Os dois tipos de Conceituação de um Profissional
abr 22nd, 2022 by Carlos Nepomuceno
O que podemos aprender com o filme Moneyball?
abr 22nd, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Análise de filmes – incorporando à Narrativa Bimodal.
Frases de Divulgação do Artigo
- Inquietos Inovadores têm uma capacidade de Desautomatização maior do que os demais.
- Temos no filme o encontro de Inquietos: um Nerd que traz a novidade e um dirigente com o poder da decisão, que precisa de uma nova solução para um velho problema.
- O que temos no filme é o seguinte embate: a velha forma de escolher jogadores pela intuição versus um novo modelo de seleção por algoritmos.
- A escolha de jogadores pelos olheiros representa a forma antiga de se montar um time, baseado muito mais na imagem do que no desempenho.
- Quando vemos filmes como o Moneyball, que fala muito mais de inovação do que de Beisebol, nos deparamos com situações claras da necessidade de Desautomatização.
- Se formos analisar o principal problema que temos diante das mudanças, está ligado a nossa incapacidade de nos Desautomatizar.
- Na verdade, o uso adequado da inteligência está justamente naquilo que devemos ligar o piloto automático e o que não devemos.
- Inovar, assim, é sempre conseguir superar antigas barreiras, que envolve, principalmente, o processo de Desautomatização da mente.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo
“Estamos tentando resolver um problema, mas vocês nem sabem qual é o problema!!” – Frase do filme.
Falamos muito de piloto automático.
Que ligamos o piloto automático para isso, para aquilo.
Na verdade, o uso adequado da inteligência está justamente naquilo que devemos ligar o piloto automático e naquilo que não devemos.
De maneira geral, criamos hábitos e crenças para a resolução de problemas.
Porém, problemas são mutantes e soluções que funcionavam ontem precisam de ajustes, pois as coisas vão mudando.
Se formos analisar o principal problema que temos diante das mudanças, está ligado a nossa incapacidade de nos Desautomatizar.
Quando vemos filmes como o Moneyball – que fala muito mais de inovação do que de Beisebol – nos deparamos com situações claras do problema da Desautomatização.
Bratt Pitt faz o papel de Billy Beane, um dirigente com alta taxa de inquietude, que quer ver seu time sempre ganhando.
Beane vê jogadores de seu time indo embora, vê que não tem recursos para mantê-los e precisa criar de uma nova forma de contratar jogadores com uma relação de custo/benefício melhor.
A falta de grana para contratar novos atletas bons, mas o desejo de contratá-los, causa a primeira etapa do processo inovador: que é a fase do desconforto.
Há na fase do Desconforto Inicial uma barreira a ser superada, que os métodos tradicionais não conseguem mais.
Pitt procura uma solução e está cercado de olheiros que só sabem indicar jogadores na base da intuição e das aparências.
A escolha de jogadores pelos olheiros representa a forma antiga de se montar um time, baseado muito mais na imagem do que no desempenho.
Na etapa inicial do filme, se percebe que não se usa recursos mais sofisticados para analisar o desempenho de cada atleta.
Aqui, temos a cena que ele percebe que o método antigo não funciona mais para ele numa reunião com os antigos olheiros:
O personagem de Pitt conhece Peter Brand, interpretado por Jonah Hill, um Nerd que desenvolve um programa de computador, que passa a promover a escolha dos jogadores pelo desempenho, através do uso de algoritmos.
Sai a escolha pela intuição e entra a fase da escolha pela comprovação numérica.
Se reduz com o novo modelo o risco e o custo da contratação.
Mais passa a se valorizar atletas que o mercado não vê valor, pois não analisam os dados de forma mais precisa.
O que temos no filme é o seguinte embate: a velha forma de escolher jogadores pela intuição versus um novo modelo de seleção por algoritmos.
Temos no filme o encontro de um Nerd que traz a novidade e um Inquieto que tem o poder da decisão, que precisa de uma nova solução para um velho problema.
Há um casamento entre os dois Inquietos (o dirigente e o programador) e se inicia uma Jornada Inovadora para se experimentar uma nova forma de resolver os antigos problemas.
No filme, temos as etapas tradicionais de toda Jornada Inovadora:
- da rejeição ao novo pelos que defendem os antigos métodos sempre de forma desconfiada e muitas vezes agressiva;
- os ajustes iniciais, pois o novo não vem pronto, vai se construindo, na tentativa e erro;
- e os surpreendentes resultados (o maior recorde de vitórias de um time já registrado no campeonato americano de beisebol), a partir do novo método.
O personagem de Pitt consegue a melhor relação de custo x benefício nas contratações, apesar de não ter ganho o campeonato e abriu uma nova possibilidade para a escolha de novos atletas.
Isso só foi possível pelo uso intenso de números.
Inovar, assim, é sempre conseguir superar antigas barreiras, que envolve, principalmente, processo de Desautomatização da mente.
De maneira geral, é o que assistimos com a chegada dos computadores, quando são bem usados: há uma precisão maior das decisões, se comparado aos antigos métodos.
O filme é uma aula dos processos de inovação e mostra o papel dos Inquietos Inovadores não só por perceber uma nova forma de resolver o problema, mas também de apostar e bancar o novo modelo.
Pitt representa um Inquieto Inovador que opta por algo novo e arrisca.
Inquietos Inovadores têm uma capacidade de Desautomatização maior do que os demais.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.
A mentalidade Conceitual no Terceiro Eu
abr 21st, 2022 by Carlos Nepomuceno
No primeiro eu, refletimos sobre as heranças boas e descartáveis para nos tornar o profissional que somos.
E chegamos no Segundo Eu, muito de forma intuitiva, na base da tentativa e erro.
A maior parte das pessoas para aí.
O desafio da Jornada de Excelência Bimodal para os Inquietos Inovadores é de ir além disso.
O Terceiro Eu visa criar uma Mentalidade Conceitual e seu campo de trabalho é refletir sobre os erros e acertos do segundo eu para criar regras gerais.
#3 – Mentes Brilhantes – Alberto Dell’isola
abr 19th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Alberto Dell’isola – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Mapa (s) Mental (ais) do Artigo:
Frases de Divulgação do Artigo
- É na Zona de Conforto que mora a mesmice.
- É preciso para que se pense melhor, uma Formatação Primária, que estimule a Originalice e não a Mesmice.
- Criar é escolher bem quem vamos imitar e saber a hora de quando e como podemos nos diferenciar.
- Quem não tem Padrinhos Inspiradores não começou ainda a sua Jornada de Originalização.
- Assim, para um Inquieto, a felicidade está na possibilidade de ter um caos para chamar de seu.
- Em geral, quem não tem um Projeto Existencial, se acha eterno.
- Ser inteligente é a capacidade de usar a mente para solucionar problemas na direção de menos para mais Bem Estar Continuado. É uma Inteligência Sábia.
- A sabedoria é a consciência do que nos faz mais feliz e mais infeliz, nos permitindo fazer escolhas cada vez melhores.
Vamos ao Artigo
“..a criatividade é a habilidade que permite criar ou observar novos padrões que não haviam sido identificados anteriormente.” – Alberto Dell’isola.
A demanda dos Inquietos
“Viver não é necessário. Necessário é criar.” – Fernando Pessoa.
Isso não vale para todo mundo, mas para determinados perfis com Alta Taxa de Inquietude.
Existir uma vontade de querer se Originalizar tira a pessoa da zona de conforto.
É na Zona de Conforto que mora a mesmice.
A demanda por Teorias Fortes
“A criatividade de uma nação está ligada à capacidade de pensar e teorizar, o que requer uma boa educação e, daí, partir para o inventar e, depois, ir até as últimas consequências no fazer.” – Cláudio de Moura Castro.
Sim, a capacidade de pensar, basicamente, faz a diferença.
Quem pensa de forma mais próxima dos fatos, pode criar cenários que nos permitem projetar o futuro com mais capacidade.
Isso é uma demanda emergente no processo da atual Renascença 2.0.
Porém, quando falamos em educação, estamos, no fundo, falando em formatação.
É preciso para que se pense melhor, uma Formatação Primária, que estimule a Originalice e não a Mesmice.
“Copie até achar a sua voz”
“O segredo da criatividade é saber como esconder as fontes.” – Albert Einstein.
A frase tem muito de sarcasmo, o recado pode ser o seguinte.
Ninguém em área nenhuma inova do zero. Sempre se recria em cima de algo.
Assim, criar é escolher bem quem vamos imitar e saber a hora de quando e como podemos nos diferenciar.
Quem não tem Padrinhos Inspiradores não começou ainda a sua Jornada de Originalização.
“Tenha um propósito” – a felicidade dos Inquietos
“Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.” – Steve Jobs.
O interessante aqui é que a procura da felicidade foi colocada da seguinte forma: “o que você ama”.
Diria que você ama, acima de tudo, é o bem estar continuado de forma direta e procura algo que te permita chegar a isso, de forma indireta.
Nas mentorias que tenho feito, percebo que um Inquieto gosta de resolver situações caóticas.
Gosta de viver etapas:
- Ser chamado para enfrentar o caos;
- Entender;
- Resolver;
- Consolidar;
- E procurar um novo caos.
Para um Inquieto, a situação de caos é estrutural. Que tipo de caos será enfrentado é conjuntural.
Assim, para um Inquieto, a felicidade está na possibilidade de ter um caos para chamar de seu.
Todo mundo gostaria de sentir um bem estar. E isso envolve estar fazendo coisas que te permitem estar nesse estado.
Isso tem uma métrica que o próprio Jobs relata:
“Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não”, por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.” – Steve Jobs.
Acredito que é bom tirar uma fotografia ou fazer um filme na memória de alguns dias que você está se sentindo bem.
O que ocorreu naqueles dias para que você se sentisse assim?
Note que não é uma sensação de euforia, ou de alegria, mas de uma calma e tranquilidade.
É a diferença da Métrica da Felicidade Conjuntural para a Estrutural.
Aquele cenário que te levou para aquela sensação do bem estar continuado é uma espécie de pista para que você perceba o que te fez bem e o que depois te tirou daquele estado.
A Ética da Existência
“O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.” – Steve Jobs.
A primeira encruzilhada ética é justamente querer ser algo diferente dos outros, principalmente os mais próximos.
Ter a noção da finitude dá essa visão.
Em geral, quem não tem um Projeto Existencial, se acha eterno, não quer realizar a ideia de que todos nós ao nascermos fomos condenados à morte.
Segue o papo.
A Ética da Excelência
“Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira, que eu conheço, para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder.” – Steve Jobs.
A base da caminhada na direção da Felicidade Estrutural e da Jornada de Excelência é a consciência da finitude.
Vejamos nossa relação com a finitude:
- Uma pessoa hedonista, por exemplo, procura alegrias curtas, justamente por encarar a finitude de uma forma mais emocional.
- Uma pessoa Austerista procura o Bem Estar Continuado, justamente por encarar a finitude de uma forma mais reflexiva.
O que é Inteligência?
Diz Alberto:
“A psicologia entende a inteligência como uma capacidade muito geral que permite:
- raciocinar;
- planejar;
- resolver problemas;
- pensar de maneira abstrata;
- compreender ideias complexas;
- e aprender.”
Aqui, se vê uma confusão misturada e embolada.
Diria, organizando.
Ser inteligente é a capacidade de usar a mente para solucionar problemas na direção de menos para mais Bem Estar Continuado. É uma Inteligência Sábia.
Vou além.
O máximo da inteligência é resolver problemas sob a bússola da sabedoria. E a sabedoria é a consciência do que nos faz mais feliz e infeliz.
Para isso, é preciso progressivamente aprender a aprender a ser um solucionador de problemas.
Um solucionador mais inteligente aprende a abstrair, planejar e aprender com os resultados do processo com erros e acertos cometidos.
Temos dois tipos de visões sobre a inteligência, que reflete a visão sobre o Sapiens:
- Os animaisfóbicos – que partem de digressões fantasiosas sobre o ser humano, não entendendo que por sermos seres vivos temos várias limitações e responsabilidades como as outras espécies;
- Os animaislógicos – que partem da comparação com outras espécies, entendendo que por sermos seres vivos temos várias limitações e responsabilidades, tais como as demais espécies.
A inteligência, para os Animaislógicos, é a principal ferramenta de sobrevivência do Sapiens.
Uma coisa é criar e depois avaliar o que foi bom na criação!
“Desse modo, o processo de criação de novas ideias é um processo divergente, visto que se deseja obter o maior número possível de ideias. Em contrapartida, o processo de avaliação de ideias é um processo convergente, já que, dentre as diversas ideias geradas, deseja-se selecionar aquelas que são mais interessantes e convenientes. Assim, ao tentar-se fazer as duas atividades ao mesmo tempo (criação e avaliação), você possivelmente não fará qualquer uma das duas adequadamente.”
O problema é colocar gente que não consegue abstrair no início do processo de criação.
Ceticismo Tóxico e Saudável
“Assim, o cético ativo é aquele que não apenas aceita ou rejeita uma ideia nova, mas também busca o máximo de dados objetivos capazes de comprová-la ou refutá-la.”
O Ceticismo Tóxico é o dogmático. O Saudável analisa os argumentos para ver o que pode melhorar na sua narrativa.
Truques Endógenos
“…sempre que trancar a porta da frente, imagine seus dedos sendo sugados pela fechadura, causando imensa dor.”
Organização versus Memorização
“Dessa forma, se deseja buscar o martelo na garagem, basta que crie uma imagem localizada na garagem envolvendo você e o martelo.”
“Quando você estabelece rotinas para guardar as coisas sempre no mesmo lugar, não precisa da memória.”
“Se deseja memorizar uma lista de compras, organizá-la em torno de categorias – produtos de limpeza, carne, vegetais, frutas, leites e derivados – possivelmente tornará sua memória bem mais eficiente nesse quesito.”
Se você define onde guardar as coisas e sempre repete. Fica difícil perder.
Frases Top:
Sobre Criatividade:
“A criatividade é o desejo de se divertir em território desconhecido”. – Richard L. Weaver II.
A desobediência é uma virtude necessária à criatividade.” – Raul Seixas.
“Aprender a lidar com rejeições, fracassos e frustrações é parte vital do processo criativo.”
“O maior obstáculo para o progresso não é a ignorância e sim a ilusão do conhecimento”. – Daniel Boorsti
“…Todo ato de criação é, antes de tudo, um ato de destruição.” – Picasso.
“A função do homem criativo é perceber e conectar aquilo que parece completamente desconexo.” – William Plome.
“O fracasso é uma excelente forma de se recomeçar, mas de maneira mais inteligente.” – Henry Ford.
“Criatividade é permitir a si mesmo cometer erros. Arte é saber quais erros manter.” Scott Adams.
“O que as pessoas que se destacam no campo criativo possuem chama-se esforço intelectual. Somente com esse trabalho reiterado, é possível alcançar níveis mais profundos da criatividade humana.”
“Criatividade consiste em olhar para a mesma coisa que todos, mas pensar em algo diferente.” – Albert Szent-Györgyi.
“..a criatividade é a habilidade que permite criar ou observar novos padrões que não haviam sido identificados anteriormente.”
“…a criatividade envolve a produção de novas ideias, mas todas derivadas de uma base de conhecimentos já preestabelecida anteriormente.”
Sobre memória:
“Para memorizarmos eficientemente, é importantíssimo que tenhamos atenção.”
“Quanto maior o significado, melhor a memória. Independentemente do que você deseja memorizar, isso somente será possível se a informação a ser adquirida fizer algum sentido para você.”
“Alguns pesquisadores costumam falar em “códigos de memória” em vez de “memórias“, porque dessa forma nos lembramos que a memória não é uma reprodução da realidade, e sim uma criação humana.”
“A memória é inventada. E, portanto, sujeita às idiossincrasias de cada pessoa.”
“Não é o poder de se lembrar, mas justamente o contrário, o poder de se esquecer, que é uma condição necessária para nossa existência.” – Sholem Asch.
“Ser feliz é também aprender a escolher o que lembrar e o que esquecer.”
“A mente escolhe qual informação não é importante e imediatamente a descarta.”
“…a maioria das falhas cotidianas de memória deve-se principalmente à falta de zelo na criação dos códigos de memória, e não por uma falha cognitiva.”
“A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.” – Friedrich Nietzsche.
“Memória não é uma coisa, e sim um processo.”
“Nós não podemos mudar nossas memórias, mas nós podemos mudar o sentido e o poder que elas têm sobre nós.” – David Seamands.
“Quando se trata de técnicas de memória, não existem boas ou ruins: se funcionar para você, ela é a técnica correta.”
Sobre Felicidade:
““Eu vivo no topo do mundo.” Essa frase descreve perfeitamente os sentimentos de alguém totalmente imerso em sua alma interior.”
“Uma pessoa que batalha para desenvolver todas suas potencialidades é descrita por Maslow como uma pessoa autorrealizada.”
“Quando se trata de técnicas de memória, não existem boas ou ruins: se funcionar para você, ela é a técnica correta.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
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#2 – Mentes Brilhantes – Alberto Dell’lsola
abr 18th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Alberto Dell’isola – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Frases de Divulgação do Artigo
- Ler é garimpar!
- A ideia de que uma mente brilhante é a que memoriza é loucura.
- Genialidade é um potencial, que pode ser desenvolvido, ou não.
- Quem coloca o cérebro para muscular, vai ganhando mais inteligência!!!!
- Quem entra, assim, numa Jornada de Excelência tem uma determinada inteligência e vai aumentando a mesma com o tempo.
- Quem não entra na Jornada de Excelência , perde a oportunidade de se Inteligentar!
- Um profissional quando lê livros didáticos não lê para ele, mas para o seu cliente.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo
“…quanto mais informação você possuir armazenada, maiores as chances de recombiná-las e obter ideias originais e revolucionárias.” – Alberto Dell’isola.
Objetivo
“…para lhe auxiliar em sua jornada em busca de sua supermemória…”
Ler é minerar
O ato da leitura é de mineração.
Você tem uma determinada meta, pesquisa, foco, cliente, que quer ajudar com a sua leitura profissional.
Já disse isso várias vezes e vou repetir.
Um profissional quando lê livros didáticos não lê para ele, mas para o seu cliente.
Ele procura nas páginas algo que possa ajudá-lo a pensar e agir melhor para que possa resolver de forma, ainda melhor, o desconforto de seu cliente.
Tenho feito neste ano de 2022 uma jornada de leitura dos Autores Motivacionais para poder ajudar os Inquietos Inovadores a lidar melhor com a sua Inquietude.
São eles aqueles que estão mais incomodados com as mudanças atuais, que querem explicações mais lógicas e podem liderar projetos de Inovações Disruptivas.
Porém, falta claramente literatura que possa ajudá-los nessa jornada.
Assim, vou de autor em autor, promovendo algumas atividades no que denomino Leitura Ativa, são elas:
- levantando os conceitos, separando os recorrentes dos novos;
- classificando e organizando os conceitos em um Mapa Mental;
- criticando visões equivocadas sobre o cenário geral;
- criticando contradições no texto do próprio autor;
- e, ao longo do tempo, desenvolvendo a minha própria narrativa sobre o que podemos chamar de Ciência Motivacional.
O que temos de novidade, a partir da leitura continuada de vários textos, é a descoberta do que vou denominar Pedra Preciosa de cada livro.
Já tinha tido uma intuição sobre isso nos outros livros, mas isso ficou mais claro lendo o Alberto.
A Pedra Preciosa do livro de Alberto é o que vou chamar de Cérebro Progressivo.
Vamos detalhar.
Cérebro é Progressivo
A conversa sobre de onde vem a genialidade já me parece superada para o meu foco, pois eu trabalho com adultos, que já mostraram na sua profissional que são inquietos, esforçados, que fazem a diferença e têm relativo sucesso.
Assim, por que eles são o que são, não é tão relevante.
Não descarto o tema para quem vai ajudar pessoas mais jovens, que não é o meu caso.
Então, esse tipo de conversa genética versus esforço, como abaixo:
“A maioria das pessoas entende que os gênios são frutos da genética, e não do esforço.”
Não me interessa muito.
Tem, entretanto, uma Pedra Preciosa no livro do Alberto, aquilo que Marcelo Gleiser chama de algo parecido com os “Limites do Aquário do Conhecimento“.
Primeiro:
“…ratos em um ambiente superestimulante, cheio de escadas, esteiras e outros brinquedos de todos os tipos (…) tiveram seus cérebros aumentados (…) em virtude das novas conexões criadas entre os diversos neurônios dos cérebros desses animais.”
Segundo:
“Ao contrário dos neurônios, que se reproduzem pouquíssimo ao longo de nossa vida, células gliais, axônios e dendritos podem aumentar em número com o passar dos anos, de acordo com a maneira que nós usamos nosso cérebro.”
Terceiro, ao se falar do cérebro do Einstein:
“…encontrou um número maior de células gliais no lobo parietal esquerdo de seu cérebro deste.”
Ou seja, quem coloca o cérebro para muscular, vai ganhando mais inteligência!!!!
Isso é algo totalmente novo de tudo que eu li dos Autores Motivacionais.
É a primeira vez que leio, ou me chamou a atenção, de que o cérebro é progressivo.
Quem entra, assim, numa Jornada de Excelência tem uma determinada inteligência e vai aumentando a sua capacidade com o tempo.
É diferente do que podemos chamar de uma pessoa mais experiente em determinadas habilidades para uma pessoa cada vez mais inteligente para determinadas atividades.
Assim, podemos dizer que:
- quem entra na Jornada de Excelência vai ficando cada vez mais inteligente;
- e quem não entra na Jornada de Excelência , perde a oportunidade de se Inteligentar!
Abordemos agora outros pontos do livro.
O que é uma Mente Brilhante, afinal?
“Assim, os povos antigos foram as mentes mais brilhantes que já surgiram no planeta.”
A ideia de que uma mente brilhante é a que memoriza é loucura. Típica de um Resistente!
Vejamos, se determinados que gênios são aqueles que têm Mentes Brilhantes:
Diz o Alberto:
“Gênios são pessoas que produzem uma obra de valor inestimável e capaz de mudar os paradigmas da humanidade.”
Tio Google nos diz:
“Indivíduo que possui uma extraordinária capacidade intelectual. Talento; aptidão ou extraordinária.”
Aqui, a pessoa aposta no que pode ser e não no que foi.
Genialidade é um potencial, que pode ser desenvolvido, ou não.
Faço aqui a minha interpretação sobre o Gênio:
“Gênio – Indivíduo que possui uma extraordinária capacidade para determinada atividade e consegue, através de uma Jornada de Excelência, apresentar, com esforço continuado de anos, trabalhos extremamente originais em um determinado campo.”
Isso se reforça agora com a ideia de que a genialidade é progressiva. O que nossa leva a entender melhor esta frase:
“Para se tornar um grande expoente em qualquer campo de atuação geralmente se leva 10 anos de trabalho intenso.”
De um lado, você está aprendendo mais e do outro há uma atividade interna e involuntária do teu cérebro, que vai desenvolvendo novas células, que te permitem ir ficando cada vez mais inteligente.
Para isso, há que mergulhar no estudo no campo que você escolher para se originalizar:
“…quanto mais informação você possuir armazenada, maiores as chances de recombiná-las e obter ideias originais e revolucionárias.”
Traços dos Criativos (que podemos chamar de Inquietos Inovadores):
Aqueles que já entraram na sua Jornada de Excelência:
- Percebe a realidade de maneira mais acurada e objetiva;
- Tem uns demanda de lógica maior;
- Tolera e até mesmo gosta da ambiguidade;
- Não se sente ameaçado pelo desconhecido;
- Mais capacidade em evocar respostas simples para problemas complexos;
- Uma vontade muito intensa de encontrar ordem em alguma situação caótica;
- Um interesse muito específico em encontrar problemas inusitados e soluções ainda mais diferentes;
- Habilidade em criar novas conexões e desafiar o senso comum;
- Habilidade em balancear o processo de criação de ideias e o processo de julgamento das mesmas;
- Desejo intenso de atravessar as barreiras de sua competência;
- Motivação intrínseca pelos problemas, em vez de recompensas exteriores como boas notas, dinheiro ou reconhecimento;
- Desinibição e Intuição.
Se bem centrado:
- Se deixa levar menos pela opinião alheia;
- É mais espontâneo e procura mais o genuíno, a originalidade;
- Procura uma filosofia de vida e até mesmo uma missão para a vida;
- Não estranha a solidão;
- É capaz de se concentrar intensamente;
- É independente, autossuficiente e autônomo;
- Tem menos necessidade de luxos e mimos;
- Possui uma enorme capacidade de apreciar as experiências mais simples;
- É muito bem humorada e possui habilidade para lidar com o estresse;
- É extremamente ético e moral individualmente, ainda que fuja das convencionalidades;
- Senso de humor, que é construtivo e não destrutivo;
- Autoconfiança, Organização, Dedicação, Coragem.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
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#1 – Mentes Brilhantes – Alberto Dell’lsola
abr 14th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Alberto Dell’isola – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Frases de Divulgação do Artigo
- Um mundo cada vez mais povoado e complexo demanda um cérebro cada vez mais compatível.
- A ideia de que você por não está memorizando mais não está pensando é um erro grave na análise do atual cenário.
- Tecnologias são sempre muletas, que nos ajudam a resolver determinados problemas mais fáceis para que possamos nos concentrar nos mais complexos.
- O Sapiens 2.0 tende a ter muito menos memória e muito mais capacidade criativa e de adaptação do que no passado.
- A tendência do ser humano é sempre reservar o que é mais complexo para as pessoas e o menos para as máquinas.
- O que ocorre é que quando temos mídias que NÃO permitem guardar dados, as pessoas precisam usar a memória e isso tem um custo na capacidade da inovação.
- Quanto mais as mídias nos permitem evitar tarefas burocráticas e repetitivas, mais teremos espaço para usar o cérebro de forma mais sofisticada.
- O objetivo maior de todo o ser humano é se Originalizar, ao máximo, através de algum tipo de habilidade para a qual ele é mais talhado e capacitado.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
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“Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.” – Steve Jobs.
O livro do Alberto não é sobre Mentes Brilhantes, mas sobre a capacidade das pessoas de memorizar e depois de criar.
É um daqueles títulos que não representa muito o conteúdo.
Entendo Mentes Brilhantes como aquelas que conseguem ser originais num determinado tipo de problema, seja ele qual for, onde se inclui o artístico.
Mente Brilhante, assim, para mim, é aquela que consegue resultados, ela brilha numa determinada direção.
O fato de ter determinados potenciais a torna uma mente POTENCIALMENTE brilhante, mas existe a necessidade de um Ferramental Existencial.
O livro, entretanto, tem coisas positivas e apresenta determinados tipos de pensamento equivocados, que me ajuda a identificar e poder comentar.
O livro fala, basicamente, de criatividade, memorização e brainstorm, que são ferramentas para se chegar à Originalização.
O objetivo maior de todo o ser humano é se Originalizar, ao máximo, através de algum tipo de habilidade para a qual ele é mais talhado e capacitado.
Ter menos memória é ruim?
Alberto é um especialista em memorização e faz críticas – um pouco sem sentido – ao atual cenário, no qual as pessoas estão cada vez mais memorizando menos.
Isso é ruim?
E aí cabe uma discussão interessante, pois as mídias são uma espécie de prótese, que se relacionam com o nosso cérebro.
A relação mídia e cérebro só fica mais compreensível quando entendemos que esta parceria é feita para nos ajudar a viver melhor.
Dependendo da mídia e do momento histórico que vivemos, vamos ter mais demanda por criatividade ou memória.
O que ocorre é que quando temos mídias que NÃO permitem guardar tantos dados, as pessoas precisam usar a memória e isso tem um custo na capacidade da criação e, por sua vez, da inovação.
Mídias que deixam rastros nos permitem interagir mais com pessoas distantes e armazenar para que possam ser utilizados.
Memorizar não é pensar melhor.
O diferencial de uma pessoa que vai se Originalizar não é ser um campeão da memória, mas alguém que vai usar a sua criatividade num determinado campo.
Conforme aumentamos a população, nossa demanda é cada vez mais para criar, mudar e inovar e menos por memorizar.
Se temos bancos de dados que nos permitem ser consultados, vamos reservando nosso cérebro para outras atividades.
Porém, é preciso que sejamos inteligentes para que possamos lembrar de coisas que são importantes.
Nos utilizando de recursos da memória:
- Lembrar com Recursos Exógenos – que precisam de elementos externos, tal como lembretes;
- Lembrar com Recursos Endógenos – que são recursos do próprio cérebro.
Nestes momentos de mudança, os Resistentes consideram que um Sapiens menos Memorizador é menos inteligente.
Será?
Nós usamos nosso cérebro para viver melhor e, conforme vamos criando mídias mais sofisticadas, vamos transferindo os trabalhos mais triviais e repetitivos para as máquinas.
Existe uma tendência de usar o cérebro em cada vez mais processos complexos, que exigem outras áreas do cérebro.
A tendência do ser humano é sempre reservar o que é mais complexo para nós e o menos para as máquinas.
Memorizar é algo importante, mas se temos ferramentas que nos ajudam a não fazer operações mais simples, “que venham!”.
Isso vale para tudo e principalmente no uso do cérebro.
Quando temos ferramentas para achar e guardar informação quando precisamos, nossa tendência é transferir para elas.
Por que não?
Ficamos mais burros por causa disso?
Podemos estabelecer, a partir das reflexões sobre o livro, uma regra que é a seguinte:
Quanto mais as mídias nos permitem evitar tarefas mais burocráticas e repetitivas, mais teremos espaço para usar o cérebro de forma mais sofisticada.
O Sapiens 2.0 tende a usar o cérebro de forma menos burocrática e o usará para atividades mais complexas se comparado ao passado.
Um mundo cada vez mais povoado e complexo demanda um cérebro cada vez mais compatível.
As críticas de Alberto à redução da capacidade de memorização se encaixam bem na tendência natural do Modus Resistente.
O Modus Resistente é uma atitude de pessoas que vivem e se beneficiam do Modelo de Sobrevivência Decadente e criticam, por causa disso, sem muita lógica, o Ascendente.
Alberto especialista em memorização uma habilidade que está – claramente – perdendo valor, critica a perda de memória generalizada.
O autor, por ser um Resistente, acaba cometendo alguns erros graves, a saber:
“Atualmente existem diversas facilidades que coíbem nosso desenvolvimento intelectual. Há uns dias, perguntei a um amigo qual era o seu novo número de telefone celular. Em vez de me responder, ele disse: “só um minuto”. Em seguida, consultou a agenda de seu aparelho, na qual havia cadastrado um telefone com o nome de “meu número”. É claro que, por eu ser um campeão de memória, o fato rendeu umas boas risadas na nossa roda de amigos. No entanto, esse fato exemplifica claramente como nossa sociedade está pensando cada vez menos.”
As pessoas não memorizarem, não significa que estão pensando menos.
Significa que estão alterando – para melhor – o uso do cérebro para se adequar a um mundo que pede, cada vez mais, capacidade de adaptação e criatividade.
A ideia de que você porque não está memorizando não está pensando é um erro grave na análise do atual cenário.
Mais um problema bem comum cometido pelo autor:
“O grande problema está no uso da tecnologia como muleta e não como ferramenta para o desenvolvimento humano.”
Tecnologias são sempre muletas, que nos ajudam a resolver determinados problemas mais fáceis para que possamos nos concentrar nos mais complexos.
Todas as tecnologias que se massificam atendem a uma determinada demanda, que pode ser chamada de melhoria ou desenvolvimento humano.
Não temos um cérebro puro e natural, nunca tivemos, o Sapiens tem um Tecnocérebro, sempre ajustado às tecnologias de plantão e em especial as mídias.
Ou seja.
O ser humano, ao longo da história, vai se Muletizando, através de novas tecnologias para ir realizando desafios cada vez mais complexos.
O autor claramente opera, como muitos na Filosofia Social 1.0, na qual as tecnologias, as mídias, a demografia e a relação delas na direção de uma sobrevivência melhor são ignoradas.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
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#4 – Sobre a Felicidade – uma viagem filosófica – Fréderic Lenoir
abr 13th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal180422
Novas Hashtags:
#Fréderic Lenoir – conhecendo este autor.
Frases de Divulgação do Artigo
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo
“xxx” – Lenoir.
Não existe o Ser Profundo, mas as Vocações que o Cachorrinho Balança o Rabo
“…ser feliz, para os gregos, significa antes de tudo estar de acordo com nosso bom gênio, ou com a parte de divino que existe em nós. Eu diria: vibrar com nosso ser profundo.”
“Nossos genes condicionam, de fato, nossa disposição para a felicidade de modo considerável, mas eles não a determinam.”
Existe um Mundo Infeliz?
“Podemos ser felizes num mundo infeliz?”
As Fases da Felicidade – a terceira – do equilíbrio
“Carl Gustav Jung chama de “processo de individuação”, que se realiza por volta dos quarenta anos, quando fazemos o primeiro balanço de nossa existência.”
“Se Observe o Tempo todo”
“Aquele que muda seu cérebro muda sua vida.” – Rick Hanson.
“Escolha conceitos fortes”
“A filosofia nos ensina a pensar bem para tentar viver melhor.”
“Se a filosofia não nos ajuda a ser felizes, ou menos infelizes, de que serve a filosofia?” – André Comte-Sponville.
“Se Autoconheça”
“Quanto mais temos consciência de nossas experiências positivas, mais nosso prazer e nosso bem-estar aumentam.”
“A única coisa que nos resta a fazer é aprender a nos conhecer para levar uma existência em maior conformidade possível com nossa natureza.”
Papo das Escolas Gregas
“A maioria das obras dos filósofos gregos e romanos “emana de uma escola filosófica, no sentido mais concreto da palavra, na qual um mestre forma discípulos e se esforça para conduzi-los à transformação e à realização de si mesmos”.
Questões abertas:
- Existe uma predisposição genética para a felicidade ou para a infelicidade? Aristóteles já destacava essa ambiguidade: “É difícil saber se a felicidade é uma coisa que se pode aprender, ou se adquire por hábito ou algum outro exercício, ou se, finalmente, ela nos cabe por algum favor divino ou até mesmo pelo acaso.” // “A experiência, confirmada por inúmeras pesquisas científicas, mostra que temos certa responsabilidade pelo fato de sermos felizes (ou de não sê-lo). // “…a felicidade se relaciona, como veremos, com nossa sensibilidade, com nossa herança biológica, com o meio familiar e social no qual nascemos e crescemos, com o meio no qual evoluímos, com os encontros que balizam nossas vidas.”
- As condições exteriores (situação geográfica, situação de vida, meio social, situação civil, riqueza ou pobreza) exercem qual influência?
- Podemos ser mais ou menos felizes, modificando a percepção que temos de nós mesmos e da vida, modificando o olhar, os pensamentos, as crenças?
- A pessoa nasce pessimista ou otimista? – “Platão já havia estabelecido uma distinção entre os temperamentos rabugentos (duskolos), que não se alegram com os acontecimentos que lhes são favoráveis e se irritam com os que lhes são desfavoráveis, e os temperamentos alegres (ekolos) que, ao contrário, se alegram com os acontecimentos favoráveis e não se irritam com os desfavoráveis. Diríamos hoje que há os que veem sempre o copo meio vazio e os que o veem sempre meio cheio.”
Fico com esta frase de Lenoir:
“Somos condicionados, mas não determinados a ser mais ou menos felizes.”
Que segue uma da Carol Dweck que diz que – independente qualquer coisa – sempre há a possibilidade de melhorar algo hoje do que fazíamos ontem.
Links
- Robert Misrahi – autor que não tem livros em português pelo Kindle;
- Montaigne e Spinoza foram os precursores de uma busca filosófica moderna da felicidade.
É isso, que dizes?
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Inovação, o Vasco e Método do Palito de Fósforo
abr 12th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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Novas Hashtags:
#escolha adequadamente o seu cliente – refletindo sobre esta questão.
Frases de Divulgação do Artigo
- Muitas vezes, por ingenuidade, o Inquieto Inovador acaba não escolhendo adequadamente os seus interlocutores.
- Gasolina” é a a capacidade de escuta de quem vai receber a narrativa para aquele tipo de conversa mais inovadora.
- Não é à toa que todo o processo de Inovação Disruptiva que estamos assistindo na sociedade tem sido feito pelos Inquietos Transformadores, que estão saindo da garagem.
- O perfil mais reticente às mudanças é o do Quieto Resistente e o mais afeito à mudança é o do Inquieto Transformador.
- O Método do Palito de Fósforo consiste em fazer um teste antes de começar a expor o seu pensamento para saber se existe “gasolina” do outro lado.
- É comum ouvir dos Inquietos Inovadores uma certa decepção, ou mesmo raiva, de não ser compreendido.
- O Inquieto não sabe o quanto ele é diferente dos demais e como pode levar uma vida mais tranquila na sua Inquietude.
- Um Inquieto, por natureza, tem uma tendência de ir na direção contrária ao senso comum.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo
“O exercício do espírito consiste assim em eliminar tudo o que em nós dificulta a alegria de viver.” – Lenoir.
De maneira geral, os Inquietos Inovadores reclamam de um certo isolamento.
Na verdade, de maneira geral, a sociedade precisa mais de continuidade do que de mudanças.
E os Inquietos Inovadores são pessoas que têm um DNA (seja ele cultural ou genético) que pedem mudanças.
Tenho lido bastante sobre o tema.
Muitos chamam os Inquietos Inovadores de criativos, mas a criatividade é uma das características.
Inquietos Inovadores, em geral, gostam de:
- lógicas mais consistentes;
- pensamentos mais estruturados;
- desafios constantes;
- caminhar com as próprias pernas;
- ter uma visão mais macro dos cenários, abarcando mais o longo prazo.
Um Inquieto, por natureza, tem uma tendência de ir na direção contrária ao senso comum e isso causa um certo isolamento.
Faltam estudos sobre esse tipo de perfil e – por causa disso – o Inquieto Inovador acaba se sentindo um esquisito, pois não consegue se encaixar.
O Inquieto não sabe o quanto ele é diferente dos demais e como pode levar uma vida mais tranquila na sua Inquietude.
A tranquilidade para o Inquieto Inovador é enfrentar caos continuamente.
Mais ainda.
Todos nós somos formatados para termos uma referência de fora para dentro e não de dentro para fora.
E há uma demanda por aprovação do outro daquilo que fazemos e pensamos.
O que estamos vivendo hoje, entretanto, é algo muito interessante e diferente.
Vivemos no Macro Cenário um momento raro que é uma Renascença Civilizacional, na qual o Sapiens está, mais uma vez, reinventando a sua forma de sobreviver.
Há uma demanda por mudanças, por inovação e um incentivo, vindo de diferentes lados, por criatividade, incentivando a Inquietude nas pessoas.
Se abriu, mais uma vez, o espaço para a Inquietude, mas isso exige que tenhamos Filosofias, Teorias e Metodologias adequadas para que isso possa ser bem operacionalizado.
Não basta ser Inquieto, tem que ter método.
É o que estou tentando estudar e analisar nesta Segunda Linha de Pesquisa Bimodal, que tem o seguinte Problema Foco:
Como ajudar os Inquietos Inovadores na sua missão de inovar dentro da atual Renascença Civilizacional?
Neste artigo, quero tratar de um tema específico, que podemos definir como: evitando se estressar e perder tempo com pessoas que não são adequadas para a Narrativa do Inquieto.
Muitas vezes, por ingenuidade, o Inquieto Inovador acaba não escolhendo adequadamente os seus interlocutores.
No livro, se não me engano, do Gustavo Caetano ele comenta o quanto é importante para a sua felicidade a escolha de clientes adequados.
É comum ouvir dos Inquietos Inovadores uma certa decepção, ou mesmo raiva, de não ser compreendido.
Podemos dizer que há determinados temas que não são facilmente aceitos de maneira geral.
Por isso, determinadas narrativas são mais aceitas por outros Inquietos Inovadores do que pela maioria.
E aí temos o que podemos chamar de Caçada aos Inquietos pelos Inquietos.
Inquietos, isso faz parte do nosso método, precisam se procurar e ficar juntos.
E isso vale muito para os processos de mudança e de inovação, pois é preciso encontrar pessoas que estejam abertas ao novo.
Uma sugestão que eu faço sempre, antes de começar a abrir uma conversa sobre determinados temas mais inovadores, que pedem um tipo de escuta mais aberto é se utilizar do Método do Palito de Fósforo.
O Método do Palito de Fósforo consiste em fazer um teste prévio antes de sair expondo o seu pensamento.
É preciso saber se existe “gasolina” do outro lado. Ou seja se há interesse, vontade ou mesmo capacidade de de quem vai receber a narrativa por aquele tipo de conversa.
Com o Método do Palito de Fósforo o Inquieto Inovador evita:
- perda de tempo com quem não tem espaço para a conversa inovadora;
- reduz a sua taxa de irritação;
- e se dedica mais tempo a quem tem espaço para a conversa inovadora.
Deve-se jogar um primeiro teste para analisar a capacidade de escuta quando se sente que não há possibilidade, uma saída pela tangente: “E o Vasco, hein?”
E o tempo? Qualquer assunto trivial, não importante e por aí vai.
Podemos dizer que no processo de inovação temos os seguintes perfis:
- Por Temperamento:
- Mais Quieto – mais reticente às mudanças;
- Mais Inquieto – mais aberto às mudanças.
- Por Posicionamento:
- Resistentes – com interesses ligados ao Modelo Decadente – mais reticentes às mudanças;
- Transformadores – com interesses ligados ao Modelo Ascendente – incentivadores das mudanças.
Podemos dizer que temos perfis casados que dificultam o processo.
O perfil mais reticente às mudanças é o do Quieto Resistente e o mais afeito à mudança é o do Inquieto Transformador.
Um Inquieto Resistente tem espaço para entender o que você diz, mas uma certa dificuldade de abandonar o antigo status.
Não é à toa que todo o processo de Inovação Disruptiva que estamos assistindo na sociedade tem sido feito pelos Inquietos Transformadores, que estão saindo da garagem.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
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A relevante passagem da Fase Operacional para a Conceitual
abr 11th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
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#Do Operacional ao Conceitual – refletindo sobre esta demanda.
Frases de Divulgação do Artigo
- Se algo que você fez deu bem certo e outros não fizeram, tem algo ali de diferente que vale a pena refletir sobre este diferencial.
- Na Mentalidade Conceitual eu passo a pensar e escrever sobre o meu diferencial e passo a “narrar”.
- Na Mentalidade Operacional eu não penso sobre o meu diferencial, eu apenas coloco ele para “rodar”.
- A conceituação da sua vida profissional é a tentativa, no fundo, de ter uma explicação de por que você fez o que fez e por que pensa como pensa.
- Na Fase Operacional, eu entrego resultados, mudanças na operação. Na Fase Conceitual, eu entrego conceitos, mudanças de percepção.
- De maneira geral, as pessoas na sua Fase Operacional não pensam muito como elas pensam.
- A Mentalidade Profissional apenas faz as coisas de forma mais intuitiva do que refletida. A Mentalidade Conceitual transforma a intuição em uma Narrativa.
- A migração da Fase Operacional para a Conceitual não cai do céu e deve fazer parte da estratégia profissional de quem quer se Originalizar.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo
“As pessoas criam seus mundos com as ferramentas que estão ao seu alcance. Ferramentas com falhas produzirão resultados com falhas.” – Jordan Peterson.
Existem pessoas no mundo que nasceram para organizar situações caóticas e trazer a ordem para que outros possam viver nela.
Thomas Kuhn (1922 – 1996) dizia que são dois momentos na inovação das ciências, que podemos adaptar da seguinte maneira:
- Demanda por Extraordinariedades – que ocorre quando determinadas anomalias acontecem e precisam de um determinado perfil de pessoas;
- Demanda por Normalidades – que ocorre quando as anomalias são superadas e há uma certa estabilidade.
De maneira geral, os Inquietos Inovadores se sentem confortáveis e felizes quando são chamados para resolver Extraordinariedades, nas seguintes etapas:
- Tomam ciência do problema;
- Agem sobre ele de forma diferenciada;
- Ajustam os detalhes.
- E começam a procurar novas Extraordinariedades.
Quando um Inquieto Inovador não tem novas Extraordinariedades para resolver começa a se sentir mal, deprimido e precisa de novos desafios.
Isso é uma constatação inicial depois do trabalho de mentoria/pesquisa continuado com vários deles.
Porém, há outro aspecto que é preciso ressaltar.
O Inquieto Inovador tem uma capacidade diferenciada por Extraordinariedades, mas não reflete muito sobre esse potencial.
Isso faz parte de duas fases do Projeto de Originalização Profissional de todas as pessoas, que podemos dividir em duas:
- Mentalidade Operacional (primeira etapa) – quando você vende mais sua força de trabalho do que conceitos;
- Mentalidade Conceitual (segunda etapa) – quando você vende mais conceitos do que força de trabalho.
Digamos que num determinado momento eu preciso e quero, de forma consciente, construir a migração da Fase Operacional para a Conceitual.
Isso se dá, em geral, por volta dos 40 aos 50 anos, vejamos:
“Carl Gustav Jung chama de “processo de individuação”, que se realiza por volta dos quarenta anos, quando fazemos o primeiro balanço de nossa existência.” – Lenoir.
O que seria individuar?
Acredito que seja:
- começar a pensar sobre a vida de uma forma mais ampla;
- ter uma noção mais clara da finitude;
- traçar um projeto existencial;
- e dentro dele começar a refletir sobre como se age e pensa.
O processo de criação de uma Mentalidade Conceitual, entretanto, não precisa esperar, pode ser antecipado, pois, com isso, vai se ganhando tempo.
O processo de criação de uma Mentalidade Conceitual não é algo que todo mundo topa.
Talvez, as pessoas acreditem que não são capazes de conceituar, ou não acham que tem vocação.
A conceituação da sua vida profissional é a tentativa, no fundo, de ter uma explicação de por que você fez o que fez e por que pensa como pensa e o que isso é diferente dos demais.
Se algo que você fez deu bem certo e outros não fizeram, tem algo ali de diferente que vale a pena refletir sobre este diferencial.
É uma espécie de narração sobre a própria vida, permitindo que o que você fez e pensa diferente possa ser multiplicado por mais gente.
É um detalhamento para aquilo que funcionou para você e agora precisa ser passado para algum tipo de registro.
A migração da Fase Operacional para a Conceitual não cai do céu e deve fazer parte da estratégia profissional de quem quer se Originalizar.
De maneira geral, as pessoas na sua Fase Operacional não pensam muito como elas pensam.
A Mentalidade Profissional apenas faz as coisas de forma mais intuitiva do que refletida. A Mentalidade Conceitual transforma a intuição em uma Narrativa.
É comum que os Inquietos Inovadores façam coisas bem sucedidas diferente da maioria na sua Fase Operacional, mas não param para pensar o que realmente é diferente.
Vejamos:
- o que eu fiz e faço diferente das outras pessoas?
- qual é a filosofia da minha diferença?
- por que tende a dar mais certo?
- quais são os cases que eu obtive sucesso?
- quando deu errado e por quê?
Tudo isso para que ocorra precisa que seja você a estar lá para operar. Isso faz parte da Mentalidade Operacional.
Vejamos:
- Na Mentalidade Operacional eu não penso sobre o meu diferencial, eu apenas coloco ele para “rodar”;
- Na Mentalidade Conceitual eu passo a pensar e escrever sobre o meu diferencial e passo a “narrar”.
Na Fase Operacional, eu entrego resultados, mudanças na operação. Na Fase Conceitual, eu entrego conceitos, mudanças de percepção.
O problema é que a passagem do Operacional para o Conceitual precisa ser planejada, estudada e demanda um tempo de preparação.
Há duas preparações necessárias da passagem da Mentalidade Operacional para a Conceitual:
- a Subjetiva – a aceitação da mudança do operacional ao conceitual, com respectivas vantagens para que possa se dedicar a ela;
- a Objetiva – a metodologia que vou usar para que a minha experiência vai sendo transformada em narrativa e todas as atividades ligadas a isso: produção de textos, presença no digital, palestras, cursos, workshops.
Quanto mais avançamos no tempo, mas esta passagem vai se tornando necessária.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
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#3 – Sobre a Felicidade – uma viagem filosófica – Fréderic Lenoir
abr 11th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Fréderic Lenoir – conhecendo este autor.
Frases de Divulgação do Artigo
- Os Inquietos Inovadores, por diferentes motivos genéticos/culturais, têm o perfil mais adequado para a criação de projetos de Inovação Disruptiva.
- Não procrastine: “A vida é aquilo que acontece enquanto você está fazendo outros planos.” – John Lennon.
- Em aberto: “Somos condicionados, mas não determinados a ser mais ou menos felizes.” – Lenoir.
- Escolhas: “…é preciso (…)saber limitar os desejos materiais para conceder mais lugar (…) à vida interior.” – Lenoir.
- Pensar é preciso: “Aquele que muda seu cérebro muda sua vida.” – Rick Hanson.
- Altruísmo Tóxico: “Quem abandona em si mesmo o saudável e alegre viver para servir a outrem toma para si um mau e desnaturado partido.” – Montaigne.
- Escolha as amizades: “…cada amigo feliz aumenta em 9% nossa probabilidade de ser feliz, enquanto cada amigo infeliz faz nosso capital de felicidade diminuir em 7%” – Lenoir.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo
“O grande paradoxo da felicidade é que ela é tão indomável quanto cultivável.” – Lenoir.
Tenho lido os Autores Motivacionais para desenvolver a Segunda Linha de Pesquisa Bimodal, que é o desenvolvimento de uma Metodologia de Inovação da escola voltada para Inquietos Inovadores.
Segundo nossa análise, os Inquietos Inovadores, por diferentes motivos genéticos/culturais, têm o perfil mais adequado para a criação de projetos de Inovação Disruptiva.
Temos no exercício das leituras de Autores Motivacionais o seguinte desafio.
- marcar tudo que acho interessante;
- trazer as marcações para os artigos da escola;
- classificar de uma forma que tudo possa estar dentro de um Mapa Mental da Metodologia Bimodal de Inovação – ou como reforço ou como novidade.
A cada livro, vou conseguindo:
- dominar todo o aspecto tecnológico, escolhendo as melhores metodologias e tecnologias para a seleção;
- dominar o aspecto conceitual para que todas as frases se encaixem, de alguma forma, no Mapa Mental da Metodologia Bimodal de Inovação.
O Mapa Mental da Metodologia Bimodal de Inovação me permite:
- comparar os diferentes autores;
- perceber o que é reforço de um dos tópicos já classificados;
- e o que é novidade criando novos tópicos.
Assim, podemos oferecer aos Inquietos Inovadores uma gama de sugestões para que possam individualmente e em grupo se Originalizar e, com isso, criar e inovar.
O processo é gradual e progressivo e sinto que tenho me aperfeiçoado em cada um dos livros, aperfeiçoando tanto na realização da metodologia de leitura, de análise e a posterior síntese de tudo que temos visto.
Vamos dar continuidade, portanto, a esse processo no terceiro artigo do livro do Lenoir.
Vejamos o que muda no Mapão da Excelência:
Novidade: “Não Procrastine”
“Enquanto esperamos viver, a vida passa.” – Sêneca.
“É impossível ser feliz sem querer; é preciso, portanto, desejar a felicidade, e construí-la.”
Nesta linha me lembrei de uma frase e fui busca no Tio Google:
“A vida é aquilo que acontece enquanto você está fazendo outros planos.” – John Lennon.
O problema das Zonas de Atuação e de Preocupação
“Concentramos todos os nossos esforços no exterior e negligenciamos o trabalho interior: o conhecimento de si, do domínio sobre nossas pulsões, a eliminação das emoções perturbadoras ou de representações mentais errôneas.”
Aqui, quando nos concentramos naquilo que nos afeta e na nossa Jornada de Excelência está focada no longo prazo, muitos poderão chamar de alienação.
Mas note que “alienar” vem de “tornar estrangeiro” de trazer aquilo que você pode alterar para perto e o que não pode para longe.
É saudável você alienar preocupações, que não te permitem fazer nada diante delas.
De maneira geral, temos uma:
- Alienação Saudável – é aquela que você concentra seus esforços e preocupação cada vez mais naquilo que pode alterar;
- Alienação Tóxica – é aquela que você concentra seus esforços cada vez mais naquilo que NÃO pode alterar.
Isso reforça nosso Mantra da Potência, importado do grupo dos anônimos:
- Serenidade para o que não posso modificar;
- Coragem para o que eu posso;
- E sabedoria para perceber a diferença.
Mantra da Potência
“A busca por uma vida “boa” ou “feliz” é o que se chama de sabedoria.”
A luta entre o Austerismo versus o Hedonismo – um dos desafios da Ética da Existência
“…é preciso, a partir do momento em que necessidades fundamentais são satisfeitas, saber limitar os desejos materiais para conceder mais lugar à família, aos amigos, às paixões e à vida interior.”
“…esses dois fatores — prazer e sentido — entre os primeiros motivos exigidos para o “bem-estar subjetivo”
Métrica da Felicidade Endógena versus Exógena – um dos desafios da Ética da Existência
“O que alguém possui para si, o que o acompanha na solidão e que ninguém pode nem lhe dar, nem lhe tomar, eis o que é muito mais essencial do que tudo o que ele possui ou o que ele é aos olhos dos outros.” – Schopenhauer.
“Descobrimos, então, que não somos suficientemente nós mesmos, que procuramos agradar a uns e outros sem nos respeitar, querendo passar uma imagem ideal ou fictícia para ser amado ou reconhecido; que talvez tenhamos levado uma vida afetiva ou profissional que não estava em conformidade com o que somos. Procuramos, a partir daí, ter um melhor conhecimento de nossa individualidade e compreender melhor nossa sensibilidade.”
“Jamais serás feliz enquanto fores torturado por um mais feliz.” – Sêneca.
“Não basta ser feliz, ainda é necessário que os outros não o sejam!”. – Jules Renard.
“Nossa felicidade depende do que somos, de nossa individualidade, enquanto, em geral, consideramos apenas o que temos.” – Schopenhauer.
A questão do Altruísmo Tóxico
“Quem abandona em si mesmo o saudável e alegre viver para servir a outrem toma para si um mau e desnaturado partido”. Montaigne.
“Quando cada homem procura intensamente o que é útil para ele mesmo, é quando os homens são mais úteis uns para os outros.” – Baruch Spinoza.
O nosso eterno problema com o conceito do Egoísmo
“Muito pelo contrário, o fato de se interessar por outrem reduz o egocentrismo, que é uma das principais causas da infelicidade.”
“A felicidade pode ser fruto de uma vida totalmente governada pelo egoísmo?”
O problema de não se afastar de Pessoas e Ambientes Tóxicos
“…cada amigo feliz aumenta em 9% nossa probabilidade de ser feliz, enquanto cada amigo infeliz faz nosso capital de felicidade diminuir em 7%”
“O exercício do espírito consiste assim em eliminar tudo o que em nós dificulta a alegria de viver.”
“…a felicidade reside no controle e na hierarquia dos prazeres.”
Não existe o Ser Profundo, mas as Vocações que o Cachorrinho Balança o Rabo
“…ser feliz, para os gregos, significa antes de tudo estar de acordo com nosso bom gênio, ou com a parte de divino que existe em nós. Eu diria: vibrar com nosso ser profundo.”
“Nossos genes condicionam, de fato, nossa disposição para a felicidade de modo considerável, mas eles não a determinam.”
Existe um Mundo Infeliz?
“Podemos ser felizes num mundo infeliz?”
As Fases da Felicidade – a terceira – do equilíbrio
“Carl Gustav Jung chama de “processo de individuação”, que se realiza por volta dos quarenta anos, quando fazemos o primeiro balanço de nossa existência.”
“Se Observe o Tempo todo”
“Aquele que muda seu cérebro muda sua vida.” – Rick Hanson.
“Escolha conceitos fortes”
“A filosofia nos ensina a pensar bem para tentar viver melhor.”
“Se a filosofia não nos ajuda a ser felizes, ou menos infelizes, de que serve a filosofia?” – André Comte-Sponville.
“Se Autoconheça”
“Quanto mais temos consciência de nossas experiências positivas, mais nosso prazer e nosso bem-estar aumentam.”
“A única coisa que nos resta a fazer é aprender a nos conhecer para levar uma existência em maior conformidade possível com nossa natureza.”
Papo das Escolas Gregas
“A maioria das obras dos filósofos gregos e romanos “emana de uma escola filosófica, no sentido mais concreto da palavra, na qual um mestre forma discípulos e se esforça para conduzi-los à transformação e à realização de si mesmos”.
Questões abertas:
- Existe uma predisposição genética para a felicidade ou para a infelicidade? Aristóteles já destacava essa ambiguidade: “É difícil saber se a felicidade é uma coisa que se pode aprender, ou se adquire por hábito ou algum outro exercício, ou se, finalmente, ela nos cabe por algum favor divino ou até mesmo pelo acaso.” // “A experiência, confirmada por inúmeras pesquisas científicas, mostra que temos certa responsabilidade pelo fato de sermos felizes (ou de não sê-lo). // “…a felicidade se relaciona, como veremos, com nossa sensibilidade, com nossa herança biológica, com o meio familiar e social no qual nascemos e crescemos, com o meio no qual evoluímos, com os encontros que balizam nossas vidas.”
- As condições exteriores (situação geográfica, situação de vida, meio social, situação civil, riqueza ou pobreza) exercem qual influência?
- Podemos ser mais ou menos felizes, modificando a percepção que temos de nós mesmos e da vida, modificando o olhar, os pensamentos, as crenças?
- A pessoa nasce pessimista ou otimista? – “Platão já havia estabelecido uma distinção entre os temperamentos rabugentos (duskolos), que não se alegram com os acontecimentos que lhes são favoráveis e se irritam com os que lhes são desfavoráveis, e os temperamentos alegres (ekolos) que, ao contrário, se alegram com os acontecimentos favoráveis e não se irritam com os desfavoráveis. Diríamos hoje que há os que veem sempre o copo meio vazio e os que o veem sempre meio cheio.”
Fico com esta frase de Lenoir:
“Somos condicionados, mas não determinados a ser mais ou menos felizes.”
Que segue uma da Carol Dweck que diz que – independente qualquer coisa – sempre há a possibilidade de melhorar algo hoje do que fazíamos ontem.
Links
- Robert Misrahi – autor que não tem livros em português pelo Kindle;
- Montaigne e Spinoza foram os precursores de uma busca filosófica moderna da felicidade.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
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#2 – Sobre a Felicidade – uma viagem filosófica – Fréderic Lenoir
abr 7th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Fréderic Lenoir –conhecendo este autor.
Frases de Divulgação do Artigo
- Um dos fatores fundamentais para uma visão mais inovadora do mundo, está justamente na compreensão da Percepção Progressiva da Realidade.
- A Metapercepção é a capacidade que temos de olhar para nossa própria Percepção, como se estivéssemos um pouco de fora.
- Quando nossa forma de pensar e agir começa a apresentar “defeitos”, o exercício que é feito é um trabalho sobre as nossas Percepções dos Fatos.
- Entre nós e a realidade existe uma Percepção dos Fatos, que foi formatada de alguma maneira e, em geral, mais de fora para dentro do que de dentro para fora.
- De maneira geral, temos a ilusão de que nós olhamos para a realidade diretamente.
- Assim, quem aborda o tema de inovação e não vai mais fundo na questão da felicidade está tendo uma abordagem superficial sobre o assunto.
- As pessoas, de maneira geral, inovam para se sentirem mais felizes.
- Não faz sentido falar em inovação sem falar em motivação, mas também não faz sentido falar em motivação sem abordar a questão da felicidade.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo
“…nossa felicidade é alimentada pela qualidade da atenção que damos ao que fazemos.” – Lenoir.
Não faz sentido falar em inovação sem falar em motivação, mas também não faz sentido falar em motivação sem abordar a questão da felicidade.
As pessoas, de maneira geral, inovam para se sentirem mais felizes.
Podemos ir até mais fundo.
Quanto maior é a qualidade de felicidade envolvida em um determinado projeto de inovação, mais chance ele tem de se estender no longo prazo.
Assim, quem aborda o tema de inovação e não vai mais fundo na questão da felicidade, está tendo uma abordagem superficial sobre o assunto.
O livro de Lenoir procura mergulhar no tema, criando uma espécie de Antropologia da Felicidade, a partir das ideias dos filósofos sobre o tema, pertinente neste atual cenário com Alta Taxa de Inovação.
Vamos comentar neste segundo artigo mais alguns trechos do livro, sempre na expectativa de melhorar a Metodologia de Inovação Bimodal.
A Metodologia de Inovação Bimodal tem os seguintes elementos:
- a Visão de Cenário Bimodal – nossa Primeira Linha de Pesquisa;
- e o desenvolvimento da nossa Segunda Linha de Pesquisa, que se divide em:
- Definição do Perfil dos Inquietos Inovadores – com temperamento mais adequado para atuar em projetos de Inovação Disruptiva;
- Metodologia IAJA (Identificação, Atração, Junção e Atualização) permanente dos Inquietos Inovadores;
- e criação de Metodologia para apoio da Jornada de Excelência do Inquieto Inovador, a partir de Problema-Foco escolhido.
As 4 fases da felicidade
“Grosso modo, o índice de satisfação global com a vida não para de baixar, dos vinte anos até por volta dos cinquenta, a partir de quando tem uma sensível alta, até por volta dos setenta anos, antes de ter novo declínio.”
- Fase da Ingenuidade (Taxa de Felicidade + alta / até os 20);
- Fase da Decepção (Taxa de Felicidade + baixa / dos 20 aos 50);
- Fase do Equilíbrio (Taxa de Felicidade + alta / dos 50 aos 70);
- Fase Final (Taxa de Felicidade + baixa / dos 70 em diante).
A tarefa da Metapercepção
“O grande obstáculo é sempre a representação e não a realidade.” – Etty Hillesum.
Comentário:
Este é uma discussão oportuna para quando queremos provocar mudanças.
Me lembra um exercício em sala de aula, quando lançava para a turma o desafio com a pergunta:
“O que é a realidade?”
É uma forma de abrir a cabeça das pessoas para entender que o ser humano tem apenas uma Percepção Progressiva da Realidade, que um dia já considerou que a Terra era o centro do universo e era plana.
Porém, de maneira geral, temos a ilusão de que nós olhamos para a realidade diretamente.
Um dos fatores fundamentais para uma visão mais inovadora do mundo, está justamente na compreensão da Percepção Progressiva da Realidade, para que possamos reduzir a Taxa de Dogmatismo.
Na verdade:
Entre nós e a realidade existe uma Percepção dos Fatos, que foi formatada de alguma maneira e, em geral, mais de fora para dentro do que de dentro para fora.
Quando nossa forma de pensar e agir começa a apresentar “defeitos”, o exercício que é feito é um trabalho sobre as nossas Percepções dos Fatos.
Podemos dizer que uma pessoa que consegue pensar e agir melhor desenvolve uma capacidade da Metapercepção.
A Metapercepção é a capacidade que temos de olhar para nossa própria Percepção, como se estivéssemos um pouco de fora.
Ao olharmos para a nossa forma de pensar e agira, temos mais condições de fazer ajustes para ir, gradualmente, corrigindo os defeitos que nos tornam menos felizes.
Nossa percepção, assim, está sempre “embaçada” e precisa que nós mesmos, gradualmente, vamos passando pano para que possamos viver melhor.
Conhecer, portanto, é uma atividade que envolve o contínuo e progressivo trabalho de desembaçamento da percepção para poder ver os fatos de forma menos poluída.
Novidades no “Mapão da Jornada”:
“Se Autoconheça”:
“…a tomada de consciência de nosso estado de satisfação contribui para o aumento de nossa felicidade.”
“Só podemos responder que estamos “plenamente satisfeitos com a vida” quando refletimos sobre a própria existência.”
“Se Observe o Tempo Todo”:
“A observação clínica revelou igualmente que os indivíduos que sofrem de perturbações nervosas ou depressivas funcionavam com frequência no modo da “ruminação”, ao contrário de pessoas que apresentam notável bem-estar subjetivo, que passam de uma atividade a outra, atentas ao que fazem.”
“…é essencial ter consciência da felicidade para ser feliz.”
“Esteja presente”:
“Constatamos que, frequentemente, não vivemos no presente; deixamos nossos pensamentos devanearem para o passado ou para o futuro.”
“Cuide da saúde”:
“…um mendigo com saúde é mais feliz que um rei doente” – Schopenhauer.
Reforço da Ética da Existência/Excelência:
“…a definição psicológica da felicidade remete a esta simples questão: nós gostamos da vida que levamos?”
“…divergências metafísicas, o que tanto Aristóteles quanto Epicuro pregam é a qualidade e o justo equilíbrio dos prazeres. (Hedonismo x Austerismo) “
Recomendações:
“Tenha propósito”.
“Não há vento favorável para quem não sabe a que porto se dirigir.” – Sêneca.
“A felicidade consiste em viver segundo nossa natureza profunda.”
“…ser humano pode — e poderá sempre, quaisquer que sejam as perturbações do mundo — alcançar a sabedoria.”
“Aprenda a gerenciar tuas emoções”:
“Aprendemos a não mais dizer: “Estou com raiva”, ou “Estou triste”, mas a constatar: “Olha, uma raiva, ou uma tristeza, está vindo”.
Reforço da Escolha Ética da Excelência, que procura a Felicidade Estrutural:
“A felicidade não é, portanto, uma emoção passageira (agradável ou desagradável), mas um estado que se deve encarar com certa globalidade e em determinado período de tempo.”
“Todo o interesse do trabalho sobre si, da busca da felicidade, consiste precisamente em poder elevar nosso “ponto fixo” de satisfação, a fim de que a felicidade seja, para nós, cada vez mais intensa,”
“Podemos torná-la mais intensa, mais durável, mais plena, menos dependente das circunstâncias da vida?”
“Aprenda a dizer não”. E ainda reforça o mantra da potência:
“Viver bem é aprender a não responder a todas as solicitações, a hierarquizar suas prioridades.”
“A busca do agradável e a recusa do desagradável são sempre, portanto, bússolas confiáveis para quem procura levar uma existência feliz.”
“A felicidade é o único fim que almejamos sempre por si mesmo e nunca por outro fim”. – Aristóteles.
“Gerencie bem as emoções”.
“…nos libertar da “servidão” de nossos afetos através de um trabalho constante sobre nós.”
É isso, que dizes?
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#1 – Sobre a Felicidade – uma viagem filosófica – Fréderic Lenoir
abr 6th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Fréderic Lenoir – conhecendo as ideias deste autor.
Frases de Divulgação do Artigo
- Nós nunca fomos ou somos pré-definidos por algo “natural”, apenas podemos ser algo, dependendo das escolhas que fazemos.
- O ser humano é um sistema operacional, que recebe alguns aplicativos da sociedade na sua Formatação Original.
- Vivemos hoje – segundo nossas análises – a maior e mais disruptiva mudança já vista na sobrevivência do Sapiens, desde que resolvemos virar uma espécie na terra.
- Hoje, além de uma Visão de Cenário Forte, precisamos destrinchar melhor qual é o perfil que tem mais facilidade para liderar projetos Inovadores Disruptivos.
- Queremos não só entender quem são os Adotantes Iniciais de Conceitos Disruptivos, mas também ajudá-los na sua caminhada na direção de uma Jornada de Excelência.
- O estudo dos Adotantes Iniciais de Conceitos Disruptivos tem sido a Segunda Linha de Pesquisa Bimodal.
- O que nós vamos poder ser não é fechado, mas aberto, inventado, a partir de uma série de contextos internos e externos.
- Numa sociedade mais massificada e centralizada, haverá o desincentivo à Originalização.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo
“A alegria é a passagem do homem de uma menor para uma maior perfeição.” – Spinoza.
Introdução
Depois de vários anos estudando as causas, consequências e melhor ações para lidar com a Civilização 2.0 (que já chamei bastante de Mundo Digital), esbarrei num grande problema.
Não basta entender o que está ocorrendo – isso é fundamental – mas é preciso encontrar pessoas que queiram ouvir o que você tem para contar e que queiram agir a partir disso.
Vivemos hoje – segundo nossas análises – a maior e mais disruptiva mudança já vista na sobrevivência do Sapiens, desde que resolvemos virar uma espécie na terra.
Como aprendemos no uso de novas tecnologias, há sempre na sociedade os Early Adopters: “é uma espécie de cliente, que sempre se antecipa a uma determinada empresa, produto ou tecnologia.”
Se temos Adotantes Iniciais para produtos, temos também para filosofias, teorias e conceitos.
Há um tipo de perfil de pessoas que tem uma exigência lógica maior do que os demais.
Há um tipo de perfil de pessoas que consegue perceber quando determinada narrativa não tem muita lógica.
Passamos a chamar os Adotantes Iniciais primeiro de Inquietos Inovadores e agora podemos chamar também de Adotantes Iniciais de Conceitos Disruptivos.
Há uma demanda maior de abstração e de desprendimento para querer entender o novo cenário e passar a atuar sobre ele.
Hoje, além de uma Visão de Cenário Forte, precisamos destrinchar melhor qual é o perfil que têm mais facilidade para liderar projetos Inovadores Disruptivos.
O estudo dos Adotantes Iniciais de Conceitos Disruptivos tem sido a Segunda Linha de Pesquisa Bimodal.
Queremos não só entender quem são os Adotantes Iniciais de Conceitos Disruptivos, mas também ajudá-los na sua caminhada na direção de uma Jornada de Excelência.
Temos lido, com afinco, autores, que nos forneçam as seguintes explicações:
- quem são os Adotantes Iniciais de Conceitos Disruptivos?;
- como encontrá-los?;
- como incentiva-los?;
- o que é uma Jornada de Excelência?
Quando falamos em Jornada de Excelência, entretanto, o conceito “felicidade” aparece com frequência, pois as pessoas precisam em processos de inovação de motivação.
Não existe motivação se não houver uma sensação de bem estar e o bem estar – principalmente o continuado – é o que podemos chamar de felicidade.
(O bem estar momentâneo é o que podemos chamar de alegria.)
O estudo do presente livro faz parte deste roteiro de leituras da Segunda Linha de Pesquisa Bimodal.
Passemos ao livro.
Objetivo
“É (…) uma viagem filosófica, compreendida em um sentido amplo, que eu gostaria de sugerir ao leitor. Este percurso não é absolutamente linear, não segue a ordem cronológica de surgimento dos autores, nem a emergência de conceitos, o que seria bastante convencional e tedioso.”
Passemos a analisar trechos do livro.
Não existe o “que somos”!
“…devemos às vezes aprender a nos tornar nós mesmos para além dos esquemas culturais e educativos que podem ter nos desviado do que somos.”
Isso se repete aqui:
“…a felicidade é apenas subjetiva, somente se realiza por meio da satisfação de nossas preferências naturais.“
Comentário:
Podemos dizer que os Autores Motivacionais têm as seguintes linhas de pensamento:
(Melhor do que chamá-los de Excelentistas.)
- os naturalistas – que consideram que há algo definido “de fábrica” em cada pessoa, que se perde com a formatação e pode ser recuperado mais adiante;
- os artificialistas – que consideram que temos potenciais, que podem ser desenvolvidos, a partir dos contextos e não há algo original a ser recuperado.
Dentro desta divisão, me considero um Artificialista, pois acredito que temos um potencial, que PODE ser desenvolvido e não NÃO temos uma “pedra preciosa” perdida por uma Formatação Primária, que devemos resgatar.
Somos abertos ao novo e o que podemos ser não é voltar para algo perdido, mas algo que vai ser sempre inventado.
A expressão: “que podem ter nos desviado do que somos.” ou “preferências naturais” é uma Visão Naturalista.
Isso, me parece que mais atrapalha do que ajuda.
Assim, o processo de excelência NÃO é o de “limpar a formatação” que tivemos para chegar a uma “pedra preciosa” que estava lá desde o início.
Não existe A “pedra preciosa“.
O que na verdade nós temos é aquilo que nós poderemos, criar, inventar, a partir do nosso potencial dentro dos contextos.
Naturalistas acreditam que existe um “ser original” e, a partir disso, definem quem é esse tipo de pessoa, de fora para dentro.
Naturalistas têm a tendência à centralização.
O que nós vamos poder ser não é fechado, mas aberto, inventado, a partir de uma série de contextos internos e externos.
A Jornada de Excelência é justamente a tentativa de ver até onde conseguimos ir.
O que há, no geral, depois do processo de Formatação Primária, que todos nós passamos, não é a “perda do que somos”, mas um desincentivo para que nós nos reinventemos.
Numa sociedade mais massificada e centralizada, haverá o desincentivo à Originalização.
A visão Naturalista ajuda nessa direção, pois não é a pessoa de dentro para fora que se reinventa, mas existe algo perdido – que alguém acaba definindo o que é – que ela vai procurar de volta.
O Naturalista acredita numa espécie muito menos animal do que um Artificialista.
Um Artificialista entende que o epicentro do Sapiens, como nos demais seres vivos, é a batalha pela sobrevivência, sempre adaptativa.
É uma visão do Sapiens menos romantizada.
Fato é que:
- Sociedades mais fechadas e centralizadas incentivam a mesmice e acabam por defender algum tipo de Naturalismo;
- Sociedades mais abertas e descentralizadas incentivam a Originalice e não defendem nenhum tipo de Naturalismo.
A Formatação Primária que todos nós recebemos, dependendo do tipo de ambiente, incentiva ou desincentiva a Originalização.
O que poderemos ser depende de vários fatores internos e externos, que vão sendo gerenciados ao longo da jornada de vida de cada um.
No Sapiens muito pouca coisa é natural. Tudo é construído e criado.
O que nós temos são potenciais, que podem ser trabalhados, ou deixados de lado, conforme o esforço de cada Sapiens.
Desenvolvendo nossa Linguagem de Programação
“Ser feliz é aprender a escolher.” – Fréderic Lenoir.
Comentário:
Essa frase é maravilhosa.
Ela tem embutida dentro dela algumas coisas importantes.
Poderia ser menos verdadeira se fosse: ser feliz é saber escolher.
Mas ela foi além porque colocou a questão do “aprender a escolher”.
O que coloca a escolha e a felicidade como um processo reflexivo, no qual temos que optar a forma como devemos viver da melhor forma possível, conforme nossos parâmetros.
Podemos desenvolver, neste embalo, a seguinte metáfora:
O ser humano é um “Sistema Operacional“, que recebe alguns aplicativos da sociedade na sua Formatação Original.
O que fazemos se queremos nos Originalizar é desenvolver uma “Linguagem de Programação” para que possamos desenvolver os nossos próprios aplicativos.
A “Linguagem de Programação” é a capacidade que temos de desenvolver nossos potenciais, criando aplicativos, cada vez mais, personalizados, conforme nossas vocações.
O aprendizado da escolha é um misto de filosofia, teoria e metodologia voltados para a felicidade.
É isso, que dizes?
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Os 3 diferentes tipos de Conceituadores
abr 5th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#os diferentes tipos de conceituadores – refletindo sobre esta questão.
Frases de Divulgação do Artigo
- Uma Tecnoespécie PODE aumentar a população, pois se reinventa e, por causa disso, se vê OBRIGADA a promover mudanças no Macro Modelo de Sobrevivência, a partir da chegada de novas mídias.
- Revoluções Midiáticas são um dos ingredientes das Macro Mudanças no Modelo de Sobrevivência do Sapiens.
- Lévy, com os pesquisadores de Toronto, deixam claro que para entender o atual mundo precisamos analisar a Macro História.
- Todas as Filosofias e Teorias Fortes acabam por gerar Metodologias Fortes e permitem que o Sapiens, a partir destas, possa viver de forma cada vez mais adequada aos novos desafios.
- O papel último da ciência sempre será criar metodologias que ajudem ao Sapiens a viver melhor.
- Podemos dizer que Marshall McLuhan (1911 – 80) é o filósofo que promoveu uma divisão das águas nas Ciências Sociais.
- Esta classificação de três campos interligados de conceitos, que envolve Fenomenologia, Metodologia e Epistemológica é uma proposta de parâmetro para analisar qualquer conceituador.
- Por incrível que pareça, os americanos mesmo sendo os criadores das organizações líderes do novo cenário, não conseguem ter explicações razoáveis sobre ele.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo:
“…pessoas (…) se concentram no que não podem mudar em vez de observar aquilo que podem.” – Benjamin Hardy.
Comecemos o artigo, antes de tudo, falando da Escola de Toronto e da Civilização 2.0.
Por incrível que pareça, os americanos mesmo sendo os criadores das organizações líderes do novo cenário, não conseguem ter explicações razoáveis sobre ele.
Isso me parece tem algumas explicações, pois a forma dos americanos pensar é, tradicionalmente e culturalmente, mais:
- indutiva do que dedutiva;
- mais experimental do que conceitual;
- e há um forte viés de marketing e de resultados rápidos.
Esse conjunto de fatores faz com que eles sejam muito fortes, no que Thomas Kuhn (1922 – 1966) denominou, fazendo uma adaptação aqui, de Produção de Conceitos na Normalidade e não na Extraordinariedade.
Talvez, a falta de jeito dos americanos de lidar com conceitos mais abstratos e pensar a Macro História seja o motivo principal para a confusão conceitual que vivemos.
É como se tivéssemos acostumados a tomar um remédio que para algum tipo de doença ele não se aplica.
A Indutividade Americana não consegue entender um fenômeno tão disruptivo, que pede, antes de tudo, Dedutividade.
Dito isso, toda a minha abordagem sobre o novo cenário – ou se quiserem minha “primeira estação” na linha de pesquisa vem da Escola de Toronto.
Eu escolhi ser um Conceituador Torontista, adepto do Núcleo Duro da Escola de Pensamento proposta por Marshall McLuhan (1911 – 80).
Núcleo Duro é um conceito de Imre Lakatos (1922 – 74) que diz que todos os fenômenos acabam por reunir grupos de pesquisadores em torno de algumas premissas filosóficas.
Há alguém que sugere uma abordagem filosófica mais consistente, ou mais atraente, que acaba por fascinar um conjunto de Conceituadores, que passam a ser adeptos daquele ponto de partida.
Dito isso nesta introdução, que é algo que eu já dizia, apenas organizei melhor aqui, vamos falar de outros pontos.
Quando estamos estudando qualquer coisa na vida é preciso separar três campos, que precisamos classificar e entender que existem:
- Fenomenológico – que estuda basicamente e diretamente o fenômeno que quer se entender e melhorar a relação com ele;
- Metodológico – a partir do estudo do fenômeno, quais são as ações propostas para se relacionar melhor com ele;
- Epistemológico – como as novas formas de ver o fenômeno afetam as ciências correlatas do conceituador.
De maneira geral, os Conceituadores operam em alguns destes campos e os mais completos procuram atuar nos três.
Analisemos exemplos, a partir do cenário dos Canadenses.
Marshall McLuhan (1911 – 80) propôs – sem explicitar claramente ou conscientemente a sua intenção – um novo Motor da História, ao defender que ao se mudar a mídia, se muda a sociedade.
Ele não estava, de forma consciente ou não, ao defender seus conceitos, propondo uma alteração apenas na forma de se ver a comunicação (seu campo de estudos), mas a sua forma de ver o ser humano NECESSARIAMENTE provoca um rompimento na maneira de como o Sapiens avança na Macro História.
E isso impacta diretamente numa ruptura das bases filosóficas das Ciências Sociais, de maneira geral, e na história humana em particular.
Podemos dizer que Marshall McLuhan (1911 – 80) é o filósofo – e não educador como está no Wikipédia em português – que promoveu uma divisão das águas das Ciências Sociais.
Podemos dizer que temos as Ciências Sociais Pré e Pós McLuhan.
Vejamos.
- as Ciências Sociais 1.0 – NÃO conseguem entender, de forma adequada, o papel do aumento populacional, das tecnologias e das mídias no Motor da História Humana;
- as Ciências Sociais 2.0 – JÁ conseguem entender, de forma mais adequada, o papel do aumento populacional, das tecnologias e das mídias no Motor da História Humana.
Porém, apesar de sua capacidade abstrativa e empenho, que o levou a uma Genialidade com alta Taxa de Originalidade, McLuhan se manteve dentro do seu campo de estudos da comunicação e, até salvo engano, não fez reflexões sobre o impacto das suas ideias nas Ciências Sociais.
McLuhan, basicamente, foi claramente e EXCLUSIVAMENTE um Conceituador Fenomenológico, que procurou analisar a influência das mídias na sociedade.
E ficou restrito, neste aspecto, ao campo da comunicação com reflexões em outras áreas como nas artes e na educação.
Ele não se dedicou – ou isso não teve repercussão – na análise de seu pensamento no impacto de suas originais ideias nas Ciências Sociais.
Ou desenvolveu propostas metodológicas, a partir do estudo do fenômeno (até onde eu conheço) para que as pessoas lidassem melhor com o novo cenário trazido pelas novas mídias.
O mesmo ocorreu com Pierre Lévy ao dar continuidade ao trabalho de McLuhan.
Pierre Lévy é também basicamente e fortemente um Conceituador Fenomenológico, mas que, diferente do seu Padrinho Inspirador, resolveu enveredar também pelas metodologias, ao procurar desenvolver projetos como a Árvore do Conhecimento ou a Esfera Semântica.
Lévy é um conceituador mais completo, pois abordou não só o campo Fenomenológico, mas também o Metodológico.
Nos estudos que a BIMODAIS tem feito sobre a Civilização 2.0 temos procurado atuar nos três campos, procurando uma completude maior.
(O fato de abordarmos os três campos conceituais não significa que somos melhores, apenas é importante registrar que estamos tentando refletir sobre as três camadas, nada além disso.)
Não só procuramos melhorar a visão Fenomenológica de Toronto, mas desenvolver Metodologias de atuação das pessoas diante da Civilização 2,0, bem como analisar os impactos deste pensamento nas Ciências Sociais.
Esta classificação de três campos interligados de conceitos, que envolve Fenomenologia, Metodologia e Epistemológica é um parâmetro para analisar qualquer conceituador.
Desse ponto de vista, procuramos operar num modelo de Conceituação Mais Completa.
Criamos a metáfora da Plataforma de Petróleo Conceitual, na qual:
- A Fenomenologia está acima da água;
- A Metodologia é o platô da plataforma;
- E a Epistemologia é o que está por debaixo da água.
Acreditamos que:
O papel último da ciência sempre será criar metodologias e tecnologias, que ajudem o Sapiens a viver melhor.
Todas as Filosofias e Teorias Fortes acabam por gerar Metodologias e Tecnologias Fortes e permitem que o Sapiens, a partir destas recomendações, possa viver de forma cada vez mais adequada aos novos desafios.
Temos ainda duas divisões importantes quando falamos de Fenomenologia.
Temos:
- a Filosofia sobre o Fenômeno – que procura definir a sua essência;
- a Teoria sobre o Fenômeno – que procura analisar as forças envolvidas.
Assim, podemos dizer que, basicamente, de Toronto a BIMODAIS se utiliza e aprimora principalmente da Filosofia sobre o Fenômeno de McLuhan.
Se, como diz McLuhan, mudamos quando inventamos novas tecnologias, podemos nos considerar uma Tecnoespécie. Isso é uma dedução lógica do que ele diz.
Nos aproveitamos da Teoria sobre o Fenômeno de Pierre Lévy, que faz uma ótima e original síntese da divisão civilizacional (oralidade, escrita e digital).
E, a partir dela, inicia uma análise das interações humanas na Macro História, tais como (um para um/oralidade, um para muitos/escrita e muito para muitos/digital).
Note que Lévy começa a analisar a história do Sapiens de nova maneira e começar a desenvolver detalhes de mudanças, que só são possíveis se:
- parte-se de McLuhan, mudança de tecnologias e mídia, início de mudanças civilizacionais;
- estudo da e na Macro História;
- comparações entre as diferentes eras midiáticas-civilizacionais.
