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O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal030822a

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#Web 3.0  – aprofundando estes conceito.

Quais são as questões do artigo?

  1. Quais são os conceitos adequados e os equivocados, que devem ser questionados, quando se fala em Web 3.0?

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. E, da mesma maneira que as Organizações Tradicionais resistiram e ainda resistem à Uberização, as Organizações Uberizadas resistirão à Blockchenização.
  2. A Blockchenização permite uma descentralização muito mais radical do que foi feita nas atuais Organizações Uberizadas.
  3. Não há demanda humana para viver mundos ficcionais fora do entretenimento por mais viajante que ele possa ser.
  4. A Blockchenização é a Uberização sem plataforma.
  5. Quanto mais gente tivermos no planeta, mais e mais o poder precisará ser descentralizado.
  6. Ninguém, até onde se sabe, anda comendo mouse ou fazendo xixi na impressora. Isso só pode ser feito fora das telas.
  7. Os grandes players do Mundo Digital vivem hoje o início de uma crise diante das contradições que criaram e da competição mais descentralizada que se avizinha.
  8. A Descentralização do Poder é a única forma sustentável que as espécies vivas encontraram para resolver, de forma mais adequada, problemas de sobrevivência.

Historietas para ilustrar os áudios

Comentar sobre meus primeiros clientes.

Filme que o cara queria só dormir para viver no mundo dos sonhos.

Só por hoje, vou ficar longe do Metaverso. Os Meta-alcóolatras anônimos.

Vamos ao Artigo:

“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.” – Darwin.

Por sugestão do Bimodal Fernando Belmonte passei a analisar o seguinte episódio do Podcast dos Excepcionais. Não ouvi todo, apenas algumas partes e extraí delas alguns conceitos que merecem questionamento.

Fernando está interessado em desenvolver uma DAO – Decentralized autonomous organization / Organização Descentralizada (que significa para nossa ótica como uma Organização Blockchenizada).

Quero chamar a atenção de pontos positivos e negativos do podcast.

Principalmente, questionar algumas visões equivocadas sobre o presente e o futuro, que fazem parte de um senso comum e que já gera e vai gerar ainda problemas.

A redução dos Gatekeepers

Gatekeeper seria o guardador do portão, os porteiros, que tomam conta de determinada porta.

O que temos, se analisarmos a história, é uma Desgatekeeperização da sociedade.

Vou abordar esta questão no provável artigo de amanhã.

Mas a regra é a seguinte:

Quanto mais gente tivermos no planeta, mais e mais o poder precisará ser descentralizado.

A Descentralização do Poder é a única forma sustentável que as espécies vivas encontraram para resolver, de forma mais adequada, problemas de sobrevivência.

Podemos dizer, assim, que na nova Civilização 2.0 tivemos três etapas, que se iniciam com as mídias e modificam a forma como Intermediamos a Sobrevivência:

  • A Digitalização da Gestão;
  • A Uberização, ou a Curadoria 1.0;
  • A Blockchenização ou a Curadoria 2.0.

Quando ouvimos no episódio o conceito de Web 3.0 se tem a impressão que são as ferramentas, que dominam a sociedade e não a sociedade que vai se moldando às ferramentas.

O grande aprendizado que tivemos diante das Revoluções Midiáticas é de que elas são Sub-Revoluções da Sobrevivência.

As mídias são Tecnologias Detonadoras de novas etapas da sobrevivência humana.

As mídias permitem que possamos criar novas formas de nos organizar na sociedade sempre na direção de menos verticalização para mais horizontalização. Isso não é uma escolha humana, mas uma obrigação.

Como funciona a caminhada para o futuro?

Nós não avançamos para o futuro como uma tropa marchando todos juntos na mesma direção. Isso é uma fantasia sobre a Jornada Humana.

A caminhada em direção ao futuro é feito, através de Três Zonas em relação ao futuro:

  • Zonas de Abandono – que insistem em manter formas mais centralizadas de Intermediação da Sobrevivência;
  • Zonas Neutras – que adotam parcialmente, mas não são a vanguarda das novas formas mais descentralizadas de Intermediação da Sobrevivência;
  • Zonas de Atração– que adotam, de forma inovadora, e passam a ser a vanguarda das novas formas mais descentralizadas de Intermediação da Sobrevivência.

Vivemos hoje a passagem da Gestão para a Curadoria.

E da Curadoria 1.0 (Uberização) para a 2.0 (Blockchenização).

Todas as Zonas de Atração, que podem ser pessoas (com ideias e visões), organizações (com projetos operacionais) e regiões, que estão caminhando na direção da Blockchenização são as atuais Zonas de Atração.

Gestão é o Modelo de Intermediação, que foi possível no Ambiente Midiático Sonoro. Não pode ser considerada como sinônimo de Administração.

Curadoria é o Modelo de Intermediação, que passa a ser possível no Ambiente Midiático Digital em duas etapas: 1.0 (Uberização/Platafórmica) e 2.0 (Blockchenização/Ecossistêmica). 

Não existe Mundo Digital e Mundo Real.

É uma falsa dicotomia que aparece no programa, que, a princípio ninguém questiona.

O que temos não só hoje, mas ao longo de TODA a história humana, são usos das mídias para que possamos viver melhor.

O Sapiens – no que eles chamam de “Mundo Real” – tem as suas demandas de sobrevivência.

Ninguém, até onde se sabe, anda comendo mouse ou fazendo xixi na impressora. Isso só pode ser feito fora das telas.

Assim, tais demandas continuam e vão continuar existindo, utilizando as mídias para resolver estes problemas.

O Metaverso Faceboqueano não é o futuro!

Os grandes players do Mundo Digital vivem hoje o início de uma crise diante das contradições que criaram e da competição mais descentralizada que se avizinha.

O futuro tem apontado para a direção da Blockchenização – que tem surgido de forma espontânea e competirá com a Uberização.

A Blockchenização é a Uberização sem plataforma.

A Blockchenização permite uma descentralização muito mais radical do que foi feita nas atuais Organizações Uberizadas.

E, da mesma maneira que as Organizações Tradicionais resistiram e ainda resistem à Uberização, as Organizações Uberizadas resistirão à Blockchenização.

A filosofia do Blockchain tira poder dos atuais Curadores 1.0 / Uberizadores. E isso não é bem aceito.

Assim, para se manter, de forma fake, na Locomotiva da História se criou a falsa fantasia do Metaverso Faceboqueano.

Grandes tendências humanas não são anunciadas do centro para as pontas. Elas são testadas e vão se mostrando válidas. O marketing não vem antes, mas depois.

Temos sim uma tendência a expansão do mercado que podemos chamar de Entretenimento 3D cada vez mais Participativo.

O Entretenimento 3D cada vez mais Participativo, que é visto nos jogos de todos os tipos no Mundo Digital é inegavelmente uma forte tendência.

Jogar porém é uma coisa, viver dentro do Metaverso Faceboqueano é outra bem diferente!!!

Outra tendência visível e bem provável é o uso de 3D em nichos profissionais, na área de educação, como de pilotos e cirurgiões, entre outros.

Se quisermos chamar isso Ambientes 3D de Metaverso, ok.

Metaverso seria o uso da tecnologia 3D em determinados segmentos do mercado, principalmente em entretenimento e simulações de todos os tipos para o aprendizado profissional.

Isso, sem dúvida, tem futuro e vai dar retorno, porém a aposta no Metaverso Faceboqueano é bem diferente.

O Metaverso Faceboqueano acredita que haverá uma migração da vida das pessoas para um Mundo 3D, não para jogos, mas para substituir atividades diárias. E isso vai ocorrer em larga escala, em todas as áreas.

O Metaverso Faceboqueano é vendido como o Second Life 2.0, que, por algum motivo agora, vai vingar, coisa que não ocorreu no passado.

Se analisarmos os Padrões Históricos do passado, toda nova mídia atrai pessoas para que se apaixonem por mundos ficcionais, tais como romances em livros, filmes no cinema, novelas de rádio e televisão.

Porém, por mais que pessoas possam compulsivamente deixar de viver parcialmente as suas vidas por causa disso, isso será visto como um problema e não uma solução.

A compulsão por um Metaverso Faceboqueano vai gerar problemas nas pessoas, que tentarão, se estiverem viciadas nisso, largar.

Sim, teremos grupos de mútuo ajuda, que dirão: só por hoje não vou entrar no Metaverso Faceboqueano!!!

Não há demanda humana para viver mundos ficcionais fora do entretenimento por mais viajante que ele possa ser.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

Compre meu livro Administração 3.0, autografado: https://bit.ly/adm30autografado

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal270722a

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#tony_marcia – aprendendo com estes autores.

Qual o tema do artigo?

Andamento da Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. McLuhan consegue nos ajudar a superar a anomalia que havia na Ciência Social 1.0, que é incapaz de entender Revoluções Midiáticas Civilizacionais na sua verdadeira dimensão.
  2. A Revolução da Comunicação provoca uma Revolução da Sobrevivência e é a Revolução da Sobrevivência a grande revolução.
  3. Recomendo fortemente não usar o termo “mídias sociais”, que é um conceito fraco que gera muito mais confusão do que explicação!
  4. Não é por que um conceito se tornou popular que ele é forte. A força de um termo vem com a sua capacidade de nos levar a entender melhor os fatos!
  5. Como nos ensina McLuhan, as tecnologias são criadas e recriam o ser humano.
  6. “O novo Social Learning” demonstra bem o jeito equivocado americano – que acabou virando mainstream – de pensar tecnologias e o papel das mídias na sociedade.
  7. Não existe a possibilidade do ser humano interagir sem que tenhamos um meio tecnológico – uma mídia (aquilo que está entre as pessoas).
  8. Quanto mais uma Tecnologia atinge mais áreas, mais central ela é e maior o papel que ela exerce nas mudanças cerebrais de cada vez mais gente.

Historietas para ilustrar os áudios:

McLuhan e a terceira ferida narcísica, quando aborda as mudanças no cérebro com as mídias.

O problema do Indutivismo Tóxico dos americanos.

Indutivismo Tóxico é o uso dessa forma de analisar um determinado fenômeno, que pede uma mudança de paradigma e continua sendo analisado com o mesmo, que ficou obsoleto.

Falar do Unabomber e do Capitão Fantástico.

A Acupuntura Conceitual: mídias sociais, meu jeito de ministrar aulas e os problemas dos Conceitos Fracos, que faz com que tenhamos Narrativas Fracas e Metodologias Fracas diante de fenômenos.

Vamos ao Artigo:

“As sociedades sempre foram moldadas mais pela natureza dos meios que os homens usam para comunicar-se que pelo conteúdo da comunicação.” – McLuhan.

O livro “O novo Social Learning” de Tony Bingham e Marcia Conner é de 2010.

Por isso, podemos dar um desconto nos seus diferentes e grandes equívocos.

“O novo Social Learning” demonstra bem o jeito equivocado americano – que acabou virando mainstream – de pensar tecnologias e o papel das mídias na sociedade.

Na verdade, falta na análise do digital, alguns requisitos:

  • Thomas Kuhn (1922  96), que nos ensina que quando não entendemos algo de forma consistente, é hora de procurar novos paradigmas;
  • e, ao procurar novos paradigmas, no caso do Digital, mergulhar fundo nos canadenses, que inauguram há 70 anos o estudo consistente e Padronista das mídias.

O que podemos aprender com o livro?

Justamente, como o senso comum pensa tecnologias e as novas mídias e como sugerimos que devem ser pensadas.

Temos dito aqui que o filósofo Marshall McLuhan (1911-80) introduziu na sociedade a Quarta Ferida Narcísica Civilizacional.

A Quarta Ferida Narcísica Civilizacional introduz na sociedade uma Desonipotenciação de que o ser humano faz das tecnologias o bem  quer – o que é falso, pois elas promovem mudanças tanto objetivas, quanto objetivas nas nossas vidas.

Como nos ensina McLuhan, as tecnologias são criadas e recriam o ser humano.

McLuhan nos faz rever a relação do Sapiens tanto com as tecnologias, quanto com as mídias e inaugura a fase da Ciência Social 2.0.

A Ciência Social 2.0 é aquela que admite que somos uma Tecnoespécie e que toda vez que introduzimos novas mídias na sociedade inauguramos novas Eras Civilizacionais.

McLuhan consegue nos ajudar a superar a anomalia que havia na Ciência Social 1.0, que é incapaz de entender Revoluções Midiáticas Civilizacionais na sua verdadeira dimensão.

Temos, assim, o Jeito 1.0 de encarar as Tecnologias e Mídias e o 2.0, Pós-Mcluhan:

  • No Jeito 1.0 de encarar as Tecnologias e as Mídias – temos a fantasia de tecnologias neutras e as mídias como uma tecnologia como outra qualquer, sem distinção com as demais;
  • No Jeito 2.0 de encarar as Tecnologias e as Mídias – encaramos as tecnologias como ativas e as mídias como uma das Tecnologias Centrais da espécie, responsável por inaugurar novas Eras Civilizacionais.

Anotemos os erros conceituais e os ajustes que propomos.

Logo no início do livro já no prefácio Daniel Pink aborda a questão das mídias como se fossem tecnologias sem considerá-las um tipo específico que exerce uma determinada influência.

“Nós víamos as mídias sociais como ferramentas de marketing (…) mas agora são também ferramentas de aprendizagem.”

Vamos decupar os problemas.

Antes de tudo, vamos Acunpunturar estes conceito “Mídias Sociais”.

É MUITO inadequado para entender o fenômeno atual o conceito “Mídias Sociais”, pois, desde o início da Jornada Humana, todas as mídias sempre foram sociais.

A oralidade foi social, a escrita foi social, as mídias eletrônicas foram sociais e agora as mídias digitais são sociais. Recomendo fortemente não usar “mídias sociais”, que é um conceito fraco que gera confusão!

Não é por que um conceito se tornou popular que ele é forte. A força de um termo vem com a sua capacidade de nos levar a entender melhor os fatos, gerando Metodologias Fortes!

O estudo das mídias feita ao longo das últimas sete décadas, pela Escola de Toronto, as aponta como uma das Tecnologias Centrais do Sapiens, que exerce influência em praticamente TODAS as áreas da sociedade.

Quanto mais uma Tecnologia atinge mais áreas, mais central ela é e maior o papel que ela exerce nas mudanças cerebrais de cada vez mais gente.

Diz McLuhan: “mudou a mídia, mudou a sociedade.”

Assim, as Mídias, seja em que tempo for, foram e serão sempre ferramentas de interação, com diversas aplicações, tais como de marketing como de aprendizagem, entre outras.

Tais visões sobre mídias e tecnologias são filhas do Percepcionismo – uma forma primitiva de se fazer análises baseadas em sensações e não no padrão histórico dos fenômenos.

Percepcionismo é a análise inicial de fenômenos – em geral feita na Pré-Ciência – que não podem servir de base nem para criação de Teorias ou Métodos para lidar com ele.

É preciso entender que.

Cada uma das tecnologias inventadas pelo Sapiens tem particularidades, que permitem que se possa fazer determinadas mudanças na sociedade, a saber: Tecnologias de energia, de mobilidade, médicas, de observação do espaço.

Quando se estuda os possíveis desdobramentos de novas tecnologias, é preciso:

  • definir qual é o papel específico que cada uma exerce na sociedade;
  • comparar este papel específico com recorrência similares no passado;
  • e analisar os efeitos consequentes da chegada daquela tecnologia particular na sociedade.

Podemos sugerir, assim, que temos dois tipos de análises sobre Tecnologias e Mídias no geral:

  • Análise Mais Simplista sobre as Tecnologias  – sem procurar a essência dos diferentes tipos de tecnologias e seu efeito específico na sociedade e sem analisar as recorrências da chegada da mesma no passado;
  • Análise Mais Complexa sobre as Tecnologias – que procura a essência dos diferentes tipos de tecnologias e seu efeito específico na sociedade e analisa as recorrências da chegada da mesma no passado.

Diz o prefácio em português do brasileiro Conrado Schlochauer:

“Aprendizagem social pode ser definida também com aprendizagem em rede, quando pessoas interagem entre si, sendo mediadas, ou não, pela tecnologia.”

Se analisarmos que a oralidade é uma tecnologia – que podemos chamar de Mídia Biológica – nunca tivemos um aprendizado sem a influência das mídias.

A frase acima é um exemplo emblemático de Análise sobre as Mídias Mais Simplista.

Não existe a possibilidade do ser humano interagir sem que tenhamos um meio tecnológico – uma mídia (aquilo que está entre as pessoas).

(A única exceção são interações muito sensitivas, como troca de olhares ou de carinho, mas que não fazem parte do escopo da análise das mídias, sob o foco da sobrevivência.)

O problema do Indutivismo Tóxico diante do Digital é que se procura:

  • entender o Digital sem ir ao passado;
  • não se compara as mídias com outras tecnologias;
  • e se imagina que o Sapiens pode ter uma vida pura, sem a influência das tecnologias, o que é impossível para uma Tecnoespécie.

No prefácio temos a seguinte expressão ainda do brasileiro Conrado Schlochauer:

“Precisamos aprender a pensar além da ferramenta, que, por si só, é incapaz de gerar mudanças. As pessoas é que fazem isso.”

Aqui temos um exemplo típico da Visão Simplista da Análise das Mídias Pré-MacLuhaniana sobre as tecnologias.

Podemos chamar este visão de Neutrismo Tecnológico e Midiático.

Neutrismo Tecnológico e Midiático é uma forma de enxergar as tecnologias como se elas fossem neutras e não exercessem um papel ativo nas pessoas e na sociedade. 

Ainda no prefácio temos a seguinte declaração:

“Para que aprendizagem assuma seu papel estratégico ela deve fazer parte da cultura da empresa como um valor e deixar de ser assunto restrito a poucos profissionais na organização para ser vivido cotidianamente por todos.'”

Na verdade, temos que separar aqui dois tipos de aprendizado: o formal e o informal.

O formal sempre foi mais intermediado por especialistas e o informal sempre foi a partir das interações entre as pessoas através das mídias de plantão.

Por fim, aparece ainda no início do livro também a equivocada visão de que vivemos a era do conhecimento blá blá blá blá blá.

Vamos ao texto dos autores.

Quando analisamos o texto dos autores, continuamos tendo problemas.

“Ao passar da pressão da informação para aquisição de conhecimento, você libera energias criativas para sua equipe ter sucesso em um ambiente de rápidas transformações.”

Basicamente, o modelo tradicional da gestão implica necessariamente no controle das mudanças.

Essa ideia do aprendizado rápido e que todo mundo passa a inovar é uma verdadeira fantasia dentro do modelo atual.

“Os estudos de aprendizagem são bem claros a esse respeito: quanto mais as pessoas interagem, mais são capazes de aprender. Em outras palavras, quanto mais perguntas fazem, mas se fortalece o processo de aprendizagem. O social learning torna mais fácil para as pessoas encontrarem suas perguntas e sua voz.”

Temos a seguinte questão: a forma como as pessoas interagem e aprendem precisa ser harmônico ao modelo de comando e controle praticado. E o Modelo de Comando e Controle praticado depende da mídia disponível!!!

Uma nova mídia descentralizada permite que se crie novas formas de aprendizagem e isso exige um novo modelo de comando e controle.

Por isso, faço a brincadeira de que o lema numa organização tradicional é: ” inovar pode mas mudar jamais.”

A Inovação numa organização tradicional é sempre muito controlada porque vem sempre do centro para as pontas.

Há um equívoco neste livro estrutural, pois não entende que estamos criando um novo ambiente de intermediação que permite que um aprendizado mais dinâmico e descentralizado possa servir como parâmetro para as mudanças necessárias.

“Necessitamos de novas formas para dar sentido à montanha de informações que se movem em nossa direção. Precisamos de novas maneiras para filtrar os dados, guardar as informações e colocar questões diante de fontes confiáveis.”

O problema desse tipo de abordagem aconteceu comigo num dos meus clientes. Quando um jovem me perguntou se estávamos vivendo uma revolução da administração ou da comunicação.

Preciso entender que a Revolução da Comunicação provoca uma Revolução da Sobrevivência e é a Revolução da Sobrevivência a grande revolução.

O grande norte da revolução da Sobrevivência é à procura de um modelo de comando e controle mais descentralizado, que dê mais liberdade para as pessoas resolverem de forma mais autônoma a complexidade dos problemas que temos hoje.

É por isso que considero que a gestão está com seus dias contados.

O futuro aponta para a curadoria.

O livro foi sugerido pelo Bimodal: Fernando Villar.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

O áudio do artigo

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#4 cachorrinhos meios – criando e aprofundando este conceito.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Bem Estar Continuado é o objetivo principal na vida de qualquer pessoa.
  2. Quando temos um Processo de Originalização Integrado, no qual o profissional e o pessoal estão em processo de mudança progressiva e permanente todo o “Canil Mental” está te ajudando.
  3. É importante estabelecer uma relação de parceria com a mente, como se ela fosse uma segunda pessoa.
  4. Costumo conversar e pedir ajuda aos Cachorrinhos Operacionais lembrando que eles existem e estabelecendo uma espécie de relação com eles.
  5. Quando temos várias áreas da nossa vida em processo de mudança em paralelo, nossa mente vai fazendo associações em que uma sacada numa delas ajuda a outra.
  6. Por isso, um processo de Originalização Saudável nunca é apenas um processo de desenvolvimento apenas no lado profissional.
  7. Se procurar no Google, não vai achar um antônimo para Sinergia, que sugiro que seja Nonergia ou Abnergia, a gosto.
  8. Toda a pessoa é um todo integrado, no qual existem fatores motivacionais em várias áreas de nossa vida.

Historietas para ilustrar os áudios:

Falar um pouco do processo de separação.

O gênio que não faz nada em casa.

Vamos ao Artigo:

“Geralmente, quando algo fica na cabeça é porque você quer algo diferente.” – David Allen.

Um pesquisador na área de Ciência Social tem dois tipos de problema foco possível:

  • Uma Pesquisa Clientelizada – na qual há um cliente claro e um processo de interação constante com ele, que serve de bússola;
  • Uma Pesquisa Desclientelizada – na qual pode haver, ou não, cliente claro, mas NÃO HÁ um processo de interação constante com ele, não tendo, portanto, uma bússola.

A Ciência – isso é uma escolha ética do pesquisador – foi feita para ajudar o Sapiens a viver melhor.

Quanto mais um pesquisador interage com seus clientes-foco ao longo da pesquisa, mais ele terá chance de balizar a sua jornada e vice-versa.

Todo o avanço da minha pesquisa pessoal e depois agora na Bimodais,  no sentido de ajudar a sociedade a lidar melhor com o mundo digital, sempre foi fortemente influenciada pelos meus clientes.

Os clientes de uma pesquisa ajudam da seguinte maneira:

  • questionam a teoria e o método;
  • os conceitos;
  • sugerem autores;
  • e demonstram, via resultados, se os métodos melhoraram as suas vidas, ou não.

Pesquisas Clientelizadas têm muito mais chance de apresentar resultados melhores, pois o que podemos chamar de “realidade” é sempre trazida pelo cliente, que melhora, ou não, a sua qualidade de vida.

Nessa direção, várias etapas da pesquisa sobre a Visão de Cenário no Pós-Digital foi guiada pelos clientes, que depois nos levaram para o estudo dos Disruptores.

Os Disruptores, estamos desenvolvendo este estudo, são pessoas com um tipo de perfil na sociedade que têm mais facilidade em lidar com Extraordinariedades.

Disruptores têm uma capacidade abstrativa e lógica maior e, por causa disso, tem mais facilidade em trabalhar com soluções disruptivas do que os demais.

O estudo dos Disruptores não foi uma escolha da Bimodais ou do Nepô, mas a demanda que surgiu na relação intensa com o cliente.

A Bimodais é um case de um Ambiente de Pesquisa 2.0, no qual os clientes estão permanentemente participando do processo dos estudos e ajudando a dar um norte, bem como, financiando a jornada.

O estudo dos Disruptores foi batizado como a Segunda Linha de Pesquisa Bimodal.

O presente artigo é resultado dessa caminhada, na direção da melhoria pessoas e profissional dos Disruptores.

Quando falamos em inovação e motivação, de maneira geral estamos nos referindo a algo no trabalho.

Precisamos ter um novo tipo de mente mais dinâmica e ágil para criar, mudar e nos antecipar às mudanças profissionais.

Porém, toda a pessoa é um todo integrado, no qual existem diferentes fatores motivacionais. Ver artigo Motivação: você tem que negociar com seu “cachorrinho”!

É preciso, assim, criar Sinergia Motivadora em várias áreas da sua vida.

Sinergia Motivadora é o efeito multiplicador que uma atividade faz na outra em sua vida.

Se procurar no Google, entretanto, NÃO vai achar um antônimo para Sinergia, que sugiro que seja Nonergia ou Abnergia, a gosto.

A Nonergia Motivacional ocorre quando as diferentes áreas da sua vida NÃO estão todas em processo de mudança, mas apenas alguma delas e não geram uma sinergia entre elas.

Vejamos as duas relações com a Motivação:

  • Sinergia Motivacional – quando diversas áreas da sua vida estão em mudança em paralelo;
  • Nonergia Motivacional – quando diversas áreas da sua vida NÃO estão em mudança em paralelo.

Por isso, um processo de Originalização Saudável nunca é apenas um processo do desenvolvimento apenas no lado profissional, mas de várias áreas na sua vida.

Vejamos os dois tipos de processo de Originalização:

  • Originalização Mais Saudável – mudanças em paralelo em várias áreas da sua vida;
  • Originalização Menos Saudável – mudanças apenas em uma área, sem criar sinergia com as outras.

Quando temos várias áreas da nossa vida em processo de mudança em paralelo, nossa mente vai fazendo associações em que uma sacada numa delas ajuda a outra.

Por causa disso, quando pensamos no Método Bimodal de Originalização de Disruptores é preciso pensar em dois caminhos:

  • Método de Originalização para melhoria pessoal – que abrange várias atividades em paralelo;
  • Método de Originalização para melhoria profissional – que é um foco específico para a melhoria profissional.

Dito isso, que é uma revisão com algumas novidades do que temos dito, vamos ao tema do artigo.

Podemos dizer que temos dois tipos de Cachorrinhos na Mente:

  • Os Cachorrinhos da Mente Motivacionais – aqueles que nos colocam de bom ou mau humor, que são Cachorrinhos Fins;
  • Os Cachorrinhos da Mente Operacionais – que nos ajudam a enfrentar os desafios, que são os Cachorrinhos Meios.

Listei alguns dos Cachorrinhos Motivacionais aqui (devem ter outros e estou aberto a sugestões):

  • o Trabalhador – voltado para resolver problemas e nos gerar receita;
  • o Hobbista – voltado para atividades de lazer;
  • o Namorador – voltado para as relações afetivas-sexuais;
  • o Amigador – voltado para estabelecer relações de amizades;
  • o Artista – para processo de criação usando qualquer uma das Linguagens Artísticas.

Segue a lista dos Cachorrinhos Operacionais (que são ferramentas para chegar aos nossos objetivos):

  • Cachorrinho Operacional Criador – aquele que tem ideias novas para resolver problemas;
  • Cachorrinho Operacional Lembrador – que nos ajuda com lembranças imediatas;
  • Cachorrinho Operacional Memorizador – que armazena nomes e dados antigos;
  • Cachorrinho Operacional Organizador – aquele que coloca tudo em ordem.

Costumo conversar e pedir ajuda aos Cachorrinhos Operacionais lembrando que eles existem e estabelecendo uma espécie de relação com eles.

Ao pedirmos ajuda, vamos criando uma espécie de equipe interna que vai nos ajudando.

Quando tenho um artigo para escrever, por exemplo, peço para que o Criador me dê uma boa dica.

É importante estabelecer uma relação de parceria com a mente, como se ela fosse uma segunda pessoa.

Quando temos um Processo de Originalização Integrado, no qual o profissional e o pessoal estão em processo de mudança progressiva e permanente todo o “Canil Mental” está te ajudando.

E assim conseguimos aumentar a Taxa de Originalização e, com ela, a de Bem Estar Continuado – foco principal na vida de qualquer pessoa.

É isso, que dizem?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

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#motivação – criando e aprofundando este conceito.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Grande parte do que chamamos de autoconhecimento, na verdade, se trata de saber nas diversas áreas da nossa vida o que nos motiva mais ou menos.
  2. Em cada uma das múltiplas atividades de cada pessoa, nossos Cachorrinhos Mentais balançam mais ou menos o rabinho para cada situação em particular.
  3. Ter uma vida mais saudável, no fundo, é estabelecer uma relação mais equilibrada com os Cachorrinhos da nossa mente.
  4. Anote: você não controla a sua motivação, apenas aprende a se relacionar melhor com ela.
  5. Quando falamos, assim, em estar mais ou menos motivados na vida, no fundo, estamos nos referindo a como lidamos com os nossos Cachorrinhos Mentais.
  6. Primeiro passo teórico para entender o Fenômeno da Motivação é admitir que não a controlamos totalmente, mas temos que negociar com ela.
  7. De maneira geral, as pessoas têm a FALSA impressão de que podemos nos motivar por qualquer coisa e que temos o controle completo sobre a motivação.
  8. Quando nossos cachorrinhos param de balançar o rabo e começam a nos morder e aos outros, é sinal de que alguns ajustes motivacionais precisam ser feitos.

Historietas para ilustrar os áudios:

A história de um amigo que queria dar aula de história e não usou o Método Ágil para avaliar seu cachorrinho.

Os cachorrinhos e a cordialidade.

Vamos ao Artigo:

“É duro lutar contra um inimigo quando ele tem uma base militar instalada na sua cabeça.” – Sally Kempton.

Melhorando e adaptando o que sugere Sigmund Freud (1856 – 1939), visualizamos quatro Feridas Narcísicas Civilizacionais (inserindo a quarta, uma a mais do que Freud diagnosticou):

  1. A Terra não é o centro do universo – Copérnico;
  2. O Sapiens não é um ser vivo especial – Darwin;
  3. Não controlamos a nossa mente 100% – Freud;
  4. As tecnologias não são neutras – McLuhan.

Feridas Narcísicas Civilizacionais são descobertas humanas feitas por algum Disruptor, que reduzem a nossa onipotência diante de determinados fenômenos.

Vamos trabalhar na Terceira Ferida Narcísica proposta por Freud: “não controlamos a nossa mente 100%”.

Tal assunto é fortemente baseado na minha experiência pessoal com o meu Projeto de Originalização, reforçada depois com a leitura de autores empreendedores e Excelentistas, que, de alguma forma, falam sobre esse assunto.

A Terceira Ferida Narcísica ajuda bem na análise do fenômeno da Motivação.

Primeiro passo teórico para entender o Fenômeno da Motivação é admitir que não a controlamos totalmente, mas temos que negociar com ela.

De maneira geral, as pessoas têm a FALSA impressão de que podemos nos motivar por qualquer coisa e que temos o controle completo sobre a motivação. 

Porém, se usarmos a metáfora poética da Mente Cachorrinho, o que ocorre de fato é que tem coisas que a sua mente “balança o rabinho” e outras não.

Mente Cachorrinho é uma Metáfora Poética para apontar que nossa motivação tem uma boa independência da nossa vontade e que precisamos aprender a lidar com ela.

Metáfora Poética é uma sinalização de um conceito menos rigorosos, voltado para uma explicação sobre algo que facilita a compreensão.

Quando você realiza determinadas atividades, a sua Mente Cachorrinho te manda avisos positivos ou negativos: gostei mais ou menos.

Existem algumas métricas para saber se estamos motivados, ou não com determinada atividade:

  • se acordamos de manhã com pique, animados, ou não;
  • se for algo profissional, se na sexta-feira respiramos aliviados, ou não;
  • se for algo profissional, se na segunda-feira acordamos animados, ou não.

Uma boa forma de testar a vontade da nossa Mente Cachorrinho é criar experimentos provisórios, através do Método Ágil para saber se determinada atividade nos motiva, ou não.

Método Ágil é aquele em que se cria pequenos protótipos, rápidos e baratos para testar determinadas hipóteses, que servem não só para avaliar o cliente, mas também para nossa Taxa de Motivação.

Assim, é preciso entender que, na verdade, temos um “Canil” dentro de nós com diversos “cachorrinhos”, com diferentes demandas.

Alguns “Cachorrinhos” que habitam o “Canil” da nossa mente:

  • o Trabalhador – voltado para resolver problemas e nos gerar receita;
  • o Hobbista – voltado para atividades de lazer;
  • o Namorador – voltado para as relações afetivas-sexuais;
  • o Amigador – voltado para estabelecer relações de amizades;
  • o Artista – para processo de criação usando qualquer uma das Linguagens Artísticas.

Em cada uma das múltiplas atividades de cada pessoa, nossos Cachorrinhos Mentais balançam mais ou menos o rabinho para cada situação em particular.

Grande parte do que chamamos de autoconhecimento, na verdade, se trata de saber nas diversas áreas da nossa vida o que nos motiva mais ou menos.

Quando nossos cachorrinhos param de balançar o rabo e começam a nos morder e aos outros, é sinal de que alguns ajustes motivacionais precisam ser feitos.

Diria que nós temos cachorrinhos dentro da nossa mente que balançam o rabinho ou mordem, conforme determinadas situações.

Ter uma vida mais saudável, no fundo, é estabelecer uma relação mais equilibrada com os Cachorrinhos da nossa mente.

Quando falamos, assim, em estar mais ou menos motivados na vida, no fundo, estamos nos referindo a como lidamos com os nossos Cachorrinhos Mentais.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

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O áudio do artigo

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#Cooperativismo – criando e aprofundando estes conceito.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quanto mais descentralização conseguimos promover, mais interação, mais inovação e mais criatividade para resolver os progressivos problemas da espécie.
  2. A crise que estamos vivendo atualmente NÃO é do “Sistema Capitalista”, mas do Cooperativismo Sonoro, que atingiu o seu limite na capacidade de resolver os atuais problemas.
  3. Podemos dizer que o Cooperativismo Sonoro chegou ao limite da sua capacidade de descentralização por falta de novas mídias.
  4. Temos hoje, assim, como grande novidade neste novo milênio, o surgimento do Cooperativismo Algorítmico.
  5. O Cooperativismo Algorítmico permite um grau de descentralização nunca antes experimentado pelo Sapiens.
  6. Se analisarmos o passado a partir da inovadora Antropologia da Sobrevivência, não enxergaremos mais comunismo versus capitalismo.
  7. Muita gente critica o “sistema capitalista”, mas foi ele o melhor tipo de cooperativismo que conseguimos criar até aqui.
  8. A base de tudo que funciona e dá certo no longo prazo na sobrevivência humana SEMPRE irá se basear no melhor cooperativismo que conseguirmos inventar.

Historietas para ilustrar os áudios:

A quarta ferida narcísica.

Vamos ao Artigo:

“Em uma sociedade capitalista, todas as relações humanas são voluntárias.” – Rand.

Muita gente chama o atual sistema de livre mercado de Capitalismo. Não considero adequado. Evito.

A base de tudo que funciona e dá certo no longo prazo na sobrevivência humana SEMPRE irá se basear no melhor cooperativismo que conseguirmos inventar.

Cooperar – é bom lembrar – é operar junto.

Não existe possibilidade de grupos humanos existirem e sobreviver sem cooperar.

O Sapiens é a espécie viva mais cooperativa do planeta. E, por causa disso, é a mais interdependente.

Muita gente critica o “sistema capitalista“, mas foi ele o melhor tipo de cooperativismo que conseguimos criar até aqui.

Desde Marshall McLuhan (1911 -80), iniciamos uma nova fase na forma de analisar a história humana.

Podemos dizer que tivemos até o Digital o Cooperativismo Sonoro (Oral e Escrito) e, a partir do Digital, começamos a experimentar o Cooperativismo Algorítmico.

Vejamos os dois tipos de Cooperativismo que temos:

  • Cooperativismo Sonoro (Oral e Escrito) – modelos organizativos baseados nas mídias oral e escrita, que permitia um tipo de administração menos participativa;
  • Cooperativismo Algorítmico – novos modelos organizativos baseados na mídia digital, que permite um tipo de administração mais participativa.

Se analisarmos o passado a partir da inovadora Antropologia da Sobrevivência, não enxergaremos mais comunismo versus capitalismo.

O que veremos no passado, a partir das Ciências Sociais 2.0 é a disputa de Cooperativismos Sonoros – um mais centralizado e outro menos com, mais ou menos, participação das pontas.

No Cooperativismo Sonoro Mais Descentralizado tivemos mais capacidade inovadora e, por causa disso, a possibilidade de resolver de forma mais adequada os problemas trazidos pela Complexidade Progressiva.

Porém, o exponencial aumento populacional que tivemos nos últimos 220 anos, tornou TODOS os tipos de Cooperativismos Sonoros obsoletos.

A crise que estamos vivendo atualmente NÃO é do “Sistema Capitalista”, mas do Cooperativismo Sonoro, que atingiu o seu limite na capacidade de resolver os atuais problemas.

Tivemos, até a chegada do Digital, o Cooperativismo Sonoro, que ainda é baseado em sons (oralidade e escrita), o que nos impediu de ampliar a descentralização.

Quanto mais descentralização conseguimos promover, mais interação, mais inovação e mais criatividade para resolver os progressivos problemas da espécie.

Tivemos por causa disso e com a explosão populacional, um aumento da centralização no Cooperativismo Sonoro, que não tinha ferramentas midiáticas para criar algo mais descentralizado.

Hoje, com a chegada da Web 2.0 (Uberização) e depois com a Web 3.0 (Blockchenização), estamos passando do Cooperativismo Sonoro para o Cooperativismo Algorítmico, que nos permite um grau inédito de cooperação mais descentralizada.

Podemos dizer que o Cooperativismo Sonoro chegou ao limite da sua capacidade de descentralização por falta de novas mídias.

Modelos de Cooperativismo, baseados em novas mídias, têm esse problema: surgem, se disseminam e estimulam, com sua inovação, o aumento populacional e, por causa disso, precisam, de tempos em tempos, se reinventar.

Temos hoje, assim, como grande novidade neste novo milênio, o surgimento do Cooperativismo Algorítmico.

O Cooperativismo Algorítmico permite um grau de descentralização nunca antes experimentado pelo Sapiens.

Em resumo.

As mídias influenciam na Taxa de Autonomia que o Sapiens pode praticar. Quanto mais autonomia uma mídia permite praticar, maior será a taxa de inovação.

Quanto mais a informação se distribui, mais autonomia e quanto mais autonomia, mais criatividade. 

Os estudos da Antropologia da Sobrevivência nos mostram que até aqui o que tivemos foi um tipo de Cooperativismo Sonoro mais ou menos centralizado, mas sempre Sonoro.

Com a chegada da escrita, passamos do Cooperativismo Oral para o Cooperativismo Oral/Escrito, o que nos permitiu sair de algo mais centralizado (Cooperativismo mais Absolutista) para um mais descentralizado (Cooperativismo mais Republicano).

Note, entretanto, que as mídias permitem que se pratique novos modelos de Cooperativismo, mas isso vai depender de uma série de fatores de cada região.

O Macro Futuro é feito de Zonas de Atração, grupo de pessoas que conseguem perceber o potencial das novas mídias e começam a experimentá-lo.

Macro Futuro é uma visão do amanhã baseado nas mudanças estruturais de longo prazo.

Há ainda no Macro Futuro Zonas Neutras, que ficam entre os dois cenários e as Zonas de Abandono, que optam pelos modelos mais obsoletos.

Vejamos:

  • Zonas de Abandono – regiões que insistem em Modelos de Cooperativismo de Baixa Descentralização;
  • Zonas de Neutras – regiões que optam parcialmente por Modelos de Cooperativismo de Maior Descentralização;
  • Zonas de Atração – regiões que criam Modelos de Cooperativismo de Maior Descentralização, se utilizando do maior potencial das mídias.

 

É isso, que dizem?

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O áudio do artigo

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#macrocrise_civilização 1.0 – detalhando este fenômeno.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas para os áudios:

Anunciar que meu novo livro será publicado.

Louvar o aniversário de McLuhan ontem, que faria ontem 111 anos.

A história dos pensadores web e em particular falar do Aloy Jupiara para exemplificar.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Nossas mentes foram formatadas para um mundo muito menos Dinâmico, Informado, Diverso, Competitivo, Inovador e Descentralizado. É preciso um grande ajuste na formação da atual e das novas gerações.
  2. A Macro Crise Civilizacional da Civilização 1.0 é bem objetiva: nossos antepassados criaram um modelo de sociedade para uma população muito menor do que a atual!
  3. Se analisarmos o momento atual, tendo como referência a novíssima e inovadora Antropologia da Sobrevivência, diagnosticaremos que sim vivemos uma Macro Crise Civilizacional.
  4. A atual Macro Crise Civilizacional tem um evidente, matemático e lógico Fator Causante: o salto exponencial de um para oito bilhões de Sapiens nos últimos 220 anos.
  5. O Sapiens possui, isso é uma descoberta da Antropologia da Sobrevivência, um Macro Estilo de Sobrevivência, que é viabilizado pelas Mídias de Plantão.
  6. Anote o padrão descoberto pela Antropologia da Sobrevivência: quanto mais gente no planeta, mais sofisticado terá que ser o Macro Estilo da Sobrevivência.
  7. A atual Macro Crise Civilizacional tem um evidente, matemático e lógico Fator Causante: o salto exponencial de um para oito bilhões de Sapiens nos últimos 220 anos.
  8. A atual Revolução Civilizacional que assistimos visa oferecer soluções mais adequadas, em termos de custo e benefício, para oferecer mais qualidade de vida para muito mais gente.

Vamos ao Artigo:

“A ciência será sempre uma busca, jamais uma descoberta. É uma viagem, nunca uma chegada.” – Poppper.

Hoje, é bem comum no campo da filosofia  definirmos a sociedade atual como Pós-Moderna.

Vejamos a definição do Wikipédia em português:

“A pós-modernidade é um conceito da sociologia histórica que designa a condição sociocultural e estética dominante após a queda do Muro de Berlim (1989), o colapso da União Soviética e a crise das ideologias nas sociedades ocidentais no final do século XX, com a dissolução da referência à razão como uma garantia de possibilidade de compreensão do mundo através de esquemas totalizantes.”

Na minha opinião, o conceito de Sociedade Pós-Moderna é Percepcionista, pois não apresenta Padrões Históricos.

Temos dois tipos de conceitos na Ciência:

  • Percepcionista – sem apresentar padrões, são pré-científicos, que precisam chegar a padrões;
  • Padronistas – com padrões históricos, mais  científicos.

Conceitos Percepcionistas têm essa característica: alguém, com algum tipo de influência na sociedade, acorda um dia, com uma sensação, a dissemina e aquilo se espalha como uma moda, sem nenhuma lógica.

Qualquer fenômeno tem sempre um tipo de recorrência. E é no estudo histórico delas, que podemos chegar a determinados padrões e, assim, identificar suas diferentes fases.

Se analisarmos o momento atual, tendo como referência a novíssima e inovadora Antropologia da Sobrevivência, diagnosticaremos que sim vivemos uma Macro Crise Civilizacional.

A atual Macro Crise Civilizacional tem um evidente, matemático e lógico Fator Causante: o salto exponencial de um para oito bilhões de Sapiens nos últimos 220 anos.

Anote o padrão descoberto pela Antropologia da Sobrevivência: quanto mais gente no planeta, mais sofisticado terá que ser o Macro Estilo da Sobrevivência.

O Sapiens possui, isso é uma descoberta da Antropologia da Sobrevivência, um Macro Estilo de Sobrevivência, que é passível de criação, manutenção e alteração, a partir das Mídias de Plantão. 

Quando aumentamos a população em termos globais, a espécie passa a demandar, de forma latente, um novo Macro Modelo de Comunicação/Informação para viabilizar um novo Macro Modelo de Sobrevivência.

Os novos problemas que surgem com a nova Complexidade Demográfica não conseguem mais serem resolvidos, a contento, com o antigo Macro Modelo de Sobrevivência!

A Macro Crise Civilizacional da Civilização 1.0 é bem objetiva: nossos antepassados criaram um modelo de sociedade para um tamanho de Sapiens muito menor do que o atual!

A atual Revolução Civilizacional 2.0, que assistimos tem como grande eixo oferecer soluções mais adequadas, em termos de custo e benefício, para oferecer mais qualidade de vida para muito mais gente.

Há um problema hoje generalizado de obsolescência do atual Macro Modelo de Sobrevivência, tanto objetivo quanto subjetivo.

Temos, assim, duas Macro Crises de Sobrevivência em paralelo.

  • A Macro Crise Pré-digital da Civilização 1.0 – na qual NÃO havia alternativas e os problemas de sobrevivência se acumulavam por falta de uma nova mídia;
  • A Macro Crise no Pós-digital da Civilização 1.0 – na qual passa a haver alternativas e os problemas de sobrevivência começam a ser resolvidos com o novo Macro Estilo de Sobrevivência, viabilizado pela nova mídia.

Neste momento, temos a necessária migração de um Macro Ambiente Civilizacional para outro, que envolve pessoas e Organizações.

De maneira geral, temos hoje um Cenário DIDCID+ (+Dinâmico, + Informado, +Diverso, + Competitivo, +Inovador e + Descentralizado ).

Toda a Formatação Exógena Primária que o Sapiens recebeu foi para um Ambiente de Sobrevivência diferente.

A Formatação Exógena Primária é aquela que recebemos ao nascer, que nossos pais, familiares e educadores nos fornecem para a primeira socialização.

Temos, pela ordem para superar a atual Macro Crise Civilizacional 1.0 que:

  • Proceder os ajustes Filosóficos e Teóricos para entender as Revoluções da Sobrevivência no geral e a atual a 2.0, no particular;
  • Alterar os métodos da Formatação Exógena Primária para poder viver neste novo cenário.

Um dos principais ajustes é a passagem  para um novo Estilo de Sobrevivência, no qual temos a Curadoria (um novo Macro Modelo de Intermediação), que estabelece um novo tipo de liderança nos processos operacionais e decisórios mais distribuídos.

Nossas mentes foram formatadas para um mundo muito menos Dinâmico, Informado, Diverso, Competitivo, Inovador e Descentralizado. É preciso um grande ajuste na formação da atual e das novas gerações.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

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GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal210722

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#Roberto Shinyashiki – aprendendo com este autor.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Zecapagodar é continuar acreditando que Papai Noel vai descer pela sua chaminé, trazendo presentinhos.
  2. Todo o processo de inovação implica aceitar determinadas dores que serão sentidas pelos inovadores.
  3. Não se iluda: inovar é um ato de comprar a briga com o senso comum da sociedade, que detesta mudanças.
  4. Temos hoje um Novo Normal e não é o Novo Normal por causa da Pandemia, mas um Novo Normal por causa da Revolução da Sobrevivência 2.0.
  5. Alguém que se Originaliza, querendo ou não, incomoda os demais, pois o que é considerado normal é questionado.
  6. Há, com certeza, um custo embutido na Jornada do Originalismo, pois vai se questionar o senso comum.
  7. Por tendência, Incrementadores tendem a ter uma vida mais Exógena e os Disruptores mais Endógena.
  8. Viver é encarar os limões sempre com foco na limonada.

Historietas para ilustrar os áudios:

O papo do terno.

Vamos ao Artigo:

“É preciso estar consciente de que metas ambiciosas significam grandes problemas a serem enfrentados.” – Shinyashiki.

Novidade na Metodologia de Leitura Ativa Bimodal:

Passo 1 de uma leitura: identificar a proposta de mudança de Paradigma Filosófico do autor. Como se pensa e para onde se deve mudar.

Todo livro didático tem uma proposta de mudança no pensar e agir, quanto mais tornamos consciente a proposta do autor, mais fica fácil nos aproveitar do que há de melhor.

Nem sempre a proposta de Mudança do Paradigma Filosófico é explícita.

Visto isso, tudo fica mais fácil e pode-se analisar os métodos propostos em seguida.

Situando o livro na Bimodais:

O livro “Problemas, Oba!” de Roberto Shinyashiki é  a segunda obra a ser analisada pela nova Oitava Jornada de Leitura da Oitava Imersão da Bimodais.

Nossa meta é a leitura e análise de 15 livros.

Iniciando a análise do Problemas, Oba!

O foco do livro é promover a passagem de uma visão diferente sobre como encaramos problemas de maneira geral.

Podemos dizer que é um livro sobre a Filosofia dos Problemas. Ou de como nos relacionamos no âmbito pessoal e profissional com eles.

Frases do autor sobre essa visão:

“Para ter sucesso atualmente, a lição mais importante é entender que os problemas que as pessoas nos trazem podem ser os melhores presentes que acontecem em nossa vida.” // “Tem sucesso quem sabe trabalhar para resolver os problemas dos outros, sejam eles seus clientes, seus superiores ou seus colaboradores.”

Faço aqui um primeiro resumo da Visão Filosófica geral do autor, sintetizando a mudança de paradigma proposta.

Temos a proposta de uma nova relação pessoal e profissional com os problemas.

Vejamos as duas relações possíveis das pessoas com os problemas:

  • Relação Pessoal Tóxica com Problemas – vista como algo ruim, chato e desagradável;
  • Relação Pessoal Saudável com Problemas – vista como algo positivo, para que sirvam de aprendizado e possam gerar melhorias no âmbito pessoal e profissional.

Para encarar os problemas de forma positiva, é preciso estar dentro de uma Jornada de Originalização, na qual tudo pode ser aperfeiçoado.

Vejamos como o autor fala disso no livro:

Grande parte das pessoas vive estressada, e por isso procura ter uma vida calma, sem sobressaltos.”

Agora, passemos às duas relações possíveis dos profissionais com os problemas:

  • Relação Profissional Saudável com Problemas – basicamente, voltada para resolver o problema do cliente e como consequência do próprio profissional;
  • Relação Profissional Tóxica com Problemas – basicamente, voltado para resolver o problema do profissional, sendo o cliente apenas uma ferramenta para isso.

Vejamos como o autor fala disso no livro:

“Qual é o problema que você pode ajudar as pessoas a resolver? Quais problemas você pode ajudar as empresas a resolver?”.// “Então, da próxima vez que um cliente ligar para você e disser que tem um problema, quero que você grite bem alto dentro do seu cérebro: Problemas? Oba!” // “….as pessoas se aposentam porque estão cansadas de resolver problemas”.

Aqui, temos algo interessante que é, de forma mais geral, como encaramos a vida.

Nossa relação com os problemas vai depender de uma visão geral de vida, que podemos dividir em duas atitudes éticas (de escolhas) diante do viver.

A dicotomia entre o Zecapagodismo e o Originalismo:

  • Zecapagodismo – a minha vida é muito mais definida de forma Exógena (de fora para dentro) do que Endógena (de dentro para fora);
  • Originalismo – a minha vida é muito mais definida de forma Endógena (dentro para fora) do que Exógena (de fora para dentro).

Por tendência, Incrementadores tendem a ter uma vida mais Exógena e os Disruptores mais Endógena.

Dizer não é questionar, de maneira geral, o senso comum.

Na frase da música do Zeca Pagodinho “deixa a vida me levar” temos um porém.

Não, não somos passarinhos. A vida não nos leva. É o senso comum da sociedade, através da forma considerada “mais normal” de pensar e agir.

Do ponto de vista dos Disruptores, há, com certeza, um custo embutido na Jornada do Originalismo, pois vai se enfrentar a forma de pensar e agir do senso comum.

Alguém que se Originaliza, querendo ou não, incomoda os demais, pois o que é considerado normal é questionado.

Quando se faz algo diferente, as pessoas, teoricamente, são obrigadas a se colocar numa encruzilhada: posso e quero fazer isso também?

Se Originalizar tem embutida algumas dores:

  • a quebra das ilusões, que foram criadas e acreditamos nelas. Nem o Papai Noel existe e nem o Coelhinho da Páscoa;
  • o aumento da Taxa da Solidão, pois acabamos por ter que nos afastar dos Zecapadodeiros;
  • e a difícil e árdua tarefa de encontrar Originalizadores como você.

Mark Mason no livro do “Foda-se”, bom para Originalizadores, fala muito disso. Ser você implica em enfrentar dores para as quais você precisa estar preparado.

Há uma ilusão nesse mundo da Originalização, se quiserem podemos chamar de inovação, de que inovar é uma festa de felicidade o tempo todo.

Ao contrário, é um tipo de felicidade que é conquistada numa trajetória de várias dores suportáveis, que fazem parte do processo.

Muita gente não se Originaliza, justamente por não querer enfrentar estas dores ou a batalha que é se afastar do senso comum.

Desse ponto de vista, os problemas são vistos como ferramentas de aprendizado para lidar com o processo de Originalização.

Sem essa visão de que ser Originalmente feliz é enfrentar dores e alegrias, a coisa não anda.

Mark Manson é claro, escolha a estrada na qual as dores são suportáveis.

Eis o exemplo típico de uma Vida Zecapagodista, na definição de Roberto:

“A ideia que essas pessoas têm de viver bem é uma rotina sem interferências.” // “Afinal de contas, você quer ser especial ou apenas mais um na multidão?”

Aqui, entra o problema do momento atual, que definimos no artigo sobre a Macro Crise da Civilização 1.0.

Temos hoje um Novo Normal e não é o Novo Normal por causa da Pandemia, mas um Novo Normal por causa da Revolução da Sobrevivência 2.0.

Na novíssima Civilização 2.0, Incrementadores e Disruptores precisarão aprender com outro patamar, pois temos um Cenário DICID+ (+Dinâmico +Inovador + Competitivo +Informado +Descentralizado).

Diamante.

“Há um aspecto curioso em relação à palavra êxito. Ela vem do latim exitus e significa saída, ou seja, um desfecho positivo, a solução de algo, a transposição de alguma adversidade. É a tal luz no fim do túnel.”

Ter êxito, assim, é conseguir encarar e sair de um Problema de forma  mais Saudável. Se for profissional, de um jeito que consiga resolver a dor de um cliente de uma forma original, gerando valor para ambos os lados.

Comentários sobre o Prefácio de Sergio Valente

Gostei disso:

“(Roberto tem) …uma técnica animal de desconstruir o ser humano e guiá-lo por seus próprios caminhos para que ele conseguisse se reconstruir e reencontrar-se melhor.”

Não diria desconstruir o ser humano, mas iniciar o processo de Reformatação Endógena para afastar a Formatação Exógena.

Vejamos as duas formatações possíveis:

  • Reformatação Endógena – aquela consciência de dentro para fora, em geral, feita no processo de Originalização;
  • Formatação Exógena – aquela consciência criada de fora para dentro, em geral, feita no processo de Socialização, que tende à Massificação.

Reforça o foco principal do livro:

.“..foco nas oportunidades que os problemas geram.” //”Liderar é isso, aproveitar as oportunidades que os problemas geram.” // “Acho que a vida é assim mesmo, problemas puxando soluções.”

Transformar problema em aprendizado e melhoria.

Uma frase boa para uma camiseta, que me ocorreu:

Viver é encarar os limões sempre com foco na limonada.

Já no livro depois do Prefácio:

““Para ter sucesso atualmente, a lição mais importante é entender que os problemas que as pessoas nos trazem podem ser os melhores presentes que acontecem em nossa vida.””// “Tem sucesso quem sabe trabalhar para resolver os problemas dos outros, sejam eles seus clientes, seus superiores ou seus colaboradores.” //”Um dos segredos dos homens de sucesso é fazer diferente do que a maioria das pessoas faz.” // Sucesso é gostar de superar dificuldades.”

É bom definir sucesso, pois temos o Endógeno e o Exógeno.

Sobre o Google:

“…conseguiram criar um programa revolucionário, simples de usar e extremamente amigável, que não só organizava as informações da internet como também as classificava por relevância, levando em conta as buscas que cada usuário fazia.”

O uso dos Rastros Digitais Algorítmicos.

O problema da acomodação pessoal, profissional e coletiva:

“Percebi que, com o tempo, ele foi ficando sem disposição para ouvir falar de problemas. Foi acomodando-se com as regalias que havia conquistado depois de trabalhar por tanto tempo na mesma organização.” //”…depois de algum tempo, os profissionais tendem a querer ficar longe das dificuldades.”

Um bom sintoma para quem se acomoda. O outro não é mais o foco. Isso vale para tudo.

A crise de uma sociedade, setor, atividade é sempre essa. O outro não é mais a referência.

Se Originalizar é estar o tempo todo encarando novos desafios.

Empurrando com a barriga:

“Há quem ache que é inteligente porque consegue escapar das encrencas.”//”Ou seja, a pessoa menos experiente e que recebia o menor salário era quem acabava sendo responsável por resolver a encrenca.”

Frases do autor:

“Crescer significa estar à frente da solução de problemas.”

“Para vencer na vida, é necessária muita dedicação ao processo de fazer sumir as preocupações da vida dos outros.”

Frases de outros:

“…a mente que não trabalha forma um tolo.” – Victor Hugo.

A Indicação do livro foi da Bimodal Fernanda Pompeu.

É isso, que dizem?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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 O áudio do artigo

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#10 aprendizados sobre o digital – desenvolvendo esta síntese.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

Historietas para ilustrar os áudios:

O aluno que me perguntou se o Digital era uma Revolução da Comunicação ou da Administração dentro da empresa-cliente.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Digital é uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).
  2. O Digital não é continuidade, mas disrupção e exige um forte desapego para ser compreendido.
  3. A Macro Revolução da Sobrevivência com o Digital virá com a massificação da Blockchenização.
  4. O Digital é um movimento de sobrevivência da espécie na direção de mais descentralização de poder.
  5. O Digital nos permite, pela primeira vez na histórica, imitar o estilo de sobrevivência das formigas.
  6. Não é possível entender o Digital com a Ciência Social 1.0.
  7. O Digital é um tipo de Fenômeno Recorrente e não único.
  8. O Digital só pode ser compreendido dentro da Macro-História.

Vamos ao Artigo:

“O mapa do que chamamos de realidade é um mosaico de ideias em constante mutação.” – Gleiser.

Digamos que alguém me pergunte quais são as dez coisas mais importantes do que aprendi com o Mundo Digital.

Resolvi criar e enfrentar este desafio escrevendo um artigo síntese da minha jornada dedicada a operar (completando 30 anos – iniciados em 1993) e entender (completando 20 anos) diante do Novo Mundo Digital.

Temos algumas Encruzilhadas Teóricas relevantes nessa jornada de todos que procuram entender o Novo Mundo Digital.

  • Fenômeno da Micro/Meso ou Macro-História?
  • Estudo por Percepções ou por Padrões?
  • Fator Detonante é o Conhecimento/Informação/Indústria ou a Mídia?
  • Motores da História 1.0 Válidos ou Inválidos?

Vamos ao desafio sintetizando

O Novo Mundo Digital….

  1. …só pode ser compreendido dentro da Macro-História, qualquer tentativa de entender o que acontece na Meso ou Micro-História nos levarão ao equívoco;
  2. …é um Macro Movimento Recorrente da Espécie para promover um equilíbrio entre os Modelos de Sobrevivência praticados com o novo Patamar de Complexidade Demográfica, que se inicia com a chegada de uma nova mídia;
  3.  …não é possível entendê-lo utilizando-se dos antigos paradigmas das Ciências Sociais ou dos Autores Percepcionistas de plantão – é preciso admitir e passar a fazer os ajustes diante da atual Anomalia, se utilizando Padrões Históricos, criando a Ciência Social 2.0, através de um eixo geral baseado na Antropologia da Sobrevivência, que traça um novo Motor da História Humana;
  4. ….inaugura a nova Civilização 2.0, pois, pela primeira vez na sua história, o Sapiens pode criar Modelos de Sobrevivência baseados no Estilo de Sobrevivência das Formigas ;
  5. …o novo Modelo de Sobrevivência baseado no Estilo de Sobrevivência das Formigas é incompatível com o atual, portanto, é preciso ser iniciado, a partir do zero, deixando a Gestão (baseada em sons / escrita e oralidade) e passar para a Curadoria (baseada em Rastros Algorítmicos);
  6. ….provoca uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida), o que nos leva a uma reação DREA (gerando Dispersão, Resistência, Estranheza e Ansiedade);
  7. …. consolida a ideia de que o Sapiens por ser uma Tecnoespécie e praticar a Complexidade da Sobrevivência Progressiva, precisa obrigatoriamente caminhar para a Descentralização Progressiva, que é a Macrotendência de todas as Zonas de Atração, que estão surgindo;
  8. … caminha em algumas etapas: Web 1.0 (Digitalização/com a chegada de uma nova mídia), Web 2.0 (Uberização) e a Web 3.0 (Blockchenização);
  9.  …. apresentará a sua principal disrupção quando a Blockchenização passar a se massificar e passar a ser utilizada além da área financeira;
  10. …exige das pessoas um grau maior de abstração e de desapego para que possa ser compreendido de forma mais ampla, o que durará algumas gerações.

