu para sua análise da sociedade, a Ética Filosófica do Sapiens Potente, uma espécie animal, como todas as outras, que tem como propósito número um sobreviver.A

Ética Filosófica do Sapiens Potente faz parte de um dos pontos estruturais do Terceiro Aquário Conceitual.

Na Ética Filosófica do Sapiens Potente temos níveis diferentes de atividades, seguindo um pouco as sugestões de Abraham Maslow (1908 – 70).

  • As Atividades de Sobrevivência– aquelas mais objetivas, que nos ajudam a manter vivo, na base baixa da pirâmide;
  • As Atividades de Existência – aquelas mais subjetivas, que depois de garantida a sobrevivência, nos dedicamos, tais como arte, hobbies, lazer, na parte mais alta da pirâmide.

De maneira geral, a Ética Filosófica do Sapiens Onipotente, tende a ignorar as Atividades de Sobrevivência como se elas NÃO fossem importantes.

As utopias, diga-se de passagem, são filhas da Ética Filosófica do Sapiens Onipotente.

Diversas Ferramentas Humanas foram criadas, basicamente e prioritariamente para que pudéssemos praticar mais as Atividades de Sobrevivência, tais como a Ciência, que envolve tanto o estudo da verdade, quanto da lógica.

Podemos dizer que a Ciência­  desenvolve um ferramental lógico para chegar no que é mais verdade para que possamos sobreviver e viver melhor.

Assim, a Ciência, bem como a lógica na procura da verdade, são mais ferramentas de sobrevivência e menos da existência.

Existem sim pesquisas científicas não tão ligadas à sobrevivência, porém, devem fazer parte de um escopo menor do que as demais.

Mais ainda é preciso separar os dois tipos de Ciência:

  • A Ciência para a Sobrevivência – que tem o foco principal nas objetividades;
  • A Ciência para a Existência – que tem o foco principal nas subjetividades.

Um sintoma de crise na ciência é o aumento da Ciência da Existência sobre o da Sobreviência.

A tendência da Ética Filosófica do Sapiens Onipotente tende a não distinguir as duas ciências e encarar os desafios lógicos científicos como algo não ligado à sobrevivência.

Uma Ciência que não esteja voltada para a Sobrevivência tem um risco exponencialmente maior de se perder, pois não se tem a métrica de tornar a vida do Sapiens melhor.

É uma ciência desclientelizada.

Tanto os diálogos sobre lógica e verdade, que NÃO estão voltados para a sobrevivência tendem a ser intermináveis e sem resultados operacionais tangíveis.

Dito isto, falemos do tenha central do artigo ligado à logica.

De maneira geral, temos em sociedade algum grau de verticalização e a criação de determinadas Cosmovisões que são criadas na sociedade.

Cosmovisões formam conjunto de paradigmas articulados, que constituem uma visão de mundo usada por grupos.

Existem dois tipos de Cosmovisões:

  • Cosmovisões que disputam a Hegemonia – principalmente na área social, política e econômica;
  • Cosmovisões de grupos ou tribos – que são criadas e NÃO disputam a hegemonia.

As pessoas, em sua maioria, vivem, quase sempre, de forma inconsciente dentro das Cosmovisões existentes, que são criadas e defendidas pelas Autoridades das Cosmovisões.

Autoridades das Cosmovisões são pessoas que ganham o direito, o status e passam a ser reconhecidas como as que melhor defendem as Cosmovisões.

Cosmovisões têm uma lógica embutida, que é absorvida pelas pessoas como verdades.

Assim, de maneira geral, as pessoas escolhem e praticam lógicas e acreditam em verdades, a partir das Autoridades das Cosmovisões.

Pais, professores, cientistas, políticos, religiosos passam a ganhar um status, em diferentes fases da vida de cada um, de difusores da lógica e da verdade.

Nas crises de centralização de mídia já o aumento da Taxa de Verticalização das Autoridades das Cosmovisões.

Assim, podemos defender que temos dois tipos de lógicas:

  • A Lógica Exógena pela Autoridade – aquela que é mais inconsciente, absorvida sem grandes reflexões, que vem de mais de fora para dentro sem maiores questionamentos;
  • A Lógica Endógena sem Autoridade – aquela que é mais consciente, criada a partir de reflexões, que vem mais de dentro para fora com maior questionamento.

O áudio do artigo

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#3 aquários – criando e aprofundando estes conceitos.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Revoluções Midiáticas não têm como objetivo apenas melhorar a comunicação, mas permitir que possamos viver melhor.
  2. As respostas que tínhamos até aqui para o “Quem Somos?” não são mais suficientes para entender a atual Revolução Civilizacional.
  3. Marshall McLuhan (1911 – 80) demonstra que duas forças relevantes para as mudanças da sociedade estavam sendo ignoradas pelas Ciências Sociais 1.0: as tecnologias no geral e as mídias, no particular.
  4. Fato é que a atual Revolução Civilizacional, que se inicia com uma nova mídia, é um fenômeno IMPOSSÍVEL de ser explicado pelos atuais paradigmas da Ciência Social 1.0.
  5. Diante do Digital, o que temos visto, principalmente dos autores americanos, é o Indutivismo Tóxico que vai direto para os dados, sem rever os paradigmas.
  6. Vivemos hoje diante do Digital o que Thomas Kuhn (1922 – 96) denominou de anomalia, na qual os paradigmas existentes não conseguem mais explicar um determinado fenômeno.
  7. Quando analisamos as Revoluções de Mídia como como um fim em si mesmo não entendemos o principal motivo de por que as realizamos de forma recorrente na Macro-História.
  8. Na pesquisa canadense da Escola de Toronto, temos um erro clássico das Ciências Sociais de analisar determinados fenômenos humanos sem considerar o fator sobrevivência.