E aí passamos a ter as bases das Ciências Sociais 2.0 e uma visão sobre a nossa espécie COMPLETAMENTE diferente da que era considerada hegemônica.
A BIMODAIS aprimorou a visão sobre a Teoria do Fenômeno de Pierre Lévy ao introduzir algo que fica entre a Filosofia e a Teoria sobre o Fenômeno.
Não fazemos Revoluções Midiáticas, mas, a partir destas mudanças, promovemos Mudanças no Macro Modelo de Sobrevivência do Sapiens.
E nisso cabe a pergunta, que faltou para os pesquisadores de Toronto: por que fazemos Revoluções Midiáticas?
E aí chegamos à abordagem original da BIMODAIS dentro dos estudos de Toronto ao introduzir as ideias de Thomas Malthus (1766 – 1834) neste contexto, não mais chamando de Revoluções Midiáticas ou Revoluções Midiáticas Civilizacionais, mas de Revoluções da Sobrevivência.
Neste momento, deixamos de ser estudantes da comunicação e passamos a ser pesquisadores da sobrevivência da espécie, pois uma Revolução Midiática não é a Revolução, mas uma Sub-Revolução.
A Revolução principal que estamos passando é a da sobrevivência, que tem como objetivo principal, não trazer novas mídias, mas uma nova forma de sobreviver, mais compatível com o Patamar Demográfico de 8 bilhões de Sapiens.
Uma Tecnoespécie PODE aumentar a população, pois se reinventa e, por causa disso, se vê OBRIGADA a promover mudanças no Macro Modelo de Sobrevivência, a partir da chegada de novas mídias.
Quando procuramos colocar esta nova visão nos Parâmetros Epistemológicos, conseguimos enxergar que tais filosofias e teorias:
- extrapolam os estudos da comunicação;
- propõem um novo motor da história humana;
- geram uma anomalia – ao estilo Thomas Kuhn (1922 – 96) – nas Ciências Sociais;
- por fim, demandam um estudo de uma nova ciência mais ampla e multidisciplinar que batizamos de Antropologia da Sobrevivência.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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Informação: quanto menos fofoca, melhor!
abr 4th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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PDF do Artigo: https://bit.ly/3uiEa07
Novas Hashtags:
#saúde informacional – refletindo sobre esta questão.
Frases de Divulgação do Artigo
- Teste 1: quanto tempo do seu dia você dedica a Informações Mais Estruturais do que Conjunturais?
- Teste 2: quanto tempo do seu dia você dedica a informações irrelevantes para sua vida?
- Quanto mais a pessoa vai se Excelentando e penetrando no Terceiro Eu, mais ela vai preferindo o consumo do Macro e não do Micro Cenário.
- Deixar de ficar consumindo fofoca, com certeza, é um ato de coragem, que gera uma serena sabedoria.
- Fofocas, no geral, despertam muito mais emoção do que reflexão, muito mais preocupação do que atuação.
- O que você considera notícia hoje, porém, pode virar fofoca amanhã, conforme você vai se Excelentando.
- Fofocas são notícias que não agregam nada a sua Jornada de Excelência.
- Se afaste de lugares, pessoas, situações e, podemos acrescentar agora, fontes e tipos de informação que mais atrapalham do que ajudam.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo:
“Pessoas proativas focam naquilo que podem influenciar e não se preocupam com o que não podem.” – Stephen Covey.
Quando vamos nos aprofundando na Jornada de Excelência, percebemos que perdemos muito tempo com fofocas.
Podemos definir fofocas assim:
Fofocas são notícias que não agregam nada a sua Jornada de Excelência.
O que você considera notícia hoje, porém, pode virar fofoca amanhã, conforme você vai se Excelentando.
Vamos percebendo com o tempo que perdemos muito tempo com besteiras.
Uma das recomendações da Jornada de Excelência é justamente esta: se afaste de lugares, pessoas, situações e, podemos acrescentar agora, fontes e tipos de informação que mais atrapalham do que ajudam.
Digo mais.
Quanto mais vamos nos aproximando do Terceiro Eu, mais você vai querer se dedicar a consumir informações que lhe ajudam a viver melhor.
Nassim Taleb, Autor Inquieto, por exemplo, sugere que você se afaste totalmente dos noticiários e se dedique, cada vez mais, aos estudos de livros.
(Tenho seguido este bom conselho e, confesso, que tem melhorado muito a minha vida em todos os campos.)
Livros são narrativas que foram mais trabalhadas e nos permitem ter uma noção mais clara das visões mais amplas e gerais sobre a sociedade.
Hoje, como é normal na caminhada da Jornada de Excelência, estou cada vez mais lidando com problemas de longo prazo.
E isso implica na demanda de consumir cada vez menos as notícias cotidianas e optar por aquelas que geram mais relevância.
Detalhe: estou iniciando a jornada de mais um livro e isso pede menos poluição informacional.
Assim, quando vamos nos Excelentando, a tendência é procurar consumir informações cada vez mais mais estruturais e que impactam mais no longo prazo.
Podemos comparar muitas vezes o noticiário do dia a dia, que consumimos sem parar, como uma novela de televisão – que acaba não agregando muito na Jornada de Excelência.
Fofocas, no geral, despertam muito mais emoção do que reflexão, muito mais preocupação do que atuação.
Podemos dizer que fofocas e ruídos informacionais – para nossa abordagem – são sinônimos.
Uma boa análise sobre a sua vida informacional pode ser feita nos dois testes abaixo:
Teste 1: quanto tempo você dedica a Informações Mais Estruturais do que Conjunturais?
Podemos definir assim as duas:
- Informações Conjunturais são aquelas que têm uma alguma relevância no curto prazo;
- Informações Estruturais são aquelas que têm uma relevância no longo prazo.
A tendência da Jornada de Excelência é atuar mais em projetos de longo do que de curto prazo e isso se reflete no tipo de informação que será consumido.
Teste 2: quanto tempo você se dedica a informações mais relevantes para a sua vida e quanto para as irrelevantes?
- Informações Irrelevantes são aquelas que NÃO vão impactar você diretamente e que NÃO há NENHUMA decisão que você tenha que tomar a partir delas;
- Informações Relevantes são aquelas que VÃO impactar você diretamente e que HÁ algumas decisões da sua parte a partir delas.
A tendência da Jornada de Excelência é conseguir perceber o que é irrelevante e ir descartando.
Na verdade, podemos dizer que:
- quanto mais consumimos informações conjunturais e irrelevantes, menos estamos nos aprimorando como pessoas;
- quanto mais consumimos informações estruturais e relevantes, mais estamos nos aprimorando como pessoas.
Temos ainda outro agravante neste momento particular da história.
Vivemos hoje uma Mudança Macro Histórica, na qual os paradigmas das Ciências Sociais 1.0 ficaram obsoletos.
É preciso entender que estamos imersos numa confusão conceitual de percepções sem teorias consistentes.
Quem lida, trabalha ou quer entender o novo mundo, dificilmente vai conseguir estruturar algum tipo de visão mais consistente consumindo as Informações Conjunturais poluídas de paradigmas obsoletos.
Nestes momentos de grandes mudanças, existe uma enorme poluição dos micro noticiários imersos nos velhos paradigmas.
O mais importante nestes momentos de ruptura conceitual é procurar fugir daquilo que gera ruído e procurar o que gera significado.
O foco é procurar não só com autores mais consistentes, mais evitando o consumo excessivo de noticiário.
Por isso, tenho me dedicado a leitura de livros e evitado os micro noticiários, pelos seguintes motivos:
- os micro noticiários tendem à fofoca;
- com a interação permitida pela Internet a fofoca é debatida e reverberada ao infinito;
- as pessoas, nesse momento de encantamento inicial com a nova mídia tendem a produzir mais as notícias para gerar tráfego do que significado.
Assim, a vantagem da leitura de livros é de que as pessoas pararam um tempo, às vezes anos, para refletir sobre algo maior e colocaram, de forma arrumada num texto.
Com a leitura de livros, você consegue balizar o Modus Pensante da sociedade e poder entender os paradigmas, que acabam por gerar as fofocas.
Assim, temos o que podemos chamar de Macro Notícias, que são os paradigmas que estão circulando e disputando espaço na sociedade.
O importante para quem está na caminhada rumo ao Terceiro Eu é ir, cada vez mais, consumindo formas mais amplas do pensar do que as notícias cotidianas.
Com isso, ao invés de analisar os fatos, temos contato de como as pessoas pensam sobre o atual cenário e quais são as formas estruturais de pensar sobre tudo isso.
Já temos não mais a análise de fatos soltos, mas de tendências de pensamento, que nos ajudam mais no Macro Cenário.
Quanto mais a pessoa vai se Excelentando e penetrando no Terceiro Eu, mais vai preferindo o consumo do Macro e não do Micro Cenário.
Steve Covey, autor do livro “Os sete hábitos de pessoas altamente eficazes” faz uma separação importante entre:
- Zona de Preocupação – aquela que você se preocupa com o que não pode alterar;
- Zona de Atuação – aquela que você se dedica naquilo que pode alterar.
Há uma onda emocional que envolve os fatos do cotidianos, sobre os quais você não tem nenhuma capacidade de atuação e que tiram o teu foco daquilo que pode alterar.
Sua vida, assim, vai contra o Mantra da Potência, que importamos dos Grupos dos Anônimos, inspirados por Bill Wilson (1895 – 1971) para a nossa Metodologia de Inovação Bimodal:
- Serenidade para o que não posso mudar.
- Coragem para o que posso.
- E sabedoria para perceber a diferença.
Deixar de ficar consumindo fofoca, com certeza, é um ato de coragem, que gera uma serena sabedoria.
É isso, que dizes?
Colaborou a Bimodal: Fernanda Pompeu.
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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Lógica Administrativa 2.0 e a demanda pelo Estilo de Grego de Escolas
abr 1st, 2022 by Carlos Nepomuceno
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal050422
Novas Hashtags:
#Lógica Administrativa 2.0 – quando a lógica “mais cliente, mais gerente” termina.
#Estilo de Treinamento das Escolas Clássicas Gregas – uma antiga forma de aprender e pesquisar que se torna, de novo, atual.
Frases de Divulgação do Artigo
- Quando a mudança é muito grande, é preciso criar uma área separada e permanente para que se possa pensar sobre ela de forma menos intoxicada.
- As escolas clássicas gregas nos ensinaram que diante de mudanças mais disruptivas é necessário manter os alunos em contato permanente.
- Um Uber pode ter cinco mil ou cinco milhões de clientes sem a demanda de novos gerentes, pois o controle de qualidade é distribuído.
- A Lógica da Sobrevivência 1.0, da Gestão, é baseada no Controle de Qualidade Central, no qual vários gestores precisam controlar os processos.
- O que estamos conseguindo com a novíssima Civilização 2.0 é quebrar uma Limitação Estrutural da Sobrevivência Humana: o aumento de escala com qualidade sem a necessidade do aumento de gerentes.
- A lógica das Organizações Tradicionais é a seguinte: “Mais clientes, Mais gerentes”. E isso não ocorre mais na Curadoria.
- As Ciências Sociais 2.0 nos permitem enxergar a nova forma ainda incipiente do Sapiens sobreviver, através do avanço lento e consistente da Curadoria.
- Está se tentando usar as velhas teorias sobre a história humana, diante dos novos fatos, que, evidentemente, mostram que ela precisa ser profundamente revista.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo
“Não há vento favorável para quem não sabe a que porto se dirigir.” – Sêneca.
Ao longo da análise dos Autores Excelentistas, duas ideias me ocorreram que quero desenvolver neste artigo.
Lógica Administrativa 2.0
No Novo Paradigma das Ciências Sociais 2.0, temos algumas novidades, diferente do paradigma tradicional:
- Filosófico – o Sapiens é uma Tecnoespécie;
- Teórico – por causa dessa sua essência ele pode aumentar a população e, de tempos em tempos, se vê obrigado a promover Revoluções Civilizacionais, que se iniciam com a chegada de uma nova mídia, que nos permitem experimentar novos Modelos de Sobrevivência mais flexíveis, distribuídos e sofisticados.
Qualquer tentativa de entender o Digital sem essa correção de rumo das Ciências Sociais, nos levará a não compreensão do que está ocorrendo.
O que vemos hoje por aí nas análises do cenário atual é a não percepção da Macro Anomalia que as Ciências Sociais estão enfrentando.
Está se tentando usar as velhas teorias sobre a história humana, diante dos novos fatos, que, evidentemente, mostram que ela precisa ser profundamente revista.
As Ciências Sociais 2.0 nos permite enxergar a nova forma ainda incipiente do Sapiens sobreviver, através do avanço lento e consistente da Curadoria.
Temos, assim, hoje uma nova Lógica de Sobrevivência 2.0, que precisa ser mais flexível, distribuída e sofisticada do que a anterior.
Por quê?
Vejamos:
A lógica das Organizações Tradicionais é seguinte: “Mais clientes, Mais gerentes”. E isso não ocorre mais na Curadoria.
Por quê?
- Na Lógica da Sobrevivência 1.0, da Gestão, o Controle de Qualidade Centralizado é feito pelos Gestores;
- Na Lógica da Sobrevivência 2.0, da Curadoria, o Controle de Qualidade Distribuído é feito pelos fornecedores e clientes, viabilizado pelos algoritmos, criados pelos Curadores.
O que estamos conseguindo com a novíssima Civilização 2.0 é quebrar uma Limitação Estrutural da Sobrevivência Humana: o aumento de escala com qualidade sem a necessidade do aumento de gerentes.
- O Modelo de Sobrevivência Humana 1.0 esbarra nas antigas linguagens orais e escritas, que não permitiam um outro tipo de administração dos processos, que não fosse um controle mais central;
- O novo Modelo da Sobrevivência Humana 2.0 passa a se utilizar das nova Linguagem dos Rastros Algorítmicos, que nos permite um outro tipo de administração dos processos mais distribuído.
Na Curadoria 1.0 (Uberização) e na 2.0 (Blockchenização) conseguimos superar a antiga Limitação Estrutural da Sobrevivência Humana.
Na Curadoria, não há problema quando temos o aumento de clientes, pois como tudo é feito pelo Controle de Qualidade Distribuído, não temos mais um problema de qualidade no aumento de escala.
Um Uber, por exemplo, pode-se ter cinco mil ou cinco milhões de clientes e o Modelo de Controle de Qualidade não muda, pois é distribuído.
O novo Modelo da Sobrevivência Humana 2.0 nos permite superar antigas limitações estruturais do Sapiens e é essa nova possibilidade que vai marcar a grande mudança civilizacional no futuro.
Demanda pelo Estilo Grego de Escolas
A atual mudança que estamos passando pode ser classificada como uma mudança DRED – (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).
Mudanças deste tipo exigem um tratamento especial.
Não basta um treinamento do tipo: recebeu e foi embora.
Mudanças DRED demandam um Treinamento Continuado.
É preciso receber a nova filosofia e se criar um ambiente de permanente troca para que os participantes tenham o contato com o novo de forma permanente, pois na maior parte das vezes permanecem no ambiente antigo.
Criam-se dois ambientes:
- um com as ideias novas;
- e outros com as antigas.
Para que não haja retorno, é preciso mantê-lo nesta nova Zona de Treinamento Continuado.
Não basta as pessoas terem a informação e voltarem para o mesmo ambiente, pois precisam ter uma continuidade de atividades com outras pessoas com a mesma forma de pensar para que não voltem para o paradigma anterior.
Esse tipo de treinamento não é necessário quando estamos diante de mudanças que não são do estilo DRED.
Em mudanças menos disruptivas, a pessoa pode ter acesso às novas informações e voltar para o ambiente antigo, pois o que ela vai aprender se mantém coerente com o ambiente em que ela vive.
Em mudanças mais disruptivas, a pessoa vai ter acesso às novas informações e precisa criar um novo ambiente para não regredir na forma de pensar e agir, pois há uma nova filosofia que é incompatível com o ambiente em que ela vive.
Tivemos no passado, algo similar nas escolas clássicas gregas, que tinham mais ou menos esta característica.
Na época do surgimento das escolas gregas, estávamos vivendo também uma Renascença Civilizacional, com uma mudança DRED em curso, provocada pela chegada do alfabeto Grego.
Os detalhes são fornecidos por Eric Havelock (1903 – 88) no livro “A Revolução da Escrita na Grécia”.
Assim, há uma necessidade de um treinamento continuado, pois o novo paradigma está em construção e é necessário também uma pesquisa progressiva dos seus adeptos.
É isso, que dizes?
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Ou: https://sun.eduzz.com/932565
Quer ser um parceiro da BIMODAIS e ganhar a cada aluno novo indicado? Entre por aqui: https://bit.ly/bimodalparceiro
Quer comprar o último livro feito dentro da escola “Civilização 2.0”, é por aqui:
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.
#4 – Mindset – Carol Dweck
mar 29th, 2022 by Carlos Nepomuceno
Áudio do Artigo
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal010422
Novas Hashtags:
#Carol Dweck – conhecendo a forma de pensar desta autora.
Frases de Divulgação do Artigo
- A Rotina de Excelência do Terceiro Eu precisa ser sustentável e isso implica a aceitação de que é preciso servir a um cliente, que verá valor nas suas habilidades.
- A criação do Terceiro Eu implica na permanência por um longo período em uma Rotina de Excelência para praticar determinadas atividades que te causam a sensação de Bem Estar Continuado.
- Ninguém segue exatamente o modelo do Primeiro Eu e a maior parte fica ali tentando chegar no Segundo Eu e pouca gente, pode dizer que está no Terceiro Eu.
- A Mentalidade Fechada e Dogmática acredita no Ser Humano e não no Sendo Humano.
- Numa Mentalidade Fechada e Dogmática o “Eu estou assim, mas posso mudar” dá lugar ao “Eu sou assim e pronto”.
- Na Mentalidade Fechada e Dogmática não há uma revisão de quem eu sou, mas a procura da reafirmação de quem eu tenho certeza que sou.
- A Mentalidade Fechada e Dogmática acredita no Ser Humano e não no Sendo Humano.
- Dependendo do Apetite Existencial de cada um, não basca crescer, tem que se originalizar.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo
“…a opinião que você adota a respeito de si mesmo afeta profundamente a maneira pela qual você leva sua vida.” – Dweck.
Vou comentar as frases de destaque da Dweck para concluir nossa interação com a autora nesta primeira rodada, com direito a um retorno em breve.
Frases Top com meus comentários
Terceiro Eu
“As adversidades engessam o mindset fixo.”
Dweck divide as escolhas humanas em duas, a partir de Mindsets.
Fixo e de Crescimento.
São duas atitudes filosóficas diante da vida.
- Eu sou ou eu estou sendo?
- Posiciono o meu ego no resultado ou no processo?
É muito bom e bem compatível com os fatos do que tenho visto e das pesquisas que ela fez e comprovam a divisão.
Porém, acredito que há uma segunda divisão de quem adota o Mindset do Crescimento.
Até onde vou com o meu crescimento?
Posso ter adotado o “Estou sendo”, mas é preciso abraçar, além da escolha filosófica, uma opção metodológica.
Não basta estar sendo sem que eu abrace uma procura constante da personalização do meu projeto de vida.
A procura existencial pela originalidade.
Isso implica novas encruzilhadas, na direção da Jornada de Excelência.
Por isso, acredito que temos na nossa jornada a escolha de Três Eus:
- O Primeiro Eu é o mais formatado de todos, aquele que os Ambientes em que fomos criados nos legou e não conseguimos sair, típico de ambientes dogmáticos, no qual a família, principalmente exerce um poder muito grande e fechado na formação dos filhos – aqui temos um Mindset Fixo. Não conseguimos nos libertar de determinadas crenças, que nos limita;
- O Segundo Eu é a capacidade que temos de olhar para o Primeiro Eu e começar um processo de escolha daquilo que queremos e do que não queremos, mas ainda algo sem muita capacidade de reflexão e metodologia. Seria um Mindset de Crescimento, mas ainda nos seus primeiros estágios e que precisa ir além da primeira escolha;
- Por fim, o Terceiro Eu é quando começamos a desenvolver algo original, de forma muito mais reflexiva, num processo continuado de excelência. Com o tempo, começamos a fazer a diferença dentro da habilidade escolhida. Poderíamos chamar de Mindset do Crescimento em busca da Originalidade.
(Sim, poderemos chegar com os estudos a um Quarto Eu, mas não por agora.)
De maneira geral, as pessoas que adotam o Mindset Fixo se situam numa espécie de “Eu 1,5” . E os do crescimento, em uma espécie de “Eu 2,5“.
Diria que:
Dependendo do Apetite Existencial de cada um, não basca crescer, tem que se originalizar.
Ninguém segue exatamente o modelo do Primeiro Eu e a maior parte fica ali tentando chegar no Segundo Eu e pouca gente se aproxima do Terceiro Eu.
Note, que pela lógica do Sendo Humano, não chegamos NUNCA ao Terceiro Eu completo, mas nos aproximamos mais dele, numa jornada que nos torna mais original e produtivo do que a do Segundo Eu.
Muita gente já se separou daquilo que o Ambiente Primário definiu para nós, mas não quis, por algum motivo, criar uma Existência Mais Original.
Uma Existência Mais Original implica várias coisas:
- ter uma demanda interna para abraçar a Jornada de Excelência da Originalidade (motivos variados);
- abraçar filosofias, teorias e metodologias para que isso seja possível;
- e, principalmente, adotar uma Rotina Criativa Continuada por vários anos naquilo que a pessoa tem mais aptidão e habilidade, gosta MUITO e consegue cativar e manter clientes.
Podemos dizer que quando Dweck conceitua o Primeiro Eu de Mindset Fixo, ela está se referindo a alguém que está entre o Primeiro e o Segundo Eu.
E o Mindset de Crescimento está na tentativa de passagem do Segundo para o Terceiro Eu.
Estar com o Mindset do Crescimento ativo é um passo, mas precisa de muito mais para chegarmos na Existência Mais Original.
A chegada no Terceiro Eu, OBRIGATORIAMENTE, passa pela necessidade de passar por encruzilhadas Filosóficas, Teóricas e Metodológicas, abraçando a Jornada de Excelência da Originalidade.
A criação do Terceiro Eu implica na permanência por um longo período em uma Rotina de Excelência para praticar determinadas atividades que te causam a sensação de Bem Estar Continuado.
A Rotina de Excelência do Terceiro Eu precisa ser sustentável e isso implica a aceitação de que é preciso servir a um cliente, que verá valor nas suas habilidades.
Note que a criação continuada do Terceiro Eu implica NECESSARIAMENTE no abandono da procura da Felicidade Exógena (que vem de fora para dentro).
A criação do Terceiro Eu implica a superação do Primeiro e Segundo Eu, que muito mais nos formatam do que nós nos formatamos.
Vamos falar muito mais disso mais adiante.
O ovo ou a galinha?
“Hoje em dia, a maioria dos especialistas concorda que não há uma única resposta. Não se trata de natureza ou estímulo, genes ou meio ambiente. A partir da concepção, há um intercâmbio constante entre uma coisa e outra para se ter uma vida mais significativa.”
Para efeito da Metodologia de Inovação Bimodal para Inquietos Inovadores, pouco importa, de onde vem Inquietude pela Originalidade.
Tenho a intuição que a pessoa nasce com determinadas facilidades nessa direção, mas é um debate que se aproxima de quem veio primeiro: o ovo ou a galinha?
O mais relevante é:
- a pessoa quer uma Existência Original?
- quer se dedicar a fundo nessa direção?
- consegue achar as aptidões que podem ser transformadas em habilidades inovadoras?
- e estas habilidades foram ou podem ser transformadas em uma Rotina Criativa Continuada, que tem perspectiva de se manterem no longo prazo, através de encantamento e manutenção de clientes?
Um Processo de Originalização de longo prazo precisa NECESSARIAMENTE que a pessoa esteja no Terceiro Eu.
E mesmo com estas aptidões, saber, a partir da vontade da pessoa:
- que problemas emocionais impedem de que uma pessoa com a Demanda de Originalização não consiga ir adiante;
- que tipo de diferentes Originalizadores temos na sociedade?
- e como melhorar e aprimorar a Metodologia de Originalização?
Dweck diz:
“O mindset de crescimento é um ponto de partida para a mudança, mas cada um deve decidir por si mesmo em que direção seus esforços de mudança serão mais úteis.”
Podemos dizer que o Mindset do Crescimento é o início da passagem do Primeiro para o Segundo Eu, que precisa de toda a Metodologia de Originalização para chegarmos no Terceiro Eu.
Dúvidas: se originalizar deve ser uma meta? A busca da excelência implica necessariamente na originalização?
Aqui, temos as seguintes etapas:
- Do Primeiro para o Segundo Eu – a escolha filosófica existencial (quero me recriar sempre?);
- Do Segundo Eu para o Terceiro – a escolha filosófica ética (para onde devo ir, a partir dos meus critérios?);
- E já entrando no Terceiro Eu – a escolha metodológica da excelência (qual a melhor rotina criativa a ser adotada para que eu possa ser cada vez mais original?)
O diferencial de um Originalizador
Acredito que – ainda friso bem como hipótese – que os Originalizadores têm uma área do cérebro, que lhes permite uma maior distância das emoções.
É o que podemos chamar, provisoriamente, de Placa Ram maior, que lhes permite se distanciar mais da sua própria percepção.
Temos, assim:
- Fatos;
- Percepção Primária;
- Percepção da Percepção Secundária;
- Reflexão sobre Percepção Secundária;
- Percepção Terciária.
Ou seja, a percepção é sempre cercada de emoções e para que possamos decidir melhor, é preciso termos um olhar nestas três instâncias:
- para a Percepção Primária – na qual as emoções abundam e estão muito ligadas ainda aos fatos;
- a Percepção Secundária – na qual comparamos a percepção primária com uma nova visão secundária;
- e, por fim, formar a Percepção Terciária – que é uma avaliação menos emocional dos fatos por sobre a Percepção Secundária.
Para que possamos aumentar a Taxa da Percepção Terciária, é importante que tenhamos um espaço no cérebro, que podemos chamar de Bancada Comparativa.
Na Bancada Comparativa, conseguimos observar, conforme a temos e/ou a desenvolvemos cada vez mais, as três instâncias perceptivas.
Criando uma duplicidade de visão, permitindo um espaço maior de observação e a separação de algo com mais ou menos lógica diante dos fatos.
Isso é uma inteligência?
Acredito que não.
Isso pode ser desenvolvido?
Acredito que sim.
Mas existem pessoas que já vem com isso geneticamente, o que podemos chamar de Alta Taxa de Capacidade Abstrativa, num primeiro momento.
Ou numa alta capacidade de Abstração e de Reflexão sobre as emoções.
Nossa aposta é o desenvolvimento de uma Metodologia que permita:
- identificar os Originalizadores Potenciais (seja pela genética, seja pela vontade de querer ser um);
- reuni-los;
- mantê-los interagindo;
- envolvê-los, num momento adequado, com os Consolidadores;
- e dotá-los de uma Visão de Cenário e Métodos de Excelência Fortes.
Com isso, a chance de que tenhamos projetos inovadores mais consistentes aumenta bastante.
O papel do ambiente na busca do aprendizado
A divisão que Carol Dweck promove no seu livro – e que o tornou bem conhecido – é uma escolha filosófica de TODAS as pessoas que estão no mundo.
- Você vai repetir o que veio pronto para você?
- Ou vai se reinventar?
Falta a Dweck uma análise maior, que já vi mais no Benjamin Hardy (ver análise aqui) dos efeitos do ambiente nesse tipo de escolha.
Vejamos:
- Momentos ou Ambientes Centralizadores favorecem o aumento da taxa de Zecapagodismo: deixa o outro levar a minha vida;
- Momentos ou Ambientes Descentralizadores favorecem a redução da taxa de Zecapagodismo: deixa eu levar a minha vida, apesar do outro.
Acredito que vamos avançar nossa pesquisa na seguinte direção de estudo:
- o pensamento dos filósofos sobre felicidade e excelência;
- e os estudos de todos os tipos sobre superdotados, pessoas excepcionais para entender mais o perfil dos Transformadores.
Metodologia da Excelência
“As pessoas podem ter diferentes temperamentos e aptidões no início de suas vidas, mas evidentemente a experiência, o treinamento e o esforço pessoal conduzem-nas no restante do percurso.”
A metodologia da excelência, com um bom embasamento filosófico-teórico é a base de tudo.
Cachorrinho Interno
“Robert Sternberg, o guru da inteligência na atualidade, escreveu que o principal modo de aquisição de conhecimento especializado “não é alguma capacidade prévia e fixa, e sim a dedicação com objetivo.”.
As duas coisas, pois cada um tem um critério de que habilidade faz com o que o Cachorrinho Interno balance o rabo.
Erre uma vez
“Não era simplesmente o fato de que ele não gostava de fracassar; ele parecia não saber como lidar com o fracasso.”
Isso faz parte de uma das 12 recomendações da Jornada de Excelência. Errar faz parte. Apenas, torne cada erro único.
Ambiente x Inteligências
“…há muita inteligência por aí sendo desperdiçada pela subestimação da capacidade de desenvolvimento das pessoas.”
Clay Shirky fala do excedente cognitivo.
Quando temos sociedades mais fechadas, o potencial de uso da inteligência das pessoas tende a cair.
Mais.
A taxa da Inteligência Endógena (mais personalizada), idem.
Temos o estimulo para um tipo de inteligência mais exógenas.
Modelo Gestor Absolutista
“Isso significa que, em vez de aprender, crescer e levar a empresa adiante, todos passam a se preocupar com o fato de estarem sendo julgados.” //No momento em que um líder faz com que ele próprio se torne a principal realidade com que se importam as pessoas, em vez de fazer com que a principal realidade seja a própria realidade, temos uma receita para a mediocridade, ou coisa pior.” – Jim Collins.
Característica de um modelo gestor mais absolutista.
Modelo Gestor Republicano
“Grandes líderes empresariais não estavam interessados em se provar. Simplesmente fizeram aquilo de que gostavam, com tremendo ímpeto e entusiasmo, e deu no que deu.”
Característica de um modelo gestor mais republicano.
Cabeça fechada
“…uma empresa incapaz de se corrigir não pode prosperar.”
O mesmo ocorre com as pessoas. E isso se agrava MUITO quando temos um cenário mais mutante, se comparado ao passado.“
Métrica da Felicidade Endógena Progressiva
“…sucesso significava fazer o melhor possível, aprender e se aperfeiçoar.”
Podemos chamar isso de batalha pela felicidade endógena progressiva.
Reposicionamento do Ego
“Encontro tanta satisfação no processo quanto nos resultados.” – Jackie Joyner-Kersee. // “Tiger Woods administrou sua motivação. Para isso, transformou o treinamento em diversão.”
Aqui, tem o diferencial. Quando tudo passa a ter de ser excelente. E isso nos leva ao Fluxo Primário e Secundário.
Posição do Ego
“um ego pessoal de proporções gigantescas” // “…confirmou-se a suspeita de que ele colocava seu ego à frente do bem-estar da empresa.” //“….no mindset fixo você não assume o controle de suas capacidades e de suas motivações.”
Não é um ego grande. É mal posicionado!
Inquietofobia
“Em algumas culturas, aqueles que tentaram ir além de seu talento nato por meio de treinamento receberam firme desaprovação.”
Falsa questão:
“Qualquer pessoa será capaz de fazer qualquer coisa? Na verdade, não sei. No entanto, creio que agora podemos concordar que as pessoas são capazes de fazer muito mais do que parece à primeira vista.”
Quando falamos de maneira geral da Jornada de Excelência fica difícil saber o que vem antes o ovo ou a galinha.
Quando focamos em um determinado objetivo, tal como Mudanças Inovadoras por onde começar e com quem?
A coisa fica mais focada e objetiva.
E aí vai se escolhendo o perfil e sabendo o que é de fábrica, o que foi construído.
Em que apostar?
A questão é eu vou jogar minha energia em algo que não sou forte? Meu cachorrinho balança o rabo para isso? Vou focar ou desfocar?
O cachorrinho gosta? Vai se ganhar dinheiro com isso ou é hobbie?
Não é um Mindset, mas uma escolha filosófica
“Os mindsets são uma parte importante de sua personalidade, mas você pode modificá-los. Simplesmente tomando conhecimento da existência dos dois mindsets, pode-se começar a raciocinar e reagir de novas maneiras.”
Mais Frases Top
- “Todas essas pessoas possuíam caráter. Nenhum deles se achava especial, nascido com o direito de vencer. Eram pessoas que se esforçaram, que aprenderam a manter a concentração sob pressão, e que, quando necessário, foram além de sua capacidade normal.”
- “…a marca do campeão é a capacidade de vencer quando as coisas não vão muito bem, quando você não está jogando bem e suas emoções não são as que deveriam ser.” – Billie Jean King.
- “As pessoas dão mais valor aos dotes naturais do que à capacidade adquirida.” – Malcolm Gladwell.
- “Os talentos natos, enlevados com sua superioridade, não aprendem a se esforçar nem a lidar com os reveses.”
- “Gostamos de pensar em nossos campeões e ídolos como super-heróis, que nasceram diferentes de nós.”
- “Michael Jordan é um gênio que quer sempre melhorar sua genialidade” – John Bach.
- “Em contraste, quando os alunos foram elogiados por seu esforço, 90% deles aceitaram a nova tarefa com a qual poderiam aprender.”
- “…nem sempre as pessoas que começam a vida como as mais inteligentes acabam sendo as mais inteligentes.”
- “…todos nós temos interesses que podem se transformar em aptidões.”
- “Da próxima vez que se sentir tentado a ficar rodeado de adoradores, vá à igreja.”
- “Para o resto da vida, prefira a crítica construtiva.”
- “O mindset de crescimento também não determina que tudo que é possível mudar deva ser mudado. Todos precisamos aceitar algumas de nossas imperfeições, em especial aquelas que realmente não prejudicam nossa vida ou a vida de outrem.”
- “…acreditar que os talentos podem ser desenvolvidos permite que as pessoas realizem seu potencial.”
- “Quando as pessoas acreditam que suas qualidades básicas podem ser desenvolvidas, os fracassos podem ser dolorosos, mas não as definem.”
- “…o esforço é que deflagra a capacidade e a transforma em realização.”
- “…ninguém pode ser considerado fracassado enquanto não começar a culpar os outros.” – John Wooden.
- “…o fracasso pode ser uma experiência penosa. Mas ela não nos define. É um problema que tem de ser enfrentado e tratado, e dele se devem extrair ensinamentos.”
- “…o potencial é a capacidade que a pessoa tem de desenvolver eficientemente sua aptidão por meio do esforço ao longo do tempo… “
- “Vir a ser é melhor do que ser”. – anônimo.
- “…pessoas de mindset de crescimento prosperam ao ir além de seus limites.”
- “Se você passar pela vida fazendo somente o que é fácil, deve se envergonhar” – Patrícia Miranda.
- “Já para as crianças de mindset de crescimento, o sucesso significa desenvolver-se. Significa ficarem mais inteligentes.”
- ““Não divido o mundo entre os fracos e os fortes, ou entre sucessos e fracassos […] divido o mundo entre os que aprendem e os que não aprendem.” – Benjamin Barber.
- “…não se pode prever o que alguém é capaz de realizar com anos de paixão, esforço e treinamento.”
- “… não acredite que suas qualidades são imutáveis.”
- “…as cartas recebidas constituem apenas o ponto de partida do desenvolvimento.”
- “Indivíduos extraordinários têm um talento especial para identificar seus próprios pontos fortes e fracos”. – Howard Gardner.
- “…a opinião que você adota a respeito de si mesmo afeta profundamente a maneira pela qual você leva sua vida.”
- “Sem dúvida o temperamento desempenha um papel, mas o mindset é uma parte importante da história.”
- “Ele aceitará essa vitória como um elogio a seu talento ou um elogio a seu esforço? Espero que a segunda opção seja a verdadeira.”
- “No mindset fixo, as imperfeições são vergonhosas, especialmente para os talentosos, e por isso eles preferem escondê-las.”
- “O que é alarmante é que trabalhamos com crianças normais e as transformamos em mentirosas, simplesmente porque lhes dissemos que eram inteligentes.”
- “Todas as pessoas nascem gostando de aprender, mas o mindset fixo pode matar esse prazer.”
- “O topo é o lugar onde os de mindset fixo anseiam estar, mas é aí que muitos dos de mindset de crescimento chegam como consequência secundária de seu entusiasmo pelo que fazem.”
- “É o que nós, psicólogos, chamamos de uma experiência de descoberta.”
- “Se eu errei, já algo na minha metodologia, que precisa ser melhorado.”
- “A paixão pela busca de seu desenvolvimento e por prosseguir nesse caminho, mesmo (e especialmente) quando as coisas não vão bem, é o marco distintivo do mindset de crescimento. Esse é o mindset que permite às pessoas prosperar em alguns dos momentos mais desafiadores de suas vidas.”
- “Quando adotamos um mindset, ingressamos num novo mundo. Num dos mundos — o das características fixas —, o sucesso consiste em provar que você é inteligente ou talentoso. Afirmar-se. No outro mundo — o das qualidades mutáveis —, a questão é abrir-se para aprender algo novo. Desenvolver-se.”
- “No outro mundo, o fracasso significa não crescer. Não atingir as coisas a que você dá valor. O que quer dizer que você não está realizando suas potencialidades.”
- “Num mundo, o esforço é algo ruim. Assim como o fracasso, ele indica que você não é inteligente nem talentoso. Se fosse, não precisaria fazer esforço. No outro mundo, o esforço é o que torna você inteligente ou talentoso.”
Links
- Livros:
“Desenhando com o lado direito do cérebro” – Betty Edwards.
“Brutal Bosses (Chefes cruéis)” – Harvey Hornstein.
“Feitas para durar” – Collins e Porras.
“Empresas feitas para vencer” – Jim Collins.
“The Creative Habit” – Twyla Tharp.
“Livros em geral” – Robert Sternberg.
“Crianças superdotadas” – Ellen Winner
“Mentes extraordinárias” – Howard Gardner.
- Filmes:
“Moneyball — o homem que mudou o jogo.”
“Feitiço do tempo”
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.
Se você não compara bem, não pensa bem!
mar 29th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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Novas Hashtags:
#comparação lógica – como comparar de forma mais adequada?
Frases de Divulgação do Artigo
- Quando não nos relacionamos de forma adequada com os fatos, decidimos de forma equivocada e isso implica consequências indesejadas.
- Na Comparação Idealizada, eu não comparo os fatos de hoje com o de ontem, mas aquilo que eu gostaria que os fatos fossem com o que está ocorrendo.
- Quando eu quero criticar um determinado aspecto de uma novidade, procuro analisá-lo como se fosse uma foto e não um filme, em processo.
- A Comparação Idealizada é um problema psicológico de resistência ao futuro.
- A Comparação Tóxica é aquela que se compara os fatos de forma mais emocional.
- Pensar, é antes de tudo, a capacidade de comparar. Quem pensa bem, compara bem.
- Comparar é, antes de tudo, a capacidade de conseguir separar o que é igual do que é diferente e detalhar por que é igual ou diferente.
- Quem decide melhor é alguém que tem mais capacidade de comparar os fatos de forma adequada.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo
“Uma revolução não acontece quando a sociedade adota novas ferramentas, mas quando a sociedade adota novos comportamentos.” – Clay Shirky.
Pensar, é antes de tudo, a capacidade de comparar. Quem pensa bem, compara bem.
Comparar é, antes de tudo, a capacidade de conseguir separar o que é igual e o que é diferente e detalhar por que é igual ou diferente.
Muito do que falamos de ter lógica na forma de pensar está ligada à capacidade de comparação.
Por fim, quem decide melhor é alguém que tem mais capacidade de comparar os fatos de forma adequada.
Vejamos o dicionário:
Comparar é:
“relacionar (coisas animadas ou inanimadas, concretas ou abstratas, da mesma natureza ou que apresentem similitudes) para procurar as relações de semelhança ou de disparidade que entre elas existam.”
Assim, na maior parte das vezes, quando temos problemas de analisar determinadas situações, o problema central está em uma comparação equivocada.
- ou comparamos coisas distintas, como se fossem as mesmas.
- ou momento distintos como se fossem os mesmos.
- ou comparamos aquilo que gostaríamos que a coisa fosse, com o que, de fato, está ocorrendo e não conseguimos entender os fatos.
Para efeito de exemplo, fiquemos com esta última comparação que podemos chamar de Comparação Idealizada.
Na Comparação Idealizada, eu não comparo os fatos de forma adequada, mas coloco o meu desejo no meio da comparação.
Na Comparação Idealizada, não estou mais querendo entender os fatos, mas defender uma forma de visão que eu tenho sobre eles.
A Comparação Idealizada acontece muito nas mudanças de cenário.
A pessoa acaba se apegando a algo, como se fosse o ideal, e qualquer alteração que ocorre que vai contra a idealização passa a ser negativa.
É aquela velha frase, por exemplo, diante de novidades de que “no tempo do meu avô era melhor”.
O passado se torna idealizado e tudo que o futuro traz é pior.
A Comparação Idealizada é uma Comparação Fraca e, por isso, Tóxica, pois nos leva a não nos relacionar de forma adequada com os fatos.
Quando NÃO nos relacionamos de forma adequada com os fatos, decidimos de forma equivocada e isso implica consequências indesejadas.
Vamos a um exemplo.
É comum quando toco no assunto Uberização, principalmente em palestras, alguém levantar a questão da precarização do trabalho.
Foi o que aconteceu na última que fiz em Brasília agora em março.
Precarizar significa “tornar instável, sem garantias; deixar incerto.”
Considerar a Uberização uma precarização do trabalho é, a meu ver, uma Comparação Idealizada e, portanto, Tóxica.
Vejamos os dois tipos de Comparações:
- Comparação Saudável – aquela que compara fatos de forma menos emocional;
- Comparação Tóxica – aquela que compara fatos de forma mais emocional.
Quando afirmamos que está havendo uma precarização do trabalho, é preciso analisar da seguinte forma:
- as pessoas que estão trabalhando no novo modelo uberizado pioraram ou melhoraram de vida?
Na verdade, não estamos falando de trabalho, mas da vida das pessoas.
O trabalho envolve duas coisas:
- a demanda de alguém sobreviver;
- a demanda de um cliente que é atendido por quem trabalha.
O termo “precarização” se refere a “existem pessoas trabalhando que não têm carteira assinada”.
Quem não tem carteira assinada, perde uma série de benefícios e a sua vida está sendo precarizada.
Certo?
Errado.
Não assistimos na Uberização a passagem de pessoas com carteira assinada para a não carteira assinada.
Vemos a passagem de pessoas que estavam desempregadas, sem trabalho e ganho continuado, para um modelo que lhe permite ter isso.
Para um desempregado a Uberização NÃO é precarizar a vida, mas melhorar de vida.
(Isso sem levar em conta os benefícios para os clientes, que são muitos.)
Assim, na comparação entre o passado e o presente entre uma pessoa que vivia de bicos e estava desempregada para agora, a vida dela melhorou não precarizou, pois ela consegue, de alguma forma, ter uma renda mais regular.
Entrevisto motoristas de aplicativos há vários anos e a maioria deles não trocaria o modelo atual por algo anterior, talvez queiram algo novo e melhor (o que pode vir com a Blockchenização), mas não voltar para trás.
De maneira geral, quem defende a tese de que “Uberizar é Precarizar” faz a Comparação Idealizada entre:
- o que ela acha que é a condição excelente de trabalho, geralmente idealizada, já que metade dos brasileiros está na informalidade;
- com o que está vendo com a uberização, que está numa fase inicial e com perspectivas de mudança.
Ou seja, quem critica a uberização não olha para os fatos, mas para as idealizações que têm dos fatos.
É uma Comparação Tóxica, pois não está confrontando a situação concreta do antes e depois de quem está trabalhando nos Ubers.
Temos hoje no mercado um novo modelo de relação trabalhista que é mais flexível do que no passado e permite uma opção rápida e estável para quem está precisando de trabalho.
Hoje, temos um exército de pessoas que estavam desempregadas e vivem destas Plataformas Curadoras e que se não as tivesse estaria numa situação BEM PIOR.
Revoluções Civilizacionais, que começam a partir de novas mídias, introduzem na sociedade novos Modelos de Sobrevivência e trazem embutidas novas formas de relações trabalhistas.
As novas formas de relações trabalhistas, que vão ganhando corpo na sociedade no longo prazo, vão sempre na direção de menos para mais flexibilização, pois temos uma Complexidade Demográfica maior.
Mais e mais, para vivermos num mundo de oito bilhões de habitantes, teremos que flexibilizar cada vez mais nossas vidas, o que inclui o tempo e o lugar para se trabalhar e as relações trabalhistas.
O interessante é que a disseminação do conceito de precarização do trabalho ocorreu também no início da Primeira Revolução Industrial, quando pessoas saiam do campo e iam para as fábricas.
(A Primeira Revolução Industrial é filha da Escrita Impressa.)
Naquele momento as pessoas estavam saindo do campo e melhorando de vida, pois antes estavam passando fome e não tinham oportunidade de trabalho.
As novas relações trabalhistas começam sempre de uma forma meio precária e vão sendo aprimoradas ao longo do tempo.
E aí temos outro problema das Comparações Idealizadas ou Tóxicas.
Quando eu quero criticar um determinado aspecto da novidade, eu procuro analisá-lo como se fosse uma foto e não um filme, em processo.
Hoje, por exemplo, vivemos a Curadoria 1.0, na qual temos Ambientes Curadores Platafórmicos, que são mais centralizados do que teremos mais adiante nos Ambientes Curadores Ecossistêmicos.
Assim, se eu “fotografar” o momento atual e apontar a centralização que está ocorrendo nos Ambientes Curadores Platafórmicos, deixo de enxergar o desdobramento lógico que é a passagem, olhando como se estivesse “filmando” a tendência à descentralização dos Ambientes Curadores Ecossistêmicos.
No fundo, a Comparação Idealizada é um problema psicológico de resistência ao futuro.
Pessoas mais fechadas e dogmáticas tendem a ter mais dificuldade de rever paradigmas conjunturais e estruturais e, por causa disso, analisam o novo com parâmetros antigos.
Vivemos hoje uma profunda mudança nas relações trabalhistas, que vão na direção da flexibilização e da reintermediação.
No Uber, a forma de trabalho tem muito menos intermediários.
Podemos dizer que temos uma Relação Trabalhista na Gestão, que é menos e temos outra Relação Trabalhista na Curadoria, que é muito mais flexível.
Se analisarmos o Brasil, por exemplo, temos hoje quase metade da população sem carteira assinada, no chamado “trabalho informal”.
Assim, se considerarmos esse ponto de vista, chamando precarização aqueles que não tem carteira assinada, podemos dizer que metade da população está precarizada, desde sempre.
O que temos visto com a chegada da Revolução Civilizacional 2.0 no mercado de trabalho é o surgimento de atividades, que garantem um tipo de remuneração continuada, mas que não estão mais dentro do modelo “carteira assinada”.
Uma pessoa que estava desempregada e passou a prestar serviço numa Plataforma Uberizada melhorou de vida.
A vida dela não piorou.
Teria piorado, seria precarizada, se ela não tivesse o trabalho que tem hoje.
Note que, antes do Uber, em particular, se alguém quisesse prestar serviço de mobilidade, teria os seguintes custos como barreira de entrada:
- tirar uma carteira profissional para dirigir;
- pagar uma autonomia;
- pintar o carro de uma determinada cor padronizada;
- disputar um mercado limitado pelas prefeituras;
- além de ter que pagar uma série de impostos.
Ou seja, não haveria possibilidade de, rapidamente, sair de uma situação SEM trabalho para uma COM trabalho, via prestação de serviços de mobilidade, pois as barreiras de entrada eram enormes.
Essa flexibilização ajudou a diversas pessoas a ter trabalho, o que antes não era possível.
Assim, não houve uma precarização com a Uberização, mas uma flexibilização e uma melhoria de vida de muita gente que passou do SEM trabalho para o COM trabalho.
Note que a Plataforma Uberizada permite que os clientes o contratem o tempo todo.
Por fim, além da melhoria de trabalho que a Uberização proporcionou, temos com a flexibilização e uma nova forma de controle de qualidade descentralizado um atendimento melhor do consumidor.
Note o quanto havia uma demanda reprimida por táxis, que não era atendida pelo antigo modelo e agora é.
Ao invés de termos uma precarização no atendimento, tivemos TAMBÉM uma melhoria, pois não só temos quantidade e com as avaliações de ambos os lados, com mais qualidade.
Tudo pode melhorar, sim, pode e vai, pois o Sapiens adora, no longo prazo, aprender, com os acertos e erros, a viver melhor.
É isso, que dizes?
Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
Ou: https://sun.eduzz.com/932565
Quer ser um parceiro da BIMODAIS e ganhar a cada aluno novo indicado? Entre por aqui: https://bit.ly/bimodalparceiro
Quer comprar o último livro feito dentro da escola “Civilização 2.0”, é por aqui:
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.
#1 – Amabile & Kramer – O princípio do progresso
mar 28th, 2022 by Carlos Nepomuceno
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal040422c
Novas Hashtags:
#Amabile & Kramer – conhecendo a forma de pensar destes autores.
Mapa Mental do Artigo:
Frases de divulgação do artigo:
- A escrita, diferente da oralidade, permite que se estabeleça um diálogo de você com você mesmo.
- No processo de caminhada em direção à Originalização, a escrita é fundamental, pois ajuda a pensar como você pensa.
- Gatilhos, que escancaram traumas são reações automáticas, que precisam deixar de ser automáticas.
- Faça dos seus problemas uma linha de pesquisa, na qual você deixa de reclamar e passa a estudá-los.
- Aprenda com os Gatilhos, que escancaram traumas e você vai se relacionar muito melhor com eles.
- Quando você dá um nome para determinado problema recorrente, se inicia o processo de superação do mesmo.
- Não se foge de problemas, se estuda problemas para que eles fiquem cada vez mais gerenciáveis.
- Vivemos hoje um fenômeno Macro-Histórico e temos dificuldade de pensar neste tipo de mudança.
Vamos ao artigo
“Pessoas em muitas situações diferentes podem se beneficiar ao escrever regularmente sobre os eventos em suas vidas.” – Amabile & Kramer.
O livro “O princípio do progresso” de Amabile & Kramer segue a linha da necessidade da passagem de Ambientes da Gestão Absolutistas para Republicanos.
Organizações que operam na Gestão, fortemente influenciadas pelo poder central, e que precisam de líderes que as incentivem a ter progresso.
Vejamos:
“…o peso verdadeiro da administração entra em cena quando você foca no progresso – que é algo mais direto do que focalizar nas características de um indivíduo.”
Existe algo no discurso dos dois autores que é estrutural e algo que é conjuntural.
- O ser humano precisa de independência e de autonomia para produzir melhor – isso é estrutural;
- Que isso só vai ocorrer quando os líderes deixarem – isso é conjuntural e está diretamente ligado ao Ambiente de Sobrevivência da Gestão, na qual os líderes-alfas determinam do centro a forma como os processos ocorrem.
O livro segue um pouco o que já dissemos antes na leitura dos Autores Excelentistas.
O destaque, entretanto, para o livro de Amabile & Kramer “O princípio do progresso” é a necessidade de termos um diário de bordo.
Dizem eles:
“Pessoas em muitas situações diferentes podem se beneficiar ao escrever regularmente sobre os eventos em suas vidas.”
Mais ainda:
“No final de um experimento, quem escrevia brevemente sobre a concepção imaginada de seu “melhor eu possível” ao longo de dias seguidos relatou níveis mais altos de bem-estar do que quem não escreveu.”
“Outros experimentos revelaram que escrever sobre eventos traumáticos ou estressantes resulta em um sistema imunológico mais forte e maior saúde física, melhor adaptação à universidade, maior sensação de bem-estar e capacidade de encontrar emprego mais rapidamente depois de ser demitido.”
Note que a escrita, diferente da oralidade, permite que se estabeleça um diálogo de você com você mesmo.
Quando falamos, a não ser que se grave, não temos como rever o que dissemos.
E nem revisar a fala, pois ela é direta, sem direito à revisão.
No processo de caminhada em direção à Originalização, a escrita é fundamental, pois ajuda a pensar como você pensa.
Confesso, que a minha produção de Diário de Bordo existia, mas sem muito método.
A partir do livro de Amabile e Kramer passei a trabalhar da seguinte forma.
Anotando:
- Gatilhos, que escancaram traumas;
- Situações Inusitadas, que causam incômodo;
- Erros que não podem mais se repetir;
- Metões, Metas e Metinhas;
- Organizando a Narrativa Profissional.
O objetivo do Diário de Bordo é, antes de tudo, ter consciência da sua jornada.
Objetivo do livro de Kramer & Amabile
“Escrevemos o livro para líderes e aspirantes a líderes, curiosos sobre a vida interior do trabalho e sobre o que podem fazer, no dia a dia, para apoiar e estimular o tipo de vida interior que resulta em desempenho extraordinário – uma vida interior marcada por alegria, profundo engajamento no trabalho o estímulo para buscar a criatividade. Incorporamos e expandimos muito nossos escritos anteriores sobre essas questões na Harvard Business Review (“Criatividade na mira da arma”, “Vida interior no trabalho” e “Ideias revolucionárias para 2010: 1: O que realmente motiva os funcionários”).
“Com base em mais de 30 anos de pesquisa, o presente livro tem como foco um estudo recente que examinou em profundidade sete empresas, rastreando os eventos do dia a dia que impeliam a vida interior de seus funcionários.”
“…o nosso objetivo é ajudar os gestores a melhorar, apontando e ressaltando as ciladas ocultas.”
“No presente livro, revelamos nossas surpreendentes descobertas e iluminamos o caminho correto para qualquer líder desejoso de obter o máximo de benefícios para seus funcionários e para a empresa.”
“…só poderíamos desvelar o mistério do que realmente afeta a criatividade no ambiente profissional se conhecêssemos e compreendêssemos as histórias humanas por trás da vida interior no trabalho: o que acontece com os pensamentos, sentimentos e motivações das pessoas quando elas tentam solucionar problemas complexos no seio da empresa?”
Frases Top:
- “O segredo é criar condições para a existência de uma maravilhosa vida interior no trabalho – as condições que fomentam emoções positivas, forte motivação interna e percepção favorável dos colegas e do trabalho em si.”
- “Exige oferecer metas claras, autonomia, ajuda e recursos – aquilo de que as pessoas precisam para fazer progresso real em seu trabalho diário.”
- “Em outras palavras, o segredo de um desempenho assombroso é dar condições e poder a pessoas talentosas para que obtenham sucesso em realizar um trabalho significativo.”
- “Líderes assim são cruciais para organizações eficientes porque servem como força positiva, dando apoio à vida interior no trabalho dos funcionários.”
- “…o peso verdadeiro da administração entra em cena quando você foca no progresso – que é algo mais direto do que focalizar nas características de um indivíduo.”
- “Quando você não administra visando o progresso, não existe inteligência emocional nem planejamento de incentivos que possam salvar o dia. As histórias de nossas equipes dão testemunho mais que sólido disso. A primeira dessas histórias começa num leilão.”
- “Foi desanimador ver nossa “liberdade” para escolher nossa direção/prioridades ser cerceada enquanto equipe e nos ser dada uma direção, em vez de nos ser permitido tomar mais decisões por conta própria. (Lucas, 30/6)”
- “Seria bom se pudéssemos voltar a ser os líderes em inovação de produto e não os copiadores.”
- “Descobrimos que as pessoas são mais criativas e produtivas quando estão profundamente engajadas no trabalho.”
- “…a melhor maneira de motivar pessoas, no dia a dia e ao longo dos dias, é lhes facilitar o progresso.”
É isso, que dizes?
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#3 – Mentalidade – Carol Dweck
mar 28th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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Novas Hashtags:
#Carol Dweck – conhecendo a forma de pensar desta autora.
Frases de Divulgação do Artigo
- Vamos ter nossos destinos como árvores, que não podemos modificar, ou como pessoas, recriando, a partir das nossas reflexões?
- Só existe uma forma sustentável, no longo prazo, de permitir que o Sapiens resolva seus problemas objetivos e subjetivos: descentralizando decisões e operações.
- O Sapiens 2.0 tem a demanda de ser muito mais flexível, endógeno, autônomo e inovador do que o 1.0.
- Existe um Gap de Autonomia entre o Sapiens 1.0 e 2.0, que começamos a tentar superar.
- No Ambiente de Sobrevivência Curador não há mais o problema que tínhamos na Gestão: mais clientes, não significa mais gerentes, chefes ou diretores.
- Podemos dizer que temos pessoas que querem “mais aparecer do que aprender” e outras que querem mais “aprender do que aparecer”.
- Se o seu ego está posicionado não no aprendizado, mas no resultado o seu desempenho pessoal e profissional vai começar a brigar com os fatos.
- Vivemos hoje uma Revolução Civilizacional, como outras no passado, na qual uma nova forma de sobrevivência nos permite aumentar a Taxa de Autonomia das Pessoas.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo
“…pessoas de mindset fixo não reconhecem suas deficiências nem as corrigem.“ – Dweck.
Vamos separar duas coisas importantes.
Todos nós temos escolhas na vida.
Podemos dizer que existe uma principal.
Como vamos levar nossas vidas?
- vamos nos reinventar, a partir dos nossos parâmetros de dentro para fora?
- ou vamos Zecapagodar e deixar os outros nos levar com parâmetros de fora para dentro?
Esta, dentro da Metodologia Bimodal para os Transformadores, é a primeira Encruzilhada Filosófica do Sapiens.
Vamos ter nossos destinos como árvores, que não podemos modificar, ou como pessoas, recriando, a partir das nossas reflexões?
No livro de Dweck, a escolha pela Reinvenção Endógena Progressiva foi chamada de Mindset Fixo e a Repetição Exógena Estática de Mindset do Crescimento.
Inovar significa introduzir novidade, fazer algo como não era feito antes.
Quando temos situações na vida em que o Cenário é Mais Estático do que Dinâmico, a tendência é o aumento da Taxa de Repetição Exógena Estática, que Dweck chama de Mindset Fixo.
Por outro lado.
Quando temos situações na vida em que o Cenário é Mais Dinâmico do que Estático, a tendência é o aumento da Taxa da Reinvenção Endógena Progressiva, que Dweck chama de Mindset de Crescimento.
O grande desafio hoje de toda a sociedade que quer – de fato – se adaptar aos novos tempos é procurar formas de desenvolver o Mindset do Crescimento ou a Reinvenção Endógena Progressiva.
Mais ainda.
Vivemos hoje uma Revolução Civilizacional, como outras no passado, na qual uma nova mídia nos permite aumentar a Taxa de Autonomia das Pessoas.
Uma Tecnoespécie como a nossa caminha sempre, no longo prazo, na direção de menos para mais autonomia, pois vive sob a égide da Complexidade Demográfica Progressiva.
Sim, vivemos momentos em que há, no curto e médio prazo, a redução da Taxa de Autonomia das Pessoas, mas isso não ocorre no longo prazo.
Só existe uma forma sustentável, no longo prazo, de permitir que o Sapiens resolva seus problemas objetivos e subjetivos: descentralizando decisões e operações.
Vivemos hoje o início de uma Macro Renascença Humana, na qual há uma passagem estrutural de menos para mais autonomia.
O Sapiens 2.0 tem a demanda de ser muito mais flexível, endógeno, autônomo e inovador do que o 1.0.
Por isso, hoje os temas excelência, busca da felicidade, autonomia, entre outros, têm tido tanta procura.
Existe um Gap de Autonomia entre o Sapiens 1.0 e 2.0, que começamos a procurar superar.
Como temos dito, o Sapiens está promovendo a maior Revolução Civilizacional da história, podendo criar, pela primeira vez, Ambientes de Sobrevivência próximos das formigas.
A grande novidade é a chegada da Curadoria, novo Ambiente de Sobrevivência, que permite, via algoritmos, que possamos dispensar os antigos intermediadores mais centralizados.
A Revolução Civilizacional 2.0 é 2.0, pois NUNCA tivemos a possibilidade de dispensar os gestores (se quiserem líderes-alfas) como estamos fazendo agora.
Note que mesmo ainda nos provisórios Ambientes da Curadoria Platafórmicos (caso do Uber e Youtube) não há mais problema de escala.
O Uber tem, Googlando, 75 milhões de usuários e 3 milhões de motoristas. Se passar a ter o dobro disso, não há nenhum problema de administração da qualidade, pois ela é toda autogerida.
Nos Ambientes da Curadoria Platafórmicos, como não temos Gestores controlando a qualidade, não há problema de escala.
O Youtube, por exemplo, tem 2 bilhões de usuários e pode ter o dobro disso e a situação é a mesma.
No Ambiente de Sobrevivência Curador não há mais o problema que tínhamos na Gestão: mais gente, não significa mais gerentes, chefes ou diretores.
O problema todo que temos ao viver cada vez mais no Ambiente de Sobrevivência Curador é que nossos corações e mentes foram formatados para viver com muito menos autonomia.
Por dois motivos:
- o aumento populacional gerou uma crise conjuntural de centralização, o que reduziu a autonomia das pessoas;
- e as mídias orais e escritas, permitiram a criação do Ambiente de Sobrevivência Gestor, que tinha limitações estruturais.
O grande desafio do Sapiens na Civilização 2.0 é conseguir aumentar a Taxa de Autonomia, aprendendo a criar e a usar os novos Ambientes de Sobrevivência.
Existe, assim, uma Demanda Estrutural Obrigatória para que nos personalizemos e nos individualizemos ainda mais para que possamos viver na Civilização 2.o.
Nossos descendentes serão cada vez mais autônomos, como nós fomos em relação aos modelos mais absolutistas do passado.
Este novo cenário – mais inovador e mutante – demanda, assim, o que Dweck chama de um Mindset do Crescimento.
O Mindset do Crescimento é, no meu entender, uma escolha, na qual vamos reposicionar o nosso ego.
Hoje, por tendência, nossa vaidade está mais focada no resultado do que no aprendizado.
A atual Revolução Civilizacional demanda uma adequação do posicionamento do ego no aprendizado e não no resultado. Temos aí um desafio filosófico/psicológico.
Podemos dizer que temos pessoas que querem “mais aparecer do que aprender” e outras que querem mais “aprender do que aparecer”.
O Posicionamento do Ego no Perfil Mais Aparecer do que Aprender não é sustentável, pois o cenário é mutante e, por causa disso, nós precisamos ser mutantes também.
Se o seu ego está posicionado não no aprendizado, mas no resultado o seu desempenho pessoal e profissional vai começar a brigar com os fatos.
Vejamos as frases que Dweck colocou no livro, que podem ser lidas com essa nova Roupagem Bimodal:
Sobre os que querem Mais Aparecer do que Aprender:
- “…indivíduos que acreditam em características imutáveis têm uma urgência em serem bem-sucedidos.”
- “…o sucesso sem esforço, pois é a melhor maneira de provar seu talento.” (Por isso temos a Esforçofobia);
- “Gostamos de pensar em nossos campeões e ídolos como super-heróis, que nasceram diferentes de nós.”
- “…no mindset fixo você não assume o controle de suas capacidades e de suas motivações.”
- “Não se esqueçam de que esses grandes gênios tampouco querem ter grandes equipes. Pessoas de mindset fixo desejam ser os únicos mandachuvas, para que, ao se compararem com os que estão à sua volta, se sintam superiores.”
- “Em vez de formar uma equipe extraordinária de gerentes, como as empresas que passavam de boas a excelentes, elas operavam segundo a premissa de mindset fixo de que os grandes gênios não precisam de grandes equipes. Precisam apenas de subordinados para executar suas ideias brilhantes.”
- “Precisam constantemente afirmar sua superioridade, e a empresa nada mais é do que uma plataforma para esse fim.”
- “Passou à ofensiva, proferindo raivosos comentários contra os japoneses e exigindo que o governo norte-americano impusesse tarifas e cotas que os detivessem. Num editorial contra Iacocca, o New York Times advertiu, “a solução está em fabricar carros melhores neste país, e não em justificativas coléricas contra o Japão”.
- “O mindset fixo criava neles um reino mágico no qual o brilho e a perfeição do rei eram constantemente confirmados.”
- “Mas, em momentos críticos de decisão, optaram por aquilo que os faria se sentirem bem a seus olhos e aos olhos alheios, em vez de preferir o que seria melhor para os objetivos de longo prazo da empresa.”
Sobre os que querem Mais Aprender do que Aparecer:
- Acreditam no desenvolvimento humano.
- Não estão sempre tentando provar que são melhores do que os demais.
- Não reivindicam crédito pelas contribuições de outras pessoas nem prejudicam os demais a fim de parecerem poderosos.
- Estão sempre tentando melhorar.
- Cercam-se das pessoas mais capazes que conseguem encontrar, enfrentam diretamente seus próprios erros e deficiências e procuram saber com franqueza quais as qualificações de que eles mesmos e suas empresas necessitarão no futuro.
- Podem progredir com uma confiança baseada em fatos e não como resultado de fantasias a respeito de seu talento.
- “Os mais receptivos às críticas são considerados promissores”.”
- “Os CEOs enfrentam outro dilema. Podem preferir estratégias de curto prazo que aumentem o valor das ações da firma e façam com que pareçam heróis. Ou podem trabalhar em busca de aperfeiçoamento de longo prazo, arriscando-se à desaprovação de Wall Street ao lançar as bases para a saúde e o crescimento da empresa num prazo mais longo.”
- “Faça mais esforço ou tente novas estratégias”. Não consideraram aquilo um fracasso, e não imaginaram que tivesse reflexos em seu intelecto.”
- “…existe um mindset que ajuda as pessoas a lidar com os reveses, indica-lhes boas estratégias e as leva a agir em seu próprio interesse.”
- “Esses superastros chegaram ao topo e lá permaneceram por muito tempo porque estavam sempre se autoanalisando, enfrentavam os desafios e continuavam a crescer. Al Dunlap se achava inerentemente superior, e por isso preferiu não aprender o que poderia tê-lo ajudado a ter sucesso.”
É isso, que dizes?
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Os 4 tipos de organizações depois da chegada do Digital
mar 26th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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Nova Hashtag:
#os4tiposdeorganizacões – classificando modelos organizacionais.
Frases de Divulgação do Artigo:
- Estamos, pela primeira vez na história, começando a nos utilizar da Filosofia Administrativa dos Insetos, em especial, o das formigas.
- Na verdade, a Transformação Digital que está sendo muito badalada por aí é apenas a passagem de Ambientes Administrativos Gestores Absolutistas para Republicanos.
- O Uber é um exemplo de um Ambiente Administrativo Curador Platafórmico, assim como o Bitcoin é do Ecossistêmico.
- As Organizações Tradicionais são plantadoras de tomate e os Ubers cultivam kiwis.
- As novas Organizações Digitais – que estão criando Zonas de Atração – têm outro DNA administrativo, diferente das Tradicionais.
- Pela quantidade de membros, as Formigas não sobreviveriam com a coordenação de um líder-alfa.
- Pela primeira vez, o Sapiens está imitando ambientes produtivos que se aproximam do DNA da sobrevivência das formigas.
- Vivemos hoje a maior Revolução Civilizacional da história do Sapiens.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo:
”Quando você não precisa pedir permissão, a inovação prospera.” – Steven Johnson.
Quer um papo reto?
O Sapiens não se conhece direito.
É essa a grande lição que estamos aprendendo com as atuais mudanças.
Somos uma espécie única e não temos com quem nos comparar.
Não temos uma outra Tecnoespécie conhecida e, por causa disso, ficamos meio perdidos.
O que nos resta fazer é utilizarmos a Animalogia, a comparação com outras espécies e promover uma Comparação Negativa.
Na Comparação Negativa, vamos ver o que as outras espécies NÃO conseguem fazer para saber o que nós podemos para nos conhecer melhor.
Assim, a atual Revolução Civilizacional 2.0 provocou diversas crises:
- Epistemológica – não sabemos o que está ocorrendo;
- Psicológica – por não entender, a resistência a ela aumenta;
- Operacional – não sabemos quais são as melhores decisões diante dela.
Eu, como conceituador, tenho tentado nos meus últimos 20 anos de trabalho contribuir para minimizar estas crises.
E a BIMODAIS, nos seus primeiros três anos e tanto de existência, a mesma coisa.
Vejamos mais um detalhe da Visão de Cenário Bimodal.
Vivemos hoje a maior Revolução Civilizacional da história do Sapiens.
Pela primeira vez, estamos criando na história ambientes produtivos que se aproximam do modelo das formigas.
Formigas são o que são por causa do tamanho da colônia, que não sobreviveria com a coordenação de um líder-alfa.
Quanto maior a comunidade de uma espécie, mais cada um dos membros precisa de autonomia para poder ajudar no todo.
Líderes alfa têm limitação da sua capacidade de coordenar, conforme vai-se aumentando o Patamar de Complexidade Demográfica.
O principal motivo da atual Revolução Civilizacional 2.0 é a promoção de um ajuste sistêmico entre os ambientes produtivos atuais e o novo Patamar de Complexidade Demográfica.
Estamos, pela primeira vez na história, começando a nos utilizar da Filosofia Administrativa dos Insetos, em especial, o das formigas.
As novas Organizações Digitais – que estão criando Zonas de Atração – têm outro DNA administrativo, diferente das Tradicionais.
No meu livro, Administração 3.0, de 2018, defendi que as Organizações Tradicionais são plantadoras de tomate e os Ubers cultivam Kiwis.
Como novidade, podemos hoje, depois de muitas análise, dividir as atuais organizações em quatro tipos distintos, separadas por dois tipos de Ambientes Administrativos que têm DNAs diferentes.
No geral, temos:
- Ambientes Administrativos Gestores – têm um Modelo de Comunicação baseado na Oralidade e na Escrita e, por causa disso, são dependentes de um líder-alfa. Do ponto de vista comparativo com as outras espécies, é um Modelo de Sobrevivência Mamífero, que tem limites de manter a qualidade em larga escala. Este modelo passou a ficar obsoleto com o aumento populacional;
- Ambientes Administrativos Curadores – tem um Modelo de Comunicação baseado nos Rastros Algorítmicos e, por causa disso, NÃO mais precisam de um líder-alfa. Do ponto de vista comparativo com as outras espécies, é um Modelo de Sobrevivência Insetífero, que não tem mais os limites antigos da qualidade em larga escala. Este modelo vem nos ajudar a lidar, de forma mais adequada, com o aumento populacional.
Nos Ambientes Administrativos Gestores temos dois modelos:
- o Ambiente Administrativo Gestor Absolutista – no qual o líder centraliza mais as decisões, reduzindo a autonomia das equipes;
- o Ambiente Administrativo Gestor Republicano – no qual o líder descentraliza mais as decisões, aumentando a autonomia das equipes.
Em ambos os casos, o Ambiente Administrativo Gestor é obrigado a ter um líder alfa para que possa funcionar.
Nos Ambientes Administrativos Curadores temos também dois modelos:
- o Ambiente Administrativo Curador Platafórmico – no qual o curador centraliza mais as decisões, reduzindo a o poder dos participantes da plataforma;
- o Ambiente Administrativo Curador Ecossistêmico – no qual o curador define um modelo inicial e descentraliza as decisões, aumentando o poder dos participantes da plataforma.
O Uber é um exemplo de um Ambiente Administrativo Curador Platafórmico, assim como o Bitcoin é do Ambiente Administrativo Curador Ecossistêmico.
Quando se fala da Transformação Digital, na verdade, muito do que está sendo feito é a passagem de Ambientes Administrativos Gestores Absolutistas para Republicanos.
O problema, porém, é que os Ambientes Administrativos Gestores têm Limitações Administrativas Estruturais, pois não conseguem resolver problemas de qualidade em larga escala.
O grande diferencial dos Ambientes Administrativos Curadores é justamente ter uma relação de custo/benefício melhor na solução de problemas de larga escala com qualidade.
Por isso, tendem a ser, cada vez mais, adotados nas Zonas de Atração Futura, deixando, gradualmente, os Ambientes Administrativos Gestores nas Zonas Neutras ou de Abandono.
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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#2 – Mentalidade – Carol Dweck
mar 25th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Carol Dweck – conhecendo a forma de pensar desta autora.
Frases de Divulgação do Artigo
- Existe uma escolha filosófica que todos fazemos: vamos nos potencializar como pessoas ou não?
- Uma goiabeira não tem a possibilidade de produzir outro tipo de fruta – o ser humano não tem esta limitação.
- A BIMODAIS está interessada é ajudar os Inquietos Inovadores a se potencializar e ajudar a sociedade na passagem da Civilização 1.0 para a 2.0.
- Em momentos de grandes mudanças, caóticos, confusos, os Inquietos Inovadores são aqueles que reúnem mais capacidade para ajudar na migração.
- Na busca pelo aperfeiçoamento é preciso se autoconhecer para atender as demandas do nosso Cachorrinho Interno.
- O que é “ser melhor” varia de pessoa para pessoa.
- A ideia de que todo mundo pode ser melhor amanhã é – de fato – um norte que pode vale para todos, desde que se queira isso.
- O Inquieto Inovador tem uma aptidão especial e um prazer para enfrentar o caos. Cada Inquieto, tem um tipo de caos no qual é especialista.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo
“…pessoas de mindset fixo não reconhecem suas deficiências nem as corrigem.” – Dweck.
Volto a este ponto:
“Qualquer pessoa será capaz de fazer qualquer coisa? Na verdade, não sei. No entanto, creio que agora podemos concordar que as pessoas são capazes de fazer muito mais do que parece à primeira vista.”
Acredito que sim pouco importa.
Porém, vamos criando determinadas divisões neste debate.
A ideia de que todo mundo pode ser melhor do que é hoje amanhã é – de fato – um norte que vale para todos.
Porém, o que é “ser melhor” varia de pessoa para pessoa.
Na busca pelo aperfeiçoamento é preciso se autoconhecer para que se possa atender as demandas do nosso Cachorrinho Interno.
O foco da BIMODAIS, entretanto, não é ajudar a TODAS as pessoas a se desenvolverem e acharem seus caminhos.
Nossas pesquisas nos revelaram que:
Em momentos de grandes mudanças, caóticos, confusos, os Inquietos Inovadores são aqueles que reúnem mais capacidade para ajudar.
Estamos no início do Segundo Ciclo de Pesquisa Bimodal, já que o primeiro foi o estudo do Cenário do Pós-Digital.
Por quê o estudo?
Percebemos, com o tempo, que os Inquietos Inovadores, tem como característica:
- gostam de desafios, principalmente de levar ordem ao caos;
- conseguem ter um pensamento lógico acima da média.
Tais características são fundamentais para momentos caóticos.
O problema que temos diante do Desafio do Estudo sobre os Inquietos Inovadores é o seguinte:
- não temos (ou ainda não achamos) estudos consistentes sobre o tema;
- os Inquietos Inovadores não sabem que são Inquietos Inovadores;
- os Inquietos Inovadores estão sem contato com outros Inquietos Inovadores;
- Os Inquietos Inovadores, NÃO têm disponível teorias e metodologias fortes para que possam
render o máximo possível o seu potencial.
Carol Dweck e os outros Autores Excelentistas apresentam sugestões para as pessoas de maneira geral, que são úteis para o nosso propósito.
Mas o que a BIMODAIS está interessada é ajudar os Inquietos Inovadores a se potencializar e ajudar a sociedade na passagem da Civilização 1.0 para a 2.0.
Sendo ou não sendo eis a questão!
‘A questão de saber se as qualidades humanas podem ser cultivadas ou se são imutáveis é antiga.”
A questão da Felicidade Progressiva é um dos principais temas da filosofia.
Temos qualidade e nos perguntamos como podemos aprimorá-las?
Todos os Autores Excelentistas, que apresentam uma série de argumentos, na verdade, reproduzem bastante os antigos filósofos.
Na sequência dos estudos BIMODAIS teremos que mergulhar em alguns filósofos para analisar como eles abordaram estes temas.
Para que possamos melhorar este embasamento, um Livro Encruzilhada (que abre novos caminhos) me parecer ser o de Frédéric Lenoir: “Sobre a felicidade: Uma Viagem Filosófica.”, que vai estar na nossa lista.
A Inteligência de Nicho Progressiva
“Embora as pessoas possam diferir umas das outras de muitas maneiras — em seus talentos e aptidões iniciais, interesses ou temperamentos —, cada um de nós é capaz de se modificar e desenvolver por meio do esforço e da experiência.”
Talvez, um dos maiores insights lendo a Carol foi ter chegado no novo conceito da Inteligência de Nicho Progressiva.
Quando uma pessoa consegue chegar na sua Jornada de Excelência Sustentável (o que inclui ter uma clientela que banque a sua Jornada) e passa a desenvolvê-la, de forma contínua, ao longo de vários anos, ela entra no que podemos chamar de Macro Fluxo.
Macro Fluxo é o resultado da manutenção de uma determinada habilidade (para a qual tem mais aptidão) por um longo tempo.
Digamos que você tem aptidão para a música e consegue passar anos numa Jornada de Excelência Sustentável no Macro Fluxo.
Você está, não só desenvolvendo a sua habilidade, mas também a sua aptidão ao mesmo tempo.
A sua aptidão, que muitos chamam de inteligência, ela se expande, conforme você pratica determinada habilidade.
Ou seja, você vai ficando mais inteligente, conforme vai praticando uma habilidade.
Para que isso seja possível, a habilidade escolhida tem que trazer um bem estar continuado e você tem que estar no Modus Aprendizado Progressivo.
Sobre isso ela diz:
“…nossa inteligência ou nossa personalidade são características que podemos desenvolver, em vez de constituírem algo fixo, um traço profundamente arraigado?”
Modus de Aprendizado Progressivo e Modus de Não Aprendizado Não Progressivo
Ela diz:
“O importante é que é possível escolher qual dos dois mundos você deseja habitar.”
Dweck divide os Mindsets em dois:
De Crescimento e Fixo.
Acredito que seja melhor, nem chamar de aprendizado, mas de Escolha Filosófica, que são duas:
- Modus de Aprendizado Progressivo;
- ou Modus de Não Aprendizado Não Progressivo.
A dicotomia que temos colocado aqui.
No Modus de Não Aprendizado Não Progressivo, fazemos a escolha de viver como se fôssemos uma árvore, pois há algo definitivo em nós naquilo que poderia ser aprimorado.
A pessoa confunde o que é estrutural do que é conjuntural.
No Modus de Aprendizado Progressivo, fazemos a escolha de viver como se fôssemos uma pessoa, procurando nos aprimorar.
A pessoa consegue separar de forma mais adequada o que é estrutural do que é conjuntural.
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Decisões baseadas na lógica ou na autoridade?
mar 21st, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
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#Decisões baseadas na lógica da interação ou das autoridades – refletindo sobre esta questão.
Frases de Divulgação do Artigo
- De maneira geral, nós temos nossos corações e mentes formatados para confiar nas autoridades.
- E é justamente as autoridades, aquelas que definem o que é verdade, que acabam resistindo e influenciando para que a mudança não ocorra, apesar dos fatos.
- Em geral, as autoridades de um antigo sistema em crise estão ali muito mais para defender o legado existente do que pensar em outras possibilidades.
- Nas grandes crises, como a atual, há uma ENORME demanda por Ferramentas Epistemológicas, que nos ajudem a perceber o que é mais verdade e o que é mais mentira.
- Boa parte do processo inicial de inovação é a de conseguir superar os paradigmas da Procura da Verdade, via Autoridade.
- Repare que quando pessoas vão apresentar argumentos com pouca lógica há um apelo maior para efeitos especiais emocionais.
- Na Lógica das Autoridade as pessoas são levadas a pensar não no que é dito, mas por quem é dito.
- Os Sistêmicos se esforçam para defender no mercado diagnósticos pouco lógicos, mas que são aceitos pelo efeito do marketing e não pelo embasamento lógico dos mesmos.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
O principal:
Todos os Mapas Mentais produzidos para o artigo em PDF: https://bit.ly/3NpJzKv
Vamos ao artigo
“Nunca deve-se aceitar algo só por que foi dito por uma autoridade.” – Marcelo Gleiser.
No mergulho que estamos fazendo dos Autores Excelentistas, existe um certo consenso de existem dois de Mentalidades ou Mindsets:
- a Mentalidade Fechada – aquela que tem mais dificuldade para se adaptar às mudanças;
- a Mentalidade Aberta – aquela que tem mais facilidade para se adaptar às mudanças.
Porém, na nossa avaliação, temos uma variação de taxas de uma e outra dependendo do contexto.
Eis as regras da variação das Mentalidades, conforme o contexto:
- Quando temos ambientes mais fechados, de baixa inovação e autonomia, mais centralizados, há um incentivo ao aumento da taxa da Mentalidade Fechada;
- Quando temos ambientes mais abertos, de maior inovação e autonomia, mais descentralizados, há um incentivo ao aumento da taxa da Mentalidade Aberta.
Do ponto de vista da capacidade de dialogar e aprender, temos as seguinte Formas de Procura da Verdade, conforme as Mentalidades:
- Verdade Baseada nas Autoridades – neste método é preciso que a pessoa tenha determinado status para ser levada em consideração. É uma procura da verdade mais verticalizada. Aparece mais na Mentalidade Fechada;
- Verdade Baseada nas Interações – neste método é preciso que a pessoa que defende uma ideia tenha determinada lógica para ser levada em consideração. É uma procura da verdade mais horizontalizada. Aparece mais na Mentalidade Aberta.
Em momentos de grandes mudanças, como o atual, um dos principais problemas que passamos a ter é a dificuldade de abandonar a Verdade Baseada nas Autoridades.
De maneira geral, nós temos nossos corações e mentes formatados para confiar nas autoridades.
Porém, em momentos de grandes mudanças, as autoridades de plantão são representantes do sistema e tendem a se agarrar ao passado e não ao futuro.
E é justamente as autoridades, aquelas que definem o que é verdade, que acabam resistindo e influenciando para que a mudança não ocorra, apesar dos fatos.
Um sistema – seja ele qual for – que fica muito tempo dentro de uma certa estabilidade – gestando uma crise latente – aumenta a Taxa da Verdade Baseada nas Autoridades.
Em geral, as autoridades de um antigo sistema em crise estão mais ali muito mais para defender o legado existente do que pensar em outras possibilidades.
Boa parte do processo inicial de inovação é conseguir superar os paradigmas da Verdade Baseada nas Autoridades.
Num diálogo fictício temos o seguinte:
- A diz: “Fulano disse tal coisa”;
- B responde: “Não vejo muita lógica nisso”;
- C retruca: “Cara, mas foi FULANO que disse.”
Um exemplo típico são as grandes crises econômicas, nas quais sempre um grupo pequeno – que apontava problemas – é deixado de lado.
Um filme que exemplifica bem o problema é a “A Grande Aposta“.
Vejamos a Sinopse:
“Em 2008, o guru de Wall Street Michael Burry percebe que uma série de empréstimos feitos para o mercado imobiliário está em risco de inadimplência. Ele decide então apostar contra o mercado investindo mais de um bilhão de dólares dos seus investidores. Suas ações atraem a atenção do corretor Jared Vennet que percebe a oportunidade e passa a oferecê-la a seus clientes. Juntos, esses homens fazem uma fortuna tirando proveito do colapso econômico americano.”
No filme é nítido que as pessoas confiavam nas autoridades para definir a qualidade dos papéis do mercado hipotecário.
Porém, as autoridades que deveriam fiscalizar o mercado, se beneficiavam do mesmo e não agiam com neutralidade.
Foi a fé na autoridade de plantão que empurrou o sistema todo para a crise.
