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O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Um dos enigmas da inovação do novo século: Por que NENHUMA organização tradicional lidera o mercado digital?
  2. Mesmo que as soluções não estejam mais adequadas ao tipo de problema, insistimos em repeti-las.
  3. A tendência das pessoas é sempre encarar os problemas a partir das soluções que estamos acostumados.
  4. Não é, portanto, a solução que define o problema, mas o problema que define a solução.
  5. Um Disruptor não tem uma capacidade de processamento maior, mas um espaço abstrativo maior para fazer conexões inusitadas.
  6. Quando falamos em inovação, não conseguimos enxergar que determinados problemas pedem um tipo de mente especial.
  7. Holmes tem um tipo de mente que tem maior capacidade de abstração.
  8. Procura-se resolver novos problemas, se utilizando de equipes Incrementadoras e não de um ou mais Disruptores.

Vamos ao Artigo:

“Os avanços que mudam nosso mundo nascem do casamento da genialidade com o acaso.” – Safi Bahcall.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Vivemos hoje o início do Renascimento 2.0 – um dos Macro Ciclos de uma Revolução Civilizacional.

Temos nos Renascimentos Civilizacionais dois tipos de Modificações no Ambiente de Sobrevivência do Sapiens:

  • Quantitativas – um aumento em uma série de atividades do que já fazíamos antes;
  • Qualitativas – o surgimento de atividades que eram impossíveis de realizarmos antes por falta de tecnologias.

Quais são as Modificações Quantitativas no Ambiente de Sobrevivência do Sapiens com a chegada da Civilização 2.0, entre outras?

  • Mais Inovação;
  • Mais Competitividade;
  • Mais Originalidade;
  • Mais Globalização;
  • Maior Participação do Sapiens nos processos e nas decisões;
  • Maior velocidade no ritmo das mudanças.

Quais são as Modificações Qualitativas no Ambiente de Sobrevivência do Sapiens com a chegada da Civilização 2.0, entre outras?

  •  a chegada e massificação de uma nova Mídia Mais Completa, que permite que façamos uma série de atividades que antes eram impossíveis de serem realizadas, tais como o surgimento de um novo Novo Macro Modelo de Cooperação (Uberização e Blockchenização);
  • e o surgimento da Inteligência Artificial, que permite o surgimento de um novo tipo de Mente Artificial para ajudar o Sapiens na sua sobrevivência.

Neste novo cenário, temos um aumento exponencial da Inovação e uma forte demanda pela modificação no Perfil dos Inovadores.

Na Bimodais, criamos a hipótese de que temos Três Tipos de Perfis Inovadores:

  • Incrementador – uma mente menos abstrata, que é mais adequada para implementar mudanças mais incrementais tanto nas tecnologias como nas metodologias;
  • Disruptor – uma mente mais abstrata, que é mais adequada para implementar mudanças mais radicais tanto nas tecnologias como nas metodologias;
  • Mega Disruptor – uma mente muito abstrata, que é mais adequada para implementar mudanças mais disruptivas tanto nas tecnologias como nas metodologias, mas também na filosofia e nas teorias, que acabam por impactar, em algum momento, nas metodologias e tecnologias.

Todos os Perfis Inovadores do Sapiens precisam realizar um upgrade para poder lidar com o novo Ambiente de Sobrevivência 2.0.

Um Incrementador, por exemplo, terá que tornar a Inovação muito mais constante do que era. Bem como, o Disruptor e o Mega Disruptor.

Sherlock Holmes, bem como o Mentalista, analisamos aqui aquela serie, são exemplos típicos do Perfil dos Disruptores.

Patrick Jane e Holmes são pessoas que têm capacidade imaginativa maior que a maioria e que ajudam com a sua capacidade a desvendar crimes incomuns.

Como fazem isso?

Os Disruptores têm a capacidade de unir coisas que não são comumente juntáveis.

Na verdade, nas duas séries, são apresentados crimes incomuns, que não são resolvidos por simples evidências.

Podemos separar a equipe de detetives das séries em dois blocos:

  • o grupo que cuida do levantamento dos fatos;
  • e Patrick Jane e Holmes, que ficam responsáveis por descobrir o que não é tão evidente.

Temos sempre dois tipos de problemas na vida:

  • os Problemas Mais Normais – que pedem Soluções Disruptivas, através do Método Dedutivo para solucioná-los, em geral resolvido por uma pessoa;
  • os Problemas Mais Extraordinários – que pedem soluções incrementais, através do Método Indutivo para solucioná-los, em geral, resolvidos por grupos.

E aí temos uma grande novidade, uma mudança de Paradigmas na Inovação:

  • Problemas Mais Normais podem ser resolvidos com um esforço de grupos;
  • Problemas Mais Extraordinários pedem uma Mente Disruptiva, individual, que pode trabalhar com outras com o mesmo perfil.

Holmes e Jane são chamados sempre para resolver Problemas Mais Extraordinários e nunca Problemas Mais Normais.

Holmes e Jane são chamados sempre para resolver Problemas Mais Extraordinários e nunca Problemas Mais Normais.

O mesmo ocorre nas séries “Unabomber” e “Mindhunter” quando Disruptores conseguem criar novas formas de resolver problemas, que os grupos não conseguiram.

De maneira geral, quando se pensa na Inovação Organizacional, se procura a Inovação Incremental e não a Disruptiva.

A experiência demonstra que, por tendência, Disruptores tendem a ser rejeitados em Ambientes Organizacionais Mais Estabelecidos.

Ambientes Organizacionais Mais Estabelecidos – aqueles que já têm rotina, legado e clientes.

Holmes e Jane têm um tipo de mente que tem maior capacidade de abstração.

Isso significa que há em algum lugar na mente deles um espaço para fazer conexões que não são comuns em outras mentes.

De maneira geral, quando falamos em inovação, não conseguimos enxergar que determinados problemas pedem um tipo de mente especial.

Foi um dos problemas que a equipe da série “Unabomber” teve, acreditando que iam chegar no terrorista, via Indução e não Dedução.