Colaborou o Bimodal: Leonardo Almeida.

É isso, que dizem?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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O áudio do artigo

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#conceituação – detalhando este processo.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas que serão utilizadas nos áudios:

Vou contar a história quando descobri que havia um Gatilho Conjuntural do Emburradinho.

Por falar em gatilhos…

Registrei  dois tipos de Gatilhos, determinados fatos que causam sensações, que precisam ser processadas:

  • Gatilhos Conjunturais – efeitos de curto prazo, fatos que fazem o sangue subir e se perder, em algum nível, o controle de forma não desejada;
  • Gatilhos Estruturais – efeitos mais de médio e longo prazo, fatos que fazem você ficar pensando bastante tempo naquele assunto, de forma obsessiva e não desejada.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O estudo de Fenômenos é a base da ciência. Ciência sem fenômeno não é ciência. O objetivo da ciência é melhorar a relação humana com os fenômenos.
  2. Um Conceito é uma Percepção com nome.
  3. Ao darmos um nome a uma determinada Percepção, passamos a transformá-la em um Conceito.
  4. Quando os pensamentos ficam menos automáticos, temos mais controle sobre nossa reação e vice-versa.
  5. Pensar é, na verdade, a migração de pensamentos de uma determinada área do cérebro mais automática para outra menos.
  6. Percepção é perceber que tivemos uma sensação, mais ainda é algo sem nome.
  7. O mais adequado diante de uma sensação é transformá-la em uma percepção.
  8. É da qualidade da forma como pensamos, que nos relacionamos melhor ou pior com os fatos ao nosso redor.

Vamos ao Artigo:

“Governa a tua mente ou ela te governará.” – Horácio.

Toda vez que temos uma sensação, isso significa que algo foi acionado dentro de nós, seja um Fator Exógeno (de forma para dentro) ou Endógeno (de dentro para fora).

A sensação inicial é trabalhada por determinadas partes do cérebro.

O mais adequado diante de uma sensação é transformá-la em uma percepção.

Percepção é perceber que tivemos uma sensação, mais ainda é algo sem nome.

A Percepção é uma Sensação um pouco mais consciente e elaborada.

Porém, enquanto uma Percepção não tiver um nome será processada por determinadas partes do cérebro mais automáticas.

Pensar é, na verdade, a migração de pensamentos de uma determinada área do cérebro mais automática para outro menos.

Quando os pensamentos ficam menos automáticos temos mais controle sobre nossa reação e vice-versa.

Ao darmos um nome a uma determinada Percepção, passamos a transformá-la em um Conceito.

Um Conceito é uma Percepção com nome.

O Conceito passa a ser processado numa parte menos automática do cérebro e permite que possamos ter uma relação melhor com o fato que causou a primeira sensação.

Um Conceito nos permite dominar mais aquela sensação e termos mais ingerência sobre ela.

Da Conceituação, o passo seguinte é a Teorização, quando procuramos identificar as Forças da Sobrevivência envolvidas naquele fato que causou a sensação inicial.

Forças da Sobrevivência são demandas dos seres vivos por se manter vivo e, se possível, com mais qualidade, que geram fatos.

(Existem outras Forças da Natureza, que não são criadas por seres vivos, mas por elementos da natureza, tais como o vento, a chuva, terremotos, maremotos.)

Todos os fatos que ocorrem, a partir de seres vivos, estão sempre relacionados às demandas por sobreviver e viver melhor.

O pacote de todos fatos integrados, sejam por seres vivos ou pela natureza, é o que podemos chamar de Fenômeno.

O estudo de Fenômenos é a base da ciência. Ciência sem fenômeno não é ciência. O objetivo da ciência é melhorar a relação humana com os fenômenos.

Voltando.

A Teorização procura 5 fatores nos fenômenos:

  • Causante;
  • Detonante;
  • Consequente;
  • Atuante (metodologias para lidar com os fenômenos);
  • Revisor (que analisa os resultados das premissas anteriores).

Por fim, é preciso definir a essência das Forças da Sobrevivência ou da Natureza e para isto temos a Filosofização.

A Filosofização é a identificação, nominação e o detalhamento das essências das Forças envolvidas em um determinado fenômeno.

É ela que dá base para o trabalho da Teorização e desta para todo o resto.

É da qualidade da forma como pensamos, que nos relacionamos melhor ou pior com os fatos ao nosso redor.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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 O áudio do artigo

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#david_allen – aprendendo com este autor.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Diante das Encruzilhadas Existenciais, que aparecem todos os dias, vamos dizendo sins e nãos e são estas decisões que vão definindo nossa vida.
  2. Aprender que tipo de vida nos gera um Bem Estar Continuado é fundamental para que possamos viver cada vez melhor.
  3. Metapercepção é refletir como nós percebemos, procurando entender o cérebro como algo diferente de nós mesmos, com uma certa autonomia.
  4. Nós não controlamos totalmente a nossa mente e precisamos aprender a lidar com ela como se fosse quase um outro ser vivo.
  5. Não acredite na passividade da sua mente, aprenda a lidar melhor com ela…para que ela não te controle!
  6. A proposta do livro é estabelecer uma relação mais saudável e consciente com a sua mente para que você possa se sentir melhor na vida.
  7. Na aceitação da Mente Ativa, você passa a aprender como o seu cérebro opera INDEPENDENTE de você.
  8. De maneira geral, temos uma falsa impressão de que nós e nosso cérebro são um todo, inseparável.

Vamos ao Artigo:

“Geralmente, quando algo fica na cabeça é porque você quer que ela seja diferente.” – Allen.

O livro de “Arte de fazer acontecer” de David Allen se encaixa dentro da Segunda Linha de Pesquisa Bimodal, que é a de entender e ajudar Disruptores nos seus respectivos processos de Originalização.

Filosoficamente, o grande diferencial do livro “Arte de fazer acontecer” de David Allen é a sugestão de que devemos criar uma divisão entre nós e a nossa mente.

Nós não controlamos totalmente a nossa mente e precisamos aprender a lidar com ela como se fosse quase um outro ser vivo.

Denominamos essa preocupação aqui na Bimodais de Metapercepção.

Metapercepção é refletir como nós percebemos, procurando entender o cérebro como algo diferente de nós mesmos, com uma certa autonomia.

De maneira geral, temos uma falsa impressão de que nós e nosso cérebro são um todo, inseparável.

E que nós temos o controle total da mente – o que é falso.

A mente tem demandas e problemas que precisam ser conhecidos para que possamos lidar de forma saudável com eles.

Podemos, assim, dividir as relações com o cérebro da seguinte maneira:

  • Visão da Mente Passiva – pessoas que acreditam que a mente é totalmente passiva, sem independência;
  • Visão da Mente Ativa – pessoas que acreditam que a mente é também ativa e tem algum grau de independência.

O livro de Allen sugere a passagem da relação da Visão da Mente Passiva para a da Mente Ativa. 

Na aceitação da Visão da Mente Ativa, você passa a aprender como o seu cérebro opera INDEPENDENTE de você.

Esta visão é bem explicitada nesta frase:

“Governa a tua mente ou ela te governará.” – Horácio.

Qual é o recado?

Não acredite na passividade da sua mente, aprenda a lidar melhor com ela para que ela não te controle!

Por isso, desenvolvemos aqui na Bimodais a metáfora de pensar na mente como se fosse um cachorrinho.

A ideia da Mente Cachorrinho facilita estabelecer uma relação de treinamento com a mesma.

Visto sob este ponto de vista, o objetivo principal do livro é:

“Meu principal objetivo ao escrever este livro é o de ensinar às pessoas como alcançar a máxima eficiência sem estresse.”//“…atingir novos objetivos criativos…”

Como se faz isso?

Passando a se relacionar de forma diferente com a sua mente, saindo da Visão Passiva para a Ativa.

Diz o autor:

“…este livro descreve um conjunto de hábitos que deve ser aplicado com afinco e persistência de modo que você alcance a maturidade.” // “…aplicamos as práticas essenciais de capturar, organizar e acessar o que é importante.”

A proposta do livro é estabelecer uma relação mais saudável e consciente com a sua mente para que você possa se sentir melhor na vida.

Essa relação mais saudável com a mente, segundo o autor permite que o seguidor das suas orientações possa “tomar as melhores decisões em cada momento e a eliminar as distrações e o estresse do que você não está fazendo.”

Ao se referir às distrações, voltamos a um dos pontos bem conversados na Bimodais: o constante e o permanente exercício de estar diante das Encruzilhadas Existenciais.

Diante das Encruzilhadas Existenciais, que aparecem todos os dias, vamos dizendo sins e nãos e são estas decisões que vão definindo nossa vida.

Mas qual é a métrica para as escolhas nas Encruzilhadas Existenciais?

A sensação de Bem Estar Continuado que vem depois. Se ele se mantém, se fortalece, a decisão foi adequada e vice-versa.

Aprender que tipo de vida nos gera um Bem Estar Continuado é fundamental para que possamos viver cada vez melhor.

Dizer não e sim é conseguir evitar distrações e se dedicar ao que é mais importante.

Neste sentido, temos Distrações Saudáveis e Tóxicas, que nos ajudam ou atrapalham na nossa Jornada do Bem Estar Continuado.

Segundo o autor, dizer não é uma das principais dificuldades de quem procura adotar seu método.

Diz ele que sobre Distrações (que definimos aqui como Tóxicas):

“A grande dificuldade em internalizar a necessidade de se livrar de todas as distrações desnecessárias tem sido uma de minhas maiores surpresas ao longo dos anos.”

Sobre isso, podemos dizer que

As pessoas não querem abandonar as Distrações Tóxicas, pois geram o Bem Estar Momentâneo, que permite seguir numa vida menos agradável.

O problema:

“A angústia invade nossa sociedade: existe uma sensação de que, de algum modo, deixamos de lado o que de fato deveríamos estar fazendo…” // “Quase todas as pessoas com quem converso sentem que têm coisas demais para fazer e pouco tempo para dar conta de tudo. Ao longo de uma única semana…” // “O novo milênio assiste ao surgimento de um paradoxo: a qualidade de vida melhorou, mas, em contrapartida, os níveis de estresse aumentaram, pois as pessoas assumiram mais responsabilidades do que conseguem cumprir.” // “Nos dias de hoje, muitos dos nossos projetos não têm limites demarcando seu início e fim.”

As sugestões de Allen para colocar a mente em estado de fluxo:

  • Anote o projeto ou a situação que mais ocupa sua mente neste momento;
  • Escreva numa única frase o resultado que pretende alcançar para resolver esse problema;
  • Anote a próxima ação física necessária para avançar no compromisso.

Sugestão da Mente em Fluxo, promover a passagem da:

  • Mente Procrastinadora;
  • Para a Mente Solucionadora.

Frases de Allen:

  1. “O segredo é limpar a mente para mantê-la aberta e capaz de reagir.”
  2. “Você precisa usar a sua mente para tirar as coisas da sua mente.”
  3. “…ninguém nunca nos ensinou que devemos refletir sobre o trabalho antes de começar a executá-lo.”
  4. “Você pode enganar qualquer um, mas não sua própria mente.”
  5. “…grande parte do estresse que elas vivenciam tem origem na má gestão dos acordos que propõem ou aceitam.”
  6. “Pensar de forma focada para definir os resultados desejados e a sequência de ações necessárias é algo que poucas pessoas sentem que deveriam fazer…”
  7. “As pessoas pensam demais, mas, na maior parte do tempo, pensam em um problema, projeto ou situação – não a respeito de.”
  8. “Qualquer coisa que não pertença ao local onde está, do jeito que está, é um “laço aberto”, que vai ficar chamando sua atenção se não for gerenciado de maneira adequada.”
  9. “O que realmente mudou é o fator mais importante para a clareza, o foco e a paz de espírito: a maneira como você se engaja no mundo.”
  10. “O que aconteceu é que você adquiriu mais clareza sobre o resultado desejado e a próxima ação a realizar.”
  11. “Se for de sua natureza sentir certo fascínio pelo que pode estar acontecendo ao ouvir sirenes nas ruas ou ficar curioso sobre o que uma roda de pessoas está conversando de forma animada do outro lado da sala durante uma festa, não tenha dúvida de que você está prestes a se tornar vítima das distrações ilimitadas e irresistíveis a que a tecnologia o expõe o tempo todo.”
  12. “A maioria das pessoas dá às coisas mais ou menos atenção do que elas merecem simplesmente porque não tem a mente como água. //”…”mente como água” e a que os atletas de alta performance se referem como “estado de fluxo”.
  13. “…identificar e capturar todas as coisas que, de alguma forma, estão “tocando um alarme” na sua cabeça; esclarecer o que de fato significam para você; e então decidir o que fazer com elas.”

Frases de outros:

  1. “Governa a tua mente ou ela te governará.” – Horácio.
  2. “Os ventos e as ondas estão sempre a favor dos navegadores mais competentes.” – Edward Gibbon.
  3. Pense como um homem de ação, aja como um homem de ideias. – Henri Bergson
  4. “O caos não é o problema; o que importa é quanto tempo se leva para encontrar a coerência.” – Doc Childre e Bruce Cryer.
  5. A vida é negada pela falta de atenção, seja no ato de limpar uma janela ou de escrever uma obra-prima. – Nadia Boulanger.
  6. “Se sua mente está vazia, está pronta para qualquer coisa; está aberta a tudo.” – Shunryu Suzuki.
  7. “O ancestral de toda ação é um pensamento. – Ralph Waldo Emerson.
  8. “Essa preocupação constante e improdutiva com todas as coisas que precisamos fazer é o maior consumidor de nosso tempo e energia. – Kerry Gleeson.
  9. “…a vida nada mais é que uma longa sucessão de atividades colocadas em prática, um esforço infindável para aprimorar nossas iniciativas.” – Thomas Sterner.
  10. “São muitos os métodos, mas poucos os princípios. Quem domina os princípios pode escolher com sucesso os próprios métodos. Quem tenta adotar os métodos ignorando os princípios com certeza enfrentará problemas.” – Ralph Waldo Emerson.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

 

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal140722

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#david_allen – aprendendo com este autor.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Na Rotina sem Bússola, a pessoa repete o dia anterior, mas não tem um legado sendo construído – o que acaba sendo a vida da maior parte das pessoas.
  2. Achar um Diamante num livro é algo que você nunca pensou, mas que vai ajudar, de forma relevante, a melhorar a sua forma de pensar e agir diante de um fenômeno.
  3. Se o Processo de Originalização fosse fácil, todo mundo se originalizava. Tem um custo embutido, que precisa ser aceito, refletido e integrado ao longo da jornada.
  4. Ser diferente dos demais, nos dá a sensação de anormalidade e isso pode gerar uma certa culpa e estranheza.
  5. É um livro que aborda o tema da mudança pessoal e profissional na direção de uma vida melhor.
  6. O livro de Allen procura ser um guia para que possamos viver e tomar decisões melhores.
  7. Um bom livro, realmente bom, e aquele que antes de apresentar as suas ideias, questiona as anteriores.
  8. Melhorar algo é, necessariamente, mudar a forma de pensar e agir anterior.

Vamos ao Artigo:

“… é limitada a quantidade das coisas que conseguimos fazer ao mesmo tempo.” – James Fallows.

Começamos aqui a Oitava Jornada de Leitura Bimodal. Nossa meta é voltar a ler, analisar e comentar 15 livros.

A novidade desta jornada é o fato dos alunos terem indicado os livros para serem lidos, analisados e comentados pelo curador da escola. Na passada, a escolha foi minha.

Dessa maneira, a minha leitura se inicia de uma forma totalmente inédita, pois eu não tive nenhum contato com a maioria dos livros indicados.

Dessa forma, antes de qualquer coisa, é preciso entender qual é o foco do autor.

Neste primeiro artigo, eu fiquei restrito à apresentação feita no início do livro por James Fallows sobre a obra “Arte de fazer acontecer” de David Allen.

Na verdade, é uma versão revisada de uma obra original, que vendeu muito, fez sucesso e gerou várias atividades paralelas de consultoria e treinamento para o autor.

Quero destacar que quando você sugere em um livro algo que vai melhorar algum processo, na verdade, está se sugerindo superar uma forma de pensar e agir anterior.

Mudar é, necessariamente, descartar a antiga forma de pensar e agir.

Um bom livro, realmente bom, e aquele que antes de apresentar as suas ideias, questiona
as anteriores.

Sobre este aspecto, podemos dividir os autores de qualquer livro didático da seguinte forma:

  1. Os Diretistas – que fazem as sugestões de mudança sem se preocupar em situar o leitor com a forma de pensar do passado;
  2. Os Revisionistas – que fazem as sugestões de mudança se preocupando em situar o leitor com a forma de pensar do passado.

Os Autores Diretistas NÃO se preocupam em balizar o problema no passado para apresentar o que ele sugere que deve ser mudado.

Já os Autores Revisionistas se preocupam em balizar o problema no passado para apresentar o que ele sugere que deve ser mudado.

O livro de Allen procura ser um guia para que possamos viver e tomar decisões melhores.

A princípio, é um livro Diretista.

O que torna o trabalho de leitura mais difícil, pois é você que precisa fazer as dicotomias e os contrapontos.

Num processo de Leitura Ativa, é importante que você consiga identificar nas formas sugeridas aquilo que está sendo questionado de forma explícita (melhor) ou implícita (pior, pois vai exigir mais trabalho do leitor).

Lembro ainda que na Metodologia de Leitura Ativa Bimodal fazemos a separação entre duas possibilidades de registros:

  • Diamante – algo novo e importante para a Jornada de Originalização dos Disruptores;
  • Ouro – algo já visto, mas que reforça um tipo de pensar e fazer e já estávamos utilizando.

Os registros ouro não serão destacados apenas os diamantes.

Entrando no conteúdo do livro, é preciso perguntar: o que o autor traz de diferente, que pode nos ajudar a melhorar nossa rotina diária?

Note que nosso interesse no livro de Allen se encaixa na nossa linha de pesquisa “Disruptores”, no caso na Metodologia para que eles possam render mais, batizada de Jornada de Originalização dos Disruptores (JOD).

Vamos a análise.

Quem é o autor?

David Allen (nascido em 28 de Dezembro de 1945) é um consultor e instrutor em produtividade. Ele é o criador do Getting Things Done (GTD), um método de gerenciamento de tempo. Cresceu em Shreveport, Louisiana, Estados Unidos, onde ele atuou e ganhou um campeonato estadual de debate. Foi para a faculdade New College, agora conhecida como New College of Florida, em Sarasota na Flórida. A sua carreira profissional inclui empregos como mágico, garçom, instrutor de caratê, instrutor de desenvolvimento pessoal e gerente de uma agência de viagens. Ele diz ter tido 35 profissões antes de ter 35 anos. Ele começou a aplicar sua perspectiva em produtividade com negócios na década de 1980, quando ganhou um contrato para projetar um programa para executivos e gerentes na Lockheed Corporation.

Foco do livro:

É um livro que procura abordar o tema da mudança pessoal e profissional na direção de uma vida melhor, através da revisão das rotinas.

Diamante: se a tarefa demora apenas 2 minutos, então faça!

“…se a ação levar menos de dois minutos, ela deve ser feita no momento em que for definida.”

Isso é o primeiro diamante do livro!

Já fazia antes sem dar um nome.

(Contar o caso do problema da caixa do supermercado – ouça o áudio.)

Sugestões de liberação do cérebro:

“…hábito de “captura”, anotando ou registrando todos os compromissos que você assume e as obrigações que aceita em vez de se torturar tentando se lembrar de tudo.”

Aqui se atua com a ideia dos Lembretes Exógenos já vistos na JOD (Jornada de Originalização dos Disruptores).

Ele cria a ideia do “cérebro externo”.

Já estávamos usando algo parecido na Metodologia Bimodal de Originalização para Disruptores.

(Comentar o caderno que coloquei na porta – ouça o áudio.)

Criar metodologias para o cérebro focar mais na criatividade e menos nas operacionalidades.

O nome era Ferramental de Lembretes Exógenos.

O autor vai além, sugerindo uma Rotina Refletida para a Organização do Cotidiano.

Qual o diferencial da abordagem dele para promover mudanças?

“Mas, para a maioria de nós e em quase todos os casos, as abordagens gradativas e que admitem erros são mais propensas a produzir resultados satisfatórios no longo prazo.”

Questiona mudanças radicais e opera no modelo do Aprendizado Progressivo.

Faz um contraponto, assim, das mudanças bruscas e dogmáticas.

O papo da bússola do propósito:

“…alinhar todos os momentos e atividades do cotidiano com o propósito que mais gostariam de atingir.”

Sugere a bússola do propósito, que passa a guiar a rotina.

Faz o contraponto da Rotina sem Bússola.

Na Rotina sem Bússola, a pessoa repete o dia anterior, mas não tem um legado sendo construído – o que acaba sendo a vida da maior parte das pessoas.

A briga contra a culpa:

“David Allen escreve para lhe oferecer dicas úteis, não para lhe dar ainda mais razões para se sentir culpado e incompetente.”

A culpa e a sensação de incompetência são barreiras a serem superadas.

Posso dizer o seguinte:

Se o Processo de Originalização fosse fácil, todo mundo se originalizava. Tem um custo embutido, que precisa ser aceito, refletido e integrado ao longo da jornada.

Ser diferente dos demais, nos dá a sensação de anormalidade e isso pode gerar uma certa culpa e estranheza.

Nada é uniforme:

“O livro é escrito com o entendimento de que a vida é uma sucessão de ciclos, com altos e baixos.”

Sim, a ideia de Continuidade Inalterada é tóxica. Saber que vai se errar, aprender, pensar e revisar e procurar não repetir faz parte do processo.

Os três focos:

“…princípios atemporais que determinam a forma como as pessoas gerenciam a atenção, as emoções e a criatividade.”

Três tópicos:

      • atenção;
      • emoção;
      • criatividade.

A relevância da coerência:

“…Trata-se da integridade e da autenticidade de suas recomendações, a conexão profunda entre ele e sua mensagem.” // “…a integração estreita entre as experiências e as ideias de uma pessoa reforça o poder das mensagens.”

É a chamada coerência, algo que o Taleb reforça.

Hoje, com o aumento da Taxa de Transparência provocada pelo Ambiente Digital isso é cada vez mais relevante.

O destaque entre a coerência entre vida e obra.

A demanda pela Taxa de Coerência aumentou muito no Ambiente Digital.

Frases:

  1. “…são poucas as pessoas com quem podemos manter relações profundas.”
  2. “… é limitada a quantidade de como de coisas que conseguimos fazer ao mesmo tempo.”

Comentários:

“…sua extraordinária falta de vaidade.”

Equívoco: vaidade precisa de um adjetivo. Ou tóxica, ou saudável.

O que se deve se dizer do autor é que pratica a Vaidade Saudável.

“Tenho dois critérios para avaliar a qualidade de um livro: lembrar-me dele um ou dois meses depois de terminada a leitura e o fato de afetar minha visão de mundo.”

Esse comentário serve para a Metodologia de Leitura Ativa bimodal.

Como podemos definir que o livro é muito bom?

Eu diria que é aquele que te permite pensar e agir de forma diferente.

Quanto mais um livro altera a sua forma de pensar e agir, mais relevante ele passa a ser.

Texto sobre o livro feito por James Fallows.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal130722

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#Índices Coletivos Descentralizados – detalhando este conceito.

Qual o tema do artigo?

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A única forma sustentável de lidar com a Complexidade da Sobrevivência Progressiva é através da Descentralização Progressiva!
  2. Com as estrelas do Uber estamos gerando Índices Coletivos Descentralizados, que permitem superar limites da atual Complexidade da Sobrevivência.
  3. Quando navegamos pela Internet vamos deixando Rastros Digitais, que permitem que sejam tomadas decisões cada vez mais distribuídas.
  4. O Sapiens diante da Complexidade da Sobrevivência Progressiva irá criar Índices Descentralizados para que se possa distribuir, cada vez mais, as decisões.
  5. Isso é um padrão da espécie humana: mais gente, novas formas de comunicação e administração.
  6. Para que se possa criar Ambientes Organizativos mais Sofisticados surge a demanda pela criação de Índices Descentralizados.
  7. Conforme vamos aumentando a Complexidade da Sobrevivência, ao longo do tempo, vamos sendo obrigados a criar formas mais sofisticadas de nos comunicar e sobreviver.
  8. Somos a única espécie viva no planeta que aumenta gradativamente a Complexidade da Sobrevivência.

Vamos ao Artigo:

“Quanto mais complexo o todo, mais dependemos da divisão de conhecimentos entre indivíduos.” – Hayek.

Presente artigo faz parte da linha de pesquisa principal da Bimodais, que é o estudo do cenário a partir da chegada da Revolução da da Sobrevivência 2.0.

A Revolução da Sobrevivência 2.0 é o diagnóstico que fizemos do momento em que estamos passando, com a chegada de ferramentas administrativas, que permitem que nos aproximemos da Filosofia Operacional das Formigas.

A Filosofia Operacional das Formigas tem como base um aparato administrativo-comunicativo, que permite a exponencial participação de cada membro nas decisões coletivas.

Um dos pontos centrais do nosso estudo vem da Escola de Pensamento Austríaca de Economia com dois conceitos:

  • Ordem Espontânea, que optamos denominar Ordem Mais Descentralizada ou Mais Distribuída;
  • Preços, que optamos denominar de Índices Coletivos Distribuídos ou Descentralizados.

Os Índices Descentralizados fazem parte do estudo do fenômeno das Revoluções da Sobrevivência ao longo da história principalmente provocadas pela chegada de novas mídias.

Detalhemos.

O primeiro passo essencial e estrutural para entender a jornada humana é o seguinte:

Nós somos a única espécie viva no planeta que aumenta gradativamente a Complexidade da Sobrevivência.

Isso é um fato inegável, indiscutível.

Se olharmos o aumento populacional nos últimos dois séculos, tivemos um salto exponencial de um para oito bilhões de Sapiens.

Um bilhão de Sapiens tem a marca básica e obrigatória de consumo de 3 bilhões de pratos de comida/dia, já 8 bilhões têm um salto para 24 bilhões de pratos de comida/dia.

A maior parte dos Conceituadores das Ciências Sociais 1.0 – que está ficando cada vez mais obsoleta como o avançar da Revolução da Sobrevivência 2.0 –  ignoram completamente o aumento populacional como o principal fator de mudanças da sociedade humana.

Ignorar a Complexidade da Sobrevivência Progressiva é simplesmente deixar de entender o motor motivador das mudanças do Sapiens!

Passamos aqui do uso do antigo conceito da Complexidade Demográfica Progressiva para o da Complexidade da Sobrevivência Progressiva, que é mais preciso.

Conforme vamos aumentando a Complexidade da Sobrevivência, ao longo do tempo, vamos sendo obrigados a criar formas mais sofisticadas de nos comunicar e sobreviver.

A Complexidade da Sobrevivência Progressiva demanda, como nos ensina Hayek, mais e mais o compartilhamento de informações entre as pessoas para que possam decidir melhor e de forma mais distribuída.

Hayek não alinhou a sua visão com o aumento demográfico e não considerou a chegada das novas mídias na possibilidade da criação de Índices Coletivos Descentralizados, mas nos ajudou no padrão:

Complexidade gera demanda de compartilhamento de conhecimento.

Para que possamos ter mais compartilhamento de conhecimento, precisamos de novas tecnologias e metodologias interativas

Isso é um padrão da espécie humana: mais gente, novas formas de comunicação e administração.

Os Padrões Históricos como resposta às demandas criadas pela Complexidade da Sobrevivência Progressiva nos mostram o seguinte:

  • somos obrigados, mais dia ou menos dia, a criar novas formas de nos comunicar;
  • as novas formas de comunicar permitem a sofisticação dos Modelos de Sobrevivência;
  • e os novos Modelos de Sobrevivência nos permitem lidar melhor com a Complexidade da Sobrevivência Progressiva, através da Descentralização Progressiva.

O interessante nos processo de sofisticação dos Modelos de Sobrevivência, ao longo da história, é a gradual e obrigatória passagem de Ambientes Organizativos mais centralizados para os mais descentralizados.

Para que se possa criar Ambientes Organizativos mais Sofisticados surge a demanda pela criação de Índices Coletivos Descentralizados.

Índices Coletivos Descentralizados são criados, de forma mais espontânea, a partir da interação entre as pessoas e passam a permitir a tomada de decisão mais distribuída.

No livro “O Caminho da Servidão”, de Friedrich August von Hayek (1899 – 1992), lançado em 1944, o autor faz uma análise sobre o futuro da URSS sob este aspecto dos Índices Coletivos Descentralizados.

O autor afirma que o modelo da URSS não iria se sustentar no tempo – o que se confirmou décadas depois – pois não gerava preços – um Índice Coletivo Descentralizado Econômico.

Sem o Índice Coletivo Descentralizado Econômico dos Preços, que permitiria a Decisão Distribuída dos agentes produtivos, a URSS iria cada vez mais tomar decisões piores em termos de sobrevivência.

A centralização das decisões praticada pela URSS iria conflitar, cada vez mais, com a Complexidade da Sobrevivência Progressiva.

A previsão foi a seguinte:

Decisões Centralizadas, sem o ferramental de Índices Coletivos Distribuídos, iria gerar uma crise estrutural do modelo.

O que podemos aprender com os padrões sugeridos por Hayek?

O Sapiens diante da Complexidade da Sobrevivência Progressiva irá criar novos Índices Coletivos Descentralizados para que se possa distribuir, cada vez mais, as decisões.

A distribuição das decisões é a única forma sustentável no longo prazo para que possamos lidar de forma mais adequada com a Complexidade da Sobrevivência Progressiva.

O que estamos assistindo na atual Revolução da Sobrevivência 2.0 é justamente isso.

O Ambiente Digital nos permite a criação de Índices Coletivos Descentralizados, que viabilizam a criação de novas organizações mais distribuídas.

Com as estrelas do Uber, as curtições do Facebook ou o compartilhamento de vídeos no Youtube estamos gerando Índices Coletivos Descentralizados, que permitem superar os limites da atual Complexidade da Sobrevivência.

Assim, podemos afirmar que a única forma sustentável de lidar com a Complexidade da Sobrevivência Progressiva é através da Descentralização Progressiva!

Mas como isso ocorre?

A espécie precisa gerar Índices Coletivos Descentralizados para que um número cada vez maior de pessoas possa participar da tomada de decisões.

Quanto maior é a Complexidade da Sobrevivência, mais e mais Índices Descentralizados serão gerados!

Quando não se tem Índices Coletivos Descentralizados sendo gerados mais e mais as decisões passam a ser centralizadas e maior é a chance de serem menos adequadas.

Assim, temos uma Bifurcação Civilizacional, a partir de duas respostas possíveis para lidar com a Complexidade da Sobrevivência Progressiva (CSP):

  • A Resposta Centralizada à CSP gera massificação, baixa inovação e escassez;
  • A Resposta Descentralizada à CSP gera personalização, alta inovação e abundância.

Porém, Respostas Descentralizadoras à CSP precisam do desenvolvimento de tecnologias e metodologias, que permitam a geração de Índices Descentralizados.

Podemos afirmar, aprofundando o tema,  que temos dois tipos de Índices Coletivos Descentralizados:

  • os Índices Coletivos Descentralizados Econômicos – preços das mercadorias, na qual se inclui da moeda, das ações das empresas, etc.;
  • os Índices Coletivos Descentralizados Midiáticos – estrelas, curtições, compartilhamentos, cliques, que é a grande novidade da Civilização 2.0.

Até a chegada da Revolução da Sobrevivência 2.0 nós não tínhamos Índices Descentralizados Midiáticos, o que limitava nossa Resposta Descentralizadora à CSP.

O principal fator disruptivo da atual Revolução da Sobrevivência 2.0 é justamente a geração de Índices Coletivos Descentralizados Midiáticos, que são viáveis pelo aparato da nova mídia formado por novos canais, armazenamento e linguagem.

Quando navegamos pela Internet vamos deixando Rastros Digitais, que permitem que sejam tomadas decisões cada vez mais distribuídas.

Todas as Organizações Uberizadas só são viáveis pelo uso dos Índices Coletivos Descentralizados Midiáticos Digitais.

Tais Índices permitem a criação de uma nova Filosofia Administrativa, que era impossível de ser criada antes do Digital que se aproxima do modelo administrativo das formigas, uma espécie com uma taxa de alta Complexidade Demográfica.

Estrelas, curtições, cliques, compartilhamento, tempo em que se dedica a determinado assunto são Rastros Digitais, que vão sendo transformados em Índices Coletivos Descentralizados.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo

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#disruptores – detalhando este fenômeno.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Pontos que serão utilizados nos áudios:

O filme Lutero e as séries Mindhunter e Unabomber.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Disruptores em momentos de Normalidade tendem a ser menos demandados e são muito solicitados em momentos de Extraordinariedades e Anomalias.
  2. Disruptores são fundamentais para enfrentar desafios mais abstratos, promovendo, em geral Inovações principalmente as Disruptivas.
  3. Disruptores são fundamentais para enfrentar desafios mais abstratos, promovendo, em geral, Inovações principalmente as Disruptivas.
  4. Fato é que hoje, como sempre foi, as teorias precisam rimar com os fatos. Quando não rimam, as decisões tomadas, a partir delas, são sempre inadequadas.
  5. A capacidade de abstração maior dos Disruptores, permite que eles consigam identificar e lidar problemas filosóficos, teóricos e de mudança de paradigma com mais facilidade.
  6. Disruptores não são mais inteligentes, nem são superdotados, mas possuem um tipo de inteligência específica para um determinado tipo de problema específico.
  7. O diferencial da mente dos Disruptores é possuir uma capacidade de abstração maior do que a maioria das pessoas.
  8. São poucas as pessoas que conseguem superar determinadas barreiras emocionais e aceitar uma lógica mais consistente sobre o atual cenário.

Vamos ao Artigo:

“É elementar meu caro Watson.” – Holmes.

Por quê estudar os Disruptores, Nepô?

Foi uma consequência direta do avançar da Primeira Linha de Pesquisa Bimodal, o desenvolvimento da Visão de Cenário, a partir da atual Revolução da Sobrevivência 2.0.

No desenrolar da Primeira Linha de Pesquisa Bimodal descobri que ao desenvolver uma nova visão, bem diferente da usual sobre o atual cenário, passamos a esbarrar em uma velada resistência das pessoas.

Percebi que:

  1. eram poucas as pessoas que conseguiam superar determinadas barreiras emocionais e aceitar uma lógica mais consistente sobre o atual cenário;
  2. as pessoas que se aproximavam da Bimodais têm um perfil parecido, tanto na forma de pensar e agir;
  3. e foi se consolidando a ideia de que formavam um Perfil Humano específico, que, a princípio, não é tão estudado.

(Se você conhecer um livro, um autor, uma linha de pesquisa que se aproxima dos Disruptores, me diga, que estou ávido por isso.)

Fato é que hoje, como sempre foi, as teorias precisam rimar com os fatos. Quando não rimam, as decisões tomadas, a partir delas, são sempre inadequadas.

A partir daí, iniciamos uma jornada de pesquisa sobre os Disruptores, que consiste em:

  • análise de livros que abordam perfis e jornadas inovadoras e empreendedoras;
  • trabalho de mentoria e Pesquisa Vertical com os próprios Bimodais.

Vejamos os dois tipos de pesquisa possíveis sobre Perfis Humanos:

  • Pesquisa Vertical – aquela que se estuda poucos casos, mas deve forma profunda para que se possa iniciar a coleta de possíveis padrões;
  • Pesquisa Horizontal – aquela que se estuda muitos casos, para que se possa validar as hipóteses de padrões feitas na Pesquisa Vertical.

E iniciamos agora na Oitava Imersão da Bimodais o processo de consolidação da primeira fase da pesquisa, através do desenvolvimento do atual texto.

Podemos definir aqui o que já constatamos resumido nos 10 padrões que constatamos estudando os Disruptores:

  1. são pessoas com um perfil específico diferente dos demais, que nascem com um tipo de cérebro que tem determinadas características particulares;
  2. o diferencial da mente dos Disruptores é possuir uma capacidade de abstração maior do que a maioria das pessoas. Disruptores não são mais inteligentes, nem são superdotados, mas possuem um tipo de inteligência para um determinado tipo de problema específico;
  3. a capacidade de abstração maior dos Disruptores, permite que eles consigam identificar e lidar de forma mais adequada e com mais facilidade com problemas filosóficos, teóricos, que nos ajudam a lidar melhor com mudanças de paradigmas;
  4. Disruptores, por sua capacidade mais abstrativa, adoram enfrentar desafios filosóficos e teóricos. É o que faz o seu “cachorrinho balançar o rabo”;
  5. Disruptores são fundamentais para enfrentar desafios mais abstratos, promovendo, em geral Inovações principalmente as mais Disruptivas;
  6. Disruptores em momentos de Normalidade tendem a ser menos demandados e são fortemente  solicitados em momentos de Extraordinariedades e Anomalias;
  7. Quando os Disruptores não estão enfrentando Desafios Paradigmáticos, tendem a viver momentos mais depressivos e vice-versa (Desafios Paradigmáticos são aqueles que trabalham com questões no topo do Edifício do Pensamento, aonde estão as questões principalmente filosóficas.)
  8. Um Disruptor é mais afeito às atividades de consultoria do que às de carteira assinada, pois como autônomo pode mudar mais rapidamente de desafios ou ter vários deles em paralelo;
  9. Em geral, um problema mais abstrato enfrentado por um Disruptor tem três fases: contato com o desafio, enfrentamento usando a sua capacidade maior de abstração e, a partir disso, o desenvolvimento de nova forma de pensar e agir sobre o problema, através de soluções disruptivas sobre ele, que geram ganhos exponencialmente maiores do que os tradicionais;
  10. Há dois tipos de desafios mais abstratos enfrentados pelos Disruptores:
    • Padrões com Baixa Lógica – temos padrões, mas que ficaram obsoletos ou nunca fizeram sentido;
    • Sem Padrões – não temos padrões e os envolvidos já desistiram de procurá-los.

Recomendo duas séries do Netflix, que abordam os dois tipos de desafios enfrentados pelos Disruptores e o filme Lutero no Youtube.

Veja estas obras de ficção e perceba o tipo de Desafio Abstrato que os Disruptores tiveram que lidar:

  • Mindhunter – Padrão Paradigmático Inexistente;
  • Unabomber – Padrão Paradigmático Inadequado;
  • Lutero – Padrão Paradigmático Inadequado.

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GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

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#disruptores – detalhando este fenômeno.

Qual o tema do artigo?

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A base filosófica estrutura a identidade e a sobrevivência das pessoas e, por causa disso, há tanta resistência em mudá-la.
  2. O problema principal em projetos que demandam o Método Dedutivo Disruptivo é que as pessoas precisam admitir que a sua base filosófica está equivocada.
  3. O Método Dedutivo Disruptivo procura principalmente entender como nós olhamos de forma equivocada para determinado Problema Extraordinário.
  4. Um projeto Inovador Disruptivo deve evitar trabalhar com grandes equipes e se concentrar em um ou mais núcleos de Disruptores para que procurem os erros do paradigma.
  5. Problemas Extraordinários são aqueles que alteram Paradigmas Filosóficos ou Teóricos e, por isso, são mais difíceis de serem resolvidos, pois precisam de uma alta taxa de abstração.
  6. É preciso identificar os Disruptores Saudáveis e dar a eles autonomia para resolver Problemas Extraordinários.
  7. Equipes são melhores para resolver problemas mais incrementais e não disruptivos.
  8. Problemas complexos, novos, disruptivos são melhor resolvidos por determinadas pessoas com perfil Disruptor e não por equipes.

Vamos ao Artigo:

“Muitos de nós não estamos vivendo nossos sonhos, porque estamos vivendo nossos medos.“ – Les Brown.

A série “Unabomber” (assisti no Netflix) narra a caça a um terrorista, que envia bombas pelo correio.

O ator principal Sam Worthington como Jim Fitzgerald é um perfilador do FBI, que percebe a falta de lógica da caça ao terrorista.

Jim Fitzgerald tem o perfil típico de um Disruptor. A série repete um pouco o que vimos na série Mindhunter.

Mas podemos aprofundar mais padrões aqui na nossa pesquisa sobre Disruptores.

O primeiro ponto é a tendência que há na sociedade em procurar usar as ferramentas inadequadas para determinados tipo de problema.

  1. Problemas complexos, novos, disruptivos são melhor resolvidos por determinadas pessoas com perfil Disruptor e não por equipes.

Equipes são melhores para resolver problemas mais incrementais e não disruptivos.

Na série, podemos perceber o erro da Força Tarefa em tratar o problema complexo da caça do Unabomber pelo Método Indutivo Incremental e não pelo Método Dedutivo Disruptivo.

Vejamos os dois tipos de Métodos para resolução de problemas:

  • Método Indutivo Incremental – mais adequado para problemas simples e corriqueiros;
  • Método Dedutivo Disruptivo – mais adequado para problemas complexos e extraordinários.

Nossa hipótese sobre Processos de Inovação é de que os Disruptores têm mais facilidade de lidar com Problemas Extraordinários.

Temos dois tipos de Problemas na Sociedade:

  • Problemas Normais – quando os Paradigmas Filosóficos e Teóricos  NÃO precisam ser alterados;
  • Problemas Extraordinários – quando os Paradigmas Filosóficos e Teóricos  precisam ser alterados.

É preciso identificar os Disruptores Saudáveis e dar a eles autonomia para resolver Problemas Extraordinários.

Disruptor Saudável é aquele que consegue o seu potencial de Abstração Lógica para resolver problemas da sociedade. O Tóxico é o que não consegue.

Problemas Extraordinários são aqueles que alteram Paradigmas Filosóficos ou Teóricos e, por isso, são mais difíceis de serem resolvidos, pois precisam de uma alta taxa de abstração;

Problemas Extraordinários pedem um Método Dedutivo Disruptivo e não um Método Indutivo Incremental.

O Método Dedutivo Disruptivo entende que há um erro filosófico no paradigma e procura identificá-lo e colocar outro no lugar.

Quais são as dificuldades que percebemos no processo daquela inovação visto na série?

  1. A força tarefa está com a filosofia de Problema Normal, quando deveria assumir que é um Problema Extraordinário.

As frases:

“Você faz parte de uma orquestra renomada aqui.”

“Agora, tudo que queremos de você é obediência.”

São típicas do equívoco de análise do problema tratando algo que deveria ser extraordinário como normal.

A resposta do Disruptor Jim Fitzgerald é emblemática:

“Este perfil é uma bobagem.”

Um projeto Inovador Disruptivo deve evitar trabalhar com grandes equipes e se concentrar em um ou mais núcleos de Disruptores para que procurem os erros do paradigma.

O Método Dedutivo Disruptivo procura principalmente entender como nós olhamos de forma equivocada para determinado Problema Extraordinário.

O problema principal em projetos que demandam o Método Dedutivo Disruptivo é que as pessoas precisam admitir que a sua base filosófica está equivocada.

A base filosófica estrutura a identidade e a sobrevivência das pessoas e, por causa disso, há tanta resistência em mudá-la.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo

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#oitava imersão –  refletindo sobre esta imersão.

Qual o tema do artigo?

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A cada imersão, aprendemos mais um pouco sobre a atual Revolução da Sobrevivência 2.0.
  2. O foco da Bimodais é a visão de cenário pós-digital e o papel dos Disruptores nos processos de inovação.
  3. A Bimodais vai promover a oitava jornada de leitura, comentando 15 novos livros.
  4. A Bimodais opera com imersões semestrais, sempre aprimorando nossa forma de pensar.
  5. A ciência foi criada para que o Sapiens pudesse viver melhor.
  6. O papel da ciência é conhecer fenômenos para que possamos lidar melhor com eles.
  7. Não se consegue conhecer um fenômeno, mas apenas se aproximar dele.
  8. Uma escola de pensamento sempre se inicia com uma premissa filosófica.

Vamos ao Artigo:

“O cientista digno de alguma consideração tem uma dedicação que vem de dentro – uma vocação que exige o supremo auto sacrifício.” – Norbert Wiener.

A Bimodais é uma Escola de Pensamento, que pratica a Pesquisa Progressiva, que procura utilizar ao máximo os recursos do Ambiente Digital.

Uma Escola de Pensamento parte de determinadas premissas filosóficas no estudo de determinado fenômeno e vai, ao longo do tempo, de geração em geração de pesquisadores, aperfeiçoando o seu olhar.

Uma Pesquisa Progressiva é feita com a escolha ética epistemológica da Certeza Provisória Razoável, na qual as premissas de hoje podem ser melhoradas amanhã, sempre à procura da aproximação melhor dos fatos para que se possa lidar melhor com eles. 

A Bimodais optou, dentro da linha da Pesquisa Progressiva, de adotar um modelo de Softwerização.

A Softwerização é uma Pesquisa Progressiva que trabalha com versões, transformando cada semestre em uma imersão, cada mês em uma versão desta e cada semana, idem.

A Bimodais entra neste mês de julho de 2022 na sua Oitava Imersão, completando, ao final dela, o quarto ano de atividade.

Os participantes recebem atualizações diárias sobre nossas Pesquisas-Foco, que, no momento, têm duas linhas:

  • a Visão de Cenário Bimodal – na qual procuramos entender a ajudar na tomada de decisão diante da atual Revolução Civilizacional 2.0;
  • o estudo dos Disruptores – um perfil dentro da sociedade que tem mais facilidade na promoção de Mudanças Disruptivas, tanto na forma de pensar e de agir.

O que teremos de novidade na 8ª imersão da Bimodais?

Do ponto de vista do conteúdo:

  • Continuar a priorizar a compreensão do papel dos Disruptores em processos de mudanças no geral e nas Revoluções da Sobrevivência, em particular;
  • Desenvolver Metodologia para ajudar principalmente os Disruptores nas respectivas Jornadas de Originalização;
  • Continuar a aperfeiçoar a Visão de Cenário Bimodal.

Do ponto de vista da forma:

  • oficializar a Jornada de Leitura, tendo como meta a leitura e comentário de 15 livros;
  • dar continuidade a produção dos livros dos alunos (Borella e Kaio);
  • convidar novos alunos para lives personalizadas;
  • passar a registrar as mudanças que ocorrem no cotidiano da escola, incorporando isso aos resumos semanais;
  • simplificar o Mapa Mental, estrutura básica da escola, que já está em curso.

Segue o roteiro de leitura, todo sugerido pelos alunos, faltando ainda dois livros:

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal300622

Novas Hashtags:

#fechando a sexta imersão – revisando uma das imersões.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. As Ciências Sociais 2.0 nos permite enxergar a nova forma ainda incipiente do Sapiens de sobreviver, através do avanço lento e consistente da Curadoria.
  2. O importante aqui foi o reforço na Sétima Imersão da ideia de que não estamos vivendo uma Revolução de Mídia, mas da Sobrevivência, que começa com uma Revolução de Mídia.
  3. A grande disrupção da Civilização 2.0 é a possibilidade da criação dos Ubers – organizações que passam a operar com a Filosofia Administrativa mais distribuída de toda história do Sapiens.
  4. Na Sétima Imersão passamos a chamar o Blockchain de uma Filosofia Administrativa e não mais de uma nova tecnologia.
  5. As formigas já curtem e dão estrelas há milênios e, por causa disso, podem gerenciar colônias com tantos membros sem líderes-alfa.
  6. A ideia de que foram as formigas inventaram o Blockchain é uma novidade da Sétima Imersão.
  7. A Linguagem Algorítmica é utilizada por espécies sociais, que têm uma enorme quantidade de membros, tal como as formigas.
  8. O Ambiente Digital permite que tenhamos organizações que o controle da qualidade é distribuído pelos usuários sem a necessidade de gerentes.

Vamos ao Artigo:

“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.” – Ammous.

Os Rastros Algorítmicos 

O que tem provocado a Revolução Civilizacional 2.0 é a chegada do novo Ambiente Midiático Digital:

Temos com o Digital:

  • Um novo canal;
  • Uma nova linguagem;
  • Novas formas de armazenamento e, portanto, de busca pelas informações.

Este pacote nos permite criar organizações que têm uma Filosofia Administrativa completamente inédita e disruptiva, se comparada com as tradicionais.

O Ambiente Digital permite que tenhamos organizações que o controle da qualidade é distribuído pelos usuários sem a necessidade de gerentes.

Nesta Sétima Imersão, surgiu o aperfeiçoamento do conceito de Linguagem de Rastros para a Linguagem Algorítmica.

A Linguagem Algorítmica é utilizada por espécies sociais, que têm uma enorme quantidade de membros, tal como as formigas.

Em Ambientes Administrativos que se utilizam da Linguagem Algorítmica cada membro deixa uma informação disponível, que é utilizada pelos demais.

Na verdade:

As formigas já curtem e dão estrelas há milênios e, por causa disso, podem gerenciar colônias com tantos membros.

Linguagens Algorítmicas se caracterizam pela simplicidade individual e complexidade coletiva, diferente das Linguagens Sonoras, que têm complexidades individuais.

Antes da Sétima Imersão chamávamos a Linguagem Algorítmica de Linguagem dos Rastros, mais isso não fazia sentido, pois todas as linguagens deixam rastros, a diferença é o tipo de rastro que é deixado.

Rastros são armazenados e podem ser recuperados para a tomada de decisão.

Um Rastro Algorítmico é algo bem simples, tal como curtir e dar estrelas, que qualquer um pode deixar registrado e, assim, permitir que uma Inteligência Artificial possa tomar decisões.

Rastros Sonoros são mais sofisticados e complexos para serem decodificados e, por causa disso, são muito mais complexos para que se possa tomar decisões a partir deles.

É por causa da complexidade dos Rastros Sonoros que há a necessidade obrigatória de um gerente de carne e osso.

 A grande disrupção da Civilização 2.0 é a possibilidade da criação dos Ubers –  organizações que passam a operar com a Filosofia Administrativa mais distribuída de toda história do Sapiens. 

Quando olhamos os Ambientes Administrativos Tradicionais, vemos o a sofisticação máxima do Modelo Administrativo Sonoro, que se tornou, entretanto, obsoleto, quando se aumentou exponencialmente a Complexidade Demográfica.

Vejamos como este conceito das Linguagens Algorítmicas apareceu na Sétima Imersão:

 “Ambientes Administrativos Curadores – têm um Modelo de Comunicação baseado nos Rastros Algorítmicos e, por causa disso, NÃO mais precisam de um líder-alfa.” //  “Se analisarmos um formigueiro, por exemplo, veremos que ali temos um Blockchain Primitivo.” //  “Um formigueiro é um Ecossistema de Sobrevivência, no qual cada membro da colônia pode, conforme o contexto,  ser líder ou liderado, pois se utiliza de um tipo de Linguagem Algorítmica Natural.” // “A Filosofia Blockchain é a criação de um Ecossistema Para Solução de Problemas, que funciona sem um centro organizador, independente das tecnologias utilizadas.” //  “Temos hoje uma nova forma de resolver problemas, que se utiliza do Ambiente Midiático Algorítmico, que nos permite criar Organizações Curadoras.” //  “Até o Digital, tínhamos uma forma de resolver problemas, que se utilizava do Ambiente Midiático Sonoro, que só nos permite criar Organizações Gestoras.” // “Até aqui o Sapiens se utilizou de um Macro Modelo de Sobrevivência Mamífero e, pela primeira vez, estamos entrando em um Macro Modelo de Sobrevivência Insetífero.”

A ideia de que foram as formigas inventaram o Blockchain é uma novidade da Sétima Imersão.

Mais ainda:

Na Sétima Imersão passamos a chamar o Blockchain de uma Filosofia Administrativa e não de uma nova tecnologia.

Os dois Ambientes da Gestão

Tivemos também como novidade a separação dos dois Ambientes da Gestão:

  • o Monárquico – mais centralizado e dependente do centro;
  • o Republicano – mais descentralizado e menos dependente do centro.

Quando se fala em “Transformação Digital” há uma concentração no uso das novas tecnologias para promover a passagem da Gestão Monárquica para a Republicana.

E não como se deveria: promover a passagem da Gestão para a Curadoria.

Vejamos como aparece isso na Sétima Imersão:

“O Ambiente Administrativo Gestor Absolutista – no qual o líder centraliza mais as decisões, reduzindo a autonomia das equipes;” // “O Ambiente Administrativo Gestor Republicano – no qual o líder descentraliza mais as decisões, aumentando a autonomia das equipes.”

As duas Ciências Sociais

A visão da Disrupção Civilizacional que temos apresentado vai contra os atuais paradigmas das Ciências Sociais.

Ficou muito mais forte na Sétima Imersão a ideia da criação da Ciência Social 2.0.

Hoje, se tentarmos entender o presente e o futuro com as Ciências Sociais 1.0 vamos patinar, patinar e não vamos chegar lá.

Amadurecemos na Sétima Imersão que é preciso criar as Ciências Sociais 2.0, com os seguintes upgrades na forma de se pensar o Motor da História Humano:

  • Somos uma Tecnoespécie;
  • Por causa disso, aumentamos a população;
  • Isso nos obriga a criar novos Modelos de Comunicação;
  • Que nos permite criar novos Macro Modelos Administrativos;
  • Que nos viabiliza aumentar de novo a população e recomeçar o ciclo.

As Ciências Sociais 2.0 nos permite enxergar a nova forma ainda incipiente do Sapiens de sobreviver, através do avanço lento e consistente da Curadoria.

Os dois tipos de Curadoria

Avançamos também na melhoria das designações da Uberização e da Blockchenização.

 Definimos assim os dois momentos da Curadoria:

  • Uberização ou Curadoria 1.0 – Ambiente Administrativo Curador Platafórmico;
  • Blockchenização ou Curadoria 2.0 – Ambiente Administrativo Curador Ecossistêmico.

Vejamos como apareceu:

 “O Ambiente Administrativo Curador Platafórmico – no qual o curador centraliza mais as decisões, reduzindo a o poder dos participantes da plataforma;” // “O Ambiente Administrativo Curador Ecossistêmico – no qual o curador define um modelo inicial e descentraliza as decisões, aumentando o poder dos participantes da plataforma.”

O Ego Aparecedor e o Aprendiz

Dentro dos estudos da Jornada de Originalização, visando a inovação na Civilização 2.0, chegamos nos conceitos dos Egos.

Temos, por tendência, em momentos de maior concentração de poder uma relação com o nosso ego mais tóxica do que saudável, mais exógena do que endógena, mais querendo aparecer do que aprender.

A nossa relação com o ego apareceu assim ao longo da Sétima Imersão:

 “O Posicionamento do Ego no Perfil Mais Aparecer do que Aprender não é sustentável, pois o cenário é mutante e, por causa disso, nós precisamos ser mutantes também.” //  “O Ego Aprendiz (quer aprender) –  abraça problemas e está sempre querendo uma melhor solução, para um cliente, através do aprendizado;” // “O Ego Aparecedor (quer aparecer) – aquele que, ao invés de abraçar um problema, você defende com unhas e dentes uma uma solução. O foco deixa de ser o aprendizado e passa a procurar benefícios para ele mesmo.” //  “O Ego Dogmático – aquele que tem uma taxa menor de aprendizado, pois se dedica apenas a defender soluções, o que acaba por gerar uma Vaidade Mais Tóxica, pois se quer mais aparecer do que aprender.”

As diferentes Éticas

Dividimos também na Sétima Imersão as diferentes encruzilhadas das nossas vidas, todas elas encadeadas:

  • Ética da Existência – o quanto vou me Originalizar ao longo da vida?
  • Ética da Sobrevivência – como vou gerar dinheiro para sobreviver e viver?
  • Ética do Consumo – quais são os meus critérios das minhas compras? Estão alinhados com as minhas outras escolhas?

“A Ética da Existência – vou repetir padrões ou criar uma vida mais personalizada?“  //  “A Ética da Sobrevivência – vou viver de trocas voluntárias ou impor aos outros a minha sobrevivência, através de algum tipo de imposição ou força?“ // “Este aumento da Taxa de Ética Mais Humanas é uma das fortes características das Renascenças Civilizacionais, típicas destes momentos de Revoluções da Sobrevivência.“ //  “Minimalismo é uma proposta de Ética do Consumo, que é uma escolha de como vamos consumir para viver. //  “Quando vamos ler sobre Minimalismo e Essencialismo estamos dentro da Filosofia da Sobrevivência, parcialmente discutindo sobre a Ética de Consumo, que acaba por definir a Ética do Trabalho (ou da Sobrevivência).”

Os Naturalistas versus os Artificialistas

Detalhes sobre o que recuperar das nossas origens:

 “Os naturalistas – que consideram que há algo definido “de fábrica” em cada pessoa, que se perde com a formatação e pode ser recuperado mais adiante.“ //  “…os artificialistas – que consideram que temos potenciais, que podem ser desenvolvidos, a partir dos contextos e não há algo original a ser recuperado.“

E ainda:

Resistentes versus Transformadores

 “Resistentes – com interesses ligados ao Modelo Decadente –  mais reticentes às mudanças;// Transformadores – com interesses ligados ao Modelo Ascendente –  incentivadores das mudanças.“

O Método Palito de Fósforo

 “Uma sugestão que eu faço sempre, antes de começar a abrir uma conversa sobre determinados temas mais inovadores, que pedem um tipo de escuta mais aberto é se utilizar do Método do Palito de Fósforo.“

Jogue um fósforo para saber se há “gasolina” no diálogo. Se tiver, jogue outro, se não tiver, fale do tempo, olhe o relógio e vá embora.

Cérebro Progressivo

 “A Pedra Preciosa do livro de Alberto é o que vou chamar de Cérebro Progressivo.“

Nosso cérebro fica mais inteligente, quando colocamos nosso potencial para “rodar”.

Percepcionistas versus Padronistas

 “É preciso separar os Conceituadores Percepcionistas dos Padronistas. // Os Conceituadores Percepcionistas apresentam várias impressões que têm sobre determinado Problema-Foco, porém, não apresentam Padrões. // Os Conceituadores Padronistas apresentam padrões históricos do Problema-Foco, evitando chegar a conclusões baseados apenas em percepções.”

Isso foi bem importante para separa o joio do trigo.

Modelos de Sobrevivência 1.0 e o 2.0

“O Modelo de Sobrevivência 1.0 foi concebido, a partir das mídias que estavam disponíveis, para um Patamar de Complexidade Demográfica menor.”

O importante aqui foi o reforço na Sétima Imersão da ideia de que não estamos vivendo uma Revolução de Mídia, mas da Sobrevivência, que começa com uma Revolução de Mídia.

Síndrome da Vagonice

“Mas podemos perceber um fenômeno que vou batizar de Síndrome de Vagonice.”

Síndrome da Vagonice são pessoas e organizações que não visam mais serem líderes de mercado (locomotiva), mas aceitaram, de forma consciente ou não, aceitar o papel de vagão. (A Globo é um bom exemplo).

Os dois tipos de visão sobre o Futuro

 “Os Imprevisibilistas – aqueles que NÃO acreditam ser possível prever alguma coisa sobre o futuro.” //  “Os Previsibilistas – aqueles que acreditam ser possível prever alguma coisa sobre o futuro;”

Isso também foi importante. Dividir os perfis daqueles que pensam sobre o futuro.

A Acupuntura Conceitual

“Quando ouvimos as pessoas e percebemos o uso de uma palavra que deve ser questionada, naquele momento, estamos colocando uma Agulha de Acupuntura Conceitual, “espetando” um paradigma.”

Um conceito bom para questionar conceitos nas pessoas.

Padrinho Conceitual

“Padrinho Conceitual é um Conceituador, que apresenta um padrão consistente do fenômeno estudado, que servirá de guia para todas as análises que virão a seguir.”

É isso, que dizes?