Eles eram autoridades, nas quais todos confiavam totalmente e, foi justamente isso, o efeito manada da Verdade Baseada nas Autoridades, que gerou a crise.
Quando vivemos Mudanças DRED (Disruptivas, Rápidas, Estruturais e Desconhecidas) como a atual isso se torna ainda mais grave.
Bom, digamos que queremos uma Procura da Verdade Mais Horizontalizada e baseada nas Interações e para isso, vamos precisar de Ferramentas Epistemológicas.
A Epistemologia é o ramo da filosofia que estuda como pensamos melhor, com mais lógica.
Como a verdade será definida não por quem diz, mas por o que a pessoa diz, independente quem seja, eu preciso de ferramentas para julgar o mérito do que está sendo dito.
O problema que temos, como agora, depois de um longo período da Procura da Verdade Mais Verticalizada, as pessoas não aprenderam a Procurar a Verdade pelas Interações.
Depois de longos períodos em que a procura da verdade é feita pelas autoridades, temos um déficit de entender os problemas, através da Lógica das Interações.
Nas grandes crises, como a atual, há uma ENORME demanda por Ferramentas Epistemológicas, que nos ajudam a perceber mais o que é mais verdade e o que é mais mentira.
Antes de tudo é preciso analisar numa determinada narrativa em cima de uma Bancada Epistemológica:
- estamos falando de teoria ou metodologia:
- se for de teoria, estamos analisando qual fenômeno?;
- qual é a sua essência para que não possamos confundi-lo como outro ou inventar um que não existe?
- quais são as causas do mesmo?
- quais são as consequências do mesmo?
- quais são as recorrências para comprovar a essência, as causas e as consequências?
- a partir disso, quais são as metodologias mais adequadas e como confirmar que são as mais adequadas, a partir da análise do fenômeno.
Tudo isso está bem estruturado, faz sentido, é bem explicado?
Note que todo o processo da procura da verdade é antecipatório e, por causa disso, precisa de uma Alta Taxa Abstrativa.
Pessoas com a Mentalidade Fechada ou por temperamento, tendência e prática tendem a ter uma baixa taxa abstrativa.
Repare que quando pessoas vão apresentar argumentos com pouca lógica vão apresentar argumentos, há um apelo maior para efeitos especiais emocionais.
O objetivo é apelar para as emoções e menos para a reflexão, estimulando a Fé nas Autoridades e não Lógica das Interações.
É isso, que dizes?
Colaboraram os Bimodal: Fernanda Pompeu e Lawrence Koo.
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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As 3 Escolhas Éticas Fundamentais do Sapiens
mar 21st, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#as 3 escolhas – refletindo sobre esta questão.
Frases de Divulgação do Artigo
- Quanto mais centralizado e controlador for o Ambiente de Sobrevivência, mais teremos a redução da Taxa de Éticas Mais Humanas e vice-versa.
- Vivemos hoje o exponencial aumento da Taxa de Éticas Mais Humanas em função da chegada da Civilização 2.0.
- No Mindset Fixo, na escolha da vida de árvore, a pessoa não se vê como um processo, mas como algo que já está mais ou menos pronto, desde a “fábrica”
- Na maior parte das vezes, tendemos muito mais a Zecapagodar: “deixar que a vida nos leve” do que assumir a nossa personal existência.
- A criação e o desenvolvimento do Terceiro Eu implica na Originalização Progressiva, na qual eu procuro potencializar as minhas aptidões diariamente.
- Tem gente que escolhe sua ética de forma refletida e tem os que optam por elas sem saber o que escolheram.
- Somos uma espécie aberta e não fechada, que nos permite que cada qual possa fazer escolhas.
- Ser humano é escolher caminhos.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo:
“Claro que seus familiares querem sua felicidade. Mas vão dar conselhos e orientações segundo a ótica… deles.” – Joel Moraes.
Ser humano é escolher caminhos.
Somos uma espécie aberta e não fechada, que nos permite que cada qual possa fazer escolhas.
Escolhas éticas são escolhas humanas.
Gosto da abordagem de Ayn Rand (1905 – 82), adepta da Animalogia (comparação do Sapiens com outras espécies).
Ela, na comparação com outras espécies, afirma que o Sapiens escolhe como vai sobreviver e as outras espécies, não.
Os outros seres vivos são genéticos e o Sapiens é Tecnocultural.
Nós temos encruzilhadas, nas quais, de forma consciente, ou não, fazemos escolhas de como vamos levar nossas vidas.
Na maior parte das vezes, tendemos muito mais a Zecapagodar: “deixar que a vida nos leve” do que assumir a nossa Personal Existência.
Tem gente, assim, que escolhe sua ética de forma refletida e tem os que optam por elas sem saber o que escolheram.
Ética vem de ethos da escolha “do modo de ser” diante das várias opções possíveis.
Depois de várias leituras dos Autores Excelentistas, acredito que temos “3 Escolhas fundamentais do Sapiens”:
- a Ética da Existência – vou repetir padrões ou criar uma vida mais personalizada?
- a Ética da Sobrevivência – vou viver de trocas voluntárias ou impor aos outros a minha sobrevivência, através de algum tipo de imposição ou força?
- a Ética da Excelência – vou me originalizar o máximo que posso, a partir dos meus potenciais, ou não?
Detalhemos cada uma delas.
Ética da Existência
Aqui temos a escolha entre “eu sou árvore” ou “sou um sapiens”?
Vou viver uma vida igualzinha aos que me formataram (família, escola, amigos, local que nasci e vivi) ou vou me reinventar?
A escolha pela repetição da maior parte dos padrões da Formatação Original da Existência é chamada por Carol Dweck de Mindset Fixo.
(Veja mais a análise do livro de Carol, aqui.)
No Mindset Fixo, na escolha da vida de árvore, a pessoa não se vê como uma processo, mas como algo que já está mais ou menos pronto, desde a fábrica.
Na escolha de uma vida próxima da Formatação Original da Existência, a pessoa não acredita que o seu futuro é mais aberto do que fechado, mas mais fechado do que aberto.
Temos na escolha pela repetição da Formatação Original da Existência uma taxa de humanização menor.
Ética da Sobrevivência
Nesta decisão, vamos escolher entre conseguir sobreviver por conta própria, através da prestação de trocas voluntárias ou vamos impor, de alguma forma, a alguém que banque a minha sobrevivência.
Isso vale para a escolha que eu faço na minha relação com a família ou no lugar em que vou trabalhar ou se opto ou não por ações que vão contra a escolha voluntária dos indivíduos.
Na Ética da Sobrevivência temos:
- Uma Sobrevivência Saudável, baseada em Rand, é aquela em que há trocas voluntárias, de comum acordo, entre as partes;
- Uma Sobrevivência Tóxica, baseada em Rand, é aquela que há imposição de alguém sobre o outro alguém, de forma involuntária, através da imposição.
Temos na escolha pela Sobrevivência Tóxica uma taxa de humanização menor.
Ética da Excelência
Na Ética da Excelência, optamos por uma vida mais original, mas resolvemos levar isso, não de uma forma leviana, mas como uma missão.
Escolhemos a Humanização Progressiva, através da Originalização dos Potenciais como uma missão de vida.
Neste momento, eu abraço a Métrica da Felicidade Endógena – aquela em que eu entro no Modus do Aprendizado Progressivo.
Vejamos:
- Eu penso a minha vida como um projeto, desde onde estou até a minha morte;
- Escolho um Problema Foco;
- E procuro, a partir dele, desenvolver minhas aptidões, através das minhas habilidades, tendo como referência minha escolha de Sobrevivência Saudável.
Temos na escolha pela Existência Progressiva uma taxa de humanização menor.
Ambiente e as éticas escolhidas
Sim, o ambiente influencia bastante na escolha de Éticas com uma Taxa de Humanidade Menor.
Quanto mais centralizado e controlador for o Ambiente de Sobrevivência, mais teremos a redução da Taxa de Éticas Mais Humanas e vice-versa.
Temos, na Macro História, a influência das Mídias/População na variação das Taxas de Éticas Mais Humanas.
Vejamos:
- Aumentos populacionais, seguidos de Mídias Mais Concentradas, geram a Centralização da Sobrevivência e isso provoca o aumento da Taxa de Éticas Menos Humanas.
- Revoluções Civilizacionais, marcadas pela chegada de Mídias Mais Distribuídas, colaboram para o aumento da Taxa de Éticas Mais Humanas.
Vivemos hoje o exponencial aumento da Taxa de Éticas Mais Humanas em função da chegada da Civilização 2.0.
Este aumento da Taxa de Éticas Mais Humanas é uma das fortes características das Renascenças Civilizacionais, típicas destes momentos de Revoluções da Sobrevivência.
Exemplos das escolhas Éticas
Um sequestrador resolve fazer algo completamente diferente de sua família e da comunidade em que nasceu, que não era chegada ao crime.
Ele fez uma opção por uma Ética de Existência diferenciada do seu ambiente.
Porém, optou por uma Ética da Sobrevivência Tóxica, pois ele não sobrevive de trocas voluntárias, mas da imposição ao outro da solução de seus problemas à força, através do sequestro.
Ele tende a se entregar às Felicidades Conjunturais, vivendo uma vida de hedonismo.
(Hedonismo – dedicação aos prazeres mais imediatos como estilo de vida.)
Não há na vida do sequestrador um Projeto de Excelência, de longo prazo, no qual vai procurar uma potencialização.
Ele sequestra para comprar alegrias conjunturais e mostrar para o outro como ele tem uma vida alegre, mas não feliz.
O sequestrador está no que chamamos de algo entre o Primeiro e o Segundo Eu.
Por outro lado, aquele que opta pelas escolhas Éticas Mais Humanas da Existência se aproxima do que estamos chamando do Terceiro Eu.
O Terceiro Eu é um estágio no qual a pessoa consegue uma Felicidade Estrutural Continuada, a partir da viabilização de suas vocações em projetos sustentáveis e progressivos.
A criação e o desenvolvimento do Terceiro Eu implica na Originalização Progressiva, na qual eu procuro potencializar as minhas aptidões diariamente.
É isso, que dizes?
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#1 – Mentalidade – Carol Dweck
mar 21st, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Carol Dweck – conhecendo a forma de pensar desta autora.
Frases de Divulgação do Artigo
- A inquietude, entretanto, é uma taxa que pode ser aumentada, conforme as metodologias empregadas.
- Num processo de inovação os inquietos têm a missão de criar – e os quietos de consolidar as criações.
- Numa demanda maior por inovação como a atual, é preciso definir bem o papel dos quietos e dos inquietos nos projetos inovadores.
- Temos na sociedade tanto a Quietofobia, quanto a Inquetofobia, que precisam ser melhor trabalhadas.
- A escolha pela Métrica da Felicidade Endógena é um reposicionamento do ego, que tira a vaidade dos resultados e a passa para os processos.
- Tanto Quietos e Inquietos precisam posicionar melhor o seu ego para que tenham a métrica de felicidade de dentro para fora.
- Os Quietos têm a missão de consolidar novidades e manter as coisas funcionando.
- Os Inquietos já vêm ao mundo com uma placa-mãe diferente, própria para trazer novidades.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo:
“…há muita inteligência por aí sendo desperdiçada pela subestimação da capacidade de desenvolvimento das pessoas.” – Dweck.
O estudo do atual livro faz parte da pesquisa dos Autores Excelentistas para que possamos construir a Metodologia de Inovação Bimodal, via Inquietos Inovadores.
O livro “Mentalidade” da Carol Dweck é o décimo livro lido e analisado neste estudo.
A autora:
“Eu era obcecada pela ideia de compreender como as pessoas lidam com fracassos, e resolvi estudar esse tema observando como os estudantes lidavam com problemas difíceis.”
“…estava decidida a descobrir o que era — a entender o tipo de mindset capaz de transformar o fracasso (ou o meu potencial – inclusão do Nepô) em um dom.”
Objetivo do livro:
“Meu trabalho faz parte de uma tradição da psicologia que mostra o poder das crenças pessoais.”
“Com este livro você aprenderá como uma simples crença a respeito de si mesmo, uma crença que descobrimos em nossas pesquisas, orienta grande parte de sua vida. De fato, permeia cada parte de sua vida. Uma parcela significativa do que você acredita ser sua personalidade na verdade é gerada por esse “mindset”. E muito do que impede a realização de seu potencial é também produto dele.”
“Ao final de cada capítulo e em todo o último capítulo, mostro a você maneiras de aplicar as lições — formas de reconhecer o mindset que está orientando sua vida, compreender seu funcionamento e modificá-lo, caso deseje.”
“Questionar a “crença geral de que a inteligência é inata, e não construída.”
“Qualquer pessoa será capaz de fazer qualquer coisa? Na verdade, não sei. No entanto, creio que agora podemos concordar que as pessoas são capazes de fazer muito mais do que parece à primeira vista.”
Visão Geral
O livro “Mindset” de Carol Dweck pretende ajudar as pessoas a ter uma vida mais significativa.
Basicamente, ela reforça a ideia de que temos que promover uma escolha, que ela divide em dois Mindsets:
- o Mindset Fixo – que a pessoa NÃO vê a sua história como um processo a ser construído, mas algo que vem de fábrica, que a torna, por algum motivo, especial;
- o Mindset de Crescimento – que a pessoa vê a sua história como um processo a ser construído, NÃO algo que vem de fábrica. O que a pode torná-la mais feliz é um esforço continuado.
Ela procura demonstrar com várias pesquisas, cases, histórias o quanto o Mindset Fixo causa problemas para a pessoa no particular e para a sociedade no geral.
Passemos agora a analisar o que podemos agregar da Narrativa de Carol para a dos BIMODAIS.
Análise aleatória
Temperamentos da Continuidade e da Descontinuidade
Temos aqui um problema de separar Temperamentos de Mindsets.
Na verdade, Mindset é melhor explicado pela escolha do posicionamento do Ego.
Explico.
Existem dois tipos de temperamentos das pessoas.
- O da Continuidade (os Quietos);
- O da Descontinuidade (os Inquietos).
Quando falamos de Mindset estamos abordando, na verdade, o posicionamento do ego escolhido:
- Ego Exógeno – que tem como referência de felicidade mais o outro do que ele mesmo;
- Ego Endógeno – que tem como referência de felicidade mais ele mesmo do que o outro.
Os Temperamentos Quietos e Inquietos têm funções distintas na sociedade.
- Pessoas com o Temperamento Quieto são responsáveis por manter o sistema funcionando;
- Pessoas com o Temperamento Inquieto são responsáveis por mudar o sistema quando ele precisa de ajustes.
Existem problemas nos dois temperamentos, se o Ego estiver mal posicionado.
Ela diz:
“O mindset fixo faz com que você se preocupe com a forma pela qual será avaliado; o mindset de crescimento torna-o interessado em seu aperfeiçoamento.”
Mudemos a frase acima e coloquemos posicionamento do ego, vejamos como fica:
“O Posicionamento do Ego Exógeno faz com que você se preocupe com a forma pela qual será avaliado; o Posicionamento do Ego Endógeno torna-o interessado em seu aperfeiçoamento.”
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.
Por que podemos dizer que estamos na Civilização 2.0?
mar 18th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal210322a
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#Filosofias de Sobrevivência – desenvolvendo este conceito.
Frases de Divulgação do Artigo
- No Uber, como são os passageiros e motoristas que se auto avaliam, pouco importa se temos 50, 5 mil ou 5 milhões de membros, pois a autogestão resolve o problema da escala.
- Uma Tecnoespécie como a nossa, ao aumentar a população, se vê OBRIGADA a promover upgrades na sua forma de sobreviver.
- Na Filosofia de Intermediação Mamífera do Sapiens era impossível quebrar a barreira da qualidade em larga escala a baixo custo.
- Mais gente no planeta nos obriga a criar Ambientes de Sobrevivência mais Autogestionados.
- As Mudanças Civilizacionais Disruptivas que estamos passando neste novo século são consequência do aumento populacional.
- O Sapiens é a única espécie viva do planeta, que inventa e reinventa, de forma consciente, a sua forma de sobrevivência.
- Quanto maior é o tamanho de membros de determinada espécie, mais terá que inventar formas mais auto organizadas para sobreviver.
- Uma colônia de formigas entraria em colapso se dependesse da Comunicação Sonora para resolver os problemas do formigueiro.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo:
“Quem está dando ordem num formigueiro? Ninguém, elas se auto organizam!” – Steve Johnson.
Não é de hoje que estamos usando a metáfora de que o Sapiens está saindo do mundo dos mamíferos e entrando no das formigas para explicar a passagem da Civilização 1.0 para a 2.0.
Neste artigo, pretendo melhorar isso e explicar com mais precisão, a partir das provocações de Daniel Pink, no livro “Motivação 2.0”, quando o autor tenta desenvolver uma teoria sobre o mundo atual (fraca, diga-se de passagem).
(Ver análise do livro de Pink aqui.)
Formigas desenvolveram, ao longo de sua Jornada de Sobrevivência no planeta, um Modelo de Sobrevivência baseado na Autogestão.
Cada membro do formigueiro pode ser um líder ou um liderado, conforme a situação.
Steve Johnson no seu livro “Emergência” detalha que, apesar de popularmente ser batizada de rainha, a rainha não é uma líder-alfa.
Um formigueiro é um Modelo de Comando e Controle Augestionado.
Como funciona?
Se uma formiga encontra comida, ela volta com o alimento e “curte” o caminho com uma química produzida pelo seu corpo – o que sinaliza para todas as outras o achado.
Assim, cada membro do formigueiro, a partir de cada contexto, lidera um “pelotão” da comunidade, a partir do seu achado.
As formigas, assim, optaram por um Modelo de Comando e Controle Augestionado. A escala de problemas que elas têm de resolver demanda um Modelo de Comando e Controle Subordinado a um Líder-Alfa.
Os mamíferos, de maneira geral, optaram por um Modelo de Comando e Controle Subordinado a um Líder-Alfa.
Por que a diferença entre a escolha do Modelo de Comando e Controle dos Mamíferos e das Formigas?
A escolha do Modelo de Comando e Controle dos dois tipos de espécies está relacionado à Complexidade Demográfica.
Vejamos.
Modelos de Comando e Controle de outras espécies vivas:
- Espécies que têm mais membros (na escala de milhões ou bilhões) optam pelo Modelo de Comando e Controle Augestionado;
- Espécies que têm menos membros (em escala menor) optam pelo Modelo de Comando e Controle Subordinado a um Líder-Alfa.
Note, entretanto, que há uma relação entre o Modelo de Comunicação de uma determinada espécie e o seu respectivo Modelo de Comando e Controle, que formam o Modelo de Sobrevivência.
Um Líder-Alfa de uma alcateia de lobos se utiliza, de maneira geral, mais da comunicação sonora para disseminar as ordens para os seus liderados.
A comunicação sonora tem suas limitações de tempo e lugar e se adequa para Modelos de Sobrevivência de baixa Complexidade Demográfica.
Uma colônia de formigas entraria em colapso se dependesse da Comunicação Sonora para resolver os problemas do formigueiro.
Assim, temos a seguinte relação de Modelos de Comunicação e Complexidade Demográfica das espécies:
- Comunicação Sonora (ou Mamífera) é mais adequada para espécies com baixa densidade demográfica;
- Comunicação por Rastros (ou Insetífera) é mais adequada para espécies com alta densidade demográfica.
O Modelo de Sobrevivência das Formigas, Augestionado, é adequado para o tamanho da colônia e não adequado para uma alcateia de lobos e vice-versa.
A base para o Modelo de Sobrevivência das Formigas está no Modelo de Comunicação por Rastros Químicos.
São os Rastros Químicos que permitem que haja a Auto-Gestão, pois não precisa de um Líder-Alfa central para transmitir a mensagem para todos.
Cada formiga, pode, a partir dos seus recursos comunicativos, informar parte da colônia sobre o que é relevante.
O Modelo de Comando e Controle Augestionado das Formigas só é possível pela escolha do Modelo de Comunicação por Rastros Químicos.
Outras espécies – que têm uma comunidade menor de membros – optaram por Modelos de Sobrevivência mais centralizados, com a presença de líderes-alfas e o Modelo de Comunicação Sonoro.
Num bando de mamíferos, todos podem também emitir sons, mas determinadas decisões serão tomadas pelos sons ou atitudes do Líder-Alfa.
Há, portanto, uma relação entre o tamanho da comunidade de seres vivos e a forma que escolhem para sobreviver (que cria uma relação do Modelo de Comando e Controle com o de Comunicação).
Quanto maior é o tamanho de membros de determinada espécie, mais terá que inventar formas mais auto-organizadas para sobreviver.
Apliquemos a regra acima agora para o Sapiens.
O Sapiens é a única espécie viva do planeta, que:
- inventa e reinventa, de forma consciente, a sua forma de sobrevivência;
- que baseia a sua forma de comunicar e se organizar em tecnologias;
- que cresce o tamanho da população de forma integrada e auto dependente.
Assim, uma Tecnoespécie como a nossa, ao aumentar a população, se vê OBRIGADA a promover upgrades na sua forma de sobreviver.
As Mudanças Civilizacionais Disruptivas que estamos passando neste novo século são consequência do aumento populacional.
Mais Sapiens no planeta nos obrigou a criar Ambientes de Sobrevivência mais Auto-Gestionados, tais como a Uberização e a Blockchenização.
A Uberização e a Blockchenização são modelos de comando e controle muito mais próximos de um formigueiro do que de uma alcateia de lobos.
Por que não tínhamos Ambientes de Sobrevivência mais Auto-Gestionados no passado?
Nós tínhamos experiências localizadas, de modelos mais Autogestionados, mas que tinham um problema de escala.
Conforme havia o aumento da comunidade envolvida num determinado processo, se estabelecia uma entropia.
(“Entropia é um momento em que um determinado sistema sai da ordem para a desordem.”)
Os Ambientes de Sobrevivência do Sapiens disponíveis se utilizavam e continuam se utilizando da Filosofia de Sobrevivência dos Mamíferos (Comunicação Sonora + Comando e Controle Subordinado a um Líder-Alfa).
A Filosofia de Sobrevivência dos Mamíferos, utilizada até aqui pelo Sapiens, não consegue passar de determinada escala, sem que seja obrigada a massificação dos seus usuários.
Todas as Organizações 1.0 – que praticam a Filosofia de Sobrevivência dos Mamíferos – querendo elas ou não, precisavam de um Líder-Alfa para controlar os processos.
E a dependência do Líder-Alfa na Filosofia de Sobrevivência dos Mamíferos obriga à massificação do ambiente.
Podemos dizer, portanto, que a nossa Tecnoespécie chegou até aos oito bilhões de habitantes com uma Filosofia de Intermediação Mamífera do Sapiens.
A Filosofia de Intermediação Mamífera do Sapiens resolveu o problema do aumento populacional, através da centralização e massificação.
Não havia outra saída.
Assim, a marca dos oito bilhões de habitantes marcou o Limite da Filosofia de Intermediação Mamífera do Sapiens.
Quando Daniel Pink observa que estamos na passagem da Motivação 2.0 para a 3.0, na verdade, estamos na passagem do Ambiente de Sobrevivência Mamífero para o Insetífero.
De um ambiente que não podia, criar um Autogestionamento em larga escala, que agora passou a ser possível.
Objetiva e Subjetivamente passamos – com o Ambiente de Sobrevivência Insetífero – começar a resolver problemas do Sapiens que antes não era possível.
Uma série de demandas objetivas e subjetivas da espécie passaram a esbarrar nos Limites da Filosofia de Intermediação Mamífera do Sapiens.
É como se nossa espécie tivesse chegado a um beco sem saída.
Por mais que tentássemos melhorar os processos, sempre esbarrávamos no problema de ou qualidade apenas para baixa escala.
Na Filosofia de Intermediação Mamífera do Sapiens era impossível quebrar a barreira da qualidade em larga escala a baixo custo.
A Filosofia de Sobrevivência Insetífera do Sapiens é uma nova forma de gerenciar processo, que tem um fator muito importante que vou destacar de forma garrafal:
“A Filosofia de Sobrevivência Insetífera do Sapiens não precisa centralizar os processos, se tivermos mais gente dentro deles!!!”
O ser humano, com a chegada da Civilização 2.0 tem a possibilidade de FINALMENTE se libertar dos limites que tinha para praticar a qualidade em grande quantidade a baixo custo.
No Uber, como são os passageiros e motoristas que se auto avaliam, pouco importa se temos 50, 5 mil ou 5 milhões de membros, pois a autogestão resolve o problema de escala.
O mesmo ocorre num formigueiro.
Pode ter bilhões de membros, que eles se administram, pois os problemas não sobem para o centro, são sempre espalhados e resolvidos pelas pontas.
No uso do Sapiens da Filosofia de Intermediação Mamífera você só tinha qualidade em baixa densidade.
Quando aumentava a densidade, necessariamente você reduzia a qualidade.
Ou era massificação a baixo custo ou a personalização a alto custo.
A nova Filosofia de Sobrevivência Insetífera do Sapiens quebrou este impasse e é por isso que podemos dizer que estamos entrando em outra Civilização.
O Sapiens quebrou a barreira de sobrevivência que durou vários milênios e pode agora apostar o seu futuro na imitação das formigas, deixando o modelo de sobrevivência dos mamíferos no passado.
A Filosofia de Sobrevivência Insetífera do Sapiens tem um modelo disruptivamente mais sofisticado de gerenciar processos.
Por fim, para desenvolver mais este tema em outro artigo.
Temos quatro modelos de sobrevivência atualmente na sociedade:
- Mamífero 1.0 – absolutista;
- Mamífero 2.0 – republicano;
- Insetifero 1.0 – platafórmico;
- Insetifero 2.0 – ecossistêmico.
É isso, que dizes?
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Metodologia Bimodal de Inovação, via Potencialização de Inquietos
mar 16th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
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#Metodologia Bimodal para Potencialização de Inquietos – desenvolvendo a metodologia.
Frases de Divulgação do Artigo
- A maior parte dos projetos de inovação hoje em dia não tem mapa de cenário e, quando tem, são pouco precisos.
- Diante de uma colisão com um “Iceberg Inesperado” a maior parte das pessoas prefere se iludir de que o naufrágio não virá.
- Diante da ansiedade generalizada, se criou um exército de influenciadores digitais, que vende ilusão para quem quer se iludir.
- Os Tradicionais procuram, DESESPERAMEDAMENTE, qualquer visão de cenário, que lhes prometa que não terão que mudar muito a sua vida.
- Na minha Fase 1.0 de Conceituador tive a gigantesca ilusão de que bastava apresentar um cenário com uma lógica consistente, que todos iriam sair correndo para promover as mudanças necessárias.
- Temos hoje na sociedade diante da Civilização 2.0: os sistêmicos – que se beneficiam do antigo modelo e resistem e os transformadores – que querem se beneficiar do novo e empreendem.
- Como diz Thomas Kuhn (1922 – 96) grandes mudanças de paradigmas criam problemas para quem se beneficia dos antigos.
- “Tente escolher uma profissão em que você goste de fazer mesmo as partes mais triviais e chatas. Aí você será sempre feliz.” – Will Shortz.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo
“Tente escolher uma profissão em que você goste de fazer mesmo as partes mais triviais e chatas. Aí você será sempre feliz.” – Will Shortz.
Passei muito tempo tentando convencer as pessoas erradas das mudanças atuais.
Trabalho no Digital há mais de 40 anos e com a Internet há cerca de 30.
Desde 2006, deixei de ser um operacional e passei a conceituador, procurando responder a uma simples questão: “Como ajudar pessoas a lidar melhor com o Mundo Digital?, o que implica explicar o que é tudo isso e o que se pode fazer diante disso tudo.
Uma das descobertas relevantes nestas décadas de estudo é de que o fenômeno da Revolução Civilizacional 2.0 é, talvez, uma das maiores mudanças DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida), que já tenhamos passado.
Na primeira etapa, da minha trajetória como Conceituador me dediquei a Visão de Cenário. Agora, a partir de 2022, entro no que posso chamar do meu segundo Doutorado (ou num Doutorado Exógeno – feito por mim mesmo).
Todo o meu foco, a partir da Visão de Cenário traçada, é o de aprender como as pessoas resistem às mudanças desse porte e como podemos criar projetos Inovadores Disruptivos, diante das novas possibilidades oferecidas pela Civilização 2.0.
O nome desta nova Linha de Pesquisa, sempre de forma provisória, é o título deste artigo “Metodologia Bimodal de Inovação, via Potencialização de Inquietos”.
Aprendi com o estudo do atual cenário que vivemos uma Mudança DRED.
Mudanças DRED pedem um tipo específico de tratamento, pois geram realmente uma sensação DREA (de Dispersão, Resistência, Estranheza e Ansiedade).
Destaquemos estas quatro sensações a mais relevante que é a Sensação da Resistência diante de uma Mudança DRED.
Como diz Thomas Kuhn (1922 – 96) grandes mudanças de paradigmas criam problemas para quem se beneficia dos antigos.
Temos hoje na sociedade dois grupos distintos diante do Digital:
- os sistêmicos – que se beneficiam do antigo modelo;
- os transformadores – que se beneficiam do novo.
Durante os primeiros anos do meu trabalho de Conceituador (que começou em 2006, quando escrevi meu primeiro livro) procurei ajudar líderes das organizações tradicionais a entender o novo cenário.
Na minha Fase 1.0 de Conceituador tive a gigantesca ilusão de que bastava apresentar um cenário com uma lógica consistente, que todos iriam sair correndo para promover as mudanças necessárias.
Mas não é assim, não mesmo, que a banda do ser humano toca.
Os profissionais que vivem e trabalham nas Organizações Tradicionais, de maneira geral, são Resistentes.
Os profissionais que vivem e trabalham nas Organizações Tradicionais (que passamos a chamar de Os Tradicionais) procuram, DESESPERAMEDAMENTE, qualquer visão de cenário, que lhes prometa que não terão que mudar muito de vida.
E passamos a ter na sociedade – diante da Sensação de Resistência existente – um exército de influenciadores digitais, que passaram a oferecer ilusão para aqueles que querem ser iludidos.
O que aprendi nestas décadas de tentativa de convencimento dos Tradicionais é o seguinte, a partir do aprendizado de Thomas Kuhn:
Diante de uma colisão com um “Iceberg Inesperado” a maior parte das pessoas prefere se iludir de que o naufrágio não virá.
E, por causa disso, iniciei a minha nova pesquisa para entender quem são as pessoas, que, diante dos Icebergs da Vida têm mais chance de adaptação?
Como aprendemos com a literatura da própria informática existe no mercado sim o Perfil/Temperamento dos Early Adopters, que chamamos aqui de Inquietos.
Vejamos a definição:
“Em um contexto cercado por inovação, os “early adopters” são o grupo de usuários que estão abertos à experimentação de novidades. Essas pessoas possuem mais disposição para testarem e adquirirem novas tecnologias e soluções, mesmo que ainda não tenham sido testadas por outros indivíduos.”
Assim, a conclusão que eu cheguei é de que:
Os Tradicionais são os “no adopters”.
Podemos supor que a sociedade, de maneira geral, é divida assim em termos de Perfil/Personalidade:
- 20% de total gostam de desafios inovadores;
- 80% não gostam.
Por causa desse diagnóstico, temos dois principais problemas dos projetos de inovação, que são o seguintes:
- envolvem pessoas na sua primeira etapa que não têm o perfil/temperamento Inquieto (os Early Adopters);
- envolvem pessoas na sua primeira fase que perdem o status atual com a inovação que está por vir, são Sistêmicos e não Transformadores.
Assim, a tarefa de quem quer promover inovação, principalmente a necessária para se beneficiar das nova oportunidades da Civilização 2.0, é a de:
- Definir e estudar, cada vez mais a fundo, quem são os Inquietos Inovadores?
- Como identificá-los?
- Como separar aqueles que são mais bem resolvidos emocionalmente dos que têm problemas?
- Como agrupá-los presencialmente e/ou online?
- Como dotá-los de Teorias Fortes (Visão de Cenário e Jornada de Excelência)?
- E, por fim, como incentivá-los a realizar Projetos Inovadores, de preferência, disruptivos?
(Inquieto é uma pessoa que gosta de mudança. O Inquieto Inovador é aquele, que tem mais chance de transformar a sua inquietude em projetos.)
(Notem que inovação é uma coisa, a adaptação da pessoa, ambiente ou organização para a Civilização 2.0 é um tipo completamente diferente de inovação, pois é feita com um mapa da Visão de Cenário. Podemos dizer que temos hoje no mercado dois tipos de inovação com Mapa e Sem Mapa ou ainda como um Mapa Adequado ou com sem um Mapa Adequado.)
Os dois tipos de Inovação diante da Civilização 2.0:
- Sem Mapa de Cenário;
- Com Mapa de Cenário.
Os que têm um Mapa:
- Com Mapa de Cenário Menos Adequado;
- Com Mapa de Cenário Mais Adequado.
Desenvolver cases na seguinte direção:
Oferecer Mapas de Cenários Mais Adequados e Jornada Excelentista para que os Inquietos Inovadores possam criar Projetos Renascentistas, se aproveitando da nova oportunidades da Civilização 2.0.
Este é o objetivo da Bimodais agora no seu Segundo Triênio (2022 – 2025).
O que temos de novidade na Metodologia Bimodal de Inovação, via Potencialização de Inquietos dos artigos anteriores para este?
(Já que temos colocado uma série de insights dentro da análise dos Autores Excelentistas, sendo este o primeiro artigo exclusivo sobre a nova Metodologia Bimodal de Inovação, via Potencialização de Inquietos).
1 – a visão
É preciso explicar por que precisamos começar projetos inovadores com os inquietos. Temos a relação entre o Inquieto e o Early Adopter.
O Inquieto Inovador é um Early Adopter da nova Civilização 2.0, que não tem uma atitude passiva, de apenas se adaptar ao que os outros farão, mas passam a ser ativos: criar seus próprios projetos.
2 – o nome.
Saltamos de Metodologia Bimodal de Inovação, para a Metodologia Bimodal de Inovação, via Potencialização de Inquietos.
Existem muitas Metodologias de Inovação, mas são poucas que percebem que são os Inquietos que devem estar na dianteira e são raras as que têm um Mapa de Cenário e quase nenhuma as que tem um Mapa de Cenário Mais Adequado.
4 – Estabelecer um patamar de repasse de conceitos fortes.
Tanto na Visão de Cenário Bimodal, mas também, como novidade, o repasse do conceito da Jornada de Excelência, que inclui (as 4 Encruzilhadas Filosóficas, o Mantra da Potência e as 12 Recomendações).
5 – os dois tipos de mentoria:
A Metodologia de Inovação Bimodal, assim, se divide agora em:
- Mentorias para Grupos
- E Mentoria para Indivíduos.
É isso, que dizes?
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#3 – Motivação 3.0 – Daniel Pink
mar 16th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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Daniel Pink – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Frases de Divulgação do Artigo
- Podemos dizer que na jornada da Felicidade Estrutural, o objetivo é conseguir uma vida mais significativa, potencializando, o máximo possível, nossas aptidões.
- Quando passamos a dominar nossa vida, estabelecendo uma Métrica de Felicidade Endógena (de dentro para fora), começamos a trabalhar, de forma consciente, sem grande stress, com a finitude.
- Sem desafios constantes e permanentes, o Cachorrinho Interno do Inquieto Inovador começa a latir e a morder.
- A Jornada de Excelência de um Inquieto Inovador, que é diferente de um músico ou de um nadador, é estar permanentemente resolvendo problemas complexos.
- Um Inquieto Inovador, tem como tendência, querer resolver determinado caos e depois que está resolvido partir para outro.
- O Inquieto Inovador precisa de desafios constantes e progressivos.
- De maneira geral, os Inquietos Inovadores gostam de estar permanentemente sendo colocados e colocando-se em desafios.
- O objetivo da Metodologia Bimodal de Inovação é conseguir promover em qualquer ambiente uma Aceleradora de Projetos Disruptivos.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Veja o Mapa Mental da MIBPII completo aqui.
Vamos ao Artigo
“…muitas características antes consideradas reflexos do talento inato são na verdade resultado de intensa prática por um mínimo de dez anos.” – Anders Ericsson.
No Terceiro Triênio Bimodal (2022 – 2025) estamos desenvolvendo uma Metodologia de Inovação, via Potencialização dos Inquietos Inovadores.
Se nós fôssemos uma construtora de prédios, teríamos o seguinte cenário:
- podemos dizer que fizemos o Primeiro Edifício Conceitual da Visão de Cenário Pós-Digital, que está de pé, sendo permanentemente ajustado nos detalhes.
- e agora estamos na construção, desde a a fundação do Segundo Edifício Conceitual da Metodologia de Inovação, via Potencialização dos Inquietos Inovadores.
Já temos uma Mapa Mental da Metodologia de Inovação, via Potencialização dos Inquietos Inovadores, que vai, progressivamente, tomando forma.
Permitam-me falar das novidades recentes.
Temos agora dois grandes eixos na Metodologia:
- A Visão da Metodologia – quando definimos os Inquietos Inovadores para serem os protagonistas na Renascença Civilizacional 2.0;
- A Operação da Metodologia – que se divide na Mentoria para Grupos ou para Pessoas.
Todas as análises de livro dos Autores Excelentistas visam melhorar a Narrativa Bimodal.
A partir da análise que fizemos de Benjamin Hardy, todos as marcações feitas no livro procuram ser classificadas nas 12 Recomendações para a Jornada de Excelência dos Inquietos Inovadores.
Vamos a elas.
Recomendações
Recomendação 1 – ” Tenha um propósito”.
A Depressão do Inquieto
- “Ser um profissional (de excelência/inclusão do Nepô) é fazer as coisas que você adora fazer nos dias em que não está com vontade de fazê-las.” – Julius Erving;
Podemos dizer que temos aqui uma reflexão sobre o “Fio Condutor” de um Inquieto Inovador.
De maneira geral, os Inquietos Inovadores gostam de estar permanentemente sendo colocados e colocando-se em desafios.
Porém, como diz um dos meus mentorados:
“Eu gosto de resolver o caos em ambientes de tecnologia”
Quando ele já resolveu o caos da vez, bate o que podemos chamar de Depressão do Inquieto.
Um Inquieto Inovador, tem como tendência, querer resolver determinado caos e depois que está resolvido partir para outro caos.
O Inquieto Inovador precisa de desafios constantes e progressivos.
A Jornada de Excelência de um Inquieto Inovador, que é diferente de um músico ou de um nadador, é estar permanentemente resolvendo problemas complexos.
Sem desafios constantes e permanentes, o Cachorrinho Interno do Inquieto Inovador começa a latir e a morder.
Complementemos:
- “Tente escolher uma profissão em que você goste de fazer mesmo as partes mais triviais e chatas. Aí você será sempre feliz.” – Will Shortz.
De maneira geral – e isso é importante – os Autores Excelentistas defendem uma Jornada Excelentista Generalista, que se encaixa para qualquer perfil.
Aqui na BIMODAIS nosso foco não é generalista, mas criar uma Jornada de Excelência para Inquietos Inovadores.
A Jornada de Excelência para Inquietos Inovadores tem particularidades que a Genérica não tem.
Inteligência Progressiva
- “Aqueles que menos buscam recompensas extrínsecas (Felicidade Estrutural / Métrica Endógena) são os que as acabam recebendo.” – Jean Carney.
Quando a pessoa embarca na Jornada de Excelência, tendo o aprendizado como foco, ela vai muito mais longe, pois ela consegue desenvolver a Inteligência Progressiva.
A Inteligência Progressiva é a capacidade que uma pessoa tem, ao ter uma Rotina Criativa Continuada de “muscular” a sua aptidão e expandi-la gradualmente.
Esta frase abaixo exemplifica bem a capacidade de cada pessoa se originalizar:
“…muitas características antes consideradas reflexos do talento inato são na verdade resultado de intensa prática por um mínimo de dez anos.” – Anders Ericsson.
Rotina Criativa Continuada
Quando estamos em uma Rotina Criativa Continuada há uma afinidade entre mente e pessoa / objetividade e subjetividade, que vale na metáfora do Cachorrinho Balançando o Rabo.
- “Trabalho consiste em algo que um corpo é OBRIGADO a fazer, enquanto Brincadeira consiste naquilo que um corpo não é obrigado a fazer”. – Mark Twain.
Métrica de Felicidade Endógena
Na Personal Jornada de Excelência, que utilizamos a Métrica de Felicidade Endógena não mais separamos o que é trabalho do bem estar e vice-versa:
- “…as experiências mais ricas da vida não ocorrem quando estamos clamando pela validação dos outros, mas quando estamos ouvindo nossa voz.”
Felicidade Estrutural
Quando passamos a dominar nossa vida, estabelecendo uma Métrica de Felicidade de dentro para fora, começamos a trabalhar, de forma consciente, sem grande stress, com a finitude.
Podemos projetar os anos que temos pela frente e fazer planos para a nossa Felicidade Estrutural, deixando de ser escravos da Felicidade Conjuntural, aquela que acredita que “felicidade são momentos felizes”.
Podemos dizer que na jornada da Felicidade Estrutural, felicidade é conseguir ter uma vida mais significativa, potencializando, o máximo possível, nossas aptidões.
Isso se revela nessa frase entre as duas Felicidades Conjuntural e Estrutural.
- “O prêmio de curto prazo sufoca o aprendizado de longo prazo.”
Abaixo uma série de frases, que exemplificam bem um modelo de motivação imposto, centralizado, típico da Civilização 1.0:
- “Excelência e miopia são incompatíveis.”
- “Pessoas que recebem recompensas muitas vezes têm mais dificuldade em ver planos periféricos e elaborar soluções originais.”
- “Tente encorajar uma criança a aprender matemática pagando a ela por cada página de exercícios feita: é quase certo que a criança se tornará mais diligente a curto prazo, mas perderá o interesse pela matemática a longo prazo.”
- “Recompensas do tipo “desde que” (“desde que você faça isto, lhe darei aquilo”), impõem às pessoas que abram mão de parte de sua autonomia.”
- “E o que a ciência está revelando é que recompensas e punições podem promover o mau comportamento, criar vício e encorajar o pensamento de curto prazo em detrimento da visão de longo alcance.”
- “Metas que fixamos para nós mesmos visando ao aperfeiçoamento costumam ser saudáveis, mas, quando impostas por outros (metas de vendas, retornos trimestrais, notas em testes padronizados e assim por diante), podem ter efeitos colaterais perigosos.”
- “O problema em fazer de uma recompensa extrínseca o único objetivo que importa é que algumas pessoas escolherão o caminho mais rápido, ainda que seja um caminho imoral.”
- “Quando a recompensa é a própria atividade – aprender mais, encantar os clientes, dar o melhor de si – não há atalhos.”
Recomendação 2 – “Se afaste das Toxicidades”.
- “Quando instituições – famílias, escolas, empresas e times esportivos, por exemplo – se concentram no curto prazo e optam por controlar o comportamento das pessoas”, ocorrem grandes danos a longo prazo.” – Edward Deci.
- “Devemos nos concentrar em criar ambientes para nossas necessidades psicológicas inatas florescerem.” – Edward Deci.
Recomendação 3 – “Crie uma rotina criativa”.
- “O esforço é uma das coisas que dão sentido à vida. Esforço significa que você se importa com algo, que algo é importante para você e que você está disposto a trabalhar por aquilo. A existência humana seria pobre se não estivéssemos dispostos a valorizar certas coisas e nos empenharmos por elas.” – Carol Dweck;
- “…muitas características antes consideradas reflexos do talento inato são na verdade resultado de intensa prática por um mínimo de dez anos.” – Anders Ericsson.
- “…a estrada para a excelência – tornar-se cada vez melhor em algo importante para você – não é repleta de margaridas nem coroada por um arco-íris. Se fosse assim, a maioria das pessoas tomaria esse caminho.”
- “Excelência: você pode se aproximar dela. Pode se voltar para ela. Pode chegar perto, bem perto dela. Mas, como Cézanne, nunca conseguirá tocá-la.”
- “Se partimos de uma suposição alternativa, e mais precisa – de que as pessoas querem realizar um bom trabalho –, devemos deixar que se concentrem no trabalho, e não no tempo despendido para realizá-lo.”
- Sem soberania sobre nosso tempo, é quase impossível ter autonomia sobre nossa vida.”
- ““Nada é mais importante para meu sucesso que controlar minha agenda.” – Scott Adams.
- “Sou mais criativo das cinco às nove da manhã. Se eu tivesse um chefe ou colegas de trabalho, eles arruinariam minhas melhores horas de algum modo.” – Scott Adams.
Recomendação 5 – “Aprenda e ensine a dizer não.”
- “De uma forma curiosa, a velhice é mais simples que a juventude, por ter tão menos opções.” – Stanley Kunitz.
Recomendação 8 – “Copie muito para criar.“
- “esse impulso para fazer algo porque é interessante, desafiador e envolvente é essencial para altos níveis de criatividade….”
Recomendação 10 – “Aprenda a gerenciar as suas emoções”
- “Somos seres emocionais, que tentam, nem sempre conseguem, refletir sobre nossas emoções.”
- “Aqueles que menos buscam recompensas extrínsecas são os que as acabam recebendo.” – Jean Carney.
- “Trabalho consiste em algo que um corpo é OBRIGADO a fazer, enquanto Brincadeira consiste naquilo que um corpo não é obrigado a fazer”. – Mark Twain.
- “Práticas que conseguem transformar brincadeira em trabalho ou transformar trabalho em brincadeira.” – Efeito Sawyer.
- “E o que a ciência está revelando é que recompensas e punições podem promover o mau comportamento, criar vício e encorajar o pensamento de curto prazo em detrimento da visão de longo alcance.”
- “Metas que fixamos para nós mesmos visando ao aperfeiçoamento costumam ser saudáveis, mas, quando impostas por outros (metas de vendas, retornos trimestrais, notas em testes padronizados e assim por diante), podem ter efeitos colaterais perigosos.”
- “O problema em fazer de uma recompensa extrínseca o único objetivo que importa é que algumas pessoas escolherão o caminho mais rápido, ainda que seja um caminho imoral.”
- “Quando a recompensa é a própria atividade – aprender mais, encantar os clientes, dar o melhor de si –, não há atalhos.”
Alguns comentários:
Aqui é a questão da escolha, das 4 Encruzilhadas, a segunda:
“O que o energiza – que faz você se levantar de manhã e o impele durante o dia – vem de dentro ou de fora?”
Aqui é o mesmo que Carol Dweck denomina Mindset de Crescimento. Isso é da essência humana, que vai ser potencializado agora e não criado. Chamamos de Escolha pela Métrica da Felicidade Endógena:
- “O sistema operacional Motivação 3.0 – a atualização necessária para enfrentar as novas realidades de como pensamos, organizamos e realizamos nossas ações – depende do que eu chamo de comportamento Tipo I.”
- “Em última análise, o comportamento Tipo I depende de três nutrientes: autonomia, excelência e propósito. O comportamento Tipo I é autônomo. É dedicado a se tornar cada vez melhor em algo que importa. E conecta essa busca pela excelência a um propósito maior.”
- “O comportamento Tipo I promove maior bem-estar físico e mental.” //O comportamento Tipo I é um recurso renovável.
- “O comportamento Tipo I não desdenha dinheiro ou reconhecimento.”
- “O desempenho das pessoas Tipo I quase sempre supera, a longo prazo, o das pessoas Tipo X.”
- O comportamento Tipo I é adquirido, não é inato.” (reforça aqui o conceito BIMODAL do Segundo Eu.)
- Para o Tipo I, os motivadores principais são a liberdade, o desafio da tarefa e o propósito da própria realização; quaisquer outros ganhos são bem-vindos, porém são mais como um bônus.”
- “Esse comportamento é incitado mais pelos desejos intrínsecos do que pelos extrínsecos. Preocupa-se menos com as recompensas externas às quais a atividade leva e mais com a satisfação inerente à própria atividade.”
- “No centro do comportamento Tipo I está o terceiro impulso.”
O que ele chama de “Terceiro Impulso” é a autonomia que está sendo praticada no Modelo de Sobrevivência 2.0, que não é novo, apenas está sendo mais potencializada.
Aqui é o mesmo que Carol Dweck denomina Mindset Fixo. Chamamos de Escolha pela Métrica da Felicidade Exógena:
“O sistema operacional Motivação 2.0 dependia do que denomino comportamento Tipo X e o fomentava. O comportamento Tipo X é incitado mais por desejos extrínsecos do que intrínsecos. Preocupa-se menos com a satisfação inerente a uma atividade e mais com as recompensas externas às quais aquela atividade conduz.”
Isso depende de alguns aspectos conjunturais, mas na Civilização 2.0, temos a chance de praticar uma autonomia como nunca tivemos, de forma continuada, e não mais tendo o problema da centralização, quando se aumenta a escala:
“…Ou, para usar outra metáfora relacionada a computadores, será nossa “configuração padrão”? Quando adentramos o mundo, estamos programados para sermos passivos e inertes? Ou estamos programados para sermos ativos e engajados?”
Isso se refere ao problema do Modelo de Sobrevivência 1.0:
“O que importa são esses outros fatores.” E o que umas poucas empresas voltadas para o futuro estão descobrindo é que um desses fatores essenciais é a autonomia – em especial, autonomia sobre quatro aspectos do trabalho: o que as pessoas fazem, quando fazem, como fazem e com quem fazem.”
“Enquanto algumas empresas lubrificaram um pouco as engrenagens e muitas outras se declararam favoráveis a essas inovações, na prática o gerenciamento não mudou muito em cem anos. Sua ética central ainda é o controle; suas principais ferramentas ainda são os motivadores extrínsecos.”
Isso se refere ao Modelo de Sobrevivência 1.1 (Republicano):
“As empresas que ofereciam autonomia cresciam a uma taxa quatro vezes maior e apresentavam um terço da rotatividade em comparação com aquelas orientadas para o controle.”
Isso se refere a algo inerente ao ser humano, no longo prazo:
“Mesmo em locais não ocidentais de alta pobreza, como Bangladesh, cientistas sociais descobriram que autonomia é algo que as pessoas buscam e que aumenta a qualidade de vida.”
“Depende não de manter nossa natureza sufocada, mas em permitir que venha à tona. É preciso resistir à tentação de controlar as pessoas – e, em vez disso, fazer todo o possível para despertar a adormecida autonomia que temos enraizada em nós. Essa capacidade inata de autogestão está no núcleo da Motivação 3.0 e do comportamento Tipo I.”
Sempre foi assim, mas agora muito mais, diante de uma Autonomia 2.0:
“…as habilidades não rotineiras, envolvendo o lado direito do cérebro, das quais dependem muitas das economias do mundo atualmente.”
Autonomia 2.0 é aquela pratica nos Modelos de Sobrevivência 2.0 (Insetífero).
“Não precisam estar no escritório em determinado horário – em horário algum, na verdade. Só precisam fazer seu trabalho. Como, quando e onde o fazem é problema delas.”
Mais Comentários:
“Em suma, a nova forma de pensar sobre nossas ações no âmbito econômico é difícil de ser conciliada com a Motivação 2.0.”
“O ser humano, de acordo com Deci, tem uma “tendência intrínseca a buscar novidades e desafios, a ampliar e exercitar suas capacidades, a explorar e a aprender”.”
“Em geral, não pensamos muito nos sistemas operacionais.” //Sociedades também têm sistemas operacionais. As leis, os costumes sociais e os acordos econômicos que permeiam nosso dia a dia revestem uma camada de instruções, protocolos e suposições sobre como o mundo funciona.”
“Costumamos apontar o carvão e o petróleo como os combustíveis do desenvolvimento econômico, mas, em certo sentido, o motor do comércio tem sido igualmente abastecido pelo chamado “cenoura ou chicote”, as recompensas e punições.”
“Com o avançar do século XX, em que as economias se tornaram ainda mais complexas e as pessoas tiveram que empregar habilidades novas e mais sofisticadas, a abordagem da Motivação 2.0 começou a encontrar certa resistência.”
“A grande maioria dos programadores entrevistados informou também que com frequência atingia o estado de envolvimento total chamado “fluxo”.”
“Na vida real, nosso comportamento é bem mais complexo do que admite a teoria e muitas vezes desafia a ideia de que somos puramente racionais. “
“…o trabalho baseado em regras, realizado pelo lado esquerdo do cérebro.”
“….o trabalho rotineiro pode ser terceirizado ou automatizado; o trabalho artístico, empático, não rotineiro geralmente não pode.”
“Não se harmoniza com a forma como muitos dos novos modelos de negócios organizam nossas ações – pois somos maximizadores de propósito intrinsecamente motivados, não apenas maximizadores de lucro extrinsecamente motivados.”
“…os economistas estão enfim percebendo que somos seres humanos complexos, não robôs econômicos tacanhos.”
“Uma tarefa algorítmica é aquela em que você segue instruções preestabelecidas, por um caminho único, até uma determinada conclusão. Ou seja, existe um algoritmo para resolvê-la.”
“Durante o século XX, a maior parte do trabalho foi algorítmica. Não apenas em empregos em que o operário girava o mesmo parafuso da mesma forma o dia inteiro – mesmo quando trocávamos o trabalho industrial pelo de escritório, as tarefas realizadas tendiam a ser rotineiras.”
“Pintores e escultores que eram intrinsecamente motivados, aqueles para os quais a alegria da descoberta e o desafio da criação eram as únicas recompensas, conseguiram suportar os tempos difíceis – e a falta de remuneração e reconhecimento – que inevitavelmente acompanham a carreira artística.”
“Ser pessimista é uma receita quase infalível para níveis baixos daquilo que os psicólogos chamam de “bem-estar subjetivo”.”
“A SDT (“teoria da autodeterminação” – SDT, na sigla em inglês) em contraste, começa com uma ideia das necessidades humanas universais. Argumenta que temos três necessidades psicológicas inatas: competência, autonomia e conexão. Quando essas necessidades são satisfeitas, ficamos motivados, produtivos e felizes.”
“O motivo, como você deve lembrar, é que a perspectiva de um prêmio estreitava o foco dos participantes e limitava sua capacidade de enxergar além do óbvio e chegar a uma solução inventiva.”
“Assim, ele transformou uma tarefa desafiadora (envolvendo o lado direito do cérebro) em uma tarefa rotineira (envolvendo o lado esquerdo).”
“Para tarefas rotineiras, que não são muito interessantes e não exigem muito pensamento criativo, recompensas podem proporcionar uma pequena dose de incentivo motivacional sem os efeitos colaterais.”
RECOMPENSAS E PUNIÇÕES: As sete falhas mortais:
-
- Podem extinguir a motivação intrínseca.
- Podem minar o desempenho.
- Podem sufocar a criatividade.
- Podem reduzir o bom comportamento.
- Podem encorajar desonestidade, atalhos e comportamento antiético.
- Podem se tornar viciantes.
- Podem fomentar o pensamento de curto prazo.
Links
- “Previsivelmente irracional” – Dan Ariely;
- “Mindset: A nova psicologia do sucesso” – Carol Dweck;
- “O futuro da administração” – Gary Hamel;
- “Trabalho qualificado: Quando a excelência e a ética se encontram” – Howard Gardner;
- “A guerra da arte: Supere os bloqueios e vença suas batalhas interiores de criatividade” – Steven Pressfield;
- “Jogos finitos e infinitos: A vida como jogo e possibilidades” – James Carse;
- “Desafiando o talento: Mitos e verdades sobre o sucesso” – Geoff Colvin;
- “Por que fazemos o que fazemos: Entendendo a automotivação” – Edward Deci;
- “A vaca roxa” e “Tribos” – Seth Godin;
- “Punidos pelas recompensas” – Alfie Kohn.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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As Três Encruzilhadas Filosóficas do Sapiens
mar 15th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#As 3 encruzilhadas filosóficas – desenvolvendo este conceito.
Frases de Divulgação do Artigo
- Por mais importante que seja o seu legado ou dos grandes gênios da humanidade, pouca relevância tem no contexto do Macro Universo.
- O Inquieto Inovador, basicamente, gosta de mudar o que existe e não aceitar o que está pronto.
- O Ser Humano precisa criar e deixar legados, principalmente para se sentir bem, mas isso não significa EM ABSOLUTO que algo vai ser alterado no contexto universal.
- O Mindset Fixo não tem consciência de que “vida que o leva” é, nada mais nada menos, o ambiente no qual foi formatada.
- A escolha filosófica por um Mindset Fixo aumenta a Taxa de Zecapagodismo, na qual a vida passa a levá-la.
- No Mindset Fixo, a pessoa acredita que nasceu uma goiabeira e que está condenada a só oferecer goiabas para o mundo.
- A pessoa com o Mindset Fixo terá uma vida bem parecida com aquilo que o ambiente que ela viveu – ou vive – definiu para ela.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo:
“…as experiências mais ricas da vida não ocorrem quando estamos clamando pela validação dos outros, mas quando estamos ouvindo nossa voz.” – Pink.
Temos nos dedicado neste Segundo Triênio da Bimodais (2022 – 2025) a uma nova Linha de Pesquisa: o estudo da Metodologia Bimodal de Potencialização dos Inquietos Inovadores.
É o resultado natural depois de três anos no Primeiro Triênio da Bimodais (2019 – 2022) no desenvolvimento da Visão de Cenário Bimodal.
Os estudos da Visão de Cenário Bimodal nos mostraram o quanto as atuais mudanças são DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida) e nos apontaram a necessidade de atuar em primeiro lugar com os Inquietos Inovadores.
O Inquieto Inovador é um tipo de Perfil/Temperamento que tem como tendência maior do que a média das pessoas:
- gostar mais de desafios;
- ser mais disciplinado;
- ser mais curioso;
- maior facilidade para abstrações.
Isso nos leva a nos dedicar ao estudo das pessoas, das suas escolhas, das suas motivações, da relação das mesmas com o ambiente e, além disso, estabelecer critérios para que elas possam se potencializar.
O principal foco das pesquisas do Segundo Triênio da Bimodais (2022 – 2025) é o de apoiar os Inquietos Inovadores em seus Projetos Renascentistas.
Para isso, é preciso que eles se Potencializem de Conceitos Fortes, tanto na Visão do Cenário, como em Metodologias de Excelência específicas para Inquietos Inovadores.
Na verdade, na jornada de qualquer pessoa, onde se incluem os Inquietos Inovadores, temos diante de nós três encruzilhadas.
Ter consciência das Três Encruzilhadas Filosóficas do Sapiens é fundamental para que se possa:
- fazer as suas próprias escolhas;
- perceber as escolhas feitas por outras pessoas;
- e se aproximar de pessoas que tenham feito as escolhas similares às minhas.
As Três Encruzilhadas Filosóficas do Sapiens são as seguintes:
- sou fixo ou mutável?
- meu critério de felicidade vem de dentro ou vem de fora?
- até onde pode ir o resultado do meu legado diante das bilhões de galáxias que nos cercam?
Na Primeira Encruzilhada Filosófica, a pessoa precisa desenvolver o processo do desenvolvimento do Segundo Eu.
O processo da criação do Segundo Eu visa aumentar a capacidade de analisar a formatação que recebemos do ambiente (família, amigos, escola, mídia) e perceber aquilo que nos ajuda e o que nos atrapalha na direção da nossa felicidade.
Se a pessoa não acredita ser possível mudar, ou acha que as mudanças são apenas incrementais e nunca mais radicais ou disruptivas, ela fez a escolha pelo Mindset Fixo.
A pessoa com o Mindset Fixo – que não desenvolveu o processo do Segundo Eu – terá uma vida bem parecida com aquilo que o ambiente que ela viveu ou vive definiu para ela.
No Mindset Fixo, a pessoa acredita que nasceu uma goiabeira e que está condenada a só oferecer goiabas para o mundo.
O Mindset Fixo opta na Primeira Encruzilhada Filosófica pela opção “eu sou muito mais fixo do que mutante”.
A escolha filosófica por um Mindset Fixo aumenta a Taxa de Zecapagodismo, na qual a vida passa a levá-la.
O Mindset Fixo não tem consciência de que “vida que o leva” é, nada mais nada menos, o ambiente no qual foi formatada.
Na Segunda Encruzilhada Filosófica, a pessoa já iniciou o processo de desenvolvimento do Segundo Eu, mas precisa tomar uma nova decisão.
Como será feita a Métrica da Felicidade?
A pessoa já superou, em alguma medida, alguns parâmetros do Primeiro Eu e agora vai ter que definir como vai desenvolver a sua vida mais personalizada.
Há duas escolhas na Métrica da Felicidade, que são:
- Métrica da Felicidade Exógena – a referência do bem estar vem de fora para dentro, tal como namorar, comprar um carro, ou me vestir mais preocupado com o olhar do outro do que como o meu “cachorrinho” interno;
- Métrica da Felicidade Endógena – a referência do bem estar vem de dentro para fora para dentro, menos preocupado com o olhar do outro e mais com o meu “cachorrinho” interno.
O Cachorrinho Interno é uma metáfora para uma série de parâmetros internos, que nos aponta se estamos nos sentindo bem ou não com determinada vida que levamos.
A Métrica da Felicidade Exógena é dependente da visão do outro.
E isso nos leva para o problema da boa ou má colocação da nossa vaidade.
Temos, assim, duas possibilidades de relação com a nossa vaidade, a partir da escolha que fazemos na Segunda Encruzilhada Filosófica:
- a escolha pela Vaidade Tóxica – na qual:
- a pessoa quer mais aparecer do que aprender;
- o ego é colocado nos resultados e não no processo
A Vaidade Tóxica é consequência da escolha pela Métrica da Felicidade Exógena.
- a escolha pela Vaidade Saudável – na qual:
- a pessoa quer mais aprender do que aparecer;
- o ego é colocado nos no processo e não nos resultados.
A Vaidade Saudável é consequência da escolha pela Métrica da Felicidade Endógena.
Por fim, na Terceira Encruzilhada Filosófica, a pessoa já desenvolveu o Segundo Eu, já passou a ter uma Métrica de Felicidade Endógena e agora precisa situar a própria vida dentro da dimensão do Universo.
Temos os seguintes parâmetros para a escolha da Terceira Encruzilhada Filosófica:
- vivemos num universo de bilhões de galáxias e não de planetas;
- nosso planeta não chega nem a ser um grão de areia;
- nossa espécie, como nosso planeta, estão sujeitos à extinção.
Assim, por mais que tenhamos uma vida plena e significativa. Por mais que o seu legado possa ajudar a mais gente, é relevante perceber que ele tem uma importância relativa.
Estamos aqui e isso nos aproxima de todos os outros seres vivos para viver da melhor forma possível como humanos.
O Ser Humano precisa criar e deixar legados, principalmente para se sentir bem, mas isso não significa EM ABSOLUTO que algo vai ser alterado no contexto universal.
Por mais importante que seja o seu legado ou dos grandes gênios da humanidade, se olharmos o universo como um todo, tudo que o Sapiens faz, é algo relativo, pois:
- o universo é composto de bilhões de galáxias;
- a terra é um grão de areia nesse contexto;
- temos uma finitude como espécie;
- e tudo que for feito, por mais interessante que seja para a nossa espécie, pouca relevância tem no contexto do Macro Universo.
Assim, tudo que fazemos por aqui é nada mais nada menos do que um Passatempo Existencial.
Quanto mais ele for relevante para nossa espécie, melhor, mas não podemos nos iludir que algo diferente está sendo alterado no Universo geral.
As escolhas na Terceira Encruzilhada Filosófica nos permite assumir a verdadeira dimensão do nosso planeta e do Sapiens no Universo.
A escolha pelo Passatempo Existencial nos permite ter mais tranquilidade e menos onipotência.
É isso, que dizes?
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#2 – Motivação 3.0 – Daniel Pink
mar 15th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
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Daniel Pink – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Frases de Divulgação do Artigo
- O aumento populacional demanda a massificação de produtos e serviços – e uma padronização na forma de agir e pensar das pessoas.
- A teoria de Pink é fraca, pois aceita as premissas das Ciências Sociais Tradicionais, que ficaram obsoletas diante do surgimento da Civilização 2.0.
- É justamente a Reação Paralisante, quando a taxa emocional sobre tremendamente e a da lógica desce, que se abre um vácuo para a explosão do empreendedorismo.
- Toda sociedade tem que manter um equilíbrio entre ações de curto, médio e longo prazo para que possa se antecipar a todo tipo de problema.
- Note que no mercado hoje todas as organizações líderes não vieram do antigo sistema, mas foram criadas de fora para dentro.
- Quanto mais DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida) é a mudança, mais ela vai aumentar a Taxa de Resistência.
- Somos formatados para termos uma “Visão de Árvore”, de um destino fechado e definido, de uma felicidade (de fora para dentro) e não criada (de dentro para fora).
- Uma coisa é perceber o sintoma, a febre, outra, bem diferente, é diagnosticar a pneumonia.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo:
“O prêmio de curto prazo sufoca o aprendizado de longo prazo.” – Pink.
Pink, como vimos no primeiro artigo, procurou desenvolver uma teoria sobre a qual fizemos várias críticas.
A teoria de Pink é fraca, pois aceita as premissas das Ciências Sociais Tradicionais, que ficaram obsoletas diante do surgimento da Civilização 2.0.
Pink percebe relativamente bem os sintomas do novo cenário, mas tem dificuldade, por falta de Ferramentas Conceituais Adequadas, de explicar as causas dos mesmos.
Uma coisa é perceber o sintoma, a febre, outra, bem diferente é diagnosticar a pneumonia.
Diante da Civilização 2.0, temos um mar de percepções sem causas definidas em torno de uma micro ilha de teorias fortes.
Vamos agora detalhar não o aspecto teórico, mas o metodológico de Pink.
Aqui, temos que analisar o que mais gostei – ou o que ele me inspirou – para que possamos enriquecer a Narrativa Bimodal.
As Motivações Extrínseca e Intrínseca
Pink não é o primeiro Autor Excelentista – e nem será o último – que divide a motivação humana da seguinte forma:
- a motivação que vem mais de dentro para fora do que de fora para dentro (na Narrativa de Pink Motivação Extrínseca);
- a motivação que vem mais de fora para dentro do que de dentro para fora (na Narrativa de Pink Motivação Intrínseca).
Pink se utiliza do comportamento Tipo X (Exógeno) e I (Endógeno).
Vejamos.
“O comportamento Tipo X é incitado mais por desejos extrínsecos do que intrínsecos. Preocupa-se menos com a satisfação inerente a uma atividade e mais com as recompensas externas às quais aquela atividade conduz.”
(Carol Dweck já usa Mindset Fixo e de Crescimento.)
Tipo X é o Mindset Fixo de Dweck, aquele que é formatado e pouco questionado pelo Segundo Eu.
Notem que os termos variam, mas todos falam mais ou menos a mesma coisa.
Somos formatados para termos uma “Visão de Árvore”, de um destino fechado e definido, de uma felicidade (de fora para dentro) e não criada (de dentro para fora).
Na Bimodais, denominamos estes dois pólos de:
- Métrica da Felicidade Exógena (de fora para dentro);
- Métrica da Felicidade Endógena (de dentro para fora).
Vejamos as frases, na qual Pink fala dos Tipos I e X:
- “…a motivação intrínseca é baseada na satisfação, ou seja, no quão criativa uma pessoa se sente ao trabalhar no projeto, é o motivador mais forte e mais comum”.”
- “Em última análise, o comportamento Tipo I depende de três nutrientes: autonomia, excelência e propósito. O comportamento Tipo I é autônomo. É dedicado a se tornar cada vez melhor em algo que importa. E conecta essa busca pela excelência a um propósito maior.”
Organizemos melhor a frase acima.
O Ferramental Conceitual necessário para o Bem Estar Continuado:
- Filosofia – que nos ajuda a enxergar a Bússola do Propósito;
- Epistemologia – que nos ajuda a pensar melhor com mais autonomia;
- Metodologia – que nos ajuda a ter método e rotina na Jornada de Excelência.
Os termos Motivação Extrínseca e Intrínseca reforçam estes conceitos de dentro para fora e de fora para dentro.
Frases de Pink sobre o tema:
- “O comportamento Tipo I promove maior bem-estar físico e mental.”
- “O comportamento Tipo I é um recurso renovável.”
- “O desempenho das pessoas Tipo I quase sempre supera, a longo prazo, o das pessoas Tipo X.”
- O comportamento Tipo I é adquirido, não é inato.” (reforça aqui o conceito BIMODAL do Segundo Eu.)
- Para o Tipo I, os motivadores principais são a liberdade, o desafio da tarefa e o propósito da própria realização; quaisquer outros ganhos são bem-vindos, porém são mais como um bônus.”
- “Esse comportamento é incitado mais pelos desejos intrínsecos do que pelos extrínsecos. Preocupa-se menos com as recompensas externas às quais a atividade leva e mais com a satisfação inerente à própria atividade.”
E aqui temos uma questão interessante:
“Quando adentramos o mundo, estamos programados para sermos passivos e inertes? Ou estamos programados para sermos ativos e engajados?”
E aqui cabe lembrar das reflexões de Benjamin Hard (ver análise aqui).
O ambiente determina o aumento ou a redução das Métricas da Felicidade Endógena e Exógena.
Eis a regra:
Quanto mais houver centralização num determinado ambiente, mais teremos o aumento da Métrica da Felicidade Exógena e vice-versa.
A batalha para se ter um Bem Estar Continuado num ambiente centralizado é muito maior do que num descentralizado.
É por isso que com a atual Renascença Civilizacional 2.0 estamos tendo este boom de Autores Excelentistas.
A Descentralização Civilizacional que estamos passando, de um Modelo de Comando e Controle Mais Centralizado para outro menos, tem gerado a demanda e a possibilidade do aumento da Métrica da Felicidade Endógena.
Falta aos Autores Excelentistas esta visão geral do cenário para entender por que estão falando tanto e tendo retorno desta Métrica da Felicidade Endógena.
Reação Paralisante
Permitam-me, a partir do Pink, refletir sobre o que ele fala, que me inspirou o seguinte:
É interessante observar que a explosão do empreendedorismo por novos atores e não pelos antigos vem justamente de um fenômeno que podemos chamar de um tipo de Reação Paralisante.
Temos vários tipos de Mudanças, como detalhamos aqui, que são diferentes uma das outras.
Quanto mais DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida) é a mudança, mais ela vai aumentar a Taxa de Resistência.
Mudanças DRED causam um tipo de paralisia daqueles que vivem o antigo modelo.
- Algo parecido pode ser visto na chegada da república na reação dos monarquistas.
- Ou a chegada do Protestantismo e a reação dos católicos.
É justamente a Reação Paralisante, quando a taxa emocional sobre tremendamente e a da lógica desce, que se abre um vácuo para a explosão do empreendedorismo.
Note que no mercado hoje todas as organizações líderes não vieram do antigo sistema, mas foram criadas de fora para dentro.
Thomas Kuhn (1922 – 96) alertou para esse tipo de problema.
Ele não chegou a dar um nome, mas podemos homenagear nosso Tio Kuhn e chamar de Reação Paralisante.
Reação Paralisante marca a passagem de um momento normal, quando determinadas formas de pensar e agir passam a ser questionadas por novas.
Os reflexos no pensamento de curto e longo prazo, a partir das mudanças no ambiente
Permitam-me, de novo, a partir do Pink, refletir sobre o que ele fala, que me inspirou o seguinte:
No livro, “O Padrão Bitcoin” de Saifedean Ammous, que comentei aqui – ele defende que quando o governo tem mais poder de manipular as moedas, temos um dinheiro fraco.
O dinheiro fraco, que perde o valor de forma constante com ações que ocorrem de fora para dentro, sobre o qual as pessoas não têm controle, gera na sociedade um aumento da Taxa do Pensamento de Curto Prazo.
O aumento da Taxa de Pensamento de Curto Prazo gera crises na sociedade, pois passa a se pensar pouco em projetos e decisões que vão resolver problemas mais estruturais.
Passa-se a pensar mais no conjuntural e menos no estrutural.
Toda sociedade tem que manter um equilíbrio entre ações de curto, médio e longo prazo para que possa se antecipar a todo tipo de problemas.
Quando isso não é feito, os problemas estruturais passam a não ser pensados e planejados, criando problemas sérios mais adiante.
É o que Jared Diamond alertou no livro “Colapso”.
Uma Moeda Fraca não permite que as pessoas façam projeção de futuro.
Quando estudamos as mídias, percebemos a mesma coisa e podemos entender melhor o que diz Pink em vários momentos do livro.
O aumento populacional demanda, dentro do Modelo de Sobrevivência 1.0, obrigatoriamente, a massificação de produtos e serviços – e uma padronização na forma de agir e pensar das pessoas.
O que vivemos depois de um longo período de aumento demográfico, sem novas mídias, é uma Crise da Centralização.
Na Crise da Centralização, teremos os aumentos das Taxas de:
- Massificação do Sapiens;
- Do Mindset Fixo;
- da Métrica da Felicidade Exógena (de fora para dentro).
Teremos mais Motivação Extrínseca e menos Intrínseca.
Quando iniciamos a Renascença Civilizacional, passamos a ter o contrário.
Problemas Algorítmicos e Problemas Heurísticos
O que mais gostei de Pink são estes dois conceitos, que já vínhamos utilizando com outro nome.
Problemas Algorítmicos:
- que são resolvidos por um conjunto das regras e procedimentos lógicos perfeitamente definidos que levam à solução de um problema em um número finito de etapas;
Problemas Heurísticos:
- método de investigação baseado na aproximação progressiva de um dado problema.
Temos uma similaridade disso em Thomas Kuhn, quando se refere à Ciência Normal e a Extraordinária.
Vejamos os dois tipos de pensamentos:
- Na normalidade, no incremental, na continuidade temos mais a demanda pelo Pensamento Algorítmico;
- Na anormalidade, no disruptivo, na descontinuidade temos mais a demanda pelo Pensamento Heurístico.
Ele diz sobre isso:
” Precisamente por não existir nenhum algoritmo para ela, numa tarefa heurística, você precisa experimentar possibilidades e conceber uma solução nova. O trabalho de um caixa de supermercado é, em sua maior parte, algorítmico.”
“Pesquisadores como Teresa Amabile, da Harvard Business School, descobriram que recompensas e punições externas – tanto as cenouras quanto os chicotes – podem funcionar bem com tarefas algorítmicas, mas podem ser devastadoras para tarefas heurísticas.”
Vejamos:
- Uma tarefa algorítmica é aquela em que você segue instruções preestabelecidas, por um único caminho, até uma determinada conclusão. Ou seja, existe um algoritmo para resolvê-la;
- Uma tarefa heurística é o contrário disso. Precisamente por não existir nenhum algoritmo para ela, você precisa experimentar possibilidades e conceber uma solução nova. O trabalho de um caixa de supermercado é, em sua maior parte, algorítmico.
“Durante o século XX, a maior parte do trabalho foi algorítmico. Não apenas em empregos em que o operário girava o mesmo parafuso da mesma forma o dia inteiro – mesmo quando trocávamos o trabalho industrial pelo de escritório, as tarefas realizadas tendiam a ser rotineiras.”
“McKinsey & Company estima que atualmente, nos Estados Unidos, apenas 30% dos novos empregos gerados vêm de trabalho algorítmico, enquanto 70% vêm de trabalho heurístico.”
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.
#3 – “Somos a média das cinco pessoas com quem mais convivemos” – Força de vontade não funciona – Benjamin Hardy
mar 10th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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Benjamin Hardy – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Frases de Divulgação do Artigo (todas do Hardy)
- Toda escolha envolve a renúncia a uma oportunidade.
- Quanto mais amplas e únicas forem as conexões, mais inovador seu trabalho pode ser.
- Elimine tudo que vá contra suas decisões.
- Na verdade, força de vontade é para quem ainda não decidiu o que realmente quer da vida.
- Coisas pequenas — se não forem corrigidas — acabam ganhando grandes proporções.
- …pessoas (…) se concentram no que não podem mudar em vez de observar aquilo que podem.
- Seus objetivos, suas crenças e seus valores são moldados pelo contexto cultural em que você vive.
- Muito do comportamento humano é inconscientemente sugestionado por seu ambiente.
- A crença de que você não pode mudar nos leva a ter uma mentalidade de vítima.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo:
“A crença de que você não pode mudar nos leva a ter uma mentalidade de vítima.” – Hardy.
Introdução
A Bimodais, já no seu quarto ano de atividade, vive agora o seu segundo período Trianual.
No primeiro período Trianual, foi a fase de consolidação do modelo da escola e, a construção da nossa Primeira Linha de Pesquisa, quando nos dedicamos a aprofundar a Visão Bimodal de Cenário – que procura explicar as mudanças da sociedade diante do Digital.
Entramos agora no segundo período Trianual e nosso desafio passou a ser, não só aprimorar a Visão Bimodal de Cenário, mas também mergulhar fundo na nossa segunda Linha de Pesquisa:
- a construção da Metodologia Bimodal de Potencialização de Inquietos Inovadores – ferramental conceitual para ajudar Inquietos Inovadores a desenvolver Projetos Renascentistas.
Temos nos dedicado intensamente na leitura e análise dos Autores Excelentistas para ajudar, nesta nossa Segunda Linha de Pesquisa.
A Metodologia Bimodal de Potencialização de Inquietos Inovadores parte de algumas premissas:
- vivemos hoje uma mudança DRED – Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida – o diagnóstico obtido na Visão de Cenário Bimodal;
- Mudanças DRED para que possam ser compreendidas no primeiro momento demanda um tipo particular de Perfil/Temperamento;
- O Perfil/Temperamento demandado é o do Inquieto Inovador, pessoas que têm com características:
- a abstração;
- a disciplina;
- e demanda, bem acima da média, por novos desafios.
- Assim, precisamos, agora, desenvolver um Arcabouço Metodológico, que nos permita: conhecer, identificar, agrupar, Potencializar de Conceitos e apoiar os Inquietos Inovadores nas suas respectivas Jornadas de Excelência.
Jornadas de Excelência são projetos existenciais que qualquer pessoa pode adotar, através de uma Rotina Criativa para ir, pouco a pouco, potencializando os seus dons particulares.
Jornadas de Excelência para Inquietos Inovadores visam, além da potencialização de seus dons particulares, criar projetos disruptivos dentro da atual Renascença Civilizacional.
A Metodologia Bimodal de Potencialização de Inquietos Inovadores se divide da seguinte maneira em termos de atividade:
- Conhecer cada vez mais o Perfil/Temperamento;
- Identificar;
- Agrupar;
- Potencializar de Conceitos;
- E apoiar respectivas Jornadas de Excelência.
Este é o primeiro artigo que estamos separando, de forma mais objetiva, as Duas Linhas de Pesquisa Bimodal e também as variantes da Metodologia Bimodal de Potencialização de Inquietos Inovadores.
E é o primeiro que já faremos a divisão das melhores frases e dicas de Hardy pelos diferentes tópicos do nosso Arcabouço Teórico.
São eles:
A Visão de Cenário (da Primeira Linha de Pesquisa);
Três Bifurcações Filosóficas Existenciais:
- Primeira Bifurcação – eu sou árvore ou um Sapiens, que pode se reinventar?
- Segunda Bifurcação – a minha métrica de reinvenção é exógena ou endógena?
- Terceira Bifurcação – o meu legado é fundamental para todo o universo ou é apenas o passatempo mais significativo possível, enquanto estou vivo?
As Forças Reativas às Mudanças:
- Primeira Força – o Ambiente;
- Segunda Força – o Ambiente Introjetado.
A Bússola para a Excelência:
- o Mantra da Potência;
- e as 12 Recomendações para a Jornada.
Vamos concluir a incorporação de Hardy à Narrativa Bimodal
Visão de Cenário
- “Em algumas centenas de anos, quando a história de nosso tempo for escrita de uma perspectiva de longo prazo, provavelmente os acontecimentos mais importantes que os historiadores verão não serão a tecnologia, nem a internet, nem o comércio virtual. Mas, sim, uma mudança sem precedentes na condição humana. Pela primeira vez — literalmente — um número substancial e cada vez maior de pessoas tem escolhas. Pela primeira vez, elas terão que se conduzir. E a sociedade está completamente despreparada para isso.” – Peter Drucker;
As três Bifurcações Existenciais
O Mapa Mental das Três Bifurcações Filosóficas Existenciais pode ser visto aqui.
Primeira Bifurcação – (árvore ou gente?)
- “Pessoas que acreditam ter uma inteligência fixa e imutável têm muita dificuldade para aprender.” – Carol Dweck.
- “Um dia antes de algo ser realmente um avanço, é uma ideia louca.” — Peter H. Diamandis;
- “…pessoas que acreditam ter uma inteligência fluida e maleável são muito mais propensas a crescer e mudar.”
- “Nunca desenvolva uma mentalidade fixa. Você é fluido. Não há limite para o quanto é capaz de mudar.”
- “Não é a espécie mais forte que sobrevive, nem a mais inteligente, mas a que melhor se adapta às mudanças.” – Charles Darwin;
Segunda Bifurcação – (Métrica de Felicidade Endógena ou Exógena?)
- “Se você não se autoconhece, não sabe o que quer, então vive um conflito interno.”
Terceira Bifurcação – (pé no chão ou viajandão?)
- “…a filosofia antiga e a maioria das perspectivas espirituais abraçam uma visão de mundo eudemônica, que defende a busca por uma vida virtuosa e significativa de crescimento e contribuição.”
Forças reativas às mudanças
O Mapa Mental das Forças Envolvidas na Jornada de Excelência pode ser visto aqui.
Primeira Força – o Ambiente
- “Moldamos nossos edifícios; depois nossos edifícios nos moldam”. – Winston Churchill.
- “Quando os Beatles mudaram o ambiente, o novo ambiente mudou a cultura e a humanidade.”
- “O valor de uma pessoa é relativo a seu contexto…”
Segunda Força – o Ambiente Introjetado
- “Muito do comportamento humano é inconscientemente sugestionado por seu ambiente.”
- “Seus objetivos, suas crenças e seus valores são moldados pelo contexto cultural em que você vive.”
- “O que você é capaz de fazer depende do contexto, não da força de vontade; todo ambiente tem regras; todo ambiente tem uma “tampa”; seu valor é relativo, não absoluto; e você está sempre desempenhando um papel.”
- “O Sistema de inibição comportamental: Seu sistema de inibição comportamental é o que o sintoniza com riscos e ameaças em seu ambiente. Quando você percebe esses riscos ou ameaças, seu sistema de inibição comportamental o impede de agir.”
- “Sistema de ativação comportamental: Seu sistema de ativação comportamental, por outro lado, é o que o sintoniza com as recompensas. Quando você percebe essas recompensas, seu sistema de ativação comportamental o incentiva a agir para que possa obter a recompensa.”
- “…sua visão de mundo, suas crenças e seus valores não vieram de dentro de você, mas de fora.”
Mantra da Potência
- “…pessoas (…) se concentram no que não podem mudar em vez de observar aquilo que podem.”
Frases nos Passos (Acesse aqui a última versão do Mapa Mental “As 12 Recomendações para uma Jornada de Excelência Eficaz”)
12 Recomendações para a Jornada
Recomendação 1 – “Tenha um propósito”
- “Reconectar-se profundamente consigo mesmo e com seu porquê.”
- “Viver proativamente, não reativamente, para evitar a autossabotagem;
- “Na verdade, força de vontade é para quem ainda não decidiu o que realmente quer da vida.”
- “A maioria das pessoas opera segundo suposições muito limitantes e incorretas. Pouquíssimas pessoas prestam atenção plena naquilo que as demais não prestam.”
- “O sucesso não é tão difícil assim; simplesmente envolve dar vinte passos numa única direção. A maioria das pessoas dá um passo em vinte direções.”