Historietas para ilustrar os áudios:

Falar sobre a análise do DAO (Decentralized Autonomous Organization) –  Organização Autônoma Descentralizada.

Vamos ao Artigo:

“Você pode ignorar a realidade, mas não as consequências de ignorar a realidade.” – Ayn Rand.

No artigo de ontem, abordamos os Três Aquários Conceituais.

Apresentamos o Terceiro, no qual mostramos os motivos de por que as pesquisas canadenses não são suficientes para entender o Digital.

Na pesquisa canadense da Escola de Toronto, temos um erro clássico das Ciências Sociais de analisar determinados fenômenos humanos sem considerar o fator sobrevivência.

Quando analisamos as Revoluções de Mídia como como um fim em si mesmo não entendemos o principal motivo de por que as realizamos de forma recorrente na Macro-História.

Vivemos hoje diante do Digital o que Thomas Kuhn (1922 – 96) denominou de anomalia, na qual os paradigmas existentes não conseguem mais explicar um determinado fenômeno.

Quando isso ocorre é preciso sair da Normalidade para a Extraordinariedade:

  • Normalidade diante dos fenômenos – analisamos os fatos, a partir dos padrões ainda válidos –  o método mais adequado a ser utilizado é o Indutivo;
  • Extraordinariedade diante dos fenômenos – revemos os padrões e, só então, a partir dos novos, podemos analisar os fatos –  o método mais adequado a ser utilizado é o Dedutivo.

Podemos dizer que o Indutivismo Tóxico e o Dedutivismo Tóxico ocorrem quando o método não se encaixa no fenômeno.

  • O Indutivismo é mais adequado quando os padrões estão funcionando e nos dedicamos inteiramente a análise dos dados;
  • O Dedutivismo é mais adequado quando os padrões NÃO estão mais funcionando e temos que revê-los para, só então, voltar aos fatos.

A toxicidade de ambos está em usar a ferramenta inadequada para o fenômeno a ser analisado.

Diante do Digital, o que temos visto, principalmente dos autores americanos, é o Indutivismo Tóxico que vai direto para os dados, sem rever os paradigmas.

As pessoas se acostumaram a analisar os fenômenos da forma Indutiva, pois vivíamos um momento de certa Normalidade das Ciências Sociais.

Fato é que a atual Revolução Civilizacional, que se inicia com uma nova mídia, é um fenômeno IMPOSSÍVEL de ser explicado pelos atuais paradigmas da Ciência Social 1.0.

Por isso, eu e depois a Bimodais optou pela visão canadense, que inicia uma jornada de Revisão Paradigmática das Ciências Sociais.

Marshall McLuhan (1911 – 80) demonstra que duas forças relevantes para as mudanças da sociedade estavam sendo ignoradas pelas Ciências Sociais 1.0: as tecnologias no geral e as mídias, no particular.

McLuhan e seus parceiros de pesquisa, entretanto, iniciam a Revisão Paradigmática das Ciências Sociais 1.0, mas incorrem em um equívoco: escolhem a Comunicação como Ciência.

Vejamos:

  • Na Normalidade Científica, é possível operar em Ciências Filiais, que analisa Fenômenos Particulares, pois os Paradigmas Gerais estão válidos;
  • Na Extraordinariedade Científica, é necessário rever a Ciência Matriz , pois os Paradigmas Gerais NÃO estão mais válidos.

Analisar a Revolução Midiática do ponto de vista da Comunicação é não compreender o papel mais amplo da Comunicação na sobrevivência.

E é por causa disso que determinadas perguntas dos meus clientes não conseguem ser respondidas, a partir dos canadenses.

Hoje, eu e a Bimodais optamos pelo Terceiro Aquário Conceitual, que admite que:

  1. o que temos no mercado hoje em profusão é o Indutivismo Tóxico;
  2. que a Escola de Toronto inicia a Revisão Paradigmática das Ciências Sociais 1.0, mas não consegue abandonar a limitada Ciência da Comunicação;
  3. e, por causa disso, tivemos a necessidade de optar pela Antropologia da Sobrevivência, uma Ciência Multidisciplinar, que nos permite rever os paradigmas da Ciência Social 1.0.

Com a Antropologia da Sobrevivência, conseguimos apresentar respostas aos meus clientes que as outras abordagens não são possíveis.

A Madrinha Conceitual da Antropologia da Sobrevivência é Ayn Rand (1905 -82).

Rand nos ajuda, pois ela – isso é uma interpretação que fazemos – introduz a Animalogia.

Rand não é o primeiro filósofo a trazer a Animalogia para a Filosofia, ao nos compararmos com outros animais.

Porém, Rand, com sua forma bem objetiva de pensar, mostra que o Sapiens tem como obrigação pensar e agir na sua sobrevivência.