A lista completa sem comentários:

  1. Temos um fenômeno psicológico, que podemos chamar de Paraego, quando o paradigma hegemônico está tão entranhado na mente da pessoa, que se confunde com o ego.
  2. Fama é um medidor de Sucesso Exógeno (de fora para dentro). //Podemos dizer que o Sucesso Endógeno é a capacidade que cada pessoa tem de exercitar, o máximo possível, os seus potenciais.
  3. A Renascença Civilizacional, do surgimento da nova mídia ao momento de consolidação de novas Zonas de Atração;//a Consolidação Civilizacional, do surgimento e massificação das novas Zonas de Atração – que servem de guia para toda a espécie, permitindo um novo ciclo de aumento populacional;//e a Decadência Civilizacional, do novo ciclo de aumento populacional até o surgimento de uma nova mídia.
  4. Os Empreendedores Renascentistas das Ações – aqueles que criam projetos para mudar a forma como fazemos as coisas, os operacionais; Os Empreendedores Renascentistas das Visões – aqueles que criam narrativas para mudar a forma como vemos as coisas, os teóricos e filosóficos.
  5. “Foi o momento de Contextualização dentro da Metodologia de Leitura Empreendedora Ativa, que estamos desenvolvendo.”
  6. “Goleman se enquadra dentro da Narrativa Bimodal, como um Autor Renascentista, que aborda o tema da Felicidade Saudável.”
  7. “O Segundo Eu, vai aprendendo a se separar do Primeiro Eu e começar a ter atitudes diferentes.” // O Primeiro Eu reage, conforme foi ensinado, ou formatado, sem grandes reflexões. //  “Por fim, o Terceiro Eu é quando começamos a desenvolver algo original, de forma muito mais reflexiva, num processo continuado de excelência.“
  8. “O Bem Estar Continuado que cada um sente não pode ser contestado de fora para dentro. É um critério de Felicidade Endógena. É o fim para qual todos os outros meios devem servir.” // “A busca da Felicidade Continuada é deixar o tempo todo a Mente Cachorrinho com o “rabo abanando”.”
  9. “O primeiro passo é a consciência de que um Inquieto Inovador tem algo de diferente das demais pessoas.” // “Jornadas de Excelência para
    Inquietos Inovadores visam, além da potencialização de seus dons particulares, criar projetos disruptivos dentro da atual Renascença Civilizacional.” // “A construção da Metodologia Bimodal de Potencialização de Inquietos Inovadores – ferramental conceitual para ajudar Inquietos Inovadores a desenvolver Projetos Renascentistas.”
  10. “Mudanças DRED pedem um tipo específico de tratamento, pois geram realmente uma sensação DREA (de Dispersão, Resistência, Estranheza e Ansiedade).”
  11.  “Eles eram autoridades, nas quais todos confiavam totalmente e, foi justamente isso, o efeito manada da Verdade Baseada nas Autoridades, que gerou a crise.”
  12.  “Quando a pessoa embarca na Jornada de Excelência, tendo o aprendizado como foco, ela vai muito mais longe, pois ela consegue desenvolver a Inteligência Progressiva.” //  “A chegada no Terceiro Eu, OBRIGATORIAMENTE, passa pela necessidade de passar por encruzilhadas Filosóficas, Teóricas e Metodológicas, abraçando a Jornada de Excelência da Originalidade.“ // “Um Processo de Originalização de longo prazo precisa NECESSARIAMENTE que a pessoa esteja no Terceiro Eu.“
  13.  “O que nos resta fazer é utilizarmos a Animalogia, a comparação com outras espécies e promover uma Comparação Negativa.”
  14.  “Ambientes Administrativos Curadores – têm um Modelo de Comunicação baseado nos Rastros Algorítmicos e, por causa disso, NÃO mais precisam de um líder-alfa.”
  15. “O Ambiente Administrativo Gestor Absolutista – no qual o líder centraliza mais as decisões, reduzindo a autonomia das equipes;” // “O Ambiente Administrativo Gestor Republicano – no qual o líder descentraliza mais as decisões, aumentando a autonomia das equipes.”
  16.  “O Ambiente Administrativo Curador Platafórmico – no qual o curador centraliza mais as decisões, reduzindo a o poder dos participantes da plataforma;” // “O Ambiente Administrativo Curador Ecossistêmico – no qual o curador define um modelo inicial e descentraliza as decisões, aumentando o poder dos participantes da plataforma.”
  17.  “O Posicionamento do Ego no Perfil Mais Aparecer do que Aprender não é sustentável, pois o cenário é mutante e, por causa disso, nós precisamos ser mutantes também.”
  18.  “Dependendo do Apetite Existencial de cada um, não basta crescer, tem que se originalizar.“
  19. “As Ciências Sociais 2.0 nos permitem enxergar a nova forma ainda incipiente do Sapiens sobreviver, através do avanço lento e consistente da Curadoria.“
  20. “A Ética da Existência – vou repetir padrões ou criar uma vida mais personalizada?“  //  “A Ética da Sobrevivência – vou viver de trocas voluntárias ou impor aos outros a minha sobrevivência, através de algum tipo de imposição ou força?“
  21.  “Este aumento da Taxa de Ética Mais Humanas é uma das fortes características das Renascenças Civilizacionais, típicas destes momentos de Revoluções da Sobrevivência.“
  22.  “os naturalistas – que consideram que há algo definido “de fábrica” em cada pessoa, que se perde com a formatação e pode ser recuperado mais adiante.“ //  “…os artificialistas – que consideram que temos potenciais, que podem ser desenvolvidos, a partir dos contextos e não há algo original a ser recuperado.“
  23.  “Podemos dizer que uma pessoa que consegue pensar e agir melhor desenvolve uma capacidade da Metapercepção.“
  24.  “Alienação Saudável – é aquela que você concentra seus esforços e preocupação cada vez mais naquilo que pode alterar;“ //  “Alienação Tóxica – é aquela que você concentra seus esforços cada vez mais naquilo que NÃO pode alterar.“
  25.  “Resistentes – com interesses ligados ao Modelo Decadente –  mais reticentes às mudanças;// Transformadores – com interesses ligados ao Modelo Ascendente –  incentivadores das mudanças.“
  26.  “Uma sugestão que eu faço sempre, antes de começar a abrir uma conversa sobre determinados temas mais inovadores, que pedem um tipo de escuta mais aberto é se utilizar do Método do Palito de Fósforo.“
  27.  “A Pedra Preciosa do livro de Alberto é o que vou chamar de Cérebro Progressivo.“
  28.  “…Três Áreas do Nosso Cérebro: Área mais Interna, Totalmente Automatizada, Área Intermediária, Parcialmente Automatizada e  Área Mais Externa,  Muito pouco Automatizada.”
  29.  “É preciso separar os Conceituadores Percepcionistas dos Padronistas. // Os Conceituadores Percepcionistas apresentam várias impressões que têm sobre determinado Problema-Foco, porém, não apresentam Padrões. // Os Conceituadores Padronistas apresentam padrões históricos do Problema-Foco, evitando chegar a conclusões baseados apenas em percepções.”
  30. “O Modelo de Sobrevivência 1.0 foi concebido, a partir das mídias que estavam disponíveis, para um Patamar de Complexidade Demográfica menor.”
  31.  “Se analisarmos um formigueiro, por exemplo, veremos que ali temos um Blockchain Primitivo.” //  “Um formigueiro é um ecossistema de sobrevivência, na qual cada membro da colônia pode, conforme o contexto,  ser líder ou liderado, pois se utiliza de um tipo de Linguagem Algorítmica Natural.” // “A Filosofia Blockchain é a criação de um Ecossistema Para Solução de Problema, que funciona sem um centro organizador, independente das tecnologias utilizadas.”
  32.  “Minimalismo é uma proposta de Ética do Consumo, que é uma escolha de como vamos consumir para viver. //  “Quando vamos ler sobre Minimalismo e Essencialismo estamos dentro da Filosofia da Sobrevivência, parcialmente discutindo sobre a Ética de Consumo, que acaba por definir a Ética do Trabalho.”
  33.  “Inconformismo Tóxico – aquele que não lida bem com a sua inconformidade, não gerando benefícios nem para ele e nem para os outros.” //  “Inconformismo Tóxico – aquele que não lida bem com a sua inconformidade, não gerando benefícios nem para ele e nem para os outros.”
  34.  “O inconformismo é a marca de um Originalizador.” // “Começo com este artigo a jornada de escrever um texto maior (talvez um e-book) do que vou chamar Sistema Filosófico Originalista.” //  “O SFO (Sistema Filosófico Originalista), obviamente, pode ser utilizado por qualquer pessoa, mas tem como foco inicial os Inquietos Inovadores.”
  35. “Mas podemos perceber um fenômeno que vou batizar de Síndrome de Vagonice.”
  36.  “No lado novo, temos uma forma de resolver problemas, que se utiliza do Ambiente Midiático Algorítmico, que nos permite criar Organizações Curadoras.”
  37.  “De um lado antigo, temos uma forma de resolver problemas, que se utiliza do Ambiente Midiático Sonoro, que só nos permite criar Organizações Gestoras.”
  38.  “Os Imprevisibilistas – aqueles que NÃO acreditam ser possível prever alguma coisa sobre o futuro.” //  “Os Previsibilistas – aqueles que acreditam ser possível prever alguma coisa sobre o futuro;”
  39. “Quando ouvimos as pessoas e percebemos o uso de uma palavra que deve ser questionada, naquele momento, estamos colocando uma Agulha de Acupuntura Conceitual, “espetando” um paradigma.”
  40.  “Até aqui o Sapiens se utilizou de um Macro Modelo de Sobrevivência Mamífero e, pela primeira vez, estamos entrando em um Macro Modelo de Sobrevivência Insetífero.”
  41. “Eu diria que há na sociedade uma Equação de Pareto da Inovação, na qual 20% das pessoas tendem a desobedecer o status quo e 80% o seguem.”
  42. “O problema assim não é errar, pois errar é obrigatório, a meta é aumentar a taxa de Erros Saudáveis e diminuir a dos Erros Tóxicos.”
  43.  “A Disrupção Saudável é aquela que consegue criar novas formas de pensar e agir, que conseguem resolver problemas, de forma mais adequada, aos antigos processos.”
  44.  “É a capacidade de questionar paradigmas e aceitar novas verdades que define o valor de um Disruptor para o mundo.”
  45.  “O Ego Aprendiz (quer aprender) –  abraça problemas e está sempre querendo uma melhor solução, para um cliente, através do aprendizado;” // “O Ego Aparecedor (quer aparecer) – aquele que, ao invés de abraçar um problema, você defende com unhas e dentes uma uma solução. O foco deixa de ser o aprendizado e passa a procurar benefícios para ele mesmo.” //  “O Ego Dogmático – aquele que tem uma taxa menor de aprendizado, pois se dedica apenas a defender soluções, o que acaba por gerar uma Vaidade Mais Tóxica, pois se quer mais aparecer do que aprender.”
  46. “Rotina Saudável – sempre sendo aprimorada, com alta taxa de reflexão; //  “Rotina Tóxica – repetida, com baixa taxa de reflexão.
  47.  “A Animalogia Positiva – aquilo que somos iguais às demais; // A Animalogia Negativa – aquilo que somos diferentes às demais.”
  48. “Padrinho Conceitual é um Conceituador, que apresenta um padrão consistente do fenômeno estudado, que servirá de guia para todas as análises que virão a seguir.”
  49. “E, finalmente, o Fator Revisante – a partir da atuação diante do fenômenos, o que ajudou a viver melhor e o que precisa ser alterado?”
  50. “Novas mídias, segundo nossos padrões, quando surgem têm como missão resolver Entropias Civilizacionais provocadas pelo contínuo aumento populacional.”

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal290622

Novas Hashtags:

#fechando a sexta imersão – revisando uma das imersões.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Mudar significa, principalmente, questionar as autoridades de plantão.
  2. As autoridades representam o status quo e, por uma questão, de sobrevivência própria, defendem o estabelecido, mesmo que tenha ficado obsoleto.
  3. Acreditamos, assim, existir uma diferença entre paixão e alegria (felicidade mais conjuntural) e satisfação e bem estar continuado (felicidade mais estrutural).
  4. Nascemos para nos Originalizar e temos sempre, em todas as épocas, desafios a serem enfrentados contra a tendência da padronização e massificação da sociedade.
  5. Se Originalizar significa ir mais fundo possível naquilo que temos de diferente dos demais.
  6. Os Conceitos Mundo VUCA ou BANI confundem o fenômeno em si com a sensação que temos diante dele.
  7. Se Originalizar é criar algo que não existe, a partir da capacidade de cada um em desenvolver os seus potenciais únicos.
  8. Viver plenamente é se originalizar.

Vamos ao Artigo:

“Os cientistas também não estão constantemente procurando inventar novas teorias e frequentemente mostram intolerantes com aquelas inventadas por outros.” – Kuhn.

Tem ficado cada vez mais claro que a Bimodais na sua missão de “ajudar pessoas e organizações a lidar melhor com a Civilização 2.0” precisa transitar com dois fenômenos:

  • A Revolução Civilizacional 2.0 – o que é, de onde veio, para onde vai? (Filosofia e Teoria);
  • As pessoas e organizações diante da Revolução Civilizacional 2.0 – e o que fazer? (Metodologia).

Como uma Revolução Civilizacional é uma Fenômeno DRED (Disruptivo, Rápido, Estrutural e Desconhecido) causa reações DREA (Dispersão, Resistência, Estranheza e Ansiedade), temos uma GIGANTESCA dificuldade de lidar com tudo isso de forma mais adequada.

Por isso, temos caminhado na direção mais e mais para um nicho de mercado, que passamos a chamar dos Disruptores.

Nossa narrativa, baseada em Padrões Históricos não consegue chegar em determinadas camadas da sociedade, que estão vivendo uma alta taxa de Reação DREA.

Observamos que os Disruptores, um nicho de mercado, consegue e tem a demanda por explicações mais lógicas e consistentes.

A Sétima Temporada consolidou que esse tipo de mudança tão disruptiva é primeiro compreendida por Disruptores, que passam a ter uma missão de criar Zonas de Atração, não só do ponto de vista das novas formas de pensar, mas também de agir.

A Sétima Imersão foi um mergulho no mundo dos Disruptores, mas, como sempre, aprimorando-se a Visão de Cenário, a partir de provocações.

Podemos dizer que a Sétima Imersão foi:

  • 20% dedicada a melhoria da Visão de Cenário Bimodal;
  • e 80% dedicada a entender os Disruptores, seu papel no atual cenário revolucionário e construir metodologias para que possam se originalizar e, com isso, aumentar a taxa de inovação na sociedade.

O Originalismo

O principal destaque da Sétima Temporada foi o Sistema Filosófico Originalista.

Estudamos diversos autores motivacionais e fizemos uma síntese ao defender que:

Viver plenamente é se originalizar. 

Nossa Madrinha Conceitual, do ponto de vista Filosófico Existencial, é nossa titia Ayn Rand (1905 – 82), que nos deixou o seguinte legado:

  1. o sapiens, diferente das outras espécies vivas, sobrevive, a partir de sua capacidade de pensar e escolher;
  2. a realidade, assim,  existe, não é um sonho, e está baseada na sobrevivência;
  3. se você pensar e agir de forma equivocada pode morrer ou viver de forma precária;
  4. viver é, assim, baseado em escolhas éticas melhores;
  5. todos precisamos ser egoístas, defender nosso sobrevivência, a diferença é que tipo de egoísmo se escolhe: o saudável (baseado em trocas voluntárias) ou o tóxico (baseado em trocas impositivas);
  6. o Sapiens precisa basear suas escolhas em um Sistema Filosófico mais completo que envolve várias camadas de escolhas.

Rand criou o Objetivismo, que se propôs a questionar uma série de filósofos, que ela considerava inadequados para uma vida mais adequada.

De certa forma, a Bimodais optou pelo Objetivismo, mas, como fazemos com todos os autores, não só  homenageando-os, mas procurando melhorá-los, introduzimos a ideia do Objetivismo Originalista.

O Objetivismo Originalista concorda com Rand, mas ainda defende que o Sapiens tem como possibilidade a Originalização.

Mais.

Que uma vida plena e completa de uma Tecnoespécie vai na direção da Originalização.

Nascemos para nos Originalizar e temos sempre, em todas as épocas, desafios a serem enfrentados contra a tendência da padronização e massificação.

Se Originalizar significa ir mais fundo possível naquilo que temos de diferente dos demais.

As frases que surgiram ao longo da Sétima Imersão:

 “O inconformismo é a marca de um Originalizador.” // “Começo com este artigo a jornada de escrever um texto maior (talvez um e-book) do que vou chamar Sistema Filosófico Originalista.” //  “O SFO (Sistema Filosófico Originalista), obviamente, pode ser utilizado por qualquer pessoa, mas tem como foco inicial os Inquietos Inovadores.”

Se Originalizar é criar algo que não existe, a partir da capacidade de cada um em desenvolver os seus potenciais únicos.

O que conseguimos fazer com nossos potenciais é um jogo que precisamos aprender a jogar.

Começamos defendendo na sétima temporada uma Jornada de Excelência, mas logo passamos para a Jornada de Originalização.

Dentro da Jornada de Originalização chegamos ao conceito dos Três Eus.

Os Três Eus

Todo ser humano pode passar – na sua caminhada – por três etapas na vida, que podemos chamar de Três Eus.

  • No Primeiro Eu somos formatados para começar nossa jornada na sociedade – é um momento com alta taxa de Exogenia, em que somos totalmente moldados de fora para dentro;
  • No Segundo Eu iniciamos nossa tentativa de separação da Formatação Original, procurando escolher trabalho e tipo de vida diferente dos nossos pais, aumentando a taxa de Endogenia;
  • E, por fim, mais tarde, alguns conseguem procurar o Terceiro Eu, quando optamos por desenvolver nossos potenciais únicos, expandindo ainda mais a Endogenia.

Os conceitos saíram assim ao longo da Sétima Imersão:

“O Segundo Eu, vai aprendendo a se separar do Primeiro Eu e começar a ter atitudes diferentes.” // O Primeiro Eu reage, conforme foi ensinado, ou formatado, sem grandes reflexões. //  “Por fim, o Terceiro Eu é quando começamos a desenvolver algo original, de forma muito mais reflexiva, num processo continuado de excelência.“

Dentro dessa procura da Felicidade, a dividimos em duas (isso já vem de outras imersões):

  • A Felicidade Estrutural (aquela que a pessoa tem, de forma consciente, um projeto de vida) e percebe que consegue deixar o seu legado;
  • E a Felicidade Conjuntural (as alegrias que todos temos no dia a dia) menos planejada.

Acreditamos, assim, existir uma diferença entre paixão e alegria (felicidade mais conjuntural) e satisfação e bem estar continuado (felicidade mais estrutural).

Vejamos como apareceu:

“O Bem Estar Continuado que cada um sente não pode ser contestado de fora para dentro. É um critério de Felicidade Endógena. É o fim para qual todos os outros meios devem servir.” // “A busca da Felicidade Continuada é deixar o tempo todo a Mente Cachorrinho com o “rabo abanando”.”

Destaque para o Conceito de Sala da Mente Cachorrinho, aquelas sensações mais automáticas, que fazem com que nosso cérebro se perceba contente.

Conceitos de Sala são mais poéticos e menos científicos, com mais liberdade para um diálogo com quem está iniciando o conhecimento da Narrativa Bimodal.

Os Disruptores e os Incrementadores

Dentro da Jornada de Originalização, conseguimos separar dois perfis, ambos podem entrar na Jornada, mas com desafios distintos.

Os dois Perfis Inovadores:

  • Os Disruptores – aqueles que têm mais facilidade de questionar e ajudar a mudar paradigmas ou criar novos;
  • Os Incrementadores – aqueles que têm mais facilidade de questionar itens dentro do paradigma vigente.

Vejamos como apareceu nos textos:

“O primeiro passo é a consciência de que um Inquieto Inovador tem algo de diferente das demais pessoas.” // “Jornadas de Excelência para Inquietos Inovadores visam, além da potencialização de seus dons particulares, criar projetos disruptivos dentro da atual Renascença Civilizacional.” // “A construção da Metodologia Bimodal de Potencialização de Inquietos Inovadores – ferramental conceitual para ajudar Inquietos Inovadores a desenvolver Projetos Renascentistas.” //  “Dependendo do Apetite Existencial de cada um, não basta crescer, tem que se originalizar.“ // “É a capacidade de questionar paradigmas e aceitar novas verdades que define o valor de um Disruptor para o mundo.”

Destaco ainda:

“Eu diria que há na sociedade uma Equação de Pareto da Inovação, na qual 20% das pessoas tendem a desobedecer o status quo e 80% o seguem.”

A Sensação DREA

Um ponto que falamos pouco ao longo da imersão, mas foi alto importante, é necessária separação entre a mudança (provocada por um Fenômeno) e a sensação que as pessoas têm em relação a esta mudança.

Uma coisa é o fenômeno em si e a outra a reação que as pessoas têm diante dele. Isso não pode ser misturado.

Na imersão passada chegamos a Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida). Note que fugimos de alguns absurdos, tais como Mundo VUCA ou BANI (sensações sobre o fenômeno).

O Conceito Mundo VUCA ou BANI, por exemplo, confundem o fenômeno em si com a sensação que temos diante dele.

Para resolver este impasse criamos dois conceitos separados diante da Civilização 2.0:

  • O Fenômeno DRED – que aponta que tipo de fenômeno estamos vivendo: Disruptivo, Rápido, Estrutural e Desconhecido.
  • E a Sensação DREA –  diante do Fenômeno – que gera: Dispersão, Resistência, Estranheza e Ansiedade.

Vejamos o texto original:

“Mudanças DRED pedem um tipo específico de tratamento, pois geram realmente uma sensação DREA (de Dispersão, Resistência, Estranheza e Ansiedade).”

As Verdades Baseadas em Autoridades

 “Eles eram autoridades, nas quais todos confiavam totalmente e, foi justamente isso, o efeito manada da Verdade Baseada nas Autoridades, que gerou a crise.”

A Verdade Baseada nas Autoridades é aquela que repetimos sem pensar pela força do modelo de intermediação disponível.

Mudar significa, principalmente, questionar as autoridades de plantão.

As autoridades representam o status quo e, por uma questão de sobrevivência própria, defendem o estabelecido, mesmo que tenha ficado obsoleto.

A Animalogia Positiva e Negativa

 “O que nos resta fazer é utilizarmos a Animalogia, a comparação com outras espécies e promover uma Comparação Negativa.” //  “A Animalogia Positiva – aquilo que somos iguais às demais; // A Animalogia Negativa – aquilo que somos diferentes às demais.”

A lista completa sem comentários:

  1. Temos um fenômeno psicológico, que podemos chamar de Paraego, quando o paradigma hegemônico está tão entranhado na mente da pessoa, que se confunde com o ego.
  2. Fama é um medidor de Sucesso Exógeno (de fora para dentro). //Podemos dizer que o Sucesso Endógeno é a capacidade que cada pessoa tem de exercitar, o máximo possível, os seus potenciais.
  3. A Renascença Civilizacional, do surgimento da nova mídia ao momento de consolidação de novas Zonas de Atração;//a Consolidação Civilizacional, do surgimento e massificação das novas Zonas de Atração – que servem de guia para toda a espécie, permitindo um novo ciclo de aumento populacional;//e a Decadência Civilizacional, do novo ciclo de aumento populacional até o surgimento de uma nova mídia.
  4. Os Empreendedores Renascentistas das Ações – aqueles que criam projetos para mudar a forma como fazemos as coisas, os operacionais; Os Empreendedores Renascentistas das Visões – aqueles que criam narrativas para mudar a forma como vemos as coisas, os teóricos e filosóficos.
  5. “Foi o momento de Contextualização dentro da Metodologia de Leitura Empreendedora Ativa, que estamos desenvolvendo.”
  6. “Goleman se enquadra dentro da Narrativa Bimodal, como um Autor Renascentista, que aborda o tema da Felicidade Saudável.”
  7. “O Segundo Eu, vai aprendendo a se separar do Primeiro Eu e começar a ter atitudes diferentes.” // O Primeiro Eu reage, conforme foi ensinado, ou formatado, sem grandes reflexões. //  “Por fim, o Terceiro Eu é quando começamos a desenvolver algo original, de forma muito mais reflexiva, num processo continuado de excelência.“
  8. “O Bem Estar Continuado que cada um sente não pode ser contestado de fora para dentro. É um critério de Felicidade Endógena. É o fim para qual todos os outros meios devem servir.” // “A busca da Felicidade Continuada é deixar o tempo todo a Mente Cachorrinho com o “rabo abanando”.”
  9. “O primeiro passo é a consciência de que um Inquieto Inovador tem algo de diferente das demais pessoas.” // “Jornadas de Excelência para
    Inquietos Inovadores visam, além da potencialização de seus dons particulares, criar projetos disruptivos dentro da atual Renascença Civilizacional.” // “A construção da Metodologia Bimodal de Potencialização de Inquietos Inovadores – ferramental conceitual para ajudar Inquietos Inovadores a desenvolver Projetos Renascentistas.”
  10. “Mudanças DRED pedem um tipo específico de tratamento, pois geram realmente uma sensação DREA (de Dispersão, Resistência, Estranheza e Ansiedade).”
  11.  “Eles eram autoridades, nas quais todos confiavam totalmente e, foi justamente isso, o efeito manada da Verdade Baseada nas Autoridades, que gerou a crise.”
  12.  “Quando a pessoa embarca na Jornada de Excelência, tendo o aprendizado como foco, ela vai muito mais longe, pois ela consegue desenvolver a Inteligência Progressiva.” //  “A chegada no Terceiro Eu, OBRIGATORIAMENTE, passa pela necessidade de passar por encruzilhadas Filosóficas, Teóricas e Metodológicas, abraçando a Jornada de Excelência da Originalidade.“ // “Um Processo de Originalização de longo prazo precisa NECESSARIAMENTE que a pessoa esteja no Terceiro Eu.“
  13.  “O que nos resta fazer é utilizarmos a Animalogia, a comparação com outras espécies e promover uma Comparação Negativa.”
  14.  “Ambientes Administrativos Curadores – têm um Modelo de Comunicação baseado nos Rastros Algorítmicos e, por causa disso, NÃO mais precisam de um líder-alfa.”
  15. “O Ambiente Administrativo Gestor Absolutista – no qual o líder centraliza mais as decisões, reduzindo a autonomia das equipes;” // “O Ambiente Administrativo Gestor Republicano – no qual o líder descentraliza mais as decisões, aumentando a autonomia das equipes.”
  16.  “O Ambiente Administrativo Curador Platafórmico – no qual o curador centraliza mais as decisões, reduzindo a o poder dos participantes da plataforma;” // “O Ambiente Administrativo Curador Ecossistêmico – no qual o curador define um modelo inicial e descentraliza as decisões, aumentando o poder dos participantes da plataforma.”
  17.  “O Posicionamento do Ego no Perfil Mais Aparecer do que Aprender não é sustentável, pois o cenário é mutante e, por causa disso, nós precisamos ser mutantes também.”
  18.  “Dependendo do Apetite Existencial de cada um, não basta crescer, tem que se originalizar.“
  19. “As Ciências Sociais 2.0 nos permitem enxergar a nova forma ainda incipiente do Sapiens sobreviver, através do avanço lento e consistente da Curadoria.“
  20. “A Ética da Existência – vou repetir padrões ou criar uma vida mais personalizada?“  //  “A Ética da Sobrevivência – vou viver de trocas voluntárias ou impor aos outros a minha sobrevivência, através de algum tipo de imposição ou força?“
  21.  “Este aumento da Taxa de Ética Mais Humanas é uma das fortes características das Renascenças Civilizacionais, típicas destes momentos de Revoluções da Sobrevivência.“
  22.  “os naturalistas – que consideram que há algo definido “de fábrica” em cada pessoa, que se perde com a formatação e pode ser recuperado mais adiante.“ //  “…os artificialistas – que consideram que temos potenciais, que podem ser desenvolvidos, a partir dos contextos e não há algo original a ser recuperado.“
  23.  “Podemos dizer que uma pessoa que consegue pensar e agir melhor desenvolve uma capacidade da Metapercepção.“
  24.  “Alienação Saudável – é aquela que você concentra seus esforços e preocupação cada vez mais naquilo que pode alterar;“ //  “Alienação Tóxica – é aquela que você concentra seus esforços cada vez mais naquilo que NÃO pode alterar.“
  25.  “Resistentes – com interesses ligados ao Modelo Decadente –  mais reticentes às mudanças;// Transformadores – com interesses ligados ao Modelo Ascendente –  incentivadores das mudanças.“
  26.  “Uma sugestão que eu faço sempre, antes de começar a abrir uma conversa sobre determinados temas mais inovadores, que pedem um tipo de escuta mais aberto é se utilizar do Método do Palito de Fósforo.“
  27.  “A Pedra Preciosa do livro de Alberto é o que vou chamar de Cérebro Progressivo.“
  28.  “…Três Áreas do Nosso Cérebro: Área mais Interna, Totalmente Automatizada, Área Intermediária, Parcialmente Automatizada e  Área Mais Externa,  Muito pouco Automatizada.”
  29.  “É preciso separar os Conceituadores Percepcionistas dos Padronistas. // Os Conceituadores Percepcionistas apresentam várias impressões que têm sobre determinado Problema-Foco, porém, não apresentam Padrões. // Os Conceituadores Padronistas apresentam padrões históricos do Problema-Foco, evitando chegar a conclusões baseados apenas em percepções.”
  30. “O Modelo de Sobrevivência 1.0 foi concebido, a partir das mídias que estavam disponíveis, para um Patamar de Complexidade Demográfica menor.”
  31.  “Se analisarmos um formigueiro, por exemplo, veremos que ali temos um Blockchain Primitivo.” //  “Um formigueiro é um ecossistema de sobrevivência, na qual cada membro da colônia pode, conforme o contexto,  ser líder ou liderado, pois se utiliza de um tipo de Linguagem Algorítmica Natural.” // “A Filosofia Blockchain é a criação de um Ecossistema Para Solução de Problema, que funciona sem um centro organizador, independente das tecnologias utilizadas.”
  32.  “Minimalismo é uma proposta de Ética do Consumo, que é uma escolha de como vamos consumir para viver. //  “Quando vamos ler sobre Minimalismo e Essencialismo estamos dentro da Filosofia da Sobrevivência, parcialmente discutindo sobre a Ética de Consumo, que acaba por definir a Ética do Trabalho.”
  33.  “Inconformismo Tóxico – aquele que não lida bem com a sua inconformidade, não gerando benefícios nem para ele e nem para os outros.” //  “Inconformismo Tóxico – aquele que não lida bem com a sua inconformidade, não gerando benefícios nem para ele e nem para os outros.”
  34.  “O inconformismo é a marca de um Originalizador.” // “Começo com este artigo a jornada de escrever um texto maior (talvez um e-book) do que vou chamar Sistema Filosófico Originalista.” //  “O SFO (Sistema Filosófico Originalista), obviamente, pode ser utilizado por qualquer pessoa, mas tem como foco inicial os Inquietos Inovadores.”
  35. “Mas podemos perceber um fenômeno que vou batizar de Síndrome de Vagonice.”
  36.  “No lado novo, temos uma forma de resolver problemas, que se utiliza do Ambiente Midiático Algorítmico, que nos permite criar Organizações Curadoras.”
  37.  “De um lado antigo, temos uma forma de resolver problemas, que se utiliza do Ambiente Midiático Sonoro, que só nos permite criar Organizações Gestoras.”
  38.  “Os Imprevisibilistas – aqueles que NÃO acreditam ser possível prever alguma coisa sobre o futuro.” //  “Os Previsibilistas – aqueles que acreditam ser possível prever alguma coisa sobre o futuro;”
  39. “Quando ouvimos as pessoas e percebemos o uso de uma palavra que deve ser questionada, naquele momento, estamos colocando uma Agulha de Acupuntura Conceitual, “espetando” um paradigma.”
  40.  “Até aqui o Sapiens se utilizou de um Macro Modelo de Sobrevivência Mamífero e, pela primeira vez, estamos entrando em um Macro Modelo de Sobrevivência Insetífero.”
  41. “Eu diria que há na sociedade uma Equação de Pareto da Inovação, na qual 20% das pessoas tendem a desobedecer o status quo e 80% o seguem.”
  42. “O problema assim não é errar, pois errar é obrigatório, a meta é aumentar a taxa de Erros Saudáveis e diminuir a dos Erros Tóxicos.”
  43.  “A Disrupção Saudável é aquela que consegue criar novas formas de pensar e agir, que conseguem resolver problemas, de forma mais adequada, aos antigos processos.”
  44.  “É a capacidade de questionar paradigmas e aceitar novas verdades que define o valor de um Disruptor para o mundo.”
  45.  “O Ego Aprendiz (quer aprender) –  abraça problemas e está sempre querendo uma melhor solução, para um cliente, através do aprendizado;” // “O Ego Aparecedor (quer aparecer) – aquele que, ao invés de abraçar um problema, você defende com unhas e dentes uma uma solução. O foco deixa de ser o aprendizado e passa a procurar benefícios para ele mesmo.” //  “O Ego Dogmático – aquele que tem uma taxa menor de aprendizado, pois se dedica apenas a defender soluções, o que acaba por gerar uma Vaidade Mais Tóxica, pois se quer mais aparecer do que aprender.”
  46. “Rotina Saudável – sempre sendo aprimorada, com alta taxa de reflexão; //  “Rotina Tóxica – repetida, com baixa taxa de reflexão.
  47.  “A Animalogia Positiva – aquilo que somos iguais às demais; // A Animalogia Negativa – aquilo que somos diferentes às demais.”
  48. “Padrinho Conceitual é um Conceituador, que apresenta um padrão consistente do fenômeno estudado, que servirá de guia para todas as análises que virão a seguir.”
  49. “E, finalmente, o Fator Revisante – a partir da atuação diante do fenômenos, o que ajudou a viver melhor e o que precisa ser alterado?”
  50. “Novas mídias, segundo nossos padrões, quando surgem têm como missão resolver Entropias Civilizacionais provocadas pelo contínuo aumento populacional.”

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal280622a

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#fechando a sétima imersão – revisando uma das imersões.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O grande problema é quando determinadas formas de pensar e agir problemáticas se tornam automáticas.
  2. A Metapercepção é um exercício obrigatório de quem quer mudar: se olha para a percepção e não apenas para o objeto que ela percebe.
  3. Quem quer mudar precisa desautomatizar o cérebro!
  4. Quanto mais a pessoa coloca determinadas formas de pensar e agir em áreas mais automatizadas do cérebro, mais terá dificuldade de mudar.
  5. Quanto mais próximo de determinadas áreas mais automatizadas, menos temos acesso.
  6. A Metapercepção precisa ser musculada, através de exercícios, tais como registrar percepções, refletir e criar formas de mudar o que é mais tóxico.
  7. Usamos muitos conceitos, que são repetidos, sem a devida reflexão, o que dificulta nossa capacidade de pensar e, portanto, de mudar para melhor.
  8. Quanto mais você usa as leituras profissionais para mudar formas de pensar e agir, mais se está praticando uma Leitura Ativa.

Vamos ao Artigo:

“A certeza é a inimiga do crescimento. Quando aprendemos algo novo, não passamos de “errados” a “certos” — passamos de “errados” a “um pouco menos errados.” – Manson.

Comentando os novos conceitos da 7ª Imersão:

Quem quer mudar precisa desautomatizar o cérebro!

Mergulhamos na sétima imersão, além de aprimorar a Visão de Cenário Bimodal, nos desafios da inovação.

Comecemos pelo primeiro conceito em destaque da sétima imersão: o Paraego.

Temos um fenômeno psicológico, que podemos chamar de Paraego, quando o paradigma hegemônico está tão entranhado na mente da pessoa, que se confunde com o ego.

Quanto mais a pessoa coloca determinadas formas de pensar e agir em áreas mais automatizadas do cérebro, mais terá dificuldade de mudar.

A frase acima se junta a outros conceitos que surgiram ao longo da imersão, que destaco abaixo em negrito:

 “Temos três Áreas do Nosso Cérebro: Área mais Interna, Totalmente Automatizada, Área Intermediária, Parcialmente Automatizada e  Área Mais Externa,  Muito pouco Automatizada.”

Quanto mais próximo de determinadas áreas mais automatizadas, menos temos acesso.

O grande desafio da mudança é: quando determinadas formas de pensar e agir problemáticas se tornam automáticas.

Para que possamos aprimorar nossa forma de pensar e agir, é preciso operar com a Metapercepção, como vemos no conceito abaixo:

 “Podemos dizer que uma pessoa que consegue pensar e agir melhor desenvolve uma capacidade da Metapercepção.“

A Metapercepção é um exercício obrigatório de quem quer mudar: olha para a percepção e não apenas para o objeto que ela percebe.

A Metapercepção precisa ser musculada, através de exercícios, tais como registrar percepções, refletir e criar formas de mudar o que é mais tóxico.

A dicotomia Exógeno e Endógeno

Não sei se foi bem na sétima imersão, ou antes, mas os conceitos Exógeno e Endógeno chegaram para ficar.

Exogenia expressam movimentos que vêm mais de fora para dentro do que de dentro para fora e a Endogenia, o contrário.

Em processos de mudança, é preciso aumentar a taxa da Endogenia, reflexões que vêm de dentro para fora para que a pessoa possa pensar cada vez mais, a partir de seus critérios.

O uso da dicotomia serve em várias situações, como vemos abaixo:

Fama é um medidor de Sucesso Exógeno (de fora para dentro). // Podemos dizer que o Sucesso Endógeno é a capacidade que cada pessoa tem de exercitar, o máximo possível, os seus potenciais.

A dicotomia Saudável e Tóxico

Outro ponto importante foi estabelecer a dicotomia Tóxico e Saudável, que passam a ser adjetivos para uso em diversas situações, tais como:

“Inconformismo Tóxico – aquele que não lida bem com a sua inconformidade, não gerando benefícios nem para ele e nem para os outros.” //  “Inconformismo Tóxico – aquele que não lida bem com a sua inconformidade, não gerando benefícios nem para ele e nem para os outros.”

Outro exemplo:

“O problema assim não é errar, pois errar é obrigatório, a meta é aumentar a taxa de Erros Saudáveis e diminuir a dos Erros Tóxicos.”

Mais um:

“Goleman se enquadra dentro da Narrativa Bimodal, como um Autor Renascentista, que aborda o tema da Felicidade Saudável.”

Mais uma:

 “Alienação Saudável – é aquela que você concentra seus esforços e preocupação cada vez mais naquilo que pode alterar;“ //  “Alienação Tóxica – é aquela que você concentra seus esforços cada vez mais naquilo que NÃO pode alterar.“

Outra:

“A Disrupção Saudável é aquela que consegue criar novas formas de pensar e agir, que conseguem resolver problemas, de forma mais adequada, aos antigos processos.”

Mais esta:

“Rotina Saudável – sempre sendo aprimorada, com alta taxa de reflexão; //  “Rotina Tóxica – repetida, com baixa taxa de reflexão.

Os Ciclos Civilizacionais

Passamos a operar, de forma mais fácil, com os diferentes Ciclos Civilizacionais, a saber:

A Renascença Civilizacional, do surgimento da nova mídia ao momento de consolidação de novas Zonas de Atração.//a Consolidação Civilizacional, do surgimento e massificação das novas Zonas de Atração – que servem de guia para toda a espécie, permitindo um novo ciclo de aumento populacional;//e a Decadência Civilizacional, do novo ciclo de aumento populacional até o surgimento de uma nova mídia.

A diferença entre aqueles que ajudam a pensar e a agir

Os Empreendedores Renascentistas das Ações – aqueles que criam projetos para mudar a forma como fazemos as coisas, os operacionais; Os Empreendedores Renascentistas das Visões – aqueles que criam narrativas para mudar a forma como vemos as coisas, os teóricos e filosóficos.

Temos um mercado grande de Conceituadores, que procuram entender o que está ocorrendo, mas este mercado não é muito conhecido e divulgado.

Usamos muitos conceitos, que são repetidos, sem a devida reflexão, o que dificulta nossa capacidade de pensar e, portanto, de mudar para melhor.

Leitura Passiva versus Leitura Ativa

“Foi o momento de Contextualização dentro da Metodologia de Leitura Profissional Ativa, que estamos desenvolvendo.”

Li na sétima imersão 15 livros, o que deve se repetir na oitava.

Com as leituras, em paralelo, houve o desenvolvimento da Leitura Ativa Bimodal, que é refletir sobre as leituras para alterar a forma de agir e pensar.

Quanto mais você usa as leituras profissionais para mudar formas de pensar e agir, mais se está praticando uma Leitura Ativa.

A lista completa sem comentários:

  1. Temos um fenômeno psicológico, que podemos chamar de Paraego, quando o paradigma hegemônico está tão entranhado na mente da pessoa, que se confunde com o ego.
  2. Fama é um medidor de Sucesso Exógeno (de fora para dentro). //Podemos dizer que o Sucesso Endógeno é a capacidade que cada pessoa tem de exercitar, o máximo possível, os seus potenciais.
  3. A Renascença Civilizacional, do surgimento da nova mídia ao momento de consolidação de novas Zonas de Atração;//a Consolidação Civilizacional, do surgimento e massificação das novas Zonas de Atração – que servem de guia para toda a espécie, permitindo um novo ciclo de aumento populacional;//e a Decadência Civilizacional, do novo ciclo de aumento populacional até o surgimento de uma nova mídia.
  4. Os Empreendedores Renascentistas das Ações – aqueles que criam projetos para mudar a forma como fazemos as coisas, os operacionais; Os Empreendedores Renascentistas das Visões – aqueles que criam narrativas para mudar a forma como vemos as coisas, os teóricos e filosóficos.
  5. “Foi o momento de Contextualização dentro da Metodologia de Leitura Empreendedora Ativa, que estamos desenvolvendo.”
  6. “Goleman se enquadra dentro da Narrativa Bimodal, como um Autor Renascentista, que aborda o tema da Felicidade Saudável.”
  7. “O Segundo Eu, vai aprendendo a se separar do Primeiro Eu e começar a ter atitudes diferentes.” // O Primeiro Eu reage, conforme foi ensinado, ou formatado, sem grandes reflexões. //  “Por fim, o Terceiro Eu é quando começamos a desenvolver algo original, de forma muito mais reflexiva, num processo continuado de excelência.“
  8. “O Bem Estar Continuado que cada um sente não pode ser contestado de fora para dentro. É um critério de Felicidade Endógena. É o fim para qual todos os outros meios devem servir.” // “A busca da Felicidade Continuada é deixar o tempo todo a Mente Cachorrinho com o “rabo abanando”.”
  9. “O primeiro passo é a consciência de que um Inquieto Inovador tem algo de diferente das demais pessoas.” // “Jornadas de Excelência para
    Inquietos Inovadores visam, além da potencialização de seus dons particulares, criar projetos disruptivos dentro da atual Renascença Civilizacional.” // “A construção da Metodologia Bimodal de Potencialização de Inquietos Inovadores – ferramental conceitual para ajudar Inquietos Inovadores a desenvolver Projetos Renascentistas.”
  10. “Mudanças DRED pedem um tipo específico de tratamento, pois geram realmente uma sensação DREA (de Dispersão, Resistência, Estranheza e Ansiedade).”
  11.  “Eles eram autoridades, nas quais todos confiavam totalmente e, foi justamente isso, o efeito manada da Verdade Baseada nas Autoridades, que gerou a crise.”
  12.  “Quando a pessoa embarca na Jornada de Excelência, tendo o aprendizado como foco, ela vai muito mais longe, pois ela consegue desenvolver a Inteligência Progressiva.” //  “A chegada no Terceiro Eu, OBRIGATORIAMENTE, passa pela necessidade de passar por encruzilhadas Filosóficas, Teóricas e Metodológicas, abraçando a Jornada de Excelência da Originalidade.“ // “Um Processo de Originalização de longo prazo precisa NECESSARIAMENTE que a pessoa esteja no Terceiro Eu.“
  13.  “O que nos resta fazer é utilizarmos a Animalogia, a comparação com outras espécies e promover uma Comparação Negativa.”
  14.  “Ambientes Administrativos Curadores – têm um Modelo de Comunicação baseado nos Rastros Algorítmicos e, por causa disso, NÃO mais precisam de um líder-alfa.”
  15. “O Ambiente Administrativo Gestor Absolutista – no qual o líder centraliza mais as decisões, reduzindo a autonomia das equipes;” // “O Ambiente Administrativo Gestor Republicano – no qual o líder descentraliza mais as decisões, aumentando a autonomia das equipes.”
  16.  “O Ambiente Administrativo Curador Platafórmico – no qual o curador centraliza mais as decisões, reduzindo a o poder dos participantes da plataforma;” // “O Ambiente Administrativo Curador Ecossistêmico – no qual o curador define um modelo inicial e descentraliza as decisões, aumentando o poder dos participantes da plataforma.”
  17.  “O Posicionamento do Ego no Perfil Mais Aparecer do que Aprender não é sustentável, pois o cenário é mutante e, por causa disso, nós precisamos ser mutantes também.”
  18.  “Dependendo do Apetite Existencial de cada um, não basta crescer, tem que se originalizar.“
  19. “As Ciências Sociais 2.0 nos permitem enxergar a nova forma ainda incipiente do Sapiens sobreviver, através do avanço lento e consistente da Curadoria.“
  20. “A Ética da Existência – vou repetir padrões ou criar uma vida mais personalizada?“  //  “A Ética da Sobrevivência – vou viver de trocas voluntárias ou impor aos outros a minha sobrevivência, através de algum tipo de imposição ou força?“
  21.  “Este aumento da Taxa de Ética Mais Humanas é uma das fortes características das Renascenças Civilizacionais, típicas destes momentos de Revoluções da Sobrevivência.“
  22.  “os naturalistas – que consideram que há algo definido “de fábrica” em cada pessoa, que se perde com a formatação e pode ser recuperado mais adiante.“ //  “…os artificialistas – que consideram que temos potenciais, que podem ser desenvolvidos, a partir dos contextos e não há algo original a ser recuperado.“
  23.  “Podemos dizer que uma pessoa que consegue pensar e agir melhor desenvolve uma capacidade da Metapercepção.“
  24.  “Alienação Saudável – é aquela que você concentra seus esforços e preocupação cada vez mais naquilo que pode alterar;“ //  “Alienação Tóxica – é aquela que você concentra seus esforços cada vez mais naquilo que NÃO pode alterar.“
  25.  “Resistentes – com interesses ligados ao Modelo Decadente –  mais reticentes às mudanças;// Transformadores – com interesses ligados ao Modelo Ascendente –  incentivadores das mudanças.“
  26.  “Uma sugestão que eu faço sempre, antes de começar a abrir uma conversa sobre determinados temas mais inovadores, que pedem um tipo de escuta mais aberto é se utilizar do Método do Palito de Fósforo.“
  27.  “A Pedra Preciosa do livro de Alberto é o que vou chamar de Cérebro Progressivo.“
  28.  “…Três Áreas do Nosso Cérebro: Área mais Interna, Totalmente Automatizada, Área Intermediária, Parcialmente Automatizada e  Área Mais Externa,  Muito pouco Automatizada.”
  29.  “É preciso separar os Conceituadores Percepcionistas dos Padronistas. // Os Conceituadores Percepcionistas apresentam várias impressões que têm sobre determinado Problema-Foco, porém, não apresentam Padrões. // Os Conceituadores Padronistas apresentam padrões históricos do Problema-Foco, evitando chegar a conclusões baseados apenas em percepções.”
  30. “O Modelo de Sobrevivência 1.0 foi concebido, a partir das mídias que estavam disponíveis, para um Patamar de Complexidade Demográfica menor.”
  31.  “Se analisarmos um formigueiro, por exemplo, veremos que ali temos um Blockchain Primitivo.” //  “Um formigueiro é um ecossistema de sobrevivência, na qual cada membro da colônia pode, conforme o contexto,  ser líder ou liderado, pois se utiliza de um tipo de Linguagem Algorítmica Natural.” // “A Filosofia Blockchain é a criação de um Ecossistema Para Solução de Problema, que funciona sem um centro organizador, independente das tecnologias utilizadas.”
  32.  “Minimalismo é uma proposta de Ética do Consumo, que é uma escolha de como vamos consumir para viver. //  “Quando vamos ler sobre Minimalismo e Essencialismo estamos dentro da Filosofia da Sobrevivência, parcialmente discutindo sobre a Ética de Consumo, que acaba por definir a Ética do Trabalho.”
  33.  “O inconformismo é a marca de um Originalizador.” // “Começo com este artigo a jornada de escrever um texto maior (talvez um e-book) do que vou chamar Sistema Filosófico Originalista.” //  “O SFO (Sistema Filosófico Originalista), obviamente, pode ser utilizado por qualquer pessoa, mas tem como foco inicial os Inquietos Inovadores.”
  34. “Mas podemos perceber um fenômeno que vou batizar de Síndrome de Vagonice.”
  35.  “No lado novo, temos uma forma de resolver problemas, que se utiliza do Ambiente Midiático Algorítmico, que nos permite criar Organizações Curadoras.”
  36.  “De um lado antigo, temos uma forma de resolver problemas, que se utiliza do Ambiente Midiático Sonoro, que só nos permite criar Organizações Gestoras.”
  37.  “Os Imprevisibilistas – aqueles que NÃO acreditam ser possível prever alguma coisa sobre o futuro.” //  “Os Previsibilistas – aqueles que acreditam ser possível prever alguma coisa sobre o futuro;”
  38. “Quando ouvimos as pessoas e percebemos o uso de uma palavra que deve ser questionada, naquele momento, estamos colocando uma Agulha de Acupuntura Conceitual, “espetando” um paradigma.”
  39.  “Até aqui o Sapiens se utilizou de um Macro Modelo de Sobrevivência Mamífero e, pela primeira vez, estamos entrando em um Macro Modelo de Sobrevivência Insetífero.”
  40. “Eu diria que há na sociedade uma Equação de Pareto da Inovação, na qual 20% das pessoas tendem a desobedecer o status quo e 80% o seguem.”
  41. “O problema assim não é errar, pois errar é obrigatório, a meta é aumentar a taxa de Erros Saudáveis e diminuir a dos Erros Tóxicos.”
  42.  “A Disrupção Saudável é aquela que consegue criar novas formas de pensar e agir, que conseguem resolver problemas, de forma mais adequada, aos antigos processos.”
  43.  “É a capacidade de questionar paradigmas e aceitar novas verdades que define o valor de um Disruptor para o mundo.”
  44.  “O Ego Aprendiz (quer aprender) –  abraça problemas e está sempre querendo uma melhor solução, para um cliente, através do aprendizado;” // “O Ego Aparecedor (quer aparecer) – aquele que, ao invés de abraçar um problema, você defende com unhas e dentes uma uma solução. O foco deixa de ser o aprendizado e passa a procurar benefícios para ele mesmo.” //  “O Ego Dogmático – aquele que tem uma taxa menor de aprendizado, pois se dedica apenas a defender soluções, o que acaba por gerar uma Vaidade Mais Tóxica, pois se quer mais aparecer do que aprender.”
  45. “Rotina Saudável – sempre sendo aprimorada, com alta taxa de reflexão; //  “Rotina Tóxica – repetida, com baixa taxa de reflexão.
  46.  “A Animalogia Positiva – aquilo que somos iguais às demais; // A Animalogia Negativa – aquilo que somos diferentes às demais.”
  47. “Padrinho Conceitual é um Conceituador, que apresenta um padrão consistente do fenômeno estudado, que servirá de guia para todas as análises que virão a seguir.”
  48. “E, finalmente, o Fator Revisante – a partir da atuação diante do fenômenos, o que ajudou a viver melhor e o que precisa ser alterado?”
  49. “Novas mídias, segundo nossos padrões, quando surgem têm como missão resolver Entropias Civilizacionais provocadas pelo contínuo aumento populacional.”
  50. A Bimodais é um ambiente de Pesquisa Progressiva.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

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#influências bimodais – aprimorando este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Novas mídias têm como missão resolver Entropias Civilizacionais provocadas pelo contínuo aumento populacional.
  2. Um dos problemas que temos hoje para analisar o cenário futuro é nos basearmos em Conceituadores Americanos, que são mais Percepcionistas, deixando os Canadenses de lado, que são mais Padronistas.
  3. Padrinho Conceitual é um Conceituador, que apresenta um padrão consistente do fenômeno estudado, que servirá de guia para todas as análises que virão a seguir.
  4. As mídias são ferramentas para melhorarmos nossa capacidade de sobreviver.
  5. Uma Tecnoespécie, assim, pode aumentar a população, mas se vê obrigada a ter que, de tempos em tempos, criar novas mídias para viabilizar novos modelos de sobrevivência.
  6. A Ciência – com Caixa Alta – estuda fenômenos para que possamos lidar melhor com eles.
  7. Não existe ciência que não tenha como objetivo final ajudar o Sapiens a lidar melhor com os fenômenos.
  8. Hoje, diante do novo mundo pós-digital, temos muito mais disseminada a visão de Conceituadores Percepcionistas do que Padronistas, o que explica a atual confusão.

Vamos ao Artigo:

“Se eu vi mais longe, foi por estar sobre ombros de gigantes.” – Isaac Newton.

Fenomenologia é o estudo dos fenômenos.

Na verdade, fenomenologia é um sinônimo de ciência.

Não existe ciência que não tenha como objetivo final ajudar o Sapiens a lidar melhor com os fenômenos.

A Ciência – com Caixa Alta – estuda fenômenos para que possamos lidar melhor com eles.

Mais.

Fenômenos são processos dinâmicos que se repetem sempre de forma diferenciada com alterações Estruturais (alterações menores) e Conjunturais (alterações maiores).

Quando se procura estudar um determinado fenômeno temos cinco fatores, que precisam ser classificados:

  • os Fatores Causantes – aqueles que vão gerando a demanda por determinadas alterações nos fenômenos;
  • o Fator Detonante – a partir do qual há uma mudança estrutural no fenômeno;
  • o Fator Consequente – o que vem depois do Fator Causante;
  • por fim, o Fator Atuante – a metodologia de ação para lidar melhor com o fenômeno;
  • e finalmente, o Fator Revisante – a partir da atuação diante do fenômenos, o que ajudou a viver melhor e o que precisa ser alterado?

Quando a BIMODAIS decidiu estudar o atual cenário para projetar o futuro, escolheu a abordagem de Pierre Lévy, que define o Fator Detonante (não desta maneira) como uma Revolução de Mídia.

Ao escolhermos a visão de Pierre Lévy como as mídias como Fator Detonante das mudanças atuais, rejeitamos uma série de autores.

Tudo que ocorre na sociedade de mudança hoje, segundo ele, se inicia com a chegada da nova mídia.

Lévy é um Autor Padronista, pois apresenta padrões históricos para defender as mídias como Fator Detonante da sociedade.

Temos, assim, sempre, em qualquer tempo, dois tipos de Conceituadores no mercado:

  • Os Conceituadores Padronistas – aqueles que defendem seus argumentos baseados em padrões, com detalhamento histórico;
  • Os Conceituadores Percepcionistas – aqueles que defendem seus argumentos baseados em percepções, sem detalhamento histórico.

Hoje, diante do novo mundo pós-digital, temos muito mais disseminada a visão de Conceituadores Percepcionistas do que Padronistas, o que explica a atual confusão.

A Bimodais, ao optar pela escolha do seu Problema Foco: “ajudar pessoas a lidar melhor com o mundo digital” precisava de um Padrinho Conceitual.

Padrinho Conceitual é um Conceituador, que apresenta um padrão consistente do fenômeno estudado, que servirá de guia para todas as análises que virão a seguir.

Nosso Padrinho Conceitual foi, sem dúvida nenhuma, Pierre Lévy, que, na verdade, segue as sugestões dos padrões apresentadas pela Escola de Comunicação de Toronto.

Foi a partir de Lévy, que iniciamos o processo de estudo dos autores canadenses, entre eles, Harold Innis (1894 – 1952), Eric Havelock (1903 – 88) e, principalmente, Marshall Mcluhan (1911 – 80).

Um dos problemas que temos hoje para analisar o cenário futuro é nos basearmos em Conceituadores Americanos, que são mais Percepcionistas, deixando os Canadenses de lado, que são mais Padronistas.

A influência principal no Fator Causante, assim, sem dúvida nenhuma foram os Padronistas Canadenses, mas que não se preocuparam em se aprofundar no Fator Causante.

Os Padronistas Canadenses tiveram uma visão limitada do fenômeno.

A BIMODAIS foi além, pois se perguntou qual seria o Fator Causante do Fenômeno Revolução de Mídia?

E aí tivemos a influência de Thomas Malthus (1766 – 1834), que nos diz que quando temos aumento populacional temos crises civilizacionais.

Novas mídias, segundo nossos padrões, quando surgem têm como missão resolver Entropias Civilizacionais provocadas pelo contínuo aumento populacional.

Assim, Revoluções de Mídia têm como Fator Causante o aumento populacional, que demanda um ambiente de sobrevivência mais sofisticado.

Dessa maneira, podemos dizer que:

As mídias são ferramentas para melhorarmos nossa capacidade de sobreviver.

Dessa maneira, ao analisar Revoluções de Mídia, temos as mudanças na forma de sobreviver como Fator Consequente.

No Fator Consequente, tivemos a influência de dois conceituadores:

  • Marshall McLuhan – que nos ensinou que somos uma Tecnoespécie, marcada pela frase “o ser humano inventa a tecnologia e a tecnologia reinventa o ser humano”.
  • E Ayn Rand (1905 -82) – que nos ensinou que o Sapiens é uma espécie que precisa estar o tempo todo inventando a sua forma de sobrevivência, diferente das demais espécies, que são mais genéticas.

Uma Tecnoespécie, assim, pode aumentar a população, mas se vê obrigada a ter que, de tempos em tempos, criar novas mídias para viabilizar novos modelos de sobrevivência.

Por fim, o Fator Atuante importamos a ideia de diversos cases do mercado, que sugerem a Bimodalidade, incluindo a Gartner, para promover inovações em situações disruptivas, através da criação e área separadas.

A Metodologia Bimodal, entretanto, sugere que a área separada tenha uma nova Filosofia Administrativa, já baseada no novo Macro Modelo de Sobrevivência.

Por fim, ao estudar determinados fenômenos, temos problemas epistemológicos, que precisam ser trabalhados.

Quando introduzimos novos padrões para determinados fenômenos passamos a questionar os paradigmas vigentes.

E aí tivemos o apoio de Thomas Kuhn (1922 -96), que nos ensinou que o pensar humano é feito de Normalidades e Extraordinariedades.

E neste momento aprendemos que o estudo de qualquer fenômeno tem duas abordagens, que precisam ser vistas em paralelo:

  • a Fenomenologia – que é o estudo em si do fenômeno com os seus cinco fatores;
  • a Epistemologia – as diversas implicações na forma de se organizar a ciência a partir das mudanças sugeridas.

Criamos na Bimodais a metáfora de uma Plataforma de Petróleo Conceitual, na qual a Fenomenologia fica acima da água e a Epistemologia debaixo.

Podemos dizer que a Escola de Comunicação de Toronto foi Fenomenológica, mas não fez o respectivo e necessário trabalho Epistemológico subsequente.

A abordagem Bimodal nos levou a criar a Antropologia da Sobrevivência.

A Antropologia da Sobrevivência é uma nova ciência, que tem como foco o estudo de como a nossa Tecnoespécie se adapta no tempo, promovendo Revoluções Civilizacionais, a partir das novas mídias.

A ideia de criar a Antropologia da Sobrevivência só foi possível pela opção da Bimodais não só em se dedicar ao estudo do fenômeno, mas também dos impactos epistemológicos da nova abordagem.

A Antropologia da Sobrevivência nos permite ter uma visão mais consistente da nossa espécie e nos permite dizer que temos uma disrupção nas Ciências Sociais.

Hoje, temos uma nova forma de enxergar a jornada humana, de forma mais consistente, inaugurando o que passamos a chamar de Ciências Sociais 2.0.

É isso, que dizes?

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#Civilização 2.0 – aprimorando este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Século XXI será difícil também, mas por outro motivo: temos e teremos o embate entre duas Civilizações, mas já teremos, de diferente, várias Zonas de Atração, apontando o caminho futuro.
  2. Quem inventou a Uberização e a Blockchenização, antes do Sapiens, foram as formigas!
  3. São as mídias que definem os Modelos Administrativos existentes e não o contrário!
  4. Toda vez que introduzimos na sociedade novas Filosofias Administrativas, a partir das inéditas Tecnopossibilidades das novas Mídias, temos um período revolucionário.
  5. A grande novidade da Civilização 2.0 é o surgimento de organizações, que, ao se utilizar da Filosofia Administrativa das Formigas, conseguem superar a barreira – até então intransponível – da qualidade na quantidade.
  6. A Filosofia Administrativa das Formigas é mais adequada para grandes volumes de membros.
  7. As formigas já se utilizam de algoritmos naturais há milênios.
  8. É a primeira vez, desde que o Sapiens iniciou a sua jornada, que começamos a resolver nossos problemas com a mesma Filosofia Administrativa das Formigas.

Vamos ao Artigo:

“A revolução digital dará aos indivíduos poder e soberania sem precedentes sobre suas próprias vidas.” – Ammous.

Reflita sobre estas frases:

  • Somos a única Tecnoespécie do planeta.
  • Não temos como nos comparar positivamente com as outras espécies, apenas pela negativa.