- “As pessoas têm a crença equivocada de que precisam ser totalmente qualificadas para assumir determinado papel. Mas isso é mentira. Na verdade, você se qualifica por meio do próprio papel.”
- “Você nunca vai conseguir se preparar completamente para nada na vida. Sempre haverá um salto, grande ou pequeno, da teoria para a prática.”
- “Somente ao transcender o estágio da autocriação para o estágio de ser em transformação, você pode experimentar conscientemente os benefícios da colaboração.”
- “Para evoluir consciente e proativamente, você precisa se comprometer com algo específico. Do contrário, vai evoluir reativa e aleatoriamente baseado no que quer que esteja acontecendo fora de você.”
- “Quanto mais escolhas você tem, menos decisões vai tomar.”
Recomendação 2 – “Se afaste das toxicidades”
- “No estágio de ser em transformação, você evita relacionamentos transacionais e procura relacionamentos transformacionais.”
- “Cada ambiente é uma ecologia e, portanto, cada ambiente é fluido, maleável e vivo.”
- “As pessoas me dizem que querem “mudar de vida” ou fazer “algo incrível”, mas continuam passando tempo demais presas a velhos hábitos ou a velhos amigos que não estão indo a lugar algum na vida.”
- “…nosso comportamento é moldado pelas pressões sutis que nos rodeiam, mas não conseguimos reconhecê-las.”
- “…força de vontade é como um músculo. É um recurso finito que se esgota com o uso.”
- “Elimine tudo que vá contra suas decisões;”
- “É assim que a inovação e a evolução funcionam: reformulando regras, estruturas e normas de um ambiente.”
- “Relacionamentos, por exemplo, são meios de promover seus objetivos. Se determinados relacionamentos não servem mais a seu propósito, você os elimina.”
- “A decisão real que ela precisa tomar é cortar quaisquer relacionamentos que contrariam seus objetivos.”
- “…uma vida de busca pelo prazer não é o que cria um sentido profundo de significado e satisfação.”
- “É a carga, o desafio e a oposição que criam realização e satisfação verdadeiras.”
- “Se seu ambiente estiver desorganizado, sua mente também estará.”
- “Depois de ver a si mesmo e o mundo de um jeito novo, você pode transcender os medos e as crenças mesquinhas que o prendem no ambiente atual.”
- “..A maioria das pessoas é muito desconectada de si mesma. Estão vivendo em estado vicioso e reativo, causado por uma rotina e um ambiente negativos.”
- “Se permanecer preso nos mesmos papéis e padrões, não importa quanta força de vontade reúna; seus esforços continuarão confinados ao contexto limitante de seu papel.”
- “…seu potencial é moldado por aquilo que o cerca.”
- “A maioria das pessoas vive vidas simples, não porque não tenham talento, mas porque sua situação não as desafia mais.”
- “…as possibilidades de ação de cada pessoa são limitadas por seu contexto.”
- “É preciso muita força de vontade para se manter positivo num ambiente negativo.”
- “…é impossível mudar a si mesmo sem mudar seu ambiente.”
- “Quem você é e o que é capaz de fazer num ambiente é muito diferente de quem você é e do que é capaz de fazer em outro.”
- “Em vez de confiar somente em sua determinação e força internas, o verdadeiro compromisso está em construir vários sistemas externos de defesa em torno de seus objetivos.”
- “Não se muda as coisas lutando contra a realidade existente. Para mudar alguma coisa, construa um novo modelo que torne o modelo existente obsoleto.” — R. Buckminster Fuller
- “Cerque-se de pessoas que o lembrem mais de seu futuro que de seu passado.” — Dan Sullivan
- “Somos “a média das cinco pessoas com quem mais convivemos”. – Jim Rohn;
- “Não se junte a uma multidão confortável; você não vai crescer. Vá aonde as expectativas e exigências de desempenho são altas. — Jim Rohn.
- “Quanto mais conscientes somos, mais podemos criar os contextos em que vivemos… e acreditar na possibilidade de mudança.” – Ellen Langer.
- “Quem com coxo anda aprende a mancar”. – Plutarco.
- “O oposto do vício é a conexão.”
- “A vida de uma pessoa, então, não é reflexo de seus valores e crenças mais profundos. Em vez disso, a vida de uma pessoa é produto das normas sociais que a rodeiam.”
- “Normas sociais têm mais poder sobre o controle de nosso comportamento do que nossas ideologias e desejos mais profundos.”
- “…quando você terceiriza seu comportamento para um ambiente de aprimoramento de objetivos, o comportamento desejado se torna automático e subconsciente.”
- “Quando não tem relacionamentos saudáveis, você busca desesperadamente preencher esse vazio com outra coisa.” – Johann Hari.
- “Em vez de enxergar os viciados como pessoas ruins, é importante ver o vício pelo que ele realmente é: uma solução. É uma solução para a dor.” – Joe Polish.
- “Tudo o que você quer está do outro lado do medo.” – Jack Canfield.
- “O caminho para sair do vício são as conexões humanas profundas.” – Johann Hari.
Recomendação 2A – “Se afaste das toxicidades e Elimine tudo o que não usa com frequência.”
- “Elimine Bens materiais; Todas as distrações; Decisões atraentes, mas ruins; Pessoas que não fazem sentido; Compromissos que nunca devia ter assumido.”
Recomendação 3 – “Crie uma rotina criativa”
- “Colocar-se em estado de pico, para que possa alcançar os sonhos e a visão que busca para sua vida;
- “É muito fácil perder seu porquê de vista durante a rotina diária.”
- “Enquanto o distresse leva à morte e ao declínio, o eustresse é exatamente o necessário para o crescimento. O estresse positivo nos ensina a testar nossos limites e nos deixa mais fortes, alcançando mais do que jamais pensamos ser possível.”
- “…sua personalidade é moldada pelo seu comportamento. Quando age de determinada maneira, você se julga com base em suas ações. Assim, você pode alterar sua identidade rapidamente alterando seu comportamento.”
Recomendação 3A – “Crie uma rotina criativa e rituais matinais”
- “As primeiras três horas do dia são as mais preciosas para a produtividade máxima.” – Ron Friedman.
Recomendação 3B – “Crie uma rotina criativa e Crie um Diário”
- “Refletir sobre a semana anterior (as coisas boas, as ruins etc.); O que você fez bem (suas “vitórias”); O que você não fez bem (o que não fez, com quem não falou, onde deixou a desejar); Qualquer acontecimento significativo (como momentos incríveis com um amigo, familiar, ou um avanço no trabalho); Seus planos para a próxima semana; Como você pretende usar o que aprendeu na semana anterior e melhorar na semana seguinte; Seus objetivos gerais (uma lista curta de pontos como lembretes de seu “porquê” e de seus objetivos “fim”); Seus objetivos proximais (coisas nas quais está trabalhando para os próximos três a seis meses); Tarefas específicas que deve terminar na semana seguinte (incluindo planos relacionados a rotina matinal, aprendizado, relacionamentos, trabalho, exercícios etc.).”
Recomendação 3C – “Crie uma rotina criativa e dois ambientes”
- “O primeiro tipo de ambiente “enriquecido” é por natureza altamente estressante: Chame de estresse positivo ou eustresse. Mas é um tipo muito diferente de estresse em relação ao distresse que a maioria das pessoas vivencia.”;
- “A criatividade nasce ao fazermos conexões distintas e úteis. Essas conexões não podem ser feitas se você não pensou intensamente e se esforçou profundamente num projeto ou problema, e depois descansou. “
- “Ela estruturou o que vou chamar de ambientes “enriquecidos”, que lhe permitiram se comprometer totalmente com o que está fazendo.”
“Seres humanos evoluíram precisando de dois tipos principais de ambientes: estresse alto e recuperação alta.” - “O trabalho criativo ideal exige uma mistura de foco intenso durante uma a quatro horas, seguido de uma mente relaxada vagando por um ambiente diferente daquele em que você estava desempenhando o trabalho com foco intenso.”
Recomendação 4 – “Tenha Padrinhos Inspiradores”
- “Em vez de “competir” com pessoas do seu nível de habilidade, obrigue-se a competir com aqueles que estão aonde você gostaria de estar.”
- “Quanto mais amplas e únicas forem as conexões, mais inovador seu trabalho pode ser.”
Recomendação 5 – “Copie muito”
- “Quando o aprendiz estiver pronto, o professor vai aparecer. Quando o aprendiz estiver pronto de verdade, o professor vai desaparecer.” – Lao Tzu.
- “Aprenda as regras como um profissional, para que possa quebrá-las como um artista.” – Pablo Picasso;
- “Em vez de consumir o trabalho de seu herói como espectador, você deve vê-lo como uma bola de tênis que é jogada para o seu lado da rede. Seu trabalho agora é responder enviando algo ainda melhor de volta.”
Recomendação 7 – “Aprenda com seus erros”
- “Coisas pequenas — se não forem corrigidas — acabam ganhando grandes proporções.”
Recomendação 8 – “Aprenda e ensine a dizer não”
- “Toda escolha envolve a renúncia a uma oportunidade.”
- “…existe uma diferença enorme entre objetivos “meio” e objetivos “fim”. E seus objetivos fim são o que realmente importa para você. São as coisas que você quer por elas mesmas, não porque vão capacitá-lo a fazer o que realmente quer.”
Recomendação 9 – “Seja excelente em tudo”
- “Onde quer que você esteja, certifique-se de estar lá.” – Dan Sullivan.
- “A atenção plena nada mais é do que a consciência do contexto, como da variabilidade ou das alterações nesse contexto.” – Ellen Langer.
Recomendação 10 – “Aprenda a gerenciar as suas emoções”
- “Nunca vá dormir sem um pedido a seu subconsciente.” – Thomas Edison.
- “Ao evitar a dor e mascarar suas emoções constantemente você deixa de crescer.”
- “Pesquisas em psicologia revelam que a expectativa de um acontecimento é quase sempre uma experiência mais carregada emocionalmente do que o acontecimento em si”
- “O vício é produto do isolamento e da solidão e gera ainda mais isolamento e solidão.”
Recomendação 11 – “Aprenda a separar conceitos”
- “Um dilema desorientador é quando seu modelo mental atual é estilhaçado pela exposição a ideias ou experiências novas que contradizem seu modo de pensar.”
- “…aprender envolve uma mudança permanente no modo como você vê o mundo e age nele. Acumular informação não é aprender.”
- “Várias pessoas têm a cabeça cheia de informação, mas não sabem o que fazer com ela.”
- “Se você é péssimo em alguma coisa, é porque não recebeu orientação de qualidade naquilo.”
- “…aprender coisas novas é muito difícil, e é por isso que as pessoas evitam fazê-lo.”
- “É preciso desenvolver uma “mentalidade de crescimento”. Ou seja, o oposto de ter uma “mentalidade fixa” e, naturalmente, envolve ser um aprendiz flexível, o que significa não ficar preso em hábitos de aprendizagem repetitivos ou usar estilos de aprendizagem restritos.” – Carol Dweck.
Links
- “Em busca de sentido” – Viktor Frankl;
- “The Art of Learning” – Josh Waitzkin;
- “O paradoxo da escolha” – Barry Schwartz;
- “A mágica da arrumação” – Marie Kondo;
- “A mais pura verdade sobre a honestidade” – Dan Ariely.
- “Less Doing, More Living” – Ari Meisel;
- “Essencialismo” – Greg McKeown;
- “The Adrenal Reset Diet” – Alan Christianson e Sara Gottfried
É isso, que dizes?
Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.
A Teoria Bimodal das Mudanças
mar 10th, 2022 by Carlos Nepomuceno
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal140322
Novas Hashtags:
#A Teoria Bimodal das Mudanças – desenvolvendo esta nova linha de pesquisa.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- Quanto mais as Mudanças Endógenas forem irreversíveis, radicais e de longo prazo, mais são difíceis de serem tomadas.
- João foi demitido. Isso é uma Mudança Exógena, pois foi João NÃO decidiu.
- João resolve mudar de emprego. Isso é uma Mudança Endógena, pois foi João que decidiu.
- Quanto mais uma mudança é DRED – (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Disruptiva), mais teremos dificuldade de nos adaptar a ela.
- Cada mudança é diferente de outra e pede um tratamento específico.
- Quanto mais refletirmos sobre os tipos de mudança, menos dificuldade teremos de enfrentá-las.
- Maria ficou tetraplégica. É uma Mudança Exógena irreversível.
- Maria resolve ligar as trompas. É uma Mudança Endógena Irreversível.
Vamos ao Artigo
“Quanto mais conscientes somos, mais podemos criar os contextos em que vivemos… e acreditar na possibilidade de mudança.” – Ellen Langer.
Muito se fala de mudanças, mas é preciso criar determinados parâmetros teóricos sobre elas.
Pois uma coisa é certa:
Cada mudança é diferente de outra e pede um tratamento específico.
Quanto mais uma mudança é DRED – (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Disruptiva), mais teremos dificuldade de nos adaptar a ela.
Crio com este artigo mais um novo campo na escola que denominei Teoria das Mudanças Bimodal.
O objetivo da Teoria das Mudança Bimodal é o de classificar e comparar os diferentes tipos de mudança.
A Teoria da Mudança Bimodal visa nos ajudar em duas Linhas Bimodais de Pesquisa.
São eles:
- a Visão de Cenário Bimodal – no qual analisamos as atuais Mudanças Civilizacionais iniciadas com a chegada das novas mídias;
- bem como a Metodologia de Inovação Bimodal – na qual os Inquietos Inovadores recebem um Ferramental Conceitual Filosófico, Teórico e Metodológico para poder criar projetos inovadores e colaborar no avançar da Renascença Civilizacional.
A Teoria da Mudança Bimodal nos ajuda nos dois Campos de Pesquisa.
Na Visão de Cenário Bimodal nos permite:
- compreender a dimensão das atuais mudanças do Pós-Digital;
- e comparar nossa análise com as outras que são feitas na sociedade.
Na Metodologia de Inovação Bimodal nos permite:
- Compreensão dos diferentes tipos de mudanças dentro do processo da Jornada de Excelência.
Passemos a apresentação da Teoria das Mudanças Bimodal
Podemos dividir as mudanças, de maneira geral, da seguinte forma, do ponto de vista de onde ela partem:
- Endógena – que vem de dentro para fora;
- Exógena – que vem de fora para dentro.
Exemplos:
- João resolve mudar de emprego. Isso é uma Mudança Endógena, pois foi João que decidiu.
- João foi demitido. Isso é uma Mudança Exógena, pois foi João NÃO decidiu.
As Mudanças Endógenas são movimentos individuais que as pessoas, a partir de determinadas “fichas” que caem resolvem mudar algo na sua vida.
Podemos dizer que temos alguns tipos de Mudanças Endógenas.
Pela dificuldade:
- as Disruptivas ou Radicais – que modificam de forma radical ou disruptiva a vida de alguém mais difíceis, pois demandam uma mudança grande na forma de pensar e agir;
- as Incrementais – que alteram alguma coisa mais não muito.
Exemplos:
- Maria resolve mudar de cidade para uma desconhecida. Isso é uma Mudança Radical, pois exige uma mudança de um ambiente conhecido para outro, a princípio, desconhecido.
- Maria resolve mudar de apartamento. Isso é uma Mudança Incremental, pois exige uma mudança de um ambiente conhecido para outro, a princípio, desconhecido. Porém, na mesma cidade.
Pela Longevidade:
- De Longo Prazo – que terão uma duração maior;
- De Curto Prazo – que vão durar menos tempo.
Exemplos:
- João resolve pegar um empréstimo para pagar em 30 anos. Isso é uma Mudança de Longo Prazo, pois exige uma esforço que vai durar por muito tempo.
- João resolve pegar um um produto em três vezes. Isso é uma Mudança de Curto Prazo, pois exige uma esforço que vai durar pouco tempo.
Pela Reversibilidade:
- Reversíveis – Se aproximam de volta ao ponto original;
- Irreversíveis – Não se aproximam de volta ao ponto original.
Exemplos:
- Maria resolve ligar as trompas para não ter mais filhos. Isso é uma Mudança Irreversível, pois não tem volta.
- Maria resolve pintar o cabelo. Isso é uma Mudança Reversível, pois se pode voltar atrás.
Podemos formular, assim, algumas regras das Mudanças Endógenas:
Quanto mais as Mudanças Endógenas forem irreversíveis, radicais e de longo prazo, mais são difíceis de serem tomadas.
Vamos analisar aqui as Mudanças Exógenas, aquelas que vêm do ambiente para as pessoas e não o contrário.
Eis os diferentes tipos de Mudanças Exógenas:
- Estranhamento – capacidade de adaptação;
- Velocidade – tempo de preparação;
- Perenidade – se ela vem de forma definitiva ou passa e se volta para o ponto anterior;
- Conhecimento – que temos dela.
Quanto mais uma mudança causar estranhamento, for rápida, perene e desconhecida, mais ela exigirá um Tratamento Adaptativo.
A chegada do Mundo Digital promove uma Mudança Exógena DRED(Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida) e, por causa disso, temos tido tanta dificuldade de nos adaptar a ela.
É isso, que dizes?
Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
Ou: https://sun.eduzz.com/932565
Quer ser um parceiro da BIMODAIS e ganhar a cada aluno novo indicado? Entre por aqui: https://bit.ly/bimodalparceiro
Quer comprar o último livro feito dentro da escola “Civilização 2.0”, é por aqui:
https://sun.eduzz.com/347192
GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
#1 – Motivação 3.0 – Daniel Pink
mar 9th, 2022 by Carlos Nepomuceno
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal170322b
Novas Hashtags:
#Daniel Pink – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Frases de Divulgação do Artigo
- Não vivemos uma Revolução Industrial ou da Motivação, mas uma Revolução Civilizacional detonada por uma nova mídia, que promove mudanças na Indústria e na motivação.
- Hoje, as Organizações Tradicionais trabalham sobre uma Placa-Mãe da Sobrevivência, que se tornou obsoleta por causa do aumento populacional.
- O problema de Pink é o mesmo de outros que tentaram entender o Digital, a partir das Ciências Sociais Tradicionais: confundem a consequência com a causa.
- A Teoria de Pink sobre a Motivação 3.0 é fraca.
- O problema de Pink, como de vários outros autores, é não entender que as Ciências Sociais estão vivendo a sua maior crise, desde que foram criadas.
- No novo Ambiente Digital ficou muito mais fácil e barato interagir e, por isso, temos mais projetos cooperativos.
- Quanto mais gente temos no mundo, mais e mais precisamos criar modelos mais distribuídos para resolver nossos problemas.
- Mudanças na motivação das pessoas existem no Pós-Digital, mas são consequências da Revolução Civilizacional 2.0 e não a causa.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao Artigo:
“Trabalhos rotineiros, menos interessantes, exigem direção; trabalhos não rotineiros, mais interessantes, dependem de autonomia.” – Pink.
Pink é um Autor Excelentista, que resolveu não comprar uma Visão de Cenário pronta.
Ele decidiu, por conta própria, fazer a sua.
Note que na Jornada de Leitura Excelentista Bimodal:
- Joel Moraes foi de Vuca.
- Goleman de Sociedade do Conhecimento.
- Pink inventou a sua Personal Teoria sobre o Digital.
- E os outros nem tocaram no assunto.
O problema da teoria criada por Pink é o mesmo de outros que tentaram entender o Digital, a partir das Ciências Sociais Tradicionais: confundem a consequência com a causa.
Não vivemos, por exemplo, uma Revolução Industrial, mas uma Revolução Civilizacional detonada por uma nova mídia, que promove mudanças na Indústria.
A febre (mudanças nos setores) é apenas o sintoma da pneumonia (Revolução Civilizacional) e não a causa.
Se eu tento entender o novo cenário, a partir dos setores vou me perder completamente.
As mudanças na motivação humana apontadas por Pink no Pós-Digital são consequências da Revolução Civilizacional e não o motivo.
A Teoria de Pink é Fraca, ou melhor, é uma Pré-Teoria, pois não consegue:
- definir claramente a essência do fenômeno;
- apontar as causas;
- e comprová-las, de forma consistente, em Recorrências Históricas.
Pink acerta em alguns pontos:
- que existe uma espécie de Sistema Operacional da sociedade, que se modifica no tempo:
- “Em geral, não pensamos muito nos sistemas operacionais.” //”Sociedades também têm sistemas operacionais. As leis, os costumes sociais e os acordos econômicos que permeiam nosso dia a dia revestem uma camada de instruções, protocolos e suposições sobre como o mundo funciona.”
- que estamos promovendo uma Mudança Civilizacional, que afeta fortemente a motivação:
- “Com o avançar do século XX, em que as economias se tornaram ainda mais complexas e as pessoas tiveram que empregar habilidades novas e mais sofisticadas, a abordagem da Motivação 2.0 começou a encontrar certa resistência.”
- que há uma demanda por um tipo de Motivação (que ele denomina 3.0), que é mais autônoma e que vai de encontro a algo inato dos seres humanos:
-
- “Os seres humanos possuem um impulso interno inato para serem autônomos, autodeterminados e conectados uns com os outros.”
Note que ele atribui essas mudanças por que “as economias se tornaram ainda mais complexas” ou “por causa do surgimento do código aberto”.
Ele acredita, a partir da sua teoria, de que estamos criando uma nova motivação totalmente nova neste novo século, na qual o ser humano vai viver de forma mais autônoma.
Pink consegue perceber a dimensão civilizacional da mudança, de que é uma alteração no “sistema operacional” e que temos, a partir disso “bugs da Motivação 2.0.”.
A Motivação 2.0 está dentro do Sistema Operacional da “administração científica”:
“Taylor inventou, no início do século XIX, o que chamou de “administração científica”. Sua invenção foi uma forma de “software” habilmente composta para rodar na plataforma Motivação 2.0. E foi ampla e rapidamente adotada.”
Pink foi bem longe com as precárias ferramentas conceituais que tinha nas mãos.
Entretanto, o Sapiens NÃO tem uma Plataforma Motivacional, que se altera no tempo.
O Sapiens tem uma Plataforma de Comando e Controle, que se altera no tempo e isso afeta algumas áreas de nossas atividades, a saber: Como interagimos? Como conhecemos? Como nos informamos? Como nos motivamos?
O que ele denomina “Sistema Operacional” é o que chamamos aqui na escola de Ambiente de Sobrevivência para nos manter vivos.
A Sobrevivência é sempre o fim último de qualquer ser vivo, que se utiliza de Ferramentas de Sobrevivência para isso.
O conhecimento, a informação, as redes, a interação, a indústria, a motivação são ferramentas de sobrevivência, são meios, de algo maior, que é a Plataforma de Sobrevivência.
A Plataforma de Sobrevivência, que pode ser chamada também de Sistema Operacional de Sobrevivência, ou ainda melhor, de Placa-Mãe da Sobrevivência tem as seguintes forças determinando a sua topologia:
- tamanho da população;
- mídias disponíveis;
- macro modelo de comando e controle.
As mídias influenciam as mudanças na Placa-Mãe da Sobrevivência, que precisam se sofisticar por causa do aumento da Complexidade Demográfica.
O Sapiens é uma Tecno Espécie e, por causa disso, tem uma Placa-Mãe da Sobrevivência Progressiva.
Hoje, as Organizações Tradicionais trabalham sobre uma Placa-Mãe da Sobrevivência, que se tornou obsoleta por causa do aumento populacional.
A Placa-Mãe de Sobrevivência 1.0 tem determinadas regras de funcionamento, que são diretamente ligadas às mídias existentes.
Existe uma Lógica de Comando e Controle, que exige a presença de um Gestor, controlando os processos, via oralidade e escrita.
A Placa-Mãe de Sobrevivência 2.0 tem novas regras de funcionamento, que são diretamente ligadas às novas mídias existentes.
O que vivemos hoje, entretanto, diferente dos ajustes incrementais que tivemos no passado é uma mudança disruptiva na Placa-Mãe da Sobrevivência.
O Uber não é uma continuação de uma cooperativa de táxi, mas algo que tem uma Lógica de Comando e Controle totalmente nova.
Pink, na verdade, percebe a mudança, mas não consegue explicá-la de forma adequada:
- “Talvez esteja na hora de atirar a própria palavra “gerenciamento” na pilha de cinzas linguísticas, junto com “cinematógrafo” e “carruagem sem cavalo”.”
Ele fala de obsolescência do modelo, mas qual modelo Pink?
Diz ele:
“Pesquisadores como Teresa Amabile, da Harvard Business School, descobriram que recompensas e punições externas – tanto as cenouras quanto os chicotes – podem funcionar bem com tarefas algorítmicas, mas podem ser devastadoras para tarefas heurísticas.”
Falaremos mais de tarefas Heurísticas e Algorítmicas no segundo artigo, mas o que é importante destacar é o seguinte:
A Placa-Mãe da Sobrevivência 1.0 é filha das Mídias do Pré-Digital.
O Modelo de Comando e Controle 1.0 (Gestão) foi o melhor que conseguimos fazer com as mídias disponíveis.
O Modelo de Comando e Controle 1.0 (Gestão) nos permitiu chegar a oito bilhões de habitantes e isso foi um mérito do modelo.
Todos os oito bilhões de sapiens, que vivem neste planeta, precisam agradecer a Placa-Mãe da Sobrevivência 1.0, pois foi ela que nos trouxe até aqui.
Porém, uma Tecnoespécie, de tempos em tempos, por que aumenta a população, precisa renovar a sua Placa-Mãe da Sobrevivência.
Há, de fato, uma obsolescência da Placa-Mãe da Sobrevivência, que foi entrando em crise pelos seus próprios méritos.
É como alguém que é tão bom em colher laranjas, que precisam se reinventar para conseguir administrar um número muito maior de frutas.
Com o aumento populacional, fomos centralizando cada vez mais a Placa-Mãe da Sobrevivência e criando problemas, que só agora, no Digital, temos a possibilidade de começar a solucioná-los.
A Centralização da Placa-Mãe da Sobrevivência 1.0 foi gradualmente aumentando o que Pink chama de “cenouras e chicotes”, um controle mais centralizado e com menos autonomia.
Foi o que foi possível com as mídias que tínhamos disponíveis.
O modelo foi ficando cada vez mais obsoleto não por que:
- “…grande parte das empresas ainda permanece deploravelmente atrás da ciência.”
Não.
A ciência está em crise também Dr. Pink!
O modelo foi ficando obsoleto, pois ele permitiu que aumentássemos a população e o aumento da complexidade, tornou-o obsoleto, demandando um mais sofisticado!
A ciência que estuda a motivação percebe, ao comparar Wikipédia com as Enciclopédias em CD, que algo novo existe no ar.
E que há uma demanda por mais e mais autonomia das pessoas, mas isso só é possível perceber se fizermos uma revisão disruptiva das Ciências Sociais Tradicionais.
Explico.
As Ciências Sociais têm no seu epicentro uma Filosofia Social.
A Filosofia Social basicamente define quem é o humano e como ele avança ao longo da história.
Hoje, estamos vivendo uma Anomalia das Ciências Sociais, pois é preciso rever a nossa essência e o Motor da História.
Somos uma Tecnoespécie, que, por causa disso, aumenta a população e precisa reajustar a Plataforma de Sobrevivência ao longo do tempo.
As explicações sobre o Motor da História das Ciências Sociais Tradicionais não conseguem explicar o que está ocorrendo no Pós-Digital.
As Ciências Sociais Tradicionais ignoraram as seguintes forças e seus efeitos na sociedade:
- a demografia;
- as tecnologias;
- as mídias;
- os macro modelos de sobrevivência;
- as relações entre estas forças;
- e as variações que estas forças têm provocado ao longo da história.
Por causa destas omissões, passou a ser IMPOSSÍVEL, utilizando os paradigmas das Ciências Sociais Tradicionais, compreender o novo cenário Pós-Digital.
Vivemos hoje, sem dúvida nenhuma, a Maior Crise Epistemológica das Ciências Sociais, desde que foram criadas.
Pink, assim, tentou explicar o novo cenário, aceitando uma falsa premissa de que a grande mudança está na motivação humana.
Mudanças na motivação são consequências da Revolução Civilizacional 2.0 e não causa.
Para entender o Digital é preciso:
- rever os paradigmas estruturais das Ciências Sociais Tradicionais;
- e, só então, procurar explicações gerais e específicas para várias mudanças.
O que ocorre nas Revoluções Civilizacionais – isso se comprova no passado – é um aumento da inovação, do empreendedorismo, da motivação quando há um aumento da Taxa de Interação entre as pessoas.
Quanto mais as pessoas diferentes e distantes podem interagir, mais chance temos de criar coisas novas!
(Gosto bem mais da explicação neste aspecto de Clay Shirky (Influenciador Digital Americano) que criou o conceito de Excedente Cognitivo, que passa a ser direcionado para atividades interativas e de cooperação.)
Na nova Plataforma de Sobrevivência 2.0 ficou muito mais fácil e barato interagir e, por isso, temos mais projetos cooperativos.
O Digital, assim, NÃO está inventando uma nova motivação, mas permitindo que as pessoas possam ter mais liberdade para interagir, criar e promover atividades conjuntas.
Concordo com Pink que:
“Os seres humanos possuem um impulso interno inato para serem autônomos, autodeterminados e conectados uns com os outros.”
Mas para que isso “saia do armário” é preciso uma Plataforma de Sobrevivência que seja compatível com a nova complexidade demográfica.
O que antes não era possível.
Quem é o autor?
Daniel H. Pink (nascido em 1964) é um autor de livros sobre trabalho, gestão, e ciência comportamental.
Objetivo:
- “Este é um livro sobre motivação. Mostrarei que grande parte de nossas crenças sobre o assunto está equivocada.”
- “…grande parte das empresas ainda permanece deploravelmente atrás da ciência.”
- “…a maioria das empresas não se atualizou nessa nova compreensão do que nos motiva.”
- “Há muito tempo existe um desencontro entre o que a ciência sabe e o que as empresas fazem. O objetivo deste livro é suprir essa lacuna.”
- “A melhor forma de evitar as sete falhas mortais dos motivadores extrínsecos é evitá-los por completo ou minimizá-los significativamente, substituindo-os por ênfase nos elementos da motivação mais profunda – autonomia, excelência e propósito – que exploraremos adiante neste livro.”
- Então, temos uma escolha. Podemos nos agarrar a uma visão da motivação humana fundamentada mais nos velhos hábitos do que na ciência moderna. Ou podemos ouvir as pesquisas, trazer nossa empresa e nossas práticas pessoais para o século XXI e forjar um novo sistema operacional para ajudar a nós mesmos, nossas empresas e nosso mundo a funcionar um pouco melhor. Não será fácil. Não vai acontecer da noite para o dia. Portanto, mãos à obra.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.
#4 – “Liberdade não é um direito. É uma conquista.” – O poder da disciplina – Joel Moraes
mar 7th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal090322
Novas Hashtags:
#Joel Moraes – dialogando com este autor.
Link para o vídeo com as melhores frases:
https://www.youtube.com/watch?v=e2KxggGm0U0
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- De maneira geral, vivemos no Zecapagodismo “deixa a vida me levar”.
- Vivemos hoje uma profunda Crise Adaptativa, pois estamos tendo que nos ajustar a algo que não conseguimos entender.
- Batizamos a atual Mudança do Pós-Digital de DRED – Desconhecida, Rápida, Estrutural e Disruptiva.
- Somos educados para nos encaixar e não criar o nosso próprio jogo de lego.
- Num ambiente mais centralizado das mídias pré-digitais, tivemos o aumento da taxa de Zecapagodismo.
- É muito mais fácil imitar todo mundo para não pagar ter que pagar o preço de começar a dizer não por aí.
- O aumento da Taxa de Descentralização do Pós-Digital tem OBRIGADO as pessoas a se personalizarem, querendo elas, ou não.
- Diante do Digital, as Ciências Sociais vivem a sua maior crise, desde que foi inventada.
Vamos ao artigo:
“Liberdade não é um direito. É uma conquista.“ – Joel Moraes.
Estamos fechando com este artigo a Análise Bimodal do livro de Moraes.
Moraes é o sétimo Autor Excelentista que já escrevemos textos e a jornada continua com mais dois na sequência: Benjamin Hardy e Daniel Pink.
Nossa análise está longe de ser a de resumir os livros.
Nosso objetivo é o de procurar entender o que cada autor pode aprimorar, questionar, oxigenar as Nossas Narrativas.
Na primeira fase dos Estudos Bimodais, nos dedicamos profundamente a entender o novo cenário da sociedade, a partir da chegada do Digital.
Desenvolvemos a Narrativa Bimodal do Novo Cenário Pós-Digital, na qual tivemos a necessidade de criar uma nova ciência a Antropologia da Sobrevivência, que nos permitiu enxergar com mais clareza o que estamos passando.
Vivemos hoje um Macro Movimento Sistêmico de Sobrevivência da Espécie motivado pelo aumento da Complexidade Demográfica, que demanda ajustes que se tornam possíveis, a partir da nova mídia.
Porém, a Narrativa Bimodal do Novo Cenário Pós-Digital, se por um lado nos permitiu enxergar melhor o que estava ocorrendo, não significou mudanças significativas na forma das pessoas que tiveram contato com ela de pensar e agir.
A Narrativa Bimodal do Novo Cenário Pós-Digital demandava um novo estudo, que é o que estamos fazendo agora, com mais profundidade, sobre a capacidade do ser humano se adaptar às Mudanças Estruturais Disruptivas.
Neste novo estudo temos tido necessidade de responder a algumas questões:
- existe um temperamento/perfil mais apto para entender, aceitar e promover Mudanças Estruturais Disruptivas?
- caso sim, qual é ele?
- como identificá-lo?
- como fazer com que ele tenha acesso a Narrativa Bimodal do Novo Cenário Pós-Digital?
- e como dotá-lo de ferramentas para que possa acelerar o processo de Renascença Civilizacional?
A conclusão que cheguei é a seguinte:
Não basta diagnosticar a Mudança Estrutural Disruptiva, é preciso entender, de forma profunda, como o Sapiens lida com ela.
A adaptação do Sapiens a uma Mudança Estrutural Disruptiva é um campo novo dentro da Psicologia, pois é um movimento muito raro.
De maneira geral, o que temos é a demanda para adaptação a Mudanças Conjunturais Incrementais.
E tais mudanças são localizadas e não gerais com essa.
E temos ainda um fator complicador.
Vivemos hoje uma Mudança Estrutural Disruptiva, que é desconhecida das Ciências Sociais.
Claramente, vivemos hoje uma profunda Crise Adaptativa, pois estamos tendo que nos adaptar a algo que não conseguimos entender nem as causas e nem a dimensão.
Batizamos a atual Mudança do Pós-Digital de DRED – Desconhecida, Rápida, Estrutural e Disruptiva.
Note que é preciso entender o quanto a atual mudança modifica objetividade e subjetividades para saber qual é o esforço que temos que fazer para que as pessoas possam se adaptar a ela!
Os Autores Excelentistas ajudam muito no ferramental necessário para que possamos ajudar os Inquietos Inovadores (aqueles talhados para estes momentos Renascentistas) a desenvolver o seu potencial.
Porém, claramente, os Autores Excelentistas percebem a mudança, conseguem ver várias de suas partes, mas não o todo.
Os Autores Excelentistas operam com as bases das Ciências Sociais Tradicionais e, por causa disso, ficam como cegos tateando um elefante.
A BIMODAIS tem um papel importante neste cenário, pois nós não viemos do Excelentismo, mas do Sobrevivenciasionismo.
O Sobrevivenciasionismo nos permite olhar o cenário mais amplo, e, só então, nos dedicar ao Excelentismo e não o contrário.
Sem uma visão geral sobre a Mudança Estrutural Disruptiva Pós-Digital pode se ajudar as pessoas, mas não na dimensão de quem a tem.
Primeiro, nós procuramos entender a Mudança Estrutural Disruptiva Pós-Digital para, só agora, procurar os Inquietos Inovadores e dotá-los do Ferramental Excelentista.
Podemos dizer que a Narrativa Bimodal de Apoio à Mudanças Estruturais Disruptivas é a parte Metodológica da Narrativa Bimodal do Novo Cenário Pós-Digital.
Joel Moraes, como os demais autores, colaboraram bastante para a chegada nos primórdios do resultado de nosso trabalho que é a Narrativa Bimodal de Apoio à Mudanças Estruturais Disruptivas.
O processo está em curso.
Conseguimos chegar nos primeiros Quatro Pilares da Filosofia da Excelência Bimodal que são:
- O SEGUNDO EU – cada Sapiens tem dois dentro dele: o Primeiro Eu (sem reflexão) e o Segundo Eu (que reflete sobre o primeiro);
- SER MUTANTE – o Sapiens é o ser mais mutante deste planeta;
- AS DUAS FELICIDADES – a Conjuntural (de curto prazo, pouco refletida) a Estrutural (de mais longo prazo, mais refletida);
- O PODER DO AMBIENTE – quando mudamos algo dentro do ambiente que as pessoas vivem, as pessoas mudam junto.
E nos 12 Passos da Jornada de Excelência, bem como, no Mantra da Potência.
A análise do livro do Moraes já está alinhado com os 12 Passos, colocando cada uma de suas frases, comentários dentro de cada um deles.
Encaixando as Frases Top de Moraes nas Narrativas Bimodais (de Cenário e da Inovação)
Primeiro Pilar da Filosofia da Excelência Bimodal- “O Segundo Eu”
Ele diz:
“Liberdade não é um direito. É uma conquista.”
Ou seja, não fique esperando sentado, corra atrás dentro da sua estrada.
A ideia de que a vida é uma criação que você tem que fazer a sua parte.
De maneira geral, vivemos no Zecapagodismo “deixa a vida me levar”.
Passemos agora ao processo de validação, melhoria e oxigenação dos 12 Passos da Jornada de Excelência Bimodal.
Passo 1 – da Jornada de Excelência Bimodal – “Tenha um propósito, a partir dos seus talentos, ajustando o foco permanentemente.”
Somos educados para nos encaixar e não criar o nosso próprio jogo do lego.
Num ambiente mais centralizado, como tivemos com as mídias pré-digitais, tivemos o aumento da taxa de Zecapagodismo.
Temos agora um forte Movimento Renascentista na direção da descentralização, da personalização e, por causa disso, se fala tanto em Jornada de Excelência, Empreendedorismo, Inovação, etc.
Vejamos como essa bandeira do Anti-Zegapagodismo aparece na Narrativa de Moraes:
- “Está na hora de aprender a gostar de você, de viver em harmonia consigo mesmo, porque você só tem essa vida.”;
- “…não adianta ser mais ninguém, além de si mesmo.”;
- “…as pessoas sofrem por não saberem o que querem e mais ainda por acharem que todo mundo sabe, menos elas.”
Para que se consiga a personalização, temos que sair da visão do Primeiro Eu e aumentar a reflexão do Segundo Eu sobre nossa forma de pensar e agir.
Para isso, é preciso conhecer o nosso diferencial em relação aos outros, o que é difícil.
É muito mais fácil imitar todo mundo e não pagar o preço de começar a dizer não por aí.
O problema é que:
O processo de aumento da Taxa de Descentralização do Pós-Digital tem OBRIGADO as pessoas a se personalizarem, querendo elas, ou não.
E neste momento passa a se falar da máxima importância do foco e de se evitar a dispersão:
- “…o sucesso não é tão complicado assim, exceto para quem dá um passo em vinte direções diferentes em vez de fazer o contrário: dar vinte passos em uma única direção.”;
- Eu tenho foco absoluto em três áreas: 1. Em mim; 2. No outro; 3. No ambiente;
- “Fazer duas coisas 2 mil vezes, em vez de 2 mil coisas apenas duas vezes.” – Roberto Shinyashiki.
Para se ter um foco é preciso identificar o Talento:
- “Trata-se daquela coisa que você aprende com mais facilidade que a maioria das pessoas…”;
- “…todo mundo nasce com uma predisposição para alguma coisa. Só que, se não for trabalhada, não serve para nada.”;
- “Afinal, todo mundo tem uma habilidade que realiza com facilidade acima de qualquer outra e melhor do que a maioria das pessoas. É mais fluido e mais natural. Pois bem, é nesse tal de talento, dom ou predisposição que mora nossa grande chance de fazer a diferença no mundo.” ;
Método Joel:
- agir imediatamente, dando chance ao hábito;
- ter uma mentalidade adequada;
- treinar para lapidar o talento;
- e ganhar consistência refinando o processo.
Passo 2 – da Jornada de Excelência Bimodal – “Se afaste das toxidades, criando um ambiente saudável para viver.“
“…é melhor evitar um problema do que sair dele.”
Pessoas, lugares e situações tóxicas precisam ser identificadas para serem afastadas.
Dica de Moraes:
- E esteja num ambiente alinhado ao seu Propósito – as pessoas mais motivadas são aquelas que estão em ambientes, projetos, empresas cujos propósitos se alinham aos delas. Elas querem beneficiar ALGO MAIOR, que faça a diferença.
Passo 3 – “Crie uma rotina criativa, com muita disciplina e garra.“
“Não morremos quando fracassamos. Morremos quando desistimos.” // “Preguiça vira crime quando é para aquilo que se revela importantíssimo em sua vida.” // “…quem só ama vencer provavelmente vai desanimar no meio do caminho, por falta de resiliência.” //“Sem saber por que você levanta todos dias, precisa ler tantos livros, ser tão econômico, comer bem… vai ser complicado adquirir essa ciência exata chamada disciplina.” //“O vencedor não é um ser divino. É um cara mediano, mas com muito foco.” //“…tanto o corajoso quanto o medroso estão sentindo medo. A diferença é que o corajoso avança MESMO ASSIM.” // “…é mais fácil ver pessoas reconhecendo que têm medo do que assumindo serem preguiçosas.” //“Se a pessoa não se conhece, ela não sabe em qual ponto se sustenta para ter coragem.” //“…o corajoso se distingue do medroso por investir em autoconhecimento.”//“Tudo aquilo que desconhecemos tendemos a rejeitar.”//“…a questão da prosperidade, por implicar riscos e desafios, não é muito natural.” // “Ninguém gosta de assumir, mas todo mundo sente medo do desconhecido.” //“Alguns até fazem um exame de consciência, não para clarear o que desejam, mas para se vitimizar cavando culpados nos escombros do passado. Pai e mãe são os prediletos.”// “…as pessoas levam adiante, no piloto automático, uma vida sem graça, sem sentido.” // “Conveniência e conivência são duas grandes pragas que aparecem.” //“Paula é mais uma das centenas de milhares de pessoas no mundo que não seguem seu maior talento natural, que baseiam sua vida nas opiniões dos outros e em padrões estabelecidos pela sociedade.” //“Joel, eu sinto que estou no piloto automático, correndo atrás do próprio rabo…” //“Elas podem estar aprisionadas em modelos mentais e comportamentais ultrapassados, sabotadores ou inúteis.” //“Procrastinadores e desistentes crônicos provavelmente estão fazendo coisas bastante desconectadas.” //Donos de mindset fixo acreditam que não são capazes de mudar. Dizem “já cheguei ao meu limite” e sofrem por se julgarem incompetentes, fracos, pouco inteligentes e afins. //“Elevar a régua de exigências, sem considerar o processo, também aumenta incrivelmente o risco de frustração.” // “Em suma, ele primeiro aciona o instinto de proteção em reação ao medo do desconhecido. Quanto mais intensa essa emoção, menos impulso para a ação.” // “…é impossível ter mérito sem esforço.” // “Qual é o problema das pessoas que desistem? Elas querem ir do último para os primeiros lugares sem esforço. Não entendem que é um processo.” //Temos uma sociedade medrosa, de pouca lucidez, acuada, que teme perder tudo.” //”Qual é o problema das pessoas mais ansiosas hoje? (…) Não existe um processo.
Desde que ele filosoficamente consiga achar o seu caminho. Isso exige não foco, mas capacidade de reflexão.
Volto a pergunta. Como ajudar pessoas que não conseguem ter rotina a passar a tê-las?
O diagnóstico de Moraes:
- têm consciência – ou razoável desconfiança, ao menos – do que podem fazer com excelência, mas a inércia e a acomodação fazem com que permaneçam estáticas //falta de um plano/método bem estruturado para gerar uma vida com resultado e propósito.
- Repetição (desde a infância); •
- Forte impacto emocional decorrente de algum evento doloroso que deixou cicatrizes em sua história de vida e visão de mundo.
A dica de Moraes:
Como vencer a preguiça?
- Autoconhecimento (para conhecer seu mecanismo preferencial de aprendizagem);
- Um plano;
- Disciplina para colocar esse plano em ação;
- Fazer isso quantas vezes necessitar ATÉ virar hábito.
Mas como a pessoa que não tem a o hábito de criar hábitos vai criar hábito?
“Três elementos que definem se você já atingiu uma condição de ALTA performance:
- Se seus resultados estão acima da média. Ou seja, se na atividade profissional que você exerce, eles podem ser medidos, explicados, compartilhados;
- Se você faz isso de maneira consistente. Se praticamente todos os dias alcança esses resultados acima da média;
- Se você faz isso durante muito tempo.”
Passo 5 – da Jornada de Excelência Bimodal –“Copie muito até achar a sua própria voz.”
“Eu tentei tanto ser o Gustavo Borges, não consegui e acabei sendo o Joel Moraes.” //“…eu estava me espelhando num modelo vencedor, num exemplo positivo.” // “Inovação é a capacidade de se antecipar.” – Cristiana Arcangeli.
Passo 6 – da Jornada de Excelência Bimodal – “Sirva a um cliente.”
“Desde quando decidi fazer isso COM as pessoas, e não para as pessoas, os resultados têm me deixado cada vez mais honrado, emocionado e feliz.” //“Nada como uns boletos na mão ou os vendo entrar por debaixo da porta para fazê-lo levantar da cadeira para se movimentar no mercado.”
É o processo de não isolamento e de prestação de serviços.
Uma das referências para saber se a sua Jornada da Excelência faz sentido é não ter mesada de ninguém.
Dica de Moraes I:
Três pilares básicos do enriquecimento:
- ganhar mais,
- gastar menos,
- investir melhor.
Passo 7 – da Jornada de Excelência Bimodal – “Aprenda com seus erros para que eles se tornem únicos.”
“…se eu for para errar, que seja pelas minhas convicções.” // “Só existe uma pessoa que não erra: aquela que não tenta.” // “Antes feito do que perfeito.” //Em contrapartida, quem tem o de crescimento diz “cada erro na minha vida é uma oportunidade para me desenvolver e, se me dedicar e tiver bons professores, consigo aprender, sim. Nada vai me impedir”.
Quem tem medo de errar, não vai.
Mas é preciso sempre errar uma vez e ajustar a metodologia para não errar de novo. Errar repetidamente é sintoma de que não está refletindo sobre os erros.
Passo 8 – da Jornada de Excelência Bimodal – “Aprenda e ensine a dizer não.”
“Claro que seus familiares querem sua felicidade. Mas vão dar conselhos e orientações segundo a ótica… deles.” “…não existe crença errada ou certa e sim inadequada ou adequada para aquela pessoa.” // “Aos que desejam resultado rápido com mínimo esforço, aviso logo que essa conta não fecha.” //“Se não filtrar aquilo que precisa ouvir naquele momento, vicia mesmo! e cria o que se chama hoje de obesidade cerebral, pois é difícil absorver essa sobrecarga de informações…” // “A inversão de crenças, portanto, bagunça a cabeça e a desfoca do que interessa.” //“E a situação complica quando outras emoções e comportamentos negativos se transformam em verdades absolutas ou “travas de segurança anti mudanças…” //”é preciso trabalhar numa empresa sólida para ter sucesso, ser alguém”. Essa é uma das várias crenças marteladas por décadas nos núcleos familiares e educacionais, ferozmente questionadas atualmente.”//”…quanto mais as pessoas vivem à mercê das opiniões alheias e não despertam para desenvolver seu verdadeiro talento, mais se frustram.”
Desde que as crenças não prejudiquem outras pessoas, sem que elas queiram, não podemos dizer que são certas ou erradas.
Passo 9 – “Seja excelente em tudo para que você possa estar sempre 100% presente.“
“O passado já acabou e o futuro ainda não existe.” // “Se eu jogo meu pensamento no futuro, fico ansioso.”
Viver o presente é fundamental. A sugestão é: seja excelente em tudo e isso implica que você esteja presente em tudo que faz.
Passo 11 – da Jornada de Excelência Bimodal – “Aprenda a separar os conceitos, as teorias e as críticas saudáveis das tóxicas.“
Eu vejo dois tipos de opinião que podem mais atrapalhar do que colaborar:
- O Maludo dos Conselhos – “de quem não construiu nada de relevante e não batalhou pelos próprios sonhos, mas adora dizer o que é melhor para o seu caso, o que você tem de fazer”. //”Eu não acredito em pessoas que pedem a você que faça as coisas, mas elas mesmas não as fazem. Até quando, cara?”
- O Maludo do Oh Vida, oh Azar – “de quem acha que não vai dar certo e quer convencê-lo disso, quando na verdade quem não consegue é ele.”
- O Vendedor de Vento – “Quem tenta aliviar sua dor rapidamente costuma ser um alvo fácil daqueles que “vendem” atalhos, mas não entregam.” //
Passo 12 – da Jornada de Excelência Bimodal – “Aprenda a separar o relevante do irrelevante.“
Vejamos as dicas:
- REGRA 1 – fazer apenas aquilo que é mais relevante para seus objetivos.
- REGRA 2 – eliminar toda e qualquer interferência capaz de atrapalhar a conquista desses objetivos.
- REGRA 3 – concentrar-se no estado presente.
Links
- Cito a turma do 5am Club, que já está acordada às 5 horas da manhã, não por obrigação, mas para ter mais produtividade e foco.
- “A realidade em jogo” – Jane McGonigal.
- “Motivação 3.0” – Daniel Pink.
- “A mente organizada: como pensar com clareza na era da sobrecarga de informação.” – Daniel Levitin.
- “Sem medo da rejeição: como superei o medo de ouvir um “não” e me tornei mais confiante” – Jia Jiang.
- “Misbehaving – A construção da economia comportamental” – Amos Tversky.
- “O valor do amanhã” – Eduardo Giannetti.
- “Mindset – A nova psicologia do sucesso.” – Carol Dweck.
- “Força de vontade não funciona” – Benjamin Hardy.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
Os 12 passos da Excelência
mar 7th, 2022 by Carlos Nepomuceno
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal070322a
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#12 passos – desenvolvendo esta metodologia.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- Quanto mais um Inquieto Inovador interagir com outros, mais ele vai ter capacidade de inovar e vice-versa.
- Pessoas envolvidas até a alma com o antigo ambiente, dificilmente vão querer embarcar em um novo.
- A Jornada de Excelência do Inquieto Inovador se consiste em 12 passos e mais um mantra da potência.
- Um Inquieto Inovador precisa ter um ferramental para que possa transformar inquietude em projetos.
- Inquietos Inovadores precisam ser reunidos para interagir para evitar que se sintam solitários.
- Inquietos Inovadores são pessoas que têm um temperamento propício às mudanças.
- Uma Teoria de Cenário Consistente, basicamente, precisa apresentar causas e consequências e apontar Padrões Históricos para evitar nos deixar levar pelas sensações.
- O Inquieto Inovador, basicamente, gosta de mudar o que existe e não aceitar o que está pronto.
- …as pessoas sofrem por não saberem o que querem e mais ainda por acharem que todo mundo sabe, menos elas.
Vamos ao artigo:
“…as pessoas sofrem por não saberem o que querem e mais ainda por acharem que todo mundo sabe, menos elas.“ – Joel Moraes.
Existe na sociedade pessoas que têm um temperamento Inquieto Inovador.
Não importa no momento saber de onde vem isso, mas saber como explorar isso para nos ajudar a reinventar a sociedade.
O Inquieto Inovador, basicamente, gosta de mudar o que existe e não aceitar o que está pronto.
O Temperamento Inquieto Inovador faz parte de algo sistêmico, no qual tais pessoas são fundamentais para os processos de inovação.
A primeira fase da minha vida profissional/intelectual na Internet foi, basicamente, de procurar desenvolver uma Narrativa de Cenário Consistente, que implica três níveis:
- Filosofia de Cenário – quem é o Sapiens? como ele promove mudanças no tempo?;
- Teoria de Cenário – quais são as forças envolvidas na atual mudança?
- Metodologia para atuar no Cenário criado – desenvolvimento de uma Narrativa de Inovação Consistente.
Uma Narrativa de Cenário Consistente, basicamente, precisa apresentar causas e consequências e apontar Padrões Históricos para evitar nos deixar levar pelas sensações.
O problema que constatei é que o desenvolvimento de uma Narrativa de Cenário Consistente é insuficiente para que possamos ajudar a sociedade na sua reinvenção.
Por quê?
Uma Narrativa de Cenário Consistente tem um grande problema. Ela aponta mudanças que a maior parte das pessoas não quer que sejam implementadas.
Por causa disso, além de uma Narrativa de Cenário Consistente é preciso desenvolver uma Narrativa de Inovação Consistente para que se possa utilizá-la.
Uma Narrativa de Inovação Consistente, se divide também em três níveis de perguntas e respostas:
- Filosofia da Inovação – o que é mudança? inovação? inquietude?
- Teoria da Inovação – quais são as forças envolvidas em processos de mudanças e como elas interagem?
- Metodologia da Inovação – como transformar a inquietude em projetos inovadores?
Na Metodologia de Inovação Consistente implica em:
- Critérios de Identificação dos Inquietos Inovadores – definir critérios para identificar os Inquietos Inovadores;
- Ferramentas de Identificação dos Inquietos Inovadores – criar ferramentas para identificá-los;
- Métodos de Interação dos Inquietos Inovadores – criar metodologias, usando o Digital, para fazer com que interajam o tempo todo;
- Métodos de Aplicação da Jornada de Excelência para os Inquietos Inovadores – e metodologia para que possam se utilizar do estado da arte da Jornada de Excelência e transformar a sua inquietude em Projetos Inovadores.
Temos estudado com afinco Autores Excelentistas para, a partir deles, melhorar nossa Metodologia de Inovação Consistente.
E, neste quesito, na parte final e a mais importante no processo de Metodologia temos o Mantra da Potência e os 12 passos para o desenvolvimento de uma Jornada de Excelência, que não precisam ser feitos na sequência abaixo, mas a critério de cada Inquieto Inovador.
São eles.
O Mantra da Potência:
Que eu consiga ter serenidade para as coisas que eu não posso modificar.
Coragem para aquelas que eu posso.
E sabedoria para perceber a diferença.
12 passos para o desenvolvimento de uma Jornada de Excelência:
(escolha a melhor ordem dentro da sua inquietude)
- Primeiro passo:
Tenha um propósito e o ajuste permanentemente; - Segundo passo:
Se afaste das toxidades criando um ambiente saudável para viver. - Terceiro passo:
Crie uma rotina criativa. - Quarto passo:
Tenha padrinhos inspiradores. - Quinto Passo:
Copie até chegar na sua própria voz. - Sexto passo:
Sirva a um cliente. - Sétimo passo:
Aprenda com seus erros para que eles se tornem únicos. - Oitavo passo:
Aprenda e ensine a dizer não. - Nono passo:
Seja excelente em tudo que você faz para estar sempre presente. - Décimo passo:
Aprenda a gerenciar as suas emoções. - Décimo primeiro passo:
Aprenda a separar as críticas saudáveis das tóxicas. - Décimo segundo passo:
Aprenda a separar o relevante do irrelevante.
É isso, que dizes?
Colaboraram os Bimodais: Fernanda Pompeu, Kaio Cordeiro e Denise Pires.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
#2 – “Acumular informação não é aprender.” – Força de vontade não funciona – Benjamin Hardy
mar 4th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Benjamin Hardy – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Frases de Divulgação do Artigo
- Um Inquieto que não tem disciplina tem muita dificuldade de transformar inquietude em projetos.
- Escrever é um diálogo interno, que nos permite colocar para fora nosso pensamento e aprimorá-lo permanentemente.
- Ser humano é um processo, melhor seria chamá-lo de “Sendo Humano”.
- Se alguém NÃO procura o seu diferencial está muito mais próximo a uma árvore do que de uma pessoa.
- Quando uma pessoa tende ao Zecapagodismo “deixa a vida me levar”, ela reduz a sua taxa de humanidade.
- Quem vive de forma pouco refletida está muito mais próximo de uma árvore do que de um Sapiens.
- O Sapiens é a espécie que mais se reinventa de todas que temos no planeta.
- O ser humano se diferencia das outras espécies vivas pela sua capacidade de refletir e de se reinventar.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
“A crença de que você não pode mudar nos leva a ter uma mentalidade de vítima.” – Hardy.
Você é uma pessoa ou uma árvore?
Quero começar o segundo artigo do Hardy com o seguinte parágrafo:
“A maioria das pessoas se desenvolve como as plantas e os animais (…) de maneira aleatória, não planejada e inconsciente.” Elas reagem a qualquer ambiente em que estejam inseridas. Não “começaram com o fim em mente” e trabalharam para alcançá-lo.”
Aqui temos muito a visão de Ayn Rand (1905 – 82).
O ser humano se diferencia das outras espécies vivas pela sua capacidade de refletir e de se reinventar.
Chamamos na escola essa comparação com outras espécies de Animallogia, que nos permite comparar e ver o que temos em comum e diferente com os demais seres vivos.
Ser humano é, assim, a espécie que mais se reinventa de todas que temos no planeta.
Ser humano é um processo, melhor seria chamá-lo de “Sendo Humano”.
E praticar o “Sendo Humano” é conseguir deixar de sobreviver para conseguir potencializar a sua existência com as suas particularidades únicas.
Quem vive de forma pouco refletida dentro dos ambientes que está inserida e não têm um Projeto Existencial está muito mais próximo de uma árvore do que de um Sapiens.
Ele complementa:
“Se a natureza determina quem você é, então não há nada que você possa fazer quanto a sua sorte na vida.”
Uma pessoa que não se reinventar, a partir de seus Potenciais Únicos, não tem um projeto criativo para preencher a sua vida – é muito mais árvore do que pessoa.
Uma árvore fica sujeita ao vento, ao sol e a chuva. Vive a sua Felicidade Conjuntural, conforme cada dia.
Um Projeto Existencial visa basicamente o aumento da Taxa da Felicidade Estrutural.
A Felicidade Estrutural é a nossa capacidade de perceber nossa finitude e procurar nos diferenciar ao máximo dos demais, traçando um projeto de vida personalizado, a partir dos critérios de cada um.
Ele diz.
Os outros seres se desenvolvem “de maneira aleatória, não planejada e inconsciente”.
Quando uma pessoa tende ao Zecapagodismo “deixa a vida me levar”, ela reduz a sua taxa de humanidade.
Estas frase exemplifica bem a diferença entre a Felicidade Estrutural e a Conjuntural:
“Pessoas malsucedidas tomam decisões baseadas em suas circunstâncias atuais, enquanto pessoas bem-sucedidas tomam decisões baseadas naquilo que desejam ser.”
E ainda:
“As pessoas que não acreditam que podem fazer algo têm uma mentalidade fixa. Essas pessoas se convenceram de que têm uma “identidade” dominante e imutável. A natureza é como deus, e nada pode ser estimulado. Infelizmente, anos e anos de pesquisas seguem mostrando que pessoas com mentalidade fixa sofrem. Elas têm a autoestima mais baixa. Por que não teriam? Elas acreditam que estão presas e não podem fazer nada para mudar isso. Seu destino foi definido no nascimento. Além disso, as pesquisas mostram que pessoas com uma mentalidade fixa têm muita, muita dificuldade de aprendizado.“
O otimismo e o pessimismo tóxicos e saudáveis
Outro ponto que aparece sempre entre os Excelentistas, que já comentamos é a divisão entre otimistas e pessimistas, ele diz:
“…diferenças psicológicas entre pessimistas e otimistas. A mais notável é que pessimistas logo explicam acontecimentos negativos como uma configuração permanente de sua identidade. Eles (ou a vida em geral) são o problema, e não há nada que possa ser feito quanto a isso. Por outro lado, um otimista tende a explicar acontecimentos negativos para si mesmo como situacionais.”
Podemos aqui dividir Otimistas e Pessimistas em dois:
- Pessoas Otimistas e Pessimistas;
- Diagnósticos Otimistas e Pessimistas.
Pessoas mais reativas tendem a ser mais pessimistas e as proativas mais otimistas.
De maneira geral, os Inquietos Inovadores têm a tendência mais ao otimismo do que ao pessimismo.
Porém, já dissemos que a toxidade sempre estará na capacidade que temos de nos aliar aos fatos.
Um Diagnóstico Otimista e Pessimista, que se baseia em sonhos e não em fatos é tóxico.
Os dois Tipos de Inquietos
Ao ler o livro de Hardy, tive o seguinte insight sobre os Inquietos.
Podemos dividi-los em dois:
- Os Inquietos Disciplinados;
- Os Inquietos Indisciplinados.
Vejamos a regra:
- Os Inquietos Indisciplinados tendem a não conseguir transformar a sua inquietude em Projetos Existenciais Saudáveis – o que faz dele um Inquieto, menos Inovador;
- Os Inquietos Disciplinados tem mais chance de conseguir transformar a sua inquietude em Projetos Existenciais Saudáveis – o que faz dele um Inquieto, mais Inovador.
Assim, quando temos uma pessoa que modifica constantemente o seu Ambiente PLS é um sinal de Inquietude.
Quantas vezes ele, por iniciativa própria, modificou o ambiente, englobando os três pilares: pessoas, situações e locais?
Porém, junto a mudança constante deve vir seguida de disciplina, na direção de uma Jornada de Excelência.
Um Inquieto Inovador, assim, tem como característica a junção:
- além da Inquietude;
- a Disciplina.
No Segundo Passo da Jornada de Excelência Bimodal – “Se afaste das toxidades, criando um ambiente saudável para viver.”.
Ele sugere:
- “Elimine tudo o que não usa com frequência.“
Uma espécie de arrumação geral na sua vida e uma análise do que REALMENTE você necessita para viver bem.
Agreguei o item no Segundo Passo.
- “Crie um Diário para dialogar com você mesmo o tempo todo.”
Ele sugere adotar um diário de bordo, uma sugestão que vimos também no Austin Kleon no livro “Roube como um Artista” (veja mais aqui).
Podemos dizer que a sugestão de se criar um diário é relevante e agrega bem como uma sugestão para complemento do Terceiro Passo da Jornada de Excelência Bimodal – “Crie uma rotina criativa, com muita disciplina e garra”.
O que ele diz:
- “Registrar sua história é um componente crucial em qualquer diário. Isso fornece contexto para suas ideias, seus objetivos e planos;”
- “Manter um diário é uma ferramenta terapêutica e de cura poderosa.”
- “Quando você escreve seus pensamentos, sua mente não sente necessidade de tentar se lembrar deles, porque eles foram anotados e terceirizados.”
- “Escrever é sem dúvida uma das melhores ferramentas de regulação emocional e para mim serve como uma sessão diária de terapia.”
- Quando tiver ideias, registre-as imediatamente. Coloque-as no papel ou grave-as em áudio. Terceirize o pensamento para seu ambiente para liberar sua memória de trabalho.
Como tenho um blog há mais de 14 anos, sou adepto da ideia.
A escrita é bem diferente da fala, pois você é obrigado a caprichar.
Mais ainda.
Ainda no Terceiro Passo ele sugere:
Escrever é um diálogo interno, que nos permite colocar para fora nosso pensamento e aprimorá-lo permanentemente.
“Crie Rituais Matinais.”
Ele diz:
- “Rituais matinais são essenciais.”;
- “Preparar-se para o que realmente quer fazer naquele dia.”;
- “O objetivo principal de uma rotina matinal é dar prioridade às prioridades. Se concentrar no que é importante na sua vida, não no que é urgente.”
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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#1 “…é impossível mudar, sem mudar o ambiente.”- Força de vontade não funciona – Benjamin Hardy
mar 3rd, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Benjamin Hardy – conhecendo e adaptando a forma de pensar deste autor para a nossa narrativa.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Frases de Divulgação do Artigo
- Se você quer realmente mudar de vida, comece mudando o seu ambiente, pois, caso contrário, ele não vai deixar você mudar por mais força de vontade que você tenha.
- Um Ambiente é formado, a partir de três pilares: pessoas, lugares e situações.
- Por mais que você queira mudar e tenha a força de vontade (título do livro) você vai resistir um tempo, mas vai acabar se rendendo.
- Você precisa ter consciência da força do ambiente na sua vida, torná-lo consciente e fazer as escolhas, que parte de seus critérios de Felicidade Continuada.
- Quem está no processo de mudança opta o tempo todo, pelo seu Ambiente PLS (Pessoas, Lugares e Situações) com o qual você quer se relacionar.
- Se você se mantém no mesmo Ambiente PLS (Pessoas, Lugares e Situações), seus pensamentos e emoções permanecerão mais ou menos os mesmos por mais que você não queira.
- Note que a sugestão NÃO é que você deve se adaptar ao ambiente, mas você deve CRIAR o ambiente que mais se adequa a você.
- Hardy sugere que você deve concentrar a sua força de vontade, antes de tudo, em mudar de ambiente e, só então, dar continuidade no processo de mudança.
Vamos ao artigo
“A maioria das pessoas é orientada a evitar a vida.” – Hardy.
Hardy é mais um Autor Excelentista analisado pelos BIMODAIS.
O oitavo da lista dos que já foram analisados.
Nosso objetivo com as leituras é o desenvolvimento de uma Narrativa Bimodal de Apoio à Mudanças Estruturais Disruptivas como a que estamos passando agora.
Vivemos hoje uma mudança do tipo DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida) e precisamos de ferramentas conceituais, que ajudem nossos clientes a lidar melhor com elas.
A BIMODAIS optou por clientes com o perfil/temperamento Inquieto Inovador por considerá-los os mais aptos, tanto para compreender a complexidade da mudança, mas também criar projetos para acelerá-la.
Entendemos que vivemos hoje um Movimento de Mudança Sistêmico Civilizacional, na direção de novas possibilidades da solução de diversos problemas para os quais não havia solução no passado – em função das mídias existentes.
Nosso foco com a Leitura Ativa de Autores Excelentista não é apenas fazer um resumo, mas principalmente analisar o que cada um dos livros pode agregar à Narrativa Bimodal de Apoio à Mudanças DRED.
Dentro da Narrativa Bimodal de Apoio à Mudanças DRED, criamos a Metodologia da Jornada de Excelência Bimodal, que se divide em Identificação de Inquietos Inovadores.
A partir da Identificação:
- Integração dentro de Ambientes Digitais de Interação;
- Repasse sistemático da Visão de Cenário Bimodal e do Ferramental de Excelência.
A missão da BIMODAIS é muito específica:
- dotar os Inquietos Inovadores de uma Ferramental Conceitual consistente para que possam transformar suas respectivas inquietudes em Projetos Renascentistas.
Inquieto Inovador é um Perfil/Temperamento mais adequado para a promoção de mudanças de todos os tipos – em especial as DRED.
Projetos Renascentistas são aqueles que se aproveitam das novas possibilidades da Civilização 2.0 para resolver antigos problemas insolúveis do Sapiens.
No livro “Força de Vontade não funciona” Hardy procura questionar um senso comum de que basta força de vontade para promover as mudanças.
Ele vai defender, de forma convincente, de que as pessoas são PROFUNDAMENTE afetadas pelos ambientes, que vivem.
Hardy procura detalhar a vital relação entre o ambiente e a pessoa e a pessoa e as demandas de mudança.
Hardy se assemelha, a partir deste raciocínio, a Marshall McLuhan (1911 – 80) que dizia também que “O meio é a mensagem”.
O “meio” pode ser tanto interpretado como mídia, ou como ambiente.
McLuhan vai mais adiante.
“Não importa o canal de televisão que você está assistindo, a televisão por ela mesma, sem que você perceba, está mudando você.”
Ou o ambiente que é influenciado também pelas mídias.
McLuhan e Hardy podem ser descritos como Ambientalistas.
Aqui, a definição de Ambientalista – diferente de defensor do meio ambiente – são aqueles autores que defendem a ideia da força provocada pelo ambiente nas objetividades e subjetividades das pessoas.
Os Autores Ambientalistas acreditam que o ambiente provoca alterações, de forma involuntária nas pessoas e que é preciso ter consciência dessa influência para poder tomar decisões melhores.
Diz ele:
- “…nosso comportamento é moldado pelas pressões sutis que nos rodeiam, que não conseguimos reconhecê-las.”
E cita Churchill:
- “Moldamos nossos edifícios; depois nossos edifícios nos moldam.” – Winston Churchill.
O que é idêntico à frase de McLuhan:
“O ser humano cria as tecnologias e as tecnologias recriam o ser humano.”
Os outros Autores Excelentistas também destacaram a importância da influência do ambiente nas nossas vidas, mas Hardy teve neste livro a preocupação da ênfase neste ponto.
Ele defende ainda uma tese bastante nova e interessante:
- “De acordo com a nova ciência genética conhecida como epigenética, os sinais de seu ambiente são muito mais responsáveis por sua composição genética que o DNA com o qual você nasceu.”
Hardy faz parte do que podemos chamar de Estudiosos da Psicologia da Motivação, que é um outro nome para os Excelentistas.
E neste livro ele é radicalmente defensor dos efeitos do ambiente na vida das pessoas.
Tanto que o título do livro “Força de vontade não funciona” – quer dizer o seguinte:
Se você quer realmente mudar de vida, comece mudando o seu ambiente, pois, caso contrário, ele não vai deixar você mudar.
Hardy nos ajuda a reforçar o Segundo Passo da Jornada de Excelência Bimodal – “Se afaste das toxidades, criando um ambiente saudável para viver.”
E quando nos referimos a ambiente estamos falando da Toxicidade PLS:
- Pessoas;
- Lugares;
- Situações.
Por mais que você queira mudar e tenha a força de vontade (título do livro) você vai resistir um tempo, mas vai acabar se rendendo.
A Lógica Ambientalista faz parte da experiência dos Grupos dos Anônimos de Mútuo Ajuda, que diz justamente que para você abandonar um vício precisa se afastar de Pessoas, Lugares e Situações (PLS) que te levam a não conseguir mudar.
A Metodologia dos Grupos dos Anônimos de Mútuo Ajuda tem servido de inspiração para criar a nossa Narrativa Bimodal de Apoio à Mudanças Estruturais Disruptivas.
Diz Benjamin:
“…uma evolução pessoal consciente envolve controlar e criar ambientes que nos moldem nas pessoas que queremos nos tornar.”
Ou seja.
Você precisa ter consciência da força do ambiente na sua vida, torná-lo consciente e fazer as escolhas, que parte de seus critérios de Felicidade Continuada.
Note que a sugestão NÃO é que você deve se adaptar ao ambiente, mas você deve CRIAR o ambiente que mais se adequa a você.
Diz ele:
“Quando você muda seu ambiente — digamos, cercando-se de pessoas diferentes — seus pensamentos e suas emoções também mudam.”
Ou seja:
Não adianta querer mudar dentro do mesmo ambiente que te faz sentir desconforto, através da Força de Vontade.
Quem está no processo de mudança está, o tempo todo, optando pelo seu Ambiente PLS (Pessoas, Lugares e Situações) com o qual você quer se relacionar.
O que significa dizer que:
Se você se mantém no mesmo Ambiente PLS (Pessoas, Lugares e Situações), seus pensamentos e emoções permanecerão mais ou menos os mesmos por mais que você não queira.
Hardy é ainda mais radical na sua defesa:
- “…(mudar o) seu ambiente é na verdade a única maneira de você mudar alguma coisa.
- Ao permanecer num ambiente contrário as suas regras pessoais, você só tem duas escolhas: adaptar-se a um ambiente ruim ou lutar contra ele por meio da força de vontade. As duas opções são muito ruins e vão acabar levando você ao mesmo lugar.
- “Como o ambiente incita seu comportamento, é o ambiente que precisa ser interrompido.”
- “…se quiser mudar sua vida, você precisa mudar seu ambiente e os papéis que desempenha.”
Uma das referências que passei a ter para identificar um Inquieto Inovador é justamente avaliar o seu passado nas Mudanças PLS (Pessoas, Lugares e Situações).
Quanto mais a pessoa modifica o seu Ambiente PLS, mais é um sintoma de Inquietude.
Diz ele sobre Força de Vontade:
- “Se permanecer preso nos mesmos papéis e padrões, não importa quanta força de vontade reúna; seus esforços continuarão confinados ao contexto limitante de seu papel.”
- “…força de vontade é como um músculo. É um recurso finito que se esgota com o uso.”
O que ele traz de novo para o Segundo Passo da Jornada de Excelência Bimodal que não aparece em outros autores?
Ele sugere a criação de dois Ambientes Excelentistas distintos.
Ele denomina:
- Ambiente de Produção – no qual você desenvolve a sua atividade principal;
- Ambiente de Recuperação – no qual você precisa se desconectar completamente de todo o estresse de trabalho, exercício e do mundo em geral.
Frases top sobre o tema da mudança de ambiente:
- “Quando os Beatles mudaram o ambiente, o novo ambiente mudou a cultura e a humanidade.”
- “Moldamos nossos edifícios; depois nossos edifícios nos moldam” – Winston Churchill.
Segue uma lista de frases referentes ao Segundo Passo da Jornada de Excelência Bimodal
- “Depois de ver a si mesmo e o mundo de um jeito novo, você pode transcender os medos e as crenças mesquinhas que o prendem no ambiente atual.”
- A maioria das pessoas é muito desconectada de si mesma. Estão vivendo em estado vicioso e reativo, causado por uma rotina e um ambiente negativos.”
- “…árvores que crescem em ambientes extenuantes de muito vento são obrigadas a plantar raízes mais profundas.…”
- “As pessoas me dizem que querem “mudar de vida” ou fazer “algo incrível”, mas continuam passando tempo demais presas a velhos hábitos ou a velhos amigos que não estão indo a lugar algum na vida.”
- “…seu potencial é moldado por aquilo que o cerca.”
- “A maioria das pessoas vive vidas simples, não porque não tenham talento, mas porque sua situação não as desafia mais.”
- “…as possibilidades de ação de cada pessoa são limitadas por seu contexto.”
- “É preciso muita força de vontade para se manter positivo num ambiente negativo.”
- “Quem você é e o que é capaz de fazer num ambiente é muito diferente de quem você é e do que é capaz de fazer em outro.”
- “Não se muda as coisas lutando contra a realidade existente. Para mudar alguma coisa, construa um novo modelo que torne o modelo existente obsoleto. — R. Buckminster Fuller”.
- “Cerque-se de pessoas que o lembrem mais de seu futuro que de seu passado.” — Dan Sullivan.
- “A história não foi moldada por homens grandiosos, mas sim por situações desafiadoras. //A necessidade é o ingrediente mais importante da receita da grandiosidade.”
- “Somos “a média das cinco pessoas com quem mais convivemos”. //”Não se junte a uma multidão confortável; você não vai crescer. Vá aonde as expectativas e exigências de desempenho são altas. – Jim Rohn.
- Quanto mais conscientes somos, mais podemos criar os contextos em que vivemos… e acreditar na possibilidade de mudança.” – Ellen Langer.
- “Quem com coxo anda aprende a mancar”. – Plutarco.
A frase abaixo reforça o Mantra da Potência Bimodal:
- “…pessoas (…) se concentram no que não podem mudar em vez de observar aquilo que pode.”
Objetivo do livro
- O livro procura questionar isso: (Mudar) … a noção de que a pessoa e o ambiente são desconexos e separados.”
- “Na verdade, o foco é que está errado. A maioria dos guias de autoajuda coloca toda a pressão diretamente sobre o indivíduo.”
- “Embora este livro reconheça que existem restrições ao crescimento pessoal, essas restrições não são tão nítidas e rígidas. Ao contrário, as restrições de uma pessoa são flexíveis e se baseiam no contexto em que ela está inserida.”
- “Passei a última década estudando como os seres humanos mudam.”
- “Parte II deste livro vai ensiná-lo a criar ambientes enriquecidos, otimizados para o descanso e a recuperação.”
- “A Parte III deste livro vai ensiná-lo a criar ambientes enriquecidos, otimizados para o estresse e a alta demanda. “
- “Como fazer com que a força de vontade seja irrelevante.”
Quem é o autor?
Pai de 6 filhos, Psicólogo Organizacional, Atualmente escrevendo 10X É MAIS FÁCIL QUE 2X
“…como se comprometer 100%? Essa é a questão que venho estudando em meu doutorado em psicologia organizacional.”
“Especificamente, estou estudando um conceito que chamo de “ponto sem volta”, que é o momento em que é mais fácil avançar em direção a seus objetivos do que evitá-los.”
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
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#2 – “Antes feito do que perfeito.” – O poder da disciplina – Joel Moraes
mar 2nd, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Joel Moraes – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- O objetivo da leitura de um livro é a oxigenação do seu Projeto Foco.
- O passo número um da Jornada de Excelência é procurar um ambiente (pessoas, lugares e situações) que te ajudem mais do que atrapalhem.
- Os Inquietos com Problemas Afetivos ou os Não Inquietos se apegam ao ambiente, como se ele fosse imutável.
- O Apego Tóxico gera uma sensação de que você está condenado a viver naquele ambiente como se fosse uma prisão perpétua.
- Os fatos estão sugerindo que você mude de ambiente, mas alguém dentro de você não deixa!
- Para cada pessoa que não quer se esforçar, tem sempre um esperto para te oferecer resultados falsos sem nenhum esforço.
- A Jornada de Excelência é um processo longo e continuado em que você a cada dia se coloca um micro desafio.
- Fuja das mágicas e dos mágicos que prometem resultados rápidos e sem esforço!
- O Segundo Eu é uma construção que cada pessoa faz de si mesma, procurando se distanciar das formatações recebidas.
Vamos ao artigo:
“Antes feito do que perfeito.“ – Joel Moraes.
Toda a Leitura Ativa é inspiracional.
Você deve ler um livro para oxigenar de novidades o seu Projeto Foco.
Tenho lido Autores Excelentistas para que eu possa ajudar meus clientes Inquietos Inovadores a desenvolver projetos criativos.
Do ponto de vista geral, o objetivo da BIMODAIS é acelerar, com projetos criativos, a Renascença Civilizacional que está em curso de duas maneiras:
- dotar os Inquietos Inovadores de uma Teoria de Cenário mais consistente;
- dotar os Inquietos Inovadores de uma Metodologia de Jornada de Excelência mais consistente.
Começo depois do novo autor lido nessa jornada de leitura sobre o tema, a separar o que é Filosofia, a Teoria e as Metodologias Excelentistas.
E início, ainda timidamente, o desenvolvimento da Narrativa Bimodal Excelentista, visando a preparação de material didático para repassar aos Inquietos Inovadores, tanto para Mentorias Excelentistas de Grupo ou Individual.
Vamos abordar alguns tópicos, já iniciando a divisão do Edifício do Pensamento Bimodal (filosofia, teoria e metodologia) aplicado ao Universo Excelentista.
Do ponto de vista Filosófico
Eu sou dois e não um
“Só que o subconsciente da pessoa inerte, no qual estão instaladas as crenças, os modelos mentais e os comportamentais ultrapassados, sabotadores ou inúteis, a faz sentir medo.”
Temos trabalhado aqui na necessidade da Jornada de Excelência na criação do Segundo Eu, que é capaz de olhar para o Primeiro Eu, de forma mais distanciada.
O Segundo Eu é uma construção que cada pessoa faz de si mesma, procurando se distanciar das formatações recebidas.
Na verdade, o principal problema que temos para iniciar a Jornada de Excelência é assumir que somos duas pessoas e não uma só.
A Primeira Pessoa, ou o Primeiro Eu, é aquela que veio sendo formatada e que precisa ser observada de fora.
O Primeiro Eu tem baixa taxa de reflexão sobre si mesmo.
Quando criamos uma metodologia de nos olharmos de fora para dentro, num processo de autoanálise, começamos a construção progressiva do Segundo Eu.
A métrica para saber se o Segundo Eu está indo na direção adequada é a seguinte:
- você achou uma atividade que te deixa satisfeito?
- está com uma sensação de bem estar continuado, sem grandes altos e baixos, em longos períodos?
- você está conseguindo fazer dessa atividade algo sustentável, sem depender de ninguém, através do serviço prestados a determinados clientes?
Do ponto de vista Teórico
As Vaidades Exógena e a Endógena
“A chave não é amar vencer, mas amar o que você faz, porque dessa forma você consegue superar as próprias falhas.”
Todos nós precisamos de uma determinada Taxa de Vaidade, que pode ser adequada, ou não.
Temos dois tipos de Vaidades:
- Tóxica, quando você NÃO está se relacionando bem com os fatos;
- Saudável, quando você está se relacionando bem com os fatos.
As duas vaidades estão relacionadas a mais duas:
- a Exógena – que a sua referência de felicidade é mais de fora para dentro do que de dentro para fora, o que nos leva à toxicidade;
- a Endógena – que a sua referência de felicidade é mais de dentro para fora do que de fora para dentro, o que nos leva à Saudabilidade.
Num processo de Jornada de Excelência a vaidade NUNCA pode estar no resultado, mas SEMPRE no processo.
No caso de um conceituador, como é o meu, você não tem que ter orgulho do conceito que criou, mas do processo que te levou a chegar naquele conceito.
A vaidade não pode ser colocada no que é mais mutante e é recomendável que se ancore no que é mais fixo.
Quando você tem orgulho da Metodologia da Excelência e não dos Resultados da Metodologia da Excelência, você coloca a vaidade no lugar adequado.
Eu gosto de desenvolver teorias sobre o Digital e agora sobre a Jornada de Excelência.
Não me apego às conclusões que cheguei, que admito serem sempre provisórias.
Tenho orgulho de conseguir realizar o processo continuado, que sempre vai aprimorando as conclusões que eu cheguei.
Fuja do Apego Tóxico!
“É humanamente impossível, salvo exceções, que alguém com comportamento produtivo, mentalidade boa, vença um ambiente horroroso.”
Quando um Inquieto Inovador “sai do armário” o primeiro problema que ele enfrenta é o ambiente hostil.
Você percebe que os lugares, as pessoas e as situações em que você está inserido não fazem mais sentido na sua nova etapa.
O passo número um da Jornada de Excelência é procurar um ambiente (pessoas, lugares e situações) que te ajudem mais do que atrapalhem.
Vejamos como Moraes fala sobre isso:
- “O que mais muda a maneira como as pessoas pensam e transformam tudo em seu entorno é o ambiente.” // “Algumas pessoas vivem e convivem em um lugar inadequado aos seus objetivos de vida e logo se transformam em pessoas medíocres.”
O problema é que, de maneira geral, os Inquietos com Problemas Afetivos ou os Não Inquietos se apegam ao ambiente, como se ele fosse imutável.
O Apego Tóxico gera uma sensação de que você está condenado a viver naquele lugar como se fosse uma prisão perpétua.
Uma relação tóxica com o ambiente é aquela que você rejeita os fatos e se mantém lá pelas fantasias não factuais.
Os fatos estão sugerindo que você mude de ambiente, mas alguém dentro de você não deixa!
Uma relação saudável com o ambiente é aquela em que você está se relacionando melhor com os fatos e lidando com eles a favor do seu propósito.
Dizer sim, é dizer não e vice-versa
Algumas frases de Moraes nessa direção:
“…não adianta ser mais ninguém, além de si mesmo.”//“Está na hora de aprender a gostar de você, de viver em harmonia consigo mesmo, porque você só tem essa vida.” // “Falando sério, ninguém muda, sentindo-se fortalecido e livre para viver suas novas escolhas, sem, antes, encarar as causas que estão dificultando descobrir o que se quer e dar um ponto-final nelas.”
O principal problema do autoconhecimento é justamente que ele é auto.