Mais.

As outras espécies sobrevivem, a partir do instinto e nós das escolhas reflexivas que fazemos diante das nossas encruzilhadas.

O que Rand nos ajuda diante do Digital?

Ela sugere que tudo que o Sapiens faz tem como objetivo a sobrevivência.

Sim, somos uma Tecnoespécie Midiática, conforme nos ensinou McLuhan, que sobrevive, através de Escolhas Reflexivas, como nos ensinou Rand.

Ao juntar os dois filósofos Rand e McLuhan chegamos a conclusão que Revoluções de Mídia tem como objetivo final a sobrevivência.

Revoluções Midiáticas não têm como objetivo apenas melhorar a comunicação, mas permitir que possamos viver melhor.

Neste contexto, falta apenas mais um personagem para compor o Triângulo Filosófico do Terceiro Aquário Conceitual da Bimodal, que é Thomas Malthus (1766 – 1834), o rejeitado pensador do século XIX.

Malthus nos ensina que somos uma Espécie Demograficamente Progressiva.

E que essa característica nos leva, de tempos em tempos, para crises.

O que ocorre – no caso das Ciências Sociais – que estuda o Sapiens é que quando temos anomalias, temos um problema de identificar a essência da espécie.

Quem realmente somos?

Todos os equívocos que temos cometido estão neste campo principal e primordial da Ciência Social: Quem Somos?

As respostas que tínhamos até aqui para o “Quem Somos?” não são mais suficientes para entender a atual Revolução Civilizacional.

Por isso, juntamos três filósofos que revisam o Quem Somos e só com a junção dos três conseguimos ter uma explicação melhor e mais razoável.

Se juntarmos os três mentores da Antropologia da Sobrevivência temos o seguinte em relação à essência do Sapiens:

  • espécie que sobrevive fazendo Escolhas Reflexivas – Rand;
  • Tecnoespécie Midiática – McLuhan;
  • Demograficamente Progressiva – Malthus.

Assim, temos uma nova explicação para a atual Revolução Civilizacional.

  • Fator Causante – mais gente no planeta;
  • Fator Detonante – nova mídia;
  • Fator Causante – nova forma mais inteligente de sobreviver.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

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O áudio do artigo

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#3 aquários – criando e aprofundando estes conceito.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma Revolução Midiática tem o objetivo da criação de um novo Ambiente de Sobrevivência mais Descentralizado.
  2. Uma Revolução Midiática é uma Sub-Revolução da Sobrevivência.
  3. Uma Revolução Midiática não pode ser analisada dentro da Ciência da Comunicação, mas precisa da Antropologia da Sobrevivência, que é uma Ciência mais ampla e mais multidisciplinar.
  4. Revoluções Midiáticas permitem criar Ambientes de Sobrevivência mais Descentralizados, uma demanda humana para lidar, de forma sustentável, com a Complexidade Demográfica Progressiva.
  5. Organizações Curadoras (Uberizadas) que surgem no Pós-Digital já tem uma nova Filosofia da Sobrevivência, com um Modelo de Comando e Controle exponencialmente mais descentralizado.
  6. Pelos padrões históricos, podemos perceber que a tendência da espécie humana é aderir sempre aos Modelos de Comando e Controle mais descentralizados.
  7. Inovação, Criatividade, Originalização e Competitividade são ferramentas fundamentais para podermos lidar com a Complexidade Demográfica Progressiva.
  8. Por tendência, isso é uma Projeção Futurista Bimodal, todas as Zonas de Atração que serão criadas serão aquelas que vão saber se utilizar Modelo Digital de Comando e Controle Mais Descentralizado.

Historietas para ilustrar os áudios:

Vamos ao Artigo:

“A ciência é o grande antídoto do veneno do entusiasmo e da superstição.” – Adam Smith.

Vamos definir Aquário Conceitual como um paradigma sobre determinado fenômeno.

A ideia de Aquário Conceitual é inspirada no Marcelo Gleiser, que compara o conhecimento humano a um aquário sempre em expansão.

Paradigma é um conjunto de verdades provisórias sobre um determinado fenômeno, que nos auxilia a pensar e agir sobre ele.

Na minha Jornada de Pesquisa sobre o Mundo Digital, passei por três etapas:

  • antes de conhecer os Paradigmas Filosóficos de Marshall McLuhan (1911-80);
  • depois que conheci os Paradigmas Filosóficos de Marshall McLuhan;
  • e quando percebi os limites e precisei ir além dos Paradigmas Filosóficos de Marshall McLuhan.

A Jornada de Pesquisa sobre o Mundo Digital, que comecei sozinho e depois passou a ser feita dentro da Bimodais – Futurismo para Disruptores, tem como características algumas inovações dentro da Ciência 2.0:

  • é uma Pesquisa Progressiva Clientelizada, na qual os interessados em resolver o Problema-Foco da Pesquisa financiam e participam ativamente do processo;
  • é uma Pesquisa Progressiva Aberta, que se optou pela Ética Científica da Certeza Provisória Razoável;
  • é uma Pesquisa Progressiva Permanente – com a publicação diária de conteúdo para gerar o diálogo;
  • é uma Pesquisa Progressiva Digital – com a publicação diária dentro das ferramentas digitais, sem a burocracia das revistas científicas tradicionais.