A Animalogia é a comparação do Sapiens com as outras espécies e aí temos dois tipos:

  • A Animalogia Positiva – aquilo que somos iguais às demais;
  • A Animalogia Negativa – aquilo que somos diferentes às demais.

Os principais problemas que temos para entender o atual cenário são os seguintes:

  • não se percebe que estamos promovendo um Macro Movimento da Sobrevivência;
  • que este Macro Movimento de Sobrevivência não se encaixa nas teorias de plantão;
  • e que para entender o futuro é preciso promover uma revisão disruptiva nas teorias de plantão.

Procure agora responder às seguintes questões:

  • O que torna a Jornada de Sobrevivência Humana tão diferente das demais espécies?
  • O que o Sapiens faz na sua Jornada de Sobrevivência que é completamente diferente dos demais?

E aí temos o início da Jornada de Compreensão da Nova Civilização 2.0.

E cabe a pergunta:

Por que podemos dizer que estamos entrando na Civilização 2.0?

Vamos detalhá-la.

É a primeira vez, desde que o Sapiens iniciou a sua jornada, que começamos a resolver nossos problemas como a mesma Filosofia Administrativa das Formigas.

As formigas já se utilizam de algoritmos naturais há milênios.

Uma frase de efeito pode ser esta:

Quem inventou a Uberização e a Blockchenização, antes do Sapiens, foram as formigas!

Formigas se utilizam há milênios da Linguagem da Curtição, pois cada uma delas curte e dá estrelas, permitindo a tomada de decisões coletivas.

O que observamos nas outras espécies?

Quanto maior é o número de membros, mais a espécie passa de uma Linguagem Sonora para uma de Curtição ou, se quiserem, Algorítmica. 

Espécies mais numerosas são mais descentralizadas, pois a única forma de viabilizar a sobrevivência é permitindo que cada membro participe das decisões.

A Filosofia Administrativa das Formigas é mais adequada para espécies com grandes volumes de membros.

O Sapiens por ser uma Tecnoespécie, diferente das demais, não tem um Modelo de Sobrevivência Fixo é o Mais Mutante do planeta.

É a Animalogia Positiva e Negativa que nos permite entender a atual mudança da passagem da Civilização 1.0 para a 2.0.

A grande novidade da Civilização 2.0 é o surgimento de organizações, que, ao se utilizar da Filosofia Administrativa das Formigas conseguem superar a barreira – até então intransponível – da qualidade na quantidade.

Toda vez que introduzimos na sociedade novas Filosofias Administrativas, a partir das inéditas Tecnopossibilidades das novas Mídias, temos um período revolucionário.

O que estamos vivendo hoje é algo da essência de uma Tecnoespécie: um Macro processo de Reintermediação da Sobrevivência.

Até a chegada da Civilização 2.0, a Macro Filosofia Administrativa adotada pelo Sapiens era similar a dos mamíferos, baseada em sons (oralidade e escrita).

Modelos de Sobrevivência baseados em sons demandam Intermediadores mais centralizados e isso impede a resolução de problemas de determinada escala com mais qualidade.

O grande Impasse Civilizacional que vivíamos até aqui era a contradição entre o exponencial aumento de membros da espécie, porém, sem o devido upgrade na nossa Macro Filosofia Administrativa.

As mídias, não sabíamos disso, até aqui, definem a forma como sobrevivemos.

São as mídias que definem os Modelos Administrativos existentes e não o contrário!

Por causa disso, temos a seguinte regra:

Quando há aumentos populacionais, há uma demanda latente pelo surgimento de novas mídias para que possamos criar novos Modelos de Sobrevivência mais sofisticados.

Temos, assim, os seguintes desafios para a Civilização 2.0, no curto e médio prazo:

  • disseminar o novo Arcabouço Conceitual da Ciência 2.0, que nos permite entender melhor a Jornada de Sobrevivência Humana, incluindo determinadas forças negligenciadas: demografia, tecnologias, mídias e mudanças no macro modelo de sobrevivência;
  • promover a difícil passagem entre a forma de pensar e agir da Civilização 1.0 para a 2.0;
  • incentivar mais e mais a nova Macro Filosofia Administrativa para minimizar e solucionar problemas humanos que antes eram impossíveis no antigo modelo.

De maneira geral, há uma visão pessimista das pessoas diante da nova Civilização 2.0 – o que é algo totalmente equivocado.

Isso, porém, é consequência da visão obsoleta das Ciências Sociais 1.0.

Podemos dizer que:

O pior momento da nossa espécie foi o Século XX, quando tivemos um exponencial aumento populacional com mídias inadequadas.

O Século XXI será difícil também, mas por outro motivo: temos e teremos o embate entre duas Civilizações, mas já teremos, de diferente, várias Zonas de Atração, apontando o caminho futuro.

Zonas de Atração são aquelas que se utilizam dos recursos mais adequados para resolver antigos e novos problemas, que geram modelos mais sofisticados para as demais. 

Somos, assim, contemporâneos da maior Revolução Civilizacional da história do Sapiens, apesar de não estarmos tendo a noção disso.

É isso, que dizes?

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#reflexões sobre a Bimodais – pensando sobre a própria escola.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. As inovações da Bimodais: modelo crowdfunding, no qual os alunos bancam as pesquisas diretamente.
  2. As inovações da Bimodais: total independência sem qualquer controle do estado.
  3. No atual momento, estamos dedicados a compreender o papel dos Disruptores nos processos de inovação.
  4. Ciência Social 1.0 – NÃO considera relevante o papel das tecnologias, em especial das mídias e a relação destas com o aumento demográfico e sua influência nas guinadas civilizacionais.
  5. Da Escola de Comunicação de Toronto parte as premissas filosóficas, que nos permitem sair da Ciência Social 1.0 para a 2.0 e, só assim, compreender a atual Revolução da Sobrevivência 2.0.
  6. A Bimodais é um exemplo típico destes novos tempos: um lugar totalmente novo para atender às complexas demandas de uma sociedade em fases de revolução.
  7. Senti necessidade de criar um lugar de trabalho que pudesse ter liberdade para desenvolver conceitos, algo que já não se tem na academia tradicional.
  8. A Bimodais é melhor definida como um Ambiente de Pesquisa Progressivo, que se dedica a entender a atual Revolução da Sobrevivência e seus diversos desafios.

Vamos ao Artigo:

“Eu vou tocando os dias. Pela longa estrada, eu vou.  Estrada eu sou.” – Almir Sater.

Lembro que quando cheguei por volta de 93 na Rede Nacional de Pesquisa (RNP), no Alternex, primeiro provedor de acesso brasileiro, me deram uma sala com um computador e uma impressora.

Perguntei: o que faço?

Fica aí, depois vem as orientações, que nunca chegaram.

Na verdade, eu tive que inventar o centro de pesquisa da RNP no Alternex, que acabou virando depois o tema da minha dissertação de mestrado.

Eu não sabia que aquele “fica aí” e a possibilidade de começar do zero e inventar tudo era tudo que fazia meu cachorrinho balançar o rabo.

Daquele “fica aí” surgiu o primeiro kit de acesso à internet, via Windows, do Brasil.

A criação de uma comunidade de usuários, que nos permitiu atualizar o Kit de Acesso, a partir das experiências.

O “fica aí” acabou me alçando a ser o primeiro coordenador do Alternex sem ser técnico de informática.

Saí tempos depois, apesar do convite para ficar, para montar a minha empresa e criar uma nova etapa de desafios na minha vida.

Olhando para a Bimodais, que termina agora a sua sétima imersão, me vejo no mesmo lugar de quando comecei na Internet.

Senti necessidade de criar um lugar de trabalho que pudesse ter liberdade para desenvolver conceitos, algo que já não se tem na academia tradicional.

A Bimodais é um exemplo típico destes novos tempos: um lugar totalmente novo para atender às complexas demandas de uma sociedade em fases de revolução.

 A Bimodais é melhor definida como um Ambiente de Pesquisa Progressivo, que se dedica a entender a atual Revolução da Sobrevivência e seus diversos desafios.

A Bimodais faz um mix entre algo do passado e do futuro.

Do passado, a Bimodais herdou:

  • Ambientes de Pesquisa Progressivos da Grécia Antiga, nos quais um grupo de alunos permanecia anos em torno de determinadas premissas conceituais;
  • Escolas de Pensamento, baseado em um Núcleo Duro Filosófico, no nosso caso, a partir da Escola de Comunicação de Toronto, que já completa mais de 70 anos de pesquisa.

Da Escola de Comunicação de Toronto parte as premissas filosóficas, que nos permitem sair da Ciência Social 1.0 para a 2.0 e, só assim, compreender a atual Revolução da Sobrevivência 2.0.

No presente, estas são as inovações da Bimodais, se comparada a outros Ambientes de Pesquisa Progressivos:

  1. total independência sem qualquer controle do estado;
  2. modelo crowdfunding, no qual os alunos bancam as pesquisas diretamente;
  3. toda a interação feita pelo Whatsapp ou Telegram;
  4. atualização diária com artigos e áudios tanto para os alunos, quanto para a comunidade não pagante;
  5. produção de livros de forma interativa com os alunos;
  6. modelo de versões tanto de todo o material quanto das imersões.

Do ponto de vista conceitual, promovemos algumas alterações no legado da Escola de Comunicação de Toronto na análise do Fenômeno das Revoluções de Mídia:

  • Introduzimos o fator da Complexidade Demográfica Progressiva como causante das Revoluções de Mídia;
  • Bem como, a Revolução da Sobrevivência como consequente.

Por fim, nos preocupamos em analisar as mudanças epistemológicas nas Ciências Sociais – algo que não foi feito pelos pesquisadores de Toronto.

A Revisão Epistemológica que a Bimodais fez nas Ciências Sociais nos mostra o seguinte:

  • Ciência Social 1.0 – NÃO considera relevante o papel das tecnologias, em especial das mídias e a relação destas com o aumento demográfico e sua influência nas guinadas civilizacionais, na construção de Ambientes de Sobrevivência mais sofisticados;
  • Ciência Social 2.0 – considera relevante o papel das tecnologias, em especial das mídias e a relação destas com o aumento demográfico e sua influência nas guinadas civilizacionais, na construção de Ambientes de Sobrevivência mais sofisticados.

Acredito que a Bimodais colabora neste novo cenário digital de duas maneiras:

  • Não só apontando novas formas de se desenvolver Ambientes de Pesquisas Progressivos, se aproveitando das novas Tecnopossibilidades;
  • Bem como, apresentando – muito em função da sua independência – um novo escopo conceitual, que permite uma compreensão mais precisa do atual cenário.

Caminhamos no segundo semestre para completar quatro anos de escola na sua oitava temporada.

No atual momento, estamos dedicados a compreender o papel dos Disruptores nos processos de inovação e sempre aperfeiçoando a Visão de Cenário, a partir das diversas interações que vamos tendo.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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O áudio do artigo

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#os dois egos – aprimorando este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não temos, assim, que superar o ego, mas nos relacionar melhor com ele!
  2. A vida, para os humanos, como nos ensinou a titia Ayn Rand (1905 – 82) é feita de permanentes encruzilhadas, escolhas e consequências destas escolhas.
  3. Podemos dizer que a relação de cada pessoas com a sua identidade/ego é o epicentro dos processos de mudança!
  4. Não use o conceito “ego” como sinônimo de vaidade.
  5. A vida para um Ego Aprendiz precisa ser inventada e não copiada.
  6. Quando pensamos em inovação parece óbvio que o ideal é que tenhamos pessoas com uma maior taxa do Ego Aprendiz do que do Dogmático.
  7. Na verdade, qualquer mudança consistente e de longo prazo tem que OBRIGATORIAMENTE começar de dentro para fora.
  8. No epicentro de qualquer mudança, temos o desafio de aprimorar a nossa relação com o nosso ego.

Vamos ao Artigo:

“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.” – Eduardo Galeano.

Quando falamos de empreendedorismo, inovação, transformação digital ou qualquer coisa do gênero, estamos, basicamente, falando de mudanças.
Mudar significa, antes de tudo, deixar de pensar e agir de uma determinada maneira para outra.
Na verdade, qualquer mudança consistentes e de longo prazo tem que OBRIGATORIAMENTE começar de dentro para fora.
E quanto mais radical ou disruptiva ela é, mais a pessoa terá que se esforçar para sair do ponto “a” para o “b”.
No epicentro de qualquer mudança, temos o desafio de aprimorar a nossa relação com o nosso ego.
O problema que temos na inovação – que é muito pouco abordado – é como conceituamos o ego.
Ego, de uma maneira geral, é visto como um inimigo a ser combatido, quando na psicologia, ao contrário, ego é sinônimo de identidade.
Para que possamos promover processos de inovação NECESSARIAMENTE será preciso rever a nossa relação com o ego/identidade. E isso se inicia com a revisão do próprio conceito sobre ego.
Vamos à definição da psicologia:
“Ego é o núcleo da personalidade de uma pessoa.” // “Princípio de organização dinâmica, diretor e avaliador que determina as vivências e atos do indivíduo.”

Vejamos as frases que aparecem logo de cara deste site de frases:

  • “O ego certamente é uma ilusão. A incerteza é a base da vida.” – Deepak Chopra.
  • “Longa vida aos que conseguem se desapegar do ego e ver a graça da coisa.” – Martha Medeiros.
  • “Lutar contra o próprio ego não é fácil, mas é o jeito de mantermos uma certa sanidade e paz de espírito.” – Martha Medeiros.

Note a contradição entre a definição psicológica do ego “núcleo da personalidade de uma pessoa” para a afirmação “lutar contra o próprio ego”.

Como assim?

Se trocarmos ego por identidade, olha como fica esquisita a frase de Martha Medeiros:

“Longa vida aos que conseguem se desapegar da sua identidade e ver a graça da coisa.”

Ou:

“Lutar contra a própria identidade não é fácil, mas é o jeito de mantermos uma certa sanidade e paz de espírito.”

O uso do conceito “ego”, na verdade, está associado também erradamente à vaidade – que gera ainda mais confusão e continua a atrapalhar processos de mudanças.

Vaidade, segundo uma pesquisa no Google é:

“Valorização que se atribui à própria aparência, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas e admiradas pelos outros.”

Todo mundo quer algum tipo de reconhecimento e, por essa definição, todos somos vaidosos.

O que temos, então, são alguns equívocos tanto no uso dos conceitos “ego” e “vaidade”.

Vejamos:

  • Ego não é sinônimo de vaidade.
  • Vaidade não é sinal de toxicidade.
  • Ego e Vaidade são atributos estruturais da espécie humana.

Não se pode lutar contra algo que é estrutural, pois é uma batalha perdida.

Não é possível superar o ego, pois ele faz parte estrutural da vida humana.

O que precisamos são filosofias e metodologias para lidar melhor com nosso ego e nossa vaidade para que estejam a serviço do nosso bem estar.

A vida, para os humanos, como nos ensinou a titia Ayn Rand (1905 – 82) é feita de permanentes encruzilhadas, escolhas e consequências destas escolhas.

Portanto, diante da nossa identidade/ego temos a seguinte encruzilhada:

  • o Ego Aprendiz – aquele que tem uma taxa maior de aprendizado, pois se dedica a problemas, o que acabar por gerar uma Vaidade Mais Saudável, pois se quer mais aprender do que aparecer;
  • o Ego Dogmático – aquele que tem uma taxa menor de aprendizado, pois se dedica apenas a defender soluções, o que acaba por gerar uma Vaidade Mais Tóxica, pois se quer mais aparecer do que aprender.

O que temos, assim, na vida é uma atividade reflexiva, que nos permite nos relacionar melhor ou pior com nossa identidade/ego.

Não temos, assim, que superar o ego, mas nos relacionar melhor com ele!

Qual é a atitude mais saudável para termos uma relação melhor com nossa identidade (ego)?

  1. Em primeiro lugar, entender que nossa identidade é aberta, um processo progressivo de tentativas e erros, no qual estaremos sempre aprendendo sobre nós mesmos, a partir das experiências vividas e analisadas. Não temos uma identidade fixa, mas mutante. Temos apenas hipóteses de quem somos, que vão se aperfeiçoando na direção de uma vida cada vez melhor;
  2. Em segundo lugar, entender que não controlamos a identidade, não impomos a ela tudo que queremos, mas negociamos com ela para que possamos ir alinhando vontades e desejos com atividades e habilidades, que vamos experimentando.

Quando pensamos em inovação parece óbvio que o ideal é que tenhamos pessoas envolvidas com uma maior taxa do Ego Aprendiz do que do Dogmático.

E é incrível como se fala em inovação e pouco se questiona essa visão equivocada sobre o ego!

Podemos dizer que a relação de cada pessoa com a sua identidade/ego é o epicentro dos processos de mudança!

O Ego Aprendiz, por tendência, consegue ter projetos mais de longo prazo, visualiza uma Felicidade Estrutural e tende a optar mais pelo virtuosismo do que pelo hedonismo.

E vice-versa.

O Ego Dogmático, por tendência, se restringe a projetos mais de curto prazo, visualiza mais a Felicidade Conjuntural e tende a optar mais pelo hedonismo do que pelo virtuosismo.

O Ego Aprendiz necessariamente caminha para um processo de Originalização, pois entende que a sua vida é algo que precisa ser criado.

A vida para um Ego Aprendiz precisa ser inventada e não copiada.

Recomendação sobre os conceitos ego, vaidade e egoísmo:

  • Não use ego como sinônimo de vaidade;
  • Não use o conceito de vaidade como algo ruim, mas sabendo que existem a Vaidade Saudável e Tóxica;
  • Use a dicotomia na relação com nossa identidade entre o Ego Aprendiz e Ego Dogmático.

É isso, que dizes?

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Frases de Divulgação do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Eu vou tocando os dias. Pela longa estrada, eu vou.  Estrada eu sou.” – Almir Sater.

As duas invejas

“…há um preconceito oculto contra aqueles que chegaram aonde estão porque se esforçaram e uma preferência oculta por aqueles que, em nosso entender, conquistaram o que têm graças a um talento natural.” – Angela Duckworth.

Aqui, temos algo interessante em termos de inveja, que são duas:.

  • Inveja Tóxica – você não se dispõe a aprender com o sucesso do outro;
  • Inveja Saudável – você se dispõe a aprender com o sucesso do outro.

Sintomas da Inveja Tóxica:

“…quando não conseguimos ver com clareza como a experiência e o treinamento levaram uma pessoa a um nível de excelência que esteja nitidamente acima da média, nossa reação automática é declarar que essa pessoa tem um “dom inato” –  Angela Duckworth.

Angela escreve:

“Em essência, a noção de propósito se refere ao que é importante para outras pessoas além de nós mesmos.”

Aqui, temos a noção do Ego Servidor versus o Ego Aproveitador.

Ou, se quiserem, uma conversa sobre o Altruísmo Tóxico e Saudável.

“Só uma pequena parte dos adultos vê suas ocupações como uma vocação.” –  Angela Duckworth.

Aqui, temos algo importante.

Na Jornada de Excelência é preciso adorar duas coisas:

  • o conteúdo do que se melhora;
  • e a forma de tudo que nos leva ao conteúdo.

É preciso numa Jornada de Excelência se apaixonar por fazer algo melhor, mas também de procurar ferramentas (métodos, tecnologias, lugares, pessoas) que nos permitam fazer melhor.

“…garra tem mais a ver com resistência do que com intensidade…”//Garra tem a ver com você trabalhar em algo que valoriza tanto a ponto de querer permanecer leal a essa atividade.”//A esperança das pessoas que têm garra nada tem a ver com a sorte e tudo tem a ver com levantar-se de novo”. –  Angela Duckworth.

Você só consegue se Originalizar se realmente o que faz te enche de satisfação o tempo todo, de forma continuada.

Se Originalizar NÃO é uma corrida de 100 metros, mas uma maratona!

“…mesmo os melhores do mundo, no auge de suas carreiras, suportam apenas uma hora de prática disciplinada sem intervalo e, ao todo, conseguem dedicar apenas de três a cinco horas diárias a ela.” //…a constância do esforço a longo prazo faz toda a diferença.” – –  Angela Duckworth.

Angela Escreve:

“…os notáveis se interessam mais pelo que fizeram de errado — para poder se corrigir — do que pelo que fizeram certo”;

Daqui veio a ideia dos Erros Saudáveis.

“Talento é um dom inato. A habilidade é desenvolvida durante horas e horas de treinamento em seu ofício.” – Will Smith.//O talento é a rapidez com que as habilidades de uma pessoa aumentam quando ela se esforça. Êxito é o que acontece quando essa pessoa utiliza as habilidades adquiridas;// …aquilo que conseguimos na vida talvez dependa mais de nossa paixão e perseverança do que de um talento inato;”

É bom separar o talento da habilidade. O talento é a facilidade para algo. A Habilidade é colocar esse talento para “rodar”.

“…otimistas normalmente procuram causas temporárias e específicas para o sofrimento, enquanto os pessimistas culpam causas permanentes e genéricas.” –  Angela Duckworth.

Isso é resultado do trabalho do Ego Aprendiz, se tudo que fazemos é um aprendizado, não há chance de nos desmotivarmos, pois os tropeços serão analisdos.

Você tem que gostar, como diz Almir Sater, da estrada, “estrada eu sou”.

“Sem experimentação, não se pode determinar quais interesses vão permanecer.” //”…não se limitou a sair em busca de sua paixão: ele ajudou a criá-la….”  –  Angela Duckworth.

Ou seja, se você quer se Originalizar, saia da cadeira e passe a experimentar.

As melhores Frases

  1. “…aquilo que conseguimos na vida talvez dependa mais de nossa paixão e perseverança do que de um talento inato.”
  2. “O talento é a rapidez com que as habilidades de uma pessoa aumentam quando ela se esforça. Êxito é o que acontece quando essa pessoa utiliza as habilidades adquiridas.”
  3. “…a maioria das pessoas primeiro se sentem atraídas por coisas de que gostam e só mais tarde descobrem que esse interesse pessoal pode beneficiar outras pessoas.”
  4. “…os notáveis se interessam mais pelo que fizeram de errado — para poder se corrigir — do que pelo que fizeram certo.”
  5. “…a paixão pelo trabalho tem um pouco de descoberta seguida de muito desenvolvimento e de uma vida inteira de aprofundamento.”
  6. “Sem experimentação, não se pode determinar quais interesses vão permanecer.”
  7. “…as pessoas são ainda mais desleixadas com as coisas de que não gostam.”
  8. “A história do amadurecimento é que, ao ficarmos mais velhos, desenvolvemos a capacidade de paixão e perseverança a longo prazo.”
  9. “Como espécie, estamos ficando cada vez melhores em raciocínio abstrato.”
  10. “…posso dizer com absoluta convicção que todo traço humano é influenciado tanto pelos genes quanto pelo ambiente.”
  11. “…garra tem mais a ver com resistência do que com intensidade…”
  12. “…solucionar problemas realmente espinhosos, tudo isso leva tempo.”
  13. “Garra tem a ver com você trabalhar em algo que valoriza tanto a ponto de querer permanecer leal a essa atividade.”
  14. “…fazer o que você ama, mas não só se apaixonar por aquilo. Mas sim continuar apaixonado.”
  15. “…a constância do esforço a longo prazo faz toda a diferença.”
  16. “…leve até o fim aquilo que se começou.”
  17. “…focar em uma só atividade e aprimorá-la poderia trazer mais satisfação do que ser amador em várias coisas. “
  18. “…quando consideramos pessoas em circunstâncias idênticas, o resultado obtido por cada uma delas depende somente de duas coisas — talento e esforço.”
  19. “…por mais que o talento seja valioso, o esforço conta em dobro.”
  20. “As pessoas de mais sucesso são modelos de perseverança.”
  21. “Nosso potencial é uma coisa. O que fazemos com ele é outra, bem diferente.”
  22. “…não existe no planeta espécie mais adaptável do que a nossa, mudamos.”
  23. “As pessoas que cooperam entre si têm mais probabilidade de sobrevivência do que as solitárias.”
  24. “…quando você continua buscando maneiras de melhorar sua situação, tem a chance de encontrá-las.”
  25. “…quaisquer que tenham sido nossos sofrimentos na infância, podemos aprender a observar nosso monólogo interior negativo e a mudar nossos comportamentos desajustados.”
  26. “…otimistas normalmente procuram causas temporárias e específicas para o sofrimento, enquanto os pessimistas culpam causas permanentes e genéricas.”
  27. “…não é o sofrimento o que leva ao desamparo. É sofrer aquilo que você acha que não pode controlar.”
  28. “A esperança das pessoas que têm garra nada tem a ver com a sorte e tudo tem a ver com levantar-se de novo.”
  29. “O modo como você vê seu trabalho é mais importante do que o nome que se dá a ele.”
  30. “…só uma pequena parte dos adultos vê suas ocupações como uma vocação.”
  31. “Seja o máximo que você puder ser, seja lá o que isso signifique para você. Procure alcançar o seu melhor.”

Outras Frases

  1. “Porque a rotina é muito bem-vinda quando se tem que fazer algo difícil.”
  2. “Se a natureza é importante, o ambiente também é.”
  3. “…o caráter intelectual abrange virtudes como a curiosidade e a alegria de viver, que estimulam um envolvimento ativo e aberto com o mundo das ideias.”
  4. “…o propósito é uma fonte de motivação muito poderosa para a maioria das pessoas.”
  5. “…a garra pode valer mais do que o talento.”
  6. “A necessidade é a mãe da adaptação.”
  7. “A ciência fez muitos progressos no sentido de explicar como os genes, a experiência e a interação entre ambos nos tornam o que somos.”
  8. “…dizer que o talento é uma coisa ótima, mas que os testes de talento não prestam.”
  9. “Preferimos o mistério à trivialidade.”

De outros:

  1. “Porque sempre insisti que, salvo os idiotas, os homens não diferem muito em intelecto, apenas em empenho e em trabalho duro; e ainda creio que esta seja uma diferença de eminente importância.” – Darwin.
  2. ““Não existe ser humano mais infeliz do que aquele para quem o começo de cada pequena tarefa deve ser decidido novamente a cada dia.” – William James.
  3. “….pensem naquilo que mais gostam de fazer na vida e tentem fazer isso o tempo todo.” – Will Shortz.
  4. “Para o iniciante, a novidade é algo que ele nunca viu. Para o especialista, a novidade é o detalhe.” – John Templeton.
  5. “O que existe de velho no novo é o que chama a atenção.” –  William James.
  6. “…algumas pessoas acumulam vinte anos de experiência, mas outras têm um ano de experiência, vinte vezes seguidas.” – anônimo.
  7. “…se não for apaixonado pelo seu trabalho, não vai conseguir persistir.” – Jeff Bezos.
  8. “…para fazer algo realmente bem-feito precisamos nos superar.” – John Irving.
  9. “…ao refazer as coisas o tempo todo, aquilo que nunca foi natural torna-se quase uma segunda natureza.” – Pete Carroll.
  10. “Faça as coisas sempre de uma maneira melhor do que já foram feitas.” – Pete Carroll.
  11. “Uma filosofia clara e bem definida dá ao treinador as diretrizes e os limites que o mantêm no caminho certo.” – Pete Carroll.
  12. “Talento é um dom inato. A habilidade é desenvolvida durante horas e horas de treinamento em seu ofício.” – Will Smith.
  13. “…sucesso significa ir até o fim.” – Will Smith.
  14. “Pare de ler tanto e comece a pensar.” – Marty Seligman.
  15. “Comecei a entender que, ao fazer alguma coisa várias vezes seguidas, o que nunca tinha sido simples se tornava quase uma segunda natureza.” – John Irving.
  16. ““É assim que nossa vaidade, nosso amor-próprio, favorece o culto ao gênio, pois só quando é pensado como algo distante de nós, como um miraculum, o gênio não fere. Chamar alguém de ‘divino’ significa dizer: ‘aqui não precisamos competir.”- Nietzsche.
  17. “Existe um hiato entre o potencial e sua concretização.” – William James.
  18. “…“o homem costuma viver bastante abaixo de seus limites; possui poderes de vários tipos que raramente utiliza. Ele atua abaixo de seu máximo e se comporta abaixo do nível ótimo”.- William James.
  19. “o que produz excelência é o mero fato de serem realizados de forma sistemática, correta e ao mesmo tempo.” – Dan Chambliss.
  20. “O fato é que os homens detêm certos níveis de capacidade que só pessoas muito excepcionais utilizam ao máximo.” – William James.
  21. “Uma vocação não é uma coisa totalmente formada que você encontra.” – Amy Wrzesniewski;
  22. “Pense você que é capaz ou que não é capaz, você sempre terá razão.” – Henry Ford.
  23. “Cair sete vezes, levantar oito.” – ditado japonês.

É isso, que dizes?

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#Angela Duckworth – garimpando as ideias desta autora.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A Meta Superior da Originalização é nos manter em um Estado de Bem Estar Continuado.
  2. Virtuosismo: tudo que nos aproxima do nosso projeto de originalização.
  3. Hedonismo: tudo que nos afasta do nosso projeto de originalização.
  4. Quanto mais vamos fundo nos nossos talentos, mais talentosos ficamos.
  5. O recado de Angela é claro: o talento é o ponto de partida, mas absolutamente NÃO pode ser o da jornada.
  6. O talento é uma semente, que precisa ser plantada, adubada, regada, podada ao longo de uma vida.
  7. Não existe talento inato, pois o talento é um potencial a ser desenvolvido.
  8. Felicidade Estrutural: satisfações, que vêm quando percebemos que avançamos na nossa Jornada de Originalização.

Vamos ao Artigo:

“Cada um de nós compõe a sua história. E cada ser em si carrega o dom de ser capaz. De ser feliz.” – Almir Sater.

Depois de uma longa jornada, na qual lemos 15 livros sobre Motivação e Excelência, que sintetizamos dentro do que passamos a chamar Jornada de Originalização BIMODAL, vamos agora revisar alguns dos livros principais.

Começamos pelo “Garra” de Angela Duckworth.

A Felicidade Estrutural

Os dois tipos de Felicidade:

  • Conjuntural – são as alegrias momentâneas;
  • Estrutural – são as satisfações, que vêm quando estamos percebendo que avançamos na nossa Jornada de Originalização.

Outro ponto:

“…quanto mais alta for a meta nessa hierarquia, mais abstrata, geral e importante ela é. Quanto mais alta for a meta, mais ela é um objetivo em si, e menos será apenas um meio para um fim.” //”A meta de nível superior não é um meio para algum outro fim. Ela é, na verdade, um fim em si.” //“Eu penso nessa meta como uma bússola que confere direção e significado a todos os outros objetivos abaixo dela.” – Angela Duckworth.

Podemos definir isso assim.

As duas etapas da Jornada de Originalização:

  • Metas Filosóficas de Originalização – que definem o Problema-Foco da Jornada;
  • Metas Metodológicas de Originalização – que definem como viabilizar a dedicação ao Problema-Foco da Jornada.

Angela chama de meta. Prefiro definir um problema-foco, pois vai sendo, dinamicamente,  ajustado.

A Meta Superior da Originalização é nos manter em um Estado de Bem Estar Continuado.

Lembro o Benvenutti, que separa paixão de satisfação.

E lembro também que temos o Virtuosismo e o Hedonismo.

Os dois tipos de ação diante da Jornada pela Felicidade Estrutural:

  • O Hedonismo – tudo aquilo que você faz que te atrapalha na sua Jornada de Originalização;
  • O Virtuosismo – tudo aquilo que você faz que te ajuda na sua Jornada de Originalização.

O que é talento?

“…aquilo que conseguimos na vida talvez dependa mais de nossa paixão e perseverança do que de um talento inato.” – Angela Duckworth.

Não existe talento inato, pois o talento é um potencial a ser desenvolvido.

O talento é uma semente, que precisa ser plantada, adubada, regada, podada ao longo de uma vida.

Assim, quando se fala em paixão e perseverança está se falando do trabalho do “jardineiro” de escolher as “sementes” (talento) e aprender a cultivá-las.

O recado de Angela é claro: o talento é o ponto de partida, mas absolutamente NÃO pode ser o da jornada.

Como descobrir e desenvolver o seu personal talento?

“…a maioria das pessoas primeiro se sentem atraídas por coisas de que gostam e só mais tarde descobrem que esse interesse pessoal pode beneficiar outras pessoas.” – Angela Duckworth.

Aqui temos algo interessante na Jornada de Originalização:

  • a descoberta do talento – que é a primeira etapa da Jornada de Originalização;
  • transformando o talento em meio de sobrevivência – que é a descoberta de como minimizar a dor dos clientes.

Podemos dizer que a profissionalização do talento.

“O talento é a rapidez com que as habilidades de uma pessoa aumentam quando ela se esforça. Êxito é o que acontece quando essa pessoa utiliza as habilidades adquiridas.” – Angela Duckworth.

A Inteligência Progressiva

Aqui, podemos amadurecer o seguinte.

Na nossa Jornada de Leituras 1.0 criamos o conceito de Inteligência Progressiva.

Quanto mais vamos fundo nos nossos talentos, mais talentosos ficamos.

É isso, que dizes?

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#Séries&Filmes – comentando e aprendendo com estes tipo de conteúdo.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Como vamos lidar com novos processos, se estamos usando paradigmas antigos? Ou visitar novos territórios com velhos mapas?
  2. Quanto mais um processo inovador altera filosoficamente os paradigmas, caso faça sentido, maior serão os ganhos exponenciais ao ser implantado.
  3. Quanto mais um processo inovador altera filosoficamente os paradigmas, mais resistência ele sofrerá.
  4. Processos Inovadores Disruptivos questionam filosoficamente os paradigmas e, por causa disso, permitem um ganho de escala maior.
  5. Na série Mindhunter, temos a uma pesquisa dentro de uma Entropia sem Padrão Consolidado e o processo de construção de um novo padrão.
  6. Entropias são momentos em que as teorias não rimam mais com os fatos.
  7. Na série Mindhunter: “como vamos nos antecipar aos serial killer se não conhecemos com eles pensam?”
  8. Entropias são momentos em que as teorias não rimam mais com os fatos.

Vamos ao Artigo:

“Dificilmente alguém entrega excelência ao fazer algo de que não gosta.”– Benvenutti.

A série “Mindhunter”, disponível no Netflix, fala indiretamente sobre inovação.

O ator Jonathan Groff interpreta Holden Ford, um Disruptor, que abraça o desafio de procurar entender a mente dos serial killers e criar padrões de comportamento.

O primeiro ponto que se destaca na série é logo na primeira parte do primeiro episódio, quando Holden Ford conversa com outro pesquisador.

Eis o diálogo no balcão de um bar:

Holden – O mundo mal faz sentido, então o crime também não faz.

O outro pesquisador – Podemos teorizar a noite toda, mas realmente eu não sei.

Holden – Eu também não sei

O outro pesquisador – Ninguém sabe.

Holden – Mas deveríamos saber, certo?

O que temos aqui?

Um Disruptor diante de um problema em que não existe uma lógica, mas há uma demanda por ela.

Não se entendia bem os Serial Killers, mas seria bom que se entendesse.

Há uma onda nos EUA e no mundo de um novo tipo de crimes não motivados pelos modelos tradicionais (poder e dinheiro) que o FBI não conhecia como funcionava.

Temos ali, claramente, uma entropia diante de um determinado fenômeno.

Entropias são momentos em que as teorias não rimam mais com os fatos.

Na pesquisa que estamos fazendo aqui na BIMODAIS temos dois tipos de Entropias:

  • Entropia sem Padrão Consolidado – quando há uma demanda por explicação, mas as pessoas não acreditam ser possível se chegar a um padrão;
  • Entropia com Padrão Consolidado – quando há explicação, mas que ela tem problemas estruturais, que precisam ser revistos.

Um Disruptor adora esse tipo de desafio: chegar num ambiente com Entropias com ou sem Padrão consolidados.

Na série Mindhunter temos a narração de uma pesquisa dentro da Entropia sem Padrão Consolidado, que inicia um processo de construção do novo padrão.

Temos dois tipos de Processos Inovadores, com as seguintes perspectivas:

  • Processos Inovadores Incrementais (feitos por Incrementadores) –  que têm como perspectiva melhorias com ganho menos exponenciais;
  • Processos Inovadores Disruptivos (feitos por Disruptores) –  que têm como perspectiva melhorias com ganho mais exponenciais.

Processos Inovadores Disruptivos questionam filosoficamente os paradigmas e, por causa disso, permitem um ganho de escala maior.

Toda a ação humana é dividida em cinco etapas, que chamamos na BIMODAIS de Edifício dos Pensamentos e das Ações:

  • Filosofia – a essência das forças, que geram fenômenos;
  • Teoria – como as forças se relacionam e como repercutem nos fenômenos;
  • Metodologia – métodos para lidar melhor com os fenômenos;
  • Operacional – lidando, objetivamente, com o fenômeno;
  • Avaliação – revisão de todas as etapas para validação ou alteração de alguma delas.

Podemos dizer, assim, que:

Quanto mais um processo inovador altera filosoficamente os paradigmas, mais resistência ele sofrerá.

Podemos dizer mais:

Quanto mais um processo inovador altera filosoficamente os paradigmas, caso faça sentido, maior serão os ganhos exponenciais ao ser implantado.

Na série, vemos que temos uma revisão filosófica na maneira de se pensar os serial killers, na passagem de:

  • Não existe padrão possível de ser analisado para nos antecipar aos Serial Killers;
  • Existe padrão possível de ser analisado para nos antecipar aos Serial Killers.

Temos na série um momento importante, quando o ator Holt McCallany, que interpreta o personagem Bill Tench, diz para o seu chefe algo assim, ao defender que eles tinham que entrevistá-los?:

“Como vamos nos antecipar aos serial killer se não conhecemos com eles pensam?”

O que ele diz é:

Como vamos lidar com novos processos, se estamos usando paradigmas antigos?

Aquele papo Giardelliano:

Como vamos visitar novos territórios com os velhos mapas?

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

O áudio do artigo

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Novas Hashtags:

#Web 3.0 – desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Na Blockchenização (Curadoria 2.0), há ainda a inclusão direta de dados nos bancos de dados, mas um controle muito menor do centro.
  2. Muitos conceitos que são utilizados hoje no Pós-Digital se tornaram hegemônicos não pela sua capacidade de aproximar dos fatos, mas pela sua habilidade de Marquetar.
  3. Ambientes Midiáticos são o epicentro da sobrevivência humana. E são aprimorados, ao longo do tempo, para que possamos viver melhor.
  4. Há uma demanda da nossa Tecnoespécie, em função do aumento populacional progressivo, para adotar Modelos de Sobrevivência cada vez mais Descentralizados.
  5. É a demanda humana que acaba por determinar o que tende a ser mais ou menos utilizados pelas pessoas.
  6. A análise sobre a atual Descentralização tem esse problema: não é vista como uma demanda pela Sobrevivência, mas como uma característica tecnológica.
  7. Teremos com a “Web 3.0” uma nova forma de poder, na qual o centro terá muito menos espaço para interferir nos algoritmos.
  8. O que está se descentralizando não é apenas a Web, mas toda a sociedade, que está usando o Ambiente Midiático para viabilizar esse processo!

Vamos ao Artigo:

“Um homem aponta para o céu. O tolo olha para o dedo e o sábio para a lua.” – Provérbio Chinês.

Fizemos o primeiro artigo sobre a Web 3.0 baseado na definição do termo no Wikipédia em português.

Agora, estou trazendo o termo em inglês para análise.

Aqui, tive o primeiro resultado que o Google me trouxe e vou me basear nele para poder analisar como estão abordando o tema e como acredito que deveria ser abordado.

Visão geral

  1. De maneira geral, as análises sobre o futuro tendem focar nas tendências tecnológicas, que são ofertas e não as demandas;
  2. A forma mais adequada para projetar cenários é sempre começarmos com as demandas – que são mais fixas –  e não nas ofertas, que são mais variáveis;
  3. A Descentralização – que é destacada no artigo – tem esse problema: não é vista como uma demanda pela Sobrevivência, mas como uma característica tecnológica;
  4. É a demanda humana que acaba por determinar o que tende a aumentar e o que tende a diminuir.

Temos, assim, duas maneiras diferentes de projetar o futuro:

  • Análise Futurista Conjuntural  – quando olhamos apenas para as ofertas, em especial para as tecnologias, ficamos limitados na visão de curto prazo;
  • Análise Futurista Estrutural – quando olhamos para as demandas, em especial para a sobrevivência, conseguimos ter uma visão de mais longo prazo.

Vamos à análise do artigo:

“Web 3.0 (Web3) é a terceira geração da evolução das tecnologias web. A web, também conhecida como World Wide Web, é a camada fundamental de como a internet é usada, fornecendo serviços de sites e aplicativos. A Web 3.0 ainda está evoluindo e sendo definida e, como tal, não existe uma definição canônica universalmente aceita.”

O artigo começa bem ao definir que é um conceito em construção.

Diria mais.

O que podemos definir é que há conceitos que passam a ser mais utilizados e acabam virando mais hegemônicos.

Existe, apesar de não termos consciência disso, um mercado de conceitos, em que as pessoas disputam a forma como nós vamos pensar nos fatos.

Muitos conceitos que são utilizados hoje no Pós-Digital se tornaram hegemônicos não pela sua capacidade de aproximar dos fatos, mas pela sua capacidade de Marquetar.

Segue o texto:

“O que está claro, porém, é que a Web 3.0 terá uma forte ênfase em aplicativos descentralizados e fará uso extensivo de tecnologias baseadas em blockchain.”

Aqui cabem alguns comentários.

Sim, há concordância, que a Web 3.0 será mais descentralizada. Será, na Visão de Cenário Bimodal, a passagem da Uberização para a Blockchenização.

O problema da análise acima é que se está priorizando a análise, a partir das tecnologias e da sobrevivência.

A Web é um ambiente criado pelo ser humano para interagir melhor.

Os dois tipos de interação humana:

  • Interações Intangíveis – quando não há troca de produtos;
  • Interações Tangíveis – quando há troca de produtos.

Ambientes Midiáticos são o epicentro da sobrevivência humana. E são aprimorados para que possamos viver melhor.

As tecnologias são, assim, apenas ferramentas para que o Sapiens possa viver melhor.

Há uma demanda da nossa Tecnoespécie, em função do aumento populacional progressivo, para adotar Modelos de Sobrevivência cada vez mais Descentralizados.

O que está se descentralizando não é apenas a Web, mas toda a sociedade, que está usando o Ambiente Midiático para viabilizar esse processo!

É a procura da melhoria por uma sobrevivência melhor, que gera a demanda por novas tecnologias, que são as ferramentas que viabilizam esse processo!

Futurar é, antes de tudo, olhar para a demanda da Sobrevivência como centro e para as ferramentas necessárias, como periferia.

Outro ponto.

Sim, o Blockchain é, antes de tudo, é a parte tangível da Curadoria 2.0, uma nova filosofia administrativa muito mais descentralizada do que a Uberização (Curadoria 1.0).

O Blockchain, melhor ainda a Blockchenização da sociedade, é o que podemos chamar de Curadoria 2.0, que permite decidir e operar de forma mais distribuída.

Tecnologias são ferramentas humanas para melhorar nossa sobrevivência!

Diz o artigo:

“A Web 3.0 também fará uso de aprendizado de máquina e inteligência artificial (IA) para ajudar a capacitar aplicativos mais inteligentes e adaptáveis.”

Teremos um uso mais sofisticado da IA, a serviço sempre da Descentralização Progressiva.

Diz o artigo:

“Outro aspecto que faz parte da definição emergente de Web 3.0 é a noção de web semântica. Entre aqueles que defenderam a integração da tecnologia semântica na web está o criador da web, Tim Berners-Lee.”

Termo vago.

Diria.

Teremos também melhoria nas buscas, que é onde a Web Semântica vai atuar, falamos bastante disso no primeiro artigo, sugiro dar uma olhada.

Diz o artigo:

“Levou mais de 10 anos para a transição da Web original, Web 1.0, para Web 2.0 , e espera-se que leve o mesmo tempo, se não mais, para implementar e remodelar totalmente a Web com Web 3.0.”

Há, como em todo futuro, diversos ambientes. Não vai haver “remodelamento total”.

Note que tem coisas na Internet que são iguais.

A grande novidade das Webs é o avançar gradual, a partir das novas Tecnopossibilidades,  de Ambientes de Sobrevivência mais sofisticados.

Não se deve olhar o dedo que aponta para o céu (tecnologias), mas a lua (melhorias na sobrevivência humana).

Dizem eles:

“Se a tendência de mudança for traçada da Web 1.0, um provedor de informações estáticas onde as pessoas leem sites, mas raramente interagem com eles, para a Web 2.0, uma web interativa e social que permite a colaboração entre usuários, então pode-se supor que a Web 3.0 mudará tanto como os sites são feitos e como as pessoas interagem com eles.”

Sim, há um aumento da colaboração na direção de solução dos problemas com mais participação.

O relevante disso? Criação de organizações uberizadas, em Plataformas Centrais.

A Web 2.0 viabilizou um novo Modelo de Intermediação, que permitiu reduzir o custo da solução de problemas em larga escala.

A diferença entre a Web 2.0 e a 3.0 NÃO SERÁ “como os sites são feitos e como as pessoas interagem com eles.” 

Isso é pouco preciso.

Teremos com a Web 3.0 uma nova forma de poder, na qual o centro terá muito menos espaço para interferir nos algoritmos.

Dizem eles:

“Muitos sites e quase todos os aplicativos da era da Web 2.0 contam com alguma forma de banco de dados centralizado para fornecer dados e ajudar a ativar a funcionalidade. Com a Web 3.0, em vez de um banco de dados centralizado, aplicativos e serviços fazem uso de uma blockchain descentralizada. Com blockchain, a ideia básica é que não existe uma autoridade central arbitrária, mas sim uma forma de consenso distribuído.”

Confuso.

Na Uberização (Curadoria 1.0), há a inclusão direta de dados nos bancos de dados, mas um controle maior do centro.

Na Blockchenização (Curadoria 2.0), há ainda a inclusão direta de dados nos bancos de dados, mas um controle muito menor do centro.

A Web 2.0 é Platafórmica. A 3.0 é Ecossistêmica.

Eles dizem:

“Um ideal de governança emergente dentro da comunidade blockchain e Web 3.0 é o conceito de uma organização autônoma descentralizada (DAO). Em vez de ter uma autoridade central que governa as operações de uma plataforma, com um DAO, as tecnologias e comunidades da Web 3.0 fornecem uma forma de autogovernança em uma tentativa de abordagem descentralizada.”

Sim, Governança é a diferença. Organização Autônoma Descentralizada, entretanto não explica muito.

É ter uma taxa de autonomia maior, sempre maior.

Seguem:

“A Web 3.0 também funciona fundamentalmente com criptomoeda, mais do que com moeda fiduciária . As finanças e a capacidade de pagar por bens e serviços com uma forma de pagamento descentralizada são habilitadas na Web 3.0 com o uso de criptomoedas, todas construídas e habilitadas com base na tecnologia blockchain.”

Essa é a primeira aplicação.

Na Web 3.0, se criou uma nova filosofia administrativa, que pode ser aplicada em qualquer processo.

Na verdade, analisar a evolução baseada em tecnologias sempre vai nos levar ao engano.

Dizem eles:

“Web 2.0 refere-se a sites e aplicativos que utilizam conteúdo gerado pelo usuário para usuários finais. A Web 2.0 é usada em muitos sites hoje, principalmente com foco na interatividade e colaboração do usuário. A Web 2.0 também se concentra em fornecer conectividade de rede e canais de comunicação mais universais.”

Não, interatividade é ferramenta de sobrevivência. O importante foi a solução dos problemas que isso permitiu.

Quanto mais avançamos com mídias mais sofisticadas, mais conseguimos resolver problemas de forma mais sustentável.

O aumento da participação dos usuários é a única forma que temos para resolver os problemas cada vez mais demograficamente complexos.

É isso, que dizes?

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#Benvenutti – garimpando as melhores ideias destes autor.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Se Originalizar, basicamente, é ter a capacidade de encarar os erros de uma forma cada vez mais inteligente.
  2. Se você não tem um Projeto Originalizador para guiar a sua vida, você sempre pensará mais no curto do que no longo prazo.
  3. Se Originalizar é aprender, ao longo do tempo, a reduzir a taxa de Consumo Exógeno (aquele que você consome altamente influenciado pelos outros).
  4. O ser humano PODE se originalizar, mas isso não é o comum. Por isso, há que se ter muita disposição para a jornada.
  5. A satisfação vem do exercício cotidiano de musculação de determinados “músculos” da mente de cada um.
  6. O importante, portanto, não está na obra, mas no fazer obras cada vez mais desafiantes.
  7. O ser humano é a espécie do planeta que tem a maior capacidade de escolha. Animais e vegetais escolhem bem menos do que nós.
  8. Quanto mais você se afasta da Normose, mais tem que aprender a gerenciar os seus próprios erros.

Vamos ao Artigo:

“A diferença entre os indivíduos de sucesso e os indivíduos de muito sucesso é que os de muito sucesso dizem não para quase tudo.” – Warren Buffett.

Ética Originalista:

O ser humano é a espécie do planeta que tem a maior capacidade de escolha. Animais e vegetais escolhem bem menos do que nós.

Escolher é Eticar.

Ética, assim, são as escolhas que fazemos que nos levam a ter uma vida melhor ou pior.

Quando falamos de Ética da Existência temos duas escolhas fundamentais:

  • Ética Existencial Individual – como vamos lidar com o nosso potencial? Vamos nos Originalizar ou Zecapagodar?
  • Ética Existencial  Coletiva – como vamos lidar dentro do nosso Projeto de Originalização respeitar e não violentar o Projeto de Originalização dos outros?

Quem olha o dedo e quem olha a lua – ou a visão conjuntural vs estrutural

O autor diz:

“Vou mencionar Peter Drucker mais uma vez (…) Havia três pessoas cortando rochas . Ao perguntar para esses cortadores o que eles estavam fazendo?

  • primeiro respondeu: “Tô cortando rochas”;
  • O segundo: “ Tô aqui para ganhar dinheiro , pagar as contas e sustentar a família ”.
  • E o terceiro: “ Tô aqui construindo uma catedral ”.

Apesar de todos fazerem a mesma coisa , eles tinham perspectivas diferentes em relação ao seu trabalho. E , para Drucker , o terceiro cortador tende a apreciar mais as suas atividades e apresentar um melhor desempenho, porque ele escolheu enxergar o propósito geral das suas tarefas e o seu impacto nos fiéis que terão um lugar para rezar, na comunidade que terá uma catedral para se conectar com o seu deus e assim por diante. Propósito , então , é importantíssimo.”

Sair da superfície e passar a enxergar as questões estruturais.

Aqui, temos o seguinte.

Se você não tem um Projeto Originalizador para guiar a sua vida, você sempre pensará mais no curto do que no longo prazo.

Diria além da questão dos números que tem que haver um alinhamento entre o seu Projeto Originalizador e o seu consumo.

Vejamos os dois tipos de consumo:

  • Consumo Endógeno – aquele que você consome sem grandes influências externas e faz um alinhamento com o seu Projeto Originalizador;
  • Consumo Exógeno – aquele que você consome com mais influências externas e NÃO faz um alinhamento com o seu Projeto Originalizador.

Se Originalizar é aprender, ao longo do tempo, a reduzir a taxa de Consumo Exógeno (aquele que você consome altamente influenciado pelos outros).

Frase de Benvenutti, que reforça essa ideia:

“O propósito está na base de qualquer estrutura racional e emocional.”

Eu complementaria:

A satisfação vem do exercício cotidiano de musculação de determinados “músculos” da mente de cada um.

O importante, portanto, não está na obra, mas no fazer obras cada vez mais desafiantes.

A satisfação está no caminho e não no resultado.

“O sucesso das suas iniciativas está muito mais associado ao cultivo do que à colheita.”  // “Infelizmente , muita gente cultiva pouco e quer colher muito.” – Benvenutti.

Voltamos aqui ao problema do empenho, da garra e da rotina.

Projetos Originalizadores não são naturais.

O ser humano PODE se originalizar, mas isso não é o comum. Por isso, há que se ter muita disposição para a jornada.

Existem diversos fatores que impedem o Processo de Originalização, que precisam ser superados:

  • Preguiça;
  • Medo de ser diferente;
  • Incapacidade de conhecer o seu diferencial.

O esforço da Jornada de Originalização

“Para atingir o que apenas 1 % das pessoas atinge , você precisa fazer o que 99 % delas não fazem.” // “Grandes feitos levam tempo.” – Benvenutti.

Diploma vai cada vez valer menos

“As pessoas são cada vez mais avaliadas pelo que fazem e menos pelos títulos que têm.” – – Benvenutti.

Temos hoje o início da Formação Profissional Distribuída.

Erros Disruptivos

“Quem jamais tropeçou, provavelmente nunca fez nada diferente.”

Regra, digo eu:

Quanto mais você se afasta da Normose, mais tem que aprender a gerenciar os seus próprios erros.

Se Originalizar, basicamente, é ter a capacidade de encarar os erros de uma forma cada vez mais inteligente.

Temos os Erros Saudáveis, que geram novas metodologias. E os Tóxicos, que só geram repetição, sofrimento e culpa.

Os dois tipos de Erros:

  • Erros Saudáveis – aqueles que são identificados, analisados e se cria uma metodologia para que não se repitam;
  • Erros Tóxicos – aqueles que NÃO são identificados, analisados e NÃO se cria uma metodologia para que NÃO se repitam.

Sem achar “a ração certa para o cachorrinho do cérebro” não se vai longe.

“Dificilmente alguém entrega excelência ao fazer algo de que não gosta.” –Benvenutti.

Lembra o Gleiser no papo do aquário

“O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano.” – Isaac Newton.

Proatividade na veia:

“Se você quer deixar um legado nesse mundo, aumente o otimismo e diminua as queixas.” – Benvenutti.

Usando o Mantra da Potência.

Agradeça:

“Cientistas afirmam que a sua chance de ter nascido e vivido até aqui é de uma em 400 trilhões . Isso mesmo : uma em 400 trilhões. Celebre essa oportunidade rara de existir e faça a vida valer a pena.”

Escale a montanha adequada:

“De que adianta um indivíduo estar atarefado, mas escalando o Monte Everest errado?” – Benvenutti.

Disruptivistas são raros:

“Por mais que eu me doe por completo para capacitar o meu público de várias formas, são poucos que resolvem agir e usar o que aprendem no dia a dia.”

“Tomar decisões baseadas em fatos, não em expectativas, minimiza consideravelmente os seus riscos.”

Outras do Benvenutti:

“Pessoas bem-sucedidas não ficam apegadas a iniciativas que não evoluem.”

“O famoso investidor Warren Buffett afirma : “ A diferença entre os indivíduos de sucesso e os indivíduos de muito sucesso é que os de muito sucesso dizem não para quase tudo ” .

“Sua disponibilidade excessiva firma um pacto maravilhoso com o trabalho dos outros, mas terrível com o seu.”

É isso, que dizes?

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#Disruptores – melhorando este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Disruptores só se sentem felizes e realizados quando passam a procurar um caos para chamar de seu.
  2. Os Disruptores amam o caos, pois conseguem ver a saída e sentem atração inata para resolvê-lo.
  3. Há uma facilidade inata do Disruptor de apostar em algo que poucos enxergam.
  4. Há uma facilidade inata do Disruptor de apostar em algo que poucos enxergam.
  5. Os Disruptores ainda não foram devidamente estudados pelas Ciências de Plantão.
  6. O Disruptor tem um tipo de habilidade de perceber com mais facilidades a Ilogicidade de determinadas formas de agir e pensar.
  7. Na Extraordinariedade, se destaca o Disruptor, que é um Perfil Inovador, que procede melhorias na descontinuidade.
  8. Na Normalidade, se destaca o Incrementador, que é um Perfil Inovador, que procede melhorias na continuidade.

Vamos ao Artigo:

“São as organizações pouco estruturadas e muito dependentes de habilidades relacionais que me permitem voar.” – Benvenutti.

Estou empenhado neste ano de 2022 de compreender que são os Disruptores e como ajudá-los a desenvolver o seu potencial, já munidos de uma visão de futuro mais adequada.

Nossa linha de pesquisa sobre os Disruptores é vertical e não horizontal.

O que vem a ser isso?

Vejamos os dois tipos de pesquisa de perfil de pessoas:

  • Pesquisa Horizontal – quando os padrões estão mais definidos e vai se ver os detalhes com mais gente;
  • Pesquisa Vertical – quando os padrões ainda NÃO estão definidos e vai se procurá-los com o foco em muito menos gente.

O presente artigo já traz algumas consolidações que tenho visto da nossa Pesquisa Vertical sobre os Disruptores.

Todos os processos humanos são divididos em duas etapas:

  • Normalidade – momento em que se dá continuidade aos processos dentro de um mesmo paradigma;
  • Extraordinariedade – momento em que se procede a descontinuidade dos processos dentro de um novo paradigma.

Os dois Perfis Inovadores:

  • Na Normalidade, se destaca o Incrementador, que é um Perfil Inovador, que procede melhorias na continuidade;
  • Na Extraordinariedade, se destaca o Disruptor, que é um Perfil Inovador, que procede melhorias na descontinuidade.

Do ponto de vista da Mentalidade Inovadora qual a diferença entre um Incrementador e um Disruptor?

  • O Incrementador se sente mais confortável no Método Inovador Indutivo, que parte de um paradigma pronto, pois tem uma capacidade de abstração menor;
  • O Disruptor se sente mais confortável no Método Inovador Dedutivo, que questiona um paradigma pronto, pois tem uma capacidade de abstração maior.

Por ter uma capacidade abstrativa maior, o Disruptor tem os seguintes diferenciais:

  • mais facilidade de perceber a falta de lógicas dos paradigmas;
  • e verdadeiro fascínio por situações caóticas e ilógicas, das quais pode ajudar a organizar.

Note que capacidade abstrata não é ser mais inteligente.

O Disruptor tem um tipo de habilidade de perceber com mais facilidades a Ilogicidade de determinadas formas de agir e pensar.

Maurício Benvenutti, autor do livro “Desobedeça” tem claramente um Perfil Inovador Disruptor, diz ele sobre as suas características:

“O meu valor enquanto profissional aparece na bagunça das empresas que estão começando. Se é para trabalhar na confusão, me chama que eu vou. Não sou a melhor escolha para atuar em lugares organizados, repletos de processos, políticas e normas. Há milhões de indivíduos capazes de fazer mais do que eu por esses ambientes.”

O livro “Desobedeça” é um tipicamente de um Disruptor, que ainda não sabe a diferença entre os Perfis Inovadores, tanto que ele se frustra por não conseguir mais adeptos.

Os Disruptores ainda não foram devidamente estudados pelas Ciências de Plantão.

A falta de estudo do Perfil Inovador Disruptor causa os seguintes problemas:

  • individualmente, o Disruptor não se vê como um, não se conhece e acha que as suas qualidades são defeitos;
  • coletivamente, a sociedade não se aproveita do potencial do Disruptor, que é o mais indicado para os momentos de crise dos paradigmas.

Segue mais um depoimento de Benvenutti sobre seu jeito Disruptor de ser:

“São as organizações pouco estruturadas e muito dependentes de habilidades relacionais que me permitem voar.”

Um Disruptor gosta de subir no Andar da Filosofia do Edifício do Pensamento para procurar algo ilógico nos paradigmas e, desde lá, rever as teorias, as metodologias e fazer os ajustes no operacional.

Há uma facilidade inata do Disruptor de apostar em algo que poucos enxergam.

Mais um depoimento de Benvenutti:

“Os gatilhos responsáveis pelas principais conquistas da minha carreira vieram de atitudes que desafiaram o consenso , que me fizeram ir para um lado enquanto o cotidiano me jogava para o outro.”

No livro, de Peter Thiel, que segue essa linha da Normalidade e Extraordinariedade, diga-se de passagem, inaugurada por Thomas Kuhn (1922 – 96), temos os famosos conceitos de “Zero a Um” e o “Um a N”.

  • O Zero a Um é a revisão de paradigmas, em geral provocada por Disruptores;
  • O Um a N é a continuidade operacional, dentro do mesmo paradigma, em geral, feita pelos Incrementadores.

Os Disruptores amam o caos, pois conseguem ver a saída e sentem atração inata para resolvê-lo.