O Autoconhecimento, como o nome já diz, vem de dentro para fora e isso exige que você diga não para o que vem de fora para dentro aos borbotões.
O autoconhecimento exige um desprendimento da opinião dos outros sobre o que é certo e errado.
E isso exige uma Maturidade Emocional, que vem com o tempo ou nunca vem, deixando a pessoa a mercê das “marés”.
Do ponto de vista Metodológico
O problema da preguiça – “Magia é boa no circo!”
“Aos que desejam resultado rápido com mínimo esforço, aviso logo que essa conta não fecha.” //”O sucesso não reconhece atalhos, não dá em árvores nem vem do dia para a noite.”
Aqui, se questiona aquela fórmula mágica de “trago a pessoa amada em três dias”, “você emagrece sem esforço em duas semanas” e “sua barriga vai virar tanquinho vendo série do Netflix” e por aí vai.
Podemos dizer que:
Para cada pessoa que não quer se esforçar tem sempre um esperto para te oferecer resultados falsos, sem nenhum esforço.
É o mercado dos Atalhos Mágicos e Enganosos.
TODOS os autores da Jornada da Excelência, sem exceção, destacam a importância da Rotina Criativa ao longo de vários anos para se colher resultados positivos.
A Jornada de Excelência é um processo longo e continuado em que você a cada dia se coloca um micro desafio.
A sugestão é: fuja das mágicas e dos mágicos que prometem resultados rápidos e sem esforço!
Da prática da Rotina Criativa “Você acorda às 5 da manhã?”
Um dos pontos também enfatizados por Moraes é o enfoque da Rotina Criativa e do esforço.
Ele, inclusive, faz a defesa de um movimento mundial:
“Cito a turma do 5am Club, que já está acordada às 5 horas da manhã, não por obrigação, mas para ter mais produtividade e foco.”
(O 5am club é um grupo de pessoas que decide, por conta própria, acordar às 5h da manhã.)
Algumas frases de Moraes sobre a Rotina Criativa:
“…não precisa acelerar, basta não parar.” // “…a vida não é uma corrida de 100 metros, é uma maratona; então comece devagar e vá crescendo.” //“…a AUTOperformance é a mãe da ALTA performance.” //“A boa notícia é que todo mundo pode valorizar as rotinas eliminando a monotonia. Com criatividade, inovação, diversidade, mudanças de algum tipo na forma como se trabalha, ama, conduz cada dia, criando assim um ciclo virtuoso, e não vicioso.” //“Ficar olhando para o topo da escada se perguntando como chegar lá, em vez de arquitetar como subir cada degrau.” // “A boa notícia é que todo mundo pode valorizar as rotinas eliminando a monotonia. Com criatividade, inovação, diversidade, mudanças de algum tipo na forma como se trabalha, ama, conduz cada dia, criando assim um ciclo virtuoso, e não vicioso.” // “A única pessoa incapaz de aprender é a preguiçosa.”- Confúcio.
Muitos Inovadores Inquietos têm tudo para cair dentro da Jornada de Excelência, mas não conseguem estabelecer rotinas.
Sem rotina, não há Jornada de Excelência, mas tentativas de chegar lá que acabam sempre na frustração.
Um trabalho que pode ser desenvolvido e talvez se tenha livros para isso é de “Como conseguir ser uma pessoa com uma Rotina Criativa?”.
Aguardo sugestões.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
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#3 – “Tentei ser Gustavo Borges e acabei sendo Joel Moraes.” – O poder da disciplina – Joel Moraes
mar 2nd, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Joel Moraes – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- Escolha Padrinhos Inspiradores para que possam ser uma bússola no teu caminho.
- Vuca não é o novo mundo, mas a sensação que temos diante dele!!!
- Você não pode tudo, mas pode alguma coisa, a partir do seu radar interno, que precisa ser desenvolvido.
- Para Mudanças Estruturais, é preciso cair um fichão. Para as conjunturais, lidamos mais com fichinhas.
- Só você vai poder dizer para você mesmo, o que te dá uma sensação de Bem Estar Continuado.
- Quer descobrir o teu talento? Veja que temas te deixam mais curioso.
- Quer descobrir o teu talento? O que você faz com mais facilidade?
- A Excelência é treinável, mas você precisa dar o primeiro passo.
Vamos ao artigo:
“Tentei ser Gustavo Borges, mas acabei sendo Joel Moraes.“ – Joel Moraes.
Estamos desenvolvendo na BIMODAIS um ferramental conceitual para dotar os Inquietos Inovadores, tanto de uma Narrativa de Cenário, quanto de uma Narrativa de Inovação.
Desenvolvemos neste artigo sobre os 12 Passos da Excelência o início da nova Narrativa de Inovação Bimodal, que se consiste nos seguintes Métodos:
- de Identificação dos Inquietos Inovadores;
- Criação e Manutenção de Ambiente de Interação dos Inquietos Inovadores;
- bem como, dotá-los do Estado da Arte da Jornada de Excelência, através do compilado de vários Autores Excelentistas.
Depois de muita Leitura Ativa dos Autores Excelentistas, começamos a delinear a Jornada da Excelência Bimodal, que foi sintetizada em duas sugestões de atividades:
- o Mantra da Potência – que é uma filosofia geral para que possamos separar o que é a Zona de Preocupação da Zona da Atuação;
- e os 12 Passos Rumo à Excelência de um Inquieto Inovador, através de um compilado de diversos Autores Excelentistas.
A partir deste artigo, começamos a organizar a escola em duas grandes áreas:
- a Narrativa de Cenário Bimodal – que procura explicar as causas e consequências das atuais mudanças, que serve de base para qualquer decisão, em qualquer área, dividida em três níveis Filosofia, Teoria e Metodologia, tendo como base a nova Ciência da Antropologia da Sobrevivência;
- a Metodologia de Inovação Bimodal – é o terceiro braço da nossa narrativa e procura ajudar a sociedade a promover as Mudanças Civilizacionais, que em momentos como o atual são necessárias.
Vivemos hoje uma Revolução Civilizacional, a partir da chegada de novas mídias, quando um determinado perfil de pessoas, os Inquietos Inovadores passam a ter vital importância.
Esse tipo de perfil tem mais facilidade de aceitar e promover mudanças e precisa ser identificado, reunido e dotado de ferramentas para que possa ajudar no processo de Renascença Civilizacional.
Diferente dos demais Autores Excelentistas, os Bimodais não querem sugerir uma Jornada de Excelência para qualquer perfil, mas para um específico: os Inquietos Inovadores.
Mais ainda.
Queremos que eles possam ter acesso e dominar tanto nossa Narrativa de Cenário, quanto nossa Metodologia de Inovação para que possam, a partir de suas facilidades, ajudar a sociedade nas Mudanças Renascentistas.
Assim, nosso estudo dos Autores Excelentistas tem um foco muito específico, pois nós viemos de uma análise mais ampla das mudanças e queremos ajudar a sociedade a acelerá-la.
Passemos agora, já sob esse novo ponto de vista, a fazer a terceira análise do livro de Joel Moraes.
Melhoria da Filosofia da Inovação
Aqui estamos tratando do Pilar filosófico da Inovação 1 – “Somos a espécie mais mutante do planeta.”
Ele diz:
“Ninguém nasce pronto para nada.”
Isso é meio contraditório com o que ele aborda em outros tópicos do livro, pois ele fala em dons e talento.
A frase adequada seria “nascemos mais prontos para algumas coisas e precisamos ir descobrindo quais são.”
Não gosto, assim, da expressão “pronto para nada”.
Há determinadas características objetivas e subjetivas que nos potencializam e nos limitam.
Ele mesmo fala disso ao longo do livro.
Contradições existem.
A ideia “tudo é possível“, foi classificada aqui na escala de Tudismo.
Tudismo é a defesa que todo mundo pode tudo, basta se esforçar bastante.
O Tudismo é bem usado no marketing, pois amplia muito o escopo, o papo é este: “você com essa minha técnica, vai poder fazer o que quiser.”
Muitos usam o Tudismo para se contrapor ao Nadismo, que também é tóxico.
Porém, é preciso ir para o Potencialismo.
Eu não posso tudo, mas posso muitas coisas, que eu vou descobrir, na Jornada de Excelência, a partir dos meus potenciais e meu Senso de Felicidade Continuada.
Tem até coisas que eu posso fazer, mas não são elas que me trazem a sensação de Bem Estar Continuado.
Uma pessoa baixinha não pode imaginar que vai ser um pivô no basquete. Isso vai gerar mais frustração do que Bem Estar Continuado.
Pode até descobrir que existe um campeonato de basquete de pessoas de baixa estatura e ser pivô nele, mas descobrir que não tem a sensação de Bem Estar Continuado.
O desenvolvimento progressivo do talento na Jornada de Excelência tem alguma relação com a placa-mãe que veio de fábrica e com aquilo que o Senso de Felicidade Continuada nos sinaliza.
Concordo, assim, que procurar romper limites é positivo, como sugere Moraes:
“O SUCESSO É TREINÁVEL.”
Porém, não gosto da palavra sucesso, pois é vaga e deixa margem para confusão.
Prefiro a “Excelência é treinável”, desde que você consiga partir dos talentos mais propícios de cada um.
Aqui estamos tratando do Pilar 4 – da Filosofia da Inovação – “A mentalidade e a atitude são muito próximas.”
Vejamos a Frase de Moraes:
“Em vez de ficar seguindo o mote “mude sua mentalidade e, assim, mudará de atitude”, eu prefiro “mude de atitude, pois isso vai mudar sua maneira de pensar”.”
Temos dentro dos Autores Excelentistas um impasse.
O que vem primeiro é o “ovo” (mude a mentalidade para depois mudar de atitude) ou a galinha (mude de atitude para depois mudar de mentalidade).
Porém, a frase de Moraes gera um problema lógico.
Vamos decupar:
“Mude de atitude”, mas como você vai mudar de atitude, se não amadurecer que esta é a melhor atitude para você adotar?
Isso implica necessariamente mudar, em alguma medida, a mentalidade.
A dica aqui me parece mais precisa e clara se trabalharmos a mentalidade-atitude ou a atitude-mentalidade como uma coisa só.
Porém, temos uma divisão clara aqui:
- A Atitude-Mentalidade Estrutural;
- A Atitude-Mentalidade Conjuntural.
Que podemos definir como a Atitude-Mentalidade Estrutural como uma ficha (ou um Fichão) que cai e a Atitude-Mentalidade Conjuntural como uma fichinha.
- “Preciso parar de beber e vou para o AA” – Fichão;
- “Agora que estou no AA, vou deixar de ir naquelas festas no fim de semana.” – fichinha.
Não procure, olhando para o teto, ficar procurando novas formas de agir.
Porém, é importante entender que existem decisões mais amplas, tais como optar pela Jornada de Excelência, que precisa de um salto maior e depois saltos menores.
Melhoria da Narrativa de Cenário Consistente
Moraes foi mais um que caiu no conto do Mundo Vuca, ele diz:
“Como o mundo atual é VUCA (em inglês) ou VICA (em português) – volátil, incerto, complexo e ambíguo….”
Já conversamos sobre isso aqui e chamamos a atenção de como os Autores do Empreendedorismo e do Excelentismo têm percepções e não teorias sobre o cenário atual.
Note que uma percepção do cenário é diferente de uma narração do mesmo.
Uma percepção não consegue, basicamente, apresentar em relação às mudanças que estamos vivendo:
- causas;
- consequências;
- fatores históricos, que comprovem as causas e consequências.
O Mundo Vuca é uma definição claramente Percepcionista.
As pessoas percebem a mudança e revelam como estão se sentindo em relação à ela, mas não a explicam.
“Eu estou sentindo volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade.”
Ok, isso, entretanto, não é uma Narrativa de Cenário, que explique a mudança, mas como VOCÊ está se sentindo diante dela.
O cenário atual não é VUCA, mas provoca uma sensação VUCA, que é algo bem diferente.
Na live que fiz com o Renato Azevedo, ele defende o uso do conceito VUCA dentro do processo de tomada de decisões.
Aí faz sentido.
Quando temos uma situação qualquer que provoca a sensação VUCA e temos que agir, é preciso se armar de uma série de prerrogativas para lidar com essa sensação.
Ok, sem problema.
Quando estamos, entretanto, procurando DIAGNOSTICAR um cenário, não podemos chamar o cenário daquilo que estamos sentindo em relação a ele.
A sensação que temos não é o cenário, mas como nós nos sentimos em relação a ele.
Um terremoto não é VUCA, ele provoca uma sensação VUCA!
A expressão VUCA NÃO PODE ser usada para definir um diagnóstico do momento atual, pois gera mais confusão do que explicação.
VUCA é uma sensação e não um diagnóstico.
O momento de toda a mudança é, sempre foi e sempre será VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo).
Vuca não é um novo mundo, mas a sensação que temos diante dele!!!
Melhoria dos Passos da Jornada de Excelência Bimodal
Vamos agora complementar e refletir sobre nossos Passos da Jornada de Excelência Bimodal com a ajuda de Moraes.
Passo 1 – “Tenha um propósito, a partir dos seus talentos e o ajuste-o permanentemente.”
Uma pergunta recorrente de todos os Inquietos Inovadores quando se propõe uma Jornada de Excelência é:
Por onde começo?
As dicas de Moraes, que me parecem bem úteis para descobrir nossos talentos mais natos, aquilo que fazemos melhor do que os outros:
- “O que eu faço com uma FACILIDADE acima da média das pessoas?”.
- “O que eu faço que me traz profunda CURIOSIDADE, me faz buscar informação, querer saber mais?”.
Na verdade, o que está se desenvolvendo aqui é o que eu disse lá em cima é um Senso de Felicidade Continuada.
Se quiserem, a passagem do que a maior parte das pessoas vivem, que é a Felicidade Conjuntural (alegria, euforia, de curto prazo) para a Felicidade Estrutural (um Senso de Bem Estar Continuado, de longo prazo).
A grande diferença da Felicidade Conjuntural para a Estrutural é de que eu passo a admitir e minha finitude e passo a ter um Projeto Existencial.
Note que temos aqui duas pistas para procurar a “pedra fundamental” da Jornada de Excelência:
- a Facilidade que eu sinto sobre determinada atividade;
- a Curiosidade que eu sinto sobre determinada atividade.
Segundo Moraes, dom e talento é o seguinte:
- “Trata-se daquela coisa que você aprende com mais facilidade que a maioria das pessoas…”;
- “Afinal, todo mundo tem uma habilidade que realiza com facilidade acima de qualquer outra e melhor do que a maioria das pessoas. É mais fluido e mais natural. Pois bem, é nesse tal de talento, dom ou predisposição que mora nossa grande chance de fazer a diferença no mundo.”
- “As pessoas mais motivadas são aquelas que trabalham com aquilo que dominam, que realizam com excelência, utilizando seu talento natural. Elas querem ser as MELHORES no que fazem.
O primeiro passo da Jornada de Excelência é, portanto, descobrir nossos dons e ir pivotando.
Note que aqui não se vai chegar a isso de primeira, mas vai se tentando opções e vendo como nossa mente reage.
Ela pode “balançar” mais ou menos o “rabinho” em cada situação.
Sem experimentação, não se chega lá.
É isso, que dizes?
Colaborou a Bimodal: Fernanda Pompeu.
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
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#1 – “Sou um vendedor de projetos de vida.” – O poder da disciplina – Joel Moraes
fev 22nd, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Joel Moraes – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
De Moraes:
- “Sou um vendedor de projetos de vida.”
- “Claro que seus familiares querem sua felicidade. Mas vão dar conselhos e orientações segundo a ótica… deles.”
- “…é melhor evitar um problema do que sair dele.”
Minhas:
- Uma relação tóxica com o ambiente é aquela que você rejeita os fatos.
- O Inquieto Inovador tem por características não aceitar o que vem de cima, das autoridades, o que está pronto.
- Os Inquietos Inovadores não gostam das coisas como elas são.
- A sociedade tende a rejeitar os Inquietos Inovadores.
- Temos na sociedade uma disfarçada Inquietofobia – um movimento contínuo de rejeição a esse tipo de perfil.
- Uma relação saudável com o ambiente é aquela que você se aproxima dos fatos e procura lidar melhor com eles.
Vamos ao artigo:
“Sou um vendedor de projeto de vida.“ – Joel Moraes.
De maneira geral, depois de ler alguns livros de Autores Excelencialistas podemos descobrir determinados padrões.
Estou agora comentando o sétimo livro e já terminei o oitavo, já iniciando a leitura do nono.
Alguns dão ênfase maior em um ponto e outros em outros, mas todos destacam basicamente alguns pontos.
Podemos dizer que, de alguma forma, aparece o seguinte, no que podemos chamar de Os Mandamentos Excelentistas, que é reforçado aqui e ali por Moraes:
- Fique 100% presente, sendo excelente em tudo.
- Assuma que seu sucesso é responsabilidade sua.
- Domine as emoções, antes que elas te dominem.
- Ajuste o foco permanentemente.
- Tenha disciplina e garra.
- Crie um ambiente favorável.
- Não dê muito peso às opiniões dos outros.
- Coloque as suas ideias em prática e não fique olhando para o teto.
- Não seja perfeccionista e aprenda com os erros.
- Saiba dizer não, pois o sucesso depende disso.
- Coloque seus talentos para servir ao outro.
- Trabalhe por paixão e não por obrigação.
- Tenha um Padrinho Inspirador.
- Copie muito até achar a sua própria voz.
Acredito que podemos aprimorar estes mandamentos, na continuidade da leitura e o aprofundamento do próprio livro de Moraes.
O ponto principal e talvez diferente de Moraes que está na capa do livro é o 100% presente.
Ele sugere que você não deve ser excelente apenas no seu trabalho, mas em tudo, pois a busca da excelência em tudo faz com que você esteja cada vez mais presente.
Joel Moraes não podemos dizer que traz algo totalmente novo no conteúdo entre os Autores Excelentistas, mas ele é muito bom na forma.
Ele tem um jeito fácil de explicar a Jornada de Excelência.
Podemos dizer que ele passa fácil a mensagem.
De todos os autores que li até aqui, já podemos começar a desenvolver uma primeira Narrativa mais consistente, que passa pela filosofia, teoria e metodologia para ajudar os Inquietos Inovadores a se aproveitar das oportunidades da Renascença Civilizacional 2.0.
O primeiro passo é a consciência de que um Inquieto Inovador tem algo de diferente das demais pessoas.
O Inquieto Inovador tem por características não aceitar o que vem de cima, das autoridades, o que está pronto.
Os Inquietos Inovadores não gostam das coisas como elas são.
O problema é que a sociedade tende a rejeitar os Inquietos Inovadores.
Temos na sociedade uma disfarçada Inquietofobia – um movimento contínuo de rejeição a esse tipo de perfil.
E aí temos duas possibilidades de projetos de mentoria para tirar os Inquietos Inovadores “do armário“.
- Mentoria para Projetos Inovadores de Grupos;
- Mentoria para Projetos Inovadores Individuais.
Na Mentoria para Projetos Inovadores de Grupos é preciso uma metodologia para:
- identificar os Inquietos Inovadores, através de um processo que vamos denominar de Filtragem dos Inquietos (basicamente, a Filtragem dos Inquietos vai procurar pessoas que têm a mente mais aberta, que gostam de desafios e procuram sempre por novidades);
- levá-los a um um ambiente para que possam interagir, de forma permanente, tirando-os do isolamento com outros Inquietos Inovadores;
- dotá-los de Narrativas mais consistentes, tanto das mudanças que estamos passando no ambiente (no caso a Narrativa Bimodal), como ferramentas para desenvolver a Jornada de Excelência.
Na Mentoria para Projetos Inovadores de Individuais é preciso uma metodologia para:
- certificar que o mentorando é um Inquieto Inovador;
- levá-lo a um um ambiente para que possa interagir, de forma permanente, tirando-os do isolamento com outros Inquietos Inovadores;
- dotá-lo de Narrativas mais consistentes, tanto das mudanças que estamos passando no ambiente (no caso a Narrativa Bimodal), como ferramentas para desenvolver a Jornada de Excelência.
O primeiro passo da Jornada de Excelência para o Inquieto Inovador é o seguinte:
- Já descobriu seu dom, vocação?
- Caso sim, já transformou o dom em projeto?
- Caso sim, como anda o projeto?
- Já está te permitindo viver apenas dele?
- Caso não, o que falta para isso?
Quem é o Autor?
Joel Jota é palestrante reconhecido, sócio do Grupo Primo Rico, ex-atleta da seleção brasileira de natação e mestre em Ciências do Esporte pela Escola de Educação Física e Esporte (EEFE-USP). Foi coordenador geral do Instituto Neymar, professor universitário e treinador de mais de mil atletas.
Como ele se define:
- “Até hoje não chego atrasado aos compromissos, sou disciplinado e tenho clareza em meus propósitos.”
- “Sou um cara comum, estudioso, disciplinado e defensor da premissa de que o sucesso é treinável.”
- “Meu negócio é empoderar as pessoas por meio da educação.”
- “Eu não gosto da liderança carismática e sem conteúdo. Está cheio por aí. Meu compromisso é com as competências das quais tenho know-how. O treinador tem de ser sempre simpático? Não! Tem de ser sempre profissional, trabalhar com sua verdade.”
- “Eu já havia decidido ser um vendedor de projeto de vida.”
Objetivo do livro
Como ele define:
“…é doloroso para a maioria das pessoas não estar trabalhando com seu maior talento, aquilo que traz realização genuína, sua vantagem competitiva num mercado feroz.”
“Com minha verdade e meu estudo, desenvolvo pessoas, ajudando-as a ter clareza sobre o que querem e a estarem 100% presentes e focadas em seus objetivos.”
É isso, que dizes?
Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
#2 – Roube como um Artista – Austin Kleon – Dialogando
fev 21st, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Austin Kleon – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- Acredito que em todas as profissões existe alguém que te inspira. É preciso tê-los sempre presentes no nosso ambiente de trabalho.
- Não se deve criar um museu daquele autor que você gosta, mas procurar compreender a sua forma de pensar e adaptá-la aos novos problemas.
- Sua mente se sente bem quando todo dia está sendo desafiada com pequenos problemas resolvíveis.
- Desafios pequenos cotidianos, que você consegue superar, vão te te dando um senso de caminhada e de realização contínua.
- Não basta consumir conteúdo, tem que ter um processo gradual de registro, que nos faz refletir com mais profundidade.
- Sua mente se sente bem quando todo dia está sendo desafiada com pequenos problemas resolvíveis.
- Não é se conhecer, mas se conhecendo no gerúndio, através da relação com os fatos e as pessoas.
- Não basta consumir conteúdo, de forma passiva, tem que ter um processo gradual de registro, que nos faz refletir com mais profundidade.
Vamos ao artigo:
“Você não quer parecer os seus heróis, você quer enxergar como eles.” – Kleon.
Este é o segundo artigo sobre o livro “Roube como um artista” de Austin Kleon.
Ele oferece várias dicas interessantes.
Coloque na parede a sua Personal Galeria de heróis
Uma proposta dele para a Jornada de Excelência – que eu já tinha feito, mas que vou fazer de novo – é a seguinte:
“Eu penduro fotos dos meus artistas favoritos no meu estúdio. São como fantasmas amigáveis. Quase posso senti-los me empurrando para frente quando estou debruçado sobre minha mesa.“
E, com isso, cercados o tempo todo de nossos Padrinhos Inspiradores, temos a sensação de menos solidão e criamos uma rede de amigos distantes, que nos inspiram.
Acredito que em todas as profissões existe alguém que te inspira. É preciso ter eles sempre presentes no nosso ambiente de trabalho.
Não esquecer destas pessoas é fundamental para que continuemos avançando, principalmente, nos momentos difíceis.
Colocá-los visíveis o tempo todo é uma ideia inspiradora – muito interessante.
Anotado e será feito aqui no meu ambiente.
Pratique o Sarrafo da Excelência
Outro ponto importante no livro – que é mais recorrente entre os Influenciadores da Excelência – é a questão de avançar gradualmente, mas sempre.
É preciso criar, com muito esforço, o Sarrafo da Excelência.
O Sarrafo da Excelência é um micro desafio, que você se propõe a superar todos os dias.
Não são mega desafios.
Desafios pequenos, mas desafios, que você consegue superar.
Microdesafios – e não macros – vão te dando um senso de caminhada e de realização contínua.
Sua mente se sente bem quando todo dia está sendo desafiada com pequenos problemas resolvíveis.
As dicas Kleon nessa direção são variadas e começam pela seguinte:
“Pergunte a qualquer um que esteja fazendo um trabalho verdadeiramente criativo, e ele dirá a você a verdade: não sabe de onde as coisas interessantes vêm. Ele apenas está lá fazendo o trabalho dele. Todo dia.”
E segue:
“…se você tentar devorar a história da sua disciplina de uma vez só, vai engasgar.”
Caminhe, assim, devagar e sempre.
Anote o que você aprende em algum lugar
“…carregue um caderno e uma caneta com você aonde quer que vá. Acostume-se a sacá-los e a tomar nota dos seus pensamentos e observações.
Não basta consumir conteúdo, de forma passiva, tem que ter um processo gradual de registro, que nos faz refletir com mais profundidade.
Ninguém se autoconhece na passividade
“…é no ato de criar e de fazer nosso trabalho que descobrimos quem somos.”
A ideia de que vamos nos autoconhecer olhando para o teto, não funciona – é preciso pivotar todos os dias.
Aquelas imagens da pessoa meditando debaixo da árvore pode ser uma parte do processo, mas não o todo do autoconhecimento.
Não é se conhecer, mas se conhecendo no gerúndio, através da relação com os fatos e as pessoas.
É na relação consciente com o ambiente, que vamos aprendendo quem nós somos.
Você tem que superar os heróis
“Você não quer parecer os seus heróis, você quer enxergar como eles.”
Isso é fantástico.
Quantas vezes vemos as pessoas falando de autores do passado, mas os adaptando para o presente.
O problema da Veneração Passiva.
Veja como ele conceitua isso:
“Em algum momento, você terá que passar da imitação dos seus heróis para a emulação deles. Imitação tem a ver com copiar. Emulação é quando a imitação dá um passo adiante e ganha sua própria forma.”
Vejo muito isso o tempo todo.
Isso se complementa nesta frase que segue:
“…a mera imitação de seus heróis não é homenagem. Transformar o trabalho deles em algo seu, sim, é homenageá-los. Dando algo ao mundo que só você poderia conceber.”
Ou seja, não se deve criar um museu daquele autor que você gosta, mas procurar compreender a sua forma de pensar e adaptá-la aos novos problemas.
Não vire de costas para o passado
Temos um problema atualmente de consumo de muita coisa atual e uma certa Passadofobia.
Kleon fala muito de autores antigos representado nestas frases:
“A melhor coisa a respeito de mestres mortos ou distantes é que eles não podem recusá-lo como aprendiz.”//“O que um bom artista entende é que nada vem do nada. Todo trabalho criativo é construído sobre o que veio antes. Nada é totalmente original.”
Fuja de ambientes tóxicos
Outro ponto recorrente nos Autores Excelentistas é a preocupação de não aceitar Ambientes Tóxicos.
É preciso se afastar de pessoas, situações ou locais, que não te façam bem.
Kleon diz:
“Seu cérebro fica confortável demais no cotidiano que o cerca. Você precisa deixá-lo desconfortável.”//“Quando o mundo parece novo, nosso cérebro trabalha com mais empenho.”//”Faça amigos, ignore inimigos.“//“Lixo que entra, lixo que sai.//”Você será tão bom quanto as coisas com as quais você se cerca.”
Isso vale tanto pela toxidade, mas também pelo estímulo.
Tal recomendação aparece também no livro Negócios Digitais, (que analisei aqui.)
“Se você perceber que a pessoa mais talentosa da sala, está na hora de achar outro lugar para você.”
Tenha equilíbrio emocional
Outro ponto recorrente, tenha equilíbrio emocional, não se deixe levar pelas provocações.
A provocação vem do outro, mas a reação é sempre sua.
“Pare de procurar briga e vá fazer outra coisa.”// “Fique indignado, mas mantenha o bico calado e vai fazer seu trabalho.”//”Quando você olha para o mundo dessa maneira, para de se preocupar com o que é “bom” e o que é “ruim” – há apenas coisas que valem a pena ser roubadas e coisas que não valem.”
Vamos continuar a análise mais adiante de Kleon.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
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#Austin Kleon – conhecendo a forma de pensar deste autor.
As frases criadas para divulgação do artigo:
- Você não quer ser o seu Padrinho Inspirador, mas superá-lo naquilo que você tem e ele não tem.
- Nós somos formatados para sermos mais massificados do que nos personalizar.
- A Felicidade Continuada é uma permanente e saudável relação, na qual objetividade e subjetividades estão se entendendo.
- A ideia de que vamos nos autoconhecer olhando para o teto, não funciona – é preciso pivotar todos os dias.
- Desafios pequenos que você consegue superar dia a dia vão te te dando um senso de caminhada e de realização contínua.
- Sarrafo da Excelência é um micro desafio, que você se propõe a superar todos os dias.
- Na jornada de excelência, você quer superar o seu padrinho inspirador e conseguir ser cada vez mais você.
- Padrinho é alguém que te inspira e você pensa: “quero ser igual a esse cara quando eu crescer”.
Vamos ao artigo:
“Você não quer parecer os seus heróis, você quer enxergar como eles.“ – Austin Kleon.
Tenho estudado autores, que procuram ajudar as pessoas na direção da Jornada de Excelência.
São os Influenciadores da Excelência e o objetivo deles é o de ajudar as pessoas a serem mais elas e, sendo mais elas, entrar no na Felicidade Continuada.
(Na sequência, depois de Kleon, vou analisar o livro de Joel Moraes, “Poder da disciplina e do foco”, nadador, que traz a experiência da piscina para a Excelência.)
Kleon neste livro traz a experiência, do ponto de vista de um artista, para a Jornada da Excelência.
Comecemos contextualizando.
Qual é o principal problema de qualquer pessoa quando falamos em Jornada de Excelência?
Saber qual é a atividade que você vai investir boa parte da sua vida – degrau a degrau.
Nem todo mundo quer isso, gosta disso.
A maior parte das pessoas prefere ter uma vida mais normalizada, numa espécie de Felicidade Conjuntural ou Felicidade Descontinuada, com altos e baixos.
(Note que uma pessoa na Felicidade Continuada tem altos e baixo, mas isso não afeta o estado de humor geral, pois existencialmente a pessoa percebe que está cumprindo a sua jornada.)
Hoje, mais alegre, amanhã mais triste e assim vai.
O foco da Jornada da Excelência é conseguir o que chamávamos antes de Felicidade Estrutural ou agora de Felicidade Continuada.
A Felicidade Continuada é uma permanente e saudável relação, na qual objetividade e subjetividades estão se entendendo.
A Jornada de Excelência é um esforço consciente de explicitar nossas principais vocações.
Verdade é que:
Nós somos formatados de fora para dentro e perdemos um pouco a capacidade de conversar com “nossos botões“.
Quando vamos procurar o nosso diferencial, temos que enfrentar isso SOZINHOS.
E aí talvez recaia o principal problema da Jornada de Excelência.
A solidão não é algo que temos facilidade de lidar.
Escolher uma Personal Missão na vida significa dizer não para várias outras e para pessoas que nos cercam.
E mais uma Personal Missão significa que você vai descobrir algo em você sozinho.
Alguém de fora pode te ajudar, mas boa parte da tarefa é você com você mesmo.
E isso exige um misto de coragem e discernimento.
Deixar as coisas como estão e como são é muito mais fácil, mesmo que isso traga bastante infelicidade.
De maneira geral, se vamos resumir a grande mensagem da maior parte dos Influenciadores da Excelência todos recomendam mais ou menos a mesma coisa:
- é preciso conhecer o seu potencial;
- apostar no seu potencial, através de uma Rotina Criativa;
- descobrir quem são os clientes para que o tornem sustentável;
- e seguir em frente.
(Quando amamos determinadas atividades, mas não queremos ganhar dinheiro com elas, isso tem um nome: hobbie!)
Raramente, os Influenciadores da Excelência dizem algo TOTALMENTE novo, mas, no geral, reforçam algo parecido e dizem o que algo de forma diferente.
O livro de Kleon reforça muito do que já vimos, por exemplo, na Angela Duckworth (que comentei aqui).
Kleon, no seu título “Roube como artista” defende mais intensamente – mais do que os outros Influenciadores da Excelência – a importância de um “Padrinho Inspirador“.
(Ele não usa conceito padrinho, eu estou improvisando.)
Quem consegue promover uma Jornada de Excelência mais eficaz, parte da imitação de alguém.
Diz ele:
“Você é, de fato, um mashup do que escolhe deixar entrar na sua vida.”
Comentemos:
Escolha um Padrinho para venerar,
imitar e, com o tempo, superar
Assim, é preciso descobrir um Padrinho Inspirador.
Padrinho Inspirador é alguém por quem você tem admiração e pensa: “quero ser igual a esse cara quando eu crescer”.
Alguém que você admire, que acredita que ele é o que você gostaria de ser amanhã e, a partir disso, temos que partir para a “imitação“.
Diz ele:
“…mastigue um pensador – escritor, artista, ativista, alguém exemplar – que você realmente ame. Estude tudo que há para se conhecer sobre esse pensador.//Primeiro, você tem que descobrir quem vai copiar. Depois, tem que descobrir o que vai copiar.//Em seguida, encontre três pessoas que esse pensador amou e descubra tudo sobre elas//O negócio não é o livro com o qual você começa, mas o livro ao qual aquele livro te levará.//”…a mera imitação de seus heróis não é homenagem. Transformar o trabalho deles em algo seu, sim, é homenageá-los. Dando algo ao mundo que só você poderia conceber.”//“Você vai pegar o que damos e colocar na sua própria voz, e é assim que encontrará a sua voz.” – Francis Ford Coppola.
Comigo aconteceu isso.
Quando percebi que a minha vocação era trabalhar com Conceituação (que envolve também escrever e ministrar aulas e palestras) escolhi Pierre Lévy como padrinho.
Dito e feito.
Meu primeiro livro “Conhecimento em Rede” (escrito em coautoria com o professor Marcos Cavalcanti) foi uma semi-imitação das ideias de Lévy adaptadas.
Confesso que deu até uma certa vergonha.
Porém, a cada livro que ia escrevendo, percebia que ia me distanciando dele e ganhando “musculatura própria“.
É o que diz Kleon:
“Uma vez montada a sua árvore, é hora de fazer brotar seu próprio galho.” //“Todo artista é um colecionador. Não um acumulador, há uma diferença: acumuladores colecionam indiscriminadamente, artistas colecionam seletivamente.”
Nessa direção, veja a frase fantástica de Joel Moraes, nosso próximo autor a ser analisado:
“De tanto tentar imitar o Gustavo Borges, virei o que sou hoje.”
Temos, de fato, um preconceito da imitação, mas quando ela é assumida e com a ideia de que você não quer ser o seu Padrinho Inspirador, mas superá-lo naquilo que você tem e ele não tem, a coisa funciona super bem.
Outro ponto destacado por ele, nessa direção é:
“Ver a si mesmo como parte de uma linhagem criativa o ajudará a sentir-se menos sozinho enquanto você começa a desenvolver o seu próprio trabalho.”
Aqui na Escola, ao conhecer Lévy mais a fundo, percebemos que ele fazia parte de uma Escola de Pensamento de Toronto, que tinha uma tradição no estudo das mídias, o que nos permitiu conhecer os autores passados que o influenciaram mais a fundo.
Percebemos que Marshall McLuhan (1911 – 1980) e pesquisadores amigos tinham criado uma Escola de Pensamento, que partir de uma nova visão do Motor da História Humana.
(McLuhan percebeu o papel das tecnologias e das mídias nas mudanças humanas.)
Assim, eu e o pessoal da BIMODAIS passamos a ter um senso de pertencimento de uma linha filosófica consistente na análise da sociedade humana, que começou há 70 anos atrás.
Vamos continuar a análise mais adiante de Kleon.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
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O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
Mundo 2.0 e as duas mentalidades: a do boiadeiro e a do apicultor
fev 21st, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#As mentalidades do Boiadeiro_e_do apicultor – aprofundando estes conceitos.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
- O principal problema diante das atuais mudanças é psicológico e NÃO tecnológico!!!
- Toda vez que temos um Modelo de Comando e Controle que permite atender mais gente com menor custo – ele tende a ser implantado e aceito em cada vez mais lugares.
- Fato é que em toda a história humana, NUNCA tivemos uma Disrupção na Sobrevivência do Sapiens dessa magnitude com tamanha velocidade.
- Transformadores têm menos a perder e, por causa disso, abraçam as Mudanças 2.0 de forma muito mais aberta.
- Não estamos vivendo uma Transformação Digital, mas uma Transformação Civilizacional de um modelo de comando e controle para outro!
- Até a chegada da Sociedade 2.0, o Sapiens não tinha ferramentas para transferir o controle de qualidade em larga escala para as pontas.
- Hoje, temos duas Mentalidades de Comando e Controle: a do Boiadeiro, que foi formatada para controlar processos e dos Apicultores, que está aprendendo a controlar ambientes.
- As teorias que explicavam como o Sapiens caminha na história – diante das atuais mudanças – ficaram obsoletas.
Vamos ao artigo:
“Para um barco que navega sem sentido, qualquer vento é favorável.” – Sêneca.
Durante muito tempo fui levado a pensar que vivíamos uma Revolução Midiática, fortemente influenciado pelos pesquisadores da Escola de Toronto, em especial Pierre Lévy.
Sim, temos a chegada de novas mídias como Fator Detonante da Revolução, mas não podemos dizer que ela é APENAS uma Revolução Midiática (que é a parte), de algo maior – uma Revolução da Sobrevivência (que é o todo).
Demoramos aqui na BIMODAIS, vários anos para perceber, de maneira mais clara, que NÃO estamos passando APENAS do Mundo Analógico para o Digital.
Isso é o mais visível, mas é preciso ir muito mais fundo nesse processo.
Sim, a Revolução Midiática está ocorrendo, mas NÃO é EM ABSOLUTO a grande Disrupção Civilizacional que estamos vivendo e que terá forte impacto no futuro.
Quando as pessoas pensam, por exemplo, em Transformação Digital o foco todo é de mudanças de aparelhos e não a migração disruptiva de um Modelo de Comando e Controle para um novo.
A grande Disrupção Civilizacional está no surgimento gradual das primeiras experiências humanas como a Curadoria – o novo Modelo de Comando e Controle do Sapiens.
Até a chegada do Digital, o Sapiens não tinha ferramentas para Uberizar, Wazerizar, Blockchenizar, Airbnbizar em larga escala. Agora tem.
Estamos assistindo nos primórdios da Sociedade 2.0 o surgimento de Modelos de Comando e Controle que, pela primeira vez na história humana, dispensam o antigo Gestor Controlador dos Processos para a solução de problemas em larga escala.
Há vários projetos incipientes da Curadoria do ponto de vista filosófico/metodológico no passado, mas não através de novas mídias e nem em larga escala.
A ideia de horizontalização do Comando e Controle já tem diversas experiências, mas sempre só foi possível em baixa e não em larga escala.
Tudo que ocorre dentro de um Modelo de Comando e Controle 1.0 (Tradicional) tem, de alguma forma, uma Alta Taxa de Controle do Centro.
- No Ambiente de Comando e Controle da Gestão, todo o processo de qualidade é definido pelo centro.
- No Ambiente de Comando e Controle da Gestão, o processo de qualidade é FORTEMENTE definido pelas pontas.
Se criarmos uma metáfora o Gestor Controlador dos Processos se aproxima dos líderes-alfas dos mamíferos, ou se quisermos, de um “boidadeiro“.
Hoje, numa Organização Tradicional, quase tudo precisa de um “carimbo” do Gestor Controlador de Processos para que possa ir adiante.
Na Curadoria, novo Modelo de Comando e Controle, há a migração da supervisão da qualidade para as pontas, através da intensa participação dos usuários.
São as estrelinhas do Uber que ajudam a definir, dentro de uma Plataforma Curadora, os motoristas e passageiros com problemas.
O Modelo de Comando e Controle 1.0 (Tradicional) nos trouxe até aqui com relativo sucesso, mas ficou obsoleto em função do aumento da Complexidade Demográfica ocorrida nos últimos 200 anos.
A Grande Disrupção da Sociedade 2.0 é o surgimento do Modelo de Comando e Controle Curador.
Diante de uma mudança tão disruptiva temos alguns problemas a serem enfrentados:
- o problema filosófico-teórico – entender as atuais mudanças, através da revisão das antigas teorias das Ciências Sociais, que ficaram obsoletas;
- o problema psicológico – as mudanças são muito profundas e rápidas e as pessoas entram num processo de resistência.
Enquanto a chamada Velha Ordem se debate para entender e aceitar o que está ocorrendo, uma nova legião de empreendedores, sem vínculo com o passado, desenvolve cada vez mais projetos disruptivos.
Temos – como dissemos aqui – um embate entre Transformadores e Resistentes.
Não, os empreendedores não tem também consciência clara do que a mudança significam, mas como não têm o legado dos Resistentes, vão imitando uns aos outros e vão em frente.
Porém, os Transformadores, com uma teoria mais consistente, poderiam disruptar muito mais do que fazem hoje.
Os Transformadores têm, entretanto, uma grande vantagem: não tem o mesmo problema psicológico dos resistentes.
Transformadores têm menos a perder e, por causa disso, abraçam as Mudanças 2.0 de forma mais aberta.
Fato é que na história humana, nunca tivemos uma Disrupção na Sobrevivência do Sapiens dessa magnitude com tamanha velocidade.
Podemos dizer, assim, que temos hoje na sociedade duas mentalidades:
- A Gestora – que se assemelha a Mentalidade dos Boiadeiros, que gerenciam o processo diretamente;
- A Curadora – que se assemelha a Mentalidade dos Apicultores, que gerenciam os ambientes, num controle indireto dos processos.
Estas duas mentalidades geram um verdadeiro embate na sociedade, que vai durar bastante tempo.
Porém, como nos mostra a história:
Toda vez que temos um Modelo de Comando e Controle que permite atender mais gente com menor custo – ele tende a ser implantado cada vez mais.
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#3 – Roube como um Artista – Austin Kleon – Sintetizando
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As frases criadas para divulgação do artigo:
- Acredito que em todas as profissões existe alguém que te inspira. É preciso tê-los sempre presentes no nosso ambiente de trabalho.
- O principal problema de uma Existência de Excelência é que as referências passam a ser de dentro para fora e não de fora para dentro.
- A provocação é do outro, mas a reação é sempre sua.
- “Imitação tem a ver com copiar. Emulação é quando a imitação dá um passo adiante e ganha sua própria forma….” – Kleon.
- “…é no ato de criar e de fazer nosso trabalho que descobrimos quem somos.” – Kleon.
- “Seja constante metódico na sua vida para que possa ser violento e original no seu trabalho.”- Flaubert.
- “A melhor maneira de conseguir aprovação é não precisar dela.”
– Hugh Mac Leod. - “Nós somos talhados e moldados por aquilo que amamos.” – Goethe.
- “Aqueles que não querem imitar nada, produzem coisa alguma.”
– Dalí.
Vamos ao artigo:
“…é no ato de criar e de fazer nosso trabalho que descobrimos quem somos.” – Kleon.
Continuamos a falar de excelência, mas precisamos separá-la em duas.
- A Filosofia da Excelência – conseguir chegar ao máximo que conseguirmos numa determinada atividade, tendo como métrica uma sensação de Bem Estar Continuado;
- A Metodologia da Excelência – conseguir, em tudo que você faz, incluindo na atividade profissional, estar atento e presente.
A Filosofia é o “para onde?” e a Metodologia é o “como?”.
Se você quer ter uma Existência de Excelência, tudo que você faz tem que estar na procura deste padrão.
O principal problema de uma Existência de Excelência é que as referências passam a ser de dentro para fora e particulares.
De maneira geral, nós somos mais formatados para imitar os outros e não desenvolver nosso próprio caminho.
Ele diz:
“Você não pode procurar validação em fontes externas.”
Vamos a mais algumas questões para concluir essa primeira etapa da análise do livro de Kleon. Volto a ele ainda este ano numa revisita.
Vou deixar as minhas anotações descansarem para que possa retornar a elas com outra cabeça.
Amigos são para sempre?
“Faça amigos, ignore inimigos.”
Existe uma máxima no senso comum de que amigos são para sempre.
Porém, na Jornada de Excelência, diversos Autores Excelencialistas sugerem rever as relações tóxicas, que foram estabelecidas com:
- Pessoas;
- Lugares;
- Situações.
Quando você começa a mudar, algo que estava confortável no nosso ambiente deixa de estar.
Amigos são resultados de um determinado momento nas nossas vidas.
Momentos passam e amigos passam.
Não significa rompimento muitas vezes, mas afastamento de uns e aproximação de outros novos.
Quem escolhe a Jornada de Excelência procura estabelecer uma relação saudável com os fatos.
Tudo que favorece o nosso bem estar deve ser mantido e cultivado e vice-versa.
Uma das perguntas que acredito que define se a pessoa está, ou não, na sua Jornada de Excelência é a relação dela com o ambiente (amigos, lugares e situações).
Quanto mais a pessoa tem um histórico de não alteração nestes aspectos, mais ela tende a ser mais avessa à mudança.
Pare de procurar briga e vá fazer outra coisa
“Fique indignado, mas mantenha o bico calado e vai fazer seu trabalho.”
A ideia de que “a provocação é do outro, mas a reação é sempre sua” é poderosa.
Um Jornadeiro da Excelência procura aprender com seus erros.
E procura aprender com seus Gatilhos Emocionais.
Gatilhos Emocionais são reações, que não passam por reflexões.
Quando se percebe que temos estes Traumas Automáticos é bom:
- dar um nome a eles;
- entender quando eles são disparados;
- e procurar aprender a ter novas reações.
Frases top
- “Você não quer parecer os seus heróis, você quer enxergar como eles.”
- “…é no ato de criar e de fazer nosso trabalho que descobrimos quem somos.”
- “A melhor coisa a respeito de mestres mortos ou distantes é que eles não podem recusá-lo como aprendiz.”
- “…a mera imitação de seus heróis não é homenagem. Transformar o trabalho deles em algo seu, sim, é homenageá-los. Dando algo ao mundo que só você poderia conceber.”
- “Seu cérebro fica confortável demais no cotidiano que o cerca. Você precisa deixá-lo desconfortável.”
- “Quando o mundo parece novo, nosso cérebro trabalha com mais empenho.”
- “Seja tão bom quanto as pessoas das quais você se cerca.”
- “Se você perceber que a pessoa mais talentosa da sala, está na hora de achar outro lugar para você.”
- “Fique indignado, mas mantenha o bico calado e vai fazer seu trabalho.”
- “Escola é uma coisa. Educação é outra.”
- “Estando ou não na escola, é sempre sua tarefa melhorar a sua educação.”
- “Há apenas coisas que valem a pena ser “roubadas” e coisas que não valem.”
- “Todo trabalho criativo é construído sobre o que veio antes. Nada é totalmente original.”
- “Lixo que entra é lixo que sai.”
- “Acumuladores colecionam indiscriminadamente, artistas colecionam seletivamente.”
- “Quanto mais ideias boas você tiver coletado, mais fontes terá para poder escolher quais irão te influenciar.”
- “Suba nos galhos de sua própria árvore genealógica.”
- “Pessoas criativas precisam de tempo para sentar e não fazer nada.”
- “Não deixe seus desejos desassistidos.”
- “Um hobby é algo criativo que assopra você. Você não tenta ganhar dinheiro ou ficar famoso com isso faz apenas porque o deixa feliz.”
- “Quando você abre as portas do seu processo e convida as pessoas para que o acompanhe você aprende.”
- “A geografia não manda mais em nós.”
- “Você não pode procurar validação em fontes externas.”
- “A inércia é a morte da criatividade.”
- “Reunir uma obra consistente tem muito haver com a lenta acumulação de pequenas partículas de esforço ao longo do tempo.”
- “Nessa era de abundância e sobrecarga de informação, aqueles que souberem o que deixar de fora para se concentrar no que realmente é importante.”
- “A ideia de que você pode fazer qualquer coisa é apavorante.”
- “A maneira de superar bloqueios criativos é simplesmente se impor algumas restrições.”
- “O que nos torna interessante não é só o que experimentamos, mas também o que não experimentamos.”
De outros:
- “Você vai pegar o que damos e colocar na sua própria voz, e é assim que encontrará a sua voz.” – Francis Ford Coppola.
- “Seja constante metódico na sua vida para que possa ser violento e original no seu trabalho.” – Gustave Flaubert.
- “A melhor maneira de conseguir aprovação é não precisar dela.” – Hugh Mac Leod.
- “O trabalho que você faz enquanto fica enrolando é provavelmente o trabalho que você deveria estar fazendo para o resto da sua vida.” – Jessica Hige.
- “…se você copia de um autor, isso é plágio, mas se você copia de muitos, é pesquisa.” – Wilson Mizner.
- “Nós somos talhados e moldados por aquilo que amamos.” – Goethe.
- “Fomos crianças sem pais… então encontramos nossos pais nos discos, nas ruas e na história. Tivemos que pegar e escolher os ancestrais que inspirariam o mundo que construiríamos para nós mesmos.” – Jay-Z
- “É o nosso fracasso em nos tornar o que percebemos como ideal que no fim das contas nos define e nos torna únicos.” – Conan O’Brien.
- “Aqueles que não querem imitar nada, produzem coisa alguma.” – Salvador Dalí.
- “Comece copiando o que você ama. Copie copie copie copie. Ao final da cópia, você encontrará a si mesmo.” – Yohji Yamamoto.
Glossário
- “Chama-se “síndrome do impostor”. A definição clínica é “fenômeno psicológico no qual as pessoas ficam incapazes de internalizar suas realizações”. // “Isso quer dizer que você se sente um embuste, como se estivesse apenas improvisando e não tivesse ideia alguma do que está fazendo.”
- “Em algum momento, você terá que passar da imitação dos seus heróis para a emulação deles. Imitação tem a ver com copiar. Emulação é quando a imitação dá um passo adiante e ganha sua própria forma.”
- “…plágio é tentar fazer o trabalho de outro passar por seu. Copiar é engenharia reversa.”
Objetivo
“Esse livro sou eu conversando com uma versão anterior de mim mesmo.”
“Essas são dicas que aprendi durante quase uma década tentando descobrir como fazer arte, mas uma coisa engraçada aconteceu quando comecei a compartilhá-las – percebi que não servem apenas para artistas. Servem para todo mundo.”
“Essas ideias servem para qualquer um que esteja tentando injetar alguma criatividade em sua vida e trabalho.”
Quem é o autor?
Austin Kleon é um autor best-seller do New York Times de cinco livros: Steal Like a Artist; Mostre seu trabalho!; Continue; Roubar como um diário do artista; e Blackout de jornal.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
#2 – Negócios Digitais de Alan Pakes e outros – Dialogando
fev 17th, 2022 by Carlos Nepomuceno
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal210222
Novas Hashtags:
#Alan-Pakes-e-amigos – conhecendo a forma de pensar destes autores.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- O adjetivo mais adequado para uma crença que atrapalha não é limitante, mas tóxica.
- O empreendedorismo, antes da Internet, era parecido com o divórcio: ninguém queria entrar nessa confusão.
- Todas as crenças são escolhas humanas que geram limites na forma de agir e pensar, que nos ajudam ou atrapalham.
- Novas crenças são escolhas que nos permitem superar determinadas formas de pensar para outras.
- Todas as Crenças, sejam elas quais forem, com o passar do tempo, vão mostrando algum grau de toxicidade, que precisa ser analisado.
- O grande problema num processo de mudança é quando temos Crenças Mais Estruturais reconhecidas como Tóxicas e nos impedem de chegar em vidas mais saudáveis.
- Novas crenças vão expandir por um lado nossa forma de pensar, mas nos limitar por outro.
- Ao questionarmos determinadas crenças de uso corrente na sociedade, estamos escolhendo novas crenças que vão nos colocar em novos limites.
Vamos ao artigo:
“Diferentemente do restante da população, que precisa ver para crer, empreendedores são os que creem para ver.” – Alan Pakes.
Críticas ou comentários
Toda Crença é Limitante!
André Lima escreve:
“Se você passa a exercitar esse radar de negatividade, é impressionante como descobre uma série infinda de crenças limitantes que nos puxam para baixo todos os dias.”
Objetivo da BIMODAIS – uma empresa voltada para aprimorar a visão dos clientes sobre a Sociedade 2.0 e poder agir melhor dentro dela – é o de analisar Conceitos Tóxicos utilizados no mercado e transformá-los em Saudáveis.
Conceitos Tóxicos são aqueles mal formulados, que geram mais confusão do que explicação.
Quando conceitos são inadequados, acabam gerando mais confusão do que explicação e isso atrapalha as decisões.
Ao analisar o livro “Negócios Digitais” de Pakes & Amigos nos deparamos com este conceito de “Crença Limitante”.
O objetivo do uso de “Crença Limitante” é mostrar para os empreendedores, que temos determinadas formas de pensar que nos atrapalham na hora de querer mudar e precisam ser revistas.
O conceito “Crença Limitante” não é restrito ao mundo dos empreendedores, mas às mudanças gerais do ser humano, com uso corrente na psicologia.
Precisamos aprimorar o conceito, pois pode gerar alguns problemas. Vamos dar uma Faxinada Conceitual nele!
Comecemos por definir Crenças:
Crenças são estados mentais em que se assume que algo é verdadeiro ou provável.
Crença pode ser sinônimo de valores, de pensamentos, de conclusões e, principalmente, de teorias.
Podemos dizer que operamos com “Teorias Limitantes” e que precisam ser revistas, pois nos impedem de promover determinadas mudanças.
O conceito Limitante quer dizer que estamos dentro de um determinado campo de pensamento, que nos impede de tomar determinadas atitudes.
No caso do empreendedorismo, as “Crenças Limitantes” vão na direção da superação da Mentalidade de Empregado ou da ultrapassagem da Mentalidade Antiempresarial.
Crenças, assim, são formas de pensar que embasam nossas decisões.
E quando vivemos de mudanças como o atual, algumas Crenças precisam ser questionadas para que possamos fazer coisas que não eram tão comuns e frequentes no passado.
Assim, existem e sempre existirão Crenças Limitantes e esse não é o ponto de questionamento.
O ponto é.
Quando resolvemos escolher novas Crenças elas também são Limitantes, pois TODA a crença, toda teoria, todos os valores SÃO limitantes!
Quando utilizamos uma frase do tipo:
“É preciso superar nossas Crenças Limitantes.”
Parece que estamos optando por colocar no lugar “Crenças Ilimitantes“.
De que estamos saindo de uma Mentalidade Limitada para uma outra Ilimitada – o que não corresponde aos fatos.
Ao questionarmos determinadas crenças de uso corrente na sociedade, estamos escolhendo novas crenças que vão nos colocar em novos limites.
O que quer dizer que as novas crenças adotadas NÃO são Ilimitantes, mas apenas novas crenças, que vão precisar ser questionadas mais adiante, conforme o caso.
Cria-se com o conceito “Crenças Limitantes” a ideia de que se adotarmos determinadas novas formas de pensar nossos problemas estão resolvidos de forma ilimitada.
Se utilizarmos, no lugar de Crenças Limitantes duas novas dicotomias, a narrativa melhora bastante.
São os conceitos:
- Crenças Tóxicas versus Crenças Saudáveis;
- Crenças Endógenas versus Crenças Exógenas;
- Crenças Estruturais versus Crenças Conjunturais.
Todas as crenças são escolhas humanas que geram limites na forma de agir e pensar, que nos ajudam ou atrapalham.
Quando entramos numa Jornada de Excelência há formas de pensar que nos ajudam e outras nos atrapalham.
Assim, são Crenças Tóxicas que precisam ser revistas e colocar Crenças Saudáveis no lugar, pois as Tóxicas nos limitam a capacidade de melhorar de vida.
Porém, não podemos generalizar as crenças, pois o que pode ser Tóxico para fulano, pode ser Saudável para Sicrano.
E aí temos as Crenças Exógenas e as Endógenas.
As Exógenas são aquelas que vem de fora para dentro e não refletimos sobre elas, somos formatados de forma mais inconsciente.
E as Endógenas que vem de dentro para fora, nas quais refletimos e as personalizamos.
De maneira geral, as pessoas operam mais com as Exógenas do que com as Endógenas.
Por fim, temos as Crenças Mais Estruturais, aquelas que estão mais enraizadas e são mais difíceis de serem revistas e as Conjunturais, que são mais fáceis.
Todas Limitantes.
O que se percebe, ao refletir sobre o conceito, é de que:
Crenças são escolhas que nos permitem superar determinadas formas de pensar para outras.
Novas crenças vão expandir por um lado nossa forma de pensar, mas nos limitar de outra maneira, por outro.
Assim, na Jornada de Excelência o que se procura não é superar as Crenças Limitantes atuais.
É de conseguir desenvolver uma Capacidade de Revisão de Crenças Endógena (de dentro para fora) de revisar nossas crenças, identificando, a nosso critério, o que é Mais Tóxico do que é Mais Saudável.
E quais são as Mais Estruturais, que se forem consideradas Tóxicas, teremos mais dificuldade de superá-las.
O grande problema num processo de mudança é quando temos Crenças Mais Estruturais reconhecidas como Tóxicas e nos impedem de chegar em vidas mais saudáveis.
As Crenças Mais Estruturais estão entranhadas mais profundamente dentro da nossa mentalidade e exigem um esforço maior para serem superadas.
O uso corrente do conceito “Crenças Limitantes” pode ser aprimorado se for utilizado com mais detalhamento.
Podemos assim reescrever a frase de André Lima:
“Se você passa a exercitar esse radar de negatividade, é impressionante como descobre uma série infinda de crenças limitantes que nos puxam para baixo todos os dias.”
“Se você passa a exercitar esse radar nas nossas crenças, sejam elas Estruturais ou Conjunturais, é impressionante como descobre uma série infinda de Crenças Tóxicas, que nos puxam para baixo todos os dias. É preciso desenvolver a capacidade de escolher novas Crenças e poder questioná-las o tempo todo para que possamos sempre estar operando com Crenças Mais Saudáveis, a partir dos nossos critérios.”
Para concluir.
O que temos de problema aqui é a ideia de que nos Deslimitamos ao sair da Mentalidade Menos Empreendedora e adotar uma Mentalidade Mais Empreendedora .
Este é um primeiro passo, porém a Jornada de Excelência não é um processo de mudança de sair da Mentalidade “A” e adotar uma “B”, em geral vendida e difundida pelos Gurus do Empreendedorismo.
A Jornada de Excelência implica em adotar uma nova postura diante das mentalidades e das crenças.
O desenvolvimento de um Segundo Eu, ativo e permanente, que não terá a ilusão de que as novas Crenças são para sempre Ilimitadas.
O trabalho Endógeno do Segundo Eu é saber que a nova crença nos coloca em novos limites e que há algo de tóxico, ainda não visto, que vai precisar ser revisto mais adiante, a partir das reflexões.
Todas as crenças, sejam elas quais forem, com o passar do tempo, vão mostrando algum grau de toxicidade, que precisa ser analiso o tempo todo.
Hoje, sem dúvida, temos um Gap Empreendedor na sociedade.
Há uma demanda para que se tire o Personal Empreendedorismo de cada um do armário.
As Crenças Hegemônicas na sociedade são, em certa medida, Empreendedorofóbicas.
O empreendedorismo, antes da Internet, era parecido com o divórcio: ninguém queria entrar nessa confusão.
Quando alguém vai empreender, OBRIGATORIAMENTE, vai precisar fazer uma Faxina Conceitual em uma série de Crenças Tóxicas.
Porém, não é um processo único, mas continuado.
O conceito superar as “Crenças Limitantes” pode causar, se mal explicado, a falsa sensação que o processo de desintoxicação é único e não permanente, onde se inclui a revisão das novas crenças que podem mostrar, ao longo do processo, seu lado tóxico.
Frases top de Pakes & Amigos
- “Diferentemente do restante da população, que precisa ver para crer, empreendedores são os que creem para ver.” – Alan Pakes.
- “Tudo o que está ao nosso redor foi apenas uma ideia na cabeça de um empreendedor, que teve a coragem de acreditar e transformar aquilo em realidade.”– Alan Pakes.
- “…a verdadeira revolução causada pela internet mal começou.” – Alan Pakes.
- “O que vale muito dinheiro é a informação do tipo solução.” – Alan Pakes.
- “…um bom empreendedor, deve entender que seu trabalho é descobrir as necessidades das pessoas e preencher essas lacunas.” – Alan Pakes.
- “…se você é o mais sábio da mesa, você está na mesa errada…” – Erico Rocha.
- “Não gaste seu precioso tempo tentando convencer aqueles que simplesmente não precisam daquilo que você oferece.” – Alan Pakes.
- “O grande fator responsável pela derrocada dos empreendedores é o fato de que eles não sabem lidar com as emoções.” – Conrado Adolpho.
- “…as empresas quebram porque alguns empreendedores acabam colocando o ego acima do negócio.” – Conrado Adolpho.
- “Quando o problema está dentro da gente, não adianta praticar nenhuma técnica nova.” – Conrado Adolpho.
- “A maneira como se vê o mundo influencia diretamente seus resultados como empreendedor.”– Conrado Adolpho.
- “Pensar como um técnico, em vez de pensar como um empreendedor. Ou seja, você está operando com o mindset errado.”– Conrado Adolpho.
- “…divida a jornada de trabalho em etapas menores para que possa visualizar e começar a executar uma a uma.” – Victor Damásio.
- “…quanto mais específica for a nossa capacitação, menor será a concorrência.”- Bruno Juliani.
- “…uma maneira de encontrar a felicidade: descobrir a missão da sua alma.” – Bruno Gimenes.
- “A grande sacada das pessoas que conseguem ter sucesso em um empreendimento na internet é criar um relacionamento verdadeiro com seus usuários.” – Samuel Pereira.
- “Seu produto não é o que seu cliente quer, seu cliente quer o benefício que seu produto entrega!” – Maicon Rissi.
- “…não é mais uma questão de escolha participar ou não das mídias sociais, mas sim como participar delas.” – Erik Qualman.
- “Ninguém é mais escravo do que aquele que pensa ser livre sem o ser.” – Goethe.
- “Para um barco que navega sem sentido, qualquer vento é favorável.” – Sêneca.
Outras Frases top de Pakes & Amigos
- “Há bolsos de diversos tamanhos, e, assim, empreendedores podem aumentar bastante o faturamento utilizando-se praticamente da mesma informação, apenas a empacotando de outra forma.” – Alan Pakes.
- “…o sucesso — ou o fracasso — está em como usamos nossa mente!” – Alan Pakes.
- “..para fazer a diferença, é preciso estar junto de pessoas que nos façam progredir!” – Alan Pakes.
- “…as pessoas compram muito mais de quem elas confiam.”– Alan Pakes.
- “…a maioria dos empreendedores ainda não tem a visão de quanto a internet pode favorecê-los.”– Alan Pakes.
- “..atrair as pessoas certas para o seu negócio vai energizá-lo.”– Alan Pakes.
- “…é preciso tomar cuidado para que grandes ideias e grandes conquistas não sejam enterradas de maneira prematura.” – Alan Pakes.
- “…você não acha os compradores, você conquista os compradores e descobre exatamente o que vender e como ofertar.”– Alan Pakes.
- “…o grande segredo é investir em relacionamento para a vida toda com seus clientes.” – Alan Pakes.
- “Não gaste seu precioso tempo tentando convencer aqueles que simplesmente não precisam daquilo que você oferece.”– Alan Pakes.
- “Quando você NÃO consegue dominar as próprias emoções, acaba caindo em um poço sem fundo, sem nenhum controle. Uma mente forte, com um mindset para o sucesso, controla as emoções.” – Conrado Adolpho.
- “…falta de uma mente organizada e de clareza nos objetivos do negócio. Isso gera problemas de planejamento, de foco, de priorização de tarefas, e muitos outros.”– Conrado Adolpho.
- “…Além disso, você tem de achar motivos para amar o que faz. Para que entre no que chamamos de “estado de flow”, em que nossas ações, ao executar uma tarefa ou atividade, nos façam “fluir”.”– Conrado Adolpho.
- “Fazer o que é realmente importante para o negócio, não para o ego.”– Conrado Adolpho.
- “Entenda como isso funciona: situações geram pensamentos. Pensamentos geram sentimentos. Sentimentos geram ações. E ações geram resultados!”– Conrado Adolpho.
- “Pensar como um técnico, em vez de pensar como um empreendedor. Ou seja, você está operando com o mindset errado.”– Conrado Adolpho.
- “…sei que o sucesso está ligado a uma inteligência emocional.– Conrado Adolpho.
- “O sucesso está dentro de você. Basta desenvolver a maneira certa de ativá-lo.”– Conrado Adolpho.
- “Na verdade, nenhuma das pessoas que você conheceu nas páginas deste livro ganhou um centavo sequer on-line. O verbo “ganhar” me remete a sorte, a acertar na loteria, a chegar ao fim de uma maratona de videogames, entre outras coisas.” – Victor Damásio.
- “é resolver um problema. Entregar uma transformação.”– Victor Damásio.
- “Quando você trabalha com o que ama, você não sente que está trabalhando.” – Victor Damásio.
- “..não transforme seu sonho em pesadelo.”– Victor Damásio.
- “…você precisa evitar clientes chatos, porque terá de lidar com eles de forma direta.” – Victor Damásio.
- “…seja criterioso na hora de escolher um cliente, tanto pessoa física quanto jurídica.”– Victor Damásio.
- “…um cliente chato é capaz de drenar sua energia.”– Victor Damásio.
- “Assim eu me preservo, preservo minha energia e só aceito os clientes ideais.”– Victor Damásio.
- “…você realmente tem de estar preparado e dominar o que faz. Porque a transformação da pessoa ou empresa é um compromisso seu, e só seu. E você precisa estar fortemente capacitado.” – Victor Damásio.
- “..Simples assim. Você pode oferecer garantia, mas resguarde-se da possibilidade de tomar um calote pedindo sempre pagamento antecipado. Eu acabo ficando amigo dos meus clientes, então, quando adoto essa política de pagamento antecipado, é uma forma de proteger nossa relação comercial e também a relação pessoal que começa a ser criada.” – Victor Damásio.
- “…a forma de vencer o Information Overload é quebrar todos os projetos em etapas menores” – Victor Damásio.
- “…divida a jornada de trabalho em etapas menores para que possa visualizar e começar a executar uma a uma.” – Victor Damásio.
- “…mire num nicho para o qual você já tem certa habilidade e conhecimentos prévios.” – Bruno Juliani.
- “…quanto mais específica for a nossa capacitação, menor será a concorrência.”- Bruno Juliani.
- “Busque compreender quais são as coisas que seu avatar mais valoriza.”
- “…uma maneira de encontrar a felicidade: descobrir a missão da sua alma.” – Bruno Gimenes.
- “Todos nós temos uma orientação interna que norteia nossas decisões de forma não só racional, mas corporal e energética, e quando ouvimos essa inclinação todo o nosso corpo, físico e espiritual, estará voltado para cumprir essa missão.” – Bruno Gimenes.
- “…Infelizmente o ser humano está tão desacostumado a ouvir sua voz interior, como se isso fosse completamente fora de moda ou desnecessário, que ele perdeu completamente a conexão consigo mesmo.” – Bruno Gimenes.
- “A palavra de ordem para quem deseja se tornar um empresário é calma.” – Christian Barbosa.
- “Se você passa a exercitar esse radar de negatividade, é impressionante como descobre uma série infinda de crenças limitantes que nos puxam para baixo todos os dias.” – André Lima;
- “É raro ouvir histórias de pessoas bem-sucedidas que prestigiam a família e fazem algo benéfico para a sociedade. – André Lima.
- “É quando as pessoas já se sentem libertas, passam a se permitir o sucesso e começam a promover ações efetivas que geram resultados cada vez melhores.” – André Lima.
- “…percebo é que essas pessoas têm competência para tocar seu negócio, mas acabam esbarrando nas próprias crenças limitantes.” – André Lima.
- “Pense que elas desejam abrir a caixa postal e encontrar uma solução para as suas dores, e não uma oferta de venda.” – André Lima.
- “…conhecer profundamente as necessidades, os valores, as metas, os objetivos, os desejos, os problemas, os pesadelos e os sonhos do seu avatar.”- André Lima.
- “E para driblar essa concorrência que já existe você deve se propor a criar algo diferenciado, um produto matador, daqueles que vão deixar os concorrentes irrelevantes.” – Ricardo Piovan.
- “O novo marketing é alimentado por criatividade, talento e esforço, enquanto o velho marketing se orienta por promoções e repetições de anúncios.” – Henrique Carvalho.
- “…você só “existe” na rede quando é acessado” – Samuel Pereira.
- “A grande sacada das pessoas que conseguem ter sucesso em um empreendimento na internet é criar um relacionamento verdadeiro com seus usuários.” – Samuel Pereira.
- “…qualidade dos benefícios do seu trabalho na vida dos clientes que já o experimentaram..” – Samuel Pereira.
- “…prazo não muito longo é melhor do que um prazo longo, porque prazos maiores as pessoas acabam deixando para mais tarde, pois pensam: “Ah, tem muito tempo! Depois faço!”. E acabam nunca fazendo.” – Samuel Pereira.
- “…a melhor maneira de construir riqueza e prosperidade na sua vida, e, principalmente, que os ativos mais poderosos que você pode criar são aqueles que não dependem da sua presença para gerar renda constante.” – Rafael Albertoni.
- “Atrair a atenção Criar conexão Ensinar sobre o problema Trazer a solução Fazer a oferta.” – Maicon Rissi.
- “…usar uma linguagem pessoal na sua comunicação ajuda a causar uma impressão de que há alguém por trás daquele script.” – Maicon Rissi.
- “Encontrar o sentimento-chave: o que é sentimento-chave? Por que a pessoa compra ou por que faz o que ela faz?” – Maicon Rissi.
- “Reforçando a dor: Isso é, colocar o dedo na ferida! Todo infoproduto que explode de vender resolve um problema.” – Maicon Rissi.
- “O seu produto é a ponte, e não o objetivo. A pessoa está comprando o seu produto para resolver um problema que ela tem. Seu produto é a ponte entre o problema e a solução que essa pessoa procura. – Maicon Rissi.
- “Seu produto não é o que seu cliente quer, seu cliente quer o benefício que seu produto entrega!” – Maicon Rissi.
- “Empreendedor é aquele sujeito que tem visão do negócio. Estou falando de quem vai traçar as estratégias que precisam ser feitas para alavancar resultados.” – Hugo Rocha.
- “Já o técnico é aquele que vai, efetivamente, colocar a mão na massa. Ou seja, vai construir as páginas, trabalhar na integração delas com o e-mail marketing e o sistema de pagamento, verificar e manter cada uma delas “no ar” e cuidar de todo tipo de suporte tecnológico que um negócio on-line exige. – Hugo Rocha.
- “…não há como fazer as duas coisas com maestria ao mesmo tempo.” – Hugo Rocha.
De outros:
- “…não é mais uma questão de escolha participar ou não das mídias sociais, mas sim como participar delas.” – Erik Qualman.
- “Cresça com disciplina. Equilibre intuição com rigor. NÃO abrace o status quo. Encontre novas maneiras de enxergar. Nunca espere uma bala de prata. Suje as mãos. Conte a sua história sem deixar que os outros definam quem é você. Seja responsável pelo que você vê, ouve e faz. Acredite”. Howard Schultz
- ““Ninguém é mais escravo do que aquele que pensa ser livre sem o ser”.” Goethe
- “Para um barco que navega sem sentido, qualquer vento é favorável” – Sêneca.
Objetivo do livro
- “Se quero transformar sua vida, devo começar por sua mentalidade.”
- “A soma do conhecimento de cada pessoa cria um poder inestimável. O poder do marketing pela internet vem da somatória e da sinergia dessa inteligência coletiva. Este livro reúne tudo isso. Ele foi criado justamente para poder compartilhar com você toda essa inteligência.”
- “Nele, você terá acesso a conhecimento transformador. Além do mindset dos empreendedores, você conhecerá as maneiras em que pode trabalhar pela internet.”
- “…você vai conhecer o modelo mental dos empreendedores de sucesso e, a partir das descobertas feitas aqui, vai conseguir mudar sua forma de pensar para empreender com mais segurança e assertividade.”
Quem é o autor?
Alan Pakes é apaixonado por causar transformação nas pessoas por meio do empreendedorismo. Uma das grandes habilidades dele é extrair a sinergia da união de pessoas e de conhecimentos para causar maior impacto positivo na sociedade. Nasceu em Cerquilho, São Paulo.
Padrões
“Quanto mais as pessoas o conhecem, mais confiança terão em você.”
“…quanto maior a urgência para a solução do problema, mais caro as pessoas estão dispostas a pagar.”
É isso, que dizes?
Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)
Ou: https://sun.eduzz.com/932565
Quer ser um parceiro da BIMODAIS e ganhar a cada aluno novo indicado? Entre por aqui: https://bit.ly/bimodalparceiro
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
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Evite chamar alguém de pessimista ou otimista!
fev 16th, 2022 by Carlos Nepomuceno
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal180222
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#Pessimistas e Otimistas – aprofundando estes conceitos.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
- NUNCA se deve começar projetos inovadores, tendo na equipe pessoas mais reativas.
- Não me xingue de otimista, analise a lógica do meu diagnóstico para saber se ele se aproxima dos fatos.
- Pessoas proativas tendem a analisar os fatos de forma mais madura, pois evitam ser dominadas emocionalmente por eles.
- O problema de diagnosticar cenários está sempre na capacidade que a pessoa tem de se aproximar dos fatos e se distanciar das primeiras emoções.
- Pessoas que estão se beneficiando com a Sociedade 2.0 tendem a ver o futuro de forma mais positiva ou otimista.
- Pessoas que estão perdendo benefícios com a Sociedade 2.0 tendem a ver o futuro de forma mais negativa ou pessimista.
- Chamar alguém de Otimista ou Pessimista é mais um xingamento, pois o que importa é a qualidade do diagnóstico que se apresenta.
- O que vai distinguir a Toxicidade ou Saudabilidade de qualquer prognóstico é a capacidade de se aproximar mais ou menos dos fatos.
Vamos ao artigo:
“…otimistas normalmente procuram causas temporárias e específicas para o sofrimento, enquanto os pessimistas culpam causas permanentes e genéricas.” – Angela Duckworth.
Não tem como falar de futuro ou futurismo sem que em algum momento não apareça os adjetivos pessimista ou otimista.
Lendo o livro “Garra” de Angela Duckworth (que comentei aqui) aparece, de novo, os termos otimistas e pessimistas, que precisam ser devidamente “faxinados“.
Vamos à Faxina Conceitual de ambos.
Vamos à definição, que coletei no Tio Google e aproveitei e dei uma arrumada:
- Otimista vem de ótimo. Aquele que tende a enxergar o “lado ótimo das coisas”. É um adjetivo, que significa que aquela pessoa se revela confiante, esperançosa e positiva. Pessoas ditas “otimistas” tendem a apreciar a maior parte das situações pelo lado positivo;
- Pessimista – vem de péssimo. Aquele que tende a enxergar o “lado péssimo das coisas”. É um adjetivo, que significa que aquela pessoa se revela vacilante, sem esperançosa e negativa. Pessoas ditas “pessimistas” tendem a apreciar a maior parte das situações pelo lado negativo.
Acredito que temos um problema na aplicação do uso dos dois adjetivos.
Podemos separar assim:
- Atitudes – como a pessoa se relaciona com os fatos e a vida;
- e Diagnósticos – como a pessoa projeta o futuro a cada momento.
Uma coisa influencia a outra.
E aí temos:
- Atitudes Estruturais – aquelas que são fruto de uma atitude mais permanente, que acabam marcando o Perfil Estrutural da pessoa;
- Atitudes Conjunturais – aquelas que não nos permite definir o perfil da pessoa e varia conforme cada situação.
Eu posso ser uma pessoa Inovativa e Proativa, mas diante de uma determinada situação ter um diagnóstico pessimista e vice-versa.
- Quando falamos de atitude, estamos falando de proatividade e Inovatividade.
- Quando falamos de diagnóstico, estamos falando de algo positivo (otimista) ou negativo (pessimista).
Matt Ridley, por exemplo, escreveu o livro “Otimista Racional”, que brinca com este conceito.
Ele tem uma visão, um diagnóstico, otimista diante do futuro após a chegada da Internet.
Ridley acredita que com a Internet, as pessoas aumentaram a Taxa de Interação e isso é positivo para a humanidade.
Ridley defende a ideia de que quando “as ideias fazem mais sexo” as coisas começam a melhorar.
Ele acredita, a partir de uma análise, que o amanhã será melhor do que o hoje.
Não podemos dizer que Matt Ridley tem, ou não, uma Característica Inovativa Proativa, por causa disso.
O que ele está diagnosticando sobre o futuro, A PARTIR DAS TEORIAS QUE ELE ESCOLHEU OU CRIOU, é de que a sociedade amanhã terá mais pontos positivos do que negativos.
Yuval Harari, por outro lado, tem um Diagnóstico Pessimista sobre o futuro, pois, a partir das teorias que ele escolheu ou utilizou, acredita que a sociedade amanhã terá mais pontos negativos do que positivos.
Ridley acredita que quanto mais tivermos do que estamos tendo melhor. Harari defende mudanças para que possa melhorar um pouco.
Se afirmarmos que Matt Ridley é “otimista” – como característica pessoal – e, por causa disso, ele vê o futuro de forma mais positiva, estaremos desprezando a análise factual da sua teoria.
Pouco importa se Matt Ridley tem uma Característica Inovativa Proativa, pode ser uma pessoa que lidera vários projetos, pode ser sempre mais esperançoso.
E isso pode – e provavelmente influenciou – a teoria que ele abraçou.
Porém, quando vamos fazer a análise sobre o futuro, fazer um diagnóstico, pouco importa se a pessoa tem a Personalidade Proativa ou Reativa, o que importa são os argumentos utilizados no diagnóstico que podem ser otimistas ou pessimistas.
Pessoas Normativas Reativas tendem a ter um diagnóstico mais negativo de todas as situações, porém, o que importa não são as sensações ou percepções, mas as conceituações e narrações, que vão nos ajudar nas decisões.
Quando analisamos o futuro, o que deve ser observado é sempre a lógica dos argumentos de quem faz as previsões.
Desse ponto de vista, merece uma análise melhor da frase de Angela:
“…otimistas normalmente procuram causas temporárias e específicas para o sofrimento, enquanto os pessimistas culpam causas permanentes e genéricas.”
Eu reescreveria a frase.
“Diagnósticos mais Lógicos, independente da Personalidade Inovativa Proativa ou Normativa Reativa, procuram separar o que é conjuntural (temporário) do que é Estrutural (mais permanente) e, a partir disso, especificam causas e consequências dos fenômenos. Já Diagnósticos menos Lógicos, não especificam causas e consequências dos fenômenos e não conseguem separar, de forma adequada, o que é estrutural ou conjuntural”.
Na verdade, quando temos diagnósticos inadequados sobre a vida, distantes dos fatos, temos, como diz Daniel Goleman, ” pessoas mergulhadas” nas emoções.
Temos aí uma Alta Taxa de Embaralhamento Factual, quando os fatos não conseguem minimamente serem separados das sensações.
(Veja a análise que fiz de Goleman aqui.)
Por fim, vale salientar que diante do futuro, sempre temos duas situações que influenciam a análise:
- Resistentes – aqueles que se beneficiam daquilo que está sendo alterado e estes tendem a ter uma atitude reativa, um diagnóstico pessimista sobre o amanhã, o que influencia a pessoa, independente do Perfil Pessoal;
- Transformadores – aqueles que veem a oportunidade de se beneficiar do novo cenário que está sendo alterado e estes tendem a ter uma atitude proativa, um diagnóstico otimista sobre o amanhã, o que influencia a pessoa, independente do Perfil Pessoal.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
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#1 – Negócios Digitais de Alan Pakes e outros – Contextualizando
fev 14th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal170222
Novas Hashtags:
#Alan-Pakes-e-amigos – conhecendo a forma de pensar destes autores.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- Nestes momentos de Renascença Civilizacional, como o atual, os Inquietos são convocados para ajudar a sociedade a se renovar.
- O dono do negócio se relaciona diretamente com o mercado, o empregado indiretamente.
- Vivemos hoje o aumento gradual da Taxa de Startupização de cada pessoa.
- É preciso definir quem é teu cliente para evitar jogar “fósforo” onde não há “gasolina”.
- O empreendedor disruptivo precisa unir os potenciais ocultos das novas tecnologias com as latências invisíveis dos potenciais clientes.
- Se os Inquietos têm mais facilidade de promover mudanças, cabe aos Quietos garantirem que elas se perpetuem no tempo.
- Quanto mais gente temos no mundo, mais as decisões e os problemas precisam ser compartilhados.
- Quanto mais um ambiente é centralizado, menos inovação e empreendedorismo teremos e vice-versa.
- Momentos Renascentistas aumentam exponencialmente a Taxa de Inovação e Empreendedorismo da Sociedade.
- Antes da Internet, as pessoas precisavam ser muito menos independentes do que precisam ser agora.
Aqui, na primeira etapa da absorção da leitura do livro “Negócios Digitais” de Alan Pakes & Amigos é o momento dentro da Metodologia de Leitura Bimodal de contextualizar o que foi lido.
Vamos ao artigo:
“…a verdadeira revolução causada pela internet mal começou.”– Alan Pakes.
Revoluções Civilizacionais, detonadas por novas mídias, são Momentos Renascentistas.
Momentos Civilizacionais Renascentistas como o atual aumentam exponencialmente a Taxa de Inovação da Sociedade.
Nos Momentos Renascentistas Civilizacionais temos um “boom” da Taxa de Inovação e, por sua vez, do Empreendedorismo.
O aumento da Taxa de Inovação e do Empreendedorismo é global e demanda uma elevação individual de proatividade de cada pessoa.
Antes da Internet, as pessoas precisam ser muito menos independentes do que precisam ser depois dela.
O padrão é o seguinte:
Quanto mais um ambiente é centralizado, menos inovação e empreendedorismo teremos e vice-versa.
Quanto mais o ambiente vai se descentralizando, cada pessoa vai sendo OBRIGADA a aumentar a sua Taxa de Independência em relação às decisões e aos processos.
Vivemos hoje no mundo todo um aumento gradual da Taxa de Startupização de cada pessoa.
Há hoje uma nova onda de Descarterização Trabalhista, na qual as pessoas aumentam a sua capacidade de enxergar o mercado mais diretamente e com menos intermediários pelo caminho.
Do ponto de vista da Macro-História, há um gradual processo de empoderamento das pessoas.
Isso se deve a:
Quanto mais gente temos no mundo, temos mais complexidade. E quanto mais complexidade, mas há uma demanda pelo compartilhamento dos problemas.
Nestes momentos de Renascença Civilizacional, aumenta exponencialmente a demanda pelo perfil dos Inquietos Proativos, que são convocados para ajudar a sociedade a se renovar.
Temos no mundo os Perfis dos Inquietos e dos Quietos. Os Inquietos têm mais facilidade de promover mudanças e cabe aos Quietos fazerem com que elas se consolidem ao longo do tempo.
Neste contexto, surgem cada vez mais autores de livros, que começam a perceber a nova Onda Empreendedora e escrevem livros para ajudar as pessoas a “surfar” nela.
O livro “Negócios Digitais” de Alan Pakes & Amigos se enquadra bem no Cenário Renascentista 2.0.