Temos dois tipos de Pesquisas do ponto de vista do cliente:

  • Pesquisa Clientelizada – aquela que o cliente participa ativamente do processo, inspirada no Método Ágil do desenvolvimento de software;
  • Pesquisa Desclientelizada – aquela que o cliente NÃO participa ativamente do processo.

Este modelo de desenvolvimento científico nos obriga estar permanentemente revendo nossa Certeza Provisória Razoável.

Os paradigmas contidos no Aquário Conceitual baseado nos Paradigmas de Marshall McLuhan foram criados para compreender o fenômeno da comunicação.

Diversas perguntas de nossos clientes não podiam ser adequadamente respondidas com o Aquário Conceitual baseado nos Paradigmas de Marshall McLuhan.

A Pergunta Disruptora feita por um aluno dentro de um Workshop de um cliente foi a seguinte:

“Que tipo de mudança estamos fazendo aqui: é da comunicação ou da administração?”

Na verdade, a resposta adequada a esta pergunta nos levou a ter que entender uma Revolução Midiática de outro ponto de vista.

Uma Revolução Midiática não pode ser vista como um fim em si mesmo, mas uma Sub-Revolução da Sobrevivência.

Uma Revolução Midiática tem o objetivo da criação de um novo Ambiente de Sobrevivência mais Descentralizado.

Uma Revolução Midiática não pode ser analisada dentro da Ciência da Comunicação, mas precisa da Antropologia da Sobrevivência, que é uma Ciência mais ampla e mais multidisciplinar.

A resposta adequada para a Pergunta Disruptiva “é uma mudança da comunicação ou da administração?” é a seguinte: é uma Sub-Revolução da Sobrevivência na direção da criação de um Ambiente de Sobrevivência mais Descentralizado.

A Pesquisa Progressiva Clientelizada da Bimodais sobre o Mundo Digital nos levou a criação do Terceiro Aquário Conceitual, no qual tivemos que criar novos Paradigmas Estruturantes.

São eles:

  • Herdados e adaptados de McLuhan – somos uma Tecnoespécie, fazemos Revoluções Midiáticas, que alteram a sociedade;
  • Criados dentro da Bimodais – Revoluções Midiáticas permitem criar Ambientes de Sobrevivência mais Descentralizados, uma demanda humana para lidar, de forma sustentável, com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Em resumo, a partir dos estudos dos padrões históricos podemos perceber que:

  • Somos uma Tecnoespécie;
  • Que aumenta progressivamente a população;
  • Por causa disso somos obrigados a criar novos modelos de comunicação e de administração.

Quando temos contatos com diversas análises feitas hoje em dia sobre o Mundo Digital, podemos enquadrá-las dentro dos três Aquários Conceituais.

  • Podemos dizer que o Primeiro Aquário Conceitual – em geral baseado no Indutivismo Tóxico Americano é totalmente Percepcionista;
  • No Segundo Aquário Conceitual – baseado no Padronismo da Comunicação dos Canadense temos a visão do estudo da comunicação pela comunicação, como um fim em si mesmo;
  • No Terceiro Aquário Conceitual – desenvolvido pela Bimodais – Futurismo para Disruptores – temos uma visão mais ampla, que nos aponta a chegada da nova mídia como uma primeira etapa de algo maior: a Revolução da Sobrevivência, permitindo experimentar, de forma disruptiva, um novo Macro Modelo de Comando e Controle da sociedade.

Organizações Curadoras (Uberizadas) que surgem no Pós-Digital já tem uma nova Filosofia da Sobrevivência, com um Modelo de Comando e Controle exponencialmente mais descentralizado.

Pelos padrões históricos, podemos perceber que a tendência da espécie humana é aderir sempre aos Modelos de Comando e Controle Mais Descentralizados.

Por que essa tendência?

Modelos de Comando e Controle Mais Descentralizados permitem maiores taxas de:

  • Inovação;
  • Criatividade;
  • Originalização;
  • Competitividade.

Inovação, Criatividade, Originalização e Competitividade são ferramentas fundamentais para podermos lidar com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Por tendência, isso é uma Projeção Futurista Bimodal, todas as Zonas de Atração que serão criadas serão aquelas que vão saber se utilizar do Modelo Digital de Comando e Controle Mais Descentralizado.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo

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#Índices Reputacionais – criando e aprofundando estes conceito.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens é obrigado a cooperar um com o outro para poder sobreviver.
  2. A chegada da Internet nos permitiu criar um Ambiente de Sobrevivência, cujo epicentro são os Índices Reputacionais Digitais.
  3. A grande mudança que estamos vivendo hoje nos negócios é justamente a chegada dos Índices Reputacionais Digitais.
  4. Até a chegada da Uberização, era pouco provável que desconhecidos fizessem negócios em larga escala.
  5. Novas mídias permitem formas diferentes de gerar informação sobre as pessoas e isso influencia a relação das trocas humanas.
  6. A não ser em momentos de enorme tolice, ninguém faz negócio sem que tenha uma taxa mínima de confiança.
  7. Toda espécie viva sobrevive, a partir da qualidade das escolhas que faz.
  8. Sobreviver é decidir.