Disruptores só se sentem felizes e realizados quando passam a procurar um caos para chamar de seu.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

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#Benvenutti – garimpando as melhores ideias destes autor.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. É a capacidade de questionar paradigmas e aceitar novas verdades que define o valor de um Disruptor para o mundo.
  2. Quando analisamos qualquer fenômeno É FUNDAMENTAL separar o que é estrutural do que é conjuntural.
  3. Estamos saindo da Originalização 1.0 para a 2.0 com uma taxa muito maior de Autenticidade.
  4. Os problemas escolhidos precisam, necessariamente, resolver a dor de alguém para se tornar sustentáveis.
  5. Agora, por causa da Revolução Civilizacional, temos o aumento exponencial da Taxa de Originalização de toda a sociedade.
  6. De maneira geral, sempre o Sapiens foi “sendo humano” e não “ser humano”.
  7. O Ego Aparecedor foca em soluções e é voltado para resolver a dor do próprio ego.
  8. O Ego Aprendiz foca em problemas e é voltado para resolver a dor de um cliente.

Vamos ao Artigo:

“Eles conhecem a si mesmos, não a mim.” – Cat Stevens.

Sair da Normose

O Zecapagodismo – autor sendo irônico:

“Estude , arrume um emprego , economize para a aposentadoria . Construa uma boa família e seja feliz.” – Benvenutti.

Eu comento:

Isso lembra a música “Father and Son” do Cat Stevens.

“Não é tempo de mudar

Apenas relaxe, vá com calma

Você ainda é jovem, isto é sua culpa

Há muita coisa que você tem que saber

Encontre uma garota, se acomode

Se você quiser, pode se casar

Olhe pra mim

Estou velho, mas sou feliz

Eu já fui como você é agora

E eu sei que não é fácil

Ficar calmo quando você percebe

Algo acontecendo

Mas vá com calma, pense muito

Ora, pense em tudo que você já conseguiu

Pois você vai estar aqui amanhã

Mas seus sonhos talvez não estejam

Como eu poderia tentar explicar?

Porque quando eu tento, ele dá as costas novamente

É sempre a mesma coisa

Mesma velha história

Desde o momento em que eu pude falar

Fui obrigado a ouvir

Agora há um caminho, e eu sei

Que eu tenho que ir embora

Eu sei que tenho que ir

Não é tempo de mudar

Apenas sente-se, vá devagar

Você ainda é jovem, esse é seu erro

Há muita coisa ainda que você tem que enfrentar

Encontre uma garota, se acomode

Se quiser, você pode se casar

Olhe pra mim

Eu estou velho, mas sou feliz

Todas as vezes que eu chorei

Mantendo todas as coisas que eu sabia aqui dentro

E é difícil, mas é mais difícil ignorá-las

Se eles estivessem certos, eu concordaria

Mas eles conhecem a si mesmos, não a mim

Agora há um caminho, e eu sei

Que eu tenho que ir embora

Eu sei que tenho que ir”

Digo eu:

É a capacidade de questionar paradigmas e aceitar novas verdades que define o valor de um Disruptor para o mundo.

Crítica – sempre fomos uma Espécie Progressiva

“Atualmente , você não é mais alguma coisa . Você está sendo alguma coisa.” – Benvenutti.

Eu comento:

De maneira geral, sempre o Sapiens foi “sendo humano” e não “ser humano”.

Agora, por causa da Revolução Civilizacional, temos o aumento exponencial da Taxa de Originalização de toda a sociedade.

Estamos saindo da Originalização 1.0 para a 2.0 com uma taxa muito maior de Autenticidade.

Assim, há uma aceleração das mudanças, mas NÃO uma alteração da essência estrutural do Sapiens de estar sempre mudando.

Quando analisamos qualquer fenômeno É FUNDAMENTAL separar o que é estrutural do que é conjuntural.

Por exemplo, conhecimento, informação, interação são atividades estruturais do Sapiens e não podem definir conjunturas da sociedade.

Ouro

“Trate os problemas como filhos , não as soluções.” – Benvenutti.

Eu comento:

Sim, você é um profissional de problemas e vai procurando melhores soluções ao longo da jornada.

Digo eu:

Problemas são parte fixa da jornada e as soluções as variáveis.

Mas ainda.

“Na média, 42% desses negócios ficam pelo caminho por não encontrarem demanda para os seus produtos. Em outras palavras, por construírem algo que ninguém quer consumir.” Benvenutti.

Diria mais.

Percebo que temos dois tipos de relação com o nosso ego:

  • O Ego Aprendiz (quer aprender) –  abraça problemas e está sempre querendo uma melhor solução, para um cliente, através do aprendizado;
  • O Ego Aparecedor (quer aparecer) – aquele que, ao invés de abraçar um problema, você defende com unhas e dentes uma uma solução. O foco deixa de ser o aprendizado e passa a procurar benefícios para ele mesmo.

Digo eu:

Os problemas escolhidos precisam, necessariamente, resolver a dor de alguém para se tornar sustentável.

Projeção futura:

“Possivelmente , você verá mais progressos na próxima dezena de anos do que na última centena deles.” – Benvenutti.

Sim, concordo.

Procrastinação:

“Muitas pessoas morrem de amor pelo seu propósito , mas poucas são encantadas pelo trajeto que leva até ele.” – Benvenutti.

Falta adotar uma Rotina Criativa.

E aí temos duas Rotinas:

  • Rotina Saudável – sempre sendo aprimorada, com alta taxa de reflexão;
  • Rotina Tóxica – repetida, com baixa taxa de reflexão.

É isso, que dizes?

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#Benvenutti – garimpando as melhores ideias destes autor.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O que era ser um Incrementalista ou um Disruptivista no passado não é mais o mesmo agora, mas os dois perfis continuam, cada qual com a sua função.
  2. Há, assim, uma demanda tanto para preparar os Incrementalistas quanto os Disruptivistas para viver neste novo cenário mais mutante.
  3. Quanto mais você consome de forma desalinhada, menos tem capacidade de dizer não para o que não te faz feliz.
  4. Ser um Originalista mais sábio é saber consumir de forma mais essencialista para poder dizer sim para o que e mais Estrutural e não para o Conjuntural.
  5. Temos hoje uma GIGANTESCA carência de compreender o papel dos Disruptivistas na sociedade.
  6. A disrupção, principalmente as saudáveis, causam insegurança na Incrementalidade.
  7. Sempre fomos uma espécie midiática. Hoje, apenas, cada pessoa pode atingir mais gente com as mídias disponíveis.
  8. A novidade com o Digital não é o uso da mídia pelos seres humanos, mas o aumento de escala que cada pessoa passou a ter.

Vamos ao Artigo:

“Aquela pessoa que tem um motivo para viver pode suportar praticamente tudo.” – Nietzsche.

Num dos livros do Nassim Taleb ele sugere que deixemos de acompanhar as notícias do dia a dia e passemos a ler mais livros.

Fiz isso.

Hoje, já contabilizo neste primeiro semestre do ano a leitura do décimo quinto livro, sobre os quais fiz, pelo menos, três artigos sobre cada um deles.

Posso dizer que foi praticamente um curso sobre motivação, excelência, empreendedorismo, Originalização.

Feito o destaque, sigamos com os comentários sobre o livro “Desobedeça” do Benvenutti.

Ouro – o problema da Existência Exógena

Benvenutti:

“Grande parte das pessoas se frustra por supervalorizar a opinião alheia.” // “Não aceite que o ponto de vista de quem lhe entende superficialmente se sobreponha ao seu.”// “Crescemos em uma estrutura social que valoriza desesperadamente a afirmação externa.” // “Fomos moldados em uma cultura que superestima as aparências.”// “É da natureza humana buscar aceitação social, mas quando essa preocupação vira uma constante necessidade de validação, as pessoas perdem a chance de serem únicas.”

De maneira geral, as sociedades estimulam mais a repetição do que a inovação.

Diria que a espécie para sobreviver precisa disso.

Por causa desta demanda, temos, como hipótese, uma Equação de Pareto da Inovação, que se divide da seguinte maneira:

  • 80% das pessoas tendem à Incrementalidade;
  • 20% das pessoas tendem à Disruptividade.

O Zecapagodismo é uma forma de pensar e agir no mundo, que é muito mais criada de fora para dentro do que de dentro para fora.

Porém, com a chegada da Civilização 2.0 temos uma alteração neste cenário.

Hoje, há uma demanda muito maior por mudanças, pois um mundo que depende de equipamentos digitais para sobreviver, se torna mais dinâmico.

De tempos em tempos, se muda o hardware e o software e isso faz com que todos tenhamos que nos adaptar.

Podemos dizer que temos um novo Parâmetro de Incrementalidade e de Disruptividade, se compararmos com as gerações passadas.

O que era ser um Incrementalista ou um Disruptivista no passado não é mais o mesmo agora, mas os dois perfis continuam, cada qual com a sua função.

Há, assim, uma demanda tanto para preparar os Incrementalistas quanto os Disruptivistas para viver neste novo cenário mais mutante.

Ouro – o problema do Consumo Exógeno

Benvenutti:

“Vejo indivíduos consumindo coisas totalmente em vão.”

Quem está na sua Jornada de Originalização tem que promover um alinhamento entre a atividade profissional e a de consumo.

Digo eu:

Quanto mais você consome de forma desalinhada, menos tem capacidade de dizer não para o que não te faz feliz.

Como tenho trabalhado aqui nas nossas mentorias:

Ser um Originalista mais sábio é saber consumir de forma mais essencialista para poder dizer sim para o que é mais Estrutural e não para o Conjuntural.

 Ouro – a Inquietofobia

“Infelizmente , a sociedade costuma desprezar os exemplos que se afastam da normalidade, em vez de aprender com eles.” //  “Ao se afastar do hábito coletivo , prepare – se : muita gente não vai gostar.” // “A ousadia é um ato que , inicialmente , perturba as pessoas.” – Benvenutti.

Eu comento:

Temos a Inquietofobia.

Quem desobedece questiona e incomoda, querendo, ou não, quem está obedecendo.

Temos hoje uma GIGANTESCA carência de compreender o papel dos Disruptivistas na sociedade.

A disrupção, principalmente as saudáveis, causam insegurança na Incrementalidade.

A Disrupção Saudável é aquela que consegue criar novas formas de pensar e agir, que conseguem resolver problemas, de forma mais adequada, aos antigos processos.

Disrupções Saudáveis chegam para ficar e, por tendência, os Incrementalistas resistem mais às mudanças.

Crítica – sempre fomos uma espécie midiática, mas não somos mídia

“Atualmente , cada ser humano é uma mídia.” – Benvenutti.

Eu digo:

Sempre fomos uma espécie midiática. Hoje, apenas, cada pessoa pode atingir mais audiência com as mídias disponíveis.

A novidade com o Digital não é o uso da mídia pelos seres humanos, mas o aumento de escala que cada pessoa passou a ter.

Falar ou escrever é e sempre foi uma atividade midiática.

O que temos hoje é que você, conforme o contexto, pode falar para muito mais gente.

Hoje há uma radical e exponencial possibilidade de atingir muito mais gente com o uso das Mídias Digitais.

Mais ainda.

Navegar na Internet, com a capacidade que temos de coletar essa navegação, se tornou uma atividade midiática, com duas possibilidades.

  • Os Rastros Voluntários da Navegação Digital – aqueles que você faz voluntariamente, comentando, avaliando, compartilhando, curtindo;
  • Os Rastros Involuntários da Navegação Digital –  aqueles que você faz involuntariamente, apenas navegando.

É isso, que dizes?

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#Terceiro_Eu – melhorando este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Terceiro Eu olha o Segundo Eu com mais distância e pode desenvolver mais profundamente a sua Originalização.
  2. O Terceiro Eu vai do Problema Foco até o final da vida.
  3. O Segundo Eu vai da escolha profissional, até a opção por um Problema-Foco.
  4. O Primeiro Eu vai do nascimento até o fim da formação educacional.
  5. De maneira geral, a tendência das pessoas é o de ter uma baixa taxa de Originalização, optando por uma vida mais Zecapagodista.
  6. A pessoa que quer se Originalizar tem que escolher, se envolver e se comprometer com o seu próprio processo.
  7. A Originalização não é um processo natural, mas intencional.
  8. O Sapiens é a única espécie viva do planeta, que pode ser Originalizar.

Vamos ao Artigo:

“Sabemos o que somos, mas não o que podemos ser.” – Shakespeare.

Vamos separar a Escolha Existencial da vida de cada um em duas:

  • as que resolveram optar e se comprometer com a sua Jornada de Originalização;
  • E as que não estão na Jornada de Originalização.

Muita gente aceita o estabelecido e se sente bem assim.

Nada contra.

O papo aqui é para quem não gosta e precisa de algo diferente do estabelecido.

O Sapiens é a única espécie que pode ser Originalizar.

Porém, a Originalização não é um processo natural, mas intencional.

A pessoa que quer se Originalizar tem que escolher, se envolver e se comprometer com o seu próprio processo.

Todos podemos nos Originalizar, mas são muito poucos os que se dedicam a esse processo.

De maneira geral, a tendência das pessoas é o de ter uma baixa taxa de Originalização, optando por uma vida mais Zecapagodista.

A Originalização, entretanto, não é uma característica exclusiva dos Disruptivistas (como até eu já pensei).

Tanto os Disruptivistas, quanto os Incrementalistas podem se Originalizar, através da escolha de Filosofias, Teorias e Metodologias Originalistas.

Note, assim, que temos duas Jornadas de Originalização:

  • a Originalização Incremental – mais comum aos Incrementalistas;
  • a Originalização Disruptiva – mais comum nos Disruptivistas.

Dentro da Teoria Originalista, ainda em fase inicial de desenvolvimento, criamos como hipótese que operamos com Três Eus:

  • o Primeiro Eu – que vai do nascimento até a o fim da formação educacional;
  • O Segundo Eu – vai da escolha profissional, até a opção por um Problema-Foco;
  • o Terceiro Eu – que vai do Problema Foco até o final da vida.

Cada um dos Eus, reflete sobre o anterior e vai se aperfeiçoando. Os Três Eus fazem parte da Jornada de Originalização.

O Terceiro Eu já aprendeu a:

  • Ter praticado e conhecido o seu potencial;
  • Se defender financeiramente;
  • Já se importa bem menos com a opinião dos outros;
  • E definiu uma missão como Propósito Estrutural de Vida.

O Terceiro Eu olha o Segundo Eu com mais distância e pode desenvolver mais profundamente a sua Originalização.

Isso se reflete na idade?

Quase sempre, mas não necessariamente.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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O áudio do artigo:

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#Web 3.0 – melhorando este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Nossa Tecnoespécie cresceu oito vezes nos últimos 220 anos e precisa criar um novo Macro Modelo de Sobrevivência mais adequado à nova Complexidade Demográfica.
  1. Em primeiro lugar, as mídias vêm para a sociedade não por que são bonitinhas, mas para ajudar ao Sapiens a viver melhor!
  2. Novas mídias vêm para a sociedade para permitir que o Sapiens resolva problemas que eram impossíveis de serem resolvidos com as mídias passadas!
  3. Procurar nos fenômenos o fator causante, detonante, consequente e sugestões para o atuante é o segredo de uma Teoria Forte.
  4. O grande diferencial que a Web 3.0 vai trazer é a possibilidade da criação de soluções, que se utilizam de um modelo muito mais distribuído do que a 2.0.
  5. A única forma sustentável do Sapiens de resolver problemas no longo prazo é permitir a descentralização das operações e das decisões.
  6. Se vamos colocar números em determinado tipo de fenômeno, versão 1.0, 2.0 e 3.0 é preciso definir qual é o critério para a mudança das versões.
  1. Não existe um conceito sobre Web 3.0, mas vários conceitos, que variam de interpretação de pessoas para pessoa.

Vamos ao Artigo:

“A revolução digital dará aos indivíduos poder e soberania sem precedentes sobre suas próprias vidas.” – Ammous.

Vou escrever alguns artigos sobre Web 3.0 por sugestão de alguns leitores.

Vamos adotar como critério a definição do Wikipédia (em português) que, querendo ou não, acaba sendo a principal referência hoje no Brasil quando se procura algo.

Não estou falando aqui neste artigo, assim, de Web 3.0 no geral, mas uma interpretação específica que está como referência sobre o tema.

Há no mercado hoje o que podemos chamar de Ilusão Conceitual de acreditar que determinados conceitos só permitem uma interpretação.

Tal como “Transformação Digital” ou “Web 3.0”.

Temos que nos habituar, ao invés de dizer, o que é Web 3.0 ou Transformação Digital, afirmar a minha interpretação sobre este conceito é esta ou é a fulano, diferente da de cicrano.

É comum quando se lança um novo conceito (tal como Web 3.0), que cada um faça uma interpretação diferente.

Assim, registra-se, antes de tudo: não existe um conceito sobre Web 3.0, mas vários conceitos, que variam de interpretação de pessoas para pessoa.

Aqui, vou questionar uma lógica específica que é o conceito de Web 3.0, que acabou ficando como referência no Wikipédia.

E depois vou, em outros artigos, analisar outras.

O link para o artigo do Wikipédia está aqui.

Comecemos o processo de Acunpunturação Conceitual.

Acunpunturação Conceitual é uma forma de analisar palavras para, dentro da nossa interpretação dos fenômenos sociais, ajudam ou atrapalham o entendimento dos fatos.

Parágrafo de abertura sobre Web 3.0 do Wikipédia:

“A Web 3.0, anunciada como a terceira onda da Internet, projeta estruturar todo o conteúdo disponível na rede mundial de computadores dentro dos conceitos de Web Semântica. Esta nova Web também pode ser chamada de “A Web Inteligente”.

Que falta faz uma tabelinha!

Note que temos algo interessante aqui.

Se vamos colocar números em determinado tipo de fenômeno,  versão 1.0, 2.0 e 3.0 é preciso definir qual é o critério para a mudança das versões.

Assim, para numerar versões de fenômenos é preciso que se crie um padrão de qual é o fator detonante da passagem de um número para outro.

Se no artigo se diz “a terceira onda da Internet” quais foram as outras duas e por que podemos agora dizer que é a terceira.

Qual é o fator causante nas Webs, para que possamos brincar de 1, 2 e 3?

Um Artigo Forte sobre a nova onda da internet deve conter uma tabela comparativa entre os três momentos.

No caso, não há.

No final deste artigo, vou apresentar a minha tabela.

Procurar nos fenômenos o fator causante, detonante, consequente e sugestões para o atuante é o segredo de uma Teoria Forte.

E sempre vamos esbarrar em dois tipos de análise sobre qualquer fenômeno:

  • A Percepcionista – baseada em impressões e não em padrões;
  • A Padronista – baseada em padrões, que organiza as impressões sobre o mesmo.

No caso deste artigo, temos um exemplo claro de uma Análise Percepcionista.

Me apresenta os Cases, meu bem!

O artigo diz que a Web 3.0:

“(…) projeta estruturar todo o conteúdo disponível na rede mundial de computadores dentro dos conceitos de Web Semântica. Esta nova Web também pode ser chamada de “A Web Inteligente”.”

Pera, pera, pera.

Quando falamos de algo que está por vir, como possibilidade, não podemos dizer que é uma promessa.

Quando dissemos que estamos diante da Web 3.0 é preciso mostrar cases, fatos, que comprovem que ela está no início e vai evoluir.

Do tipo.

“Vivemos hoje a Uberização, com a chegada de várias empresas que se utilizam de estrelinhas para aferir a qualidade de produtos e serviços.”

Quando não se apresentam cases, que sustentam a ideia da “Web Semântica“, o que temos, de fato, é uma aposta, uma previsão do que seria TALVEZ a Web 4.0 vá se utilizar deste conceito ainda estranho e pouco claro “Web Semântica“.

Vejamos ainda:

“A Web 3.0 está focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário. Pesquisa-se a convergência de várias tecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmo tempo, num grande salto de sinergia. Banda larga, acesso móvel à internet, e a tecnologia de rede semântica, todos utilizados juntos, de maneira inteligente e atingindo a maturidade ao mesmo tempo.”

Ou seja, a Web 3.0, segundo o artigo do Wikipédia, é algo que virá e não é ainda.

O que é um problema, pois, como veremos abaixo.

Existe uma diferença entre o que podemos chamar de Web 2.0 e a 3.0 e ela está na descentralização permitida não pela Web Semântica (algo fantasioso ainda), mas pelo P2P, que já é realidade no Blockchain.

Explica melhor, que não ficou claro!

“Recentemente surgiu como um movimento que tenta afastar a centralização da web, devido à muitos serviços como a pesquisa, redes sociais e as aplicações de bate-papo que dependem de uma única ou poucas organizações para funcionarem.”

Hummm, então agora vamos entender o seguinte.

A Web 3.0, via “Web Semântica” (tsc tsc), vai permitir a descentralização da Web.

É isso?

Então, na abertura do artigo, antes de tudo, temos que dizer que a Web 3.0 é um movimento que vai descentralizar a Web 2.0. É isso?

A coisa tá confusa, chama um Cientista da Informação, urgente!

Vejamos este parágrafo que é uma confusão só:

“Assim, se passaria da World Wide Web (rede mundial) para World Wide Database (base de dados mundial), de um mar de documentos para um mar de dados. Quando isso começar a acontecer de forma mais intensa, o próximo passo, num prazo de cinco a dez anos, será o desenvolvimento de programas que entendam como fazer melhor uso desses dados.”

Vejamos:

  1. a Internet, como toda mídia, é um mix de canal, linguagem, armazenamento e o conteúdo que circula ali naquele ambiente;
  2. a Internet já é uma base de dados mundial, dispersa em bilhões de bancos de dados;
  3. tudo que é armazenado dentro de um banco de dados, é um dado, o nome já diz isso;
  4. cada documentos contém um mar de dados;
  5. o que temos são dados primários (que levam conteúdo final) e dados secundários ou referenciais (que levam referências do conteúdo final.

A Web sempre teve embutida também o armazenamento que faz parte de qualquer mídia.

Ou seja, o que se diz acima, se a pessoa falar isso num curso básico de ciência da informação, vai levar zero e é capaz de perder a matrícula.

Uma coisa é a Internet, outra é a pesquisa que se faz nos bancos de dados!

“Mas se este usuário não se lembrar do nome do ator ou do filme, dificilmente encontrará meios de localizá-los. A Web 3.0 organizará e agrupará essas páginas, por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta.. Por exemplo: todos os filmes policiais, que tenham cenas de perseguição de carros, produzidos nos últimos cinco anos etc.”

Note que o que está se falando neste parágrafo é o seguinte.

Temos uma linha de pesquisa que vai melhorar a qualidade das buscas que fazemos na Internet.

Ok, podemos chamar isso, se quisermos de Buscas 3.0.

Como podemos dizer que poderemos acessar via 5G, o que será o Acesso 5.0 à nova mídia.

Ok, existem as três pernas das mídias (canal, linguagem e armazenamento), que vão sendo aprimoradas, o que se está falando aqui é da melhoria das buscas nos dados armazenados.

Nada além disso.

Não, não é a Web 3.0, que vai ser criada, quando melhorarmos as buscas, por exemplo, mas as Buscas 3.0, ou um número qualquer de quem estuda esse tipo específico de processo.

A Internet, entretanto, não é feita só de busca, mas de canal e de linguagem, um pacote que nos permite criar novas organizações que resolvem com mais qualidade problemas em larga escala.

Temos aqui um recorrente problema da falta de estudos sobre a Anatomia das Mídias.

Mídias são formadas por três pernas, que avançam na história com impactos diferentes a cada avanço, que podem ser nos canais, na linguagem ou no armazenamento.

Um final deprimente para o artigo

“Também se entende por Web 3.0 que se tenha acesso a internet a qualquer hora e em qualquer lugar e em qualquer dispositivo, possibilitando a troca de dados entre dispositivos.”

O que isso tem de novo?

“Entre as principais características da Web 3.0 estão a inovação, a navegabilidade e uma maior velocidade de informação.”

O que isso tem de novo?

Por favor, alguém mais esperto entra lá para mudar este artigo, que está péssimo!

O que entendo sobre a Web 3.0?

Agora, vamos colocar nossa cara à tapa.

Podemos dizer que tivemos três etapas na Internet?

Sim, me parece razoável.

Como dividi-las?

Em primeiro lugar, as mídias vêm para a sociedade não por que são bonitinhas, mas para ajudar ao Sapiens a viver melhor!

Assim, para que possamos entender o fenômeno Internet, temos que entender qual é a demanda do Sapiens para abraçar com tanto entusiasmo novas mídias?

Nossa Tecnoespécie cresceu oito vezes nos últimos 220 anos e precisa criar um novo Macro Modelo de Sobrevivência mais adequado à nova Complexidade Demográfica.

Novas mídias vêm para a sociedade para permitir que o Sapiens resolva problemas que eram impossíveis de serem resolvidos com as mídias passadas!

Vejamos a fórmula do Motor da História humana. Mais gente demanda nova mídia, que permite Revoluções Administrativas.

A Internet tem possibilitado que comecemos, gradualmente, a criar novas formas de sobrevivência, a partir dos novos recursos.

Como eu dividiria as três etapas usando a Anatomia de Mídias Bimodal:

  • Web 1.0 – surgimento dos canais e do novo armazenamento;
  • Web 2.0 – surgimento, em cima dos novos canais e do novo armazenamento, da nova Linguagem Digital, que nos permitiu criar os Ubers em Plataformas Centralizadas;
  • Web 3.0 – em cima do armazenamento e da nova Linguagem Digital, que nos permitiu criar os Ubers, a criação de novos Canais, não mais em Plataformas Centralizadas, mas em Ecossistemas Distribuídos com o Blockchain.

O grande diferencial que a Web 3.0 vai trazer é a possibilidade da criação de soluções, que se utilizam de um modelo muito mais distribuído do que a 2.0.

Importante entender que quando temos aumento da Complexidade Demográfica a única forma sustentável do Sapiens de resolver problemas no longo prazo é permitir a descentralização das operações e das decisões.

A Descentralização Progressiva é a demanda latente do Sapiens e tudo que ele vai inventar daqui para frente será na direção de atingir mais e mais este objetivo.

Quando pensarmos em uma Web 4.0, teremos que analisar qual é o Avanço Descentralizador que está sendo oferecido que será ainda mais distribuído do que o Ambiente 3.0.

Na verdade, o mais importante não é falar das mídias, que são uma ferramenta, mas de Etapas Descentralizadoras, que são permitidas por elas – que é para o que elas servem para que possamos viver melhor.

É isso, que dizes?

Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

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#Erros – desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quem vive, erra.
  2. Quanto mais você procura viver uma vida mais Originalizada, mais precisa aprender a gerenciar os erros.
  3. Para viver melhor, é preciso deixar o Aprendizado Progressivo ligado o tempo todo.
  4. Aprender a gerenciar os erros é o pulo do gato na vida de qualquer ser humano.
  5. Viver é decidir.
  6. O problema assim não é errar, pois errar é obrigatório, a meta é aumentar a taxa de Erros Saudáveis e diminuir a dos Erros Tóxicos.
  7. Para o Sapiens, viver é um eterno escolher e errar.

Vamos ao Artigo:

“Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros.” – Confúcio.

Criamos aqui a ideia da Acupuntura Conceitual.

A Acupuntura Conceitual é uma ferramenta para analisar o uso das palavras do Vocabulário Corrente e analisar se estão ajudando a olhar para os fatos ou atrapalhando,  dentro – é claro – do nosso ponto de vista.

O Sapiens, como nos ensinou titia Ayn Rand (1905 – 82), é a espécie menos automática do planeta.

Para o Sapiens, viver é um eterno escolher.

Viver é decidir.

Mais ainda.

Ser humano é praticar o Sendo Humano. E o Sendo Humano vai na direção da Originalização.

Somos, portanto, a única espécie do planeta que pode criar Projetos Originalizadores.

E temos duas referências fundamentais no nosso obrigatório e fundamental Relacionamento com os Fatos nas nossas escolhas na direção dos nossos Projetos Originalizadores:

  • a nossa relação com os fatos;
  • e a relação do nosso Projeto de Originalização com os fatos.

A nossa relação com os fatos, nos permite ter duas consequências, a partir das escolhas feitas:

  • Relação Tóxica com os Fatos – quando NÃO interpretamos os fatos adequadamente e passamos a decidir de forma equivocada, reduzindo a taxa da qualidade de vida;
  •  Relação Saudável com os Fatos – quando, interpretamos os fatos adequadamente e passamos a decidir de forma adequada, aumentando a taxa da qualidade de vida.

Temos, assim, que sempre estar fazendo sempre um alinhamento do nosso Projeto de Originalização com os fatos. E, obviamente, não atrapalhando o Projeto de Originalização dos outros, a partir do nosso.

Assim, estamos todos escolhendo, vendo os resultados e aprendendo, ou não, com eles.

Assim:

Para viver melhor, é preciso deixar o Aprendizado Progressivo ligado o tempo todo.

Erros, portanto, não são opcionais, mas obrigatórios na nossa Jornada de Originalização.

Quem vive, erra.

Quanto mais você procura viver uma vida mais Originalizada, mais precisa aprender a gerenciar os erros.

Aprender a gerenciar os erros é pulo do gato na vida de qualquer ser humano.

Neste momento, nós precisamos dividir os dois tipos de erros possíveis no nosso Relacionamento com os Fatos:

  • Erro Tóxico –  aquele que você não consegue identificá-lo ou superá-lo e, por causa disso, repete;
  • Erro Saudável – aquele que você consegue identificá-lo e colocá-lo dentro de uma metodologia para que nunca mais aconteça do mesmo jeito.

O problema assim não é errar, pois errar é obrigatório, a meta é aumentar a taxa de Erros Saudáveis e diminuir a dos Erros Tóxicos.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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#Benvenutti – garimpando as melhores ideias destes autor.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Sempre o Sapiens sempre foi “sendo humano” e não “ser humano”.
  2. Sempre fomos uma espécie midiática. Hoje, apenas, se pode atingir mais gente com as mídias disponíveis.
  3. Quanto mais você consome de forma desalinhada, menos tem capacidade de dizer não para o que não te faz feliz.
  4. O Zecapagodismo é uma forma de pensar e agir no mundo, que é muito mais criada de fora para dentro do que de dentro para fora.
  5. Só se começa uma Jornada de Originalização, principalmente a do Terceiro Eu, quando se tem um Problema-Foco.
  6. Todo Teoria Forte, seja em que área for, procura sempre o que é mais fixo para entender, só então, as variáveis.
  7. Prever o futuro significa, analisar primeiro, antes de tudo, o que quase nunca muda, para, só então, ver o que é passível de pouca ou muita mudança.
  8. Quanto mais você coloca a sua inteligência para rodar numa atividade específica, mais inteligente você fica.

Vamos ao Artigo:

“As necessidades humanas se mantêm, mas a forma de satisfazê-las evolui.” – Benvenutti.

Diamante – Mielina é “segredo da genialidade”

“À medida que você repete uma tarefa várias vezes, uma espécie de tecido chamado “bainha de mielina” se forma e passa a revestir a região dos neurônios que conduz os impulsos nervosos. É isso que torna um caminho neural robusto. A mielina é uma espécie de isolante que permite a transmissão muito mais rápida e eficiente dos sinais em nosso cérebro. Muita gente diz que esse tecido é o “segredo da genialidade”. O exercício constante de qualquer coisa, como falar em público, escrever artigos ou jogar videogame, por exemplo, aumenta a presença de mielina nos caminhos neurais responsáveis por essas atividades e faz com que a execução delas se torne mais espontânea com o tempo.”

Fui no Wikipédia:

A bainha de mielina é uma estrutura formada por uma membrana lipídica rica em glicofosfolipídeos e colesterol, que recobre os axônios, atuando principalmente como isolante elétrico, facilitando a rápida comunicação entre os neurônios. É formada por células especializadas chamadas células da glia. Essas células enrolam-se ao redor do axônio, depositando camada sobre camada de sua própria membrana plasmática em uma espiral justa, formando uma estrutura semelhante a um “rocambole”. 

Aqui temos a explicação mais científica da afirmação que fizemos antes de que (digo eu):

Quanto mais você coloca a sua inteligência para rodar numa atividade específica, mais inteligente você fica.

 Diamante – olhe sempre para as mudanças nas ofertas, pois as demandas Estruturantes mudam pouco

“As necessidades humanas se mantêm , mas a forma de satisfazê-las evolui.” – Benvenutti.

Eu comento:

Esta frase é a base da Antropologia da Sobrevivência.

Se partirmos da ideia que as demandas da espécie são mais fixas.

Prever o futuro significa, analisar primeiro, antes de tudo, o que quase nunca muda, para, só então, ver o que é passível de pouca ou muita mudança.

E isso vai além.

Toda Teoria Forte, seja em que área for,  procura sempre o que é mais fixo para entender, só então, as variáveis.

Críticas ao Autor – o problema do conceito autoridade sem adjetivo

“Para virar autoridade em algo, é preciso ser excepcional nesse algo.” – Benvenutti.

Eu digo:

Temos dois tipos de autoridades:

  • As mais verdadeiras – que são mais independentes do Marketing;
  • As falsas – que não são TOTALMENTE dependentes do Marketing.

Eu comento:

Crítica:

“Troublemakers – causadores de problemas, em inglês – sabem que a normalidade , definitivamente , nunca mudou nada.” – Benvenutti.

Não gosto da expressão “causadores de problemas”. Dá uma falsa impressão.

Um Inquieto é alguém que questiona a norma de forma a aprimorá-la.

Temos, como já dissemos:

  • Os Inconformados Tóxicos – aqueles que sugerem e querem mudanças de forma mais irreal, baseados em percepções;
  • Os Inconformados Saudáveis – aqueles que sugerem e querem mudanças de forma mais real, baseados em padrões.

Ouro:

“Melhor do que ser um indivíduo mediano em vinte coisas é ser extraordinário em uma.” – // Não adianta se equipar de inúmeras facas se nenhuma está afiada” // “Sou feliz por me concentrar no que sou bom e me afastar daquilo em que sou péssimo.” // “Aposte tudo em suas virtudes , não em suas fraquezas. // Sou feliz por me concentrar no que sou bom e me afastar daquilo em que sou péssimo.” – Benvenutti.

Digo eu:

Este é um problema recorrente entre meus alunos.

A falta de um problema-foco.

Só se começa uma Jornada de Originalização, principalmente a do Terceiro Eu, quando se tem um Problema-Foco.

Diamante – a luta do Virtuosismo versus o Hedonismo

“Por isso , uso a palavra “ satisfação ” em vez de “ paixão ” – Benvenutti.

Eu comento:

Temos os prazeres:

  • Virtuosos – que agregam à Jornada de Originalização;
  • Hedonistas – que atrapalham.

O que ele diz “paixão” seria o sinônimo de Hedonismo. E “satisfação” de Virtuosismo.

O importante é aprendermos a separar o que é uma da outra, pois o Hedonismo atrapalha a nossa Originalização.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo:

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#Benvenutti – garimpando as melhores ideias destes autor.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. A Desobediência ao estabelecido exige uma Teoria Forte e uma Metodologia Forte para tirar algo e colocar algo ainda melhor no lugar.
  2. O processo de conseguir criar e desenvolver uma missão na vida (ter um propósito) é longo e trabalhoso.
  3. A Felicidade Estrutural, assim, demanda um esforço redobrado, pois não ocorre sem planejamento e esforço continuado.
  4. Quanto mais você coloca a sua inteligência para rodar numa atividade específica, mais inteligente você fica.
  5. Quando fazemos escolhas que fortalecem a nossa Originalização estamos praticando o Virtuosismo. E, ao contrário, o Hedonismo.
  6. Vigilância constante: tal escolha – seja de que tipo for – vai agregar ou atrapalhar a minha Jornada de Originalização?
  7. Podemos dizer que a “paixão” é a procura muito mais da Felicidade Conjuntural e a “satisfação” da Estrutural.
  8. De maneira geral, as pessoas não têm um projeto de vida, mas uma vida com projetos.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Melhor do que ser um indivíduo mediano em vinte coisas é ser extraordinário em uma.” – Benvenutti.

Diamante – a Felicidade Estrutural como referência das escolhas

Digo eu:

De maneira geral, as pessoas não têm um projeto de vida, mas uma vida com projetos.

Uma vida sem projeto, torna as pessoas mais vulneráveis à Exogenia Existencial (que é a influência das e escolhas muito mais de fora para dentro do que de dentro para fora).

A Endogenia Existencial é o contrário: a influência muito mais de dentro para fora do que de fora para dentro.

Quando escolhemos um projeto de vida, que podemos chamar também de Problema-Foco, para nos dedicar, deixamos apenas de viver Felicidades Conjunturais e passamos a desfrutar TAMBÉM da Felicidade Estrutural, a saber.

Os dois tipos de Felicidade:

  • Felicidades Conjunturais – alegrias que ocorrem na nossa vida ao longo do tempo;
  • Felicidade Estrutural – bem estar continuado ao perceber que estamos deixando um legado, a partir do nosso potencial.

Vejamos:

  • As Felicidades Conjunturais, alegrias, são mais naturais e menos planejadas;
  • A Felicidade Estrutural, bem estar continuado, precisa de um planejamento, pois precisa, dentro do tempo que estaremos vivos, deixar um determinado legado.

 A Felicidade Estrutural, assim, demanda um esforço redobrado, pois não ocorre sem planejamento e esforço continuado.

O processo de conseguir criar e desenvolver uma missão na vida (ter um propósito) é muito difícil, longo e trabalhoso.

Um projeto de vida exige autoconhecimento, tentativa e erro para que possamos ir deixando um legado.


Temos assim duas possibilidades de existência:

  • Uma Existência Mais Exógena – feita  muito mais filha do acaso do que do planejamento, que é algo que o Perfil Incrementalista pratica mais;
  • Uma Existência Mais Endógena – feita muito mais do planejamento e do esforço do que do acaso, que é algo que o Perfil Disruptivista pratica mais.

“Por isso, uso a palavra “ satisfação ” em vez de “ paixão.” – Benvenutti.

Digo eu agora:

A paixão está ligada à Felicidade Conjuntural e a satisfação à Felicidade Estrutural.

Eu comento:

Temos, portanto, dois tipos de prazeres:

  • Os Virtuosos – que agregam à Jornada de Originalização;
  • Os Hedonistas – que atrapalham a Jornada de Originalização.

Como aprender a separar um do outro?

Recorro ao autor:

“Faça perguntas do tipo: “Isso é mais importante do que as minhas atuais atividades?” “Eu realmente preciso participar desse compromisso?” “Faz sentido – para mim e para a empresa – parar o que estou fazendo e atender essa solicitação?”

Isso vale para qualquer atividade:

Vigilância constante: tal escolha – seja de que tipo for – vai agregar ou atrapalhar a minha Jornada de Originalização?

Quando fazemos escolhas que fortalecem a nossa Originalização estamos praticando o Virtuosismo. E, ao contrário, o Hedonismo.

O que ele diz “paixão” (sem se encaixar no projeto maior) seria o sinônimo de Hedonismo. E satisfação (que se encaixa no projeto maior) de Virtuosismo.

Outro ponto.

Diz Maurício:

“O norte – americano Martin Seligman , um dos pais da psicologia positiva, afirma que, para um indivíduo ser verdadeiramente feliz e ter uma vida repleta de significado, ele precisa reconhecer suas forças e utilizá-las para um bem maior.” // Se você trabalha somente para usufruir os sábados e domingos , seu modelo de vida é uma catástrofe.”- Benvenutti.

Vamos aqui colocar para rodar nossa Acupuntura Conceitual.

O conceito “Felicidade” ou “ser verdadeiramente feliz”, é algo muito vago.

Cada um tem seu critério de felicidade, mas temos que separar as alegrias conjunturais de algo estrutural, que é o que ele está se referindo.

Todos vivemos alegrias conjunturais, mas a Felicidade Estrutural faz parte de um projeto constituído.

Note que a famosa frase de que “felicidade é feita de momentos felizes” significa: felicidade são alegrias soltas e não conectadas, que nos fazem felizes.

A outra visão de felicidade, a chamada Estrutural, que cria um norte, no qual as alegrias se encaixam é algo maior.

A paixão ou alegrias desconectadas, que mais atrapalham do que ajudam, devem ser denominadas de Hedonismo.

Podemos chamar isso da Equação da Originalização:

Na Equação da Originalização é preciso evitar o Hedonismo, aqueles prazeres que mais atrapalham do que ajudam.

Nem todo mundo que questiona o Status Quo consegue formas de melhorá-lo.

A Desobediência ao estabelecido exige uma Teoria Forte e uma Metodologia Forte para tirar algo e colocar algo ainda melhor no lugar.

É isso, que dizes?

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Como hipótese, sem comprovação cientifica AINDA, podemos dizer que temos na sociedade mentes que podemos chamar de Inquietas.

Uma Mente Inquieta não significa que a pessoa será fora de série.

A pessoa que tem uma Mente Inquieta tem mais chance de realizar determinadas atividades mais disruptivas.

Uma Mente Inquieta tem, assim  as seguintes características:

  • dom natural para identificar discursos mais lógicos e rejeitar os menos;
  • facilidade para identificar padrões nos fenômenos;
  • e, por sua característica inquieta, demanda por desafios relevantes à sua frente.

Mentes Inquietas de maneira geral exercem uma função de trazer mudanças.

  • Mentes Inquietas em momentos de Normalidade Paradigmática são menos relevantes e tendem a não ter muito espaço.
  • Mentes Inquietas em momentos de Extraordinariedade Paradigmática são mais relevantes e tendem a ter mais espaço.

O problema que temos hoje é que há poucos estudos para reconhecer e apoiar Mentes Inquietas a desenvolver seu potencial.

Uma Mente Inquieta não é mais inteligente ou tem um QI maior, tem, entretanto, determinadas características propícias à inovação.

Um trabalho que temos feito aqui na escola tem sido na Metodologia de Originalização de Mentes Inquietas:

  • definir as características principais de uma Mente Inquieta;
  • como reconhecer uma Mente Inquieta;
  • e como ajudar o Inquieto Inovador a desenvolver, o máximo possível, o seu potencial.

Quando temos Revoluções Civilizacionais as Mentes Inquietas assumem um importante papel:

  • mais facilidade de entender o novo contexto;
  • mais facilidade de se desapegar dos novos paradigmas;
  • maior capacidade de ajudar nas mudanças de paradigma.

É isso, que dizes?

 

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#Benvenutti – garimpando as melhores ideias destes autor.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Os Desobedecedores são aqueles que procuram modificar o status quo de forma mais radical ou disruptiva.
  2. A Radicalidade e a Disruptividade são, de maneira geral, feitas por determinados perfis de pessoas, com determinado tipo de mente mais inquietas.
  3. Seria uma loucura se todo mundo fosse só incremental ou se todo mundo fosse radical ou disruptivo.
  4. A sociedade humana chegou aonde chegou, justamente por termos uma maioria de pessoas que operam no incremental e uma minoria no radical e no disruptivo.
  5. No Digital, não se procura mais um trabalho é preciso inventar um.
  6. Teremos uma sociedade futura, se comparada a atual, com pessoas muito mais originalizadas do que hoje.
  7. Estamos vivendo uma Revolução Civilizacional, que nos leva a um aumento generalizado da Taxa de Originalização.
  8. Eu diria que há na sociedade uma Equação de Pareto da Inovação, na qual 20% das pessoas tendem a desobedecer o Status Quo e 80% o seguem.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Não seja aquilo o que a sociedade espera de você.” – Benvenutti.

Lá pelas tantas, do ótimo livro do Benvenutti, ele se pergunta por que tão pouca gente entra no Modus Desobediência?

Eu diria que há na sociedade uma Equação de Pareto da Inovação, na qual 20% das pessoas tendem a desobedecer o status quo e 80% o seguem.

Podemos ainda dizer que dos 20% que desobedecem, muitos vivem o Inconformismo Tóxico, não gostam do status quo, mas procuram alterá-lo para algo ainda pior.

O que reduz a um grupo pequeno de Inquietos Inovadores, que questionam o Status Quo e conseguem praticar o Inconformismo Saudável.

Vejamos os dois tipos de Inconformismo:

  • O Inconformismo Tóxico – a pessoa questiona o Status Quo, mas sugere mudanças ou consegue promover mudanças que não vão alterá-lo em nada ou irão ainda piorá-lo;
  • O Inconformismo Saudável – a pessoa questiona o Status Quo, mas sugere mudanças e consegue promover que vão alterar em nada ou irão ainda piorá-lo.

Entretanto, quando falamos de aceitar o status quo, podemos dizer que ninguém o aceita completamente, sempre há um pequeno ajuste.

E nos pequenos ajustes sendo feito por muitas e muitas pessoas, há mudanças que vão ocorrendo, que Thomas Kuhn (1922 -96) definiu como os momentos de normalidade.

É um movimento de Ordem Espontânea de continuidade, que vai resolvendo os problemas de sobrevivência de forma incremental.

Os Desobedecedores são aqueles que procuram modificar o status quo de forma mais radical ou disruptiva.

No que Kuhn definiu como Extraordinariedade.

A sociedade humana chegou aonde chegou, justamente por termos uma maioria de pessoas que operam no incremental e uma minoria no radical e disruptivo.

 Seria uma loucura se todo mundo fosse só incremental ou se todo mundo fosse radical ou disruptivo.

A Radicalidade e a Disruptividade são, de maneira geral, feitas por determinados perfis de pessoas, com determinado tipo de mente mais inquietas.


Nos estudos que estamos fazendo na Bimodais, estamos tentando entender o tipo de perfil dos Desobedecedores e como ajudá-los a praticar o Inconformismo Saudável e não o tóxico.


Isso vale para qualquer conjuntura.

O que vivemos hoje, entretanto, é um outro tipo de mudança neste cenário entre os Mais Obedecedores e os Mais Desobedecedores.

Estamos vivendo uma Revolução Civilizacional, que nos leva a um aumento generalizado da Taxa de Originalização.

Teremos uma sociedade futura, se comparada a atual, com pessoas muito mais originalizadas do que as de hoje.

Porém, se o padrão se repetir, haverá no futuro a mesma Equação de Pareto da Inovação, na qual 20% das pessoas tendem a desobedecer mais o novo Status Quo e 80% o seguem, dentro de um novo Patamar de Originalização.

Assim, temos hoje no mercado duas demandas em termos de Originalização:

  • a macro passagem da Originalização 1.0 para a 2.0;
  • e, dentro da Originalização 2.0, a jornada individual das Mentes Inquietas começando a desobedecer neste novo ambiente.

Por causa da passagem da Originalização 1.0 para a 2.0, temos hoje cada vez mais autores abordando o tema da Originalização em vários aspectos

O livro de Benvenutti é mais um dos muitos que já analisamos.

Vamos ver o que podemos agregar na nossa Narrativa Originalizadora.

Detalhe: já estou usando aqui os critérios da Garimpagem Conceitual da Metodologia de Leitura Ativa Bimodal:

  • Diamante – algo novo ou extremamente relevante para nossa Jornada de Originalização;
  • Ouro – algo relevante para a Jornada de Originalização, mas não tão novo ou impactante.

Diamante:

“Afinal, como Thomas Friedman disse, as gerações passadas tiveram vantagem , pois elas tinham apenas que “ encontrar ” um emprego . Hoje , porém , seus descendentes precisarão “ inventar ” um .”  // “Negócios e profissões estão agora em constante mudança, exigindo que você seja ágil para mudar o rumo da sua vida ao longo do tempo.” Benvenutti.

Muito boa a forma de fazer a dicotomia do mercado de trabalho pré e pós digital:

Mercado de trabalho

  • No pré-digital – eu procuro trabalho;
  • No pós-digital – eu invento trabalho.

Isso é uma realidade dos novos tempos e tem que ser passado para todos que estão no mercado de trabalho.

Faria uma síntese desta dicotomia entre as duas civilizações na seguinte frase:

“No Digital, não se procura mais um trabalho é preciso inventar um.”

Diamante:

“Listei vinte pessoas do meu convívio profissional para serem entrevistadas.” – Benvenutti.

Aqui uma ótima metodologia para descobrir o propósito:  conversar com pessoas que já trabalharam contigo para descobrir o que eles conseguem ver de potencial em você.

E, claro, este levantamento deve ser – um apoio – não o veredito do seu projeto de Originalização.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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#Vocabulário – aprimorando este conceito.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Quando queremos mudar qualquer forma de pensar e agir, é mais adequado começar questionando o Vocabulário Corrente.
  2. Quando mostramos que uma palavra é mal empregada, no fundo, de forma consciente ou não, estamos sugerindo uma nova forma de pensar.
  3. Me diga a mídia que está disponível e te direi o Modelo de Intermediação que está sendo praticado.
  4. Quando mudamos uma mídia, há logo a seguir um forte movimento de revisão de TODOS os paradigmas da sociedade.
  5. O uso frequente de determinadas palavras acaba por influenciar e consolidar formas de pensar e agir, que, para serem modificadas, precisam ser questionadas.
  6. Me diga o Modelo de Intermediação que está sendo praticado e vais achar um conjunto de palavras que o sustenta e o defende.
  7. Qualquer mudança que se queira, sempre se inicia pela forma de pensar.
  8. Questionar a forma de pensar, passa NECESSARIAMENTE pelo questionamento de palavras indevidas.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“O que sabemos é uma gota , o que ignoramos é um oceano.” – Isaac Newton.

Os paradigmas são formados por um conjunto de conceitos (se quiserem, palavras), que acabam por se tornar o Vocabulário Corrente.  

Paradigmas geram vocabulários e para questionar os paradigmas é preciso começar questionando o vocabulário.

Quando queremos mudar qualquer forma de pensar e agir, é mais adequado começar questionando o Vocabulário Corrente.

É preciso mostrar as incoerências do Vocabulário Corrente e, assim, mostrar os problemas dos paradigmas, sugerindo outro.

O uso frequente de determinadas palavras acaba por influenciar e consolidar formas de pensar e agir, que, para serem modificadas, precisam ser questionadas.

Um exemplo típico do questionamento do vocabulário corrente para questionar paradigmas é o que Ayn Rand fez com a palavra “egoísmo”.

Ela – para questionar uma forma de pensar da sociedade, que via o interesse próprio como algo ruim – resolveu escrever um livro denominado “A virtude do Egoísmo”.

Ao questionar o senso comum, de enxergar o egoísmo como algo negativo, Rand demonstrou, de forma bem embasada, que todos precisamos defender nossos interesses para poder sobreviver.

Ela defendeu que o egoísmo não é uma opção, mas uma condição da sobrevivência humana.

E que existem dois tipos de egoísmo:

  • Egoísmo Tóxico – aquele em que a pessoa se aproveita dos outros sem autorização;
  • Egoísmo Saudável – aquele em que há um processo de trocas e negociações voluntárias.

Ao questionar a palavra/conceito egoísmo, Rand estava introduzindo um novo paradigma e questionando o antigo.

De maneira geral, as pessoas não se preocupam quase nada com o uso mais preciso das palavras.

Aqui podemos adaptar Marshall McLuhan (1911 – 1980) que dizia que o meio é a mensagem.

Isso inclui não só o uso da mídia, mas também do vocabulário.

McLuhan dizia que não importa o conteúdo, o canal está fazendo a sua cabeça.

Sim, o que ele queria enfatizar é que o papel oculto e, até então, desconhecido da mídia, mas o conteúdo também faz parte da mídia.

Há por dentro dos canais, através da linguagem, a escolha de determinadas palavras, que se tornam correntes, em detrimento de outras.

Assim, quando queremos promover mudanças, inovar, é preciso identificar as palavras inadequadas e começar o processo de questionamento.

Qualquer mudança que se queira, sempre se inicia pela forma de pensar.

E questionar a forma de pensar, passa NECESSARIAMENTE pelo questionamento de palavras indevidas.

Mas é justamente neste momento de se questionar o vocabulário,  que está se questionando o paradigma vigente.

Exemplos?

  • Empresa Pública versus Privada – toda empresa é pública, pois serve ao público, a diferença é se é Estatal ou Privada;
  • Ciência Pura e Aplicada – toda ciência deve ser aplicada, o que temos são pesquisas filosóficas, teóricas e metodológicas, que são revisadas no processo de sua aplicação;
  • Sair da Caixa – ninguém sai da caixa (da sua percepção), mas olha para ela e faz upgrades.

Quando queremos alterar processos, o primeiro passo é identificar palavras que estão sendo utilizadas, de forma indevida, reforçando algo que se quer mudar.

Assim, toda Inovação começa ao se questionar palavras que reforçam aquilo que se quer mudar.

Quando queremos inovar, seja de forma incremental, radical ou disruptiva, tudo começa com novas visões que NECESSARIAMENTE vão esbarrar nas limitações do Vocabulário Corrente.

Quando começamos a ver coisas diferentes, vamos percebendo aos poucos as palavras que atrapalham a nova visão.

Isso vale para os momentos de Normalidade ou Extraordinariedade Paradigmáticas.

Agora, porém, temos um momento peculiar no questionamento dos paradigmas e das palavras, que merece um detalhamento a mais.

Karl Marx (1818 – 83) disse uma vez que toda a Ideologia dominante na sociedade é da classe dominante.

Vejamos:

“As ideias da classe dominante são, em todas as épocas, as ideias dominantes, isto é, a classe que é a força material dominante da sociedade é, ao mesmo tempo, sua força intelectual dominante.”

Estou muito longe de ser marxista (já tive simpatia e hoje não mais).

Porém, acredito que podemos aprofundar este tema de outro jeito, pois tem algo aqui que faz sentido.

Dentro dos nossos estudos, percebemos que há na sociedade um Modelo de Intermediação, que é influenciado pelas mídias.

Me diga a mídia que está disponível e te direi o Modelo de Intermediação que está sendo praticado.

Me diga o Modelo de Intermediação que está sendo praticado e vais achar um conjunto de palavras que o sustentam e o defendem.

O Modelo de Intermediação define os modelos das organizações e determinadas formas de pensar e agir vão se consolidando.

As Organizações Intermediadoras têm determinados interesses, formas de pensar, que se expressam nas palavras usadas.

Porém, isso eu não chamaria de ideologia, mas de paradigmas.

Vivemos hoje uma rara mudança no Macro Modelo de Intermediação da sociedade: Gestão versus Curadoria.

Vivemos a maior Revolução Civilizacional que o Sapiens já passou.

Toda a forma de pensar e agir da sociedade é influenciada pela Gestão.

A Gestão tem um modelo de se pensar a sociedade, paradigmas embutidos e palavras e conceitos estabelecidos.

A Curadoria vai, aos poucos, como já está fazendo, criando novas formas de intermediação, que irá produzir, naturalmente, um novo vocabulário.

Assim, podemos dizer que os Paradigmas Hegemônicos da Sociedade são aqueles que reforçam os interesses das Organizações Intermediadoras, que se estruturam sobre um Ambiente Midiático.

Quando queremos inovar, seja de forma incremental, radical ou disruptiva, tudo começa com novas visões que NECESSARIAMENTE vão esbarrar nas limitações do Vocabulário Corrente.

Quando começamos a ver coisas diferentes, vamos percebendo aos poucos as palavras que atrapalham a nova visão.

É isso, que dizes?

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 O áudio do artigo

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Novas Hashtags:

#futurismo – aprofundando este tema.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Hoje, as Teorias sobre a Sociedade Humana estão vivendo, como nos ensinou Kuhn, um momento de Anomalia Paradigmática.
  2. Sem Padrões Teóricos, não há NENHUMA possibilidade de projetar cenários de médio e longo prazo.
  3. É da escolha de uma Teoria Forte que podemos praticar um Futurismo Forte.
  4. Hoje, o principal problema dos Futuristas de Plantão é o de tentar prever o futuro com as mesmas teorias do passado.
  5. O novo Mundo Digital tem gerado fatos que as teorias de plantão não conseguem explicar com eficácia.
  6. Sem uma revisão geral dos padrões da sociedade humana será IMPOSSÍVEL projetar o futuro que se avizinha!
  7. É da qualidade da Teoria Social escolhida que se pode ter uma visão de cenário mais ou menos adequada em relação aos fatos.
  8. Todo Futurista, para que possa projetar o futuro, precisa escolher uma Teoria Forte sobre a sociedade.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Se queres prever o futuro, estuda o passado.” – Confúcio.

Se você pesquisar Futurismo (voltado para os negócios) no Google talvez ache esta definição colhida aqui:

“Futurismo é a disciplina que investiga, explora, traduz e acelera as possibilidades de um futuro pós-emergente, ou seja, de cinco a 10 anos. Sua proposta é observar como as evidências (passadas e presentes) encontradas na ciência, na tecnologia e no empreendedorismo (ou negócios em geral) podem afetar a cultura, os novos comportamentos e as novas estruturas da sociedade. Seu objetivo é aumentar a consciência da sociedade ajudando-a a tomar decisões que geram impacto positivo tanto hoje quanto amanhã.”

O que eu mudaria nesta definição?

Futurismo é uma Ferramenta Conceitual de Sobrevivência (pensamento/teoria e proposta de ação/metodologia), que investiga e sugere ações para que pessoas e organizações possam lidar melhor com o futuro de médio e longo prazo, visando resultados melhores no amanhã. 

Para que tenha êxito, o Futurismo precisa de uma Teoria Forte, que permita identificar e classificar os padrões que regem a sociedade, compará-los com os fenômenos presentes e, a partir daí, apontar macrotendências futuras gerais e setoriais. 

Assim temos duas aplicações para o Futurismo:

  • Futurismo Geral – que aponta as macrotendências de cenários futuros para toda a sociedade;
  • Futurismo Setorial – que aplica o Futurismo Geral num setor específico.

Falemos do Futurismo Geral.

Todo Futurista,  para que possa projetar o futuro, precisa escolher uma Teoria Forte sobre a sociedade.

Teorias (com T maiúsculo) são aquelas que – em qualquer campo – a partir das percepções iniciais conseguem identificar e classificar padrões.

Sem Padrões Teóricos, não há NENHUMA possibilidade de projetar cenários de médio e longo prazo.  

É da qualidade da Teoria Social escolhida que se pode ter uma visão de cenário mais ou menos adequada em relação aos fatos. 

O Futurismo – diga-se de passagem – sempre existiu com outros nomes sempre com foco em ajudar a sobrevivência do Sapiens.

Porém, como nos ensinou nosso titio Thomas Kuhn (1922 -96) o conhecimento humano – em qualquer área – vive sempre dois momentos:

  • a Normalidade Paradigmática – quando os paradigmas estão rimando com os fatos;
  • a Extraordinariedade Paradigmática – quando os paradigmas passam a brigar com os fatos.

Hoje, as Teorias sobre a Sociedade Humana estão vivendo, como nos ensinou Kuhn, um momento de Anomalia Paradigmática.

O novo Mundo Digital tem gerado fatos que as teorias de plantão não conseguem explicar com eficácia.

Fato é que a atual Revolução Civilizacional é um fenômeno que não se encaixa nas Teorias sobre a Sociedade Humana de plantão.

Precisamos sair da Normalidade para a Extraordinariedade Paradigmática, revendo, de forma profunda, as bases das Teorias sobre a Sociedade Humana se quisermos entender o Mundo Digital.

Sem uma revisão geral dos padrões da sociedade humana será IMPOSSÍVEL projetar o futuro que se avizinha!

Hoje, o principal problema dos Futuristas de Plantão é o de tentar prever o futuro com as mesmas teorias do passado.

A Internet e suas inúmeras consequências não estavam previstas nas Teorias sobre a Sociedade Humana – o que denota a obsolescência das mesmas.

Como diz o influenciador digital brasileiro Gil Giardelli:

“Não use velhos mapas para descobrir novas terras.”

O que ele chama de velhos mapas?

As velhas e obsoletas Teorias sobre a Sociedade Humana, que analisavam os padrões da passado não tinham no seu “cardápio”:

  • o peso que mudanças de tecnologias no geral e as mídias, em particular, tem na sociedade;
  • e a relação destas, com a demografia e os Macromodelo de Sobrevivência.

As principais escolhas que os Futuristas (que querem a Excelência) precisam fazer são:

  • qual a teoria você vai utilizar para prever o futuro?
  • vai aceitar as atuais ou procurar novas?
  • em escolhendo novas, quais novas vai optar?

É da escolha de uma Teoria Forte que podemos praticar um Futurismo Forte.

O que a Bimodais – Escola de Futurismo para Inquietos – tem procurado desenvolver é:

  • uma teoria mais consistente, a partir das bases conceituais da Escola de Toronto Canadense;
  • uma metodologia que possa ajudar organizações na passagem do cenário pré para o pós-digital;
  • e, por fim, uma metodologia para ajudar Inquietos Inovadores na sua Jornada de Originalização, dominando de forma adequada o novo cenário.

Para que pudéssemos fazer isso, desenvolvemos um largo arcabouço filosófico, teórico e metodológico, que está em constante atualização.

Tivemos, por necessidade, ao longo do processo, que optar pela criação da Antropologia da Sobrevivência para servir de base para nossas análises.

