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#Adam_Grant – aprendendo com este autor.
- Não temos um problema de excesso de informação ou mudanças, mas os Filtros Endógenos e Exógenos que criamos no passado ficaram obsoletos.
- Precisamos nos preparar também emocionalmente para viver num mundo mais mutante.
- Hoje, temos na sociedade o Sapiens 1.0 que tem as suas objetividades e subjetividades adaptadas ao Mundo Sonoro que era muito mais lento do que o atual.
- Temos hoje diante da Civilização 2.0 a passagem de um Sapiens mais Místico para um mais Científico.
- Nossas mentes foram formatadas para viver no Ambiente Sonoro, mais adaptadas para uma Baixa Taxa de Reaprendizado.
- O aumento exponencial da Taxa de Mudança na Civilização 2.0 nos obriga a ter uma nova forma de pensar e de repensar para poder agir de forma mais adequada.
- Nossa Formatação Básica (Familiar-Educacional-Social) tem sido preparada para um mundo muito menos mutante.
- Claramente, temos um exponencial processo de aceleração das mudanças da Civilização 1.0 para a 2.0.
Quais são as questões do artigo?
- o que aprender com Grant sobre reaprendizagem?
Qual o tema do artigo?
Os Mapas Mentais do Artigo:
Frases de Divulgação do Artigo:
- Não temos um problema de excesso de informação ou mudanças, mas os Filtros Endógenos e Exógenos que criamos no passado ficaram obsoletos.
- Precisamos nos preparar também emocionalmente para viver num mundo mais mutante.
- Hoje, temos na sociedade o Sapiens 1.0 que tem as suas objetividades e subjetividades adaptadas ao Mundo Sonoro que era muito mais lento do que o atual.
- Temos hoje diante da Civilização 2.0 a passagem de um Sapiens mais Místico para um mais Científico.
- Nossas mentes foram formatadas para viver no Ambiente Sonoro, mais adaptadas para uma Baixa Taxa de Reaprendizado.
- O aumento exponencial da Taxa de Mudança na Civilização 2.0 nos obriga a ter uma nova forma de pensar e de repensar para poder agir de forma mais adequada.
- Nossa Formatação Básica (Familiar-Educacional-Social) tem sido preparada para um mundo muito menos mutante.
- Claramente, temos um exponencial processo de aceleração das mudanças da Civilização 1.0 para a 2.0.
Historietas para ilustrar os áudios:
Vamos ao Artigo:
“Não me lembro de outro momento da história em que repensar tenha sido tão essencial.” – Grant.
Grant é um psicólogo americano, nasceu em 1981, e a Pergunta-foco no livro é a seguinte:
Como ajudar pessoas a repensar sua forma de pensar num mundo cada vez mais mutante.
Diz ele sobre o objetivo do livro:
- “Este livro trata da importância de repensar certezas.”;
- “Meu trabalho é repensar nossa maneira de trabalhar, liderar e viver.”;
- “Meu objetivo neste livro é explorar como se dá a reavaliação de um pensamento.”;
O título completo: “Pense de novo: o poder de saber o que você não sabe”.
Síntese do que penso do autor:
- Grant é um Percepcionista, que apresenta bons insights, mas com poucos padrões;
- Grant opera dentro da Teoria Social 1.0 e, por causa disso, não consegue enxergar a passagem entre duas Civilizações: Sonora para a Digital, a partir da chegada de nova mídia.
A Civilização Sonora – que chamamos também de 1.0 – opera nos limites das possibilidades dos recursos da Oralidade e da Escrita, o que acaba por influenciar o modelo.
O livro, entretanto, se encaixa como uma oferta relevante para uma demanda latente da sociedade: lidar com o aumento exponencial da Taxa de Mudanças da nova Civilização 2.0.
O livro aborda questões estruturais e permanentes da nossa dificuldade de repensar o pensamento e, por causa disso, se torna muito oportuno para o momento atual.
Lembrando sempre que não consegue ter uma visão de cenário mais amplo por causa dos limites das Teoria Social 1.0.
A Teoria Social 1.0 não incorpora o relevante e fundamental papel das seguintes forças nas mudanças civilizacionais: tecnologias no geral, mídia no particular, demografia progressiva e, tudo isso, nas mudanças na criação de Macro Modelos de Sobrevivência mais Descentralizados.
O que fiz aqui neste artigo foi utilizar os Insights Percepcionistas de Grant e ir encaixando os Padrões Históricos da Teoria Social 2.0, que temos trabalhado.
A Teoria Bimodal Social 2.0 incorpora quatro Escolas de Pensamento: a de Thomas Malthus, a de Comunicação de Toronto, a de Ayn Rand e a Austríaca de Economia.
Fazemos, assim, uma espécie de análise do livro, trazendo os Insights Percepcionistas novos e vamos incorporando-os à Teoria Social 2.0.
Nessa direção, o primeiro passo é apresentar as demandas de mudança na forma de adaptação do pensamento da Civilização 1.0 (Sonora) para a 2.0 (Digital).
Claramente, temos um exponencial processo de aceleração das mudanças da Civilização 1.0 para a 2.0.
Na Civilização 2.0, temos as seguintes alterações na Taxa de Mudança da sociedade:
- a nova mídia se baseia em softwares e hardwares, que são atualizados o tempo todo;
- há muito mais informação disponível.
- há muito mais interações disponíveis;
- há muito mais competitividade na sociedade.