Quais são as questões do artigo?

  1. Como explicar, de forma coerente e lógica, a possibilidade da criação dos Ubers, algo que era impossível antes. O que mudou?

Historietas para ilustrar os áudios:

Compra de um Joystick e o papo de que as maiores hoje não tem carro, apartamento, etc…

Vamos ao Artigo:

“A descentralização se torna imperiosa quando os fatores a serem considerados são tão numerosos que é impossível obter uma visão de conjunto.” – Hayek.

É comum nas palestras afirmações do tipo:

  • A maior empresa de mobilidade não tem nenhum carro;
  • A de aluguel, não tem apartamentos;
  • A de vídeos, não faz nenhum deles.

Por que isso não era possível antes e agora é?

A explicação se inicia com a constatação de que:

As mídias, definitivamente, têm papel central na forma como nós sobrevivemos.

A chegada da Internet nos permitiu criar um Ambiente de Sobrevivência, cujo epicentro são os Índices Reputacionais Digitais.

Por que precisamos de Índices Reputacionais?

Sobreviver é decidir.

Toda espécie viva sobrevive, a partir da qualidade das escolhas que faz.

Existem dois tipos de espécies vivas no planeta:

  • as Espécies Cooperativas – aquelas que têm uma interdependência entre os membros do grupo;
  • as Espécies Não Cooperativas – aquelas que não têm.

As Espécies Cooperativas precisam criar algum tipo de hierarquia para a tomada de decisões, mais ou menos centralizada.

Quanto maior é o número de membros de uma Espécie Cooperativa mais ela precisará ter uma Hierarquia Mais Horizontalizada.

As Hierarquias das Espécies Cooperativas são criadas para que se possa gerar Informações para a Tomada de Decisões.

A Informação para a Tomada de Decisão depende do Modelo de Comunicação/Informação escolhido, que se relaciona com o tamanho da espécie.

Espécies mais numerosas tendem a criar Ambientes de Sobrevivência que vão descentralizando a Informação para a Tomada de Decisões.

Quanto mais membros têm uma determinada espécie, mais os Índices Reputacionais vão se descentralizando.

O Ambiente de Sobrevivência nos grupos mais numerosos, como é o caso das formigas, permite que as Informações para a Tomada de Decisões sejam mais descentralizadas.

Lobos, por exemplo, precisam de um líder-alfa para guiar a tomada de decisões em diversos aspectos. A decisão depende deles.

Formigas já criaram formas mais descentralizadas para a tomada de decisão.

Como isso impacta na sobrevivência?

Espécies Cooperativas precisam gerar Índices Reputacionais de todo o tipo para tomar decisões nas escolhas que precisa fazer.

O Sapiens como uma Espécie Cooperativa faz o mesmo que as demais espécies, pois precisa de Informação para a Tomada de Decisões e a geração de Índices Reputacionais nas suas diferentes escolhas.

Os Índices Reputacionais do Sapiens, entretanto, são Tecnomidiáticos. Vão sendo criados e melhorados, conforme vamos aumentando a população.

Assim, é preciso entender algo MUITO IMPORTANTE:

  1. O Sapiens sempre criou Índices Reputacionais para sobreviver;
  2. Os Índices Reputacionais são criados, a partir das mídias disponíveis;
  3. Quanto mais descentralizados forem a criação e o uso dos Índices Reputacionais, mais a sociedade será horizontalizada e vice-versa.

Por que precisamos de Índices Reputacionais?

Determinadas espécies de aranhas, por exemplo, vivem isoladas são Não Cooperativas e as formigas são um exemplo típico de Espécies Cooperativas.

O Sapiens, assim, é uma Espécie Cooperativa, que tem uma interdependência entre seus membros.

O Sapiens é obrigado a cooperar um com o outro para poder sobreviver.

No caso do Sapiens, diferente das outras Espécies Cooperativas, as trocas NÃO são feitas por instinto. Demandam confiança.

No epicentro das obrigatórias trocas entre o Sapiens está a demanda pela confiança entre pessoas.

A não ser em momentos de enorme tolice, ninguém faz negócio com ninguém sem que tenha uma taxa mínima de confiança.

Para que possamos ter confiança em algo (seja uma pessoa, serviço, produto, organização) precisamos ter informação.

Quanto mais eu tenho informação sobre um produto, serviço, organização ou pessoa, mais adequada será a minha escolha de me relacionar com ele.

Portanto, os Índices Reputacionais sempre existiram na sociedade humana e vão variando, conforme vamos criando novas mídias.

O tipo de Índice Reputacional que podemos criar define o modelo de sobrevivência que podemos criar.

Tivemos no passado os seguintes Índices Reputacionais:

  • Índices Reputacionais Orais – com os quais as pessoas tomam decisões de sobrevivência baseados nas conversas;
  • Índices Reputacionais Escritos – com os quais as as pessoas tomam decisões de sobrevivência baseados nos registros escritos;
  • Índices Reputacionais Digitais – com os quais as pessoas tomam decisões de sobrevivência baseados nos registros digitais.

Assim, há uma evidente relação entre informação e confiança, que se modifica com a chegada de novas mídias, a partir da possibilidade de criação de Índices Reputacionais Mais Descentralizados.