Por mais que um grupo possa trabalhar num determinado problema, precisa ter uma Mente Disruptiva dentro dele para chegar em soluções mais originais.

Um Disruptor não tem uma capacidade de processamento maior, mas um espaço abstrato maior para fazer conexões inusitadas.

Neste momento, temos que unir duas vertentes do pensamento, a Epistemologia com a Inovação.

Quando estamos diante de diversos tipos de problemas, é preciso identificar de que tipo estamos enfrentando.

Não é, portanto, a solução que define o problema, mas o problema que define a solução.

Thomas Kuhn (1922-96) no seu recomendável livro “A Estrutura das Revoluções Científicas” se debruça sobre este problema.

Ele nos ensina que:

A tendência das pessoas é sempre encarar os problemas a partir das soluções que estamos acostumados.

Mesmo que as soluções não estejam mais adequadas ao tipo de problema, insistimos em repeti-las.

Temos aí um problema que podemos denominar de Solucionismo Repetitivo.

A incapacidade de superar o Solucionismo Repetitivo explica, por exemplo, um grande enigma da inovação neste novo século.

Um dos enigmas da inovação do novo século: Por que NENHUMA organização tradicional lidera o mercado digital?

As pessoas têm a tendência de não conseguir  compreender que estão diante de novos problemas, que pedem novas soluções.

De maneira geral, se procura resolver TODOS os problemas com o mesmo ferramental de soluções que era usado antes.

Mais ainda.

Procura-se resolver novos problemas, se utilizando de equipes Incrementadoras e não de um ou mais Disruptores.

Pessoas que têm uma Mente Mais Disruptiva são fundamentais para a solução de Problemas Extraordinários.

Problemas Mais Extraordinários pedem Mentes Mais Disruptivas.

Por mais que um grupo com Mentes Mais Incrementadora se esforce, não conseguirá soluções adequadas para um Problema Mais Extraordinário.

O que vemos nas séries o Mentalista e Holmes é justamente um equilíbrio entre uma equipe incrementadora e as mentes disruptivas de Jane e Holmes.

Sem eles, como vemos em alguns capítulos do Mentalista, por exemplo, a taxa de solução de crimes despenca.

A série “O Mentalista” é, claramente, inspirada em Sherlock Holmes, que tem também uma Mente Mais Disruptiva.

Assim, eu ousaria questionar a frase de Einstein.

“A imaginação é mais importante que o conhecimento.” – Einstein.

Diria que a imaginação é mais importante do que o conhecimento, dependendo do tipo de problema que estamos enfrentando.

Para uma cabeça tipo Einstein ou Patrick Jane ou Sherlock Holmes a imaginação é a ferramenta principal para solucionar os Problemas Extraordinários.

Porém, a vida não é feita apenas de Problemas Extraordinários.

Por fim, façamos um Mapa Mental do que a Bimodais modifica, de forma um pouco mais radical ou disruptiva a visão mais comum sobre Inovação:

  • a divisão da inovação em três camadas: Civilizacional, Organizacional e Pessoal;
  • a divisão de Três Perfis Inovadores: Incremental 80% da população), Disruptivo (18%) e Mega Disruptivo (2%);
  • a sugestão, conforme o tipo de Problema (Mais Normal ou Mais Extraordinário) do uso de um determinado Perfil Inovador;
  • a percepção de que é praticamente inviável promover Inovação Disruptiva (que envolve mudanças filosóficas) em Ambientes Estabelecidos;
  • o diagnóstico que vivemos hoje a maior Revolução Civilizacional da história do Sapiens, que permite a introdução de novos Modelos de Cooperação totalmente inéditos na sociedade, filosoficamente disruptivos com os anteriores;
  • a constatação de que todos os Perfis Inovadores precisam promover um upgrade nas suas capacidades diante das Mudanças no Ambiente de Sobrevivência do Sapiens promovidas pela Revolução Civilizacional 2.0.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

Está começando a nona imersão (de janeiro a julho de 2023) – não perca! R$ 700,00 no Pix!

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A base da Inovação Pessoal é a passagem gradativa, progressiva e constante de uma atitude menos passiva para uma mais ativa diante dos problemas.
  2. Ninguém inova se passa os dias culpando os outros peles seus problemas.
  3. É típico de uma pessoa que tem uma Atitude Mais Passiva diante da vida promover a terceirização dos seus próprios problemas.
  4. Atitude Ativa Diante da Vida: problemas são vistos como desafios e eu procuro resolver.
  5. Quando falamos de amadurecimento das pessoas, no fundo, estamos falando de responsabilização.
  6. O problema central quando temos problemas de inovação, tanto no campo pessoal ou organizacional, é a Baixa Taxa de Responsabilização.
  7. Uma atitude mais passiva diante do mundo, é fruto de uma baixa taxa de responsabilização.
  8. Crescer é se responsabilizar.

Vamos ao Artigo:

“Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”  – Sartre.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Todos nós nascemos dependentes da nossa família, pois o Sapiens, diferente de outras espécies, passa muito tempo até poder falar, caminhar, se alimentar. E mais adiante sobreviver com seu próprio esforço, conseguindo gerar a sua própria sobrevivência.

Conseguimos identificar três Grandes Fases na Vida do Sapiens:

  • Primeiro Eu – (com diversas etapas) até começar a gerar seu próprio sustento;
  • Segundo Eu – até começar a unir trabalho com vocação;
  • Terceiro Eu – do trabalho vocacionado a uma vida mais coerente em todos os aspectos até o final.

Quando falamos de amadurecimento das pessoas, no fundo, estamos falando de responsabilização.

Você deixa na sua vida de culpar os outros pelos problemas, uma atitude mais passiva, e passa a ver o que você pode melhor, numa atitude mais ativa.