O aumento exponencial da Taxa de Mudança na Civilização 2.0 obriga uma nova forma de pensar e de repensar para poder agir de forma mais adequada.
Temos dois problemas hoje para os Sapiens:
- o ritmo da Taxa de Mudanças no Ambiente Sonoro é muito mais lento do que no Ambiente Digital;
- tivemos, com o aumento populacional, uma centralização da informação, que colaborou para uma lentidão ainda maior dessa taxa.
Podemos dizer que a Civilização 2.0 nos obriga a criar, de forma progressiva, o Sapiens 2.0.
O Sapiens 2.0 precisa tem uma demanda de mudanças objetivas e subjetivas, a saber:
- Mais criativo;
- Mais Repensador;
- Mais Originalista;
- Mais Inovador;
- Mais Científico.
A sociedade se habituou na Civilização 1.0 com uma Taxa de Mudanças muito menor do que a atual.
A Baixa Taxa de Mudança, se comparada com a atual, fez com que:
Nossa Formatação Básica (Familiar-Educacional-Social) tenha sido preparada para um mundo muito menos mutante.
Digamos que:
Nossas mentes foram formatadas para viver no Ambiente Sonoro, mais adaptadas para conviver numa Baixa Taxa de Reaprendizado.
Os jovens operam com mais facilidade o novo cenário, mas não há ainda uma Formatação Básica (Familiar-Educacional-Social), que os ajude a lidar com este novo Ambiente mais Mutante.
A Formatação Básica 2.0 precisa ser pensada pelos educadores que não consegue entender o novo cenário, pois ainda estão operando com a Teoria Social 1.0.
Diz o autor:
“(…) em um mundo turbulento, há outro conjunto de habilidades cognitivas que pode ser mais importante: a capacidade de repensar e desaprender.”
Comento:
Não diria que o mundo “está mais turbulento”, mas mais mutante, que é uma característica da chegada de novas mídias.
Estranhamos viver num mundo mais mutante, mas ele não é mais turbulento. É apenas outro ambiente com o qual teremos que nos adaptar.
Diz o autor:
“Temos medo da própria ideia de repensar.”
Comento:
Não diria medo, mas não fomos preparado para esse novo Ambiente Social Mais Mutante.
Toda a Formatação Básica que temos é muito mais indutiva do que dedutiva. O que isso significa? Que nosso aprendizado é muito mais voltado para fatos do que para padrões.
Note que fica evidente que o autor não separa dois momentos:
-
- O Estrutural – nossa eterna dificuldade de lidar com o repensar, que sempre foi uma demanda humana, que agora precisa, mais do que nunca ser revista;
- O Conjuntural – nossa demanda atual na passagem do Ritmo das Mudanças no Ambiente Sonoro para o novo Ritmo das Mudanças no Ambiente Digital.
Diz o autor:
“Parte do problema é a preguiça cognitiva. Alguns psicólogos alegam que somos “sovinas mentais”: preferimos a facilidade de nos agarrarmos em visões antigas à dificuldade de compreender ideias novas.”
O problema de Grant é que ele ainda opera na Teoria Social 1.0. Não vê que estamos entrando em uma nova civilização e a nossa Formatação do Aprender a Pensar ficou obsoleta por causa disso.
Repensar sempre foi um problema, praticávamos o Repensamento 1.0 e agora precisamos nos adaptar ao Repensamento 2.0.
É preciso separar na análise do Exercício do Repensar o joio (do que sempre foi Estrutural) do trigo (daquilo que é Conjuntural na passagem entre duas Civilizações).
Hoje, temos na sociedade o Sapiens 1.0 que tem as suas objetividades e subjetividades adaptadas ao Mundo Sonoro que era muito mais lento do que o atual.
Aqui, vou apelar para o influenciador digital americano Clay Shirky, na sua famosa frase:
“Não temos um problema de excesso de informação, mas de filtros.”
Como complemento a frase dele?
Não temos um problema de excesso de informação ou de mudanças, mas de que os Filtros Endógenos e Exógenos que criamos no passado ficaram obsoletos para este novo cenário.
Os dois tipos de Filtros do Sapiens:
- Filtros Endógenos – a formação que recebemos que nos permite lidar melhor com mudanças e informações;
- Filtros Exógenos – metodologias e tecnologias, que nos ajudam a filtrar mudanças e informações.
Um mundo mais mutante pede um novo tipo de Filtragem Humana, tanto Endógena quanto Exógena.
A Filtragem Humana é a demanda que temos para analisar as informações e saber como utilizá-las para criar um Bem Estar Continuado.
Diz o autor:
“Quando questionamos a nós mesmos, o mundo se torna mais imprevisível.” // “Preferimos o conforto da certeza ao desconforto da dúvida e solidificamos nossas crenças.”
Comento:
Há aqui também a chamada de atenção para o aspecto emocional para que possamos nos adaptar a um mundo mais mutante.
As adaptações necessárias passam pelas dificuldades emocionais, que envolvem a nossa relação com as nossas inseguranças e medos:
- de ficarmos sozinhos;
- diante da nossa certeza da finitude;
- de enfrentarmos mudanças nas nossas vidas.
Assim, temos o aspecto emocional na criação dos novos Filtros 2.0 para o Sapiens.
Precisamos nos preparar não só mentalmente, mas, principalmente, emocionalmente para viver num mundo mais mutante.
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[…] o que veremos com mais detalhes na leitura do livro “Pensar de novo” de Adam Grant, a partir de […]