Índices Reputacionais Mais Descentralizados permitem que cada pessoas possa tomar uma decisão melhor e cada vez mais personalizada.

O Sapiens é a espécie mais personalizada do planeta. E quando não pode praticar a sua tendência natural a personalização se sente violentado.

Qual é, então, a relação confiança, mídias, Índices Reputacionais e Sobrevivência?

Novas mídias permitem novas formas de geração de Informação de Confiança (que são os Índices Reputacionais) e isso influencia as trocas humanas e, por sua vez, a sobrevivência.

Vejamos em exemplo para tangibilizar a ideia.

Numa pequena, temos uma maior Taxa da Informação da Confiança Oral, que geram Índices Reputacionais Orais.

A Informação de Confiança Oral é o velho e conhecido “boca a boca“, muitas vezes em clima de fofoca, que vai criando Índices Reputacionais Orais em todos os campos de atividades.

Com a chegada e massificação da escrita, passamos a ter também além da oralidade registros impressos, o que gerou, por exemplo, o “nada consta” e “as certidões de tudo certo dos cartórios”. 

Mais.

Mas o Índice Reputacional que funcionava no passado vai ficando obsoleto em função do aumento da Complexidade da Sobrevivência Progressiva provocada pelo aumento populacional.

O aumento populacional aumenta a Taxa de Interdependência entre as pessoas bem como a demanda por mais e mais qualidade na Informação da Confiança.

Quanto mais a sociedade vai se tornando mais complexa em termos de sobrevivência, mais e mais passamos a ter necessidade de criar Índices Reputacionais mais Descentralizados.

No século passado, com a Dobradinha Civilizacional (Mais Gente – Mídias Hiper Centralizadas), tivemos uma exponencial centralização dos Índices Reputacionais Sonoros (Orais e Escritos).

Boa parte dos negócios deixaram de ser feitos em pequenas cidades, que cresceram, e a Taxa de Confiança Necessária para as Trocas passou a ser baseada na capacidade de se vender reputações, via propaganda, nas Mídias Sonoras Mais Centralizadas.

O que ocorreu na fase da Dobradinha Civilizacional (Mais Gente – Mídias Hiper Centralizadas) foi o seguinte:

  • o aumento da Taxa do Número de Desconhecidos no Planeta – cada vez mais gente passou a desconhecer cada vez mais gente, não só onde vive ou quem estava distante;
  • as mídias disponíveis se hiper centralizaram;
  • e tivemos o inevitável aumento da Verticalização da Confiança, através das Mídias Hiper Centralizadas.

Esta Dobradinha Civilizacional (Mais Gente – Mídias Hiper Centralizadas) passou a gerar uma crise, com as seguintes características:

  • massificação das opções de consumo, o que vai contra a Essência Humana pela Personalização;
  • redução da concorrência, da competitividade e da inovação.

No período da Dobradinha Civilizacional (Mais Gente – Mídias Hiper Centralizadas) passou a ser muito baixa a Taxa de Confiança para fazer Negócios, fora do circuito das Megas Organizações Sonoras –  que conseguiam bancar o alto custo das propagandas nas Mídias Hiper Centralizadas.

Até a chegada da Uberização, era pouco provável que desconhecidos fizessem negócios em larga escala com desconhecidos.

A grande mudança que estamos vivendo hoje nos negócios é justamente a chegada dos Índices Reputacionais Digitais.

Índices Reputacionais Digitais são divididos em dois tipos:

  • Índices Reputacionais Digitais Voluntários – que o usuário da Internet avalia conscientemente um produto, um serviço, uma pessoa ou uma organização;
  • Índices Reputacionais Digitais Involuntários – que o usuário da Internet, ao navegar, de forma inconsciente acaba validando um produto, um serviço, uma pessoa ou uma organização.

A chegada dos Índices Reputacionais Digitais permitiu que houvesse praticamente um retorno ao modelo praticado pelos nossos antepassados em cidades menores, mas só que agora em escala global.

Todas as Organizações Uberizadas só conseguiram criar seu modelo de negócio, pois passaram a usar, de forma inteligente, os Índices Reputacionais Digitais.

Hoje, um motorista do Uber, um Anfitrião do Airbnb ou um vídeo do Youtube são rastreados pelos Índices Reputacionais Digitais, que permitem, assim, que desconhecidos tenham mais confiança em desconhecidos.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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O áudio do artigo

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#empreendedor conceitual – criando e aprofundando estes conceito.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

 

 

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Por isso, um livro Teórico/Metodológico pode ter um impacto negativo maior, no curto prazo, quando parte de premissas equivocadas.
  2. Empreendedores Conceituais só Teóricos entregam mudanças de mentalidade para a sociedade, sem a preocupação direta de indicar metodologias.
  3. Não resta dúvida que os Empreendedores Conceituais Padronistas permitem que cheguemos a metodologias mais eficazes.
  4. O papel dos Empreendedores Conceituais não é necessariamente nem de criar metodologias ou projetos operacionais, mas apresentar o padrão dos fenômenos.
  5. Porém, todo o Empreendedor Operacional, de forma consciente ou não, tem um Padrinho Conceitual, que é também um empreendedor.
  6. Quando falamos em empreender, sempre pensamos que empreendedor é aquele que faz atividades operacionais e nunca conceituais.
  7. Assim, toda atividade operacional é filha de uma metodologia. E toda metodologia é filha de uma teoria.
  8. Teoria não é o avesso de prática. Teoria é o que antecede uma atividade operacional. Não existe operação sem uma análise anterior do cenário.