Vejamos as duas atitudes possíveis diante da vida:

  • Atitude Mais Ativa Diante da Vida – problemas são vistos como desafios e eu procuro resolver;
  • Atitude Mais Passiva Diante da Vida – problemas são vistos como empecilhos, que os outros criaram para me atrapalhar.
Isso me lembra os dois bons conceitos do Nervosinho e do Nervosão, do livro “Empreender: a arte de se foder todos os dias e não desistir!” de Salmen & Marques:
  1. “O nervosinho é aquele que fica irritado com coisas que acontecem dentro da empresa e, em vez de falar com o responsável pelo erro ou com alguém que pode solucionar o problema, faz fofoca com as pessoas que não têm nada a ver com a situação. É uma chama de insatisfação que, no lugar de buscar um extintor, prefere colocar gasolina no problema – resmunga para a pessoa ao lado.”;
  2. “Já do nervoso nós gostamos muito. É a pessoa que, quando vê alguma coisa errada, fica brava, indignada. E para resolver o problema, escancara o que está acontecendo com a pessoa certa. O Méliuz não é uma empresa perfeita – assim como nenhuma é –, e para resolvermos os desafios e impasses, precisamos mostrá-los para os responsáveis capazes de solucioná-los – conversa com o gestor para estabelecer um plano sobre como refazer os anúncios da melhor maneira.”

Façamos uma tradução dos conceitos de Salmen & Marques para a Inovação Pessoal.

  • o “Nervosinho” é aquele que culpa os outros por causa dos problemas e fica fazendo fofoca tem uma Atitude Mais Passiva diante da vida;
  • o “Nervoso” é aquele que transforma problemas em desafios e passa a ter uma Atitude Mais Ativa diante da vida.

Gosto da ironia que vemos nesta frase:

“…ninguém pode ser considerado fracassado enquanto não começar a culpar os outros.”– John Wooden.

Crescer é, portanto, se responsabilizar.

O processo de Sapienização passa OBRIGATORIAMENTE pela capacidade que temos de entender que viver é superar problemas todos os dias.

Ninguém vai inovar se ainda culpa os outros por problemas que ele pode resolver sozinho.

A base da Inovação Pessoal é a passagem gradativa, progressiva e constante de uma atitude passiva para uma ativa diante dos problemas.

E isso vale também para a Inovação Organizacional.

Se todo mundo dentro de uma empresa culpa os outros pelos problemas e não chama os problemas para si, vai-se, gradualmente, aumentando cada vez mais a taxa de resolução de problemas pelo centro.

Uma Organização Mais Descentralizada é aquela que estimula o aumento da Taxa de uma Atitude Mais Ativa das pessoas diante da vida.

Uma pessoas com Baixa Taxa de Responsabilização, tem muita dificuldade de separar o joio (o que posso fazer para mudar) do trigo (não posso fazer nada).

Amadurecer é não culpar os outros pelos meus problemas, mas ver o que podemos fazer apesar do que os fizeram comigo.

Isso lembra a frase famosa do Sartre:

“Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.” – Jean Paul Sartre.

O problema central quando temos problemas de inovação tanto no campo pessoal ou organizacional, é a Baixa Taxa de Responsabilização.
Ambientes Mais Centralizados, o que inclui a família, concentram a responsabilidade de forma mais vertical, baixando a taxa de responsabilidade das pontas.
Ambientes e pessoas mais inovadoras são aquelas que vão aumentando a responsabilidade sobre os problemas.
Peguemos um exemplo de uma Atitude Mais Passiva diante da vida na letra de Roberto e Erasmo Carlos “Do Fundo do Meu Coração”.
(Adoro a letra e a música, pois representam de forma artística essa atitude mais passiva diante de um relacionamento amoroso.)
A letra  é de alguém que quer se separar de outro alguém, mas tem uma Atitude Mais Passiva diante do problema.
A pessoa transfere para o outro a responsabilidade pela sua própria vida.
É típico de uma pessoa que tem uma Atitude Mais Passiva diante da vida: a terceirização dos seus próprios problemas.
Vejamos alguns trechos da letra:
“Mas basta agora o que você me fezAcabe com essa droga de uma vezNão volte nunca mais pra mim.”
Note que a pessoa não diz:
“Eu vou acabar com essa droga de uma vez,
não apareça mais na minha vida”.
Não, ele transfere para o outro. É ela que tem que parar de aparecer, pois enquanto ela quiser, ele está disponível:
“Se você me perguntar se ainda é seuTodo o meu amor, eu sei que euCertamente vou dizer que sim.”
É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Com o tempo, na Filosofia Organizacional 1.0 uma organização passa a se ver como uma produtora de uma solução e não mais como uma resolvedora de problemas.
  2. Os donos de carruagem deixaram de se ver, com o tempo, como solucionadores do problema de mobilidade, mas especialistas em carruagens.
  3. Os Paradigmas que eram solução passam a ser problema quando os Ambientes que eram considerados imutáveis, se alteram.
  4. Nós criamos Paradigmas para um determinado Ambiente Competitivo como se ele fosse eterno e nunca fosse mudar.
  5. Muitos dos nossos Paradigmas foram colocados em um determinado cofre que não temos mais acesso, pois jogamos a chave fora.
  6. Na estabilidade do ambiente, a rotina é um remédio; na instabilidade, passa a ser veneno.
  7. Quanto mais rotineira é uma atividade, mais e mais teremos dificuldade de disruptar.
  8. A inovação não gosta muito de rotina.

Vamos ao Artigo:

“Não foram os donos de carruagem que inventaram os carros.” – Anônimo.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Antes de tudo, é preciso estabelecer um padrão que é o seguinte:

A inovação não gosta muito de rotina.

Mais ainda:

Quanto mais rotineira é uma atividade, mais e mais teremos dificuldade de disruptar.

Organizações Produtiva, desde o início dos tempos, vivem este problema, pois para produzir serviços e produtos é preciso criar rotinas.

Porém, podemos estabelecer a seguinte regra e isso vale tanto para a Inovação Organizacional quanto para a pessoal:

Na estabilidade do ambiente, a rotina é um remédio; na instabilidade, passa a ser veneno.

Vivemos neste momento, a passagem da Civilização 1.0 para a 2.0.