Por quê?

A Antropologia da Sobrevivência tem como foco os macro movimentos feitos pelo Sapiens, ao longo da história, para sobreviver melhor.

Hoje, vivemos com a chegada do Digital um Macro Movimento da espécie para melhorar a nossa sobrevivência.

Não é possível entender os desdobramentos de tudo que estamos vivendo se não entendermos o cenário geral, com foco na sobrevivência.

É preciso rever os Padrões da Sobrevivência Humana, a partir da revisão do papel das tecnologias, em especial o da mídia, da demografia e da relação de tudo isso com nossa sobrevivência.

Portanto, quando queremos prever o futuro de longo prazo, é preciso começar pelo que NÃO muda na espécie, o que muda pouco, o que muda muito.

Padrões científicos fortes – em qualquer campo – começam sempre pelo que muda pouco ou quase nada para, só então, analisar as demais variantes.

É isso, que dizes?

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Vamos dar continuidade a classificação dos diferentes ambientes produtivos na sociedade hoje.

A pergunta que eu procuro responder neste artigo é qual é a diferença entre a curadoria e 1.0 e a curadoria 2.0.

O YouTube é o representante da curadoria 1.0 assim como o Bitcoin é da curadoria 2.0.

Grande diferença entre a curadoria 1.0 e a 2.0 é o uso dos canais digitais.

O YouTube se estrutura em cima de uma plataforma. O Bitcoin se utiliza de um ecossistema digital.

O YouTube criou uma inteligência artificial para poder dar voz a seus usuários.

O YouTube, entretanto, mantém o controle da sua inteligência artificial e pode modificá-la a qualquer momento.

Na curadoria 1.0 temos o controle da inteligência artificial pelo curador.

No Bitcoin temos também uma inteligência artificial porém, ela é criada e o curador não tem mais controle sobre ela.

A inteligência artificial na curadoria 2.0 passa a ser a independente do seu criador.

 

O áudio do artigo 

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal270522

Novas Hashtags:

#Mídias – detalhando este conceito para a Narrativa Bimodal.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Na Curadoria, há uma diversidade muito maior de vozes, já que o acervo é aberto para que cada um possa colocar o seu conteúdo.
  2. Na Curadoria, temos o aumento exponencial do desejo dos usuários expresso nas decisões, que são tomadas.
  3. Na Curadoria, não é um Gestor que toma decisões, mas uma Inteligência Artificial, baseada nos diferentes dados fornecidos pelos usuários ao longo da sua navegação.
  4. No Youtube, não há controle direto sobre o acervo, que é feito, através da participação dos usuários, que se tornam micro gestores.
  5. Na Gestão 2.0, há uma utilização de vários recursos digitais, porém de uma forma parcial, mantendo o antigo modelo de controle sobre os processos.
  6. O Digital permitiu com as suas Tecnopossibilidades a criação da Curadoria – uma Filosofia Administrativa inédita, nunca antes experimentada pelo Sapiens.
  7. Quando surgem novas mídias, é possível dar upgrades, mais ou menos disruptivos, nos Modelos Administrativos.
  8. Todas as organizações existentes operam dentro das limitações das mídias disponíveis.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao artigo:

“As sociedades sempre foram moldadas mais pela natureza dos meios que os homens usam para comunicar-se que pelo conteúdo da comunicação.” – McLuhan.

Desenvolvemos aqui um primeiro artigo sobre mídias e agora vamos aperfeiçoá-lo.
Vivemos hoje duas Filosofias de Sobrevivência na sociedade, uma Bimodalidade Civilizacional:
  • A Filosofia da Sobrevivência da Gestão – que tem um modelo de controle dos processos mais centralizado, com uma utilização mais parcial das novas mídias;
  • A Filosofia da Sobrevivência da Curadoria – que tem um modelo de controle dos processos mais descentralizado, com uma utilização mais ampla das novas mídias.
O que é novidade nas Teorias da Administração é o seguinte:
Todas as organizações existentes operam dentro das limitações das mídias disponíveis.
Quando surgem novas mídias, é possível criar upgrades, mais ou menos disruptivos, nos Modelos Administrativos.  
Quando analisamos o cenário competitivo Pós-Digital, observamos que:
  • temos organizações, que estão muito mais próximas da Gestão, já se utilizando parcialmente de algumas novidades do Digital;
  • temos organizações, que estão muito mais próximas da Curadoria, já se utilizando de forma mais ampla das novidades do Digital.

O Digital permitiu com as suas Tecnopossibilidades a criação da Curadoria – uma Filosofia Administrativa inédita, nunca antes experimentada pelo Sapiens. 

Vamos aos exemplos.
O Netflix – bem como o Nubank – são representantes típicos do que podemos chamar de Gestão 2.0.
Na Gestão 2.0, há uma utilização de vários recursos digitais, porém de uma forma parcial, mantendo o antigo modelo de controle sobre os processos.
O Youtube – bem como o Uber – são representantes típicos do que podemos chamar de Curadoria 1.0.
Na Curadoria 1.0, há uma utilização de vários recursos digitais, porém de uma forma mais ampla, criando um novo modelo de controle sobre os processos.

O Netflix é Gestão 2.0. O Youtube é Curadoria 1.0. 

No Youtube, não há controle direto sobre o acervo, que é feito, através da participação dos usuários, que se tornam micro gestores.

 

Na Curadoria, não é um Gestor que toma decisões, mas uma Inteligência Artificial, baseada nos diferentes dados coletados pelos usuários.
  • O Curador do Youtube gerencia a Inteligência Artificial diretamente e o conteúdo indiretamente;
  • O Gestor do Netflix gerencia o conteúdo diretamente e não dá poder à Inteligência Artificial para decidir sobre o conteúdo.

Tudo que entra e sai na Gestão precisa de um Carimbo Central.

No Youtube, não há mais a necessidade de carimbo central.

A característica principal da nova Filosofia Administrativa Curadora é de permitir que o Curador transfira as decisões para uma Inteligência Artificial, a partir da participação dos usuários.

Na Curadoria, temos o aumento exponencial do desejo dos usuários expresso nas decisões, que são tomadas.

Na Curadoria, há uma diversidade muito maior de vozes, já que o acervo é aberto para que cada um possa colocar o seu conteúdo.

Organizações Curadoras conseguem atender de forma muito mais eficaz o desejo em larga escala.

Mais ainda.

Organizações Curadoras conseguem um grau de personalização muito maior, pois cada usuário passa a poder ser não só consumidor, mas também fornecedor.

E ainda mais.

Organizações Curadoras conseguem transformar cada usuário num micro gestor, ajudando na manutenção da qualidade.

Assim, a nova Filosofia Administrativa Curadora – só possível com o uso mais amplo do potencial  da nova mídia.

A Curadoria permite uma transferência de poder do centro para as pontas, que era impossível antes.

Como o Sapiens tem a demanda pela Descentralização Progressiva para lidar com a Complexidade Progressiva, temos na Curadoria a grande Macrotendência para o futuro.

É isso, que dizes?
Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano
Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

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  O áudio do artigo 

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#apps_de_namoro – aprofundando este tema.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Hoje, cada vez mais precisamos da parceria ciência/padrões e depois algoritmos para viver melhor.
  2. Temos hoje uma forte demanda por uma espécie de Ciência dos Relacionamentos para balizar o Namoro 2.0.
  3. Para os aplicativos de namoro, dificultar que você encontre alguém é lucrativo.
  4. Assim, no modelo atual, quanto mais eficaz é o aplicativo de namoro em criar casais, menos dinheiro ele faz.
  5. Os aplicativos de namoro vivem um impasse interessante, pois quando você encontra um parceiro, você deixa de ser cliente.
  6. Há em vários aplicativos de namoro – parece deliberado – algo do tipo: melhor que você fique procurando sempre do que ache alguém.
  7. Quanto mais um aplicativo de namoro te ajuda a encontrar uma pessoa legal com menor esforço, melhor ele é. E vice-versa.
  8. O problema não é o excesso de oferta de namorados ou namoradas, mas dos filtros, que são os aplicativos de namoro.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Já sei namorar. Já sei beijar de língua. Agora, só me resta sair da internet.” – Vanessa Pimentel.

A famosa frase, pelo menos para mim, de Clay Shirky cabe bem também para o tema dos namoros:

“Não temos um problema de excesso de informação, mas de filtros.”

Nossos avós viveram em cidades com muito menos gente.

Tivemos, nas últimas décadas, no Brasil e no mundo, uma forte passagem da escassez para a abundância.

Hoje, temos muito mais homens e mulheres no mundo – o que aumenta muito a oferta de parceiros e cabe a pergunta: como escolher?

No caso dos relacionamentos afetivos-sexuais, tivemos – por motivos diversos – uma explosão de divórcios, o que torna a procura de parceiros algo constante na vida de cada vez mais gente.

Mais ainda.

Hoje, pessoas com mais idade estão ativas em todos os aspectos da vida, o que aumenta ainda mais o leque dos procurantes.

Adaptando Shirky para o caso da procura de namorados e namoradas:

O problema não é o excesso de oferta de namorados ou namoradas, mas dos filtros, que são os aplicativos de encontros, ou de namoro.

As Tecnopossibilidades da Internet criaram uma nova forma das pessoas se conhecerem para namorar.

Os aplicativos de namoro hoje são talvez o principal meio pelo qual os casais estão se conhecendo.

Como avaliar um aplicativo de namoro para saber se ele é bom ou não?

Diria que:

Quanto mais um aplicativo de namoro te ajuda a encontrar uma pessoa legal com menor esforço, melhor ele é. E vice-versa. 

Para que um aplicativo de namoro consiga aproximar pessoas compatíveis, é preciso superar dois grandes desafios:

  • Objetivo – local, escolaridade, tipo físico, idade, profissão, posição política, religiosa – que são itens mais fáceis;
  • Subjetivo – depois das objetividades, permitir selecionar por Afinidades Subjetivas, humor, formas de pensar relações, linguagens afetivas, que são muito mais difíceis de serem compatibilizadas.

Os aplicativos de namoro vivem um impasse interessante, pois quando se encontra um parceiro, você deixa de ser cliente.

Assim, no modelo atual, quanto mais eficaz é o aplicativo de namoro em propiciar encontros, menos dinheiro ele faz.

E aí ao invés dos aplicativos de namoro investirem para ajudar as pessoas a criar relações mais estáveis, eles acabam virando aplicativos de azaração.

Há em vários aplicativos de namoro – parece deliberado – algo do tipo: melhor que você procure sempre do que ache alguém.

Um aplicativo de namoro cobra uma mensalidade e se você acha alguém – ele perde um cliente.

Quanto mais você ficar procurando alguém, mais ele ganha. Quando você acha alguém, eles perde.

Para os aplicativos de namoro, dificultar que você encontre alguém é lucrativo.

Digamos que você coloca que quer se relacionar com pessoas de nível superior, vários aplicativos de namoro vão continuar te mostrando perfil de pessoas que não tem nível superior.

A ideia é dificultar a procura para que você passe mais tempo possível no aplicativo, tendo muita gente para selecionar.

Se você tem pouca gente para ver, eles acreditam que não é bom para os negócios.

No fundo, o que muitos aplicativos de namoro fazem é estimular a compulsão da procura e reduzir a possibilidade do encontro.

Há um mercado interessante, a partir destes problemas nos Aplicativos de Namoro:

  • de consultoria para um uso mais inteligente dos aplicativos de namoro;
  • do desenvolvimento de aplicativos de namoro, que cobram mais pelo sucesso do resultado, sem a ideia da mensalidade.

Se pensarmos tanto na formação de consultores para namoro – que já deve ter por aí – e em sites de encontros, que tenham uma taxa de resultado melhor, temos dois megas desafios, um conceitual e outro tecnológico, vejamos a demanda:

  • Pesquisa e desenvolvimento da Ciência dos Relacionamentos – que é um campo novo, que pesquisa quais são os diferentes  tipos de perfis e como  casais podem ser mais ou menos compatíveis;
  • Pesquisa e desenvolvimento de Algoritmos dos Relacionamentos – com uma Ciência dos Relacionamentos mais sofisticada, pode-se desenvolver algoritmos para ajudar as pessoas a reduzir o tempo para encontrar alguém.

Não estamos mais na fase romântica dos encontros do pré-digital, chegou a hora de pedir ajuda aos algoritmos para aumentar a taxa de felicidade conjugal das pessoas.

Isso vale para tudo na vida, tanto para escolher profissões, jornadas de vida, lazer, hobbies, filmes, séries.

Hoje, cada vez mais precisamos da parceria ciência/padrões e depois algoritmos para viver melhor.

Não, não é possível desenvolver algoritmos neste ou em qualquer campo se você não tem Padrões Teóricos para que eles possam funcionar de forma adequada.

Obviamente, que tanto a pesquisa da Ciência dos Relacionamentos, quanto do desenvolvimento dos Algoritmos é um processo progressivo de tentativa e erro.

O objetivo neste nosso mundo cada vez mais complexo é que as pessoas encontrem o que desejam com menos esforço.

Fato é, no caso do namoro.

Antigamente, as pessoas namoravam o amigo do amigo, o parente do amigo, ou alguém que se tinha uma certa referência.

Hoje, é preciso do apoio de algoritmos para que não se perca muito tempo procurando e, na maior parte das vezes, se frustrando.

Temos hoje uma forte demanda por uma espécie de Ciência dos Relacionamentos para balizar o Namoro 2.0.

O problema, assim, é anterior aos aplicativos de namoro, pois há uma falta de conhecimento sobre as compatibilidades entre as pessoas para se relacionar.

Que tipo de perfil pode ter mais chance de se compatibilizar com qual?

Quanto mais perto os algoritmos podem chegar desta ajuda na compatibilidade, menos tempo as pessoas vão perder nos aplicativos com pessoas incompatíveis.

Antes de tudo, precisamos de uma Ciência dos Relacionamentos cada vez melhor e depois, a partir dela, algoritmos que possam ajudar as pessoas a reduzirem o tempo de encontro.

O que temos hoje é uma fase primitiva dos aplicativos de namoro, na qual todo o trabalho de seleção fica a cargo das pessoas com pouco algoritmo ajudando.

As pessoas também não se conhecem, não sabem bem o que procuram e é bom que tenham a ajuda de pessoas que estudaram o assunto para evitar cometer os mesmos erros do passado.

Podemos dizer que temos hoje uma grande complexidade de oferta e uma primitiva capacidade de pensar a demanda.

Prevejo mais a frente o seguinte.

O que fará a diferença entre os diferentes aplicativos será:

  • Qual a Ciência de Relacionamentos que embasa o algoritmo?
  • Qual a qualidade do algoritmo para colocar os Padrões de Relacionamentos para ajudar as pessoas?
  • Por fim, quanto vai custar tudo isso para os usuários?

Hoje, no atual cenário primitivo, cada pessoa tem a necessidade de desenvolver uma metodologia particular para que possa evitar a perda de tempo.

O que estamos precisando é um inteligente e sofisticado Cupido Digital Algoritimizado, que ajude as pessoas a encontrar mais facilmente pares compatíveis.

No fundo, o que fará uma pessoa encontrar um parceiro mais compatível no futuro, dependerá, antes de tudo, da escolha do aplicativo de Namoro 2.0 selecionado.

Quem não gostar de ser direcionado pelo Cupido Digital Algoritimizado deve ter a opção de não pedir ajuda e garimpar por conta própria.

Há algo do romantismo do passado em termos de relações que precisará ser abandonado.

Bem vindo ao século XXI com a complexidade nossa de cada dia.

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

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#Grant – detalhando o pensamento deste autor.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Se Originalizar é sempre caminhar na direção de uma nova encruzilhada.
  2. Quando você está com alta taxa de Felicidade Estrutural, a opinião dos outros sobre você cada vez importa menos.
  3. Há uma demanda hoje para toda a sociedade de passar a praticar uma Taxa de Originalização bem acima da que praticávamos antes da Internet.
  4. Quando vivemos Revoluções Midiáticas, iniciamos processo de Originalização Coletiva, na nítida passagem de um Sapiens mais para um menos massificado.
  5. A Complexidade Demográfica Progressiva nos obriga a praticar a Descentralização Progressiva.
  6. O Sapiens é uma Tecnoespécie e, por causa disso, pode praticar a Complexidade Demográfica Progressiva.
  7. Mídias Descentralizadas permitem que as pessoas possam sair da massificação provocada por Mídias Centralizadas.
  8. Vivemos hoje, a partir da Internet, a passagem de um Sapiens menos para um mais originalizado.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“A originalidade não é uma característica fixa. É uma escolha.” – Grant.

Temos dois tipos de Jornadas de Originalização do Sapiens:

  • a Originalização Individual – independente dos contextos gerais, quando alguém resolve ir mais fundo nos seus diferenciais;
  • a Originalização Coletiva – a partir da chegada de uma nova Revolução Midiática, quando temos o processo de Originalização Coletiva.

Mídias Descentralizadas permitem que as pessoas possam sair da massificação provocada por Mídias Centralizadas. 

O Sapiens é uma Tecnoespécie e, por causa disso, pode praticar a Complexidade Demográfica Progressiva.

A Complexidade Demográfica Progressiva nos obriga a praticar a Descentralização Progressiva.

Quando vivemos Revoluções Midiáticas, iniciamos processo de Originalização Coletiva, na nítida passagem de um Sapiens mais para um menos massificado. 

O livro de Grant “Originalistas”, bem como todos os outros que temos lido este ano, são ofertas de conteúdo para uma demanda latente do Sapiens hoje.

Vivemos hoje, a partir da Internet, a passagem de um Sapiens menos para um mais originalizado.

Há uma demanda hoje para toda a sociedade:

  • sair de um Modus Operandi de não uso para o uso de equipamentos digitais;
  • sair de um Modus Operandi de um uso menos para um mais inteligente dos equipamentos digitais;
  • e passar a praticar uma Taxa de Originalização bem acima da que praticávamos antes da Internet.

Vamos comentar algumas passagens de Grant.

A diferença entre ser Original e querer parecer Original
“A pressão pela realização nos leva a fazer o oposto. Encontramos modos superficiais de parecer originais– uma gravata-borboleta, talvez, ou sapatos vermelhos brilhantes– sem assumir o risco de sermos originais de fato.”
Comecemos pelas Leis da Originalização:
  1. sem cliente, seu Projeto de Originalização não é sustentável;
  2. você precisa criar um mix, que junta  algo relevante para a sociedade que te dá prazer resolver de forma original;
  3. você, apesar de ter um cliente para servir, tem como métrica a sua a Felicidade Estrutural ou o Bem Estar Continuado.

Quando você está com alta taxa de Felicidade Estrutural, a opinião dos outros sobre você cada vez importa menos.

Se você precisa por uma Necessidade Endógena parecer mais original, sem problema.

Precisa apenas analisar se uma Originalização mais visível (na forma de agir e se vestir), vai ajudar ou atrapalhar o projeto de longo prazo.

Comentando as Frases Tops do livro de Grant:
Tudo na vida são escolhas.
Viver é sair de uma encruzilhada e entrar em outra.
Quanto mais nós seguimos o estabelecido, menos encruzilhadas temos e menos nos originalizamos.
Se Originalizar é sempre caminha na direção de uma nova encruzilhada.
Quem tem medo de novas encruzilhadas, está se Zecapagodando.
Tudo é emoção, por mais reflexão que façamos
“As pessoas que mais sofrem com determinado estado de coisas são, paradoxalmente, as menos propensas a questionar, desafiar, rejeitar e mudar esse estado.”
“É como um analgésico emocional: se é assim que o mundo deve ser, não precisamos ficar descontentes com ele.”
Cabe aqui a questão da Escada da Reflexão.
Tudo é emoção por mais que tenhamos pensado sobre ela.
Não existe pensamento com emoção zero!
A reflexão eficaz não tem o objetivo de acabar com as emoções, mas apenas reduzir a taxa emocional, que NUNCA chega a zero.
O Vujà- dé 
“Vujà- dé é o contrário: estamos diante de algo familiar mas o observamos de uma perspectiva nova que nos permite ter novas ideias em relação a velhos problemas.”
Para que isso seja mais possível e corriqueiro, é preciso praticar.
O ideal é agregar uma atividade artística.
Rotina Criativa
“A prática leva à perfeição, mas não ao novo.”
Aqui, depende.
Na Rotina Criativa, dentro da Originalização Progressivista, cada dia se introduz uma pequena novidade, a partir de uma lógica melhor.
E aí se chega na excelência.
A frase se aplica mais a Originalização Eurequista.
O Carrossel e o Espiral
“Embora confiemos neles (os conformados) para manter o mundo girando, eles nos fazem correr em uma esteira, sem sair do lugar.”
A vida de um Originalizador Progressista vista de fora dá a impressão de que é um Carrossel.
Na Rotina Criativa fazemos micro mudanças diárias, que vão ficando cada vez mais originais no tempo.
Reforçada pela frase abaixo:
“Quando estamos determinados a atingir a excelência, temos o combustível para nos esforçar mais, por mais tempo e de forma mais inteligente.”
A diferença entre ser Original e querer parecer Original
“A pressão pela realização nos leva a fazer o oposto. Encontramos modos superficiais de parecer originais– uma gravata- borboleta, talvez, ou sapatos vermelhos brilhantes– sem assumir o risco de sermos originais de fato.
Outras frases:
“Quanto mais realizações uma cultura acumula, mais restrita a um grupo especializado se torna a criatividade.”
“A originalidade é um ato de destruição criativa.” – Joseph Schumpeter;
“Defender novos sistemas com frequência requer derrubar o modo antigo de fazer as coisas, e nós hesitamos porque temos medo de balançar demais o barco.”
“A pressão pela realização nos leva a fazer o oposto. Encontramos modos superficiais de parecer originais– uma gravata- borboleta, talvez, ou sapatos vermelhos brilhantes– sem assumir o risco de sermos originais de fato.
Questões em aberto:
“A originalidade não é uma característica fixa. É uma escolha.
Sim, muitos podem se Originalizar, mas gostaria de poder “radiografar” o cérebro de Originalizadores para saber se há algo diferente ali.
Isso é contraditório, pois se o Originalizador  já é inconformado desde criança, como explicar que é uma escolha?
Mais algumas:
  1. “O maior obstáculo para a originalidade não é a geração, mas a seleção de ideias.”
  2. “Você tem que beijar um monte de sapos, antes de encontrar um príncipe.” – Dean Kamen.
  3. “Quanto mais conhecimento e experiência uma pessoa tem , mais entrincheirada em determinada visão de mundo ela fica”. – Erik Dane; 
  4. “ Se você quer fazer conexões que sejam inovadora, é preciso não ter a mesma bagagem de experiências que todos os outros têm . ” – Steve Jobs. 
  5. “Criatividade é se permitir cometer erros. Arte é saber quais deles aproveitar.” – Scott Adams.
É isso, que dizes?
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Ou: https://sun.eduzz.com/932565

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo 

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal250522

Novas Hashtags:

#Mídias – detalhando este conceito para a Narrativa Bimodal.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. As mídias – como todas as tecnologias – não fazem mudanças, viabilizam demandas de latentes, que passam a ser possíveis com elas.
  2. A Quarta Revolução Midiática não só pelos novos canais, mas principalmente pela nova Macro Linguagem Algorítmica inaugura uma civilização humana COMPLETAMENTE nova.
  3. Até a Terceira Revolução Midiática, tivemos mudanças radicais na Civilização Humana e agora, pela primeira vez, com o Digital, temos uma alteração disruptiva.
  4. Até aqui o Sapiens se utilizou de um Macro Modelo de Sobrevivência Mamífero e, pela primeira vez, estamos entrando em um Macro Modelo de Sobrevivência Insetífero.
  5. Quando alteramos as mídias, de alguma forma, mais ou menos disruptiva, mudamos a forma de sobrevivência.
  6. O jeito como nós sobrevivemos está diretamente ligado às mídias existentes.
  7. As mídias comandam a sociedade, pois quando são alteradas todo o resto se modifica, a partir delas.
  8. A Quarta Revolução Midiática não só pelos novos canais, mas principalmente pela nova Macro Linguagem Algorítmica inaugura uma civilização humana COMPLETAMENTE nova.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao artigo:

“Uma nova tecnologia não é fácil de ser compreendida.” – Ammous.

Mídia é um conjunto integrado de tecnologias que nos permite interagir um com os outros.

Mídias são ferramentas humanas criadas para que possamos desenvolver Ambientes de Sobrevivência.

As mídias comandam a sociedade, pois quando são alteradas todo o resto se modifica, a partir delas.

As mídias são as principais tecnologias criadas do Sapiens, uma espécie de órtese do cérebro, que se molda às mídias de plantão.

O jeito como nós sobrevivemos é diretamente ligado às mídias existentes.

Quando alteramos as mídias, de alguma forma, mais ou menos disruptiva, alteramos a forma de sobrevivência.

As mídias, entretanto, não são um bloco único.

Mídias têm duas “pernas” que quando se alteram têm efeitos diferentes na sociedade.

Vejamos:

  • O Canal – por onde trafegam as Linguagens;
  • A Linguagem – conjunto de códigos que nos permite interagir uns com os outros.

Quando temos a chegada de novas mídias, é preciso observar se ela está se alterando por completo ou apenas parcialmente.

Tomemos o exemplo dos meios eletrônicos de massa.

A chegada dos meios eletrônicos de massa (rádio e televisão) introduziu na sociedade novos canais, mas não trouxe novas linguagens.

E neste momento é importante separar quando falamos de Linguagem em dois tipos:

  • Macro Linguagem – aquelas que são responsáveis pelos códigos que permitem a interação humana;
  • Micro Linguagem – aquelas que são a aplicação particular dos códigos, que podemos chamar de estilo dentro da Macro Linguagem.

As quatro Macro Linguagens humanas são:

  • Os Gestos;
  • A Oralidade;
  • A Escrita;
  • Os Algoritmos.

O rádio, por exemplo, introduziu a Linguagem Radiofônica, que é uma aplicação possível da oralidade.

A Linguagem Radiofônica foi possível, pois o rádio foi inventado, a partir de um novo Canal Midiático.

Note, entretanto, que a Linguagem Radiofônica é uma aplicação da Macro Linguagem Oral e não uma nova Macro Linguagem!

Assim, quando vamos analisar a chegada de novas mídias é preciso separar o que são os Novos Canais, das novas Macro Linguagens, das Micro Linguagens, pois têm efeitos distintos na sociedade.

As grandes Revoluções Civilizacionais, a partir da chegada de novas mídias, foram aquelas que tiveram, de forma integrada, a chegada de Novos Canais e novas Macro Linguagens.

Os meios eletrônicos de massa introduziram na sociedade novos canais e novas Micro Linguagens, mas não novas Macro Linguagens.

A chegada da Prensa, em 1450, marcou a chegada de novo Canal Midiático da Escrita Impressa, que introduziu a Micro Linguagem da Escrita Impressa, apenas uma aplicação da Macro Linguagem Escrita.

A chegada da Prensa, em 1450, na verdade, foi quando a escrita se massificou na sociedade depois de milênios sendo utilizada por muito pouca gente.

Hoje, estamos vivendo, do ponto de vista das mídias, a Quarta Revolução Midiática. Foram elas: a chegada dos Gestos, Oralidade, Escrita e agora do Digital.

A atual Revolução Midiática é completa, pois não só temos os novos canais digitais, mas também a Linguagem Algorítmica.

Para que possamos entender os efeitos futuros da Quarta Revolução Midiática, é preciso compreender o papel das duas Pernas Midiáticas em termos das mudanças que nos permite fazer.

E isso é importante.

As mídias – como todas as tecnologias – não fazem mudanças, viabilizam demandas de latentes, que passam a ser possíveis com elas.

Vamos aos efeitos das Pernas Midiáticas:

  • Novos Canais – permitem basicamente a quebra da interação dos antigos limites territoriais, uma nova forma de armazenamento do passado;
  • Novas Linguagens – permitem a quebra dos antigos limites de empoderamento informacional, o que altera o modelo de intermediação dos processos, pois as pessoas ficam mais inteligentes e autônomas passam a não aceitar os antigos modelos.

Quando introduzimos a Oralidade, passamos a poder sofisticar nosso conhecimento. O efeito principal foi a possibilidade da criação de formas de sobrevivência mais sofisticadas, como a agricultura e a domesticação dos animais.

Foi a Oralidade que permitiu que deixássemos de ser uma espécie nômade e passássemos a experimentar o sedentarismo.

Quando introduzimos a Escrita, passamos também a poder sofisticar nosso conhecimento, pois deixamos de utilizar apenas a memória para guardar conhecimento.

O efeito principal foi a possibilidade da criação de grandes religiões e impérios, pois se passou a ter possibilidade de uma comunicação a distância, a partir de um centro.

Quando introduzimos o Digital, passamos mais uma vez a poder sofisticar nosso conhecimento, pois colocamos o conhecimento ainda mais disponível.

O efeito principal tem sido, não só a quebra de tempo e lugar, mas como destaque a chegada da Linguagem Algorítmica.

E aí temos a grande novidade em termos das Revoluções Midiáticas

A Linguagem Algorítmica é disruptivamente diferente das outras Macro Linguagens que tínhamos até aqui.

A Linguagem Algorítmica permite que cada vez mais gente participe dos processos de decisão, através dos ícones, cliques, compartilhamentos.

Até a Terceira Revolução Midiática o Sapiens adotou uma Macro Modelo de Sobrevivência Mais Centralizado, pois era o que as Macro Linguagens permitiam.

A Quarta Revolução Midiática não só pelos novos canais, mas principalmente pela nova Macro Linguagem Algorítmica inaugura uma civilização humana COMPLETAMENTE nova.

Podemos dizer que até a Terceira Revolução Midiática, tivemos mudanças radicais na Civilização Humana e agora, pela primeira vez, temos uma alteração disruptiva.

Por isso, estamos diagnosticando o atual cenário como a chegada da Civilização 2.0.

Até aqui o Sapiens se utilizou de um Macro Modelo de Sobrevivência Mamífero e, pela primeira vez, estamos entrando em um Macro Modelo de Sobrevivência Insetífero.

É isso, que dizes?
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O áudio do artigo 

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Frases de Divulgação do Artigo

  1. As mídias – como todas as tecnologias – não fazem mudanças, viabilizam demandas de latentes, que passam a ser possíveis com elas.
  2. A Quarta Revolução Midiática não só pelos novos canais, mas principalmente pela nova Macro Linguagem Algorítmica inaugura uma civilização humana COMPLETAMENTE nova.
  3. Até a Terceira Revolução Midiática, tivemos mudanças radicais na Civilização Humana e agora, pela primeira vez, com o Digital, temos uma alteração disruptiva.
  4. Até aqui o Sapiens se utilizou de um Macro Modelo de Sobrevivência Mamífero e, pela primeira vez, estamos entrando em um Macro Modelo de Sobrevivência Insetífero.
  5. Quando alteramos as mídias, de alguma forma, mais ou menos disruptiva, mudamos a forma de sobrevivência.
  6. O jeito como nós sobrevivemos está diretamente ligado às mídias existentes.
  7. As mídias comandam a sociedade, pois quando são alteradas todo o resto se modifica, a partir delas.
  8. A Quarta Revolução Midiática não só pelos novos canais, mas principalmente pela nova Macro Linguagem Algorítmica inaugura uma civilização humana COMPLETAMENTE nova.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao artigo:

“Uma nova tecnologia não é fácil de ser compreendida.” – Ammous.

Mídia é um conjunto integrado de tecnologias que nos permite interagir um com os outros.

Mídias são ferramentas humanas criadas para que possamos desenvolver Ambientes de Sobrevivência.

As mídias comandam a sociedade, pois quando são alteradas todo o resto se modifica, a partir delas.

As mídias são as principais tecnologias criadas do Sapiens, uma espécie de órtese do cérebro, que se molda às mídias de plantão.

O jeito como nós sobrevivemos é diretamente ligado às mídias existentes.

Quando alteramos as mídias, de alguma forma, mais ou menos disruptiva, alteramos a forma de sobrevivência.

As mídias, entretanto, não são um bloco único.

Mídias têm duas “pernas” que quando se alteram têm efeitos diferentes na sociedade.

Vejamos:

  • O Canal – por onde trafegam as Linguagens;
  • A Linguagem – conjunto de códigos que nos permite interagir uns com os outros.

Quando temos a chegada de novas mídias, é preciso observar se ela está se alterando por completo ou apenas parcialmente.

Tomemos o exemplo dos meios eletrônicos de massa.

A chegada dos meios eletrônicos de massa (rádio e televisão) introduziu na sociedade novos canais, mas não trouxe novas linguagens.

E neste momento é importante separar quando falamos de Linguagem em dois tipos:

  • Macro Linguagem – aquelas que são responsáveis pelos códigos que permitem a interação humana;
  • Micro Linguagem – aquelas que são a aplicação particular dos códigos, que podemos chamar de estilo dentro da Macro Linguagem.

As quatro Macro Linguagens humanas são:

  • Os Gestos;
  • A Oralidade;
  • A Escrita;
  • Os Algoritmos.

O rádio, por exemplo, introduziu a Linguagem Radiofônica, que é uma aplicação possível da oralidade.

A Linguagem Radiofônica foi possível, pois o rádio foi inventado, a partir de um novo Canal Midiático.

Note, entretanto, que a Linguagem Radiofônica é uma aplicação da Macro Linguagem Oral e não uma nova Macro Linguagem!

Assim, quando vamos analisar a chegada de novas mídias é preciso separar o que são os Novos Canais, das novas Macro Linguagens, das Micro Linguagens, pois têm efeitos distintos na sociedade.

As grandes Revoluções Civilizacionais, a partir da chegada de novas mídias, foram aquelas que tiveram, de forma integrada, a chegada de Novos Canais e novas Macro Linguagens.

Os meios eletrônicos de massa introduziram na sociedade novos canais e novas Micro Linguagens, mas não novas Macro Linguagens.

A chegada da Prensa, em 1450, marcou a chegada de novo Canal Midiático da Escrita Impressa, que introduziu a Micro Linguagem da Escrita Impressa, apenas uma aplicação da Macro Linguagem Escrita.

A chegada da Prensa, em 1450, na verdade, foi quando a escrita se massificou na sociedade depois de milênios sendo utilizada por muito pouca gente.

Hoje, estamos vivendo, do ponto de vista das mídias, a Quarta Revolução Midiática. Foram elas: a chegada dos Gestos, Oralidade, Escrita e agora do Digital.

A atual Revolução Midiática é completa, pois não só temos os novos canais digitais, mas também a Linguagem Algorítmica.

Para que possamos entender os efeitos futuros da Quarta Revolução Midiática, é preciso compreender o papel das duas Pernas Midiáticas em termos das mudanças que nos permite fazer.

E isso é importante.

As mídias – como todas as tecnologias – não fazem mudanças, viabilizam demandas de latentes, que passam a ser possíveis com elas.

Vamos aos efeitos das Pernas Midiáticas:

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Até a Terceira Revolução Midiática o Sapiens adotou uma Macro Modelo de Sobrevivência Mais Centralizado, pois era o que as Macro Linguagens permitiam.

A Quarta Revolução Midiática não só pelos novos canais, mas principalmente pela nova Macro Linguagem Algorítmica inaugura uma civilização humana COMPLETAMENTE nova.

Podemos dizer que até a Terceira Revolução Midiática, tivemos mudanças radicais na Civilização Humana e agora, pela primeira vez, temos uma alteração disruptiva.

Por isso, estamos diagnosticando o atual cenário como a chegada da Civilização 2.0.

Até aqui o Sapiens se utilizou de um Macro Modelo de Sobrevivência Mamífero e, pela primeira vez, estamos entrando em um Macro Modelo de Sobrevivência Insetífero.

É isso, que dizes?
Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

Ou: https://sun.eduzz.com/932565

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

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Rotina, segundo o Tio Google:

“Hábito de fazer algo sempre do mesmo modo, mecanicamente; rotineira.”

Quando introduzimos o adjetivo “criativa“, estamos falando de algum tipo de hábito que se repete, mais vai e se alterando gradualmente.

Na Rotina Criativa, há um epicentro criativo, que precisa criar no seu em torno repetições para que a criatividade possa ocorrer.

Numa metáfora, podemos dizer que um avião não pode voar, se não tiver um trem de pouso.

Quanto mais queremos inovar e criar, mais vamos ter necessidade de criar rotinas para que isso seja possível.

  • Pessoas que não estão em Projetos de Originalização vivem a Rotina Exógena, criadas de fora para dentro. Fogem das rotinas.
  • Pessoas que estão em Projetos de Originalização criam a Rotina Endógena, criadas de dentro para fora.

 

Fogem das rotinas.

 

O áudio do artigo 

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal230522

Novas Hashtags:

#Curadoria – detalhando este conceito.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. O Modelo de Administração que se utiliza das Linguagens Algorítmicas supera o problema de escala que as Linguagens Sonoras não conseguem.
  2. Linguagens Algorítmicas – nas quais vemos as estrelinhas, o curtiu, não curtiu, cliques, compartilhamentos, comentários são mais fáceis de interpretação e eliminam a necessidade do Gestor.
  3. A oralidade e a escrita demandam a decodificação e recodificação das Linguagens Sonoras por um Gestor e é isso que torna os processos atuais mais verticalizados e menos exponenciais.
  4. Quando mudamos as tecnologias da comunicação, podemos começar a reinventar a nossa forma de sobreviver.
  5. Se as mídias são os Disjuntores Civilizacionais, isso muda tudo na forma como olhamos o passado, e, principalmente, o futuro.
  6. Não são novas formas de gerenciar a economia que determinam as mudanças civilizacionais do Sapiens, mas a chegada de novas mídias.
  7. O aumento populacional de oito vezes nos últimos 220 anos tornou o atual Macro Modelo de Intermediação 1.0 obsoleto.
  8. A maneira como nós analisamos a história humana está equivocada, simples assim.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao artigo:

“A revolução digital dará aos indivíduos poder e soberania sem precedentes sobre suas próprias vidas.” – Ammous.

Esqueça tudo que você aprendeu sobre a sociedade humana.

A maneira de como nós olhávamos para a história humana estava equivocada, simples assim.

Não são novas formas de gerenciar a economia que determinam as mudanças civilizacionais do Sapiens, mas a chegada de novas mídias.

Se as mídias são os Disjuntores Civilizacionais, isso muda tudo na forma como olhamos o passado, e, principalmente, o futuro.

A nossa espécie é a única no planeta que tem um modelo de comunicação tecnológico.

Quando mudamos as tecnologias da comunicação, podemos começar a  reinventar a nossa forma de sobreviver.

Se analisarmos as outras espécies há Modelos de Comunicação Instintivos (não tecnológicos) e uma relação entre a quantidade máxima de membros, o modelo da comunicação e da administração.

Quanto mais membros tem uma espécie, menos vemos Modelos de Comunicação Sonoro e mais encontramos os Algorítmicos. 

No caso do Sapiens, a oralidade e a escrita demandam a decodificação e recodificação das Linguagens Sonoras por um Gestor e é isso que torna os processos mais verticalizados. 

Linguagens Algorítmicas – nas quais vemos as estrelinhas, o curtiu, não curtiu, cliques, compartilhamentos, comentários são mais fáceis de interpretação e eliminam a necessidade do Gestor.  

O Modelo de Administração que se utiliza das Linguagens Algorítmicas supera o problema de escala que as Linguagens Sonoras não permitem. 

Até a chegada da internet, éramos limitados pelo Macromodelo de Intermediação 1.0 (Sonoro), que podemos chamar de Gestão.

A Gestão é um macro modelo de intermediação, que necessita de um líder-alfa para o gerenciamento dos processos.

Macro Modelo de Intermediação 1.0 vivia nos limites das fronteiras das Linguagens Orais e Escrita.

Linguagens Orais e Escritas têm as seguintes características:

  • demandam um líder-alfa para a tomada de decisões;
  • permitem modelos administrativos, que têm determinados problemas de escala.

O aumento populacional de oito vezes nos últimos 220 anos tornou o Macro Modelo de Intermediação 1.0 obsoleto.

Até a chegada da Internet, não havia a possibilidade da criação de outros modelos de organização que não fossem baseados na Gestão.

A Gestão é filha das Mídias Sonoras.

A grande mudança pós-internet é a chegada da nova e disruptiva Linguagem Algorítmica, que nos permite criar um novo Macromodelo de Intermediação.

Linguagens Algorítmicas têm as seguintes características:

  • não demandam mais um líder-alfa para a tomada de decisões, que migra para as pontas;
  • permitem modelos administrativos, que têm superam determinados problemas de escala.

Temos hoje já no processo de experimentação da Curadoria dois modelos bem distintos:

  • Curadoria 1.0 (uberização) é aquela que se utiliza da Linguagem Algorítmica em Plataformas Centralizadas;
  • Curadoria 2.0  (Blockchenização) é aquela que se utiliza da Linguagem Algorítmica em Ecossistemas Distribuídos.

A Curadoria consegue resolver problemas que são impossíveis de serem resolvidos com a Gestão e, por causa disso, a tendência é que seja cada vez mais utilizada.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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#MBKM – Reflexões com os alunos desta Pós.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Teorias, na verdade, são percepções trabalhadas, através da comparação histórica dos fenômenos, criando regras, que nos permitem projetar tendências para o futuro.
  2. O grau de excelência de um profissional depende muito do tipo de Conceituador que ele escolhe para o guiar. O ideal é que opte por um Padronista Consistente.
  3. O grau de excelência de um profissional depende muito do tipo de Conceituador que ele escolhe para o guiar. O ideal é que opte por um Padronista Consistente.
  4. Sociedade do Conhecimento, por exemplo, é uma percepção sobre o momento atual, que não parte de padrões e, por isso, é uma Teoria Fraca.
  5. O que vemos hoje no mercado são teorias sobre a Revolução Civilizacional 2.0 muito mais baseadas em percepções do que em padrões.
  6. As Ciências, sejam elas Sociais, ou não, têm apenas um objetivo: procurar padrões nos diferentes fenômenos para que possamos lidar melhor com eles.
  7. Nas Ciências Sociais os interesses de pessoas e grupos atrapalham mais a observação dos fatos e seus desdobramentos.
  8. A Taxa de Emocionalismo nas Ciências Sociais é muito maior do que nas Ciências Não Sociais, pois está diretamente ligado à sobrevivência da espécie.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao artigo:

“Só conseguimos descobrir que temos um preconceito depois de nos livrarmos dele.” – Popper.

Termino hoje a série de artigos, que se dedicaram a ajudar os alunos do MBKM, MBA de Gestão de Conhecimento do CRIE/COPPE/UFRJ a entender o novo cenário com diversas questões em paralelo.

Uma das novidades foi o aprofundamento da Metodologia de Questionamento do Vocabulário Corrente para questionar os atuais paradigmas, intoxicados pelos desejos e interesses do atual Macro Modelo de Intermediação 1.0, em processo de obsolescência.

Hoje, vamos abordar diversos tópicos de maneira rápida.

Vamos a eles.

Por que o nível de emoção nas Ciências Sociais é maior do que nas outras Não Sociais?

A Taxa de Emocionalismo nas Ciências Sociais é muito maior do que nas Ciências Não Sociais, pois estão diretamente ligadas à sobrevivência da espécie.
Nas Ciências Sociais os interesses de pessoas e grupos atrapalham mais a observação dos fatos e seus desdobramentos.
Se uma pessoa trabalha num determinado lugar do estado e há uma teoria que defende que o estado seja menor, obviamente que ela tende a questionar a mesma, pois depende daquele emprego para sobreviver.
Porém, as Ciências, sejam elas Sociais, ou não, têm apenas um objetivo: procurar padrões nos diferentes fenômenos para que possamos lidar melhor com eles.
O fato da Taxa de Emocionalismo nas Ciências Sociais é apenas um desafio a mais, mas não torna a procura de padrões impossível. 
O que é uma Teoria?
Uma Teoria, seja de que área for, tem as seguintes atividades:
  • Essencializar – definir de que tipo é fenômeno e o que não é;
  • Padronizar – apresentar as regras (padrões históricos) deste fenômeno;
  • Projetar – possíveis tendências;
  • Metodologizar – sugerir metodologias para que possamos lidar melhor com ele, propondo tratamentos;
  • Revisar – os resultados e reiniciar o processo.

Uma Teoria Forte indica NECESSARIAMENTE os seguintes Fatores sobre um fenômeno:

  • Causante;
  • Detonante;
  • Consequente;
  • Atuante.

Teorias e Civilização 2.0

Quando vamos procurar as melhores estratégias para lidar com a Civilização 2.0, é necessário que possamos:
  • Entender o que está ocorrendo;
  • Para definir a melhor estratégia de mudança.
Para entender o que está ocorrendo, vamos ter que analisar as questões das Ciências Sociais, pois:
  • precisamos de Teoria que apresentem as suas regras históricas;
  • e que sugira metodologias para que se possa lidar melhor com o novo cenário.

O que vemos hoje no mercado são teorias sobre a Revolução Civilizacional 2.0 muito mais baseadas em percepções do que em padrões.

A diferença entre Conceituadores Padronistas e Percepcionistas:

Podemos separar os Conceituadores em dois tipos:

  • Percepcionistas – os que percebem aspectos do fenômeno, mas não apresentam padrões;
  • Padronistas – os que apresentam padrões.

Para se ter uma Teoria Forte, é preciso ter padrões, que nos permite organizar as percepções.

Qualquer estudo de qualquer fenômeno precisa NECESSARIAMENTE escolher padrões pré-definidos ou criá-los.

É a escolha da análise dos padrões mais consistente que define a que Escola de Pensamento que você pertence.

Percepções sem padrão, mas atrapalham do que ajudam, pois causam uma confusão danada.

Sociedade do Conhecimento, por exemplo, é uma percepção sobre o momento atual, que não parte de padrões e, por isso, é uma Teoria Fraca.

Fato é:

  • Um Conceituador Padronista consegue absorver e encaixar os conceitos de um Conceituador Percepcionista.
  • Um Conceituador Percepcionista, entretanto, se não abraçar os padrões, não consegue absorver ou criticar, de forma consistente, um Padronista.

O grau de excelência de um profissional depende muito do tipo de Conceituador que ele escolhe para o guiar. O ideal é que opte por um Padronista Consistente.

As Pré-Teorias

Sim, impressões vêm sempre na frente quando lidamos com fenômenos novos, mas não são suficientes para que possamos produzir teorias consistentes.

Percepções são os primeiros passos de uma estrada, que precisa seguir na reflexão sobre os mesmos.

Teorias, na verdade, são percepções trabalhadas, através da comparação histórica dos fenômenos, criando regras, que nos permitem projetar tendências para o futuro.

O que temos hoje, de maneira geral, diante da Revolução Civilizacional 2.0 são Pré-Teorias, baseadas em percepções, que não avançaram nas premissas científicas.
Os Diagnósticos de Cenário, por exemplo, de que vivemos uma Sociedade do Conhecimento, da Informação, da Rede, a Quarta Revolução Industrial, são todas Pré-Teorias, que não permitem, a partir delas, se tomar decisões consistentes.
Tópicos aleatórios:

Falsa Caixa – ninguém sai de caixa nenhuma!

A expressão “Sair da Caixa” procura expressar um momento de criatividade, de pensar fora do senso comum.

O senso comum seria “a caixa” e eu pensaria fora do senso comum.

Porém, a expressão não ajuda muito na Jornada de Originalização.

O que nós recebemos, desde que nascemos é uma formatação das nossas percepções, que podemos chamar de caixa.

Temos a criação de Percepções Mais Exógenas (de fora para dentro) do que Endógenas (de dentro para fora).

Quando estamos diante de um pensamento novo, que nos parece razoável, abrimos o espaço para rever a nossa percepção e analisar se o que é novo é melhor do que tínhamos antes.

Assim, quando revemos formas de pensar e agir não estamos “Saindo da Caixa”, mas revendo a nossa “Caixa” e a aprimorando.

A Ética Epistemológica (procura do que é mais verdade e menos mentira) que sugerimos é a Certeza Provisória Razoável.

Recapitulando:

  • Certeza – por que preciso decidir hoje sobre algo e preciso ter algo com o que contar;
  • Provisória – sei que o que tenho em mãos é provisório e pode mudar amanhã;
  • Razoável – preciso para melhorar a minha percepção de algo mais consistente do que tinha antes para mudar.

Evite usar a expressão “Sair da Caixa”, opte por uma mais compatível com os fatos, que é “melhorar a minha caixa” sempre com formas de agir e pensar mais adequadas.

A Fuga Teórica – não existe diversidade em diagnósticos!

Outro Nó Epistemológico recorrente em sala de aula é acreditar que existe a possibilidade de praticar o Relativismo em Diagnósticos.

Digamos que alguém diga:

“Eu prefiro achar que viemos a sociedade do conhecimento e você defende a Civilização 2.0, não vamos brigar por causa disso. Viva a diversidade!”.

 É assim que a banda toca?

Não, não é não.

Note que quando estamos procurando definir a sociedade de hoje, estamos à procura de um Diagnóstico de Cenário.

Um Diagnóstico de Cenário, diferente de uma escultura, é o primeiro passo encadeado de mudanças que vão se seguir, a saber:

  • Diagnóstico;
  • Tratamento;
  • Consequências;
  • Avaliação das Consequências;
  • Revisão do Diagnóstico, caso as Consequências não sejam as esperadas.

Um Diagnóstico de Cenário NÃO é uma obra de arte na qual que cada um pode pintar uma montanha a seu bel prazer!

Diagnósticos de Cenário são o primeiro passo e guiam os Processos de Mudanças Exógenos.

Quando os Diagnósticos de Cenário são inadequados com os fatos, temos consequências incompatíveis com o que se deseja.

O que temos no mercado hoje são diferentes Diagnósticos de Cenário, que precisam ser:

  • conhecidos;
  • comparados;
  • criticados;
  • analisados;
  • adotados;
  • experimentados;
  • reavaliados.

Quando se defende o Relativismo de Diagnósticos, na verdade, estamos praticando a Fuga Teórica.

Fulano tem um Diagnóstico de Cenário, que ele não quer abrir mão, não quer comparar com outros, e apenas diz o seguinte: “cada um pensa o que quer e vamos em frente”, como se isso não tivesse consequências.

Lembra a Titia Ayn Rand (1905 -82):

“Você pode ignorar a realidade, mas não as consequências de ter ignorado a realidade.”

O que se está propondo é o seguinte.

“Os fatos pouco importam, eu faço o meu diagnóstico, você faz o seu e todo mundo segue feliz na sua jornada.”

Porém, é bom lembrar que:

Não estamos aqui decidindo o que cada um vai comer num jantar, ao se definir a nova civilização, mas qual é o diagnóstico mais adequado, que vai guiar os processos de mudanças.

A ilusão do Relativismo de Diagnósticos é um processo de fuga da realidade, extremamente tóxica, pois está se evitando comparar o meu diagnóstico com outros, através de um processo reflexivo comparativo.

Por que podemos ser otimistas diante da Civilização 2.0?

Algumas premissas são necessárias para que possamos ser otimistas diante da Civilização 2.0:

  1. o Sapiens tem limitações, como todas as outras espécies para sobreviver, ou seja, não pode tudo, pois precisa comer todos os dias;
  2. o principal fator de problemas da nossa espécie é a Complexidade Demográfica Progressiva, que nos traz mais problemas de sobrevivência cada vez mais complexos;
  3. a chegada e massificação de novas Linguagens Midiáticas permitem criar Modelos de Sobrevivência Mais Complexos e dar Upgrades Civilizacionais;
  4. assim, do ponto de vista do Macro Cenário temos momentos em que vivemos mais dificuldades, como foi o século passado, quando tivemos diversos holocaustos e outros nos quais podemos vislumbrar renascenças.

Há uma regra importante para Diagnósticos de Cenários para um determinado século.

  • Quando temos o aumento populacional, SEM novas Linguagens Midiáticas, a tendência é a centralização e com ela a tendência à massificação, seguida de violência e barbárie;
  •  Quando temos o aumento populacional, COM a chegada de novas Linguagens Midiáticas, a tendência é a descentralização e com ela a tendência à personalização, seguida de inovação.

Isso, obviamente, não é generalizado, mas é uma Macrotendência geral.

Podemos dizer, assim, que:

  • o Século XX foi um século violento e qualquer diagnóstico sobre ele, a ser feito antes apontaria a tendência pessimista;
  • O Século XXI tende a ser um século inovador e renascentista, com diagnóstico otimista sobre ele.

O que estamos aprendendo com as Ciências Sociais 2.0 é que:

  • não são os sistemas econômicos que definem a capacidade de resolver os problemas sociais;
  • o que define, a nível macro, a capacidade de resolvê-los, é a disponibilidade de novas Linguagens Midiáticas, que permitem Ambientes de Sobrevivência Mais Descentralizados;
  • como o Sapiens tem a tendência de aumentar a população progressivamente, mais e mais, há a demanda por distribuição de operações e decisões;
  • quando temos a possibilidade de criar Ambientes de Sobrevivência Mais Descentralizados, temos a chance de resolver problemas antes insolúveis – quando não temos, simplesmente ficamos tentando resolver e não conseguimos, entrando na fase de “enxugação de gelo”. 

Neurologia ou Psicologia?

“Essa questão (da dificuldade de ser mudar de paradigmas) parece ser bem mais do âmbito psicológico. Mudança de mindset.” – Danielle Barreiros.

Até os recentes estudos da mente, diria que a dificuldade de mudar formas de pensar e agir estaria na junção (ou embolamento) do ego (identidade) com os paradigmas.

Com o tempo, os tecno estudos da mente, bem com as pesquisas de campo, vão encontrando novos nomes dos utilizados na psicologia clássica.

Hoje, eu diria que depositamos formas de agir e pensar em áreas cerebrais menos e mais acessíveis dentro da mente.

Que determinadas formas de agir e pensar são mais acessíveis para uns do que para outros.

E que existem pessoas – os Inquietos Inovadores – que têm por motivos ainda não claramente esclarecidos, mais facilidade de rever o pensar e o agir.

A capacidade criativa é fundamental para que haja essa revisão. É como se tivéssemos uma “caixa” que fosse possível olhar de fora.

Quanto mais a pessoa tem capacidade de olhar para dentro da sua caixa e olhar de fora, mais ela consegue rever formas de agir e pensar e vice-versa.

Pelo que observo, os Inquietos Inovadores colocam menos coisas na área imexível do cérebro.

Os Inquietos Inovadores têm uma capacidade maior de rever procedimentos e, por isso, eles são mais afeitos à criação, à inovação e a Originalização, sendo o perfil ideal para liderar mudanças, desde que tenham as metodologias adequadas para transformar inquietude em atitudes.

A decadência das intermediações:

“Também acho que isso causa um conflito das estruturas de poder, do status quo, de quem toma as decisões. Parece que as nossas necessidades exigem descentralização de poder, de tomada de decisão, de controle e consenso. Deixar o tradicional é abrir mão desse controle centralizado.” – Júlia Frozza.

Sim, pois:

  1. Tecnoespécies aumentam a população. (Somos a única conhecida, mas podem haver outras lá fora);
  2. Isso gera aumento de Complexidade Demográfica;
  3. O que torna a intermediação de plantão obsoleta;
  4. Novas linguagens, que vem embaladas em novas mídias, permitem a criação de uma intermediação mais distribuída, que ficará obsoleta se a população continuar a crescer.

Emocional x Tipo de Intermediação:

“Felipe Juventude: “Acaba que a gente cai dentro de que todo problema organizacional é uma questão também de inteligencia emocional da alta gestão da empresa.”

Quanto mais Gestão é centralizada, mais o fator “poder central” influenciará.

Júlia Frozza: “Professor, como entra o blockchain como “admnistração” pra responder a essa complexidade demográfica e necessidade de descentralização?”.

O Blockchain é uma Filosofia Administrativa, que nos permite criar a Curadoria 2.0.

Na Curadoria 2.0 (Blockchenização), o Curador cria Regras Estruturantes para um determinado Ecossistema Digital, usando a Linguagem dos Rastros.

Na Curadoria 2.0, a interferência do centro é mínima.

O Blockchain permite a criação dos  Ambientes de Sobrevivência mais distribuídos já criados pelo Sapiens.

O que Marx pode contribuir para a Visão Bimodal?

“O vídeo traz muitas ideias e discussões novas sobre os problemas que foram surgindo e se acumulando na nossa sociedade atual, a ponto de exigir novos paradigmas para compreendê-los. Uma ideia que foi exposta e que me interessa particularmente foi a de que são necessários uma nova filosofia, novos conceitos, novas teorias, novas metodologias e novas formas de operacionalização. Ou seja, o que se está propondo não é apenas um “how to”, como foi dito, mas sim, também, uma nova compreensão macro sobre as rápidas mudanças pelas quais estamos passando, e sobre o que o professor identifica como sendo um momento disruptivo no que diz respeito aos paradigmas anteriores.

Como fiz sociologia na minha graduação e pós-graduação, eu gostaria, ou melhor, eu só consigo discutir o que é proposto a partir das minhas concepções, inclusive filosóficas, criadas na formação que eu tive. Nesse sentido, eu considero que há uma concepção ainda do velho Marx que diz que o desenvolvimento das forças produtivas, incluindo aqui o desenvolvimento científico, é inexorável, e acontece apesar do que ele chama do estado em que se encontra a super-estrutura da sociedade, ou as “ideologias”.

E ele afirma que há momentos em que as mudanças nas modalidades ou estados em que se encontram as forças produtivas, ou melhor, que para que o desenvolvimento delas continue o seu trajeto, tornam-se necessárias mudanças no nível super-estrutural da sociedade, que é tudo o que diz respeito às relações entre os indivíduos, inclusive na produção, às suas concepções de mundo, aos seus arcabouços jurídico, científico, administrativo, religioso, artístico, etc. Nesses momentos ocorrem justamente essas rupturas, ou melhor, essas rupturas se tornam necessárias para que o desenvolvimento das forças produtivas, da técnica, ou seja, tudo o que diz respeito à esfera da infraestrutura da sociedade não seja travado por uma super-estrutura que não serve mais, nem favorece, esse desenvolvimento. As antigas “ideologias”, como ele chama, passam a ser um entrave para o seu desenvolvimento.” – Maria Clara Vilar.

Até aqui, estamos falando de Macro-História e de fatores Estruturais de Sobrevivência do Sapiens.

O que há de mudança na Narrativa Bimodal, é que Marx:

  • não enxerga o aumento populacional como o fator principal de crises das super-estruturas;
  • de que a saída humana para superar os problemas de sobrevivência é a criação de novas Linguagens Midiáticas e, com elas, a possibilidade de criar Macro Modelos de Sobrevivência mais compatíveis com a Complexidade Demográfica.

Diferente de Marx previu tal como a “Ditadura do Proletariado” – o que a história tem mostrado é que o que acaba se consolidando na sociedade, são movimentos na direção da Descentralização Progressiva, através do empoderamento operacional e das decisões das pessoas.

“As minhas dúvidas seriam as seguintes: 1) esse entendimento que eu expus acima, e desculpe pelo tamanho da resposta à pergunta anterior, sobre a concepção marxista de desenvolvimento social, que ele inclusive diz que se dá pela resolução das contradições que são inerentes a esse desenvolvimento, pode dialogar com o que é proposto por Thomas Kuhn no seu livro.”

Sim, dialoga, pois se percebe que há mudanças frequentes e não continuidade.

Porém, nem Kuhn ou Marx conseguiram perceber o tripé população – mídia – descentralização como os fatores principais de impasses e superação.

“De que forma concreta esse novo paradigma proposto pode lidar melhor com o mundo digital? Em termos de operacionalização o quê é sugerido?”

A Visão Bimodal de Cenário nos permite diagnosticar com mais precisão o atual fenômeno e propor tratamentos mais adequados, bem como apontar macrotendências para antever movimentos e permitir a tomada de decisão mais eficaz.