Historietas para ilustrar os áudios:

Falar um pouco sobre a incompreensão do trabalho do Empreendedor Conceitual.
Anunciar a produção do novo livro.

Vamos ao Artigo:

“O ancestral de toda ação é um pensamento.” – Ralph Waldo Emerson.

Fala-se muito de inovação e empreendedorismo, mas pouco se analisa os dois tipos possíveis de empreendedores.

  • Empreendedor Operacional – aquele que coloca para “rodar”, de forma consciente, ou não,  uma teoria;
  • Empreendedor Conceitual – aquele que cria uma teoria e que pode sugerir, ou não, metodologias.

Teoria é o estudo de fenômenos, através de Padrões Históricos Recorrentes.

Já conversamos muito sobre isso, mas tem determinados assuntos, que pedem que sejamos muito persistentes.

Teoria não é o avesso de prática. Teoria é o que antecede uma atividade operacional. Não existe operação sem uma análise anterior do cenário.

O que nos leva à famosa frase:

“Não existe nada mais prático (eficaz) do que uma boa teoria.” – Kurt Lewin.

Assim, toda atividade operacional é filha de uma metodologia. E toda metodologia é filha de uma teoria.

Quando falamos em empreender, sempre pensamos que empreendedor é aquele que faz atividades operacionais e nunca conceituais.

Porém, todo o Empreendedor Operacional, de forma consciente ou não, tem um Padrinho Conceitual, que é também um empreendedor.

Empreender é pôr em execução: realizar uma atividade operacional ou conceitual.

Podemos ter a construção de algo operacional ou conceitual, em ambos os casos atividades que podem ser úteis para os respectivos clientes.

Veja o exemplo de Nassim Taleb, que é um Empreendedor Conceitual, que influencia muita gente nos dias de hoje. Taleb não cria startups, mas livros.

Ou, se formos ao passado, Adam Smith (1723 – 1790), que criou as bases conceituais do Cooperativismo (também conhecido de forma pejorativa de capitalismo).

O papel dos Empreendedores Conceituais não é necessariamente nem de criar metodologias ou projetos operacionais, mas apresentar o padrão dos fenômenos.

Existem dois tipos de Empreendedores Conceituais:

  • Os Percepcionistas – menos rigorosos, que percebem os fenômenos sem procurar os respectivos padrões históricos;
  • Os Padronistas – mais rigorosos, que procuram os respectivos padrões históricos dos fenômenos.

Não resta dúvida que os Empreendedores Conceituais Padronistas permitem que cheguemos a metodologias mais eficazes.

Temos ainda outra divisão, entre os Empreendedores Conceituais:

  • os Empreendedores Conceituais Teóricos e Metodológicos, que se propõe a desenvolver Teoria e Método;
  •  os Empreendedores Conceituais só Teóricos, que se propõe a desenvolver apenas Teoria;
  • os Empreendedores Conceituais só Metodológicos, que se propõe a desenvolver apenas Metodologia, baseado em Teoria de outro.

O livro “Quem está no Comando?”, de Brafman e Beckstrom, por exemplo, é um exemplo de Empreendedores Conceituais só Teóricos.

Eles são Padronistas, pois vão ao passado analisar a dicotomia entre redes centralizadas e descentralizadas e apontar que estas últimas em determinado confronto sempre levam vantagem.

O fato de não se meterem em desenvolver Metodologias torna o livro como uma referência para uma mudança de mentalidade.

Empreendedores Conceituais só Teóricos entregam mudanças de mentalidade para a sociedade, sem a preocupação direta de indicar metodologias.

O livro “Cibercultura” de Pierre Lévy também é apenas teórico.

Já o livro “O novo Social Learning” de Tony Bingham e Marcia Conner já se coloca na proposta do Empreendedorismo Conceitual Teórico e Metodológico.

Um livro só teórico não será utilizado diretamente na operação e na estratégia de uma empresa, já um metodológico, sim.

Por isso, um livro Teórico/Metodológico pode ter um impacto negativo maior, no curto prazo, quando parte de premissas equivocadas.

Um livro Teórico/Metodológico pode ser utilizado por organizações, que vão atuar, de forma não adequada, diante dos fenômenos.

É isso, que dizem?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

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O áudio do artigo

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#2 lógicas  – criando e aprofundando este conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. Por que temos tanta dificuldade de termos pensamentos mais lógicos de maneira geral?
  2. E quais são as mudanças que ocorrem neste fenômeno diante da Revolução Civilizacional 2.0 que estamos passando?