Temos nesta passagem da Civilização 1.0 para a 2.0 modificações no ambiente que são Qualitativas e outras Quantitativas, a saber:

  • Modificações Quantitativas no Ambiente – quando temos o aumento de algo que já vinha sendo feito antes;
  • Modificações Qualitativas no Ambiente – quando temos o surgimento de algo novo, que não era feito antes.

Quais são as Modificações Quantitativas no Ambiente com a chegada da Civilização 2.0, entre outras?

  • Mais Inovação;
  • Mais Competitividade;
  • Mais Originalidade;
  • Mais Globalização;
  • Mais Velocidade de Mudanças.

Quais são as Modificações Qualitativas no Ambiente com a chegada da Civilização 2.0, entre outras?

  • Nova Mídia;
  • Novo Macro Modelo de Cooperação;
  • Inteligência Artificial.

As Mudanças Quantitativas e Qualitativas no Ambiente que estamos passando criaram um Cenário Competitivo complexo para a Inovação, seja ela pessoal ou Organizacional.

Vejamos o Cenário Competitivo atual:

  • todos os Ambientes Competitivos enfrentam, querendo ou não, os efeitos da chegada da Nova Mídia e das Modificações Quantitativas da Civilização 2.0;
  • alguns Ambientes Competitivos já enfrentam, os efeitos da chegada do novo Modelo de Cooperação 2.0.

Analisemos a famosa frase:

“Não foram os donos de carruagem que inventaram os carros.” – Anônimo.

Por quê?

Temos aqui o problema do conflito entre a rotina e a inovação.

Tanto na vida pessoal, quanto organizacional, precisamos criar rotinas para poder sobreviver.

As rotinas vão sendo naturalizadas e sendo colocadas em áreas mais automáticas do cérebro para que possamos economizar energia mental.

Quando precisamos alterar determinadas rotinas, que incluem formas de sentir, pensar e e de agir, simplesmente, não estão mais acessíveis.

Muitos dos nossos Paradigmas foram colocados em um determinado cofre que não temos mais acesso, pois jogamos a chave fora.

Nós criamos Paradigmas para um determinado Ambiente Competitivo como se ele fosse eterno e nunca fosse mudar.

Os Paradigmas que eram solução passam a ser problema quando os Ambientes que eram considerados imutáveis, se alteram.

E aí podemos começar a tentar responder algumas questões:

  • Por que os donos de carruagem não inventaram os carros?
  • Por que as cooperativas de táxi não inventaram o Uber?
  • Por que não foi o Google que inventou o Chatgpt?

De maneira geral, a Filosofia das Organizações Produtivas 1.0 é a seguinte:

  • eu crio uma empresa, um logotipo, uma prédio, crachás;
  • eu crio produtos e/ou serviços para resolver um problema;
  • eu crio rotinas e culturas para produzi-los;
  • e vou, de tempos em tempos, fazendo inovações incrementais para me alinhar com as pequenas mudanças no Ambiente Competitivo.

De maneira geral, a Filosofia das Organizações Produtivas 2.0, diante das Mudanças Qualitativas e Quantitativas no Ambiente Competitivo passa a ser a seguinte:

  • eu crio um ambiente solucionador de problemas com um perfil Mega Disruptor;
  • eu crio projetos que resolvem problemas de forma temporária, criando equipes específicas, formada por Disruptores e Incrementadores;
  • E vou criando novas soluções sem que os Mega Disruptores se sintam envolvidos nas rotinas do que já foi criado.

Quando criamos Organizações Produtivas com a Filosofia Organizacional 1.0 temos os seguintes problemas, que vão se tornando mais agudos no novo Ambiente Competitivo:

  • as rotinas são criadas e se tornam tão naturais e internalizadas que passam a não ser mais passíveis de modificação;
  • as organizações deixam de ser solucionadoras de um problema e passam a ser especialistas em uma solução;
  • e se cria em torno disso uma relação afetiva de posse e de status, que impede que modificações ocorram.

Se gera a Síndrome dos Donos de Carruagem que ocorre quando pessoas ou organizações acabam se apegando naquilo que é meio e não no que é fim. Olha-se para os dedos que apontam para a lua e não para a lua. Confunde-se o que é mais importante com o irrelevante.

Os donos de carruagem deixaram de se ver, com o tempo, como solucionadores do problema de mobilidade, mas especialistas em carruagens.

Com o tempo, na Filosofia Organizacional 1.0 uma organização passa a se ver como uma produtora de uma solução e não mais como uma resolvedora de problemas.

Com um Ambiente Competitivo mais estável, os donos de carruagem passaram a confundir problema com solução.

Eles deixaram de ser uma empresa de mobilidade e passaram a ser uma de carruagem.

O problema é que não basta – como se tem feito hoje em dia –  se autoproclamar que é uma empresa de mobilidade, pois o DNA cultural já está atrelado à solução.

E é isso que tem sido o veneno das Organizações Tradicionais nas Mudanças Quantitativas atuais:  a incapacidade de migrar a filosofia de uma empresa produtora de uma solução para uma solucionadora progressiva de um determinado problema.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

 

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal020223

Novas Hashtags:

#João Thomas & Diana – dialogando com estes autores.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Nono Ciclo de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. É o aumento da liberdade de originalização, que permite o aumento da Taxa da Inovação.
  2. Um Ambiente Centralizado tende a expandir a massificação e influenciar as pessoas a imitarem o centro, reduzindo a capacidade inovadora.
  3. A inovação é filha da criatividade e a criatividade é irmã da liberdade.
  4. Quanto mais determinado Ambiente é centralizado, mais há uma redução da Taxa de Inovação.
  5. Aceleradoras de Negócios Disruptivas precisam contar com uma equipe de Disruptores que não pode ter um território a ser protegido.
  6. Quanto mais avançamos na Curadoria Digital, mais e mais aumentamos a participação das pessoas e mais geramos inovação.
  7. Quando aumentamos a Taxa de Centralização, derrubamos a da Inovação!
  8. A inovação é inimiga da centralização!