“Uma das questões colocadas pelo autor, que eu pude extrair do resumo do seu livro no vídeo que assistimos, foi a de que, ao contrário do que as pessoas designadas como pessimistas emocionais acreditam, nós teremos à frente uma melhoria geral criada pelas tendências de descentralização do mercado, pela intensificação das trocas livres, pela diversificação dos produtos e serviços oferecidos e buscados no mercado pelos diferentes comerciantes, mercadores e usuários, pelo crescimento da confiança entre os seres humanos, demonstrada pelo incremento do uso da internet para a compra e venda de produtos e serviços, pela engenhosidade de indivíduos como Bill Gates e outros que através da inovação proporcionam soluções a problemas prementes da sociedade, dentre outros aspectos que constituem, todos eles, as bases para a formação de uma visão promissora do futuro da sociedade atual. Aqui, eu digo mais uma vez a partir da minha formação de socióloga, eu gostaria de levantar umas questões. A primeira é a de que a meu ver nada está posto ou determinado de antemão para o futuro da humanidade. Essa minha afirmação pode ser vista tanto como uma crítica a uma certa concepção de esquerda baseada no determinismo histórico, e por isso positivista, como à visão liberal que considera que o mercado age ou possui uma espécie de “mão mágica” que por si só é capaz de regulá-lo. A minha concepção é que nós vivemos em uma sociedade de seres humanos que possuem capacidade de escolha, de opção. E é também a partir das suas escolhas pessoais e coletivas que a história vai se constituindo ou se desenvolvendo. Isso não significa dizer que as suas escolhas por si só determinam o desenrolar da história coletiva. Obviamente que existe uma realidade objetiva que condiciona tanto essas escolhas individuais e coletivas, como o próprio desenrolar da história social. Ou seja, as escolhas se dão e se fazem a partir de algo que já está posto por uma realidade objetiva anteriormente constituída, resultado da história anterior, ou do que já foi criado pelos seres humanos, a partir de um determinado momento histórico vivendo em sociedade. Então eu não considero que está posto que o futuro será promissor ou, ao contrário, que viveremos numa distopia. Acho que ao se afirmar isso nós entramos num certo terreno mágico, ou fantasioso. Se o objetivo ao se propor isso é o de estimular ou incentivar a que se tenha um certo otimismo necessário prá se atuar na sociedade em prol dos interesses coletivos, eu considero positivo. Mas enquanto visão mais propriamente científica da realidade e da história dos seres humanos esse tipo de afirmação a meu ver não vinga. Nesse sentido, os denominados pessimistas emocionais podem ser mais generosamente vistos como aqueles que valorizam mais, nas suas concepções sobre a sociedade, as condições sociais de vida e de sobrevivência dos seres humanos em sociedade em geral. E que tendem a olhar mais para os problemas sociais, da desigualdade, da precarização de vida de alguns numerosos setores da sociedade, da escassez, da monopolização dos bens materiais, etc

Em suma, eu não considero que o simples desenvolvimento da técnica e do conhecimento por si só garanta que o futuro será necessariamente promissor. Na realidade esse debate entre os otimistas radicais e os pessimistas emocionais já esteve presente em diversos momentos históricos e acredito que a história é, de certa forma, movida por essa dualidade de concepções, que se condicionam mutuamente.”

O Pessimista Emocional seria aquele que não tem um diagnóstico consistente de cenário e não conhece e aplica os novos paradigmas da Ciência Social 2.0.

Não entende que a chegada de novas Linguagens Midiáticas é o Disjuntor das Renascenças Civilizacionais.

Obviamente, quando se olha para uma série de problemas da sociedade hoje, temos:

  • as limitações da forma de agir e pensar, de se utilizar de métodos mais eficazes para resolver problemas dentro do que já está disponível na Civilização 1.0;
  • a não percepção de que estas limitações da Civilização 1.0 agora podem ser superadas com os novos recursos da Civilização 2.0.

“O professor indicou num vídeo anterior o filme O Náufrago. Eu gostaria de confirmar se esse filme é o que tem o Tom Hanks como ator principal. Se for, o quê o professor quis extrair desse filme como mensagem.”

O filme demonstra a relação natureza versus sapiens, no qual o personagem de Hanks precisa recriar as tecnologias para que possa sobreviver.

O que demonstra que não há Sapiens sem tecnologia e nem tecnologias sem Sapiens.

“Pergunta: Olhando para as empresas no CTI, entendo que dependendo do tipo de negócio, é preciso escolher onde aplicar a uberização (em que área/setor da empresa), pois nem sempre a atividade fim pode ser compatível com a uberização… Ou é preciso criar uma nova estrutura organizacional baseada na uberização.”

É preciso pensar como Curadores e ver o que se pode fazer…

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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#MBKM – Reflexões com os alunos desta Pós.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Os efeitos subjetivos de um Conceito Fraco muitas vezes reverberam em camadas mais automáticas do cérebro, que precisam ser Acupunturadas.
  2. Questionar o Vocabulário Corrente é, indiretamente, criticar tudo que vem acima: os Paradigmas, os Interesses e o próprio Modelo de Intermediação.
  3. Não existe um Processo de Originalização que não vá questionar o vocabulário corrente.
  4. Quando estamos num processo de Originalização na forma de pensar e agir de um determinado setor OBRIGATORIAMENTE vamos ter que questionar o Vocabulário Corrente.
  5. E se queremos questionar a forma do pensar agir, tudo começa com o questionamento do uso indevido das palavras.
  6. O Vocabulário Corrente expressa – necessariamente – os Paradigmas Correntes.
  7. Não existe um Processo de Originalização que não vá questionar o vocabulário corrente.
  8. O vocabulário humano foi feito para ser reinventado, quando consideramos que determinado uso de determinada palavra mais nos afasta do que nos aproxima do objeto ou do fenômeno.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Não é possível fazer uma revolução sem provocar reação.” – Popper.
Depois das duas aulas no módulo “Civilização 2.0”, que tenho a honra de ministrar no MBA de Gestão de Conhecimento do Crie/Coppe/UFRJ, temos algumas questões relevantes sobre a relação do Sapiens com o seu futuro.
Nepô, por que você vive criando conceitos, neologismos e fica implicando com os do senso comum?
Por que eu sou um Originalista e tudo que me parece ilógico me incomoda.

Me sinto como se eu fosse um Leão na Savana Conceitual, que fica ali vendo as Zebras Ilógicas passeando e estudando uma forma de dar o bote. 🙂

O vocabulário humano foi feito para ser reinventado, quando consideramos que determinado uso de determinada palavra mais nos afasta do que nos aproxima do objeto ou do fenômeno.

Não existe um Processo de Originalização que não vá questionar o vocabulário corrente.

O Vocabulário Corrente expressa – necessariamente – os Paradigmas Correntes.

Vamos á Árvore Genealógica dos Padrões:

  • O Modelo de Intermediação é mãe do Conjunto de Interesses Correntes;
  • O Conjunto de Interesses Correntes é a mãe dos Paradigmas;
  • Os Paradigmas Vigentes são os pais dos Vocabulários Correntes;
  • E o Vocabulário Corrente é o pai da nossa forma de agir e pensar.

Questionar o Vocabulário Corrente é, indiretamente, criticar tudo que vem acima: os Paradigmas, os Interesses e o próprio Modelo de Intermediação.

E se queremos questionar a forma do pensar agir, tudo começa com o questionamento do uso indevido das palavras.

Quando ouvimos as pessoas e percebemos o uso de uma palavra que deve ser questionada, naquele momento, estamos colocando uma Agulha de Acupuntura Conceitual, “espetando” um paradigma.
Mudanças na forma de agir, começam com a alteração da forma de pensar.
Quando as mudanças começam por um curso, o papel do Professor Originalista é Acunpunturar a cabeça dos alunos, questionando os Conceitos Fracos.
Conceitos Fracos são aqueles que nos distanciam dos fatos, dos objetos e dos fenômenos, ou de forma objetiva ou subjetiva.
Os efeitos subjetivos de um Conceito Fraco muitas vezes reverberam em camadas mais automáticas do cérebro, que precisam ser Acupunturadas.
Um exemplo que me parece evidente desse tipo de Efeito Subjetivo Tóxico de um Conceito Fraco é o clássico “Ciência Pura“.
Um bom teste para medir a toxicidade de um determinado conceito é analisar sempre o seu antônimo, para ver se o uso é adequado,  pois subjetivamente sempre fazemos isso.
Qual é o antônimo de “Pura”?  Impura.
Como aceitamos o uso do conceito “Ciência Pura” para nos contrapor ao termo Impura?
Ayn Rand (1905 – 82) escreveu um livro “Virtude do Egoísmo” para questionar uma série de paradigmas na sociedade.
Ela incluiu o adjetivo virtude para provocar a Acunpunturização do Conceito.
Quando estamos num processo de Originalização na forma de pensar e agir de um determinado setor  OBRIGATORIAMENTE vamos ter que questionar o Vocabulário Corrente.
Vamos a mais um exemplo.
Toda Ciência é Humana!
Temos aqui um problema de Ilogicidade. 
Toda ciência, independente do fenômeno que estuda, é humana, pois os jacarés ainda não fazem ciência.
Assim, não há muita lógica em definir que Ciências Humanas são aquelas que definem o estudo da sociedade.
O problema dos conceitos – que são adjetivos – mal empregados são os efeitos subjetivos que eles provocam.
Ao se dizer Ciências Humanas se dá a noção não explícita de que as outras são feitas por Super Homens, ou seres superdotados, o que pode ser evitado.
O fato de ser assim, o senso comum aceitar, não significa que pode continuar sendo assim, se podemos aperfeiçoar.
O papel de uma pessoa que quer mais e mais a Originalização da sociedade é questionar usos comuns de conceitos, que podem criar consequências tóxicas.
Vamos definir que todas as Ciências são Humanas e, que temos a seguinte divisão:
  • que estudam fenômenos não humanos;
  • que estudam fenômenos humanos, que são as Ciências Sociais.

Se podemos utilizar conceitos mais precisos, que evitem consequência subjetivas inesperadas, é bom que façamos isso. Não mata ninguém.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo 

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#MBKM – Reflexões com os alunos desta Pós.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Um Futurismo de Excelência, assim, diferente da vidência, procura apontar Tendências Estruturais e evita predizer mudanças conjunturais.
  2. É a análise das regras mais fixas do Sapiens (na luta pela sobrevivência), que permite compreender os Padrões Mais Fixos da espécie e projetar as Tendências Futuras Estruturais.
  3. Passada a Pandemia, tudo vai voltando ao normal e o que fica são as macrotendências, que já existiam, tais como a independência do Sapiens, cada vez mais, ao espaço físico.
  4. Um bom exemplo de Cisne Negro é a pandemia, que modificou completamente o cenário de curto prazo, mas não o de longo.
  5. O que prejudica a análise de longo prazo é a visão romântica da espécie, de quem acredita que podemos fazer tudo e que não temos limites – o que não é verdadeiro.
  6. As grandes macrotendências humanas tendem a seguir um determinado padrão, pois todos os dias precisamos fazer coisas sempre iguais, tais como: comer, beber água e dormir.
  7. Quando tentamos criar Cenários Estruturais, há padrões na sociedade humana, em função das demandas de sobrevivência, que são mais fáceis de serem previstas.
  8. Quanto mais queremos prever o curto prazo, mais difícil é a proceder o diagnóstico, pois ele está sujeito a qualquer fator disruptivo.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“A crítica e o debate são os únicos meios de chegar mais perto da verdade.” – Popper.
É possível prever o futuro?
Antes de mais nada é preciso definir que o futuro existe, não é uma fantasia.
Algumas tendências de mudança vão se sobrepor a outras e é tarefa dos Futuristas de Excelência se antecipar a elas.
Quando procuramos fazer um Diagnóstico de Cenário temos algumas opções como vemos abaixo.
Os vários tipos de Cenários Futuros:
  • Cenário Estrutural – aquele dos grandes movimentos da espécie, no longo prazo;
  • Cenário Conjuntural– aquele dos micro movimentos da espécie, no curto prazo;
  • Cenário Micro Conjuntural – aqueles do super micro movimentos da espécie, no curtíssimo prazo.
Quanto mais queremos prever o curto prazo, mais difícil é  proceder o diagnóstico, pois ele está sujeito a qualquer fator disruptivo. 
De maneira geral, é mais comum se achar que é mais fácil prever o curto do que o longo prazo, o que não é verdade.
Quando tentamos criar Cenários Estruturais, há padrões na sociedade humana, em função das demandas de sobrevivência, que são mais fáceis de serem previstas.
O curto e o curtíssimo prazo estão sujeitos ao que Nassim Taleb chama de Cisnes Negros, que podem surpreender e alterar as previsões, mas o longo prazo, não.
As grandes macrotendências humanas tendem a seguir um determinado padrão, pois todos os dias precisamos fazer coisas sempre iguais, tais como comer, beber água e dormir.
O que prejudica a visão da visão de longo prazo é a visão romântica da espécie, que acredita que podemos fazer tudo e que não temos limites – o que não é verdadeiro.
Um bom exemplo de Cisne Negro é a pandemia, que modificou completamente o cenário de curto prazo, mas não o de longo.
Passada a Pandemia, tudo vai voltando ao normal e o que fica são as macrotendências, que já existiam, tais como a independência do Sapiens, cada vez mais, ao espaço físico.
Padrões históricos bem construídos, via Teorias Futuristas, permitem trabalhar, de forma mais fácil, com as Macro Tendências.
Assim, quando as pessoas dizem que o futuro é incerto. Sim, conjunturalmente, temos várias possibilidades, que ficam à mercê de eventos inesperados, mas estruturalmente temos uma certa regularidade.
O Sapiens precisa ser visto como mais uma Espécie Viva, que precisa cumprir determinadas regras para continuar sobrevivendo.
É a análise das regras mais fixas do Sapiens (na luta pela sobrevivência), que permitem compreender os Padrões Mais Fixos da espécie e projetar as Tendências Futuras Estruturais.
Um Futurismo de Excelência, assim, diferente da vidência, procura apontar Tendências Estruturais e evita predizer mudanças conjunturais.
Quando mergulhamos no diálogo sobre Futurismo, temos duas vertentes:
  • Os Previsibilistas – aqueles que acreditam ser possível prever alguma coisa sobre o futuro;
  • Os Imprevisibilistas – aqueles que NÃO acreditam ser possível prever alguma coisa sobre o futuro.
Porém, um Futurista de Excelência tem a noção que a sua capacidade de previsão é principalmente no âmbito do Cenário Estrutural e muito menos nos Conjunturais.
O que os clientes do Futurista de Excelência precisa são dos grandes nortes e como ele acaba se refletindo nos eventos no curto e no curtíssimo prazo.
A Ciência Futurista tem como missão, assim, entender os Padrões Estruturais da sociedade, que em alguns momentos se modificam como agora.
Um Futurista é, assim, um tipo de historiador, que vai para a história não para analisar fatos e dados, mas para procurar Padrões Estruturais.

Um Futurista é, portanto, um cientista, que tem como ferramenta principal a Ciência da Sobrevivência, que se dedica ao estudo dos Macro Movimentos do Sapiens para sobreviver.
A análise do Macro Cenário, portanto, ajuda na visão geral e traça um norte mais de longo prazo para nortear decisões de curto prazo.
É isso, que dizes?

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#MBKM – Reflexões com os alunos desta Pós.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. As Ciências Sociais 1.0 – do ponto de vista paradigmático – estão na fase Terraplanista, pois não entendem o papel das tecnologias e das mídias na sociedade.
  2. Vivemos hoje diante do Digital algo similar ao debate Terra Plana versus Terra Redonda.
  3. Tecnologias e mídias são ignoradas COMPLETAMENTE pelos cientistas sociais de plantão e é por isso que estamos tão perdidos nesta nova Civilização.
  4. Se as Autoridades Influenciadoras estão cegas no meio do tiroteio, imagina a situação daqueles que as seguem e precisam delas para a tomada de decisão?
  5. Temos, assim, hoje o início do fim de um generalizado Umbiguismo Organizacional num amplo processo de decadência da sociedade.
  6. Quem não partir das revisões de paradigma propostas por McLuhan NUNCA terá capacidade de entender onde estamos e para onde vamos.
  7. Hoje, temos as Organizações 1.0 – nas quais se incluem as científicas – muito mais voltadas para resolver os seus próprios problemas do que de seus clientes.
  8. Todos os Diagnósticos de Cenário que temos hoje circulando no mercado são filhos da obsoleta Ciência Social 1.0.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“A verdade está acima das autoridades.” – Popper.
Há mais de três décadas trabalho com Internet e há duas tenho procurado entender e diagnosticar o atual cenário.
A primeira grande conclusão é a seguinte.
Vivemos hoje diante do Digital algo similar ao debate Terra Plana versus Terra Redonda.
Pitágoras foi um dos primeiros cientistas, que defendeu a Redondice da Terra.
Hoje, vivemos algo similar, pois:
Tecnologias e mídias são ignoradas COMPLETAMENTE pelos cientistas sociais de plantão e é por isso que estamos tão perdidos nesta nova Civilização.
Temos dois aspectos, que precisam mudar RADICALMENTE na forma como vemos o Sapiens e a sociedade humana:
  • as tecnologias são parte integrante da nossa maneira de pensar e agir, pois somos uma Tecnoespécie;
  • e as mídias são as Tecnologias Estruturais da nossa espécie. Quando elas se modificam, a civilização inicia uma nova Era.

A percepção de que somos uma Tecnoespécie e das mídias como Tecnologias Estruturais – e tudo que isso significa – não fazem parte das Ciências Sociais 1.0.

As Ciências Sociais 1.0 – do ponto de vista paradigmático – estão na fase Terraplanista, pois não entendem o papel das tecnologias e das mídias na sociedade.

Marshall McLuhan (1911 – 80) é uma espécie de Pitágoras 2.0.
McLuhan nos permite revisar nossa visão do Sapiens e da Sociedade, através de uma revisão filosófica e teórica, que é a base para a criação das Ciências Sociais 2.0.
Quem não partir das revisões de paradigma propostas por McLuhan NUNCA terá capacidade de entender onde estamos e para onde vamos.
A partir das premissas filosóficas de McLuhan, Pierre Lévy desenvolveu uma nova Teoria da História, que parte das mídias como o principal Fator Detonante para a criação de novas Eras Civilizacionais.
Todos os Diagnósticos de Cenário que temos hoje circulando no mercado são filhos da obsoleta Ciência Social 1.0.
Empreendedores que fazem sucesso neste novo Ambiente Competitivo conseguem criar novas organizações, mas não explicar – com mais precisão – o que está ocorrendo.
Finais de Eras Civilizacionais são marcadas por Decadências Civilizacionais.
Decadências Civilizacionais são provocadas pela combinação do aumento da Complexidade Demográfica e uma obrigatória Centralização Midiática.
Centralizações Midiáticas provocam um efeito generalizado de perda de foco e objetivo das Organizações de Plantão.
Hoje, temos as Organizações 1.0 – nas quais se inclui as científicas – muito mais voltadas para resolver os seus próprios problemas do que de seus clientes.
Temos, assim, hoje o início do fim de um generalizado Umbiguismo Organizacional num amplo processo de decadência da sociedade.
A Civilização 2.0 inicia uma nova etapa humana, na qual vamos abandonar a primeira etapa mamífera do Sapiens, quando tivemos a necessidade de líderes-alfa.
A grande Macrotendência futura é a experimentação da Filosofia Administrativa das Formigas, que podemos chamar de Curadoria 2.0 ou Blockchenização.
Nosso principal problema hoje não são os efeitos da chegada da nova Civilização, mas a incapacidade das Autoridades Influenciadoras entenderem o que está ocorrendo.
Se as Autoridades Influenciadoras estão cegas no meio do tiroteio, imagina a situação daqueles que as seguem e precisam delas para a tomada de decisão?
É isso, que dizes?

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#Teoria_das_Mudanças – Reflexões sobre este conceito para aprimorar a Narrativa Bimodal.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Estamos vivendo uma espécie de Ilusão Estratégica, na qual clientes e diagnosticadores combinam a mudança que querem acreditar, independente dos fatos lá fora.
  2. O que está se fazendo no mercado hoje é, com os mesmos paradigmas, tentando realizar um diagnóstico para algo que EXIGE uma nova visão.
  3. Se eu decido mudar por conta própria, o diagnóstico de cenário não é tão importante. Mas se eu preciso mudar por algo que ocorre no cenário, ele é fundamental!
  4. Diagnósticos são feitos para que possamos guiar processos de mudança. Quando as ferramentas de diagnóstico são inadequadas, a mudança também será.
  5. Os Diagnosticadores Estratégicos estão acostumados a se utilizar do Método de Análise Indutivo (paradigmas válidos) e é isso que tem gerado a maior parte dos erros de diagnóstico.
  6. Quando vivemos mudanças desconhecidas como a atual, é preciso utilizar o Método de Análise Dedutivo (paradigmas inválidos) e sair do Método de Análise Indutivo (paradigmas válidos).
  7. Há que se fazer uma revisão filosófica e teórica de como o Sapiens avança na história para que se possa fazer um Diagnóstico Estratégico mais eficaz.
  8. Hoje, depois da chegada da Internet, passamos a viver uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“A estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruído antes da derrota.” – Sun Tzu.

Hoje, depois da chegada da Internet, passamos a viver uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

Para que possamos lidar bem com a Mudança DRED é preciso que haja um bom Diagnóstico Estratégico.

Porém, temos os seguintes problemas nos Diagnósticos de Cenário diante da Civilização 2.0:

  • organizações não estão procurando Diagnósticos Estratégicos mais consistentes, mas aqueles que são mais afeitos ao que elas gostariam;
  • Diagnosticadores de Cenários estão atendendo a demanda de seus clientes, de oferecer aquilo que eles querem ouvir e não o que eles diagnosticaram, a partir de um processo eficaz;
  • por fim, está se usando o Métodos de Análise Exógeno Indutivo, que é inadequado para se realizar o atual Diagnóstico Estratégico de Cenário.

Por causa destes erros, há um aumento exponencial de Processos de Mudanças Tóxicos.

Vejamos.

Realizar Diagnósticos Estratégicos, entretanto, no atual cenário foge um pouco da forma tradicional de realizá-los pelos aspectos “Desconhecido“, “Estrutural” e “Disruptivo” das atuais mudanças.

Há que se fazer uma revisão filosófica e teórica de como o Sapiens avança na história para que se possa fazer um Diagnóstico Estratégico mais eficaz.

Quando vivemos mudanças desconhecidas como a atual, é preciso utilizar o Método de Análise Dedutivo (paradigmas inválidos) e sair do Método de Análise Indutivo (paradigmas válidos).

(Há também algo similar na filosofia que se chama Dialética Ascendente e Descendente, que seria similar à Indução e Dedução.)

Os Diagnosticadores Estratégicos estão acostumados a se utilizar do Método de Análise Indutivo (paradigmas válidos) e é isso que tem gerado a maior parte dos erros de diagnósticos.

Diagnósticos são feitos para que possamos guiar processos de mudança. Quando as ferramentas de diagnóstico são inadequadas, a mudança também será.

Façamos aqui uma espécie de Teoria das Mudanças.

Vejamos.

Existem dois Processos de Mudanças distintos Do Ponto de Vista do Resultado:

  • Mudança Saudável – de uma situação pior para melhor, a partir dos critérios de quem muda;
  • Mudança Tóxica – de uma situação  melhor para pior ou igual com esforço jogado fora e nenhum tipo de aprendizado, a partir dos critérios de quem muda.

Existem dois Processos de Mudanças do ponto de vista do Fator Motivador:

  • Endógeno – aquele que a pessoa ou organização decide mudar mais por motivos internos do que externos, mais voluntário do que obrigatório;
  • Exógeno – aquele que a pessoa ou organização decide mudar mais por motivos externos do que internos, mais obrigatório do que voluntário.

Em ambos os casos (Mudanças Exógenas ou Endógenas), num Processo de Mudança Saudável é preciso responder a três questões:

  1. o que precisa ser alterado?
  2. para onde queremos ou devemos ir?
  3. qual é o benefício esperado para que possamos ter uma métrica?

As três perguntas demandam necessariamente um Diagnóstico Estratégico, que se divide em dois, dependendo do tipo da mudança:

  • Diagnóstico Estratégico Endógeno – por que a pessoa ou organização, de dentro para fora, resolveu mudar?
  • Diagnóstico Estratégico Exógeno – por que a pessoa ou organização, de fora para dentro, precisa mudar?

O grande problema que temos em Diagnósticos Estratégicos Exógenos é a compreensão das mudanças de cenário.

Se eu decido mudar por conta própria, o diagnóstico de cenário não é tão importante. Mas se eu preciso mudar por algo que ocorre no cenário, ele é fundamental!

Se há algo que está nos obrigando a mudar, o que gerou a instabilidade no que era estável?

Diagnósticos Estratégicos Exógenos demandam profissionais que analisam os fatos e apresentam cenários mais consistentes para seus clientes.

O que vivemos hoje é a demanda por um Diagnóstico Estratégico Exógeno Dedutivo!

O que isso significa?

Que é algo que vem de fora para dentro e que exige revisões de paradigmas.

O que está se fazendo no mercado hoje é, com os mesmos paradigmas, tentando realizar um diagnóstico para algo que EXIGE uma nova visão.

É preciso da Dedução para se realizar o Diagnóstico Estratégico Exógeno.

Outro problema que estamos vivendo é uma espécie de Ilusão Estratégica, no qual clientes e diagnosticadores combinam a mudança que querem acreditar, independente dos fatos lá fora. 

Porém, note que quando um Profissional de Diagnóstico Estratégico apresenta cenários para seus clientes, ele não tem a chance de alterar os fatos.

Ele é apenas um interpretador dos fatos e um mensageiro da análise feita para os clientes.

Um Profissional de Diagnóstico Estratégico é igual a um médico, que apresenta um diagnóstico para seu paciente.

Um Profissional de Diagnóstico Estratégico não pode modificar o seu parecer apenas para agradar o cliente ou para atingir mais clientes.

Um Profissional de Diagnóstico Estratégico pode escolher ou aceitar clientes que aceitem o seu parecer, mas NÃO pode mudá-lo para ter clientes.

Um Diagnóstico Estratégico é diferente de um serviço ou produto, que a pessoa pode fazer determinados ajustes para atender aos desejos do seu cliente.

Um Diagnóstico Estratégico é uma leitura de cenário com determinados critérios, sobre os quais o Profissional responsável NÃO tem controle!

Um médico não diz para o paciente que ele não está mais com câncer, só por que este está com dificuldade de aceitá-lo!

Quando analisamos o cenário atual diante da nova Civilização 2.0, percebemos que estamos vivendo a massificação de Processos Tóxicos de Mudanças Exógenas.

Quando se fala, por exemplo, em Transformação Digital, estamos claramente abordando um tipo de um Processo de Mudança Exógena, na qual pessoas e empresas estão procurando se adaptar ao que vem de fora.

Em Processos de Mudança Exógena é FUNDAMENTAL a qualidade do Diagnóstico Estratégico para que se possa ter uma noção mais clara e precisa do cenário.

Os Diagnósticos Estratégicos que temos no mercado hoje, tal como “Revolução Industrial 4.0“, “Sociedade 5.0“, “Sociedade do Conhecimento“, “Sociedade da Informação” são todos Percepcionistas e não Padronistas.

Explico.

Para se aferir a qualidade de um Diagnóstico Estratégico é preciso analisar:

  • se o fenômeno foi bem diagnosticado, e, para isso, é preciso apontar padrões do mesmo no passado;
  • se as projeções das tendências passadas e presentes fazem sentido com o que estamos vivendo;
  • e, por fim, se as sugestões Estratégia de Adaptação têm tido os resultados esperados.

Hoje, assistimos a difusão de Processos Tóxicos de Mudanças Exógenas, pois vemos:

  • Profissionais de Diagnóstico criando cenários para os clientes, baseados no desejo destes e não em fatos;
  • Processos de Mudanças Exógenas sem uma Análise de Cenário Consistente.

Os Diagnosticadores de Cenário são, em sua maioria,  Percepcionistas e não Padronistas.

E este é mais um ponto, entre vários outros, que explica por que nenhuma Organização Tradicional, que adota a tal Transformação Digital, conseguiu sair à frente e ser líder no novo Ambiente de Concorrência 2.0.

O que assistimos é o aumento exponencial de Processos Tóxicos de Mudanças Exógenas.

É isso, que dizes?

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Frases de Divulgação do Artigo

  1. Quando se analisa as bases conceituais dos projetos de Transformação Digital, nota-se que se está trabalhando com Diagnósticos de Cenários baseados em Teorias Futuristas Fracas.
  2. Um Diagnóstico Estratégico é filho de uma Teoria Futurista. Quanto mais forte é a Teoria Futurista, mais chance temos de termos um Diagnóstico Estratégico Forte e vice-versa.
  3. Para que possamos ter uma Teoria Futurista Forte – mais consistente – é preciso NECESSARIAMENTE que tenhamos um estudo de Padrões Históricos.
  4. Os fatos demonstram claramente que no passado, determinadas tendências se consolidaram e outras não. Por que isso ocorreu? E quais são as regras por trás daquilo?
  5. No Relativismo Futurista cada um pode ter uma Teoria para chamar de sua, como se determinadas tendências não fossem se sobrepor sobre outras no futuro.
  6. Na Visão Romântica sobre o Sapiens, imagina-se um ser bem diferente das outras espécies que pode tudo, que não tem limites regidos pela sobrevivência.
  7. A Visão Romântica sobre o Sapiens é a mãe de todas as propostas utópicas para a sociedade humana.
  8. Quando vamos defender uma Teoria Futurista iremos OBRIGATORIAMENTE esbarrar numa série de preconceitos que temos sobre nossa forma de pensar o futuro.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Uma nova verdade científica não triunfa convencendo seus opositores e fazendo-os ver a “luz”, mas por que seus oponentes finalmente morrem e uma nova geração cresce familiarizada com ela.” – Max Planck.
Depois das duas aulas no módulo “Civilização 2.0”, que eu tenho a honra de ministrar no MBA de Gestão de Conhecimento do Crie/Coppe/UFRJ, temos algumas questões relevantes sobre a relação do Sapiens com o seu futuro:
  1. a sociedade humana tem um padrão ou o nosso futuro sempre será aleatório?
  2. em tendo algum tipo de padrão, é possível conhecê-lo, através da ciência?
  3. ou a ciência é feita de várias maneiras de pensar diferente, numa espécie de Relativismo, no qual cada um pensa o que achar melhor?
  4. em tendo um padrão, que seja passível de ser conhecido e que devemos evitar o Relativismo Científico, que ele é tóxico, quais são os padrões passíveis de previsão e quais não são?
  5. e hoje dentro do cenário atual, quais são os Diagnósticos Futuros que podemos dizer que são mais científicos e quais são menos?

Quando vamos defender uma Teoria Futurista vamos OBRIGATORIAMENTE esbarrar numa série de preconceitos que temos sobre nossa forma de pensar o futuro.

De maneira geral, em primeiro lugar as pessoas têm uma Visão Romântica sobre o Sapiens.

Na Visão Romântica sobre o Sapiens, imagina-se um ser bem diferente das outras espécies que pode tudo, que não tem limites regidos pela sobrevivência.

A Visão Romântica sobre o Sapiens é a mãe de todas as propostas utópicas para a sociedade humana.

Quando se tem uma Visão Romântica sobre o Sapiens não se está projetando o futuro baseado em análises lógicas e científicas, mas nos desejos e nas emoções.

Nas projeções futuras, baseadas na Visão Romântica sobre o Sapiens, não vamos procurar padrões do passado, mas aquilo que desejamos – sai a lógica científica e entra outra coisa no lugar.

Uma Teoria Futurista parte das seguintes premissas:

  • é possível analisar padrões na sociedade humana;
  • são padrões que tendem a se repetir ao longo do tempo;
  • e que é preciso combater o Relativismo Futurista.

No Relativismo Futurista cada um pode ter uma Teoria para chamar de sua, como se determinadas tendências não fossem se sobrepor sobre outras no futuro.

Porém, os fatos demonstram claramente que no passado, determinadas tendências se consolidaram e outras não. Por que isso ocorreu? E quais são as regras por trás daquilo? 

Para que possamos ter uma Teoria Futurista Forte – mais consistente – é preciso NECESSARIAMENTE que tenhamos um estudo de Padrões Históricos.

Um Diagnóstico Estratégico é filho de uma Teoria Futurista. Quanto mais forte é a Teoria Futurista, mais chance temos de termos um Diagnóstico Estratégico Forte e vice-versa.

Uma Teoria Futurista, entretanto, é filha de uma Teoria Histórica, que vai se procurar padrões para que se possa projetar fatos futuros.

Temos, assim, o seguinte encadeamento para se chegar num Diagnóstico de Cenário:

Teoria Histórica, que nos permite chegar a uma Teoria Futurista, que viabiliza um Diagnóstico de Cenário.

Quanto melhor for a Teoria Histórica, melhor será a Teoria Futurista e, por sua vez, o Diagnóstico de Cenário.

A chegada da Civilização 2.0, que não estava dentro das previsões das Teorias Futuristas Hegemônicas do passado, indica que vivemos hoje uma Anomalia Teórica.

Uma Anomalia Teórica é um momento em que determinada ciência não consegue nem prever algo relevante que ocorre e nem projetar os seus desdobramentos.

Vivemos hoje uma Anomalia nas Teorias Históricas de plantão, o que não nos permite criar Teorias Futuristas Fortes e, por sua vez, Diagnósticos de Cenários mais consistentes.

Quando se analisa as bases conceituais dos projetos de Transformação Digital, nota-se que se está trabalhando com Diagnósticos de Cenários baseados em Teorias Futuristas Fracas.

Para que se possa lidar com a Civilização 2.0 de forma adequada é preciso, pela ordem, escolher Teorias Históricas e Futuristas Fortes para se ter Diagnósticos de Cenários Fortes, que permitam guiar os inovadores para algo mais próximo dos fatos.

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Frases de Divulgação do Artigo

  1. As Tecnologias Midiáticas são uma espécie de Órtese da Mente e quem não utiliza as mais modernas vai, aos poucos, se tornando um Sapiens com menos possibilidades.
  2. Tecnologia não é, como estamos usando no senso comum, as novas tecnologias, mas tudo que o ser humano cria para viver melhor.
  3. As faculdades de administração estão formando jovens administradores para operar num ambiente produtivo em extinção.
  4. Temos hoje um grave problema conceitual: as Teorias Administrativas 1.0 estão em crise, pois não conseguiram prever a chegada da Curadoria.
  5. Não estamos com a chegada da Civilização 2.0 desintermediando os processos, mas reintermediando de uma forma mais sofisticada.
  6. As intermediações que vão sendo criadas ao longo do tempo são MAIS ADEQUADAS do que as anteriores, pois a Complexidade Demográfica Progressiva assim o exige.
  7. A Curadoria permite quebrar a antiga barreira ao conseguir oferecer qualidade em grande quantidade a baixo custo.
  8. A transformação necessária hoje para quem quer liderar mercados é administrativa e não tecnológica!

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:
“A próxima revolução científica acontecerá na área das Ciências Humanas.” –  Pierre Lévy.
Procuro estimular nas minhas aulas da Pós a interação, antes, durante e depois das aulas.
O presente artigo faz parte dos retornos que tive durante e depois dos encontros, o que me ajuda também a rever conceitos e analisar se posso melhorá-los.

Como Curadorar uma Organização Tradicional?

“Não foi uma dúvida, mas sim um ponto sobre como fazer quando empresas muito reguladas querem fazer essa ponte da transformação. Um setor como o bancário conseguiu “digitalizar”/ uberizar? Ou esta só no nível da digitalização? E as telcos?” – Simone Magalhaes. // “Como “uberizar” o Estado? Para que os benefícios dessa transformação atinja a maioria da população…” – Júlia Frozza: //“Fiquei pensando nisso ontem Julia! Como uberizar serviços altamente regulados… a exemplo do setor bancário que hoje já tem bancos digitais… qual o caminho.” – Simone Magalhães.

Arrumando alguns conceitos.

Quando aplicamos a Visão de Cenário Bimodal, diagnosticamos que quem tem liderado mercado hoje tem Curadorado.

Curadorar significa se utilizar da nova Linguagem Algorítmica para criar Ambientes Produtivos mais distribuídos, com um custo/benefício melhor para respectivos clientes.

A Curadoria permite quebrar a antiga barreira ao conseguir oferecer qualidade em grande quantidade a baixo custo.

O problema que temos hoje é que:

A Curadoria é uma Filosofia de Administração incompatível com a Gestão.

Se plantarmos um pé de Curadoria nascem Ubers e não cooperativas de táxis!

A transformação necessária hoje para quem quer liderar mercados é administrativa e não tecnológica! 

Temos hoje um grave problema conceitual: as Teorias Administrativas 1.0 estão em crise, pois não conseguiram prever a chegada da Curadoria.

As faculdades de administração não conseguem entender o novo cenário, não ensinam a Curadorar, formando jovens administradores para operar num ambiente em extinção.

Se alguém quiser realmente liderar o novo mercado precisa:  experimentar a Curadoria precisa:

1) os líderes do projeto precisam abraçar a Visão de Cenário Bimodal;

2) criar uma área separada (Motor 2), com recursos próprios, para criar Projetos Curadores;

3) o Motor 2 tem a missão de experimentar a Curadoria, livre – tanto na forma de pensar e agir –  da Gestão.

Brasil 100% online:

“Por que se formos pensar qual a parcela da população que é consumidora de tecnologia, e por sua vez, de Uber, Netflix, etc… Exige uma mudança cultural…” – Júlia Frozza.

Aqui, antes de tudo, precisamos especificar melhor tecnologia.

Tecnologia não é, como estamos usando no senso comum, as novas tecnologias, mas tudo que o ser humano cria para viver melhor.

O que temos hoje são novas tecnologias em várias áreas e, em especial, novas Tecnologias Midiáticas, que nos permite interagir e informar melhor.

Como diz Lévy, uma nova tecnologia é um remédio para quem usa e um veneno para quem não se utiliza dela, pois vai perdendo competitividade.

As Tecnologias Midiáticas são uma espécie de Órtese da Mente e quem não utiliza as mais modernas se torna um Sapiens com menos possibilidades.

A possibilidade de amplo acesso à Internet deve ser um projeto prioritário para o país, que deve envolver empreendedores.

Precisamos colocar os jovens inconformados para pensar e colocar para rodar formas criativas de oferecer Internet para cada vez mais brasileiros.

Pode-se pensar em promover uma espécie de Macro Hackaton, um projeto do tipo Brasil 100% online.

Não existe civilização perfeita!

“Mudar as coisa para tudo permanecer como está” – essa frase está no livro “O leopardo” (que virou filme do Visconti na década de 60). O filme mostra a luta de uma elite decadente fazendo das tripas coração para permanecer no poder e  manter sua influência. E aí pensei na teoria das elites, de que a história é um cemitério de elites. Será que o que estamos vivendo agora não é essa transição entre elites?”

O conceito “elite” precisa ser mais preciso.

Podemos denominar Intermediadores.

Quem, de alguma forma, intermedia os processos, passa a ter uma hegemonia maior na sociedade.

Nos novos paradigmas da Ciência Social 2.0 vemos o seguinte:

  • é o uso adequado das novas Possibilidades Midiáticas, que permite que se forme as Organizações Líderes de mercado, que inclui o próprio estado;
  • As Possibilidades Midiáticas se alteram com a chegada de novas Tecnologias Midiáticas;
  • Quando aumentamos a Complexidade Demográfica passa haver uma demanda por novas Tecnologias Midiáticas, que permitem experimentar novas formas de Intermediação mais distribuídas;
  • E se cria, assim, uma nova “Elite Intermediadora”, mais sofisticada do que a passada, que cria Ambientes Civilizacionais mais sofisticados.

Haverá sempre algum tipo de intermediação em qualquer sociedade.

Não estamos com a chegada da Civilização 2.0 desintermediando os processos, mas reintermediando de uma forma mais sofisticada.

A ideia de uma sociedade humana desintermediada é falsa.

As intermediações que vão sendo criadas ao longo do tempo são MAIS ADEQUADAS do que as anteriores, pois a Complexidade Demográfica Progressiva assim o exige.

A monarquia, por exemplo,  deu lugar à reintermediação da República, que foi mais adequada para um mundo mais populoso, mas também não foi perfeita.

Não podemos procurar perfeição nas civilizações humanas, mas sempre uma adequação melhor à Complexidade Demográfica Progressiva.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

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O áudio do artigo 

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#MBKM – Reflexões com os alunos desta Pós.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. De maneira geral, os projetos de Transformação Digital não têm uma visão clara de para onde o Ambiente Competitivo está se dirigindo.
  2. Transformação Digital é um conceito ruim, pois se limita apenas a sugerir a introdução de novas tecnologias no mesmo modelo administrativo e não na criação de um novo modelo.
  3. O que temos hoje aos borbotões são análises de cenário, que são muito mais feitas para vender do que para compreender.
  4. A TV Globo pode se propor a ser o melhor vagão possível, mas todo o esforço que faz NÃO é mais para retomar a liderança, mas de aceitar a Vagonice.
  5. Quem quer ser Locomotiva Inovadora nos dias de hoje precisa encarar este desafio da migração da Gestão para a Curadoria.
  6. Quando muitas organizações tradicionais pensam na Transformação Digital, elas não estão mais querendo ser locomotiva, mas o melhor vagão possível.
  7. Na Síndrome da Vagonice, uma série de organizações abriu mão definitivamente da liderança da inovação e aceitou o seu papel de vagão.
  8. O fato de alguém da Geração da Uberização conseguir fazer dinheiro com seu negócio, NÃO quer dizer, em absoluto, que ele consegue entender o que está ocorrendo!

 

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:
“Com a Internet, não temos um problema de excesso  de informação, mas de filtros.” –  Clay Shirky.

Alguns temas apareceram ao longo do primeiro encontro de quatro hora com os alunos do MBA do MBKM (Gestão de Conhecimento) do Crie/Coppe/UFRJ, que eu gostaria de comentar e compartilhar com vocês.

Vamos aos temas:

A Síndrome da Vagonice

Muita gente argumenta que as Organizações Tradicionais optam por mudanças mais incrementais do que disruptivas, mas bem ou mal continuam ganhando dinheiro e operando.

E que as atuais mudanças vão demorar a acontecer, blá, blá, blá.

Sim, é verdade.

Mas podemos perceber um fenômeno que vou batizar de Síndrome de Vagonice.

Peguemos como exemplo a TV Globo – diretamente impactada pela Revolução da Sobrevivência 2.0.

A emissora era líder do seu mercado.

Era uma Locomotiva Inovadora, tanto em termos de forma (incluindo tecnologias) quanto de conteúdo.

Diante do novo Cenário Competitivo, com tudo que vem ocorrendo com a chegada do Netflix (Gestão 2.0/ 220 milhões de usuários) quanto do Youtube (Curadoria 1.0/ 2,2 bilhões de usuários) a TV Globo virou vagão.

A TV Globo pode até estar ganhando dinheiro, mas não é mais uma Locomotiva Inovadora.

A TV Globo pode se propor a ser o melhor vagão possível, mas todo o esforço que faz NÃO é mais para retomar a liderança, mas de aceitar a Vagonice. 

Quando muitas organizações tradicionais pensam na Transformação Digital, elas não estão mais querendo ser Locomotivas Inovadoras, mas o melhor vagão possível.

Muitos dirão que a TV Globo é um caso isolado, pois é uma empresa de mídia e o impacto da nova mídia cai diretamente sobre ela.

Sim, a TV Globo é um exemplo de perda de liderança no curto prazo.

Porém, uma Revolução da Sobrevivência promove impactos diretos e no curto prazo e indiretos no médio e no longo.

Temos diante de nós, em função da chegada e massificação da Linguagem Algorítmica, a possibilidade de criar um novo Modelo de Intermediação dos Processos Administrativos. 

O novo Modelo de Intermediação dos Processos Administrativos 2.0 nos permite fazer muito mais com muito menos – o que se tornará cada vez mais atrativo aplicá-lo em TODOS os setores.

A grande oportunidade de negócios que temos hoje está na capacidade de imaginar como o novo Modelo de Intermediação dos Processos Administrativos 2.0 pode ser aplicado.

Quem quer ser Locomotiva Inovadora nos dias de hoje precisa encarar este desafio da migração da Gestão para a Curadoria.

Vivemos hoje em larga escala, de forma exponencial a Síndrome da Vagonice:

Na Síndrome da Vagonice, uma série de organizações abriu mão definitivamente da liderança inovação e aceitou o seu papel de vagão. 

O problema principal que vivemos hoje é a baixa qualidade de Diagnóstico do Cenário.

O Diagnóstico do Cenário é feito por pessoas e organizações, que disputam o Mercado dos Conceitos.

O problema é que os fatos e as macrotendências NÃO são produtos e serviços, que podem ser customizados pelo desejo dos clientes.

Um Conceituador não tem a capacidade de mudar o Macro Cenário, cabe a ele apenas interpretá-lo e apresentar aos seus clientes, da forma mais honesta possível, as suas conclusões.

O que temos hoje aos borbotões são análises de cenário, que são muito mais feitas para vender do que para compreender.

As Organizações Tradicionais – mesmo aquelas que gostariam de voltar a ser Locomotivas Inovadoras, não sabem onde procurar uma explicação mais plausível.

É natural em momentos de grandes mudanças que ocorra o seguinte:

  • estamos acostumados a ter autoridades que nos guiam;
  • nas grandes mudanças, estas autoridades perdem a sua capacidade de enxergar direito;
  • nós passamos a ter dificuldade de sair da Lógica da Autoridade para uma Nova Lógica Disruptiva;
  • a Nova Lógica Disruptiva, como nos ensinou Titio Thomas Kuhn (1922 – 96) não vêm das autoridades de plantão, mas de novas autoridades, que NÃO são consideradas autoridades pelas maioria.

O processo de resgate da Liderança Inovadora, assim, começa justamente na capacidade que as pessoas terão de abandonar a Lógica da Autoridade e descobrir quem são os que estão produzindo, com qualidade, a Nova Lógica Disruptiva.

A Nova Lógica Disruptiva terá que ser validada não mais pelo seu sucesso na sociedade, mas justamente pela sua capacidade de apresentar padrões consistentes.

O início da guinada de uma pessoa ou de uma organização da Vagonice para a retomada da Locomotice está justamente na capacidade de:

  • rejeitar a Lógica da Autoridade;
  • ter capacidade de achar e abraçar a Nova Lógica Disruptiva produzida à margem do mainstream.

A diferença entre o Mercado de Produtivo e o Conceituativo 

Temos, com certeza, que bater palma para os Marks_Zuckerbergs para toda a Geração da Uberização que criou as empresas digitais.

Há um mérito enorme para a Geração da Uberização, que conseguiu entender a nova lógica do mercado e saiu na frente com projetos inovadores.

Porém, é preciso separar dois mercados bem diferentes:

  • O Mercado Produtivo – que resolve os problemas do cliente para agir melhor, através de produtos e serviços;
  • O Mercado Conceituativo – que resolve os problemas do cliente para pensar melhor, através da criação de conceitos, veiculados de diferentes maneiras.

O que podemos afirmar é o seguinte:

O fato de alguém da Geração da Uberização conseguir fazer dinheiro com seu negócio, NÃO quer dizer, em absoluto, que ele consegue entender o que está ocorrendo!

Para se desenvolver uma Organização Uberizada, utilizamos o Método Indutivo de copiar e colar, com mais ou menos criatividade – o que é muito bom.

O Método Indutivo é aquele que parte de paradigmas válidos e atua basicamente no Operacional.

Para desenvolver uma explicação sobre a Civilização 2.0, é preciso se utilizar do Método Dedutivo, que exige uma Revisão Filosófica e Teórica para se chegar a novas Metodologias e, a partir disso, atuar, com mais consciência sobre o Operacional.

O Método Dedutivo é aquele que parte da premissas que os paradigmas não são mais válidos e procura revisões filosóficas e teóricas para criar novas metodologias.

Algumas perguntas dos alunos:

“O que é Bimodal?”  // “O que é um ser bimodal?” – Mariana Lima / Felipe Leite.

Bimodal vem da palavra BI (dois) MODAIS (modos de se pensar e agir).

Vivemos hoje um MOMENTO BIMODAL, típico de Revoluções da Sobrevivência.

A Bimodalidade Administrativa atual:

  • de um lado antigo, temos uma forma de resolver problemas, que se utiliza do Ambiente Midiático Sonoro, que só nos permite criar Organizações Gestoras;
  • no lado novo, temos uma forma de resolver problemas, que se utiliza do Ambiente Midiático Algorítmico, que nos permite criar Organizações Curadoras.

Diante deste Cenário Bimodal, temos várias aplicações para o conceito Bimodal.

  • Momento Bimodal – dois Macro Modelos de Sobrevivência, que convivem em paralelo;
  • Bimodais – aquelas pessoas que se identificam com a Narrativa Bimodal, adotando-a como a sua bússola para entender o atual cenário;
  • Metodologia Bimodal – uma proposta de criar áreas separadas (que o mercado já se utiliza), mas que na área externa, inovadora, se parte para a experimentação da Curadoria e não da Gestão.

“Faz sentido falar em Transformação Digital” – a partir das questões de Kleones Maranhão

Transformação Digital é conceito ruim, pois dá a falsa ideia que a Transformação – (passagem de uma formação para outra) se limita apenas a introdução de novas tecnologias no mesmo modelo administrativo.

De maneira geral, os projetos de Transformação Digital são indutivos e não contam uma Teoria Forte do que de fato está ocorrendo a nível Macro.

O ideal seria chamar de Transformação para a Curadoria, que percebe a chegada de um novo Macro Modelo Administrativo, totalmente diferente do atual.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo 

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#Originalismo – aprofundando este conceito para a Narrativa Bimodal. // #MBKM – Reflexões com os alunos desta Pós.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A filosofia é, antes de tudo e apesar de tudo, uma ferramenta humana para que possamos viver melhor.
  2. Um Sistema Filosófico não procura ser mais ou menos verdadeiro, mas, antes de tudo, mais saudável para aqueles que o utilizam.
  3. A Filosofia Tóxica é aquela que deixa de cumprir a função para a qual a Filosofia foi criada: guiar o Sapiens na direção de uma vida mais saudável.
  4. As consequências para nossas hipóteses de felicidade devem ser a bússola, que nos orienta a avançar ou recuar.
  5. A Originalização não é, assim, algo natural, mas uma escolha aberta e possível que cada pessoa pode querer praticar, ou não.
  6. Podemos dizer que se Zecapagodarmos nós tendemos a ser muito mais iguais aos outros do que originais.
  7. Quanto menos nos Originalizamos, menos praticamos a nossa humanidade!
  8. O Sapiens é a espécie menos automática do planeta.

 

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“O objetivo da vida é o autodesenvolvimento. Para realizar a própria natureza perfeitamente – é para isso que cada um de nós está aqui.” – Oscar Wilde.

Vou partir da questão da Jennifer Souza, aluna do MBKM:

“Boa noite, como vão? Lendo o artigo e pensando sobre o termo ORIGINALIZACÃO me veio a necessidade de compreender melhor a palavra. Inicialmente pensei que pudesse ser algo como retorno à origem já que é mencionado o conceito da Animalogia. Depois pensei que originalização pudesse estar se referindo a ser original, ser diferente.

Pesquisando achei que seria o processo de se afastar do senso comum e mais no fim do artigo li e entendi que seria o processo de transformar inquietude em originalidade.

Sendo isso, o sistema faz muito sentido na minha opinião, já que dá para a inquietude um objetivo, como se fosse um combustível para reflexão com propósito bem definido, de onde sairão escolhas mais condizentes e que levem à felicidade. Acho que o desconforto do inquieto é exatamente pensar e analisar em excesso sem muita ação efetiva e acolhimento da sua análise por parte da maioria, vejo que dessa forma o sistema traz uma certa praticidade e me pergunto até que ponto ele impacta o indivíduo e o coletivo.”

Temos várias questões interessantes no comentário da Jennifer Souza.

Começo com o Perfil do Inquieto Inovador:

Trazendo nossa querida Titia Ayn Rand (1905 – 1982) para nos ajudar, o que podemos entender é o seguinte:

O Sapiens é a espécie menos automática do planeta.

Quanto menos nos Originalizamos, menos praticamos a nossa humanidade!

O Processo de Originalização é apenas uma possibilidade e NÃO vem naturalmente se não houver uma escolha intelectual e operacional de cada pessoa. 

Podemos dizer que se apenas Zecapagodarmos nós tendemos a ser muito mais iguais aos outros do que originais.

Já analisamos, não vou fazer isso aqui, mas vale lembrar:

Quando temos Ambientes Mais Centralizados, temos a tendência do desincentivo à Originalização e vice-versa.  

Se Originalizar é, assim:

  • dizer não ao senso comum, que bem ou mal é mais tangível e mais fácil de ser imitado;
  • dizer sim à Pesquisa Progressiva do seu Personal Senso Incomum, que precisa ser inventado.

A Originalização não é, assim, algo natural, mas uma escolha,  que cada pessoa pode querer praticar, ou não.

O que descobrimos na Segunda Linha de Pesquisa Bimodal é de que existe um perfil, que passamos a chamar de Inquietos Inovadores, que têm uma demanda muito maior por Processos de Originalização do que a grande maioria.

A Segunda Linha de Pesquisa Progressiva Bimodal procura responder:

  • como podemos definir um Inquieto Inovador?
  • como podemos identificá-lo?
  • como podemos ajudá-lo a transformar a sua Alta Taxa de Inquietude em Projetos Originais?

A Primeira Linha de Pesquisa Progressiva Bimodal procurou responder:

  • como podemos diagnosticar o novo mundo que estamos entrando?
  • como explicá-lo, a partir de padrões com fenômenos similares do passado?
  • e como as pessoas e organizações podem atuar para lidar melhor com ele?

Note que

  • na Primeira Linha de Pesquisa Progressiva Bimodal fizemos um estudo de cenário, quando fizemos reflexões sobre a Essência Histórica do Sapiens ao longo do tempo. Para isso, partimos dos Pensamentos Originais de Marshall McLuhan (1911 – 1980);
  • na Segunda Linha de Pesquisa Progressiva Bimodal estamos desenvolvendo um estudo sobre os Inquietos Inovadores – um perfil específico dentro da sociedade – que acreditamos ser mais afeito e com adesão mais imediata a nos ajudar no processo de Renascença Civilizacional.
  • Aqui, estamos partindo dos Pensamentos Originais de Ayn Rand (1905 -82), quando aproveitamos a sua sugestão na criação de um Sistema de Pensamento, com ordenação das Perguntas e Repostas Filosóficas, bem como da obrigação do Sapiens ter que escolher o seu caminho e, por fim, a felicidade individualizada (ou como preferimos originalizada) como o norte que deve guiar as pessoas.

De maneira geral,  percebemos o Inquieto Inovador da seguinte maneira:

  •  tem determinadas características genéticas, que o faz ser mais questionador;
  • tem uma insatisfação ao estabelecido muito maior do que a média das pessoas.

Diante disso, um Inquieto Inovador 

  • precisa assumir a Jornada da Originalização para tirar a sua Inquietude do Armário; 
  • transformando a Inquietude em projetos objetivos;
  • e com o Processo de Originalização entrar no Estado de Bem Estar Continuado – meta que deve ser perseguida por todos os humanos.

O papel da filosofia

Dentro da Segunda Linha de Pesquisa Progressiva Bimodal, tivemos a necessidade de criar o Sistema Filosófico Originalista.

O Sistema Filosófico Originalista visa:

  • resgatar Conceituadores do passado que podem nos ajudar nas atuais demandas por Originalização, cada vez mais ativa com a chegada da Civilização 2.0;
  • escolher, organizar e sugerir uma ordem mais adequada das Perguntas e Respostas Filosóficas Estruturantes para ajudar Inquietos Inovadores na sua Jornada de Originalização.

O SFO (Sistema Filosófico Originalista), obviamente, pode ser utilizado por qualquer pessoa, mas tem como foco inicial os Inquietos Inovadores.

No avançar da Segunda Linha de Pesquisa Progressiva Bimodal, temos que questionar o que denominamos de Filosofiafobia. 

É bem comum que as pessoas vejam a Filosofia como um espaço de pouca relevância e muito pouco eficaz no apoio das nossas vidas.

Fato é que a tendência de termos uma Filosofia Tóxica é grande.

A Filosofia Tóxica é aquela que deixa de cumprir a função para a qual a Filosofia foi criada: guiar o Sapiens na direção de uma vida mais saudável.

De maneira geral, se pensa que o papel da Filosofia é o de trazer a verdade. Isso é falso!

Está é uma visão confusa, perdida, na qual a Epistemologia (um ramo secundário da filosofia) se torna o principal.

A filosofia é, antes de tudo e apesar de tudo, uma ferramenta humana para que possamos viver melhor.

E temos Passos Filosóficos, que precisam ser respeitados, dos primeiros para os seguintes para não termos confusão na direção do Bem Estar Continuado.

Vejamos:

  1. somos a espécie mais autônoma do planeta, que é OBRIGADA a escolher como viver;
  2. é recomendável, portanto, de forma consciente, escolher uma Ética da Existência (formas de agir e pensar)  para se ter uma vida com o melhor bem estar continuado possível, a partir dos critérios de cada um;
  3. A Ética da Existência nos guia nas outras escolhas:
    1. Ética do Trabalho (Como trabalhar?)
    2. Ética do Consumo (Como consumir?) 
    3. Ética Epistemológica (Como definir o que é mais verdade diante das inúmeras decisões que vamos tomar na Jornada de Originalização?)

Um dos problemas que enfrentamos hoje no Mercado Conceitualista é justamente uma falta de conexão com os grandes pensadores do passado.

O principal desafio de um Conceituador de Excelência é o de primeiro escolher e depois adaptar os autores do passado que vão nos ajudar a resolver os problemas atuais.

Por isso, acredito que o Sistema Filosófico Objetivista de Ayn Rand – adaptado para o problema dos Inquietos Inovadores – tem muito a nos ajudar.

Quando Ayn Rand cria um critério de escalonamento das perguntas a serem respondidas pelo Sapiens para ter uma vida melhor, ela defende uma Filosofia NÃO que procura a verdade, mas uma Filosofia que seja Mais Saudável.

As perguntas e respostas filosóficas, assim, visam apontar caminhos para que as pessoas individual e coletivamente sejam menos infelizes.

O objetivo principal da Filosofia é ser uma bússola para que as pessoas possam ter vidas sempre melhores.

Não existe Felicidade Plena, permanente, mas podemos afirmar que temos dois tipos de Felicidade:

  • a Felicidade Conjuntural – que é sinônimo de alegria, que ocorre aqui e ali;
  • a Felicidade Estrutural – que é sinônimo de projeto de vida, de um propósito maior, que é uma escolha de alguém na caminhada pela sua Jornada de Originalização.

Assim:

Um Sistema Filosófico não procura ser mais ou menos verdadeiro, mas, antes de tudo, saudável para aqueles que o utilizam de alguma maneira.

Um Sistema Filosófico sugere que se tenha um projeto de Felicidade Estrutural, salpicado, o mais possível, de Felicidades Conjunturais coerentes com o propósito maior.

E quanto mais ele se aproxima dos fatos e se relaciona melhor com eles, a partir das escolhas feitas, mais saudável ele é.

Jennifer pergunta:

“Até que ponto (O Sistema Filosófico Originalista) impacta o indivíduo e o coletivo?”

O SFO está sendo desenvolvido, aplicado em alguns cases individuais e coletivos, e faz parte da ­Segunda Linha de Pesquisa Progressiva Bimodal.

O que posso afirmar é que nosso esforço é dotar o Inquieto Inovador de um material de apoio para que possa se Originalizar.

A eficácia do Sistema Filosófico Originalista só poder ser aferida com o tempo dentro da realidade.

As consequências para nossas hipóteses de felicidade –  trazidas pelos fatos – devem ser a bússola, que nos orienta a avançar ou recuar.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo 

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#Grant – detalhando o pensamento deste autor.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Há uma diferença entre o insight em cima de teorias criadas (Eurequismo) e do estudo continuado de longo prazo (Progressivismo).
  2. Aqueles que têm ou exerceram atividades artísticas têm mais chance de serem originais.
  3. Quanto mais você originaliza, mais humano você se torna.
  4. Ler um livro didático, é, antes de tudo, uma garimpagem de conceitos.
  5. A felicidade, de maneira geral, está no exercício da sua originalidade.
  6. Ser humano é se originalizar.
  7. Ambivalente é aquela pessoa que um dia te cumprimenta e no outro finge que não te conhece.
  8. O Sapiens é a única espécie que pode se reinventar.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao artigo:

“O homem sensato se adapta ao mundo; o insensato insiste em tentar adaptar o mundo a si. Portanto, todo progresso depende do insensato.” –  George Bernard Shaw.

Temos desenvolvido aqui o Sistema Filosófico Originalista.

A ideia é a seguinte:

  1. o Sapiens é a única espécie que pode se reinventar;
  2. Ser humano é se originalizar;
  3. Quanto mais você originaliza, mais humano você se torna;
  4. A felicidade, de maneira geral, está no exercício da sua originalidade.

O livro de Grant reflete bastante sobre o processo de Originalização, analisando o que ele denomina “Os Originais”.