O objetivo do livro é o de promover reflexões e mudanças do pensar e agir das pessoas para que consigam aumentar, de maneira geral, a Taxa de Inovação e Empreendedorismo na sociedade – agora dentro da Sociedade 2.0.
Porém, é preciso chamar a atenção de que há neste livro e em todos que tenho lido no campo da inovação e do empreendedorismo dicas distintas, que podemos dividir da seguinte maneira:
- As Filosofias, Teorias e Metodologias Empreendedoras Estruturais – que valem para o empreendedorismo, desde quando o Sapiens resolveu virar Sapiens;
- As Filosofias, Teorias e Metodologias Empreendedoras Conjunturais – que são as adaptações das Filosofias e Metodologias Estruturais, que passam a ser agregadas agora na Sociedade 2.0.
O livro de Pakes & Amigos apresenta dicas nos dois campos.
Na linha das Dicas Empreendedoras Estruturais, temos o seguinte (mixando sugestões que eles fizeram com a forma BIMODAL de pensar o assunto):
- Para empreender, é preciso gerenciar bem as emoções – o sucesso ou o fracasso de projetos empreendedores dependem do uso adequados da nossa reflexão e gerenciamento sobre as emoções;
- Supere as suas crenças limitantes – temos na sociedade formas de pensar do senso comum, que são propícias para a continuidade e não para a mudança. Para empreender é preciso revê-las;
- Escolha bem todos os tipos de parceiros – é preciso juntar a pessoas adequadas nos projetos empreendedores;
- Gere confiança e valor para os clientes – o empreendedor é um “serviçal” do cliente e precisa fazer com que ele se apaixone pelo que você oferece;
- Bons negócios não são uma imitação, mas uma criação – a maioria dos bons negócios precisam ser criados, pois ainda não existem. O empreendedor de excelência precisa de um forte grau de abstração para unir os potenciais ocultos das novas tecnologias com as latências invisíveis dos clientes;
- O cliente não tem ama incondicionalmente, ama o fato de você resolver os problemas dele – o cliente não quer o seu produto ou serviço, ele quer resolver um problema que o seu produto ou serviço permitem;
- Nem todo mundo é teu cliente – é preciso definir claramente quem é e quem não é teu cliente para não ficar perdendo tempo, jogando fósforo onde não há gasolina;
- Bons negócios demandam paixão e coragem – um empreendedor precisa ter ou desenvolver um Perfil Inquieto Proativo, no qual o foco dos negócios faça bem para ele pessoalmente (que envolve paixão) e abandonar o Primeiro Eu, com suas crenças limitantes, desenvolvendo cada vez mais o Segundo Eu (que envolve coragem);
- Sem uma boa teoria, o empreendedor se perde – todo o negócio começa pela forma como você pensa, o resto é consequência. Se não há uma boa teoria, que precisa ir sendo validade e aprimorada, o empreendedor fica sem bússola num mar revolto das incertezas;
- É preciso tirar dentro de si a Mentalidade de Empregado – é preciso definir se você tem cabeça de dono do negócio ou de empregado do dono. O dono do negócio se relaciona com o mercado diretamente, o empregado tem um intermediário entre ele e o mercado.
Na linha das Dicas Empreendedoras Conjunturais, temos o seguinte:
- Iscas digitais são pequenas amostras gratuitas que você disponibiliza na internet a fim de expor ao seu público aquilo que você tem a oferecer;
- Use o Search Engine Optimization, que vai lhe ajudar a “ranquear” no Google;
- Google Trends: permite mensurar o interesse do público em pessoas, produtos e ideias.
- Existem recursos no Facebook, como o Like Box, que permitem uma integração entre a sua fanpage e um site ou blog;
- Conheça e se utilize do Pay Per Click – o PPC é um canal de marketing digital que as empresas usam para gerar tráfego e conversões dos mecanismos de pesquisa
É isso, que dizes?
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Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- O Sapiens é mutante em termos de sobrevivência e sempre vai na direção de ambientes de mais para menos intermediação.
- Precisamos de novos paradigmas objetivos e subjetivos para viver num mundo mais descentralizado.
- O grande objetivo da Revolução 2.0 é aumentar a taxa de descentralização da sociedade.
- O Sapiens, por ser a única Tecnoespécie do planeta, pode modificar no tempo a sua forma de sobreviver.
- Os clientes estão podendo, nesta Onda Empreendedora 2.0, personalizarem em larga escala, como nunca, os seus desejos.
- Estamos assistindo o surgimento de um movimento empreendedor em larga escala.
- Vivemos hoje, em larga escala, um processo de reintermediação objetiva e subjetiva.
- Fomos educados para viver dentro de um Ambiente muito mais Intermediado do que os nossos descendentes irão viver.
Vamos ao artigo:
“Não gaste seu precioso tempo tentando convencer aqueles que simplesmente não precisam daquilo que você oferece.” – Pakes.
Conclusão da Leitura
Vivemos hoje um processo de Empreendedorização na sociedade.
- O aumento populacional criou a demanda pela descentralização e o empoderamento das pessoas;
- E a nova mídia permitiu que pudéssemos descentralizar a sociedade.
Quando se fala em Crenças Limitantes Estruturais são aquelas que, de maneira geral, dificultam as pessoas a viver uma necessária Reintermediação Subjetiva.
De maneira geral, fomos educados para viver dentro de um Ambiente muito mais Intermediado do que os nossos descendentes irão viver.
Os clientes estão podendo, nesta Onda Empreendedora 2.0, personalizarem em larga escala, como nunca, os seus desejos.
É o que se chama aqui no livro “Negócios Digitais” de Pakes & Amigos da passagem da Mentalidade do Técnico para a Empreendedora.
A mentalidade da carteira assinada para o empreendedorismo.
O grande pulo do gato teórico que podemos dar para compreender este novo cenário é o seguinte:
- O ser humano, por ser uma Tecnoespécie, é Demograficamente Progressivo.
- O Sapiens é mutante em termos de sobrevivência e sempre vai na direção de ambientes de mais para menos intermediação;
- A grande macrotendência das próximas décadas é um processo de migração de uma mentalidade mais centralizada para uma mais descentralizada;
- Nossas atuais Crenças Limitantes Exógenas e Estruturais foram feitas para a submissão inconsciente aos atuais intermediadores;
- Estamos num processo, em larga escala, objetivo e subjetivo de reintermediação, no qual vamos cada vez mais gozar de liberdades;
- Vivemos um processo de liberação massiva das pessoas, que podem – mais do que nunca – viver determinadas personalizações;
- A atual Onda Empreendedora 2.0 visa não só ampliar tremendamente o número de fornecedores, mas também de permitir a personalização, cada vez maior, dos consumidores.
Este é o contexto geral que nos permite analisar os livros sobre empreendedorismo.
Permitam-me concluir a análise com mais um item.
Críticas ou comentários
Marketing Mainstream ou Underground?
Um dos tópicos recorrentes nos livros de empreendedorismo é sobre “achar a persona“.
A “achar a persona” é o sinônimo de: “procurar o perfil do cliente ideal“.
Muitas vezes, talvez na maioria delas, se imagina a “persona” dentro de parâmetros objetivos.
Altura, peso, sexo, idade, estado civil, localização, entre outras.
Porém, com o avançar da Renascença Civilizacional 2.0, que estamos vivendo, vamos, cada vez mais, ser estimulados a desenvolver mais e mais subjetividades particulares.
Subjetividades, cada vez mais particulares, demandam produtos e serviços compatíveis. E isso vai ter que impactar no processo do Marketing.
A melhor tradução de Marketing é Mercadar.
Ou seja,, entrar no jogo da “caça ao tesouro”, onde meu “produto ou serviço fica procurando um cliente.
E aí vamos ter que dividir os critérios para definir o Perfil dos Clientes em dois tipos:
- Critérios Mais Objetivos para Definição do Perfil dos Clientes – que são aspectos mais tangíveis, com Baixa Taxa de Subjetividade;
- Critérios Mais Subjetivos para Definição do Perfil dos Clientes – que são aspectos mais intangíveis, com Alta Taxa de Subjetividade, tal como “Teatro para Tímidos”
Dentro dos Critérios Subjetivos para Definição do Perfil dos Clientes ainda temos mais desafios.
Note que temos Subjetividades Mais Conhecidas – como é o caso de um amigo que vende um curso de Teatro para Tímidos.
A timidez é um tipo de subjetividade mais conhecida.
No caso da BIMODAIS, nossos clientes são os Inquietos, um tipo de Perfil Subjetivo Menos Conhecido e menos trabalhado pelos marqueteiros.
E assim temos:
- Subjetividade Mais Conhecida dos Clientes – aquela em que são mais evidentes no passado e mais “badaladas”;
- Subjetividade Menos Conhecida dos Clientes – aquela em que são menos evidentes no passado e menos “badaladas”;
Quanto menos conhecido é um determinado perfil subjetivo de um cliente, maior é o desafio de se realizar um marketing eficaz e vice-versa.
Nestes casos particulares, é preciso um tipo de marketing muito menos Mainstream (massificado) e muito mais Underground (personalizado), a ser criado.
- Marketing Mainstream (mais massificado) é mais adequado para Perfis de Clientes Mais Objetivos .
- O Marketing Underground (mais personalizado) é mais adequado para Perfis de Clientes Mais Subjetivos.
Glossário
- “Alguns desses vírus são chamados de crenças limitantes. São aquelas crenças que você toma como verdades absolutas e que limitam o seu sucesso.”
- “Se quebrarmos essa palavra e traduzirmos para português de forma livre, mindset é a “configuração da mente”.“
- “…como transitar da mentalidade de empregado para a mentalidade de empreendedor — e também como fazer acontecer.”
- “…onde está seu avatar e que tipo de tecnologia ele usa?”//“Se você conseguir mapear os passos do seu avatar, com certeza poderá chegar mais perto dele com uma abordagem diferenciada e certeira.”
- “Iscas digitais são pequenas amostras gratuitas que você disponibiliza na internet a fim de expor ao seu público aquilo que você tem a oferecer.”
- EFT (Emotion Freedom Techniques) ajuda muita gente a resgatar a consciência mais profunda que, muitas vezes, encontra-se sufocada por essa onda de negatividade.
- O autoconhecimento é a chave para que você desperte e entenda uma porção de coisas: o que gosta de fazer de verdade? Que pessoas quer ajudar? Como realizar as coisas que deseja?, entre outras questões de igual importância!
Links top
- Search Engine Optimization, que vai lhe ajudar a “ranquear” no Google.
- EFT com Gary Craig.
- Google Trends: permite mensurar o interesse do público em pessoas, produtos e ideias. (Então, basicamente, estamos falando de uma ferramenta que o ajudará a comparar o volume de buscas dentro do Google por várias palavras-chave.
- Existem recursos no Facebook, como o Like Box, que permitem uma integração entre a sua fanpage e um site ou blog, além de outras plataformas na web. A dica é que você comece a divulgar a sua página em outras redes, para outros públicos.
- O guia de investimentos: o guia do pai rico, de Robert T. Kiyosaki.
- “Os segredos da mente milionária” – T. Harv Eker.
- Revolucionando o aprendizado, que é, na verdade, uma tese de doutorado da doutora Jeannette Vos.
Mapas Mentais (a serem feitos)
Tríade do Tempo:
- Importante,
- Urgente e
- Circunstancial.
Chave da riqueza:
- Sonhe;
- Conheça;
- Se associe;
- Plante;
- Fale diferente.
Marketing pela internet que gera resultados em 3 passos:
- atração das pessoas certas para o seu negócio;
- construa um relacionamento bem-feito com elas;
- E venda, venda e venda.
Existem 3 formas de gerar valor:
- com um produto próprio – você vende um pacote;
- tornando-se afiliado de produtos de terceiros – você vende um pacote de outro;
- ou através de um serviço que você ofereça – você vende seu tempo.
Processo de saída do fundo do poço:
- recuperação da autoestima;
- trabalho com as crenças limitantes;
- com a força interior;
- conexão com o mundo.
Como gerar negócios:
- Mirar – quem é seu público-alvo //qual é seu nicho de mercado;
- Atrair;
- Relacionar;
- Converter;
- Atender;
Marca pessoal:
- Quem é você?
- Que imagem quer passar?
- Como deseja ser apresentado e reconhecido?
Questões do cliente:
- Quais são as metas dessa pessoa?
- O que ela mais deseja alcançar?
- Quais são os objetivos?
- Quais são seus maiores pesadelos?
- Quais são seus sonhos?
Expert Training, no qual ensino as pessoas a identificar uma expertise/um conhecimento e transformar isso em produtos altamente lucrativos com grande margem de vendas pela internet.:
- Posicionamento;
- Relacionamento;
- Oferta de Vendas.
Como fazer vídeos:
- Iniciar falando sobre desejos comuns ao seu público-alvo;
- Citar os problemas de quem busca seu produto;
- Contar uma história que envolva o tema do seu produto;
- Citar soluções para os problemas no formato passo a passo;
- Citar obstáculos que vão aparecer, mas que são possíveis de superar.
Posicionamento:
- identificar a expertise a ser trabalhada;
- escolher o formato do primeiro produto a ser empacotado para venda;
- e produzir uma mensagem escrita que seja persuasiva e conquiste as pessoas.
Expertise:
- algo pelo qual você tenha paixão ou que goste muito de fazer;
- algo que você tenha habilidade para realizar;
- e, por último, algo que possua viabilidade financeira no mercado.
Solução
Negócios Digitais
“Se você encontrar anúncios do GoogleAds e descobrir que já tem um monte de gente vendendo isso, esse é um indício de que existe viabilidade financeira para o seu ramo de atuação. Afinal, se existem empresas e profissionais autônimos que pagam para estar no Google, é porque estão tendo retorno em seus negócios.” – Ricardo Piovan.
É isso, que dizes?
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O papel dos Inquietos no processo de Inovação
fev 14th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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Novas Hashtags:
#Jornada de Excelência no Digital para Inquietos – ajudando pessoas a tirar sua inquietude do armário.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- Quando falamos de alta Taxa de Excelência temos por trás dela um Hiper Inquieto Focado e Disciplinado.
- O Hiper Inquieto Focado e Disciplinado é aquele que joga a pedra no rio para criar as ondas, que vêm depois.
- A Inquietude gosta de mudança, mas não consegue promovê-la sem que se tenha muito trabalho em cima dela.
- A Personalidade Inquieta é chave para os processos de mudança, mas é algo pouco estudado.
- Todo processo de mudança vai numa Reação em Cadeia dos Mais Inquietos para os menos Inquietos e assim por diante.
- Todo projeto inovador tem mais chance de sucesso se tiver Inquietos na parte inicial das atividades.
- Pessoas com uma maior Taxa de Inquietude tem mais facilidade para as mudanças e a inovação.
- O Inquieto tem uma Personalidade Nativa, que gosta de desafiar as normas estabelecidas.
Vamos ao artigo:
“…as pessoas são ainda mais desleixadas com as coisas de que não gostam.” – Angela Duckworth.
Um amigo tem um curso que se chama “Teatro para Tímidos“.
De onde vem a timidez?
Não querendo e não importando muito entrar em detalhes, para o nosso objetivo, o fato é que a pessoa chega a uma certa idade, que teve a consciência que a timidez estava atrapalhando a sua vida.
Isso passou a fazer parte do temperamento ou se quiserem da personalidade ou identidade da pessoa.
Vejamos as definições:
- Temperamento – conjunto de traços psicológicos de uma pessoa que determinam a sua índole; maneira de ser;
- Personalidade – conjunto de qualidades que define a individualidade de uma pessoa.
- Identidade – reunião das características que diferencia uma pessoa.
Na verdade, os três são sinônimos.
Podemos dizer que temos já em determinada idade, não importa muito qual, um Temperamento, uma Personalidade e uma Identidade que podemos chamar de Nativas.
Nativa não é genética, mas a soma de genética e cultural, que acaba marcando a pessoa.
Vamos chamar de Personalidade Nativa.
Aquelas características que a diferenciam das outras e que podem, a partir de um trabalho de amadurecimento, serem gerenciadas para serem aprimoradas, a partir das atividades que gostaríamos de escolher.
Estas Personalidades Nativas nos favorecem ou nos prejudicam para determinados Objetivos Existenciais Escolhidos, conforme vamos aprendendo a conhecê-las e a saber lidar com elas.
Determinadas Personalidades tendem a ter mais facilidade para algumas coisas e menos para outras.
Podemos chamar as Personalidades Nativas de Primeiro Eu e as Personalidades Construídas ou Trabalhadas do trabalho do Segundo Eu.
A criação e a prática do Segundo Eu é uma atividade de autoconhecimento de cada pessoa que procura olhar para si mesmo e escolher o que continua e o que permanece, o que merece ser potencializado e o que não.
O Primeiro Eu é uma parte de nós que “veio de fábrica” e que pode ser mais ou bem aprimorado, conforme determinadas características da pessoa.
E aí temos também um tipo de Personalidade, que pode ser trabalhada, que vamos chamar de Inquietude.
- A timidez é um traço da personalidade de relacionamento da pessoas com as outras ou até com ela mesma;
- A Inquietude é um traço da personalidade da pessoa com a vida.
São áreas completamente distintas e, no estudo, podemos conhecer mais e mais diferentes personalidades, que têm diferentes impactos na vida de cada um.
Podemos dizer, assim, que a Inquietude é uma Personalidade, é um Temperamento, é algo que marca a Identidade de alguém.
A Inquietude é Nativa, seja genética ou cultural, que pode, conforme o caso, vir a ser estimulada ou reprimida.
Uma pessoa Inquieta tem como demanda novos desafios de forma permanente.
Dependendo do grau de Inquietude, os desafios serão maiores ou menores.
A contraposição ao tímido, que seria o introvertido, temos o extrovertido – o comunicativo.
A contraposição do Inquieto, que é diferente da timidez, temos o Quieto, aquele que tem menos tendência ao desafio.
A Inquietude está diretamente ligada às mudanças e a inovação e é um tema central para a Renascença Civilizacional que vivemos.
Vejamos agora o que chamamos aqui na BIMODAIS da Personalidade Inquieta – um tipo específico de personalidade fundamental para projetos de inovação e empreendedorismo.
Inquieto é aquele que tem uma personalidade agitada, com falta de sossego, insatisfeito, que tem um gosto maior pelo novo, pela mudança, por desafios.
O Inquieto tem uma personalidade que pede que ele se desafie o tempo todo e, ao mesmo tempo, as normas estabelecidas.
Quando formos aprofundar o tema, podemos ter uma infinidade de inquietudes e isso faz parte dos Estudos e Pesquisas BIMODAIS.
O problema é que há uma confusão generalizada neste Mundo Inovador Empreendedor Transformador de que todo mundo tem a mesma Personalidade Nativa.
E quando se começa projetos de inovação se mistura quietos e inquietos.
Pessoas com uma maior Taxa de Inquietude nasceram para a inovação e vice-versa.
Projetos de inovação tendem a ser mais produtivos se no início contarem com pessoas que têm Personalidade Inquieta.
Começo a desconfiar (ainda sem bases mais consistentes, estamos estudando e pesquisando) de que a sociedade humana se divide em dois grandes grupos de Personalidades para a Inovação, se vamos analisar processo de mudança:
- os Quietos – que tendem a manter a sociedade numa continuidade, que representam 80% do total;
- os Inquietos – que são responsáveis pelas mudanças necessárias, que representam 20% do total.
Todo processo de mudança vai numa escalada dos Mais Inquietos para os Inquietos e dos Inquietos para os Menos Quietos e assim por diante.
O que chamamos de “Early adopter” (adotantes iniciais) é, na verdade, atrair os primeiros Inquietos, aqueles que querem ir para uma praia deserta e não para uma que já tenha barraca de praia e cerveja gelada.
O Inquieto é um aventureiro.
O Adotante Inicial tem uma Taxa Maior de Inquietude e quem criou o que ele adotou uma taxa ainda maior.
Os criadores do muito novo são 20% daqueles 20% dos inquietos, numa Reação em Cadeia da Inquietude.
Podemos especular que temos em termos de graduações de Personalidades da Inquietude o seguinte:
- Hiper Inquieto;
- Super;
- ou Inquieto.
Não estamos aqui falando, veja bem, de inteligência, ou de QI mais alto, mas de um traço de personalidade, pois nem toda com inteligência acima da média é inquieta.
E nem todo Inquieto consegue transformar Inquietude em Habilidade e desta em Atividade.
A Inquietude, como todas as personalidades, precisa de um trabalho do Segundo Eu.
O Inquieto precisa também trabalhar com o Segundo Eu.
Todo mundo tem um Grau de Inquietude que pode ser ampliado, conforme a demanda.
A Inquietude é uma característica da personalidade e não da inteligência.
Há, claro, uma tendência de pessoas com determinado tipo de inteligência serem mais inquietas.
E nesse caminho podemos dizer que a Personalidade Inquieta, quando consegue ter uma Taxa Maior de Capacidade Imaginativa, consegue inovar mais.
O foco da BIMODAIS é apoiar a Inquietude de maneira geral, pois esta é uma demanda da sociedade humana.
Em particular, podemos pensar numa Inquietude Focada para a Inovação e a Mudança, na qual vamos colaborar com o processo de Renascença Civilizacional.
É isso, que dizes?
Colaborou o Bimodal: Renato Azevedo.
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
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Acorda: nem Papai Noel e nem o mundo virtual existem!!!
fev 8th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Mundo-Virtual-é-Fake – questionando mais um mito.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- O papo furado de Mundo Virtual é, no fundo, um movimento de resistência ao novo.
- Se a pessoa fica horas e horas jogando no 3D não está “virtualizado”, está apenas viciado.
- Ficção não é virtualidade é fantasia!
- Quando vovó falava no telefone com o vovô ninguém dizia que eles estavam interagindo virtualmente.
- Ninguém diz que um filme no cinema, por mais 3D que ele tenha embutido, é um mundo virtual.
- O telescópio não inventou ou criou as estrelas distantes, apenas nos permitiu enxergá-las.
- Anote: tecnologias melhoram o mundo, mas não criam novos mundos!
- Novas tecnologias sempre criam a falsa sensação de que se criou algo paralelo à sociedade.
Vamos ao artigo:
“A verdade está acima das autoridades.” – Karl Popper.
As novas tecnologias dão realmente a impressão que estamos entrando em um mundo paralelo ou em um novo mundo.
Causam, dependendo da tecnologia e da pessoa, estranheza.
Assim, novas tecnologias criam a falsa sensação de que se criou algo paralelo à sociedade.
Porém, tecnologias não criam novos mundos, apenas permitem resolver uma antiga demanda de uma nova forma.
Assim, temos que ter cuidado para não transformar nossa natural estranheza com as novas tecnologias em uma análise do que elas REALMENTE significam.
Sensações viram percepções, que viram conceituações, narrações e, por fim, tomada de decisões.
Quando se aponta agora, diante do Digital, a existência de um “Mundo Virtual” estamos transformando essa FALSA sensação em uma análise.
Há hoje um forte engano que estamos entrando em um mundo completamente novo, virtual, inusitado, o que não corresponde aos fatos.
Tecnologias melhoram o mundo, mas não criam novos mundos!
Muitas vezes as tecnologias nos permitem ver melhor o mundo, revelando o que já existia, mas que antes era apenas inacessível.
O telescópio não inventou ou criou as estrelas distantes, apenas nos permitiu enxergá-las.
Portanto, é preciso registrar que temos o seguinte fenômeno psicológico: um Equívoco Recorrente de Falsas Conceituações de Novas Tecnologias.
É esse Equívoco Recorrente que nos leva ao conceito fake de ” Mundo Virtual“, que acaba sendo utilizado por nove entre dez autores, que querem se mostrar “por dentro da onda”.
Vamos à definição de “Virtual”, que o Google nos apresenta na primeira resposta à busca:
Criou-se esta falsa impressão, com a chegada do Digital, que estamos vivendo um “mundo paralelo” “ou virtual”.
E aí temos duas fantasias de falsa virtualidade:
- a Fantasia da Virtualidade da Comunicação;
- a Fantasia da Virtualidade da Ficção.
Questionemos essas fantasias com um pouco de lógica.
Toda a mídia vem também para que se possa estabelecer novas formas de relações a distância entre as pessoas.
Assim foi com a televisão, o rádio, o cinema, o telefone, etc.
Eu falar a distância com outra pessoa não é um sinal de virtualidade, apenas de novas possibilidades de interação a distância, que antes não era possível.
Mais.
Ninguém ao assistir um filme no cinema, por mais 3D que ele tenha embutido, afirma que está diante de mundo virtual.
Um filme é uma ficção criada sobre a realidade, que cria um mundo imaginário, mas não virtual.
Há uma GRITANTE diferente em uma peça ficcional (que sempre existiu) de algo virtual (que nunca existiu).
Vejamos a definição de ficção:
“Ato ou efeito de fingir; fingimento, elaboração, criação imaginária, fantasiosa ou fantástica; fantasia.”
Ficção não é virtualidade é fantasia!
Um ato deliberado de criar algo para simular a realidade não pode ser interpretado como a criação de uma nova realidade por mais tangível que ela possa parecer.
As pessoas se envolvem quando assistem a um determinado filme, mas não se cria um mundo paralelo, ou virtual, quando se faz um filme.
É apenas uma peça ficcional que acontece desde que o Sapiens é Sapiens.
Porém, quando alguém está diante de um computador, as pessoas afirmam, de forma equivocada, que se está no “virtual”.
Como assim?
Por mais que jogos 3D ou ambientes 3D, no estilo Metaverso, consigam criar uma ficção muito mais realista, tangível e interativa NÃO é um mundo paralelo é apenas mais uma ficção humana.
Se a pessoa fica horas e horas jogando no 3D não está “virtualizado“, está apenas repetindo nossos antepassados que ficavam horas e horas diante de um livro ou da televisão.
Um jogo 3D é uma extensão do que já foi o jogo banco imobiliário ou o War, com muito mais realismo.
A ideia de um Mundo Virtual é extremamente enganosa e atrapalha bastante a compreensão do novo mundo que estamos entrando.
Toda essa fantasia que foi criada em torno do Metaverso (como uma nova realidade virtual) é filha desse recorrente equívoco diante de novas tecnologias, no caso agora, do Digital.
No fundo, a ideia do Mundo Virtual é um movimento de resistência ao novo, na qual parte-se da ideia de que NÃO estamos melhorando o mundo atual, mas criando um novo.
De que estamos, no lugar da realidade atual, criando uma outra, muito mais estranha e esquisita.
Temos sim ambientes ficcionais mais realistas e interativos, mas é apenas ou algo ficcional ligado ao entretenimento ou novas formas de interação a distância.
Não se utilize da expressão virtual, pois ela vai, mais dia ou menos dia, te induzir a um erro de decisão sobre o passado, presente e, principalmente, o futuro.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
#2 – Papo de Garra – Dialogando com Angela Duckworth
fev 7th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Angela Duckworth – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- O principal objetivo de todas as pessoas, de forma consciente ou inconsciente, é ter a relação mais amistosa possível com sua Mente Cachorrinho.
- Procuramos, como objetivo nobre do Sapiens, termos um sentimento de Bem Estar Continuado.
- Todo o livro de Angela é, basicamente, uma reflexão sobre o esforço que as pessoas fazem para manter criar e uma Felicidade Continuada de Excelência.
- Altruísmo não é uma opção, mas uma OBRIGAÇÃO!
- O Altruísmo Saudável, a base do empreendedorismo: servir ao outro, via sustentabilidade financeira.
- Felicidade Continuada da Excelência é sermos nós mesmos o máximo possível – da melhor maneira que pudermos.
- Einsteins da Vida são uma grande inspiração, não pela suas genialidades ou feitos, mas pela continuada persistência de terem procurado o seus máximos potenciais.
- Se você sobe o Sarrafo da Excelência um centímetro todos os dias, no período de alguns anos, está saltando muitos metros acima.
- Angelando: quem está na Rotina Criativa não cria em borbotões, mas em borbotõezinhos.
- Um músico chega à excelência por que pensa e muda a forma de ensaiar todos os dias, fazendo dos ensaios uma espécie de pesquisa científica.
- Felicidade Continuada de Excelência é deixar a Mente Cachorrinho o tempo todo com o “rabo abanando”.
Agora, estou dividindo a divulgação das leituras em três etapas:
Aqui, na segunda etapa da absorção da leitura do livro “Garra” da Adriana Duckworth, é o momento dentro da Metodologia de Leitura Bimodal de Dialogação com a autora, procurar os pontos de encontro e de possíveis desencontros.
Vamos ao artigo:
“…não existe no planeta espécie mais adaptável do que a nossa, mudamos sempre.” – Angela Duckworth.
As duas Felicidades e o foco da BIMODAIS
Angela escreve:
“…fazer o que você ama, mas não só se apaixonar por aquilo. Mas sim continuar apaixonado.”
Eu comento:
Falei um pouco sobre isso no primeiro artigo, quando falo da nossa relação com nossa Mente Cachorrinho.
Diria que o principal objetivo de todas as pessoas, de forma consciente ou inconsciente, é ter a relação mais amistosa possível com sua Mente Cachorrinho para se sentir melhor com ela mesma.
Procuramos, como objetivo nobre do Sapiens, ter um sentimento de Bem Estar Continuado.
Isso implica fazer atividades, dentro das nossas capacidades, que viraram habilidades, que nos permitem ser remunerados e sobreviver e viver com coisas que nós gostamos.
Quanto mais oferecemos à nossa Mente Cachorrinho atividades que ela gosta, mais temos uma sensação de Bem Estar Continuado.
Neste momento, podemos dividir a Felicidade em duas:
- a Felicidade Momentânea – que podemos chamar de alegria ou de euforia;
- a Felicidade Continuada – que nos permite um bem estar por um longo tempo.
A busca da Felicidade Continuada é deixar o tempo todo a Mente Cachorrinho com o “rabo abanando“.
Para que isso seja possível, viável, nós precisamos servir a alguém, que vai nos pagar, nos remunerar, pois resolvemos algum tipo de problema.
Todo o livro de Angela é, basicamente, uma reflexão sobre o esforço que as pessoas fazem para manter a Felicidade Continuada.
Podemos aqui definir que a Felicidade Continuada de Excelência está diretamente ligada à busca do Segundo Eu, de potencializar nossas Capacidades Nativas.
O que seria a Felicidade Continuada da Excelência.
Podendo ter outras pessoas que até tem uma sensação de bem estar, se sentem bem, mas não tem a demanda de exercitar a sua Capacidade Nativa.
Ou a Capacidade Nativa é justamente não ter a demanda pela Excelência?
Aqui temos uma questão em aberto para um papo mais adiante.
De qualquer forma, vamos fazer uma escolha, quando se fala do público que queremos ajudar.
A BIMODAIS procura ajudar pessoas que querem atingir a Felicidade Continuada da Excelência.
A diferença entre o Altruísmo Saudável e o Tóxico
Angela escreve:
“…e era a busca que era gratificante — tanto quanto a conquista.” // “Seja lá o que digam, a mensagem é a mesma: os longos dias e noites de esforço extenuante, os reveses, as decepções, a luta, o sacrifício — tudo vale a pena porque, em última instância, recompensará outras pessoas.” // “Em essência, a noção de propósito se refere ao que é importante para outras pessoas além de nós mesmos.”
Eu comento:
Aqui temos uma conversa sobre o Altruísmo Tóxico e Saudável.
Não concordo com a visão de Altruísmo meio genérica da Angela apenas nesta frase: “a noção de propósito se refere ao que é importante para outras pessoas além de nós mesmos.”
Em outras, ela é mais específica:
Altruísmo é um tipo de comportamento encontrado em seres humanos e outros seres vivos, em que as ações voluntárias de um indivíduo beneficiam outros.
(Muitas vezes uma leitura mais atenta acaba descobrindo contradições dos autores ou até problemas de tradução.)
Mas vamos aproveitar a oportunidade para conversar mais sobre Altruísmo.
Faz parte do processo de capacidade-habilidade-capacidade-melhoria contínua ter um cliente para que tudo seja possível e viável.
Uma vida sustentável, que implica necessariamente a geração de valor, receita, dinheiro, procura promover esse encontro entre o melhor de mim, que cria algo que pode ajudar o outro com a demanda de alguém.
Trabalhar necessariamente é um ato altruísta, pois alguém vai te remunerar de alguma maneira.
Altruísmo, assim, não é uma opção, mas uma OBRIGAÇÃO!
O que temos de diferença por aqui é que tipo de Altruísmo podemos praticar:
- O Altruísmo Tóxico é uma fantasia de que fomos feitos para servir ao outro sem que isso traga benefícios para nós;
- O Altruísmo Saudável – a progressiva e permanente tentativa de unir as minhas habilidades com a demanda de outra pessoa.
No Altruísmo Tóxico acabamos, muitas vezes, criando modelos de servir ao outro, que envolve obrigar a alguém a bancar nosso altruísmo.
O Altruísmo Saudável, a base do empreendedorismo, é servir ao outro e criar uma sustentabilidade.
Assim, não concordo com a afirmação “tudo vale a pena porque, em última instância, recompensará outras pessoas”.
Diria que:
“tudo vale a pena porque, em última instância, recompensará a você mesmo e a outras pessoas, criando um encontro de interesses, que se torna sustentável no tempo.”
O objetivo não é ser um Einstein, mas ser o
máximo Personal Einstein, que você conseguir
Angela Escreveu, quando foi criticada pela sua forma de pensar:
“Cuidado, dra. Duckworth, ou muitas crianças vão crescer achando que podem ser um Usain Bolt, um Wolfgang Mozart ou um Albert Einstein.”
Eu comento:
Aqui voltamos ao assunto da Felicidade Continuada da Excelência.
Na verdade, a Personal Jornada da Excelência, Angelando aqui, não é ser um outro alguém, ou imitar alguém, mas levar o nosso alguém ao nosso potencial ao máximo, através do esforço do Segundo Eu.
Felicidade Continuada da Excelência é sermos nós mesmos o máximo possível – da melhor maneira que pudermos.
Este é o estímulo.
Não se procura imitar o outro.
Einsteins da Vida são uma grande inspiração, não pela suas genialidades ou feitos, mas pela continuada persistência de terem procurado o seus máximos potenciais.
A difícil arte da Rotina Criativa
Angela escreve:
“A prática disciplinada determina o avanço para etapas mais avançadas muito mais do que qualquer outro tipo de preparação.”
Eu comento:
O que ela sugere é que a cada dia, vamos nos colocando micro desafios, subindo o “sarrafo” com apenas alguns centímetros, mas isso somado a uma Rotina Criativa de vários anos, faz com que você vá se superando.
A Rotina Criativa é o pulo do gato da Felicidade Continuada da Excelência.
A Rotina Criativa é feita de avanços pequenos, pois são feitos todos os dias.
Se você sobe o Sarrafo da Excelência um centímetro todos os dias, no período de alguns anos, está saltando muitos metros acima.
Angelando: quem está na Rotina Criativa não cria em borbotões, mas em borbotõezinhos.
Rotina Criativa é o que Angela conceituou de prática disciplinada.
A Rotina Criativa é repetitiva, mas sempre há algo novo em pequenas proporções que vai fazendo a diferença no longo prazo.
Os dois tipos de habilidade:
da porta para dentro e da porta para fora
Angela escreve:
“A ideia de dedicar anos a fio a uma prática na qual o desafio é maior do que a habilidade.”
O conceito de “habilidade” aparece de diferentes maneiras e quero refletir sobre ele.
Temos dois tipos de habilidades (transformação de capacidade/dons em atividade/remuneração):
- a habilidade da porta pra dentro – que é a melhoria de você consigo mesmo, que vai criando cada vez diversas rotinas melhores;
- a habilidade da porta pra fora – que é a melhoria de você com os outros, que vai aprimorando a sua capacidade de servir.
As rotinas melhores são variadas, que podemos chamar de Metodologias de Excelência.
A Personal Jornada da Excelência aprendi com a Angela, implica estes dois lados da moeda, não basta um sem o outro.
Tocar melhor o violão e, ao mesmo tempo, aperfeiçoar a forma de ensaiar, que são coisas diferentes.
De maneira geral, as pessoas tendem a focar e se dedicar apenas na habilidade da porta pra fora e, por causa disso, não avançam mais na excelência.
Por fim, o que aprendi com a Angela é que um músico, por exemplo, não chega à excelência por que ensaia todos os dias.
Um músico chega à excelência por que pensa e muda a forma de ensaiar todos os dias, fazendo dos ensaios uma espécie de pesquisa científica.
Mais.
Que ele se apaixona não só por tocar, mas também por melhorar a forma de ensaiar o tempo todo, que inclui a escolha do instrumento, hora, momento, paradas, dietas, exercícios, etc.
Quem lê e não absorve, está
meio lendo e meio não lendo
Angela escreve:
“…lido Wooden. Dessa vez, porém, estava lendo Wooden e absorvendo…//“Pare de ler tanto e comece a pensar.” – Marty Seligman.
Eu comento:
A diferença entre ler e absorver….
Entre a Leitura Ativa, aquela que você coloca o autor dentro da sua narrativa. E aquela em que o livro do autor vira um filme do Netflix.
Aprendi muito recentemente, veja o exemplo aqui neste texto, que uma leitura é igual a uma visita de fim de semana ao autor, na qual se fica muitas horas conversando, perguntando e conhecendo a sua forma de pensar.
Para, a partir deste conhecimento, separar o que fica e o que não fica na nossa Personal Jornada da Excelência.
Angela escreve:
“O esforço que uma pessoa dotada de garra..”
Aqui temos uma contradição e um questionamento.
Até onde a Garra pode ser criada e até onde uma pessoa pode desenvolver a sua taxa de Garrice?
Comento ainda:
- De maneira geral, acredito que na sociedade temos uma equação de Pareto (é apenas uma observação sem nenhuma comprovação científica) de que 20% das pessoas tendem a desenvolver mais o seu Segundo Eu e 80% menos (Ver mais sobre o Segundo Eu aqui.)
- Porém, com o avançar da Complexidade Demográfica da sociedade, vamos sendo obrigados a cada vez mais personalizar e individualizar os humanos;
- Vivemos hoje, com a Renascença Civilizacional um aumento progressivo das taxas na direção do Segundo Eu;
- Haverá um aumento da Taxa Média do Segundo Eu ao longo da caminhada da Sociedade 2.0;
- Porém, a tendência é continuarmos com a equação 80% e 20%.
- 20% das pessoas no mundo tenderão a ter uma Taxa Mais Elevada do Segundo Eu e 80% mais baixa;
- Mas a média geral tenderá a aumentar.
Angela tende a concordar:
“…só uma pequena parte dos adultos vê suas ocupações como uma vocação.”
Assim, a vontade de adotar uma Personal Jornada de Excelência não é para todo mundo. Há algo em nós que nos torna mais ou menos propício a isso.
Podemos ter uma aumento da Taxa de Desenvolvimento do Segundo Eu, mas considero que uma parcela grande da população não quer – por algum motivo – abraçar uma Personal Jornada de Excelência.
Talvez, o Cachorrinho da Mente não balance o rabinho para isso.
Acredito que a criação do Segundo Eu pede um tipo Esforço de Inteligência Abstrata.
Mais isso é papo para mais adiante.
É uma dúvida.
O livro de Angela rendeu e entrou para a bibliografia BIMODAL vamos falar muito sobre tudo isso mais adiante.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
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#1 – Garra – Contextualizando Angela Duckworth
fev 7th, 2022 by Carlos Nepomuceno
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal110222
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#Angela Duckworth – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- Angela quer nos ajudar a ter uma vida de mais excelência naquilo que consideramos ser “a nossa praia”.
- Do talento nativo até um processo maduro de excelência há um gigantesco, continuado, obstinado esforço pessoal.
- O que a nossa Mente Cachorrinho mais quer na vida é fazer coisas que ela gosta e, por causa disso, ficar balançando o rabinho.
- Angelando: o talento é apenas uma semente e não a planta ou o jardim.
- A Felicidade não é um lugar, mais um processo de bem estar continuado.
- Esforçofobia – Nossa tendência tóxica e continuada e de ver o sucesso do outro apenas como algo mágico e NÃO construído.
- O Segundo Eu é uma criação humana, que nos permite olhar para as nossas formatações e alterá-las.
- O Primeiro Eu é tudo aquilo que “veio de fábrica” e precisa ser revisado, conforme vamos amadurecendo.
Vamos ao artigo:
“…aquilo que conseguimos na vida talvez dependa mais de nossa paixão e perseverança do que de um talento inato.” –Angela Duckworth.
Aqui, na primeira etapa da absorção da leitura do livro “Garra” da Adriana Duckworth, é o momento dentro da Metodologia de Leitura Bimodal de, depois da leitura, escrever sobre o que foi lido.
Agora, estou dividindo a divulgação das leituras em três etapas:
Vamos à Contextualização.
Porém, permitam-me uma digressão.
- O objetivo da leitura de um livro numa Escola de Pensamento, como é o caso da BIMODAIS, é diferente de um site que faz resumo de livros;
- Meu objetivo na leitura não é procurar entender o que o autor diz e passar para as pessoas, para isso existem sites específicos;
- O que procuro quando leio um livro é saber o que aquele autor pode colaborar para aprimorar a Narrativa da Escola;
- É uma leitura direcionada para agregar algo;
- Por isso, não há uma preocupação de resumir o livro, mas de absorver aquilo que o livro pode nos trazer, conhecer o Modus Pensante do autor, comparar o autor com outros e sair da leitura com algo que possa melhorar a forma como pensamos;
- A leitura para uma Escola de Pensamento, portanto, é uma metodologia específica.
Dito isso, vamos em frente.
Angela Duckworth é uma Autora Renascentista.
Autores Renascentistas são aqueles que estão ajudando o Sapiens a lidar melhor com as Macrotendências da atual Revolução da Sobrevivência 2.0.
Angela tem como objetivo ajudar as pessoas, começando na infância, a serem mais completas, através do que vou chamar de um processo da Personal Jornada de Excelência.
Melhor dizendo.
O foco de Angela é o de nos ajudar a aumentar a taxa de uma vida mais saudável, através da procura continuada e esforçada da excelência naquilo que consideramos ser “a nossa praia“.
Angela vai fundo na apresentação de reflexões sobre pesquisas de outros e das próprias na procura da excelência.
Acredito que o livro poderia se chamar:
Excelência ao invés de Garra.
Ou a Garra na direção da Excelência.
Vou destacar, nesta Contextualização, três pontos altos do livro dela, que mais me chamaram a atenção:
- o aprofundamento da Personal Jornada da Excelência – que me jogou para outro patamar em termos de clareza sobre este tema;
- a luta da autora contra os preconceitos de quem se esforça, que chamei de Esforçofobia;
- e a maravilhosa dica de promover a Hierarquização das Metas – quando criamos um mapa para separar o muito importante, do importante e do pouco importante diante das nossas preocupações.
Vamos aos três tópicos.
Personal Jornada da Excelência
Uma vida mais saudável é aquela que conseguimos, gradualmente, aumentar a Taxa de Potencialização de nossas vocações nativas.
Angela tem uma teoria sobre isso, que eu resolvi interpretar ao meu modo, destacando dividindo em quatro etapas:
- Capacidade – a descoberta, através de esforço, de nossos talentos natos, que nos facilitam exercer mais determinadas atividades do que outras;
- Habilidade – o desenvolvimento, através de esforço, de nossas capacidades para que virem atividades;
- Atividade – o desenvolvimento, através de esforço, de nossas habilidades em atividades, que nos permitam ganhar dinheiro e sobreviver, servindo a determinados clientes;
- Excelência – a revisão e a melhoria continuada, diária, das três etapas anteriores.
Todo o processo de personalização, onde se inclui a busca da Personal Jornada da Excelência, implica NECESSARIAMENTE o desenvolvimento do que chamamos na BIMODAIS de Primeiro Eu.
O Primeiro Eu é tudo aquilo que herdamos, de forma genética e cultural, sem grandes reflexões.
De maneira geral, a grande maioria das pessoas vive apenas o Primeiro Eu, com algumas pequenas variações.
O aumento da taxa da personalização implica na criação continuada do Segundo Eu.
O Segundo Eu implica num continuado processo de abstração, que nos permite, gradualmente, enxergar a nós mesmos como se estivéssemos olhando de fora para dentro.
Quando procuramos o processo de excelência, na verdade, estamos trabalhando com a “musculação” do Segundo Eu sobre o Primeiro Eu, vendo aquilo que deve ser desenvolvido e o que deve ser descartado.
Tudo aquilo que melhora nossa nossas capacidades, habilidades e atividades e o que piora.
“…a maioria das pessoas primeiro se sentem atraídas por coisas de que gostam e só mais tarde descobrem que esse interesse pessoal pode beneficiar outras pessoas.” //“O talento é a rapidez com que as habilidades de uma pessoa aumentam quando ela se esforça. Êxito é o que acontece quando essa pessoa utiliza as habilidades adquiridas.”
Assim, se compararmos com um computador, temos:
- a capacidade é igual a uma placa-mãe;
- que precisa de um sistema operacional (que é a habilidade);
- que nos permite chegar aos aplicativos, uma forma de ganhar dinheiro com nossas habilidades criadas;
- e, por fim, um processo de melhoria contínua na placa-mãe, no sistema operacional e nos aplicativos.
Nós somos o “programador” na atividade contínua de criar o “computador” da nossa vida mais personalizada, procurando atingir sempre o potencial máximo (a excelência).
A luta contra a Esforçofobia
Angela é uma “militante” contra – o que vou batizar de Esforçofobia.
Ela diz existir:
“…um preconceito oculto contra aqueles que chegaram aonde estão porque se esforçaram e uma preferência oculta por aqueles que, em nosso entender, conquistaram o que têm graças a um talento natural.”
A Esforçofobia é uma característica humana de não querer enxergar o esforço daqueles que conseguiram atingir seus objetivos.
Esforçofobia é uma tendência tóxica e continuada e de ver o sucesso do outro apenas como algo mágico e NÃO construído.
As razões para uma alta Taxa Esforçofobia na sociedade são variadas, mas fiquemos por uma mais simples que me parece mais razoável.
Se alguém chega a um determinado lugar e eu atribuo isso a um diferencial genético, a uma loteria dos genes, posso dizer “eu não tive a sorte de comprar aquele bilhete como aquele cara”.
Mas se eu tomo consciência de que determinada pessoa chegou a um determinado objetivo muito pelo próprio esforço e eu não me esforcei como ele, eu tenho que assumir as minhas responsabilidades e, com elas, as frustrações.
A Esforçofobia, assim, é uma forma malandra que inventamos para evitar encarar de frente nossas dificuldades de criar vidas mais significativas.
Ela diz sobre isso:
“…quando não conseguimos ver com clareza como a experiência e o treinamento levaram uma pessoa a um nível de excelência que esteja nitidamente acima da média, nossa reação automática é declarar que essa pessoa tem um “dom inato”. //”..mitologizar o talento nato nos livra de responsabilidade. Faz com que possamos relaxar e aceitar o status quo.”
Passemos ao outro e último ponto alto do livro de Angela.
Hierarquização das Metas
Achei bem relevante o mapa da Hierarquização das Metas.
- Metas Superiores;
- Metas Intermediárias;
- Metas Inferiores.
Aqui, entra o conceito filosófico de felicidade, que é o fim último de todas as pessoas, que entra no tópico Metas Superiores.
Ela diz:
“…quanto mais alta for a meta nessa hierarquia, mais abstrata, geral e importante ela é. Quanto mais alta for a meta, mais ela é um objetivo em si, e menos será apenas um meio para um fim.” //”A meta de nível superior não é um meio para algum outro fim. Ela é, na verdade, um fim em si.” //”Eu penso nessa meta como uma bússola que confere direção e significado a todos os outros objetivos abaixo dela.”
Se você consegue um Estado de Bem Estar Continuado, não se pode perguntar por que você está fazendo algo, pois simplesmente você vai dizer; “por que eu estou me sentindo bem fazendo isso” e ponto final.
O Bem Estar Continuado que cada um sente não pode ser contestado de fora para dentro. É um critério de Felicidade Endógena. É o fim para qual todos os outros meios devem servir.
O que Angela defende é que uma pessoa que tem uma vida progressivamente mais saudável na Personal Jornada da Excelência, estabelece uma Meta Superior, que vai conseguir balizar todas as outras.
A Meta Superior é o objetivo final de todas as outras metas: um Estado de Bem Estar Continuado
A Meta Superior está ligada diretamente, a meu ver, na relação da pessoa com a sua Mente Cachorrinho.
A Mente Cachorrinho é um conjunto de demandas que nossa mente tem e que se sente bem quando determinadas coisas acontecem na nossa vida.
A Mente Cachorrinho não é algo que controlamos, mas aprendemos a nos relacionar com ela.
O Estado de Bem Estar Continuado nada mais é do que uma relação saudável com a nossa Mente Cachorrinho.
Quando alguém consegue criar uma atividade continuada, na qual a Mente Cachorrinho balança o rabo e energiza a vida da pessoa, isso não precisa de justificativa.
Isso não é a meta, mas um fim em si mesmo.
Ver a Mente Cachorrinho balançando o rabinho a maior parte do tempo é o objetivo de todos nós numa vida mais saudável.
A partir dessa definição de uma meta geral, se define as intermediárias e as inferiores para que isso seja possível.
Ou seja, a pessoa que tem uma Meta Superior mais clara e definida tem como hierarquizar os acontecimentos e dar importância relativa a cada um deles.
O que aumenta, na linha do Goleman (ver a análise que fiz aqui) a Taxa de Inteligência Existencial da pessoa.
Assim, há uma graduação entre a Meta Estrutural (ou Superior) das demais, que vão tendo peso diferente na sua vida.
Conclusão
O livro tem uma conversa muito interessante e instrutiva na direção de uma vida mais plena, personalizada e que gera um Bem Estar Continuado, que podemos chamar de Felicidade Saudável.
Falaremos mais na sequência, quando vamos entrar no processo de Dialogação com a autora.
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
#3 – Sintetizando – Angela Duckworth
fev 7th, 2022 by Carlos Nepomuceno
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal150222
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#Angela Duckworth – conhecendo a forma de pensar deste autor.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- As pessoas são criadas para serem vagões e não locomotivas.
- Numa vida de excelência não há a possibilidade da copiação, mas da criação.
- De maneira geral, as pessoas trabalham para ganhar dinheiro e não ganham dinheiro para trabalhar.
- Na Jornada de Excelência, as melhorias são pequenas, mas continuadas.
- O pulo do gato da Felicidade Continuada está em sempre acordar e ter mais um micro desafio a ser enfrentado.
- Ninguém tem acesso ao seu íntimo para saber se o que você está fazendo está te causando um Bem Estar Continuado.
- O Bem Estar Continuado é de médio e longo prazo. Se você não consegue manter uma constância, é sinal de que algo precisa ser ajustado.
- O que “vem de fábrica” em nós é apenas uma matéria-prima a ser continuamente e arduamente trabalhada.
- A Jornada de Excelência é a batalha da meritocracia contra a primotocracia.
Vamos ao artigo:
“…a paixão pelo trabalho tem um pouco de descoberta seguida de muito desenvolvimento e de uma vida inteira de aprofundamento.“ – Angela Duckworth.
Os Dez Mandamentos de Duckworth
1 – Tenha Garra:
Angela Escreve:
“…aquilo que conseguimos na vida talvez dependa mais de nossa paixão e perseverança do que de um talento inato.” //“…garra tem mais a ver com resistência do que com intensidade…”//Garra tem a ver com você trabalhar em algo que valoriza tanto a ponto de querer permanecer leal a essa atividade.”//A esperança das pessoas que têm garra nada tem a ver com a sorte e tudo tem a ver com levantar-se de novo;
Eu Comento:
Angela se esforça para demonstrar que há um fosso entre o que recebemos “de berço” e a entrega que fazemos na nossa vida. Pessoas que fizeram a diferença são a referência dela.
O foco de Angela é o seguinte: ajudar as pessoas a não serem vagão, mas inventarem as suas locomotivas.
Ela é defensora da luta contra a:
-
- preguiça;
- ao Normalismo;
- a acomodação
Angela se esforça para demonstrar que é do esforço continuado que se constrói uma vida de excelência.
Angela procura tirar a visão do senso comum de que as pessoas que conseguiram ter êxito nos seus objetivos são sortudas.
2 – Faça do seu trabalho uma paixão continuada:
Angela Escreve:
“…a paixão pelo trabalho tem um pouco de descoberta seguida de muito desenvolvimento e de uma vida inteira de aprofundamento.”//…fazer o que você ama, mas não só se apaixonar por aquilo. Mas sim continuar apaixonado.//“…só uma pequena parte dos adultos vê suas ocupações como uma vocação.”//O modo como você vê seu trabalho é mais importante do que o nome que se dá a ele //“…Já ouvi falar de matemáticos que trabalham num problema — o mesmo problema — dia e noite, durante anos, sem jamais pensar: “Ah, que se dane este teorema! Vou fazer outra coisa.” //…a maioria das pessoas primeiro se sentem atraídas por coisas de que gostam e só mais tarde descobrem que esse interesse pessoal pode beneficiar outras pessoas.”
Eu Comento:
De maneira geral, as pessoas trabalham para ganhar dinheiro e não ganham dinheiro para trabalhar.
O trabalho é algo alienante.
E mais, podemos criar um padrão que é o seguinte:
Quanto mais uma sociedade é centralizada, mais o trabalho será alienante.
A tendência de autores como Angela fazerem sucesso e terem demanda vem justamente do momento de Renascença Civilizacional que estamos passando.
Na Renascença Civilizacional, há um aumento da possibilidade do trabalho mais consciente.
3 – Consiga o máximo de você mesmo:
Angela Escreve:
“Seja o máximo que você puder ser, seja lá o que isso signifique para você. Procure alcançar o seu melhor.”//
Eu Comento:
Aqui temos o grande impasse da Personal Jornada de Excelência.
As pessoas são criadas para serem vagões e não locomotivas.
O problema principal em quem está com a missão de locomotiva é:
Numa vida de excelência não há a possibilidade da Copiação, mas da criação.
Não basta aqui ter apenas esforço apenas, mas um tanto de criatividade para que se possa escolher onde vai se colocar o esforço.
4 – A Jornada da Excelência não é uma corrida de cem metros:
Angela Escreve:
“…mesmo os melhores do mundo, no auge de suas carreiras, suportam apenas uma hora de prática disciplinada sem intervalo e, ao todo, conseguem dedicar apenas de três a cinco horas diárias a ela.” //…a constância do esforço a longo prazo faz toda a diferença.”;
Eu Comento:
Destes trechos, me veio a ideia do conceito Sarrafo de Excelência.
O processo da Jornada de Excelência se compõe de:
-
- Problema-Foco – que vai sendo encontrado;
- Metodologia de Excelência – aprimorando tanto as Habilidades da Porta para Dentro quanto a da Porta para Fora;
Na Jornada de Excelência, as melhorias são pequenas, mas continuadas.
5 – Não foque apenas em fazer, mas no como fazer:
Angela Escreve:
“…os notáveis se interessam mais pelo que fizeram de errado — para poder se corrigir — do que pelo que fizeram certo”;
Eu Comento:
Aqui, temos algo importante.
O movimento da Jornada de Excelência é Endógeno (de dentro para fora).
Você pode receber sugestões, mas o seu padrão de qualidade, de sempre procurar ir nas Fronteiras dos Desafios é uma opção sua.
Na verdade, o pulo do gato da Felicidade Continuada está em sempre você acordar e ter mais um micro desafio a ser enfrentado.
6 – Hierarquize suas metas:
Angela Escreve:
“…quanto mais alta for a meta nessa hierarquia, mais abstrata, geral e importante ela é. Quanto mais alta for a meta, mais ela é um objetivo em si, e menos será apenas um meio para um fim.” //”A meta de nível superior não é um meio para algum outro fim. Ela é, na verdade, um fim em si.” //”Eu penso nessa meta como uma bússola que confere direção e significado a todos os outros objetivos abaixo dela.”
Eu Comento:
Aqui, temos uma ideia importante.
Qual é a referência para que você possa saber que está no rumo certo?
Quem vai te dar o feedback?
De maneira geral, as pessoas esperam que seja alguém de fora.
E aí vem a ideia da Mente Cachorrinho.
Ninguém tem acesso ao seu íntimo para saber se o que você está fazendo está te causando um Bem Estar Continuado.
É do aprofundamento da relação de você com a sua Mente Cachorrinho, que, aos poucos, você vai descobrindo o que te dá a sensação do Bem Estar Continuado.
E aí temos uma questão.
O Bem Estar Continuado é de médio e longo prazo. Se você não consegue manter uma constância, é sinal de que algo precisa ser ajustado.
7 – A inteligência não vale muito sem persistência continuada:
Angela Escreve:
“um nível alto de inteligência, mas não o maior de todos, combinado com o mais alto grau de persistência alcançará maior eminência do que o mais alto grau de inteligência com menos persistência” //
O objetivo de Angela, como é também o de Daniel Goleman é questionar o antigo paradigma dos estudiosos das pessoas de que quem recebeu um determinado tipo de alta inteligência pode subir ao pódio.
E quem não é deve ficar chorando pelos cantos.
A Jornada de Excelência, no fundo, é a batalha da meritocracia contra a primotocracia.
8 – Transforme seu talento em habilidade:
Angela Escreve:
“Sem esforço, seu talento não passa de potencial não concretizado. Sem esforço, sua habilidade não passa do que você poderia ter feito, mas não fez. Com esforço, o talento se transforma em habilidade e, ao mesmo tempo, o esforço torna a habilidade produtiva.” //“Talento é um dom inato. A habilidade é desenvolvida durante horas e horas de treinamento em seu ofício.” – Will Smith.//O talento é a rapidez com que as habilidades de uma pessoa aumentam quando ela se esforça. Êxito é o que acontece quando essa pessoa utiliza as habilidades adquiridas;// …aquilo que conseguimos na vida talvez dependa mais de nossa paixão e perseverança do que de um talento inato;
Eu Comento:
Esta frase é aquela que Angela pode dizer que é o seu bordão:
“O que conseguimos na vida talvez depende mais de nossa paixão e perseverança do que de um talento inato.”
A grande contribuição dela é afirmar, reafirmar, comprovar, afirmar e reafirmar de que:
O que “vem de fábrica” em nós é apenas uma matéria-prima a ser continuamente e arduamente trabalhado.
9 – Seja otimista:
Angela Escreve:
“Em comparação, pode-se ver que quem tem mais garra é radicalmente mais motivado do que os demais na busca por uma vida com um propósito e centrada no outro.”//“Como qualquer outra habilidade, podemos treinar interpretando o que está acontecendo conosco e reagindo como uma pessoa otimista reagiria.//…otimistas normalmente procuram causas temporárias e específicas para o sofrimento, enquanto os pessimistas culpam causas permanentes e genéricas.”
Eu Comento:
Aqui, eu me coloco a pensar.
Acredito que temos vários tipos de pessimistas e otimistas.
E temos Personalidades Nativas Otimistas e Pessimistas.
Que podem olhar a cada momento, a partir destas personalidades.
Para a Jornada de Excelência é preciso se conhecer e fazer um trabalho para afastar os dois extremos.
O Otimismo e o Pessimismo Tóxicos, que operam sempre, a partir da Personalidade Nativa e não enxergam os fatos.
Porém, num momento de Renascença Civilizacional, há uma demanda pelas Personalidades Nativas Otimistas.
E há uma relação das Personalidades Nativas Otimistas com a Inquietude e com o processo de inovação e empreendedorismo.
Personalidades Nativas Pessimistas não são empreendedoras.
10 – Não fique parado, experimente:
Angela Escreve:
“Sem experimentação, não se pode determinar quais interesses vão permanecer.” //“…não se limitou a sair em busca de sua paixão: ele ajudou a criá-la….”
Eu Comento:
O processo de procura do Problema-Foco, como dizem os empreendedores o tempo todo é de pivotação.
Se pivota o tempo todo.
Segue o texto do livro Sintetizado:
As melhores Frases
- “…aquilo que conseguimos na vida talvez dependa mais de nossa paixão e perseverança do que de um talento inato.”
- “O talento é a rapidez com que as habilidades de uma pessoa aumentam quando ela se esforça. Êxito é o que acontece quando essa pessoa utiliza as habilidades adquiridas.”
- “…a maioria das pessoas primeiro se sentem atraídas por coisas de que gostam e só mais tarde descobrem que esse interesse pessoal pode beneficiar outras pessoas.”
- “…os notáveis se interessam mais pelo que fizeram de errado — para poder se corrigir — do que pelo que fizeram certo.”
- “…a paixão pelo trabalho tem um pouco de descoberta seguida de muito desenvolvimento e de uma vida inteira de aprofundamento.”
- “Sem experimentação, não se pode determinar quais interesses vão permanecer.”
- “…as pessoas são ainda mais desleixadas com as coisas de que não gostam.”
- “A história do amadurecimento é que, ao ficarmos mais velhos, desenvolvemos a capacidade de paixão e perseverança a longo prazo.”
- “Como espécie, estamos ficando cada vez melhores em raciocínio abstrato.”
- “…posso dizer com absoluta convicção que todo traço humano é influenciado tanto pelos genes quanto pelo ambiente.”
- “…garra tem mais a ver com resistência do que com intensidade…”
- “…solucionar problemas realmente espinhosos, tudo isso leva tempo.”
- “Garra tem a ver com você trabalhar em algo que valoriza tanto a ponto de querer permanecer leal a essa atividade.”
- “…fazer o que você ama, mas não só se apaixonar por aquilo. Mas sim continuar apaixonado.”
- “…a constância do esforço a longo prazo faz toda a diferença.”
- “…leve até o fim aquilo que se começou.”
- “…focar em uma só atividade e aprimorá-la poderia trazer mais satisfação do que ser amador em várias coisas. “
- “…quando consideramos pessoas em circunstâncias idênticas, o resultado obtido por cada uma delas depende somente de duas coisas — talento e esforço.”
- “…por mais que o talento seja valioso, o esforço conta em dobro.”
- “As pessoas de mais sucesso são modelos de perseverança.”
- “Nosso potencial é uma coisa. O que fazemos com ele é outra, bem diferente.”
- “…não existe no planeta espécie mais adaptável do que a nossa, mudamos.”
- “As pessoas que cooperam entre si têm mais probabilidade de sobrevivência do que as solitárias.”
- “…quando você continua buscando maneiras de melhorar sua situação, tem a chance de encontrá-las.”
- “…quaisquer que tenham sido nossos sofrimentos na infância, podemos aprender a observar nosso monólogo interior negativo e a mudar nossos comportamentos desajustados.”
- “…otimistas normalmente procuram causas temporárias e específicas para o sofrimento, enquanto os pessimistas culpam causas permanentes e genéricas.”
- “…não é o sofrimento o que leva ao desamparo. É sofrer aquilo que você acha que não pode controlar.”
- “A esperança das pessoas que têm garra nada tem a ver com a sorte e tudo tem a ver com levantar-se de novo.”
- “O modo como você vê seu trabalho é mais importante do que o nome que se dá a ele.”
- “…só uma pequena parte dos adultos vê suas ocupações como uma vocação.”
- “Seja o máximo que você puder ser, seja lá o que isso signifique para você. Procure alcançar o seu melhor.”
Outras Frases
- “Porque a rotina é muito bem-vinda quando se tem que fazer algo difícil.”
- “Se a natureza é importante, o ambiente também é.”
- “…o caráter intelectual abrange virtudes como a curiosidade e a alegria de viver, que estimulam um envolvimento ativo e aberto com o mundo das ideias.”
- “…o propósito é uma fonte de motivação muito poderosa para a maioria das pessoas.”
- “…a garra pode valer mais do que o talento.”
- “A necessidade é a mãe da adaptação.”
- “A ciência fez muitos progressos no sentido de explicar como os genes, a experiência e a interação entre ambos nos tornam o que somos.”
- “…dizer que o talento é uma coisa ótima, mas que os testes de talento não prestam.”
- “Preferimos o mistério à trivialidade.”
De outros:
- “Porque sempre insisti que, salvo os idiotas, os homens não diferem muito em intelecto, apenas em empenho e em trabalho duro; e ainda creio que esta seja uma diferença de eminente importância.” – Darwin.
- ““Não existe ser humano mais infeliz do que aquele para quem o começo de cada pequena tarefa deve ser decidido novamente a cada dia.” – William James.
- “….pensem naquilo que mais gostam de fazer na vida e tentem fazer isso o tempo todo.” – Will Shortz.
- “Para o iniciante, a novidade é algo que ele nunca viu. Para o especialista, a novidade é o detalhe.” – John Templeton.
- “O que existe de velho no novo é o que chama a atenção.” – William James.
- “…algumas pessoas acumulam vinte anos de experiência, mas outras têm um ano de experiência, vinte vezes seguidas.” – anônimo.
- “…se não for apaixonado pelo seu trabalho, não vai conseguir persistir.” – Jeff Bezos.
- “…para fazer algo realmente bem-feito precisamos nos superar.” – John Irving.
- “…ao refazer as coisas o tempo todo, aquilo que nunca foi natural torna-se quase uma segunda natureza.” – Pete Carroll.
- “Faça as coisas sempre de uma maneira melhor do que já foram feitas.” – Pete Carroll.
- “Uma filosofia clara e bem definida dá ao treinador as diretrizes e os limites que o mantêm no caminho certo.” – Pete Carroll.
- “Talento é um dom inato. A habilidade é desenvolvida durante horas e horas de treinamento em seu ofício.” – Will Smith.
- “…sucesso significa ir até o fim.” – Will Smith.
- “Pare de ler tanto e comece a pensar.” – Marty Seligman.
- “Comecei a entender que, ao fazer alguma coisa várias vezes seguidas, o que nunca tinha sido simples se tornava quase uma segunda natureza.” – John Irving.
- ““É assim que nossa vaidade, nosso amor-próprio, favorece o culto ao gênio, pois só quando é pensado como algo distante de nós, como um miraculum, o gênio não fere. Chamar alguém de ‘divino’ significa dizer: ‘aqui não precisamos competir.”- Nietzsche.
- “Existe um hiato entre o potencial e sua concretização.” – William James.
- “…“o homem costuma viver bastante abaixo de seus limites; possui poderes de vários tipos que raramente utiliza. Ele atua abaixo de seu máximo e se comporta abaixo do nível ótimo”.- William James.
- “o que produz excelência é o mero fato de serem realizados de forma sistemática, correta e ao mesmo tempo.” – Dan Chambliss.
- “O fato é que os homens detêm certos níveis de capacidade que só pessoas muito excepcionais utilizam ao máximo.” – William James.
- “Uma vocação não é uma coisa totalmente formada que você encontra.” – Amy Wrzesniewski;
- “Pense você que é capaz ou que não é capaz, você sempre terá razão.” – Henry Ford.
- “Cair sete vezes, levantar oito.” – ditado japonês.
Glossário
- “…a garra é mutável, não fixa, e minhas pesquisas me deram ideias de como fazê-la crescer.”
- “O que esses criadores têm em comum?”, vai encontrar a resposta no título original do livro: rituais diários.”// “todos os notáveis citados no livro dedicam horas e horas à prática disciplinada solitária. Eles seguem rotinas. São criaturas de hábito.”
- “Ao contrário da maior parte das pessoas, os profissionais excepcionais dedicam milhares e milhares de horas àquilo que Ericsson chama de prática disciplinada.”
- “Quando descobriu que existia uma verdadeira ciência da prática — uma técnica que podia melhorar sua habilidade de modo mais eficaz —, tanto a qualidade de sua prática quanto a satisfação com o próprio progresso dispararam.”
- “Fluir significa atuar em altos níveis de dificuldade e ainda assim sentir que “não está fazendo esforço” como se “você não tivesse que pensar naquilo, apenas faz e pronto”.
- “A primeira delas é que a prática disciplinada é um comportamento, e o fluxo é uma experiência.” // “Ericsson fala sobre o que os notáveis fazem; Mihaly Csikszentmihalyi fala do que os notáveis sentem.// Em outras palavras, a prática disciplinada é preparação; fluxo é desempenho.
- “…Não há nada de mau em cultivar vários hobbies, mas mudar de ocupação o tempo todo, sem jamais sossegar com uma delas, é um problema mais sério. Jane Golden tem um nome para esse tipo de gente: “pessoas de curto prazo.”
- “Na verdade, a palavra interesse, em latim, significa “diferir”. Ser interessante é, literalmente, ser diferente. Somos neófitos por natureza.”
- “…pessoas que gostam de pensar sobre ideias abstratas não ficam felizes administrando as minúcias de projetos complexos de logística; eles prefeririam resolver problemas matemáticos. E aqueles que gostam de interagir com outras pessoas não são felizes trabalhando sozinhos no computador o dia inteiro.”
- “…quando se trata da meta suprema, de máxima importância, que norteia quase tudo o que elas fazem, as pessoas com muita garra tendem a não pronunciar as frases acima.”
- “No entanto, ao contrário do que poderíamos pensar, os talentos não são inteiramente genéticos: a rapidez com que desenvolvemos qualquer habilidade também varia, e muito, de acordo com a experiência.”
- “…dezenas de pesquisas demonstraram que quase todos os traços humanos são poligênicos — ou seja, são influenciados por mais de um gene.”
- “A palavra japonesa kaizen significa não ceder à estagnação do desenvolvimento. A tradução literal do termo é “aperfeiçoamento contínuo”” // Trata-se de olhar para a frente e querer crescer.”
- “O simples fato de definir metas, assim como o grau em que elas estão (ou não estão) alinhadas com uma única paixão de importância máxima, já representa um progresso.”
- “Em particular, eles também separavam os Dez Primeiros dos Dez Últimos — os supereminentes dos simplesmente eminentes. Cox reuniu esses indicadores num grupo que denominou “persistência de motivação”.”
- “…a metáfora comum da paixão como fogos de artifício não faz sentido…”
- “…paixão significa é valorizar a mesma meta definitiva de uma maneira firme, leal e constante.”
- “É organizar suas prioridades.”
- “Garra tem a ver com manter a mesma meta definitiva durante muito, muito tempo.”
- “A garra tem dois componentes: paixão e perseverança.”
- “Uma teoria é uma explicação.”
- “…entregar-se a visões de um futuro positivo sem definir como chegar lá — sobretudo levando-se em conta os obstáculos no caminho — tem compensações imediatas, mas custos a longo prazo.”
- “…paixão e perseverança não são exatamente a mesma coisa.”
- “…paixão é sinônimo…de….consistência ao longo do tempo.”
- “…um alto nível de desempenho é, na verdade, um somatório de atos isolados que nada têm de excepcionais.”
- “Psicologia Positiva, disciplina que aplica o método científico a questões do desenvolvimento humano.”
- “…Encontrar um professor que acreditou em seu potencial foi um divisor de águas: uma passagem de Isso é tudo o que você consegue fazer para Quem sabe do que você é capaz?”
- “No sentido mais geral, talento é a soma das aptidões de uma pessoa — de seus dotes intrínsecos, habilidades, experiência, inteligência, discernimento, atitude, caráter e motivação. Envolve também a capacidade de aprender e de se desenvolver.”
- “…que o fato de a Enron exigir que seus funcionários provassem ser mais inteligentes do que todo mundo inadvertidamente contribuiu para uma cultura narcisista, com um excesso de trabalhadores presunçosos que, levados por uma profunda sensação de insegurança, se exibiam o tempo todo.”
- “…uma cultura que incentivava o desempenho a curto prazo e desencorajava o aprendizado e o crescimento a longo prazo.”
- “…para um ambiente de trabalho que premiava a fraude e desencorajava a integridade.”
- “…distinguiam-se mais pela ética de trabalho do que pela inteligência.”
- “Durante meus muitos anos de magistério, minha certeza de que o talento não predestinava ninguém ao sucesso só aumentou e passei a me interessar cada vez mais pelos benefícios obtidos por meio do esforço.”
- “Escala de Garra — um teste que, se respondido com honestidade, mede o nível de garra com que a pessoa enfrenta a vida.”
- “…postura de perseverança frente a desafios.”
- “Em outras palavras, o grau de talento de um cadete nada dizia a respeito de sua garra, e vice-versa.”
- “Certas pessoas são dedicadas quando as coisas vão bem, mas desmoronam diante de uma situação adversa.”
- “Acordo todas as manhãs com uma sensação de propósito.” (Antonio Galloni).
- “…mais tarde chamaria de otimismo aprendido.”
- “(A visão do)… fracasso como um estímulo para se esforçar, e não como confirmação de sua incapacidade.”
- “Gosto de pensar da seguinte forma sobre a mentalidade de crescimento: algumas pessoas acreditam que é possível mudar de verdade.”
- “…genialidade como trabalhar no rumo da excelência, sem parar e com todas as fibras do seu ser.”
- “…otimistas as respostas que atribuíam causas temporárias e específicas aos acontecimentos ruins, e causas permanentes e genéricas aos acontecimentos bons.”
- “…interpretações subjetivas diferentes. E são essas interpretações, e não os fatos em si, que dão origem a nossos sentimentos e nossos comportamentos.”
- “esperança é a expectativa de que amanhã será um dia melhor do que hoje.”
- “Até certo ponto, todos nós estamos programados para buscar tanto a felicidade hedonista quanto a eudemonista.”
- “…não é o tipo de trabalho que faz de uma ocupação um emprego, uma carreira ou uma vocação. O que importa é se a pessoa que executa o trabalho acredita que assentar o tijolo seguinte é apenas mais uma coisa que precisa ser feita, se é algo que vai conduzir a maior sucesso pessoal, ou se conecta a pessoa com algo muito maior do que ela mesma.”
- “…— Muita gente supõe que precisa encontrar sua vocação — respondeu ela. — Acho que muitos se preocupam porque supõem que a vocação é como uma entidade mágica que existe no mundo à espera de ser descoberta. É assim também que as pessoas pensam — de maneira equivocada — sobre interesses, observei. Elas não entendem que precisam desempenhar um papel ativo no desenvolvimento e aprofundamento de seu interesse. “
- “Uma pessoa precisa de muitas outras qualidades para se desenvolver. O caráter é plural.”
Links top
- “Os segredos dos grandes artistas” – Mason Currey
Mapas Mentais
Razões para o sucesso:
- aptidão” incomum;
- empenho” excepcional;
- capacidade de trabalho árduo.
Os princípios que norteiam a prática disciplinada são simples:
- Uma meta ambiciosa claramente definida.
- Concentração e dedicação totais.
- Feedback imediato e informativo.
- Repetição com reflexão e aprimoramento.
Preparação ativa para o período posterior da vida.
- Trabalhar na direção de uma meta definida.
- Tendência a não abandonar tarefas por mera volatilidade.
- Não buscar coisas novas pela novidade. Não “buscar uma mudança”.
- Grau de força de vontade ou de perseverança. A determinação serena de se manter no mesmo rumo definido anteriormente.
- Tendência a não abandonar tarefas diante de obstáculos. Perseverança, tenacidade, obstinação.
Recursos psicológicos que os modelos maduros de garra têm em comum:
- Interesse – paixão começa quando a pessoa gosta intrinsecamente do que faz;
- Praticar – uma forma de perseverança é a disciplina diária de tentarmos fazer uma coisa hoje melhor do que fizemos ontem;
- Propósito – o que faz a paixão amadurecer é a convicção de que seu trabalho é importante.
- Esperança – esperança é uma espécie de perseverança que enfrenta as adversidades.
Perguntam a três pedreiros: “O que vocês estão fazendo?”
- O primeiro responde: “Estou assentando tijolos.” (emprego);
- O segundo responde: “Estou construindo uma igreja.” (carreira)
- E o terceiro responde: “Estou construindo a casa de Deus.” (missão).
Antes de mais nada na vida temos que ter:
- pagar as contas;
- saber se era capaz de fazer aquilo.
- queria ser útil.
Cultivar a noção de propósito:
- refletir sobre como o trabalho que você já faz pode beneficiar a sociedade;
- pensar como você pode mudar coisas pequenas mas significativas em seu trabalho atual para reforçar a ligação dele com seus valores fundamentais;
- buscar inspiração num modelo de propósito.
Objetivo
- “Este livro resume tudo o que aprendi sobre garra.”
- “Minha pesquisa me fez pensar que talvez a garra não envolva apenas a quantidade de tempo dedicado ao interesse, mas também a qualidade desse tempo. Não apenas dedicar mais tempo à prática, mas também dedicar um tempo melhor.”
- “Usar a psicologia para ajudar as crianças a florescerem.”
- “Como todos os aspectos de nossa psique, a garra é um traço mais plástico do que se poderia imaginar.”
- “Aprendi também que anos de trabalho árduo são muitas vezes confundidos com talento inato, e que, para se chegar a um nível de excelência, a paixão é tão necessária quanto a perseverança.”
- “A importância das características inatas versus adquiridas é uma questão fundamental.”
- “Será que as pessoas de talento nato aprendem essa lição? Será que descobrem que a capacidade de fazer alguma coisa várias vezes seguidas, o esforço, a paciência, tudo isso pode ser dominado, mas não da noite para o dia?”
- “Minha teoria não leva em conta essas forças externas, nem a sorte: ela trata da psicologia do êxito. Contudo, como psicologia não é tudo o que importa, minha teoria é incompleta.”
- “Se o talento não basta para explicar o sucesso, o que está faltando?”
- Mostrar que:
- “Grandes feitos são realizados por indivíduos cujo pensamento atua numa só direção, que tudo utilizam como matéria-prima, que observam com zelo a sua vida interior e a dos outros, que em toda parte enxergam modelos e estímulos, que jamais se cansam de combinar os meios de que dispõem”.
- E por que supomos que é o nosso talento, e não o nosso esforço, que decidirá aonde chegaremos no fim das contas?”
- “Se supervalorizamos o talento, subestimamos todo o resto.”
- “Por que essa tendência a valorizar mais o talento persiste?”
- “Na minha opinião, a principal razão pela qual a valorização do talento pode ser nociva é simples: ao focarmos apenas no talento, nós arriscamos deixar tudo o mais fora do nosso campo de visão.”
- “Usar a psicologia para ajudar as crianças a florescerem.”
- “Ora! Existe alguma coisa mais interessante do que a psicologia do êxito? Ou alguma coisa mais importante?”
- “Ter garra é não deixar de pôr um pé diante do outro. Ter garra é buscar uma meta interessante e significativa. Ter garra é se dedicar, dia e noite, semana após semana, durante anos a fio, a uma atividade desafiadora. Ter garra é cair sete vezes e levantar oito.”
Quem é a autora?
Angela Duckworth é fundadora e CEO da Character Lab, uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover insights científicos que ajudem as crianças a prosperar. Ela também é professora de psicologia na Universidade da Pensilvânia.
Ela se define assim no livro:
- “Não vou apenas ter um emprego; terei uma vocação. Vou me desafiar todos os dias.” // “Posso não ser a aluna mais inteligente da minha turma, mas vou me esforçar para ser a mais determinada, a que tenha mais garra.”
Padrões
- “um nível alto de inteligência, mas não o maior de todos, combinado com o mais alto grau de persistência alcançará maior eminência do que o mais alto grau de inteligência com menos persistência”.
- “Quanto mais você sabe sobre sua área, mais sutil será seu aperfeiçoamento de um dia para o outro.”
- “…as pessoas apresentam um melhor desempenho no trabalho quando fazem o que lhes interessa.”
- “…estudos mostram que as pessoas ficam muito mais satisfeitas com o trabalho quando fazem algo que coincida com seus interesses pessoais.”
- “…não há qualquer época da vida humana em que a personalidade pare de mudar.”
- “…na verdade, a garra cresce à medida que definimos nossa filosofia de vida, aprendemos a dar a volta por cima depois de rejeições e decepções e descobrimos a diferença entre metas de baixo nível que devem ser abandonadas e metas de nível superior que exigem mais tenacidade.”
- …os adultos com mais garra na minha amostra tinham sessenta e tantos anos ou mais; os que tinham menos garra estavam na casa dos vinte.”
- “As crianças que têm acesso a comida saudável em abundância serão adultos mais altos, ao passo que a desnutrição prejudica o crescimento.”
- “…quanto mais garra tiver uma pessoa, mais provável será que ela desfrute de uma vida emocional saudável.”
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
#3 – Os Dez Mandamentos de Goleman
fev 4th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal080222
Hashtag:
#Daniel_Goleman – mergulhando neste autor (clique no link ao lado para ler toda a série de artigos).
Mapas mentais deste artigo
As melhores frases (formato vídeo): https://youtu.be/wfnb3wRb-dI
As melhores frases (formato ppt): https://bit.ly/3oi1Mi3
Os Mapas Mentais que fiz, a partir do livro (formato vídeo): https://youtu.be/EzrcJI0mbvI
Os Mapas Mentais que fiz, a partir do livro (formato PPT): https://bit.ly/3GwQT22
Mapas Mentais deste artigo
Frases que criei para a divulgação do artigo:
- quanto mais centralizado for um ambiente, mais as pessoas estarão mergulhadas nas suas emoções;
- quem não tem um projeto de vida, tende a ter mais dificuldade para administrar as suas emoções;
- uma meta de longo prazo, implica necessariamente ter a finitude como uma referência;
- quanto mais alguém ainda não achou uma missão de vida, mais chance tem de se aborrecer com besteiras;
- um gerenciamento melhor das emoções está diretamente ligado a ter se achado uma meta de longo prazo.
Vamos ao artigo:
“…não há nenhum número mágico para a multiplicidade de talentos humanos.” – Goleman.
Comecemos pela síntese da síntese:
Os 10 mandamentos do autor (selecionados e interpretados por mim)
(As frases originais estão mais abaixo)
- Não temos apenas uma aptidão – a distorcida visão científica de uma vida mental emocionalmente vazia, segundo a qual uma única aptidão é determinante para o nosso futuro, um estreito padrão de sucesso, com uma noção limitada de inteligência — que orientou os últimos oitenta anos de pesquisa sobre a inteligência — está mudando aos poucos, à medida que a psicologia começa a reconhecer o papel essencial do sentimento no pensamento – uma nova forma de pensar sobre os ingredientes do sucesso na vida;
- – As inteligências e os tipos de sucesso são incontáveis – há centenas e centenas de maneiras de ser bem-sucedido e muitas, muitas aptidões e inteligências diferentes, pois não há um tipo específico, monolítico, de inteligência, que seja decisiva para o sucesso na vida ou um número mágico para a multiplicidade de talentos humanos;
- O cérebro é admiravelmente flexível – em constante aprendizagem e mudança capaz de superar as nossas falhas em aptidões emocionais;
- Crianças precisam aprender a encontrar seus dons – devíamos gastar mais tempo ajudando-as a identificar e cultivar suas aptidões e dons naturais (as capacidades mentais inatas) para que possam escolher uma profissão, na qual possam melhor potencializar os seus talentos e serem mais felizes e competentes. “…um sistema educativo deve alimentar e não ignorar ou mesmo frustrar (o aprender a lidar com emoções).”
- Aprenda a controlar seus impulsos – aprender a controlar os impulsos é uma aptidão fundamental, que melhora a saúde e aumenta o potencial intelectual, já que as pessoas mais brilhantes podem se afogar nos recifes de paixões e dos impulsos desenfreados, criando uma incapacitação cognitiva. “…é a inteligência emocional que contribui com um número muito maior das qualidades que nos tornam mais plenamente humanos…”
- Não fuja das emoções – dê nome a elas e conheça-as! – a chave para uma tomada de decisão mais sábia é estar mais sintonizado com nossos sentimentos, através da autoconsciência, com a identificação e nomeação das emoções no momento exato em que elas ocorrem, praticando uma adequação da emoção e sua manifestação: “A autoconsciência não é uma atenção que se deixa levar pelas emoções, reagindo com exagero e amplificando a percepção. Ao contrário, é um modo neutro, que mantém a auto-reflexividade mesmo em meio a emoções turbulentas.”