Vamos ao Artigo:

“Você tem que matar o seu negócio enquanto ele está vivo.” –  Lew Platt.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Neste artigo, damos sequência ao diálogo com o livro “Inovação: Estratégia, Gestão e Cultura” de João Souza Neto, Diana dos Santos e Tomás Roberto Cotta.

Os artigos anteriores podem ser vistos aqui.

Voltemos aos autores, dizem eles:

“…à medida que essas empresas crescem, a inovação não mais acontece de forma natural.”

A frase me inspira algumas questões.

Primeira Questão: A relação da Topologia da Cooperação e a Inovação

Vamos analisar primeiro a relação entre Inovação e a Topologia da Cooperação.

Quanto mais determinado Ambiente é centralizado, mais há uma redução da Taxa de Inovação.

A inovação é filha da criatividade e a criatividade é irmã da liberdade.

A inovação depende diretamente do aumento da originalização de cada um.

Um Ambiente Centralizado tende a expandir massificação e influenciar as pessoas a imitarem o centro, reduzindo a capacidade inovadora.

Assim:

Quando aumentamos a Taxa de Centralização, derrubamos a Taxa da Inovação!

Seja ela na Camada Inovadora Pessoal ou Organizacional.

Vejamos este problema na Inovação Organizacional Produtiva.

Temos neste início de Civilização 2.0, até o o momento três perfis de Organizações Produtivas:

  • as Gestoras – que operam ainda nos limites do Ambiente de Cooperação Sonoro, do tipo TV Globo e Netflix;
  • as Curadoras 1.0 – que já se utilizam nas novas possibilidades do Ambiente de Cooperação Digital, porém com Plataformas Centralizadas, do tipo Youtube;
  • as Curadoras 2.0 – que já se utilizam nas novas possibilidades do Ambiente de Cooperação Digital e já também dentro de Ecossistemas, no modelo Blockchain, do tipo, quando surgir, um Youtubechain.

Note que o avanço da Civilização 2.0 vai na direção de menos para mais descentralização. E é por isso que temos o aumento da Taxa da Inovação.

Quanto mais avançamos na Curadoria Digital, mais e mais aumentamos a participação das pessoas e mais geramos inovação.

É a o aumento da liberdade de originalização, que permite o aumento da Taxa da Inovação.

Segunda Questão: A Inovação e as Mentes

“…à medida que essas empresas crescem, a inovação não mais acontece de forma natural.”

O problema se dá com a criação de rotinas.

  • Rotinas precisam de uma mente mais incrementadora;
  • Inovações, mesmo as incrementais, precisam de mentes mais disruptoras;
  • E as Inovações Disruptivas precisam de Mentes Mega Disruptoras, que não podem estar intoxicadas com as rotinas estabelecidas.

Sigamos.

Dizem os autores:

“A inovação deve ser planejada e não ocorrer como uma atividade ocasional e excepcional.”

Aqui, temos que fazer uma separação importante.

A Inovação é um Fenômeno humano que, para ser bem compreendido, precisa ter uma análise em alguns aspectos:

Vejamos:

  • Filosóficos – a essência do fenômeno – o que ele é e o que não é se comparado a outros;
  • Teóricos – as forças vivas que modificam o Fenômeno ao longo do tempo e como elas se relacionam;
  • Metodológicos – a partir das visões Filosófica e Teórica, sugestões de como lidar melhor com ele, o que fazer o que não fazer para se atingir determinados objetivos; 
  • Operacionais – atividades objetivas que se utilizam das Metodologias para se atingir os objetivos desejados;
  • Revisionais – o momento em que, a partir dos resultados, se fará uma revisão em todos os aspectos anteriores.

A Inovação, portanto, não tem só um aspecto metodológico, mas filosófico e teórico.

Por quê?

Inovar é:

  • na Inovação Incremental – um ajuste entre pessoas e as organizações e o Ambiente;
  • na Inovação Disruptiva – a criação de pessoas e ou de organizações de um novo Ambiente, que obriga os demais a se adaptarem a ele, de alguma forma.

Dentro da Filosofia da Inovação percebemos que inovar não é algo opcional, mas obrigatório, pois o ambiente está sempre mudando de forma mais ou menos disruptiva.

Há momentos em que as mudanças no ambiente são menores e outros que são maiores.

Portanto, filosoficamente falando, quem não tem uma atitude inovadora está se relacionando de forma inadequada com o ambiente.

Qual a diferença entre Filosofia e Metodologia?

  • Filosofias são escolhas humanas para guiar nossa forma de pensar – definem para onde devemos ir, a partir da definição das essências dos fenômenos;
  • Metodologias são escolhas humanas para guiar nossa forma de agir – definem como devemos agir, a partir das escolhas filosóficas.

A filosofia dá o norte e a metodologia aponta o como devemos proceder.

A Jornada Humana tem demonstrado que a vida não é um carrossel, mas um espiral.

O Carrossel Progressivo está sempre em movimento e, em alguns momentos, ele dá uma guinada mais acima, como agora com o Digital.

Há modificações no Ambiente que são em camadas históricas mais curtas e outros em camadas históricas mais longas.

O Digital, por exemplo, é uma fenômeno Macro-Histórico e, por causa disso, é tão difícil lidar com ele.

A visão Filosófica da Inovação como algo obrigatório e não opcional, sempre facilitou a vida das pessoas e das organizações.

Uma pessoa ou uma organização inovadora compreende a obrigatoriedade da adaptação não como uma opção, mas como uma obrigação.

Voltemos à frase:

“A inovação deve ser planejada e não ocorrer como uma atividade ocasional e excepcional.”

Eu mudaria para:

A visão filosófica “Inovação obrigatória” deve ser adotada para que as metodologias inovadoras estejam sempre ocorrendo.

O que precisamos compreender, portanto,  isso vale para todas as Camadas Inovadoras, é que a Inovação não é apenas uma metodologia, mas uma filosofia progressiva de vida.

Sigamos:

“Schumpeter, ao contrário, insistia que a inovação está na própria essência da economia.”