A partir da leitura dele, que vem na sequência de várias outras, melhorei a Metodologia de Leitura Ativa Bimodal.

Ler um livro didático, é, antes de tudo, uma garimpagem de conceitos.

O objetivo é garimpar Conceitos Preciosos para melhorar nossa Narrativa Profissional.

Podemos dividir em três tipos:

  • Conceito Ouro (ou Diamante) – conteúdo inédito e que vai agregar bastante para a sua Narrativa Profissional. É aquele tipo e conceito, que você vai utilizá-lo com frequência;
  • Conceito Prata – conteúdo que não é inédito, mas reforça algo que você já pensava, agregando novidades;
  • Conceito Bronze – conteúdo que não é inédito, reforça algo que você já pensava, mas NÃO agrega novidades.

Achei no livro de Grant alguns Conceitos Ouro/Diamante, que merecem destaque:

Conceitos Ouro/Diamante:

1 – aqueles que têm ou exerceram atividades artísticas têm mais chance de serem originais:

“No entanto , os vencedores do Nobel tinham chances significativamente maiores de estarem envolvidos com arte do que os cientistas menos bem – sucedidos . Eis o que uma equipe de 15 pesquisadores da Universidade do Estado de Michigan descobriu sobre o engajamento dos vencedores do Nobel com atividades artísticas , em comparação com os cientistas comuns.”

O que isso nos ajuda?

  1. Em formulários para identificar Inquietos Inovadores, ao perguntarmos sobre seus interesses artísticos;
  2. Estimular os Inquietos Inovadores a retomar ou procurar atividades artísticas.
2 – aqueles que não são os primogênitos têm mais chance de serem originais;  
“Em comparação com os primogênitos , os cientistas que foram irmãos mais novos tinham três vezes mais chances de apoiar as leis da gravidade e do movimento de Newton e a teoria da relatividade especial de Einstein quando essas ideias ainda eram consideradas radicais.”
O que isso nos ajuda?

Em formulários para identificar Inquietos Inovadores, saber se são primogênitos.

Cabe verificar se a tese bate. Tenho Mentorandos que são primogênitos, coloquei sob observação isso.

3 – a diferença entre o insight em cima de teorias criadas (Eurequismo) e do estudo continuado de longo prazo (Progressivismo):
“Radicalmente diferentes de estilos de inovação: conceitual e experimental . Os inovadores conceituais formulam uma grande ideia e partem para executá-la . Os inovadores experimentais resolvem problemas por tentativa e erro , aprendendo e evoluindo à medida que avançam. Eles se dedicam a um problema , mas não partem de uma solução específica já pronta na cabeça.”

O que isso nos ajuda?

  1. Isso entra mais na Teoria sobre Inquietude.

Temos aqui dois tipos de problemas a serem enfrentados:

  • aqueles que são possíveis de serem resolvido com insights, de forma rápida;
  • aqueles que demandam um longo período de pesquisa, com insights rotineiros, progressivos e continuados.

Podemos, assim, dividir dois tipos de Originalistas:

  • Originalista Progressivo – o problema que se dedica demanda uma pesquisa continuada de longo prazo;
  • Originalista Eurequiano – o problema que se dedica precisa de um insight fulminante.

4 – Os pares julgam melhor:

“Para prever com exatidão o sucesso de uma nova ideia , é melhor ser um criador na própria área que se está julgando.”
O que isso nos ajuda?
Ao se avaliar um projeto novo, contar TAMBÉM com avaliação de pares.
Note bem, TAMBÉM, mas não apenas.
Conceitos Prata:
O problema dos ambivalentes:
“As relações negativas são desagradáveis , mas são previsíveis : se um colega sempre o trata com frieza , você pode manter distância e esperar o pior . Mas quando lidamos com uma relação ambivalente , estamos permanentemente na defensiva , tentando descobrir quando aquela pessoa pode ou não merecer nossa confiança . Como explica a equipe de Duffy , “ lidar com indivíduos inconsistentes requer mais recursos e mais energia emocional ” “
O trabalho continuado dos Originalistas Progressivos:
“Simonton descobriu que , em média , gênios criativos não eram qualitativamente melhores em suas áreas do que seus pares . Eles apenas produziam um volume maior de trabalho , o que lhes permitia um maior número de variações e uma chance maior de atingir a originalidade . “ A chance de produzir uma ideia influente ou bem – sucedida ” , destaca Simonton , é “ diretamente proporcional ao número total de ideias geradas .” 
Isso ocorre com os Originalistas Progressivos.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

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O áudio do artigo 

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#Originalismo – aprofundando este conceito para a Narrativa Bimodal.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Todo Sistema Filosófico tem como grande objetivo no curto, médio e, principalmente, no longo prazo, sugerir Éticas (escolhas) que gerem mais bem estar do que problemas.
  2. Ética representa uma série de escolhas que fazemos, a partir de determinados objetivos traçados, que podem trazer consequências saudáveis ou tóxicas para nós e para os outros.
  3. Se você tiver contato com algum autor que procure descrever a essência do Sapiens e não nos compare com outros seres vivos, você está diante de um Romântico.
  4. A maior parte dos pensamentos utópicos, irrealistas, viajantes que temos sobre o Sapiens vem justamente de não utilizarmos a Animalogia.
  5. Quando não partimos da Animalogia, passamos a romantizar o Sapiens e não entender uma série de limitações que todos os seres vivos têm na batalha pela sobrevivência.
  6. Quando esquecemos que somos animais, que precisamos, como todos os outros, superar uma série de problemas obrigatórios para existir, deixamos de entender quem realmente é o Sapiens.
  7. De maneira geral, o grande problema dos filósofos e dos cientistas sociais é não comparar o ser humano com as outras espécies.
  8. Tem alguns autores que nos levam para novas estradas. Outros apenas nos ajudam a desviar de alguns buracos.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

 

Vamos ao Artigo:

“Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de ignorar a realidade.” – Rand.
Tem alguns autores que nos levam para novas estradas. Outros apenas nos ajudam a desviar de alguns buracos.
Começo com este artigo a jornada de escrever um texto maior (talvez um e-book) do que vou chamar Sistema Filosófico Originalista.
Vou explicando o conceito ao longo dos textos.
Ayn Rand (1905 – 82) passou a ser uma Madrinha Inspiradora para mim. Ela é uma das Conceituadoras Estruturantes na minha formação.
Há várias colaborações dela na minha maneira de pensar a sociedade e a política, mas também em como encarar a vida.
Rand tem dois grandes méritos como filósofa:
  • ela é Animalógica;
  • ela é uma Filósofa Sistêmica.

O que vem a ser isso?

Rand Animalógica

De maneira geral, o grande problema dos filósofos e dos cientistas sociais é não comparar o ser humano com as outras espécies.

Quando esquecemos que somos animais, que precisamos, como todos os outros, superar uma série de problemas obrigatórios para existir, deixamos de entender o Sapiens.

Quando não partimos da Animalogia, passamos a romantizar o Sapiens e não entender uma série de limitações que todos os seres vivos têm na batalha pela sobrevivência.

A maior parte dos pensamentos utópicos, irrealistas, viajantes que temos sobre o Sapiens vem justamente de não se utilizar da Animalogia.

Rand tem o mérito de iniciar a sua jornada filosófica nos comparando com os outros seres vivos. Rand é Animalógica.

Se você tiver contato com algum autor que procure descrever a essência do Sapiens e não nos compare com outros seres vivos, você está diante de um Romântico.

Vejamos:

As duas formas de analisar o Sapiens:

  • Animalogia – comparando-nos com outras espécies;
  • Romântica – acredita que o Sapiens não tem limites em função da demanda obrigatória da sobrevivência.

Rand Sistêmica

O outro aspecto relevante do legado de Rand é o aspecto da Filosofia Sistêmica.

Rand nos ensinou que:

para que possamos ter uma vida mais plena, é preciso responder algumas perguntas em determinada ordem;

E que quando esta ordem não é seguida, nossa mente se confunde e passamos a perder qualidade de vida.

Para nos ajudar a ter uma vida melhor, Rand criou o Objetivismo, que é uma proposta de Sistema Filosófico, que cria determinada ordem de perguntas e respostas sobre a vida.

Ela divide assim:

  • Metafísica: realidade objetiva;
  • Epistemologia: razão;
  • Ética: interesse próprio;
  • Política: direitos individuais e capitalismo;
  • Estética: juízos de valores metafísicos.

Segundo Rand, se há uma quebra no sistema de perguntas e respostas, tendemos a nos perder.

Vou, inspirado nela, fazer algumas adaptações e interpretações para criar o Originalismo.

Importante frisar que vamos usar o conceito Ética.

Ética representa uma série de escolhas que fazemos, a partir de determinados objetivos traçados, que podem trazer consequências saudáveis ou tóxicas para nós e para os outros.

Todo Sistema Filosófico tem como grande objetivo no curto, médio e, principalmente, no longo prazo, sugerir Éticas (escolhas) que gerem mais bem estar do que problemas.

Vejamos, pela ordem o primeiro escopo estrutural de um Sistema Filosófico Mais Saudável:

  • Essência da Essência (o que Rand denomina Metafísica)  – que nos ajuda a entender o Sapiens como espécie com o – para o bem ou para o mal – livre arbítrio na escolha da forma de sobreviver e viver, individualmente e em grupo. Não temos uma vida automática, mas feita de escolhas, que podem ser mais ou menos conscientes, mais ou menos saudáveis ou tóxicas;
  • Ética da Sobrevivência – que nos ajuda a definir nossos critérios de gerar dinheiro para viver (Ética do Trabalho) como de consumir (Ética do Consumo), tendo como referência nossos critérios de felicidade;
  • Ética Epistemológica – que nos ajuda a definir métodos para nos relacionar com a realidade para que a Ética da Sobrevivência se torne possível.

O Sistema Filosófico Originalista sugere, apenas, que:

  • temos que escolher uma forma de viver;
  • que a melhor forma de ser feliz é nos Originalizarmos;
  • que a Originalização deve ser o epicentro do nosso critério de felicidade;
  • Que tanto a Ética do Trabalho quanto do Consumo, bem como a Ética Epistemológica estejam alinhadas com o processo de Originalização.

É importante frisar que, para não confundirmos nossas vidas:

  • A Originalização é a escolha ética principal, é o norte, a bússola, tendo em vista que não escolher não é uma opção;
  • Todas as outras escolhas passam a ser subordinadas à primeira e precisam ser coerentes com elas.

No segundo artigo, vou procurar desenvolver porque a Originalização é a melhor opção Ética para uma pessoa em todos os tempos e, ainda mais agora, num período de Renascença.

E principalmente para as pessoas que nasceram ou desenvolver uma alta taxa de Inquietude, que precisa se transformar em Originalidade para não ter consequências tóxicas.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo 

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#Grant – detalhando o pensamento deste autor.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Quando você cria de um lado, precisa rotinarpor outro.
  2. O sucesso precisa ser bem administrado pelos Originalizadores.
  3. O Inconformismo de um Originalizador é saudável.
  4. Um Originalizador já mostra sinais de inconformismo desde pequeno.
  5. O inconformismo Saudável é a marca de um Originalizador.
  6. Inconformista Saudável – aquele que lida bem com a sua inconformidade, gerando benefícios para ele e para os outros.
  7. Inconformista Tóxico – aquele que não lida bem com a sua inconformidade, não gerando benefícios nem para ele e nem para os outros.
  8. Um Originalizador é alguém que não gosta do estabelecido.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Anos atrás, os psicólogos descobriram que existem dois caminhos para a realização: conformismo e originalidade.” – Grant.
Objetivo:
No Prefácio:
“Investiga com grande entusiasmo a ciência daquilo que motiva as pessoas, derrubando mitos e revelando verdades. Acredita que qualquer um de nós pode aprimorar a criatividade.”
Ele diz:
“Descobri que os grandes inventores não são necessariamente aqueles que se especializam muito em determinado assunto, mas os que buscam as perspectivas mais abrangentes.”
O autor acredita que o sucesso não é alcançado porque se está à frente das outras pessoas, mas quando se tem paciência para esperar pelo momento certo de agir.
“O propósito deste livro é mostrar como todos nós podemos nos tornar mais originais.” // “Espero que minhas descobertas ajudem as pessoas a criar coragem e desenvolver estratégias para perseguir a originalidade, e que forneçam aos líderes os conhecimentos necessários para criarem culturas de originalidade em suas equipes e organizações.”
Pérola 1:  o inconformismo é a marca de um Originalizador.
“E existe uma pista surpreendente (sobre se tornar original) no navegador que você usa para acessar a internet. Se você é um usuário de Mac, sua máquina tem um Safari pré- instalado. Quase dois terços dos profissionais de atendimento ao cliente usavam o navegador padrão, sem jamais questionar se haveria uma opção melhor disponível.”
Segue:
“Para ter um Firefox ou Chrome, você tem que demonstrar alguma desenvoltura e baixar um navegador diferente. Em vez de aceitar o padrão, toma a iniciativa de procurar uma opção que possa ser melhor. Esse ato de iniciativa, embora minúsculo, é uma janela para aquilo que você faz no trabalho.”
E eu diria na vida.
Um Originalizador é alguém que não gosta do estabelecido.
Os Originalizadores – que baixaram navegadores diferentes:
“Procuravam novas maneiras de vender e resolver os problemas dos clientes. Quando encontravam uma situação que lhes desagradava, tratavam de corrigi- la. Depois de tomar a iniciativa de melhorar suas condições de trabalho, acabavam tendo poucos motivos para se demitir. Haviam criado os empregos que queriam. Mas essas pessoas eram a exceção, não a regra.”
Isso lembra a dicotomia Nervosinho versus Nervosão do livro “#Salmen_e_Marques” de Salmen e Marques, analisado aqui.
Dizem eles:
  1. “O nervosinho é aquele que fica irritado com coisas que acontecem dentro da empresa e, em vez de falar com o responsável pelo erro ou com alguém que pode solucionar o problema, faz fofoca com as pessoas que não têm nada a ver com a situação. É uma chama de insatisfação que, no lugar de buscar um extintor, prefere colocar gasolina no problema – resmunga para a pessoa ao lado.”
  2. “Já do nervoso nós gostamos muito. É a pessoa que, quando vê alguma coisa errada, fica brava, indignada. E para resolver o problema, escancara o que está acontecendo com a pessoa certa. O Méliuz não é uma empresa perfeita – assim como nenhuma é –, e para resolvemos os desafios e impasses, precisamos mostrá-los para os responsáveis capazes de solucioná-los – conversa com o gestor para estabelecer um plano sobre como refazer os anúncios da melhor maneira.”
Pérola 2: um Originalizador já mostra sinais de inconformismo desde pequeno.
  1. “Nos três estudos, revelou- se que as pessoas que se tornariam empreendedores bem- sucedidos tinham mais chances de ter em seu histórico adolescente o hábito de desafiar os pais, ficar na rua além da hora permitida, matar aula, cometer pequenos furtos em lojas, apostar dinheiro, beber álcool e fumar maconha.”
  2. “Pesquisas demonstram que as crianças mais criativas são aquelas menos inclinadas a se tornarem as favoritas dos mestres.”
  3. “Os estudantes menos queridos eram os inconformistas, que faziam as próprias regras.”
  4. “Os professores costumam discriminar os estudantes altamente criativos, rotulando- os como criadores de caso.”
Pérola 3:  o Inconformismo de um Originalizador é saudável.
“No entanto, não eram mais inclinados a se envolverem em atividades perigosas como dirigir sob efeito de álcool, comprar drogas ilícitas ou roubar bens valiosos. E isso era verdadeiro qualquer que fosse o status socioeconômico dos pais ou a renda familiar.”
“Ocorre que as crianças prodígios raramente mudam o mundo. Ao estudar as pessoas mais importantes e influentes da história, psicólogos percebem que muitas delas não tinham talentos excepcionais quando crianças.”

Por outro lado os Conformados:

“Concentram sua energia em assimilar o conhecimento científico existente, não em produzir novas abordagens. Adaptam- se às regras codificadas de jogos já estabelecidos em vez de inventar novas regras para seus próprios jogos. Ao longo do caminho, seu esforço é voltado para obter a aprovação dos pais e a admiração dos professores.”
Conformado é aquele que se adequa à forma existente e o Inconformado é o que não se adequa e quer mudar.
Podemos dividir os Inconformismo em dois:
  • Inconformismo Tóxico – aquele que não lida bem com a sua inconformidade, não gerando benefícios nem para ele e nem para os outros;
  • Inconformismo Saudável – aquele que lida bem com a sua inconformidade, gerando benefícios para ele e para os outros.

Mudança relevante de conceitos:

Acredito que utilizar inconformismo é mais adequado do que inquietude.

Pérola 4: o sucesso precisa ser bem administrado pelos Originalizadores.
“Quando a motivação para o sucesso chega às alturas, ela abafa a criatividade.”
“Nas palavras dos psicólogos Todd Lubart e Robert Sternberg, “a partir de um nível intermediário de necessidade de sucesso, há evidências de que as pessoas se tornem de fato menos criativas”.”
“Preocupados em manter a estabilidade e alcançar realizações convencionais, eles relutaram em perseguir a originalidade.”
Pérola 5: o equilíbrio necessário do Originalista
“Quando acolhemos o risco em determinada área da vida, reduzimos o nível geral de risco sendo cautelosos em outro setor.” // “Portfólios de risco explicam por que as pessoas costumam se tornar originais em um aspecto de suas vidas enquanto permanecem bastante convencionais em outros.” //”Sentir- se seguro em um setor da vida nos dá liberdade para sermos originais em outro.” // Pelo contrário: os originais bem- sucedidos assumem riscos extremos de um lado e os contrabalançam com cautela extrema do lado oposto.
“Ninguém pode ser original em determinado campo se não possuir a estabilidade emocional e social que advém de atitudes regulares em todas as outras áreas que não aquela em que está sendo original” – Edwin Land.
Definição de Original:

Original, adj. Que é origem ou fonte de algo; de onde algo brota, provém ou deriva. original, s. Coisa única ou singular; pessoa que é diferente das outras de uma forma atraente ou interessante; indivíduo dotado de iniciativas inovadoras e capacidade inventiva.

Como ele define Original:

“Originalidade é tomar o caminho menos trilhado, defendendo um conjunto de ideias novas que contrariam o pensamento corrente mas que, no fim, resultam em algo melhor.”
E ainda:
“A originalidade envolve introduzir e impulsionar uma ideia que seja relativamente incomum em determinada área que possa ser beneficiada por ela.” // “O que distingue a originalidade é a rejeição do que é convencional e a investigação sobre a existência de opções melhores.”
Mais:
“Pessoas originais são aquelas que tomam a iniciativa de transformar sua visão em realidade.” //
“um adulto que “remodela um domínio”.”

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#Inquietos – detalhando este conceito da BIMODAIS.

Frases de Divulgação do Artigo

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Thomas Kuhn (1922 – 96) estudando as mudanças na ciência nos legou um verdadeiro diamante: diante de mudanças mais profundas, de maneira geral, as pessoas, simplesmente, não conseguem mudar.

Kuhn vai além.

Uma geração precisa morrer para que um novo paradigma mais consistente possa ganhar espaço.

No livro o Poder do Hábito, de Charles Duhigg, temos o início de uma explicação mais consistente para esse fenômeno.

Duhigg diz que temos determinados hábitos, onde se incluir formas de pensar, que são armazenadas em áreas distintas no nosso cérebro.

Quanto mais estão próximos do tronco cerebral, mais automatizadas são a forma de pensar e agir.

Neste local, temos as ações e reações automáticas do corpo, tais como o pulsar do coração e a respiração, quando não pensamos nela. É ali que há a irradiação das dores.

Podemos chamar de Área Mais Automatizada da Mente.

Podemos dizer, assim, que:

Quanto mais determinada forma de agir e pensar ocupa a Área Mais Automatizada da Mente, mais haverá dificuldade de mudá-la.

Dentro da minha experiência de longa data, levando novidades para as pessoas, acabei separando dois perfis de alunos:

  • Os Quietos – que têm mais dificuldade de entender e aceitar determinadas teorias, ou mesmo aceitando, descartando logo depois;
  • Os Inquietos – que têm mais facilidade de entender e aceitar determinadas teorias, incorporando-as em suas vidas.

Diria que os Inquietos têm uma capacidade lógica maior e conseguem se distanciar mais das emoções.

Podemos dizer que há outro aspecto relevante que é o posicionamento da pessoa diante da mudança:

  • Os Resistentes – são aqueles que são mais afetados pelas mudanças e tendem, por causa disso, a não aceitá-las;
  • Os Transformadores – são aqueles que serão beneficiados pelas mudanças e tendem, por causa disso, a não só aceitá-las, mas promovê-las.

O ideal para projetos de Inovação é contar com pessoas Inquietas Transformadoras, que não só têm mais facilidade de aceitar novas formas de pensar e agir e conseguem ver as vantagens no processo.

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#Blockchain – detalhando este conceito na BIMODAIS.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. O AA (Alcoólicos Anônimos) se utiliza da Filosofia Blockchain, superando, assim, o problema de escala.
  2. O Blockchain não é uma tecnologia, mas uma Filosofia Administrativa, já usada há milênios pelas formigas!
  3. Estar em contato com um ambiente distante dos velhos hábitos e paradigmas é fundamental para a mudança.
  4. Quanto mais um paradigma está numa área do cérebro mais automatizada, mais difícil é de ser abandonado.
  5. Hábitos, podemos incluir paradigmas, formas de pensar, que ficam na Zona Quase Automática da Mente são muito mais difíceis de serem abandonados.
  6. O AA (Alcoólicos Anônimos) não tem um problema de escala, pois nenhum grupo para ser criado ou funcionar precisa de autorização central.
  7. O Blockchain é uma Filosofia Administrativa, que pode ser vista, de forma natural, numa colônia de formigas e no funcionamento do AA (Alcoólicos Anônimos).
  8. O Blockchain não é uma tecnologia como muitos pensam, mas uma concepção de solução de problemas, na qual um Ecossistema é criado, sem que haja um centro organizador.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

“Muitas vezes, os hábitos são tanto uma maldição quanto um benefício.” – Charles Duhigg.

O autor fala muito sobre o AA (Alcoólicos Anônimos), que denomina um dos movimentos mundiais mais transformadores de hábitos do mundo.

O AA, criado por Bill Wilson (1895 – 1971) tem a Filosofia Blockchain.

A Filosofia Blockchain é a criação de um Ecossistema Para Solução de Problema, que funciona sem um centro organizador, independente das tecnologias utilizadas.

O Blockchain não é uma tecnologia como muitos pensam, mas uma concepção de solução de problemas, na qual um Ecossistema é criado, sem que haja um centro organizador.

O Blockchain é uma Filosofia Administrativa, que pode ser vista, de forma natural, numa colônia de formigas e no funcionamento do AA (Alcoólicos Anônimos).

No caso do AA (Alcoólicos Anônimos) a Filosofia Blockchain foi implantada da seguinte maneira, com a criação de três tipos de algoritmos:

  • Algoritmo Geral – com o qual os participantes têm um guia para uma postura de vida, que é a Filosofia da Potência (Oração da Serenidade), que procura incentivar a separação do relevante
    para o irrelevante;
  • Algoritmo do Tratamento – com o qual os participantes têm um guia para parar de beber, que são os 12 passos;
  • Algoritmo da Organização – com o qual os participantes têm um guia para organizar os grupos, que são as 12 tradições.

O AA (Alcoólicos Anônimos) não tem um problema de escala, pois nenhum grupo para ser criado ou funcionar precisa de autorização central.

O Blockchain Digital se utiliza da Linguagem Algorítmica para criar estes Ecossistemas Distribuídos, mas não inventou a Filosofia Blockchain, que é mais antiga. 

Outro ponto a se destacar no AA é o trabalho que é feito em Hábitos que ficam na Zona Quase Automática da Mente.

Hábitos, podemos incluir paradigmas, formas de pensar, que ficam na Zona Quase Automática da Mente são muito mais difíceis de serem abandonados.

Formas de pensar e hábitos que estão na Zona Quase Automática da Mente, como nos ensina o AA:

  • não são passíveis de serem alterados de fora para dentro, a pessoa tem que fazer a escolha pela mudança;
  • assim, não se pode convencer as pessoas de mudar, mas deixar a pessoa escolher a mudança;
  • nestas situações específicas de mudança de hábito, a participação em grupos que querem realizar a mesma mudança é extremamente saudável;
  • bem como, o afastamento do grupo original, que continua praticando os mesmos hábitos.

As pedras preciosas que achei no livro:

Objetivo: hábitos podem ser mudados, se sabemos como eles funcionam. O autor mergulha no que ele denominou de Ciência dos Hábitos.

  • Pérola 1 – há parte mais externas e mais internas do cérebro, quanto mais próximo do tronco cerebral, onde o cérebro encontra a coluna, mais os comportamentos são automáticos;
  • Pérola 2 – as pessoas tendem a mudar com mais facilidade, quando passam a enxergar uma missão maior, tornando-se mais fácil abrir mão de determinadas recompensas;
  • Pérola 3 – Hábitos Angulares são aqueles que ao serem mudados num determinado ambiente, alteram outros.

Frases Top:

“Os hábitos, dizem os cientistas, surgem porque o cérebro está o tempo todo procurando maneiras de poupar esforço.”

“O problema é que nosso cérebro não sabe a diferença entre os hábitos ruins e o bons, e por isso, se você tem o hábito ruim, ele está sempre à espreita, esperando as deixas e recompensas certas.”

“Os hábitos são loop de três etapas: a deixa, a rotina e a recompensa.”

“É mais fácil alguém adotar um novo comportamento se existe algo familiar no começo (a deixa) e no fim (a recompensa).”

“Pessoas bebem por que é assim, que lidam automaticamente com a ansiedade. Quando incorporam novas rotinas, se consegue resultados impressionantes.”

“As pessoas têm mais facilidade quando acreditam em algo maior.”

“As pessoas têm mais facilidade quando estão inseridas em grupos sociais que facilitaram a mudança.”

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O áudio do artigo 

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#Essencialismo – detalhando este conceito na BIMODAIS.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. No Essencialismo, você abre mão de ter determinadas coisas que não vão agregar no seu Projeto de Originalização.
  2. Nestes momentos de Renascença Civilizacional, como o atual, o Ter (Exógeno) vai dando lugar ao Ser (Endógeno).
  3. Na Civilização 2.0, mais e mais, estamos saindo do mercado de massa para o de nicho.
  4. A Jornada de Originalização é, basicamente, o processo continuado, de longo prazo, no qual cada pessoa passa a apostar no seu diferencial, a partir dos seus talentos inatos.
  5. Muita gente – e eu concordo com elas – sugere uma mudança do termo Minimalismo para Essencialismo ou, podemos criar Suficientismo.
  6. Consumismo – é um consumo mal administrado feito, na maior parte das vezes, a partir de Demandas Exógenas (de fora para dentro).
  7. Consumo – é algo inerente e obrigatório para viver, feito a partir, na maior parte das vezes, de Demandas Endógenas (de dentro para fora).
  8. A Ética do Consumo é uma escolha de como vamos consumir para viver.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

“A realidade é que você realmente precisa de menos para ser mais feliz.” –  Jones Ryan.

Minimalismo é uma proposta de Ética do Consumo.

A Ética do Consumo é uma escolha de como vamos consumir para viver.

Antes de tudo, é preciso separar dois aspectos do consumo:

  • Consumo – é algo inerente e obrigatório para viver, feito a partir, na maior parte das vezes, de Demandas Endógenas (de dentro para fora);
  • Consumismo – é um consumo mal administrado feito, na maior parte da vezes, a partir de Demandas Exógenas (de fora para dentro).

Há um Ambiente de Reflexão e Diálogo sobre o ato de consumir, que podemos denominar de Filosofia do Consumo.

Que é diferente do que já definimos aqui na BIMODAIS de Filosofia do Trabalho:

  • Nas reflexões da Filosofia do Consumo – eu defino como vou gastar o dinheiro que recebo com o meu trabalho, escolhendo a minha Ética do Consumo;
  • Nas reflexões da Filosofia do Trabalho – eu defino como vou ganhar dinheiro, escolhendo a minha Ética do Trabalho.

As duas vertentes formam uma reflexão maior que podemos definir como Filosofia da Sobrevivência, formada pela Filosofia do Trabalho e do Consumo.

Mais ainda.

Campos Filosóficos definem os problemas a serem enfrentados e propõem Éticas, formas de pensar e agir, para que possamos viver melhor.

Quando vamos ler sobre Minimalismo e Essencialismo estamos dentro da Filosofia da Sobrevivência, parcialmente discutindo sobre a Ética de Consumo, que acaba por definir a Ética do Trabalho.

Na Ética da Sobrevivência, que podemos ver na Filosofia como Metafísica, se reflete sobre a primeira questão básica do Sapiens: o que vou fazer da minha vida?

O termo Minimalismo é definido assim pelo Tio Google:

O estilo de vida minimalista baseia-se em diminuir drasticamente os níveis de consumo, adquirindo apenas os objetos necessários para uma vida plena. Mas, além disso, essa forma de viver busca olhar para os prazeres que o consumo desenfreado não compra.

Muita gente – e eu concordo com elas – sugere uma mudança do termo Minimalismo para Essencialismo ou, podemos criar Suficientismo.

Essencializar é pensar no consumo, a partir de critérios de dentro para fora e não de fora para dentro.

Você passa a consumir, a partir de determinados critérios personalizados, dentro da sua Jornada de Originalização.

A Jornada de Originalização é, basicamente, o processo continuado, de longo prazo, no qual cada pessoa passa a apostar no seu diferencial, a partir dos seus talentos inatos. 

Note que quanto mais fundo for o seu Projeto de Originalização, mais e mais você vai se afastar do Senso Comum.

Assim, haverá uma demanda para que haja um equilíbrio entre uma vida mais Originalizada, seus hábitos de consumo e sua forma de se viabilizar financeiramente.

A Jornada de Originalização implica, necessariamente, que você passe a vender seus produtos e serviços para um determinado nicho, mais Originalizado.

E isso implica uma redução de expectativa de receitas.

E isso acaba sendo uma tendência destes novos tempos.

Na Civilização 2.0, mais e mais, estamos saindo do mercado de massa para o de nicho.

Há naturalmente um movimento, típico de Renascenças Civilizacionais, de Originalização, com o aumento gradual da Taxa de Endogenia.

Nestes momentos de Renascença Civilizacional, como o atual, o Ter (Exógeno) vai dando lugar ao Ser (Endógeno). 

Quanto mais você amplia o seu leque e atende a um público mais geral, menos Originalização você terá que praticar e vice-versa.

De maneira geral, se analisarmos pessoas que se Originalizaram, no passado, de alguma forma eles optaram por um processo de Essencialismo.

No Essencialismo, você abre mão de ter determinadas coisas que não vão agregar no seu Projeto de Originalização.

Você passa a consumir para reforçar o seu projeto de Originalização e não para mostrar algo para os outros.

No Essencialismo, a Ética do Consumo é ditada de dentro para fora, a partir da sua Jornada de Originalização.

Quando você reduz a sua demanda de consumo, tem um padrão de vida ajustado para o seu propósito, você se vê mais livre para se Originalizar com mais liberdade.

Você não se preocupa tanto em ter, mas em ser, reduzindo a sua expectativa de renda e permitindo mais e mais liberdade para a Originalização.

É isso, que dizes?

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#Blockchain – detalhando este conceito na BIMODAIS.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Se analisarmos um formigueiro, por exemplo, veremos que ali temos um Blockchain Primitivo.
  2. Na Intermediação Algorítmica, há uma distribuição operacional e decisória nos processos de sobrevivência, permitindo que se possa administrar de forma melhor mais membros.
  3. Nós vamos, aos poucos, procurando Macro Modelos de Sobrevivência, que se assemelham às espécies mais populosas.
  4. Um formigueiro é um ecossistema de sobrevivência, na qual cada membro da colônia pode, conforme o contexto, ser líder ou liderado, pois se utiliza de um tipo de Linguagem Algorítmica Natural.
  5. A tendência do ser humano é, por causa da Complexidade Demográfica Progressiva, caminhar sempre na direção da Descentralização Progressiva.
  6. Estamos iniciando a experimentação do Macro Modelo de Sobrevivência 2.0, através do uso da Linguagem Algorítmica.
  7. O Blockchain nada mais é do que uma cópia humana, tecnológica, bem feita, de uma colônia de formigas.
  8. Numa Colônia de Formigas, temos uma espécie de Algoritmo Natural, que permite que todos os membros participem de alguma forma do gerenciamento do Ecossistema.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

 

“A natureza não provê o homem de uma forma de sobrevivência automática como faz com outras espécies.” – Rand.

Temos repetido diversas vezes que estamos diante da maior crise das Ciências Sociais, desde que foram criadas.

As atuais  mudanças que estamos assistindo, desde a chegada da Internet, não conseguem ser explicadas com os antigos paradigmas da Ciência Social 1.0.

Os fatos recentes demonstram que:

  • não tínhamos consciência de que somos a única Tecnoespécie do nosso planeta;
  • que uma Tecnoespécie é a única que pode aumentar a sua Complexidade Populacional, de forma integrada;
  • o Sapiens tem um Macro Modelo de Sobrevivência Progressivo, pois é baseado em tecnologias, que nos permite modificá-lo com o tempo;
  • E, por causa disso, fomos, somos e seremos OBRIGADOS a recriar a forma como sobrevivemos (tanto o modelo de comunicação, quanto o da administração).

Sem essa revisão disruptiva da forma como concebemos o Sapiens e a sua Jornada na História fica impossível entender o presente e projetar o futuro! 

Vivemos hoje, antes de tudo, uma Crise Epistemológica das Ciências Sociais 1.0 – que é a raiz de toda a nossa dificuldade de entender e agir, de forma adequada, diante da nova Civilização 2.0, que se inicia.

Dito isso, passemos a analisar, com outros olhos, a atual Revolução da Sobrevivência 2.0, que é global, macro, recorrente, estrutural e disruptiva.

Até a chegada do Digital, vivíamos um Macro Impasse, que é o seguinte:

O Macro Modelo de Sobrevivência 1.0 foi criado para resolver problemas de um determinado tipo de Complexidade Demográfica.

Todos os esforços que fazíamos para resolver determinados problemas esbarravam nos limites do Macro Modelo de Sobrevivência 1.0.

No Macro Modelo de Sobrevivência 1.0, temos o limite de resolver problemas de quantidade com qualidade a baixo custo.

Se aplicarmos a Animalogia para entender o problema, podemos dizer que:

O Sapiens tinha um Macro Modelo de Sobrevivência similar aos mamíferos, mas foi com o tempo precisando migrar para o das formigas.

A Animalogia é a comparação conceitual entre o Sapiens com as outras espécies para nos permitir entender melhor quem somos e como avançamos no tempo.

Ou seja:

O Modelo de Sobrevivência 1.0 foi concebido, a partir das mídias que estavam disponíveis, para um Patamar de Complexidade Demográfica menor.

O Modelo de Sobrevivência 1.0, utilizado por todas as Organizações Tradicionais, tem determinados limites, a saber:

  • precisa sempre de um gestor (que se utiliza das linguagens oral e escrita) para proceder o controle de qualidade dos produtos e serviços, o que torna o sistema lento e oneroso;
  • não permite expandir a qualidade para grande quantidade a um custo reduzido, pois o papel dos consumidores é mais passivo do que ativo.

O Modelo de Sobrevivência 1.0 é, portanto, mais centralizado.

Até a chegada das novas possibilidades da Mídia Digital, onde se inclui a Linguagem Algorítmica, era impossível resolver determinados problemas, pois esbarrávamos num Modelo de Intermediação, que não tinha sido feito para um volume tão grande de processos.

O que precisamos entender nos novos Paradigmas das Ciências Sociais 2.0 é o seguinte:

  • o Sapiens tem um Macro Modelo de Sobrevivência Progressivo;
  • que tem rupturas quando temos novas mídias, em particular novas Linguagens;
  • e quanto mais vamos avançando na nossa jornada, mais e mais, precisamos descentralizar as operações e as decisões para cada indivíduo.

Podemos comparar o nosso movimento com outras espécies, pois o Sapiens tem uma capacidade de imitá-las por ser uma Tecnoespécie.

Um alcateia de lobos desenvolveu um Modelo de Sobrevivência, que inclui o Modelo da Comunicação, que é alinhada com a quantidade de membros.

O Sapiens, diferente dos lobos, como desenvolve novas tecnologias, pode ir alterando e imitando o Modelos de Sobrevivência, sempre na direção daquelas espécies com menos para as que têm mais membros.

Com a chegada do Digital, criamos a Linguagem Algorítmica, que nos permite, pela primeira vez, imitar as Colônias das Formigas.

Numa Colônia de Formigas, temos uma espécie de Algoritmo Natural, que permite que todos os membros participem de alguma forma do gerenciamento do Ecossistema.

Como nos detalhou Steve Johnson, no livro Emergência, a rainha do formigueiro NÃO exerce o papel de gestora, mas de Curadora, não interferindo diretamente na administração da colônia.

Hoje, com os novos Recursos das Mídias Digitais, estamos iniciando a experimentação do Macro Modelo de Sobrevivência 2.0, no qual estamos experimentando o potencial da Linguagem Algorítmica. 

Isso está ocorrendo em duas etapas:

  • dos Ambientes Platafórmicos – que podemos denominar de Uberização, que é a etapa da Curadoria 1.0;
  • dos Ambientes Ecossistêmicos – que podemos denominar de Blockchenização, que é a Curadoria 2.0.

A tendência do ser humano é, por causa da Complexidade Demográfica Progressiva, caminhar sempre na direção da Descentralização Progressiva.

O Blockchain nada mais é do que uma cópia humana, tecnológica, bem feita, de uma colônia de formigas.

Se analisarmos um formigueiro, por exemplo, veremos que ali temos um Blockchain Primitivo.

Um formigueiro é um ecossistema de sobrevivência, na qual cada membro da colônia pode, conforme o contexto,  ser líder ou liderado, pois se utiliza de um tipo de Linguagem Algorítmica Natural.

O Sapiens, por ter chegado a marca dos oito bilhões de membros, não pode mais resolver seus problemas com o Modelo de Sobrevivência dos Mamíferos, que tem, no seu epicentro, um Líder-Alfa Gestor.

Nós vamos, aos poucos, procurando Macro Modelos de Sobrevivência, que se assemelham às espécies mais populosas.

Vejamos:

  • A Intermediação 1.0 era, basicamente, um modelo muito próximo dos mamíferos com líderes-alfas, baseado na comunicação sonora;
  • A Intermediação 2.0 passa a ser, basicamente, um modelo muito próximo dos insetos com líderes-alfas, baseado na comunicação algorítmica.

Na Intermediação Algorítmica, há uma distribuição operacional e decisória nos processos de sobrevivência, permitindo que se possa administrar de forma melhor mais membros.

Hoje, por incrível que pareça, já temos as ferramentas para resolver diversos problemas da nossa espécie, antes insolúveis, mas não temos ainda maturidade para utilizá-las.

Estamos presos aos velhos paradigmas, tentando resolver problemas complexos com ferramentas administrativas que não foram feitas para isso.

É isso, que dizes?

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#Edifício do Pensamento – detalhando este conceito da BIMODAIS.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. A Filosofia é um Ambiente de Reflexão e Diálogo dedicado a analisar problemas mais abstratos, que nos permitem tomar decisões de mais longo prazo.
  2. A Filosofia nos permite ter uma visão geral dos cenários, dos fenômenos e das questões mais estruturais do Sapiens, que nos guiam para outras decisões subsequentes.
  3. Temos um velho e venenoso hábito de confrontar a forma de pensar com a de agir e não compreender que uma não vive sem a outra.
  4. Prático é sinônimo de eficaz. Por isso, um pensamento bem formulado é prático, bem como a operacionalização do mesmo.
  5. Quando passamos a realizar algo, estamos OBRIGATORIAMENTE operacionalizando um determinado pensamento.
  6. Existem três instâncias, que precedem o agir: a filosofia, a teoria e a metodologia, que são encadeadas com a operação e sua posterior revisão de todas as etapas.
  7. Quando estamos diante de determinados impasses, sempre há algum tipo de questão filosófica, teórica ou metodológica, que precisa ser repensada.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

“Não há nada mais prático do que uma boa teoria.” – Kurt Lewin.

As pessoas têm uma certa Filosofiafobia.

A Filosofia é um Ambiente de Reflexão e Diálogo dedicado a analisar problemas mais abstratos, que nos permitem tomar decisões de mais longo prazo.

A Filosofia nos permite ter uma visão geral dos cenários, dos fenômenos e das questões mais estruturais do Sapiens, que nos guiam para outras decisões subsequentes.

Muitos acreditam que não se pode tangibilizar a filosofia, que não tem “aplicação prática”.

Temos um velho e venenoso hábito de confrontar a forma de pensar com a de agir e não compreender que uma não vive sem a outra.

Prático é sinônimo de eficaz. Por isso, um pensamento bem formulado é prático, bem como a operacionalização do mesmo.

Pensamentos que resultam em ações podem ser práticos/eficazes, ou não.

O que precisamos entender é que:

  • tudo que fazemos se inicia, a partir de uma determinada visão, que pode ser mais ou menos consciente e nos ajudar mais ou menos nas operações;
  • quando passamos a realizar algo, estamos OBRIGATORIAMENTE operacionalizando um determinado pensamento.

Existem três instâncias, que precedem o agir: a filosofia, a teoria e a metodologia, que são encadeadas com a operação e sua posterior revisão de todas as etapas.

Quanto mais qualidade temos no pensar, mais e mais podemos melhorar nossa forma de agir.

Para ter uma visão mais ampla sobre a forma de pensar problemas, criamos o nosso Edifício do Pensamento, formado por cinco Ambientes de Reflexão, Diálogo e alguns deles, de ação, encadeados:

  • Filosofia – na qual definimos as essências e os propósitos maiores de qualquer problema;
  • Teoria – as forças envolvidas num determinado fenômeno/problema;
  • Metodologia – as formas de minimizar e resolver problemas, através do triângulo: pessoas, tecnologias e métodos;
  • Operacional – quando a Metodologia é posta em prática;
  • Reavaliação – quando há as métricas dos resultados e se revê, conforme a necessidade, um dos níveis acima.

Quando estamos diante de determinados impasses, sempre há algum tipo de questão filosófica, teórica ou metodológica, que precisa ser repensada.

Note que com o Edifício do Pensamento a forma como pensamos problemas passa a ser integrada e relacionada em várias instâncias, saímos de uma visão estanque do pensar com o agir para uma integrada.

Algo que passa a não funcionar na fase da operação precisa ser revista nos “andares de cima”.

Assim, quando:

Estamos diante de problemas mais complexos, precisamos nos remeter aos andares de cima do Edifício do Pensamento.

E vice-versa.

Quando estamos diante de problemas menos complexos, podemos operar com a parte debaixo do Edifício do Pensamento.

Todo o estudo que fizemos sobre a Civilização 2.0, nos remeteram a visões Filosóficas e Teóricas, que nos permitiram chegar a novas propostas Metodológicas.

Tivemos, por exemplo, que rever a essência do Sapiens, nos situando como uma Tecnoespécie, que modifica progressivamente a sua forma de sobrevivência.

Diante dessa nova essência, passamos a rever a teoria sobre a história humana, pontuada não pela economia, mas pela chegada de novas mídias.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo 

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#Conceituador de Excelência – reflexões sobre essa atividade.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma Escola de Pensamento é um grupo de Conceituadores, que se dedica a um determinado Problema-Foco, a partir do consenso sobre determinados padrões.
  2. É preciso conceber o mergulho em um Problema-Foco como uma missão de vida.
  3. Um trabalho de conceituação sobre determinado Problema-Foco é um processo longo e que exige esforço continuado.
  4. Quando se escolhe os primeiros Padrinhos Inspiradores é bom que sejam Conceituadores Padronistas e não Percepcionistas.
  5. É um erro basear os alicerces do seu Problema-Foco em Conceituadores Percepcionistas, pois eles NÃO vão te dar sustentação, pois não apresentam padrões.
  6. Cada vez mais, ao longo da atual Revolução da Sobrevivência 2.0, veremos o investimento direto das pessoas nas pesquisas dos Conceituadores, via algum tipo de crowdfunding.
  7. Muitas das perguntas formuladas em estudos acadêmicos não são científicas, pois, simplesmente, não são problemas, apenas assuntos.
  8. Pensar antecede o agir e o agir valida o pensar.

 

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Não somos estudantes de assuntos, mas estudantes de problemas. E os problemas
constituem os recortes de qualquer assunto ou disciplina.” – Popper.

Um Conceituador é um profissional, que procura ajudar nos Ambientes de Reflexão, Diálogo e Narração mais abstratos.

Procura rever os conceitos correntes e criar novos para poder ajudar seus clientes a resolver determinados tipos de desconforto.

Pensar antecede o agir e o agir valida o pensar.

A primeira grande dica para um Conceituador é a seguinte: é preciso ter um Problema-Foco para o qual tenhamos clientes interessados em se aproveitar das respostas.

Muitas das perguntas formuladas em estudos acadêmicos não são científicas, pois, simplesmente, não são problemas, apenas assuntos.

O Problema-Foco tem os seguintes objetivos:

  • serve de bússola para para que a pessoa não se perca ao longo do desenvolvimento do trabalho;
  • atrai clientes interessados em resolver desconfortos, financiando o projeto de pesquisa.

Cada vez mais, ao longo da atual Revolução da Sobrevivência 2.0, veremos o investimento direto das pessoas nas pesquisas, via algum tipo de crowdfunding.

O estudo do Problema-Foco, entretanto, não é algo que se começa do zero.

É preciso, dentro do conjunto de Conceituadores que já se dedicaram ao mesmo Problema-Foco escolher aqueles que são mais consistentes.

Mas como saber que um Conceituador é mais consistente do que os outros?

É preciso separar, do ponto de vista de como aborda o Problema-Foco, entre dois –  os Conceituadores Percepcionistas dos Padronistas:

  • Os Conceituadores Percepcionistas apresentam várias impressões que têm sobre determinado Problema-Foco, porém, não apresentam Padrões.
  • Os Conceituadores Padronistas apresentam padrões históricos do Problema-Foco, evitando chegar a conclusões baseados apenas em percepções.

Você precisa escolher Conceituadores Padronistas para criar uma base sólida sobre determinado Problema-Foco.

Depois, pode contar com os insights e percepções dos Conceituadores Percepcionistas, que vão complementar a base já construída.

É um erro basear os alicerces do seu Problema-Foco em Conceituadores Percepcionistas, pois eles NÃO vão te dar sustentação, pois não apresentam padrões. 

Quando se escolhe os primeiros Padrinhos Inspiradores é bom que sejam Conceituadores Padronistas e não Percepcionistas.

Conceituadores Padronistas ou criam uma nova Escola ou vem de uma determinada Escola de Pensamento, que une Conceituadores em torno de determinados padrões.

Uma Escola de Pensamento é um grupo de Conceituadores, que se dedica a um determinado Problema-Foco, a partir do consenso sobre determinados padrões.

Vejo muita gente que quer ser um Conceituador de Excelência, mas:

  • não tem um problema-foco;
  • e nem um padrinho inspirador.

Um trabalho de conceituação sobre determinado Problema-Foco é um processo longo e que exige esforço continuado.

Assim, não é algo que possa ser feito sem uma enorme dedicação.

É preciso entender o mergulho em um Problema-Foco como uma missão de vida.

Você tem que sentir que está ali avançando nas suas pesquisas e isso está lhe causando um Bem Estar Continuado, que vai lhe dando cada vez mais energia para seguir em frente.

Assim, é preciso criar uma Rotina Criativa, na qual a sua vida gira em torno desta missão, permitindo que se avance passo a passo.

Isso, obviamente, implica em conseguir, através das ferramentas digitais já disponíveis, envolver clientes que estejam dispostos a financiar a sua pesquisa, tornando-a sustentável.

Por fim, algo fundamental para que você faça a diferença é a escolha da Ética Epistemológica do Conceituador.

Todo o processo de Conceituação envolve:

  • receber críticas de todos os lados;
  • conhecer Conceituadores novos, sejam eles Percepcionistas ou Padronistas;
  •  analisar os resultados operacionais para identificar erros de concepção.

Assim, o processo de Conceituação é um eterno aprendizado.

Por causa disso, na BIMODAIS, desenvolvemos a Ética Epistemológica da Certeza Provisória Razoável.

Na Certeza Provisória Razoável sabemos que é:

  • certeza, pois é com isso que podemos decidir sobre algo hoje;
  • é provisória, pois sempre há fatos, autores, ideias, sugestões novas, que podem melhorar o que temos;
  • e o que há de novo, que vai modificar a certeza provisória, tem que ser razoável, para que possamos separar o que é realmente útil do que não agrega.

Ainda temos uma divisão entre os Conceituadores, do ponto de vista da criação de conceitos:

  • os Criadores–  que criam seus próprios conceitos;
  • os  Organizadores – que trabalham em cima de conceitos de terceiros.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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O áudio do artigo 

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#Sapiens 2.0 – refletindo sobre os novos desafios.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Como temos a tendência a viver na Hiper Micro História, como se fosse uma novela, repleta de fofocas, todas estas mudanças estão nos pegando totalmente desprevenidos.
  2. Somos contemporâneos do início da maior Revolução da Sobrevivência já feita pelo Sapiens ao longo de toda a sua trajetória.
  3. A vida sempre está em algum tipo de processo de mudança incremental, radical ou disruptivo.
  4. A fantasia do imutável é o principal problema, que aponta Nassim Taleb nos seus livros, quando alerta que as coisas nunca são, mas estão.
  5. A Inteligência Sábia é justamente saber o que pode ser colocado no Piloto Automático e não causar problema e o que não pode de jeito nenhum.
  6. É por causa desse uso inadequado do Piloto Automático, que muitas vezes deixamos o Titanic afundar.
  7. Nosso Piloto Automático prefere acreditar que as coisas são muito mais imutáveis do que mutáveis.
  8. Inquietos Inovadores de maneira geral gostam de resolver problemas de forma diferente.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

Vamos ao Artigo

“Esta é a ilusão central da vida: que aleatoriedade é um risco, que é uma coisa ruim.” – Taleb.

Inquietos Inovadores de maneira geral gostam de resolver problemas de forma diferente.

Inquietos Inovadores são aqueles que têm paixão de levar uma nova ordem a um velho caos.

O caos fascina algumas pessoas.

Isso é representado na filosofia tradicional chinesa pelos dois opostos Yin e Yang, que alguns interpretam como a dicotomia:

  • a ordem versus o caos;
  • a escuridão versus a luz;
  • o frio versus o quente.

Na verdade, são dois pólos de todos o caminhar dos processos.

E tem pessoas que gostam mais de um do que de outros.

Se formos aplicar isso aos processos de Inovação, podemos dizer que um ambiente sempre têm uma determinada estabilidade – sempre provisória – sujeita a Intempéries Endógenas (de dentro para fora) ou Exógenas (de fora para dentro).

Tudo na vida, apesar de no dia a dia, parecer que está igual, tem algo se alterando de alguma forma, podendo ser percebido, ou não.

De maneira geral, por uma necessidade de praticar uma economia da energia cerebral, preferimos ter a ilusão da estabilidade, da continuidade do que da ruptura.

Por isso:

Nosso cérebro prefere a estabilidade do que mudanças, ainda mais, as grandes, as estruturais, desconhecidas, externas e rápidas.

Nosso Piloto Automático prefere acreditar que as coisas são muito mais imutáveis do que mutáveis.

É por causa desse uso inadequado do Piloto Automático, que muitas vezes  deixamos o Titanic afundar.

A Inteligência Sábia é justamente saber o que pode ser colocado no Piloto Automático e não causa problema e o que não pode de jeito nenhum.

A fantasia do imutável é o principal problema, que aponta Nassim Taleb nos seus livros, quando alerta que as coisas nunca são, mas estão.

A vida sempre está em algum tipo de processo incremental, radical ou disruptivo.

As mudanças fazem parte inerente de todos os processos.

Taleb defende que por mais que controlemos uma situação, há sempre algo diferente que pode ocorrer e temos que ser resilientes, antifrágeis para poder lidar com isso.

Porém.

Além de toda nossa dificuldade de promover a necessária Desautomatização, diante de todo tipo de mudanças, temos um problema muito particular e especial nestes novos tempos.

Somos contemporâneos do início da maior Revolução da Sobrevivência já feita pelo Sapiens ao longo de toda a sua trajetória.

Revoluções da Sobrevivência são fenômenos raros e ainda muito pouco conhecidos e estudados.

A rápida e inesperada chegada da Civilização 2.0, nos pegou de surpresa pois ela é uma Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

Detalhemos:

  • Disruptiva –  introduz uma nova forma de comunicação e de sobrevivência bem diferente da anterior, através da passagem da Gestão para a Curadoria, na qual, a título de metáfora, passamos da imitação do modelo de administração dos lobos para o das formigas;
  • Rápida –  em função de todas as conexões que passaram a ser possíveis, acelerando, de forma exponencial, a taxa da velocidade das mudanças;
  • Estrutural –  criamos novos modelos de sobrevivência mais complexos, que nos permite iniciar a solução. de forma mais adequada, de problemas de um mundo de mais de 8 (oito) bilhões de habitantes;
  • Desconhecida – demonstra claramente e inequivocamente que a forma como pensávamos que o Sapiens avança no tempo estava COMPLETAMENTE equivocada.

Mais ainda.

O processo do avanço da Civilização 2.0 ocorre, através de uma Ordem Espontânea, na qual não há um centro que bolou o  que está ocorrendo – o que torna a sua compreensão ainda mais complexa.

Revoluções da Sobrevivência ocorrem debaixo para cima e há uma necessidade de que sejam não só explicadas, mas é preciso desenvolver uma série de novas formas de pensar e agir.

Estas novas formas de pensar e agir vão sendo desenvolvidas, ao longo do processo da Revolução da Sobrevivência, pelos Renascentistas, Inquietos Inovadores, que têm mais facilidade do necessário e obrigatório processo de Desautomatização.

Renascentistas abrangem artistas, filósofos, teóricos, metodológicos, empreendedores, tecnólogos, que vão procurando dar forma a nova Civilização, modificando nosso antigo jeito de pensar e agir.

Foi o que ocorreu, por exemplo, na Grécia depois da chegada do Alfabeto Grego (no final do século VII a.C) e na Europa depois da chegada da prensa (a partir de 1450).

O Sapiens 2.0 precisa ser readaptado a um novo mundo completamente diferente do que o 1.0 se acostumou. E isso vai levar várias e várias gerações.

O Sapiens 2.0 já tem um pouco, mas terá muito mais como demanda um novo ambiente, no qual terá que ser adaptar a um ambiente:

  • De resolução de problemas de forma muito mais distribuída, o que demanda uma responsabilidade muito maior de cada Sapiens;
  • De se habituar a uma velocidade muito maior de mudanças, o que demanda uma análise muito maior dos movimentos macro (que mudam menos) dos micros (que mudam mais).

Temos, assim, a demanda por um Macro Ajuste do nosso cérebro na passagem de um mundo menos para um mais Mutante e de menos para mais responsabilidades individuais, tanto operacionais quanto decisórias.

Estes são os desafios.

Como temos a tendência a viver na Hiper Micro História, como se fosse uma novela, repleta de fofocas, tudo isso está nos pegando totalmente desprevenidos.

É isso, que dizes?

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O áudio do artigo 

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#Duas formas de enxergar a Civilização 2.0 – desenvolvendo esta comparação.

Frases de Divulgação do Artigo

  1. Os Inquietos Inovadores, por diferentes motivos, têm um espaço maior para atuar nas mudanças, pois operam com uma taxa menor de hábitos e crenças automatizadas.
  2. Inquietos Inovadores são capazes de rever com mais facilidade determinadas formas de pensar e agir.
  3. Nos habituamos a tomar decisões, a partir de recomendações de determinadas autoridades.
  4. Quanto mais automáticas forem nossas formas de pensar e agir, mais difícil se torna revê-las.
  5. O problema que passa a ocorrer é que existem determinadas áreas do nosso cérebro, onde se instalam determinados paradigmas, que, simplesmente, não temos mais capacidade de acessá-las para modificá-las.
  6. O que era um remédio – uma forma de pensar e agir adequada aos fatos antes das anomalias – vai se tornando veneno.
  7. O problema, assim, não é apenas procurar compreender e desenvolver uma narrativa mais lógica sobre o atual cenário, mas superar a grande dificuldade de Desautomatizar a mente das pessoas.
  8. Uma determinada geração – analisando de outra maneira agora – tem os seus paradigmas em áreas do cérebro tão automatizadas, que se torna impossível proceder a revisão.

Mapa(s) Mental (is) do Artigo:

 

Vamos ao Artigo

“A função do homem criativo é perceber e conectar aquilo que parece completamente desconexo.” – William Plomer.

Temos, como hipótese, Três Áreas do Nosso Cérebro:

  • Área mais Interna, Totalmente Automatizada – ligados ao funcionamento do corpo, tal como batida do coração e respiração;
  • Área Intermediária, Parcialmente Automatizada – ligados aos hábitos e crenças mais arraigadas;
  • Área Mais Externa,  Muito pouco Automatizada – ideias e hábitos que temos capacidade de modificar com mais facilidade.

Pessoas diante de momentos de qualquer mudança variam, conforme têm capacidade de alterar as Áreas Intermediária e Externa do cérebro.

Os Inquietos Inovadores, por diferentes motivos, têm um espaço maior para atuar nas mudanças, pois operam com uma taxa menor de hábitos e crenças automatizadas.

Inquietos Inovadores são capazes de rever com mais facilidade determinadas formas de pensar e agir.

De maneira geral, adaptamos nosso cérebro para viver no curto prazo, dentro de determinada estabilidade.

Nos habituamos a tomar decisões, a partir de recomendações de determinadas autoridades.

Quando temos mudanças de cenário, de qualquer tipo, as antigas formas de pensar e agir precisam ser revistas.

Assim.

Quanto mais automáticas forem nossas formas de pensar e agir, mais difícil se torna revê-las.

As antigas autoridades, que nos davam recomendações de como pensar e agir, também sofrem deste automatismo do pensamento e perdem a capacidade de enxergar corretamente o cenário.

Assim, pessoas que têm a forma de pensar e agir mais automatizada se veem perdidas diante de mudanças mais radicais.

Nestes momentos de ruptura, se instala uma anomalia entre como eu penso e ajo no mundo e como os fatos me obrigam a agir e pensar de uma outra maneira, num processo de Desautomatização.

Pior.

O problema que passa a ocorrer é que existem determinadas áreas do nosso cérebro, onde se instalam determinados paradigmas, que, simplesmente, não temos mais capacidade de acessá-las para modificá-las.

É preciso alterá-los, mas o tipo de relação que eu estabeleci com a minha mente não permite que possam proceder tais mudanças.

O que era um remédio – uma forma de pensar e agir adequada aos fatos antes das anomalias – vai se tornando veneno.

Hoje, vivemos um momento deste tipo, com diversos agravantes:

  1. vivemos uma Macro Mudança, só compreendida na Macro História, pois são movimentos recorrentes de forças estruturais da espécie, até então, desconhecidas;
  2. tais mudanças demonstram que a forma como víamos o Motor da História Humana estava errada!
  3. hoje, precisamos adotar a Filosofia Social 1.0, que consiga incorporar estas Forças Estruturantes, até então, não devidamente analisadas;
  4. as autoridades de plantão, que compreendiam o mundo a partir destes paradigmas passados, perderam a capacidade de explicar as mudanças;
  5. pior de tudo: o processo é muito acelerado, com características bem diferentes das usuais – o que dificulta ainda mais as mudanças.

A nova Filosofia Social 2.0 entende que vivemos hoje:

  • uma Revolução da Sobrevivência;
  • que é um Movimento Estrutural da Espécie Recorrente;
  • quando há uma relação de três Forças Estruturantes: Novas Mídias, Novos Patamares Demográficos e Novos Macros Modelos de Sobrevivência.

O problema, assim, não é apenas procurar compreender e desenvolver uma narrativa mais lógica sobre o atual cenário, mas superar a grande dificuldade de Desautomatizar a mente das pessoas.

Thomas Kuhn (1922 – 96), aliás, nos seus estudos, sobre as Revoluções da Ciência, que podem ser exportados para toda a sociedade, defendia que para que um paradigma novo fosse mais bem aceito uma nova geração precisava chegar e a antiga morrer.

Uma determinada geração – analisando de outra maneira agora –  tem os seus paradigmas em áreas do cérebro tão automatizadas, que se torna impossível proceder a revisão.

É isso, que dizes?

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