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quanto mais a pessoa é colocada diante de escolhas, mais e mais ela precisará desenvolver a sua capacidade lógica.
  2. Assim, de uma maneira geral, temos com a chegada da Internet o aumento exponencial das Autoridades Digitais para as Sonoras.
  3. Há, com a chegada da Internet, uma pulverização de Micros Autoridades por cada vez mais nichos de interesse e consumo, permitindo, com isso, um aumento da Descentralização Progressiva.
  4. Muitas das Autoridades Sonoras eram autoridades por causa da Topologia cada vez mais Hiper Centralizada das Mídias Sonoras das últimas décadas.
  5. Autoridades são pessoas que influenciam à sociedade de forma objetiva ou subjetiva, tendo a sua hegemonia fortemente influenciada pela Topologia da Mídia de Plantão.
  6. Mídias mais Verticalizadas criam um tipo de Autoridades e as mais horizontalizadas outros.
  7. Podemos dizer que terceirizamos nossa capacidade lógica e escolhemos alguém para ser lógico por nós.
  8. Autoridades são pessoas que influenciam à sociedade de forma objetiva ou subjetiva, tendo a sua hegemonia fortemente influenciada pela Topologia da Mídia de Plantão.

Historietas para ilustrar os áudios:

Como somos influenciados pelo Tiks Toks da vida na formação das novas Autoridades Digitais.

Comentar o ano sabático de notícias e mostrar o quanto houve mudanças nas autoridades, lembrar, de novo, a história de Lutero. Dos intelectuais do livro manuscrito, quando surge o impresso.

Lembrar do taxista que me disse o quanto era bom ele receber estrelas.

Vamos ao Artigo:

“Nunca se deve aceitar algo só porque foi dito por uma autoridade.” – Gleiser.

Vivemos hoje o final de uma Tecnocrise Midiática Civilizacional.

Tecnocrise Midiática Civilizacional se caracteriza pelo aumento populacional, mas sem que tenhamos mídias descentralizadas, criando uma Verticalização de Poder.

O século passado foi marcado pela Dobradinha Civilizacional (Mais Gente e Mídias Verticalizadas).

Nas Tecnocrises Midiáticas Civilizacionais temos a formação de autoridades, aquelas que influenciam objetiva e subjetivamente a sociedade, não pela sua capacidade lógica, mas pela sua capacidade marqueteira no Ambiente Midiático Verticalizado.

A chegada da Internet traz mudanças para a Lógica das Autoridades, pois a Topologia das Autoridades é diretamente influenciada pela Topologia da Mídia.

Mídias mais Verticalizadas criam um tipo de Autoridades e as mais horizontalizadas outros.

Autoridades são pessoas que influenciam à sociedade de forma objetiva ou subjetiva, tendo a sua hegemonia fortemente influenciada pela Topologia da Mídia de Plantão.

Tínhamos, até antes da Internet, a Lógica das Autoridades Sonora, que era feita, através das Mídias Sonoras disponíveis.

Hoje, estamos vivendo a passagem da Lógica das Autoridades Sonoras para a Lógica das Autoridades Digitais.

Muitas das Autoridades Sonoras eram autoridades por causa da Topologia cada vez mais Hiper Centralizada das Mídias Sonoras das últimas décadas.

Hoje, temos – com a disseminação da formação das novas Autoridades Digitais – um modelo mais descentralizado e mais meritocrático do que no passado.

Há, com a chegada da Internet, uma pulverização de Micros Autoridades por cada vez mais nichos de interesse e consumo, permitindo, com isso, um aumento da Descentralização Progressiva.

A Descentralização Progressiva é uma Macro Tendência humana na Macro História na direção do aumento da autonomia de cada Sapiens tanto na operação como na Tomada de Decisões.

Assim, de uma maneira geral, temos com a chegada da Internet o aumento exponencial das Autoridades Digitais para as Sonoras.

Há também uma mudança da mente para a maior capacidade de cada pessoas de aumentar a sua Taxa de Lógica Endógena.

Temos dois tipos de construção da lógica:

  • a Lógica Endógena – que vem mais de dentro para fora do que de fora para dentro e se afasta um pouco do senso comum;
  • a Lógica Exógena – que vem mais de fora para dentro do que de dentro para fora e se aproxima mais do senso comum.

De maneira geral, não desenvolvemos o que podemos chamar de Lógica Endógena, mas a Exógena.

Na Civilização 2.0, você escolhe cada vez mais o que vai consumir com cada vez mais opções disponíveis.

Como as pessoas na Civilização 2.0 são obrigadas a fazer cada vez mais escolhas nas suas vidas, temos, pela contínua atividade, o aumento gradativo da Lógica Endógena.

Quanto mais a pessoa é colocada diante de escolhas, mais e mais ela precisará desenvolver a sua capacidade lógica.

Mais ainda.

Podemos dividir a nossa mente em duas:

  • Mente 1 – responsável pelas atividades mais automáticas;
  • Mente 2 – responsável pelas atividades que demandam mais reflexão.

Um jogador de tênis, por exemplo, precisa desenvolver a sua capacidade da Mente 1 para não atrapalhar seus movimentos, assim como um músico.

Precisa que a Mente 2 deixe a Mente 1 operar.

E temos o inverso quando precisamos tomar decisões, estimulando a operação da Mente 2, evitando que a Mente 1 seja a preponderante.

Nos estudos que temos feito, percebemos que os Disruptores têm mais facilidade em operar com a Mente 2 nas decisões mais operacionais.

Disruptores trabalham com mais facilidade na Mente 2.

É o que veremos com mais detalhes na leitura do livro “Pensar de novo” de Adam Grant, a partir de amanhã.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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