- Não se preocupe de forma exagerada – quanto mais a pessoa é propensa a preocupações – em especial as preocupações crônicas e exageradas – – mais fraco é o seu desempenho. E pior: se tornam profecias autoconcretizantes, impelindo-nos para o próprio desastre que predizem. Duas sugestões: tenha bom humor, que ajuda na criatividade e se tudo vai mal, pense que tem gente numa situação ainda pior;
- Quem tem meta, tem tudo – aqueles que conduzem suas vidas em busca de suas metas de felicidade, a partir da autoconsciência, superam melhor os reveses difíceis, até mesmo alguma falta de talento, com menos distúrbios emocionais, superando um possível fracasso como algo que pode ser mudado mais adiante;
- As emoções dos outros vêm em “Código Morse” – as emoções das pessoas raramente são postas em palavras, cabe a nós aprender os sinais e canais não-verbais, as mensagens tácitas;
- Quem ama o que faz, aprende melhor – aprendemos mais quando temos alguma coisa que nos interessa e nos dá prazer quando nos empenhamos nela, pois a confiança que as pessoas têm em suas aptidões exerce um profundo efeito sobre elas.
O que mais me chamou a atenção e marquei no livro?
Pela ordem agora, vou terminar aqui o processo de Sintetização do Livro.
- O que me mais chamou a atenção e marquei no livro?
- Ressalvas e Comentários;
- As 20 melhores frases do Gustavo Caetano;
- Outras Frases top do Gustavo Caetano;
- Frases top de outros;
- Glossário;
- Objetivo do livro, segundo o próprio autor;
- Quem é o autor?;
- Links;
- Padrões apontados pelo autor para empreender;
- Problemas e Soluções para empreender;
- Curiosidades.
Ressalvas & Comentários
Goleman escreveu:
“Numa sociedade cada vez mais baseada no conhecimento…”
COMENTÁRIO:
Aqui, temos a influência dos Conhecimentistas (veja as diferentes teorias sobre as atuais mudanças aqui). Nada que prejudique a análise de Goleman, mas imagina o que ele poderia ir além se tivesse uma Teoria Forte sobre este novo cenário?
Goleman escreveu:
“Na verdade, temos duas mentes — a que raciocina e a que sente.”// “…a capacidade de ter sentimentos sobre nossos sentimentos.”
COMENTÁRIO:
Aqui, temos um velho e falso embate entre razão e emoção.
O que construímos é um razoável-emocional ou emocional-razoável, que equilibra as diferentes áreas, sempre com pitadas emocionais, o que é impossível zerar.
Goleman escreveu:
“Vivemos um momento em que o tecido social parece esgarçar-se com uma rapidez cada vez maior, em que o egoísmo, a violência e a mesquinhez de espírito parecem estar fazendo apodrecer a bondade de nossas relações com o outro.” // “Nos países desenvolvidos, a tendência é para um individualismo exacerbado, o que acarreta, consequentemente, uma competitividade cada vez maior — isso pode ser constatado nos postos de trabalho e no meio universitário.”
COMENTÁRIO:
O conceito “egoísmo” merece um certo cuidado, pois temos o tóxico e o saudável.
Todos somos egoístas, pois temos que sobreviver. O que temos são estilos de sobrevivência, que se viabilizam se servindo dos outros ou servindo aos outros.
O que ele chama de “mesquinhez de espírito” eu definiria de incapacidade de viver vidas saudáveis, cada um cumprindo mais o seu potencial.
Quando alguém cumpre o seu potencial de forma sustentável OBRIGATORIAMENTE tem que servir ao outro, prestando serviços.
É preciso registrar que Goleman é um Conhecimentista e não se aproximou da Teoria Forte das Revoluções da Sobrevivência (ver mais aqui), nas quais conseguimos identificar a Decadência Civilizacional, do fim de uma Era, em função do aumento populacional, mídia concentrada e, por causa disso, aumento da Taxa de Massificação.
O mesmo vale para o conceito “individualismo”.
Goleman escreveu:
“A raiz do altruísmo está na empatia, a capacidade de identificar as emoções nos outros; sem a noção do que o outro necessita ou de seu desespero, o envolvimento é impossível. E se há duas posições morais que nossos tempos exigem são precisamente estas: autocontrole e piedade.”
COMENTÁRIO:
O conceito de “Altruísmo” e “Piedade” merecem um certo cuidado.
Ninguém sente piedade por todo mundo, mas por um número pequeno de pessoas, com as quais se relaciona e pode ajudar.
Existe um Altruísmo Tóxico que é a ideia que se pode ajudar a todo mundo e não se ajuda, no final das contas, a ninguém.
Praticar um Altruísmo Saudável significa gerenciar bem o egoísmo.
Goleman escreveu:
“…estão a exigir maior cooperação e envolvimento entre os indivíduos.”
COMENTÁRIO:
Competir é cooperar, pois você compete por um determinado objetivo para servir alguém para cooperar com alguém de forma melhor do que outro.
Na verdade, a sociedade é uma eterna competição de quem consegue cooperar melhor do que o outro.
Revoluções da Sobrevivência abrem as portas para o aumento radical da cooperação.
Goleman escreveu:
“Os pais, em nossos dias, exercem sua paternidade sob tensões e pressões de ordem econômica que não existiam na época de nossos avós.”
COMENTÁRIO:
Como nesses autores ignoram a questão do aumento demográfico!!!
Quantas pessoas existiam no mundo, no nosso país, no nosso estado, na nossa cidade e no nosso bairro a mais do que na época dos nossos pais?
“Em vez disso, desconfio que uma infância cuja relação seja com um mundo virtual desprepararia nossos jovens para as relações face a face.”
De novo, o problema de chamar de virtual o que é, de fato, a comunicação a distância, um equívoco que apareceu também no livro do Gustavo Caetano (veja a análise aqui).
Um uso inadequado vai se espalhando e tomando conta das narrativas.
As crianças não ficam na frente de um monitor, mas se relacionando com outras crianças, através do monitor nem sempre elas estão isoladas mesmo em jogos elas estão com outras crianças.
Mas também, às vezes, isoladas, como era na leitura de um livro, ouvindo rádio ou vendo televisão.
O isolamento ainda maior foi da geração que ficou na frente da televisão, pois era sempre um para muitos e sem chance de outras alternativas, tais como um para um ou muitos para muitos.
Goleman escreveu:
“A pontuação de QI prognostica muito bem se podemos arcar com os desafios cognitivos que uma determinada posição nos oferece. Centenas, talvez milhares, de estudos demonstraram que o QI prevê quais níveis uma pessoa pode exercer numa carreira. Isto é inquestionável.”
COMENTÁRIO:
Aqui, temos uma graduação interessante.
Me lembro do filme “Mozart” de Milos Forman, quando Salieri tinha vocação para a música, mas o máximo que ele podia atingir dentro “do nível da carreira” não era a mesma que Mozart poderia.
Temos aqui uma diferenciação que não é do tipo de carreira escolhida, mas dos níveis possíveis de se chegar na carreira que você tem vocação.
(Obviamente, que se inclui aqui o esforço de cada um.)
Salieri tinha um problema que era a de não querer agradar a sua Inteligência Nativa, um Sucesso Endógeno, mas praticar um Sucesso Exógeno, no qual os outros precisavam atestar algo.
Mozart atrapalhou seus planos.
A Inteligência Construída dele para aceitar esse tipo de competição era mal feita, pois não estava ali para se servir ao seu potencial, mas a terceiros.
Goleman escreveu:
“Nós entramos num tal nível de êxtase que parece que não existimos. Tive essa sensação várias vezes. Minha mão parece ser independente de mim, e nada tenho a ver com o que se passa. Simplesmente fico ali observando, em estado de respeito e encantamento. E a coisa simplesmente flui por si mesma.”
COMENTÁRIO:
A ideia da mente como um cachorrinho, na qual quando fazemos o que gostamos o tempo e tudo o mais voa e nos enche de uma energia positiva.
Goleman escreveu:
“…aqueles que, nos tempos de estudante, saboreavam o puro prazer de pintar, que se tornaram verdadeiramente artistas.” // “Os que haviam sido motivados na escola de arte por fantasias de fama e fortuna, em sua maioria, afastaram-se da arte depois de formados.”
COMENTÁRIO:
Sucesso Endógeno, aquele que vem de dentro para fora, é fundamental para que se chegue a uma vida Existência Mais Saudável.
O que mais me chamou a atenção e marquei no livro?
As 20 melhores frases do autor
- “A capacidade de controlar os impulsos é a base da força de vontade e do caráter.”
- “As vantagens intelectuais de uma boa risada são mais impressionantes quando se trata de resolver um problema que exige uma solução criativa.”
- “…uma das maneiras de ajudar alguém a solucionar um problema é contar-lhe uma piada.”
- “Talvez não haja aptidão psicológica mais fundamental que a capacidade de resistir ao impulso.”
- “O significado básico da palavra emoção, lembrem-se, é “mover-se””.
- “Essa comparação com quem está pior é surpreendentemente animadora: de repente, o que parecia inteiramente desencorajador não se mostra tão ruim assim.”
- “O luto é útil; a depressão total, não.”
- “A arte de manter a tranquilidade é um dom fundamental da vida.”
- “O objetivo é o equilíbrio e não a supressão das emoções: cada sentimento tem seu valor e significado.”
- “A chave para uma tomada de decisão mais sábia é, em suma, estar mais sintonizado com nossos sentimentos.”
- “…a vida emocional é mais rica para os que a observam mais….”
- “…cérebro é admiravelmente flexível, em constante aprendizagem…”
- “…não há um tipo específico, monolítico, de inteligência decisiva para o sucesso na vida.”
- “Há centenas e centenas de maneiras de ser bem-sucedido e muitas, muitas aptidões diferentes.”
- “As emoções enriquecem; um modelo mental que as ignora se empobrece.”
- “…não há nenhum número mágico para a multiplicidade de talentos humanos.”
- “Devíamos gastar menos tempo avaliando as crianças e mais tempo ajudando-as a identificar suas aptidões e dons naturais, e a cultivá-los.”
- “Há uma piada infantil: “Como se chama um chato daqui a 15 anos?” Resposta: “Chefe.””
- “Nossas paixões, quando bem exercidas, têm sabedoria; orientam nosso pensamento, nossos valores, nossa sobrevivência.”
- “…quanto mais a pessoa é propensa a preocupações, mais fraco é o seu desempenho.”
Outras Frases top do autor
“Da perspectiva da inteligência emocional, ser esperançoso significa que não vamos sucumbir numa ansiedade arrasadora, atitude derrotista ou em depressão diante de desafios ou reveses difíceis.”
“Embora um grupo não possa ser mais “inteligente” que a soma total dessas forças específicas, pode ser muito mais burro caso seus mecanismos internos não permitam que as pessoas exibam seus talentos.”
“Um dos importantes fatores para a maximização da excelência de um grupo era o quanto os participantes eram capazes de criar um clima de harmonia interna, de forma que o talento de cada um fosse aproveitado.”
“Todos somos parte dos recursos utilizados por outrem para alterar seu estado de espírito, para o melhor ou para o pior.”
“As emoções das pessoas raramente são postas em palavras; com muito mais frequência, são expressas sob outras formas.”
“A chave para que possamos entender os sentimentos dos outros está em nossa capacidade de interpretar canais não-verbais.”
“…aprendemos mais quando temos alguma coisa que nos interessa e nos dá prazer quando nos empenhamos nela.”
“A confiança que as pessoas têm em suas aptidões exerce um profundo efeito sobre essas aptidões.”
“…pessoas esperançosas mostram menos depressão que as outras ao conduzirem suas vidas em busca de suas metas, são em geral menos ansiosas e têm menos distúrbios emocionais.”
“Os otimistas veem um fracasso como devido a algo que pode ser mudado, para que possam vencer da próxima vez, enquanto os pessimistas assumem a culpa pelo fracasso, atribuindo-o a alguma imutável característica pessoal.”
“…para um determinado nível de inteligência, nosso sucesso de fato é função não só do talento, mas também da capacidade de suportar a derrota.”
“Aqueles que conseguem gerenciar suas vidas emocionais com mais serenidade e autoconsciência parecem ter uma vantagem clara e considerável na saúde.”
“Os estados de espírito positivos, enquanto duram, aumentam a capacidade de pensar com flexibilidade e mais complexidade, tornando assim mais fácil encontrar soluções para os problemas, intelectuais ou interpessoais.”
“Nossas preocupações se tornam profecias autoconcretizantes, impelindo-nos para o próprio desastre que predizem.”
“…a capacidade de adiar a satisfação contribui muito para o potencial intelectual.”
“…uma forte ética de trabalho cultural traduz-se em maior motivação, zelo e persistência — uma vantagem emocional.”
“As nossas falhas em aptidões emocionais podem ser remediadas: em grande parte, cada um desses campos representa um conjunto de hábitos e respostas que, com o devido esforço, podem ser aprimorados.”
“Os modelos adotados pelos cientistas do conhecimento para explicar como a mente processa a informação não levam em conta o fato de que a racionalidade da mente é guiada pela emoção.”
“A distorcida visão científica de uma vida mental emocionalmente vazia — que orientou os últimos oitenta anos de pesquisa sobre a inteligência — está mudando aos poucos, à medida que a psicologia começa a reconhecer o papel essencial do sentimento no pensamento.”
“A maior contribuição que a educação pode dar ao desenvolvimento de uma criança é ajudá-la a escolher uma profissão onde possa melhor utilizar os seus talentos, onde ela será feliz e competente. Perdemos isso inteiramente de vista. “
“….a inteligência acadêmica pouco tem a ver com a vida emocional.”
“As pessoas mais brilhantes podem se afogar nos recifes de paixões e dos impulsos desenfreados.”
“Não admira que tenhamos tão pouca consciência das trevas de nossas emoções mais explosivas, sobretudo enquanto elas ainda nos mantêm escravos.”
“…o problema não está na emocionalidade, mas na adequação da emoção e sua manifestação.”
“…a inteligência emocional sempre foi tradicionalmente transmitida nos momentos da vida cotidiana — com os pais e os parentes, e na desordem das brincadeiras livres — que os jovens estão perdendo.”
“Atualmente, as crianças passam mais tempo sozinhas do que nunca na história da humanidade, olhando para um monitor.”
“… No amor romântico e relacionamentos pessoais onde, como sabemos muito bem, pessoas muito inteligentes podem fazer coisas bastante idiotas.”
“…um QI alto se torna uma habilidade “liminar”, necessária para simplesmente entrar e continuar no jogo.”
“…a inteligência acadêmica não oferece praticamente nenhum preparo para o torvelinho — ou para a oportunidade — que ocorre na vida.”
Frases top de outros
“Os CEOs são contratados por seu intelecto e habilidade empresarial — e são despedidos por falta de inteligência emocional” – Anônimo.
“…é difícil continuar zangado quando estamos nos divertindo.” – Zillmann.
“A raiva nunca é sem motivo, embora raramente tenha um bom motivo.” – Benjamin Franklin.
“Se você conseguir colocar em palavras o que está sentindo, o sentimento fica sob seu controle.” – Henry Roth.
“O que é necessário é a emoção na dose certa, o sentimento proporcional à circunstância.” – Aristóteles.
“Qualquer um pode zangar-se — isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa — não é fácil. Aristóteles.
“…no dia-a-dia, nenhuma inteligência é mais importante do que a intrapessoal.” – Gardner.
“A vida é uma comédia para os que pensam e uma tragédia para os que sentem.” Horace Walpole.
“Saber que uma pessoa é um excelente aluno é saber apenas que ela é muitíssimo boa na obtenção de boas notas. Nada nos diz de como ela reage às vicissitudes da vida.” – Karen Arnold.
“As realizações criativas dependem de uma imersão obstinada.” – Csikszentmihalyi.
Glossário
- “inteligência emocional” vem substituir o conceito inquestionável de QI como critério de excelência na vida era – “eis que surge, de repente, uma nova forma de pensar sobre os ingredientes do sucesso na vida.” // “A recomendação de Sócrates — “Conhece-te a ti mesmo” — é a pedra de toque da inteligência emocional: a consciência de nossos sentimentos no momento exato em que eles ocorrem.” // “Ao contrário do QI, com seus quase cem anos de história de pesquisa junto a centenas de milhares de pessoas, a inteligência emocional é um conceito novo.” // “…o argumento a favor da importância da inteligência emocional depende da ligação entre sentimento, caráter e instintos morais.” // “Entretanto, usando uma medição denominada “maleabilidade do ego”, que se assemelha bastante à inteligência emocional.”
- “Um estado de euforia branda — hipomania, como é tecnicamente chamada — parece ideal para escritores e outros em vocações criativas que exigem fluidez e diversidade imaginativa de pensamento.”
- “Na medida em que nossas emoções atrapalham ou aumentam nossa capacidade de pensar e fazer planos, de seguir treinando para alcançar uma meta distante, solucionar problemas e coisas assim, elas definem os limites de nosso poder de usar nossas capacidades mentais inatas, e assim determinam como nos saímos na vida. “
- “…uma das principais maneiras de determinar se um estado depressivo vai persistir ou passar é o grau de ruminação das pessoas. “
- “As emoções que fremem abaixo do limiar da consciência podem ter um poderoso impacto na maneira como percebemos e reagimos, embora não tenhamos ideia de que elas estão atuando.”
- “É evidente que não há mal quando a preocupação funciona; tentando resolver um problema — ou seja, empregando a reflexão construtiva, que pode parecer preocupação —, talvez surja a solução.”
- “O que é problema são as preocupações crônicas, aquelas que se repetem eternamente e nunca se aproximam de uma solução positiva.”
- “Em todas essas condições, o denominador comum é a preocupação exagerada.”
- “O que os mantinha acordados eram os pensamentos intrusos.”
- “…de “incapacitação cognitiva” — em outras palavras, as pessoas não mais podem pensar direito. Depois que já estão com muita raiva, descartam a informação atenuante com um “Mas que pena!” ou “Quanta baboseira”, como observou delicadamente o pesquisador.”
- Quando se tem raiva, é preciso procurar um “bosque amigo“.
- “Ellen não era a única pessoa que se frustrava com a frieza de Gary; segundo ele relatou ao terapeuta, era incapaz de falar abertamente de seus sentimentos com qualquer outra pessoa. Motivo: não tinha consciência do que sentia. Até onde lhe era dado saber, não sentia raivas, tristezas ou alegrias.”
- “…autoconsciência — saber o que sentimos enquanto as emoções se revolvem dentro de nós…”
- “…tornara-se igual ao de um computador, capaz de executar todas as etapas para solucionar um problema, mas incapaz de atribuir valores às diferentes possibilidades…“
- “…somatização, isto é, quando uma dor emocional se expressa através de uma dor física (o que é diferente da doença psicossomática, em que problemas emocionais causam doenças físicas autênticas)”
- “A frieza emocional de Gary exemplifica o que os psiquiatras chamam de alexitimia, do grego a (ausência), léxis (palavra) e thymós (emoção).”
- “Não é que os alexitímicos não sintam, mas não sabem — e sobretudo não podem expressar em palavras — precisamente quais são seus sentimentos.”
- “Em termos da mecânica neural da consciência, essa sutil mudança de atividade mental presumivelmente avisa que os circuitos neocorticais estão monitorando ativamente a emoção, primeiro passo para adquirir algum controle. Essa consciência das emoções é a aptidão emocional fundamental sobre a qual se fundam outras, como o autocontrole emocional.”
- “Autoconsciência, em suma, significa estar “consciente ao mesmo tempo de nosso estado de espírito e de nossos pensamentos sobre esse estado de espírito”
- “Essa autoconsciência parece exigir um neocórtex ativado, sobretudo nas áreas da linguagem, sintonizado para identificar e nomear as emoções despertadas.”
- “Os psicólogos falam de metacognição — um termo um pouco pesado — para referirem-se à consciência do processo de pensar, e metaestado de espírito para a consciência de nossas emoções. Eu prefiro o termo autoconsciência, no sentido de permanente atenção ao que estamos sentindo internamente. Nessa consciência auto-reflexiva, a mente observa e investiga o que está sendo vivenciado, incluindo as emoções.”
- “Entre as inteligências práticas tão altamente valorizadas, por exemplo, no espaço profissional, está aquela sensibilidade que permite aos administradores eficientes captar mensagens tácitas.”
- “..testes de QI é um fator de previsão mais direta de sucesso em sala de aula ou como professor, mas cada vez menos quando os caminhos da vida se afastam da academia.”
- “…manipular outras pessoas — levá-las a fazer o que queremos, em detrimento de suas próprias vontades.”
- “Essa visão multifacetada da inteligência oferece um quadro mais rico da capacidade e do potencial de uma criança para o sucesso do que o QI padrão.”
- “…para desenvolver paixões que poderão um dia conduzi-las para além da eficiência — até a maestria.”
- “Inteligência interpessoal é a capacidade de compreender outras pessoas: o que as motiva, como trabalham, como trabalhar cooperativamente com elas. As pessoas que trabalham em vendas, políticos, professores, clínicos e líderes religiosos bem-sucedidos provavelmente são todos indivíduos com alto grau de inteligência interpessoal.” //
- “A inteligência intrapessoal (…) é uma aptidão correlata, voltada para dentro. É uma capacidade de formar um modelo preciso, verídico, de si mesmo e poder usá-lo para agir eficazmente na vida.”
- “inteligência interpessoal inclui “a capacidade de discernir e responder adequadamente ao humor, temperamento, motivação e desejo de outras pessoas”.
- “…Reconhece que os testes que nos tiranizaram quando passamos pela escola.”
- “…noção limitada de inteligência, uma noção sem ligação com a verdadeira gama de talentos e aptidões que são importantes para a vida, acima e além do QI.”
- “…repete a forma de pensar segundo a qual uma única aptidão é determinante para o nosso futuro. Esse modo de pensar está impregnado na sociedade.”
- “…um amplo espectro de inteligências, com sete variedades principais.”
- “E avaliamos todos, ao longo do percurso, conforme satisfaçam ou não esse estreito padrão de sucesso.”
- “As pessoas com prática emocional bem desenvolvida têm mais probabilidade de se sentirem satisfeitas e de serem eficientes em suas vidas, dominando os hábitos mentais que fomentam sua produtividade; as que não conseguem exercer nenhum controle sobre sua vida emocional travam batalhas internas que sabotam a capacidade de concentração no trabalho e de lucidez de pensamento.”
- “seja brilhante em qualquer área onde as “aptidões pessoais” sejam úteis, atividades essas que vão do comércio e administração até a diplomacia.”
- “O Projeto Spectrum parte do princípio de que o repertório humano de aptidões vai muito além da estreita faixa de aptidões com palavras e números enfocados por escolas tradicionais.”
- “…a aptidão emocional é uma metacapacidade que determina até onde podemos usar bem quaisquer outras aptidões que tenhamos, incluindo o intelecto bruto.”
- “O fato de o cérebro pensante ter se desenvolvido a partir das emoções revela muito acerca da relação entre razão e sentimento; existiu um cérebro emocional muito antes do surgimento do cérebro racional.”
- “Quando estamos sob o domínio de anseios ou fúria, perdidamente apaixonados ou transidos de pavor, é o sistema límbico que nos tem em seu poder.” //nos problemas cruciais que dizem respeito ao coração e, mais especialmente, nas emergências emocionais, pode-se dizer que eles se submetem ao sistema límbico. “
- “A sensação de felicidade causa uma das principais alterações biológicas. A atividade do centro cerebral é incrementada, o que inibe sentimentos negativos e favorece o aumento da energia existente, silenciando aqueles que geram pensamentos de preocupação.” //“Essa configuração dá ao corpo um total relaxamento, assim como disposição e entusiasmo para a execução de qualquer tarefa que surja e para seguir em direção a uma grande variedade de metas.”
- “Tristeza: é possível que essa perda de energia tenha tido como objetivo manter os seres humanos vulneráveis em estado de tristeza para que permanecessem perto de casa, onde estariam em maior segurança.”
- “…uma onda de impulso mesquinho que corre desenfreada.”
- “Ninguém está a salvo dessa errática maré de descontrole e de posterior arrependimento.”
- “Da mesma forma, as qualidades de QE como a autoconsciência, o gerenciamento de emoções destrutivas e a empatia serão lugares-comuns nos locais de trabalho, “qualidades obrigatórias” para ser contratado e conseguir promoções, e especialmente necessárias para a liderança.”
- “…e as funções executivas do córtex pré-frontal, que controlam a memória funcional — o que guardamos na cabeça durante o aprendizado — e inibem impulsos emocionais destrutivos…”
- “…Isto sugere veementemente que a neuroplasticidade — a modelagem do cérebro através de experiências repetidas — exerce um papel crucial nos benefícios do SEL…“
- “…neurociência afetiva, que explora como as emoções são reguladas pelo cérebro…”
- “…programas ensinando habilidades de inteligência emocional a crianças…”
- “…as atividades de empatia devem tornar a criança capaz de identificar as pistas não-verbais.”
- “Enquanto a inteligência emocional determina nosso potencial para aprender os fundamentos do autodomínio e afins, nossa competência emocional mostra o quanto desse potencial dominamos de maneira que ele se traduza em capacidades profissionais.”
- “A esperança é a capacidade de “acreditar que se tem a vontade e os meios de atingir as próprias metas, quaisquer que sejam”.
- “A chave para um alto QI de grupo é a harmonia existente entre os membros que o compõem.”
- “Contudo, se essas aptidões interpessoais não são equilibradas por um agudo senso das próprias necessidades e sentimentos, e de como satisfazê-los, podem levar a um vazio sucesso social — uma popularidade ganha à custa da própria satisfação real.”
- “…o camaleão social se mostrará como pareçam querer aqueles com quem ele esteja. //Mas os camaleões sociais não dão a mínima para dizer uma coisa e fazer outra, se isso lhes valer aprovação social. Simplesmente convivem com a discrepância entre sua imagem pública e sua realidade privada. A psicanalista Helena Deutsch chamou essas pessoas de “personalidades condicionais”, mudando de persona com notável plasticidade à medida que captam sinais dos que as cercam.”
- “Um padrão mais saudável, claro, é equilibrar a fidelidade a si mesmo com aptidões sociais, usando-as com integridade.”
- “Não têm ouvido emocional. As notas e os acordes emocionais que são entoados nas palavras e ações das pessoas — um tom revelador ou mudança de postura, o silêncio eloqüente ou o tremor que trai — passam despercebidos.”
- “Esse pequeno gesto revela um talento para o relacionamento, uma aptidão emocional essencial para a preservação de relacionamentos estreitos, seja no casamento, com amigos ou numa parceria comercial.”
- “…empátheia, “entrar no sentimento.”
- “Os psicopatas são notórios por serem ao mesmo tempo encantadores e completamente desprovidos de remorso, mesmo em relação aos atos mais cruéis e impiedosos.”// “Os psicopatas são também deslavados mentirosos, prontos a dizer qualquer coisa para conseguir o que querem, e manipulam as emoções das vítimas com o mesmo cinismo.”
- “…todo relacionamento, que é a raiz do envolvimento, vem de uma sintonia emocional, da capacidade de empatia.”
- “…auto-eficácia, a crença de que somos capazes de exercer controle sobre os fatos de nossa vida e de que podemos enfrentar os desafios que surgirem.”
- “A capacidade de entrar em fluxo é inteligência emocional no ponto mais alto; o fluxo representa, talvez, a última palavra na canalização das emoções a serviço do desempenho e aprendizado.”//“…O fluxo é um estado de auto-abandono….”//“O fluxo ocorre naquela zona delicada entre o tédio e a ansiedade.”//“Ver alguém em fluxo dá a impressão de que o difícil é fácil.”
- “Pode-se dizer que o domínio num ofício ou aptidão é estimulado pela experiência do fluxo — que a motivação para se aperfeiçoar cada vez mais em alguma coisa, seja tocar violino, dançar ou separar genes, é pelo menos em parte estar em fluxo quando a realizando.”
- “…o otimismo demasiado ingênuo pode ser desastroso.”
- “Uma das origens da perspectiva positiva ou negativa talvez seja o temperamento inato.”
Objetivo do livro, segundo o próprio autor
- “Quando escrevi Inteligência Emocional, vi o meu papel como o de um jornalista científico cobrindo uma nova e significativa tendência na psicologia, particularmente a junção da neurociência com o estudo das emoções.”
- “A questão é: como podemos levar inteligência às nossas emoções, civilidade às nossas ruas e envolvimento à nossa vida comunitária?”
- “…eu atuo como um guia numa viagem através de percepções científicas acerca das emoções…”
- “…entender o que significa — e como — levar inteligência à emoção.”
- “Este livro é um guia que se destina a procurar sentido no que não tem sentido.”
- “…(oferecer) novos remédios para nossa crise emocional coletiva.”
- “…como podemos levar inteligência às nossas emoções.”
Quem é o autor?
Daniel Goleman (nascido a 7 de março de 1946) é um jornalista científico dos Estados Unidos. Por doze anos, escreveu para o The New York Times, principalmente sobre avanços nos estudos do cérebro e das ciências comportamentais.
Links
O influente livro de Gardner “Frames of Mind” (Estados de Espírito), de 1983.
Padrões
“…quanto mais consciente estivermos acerca de nossas próprias emoções, mais facilmente poderemos entender o sentimento alheio.”
Problemas e Soluções para se viver melhor
- “…(aqueles que) entendem que o QI é um dado genético impossível de ser alterado pela experiência de vida, e que nosso destino é, em grande parte, determinado pela aptidão intelectual recebida geneticamente.”
- “…as preocupações sufocam a razão.”
- “Em vez de produzir soluções para o perigo que imaginam, os preocupados normalmente ficam ruminando sobre o perigo em si, imergindo de uma maneira discreta no pânico a ele associado, sem conseguir parar de pensar.”
- “…os alunos devem aprender a reconhecer e classificar com precisão seus sentimentos e como eles os levam a agir.”
- “O riso, como a euforia, parece ajudar as pessoas a pensar com mais largueza e a fazer associações de forma mais livre, percebendo relações que de outro modo poderiam ter-lhes escapado — uma aptidão mental importante não apenas na criatividade, mas para reconhecer relacionamentos complexos e prever as consequências de uma determinada decisão.”
- “Estudos sobre atletas olímpicos, músicos de fama mundial e grandes mestres de xadrez constatam que o que eles têm em comum é a capacidade de motivarem-se para seguirem implacáveis rotinas de treino.”
- “A iniciação precoce oferece uma vantagem para a vida inteira.”
- “E essa obstinação depende de características emocionais — entusiasmo e persistência diante dos reveses — acima de tudo mais.”
- “Outro eficaz supressor da depressão é prestar ajuda a quem necessita. Como a depressão se nutre de ruminações e preocupações com o ego, ajudar aos outros nos tira dessas preocupações, na medida em que entramos em empatia com outras pessoas e seus próprios sofrimentos.”
- “Um método mais construtivo para levantar o ânimo, informa Diane, é armar um pequeno triunfo ou sucesso fácil: enfrentar uma tarefa doméstica há muito adiada, ou cumprir outro dever de que é preciso se desincumbir.”
- “…aprender a contestar os pensamentos centrais da ruminação — questionar sua validade e pensar em alternativas mais positivas. A outra é programar intencionalmente acontecimentos agradáveis, que distraiam.”
- “Com a prática, as pessoas aprendem a identificar as preocupações num ponto cada vez mais perto do início da espiral de ansiedade.”
- “Uma de suas recomendações é usar a autoconsciência para captar pensamentos cínicos ou hostis, assim que surjam, e anotá-los.”
- “Pode haver uma condição específica na qual soltar a raiva funcione: quando ela é expressa diretamente à pessoa visada, quando devolve o senso de controle ou corrige uma injustiça, ou quando inflige o “dano certo” à outra pessoa e faz com que ela modifique alguma atividade ofensiva sem fazer retaliação.”
- “Agora é possível afirmar cientificamente: ajudar as crianças a aperfeiçoar sua autoconsciência e confiança, controlar suas emoções e impulsos perturbadores e aumentar sua empatia resulta não só em um melhor comportamento, mas também em uma melhoria considerável no desempenho acadêmico.”
- “Que fatores entram em jogo, por exemplo, quando pessoas de alto QI malogram e aquelas com um QI modesto se saem surpreendentemente bem? Eu diria que o que faz a diferença são aptidões aqui chamadas de inteligência emocional, as quais incluem autocontrole, zelo e persistência, e a capacidade de automotivação.”
- “..devem ser capazes de analisar o que gera estresse nelas ou o que as motiva a ter desempenhos melhores.”
- “Howard Gardner, psicólogo de Harvard que criou a teoria de inteligências múltiplas, vê o fluxo e os estados positivos que o caracterizam como parte da maneira mais saudável de ensinar às crianças, mobilizando-as em vez de utilizar ameaças ou promessas de recompensa.”
- “Do ponto de vista da inteligência emocional, o otimismo é uma atitude que protege as pessoas da apatia, desesperança ou depressão diante das dificuldades.”
Curiosidades
A diferença entre uma Inteligência mais ou menos construída:
- “A inteligência emocional prevalece sobre o QI apenas naquelas áreas “tenras” nas quais o intelecto é relativamente menos relevante para o sucesso — nas quais, por exemplo, autocontrole emocional e empatia podem ser habilidades mais valiosas do que aptidões meramente cognitivas.”
- “Porém o QI cai por terra quando a questão é prognosticar quem, em meio a um grupo talentoso de candidatos dentro de uma profissão intelectualmente exigente, será o melhor líder.”
- “…principais líderes, descobriremos que os indicadores de QI e aptidões técnicas caem para o final da lista quanto mais alto for o cargo. (O QI e as aptidões técnicas são fortes indicadores de excelência em empregos menos qualificados.)…”
Mapas Mentais a serem construídos, a partir das demandas
Inteligência emocional:
- a capacidade de criar motivações para si próprio e de persistir num objetivo apesar dos percalços;
- controlar impulsos e saber aguardar pela satisfação de seus desejos;
- de se manter em bom estado de espírito e de impedir que a ansiedade interfira na capacidade de raciocinar; de ser empático e autoconfiante;
- capacidade, adquirida na infância, de lidar com frustrações, controlar emoções e de relacionar-se com outras pessoas.
Vocações:
- fluência verbal;
- raciocínio lógico-matemático;
- aptidão espacial;
- aptidão esportiva;
- interpessoais;
- aptidão intrapsíquica.
A inteligência interpessoal:
- liderança;
- capacidade de manter relações e conservar amigos;
- resolver conflitos;
- análise social.
Inteligência emocional
- conhecer as próprias emoções, autoconsciência;
- lidar com emoções para que sejam apropriados;
- motivar-se – pôr as emoções a serviço de uma meta;
- reconhecer emoções nos outros;
- lidar com relacionamentos.
O homem de alto QI é tipificado assim:
- ampla gama de interesses e capacidades;
- ambicioso, produtivo, previsível e obstinado;
- desprovido de preocupação sobre si mesmo.
- crítico, condescendente, inoportuno;
- inibido, pouco à vontade do ponto de vista sexual e sensual;
- inexpressivo e desligado;
- emocionalmente frio.
Por outro lado, as pessoas com um alto grau de inteligência emocional são assim:
- socialmente equilibrados;
- comunicativos e animados;
- não inclinados a receios ou a ruminar preocupações;
- capacidade de engajamento com pessoas ou causas;
- assumir responsabilidades;
- ter uma visão ética;
- solidários e atenciosos em seus relacionamentos;
- vida emocional rica, mas correta;
- sentem-se à vontade consigo mesmos, com os outros e no universo social em que vivem.
Componentes de inteligência interpessoal:
- Organizar grupos;
- Negociar soluções;
- Ligação pessoal – reagir adequadamente aos sentimentos e preocupações das pessoas;
- Análise social -poder detectar e intuir sentimentos, motivos e preocupações das pessoas.
Como criticar?
- ofereça uma solução;
- faça a crítica pessoalmente;
- seja sensível.
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Todo mundo pode ter a sua própria teoria?
fev 4th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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A verdade pela lógica ou pela autoridade
fev 3rd, 2022 by Carlos Nepomuceno
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O papel de um Modificador de Visões é agulhar as mentes
fev 3rd, 2022 by Carlos Nepomuceno
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Estamos vivendo a Revolução da Sobrevivência 2.0!
fev 3rd, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Revolução da Sobrevivência 2.0 – desenvolvendo este novo conceito.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- Uma teoria NÃO deve ser escolhida pela autoridade de quem a defende, mas pela lógica que está embutida dentro dela.
- Uma teoria é a tentativa aproximada de explicação mais lógica possível sobre um determinado fenômeno.
- Uma teoria é a explicação mais lógica possível sobre um determinado fenômeno.
- Uma teoria nunca é definitiva, apenas tenta se aproximar de determinado fenômeno para nos ajudar a lidar melhor com ele.
- Quanto mais as teorias escolhidas são consistentes, mais chance temos de nos antecipar a fenômenos futuros.
- A ferramenta fundamental para um Futurista de Excelência é uma boa Teoria.
- Para se tomar decisões futuras, teorias mais lógicas tendem a ser mais confiáveis.
- Não vivemos hoje apenas uma Revolução de Mídia, mas uma Revolução na e da Sobrevivência.
- O futuro não é uma tropa de exército – se assemelha muito mais a uma guerrilha, que avança devagar e com cautela em terrenos minados.
- O novo Macro Modelo de Sobrevivência 2.0 permitirá que os nossos descendentes façam o que nós não conseguimos até aqui.
Vamos ao artigo:
“…o futuro não espera…e não é linear.” – Gustavo Caetano.
Uma teoria é a explicação mais lógica possível sobre um determinado fenômeno.
Lógica é a parte da filosofia que trata das formas do pensamento em geral (dedução, indução, hipótese, inferência etc.) e das operações intelectuais que visam à determinação do que é verdadeiro ou não.”
Note que a lógica não tem um fim em si mesmo, mas é uma ferramenta para que possamos nos aproximar da realidade.
As teorias são ferramentas para que possamos tomar decisões melhores e a lógica é o ferramental das teorias para que isso seja possível.
Uma teoria nunca é completa, nem definitiva, apenas uma tentativa de aproximação de um determinado fenômeno para nos ajudar a lidar melhor com ele.
Uma teoria é, portanto, uma hipótese, uma aposta que se faz, ainda mais em fenômenos pouco estudados e pouco conhecidos.
As pessoas que estão sendo impactadas por determinado fenômeno precisam de uma teoria para decidir como se relacionar melhor com ele.
Teorias, assim, nos ajudam a ter uma relação melhor com os fenômenos.
Porém, quando estamos diante de fenômenos novos e pouco conhecidos, como é o momento atual, passamos a ter um problema.
Quanto mais o fenômeno impacta a vida das pessoas, mais e mais as Teorias Fortes passam a ser demandadas.
Fato é que, querendo ou não, OBRIGATORIAMENTE vai se escolher determinada teoria diante das mudanças provocadas por determinado fenômeno, resta apenas saber qual.
As teorias procuram prever os fatos futuros, antecipar prováveis consequências e fica difícil para as pessoas, que estão vivendo as primeiras consequências dos fenômenos, julgarem qual é a melhor ou a mais adequada.
E aí temos o seguinte padrão:
Quando se vai atuar diante do futuro:
- quanto mais as teorias escolhidas forem consistentes, mais chance se tem de se antecipar a ele;
- e vice-versa;
- quanto mais as teorias escolhidas forem inconsistentes, mais chance se tem de se ser surpreendido por ele.
Mas como, então, termos bases seguras para escolher uma boa teoria para lidar com fenômenos novos e pouco conhecidos?
Nestes momentos quando lidamos com fenômenos novos e pouco conhecidos, temos que observar a Taxa de Lógica de cada teoria proposta.
O que se deve fazer é promover o Teste de Lógica em cada uma delas.
Quanto mais a lógica fizer sentido, mais chance a teoria tem de estar adequada e vice-versa.
Uma teoria NÃO deve ser escolhida pela autoridade de quem a defende, mas pela lógica embutida dentro dela.
Qual é a teoria que tem mais sentido lógico e quais são as que fazem menos?
Não se pode saber “na prática“, de forma antecipada, se elas são melhores ou piores, pois as projeções só serão comprovadas mais adiante no curto, no médio e no longo prazo.
A única forma de apostar nesta ou naquela teoria é através da lógica apresentada em cada uma delas.
Escolher uma teoria é, portanto, como apostar em “cavalos” numa corrida.
Um bom apostador vai analisar cada um dos “animais que estão competindo” para saber qual é o que tem mais chance de cruzar primeiro a linha de chegada.
Teorias mais lógicas tendem a ser mais promissoras e as menos lógicas, menos.
É preciso, assim, aplicar o Teste de Lógica nas Teorias de Plantão para se chegar aquela em que você vai se escolher para guiar as decisões futuras.
E é da escolha de uma boa teoria, que dependerá o sucesso de projetos futuros – o que não é pouca coisa.
Abaixo apresento os Oito Pré-Requisitos Mais Lógicos e obrigatórios de uma Teoria:
- Diagnosticar a Essência do Fenômeno – apontar o que o fenômeno é e o que que não é, a partir de diferentes comparações;
- Apresentar a Recorrência Histórica do Fenômeno – na qual vai se apresentar as recorrências do mesmo no passado, consolidando, com isso, a sua essência;
- Apontar as Causas do Fenômeno – apresentar as possíveis causas, que motivam que o fenômeno identificado tenha a necessidade de ocorrer sistematicamente;
- Detalhar os Fatores Detonantes Terciários – que são pré-condições básicas para que surjam os Fatores Detonantes Secundários;
- Apontar os Fatores Detonantes Secundários – que são pré-condição para que ocorra o Fator Detonante Principal;
- Apontar o Fator Detonante Principal – que provoca, enfim, o início da Reação em Cadeia das Consequências Mais Relevantes e Impactantes do determinado fenômeno, gerando consequências, que precisam ser esquadrinhadas pela teoria;
- Prever as Consequências Mais Relevantes e Impactantes – quais são os efeitos que provocam no curto, no médio e no longo prazo;
- Apontar Sugestões de Atuação – para que os diferentes atores que se relacionam com o fenômeno possam ter uma relação mais saudável com ele.
Quando analisamos as teorias sobre as atuais mudanças da sociedade, temos “na mesa” não teorias, mas Pré-Teorias, pois não preenchem os Oito Pré-Requisitos Mais Lógicos e obrigatórios de uma Teoria.
(Abordei este tema, de forma ainda inicial, com mais detalhes aqui.)
Por isso, podemos chamá-las de Pré-Teorias ou de Teorias Fracas, a gosto.
Até o presente artigo, a BIMODAIS defendia que vivíamos hoje, exclusivamente e prioritariamente, uma Revolução de Mídia – que caracterizava a essência do fenômeno.
Porém, o estudo continuado, nos obriga a fazer uma retificação sobre isso, melhorando a qualidade da nossa teoria.
(Esta mudança vem justamente, a partir do desenvolvimento dos Oito Pré-Requisitos Mais Lógicos para uma Teoria na comparação que tivemos que fazer com as outras que existem no Mercado das Teorias.)
Não diagnostico mais o momento atual apenas como uma “Revolução de Mídia“, pois a chegada da mídia, não é o Fator Detonante Principal, mas apenas o Secundário!
Vejamos:
- Temos uma Revolução de Mídia em curso? Sim, temos;
- a Revolução de Mídia provoca diversas mudanças na sociedade? Sim, provoca;
- porém, as maiores consequências que teremos no futuro estão relacionadas a Revolução de Mídia, não, não será.
A Revolução de Mídia traz várias consequências radicais e incrementais para a sociedade, mas não é o Fator Principal é o Secundário.
A nova mídia Digital permite que possamos começar a criar organizações, processos e formas de sobreviver dentro da Curadoria – um novo Macro Modelo de Comando e Controle.
A Curadoria ou se preferirem o Macro Modelo de Comando e Controle 2.0 só é possível com a chegada do Digital e é ele que vai provocar as maiores alterações na sobrevivência do Sapiens.
Por causa disso, podemos dizer que:
- a Revolução da Energia Elétrica foi um Fator Terciário da atual Revolução da Sobrevivência 2.0;
- a Revolução Midiática Digital é o Fator Secundário da atual Revolução da Sobrevivência 2.0;
- a chegada da Curadoria – o novo Modelo de Comando e Controle é o Fator Detonante Principal da Revolução da Sobrevivência 2.0.
Estamos alterando, de forma disruptiva, o Macro Modelo de Comunicação para criar na sociedade um novo Macro Ambiente de Sobrevivência mais sofisticado, descentralizado e compatível com o novo Patamar Demográfico.
Não vivemos, assim, apenas uma Revolução de Mídia, mas uma mudança na forma como resolvemos nossos problemas de sobrevivência, que é viabilizada por uma nova mídia!
Assim, não vivemos apenas uma Revolução de Mídia, mas uma Revolução na e da Sobrevivência.
Os erros que os BIMODAIS estavam cometendo eram os seguintes:
- confusão sobre a Essência do Fenômeno – não estamos vivendo apenas um fenômeno midiático, este é uma etapa anterior da revolução maior, que é uma Revolução da Sobrevivência;
- o Fator Detonante Principal não é a chegada de uma nova mídia, que é um Fator Secundário, que viabiliza a criação e implantação das primeiras experiências de um novo Macro Ambiente de Sobrevivência mais adequado ao novo Patamar Demográfico;
- sim, é a Mídia (Fator Detonante Secundário) – que viabiliza o Fator Detonante Primário: a chegada de um novo Macro Modelo de Sobrevivência, o Estopim Civilizacional para uma série de mudanças na sociedade.
A mudança de mídia é um Fator Detonante Secundário, mas não a revolução em si.
Vejamos uma explicação mais adequada.
- todo o ser vivo, onde se inclui o Sapiens, promove adaptações para viver, se possível melhor;
- uma Tecnoespécie como a nossa promove mudanças de comunicação, pois nós podemos fazer isso, já que a forma como nos comunicamos é feita baseada em em tecnologias;
- mudanças na comunicação nos permite criar Macro Modelos de Comando e Controle mais sofisticados e mais compatíveis com o novo Patamar de Complexidade Demográfico;
- assim, a mídia é apenas um Fator Detonante Secundário, que permite o surgimento de Modelos de Sobrevivência mais Descentralizados, que são o Fator Detonante Primário;
- estes modelos mais descentralizados são o Fator Detonante Principal, que dão início a novas etapas civilizacionais do Sapiens.
Por que é uma Revolução da Sobrevivência 2.0 e não 1.0 ou 3.0 ou 4.0?
- tivemos a cada mudança de mídia mudanças radicais na forma como sobrevivemos, mas não disruptivas como agora;
- hoje, estamos assistindo o surgimento de Modelos de Sobrevivência que NUNCA existiram antes, com novos e disruptivos Modelos de Comando e Controle, que nos permite resolver problemas de uma nova maneira, com muito mais participação das pontas;
- até a Revolução da Sobrevivência 2.0, os Macro Modelos de Sobrevivência do Sapiens se assemelhava ao dos mamíferos, sempre com a presença de um líder-alfa para intermediar (ou carimbar) os processos;
- na atual Revolução da Sobrevivência 2.0, com os novos recursos que o Digital oferece, passamos a experimentar um Modelo de Sobrevivência mais Disruptivo, que se assemelha, pela primeira vez ao utilizado pelos insetos;
- neste novo Macro Modelo de Comando e Controle há um novo processo de intermediação muito mais descentralizado, com muito mais participação das pontas, o que nos permite resolver uma série de problemas, que eram impossíveis no passado.
Por fim, vale a ressalva:
Um Macro Modelo de Sobrevivência é uma possibilidade e não uma imposição ou obrigação para toda a espécie.
O Sapiens cria o futuro através de Zonas de Atração.
O futuro não é uma tropa de exército e se assemelha muito mais a uma guerrilha, que avança devagar e com cautela em terrenos minados.
No futuro mais distante, nossos descendentes, na nossa aposta teórica, observarão que a grande mudança que estamos passando foi o surgimento do novo Macro Modelo de Sobrevivência 2.0.
O novo Macro Modelo de Sobrevivência 2.0 permitirá que os nossos descendentes façam o que nós e os nossos antepassados quiseram, mas não conseguiram.
É isso, que dizes?
Colaboraram os Bimodais: Fernanda Pompeu, Rodrigo Palhano e João Ricardo.
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Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
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#xxx – xxx.
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Vamos ao artigo:
“xxx.” – xxx.
Antes de qualquer coisa, é preciso explicar a relevância do livro de Goleman para os Empreendedores Digitais – nossos clientes.
Todo empreendedor precisa entender que antes de ser empreendedor, ele é uma pessoa.
Se a pessoa não está bem resolvida com ela mesma, fica muito difícil tocar um projeto empreendedor que será bem resolvido.
Tudo que você lê sobre Empreendedorismo Inovador, nos revela que temos um verdadeiro desafio, antes de tudo emocional por parte de quem está à frente dos negócios.
Assim, é preciso que o Empreendedor Inovador passe por um processo de amadurecimento pessoal antes de sair pivotando que nem um maluco por aí.
É isso, que dizes?
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#1 – “Inteligência Emocional – Teoria” de Daniel Goleman – o que aprendi com este livro?
fev 1st, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#Daniel_Goleman – mergulhando neste autor (clique no link para ler toda a série de artigos).
As melhores frases (formato vídeo): https://youtu.be/wfnb3wRb-dI
As melhores frases (formato ppt): https://bit.ly/3oi1Mi3
Os Mapas Mentais que fiz, a partir do livro (formato vídeo): (ainda em produção)
Os Mapas Mentais que fiz, a partir do livro (formato PPT): https://bit.ly/3GwQT22
Mapas mentais deste artigo
Frases que criei para a divulgação do artigo
- Inspirado em Goleman: a provocação pode até ser do outro , mas a reação será sempre tua.
- Conceituadores da Felicidade refletem como transformar nossos potenciais em uma missão de vida e nos permitir uma existência mais saudável.
- Um empreendedor com problemas pessoais sérios dificilmente conseguirá sucesso numa empreitada.
- A inovação disruptiva, com alta taxa de incerteza, exige do empreendedor um forte equilíbrio emocional.
- Goleman defende uma visão sobre a inteligência humana mais flexível e multidiversificada.
- Gosto de livros mais finos, nos quais os autores são mais focados em menos tópicos.
Vamos ao artigo
“…o problema não está na emocionalidade, mas na adequação da emoção e sua manifestação.” – Goleman.
Vou apresentar neste primeiro artigo a Contextualização da Leitura e partir, na sequência, no segundo, a Sintetização da Leitura (que fiz aqui).
Na Contextualização, temos duas fases:
- a Contextualização Geral – a a comparação do autor com outros autores que abordam temas similares para criar um Modus Pensante atrelado ao foco dos BIMODAIS, que é o de oferecer uma visão mais adequada das atuais mudanças;
- a Contextualização Específica – do autor com a Narrativa Bimodal, diante da Revolução da Sobrevivência 4.0 (detalharei mais sobre isso aqui), que estamos assistindo.
Comecemos.
Contextualização Geral
Goleman se aproxima de Mark Manson (fiz análise de Manson aqui.)
São Conceituadores da Felicidade, autores preocupados com a forma de agir e pensar das pessoas na direção de aumento da taxa da felicidade de cada um.
Os Conceituados da Felicidade são autores importantes para os Empreendedores Inovadores, pois é bom que se saiba que primeiro vem a pessoa e, só então, o empreendedor e não contrário (vou detalhar mais essa visão aqui).
Conceituadores da Felicidade refletem como transformar nossos potenciais em uma missão de vida e nos permitir uma existência mais saudável.
Um empreendedor com problemas pessoais sérios dificilmente conseguirá sucesso numa empreitada, ainda mais se for num ambiente de inovação e incerteza, que exige muito equilíbrio emocional.
Bom destacar também que:
Empreendedor – para os BIMODAIS – é todo aquele que quer levar a sua vida de forma mais personalizada, autônoma, conseguindo se sustentar por conta própria e potencializando, ao máximo, as suas vocações, montando ou não a sua empresa, sendo ela individual ou gigante.
Goleman é um Conceituador da Felicidade muito mais embasado do que Manson.
- Diria que Manson viveu e refletiu sobre a sua experiência, ele vem da vida para as ideias.
- E Goleman, ao contrário, vem das ideias para a vida.
Diria que na formação do Sapiens 2.0 (um sinônimo para empreendedores) os dois autores são relevantes para uma estruturação emocional, base fundamental para viver num mundo mais aberto e competitivo.
Manson é de uma leitura mais fácil e deveria vir, num processo de formação, na frente de Goleman.
Goleman tem o mesmo problema de Taleb (que analisei aqui) e de Goldratt (que analisei aqui).
Ele é muito profícuo.
Quer abordar temas demais em um livro só. E isso dificulta um pouco a leitura.
Geralmente, gosto de livros mais finos, nos quais os autores são mais focados em um determinado problema e esgotam as variantes dele.
Talvez, vários livros menores fosse melhor para Goleman.
Num resumo dos resumos do que motivou Goleman a escrever o livro eu diria que ele defende o autoconhecimento das emoções para que possamos lidar melhor com elas.
Mostra que no passado a preocupação dos psicólogos e estudiosos da mente era mais voltada para um tipo de inteligência baseada no QI (Quoeficiente de Inteligência), que massificava as pessoas e reduzia a quantidade de vocações disponíveis.
“inteligência emocional” vem substituir o conceito inquestionável de QI como critério de excelência na vida era – “eis que surge, de repente, uma nova forma de pensar sobre os ingredientes do sucesso na vida.” // “Essa visão multifacetada da inteligência oferece um quadro mais rico da capacidade e do potencial de uma criança para o sucesso do que o QI padrão.”
Goleman defende que as pessoas, em especial a educação infantil, não estão sendo preparadas para lidar com a complexidade das situações que a vida nos coloca.
E acredita que é necessário uma mudança de percepção dos profissionais do ramo, da sociedade em geral, dos educadores para que as pessoas aprendam a lidar melhor tanto com as suas emoções quanto a dos outros.
Ele defende a passagem de uma visão da inteligência mais monolítica e massificada para uma mais flexível e multidiversificada.
Contextualização Específica
Goleman se enquadra dentro da Narrativa Bimodal, como um Autor Renascentista, que aborda o tema da Felicidade Saudável.
A Felicidade Saudável é algo fundamental para a vida do empreendedorismo, pois vários autores destacam que muitas vezes um projeto é abortado, pois as pessoas percebem que pegaram a “estrada da felicidade errada“.
Os Autores Renascentistas são aqueles que captam o Zeitgeist (espírito do tempo), da nova Era, sem necessariamente ter consciência dos Macro Movimentos da atual Revolução da Sobrevivência 4.0 na direção de cada vez mais individualização.
A Revolução da Sobrevivência 4.0 é um fenômeno que visa o empoderamento dos indivíduos, na direção do aumento da diversidade e personalização das pessoas.
Goleman fala o seguinte nessa direção da Inteligência Massificada para uma mais Personalizada:
“…não há um tipo específico, monolítico, de inteligência decisiva para o sucesso na vida.”// “Há centenas e centenas de maneiras de ser bem-sucedido e muitas, muitas aptidões diferentes.”
Se compararmos as duas frases acima, com a visão de Napoleon Hill, por exemplo, (que analisei aqui) temos um fosso de um Sucesso Massificado de Hill com um Personalizado de Goleman (onde se inclui Manson também.)
Estes movimentos pró-personalização vão ocorrendo de forma espontânea em todos os setores, inclusive dos conceituadores nas Ondas Secundárias da maior que é a Revolução da Sobrevivência 4.0.
O Sapiens está, portanto, por causa do Aumento da Complexidade Demográfica sendo OBRIGADO a participar cada vez mais dos processos e decisões da sociedade.
Uma Tecnoespécie como a nossa só consegue sustentabilidade da sobrevivência, se de tempos em tempos aumentar o empoderamento das pessoas.
E para que se possa empoderar as pessoas passamos a ter que modificar a nossa forma de nos enxergar.
Mais ainda.
Quando temos uma concentração produtiva, não adianta uma aposta em uma Felicidade Saudável, pois simplesmente não haverá espaço na sociedade para que ela ocorra por falta de possibilidades.
Fato é que quando o Sapiens aumenta a população NATURALMENTE, com o tempo, há um processo de Massificação na Sociedade.
Quando surgem novas mídias, conseguimos superar os limites de sobrevivência e fazemos a passagem da massificação para a personalização.
Uma Revolução da Sobrevivência tem como Faísca Detonante uma nova mídia e tem como foco o aumento da participação das pessoas nos processos e decisões.
O livro de Goleman se encaixa bem na nova formação mais personalizada do Sapiens 2.0, que precisa ser muito mais maduro, pois passa a viver num mundo com maiores taxas de:
- inovação;
- personalização;
- competição;
- excelência.
Temos, em larga escala, uma passagem de uma Inteligência Exógena (massificada e definida e formatada de fora para dentro) para uma Endógena (personalizada e definida e formatada de dentro para fora).
Muitas dicas de Goleman são úteis nesta preparação – é o que veremos na sequência no processo de Sintetização do livro.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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#2 – Goleman e o Segundo Eu
fev 1st, 2022 by Carlos Nepomuceno
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Os Mapas Mentais que fiz, a partir do livro (formato vídeo):
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Mapas Mentais deste artigo:
Frases que criei para a divulgação do artigo:
- Temos um Primeiro Eu, que se não for recriado por um Segundo Eu terá reações muito mais automáticas do que conscientes.
- “Deixa a vida me levar“ é a Melô do Primeiro Eu.
- O Segundo Eu aprende a gerenciar nossas emoções, vocações, dons, traumas e procurar respostas diferentes das tradicionais.
- Quanto mais tiramos nossos dons do armário, mais nos invade uma sensação de bem estar e vice-versa.
- Você não deveria escolher uma profissão, mas a melhor e progressiva forma de pensar e agir diante de um determinado Problema-Foco.
- Estamos saindo de uma Ditadura Sistêmica em função da impossibilidade que tínhamos de viver um ambiente de informação mais descentralizada.
- Na Sociedade 2.0, temos a possibilidade de expandir muito mais as aptidões e dons naturais do que podíamos no passado.
Vamos ao artigo:
“…uma das maneiras de ajudar alguém a solucionar um problema é contar-lhe uma piada.” – Goleman.
Neste artigo, vou agora sair da Contextualização da Leitura (que fiz aqui) e partir para a Sintetização, que começo aqui (e continuo aqui).
Daniel Goleman é um teórico da psicologia, que procura ajudar as pessoas a viver melhor, através de uma mudança na forma de pensar e agir.
Ele se dedica ao estudo da melhoria de nossas vidas, através do gerenciamento das emoções que foi negligenciado pelos autores da psicologia no passado, que apostavam mais na inteligência.
No passado, bastava um teste de inteligência para alguém estar apto para estudar ou trabalhar em um determinado lugar.
Goleman não descarta a importância da inteligência, mas lembra o papel relevante do gerenciamento das emoções, que passou a ser chamado de Inteligência Emocional.
Goleman sugere, a meu ver, no processo de maturidade emocional, a aprender lidar com o seu Primeiro Eu.
O Primeiro Eu é um mix entre a Inteligência Nativa ou como prefere Goleman “aptidões e dons naturais” e aquilo que nos influenciou no tempo (família, escola, amigos, país, conjuntura).
Para que se possa lidar com o Primeiro Eu, é preciso, ao longo do tempo, ir criando um Segundo Eu, que vai criar em cima deste.
Um gênio da música tem um cérebro diferente de um gênio do xadrez, que tiveram formações distintas ao longo do tempo.
Temos um Primeiro Eu, que se não for recriado por um Segundo Eu terá reações, uma vida sem muitas interferências de dentro para fora.
A musicalidade é um dom que “veio de fábrica“, que é cercada pela história de vida de cada músico.
Segundo Goleman, há “muitas aptidões e inteligências diferentes” que precisam ser conhecidas pelas pessoas para que possamos escolher as suas atividades.
Goleman critica uma visão massificadora das mentes, que enxergava de forma limitada estes dons naturais.
Vale refletir sobre o que é “Inteligência“: “capacidade de compreender e resolver novos problemas e conflitos.”
Diríamos que cada um nasceu com determinados dons e aptidões que são mais adequados para resolver determinados tipos de problemas.
Quando pensamos na vida profissional, na verdade, estamos imaginando que o ideal é que cada um possa adequar a sua Inteligência Nativa a um Problema-Foco.
Problema-Foco é escolher a forma de minimizar a forma de agir e pensar sobre um desconforto e procurar novas maneiras de resolvê-lo.
Na verdade, o que deve ser incentivado nos jovens não é a escolha de uma “profissão”, mas de um Problema-Foco.
Uma profissão não permite criar um processo de aprendizado contínuo, um Problema-Foco permite.
Goleman em um dos mandamentos que extraí da leitura defende uma formação para as crianças, que incorpore esse tipo de preocupação, vejamos:
Quarto Mandamento:
4 – Crianças precisam aprender a encontrar seus dons – devíamos gastar mais tempo ajudando-as a identificar e cultivar suas aptidões e dons naturais (as capacidades mentais inatas) para que possam escolher uma profissão, na qual possam melhor potencializar os seus talentos e serem mais felizes e competentes.
Quando pensamos em ajudar as pessoas a lidar com a Sociedade 2.0, muito do esforço está justamente na possibilidade que temos hoje de expandir muito mais as aptidões e dons naturais do que no passado.
Hoje, temos a personalização não só do fornecedor como do cliente, ampliando, assim, as possibilidades de expansão das Inteligências Nativas.
Porém, Goleman não fala apenas na questão de descobrir e utilizar a Inteligência Nativa, mas também de criar a Inteligência Construída, que ele chama de Emocional.
Aqui, temos que aprender a conhecer e lidar com nossas emoções, no processo permanente de nos relacionarmos com todos os tipos de problemas, onde se inclui a relação com outras pessoas.
A Inteligência Construída é um processo de autoconhecimento permanente.
O Segundo Eu opera na Inteligência Construída.
- O Primeiro Eu reage, conforme foi ensinado, ou formatado, sem grandes reflexões.
- O Segundo Eu, vai aprendendo a se separar do Primeiro Eu e começar a ter atitudes diferentes.
Assim, o processo de autoconhecimento é a construção de um Segundo Eu, que aprende a gerenciar nossas emoções, vocações, dons, traumas e procurar respostas diferentes.
A inspiração do conceito Segundo Eu vem daqui:
Estilos típicos para acompanhar e lidar com suas emoções (duplo):
- Autoconscientes – olhando as emoções;
- Mergulhados – incapaz de olhar as emoções.
O que Goleman chama de aumento da Inteligência Emocional, eu denominaria na construção permanente e continuada do Segundo Eu.
A ideia da Inteligência Construída, ou da criação do Segundo Eu, ou do aumento da Taxa da Inteligência Emocional, é uma novidade no campo da melhoria da vida das pessoas.
No passado, se via a Inteligência como algo único e estático: quem nascia com um QI alto tinha ganho na loteria e quem nascia com um baixo, tinha perdido.
O autor diz:
“O crescimento do campo de estudos do QE (Inteligência Emocional) enfrentou oposições encarniçadas no mundo mesquinho dos acadêmicos da inteligência, principalmente daqueles que consideram o QI a única medida aceitável das aptidões humanas.”
De um lado, tínhamos um pensamento de que:
- havia apenas um tipo de inteligência;
- que essa inteligência era Nativa e não podia ser aprimorada e Construída, através da melhoria da nossa relação com as emoções;
- havia uma espécie de Emoçãofobia, que ignorava (e muito continua se ignorando) o papel de se aprender a se relacionar melhor com as emoções para que possamos ter uma vida mais saudável;
- havia (como continua a existir) uma certa minimização da importância de se preparar as pessoas para lidarem melhor com as suas emoções.
No fundo, temos fortemente a noção apenas do Primeiro Eu, aquele que é formatado, sem entender que o processo de melhoria de vida individual, é o esforço da criação do Segundo Eu.
De maneira geral, vivemos uma vida “mergulhados“, na linha do Zecapagodismo, “deixa as emoções sem reflexão me levar”.
A formação das pessoas, seja em casa ou na escola, privilegiava (como continua privilegiando) conteúdos didáticos e não dicas para que as pessoas possam lidar com as suas emoções.
Goleman se tornou conhecido por ser um dos principais defensores do que se passou a chamar de “Inteligência Emocional“, vejamos a definição do autor:
“inteligência emocional” vem substituir o conceito inquestionável de QI como critério de excelência na vida era – “eis que surge, de repente, uma nova forma de pensar sobre os ingredientes do sucesso na vida.” // “Essa visão multifacetada da inteligência oferece um quadro mais rico da capacidade e do potencial de uma criança para o sucesso do que o QI padrão.”
A Inteligência Emocional é a capacidade que passamos a ter de usar nossa mente para atuar em algumas áreas:
- conhecer nosso Potencial Nativo, aquele que herdamos, de forma genética, e temos mais facilidade de agir em determinados problemas e setores;
- observar nossos Padrões Emocionais, aqueles que herdamos, de forma cultural, e que foi sendo construído ao longo do tempo e precisamos aprender com eles;
- e colocar todo esse “pacote” dentro de uma Missão Saudável de Existência, no processo de criação do Segundo Eu.
Goleman é um dos representantes de uma nova onda de pensadores sobre a psicologia humana, que procura superar um conceito de inteligência baseada, quase que exclusivamente, nos testes de QI.
“QI significa Quociente de Inteligência, um fator que mede a inteligência das pessoas com base nos resultados de testes específicos.”
Podemos dizer que Goleman procura apresentar um novo paradigma sobre o ser humano, no qual ele vai demonstrar que existem várias inteligências.
Vou detalhar com as minhas palavras:
- Inteligência Nativa – potencial que cada um nasce, que nos permite ter mais facilidade para determinadas atividades;
- Inteligência Formatada – influências que tivemos ao longo do tempo, que condicionaram nossa inteligência dentro de determinados parâmetros culturais;
- Inteligência Personalizada ou Construída – a capacidade que temos de gerenciar as outras duas Inteligências e colocá-las a serviço do nosso bem estar, criando um Segundo Eu.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
Leitura Empreendedora: da passiva para a ativa
jan 31st, 2022 by Carlos Nepomuceno
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal030222
Novas Hashtags:
#papo_de_leitura – metodologia para se ler com mais eficácia.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- Acabou de ler um livro? Senta e escreve um texto, refletindo sobre tudo o que você aprendeu com ele.
- Se você não reflete sobre o Modo Pensante na área em que atua, teu desempenho tende a ser bem ruim.
- Antes de sintetizar uma leitura, é preciso contextualizar, comparar aquele autor com vários outros.
- Um profissional desfocado é aquele que não uniu seu potencial nativo a um problema de um cliente.
- Antes de sair lendo profissionalmente que nem um cego em tiroteio, é preciso definir claramente seu Problema-Foco.
- Um profissional não lê apenas para ele, mas para melhorar a forma de pensar e agir para atender, cada vez melhor, a um determinado cliente.
- Se você não tem uma Metodologia de Leitura Profissional Eficaz, a perda de tempo é gigante.
- Não se pode ler profissionalmente, como se fosse estivéssemos nos deliciando com um romance policial.
Vamos ao artigo:
“O mapa do que chamamos de realidade é um mosaico de ideias em constante mutação.” – Gleiser.
Ler profissionalmente está longe de ser o mesmo ato de sentar e ler um livro de ficção.
Leituras Profissionais exigem desenvolver uma Metodologia de Leitura.
Não precisa ter método para ver uma série de amor no Netflix, mas para ler um livro profissional precisa.
Um profissional não lê para ele, mas para melhorar a forma de pensar e agir para atender a um determinado cliente, que tem um desconforto específico.
Assim, podemos dizer que temos uma Leitura Profissional Ativa e outra Passiva.
- a Ativa você está desenvolvendo e aprimorando a Metodologia de Leitura e criando formas de ler cada vez melhor, se desenvolve um texto após a leitura e se lê para você com foco no cliente;
- a Passiva é quase que uma imitação da leitura não profissional, de lazer, como se fosse a mesma coisa, não desenvolve um texto após a leitura e se lê para você mesmo.
Assim, antes de sair lendo profissionalmente que nem um “cego em tiroteio“, é preciso definir claramente para quem e qual o problema você resolve ou minimiza.
Fato é que a o tipo de leitura é um sintoma de algo maior, pois temos aqui dois perfis:
- Um Profissional Desfocado, que ainda não aliou os seus potenciais com um Problema-Foco;
- Um Profissional Focado, que tem conseguido aliar os seus potenciais com um Problema-Foco.
O Problema-Foco é algo que gera desconforto a alguém e que você tem habilidades acima da média para resolvê-los.
Há uma paixão da sua parte em querer aprender a como pensar e agir melhor diante do Problema-Foco escolhido.
Uma Leitura Ativa, portanto, é uma leitura apaixonada, na qual você senta para REALMENTE entender o ponto de vista do autor e usá-lo para melhorar a sua capacidade de pensar e agir.
Há uma abertura da sua parte para que as ideias dele penetrem na sua forma de pensar e agir.
Porém, não basta a paixão, a Leitura Profissional tem que ter método.
Na etapa atual da minha Metodologia de Leitura Profissional, cheguei as seguintes etapas:
- escolha dos autores e livros adequados a cada momento;
- definição do melhor lugar, horário para ler;
- método para intervalar a leitura em ciclos pequenos de 25 minutos;
- critérios e método para marcar as partes mais relevantes;
- critérios e método para transformar as marcações em um texto a ser criado pós-leitura;
- critérios e métodos para divulgar o texto nas mídias digitais.
Temos abordado estes itens aqui.
Neste texto em particular, quero destacar dois aspectos dos “critérios e método para transformar as marcações em um texto”, através de duas fases:
- Contextualização da Leitura – é uma visão geral, comparativa, quando se compara o autor com outros e com a sua forma de pensar e agir;
- Sistematização da Leitura – é uma visão específica, aprofundadora, quando se procura resumir a mensagem do autor, criticando algo, destacando algo e se procurando identificar o que vai ficar para o seu amanhã na sua forma de pensar e agir.
Na Contextualização da Leitura, eu preciso comparar o autor com outros e ver como ele se encaixa a minha maneira de pensar e agir.
É uma análise mais ampla e geral do autor, na qual eu preciso situá-lo, tal como: é filosófico, teórico, operacional?
Compará-lo com outros autores com a mesma abordagem e analisar:
- o que ele é igual aos outros?
- o que ele é diferente?
- é um repetidor ou um criador de conceitos?
- o que eu posso aprender com eles na forma de pensar?
- o que eu posso aprender com ele na forma de agir?
Na Contextualização, vai se conhecendo o Modus Pensante da área em que atuamos, para que possamos comparar com nossa forma de pensar.
Vamos amadurecendo a forma como se pensa sobre os diferentes aspectos que envolvem o agir e pensar sobre o nosso Problema-Foco.
Feita esta contextualização geral, é hora de mergulhar a fundo na narrativa do autor.
É o momento de Sintetização.
Eu tenho praticado extrair de um livro os mandamentos.
No livro “Pensar Simples” de Gustavo Caetano consegui chegar a doze, que é a síntese da síntese (pode ver o exercício aqui neste artigo).
Fui juntando todas as marcações que fiz para chegar num “suprassumo” daquilo que acredito que são as mensagens principais que ele me passou com o livro.
Uma Metodologia de Leitura Eficaz se assemelha a um seminário com o autor, ou uma conversa de um fim de semana prolongado.
A sensação final que fica é que se passou a conhecer, de forma mais aprofundada, a forma de pensar daquela pessoa.
Você não só aprende com o autor, mas abre a sua mente para diversos tipos de insights em paralelo, musculando em todas estas fases a sua criatividade.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
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Teoria Empreendedora: as fracas e as fortes
jan 31st, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimoda020222
Novas Hashtags:
#papo_de_teoria – revendo e aprimorando este conceito.
Qual é o tópico do artigo?
Saiba mais sobre a divisão acima, neste artigo.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
- Se há alguma mudança na sociedade, pode ter certeza: há, por trás dela, a demanda por uma sobrevivência melhor.
- As Teorias sobre a Sociedade Humana levaram um soco no olho, a partir da chegada do Mundo Digital.
- O bônus para quem abraça uma boa teoria é conseguir enxergar muito mais longe.
- Quanto mais a Teoria é Forte, mais se tem a capacidade de disruptar com sucesso e vice-versa.
- Toda Teoria Fraca, mais dia ou menos dia, acaba sendo atropelada por Fatos Desgovernados.
- Toda Metodologia é filha de uma Teoria, por mais que rejeite a maternidade.
- Quanto mais você viver de determinada forma de pensar, mais vai rejeitar uma nova – que proponha algo diferente.
- Os Empreendedores Digitais Brasileiros estão utilizando Teorias Fracas e, por causa disso, temos tão pouca disrupção no nosso país.
Vamos ao artigo:
“Não existe a possibilidade de promover qualquer mudança sem uma teoria.” – Meira.
Hoje, temos no mercado dois Modos Pensantes:
- o dos Tradicionalistas – que vivem das e nas Organizações Tradicionais;
- os Empreendedores Digitais – que vivem das e nas Organizações Criativas e Inovadoras.
Eu, particularmente, e a BIMODAIS nestes primeiros três anos, procuramos atuar mais no Universo Pensante dos Tradicionalistas.
Porém, como diz nosso querido Thomas Kuhn (1922 -96) nas Mudanças Disruptivas de Paradigmas, quem ganha dinheiro com eles tende a rejeitá-los.
Hoje, a partir do nosso quarto ano, resolvemos migrar do Universo Pensante dos Tradicionalistas e abraçar o dos Empreendedores Digitais.
Porém, apesar do Ambiente Pensante dos Empreendedores Digitais ser muito mais aberto do que o dos Tradicionalistas, não se iluda: as Teorias utilizadas neste universo também são Fracas.
Teorias Sociais Fracas são aquelas que NÃO preenchem determinados requisitos para que possa se aproximar de forma mais consistente dos fatos.
Teorias Sociais são aquelas que procuram compreender os Fenômenos Humanos.
Vivemos hoje uma profunda e evidente disrupção na sociedade, que jogou para o alto as teorias evolutivas da sociedade humana.
Precisamos agora passar a oferecer aos Empreendedores Digitais, aqueles que REALMENTE querem mudança, Teorias Fortes.
Façamos um mergulho agora no que são Teorias Sociais e como verificar a força de cada uma delas.
Os Fenômenos Humanos, na sua origem e essência, são sempre similares aos de outros seres vivos, que têm como eixo central ações, que visam, antes de tudo, a sobrevivência.
Tudo que um ser vivo faz o tempo todo, em última instância, é procurar prolongar, ao máximo, a sua vida, de forma cada vez melhor.
Todas as teses sobre os seres vivos que não colocarem no Epicentro Filosófico de sua Análise a luta pela sobrevivência é uma Teoria Fraca.
A luta pela sobrevivência vale como Ponto de Partida da Análise para as outras espécies e vale TAMBÉM para o Sapiens.
Assim, as Teorias Sociais Fortes NUNCA devem se esquecer de que o Sapiens é um ser vivo e que se não come todo o dia morre.
Assim, qualquer Teoria Social Forte OBRIGATORIAMENTE não poder perder de vista a questão da sobrevivência humana.
Toda mudança promovida pelo Sapiens OBRIGATORIAMENTE tem como motivação direto ou indireto algum aspecto de melhoria da forma como sobrevive.
Portanto, se há alguma mudança promovida pelo Sapiens na sociedade em algum lugar, há, por trás dela, a demanda por sobreviver cada vez melhor.
Quando vamos entender as mudanças da espécie isso precisa ser levado em conta.
Colocamos mais abaixo os Cinco Aspectos Obrigatórios de uma Teoria para que possamos chamar uma determinada Narrativa de Teoria.
São eles:
- a Faísca Detonante – que inicia a Reação em Cadeia das Mudanças;
- as Ondas Secundárias que surgem a partir dela;
- as Recorrências Históricas – a partir da identificação do tipo de Fenômeno;
- as Demandas de Sobrevivência – que fazem com que o Fenômeno seja, do ponto de vista da Sobrevivência, Recorrente;
- e, por fim, os Ajustes Recorrentes – que esse tipo de fenômeno provoca na sociedade.
Quando analisamos as “Teorias” (entre aspas), que procuram explicar as mudanças deste século, vemos que NÃO podemos chamá-las de Teorias, mas de Pré-Teorias.
Elas não cumprem os requisitos necessários para que possamos chamá-las de uma Teoria Social, vejamos as Pré-Teorias do Conhecimento, da Informação, Industrial, da Rede e Mística:
- erram ao identificar o Fenômeno Social, que inicia a Reação em Cadeia, que é, de forma evidente e sem margem de questionamento, uma Revolução Midiática;
- não apresentam Recorrências Históricas;
- confundem o que é Faísca Detonante com Ondas Secundárias;
- não apresentam as Demandas de Sobrevivência, que motivam a mudança;
- e não identificam, por causa de todos os itens acima, os Ajustes Recorrentes plausíveis.
Tais Pré-Teorias conseguem enxergar, de Forma Quantitativa, que temos mais conhecimento, informação, inovação, mais redes, mais aceleração das mudanças, que é algo natural em Revoluções Midiáticas.
Porém, não enxergam, de Forma Qualitativa, que estamos procurando novas formas de sobrevivência na direção da personalização e da descentralização.
As Pré-Teorias sobre as mudanças atuais repetem, como metáfora, aquela velha fábula dos cegos com o elefante, na qual se olha a parte como se fosse o todo.
Boa parte das dificuldades que temos hoje tanto para inovar de forma incremental, radical ou disruptiva estão DIRETAMENTE ligadas ao uso de Pré-Teorias ou Teorias Fracas e não de Teorias Fortes.
Note bem que existe uma cadeia na forma como atuamos na sociedade:
- Teorias estruturam nossa forma de pensar;
- Nossa forma de pensar estrutura as Metodologias para se agir;
- Assim, a forma de agir está DIRETAMENTE influenciada pela qualidade das teorias escolhidas.
O propósito de uma teoria é o de se aproximar dos fatos para orientar decisões, a partir de determinados objetivos.
Se os fatos não batem com as teorias, mais dia ou menos dia, as ações escolhidas, a partir dela, vão demonstrar esse dissintonia.
As Pré-Teorias que estão por aí sendo vendidas em profusão são a causa invisível de muitos insucesso do mercado.
Ainda não caiu a ficha para os Empreendedores Digitais: o primeiro passo para se conseguir lançar produtos e serviços diferenciados no mercado é ter no “bolso” uma Teoria Social Forte.
Teorias Sociais Fortes permitem enxergar muito mais longe e apontar as Macrotendências com muito mais precisão. E, por causa disso, disruptar com muito mais segurança.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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“Pense Simples” de Gustavo Caetano – o que aprendi com este livro? #3 (final)
jan 28th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal010222
Hashtag:
#Gustavo_Caetano – mergulhando neste autor (clique no link para ler toda a série de artigos).
Qual é a abordagem do artigo?
Saiba mais sobre a divisão acima, neste post.
Mapas mentais deste artigo
As melhores frases (formato vídeo): https://youtu.be/7cxpR2SRyaQ
As melhores frases (formato ppt): https://bit.ly/35jKESd
Os Mapas Mentais que fiz, a partir do livro (formato vídeo): https://youtu.be/74LDZz_G7c4
Os Mapas Mentais que fiz, a partir do livro (formato PPT): https://bit.ly/3G2WDjK
Mapa Mental deste artigo:
Frases que criei para a divulgação do artigo:
- Mandamento 1: cuidado com o Futuro mais Rápido, com ciclos curtos e Davis querendo matar Golias.”
- Mandamento 2 : flexibilidade é fundamental, já que o futuro não é o passado repetido. Fique esperto.
- Mandamento 3 : o dinheiro é meio e não fim. Cuidado para não entrar num projeto e perceber mais adiante que é algo que te deixa infeliz.
- Mandamento 4 : incômodos são faíscas, que te apontam algo no mercado que pode ser aprimorado.
- Mandamento 5 : teste muito, erre rápido e barato, mas nunca duas vezes e evite mudar por mudar.
- Mandamento 6 : para que tua equipe seja fantástica, dê responsabilidade e liberdade para que ela possa trabalhar no seu potencial máximo.
- Mandamento 7 : tenha uma rede de conselheiros para pedir ajuda e ter ideias. Quanto mais ela for diversa e descentralizada, melhor.
- Mandamento 8 : o cliente é o epicentro de tudo, estabeleça com eles vínculos emocionais e pense sempre no que ele vai desejar amanhã.
- Mandamento 9 : olhe para o território e desconfie do mapa, pois os fatos precisam ser os guias da tua jornada.
- Mandamento 10 : não deixe o sucesso subir à tua cabeça, pois a humildade é algo básico na vida de um empreendedor.
- Mandamento 11 : o inovador é um cientista, sempre com um olhar afiado à procura da próxima onda inovadora.
- Mandamento 12 : a melhor propaganda que existe é o boca a boca, quando o cliente passa a ser um aliado do negócio.
Vamos ao artigo:
“As pessoas mais geniais que eu conheço não trabalham apenas pelo dinheiro.” – Gustavo Caetano.
Bom, os dois primeiros artigos (aqui o 1 e aqui o 2) eu falei mais do cenário geral sobre empreendedorismo, do que do livro em si.
Foi o momento de Contextualização dentro da Metodologia de Leitura Empreendedora Ativa, que estamos desenvolvendo.
(Vou falar mais sobre Leitura Empreendedora Ativa aqui.)
Fiz um diagnóstico do Modus Pensante do Empreendedorismo Digital depois de uma sequência da leitura de diversos livros, incluindo o “Pensar Simples” de Gustavo Caetano.
Tentei definir como o autor se enquadra dentro de todos os outros autores similares, procurando refletir sobre um Modus Pensante dos Empreendedores Digitais.
E procurei similaridades entre estes autores e as divergências e concordâncias deles com minha forma de pensar.
Agora, vou concluir a análise detalhando com mais precisão o próprio livro.
Pela ordem, vou detalhar:
- Destaque Top
- Sintetização da Leitura, através dos 12 mandamentos de Gustavo Caetano (selecionados e interpretados por mim);
- Ressalvas Teóricas;
- O que me mais chamou a atenção e marquei no livro?
- As 20 melhores frases do Gustavo Caetano;
- Outras Frases top do Gustavo Caetano;
- Frases top de outros;
- Glossário;
- Objetivo do livro, segundo o próprio autor;
- Quem é o autor?;
- Links;
- Padrões apontados pelo autor para empreender;
- Problemas e Soluções para empreender;
- Curiosidades.
Destaque Top
Disparado é essa frase que ele minerou do Exército Canadense que achei o máximo:
“Se houver disparidade entre o mapa e o terreno, fique sempre com o terreno.” – Exército Canadense.
COMENTÁRIO:
Aqui nós temos uma dicotomia que serve para muitas aplicações na vida, no trabalho e no empreendedorismo.
Olhe sempre para os fatos e não para o que se diz deles – esta é a mensagem.
O autor usa o conceito terreno no livro da seguinte maneira:
- “…ter a noção exata do terreno que você precisa percorrer ajuda a perceber, antes dos outros, quais são as mudanças que estão por vir e quais são os ajustes de rota necessários para continuar no caminho certo rumo ao seu objetivo.”
O que ele quer dizer com isso?
Ok, os “mapas”, “as autoridades”, “a normalidade” nos dizem coisas, mas se houver uma discrepância entre o que você está vendo e isso tudo, olhe para os fatos, sempre para os fatos.