Podemos dizer que:

A Inovação faz parte da estrutura básica de qualquer espécie. E que o Sapiens pratica a Inovação Reflexiva e as outras espécies, a Instintiva.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

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O áudio do artigo

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#João Thomas & Diana – dialogando com estes autores.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Nono Ciclo de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. No futuro, Organizações Produtivas serão Aceleradoras de Negócios sem um produto central.
  2. Os Facebooks estão perdendo espaço no mercado, pois adotaram a mesma Filosofia de Longevidade das Organizações Tradicionais.
  3. Na Filosofia das Aceleradoras de Negócio teremos sempre um perfil disruptivo no comando, que quer criar projetos disruptivos o tempo todo.
  4. O Google do futuro não terá uma ferramenta de busca, apenas projetos disruptivos, que terão vida limitada.
  5. Rotinas são necessárias, mas matam qualquer tipo de disrupção.
  6. No futuro, organizações serão aceleradoras de negócios.
  7. Temos no mercado dois tipos de organizações: as Gestoras e as Curadoras.
  8. Não chamem a rotina para conversar com a disrupção, pois vão acabar brigando.

Vamos ao Artigo:

“A maneira como se vê o mundo influencia diretamente seus resultados como empreendedor.” – Conrado Adolpho.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Seguimos com o diálogo com o livro “Inovação: Estratégia, Gestão e Cultura” de João Souza Neto, Diana dos Santos e Tomás Roberto Cotta, que se iniciou aqui.

O livro é, basicamente, sobre a Inovação Organizacional voltado especialmente para melhorias das Organizações Produtivas Estabelecidas (OPESs).

Dizem eles:

“A inovação deve ser planejada e não ocorrer como uma atividade ocasional e excepcional.”

Acredito que temos algo relevante aqui.

Em primeiro lugar, para uma análise mais adequada da Inovação Organizacional, é preciso dividir dois tipos de OPESs, que temos hoje no mercado:

  • as Organizações Produtivas Gestoras (OPGs) – que operam com os limites das Tecnopossibilidades Sonoras, que têm uma Filosofia Administrativa Gestora, tal como a TV Globo e o Netflix;
  • as Organizações Produtivas Estabelecidas Curadoras (OPCs) – que operam com as novas Tecnopossibilidades Sonoras, que têm uma Filosofia Administrativa Curadora, tal como o Youtube.

Temos ainda nas Organizações Produtivas Estabelecidas Curadoras (OPCs) a seguinte divisão:

  • Organizações Produtivas Estabelecidas Curadoras 1.0 – que são baseadas em Plataformas;
  • Organizações Produtivas Estabelecidas Curadoras 2.0 – que são baseadas em Ecossistemas.

O que há de comum e o que há de diferente quando abordamos a questão da Inovação Organizacional nestes diferentes tipos de Organizações Produtivas Estabelecidas?

Temos aqui que abordar duas Filosofias:

  • a Filosofia Administrativa – que é a forma como se coordena a cooperação para a produção e distribuição de produtos e serviços – que é diferente, pois é feita em Ambientes Midiáticos diferentes;
  • a Filosofia de Longevidade – que é a forma como se imagina a vida no médio e longo prazo da Organização – que é igual, pois é feita no mesmo Ambiente Paradigmático.

Ambiente Paradigmático – que envolve as formas de sentir, pensar e agir, que tem determinados limites.

Organizações Produtivas Estabelecidas Curadoras 1.0, tal como o Facebook, têm uma Filosofia Administrativa diferente das Gestoras, mas muitas vezes tem a mesma Filosofia da Longevidade.

O Google, por exemplo, tem se esforçado para ser muito mais uma Organização aceleradora de negócios do que uma organizadora de rotinas.

Porém, o Google tem ainda um produto central com atividades paralelas.

A tendência futura é uma mudança da Filosofia da Longevidade.

As Organizações serão criadas não para durar no tempo, mas para durar o mais tempo possível.

Hoje, a Filosofia de Longevidade mais comum é a de se ter um produto central – que deu certo – com rotinas, que vai criando ou absorvendo novos projetos.

É uma espécie de aceleradora de negócios ainda disfarçada.

No futuro, Organizações Produtivas serão muito mais Aceleradoras de Negócios sem um produto central.

As Aceleradoras de Negócios terão uma filosofia de criação de projetos sem que se tenha um produto central.

Isso vale tanto para as Organizações Produtivas Gestoras como para as Curadoras.

Um produto central esbarra num problema de rotinas, compromissos e legados, que atrapalha uma Inovação Organizacional mais dinâmica.

Uma Organização que tem uma Filosofia Administrativa de Aceleradora de Negócios não cria tantas amarras para que possa incrementar produtos antigos e disruptar os novos.

Voltemos à frase:

“A inovação deve ser planejada e não ocorrer como uma atividade ocasional e excepcional.”

Quanto mais uma Organização se agarra a produtos e a serviços centrais, mais e mais ela tenderá a baixar a Taxa de Inovação Disruptiva.

Serviços e Produtos para serem produzidos demandam rotinas e rotinas geram a necessidade de ativar determinadas áreas da mente e envolver determinado Perfil Inovador.

Por tendência, uma Organização Estabelecida tenderá a rejeitar, por necessidade, qualquer coisa que a tire da rotina.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. De tempos em tempos, por causa do aumento populacional, precisamos criar Modelos de Cooperação cada vez mais Descentralizados.
  2. A Função Sistêmica do aumento progressivo da diversidade humana é permitir o aumento da Taxa de Inovação.
  3. É a inovação que nos permite o Sapiens aumentar a população, alterando, de forma reflexiva, nosso Macro Modelo de Sobrevivência.
  4. É a nossa Capacidade Reflexiva que nos permite resolver os problemas através da inovação progressiva na filosofia, nas teorias, nas metodologias e, por fim, nas tecnologias.
  5. Nossa espécie é a única do planeta que é reflexiva, tem a capacidade de pensar como pensa. As demais são instintivas.
  6. Sociedades mais centralizadas massificam mais e, por causa disso, reduzem a sua capacidade de inovação.
  7. Nós fomos formatados para sempre trabalhar na Super Micro História.
  8. Quanto mais Sapiens tivermos no planeta, mais diversidade precisamos ter para viabilizar um aumento da Taxa da Inovação.

Vamos ao Artigo:

“Mentes são como paraquedas –  só funcionam quando abertas.” – Thomas Dewar.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Nós fomos formatados para sempre trabalhar na Super Micro História.

Bom lembrar as Camadas Históricas, nas quais os fenômenos ocorrem e tem as seguintes consequências:

  • Cosmo-Histórica – bilhões de anos, tal como o surgimento dos planetas;
  • Macro-Histórica – milhões ou milhares de anos, tal como o surgimento de novas mídias;
  • Meso-Histórica – milhares de anos ou séculos;
  • Micro-Histórica – dentro das décadas nos séculos;
  • Super-Micro Histórica –  nos anos, meses, semanas e dias.

Hoje, vivemos uma mudança na Macro-História, onde ocorrem Revoluções Midiáticas e, por causa disso, temos tido tanta dificuldade de compreender o novo cenário.

Se analisarmos, a Macro-História do Sapiens vamos perceber que, de tempo em tempos, precisamos realizar Revoluções Civilizacionais.

Por quê?

Nossa espécie é a única do planeta que é reflexiva, tem a capacidade de pensar como pensa. As demais são instintivas.

É a nossa Capacidade Reflexiva que nos permite resolver os problemas através da inovação na filosofia, nas teorias, nas metodologias e, por fim, nas tecnologias.

É a inovação que nos permite o Sapiens aumentar a população, alterando, de forma reflexiva, nosso Macro Modelo de Sobrevivência.

Fato é:

O aumento populacional vai ocorrendo e vamos sendo OBRIGADOS a inovar na forma como resolvemos os problemas.

O Sapiens vai tendo necessidade de ir alterando e baseando seus Macro Modelos de Sobrevivência em espécies menos para mais numerosas, tais como as formigas.

Temos, portanto, um Macro Modelo de Sobrevivência Mutante e Progressivo.

De tempos em tempos, por causa do aumento populacional, precisamos criar Modelos de Cooperação cada vez mais Descentralizados.

Temos, assim, as seguintes Regras Estruturais do Sapiens na Macro-História Humana:

  • aumentos populacionais – sem novas mídias –  geram a centralização da Cooperação Humana;
  • a centralização da Cooperação Humana tende a reduzir a Taxa da Qualidade da Tomada de Decisões;
  • a centralização da Cooperação Humana nos obriga o incentivo à Massificação Humana;
  • a Massificação Humana, entretanto, vai contra uma tendência natural do Sapiens à Diversidade Progressiva, reduzindo a Taxa da Felicidade;
  • por causa disso, de tempos em tempos, criamos novas Mídias Mais Completas, que abrem às portas para a Personalização, reduzindo a Taxa de Massificação.

Sociedades mais centralizadas massificam mais e, por causa disso, reduzem a sua capacidade de inovação.

O grande mérito da Descentralização da Cooperação é permitir que o Sapiens troque diversidades e, com isso, aumente a sua Taxa de Inovação.

Hoje, vivemos o Renascimento – um dos Três Macro Ciclos Civilizacionais Recorrentes do Espiral Progressivo do Sapiens.

Detalhemos melhor os Três Macrociclos Civilizacionais dentro do Espiral Progressivo do Sapiens:

  • Renascimento – que se iniciam com novas Mídias Mais Completas;
  • Consolidação – quando os novos Ambientes de Cooperação se massificam e se tornam mais hegemônicos, permitindo o aumento populacional;
  • Crise – quando os Ambientes de Cooperação ficam obsoletos em função do aumento populacional e precisam ser renovados, a partir da chegada de novas Mídias Mais Completas.

Temos no Renascimento Civilizacional um exponencial e acelerado processo de aumento da diversidade das pessoas.

A Função Sistêmica do aumento progressivo da diversidade humana é permitir o aumento da Taxa de Inovação.

Eis a regra:

Quanto mais Sapiens tivermos no planeta, mais diversidade precisamos ter para viabilizar um aumento da Taxa da Inovação.

Por isso, precisamos praticar a personalização progressiva, que nos permite inovar mais e mais.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

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O áudio do artigo

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#João Thomas & Diana – dialogando com estes autores.

Nono Ciclo de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A Inovação, portanto, vista como um processo permanente e obrigatório do Sapiens não é uma disciplina, mas uma filosofia de vida.
  2. Não podemos falar de inovação como um substantivo, mas um verbo, uma atitude diante da vida.
  3. Dentro das Organizações Produtivas não adianta inovar, se de alguma forma, em algum momento, a mudança não trouxer mais satisfação do cliente.
  4. Mudanças na forma de sentir e pensar irão, mais dia ou menos, impactar, de alguma forma, na forma de agir, seja através de mudanças metodológicas ou tecnológicas.
  5. E todo processo de Inovação começa com uma reflexão, antes de tudo, sobre a nossa forma de sentir e pensar e, só então, temos a possibilidade de modificar a forma de agir.
  6. Todo o processo de inovação começa com uma nova ideia, que é o início dele, mas não o ciclo completo.
  7. Vivemos hoje a maior Revolução Civilizacional da história do Sapiens e abordar o tema da Inovação sem levar isso em conta é uma insanidade.
  8. Quanto mais um processo de inovação altera determinadas rotinas mais estabelecidas, mais dificuldade teremos para lidar com ela.

Vamos ao Artigo:

“…para as empresas, a inovação não é uma opção, mas, sim, uma necessidade de sobrevivência.” – João, Tomás e Diana.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

De maneira geral, a literatura sobre Inovação tem o seguinte problema.

Os Conceituadores abordam a Inovação como se ela fosse única e exclusivamente a Inovação Organizacional para Organizações Produtivas Estabelecidas.

Porém, temos, como estamos desenvolvendo aqui na Ciência da Inovação Bimodal:

  • a Inovação Civilizacional;
  • a Inovação Organizacional, com diversas variantes;
  • a Inovação Pessoal, com diversas variantes.