E chegue as suas próprias conclusões.
Tenha uma Visão Endógena (de dentro para fora), quando tiver dúvida, e não se deixe levar, sem questionar, do que vem de fora para dentro, quando houver contradição entre o “mapa” e o “território“.
“Mapas” são apenas referências, que precisam ser validados, com um processo atento de certificação feito pelas suas reflexões.
Dito isso, passemos a etapa final de uma Leitura Empreendedora Ativa.
Que é a Sintetização da Leitura de tudo que você leu no que podemos chamar de Mandamentos do Autor.
Sintetização da Leitura, através dos 12 mandamentos de Gustavo Caetano (selecionados e interpretados por mim)
(As frases originais estão mais abaixo)
- Cuidado com o Futuro mais Rápido – o futuro, não espera, ainda mais agora que ele está apressado, incerto, com ciclos cada vez mais curtos e cheio de Davis querendo matar Golias, com tecnologias de hoje sendo superadas pelas de amanhã. É preciso superar o olhar viciado através de um Detox do olhar;
- Flexibilidade é fundamental – Seja flexível na sua forma de pensar, pois tudo o que você considerava certo e inabalável pode se modificar, pois o futuro não é, em absoluto, o passado repetido;
- O dinheiro é meio e não fim – seu projeto empreendedor tem que ser visto como uma missão de vida, através da compreensão de seus pontos fortes para evitar chegar no meio do caminho e estar infeliz – tenha um “porquê” ;
- Incômodos são faíscas – para propor soluções simples e criativas para problemas mal resolvidos no mercado;
- Teste muito – seja resiliente, porém erre rápido e barato – porém, nunca erre duas vezes ou fique mudando por mudar, tenha em mente que fracassos bem administrados ajudam na caminhada;
- A Equipe do projeto precisa de liberdade – se cerque de pessoas legais, que te complementam, dê liberdade, responsabilidade e as empodere para criar um ambiente de trabalho fantástico;
- Uma Rede de Conselheiros é fundamental – não tenha vergonha ou receio de pedir conselhos e mais: quanto mais esta rede for descentralizada e empoderada, melhor. Mais ainda: pratique uma escuta ativa. Isso quer dizer que, quando estiver conversando com alguém, preste atenção de verdade naquela pessoa.”;
- O cliente é o epicentro de tudo – não perca o cliente de vista e estabeleça com eles vínculos emocionais, sempre procurando se antecipar a suas demandas futuras, pois só se ganha dinheiro se o cliente ganhar dinheiro também;
- Olhe sempre para o território e desconfie do mapa – a realidade é uma aliada e não inimiga, assim, mantenha seu foco na realidade, não no plano, confie sempre no território e não no mapa;
- Evite ser picado pela mosca azul – não deixe o seu ego te atrapalhar na jornada, ainda mais quando obtiver os primeiros sucessos;
- O inovador é um cientista – quem inova, tem mais perguntas do que respostas e precisa de um olhar afiado, de cientista, para o que virá sempre com foco na próxima janela de oportunidade;
- O boca a boca é a melhor forma de divulgação – Quando o negócio é bom de fato, ele precisa de pouca propaganda, pois o boca boca se encarrega da divulgação.
Ressalvas Teóricas
Passemos agora a algumas ressalvas ao livro, a partir da Visão Filosófica e Teórica Bimodal (que é onde podemos agregamos neste cenário digital).
Caetano diz:
“…perceba que você pode ser também um inovador…” // “…a rota certa rumo ao sucesso….” “…enxergar a inovação, falhar, perceber as mudanças, mudar o seu mundo é mais simples do que você imagina…” // “…É só uma questão de treinar o olhar e de entender um pouco como o mundo está funcionando hoje – e qualquer um pode aprender a ter essa habilidade, é só praticar.”
COMENTÁRIO:
De maneira geral, nos livros sobre empreendedorismo (antigos e atuais) há alguns problemas, que podemos definir como o Tudismo e o Igualismo.
Há uma fantasia generalizada que todos podem tudo (Tudismo), como se as mentes fossem iguais (Igualismo) e os critérios de felicidade os mesmos.
Se comparado ao livro de Hill, o Tudismo e o Igualismo de Caetano é muito mais moderado.
Porém, se vê ainda um pouco em algumas frases como as selecionadas acima.
No geral, entretanto, ele fala bastante da Felicidade Endógena (que vem de dentro para fora.) – algo importante para o empreendedor.
Isso pode ser visto em algumas frases selecionadas como as melhores, a saber:
“Não adianta nada ter uma ideia incrível de algo que você detesta fazer – ninguém consegue trabalhar por muito tempo com aquilo que odeia.”
E podemos falar também do Facilismo.
O autor é neto de empresário, tem um perfil de empreendedor e para ele muita coisa é fácil, o que para muita gente é difícil ou até impraticável.
Vender a ideia de que “é mais fácil do que se imagina” – depende da “placa-mãe e do sistema operacional” de cada um.
Tem gente que decididamente não nasceu para criar startups, o que não quer dizer que não possa ser feliz e ter um Sucesso Endógeno em algum outro ramo.
Diria que é muito fácil para quem tem determinada vocação e a pessoa tem que saber se tem a vocação para saber se é fácil.
Quem toca um violino com maestria, não pode dizer que é fácil, apenas que ele tem a vocação para aquilo e para quem a tem, é mais fácil.
Vai naquela regra do piloto de fórmula 1.
Para eles, é fácil dirigir naquela velocidade, pois a Plataforma Mental deles tem facilidade para aquilo.
Quanto mais as pessoas conhecem a sua vocação, a sua Plataforma Mental, mais vão achar algo que será muito mais fácil para elas do que para as outras pessoas.
Porém, não se pode generalizar.
Muitas vezes temos a tendência de generalizar que o que é fácil para mim vai ser fácil para todo mundo. Isso é o Facilismo.
Caetano diz:
“…se tivéssemos de escolher uma palavra para definir a época em que vivemos, uma grande candidata seria inovação…”
COMENTÁRIO:
Sem dúvida, há o aumento da quantidade e da velocidade inovadora.
A escolha da palavra “inovação” – para definir a época me parece inadequada.
Inovação é um meio e num um fim em si mesmo. As pessoas inovam para algo.
Uma Teoria Forte não olha para o meio, mas para o fim.
Devemos nos perguntar:
Qual é o foco da inovação generalizada?
Porém, com os estudos que fizemos dentro da visão BIMODAL podemos dizer que a inovação é um meio para se atingir um fim, que a nosso ver é tanto a Personalização ou a Descentralização Progressiva.
Estamos inovando para sermos mais personalizados e viver num mundo mais descentralizado! Este é o foco civilizacional!
Uma Revolução, seja ela qual for, tem uma demanda reprimida, que é a de promover mudanças numa determinada direção.
Caetano diz:
“A primeira conclusão do Barômetro 2016 é que nós estamos vivendo a Quarta Revolução Industrial.”
COMENTÁRIO:
Ele se define como um Industrialista (aqueles que acreditam que a Faísca Detonante é a Quarta Revolução Industrial).
A tese Industrialista, que tem como mentor, Klaus Schwab, é fraca, pois analisa um dos efeitos da Revolução Midiática na Indústria, como se fosse a causa e não a consequência;
Revoluções de Mídias antecedem e viabilizam Revoluções Industriais.
(Falei disso nos outros artigos.)
Caetano diz:
“A Quarta Revolução Industrial é o momento em que vivemos, no qual existe uma união do real com o virtual e, também, uma convergência de tecnologias, sejam digitais, biológicas, sejam físicas.” //
COMENTÁRIO:
Aqui se confunde os conceitos real e virtual.
É um engano definir que uma nova mídia traz virtualidade.
Novas mídias trazem novas formas de interação do ser humano com outros e com a realidade, mas tudo, mesmo as ficções que são criadas, são interpretações da realidade.
O virtual é um nome inadequado para expressar os novos Ambientes Midiáticos.
Falar no telefone ou ver televisão não é estar no virtual, mas para as pessoas que viveram a chegada destas mídias, parecia que era.
Pierre Lévy lembra que estes novos ambientes causam esse tipo de estranhamento e essa confusão.
Caetano diz:
COMENTÁRIO:
“A única maneira de criar um futuro diferente do que vivemos hoje é através da experimentação.”
Aqui vejo o problema da Teoriafobia. Como eu complementaria esta frase?
“A única maneira de criar um futuro diferente do que vivemos hoje é através de uma visão consistente seguida de uma experimentação consistente.”
O que mais me chamou a atenção e marquei no livro?
As 20 melhores frases do Gustavo Caetano
- “O pulo do gato da Uber foi apostar na economia colaborativa.”
- “Muitas vezes tudo que você precisa é um grande fracasso.”
- “… o futuro não espera…e não é linear.”
- “…boas ideias são contagiosas.”
- “Ninguém quer ficar perto de um cara que acha que tem todas as respostas.”
- “…o negócio não existe apenas para dar lucro ou para tornar os empreendedores famosos. Isso são apenas consequências.”
- “…abra os seus olhos para o que o incomoda – é aí que estará um problema para ser resolvido.”
- “As pessoas mais geniais que eu conheço não trabalham apenas pelo dinheiro.”
- “.…você precisa encontrar algo ao qual você queira dedicar a sua vida.”
- “…quanto mais rápido e mais barato você testar e falhar, melhor.”
- “…quanto mais gente boa tem em torno de você, melhor você será.”
- “O cliente é a sua inspiração constante. Pense nele o tempo todo.”
- “As ideias só se transformam em realidade quando você testa.”
- “Todo mundo gosta de se sentir querido.”
- “…todo mundo pode errar, mas só uma vez na mesma coisa.”
- “Não adianta nada ter uma ideia incrível de algo que você detesta fazer – ninguém consegue trabalhar por muito tempo com aquilo que odeia.”
- “…o seu negócio não é maior que o mundo – nem inimigo da realidade.”
- “Você é só uma sardinha, mas, como está nadando no meio de um monte de manjubinhas, parece o maioral.”
- “Quanto mais livre você deixa seu cérebro, mais criativo vai ser.”
- “Inovador é movido não a respostas, mas a questionamentos.”
Outras Frases top do Gustavo Caetano
- “Estamos em um momento em que as verdades mudam rapidamente, os hábitos se transformam da noite para o dia e as tecnologias se tornam obsoletas em poucos anos.”
- “Para que ser só um super-herói se você pode fazer parte de uma equipe de heróis?”
- “…a Uber ajuda a resolver dois problemas bem reais: o das pessoas que precisam de um carro para se locomover na cidade e o das pessoas que precisam de uma grana a mais para fechar o mês no azul.”
- “Então, não negligencie um problema. Se ele for real, vai ter muita gente sedenta para usar a solução que você imaginou.”
- “Quando a coisa faz sentido (o produto ou serviço de uma startup), o negócio cresce por si só, sem nem precisar fazer propaganda no horário nobre da televisão.”
- “Não deixe seu incômodo adormecido; nele existe (ou pode existir) uma oportunidade.”
- “Inovar é enxergar que as oportunidades estão nos problemas que existem, os quais ainda não foram resolvidos porque todas as soluções propostas até agora foram ruins ou ineficientes.”
- “Inovar não é ficar quebrando a cabeça atrás de algo que não existe. Isso aí é tentar separar o polvilho do pão de queijo depois de assado.”
- “Hoje, os pequenos estão incomodando – e muito – os gigantes.”
- “…se você se concentrar em resolver um pequeno problema e propor uma solução simples, não precisará de tantos planos.”
- “Tudo o que você considerava certo e inabalável pode se modificar.”
- “…por mais promissor que um negócio seja, nada dura para sempre.”
- “…de uma hora para outra, tudo o que você considerava certo e inabalável pode se modificar. “
- “Algo que o mundo espera de todos nós: a capacidade de inovar e trazer a nossa porção de colaboração para melhorá-lo.”
- “…temos um trunfo que nossos pais e nossos avós não tinham: o fácil acesso à informação.”
- “O problema é que os ciclos estão se encurtando e possivelmente nos próximos quinze anos a maioria das grandes empresas que existem hoje vai virar pó.”
- “…em sua maioria, os grandes são lentos e ineficientes e não conseguem enxergar a entrada de novos concorrentes…”
- “Uma empresa só dá certo se estiver oferecendo um produto ou serviço que vá facilitar a vida dos outros de alguma maneira.”
- “…nossa mente tem muita dificuldade em imaginar um futuro diferente do que vivemos hoje, e, por isso, a maioria das pessoas imagina o futuro como uma continuação do passado.”
- “O que diferencia os empreendedores é esse olhar afiado.”
- “Afinal, eu não sou um super-herói, que não precisa da ajuda de ninguém para salvar o mundo.”
- “E, para chegar perto do sucesso, preciso de outras pessoas que me ajudem com aquilo que eu não sei.”
- “…coloque as sandálias da humildade do empreendedorismo e vá atrás de gente que sabe mais do que você.”
- “Em alguns casos, só tendo um pouco (um pouco, ok?) de falta de noção é que a gente consegue aquilo que deseja.”
- “…nunca se esqueça de que a inovação de hoje não tem garantia de continuar sendo importante amanhã.”
- “Cada vez mais pessoas estão atrás de algo maior do que o salário no fim do mês.”
- “…há uma busca em conectar o trabalho com aquilo em que se acredita.”
- “…ter esse poder para fazer e acontecer é fundamental no mundo do trabalho e do empreendedorismo.”
- “A lição da Netflix é que você, como empreendedor, precisa estar de olho sempre em novas montanhas.”
- “O que importa é desenvolver um modo de melhorar a vida das pessoas que estão presas a esse “sempre foi assim”. É isso que leva até à inovação.”
- “Hoje, há uma vontade gigante de fazer algo em que se acredita.”
- “É possível entender essas mudanças e ir se adaptando a elas sem, é claro, deixar de fazer aquilo em que você acredita.”
- “Pense nos empreendedores que você conhece (…) pode ser um famosão da internet que desenvolveu um aplicativo sensacional, um senhor que tem uma banquinha de frutas no seu bairro ou uma dentista que acabou de abrir um consultório perto da sua casa. O que todos têm em comum? Eles ganham dinheiro resolvendo os problemas de outras pessoas. E aí não importa o tamanho do problema.”
Frases top de outros
- “Nós prosperamos porque desde muito cedo soubemos como e para quem deveríamos contar nossas histórias.” – Rony Meisler.
- “As marcas costumam gastar fortunas para comunicar para fora seus valores e suas ideias, mas se esquecem de comunicar para dentro.” – Rony Meisler.
- “O que ajuda as pessoas também ajuda aos negócios.” – Leo Burnett.
- “… 70% das companhias ranqueadas pela Fortune 500 (lista das maiores e mais importantes empresas do mundo feita pela revista norte-americana Fortune) em 1955 já fecharam.” – Robert Cooper.
- “Erre depressa e aprenda depressa.” – Anônimo.
- “Tubarão que nada em lago morre.” – Edson Bueno.
- “Sardinha só nada com sardinha e tubarão só nada com tubarão.” – Edson Bueno.
- “Se você está num mercado em que o poder de barganha dos fornecedores ou clientes é muito grande, é melhor sair de lá.” – Michael Porter.
- “Você tem de saber se você gosta de empreender ou se você gosta da sua ideia. ” – Caroline Piguin.
- “Quanto mais humildade e honestidade uma pessoa tem, melhores são seus resultados no trabalho.” – Universidade de Tycoon.
Glossário
- “…ter a noção exata do terreno que você precisa percorrer ajuda a perceber, antes dos outros, quais são as mudanças que estão por vir e quais são os ajustes de rota necessários para continuar no caminho certo rumo ao seu objetivo.”
- “É fundamental praticar uma escuta ativa. Isso quer dizer que, quando estiver conversando com alguém, preste atenção de verdade naquela pessoa.”
- “SIMPLEER, uma palavra que está na ponta da língua de todo mundo e que sintetiza quais são os nossos valores mais fundamentais: Só ganhamos dinheiro se o cliente ganhar dinheiro; Inovação está no nosso DNA; Metas claras; Produtos e soluções escaláveis; Liberdade e responsabilidade para criar um ambiente de trabalho fantástico; Excelência em design; Entre o mapa e o terreno, fique com o terreno; Resultado é Foco.
- “MTP é definido assim: M. Maciço: audaciosamente grande e inspiracional. T. Transformador: pode causar grandes transformações em uma indústria, uma comunidade ou um planeta. P. Propósito: existe um “porquê” muito claro por trás do trabalho. Algo que une inspiração e ação.”
- “Whitelabel é, basicamente, terceirizar um serviço para uma empresa.”
- “Porque eu fiz uma leitura errada do terreno em que íamos pisar.”
- “Lá estava eu às voltas com o meu isopor.”
- “Fomos usando a metodologia dos pinos de boliche: vamos derrubar um de cada vez.”
- “Protótipo é um trem que parece que funciona, mas não funciona direito.”
- “…quando alguém é o centro de uma rede, essa pessoa é influenciada pela saúde, pela inteligência e pelos sentimentos das pessoas que a cercam.”
- “As equipes que realmente se destacavam eram as que possuíam bom relacionamento com outras áreas da empresa.”
- “Inovar é olhar ao redor, descobrir algo que incomoda você e que pode ser melhorado.”
- “Não se pode depender da criatividade para inovar ou esperar eternamente por uma inspiração.”
- “Escala tem a ver com uma regra simples da logística que diz que quanto maior for o volume transportado, menor será o custo unitário do frete do produto.”
- “É mais fácil conseguir um negócio escalável se você empreender por meio da tecnologia, que possibilita um grande alcance de clientes em potencial em pouco tempo e com poucos recursos.”
- “Quando é fácil ensinar a outra pessoa o passo a passo básico para manter seu produto ou serviço funcionando, você tem um ganho enorme em escalabilidade.”
- “…porque não precisa perder tempo em treinamentos complicados e porque você possui um negócio facilmente replicável – o que aumenta a sua velocidade de crescimento através de vendas.”
- “Tanto que uma pesquisa da Fundação Estudar, divulgada pela revista Você S/A, feita com 256 pessoas de todo o Brasil, revelou que 62% dos entrevistados trocariam de emprego se tivessem a chance de, no novo trabalho, realizar seu propósito de vida.”
- “Os negócios bem-sucedidos surgem porque os empreendedores querem, na maioria dos casos, resolver um problema que, se for solucionado, vai melhorar a vida de algumas pessoas. E isso é o propósito.“
- “…foi uma ideia simples a faísca para um grande negócio.”
- “…resiliência é fundamental para ser bem-sucedido…”
- “Eram mais as questões do imponderável, da transformação, das mudanças que, se não estivermos atentos, muitas vezes chegam sem a gente nem perceber, de uma hora para outra. Isso me fez ser alguém bastante paranoico com o pensamento do que está por vir, de como será o futuro. E eu quero compartilhar essa minha paranoia – que tem se mostrado muito positiva para os negócios – com vocês.”
- “A história da fábrica do meu avô (anomalia) se repete em inúmeros negócios até hoje.”
- “Aliás, quando um empreendedor acredita no próprio negócio, na própria capacidade e entende que a adaptação às mudanças é uma das chaves para o sucesso, crescer fica muito mais fácil.”
- “innovatio e quer dizer “um objeto, um método ou uma ideia que seja diferente do que já existia anteriormente”.”
- “Eles não conseguiam notar não porque fossem displicentes ou coisa assim, mas porque tinham um olhar viciado. Era preciso promover um Detox do olhar.”
Objetivo do livro, segundo o próprio autor
- “O que eu aprendi no decorrer da minha trajetória como empreendedor inovador, e isso é o que eu quero compartilhar com você ao longo das próximas páginas.”
- “….minha missão é ajudar você a enxergar com clareza – quem tem essa visão se destaca.”
- “…vou mostrar como criei esse olhar e como transformei inúmeras vezes o meu empreendimento…”
- “…como eu (e outros empreendedores de sucesso) faço para notar as mudanças e me adiantar a elas…”
- “A lição que eu quero compartilhar com você neste livro é simples: se o mundo muda, você tem de mudar também!”
Quem é o autor?
- Brasileiro, mineiro, descrito assim: “ele tem uma gigantesca capacidade de perceber o inconsciente coletivo e de assim criar o futuro.”
- “Ele entende os problemas das pessoas antes delas próprias.”
- “Sou mineiro, tenho 34 anos e acho que a vontade de empreender, inovar e fazer diferente está no meu sangue.”
- “Acho que foi isso que acabou me levando a trabalhar com empreendedorismo e tecnologia. Foi tudo culpa do “uai not?”.”
- “O meu propósito é e sempre foi bem simples: montar um negócio para revolucionar a experiência digital, mas no qual eu posso me divertir.”
- “A minha família é de portugueses. Meu bisavô, com a vontade de empreender e de encontrar um meio de viver por aqui, fundou uma fábrica de cortiças, mais ou menos em 1925, na garagem de casa, ao lado do seu sogro.”
Links
- “A Quarta Revolução Industrial” – Klaus Schwab;
- Associação Brasileira de Startups (ABStartups);
- “Não tropece nas próprias pernas: pare de se sabotar e seja tudo que você pode ser.” – Robert K. Cooper;
- “O capitalismo vive em ciclos” – Nikolai Kondratiev.
Padrões apontados pelo autor para empreender
- “E sabe qual é uma das consequências desse volume de informações livre? O aumento da competitividade e, consequentemente, a valorização da inovação.”
- “…um objetivo é mais facilmente alcançado quando se cria uma rede de pessoas interessadas em trabalhar por aquela meta específica – e quanto mais descentralizada essa rede for, melhor.”
Problemas e Soluções para empreender
- “Se você conseguir desenvolver esse olhar para a frente, certamente poderá se diferenciar no mundo do empreendedorismo e transformar o seu negócio em algo sustentável.”
- “Com isso, vem a criação dos vínculos emocionais, que fazem com que os clientes se sintam muito bem trabalhando com a sua startup.”
- “…para criar um local em que os funcionários amam estar, é preciso descentralizar e dar responsabilidades para todos.”
- “O importante para ajudar os funcionários a terem sempre aquele brilho nos olhos é investir no empoderamento das pessoas.”
- “Uma equipe eficiente só é montada usando a seguinte equação: pessoas altamente qualificadas + alto engajamento. É disso que você precisa para ter um time matador.”
- “…mantenha seu foco na realidade, não no plano.”
- “Só tome cuidado para não ficar mudando apenas por mudar. Para transformar seu negócio, você precisa ter encontrado um jeito diferente de inovar que realmente justifique a sua mudança.”
- “…olhar mais para o que acontece no dia a dia e menos para o planejamento, que é uma tentativa de prever um futuro cada vez mais incerto.”
- “…me cercar de profissionais com habilidades complementares às minhas.”
- “Quando você inova, já precisa estar de olho na próxima janela de oportunidade para inovar.”
- “Temos de nos comportar como cientistas que estão atrás de novas curas e inovações.”
- “…é o cliente que tem o poder de saber se aquilo que você está imaginando para o futuro terá valor para ele, se aquilo é útil ou inútil, e se ele aceitaria pagar pelas inovações que você está pensando em oferecer.”
- “…você não deve apenas prestar um bom serviço para o cliente, mas, também, entender do que ele vai precisar no futuro.”
- “E ganhar reputação significa romper uma barreira mental do empreendedorismo: o medo de o seu negócio ser uma farsa.”
- “Eu tinha de quebrar essa barreira que parece intransponível quando estamos começando em um mercado: conseguir o primeiro grande cliente.”
- “Se você nutrir uma pequena, mas boa rede de contatos formada de gente competente, está feito.”
- “Se você, porém, não tem a humildade de ir lá pedir conselhos para quem é maior do que você, se fica só no seu mundinho achando que não vão existir dificuldades pelo caminho, que tudo é lindo e que os negócios serão fechados só porque você é simpático, está perdido.”
- “Os pesquisadores descobriram que um terço dos empreendedores bem-sucedidos sabem que não têm todas as respostas e que precisam pedir ajuda para resolver problemas, seja conversando com a família, com amigos seja com mentores.”
- “É só com a humildade que você vai conseguir enxergar os pontos fracos da sua ideia, os seus pontos fracos e entender que, muitas vezes, você terá de pedir ajuda se quiser fazer com que o seu negócio siga adiante.”
- “…que os negócios, as pessoas e os produtos estão em constante transformação é a chave para empreender nos dias de hoje.”
- “Porque sempre fizeram assim! E por que sempre fizeram assim? Porque não conversaram com pessoas diferentes, não tiveram vivências diferentes, não ousaram pensar de outro modo e ficaram dando murro em ponta de faca.”
- “…faça um exercício de reflexão e entenda quais são seus pontos fortes, o que pode oferecer, o que gosta de fazer – e como você pode unir suas competências ao que gosta. O tal do propósito, lembra?”
Curiosidades
O que é um Negócio Escalável?
Modelo de inovação da Disney
- pensamento sonhador (vontade de fazer algo diferente);
- pensamento realista (o que é preciso ser feito de verdade);
- pensamento crítico (ver pontos fracos).
Descobrindo o propósito:
- Problemas que te incomodam?
- Habilidades que você quer praticar todos os dias?
- Como juntar as duas?
O pulo do gato dos Negócios Exponenciais:
- Equipe sob demanda – cresce e diminui;
- Comunidade e multidão – exportar tarefas para a comunidade;
- Uso de algoritmos – para reduzir tarefas;
- Não propriedade – ficar o mais solto possível;
- Engajamento – envolver pessoas.
Por que tem que ser ágil?
- O mundo de hoje é veloz;
- Sua ideia não é única;
- Executar é barato.
Dificuldade de experimentar:
- Preconceitos mentais – que fazem com que a maioria das ideias pareça idiota ou sem sentido;
- Medo de errar – consideram a falha algo grave demais.
Por
Hora de mudar:
- Quando você começa a ganhar muitos concorrentes – que oferecem um serviço com mais eficiência e com preço mais baixo do que o seu.
- Quando você perde o poder de barganha com seus clientes.
- Quando não há mais aquele brilho nos seus olhos – ou nos olhos dos seus colaboradores.
Dicas para o sucesso:
- Seja cauteloso com os sucessos que custam muito caro, que exigem que você enfrente estresse e pressão altos demais.
- Procure sucessos que causem menos desgaste de sua energia mental e que exijam pouco gasto do seu orçamento.
- Muitos sucessos seguidos podem trazer acomodação.
- Adotar a atitude do “mais rápido, melhor e mais barato” amplia as chances de sucesso.
- Quanto mais enxuto for o seu orçamento, maior será o número de tentativas que você terá de fazer e, consequentemente, maiores serão as suas chances de acertar.
Chefes:
- Chefe Avestruz – Aquele chefe que, na hora do desespero, enfia a cabeça no buraco e não enxerga nada.
- Chefe Bombeiro – só fica apagando incêndios e não consegue pensar em nada além do fogo para apagar.
- Chefe Construtor – Aquele chefe que se preocupa em construir com a equipe e que está preocupado não apenas com as etapas da construção, mas com o resultado final. É esse o estilo de líderes inspiradores.
É isso, que dizes?
Colaborou o Bimodal: Rodrigo Palhano.
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).
GRIFOS EM NEGRITO E AZUL SUBLINHADO:LINKS PARA AS HASHTAGS BIMODAIS.
GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
(Entre para a Escola para ter acesso completo ao MAPA MENTAL BIMODAL com o roteiro da formação, no qual temos os links para todos os artigos e áudios sobre as nossas diversas Metodologias Futuristas. Aqui, você terá a possibilidade de dialogar sobre as metodologias com o Curador da Escola e com os outros Bimodais. Mande um Zap: 21-99608-6422.)
Startup não é uma empresa, mas uma das fases de uma empresa inovadora!
jan 27th, 2022 by Carlos Nepomuceno
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal310122
Novas Hashtags:
#papo_de_startup – revendo e aprimorando este conceito.
Qual é o tópico do artigo?
Saiba mais sobre a divisão acima, neste artigo.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
As frases criadas para divulgação do artigo:
Vamos ao artigo:
“…o seu negócio não é maior que o mundo – nem inimigo da realidade.” – Gustavo Caetano.
Temos comentando aqui que existem dois tipos de empresas inovadoras no mercado digital:
- as que visam mudar os hábitos das pessoas;
- as que visam mudar a forma de pensar das pessoas.
A BIMODAIS se especializou no apoio à mudança de pensar, revendo o Modus Pensante da sociedade no geral e dos empreendedores, em particular.
Rever o Modus Pensante significa uma revisão constante dos conceitos, pois são eles que forma as teorias e são as teorias, que criam os hábitos, nossa forma de agir.
Ao rever os conceitos, avaliando-os se são para uso geral ou específico e se, em caso de uso para tomada de decisão, se são Fortes ou Fracos.
- Conceitos Fortes são aqueles que conseguem ser mais precisos, reduzindo a interpretação que cada um resolve ter.
E fraco o contrário.
- Conceitos Fracos são aqueles que cada um tem uma definição na cabeça e isso causa uma confusão danada.
Uma empresa focada na mudança de visão, precisa colocar no Laboratório de Conceitos, determinados termos, que são relevantes para a tomada de decisão, mas são mal formulados.
Neste artigo, vamos nos dedicar ao conceito “Startup”.
Mas afinal o que é uma Startup?
Se perguntar na rua, todo mundo vai dizer que é uma empresa inovadora, que mexe com algo diferente.
Ok, maravilha.
Agora, pergunta para três pessoas que operam no mundo do empreendedorismo e verá que as respostas serão bem diferentes.
Temos na vida conceitos que são genéricos para o senso comum, mas que precisam de um detalhamento maior, quando temos decisões mais sérias envolvidas.
Cada empreendedor, vai definir startup de forma diferente. E isso atrapalha, pois o que é startup para fulano pode ser algo bem diferente para sicrano.
Assim, podemos dizer que Startup é um conceito razoável de sala, mas não funciona bem na cozinha.
Vivemos isso aqui na última live da escola, quando cada um definiu de uma maneira e isso gerou a demanda deste artigo.
Quando vamos procurar um significado de Startup na Internet, acabamos por descobrir, que “Startup” admite diversas interpretações.
Vejamos o que achei sobre “Startup” aqui e ali.
Vamos ao Wikipédia em português:
“Uma startup, termo da língua inglesa sem tradução oficial para a língua portuguesa. É uma “empresa emergente” que tem como objetivo principal desenvolver ou aprimorar um modelo de negócio, preferencialmente escalável, disruptivo e repetível.
Comentário:
O que chama a atenção é o “preferencialmente“.
Quando se usa a expressão “preferencialmente” e “geralmente” não temos precisão.
Uma pizzaria da esquina tradicional é uma startup?
Digamos que ela é emergente, pois está começando, está desenvolvendo um modelo de negócio e não optou nem pela disrupção, nem pela escalabilidade e pode até vir a ser repetível.
Preferencialmente, não tem as características definidas ali.
É uma startup?
Agora no Wikipédia em inglês:
“Uma startup é uma empresa ou projeto realizado por um empreendedor para buscar, desenvolver e validar um modelo de negócios escalável. Enquanto o empreendedorismo refere-se a todos os novos negócios, incluindo “auto emprego” e negócios que nunca pretendem ser registrados, as startups referem-se a novos negócios que pretendem crescer além do fundador solo.
Comentário:
Note que aqui se tem a ideia de que é um momento para “validar um modelo de negócios escalável“.
É, portanto, dentro deste ponto de vista, é uma fase de uma empresa, que visa o crescimento.
Note bem que está se falando mais de um verbo, “iniciando” ou “startupizando” algo que vai crescer depois e passar para outra etapa “escalada“.
Aqui se prioriza o crescimento.
Se quer crescer, é uma startup, se não, quer não é.
Tem que ser escalável, segundo eles.
Startup, portanto, por esta interpretação, não é uma empresa, mas uma fase de uma empresa no seu início.
Na definição do Wikipédia em inglês, uma startup não é apenas uma empresa que está iniciando, mas uma empresa que quer ser grande.
Se for uma empresa que está começando e não quer escalar não se encaixa na definição, eles chamam de empreendedorismo, de forma estranha.
Um pipoqueiro que tem uma nova forma de fazer pipoca, mas quer ficar pequeno não é uma startup pela definição do Wikipédia em inglês.
O interessante na definição inicial do Wikipédia em inglês não se fala de disrupção, de digital e nem de repetível.
Agora no Michaelis, dicionário em português:
“Empresa de pequeno porte, com investimento de baixo custo, que privilegia projetos promissores, geralmente na área de alta tecnologia.”
Aqui o que chama a atenção é a troca de startup para “empresa de pequeno porte“, mas não se coloca a questão da fase. Por essa versão, não haveria diferença entre micro empresa e startup.
Porém, ele aponta que é um projeto promissor.
Promissor para quem?
Se o pipoqueiro quer ficar pequeno e está feliz é promissor?
Repare que em três lugares temos três definições BEM distintas, o que pode gerar uma tremenda confusão se vamos tomar decisões em cima deste conceito.
Volto a repetir, se for para o senso comum, não há grandes problemas, mas para um público especializado, é preciso detalhar muito mais.
Isso é certo: mais dia ou menos dia especialistas do empreendedorismo, vão ter que fazer um manual para definir o que afinal é uma Startup para eles.
A confusão se dá nos seguintes aspectos:
- Startup é uma fase de uma empresa?
- Startup precisa ser de alta tecnologia?
- Startup precisa ser de alta tecnologia digital?
- Startup precisa ser disruptiva?
- Startup precisa ter um projeto grande e escalável?
- Startup precisa de aporte?
Vejamos como melhorar o conceito.
Toda empresa, seja ela qual for, tem fases.
- A Fase Inicial – que vai do momento inicial, da ideia a obtenção dos primeiros clientes;
- A Fase de Consolidação – que vai da obtenção dos primeiros clientes para a consolidação do modelo;
- A Fase da Melhoria Continuada – que vai da consolidação do modelo para a melhoria contínua.
Porém, temos dois tipos de Fase Inicial de uma determinada empresa:
- A Fase Inicial de uma Empresa que vai imitar um modelo de negócio existente;
- A Fase Inicial de uma Empresa que vai criar um modelo de negócio inexistente.
Deste ponto de vista, não faz sentido chamar uma empresa de startup.
Faz sentido, sim, chamar uma fase de determinada empresa, que tem um modelo de negócio inovador e inexistente, de “momento startup“.
Ao invés de usar:
“Fulano criou uma startup.”
Acredito ser mais preciso:
“Fulano criou uma empresa inovadora, que está na sua fase startup.”
Parece chique, dizer que está se criando uma startup, mas, na verdade, está se criando uma empresa inovadora, que está na sua fase inicial (startup).
É importante definir isso, pois quando se tem uma empresa inovadora, se lida com determinada incertezas, de teste de conceito, que uma empresa imitadora, não precisará fazer.
Há desafios diferentes para quem vai imitar e para quem vai criar algo do zero.
Assim, podemos ter uma outra divisão de empresas nascentes:
- Criadora – que vai passar por uma fase de testes de conceito e não tem muito a quem imitar;
- Imitadora – que vai imitar alguém.
Uma Empresa Criadora, que cria algo do zero, vai passar por determinadas incertezas, que vai precisar do conselho dos Startupizadores, independente se vai escalar, se é tão disruptiva assim, ou se é digital, ou não, ou se vai ter aporte.
Assim, podemos dizer que:
“Fulano criou uma empresa inovadora, diferente do tradicional, que está na sua fase startup, de validação dos conceitos.”
Dessa maneira, se rejeita a ideia que uma startup obrigatoriamente, ou preferencialmente, tem que ser global, ser de tecnologia, ser digital, tem que ter aporte, ter investimento.
A fase startup é aquela em que se tem uma ideia nova e ainda não é muito conhecida e precisa ser testada no mercado.
Organizações Imitadoras não viveriam esse problema, mas outros.
Startupizar é uma atividade particular de uma Empresa Criadora, que está na sua fase inicial.
A BIMODAIS, por exemplo, é uma Empresa Criadora, Individual (sem perspectiva de criar grandes equipes), Disruptiva, que atua na área de Melhoria da Visão sobre o Digital, com atuação nacional, com uso intenso de novas tecnologias, que passou, depois de três anos, da sua Fase Inicial (Startup) para a de Consolidação.
É isso, que dizes?
Colaboraram os Bimodais: Fernanda Pompeu, Rodrigo Palhano, Átila Pessoa e Renato Azevedo.
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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
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“Pense Simples” de Gustavo Caetano – o que aprendi com este livro? #2
jan 27th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal280122
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#Gustavo_Caetano – mergulhando neste autor (clique no link para ler toda a série de artigos).
Qual é a abordagem do artigo?
Saiba mais sobre a divisão acima, neste post.
Mapas mentais deste artigo
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As melhores frases (formato ppt): https://bit.ly/35jKESd
Os Mapas Mentais que fiz, a partir do livro (formato vídeo): (coloco no final do trabalho)
Os Mapas Mentais que fiz, a partir do livro (formato PPT): https://bit.ly/3G2WDjK
Vamos ao artigo:
“Ninguém quer ficar perto de um cara que acha que tem todas as respostas.” – Gustavo Caetano.
Podemos dizer que temos três análises sobre as explícitas e disruptivas mudanças do Mundo Contemporâneo:
- A Tradicional – que é utilizada pelas organizações estabelecidas;
- A Inovadora Operacional – que é a utilizada pela maior parte dos novos Empreendedores Digitais;
- E a Inovadora Filosófica – que é ignorada pelos tradicionais, ainda pouco utilizada pela maior parte dos Empreendedores Digitais e está sendo criada pelas novas Empresas Focadas na Mudança de Visão.
A BIMODAIS é uma Empresa Focada na Mudança de Visão.
Nosso objetivo é, antes de tudo, que as pessoas mudem a forma de pensar, para só então, alterar a forma de agir.
Não se chega a uma nova forma de pensar a sociedade humana apenas pela observação de curto prazo, mas pela comparação de padrões históricos no longo prazo.
Na verdade, temos hoje no mercado pré-teorias e teorias sobre as atuais mudanças.
Uma Pré-Teoria é um conjunto de percepções dos sentidos, que deve dar início a um processo de:
- escolha da Faísca Detonante;
- na procura de Padrões Históricos de um determinado fenômeno;
- para procurar, a partir disso, as forças envolvidas e quais são as tendências futuras.
Lendo os livros sobre Empreendedorismo Digital se percebe que se trabalha não com Teorias, mas com Pré-Teorias.
Uma Pré-Teoria é uma explicação fraca do que está ocorrendo e só consegue projetar cenários, no máximo de médio prazo.
Quanto mais longe um Empreendedor Digital consegue enxergar, mais poderá disruptar com o seu projeto.
Assim, temos um problema no Mercado Empreendedor Digital brasileiro, de maneira geral, que está escolhendo Teorias Fracas e isso está atrapalhando.
Não ao ponto de não se conseguir empreender ou se ganhar dinheiro.
Mas na qualidade do empreendedorismo e no próprio posicionamento das empresas digitais brasileiras no cenário mundial.
Seria possível ir muito mais além na Inovação Disruptiva se os Empreendedores Digitais Brasileiros compreendessem a importância de Teorias Fortes.
E conseguissem identificar rapidamente o que é uma Teoria Fraca de uma Forte.
Em geral, um Empreendedor Digital Operacional que faz sucesso – como é o caso do Gustavo Caetano – tem uma mente poderosa para determinadas atividades.
Porém, entender o cenário geral e desenvolver teorias explicativas do que está ocorrendo demanda um outro tipo de mente, um outro tipo de perfil.
Estamos falando da demanda da formação de Empreendedores Filosóficos – Teóricos, que têm determinadas capacidades e perfil que os Empreendedores Operacionais não têm e vice-versa.
Podemos dizer que se tivéssemos a preocupação de formar “duplas de vôlei” entre os Empreendedores Operacionais e os Filosóficos-Teóricos iríamos muito mais além do que estamos conseguindo.
Dentre deste cenário, o livro “Pensar Simples” de Gustavo Caetano se encaixa bem dentro de uma literatura Empreendedora Digital Operacional, com vários méritos na metodologia empreendedora e diversas falhas teóricas.
Temos, de maneira geral, uma espécie de Teoriafobia no mercado.
As pessoas acreditam naquela frase famosa, mas totalmente falsa de que “na prática, a teoria é outra“.
O que precisamos aprender é que não existe o fazer sem o pensar antes.
Uma Metodologia é filha de uma Teoria, que é neta de uma Filosofia. Nenhuma delas existiria sem as outras.
Assim, o adequado seria dizer que é de uma teoria consistente, criando o cenário geral de longo prazo, que teremos operações consistentes e vice-versa.
Quando leio o livro de Gustavo Caetano vejo um retrato nítido do Modus Pensante do Empreendedor Digital Operacional Brasileiro.
Temos hoje no mundo dos Empreendedores Digitais Operacionais Brasileiro uma capacidade gigante de tirar leite de pedra, mas uma base teórica ruim.
O Empreendedor Digital Operacional Brasileiro, de maneira geral, utiliza Teorias Fracas, que estão por aí sendo oferecidas, querendo aplausos, dinheiro e fama rápida.
Porém, não é de aplausos ou prêmios que vivem as teorias, mas da sua capacidade persistente e com método de se aproximar dos fatos.
Os estudiosos das mudanças teóricas, em particular Thomas Kuhn (1922 – 96) sempre dizem que nos momentos de anomalia de uma determinada ciência, temos muito mais fumaça (teorias fracas, que ficaram ou já nasceram obsoletas) e pouco fogo (teorias fortes, que explicam melhor os fatos).
O interessante é que as pessoas apostam na inovação em todos os campos, mas se esquecem que é preciso inovar TAMBÉM na filosofia e teoria para explicar o digital.
Há no mercado, de forma generalizada, um questionamento das autoridades, mas se aceita Teorias Fracas justamente por que foram ditas por autoridades de plantão.
Hoje, as teorias que estão sendo consumidas no mercado dos Empreendedores Digitais Brasileiros não venceram pela sua capacidade lógica, mas pelas técnicas da propaganda.
As organizações digitais inovadoras, como é descrito no livro de Gustavo Caetano, abraçam Teorias Gerais da Mudança, que se distanciam da Visão Tradicional, mas isso não quer dizer que são as mais fortes.
A Visão Operacional Inovadora supera a Visão Tradicional, mas isso poderia ser ainda melhor se houvesse a preocupação de agregar uma Visão Filosófico Inovadora.
Há um gap no mercado de boas teorias e boa parte deste problema é de uma academia totalmente distante dos problemas que a sociedade vive hoje em dia.
O pesquisador brasileiro – que opera nos centros de pesquisa tradicionais – está muito mais preocupado em se encaixar na burocracia do que em desenvolver teorias fortes.
De maneira geral, a Visão Operacional Inovadora consegue enxergar um aumento de volume de determinados aspectos da sociedade:
Mais conhecimento, mais redes, mais informação, mais inovação, mais disrupção.
Porém, não conseguem ir além disso.
Note que conhecimento, rede, informação, inovação, disrupção são meios para um determinado fim.
Ninguém conhece, faz rede, se informa, inova ou promove disrupções sem ter uma demanda por trás.
As pessoas querem viver melhor.
E é preciso decifrar o que é “viver melhor?”
Enxergar os macro objetivos da espécie, a partir do Digital, é justamente o pulo do gato que uma Teoria Forte pode oferecer ao mercado.
Os Empreendedores Digitais Brasileiros precisam parar de ficar olhando o dedo que aponta para a lua e passar a olhar para a própria lua!
Se a pessoa consegue promover a disrupção com uma visão de curto prazo, o que ela não seria capaz se tivesse uma visão consistente de longo?
Como é possível enxergar mais longe e além?
É o fator da Recorrência Histórica.
Quando diagnosticamos que vivemos hoje uma Revolução Midiática, tivemos condição de começar a procurar padrões humanos, que nos apontam tendências humanas no macro cenário.
Se alguém acha que estamos vivendo APENAS uma Revolução Industrial será impossível entender para onde REALMENTE estamos indo.
O estudo das Recorrência Histórica das Revoluções de Mídia nos apontam o seguinte, pela ordem:
- aumentamos a população;
- promovemos mudanças na comunicação;
- para que possamos criar Ambientes de Sobrevivência mais descentralizados, participativos e individualizados.
Isso faz parte da rotina de uma Tecnoespécie. (Somos, por enquanto, a única Tecnoespécie conhecida.)
Assim, quando leio o livro de Gustavo Caetano, que é um Empreendedor Renascentista Operacional, tenho acesso a uma série de práticas para que se possa lidar nesse ambiente mais dinâmico.
Fato é que as Teorias Gerais da Mudança Fracas que ele utiliza NÃO o impediram que chegasse onde queria, isso não significa que não possamos apontar que se poderia ter uma visão muito mais adequada e ir muito mais longe.
E é justamente este é um dos “Calcanhares de Aquiles” dos empreendedores brasileiros, sem falar em todo o ambiente burocratizado de negócios do Brasil.
Não temos hoje no mercado boas Empresas Focadas na Mudança de Visão, que consigam ir além da mesmice, da venda rápida e de teorias que são fortes em propaganda e fracas na sua lógica.
De maneira geral, Empresas Focadas na Mudança de Visão produzem as Teorias Gerais da Mudança, que atendem ou ao Tradicional ou ao Operacional Inovador, apenas com visões de curto ou, no máximo, médio prazo.
Um empreendedor dotado de uma Teoria Mais Forte das Mudanças, poderia ir muito mais além, disruptar muito mais e fazer aquilo que só ele sabe fazer: criar novos mercados, modificando a forma com as pessoas fazem as coisas e faturar.
É isso, que dizes?
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“Pense Simples” de Gustavo Caetano – o que aprendi com este livro? #1
jan 25th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo
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Qual é a abordagem do artigo?
Saiba mais sobre a divisão acima, neste post.
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Vamos ao artigo:
#Gustavo_Caetano – mergulhando neste autor (clique no link para ler toda a série de artigos).
Vivemos hoje a passagem do Ciclo de Decadência para o da Renascença Civilizacional de uma Revolução Midiática.
Nos períodos de Renascença Civilizacional, iniciados com a chegada de uma nova Mídia Descentralizadora, temos um aumento exponencial da Taxa de Inovação.
Passamos a viver um período, a partir da chegada do novo século, no qual o Sapiens dá um upgrade na sua capacidade empreendedora.
Não só isso.
Temos a passagem de uma Era Civilizacional para outra e, além disso, a chegada de uma Nova Normalidade.
Na Nova Normalidade trazida pelo Digital temos o aumenta das taxas de:
- inovação;
- de informação e conhecimento;
- de empoderamento das pessoas;
- de personalização.
Temos não só um aumento do Empreendedorismo Incremental (melhorando o que já existe no ambiente tradicional ao estilo um a um), mas também do Empreendedorismo Disruptivo (surgindo diversos novos projetos no estilo zero a um).
(Zero a um e um a um são conceitos criados por Peter Thiel, autor que analisamos aqui.)
Nestes momentos da história, temos o surgimento de vários tipos de Empreendedores Renascentistas, a saber:
- Os Empreendedores Renascentistas das Ações – aqueles que criam projetos para mudar a forma como fazemos as coisas, os operacionais;
- Os Empreendedores Renascentistas das Visões – aqueles que criam narrativas para mudar a forma como vemos as coisas, os teóricos e filosóficos.
O livro de Gustavo Caetano, “Pensar Simples” é um bom e típico livro de um Empreendedor Renascentista das Ações, no qual ele procura organizar o seu aprendizado, um conjunto de leituras, para ajudar outros empreendedores.
O livro é bem escrito e organizado da seguinte maneira:
- nas histórias do próprio autor com as suas startups (acertos e erros);
- as histórias de sucesso de outros empreendedores;
- e, por fim, a apresentação da sua forma de pensar e agir sobre empreendedorismo e de diversos autores do mercado.
Gustavo optou, diferente da BIMODAIS que é adepta da Teoria Midiática, pela Teoria Industrialista (influenciado pelo Klaus Schwab), o que limita um pouco a sua capacidade de analisar o cenário geral.
Os Industrialistas não conseguem perceber o cenário mais amplo, pois Schwab confundiu aquilo que é consequência com a causa.
Primeiro vêm as novas mídias, depois vêm as revoluções industriais e não o contrário.
A Revolução Industrial é uma Sub-Revolução dentro da reação em cadeia da chegada da nova mídia.
O livro “Pensar Simples” é muito mais operacional do que teórico e, nesse enfoque, é bastante útil para quem quer entender os desafios do empreendedorismo.
Digo mais.
Com a leitura continuada dos Empreendedores Renascentistas, vou percebendo que não está se falando apenas para alguém que quer abrir uma startup.
Hoje, temos um Gap Civilizacional, no qual as pessoas precisam viver vidas mais personalizadas.
Há claramente um processo de Startupização dos indivíduos.
Quando falamos que é preciso empreender nos negócios isso reverbera que é preciso personalizar mais e mais todos os aspectos das nossas vidas.
Revoluções de Mídia vêm para permitir que mais pessoas possam participar mais das decisões e processos e colaborar com um novo patamar de complexidade social.
Vivemos, assim, a passagem de uma baixa taxa de personalização para uma maior.
E quando lemos os livros de Empreendedores Renascentistas eles não estão apenas dando recados para quem quer montar novos negócios, mas também para quem quer viver de forma mais personalizada!
Empreender, no fundo, é sobreviver. Todos nós somos empreendedores, pois todos precisamos criar um processo que nos permita viver.
Podemos dizer que existem sobrevivências mais ou menos autônomas.
Quanto mais a pessoa se relaciona diretamente com o mercado, mais autônoma ela é.
Estamos passando, neste novo século, de uma taxa de sobrevivência de menos para mais autonomia.
Hoje, há uma demanda muito grande para que cada pessoa reduza a sua Taxa de Massificação e aumente a da Personalização.
O livro “Pensar Simples” aborda questões que vários outros livros de Empreendedores Renascentistas também fazem, mas tem como destaque – ou novidade – o destaque a importância que o autor atribui à rede de contatos para o sucesso do negócio.
Uma boa rede de contato ajuda a pessoa não só na startup, mas também no trabalho dentro de uma organização e na vida pessoal.
Napoleon Hill também aborda essa questão e define um conceito para isso (pode ler minha análise sobre o livro dele aqui.)
“MasterMind – formado por indivíduos que têm o mesmo interesse, uma profunda noção de missão e de compromisso com o mesmo objetivo. “
Passemos agora a algumas ressalvas ao livro, a partir da Visão Filosófica e Teórica Bimodal(que é onde podemos agregamos neste cenário digital).
Caetano diz:
“…os problemas mudam, as lógicas mudam, as pessoas mudam….”
COMENTÁRIO:
Sim, mas tem coisas que mudam mais e coisas que mudam menos.
Os Empreendedores das Visões, que é o caso dos BIMODAIS, procuram separar os problemas mais estruturais dos conjunturais para que possamos entender o que muda mais e o que muda menos dentro de uma Revolução Midiática.
Podemos dizer que as Demandas Estruturais do Sapiens mudam muito pouco, o que se altera mais são as Demandas Estruturais e as ofertas para ambas.
Temos hoje no mercado uma tendência a um Tudomudismo – no qual se acredita que tudo pode ser alterado, mas é preciso entender que muita coisa não se altera.
Uma Teoria Forte é aquela que é capaz de separar o que muda mais e o que muda menos para que se possa decidir com mais segurança.
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As seis teorias sobre por que estamos dando uma guinada na civilização
jan 24th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#as seis teorias – como estamos interpretando a guinada do novo século?
Qual é o tópico do artigo?
Saiba mais sobre a divisão acima, neste artigo.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Frases que surgiram para a divulgação do artigo
- Quanto mais forte é uma teoria, mais longe ela consegue enxergar.
- Os fatos adoram zoar de teorias fracas.
- Quem bate palma e premia teorias, não são as pessoas, mas os fatos!
- As teorias que fazem sucesso rápido nas grandes mudanças, são aquelas que quem NÃO quer mudar , tende a abraçar.
Vamos ao artigo:
“… o futuro não espera..” – Gustavo Caetano.
Temos dois tipos de mudanças:
- Exógenas – a que vem de fora pra dentro;
- Endógenas – a que vem de dentro para fora.
E temos, a partir disso:
Mudanças Endógenas que são motivadas direta ou indiretamente por Mudanças Exógenas.
Exemplos?
- Quando você decide sair de um emprego, sem que nada no ambiente tenha colaborado para isso diretamente. É uma Mudança Endógena com Baixa Motivação Exógena.
- Quando há uma mudança de chefe e você, decididamente, não vê condições de trabalhar com ele, temos uma Mudança Endógena com Alta Motivação Exógena.
- Quando você é demitido, temos uma Mudança Exógena que vai demandar uma Adaptação Exógena.
Quando temos mudanças civilizacionais, na sociedade, em um determinada região ou país, temos Mudanças Exógenas, que demandam explicações.
Toda mudança faz parte de um fenômeno maior.
Temos dois tipos de fenômenos:
- os Fenômenos Explícitos – aqueles que acontecem e modificam algo, tais como a Pandemia;
- os Fenômenos Implícitos – tais como a energia, que as pessoas pesquisam e criam algo em cima.
Hoje, vivemos uma Mudança Exógena provocada por um Fenômeno Explícito, que demanda explicações.
Teorias são feitas para explicar Fenômenos sejam eles Explícitos ou Implícitos.
Teorias, entretanto, têm as suas regras.
Vejamos os Quatro Fatores Obrigatórios de uma Teoria:
- Qual foi o Fator Detonante, a Faísca Detonante, para que uma determinada estabilidade fosse rompida?
- Quais foram as Causas Ocultas que permitiram que uma série de mudanças, que estavam latentes, ocorressem, a partir da Faísca Detonante?
- Quais são as Forças Emergentes, que estavam latentes que agora, no novo contexto, se tornarão explícitas?
- Quais foram as Recorrências Históricas, que podem corroborar que tais padrões se repetem ao longo do tempo?
Uma Teoria Consistente precisa NECESSARIAMENTE apontar os quatro fatores para que possa ser utilizada na tomada de decisões.
Assim, temos a seguinte divisão:
- Teorias Fortes – aquelas que apresentam os Quatro Fatores Obrigatórios;
- Teorias Fracas – aquelas que NÃO apresentam os Quatro Fatores Obrigatórios.
Hoje, temos no mercado diversas Teorias Explicativas, que procuram entender as mudanças que estamos passando e nos apoiar na tomada de decisão.
São elas:
- a Mística – é uma Revolução Zodiacal ou algo do gênero;
- a Industrialista – é uma Revolução Industrial;
- a Conhecimentista – é uma Revolução do Conhecimento;
- a Informacionalista – é uma Revolução da Informação;
- a Redista – é uma Revolução das Redes;
- a Midiática – é uma Revolução das Mídias.
Muitas delas NÃO se encaixam no que podemos chamar de Teorias.
São percepções articuladas, mas que não cumprem o papel de uma Teoria Forte.
O principal problema das Teorias sobre as Mudanças Contemporâneas é uma confusão entre o Fator Consequente e o Causante.
Estamos vivendo uma Revolução na Informação, Conhecimento, nas Redes e na Indústria, sim estamos, mas elas são causa ou consequência das mudanças?
Informação, Conhecimento e Redes são partes integrantes do que podemos chamar de Mídias.
Mídias são um conjunto de tecnologias (que incluem linguagem e canais), na qual trafegam as informações e o conhecimento.
Rede é um conceito abstrato, que define uma topologia de como a sociedade se organiza.
Muitas vezes se utiliza o conceito “rede” (social), sem saber, como mídia.
São duas coisas diferentes.
A Mídia Oral criou em torno dela uma Rede Midiática, que permitiu um tipo de Rede Social da sociedade.
Assim, temos dois tipos de redes:
- a Rede Midiática – que é a topologia da própria mídia;
- a Rede Social – que é a forma como a sociedade se organiza, fortemente influenciada pela mídias disponíveis.
Quando se fala em Rede Midiáticas estamos falando de Mídias.
Mudanças de Mídia ANTECEDEM as Revoluções Industriais, como foi a chegada da Prensa, em 1450, que permitiu uma série de mudanças produtivas na sequência.
A Quarta Revolução Industrial é uma Sub-Revolução, consequência da Revolução Midiática Digital. Não é, em absoluto, o Fator Causante!
É um GRANDE EQUÍVOCO atribuir as mudanças industriais como a Faísca Detonante das atuais mudanças, que atingem TODOS os setores da sociedade, desde relacionamentos, política, educação, etc.
Quando se defende que a Faísca Detonante das atuais mudanças é a Revolução Industrial está se confundindo a consequência pela causa.
Para que possamos não entrar num debate estéril e sem sentido, é preciso analisar a história.
É preciso usar a Recorrência Histórica – o Quarto Fator Obrigatório de uma Teoria.
É preciso entender quem influencia quem e onde as coisas começam?
Pierre Lévy sugere que toda grande mudança civilizacional começa – e nós concordamos com ele – quando novas tecnologias midiáticas (canais e linguagens) surgem na sociedade.
E temos a oralidade, a escrita manuscrita, a impressa e agora o digital, que nos permitem apresentar a Recorrência Histórica- o Quarto Fator Obrigatório de uma Teoria
Qual o motivo dessa recorrência?
Novos canais e linguagens permitem que haja uma modificação na forma de produzir e circular o conhecimento e a informação, criando novas topologias de redes e permitindo mudanças no ambiente de sobrevivência (onde está a indústria).
Assim, o fator detonante das novas eras civilizacionais sempre é a chegada de uma nova mídia, que inicia um processo revolucionário e isso tem impactos, em cascata na produção de conhecimento, da informação e nas alterações das topologias das redes e da forma de sobrevivência – a indústria.
Portanto, podemos falar de uma Revolução Maior e de Sub-Revoluções menores.
A Revolução Midiática impacta a forma de produzir, circular e consumir conhecimento e a informação, alterando, assim, as Topologias das Redes Sociais e as Indústrias.
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.
O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:
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As duas ambições: a idealizada e a pivotada
jan 20th, 2022 by Carlos Nepomuceno
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#empreendedorismo_e_felicidade – o desafio empreendedor.
Qual é o tópico do artigo?
Saiba mais sobre a divisão acima, neste artigo.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo:
“Lembre-se de que a sua real riqueza pode ser medida não pelo que você tem, mas pelo que você é.” – Hill.
Ambição – anseio veemente de alcançar determinado objetivo, de obter sucesso; aspiração, pretensão.
Note que a palavra ambição implica em se ter uma pretensão de algo.
Pretensão – aquilo que se deseja conquistar, um objetivo.
Quando se fala em objetivo temos o seguinte:
Objetivo – aquilo que se pretende alcançar quando se realiza uma ação; propósito.
Ambição é, assim, é aquilo que antecede as ações para conquistar determinado objetivo – o ponto inicial.
Ambição, assim, não é algo tóxico em si, mas pode ser tornar algo tóxico, dependendo de como você lida com ela.
Ambição pode ser sinônimo de pretensão, de missão, de propósito de vida.
Mesmo quem apenas deseja sobreviver da forma mais simples possível, tem a ambição da simplicidade.
Ambição é o sinônimo de desejo.
Todos nós, assim, querendo ou não, somos ambiciosos, queremos algo da vida, o que varia é:
- a consciência que cada um tem de sua Personal Ambição;
- e a disposição que se tem de se diferenciar dos demais, personalizando a sua vida, conforme as suas objetividades e subjetividades.
A ambição pessoal é aquilo que você define que é importante para a sua vida e, a partir dela, traça ações para conquistar.
Podemos dividir, a partir disso, duas formas de lidar com as ambições:
- a Ambição Idealizada – aquela em que você parte de uma ideia geral e NÃO cria etapas de validação mais consistentes, de forma consciente e planejada;
- a Ambição Pivotada – aquela em que você parte de uma ideia geral e CRIA etapas de validação, de uma forma consciente e planejada.
Na Ambição Pivotada você procura descobrir:
- quais são as suas vocações?
- quais são as atividades que a sua mente gosta de praticar?
- como estas atividades podem se tornar uma rotina sustentável na sua vida, através de atividades remuneradas.
Na Ambição Idealizada você imagina que sabe o que quer, sem refletir muito sobre a validação da mesma.
Na Ambição Idealizada você faz projetos sem validação o que aumenta muito o risco de chegar lá na frente e descobrir que “pegou um caminho” distante da sua Personal Ambição.
Assim, da mesma maneira que podemos dizer que existe o sucesso endógeno e exógeno, podemos dizer que existe a ambição endógena e exógena.
Vejamos:
- A Ambição Idealizada sofre forte influência do Sucesso Exógeno (criado muito mais de fora para dentro do que de dentro para fora).
- Já a Ambição Pivotada tem mais chance de se chegar ao Sucesso Endógeno (criado muito mais dentro para fora do que de fora para dentro).
Podemos, assim, dizer que todo o processo de realização de uma Personal Ambição tem dois desafios:
- O Desafio Exógeno, que é lidar com os fatos fora de você;
- O Desafio Endógeno, que é como você se sente diante dos fatos, ao longo da caminhada.
Quanto mais você pivota dos dois lados, tanto como você se sente e como os fatos vão se apresentando, mais você tem a chance de fazer ajustes para que possa ir ajustando a jornada para aumentar a taxa do Sucesso Endógeno (criado muito mais dentro para fora do que de fora para dentro).
É isso, que dizes?
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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS
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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS.
GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.
GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.
PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.
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#ciclos_civilizacionais – como caminha a humanidade?
Qual é o tópico do artigo?
Saiba mais sobre a divisão acima, neste artigo.
Mapa(s) Mental (is) do Artigo:
Vamos ao artigo:
““…há hoje uma busca em conectar o trabalho com aquilo em que se acredita…” – Gustavo Caetano.
Frases que surgiram, a partir dos áudios:
- A partir do Digital, as pessoas estão se Startupizando;
- O sucesso no Digital vem muito mais de dentro para fora do que de fora para dentro.
- Estamos saindo de um ciclo massificador para um personalizador e isso está dando um nó nas nossas cabeças.
- Vivemos hoje uma Renascença Civilizacional, com o aumento exponencial da taxa de inovação.
- O Sapiens vai crescendo a população e isso nos obriga a mais e mais descentralizar o poder e personalizar a vida das pessoas.
- É regra número um de uma Tecnoespécie: mais gente, mais e mais demanda por descentralização!
Existem várias teorias sobre os motivos da sociedade estar mudando tanto nestas últimas décadas, veja a escolha da BIMODAIS aqui.
- Crescimento Populacional Progressivo (característica de uma Tecnoespécie);
- mais gente demanda Novos Modelos de Comunicação;
- novos Modelos de Comunicação permitem criar Novos Modelos de Intermediação e de Sobrevivência.
Existe um movimento de Ordem Espontânea Continuada, ao longo da história, que gera uma Descentralização Progressiva dos Processos e das Decisões do Sapiens.
É uma regra de toda Tecnoespécie: mais gente, mais e mais demanda por descentralização!
- a Renascença Civilizacional, do surgimento da nova mídia ao momento de consolidação de novas Zonas de Atração;
- a Consolidação Civilizacional, do surgimento e massificação das novas Zonas de Atração – que servem de guia para toda a espécie, permitindo um novo ciclo de aumento populacional;
- e a Decadência Civilizacional, do novo ciclo de aumento populacional até o surgimento de uma nova mídia.
Que momento vivemos hoje?
Somos contemporâneos da passagem do Ciclo de Decadência Civilizacional para a Renascença.
Vejamos:
- No Ciclo de Decadência Civilizacional – temos uma tendência à massificação da sociedade com as objetividades e subjetividades das pessoas sendo fortemente influenciadas do centro para as pontas;
- No Ciclo de Renascença Civilizacional – temos um reversão da tendência da massificação da sociedade para a personalização com as objetividades e subjetividades das pessoas passando a ser influenciadas das pontas para o centro.
Mídias Concentradas aumentam a Taxa de Exogenia da Sociedade, na qual há uma maior influência do centro para as pontas.
O aumento da Taxa de Exogenia da Sociedade é uma marca do Ciclo Decadente e final de uma Revolução de Mídia Passada, que chega ao seu final.
Vivemos um Ciclo Decadente no século passado, quando tivemos um aumento radical da influência do centro para as pontas na forma de agir e pensar das pessoas.
O Ciclo Decadente padronizou bastante a sociedade para que pudéssemos aceitar produtos e serviços mais massificados, que pudessem atender a muito mais gente.
Nos períodos de Decadência Civilizacional, iniciamos um processo de:
- ampliação da visão de um ser humano mais homogêneo e menos heterogêneo;
- um aumento da taxa dos valores por coisas e menos por ideias e propósitos.
Nos períodos de Renascença Civilizacional, que é o que vivemos agora no Pós-Digital, temos justamente o contrário:
- ampliação da visão de um ser humano mais heterogêneo do que homogêneo;
- um aumento da taxa dos valores por ideias e propósitos e menos por coisas.
Vejamos:
- Nos Ciclos de Decadência Civilizacional – temos um centro mais ativo e um cliente/consumidor mais passivo;
- Nos Ciclos de Renascença Civilizacional – temos um cliente/consumidor mais ativo e um centro mais passivo.
Isso influencia em diversas formas de agir e pensar e também na noção generalizada de sucesso.
Vejamos:
- O sucesso no Ciclo Civilizacional Decadente é mais Exógeno do que Endógeno;
- O sucesso no Ciclo Renascente é mais Endógeno do que Exógeno.
Hoje, temos uma Explosão da Personalização do Sapiens, um processo que nos permite o aumento da participação de cada pessoa nos processos e decisões.
Por isso, se fala tanto em valores, propósito, missão de vida, etc.
Estamos saindo de uma Velha Normalidade e entrando em uma Nova Normalidade, na qual as pessoas serão muito mais autônomas do que foram no passado.
Estamos passando de uma Taxa de Autonomia do Sapiens menor para uma maior para que possamos lidar, de forma mais sustentável, com o novo Patamar Demográfico.
A passagem do Ciclo Decadente para o Renascente tem provocado um Gap Objetivo e Subjetivo no Sapiens, pois as pessoas estavam acostumadas a ter uma vida muito mais teleguiada (ou Zecapagodiada) do que hoje em dia.
É isso, que dizes?
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Napoleon Hill – o que fica de importante para o Empreendedor Digital? (1 e 2)
jan 18th, 2022 by Carlos Nepomuceno
O áudio do artigo (1)
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#Napoleon Hill– mergulhando neste autor.
Qual é a abordagem do artigo?
Saiba mais sobre a divisão acima, neste post.
Que tipo é de autor?
Mapas mentais do artigo:
As 30 melhores frases (formato vídeo): https://youtu.be/kmh_9fkwwvI
As 30 melhores frases (formato ppt): https://bit.ly/3qKN44I
Os Mapas Mentais que fiz, a partir do livro (formato vídeo): https://youtu.be/gSHf_E–ahw
Os Mapas Mentais que fiz, a partir do livro (formato PPT): https://bit.ly/3fIpq2v
Vamos ao artigo:
Texto da versão 2:
“Ou você controla sua mente ou ela controla você.” – Hill.
Objetivo do livro
Tirar as pessoas da zona de conforto para que elas sejam mais felizes, através de uma pesquisa feita pelo autor daqueles que ele considera que tiveram “sucesso”. Hill, na maior parte do livro, considera sucesso quem fez grandes fortunas.
Alguns insights depois que fiz o áudio do artigo:
- Ler um livro didático é muito diferente do que assistir a uma série do Netflix: exige metodologia.
- Na Nova Normalidade Digital, o conceito de Sucesso será muito mais descentralizado do que foi no passado.
- Quando o poder se concentra, há um aumento, na mesma proporção, do Sucesso Exógeno (mais de fora para dentro do que de dentro para fora).
- Napoleon Hill é um representante típico de uma época em que todo mundo queria ser o Tio Patinhas, cujo hobbie era nadar no cofre forte.
- A Revolução Digital está aumentando a demanda pelo Sucesso Endógeno (aquele que vem mais de dentro para fora do que de fora para dentro).
- A normalidade é muito mais fácil, mas deixa um tremendo vazio, pois, no fundo, você sabe que a sua vida está passando e você não está se potencializando.
Alguns comentários:
O livro “Quem pensa, enriquece” de Napoleon Hill (1883 – 1970) é denso, que precisa de uma análise bem detalhada para ser bem utilizado pelos empreendedores.
- todos querem viver um Sucesso Exógeno (definido de mais de fora para dentro do que de dentro para fora);
- o caminho do sucesso é igual para todos e ele tem um método;
- sucesso é ter muito dinheiro;
- e que para se chegar ao Sucesso Exógeno Monetário – que todos, segundo Hill, querem – basta seguir as dicas, os segredos, do autor, que fez dinheiro vendendo a sua metodologia de “sucesso“.
- Sair da chamada Normalidade Normal é a base para quem quer viver uma vida com uma taxa elevada de Sucesso Endógeno.
- O Sucesso Endógeno, assim, exige uma vida de experimentação, na qual você luta para ser cada vez mais você.
- Podemos dizer que o Sucesso Endógeno é a capacidade que cada pessoa tem de exercitar, o máximo possível, os seus potenciais.
- Não resta dúvida que adotar o Sucesso Exógeno como referência é muito mais fácil, pois você procura aquilo que os outros dizem que é sucesso e não aquilo que é sucesso para você.
- Conheci muitas pessoas que queriam ser especiais em uma atividade, na qual elas iam ser apenas medianas. E não apostavam mais nos seus talentos únicos.
- Sucesso Endógeno é a capacidade que temos de viver, ao máximo, nossos potenciais únicos.
- De quando em quando, muito raramente, aparecem pessoas em todos os setores com um dom e uma vontade especial que modificam os paradigmas.
- Hoje, temos um movimento descentralizador no mercado que pede um conceito de sucesso mais personalizado.
Texto da versão 1:
“Conhecimento não tem valor, exceto pelo que pode ser adquirido com sua aplicação relacionada a algum fim válido.” – Hill.
O que fica datado em Hill:
- o objetivo de todo mundo deveria ser um só: gerar riqueza monetária, fama, sucesso;
- todos têm a mente adaptada para esse tipo de jornada, bastando querer;
- todos que atingirem esse objetivo estarão felizes;
- o dinheiro, leia-se grandes fortunas, é a principal referência para definir quem é vencedor de quem é fracassado;
- e que existe uma fórmula mágica e única para que se atinja esse objetivo.
Note bem que se eu entrevistar todos os corredores de fórmula 1, eles terão um perfil parecido, mas não posso generalizar que TODO mundo pode ser um piloto de Fórmula 1. Existem algumas características pessoais de um piloto de fórmula 1, que pouca gente tem.
Quando se entrevista pessoas que fizeram grandes fortunas, tem algo naquelas mentes, naquele jeito de ser, que não pode ser generalizado para todas as pessoas.
Existem algumas coisas, que podem servir para todos, mas o ponto de partida para que se consiga determinado tipo de conquista, depende das objetividades e subjetividades particulares.
O livro de Hill é importante, pois populariza e sistematiza determinadas condutas eficazes de pessoas que conseguiram seus objetivos, independentes quais sejam.
Aprender com quem conseguiu a sua Felicidade Saudável é bom para todo mundo, desde que não se imagine que a Felicidade Saudável de fulano é igual a de Sicrano.
Existem pessoas que nasceram e se sentem felizes em liderar grandes projetos, mas não podemos generalizar que TODO mundo tem este perfil e precisa fazer isso para se sentir mais feliz.
Outro ponto importante é relativizar a questão do dinheiro.
Dinheiro é uma ferramenta para que possamos viver melhor, mas não podemos chamar uma ferramenta, que é meio, não um fim em si mesmo.
As pessoas querem ganhar dinheiro para fazer algo com o dinheiro e não ter dinheiro, como o Tio Patinhas, para ficar nadando dentro de um cofre forte.
Os autores renascentistas, tais como Mark Manson (veja minha análise aqui) defendem claramente o oposto dessa visão de felicidade massificada e o dinheiro pelo dinheiro:
- cada um tem um personal sucesso, que tem que ser medido mais de dentro para fora do que de fora para dentro;
- a felicidade é personalizada;
- o dinheiro não é o epicentro do sucesso, apenas uma ferramenta para que a vida seja sustentável;
- e que NÃO existe uma fórmula mágica e única para que se atinja o personal objetivo de cada um.
Há no mundo do empreendedorismo esta divisão:
- os Hillianos, que têm o foco exclusivamente no dinheiro, no curto prazo, que tende a ter problemas num ambiente tão competitivo como o atual;
- e os Mansinianos, que NÃO têm o foco exclusivamente no dinheiro, há um pensamento de longo prazo, que tende a prosperar mais num ambiente tão competitivo como o atual.
O que eu diria?
Que na formação dos empreendedores Hill deveria ser abordado, com muitas ressalvas, destacando os problemas filosóficos e se concentrando nas sugestões metodológicas.
Eu organizaria assim uma formação empreendedora:
- os Bimodais para a visão geral de por que e para onde estamos indo;
- o Mark Manson como o centro para o autoconhecimento do empreendedor com foco no Sucesso Endógeno.
- o Eric Ries para a jornada inicial da startup.
- e o livro “Empreender: a arte de se foder todos os dias e não desistir” de Israel Salmen e Lucas Marques para a fase da escalada de uma startup média que quer se expandir.
Hill entraria para pincelar nestas etapas, com algumas frases e dicas.
O que marquei no livro?
Frases top
“A liderança pela força não se sustenta. A liderança por consentimento dos seguidores é a única que consegue se sustentar.”
“Dinheiro sem cérebro é sempre perigoso.”
“O passo mais importante na comercialização de serviços é selecionar uma ocupação na qual você possa mergulhar por inteiro.”
“A oportunidade tem o hábito tímido de entrar pela porta dos fundos.”
“A história de praticamente todas as grandes fortunas começa no dia em que um criador de ideias e um vendedor de ideias se juntam e trabalham em harmonia.”
“Ideias são o ponto de partida de todas as fortunas.”
“Imaginação é como um músculo: pode ser fortalecida com o uso.”
“Sucesso e fracasso são em grande parte resultados do hábito.”
“Conhecimento não tem valor, exceto pelo que pode ser adquirido com sua aplicação relacionada a algum fim válido.”
“Pessoas bem-sucedidas nunca deixam de adquirir conhecimento especializado relacionado a seus maiores objetivos, seus negócios ou sua profissão.”
“As que não são bem-sucedidas normalmente cometem o engano de acreditar que o período de aquisição de conhecimento acaba quando se conclui a escola.”
“Qualquer pessoa é educada quando sabe onde buscar o conhecimento de que precisa e como organizar esse conhecimento em planos de ação definidos.”
“Conhecimento só é poder potencial. Só se torna poder quando e se organizado em planos definidos de ação e direcionado para um fim definido.”
“Toda adversidade traz com ela a semente de uma vantagem equivalente.”
“Se você desenvolveu o hábito de ver a vida apenas de sua perspectiva, pode cometer o engano de acreditar que suas limitações são, de fato, a medida correta das limitações.”
“Uma das causas mais comuns de fracasso é o hábito de desistir diante de uma derrota temporária.”
“O fracasso é um trapaceiro com um aguçado senso de ironia e astúcia.”
“Uma das principais fraquezas da pessoa comum é ter muita familiaridade com a palavra impossível.”
“Ter um desejo ou uma definição de objetivo para sua vida tem um efeito sinérgico sobre a capacidade de atingir metas.”
“Não se deixe diminuir por ninguém por ser um sonhador.”
“Não se importe com o que “eles” dizem, caso sofra uma derrota temporária.”
“Hoje o mundo é cheio de oportunidades que os sonhadores do passado nunca conheceram.”
“O ponto de transformação na vida daqueles que alcançaram o sucesso normalmente acontece no momento de alguma crise, pela qual são apresentados ao seu “outro eu”.”
“Comece conhecendo um lado de sua personalidade que não reconhece obstáculos, que não reconhece derrotas.”
“A vida é um patrão justo, ela dá o que você pede.”
“A maioria das pessoas fracassa pela falta de persistência na criação de novos planos para substituir aqueles que falharam.”
“A procrastinação, o oposto da decisão, é um inimigo comum que praticamente todas as pessoas precisam dominar.
“Não espere problemas, pois eles tendem a não desapontar.”
“Deixe grandes pessoas darem forma à sua vida.”
“As pessoas têm o hábito de tomar decisões muito lentamente, quando tomam, e de mudar essas decisões de forma rápida e frequente, quando deveria ser o oposto.”
“Uma das qualidades mais notáveis de Henry Ford era o hábito de tomar decisões rápidas e definitivas e mudá-las lentamente. Essa qualidade era tão pronunciada em Ford que deu a ele a fama de obstinado.”
“Pessoas que fracassam são, em geral, facilmente influenciadas pelas opiniões dos outros e permitem que fofocas, rumores, opiniões alheias e notícias de jornais formem seu pensamento.”
“Opiniões são os bens mais baratos da Terra.”
“Se você é muito influenciado pelas opiniões dos outros quando toma decisões, não terá sucesso em nenhuma empreitada.”
“Amigos e parentes próximos, mesmo sem ter a intenção, muitas vezes nos prejudicam com “opiniões” e, às vezes, com a ridicularização, pensando que são engraçados.”
“Milhares de homens e mulheres carregam complexos de inferioridade durante toda a vida porque uma pessoa bem-intencionada, mas ignorante, destruiu sua confiança com opiniões ou a ridicularização.”
“É característico das pessoas que têm conhecimentos limitados tentar dar a impressão de que sabem mais do que realmente sabem. Essas pessoas geralmente falam demais e escutam de menos.”
“Diga ao mundo o que você pretende fazer, mas primeiro mostre.”
“As grandes decisões que serviram de base à civilização implicaram grandes riscos, muitas vezes o risco de morte.”
“Os líderes em cada área da vida decidem com rapidez e firmeza. Essa é a principal razão pela qual são líderes. O mundo costuma abrir espaço para pessoas cujas palavras e ações demonstram que elas sabem para onde estão indo.”
“Nenhum homem conquista grande sucesso sem se dispor a sacrifícios pessoais.”
“Lembre-se de que a sua real riqueza pode ser medida não pelo que você tem, mas pelo que você é.”
“A falta de persistência é uma das principais causas de fracasso.”
“Desejos fracos trazem resultados fracos, assim como um fogo brando gera pouco calor.”
“Uma coisa é certa: se você não tiver persistência, não alcançará sucesso notável em nenhuma vocação.”
“Se você fizer um estudo imparcial sobre profetas, filósofos e líderes religiosos do passado, chegará à inevitável conclusão de que a persistência, a concentração do esforço e a definição de objetivo foram as principais fontes de suas realizações.”
“As pessoas assumem a natureza, os hábitos e o poder de pensamento daqueles com quem se associam.”
“Escolha associar-se a pessoas que compartilhem de valores, objetivos e interesses comuns, mas que tenham individualmente um forte desejo de contribuir com o esforço geral.”
“O mundo é governado pelas emoções humanas, e são elas que estabelecem o destino da civilização.”
“A vida é um tabuleiro de xadrez e o jogador na sua frente é o tempo.”
“Foi uma grande surpresa para mim quando descobri que a maior parte da feiura que via nos outros era apenas um reflexo da minha própria natureza”.
“Construir álibis para explicar o fracasso é um passatempo nacional.”
“Ou você controla sua mente ou ela controla você.”
“Ou você controla sua mente ou ela controla você. Não existe meio-termo. O método mais prático para controlar a mente é o hábito de mantê-la ocupada com um objetivo definido apoiado por um plano definido.”
“Seria possível uma pessoa que você considera um amigo ser, na realidade, seu pior inimigo por causa da influência negativa em sua mente?”
“Sem dúvida a fraqueza mais comum de todos os seres humanos é o hábito de deixar a mente aberta às influências negativas de outras pessoas.”
“Procure deliberadamente a companhia de pessoas que o influenciem a pensar e agir por si mesmo.”
“Até um cachorro ou cavalo sabe quando o dono não tem coragem.”
“O maior de todos os remédios para o medo da morte é um desejo ardente de realização, apoiado por um serviço útil aos outros.”
Glossário
Imaginação sintetizada – por meio dessa capacidade, você organiza antigos conceitos, ideias ou planos em novas combinações. A imaginação sintetizada não cria nada. Simplesmente funciona com o material da experiência, educação e observação com que é alimentada;
Imaginação criativa – por meio da faculdade da imaginação criativa, a mente humana finita tem comunicação direta com a inteligência infinita, a faculdade pela qual “palpites” e “inspirações” são recebidos. Os grandes líderes do comércio, da indústria e das finanças e os grandes artistas, músicos, poetas e escritores se tornaram grandes porque desenvolveram a capacidade da imaginação criativa.
MasterMind – formado por indivíduos que têm o mesmo interesse, uma profunda noção de missão e de compromisso com o mesmo objetivo. O
Existem duas formas de liderança. A primeira, e de longe a mais eficiente, é a liderança por consentimento e com a simpatia dos seguidores. A segunda é a liderança pela força, sem o consentimento e a simpatia dos seguidores.
Uma pessoa educada é alguém que desenvolveu de tal forma suas faculdades mentais que pode adquirir o que quiser, ou seu equivalente, sem violar os direitos dos outros.
Posto de outra forma, autossugestão é sugestionar a si mesmo.
Uma filosofia é um sistema de princípios que guiam seus pensamentos e ações e fornecem um código de ética e um padrão de valores.
Determinação canina – persistência em se concentrar em um único desejo. Ou Desejo definido – queimou todas as pontes atrás dele. Manteve seu desejo até este se tornar a obsessão dominante de sua vida – e finalmente um fato.
Poder pode ser definido como “conhecimento organizado e inteligentemente dirigido”.
O sexto sentido é a porção da mente subconsciente que foi referida como imaginação criativa.
Uma definição de gênio pode ser: “Alguém que descobriu como aumentar a intensidade do pensamento até o ponto de poder se comunicar livremente com fontes de conhecimento não disponíveis no ritmo de pensamento comum”.
Links
- Daniel Goleman criou um argumento convincente de que o jeito como as pessoas lidam consigo e com seus relacionamentos, o qual ele chama de inteligência emocional ou IE, é um indicador muito melhor que o QI para prever se uma pessoa será bem-sucedida na vida;
- W. Clement Stone chamou o processo de fórmula R2A2 – Reconhecer e Relacionar, Assimilar e Aplicar. Se você fizer isso com tudo que vê, ouve, pensa e experimenta, desenvolverá um novo jeito de olhar para coisas conhecidas;
- Edward De Bono, um dos mais respeitados especialistas no campo, escreveu mais de 25 livros, inclusive os best-sellers O pensamento lateral e Os seis chapéus do pensamento, cujo objetivo é, literalmente, fazer você pensar;
- Feel the Fear and Do It Anyway, de Susan Jeffers, Wishcraft, de Barbara Sher, e Do What You Love, The Money Will Follow, de Marsha Sinetar;
- O best-seller de Gabriele Rico, Writing the Natural Way, usa uma técnica chamada clustering para romper o bloqueio de escritor, e Tony Buzan utiliza um método similar para abrir a mente, que ele chama de Mind Mapping. Em seu best-seller Superlearning, Sheilah Ostrander e Lynn Schroeder mostram maneiras de usar a música clássica, e Roger von Oech sugere quebra-cabeça e charadas como estímulos em A Whack on the Side of the Head.
- Marc Myers, editor de um dos informativos de autoajuda mais influentes do país, o Bottom Line/Personal, escreveu um livro intitulado How to Make Luck: 7 Secrets Lucky People Use to Succeed.
- Sugiro veementemente que você leia uma biografia de Maomé, especialmente a de Essad Bey.
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