O livro de João Souza Neto, Diana dos Santos e Tomás Roberto Cotta é, basicamente, sobre a Inovação Organizacional para Organizações Produtivas Estabelecidas (OPESs).

Podemos extrair várias ideias, padrões e insights para as demais Camadas Inovadoras.

E, principalmente, nos ajudar a organizar o diálogo sobre o tema da inovação.

Dentro da Inovação Organizacional sugerimos organizar da seguinte maneira:

  • Inovação Organizacional Produtivas – que geram produtos e serviços, visando retorno financeiro;
  • Inovação Organizacional Não Produtivas – que podem gerar, ou não, produtos e serviços, mas não visam retorno financeiro.

Nas Organizações Produtivas temos:

  • Organizações Estabelecidas (OPESs);
  • Organizações Emergentes (OPEMs).

E nas Organizações Produtivas Emergentes (OPEMs), sugerimos a seguinte divisão:

  • Organizações Incrementais – que visam criar produtos e serviços Mais Incrementais do que Disruptivos;
  • Organizações Disruptivas –  que visam criar produtos e serviços Mais Disruptivos do que Incrementais.

Uma coisa é, na Inovação Organizacional, é quando estamos analisando as Organizações Estabelecidas (OPESs) e algo bem diferente quando nos referimos às Organizações Emergentes (OPEMs).

Outra ainda é quando queremos analisar a inovação nas Organizações Produtivas Emergentes Incrementais e algo bem diferente quando nos referimos às Organizações Produtivas Emergentes Disruptivas.

Em resumo, podemos sugerir as seguintes regras:

  • Quanto mais um processo de inovação altera determinadas rotinas mais estabelecidas, mais dificuldade teremos para lidar com ela;
  • Quanto mais um processo de inovação altera determinadas formas de sentir, pensar e agir mais enraizadas na mente, mais dificuldade teremos de lidar com ela.

Assim, podemos sugerir as seguintes regras:

  • Quanto mais uma Organização já está Estabelecida no mercado mais e mais as rotinas estarão inseridas em áreas mais inacessíveis nas mentes das pessoas;
  • Quanto mais as rotinas estão inacessíveis, mais e mais as Organizações Estabelecidas tenderão à Inovação Incremental e não à Disruptiva.

Quando abordamos o tema da Inovação Organizacional para Organizações Produtivas Estabelecidas temos que entender a atual mudança de cenário.

Hoje, promover a Inovação em Organizações Produtivas Estabelecidas ficou muito mais difícil do que no passado.

As Organizações Produtivas Estabelecidas (OPESs) foram criadas em um Ambiente de Concorrência dentro das Mídias Sonoras, que não tinha:

  • a alta Taxa de Inovação e Concorrência que temos hoje;
  • a concorrência, já em vários setores, com o novo, disruptivo e ainda não diagnosticado adequadamente Modelo de Cooperação Curador;
  • e, para completar a dificuldade, um cliente cada vez mais exigente e empoderado.

Vivemos hoje a maior Revolução Civilizacional da história do Sapiens e abordar o tema da Inovação sem levar isso em conta é uma insanidade.

Sem esta visão mais geral do cenário, fica difícil conversar sobre Inovação Organizacional para OPEs.

É preciso deixar claro e repetir diversas vezes:

  • a Ciência Social vive a sua maior crise desde que foi criada;
  • e arrastou junto com ela e provocou crise similar na Ciência da Administração, a base para se refletir sobre todos os negócios, incluindo a questão da inovação nas OPESs.

O livro “Inovação: Estratégia, Gestão e Cultura“, de João, Diana e Tomás aborda, principalmente, a questão da Inovação nas OPESs.

O livro “Inovação: Estratégia, Gestão e Cultura“, de João, Diana e Tomás é mais um dentro da Literatura da Inovação Organizacional em Organizações Produtivas a cometer alguns erros básicos.

De maneira geral, a Literatura sobre inovação nas Organizações Produtivas comete os seguintes equívocos:

  • não deixa claro que existe uma grande diferença entre inovar em OPESs e inovar em OPEMs;
  • se baseia ainda nos Paradigmas já obsoletos da Ciência da Administração 1.0, que é filha da Ciência Social 1.0, que ficou obsoleta.

Porém, mesmo assim,  vamos procurar o que pode nos ajudar a melhorar nossa narrativa.

“A invenção é apenas o ponto de partida, pois ter um número considerável de boas ideias não é o suficiente. É preciso que essas ideias se transformem em produtos e serviços que sejam comercializados e que possam gerar lucros para a empresa. Aí, sim, pode-se falar em inovação. Muitas empresas descobrem que gerar boas ideias é a parte fácil. Contudo, a parte mais difícil é selecionar as ideias viáveis, implementá-las e comercializá-las.”

Em resumo, temos que separar um insight, uma ideia, da sua realização.

Todo o processo de inovação começa com uma nova ideia, que é o início dele, mas não o ciclo completo.

Porém, é bom entender que podemos ter sugestões de mudanças na nossa forma de sentir, de pensar e agir.

E todo processo de Inovação começa com uma reflexão, antes de tudo, sobre a nossa forma de sentir e pensar e, só então, temos a possibilidade de modificar a forma de agir.

Vamos fazer uma divisão nas diferentes Tipos de Inovação em que a inovação ocorre dentro das Camadas Inovadoras:

  • Inovações Conceituais – na forma de sentir e pensar;
  • Inovações Metodológicas – na forma de realizar as atividades;
  • Inovações Tecnológicas – nas ferramentas que usamos para operacionalizar as metodologias.

Mudanças na forma de sentir e pensar irão, mais dia ou menos,  impactar, de alguma forma, na forma de agir, seja através de mudanças metodológicas ou tecnológicas.

Estas Atividades Inovadoras valem tanto para a Inovação Organizacional quanto para a Pessoal.

Quando abordamos especificamente, a Inovação Organizacional em OPESs, temos que pensar ainda em outra divisão.

Podemos dividir, assim, o seguinte na Inovação Organizacional:

  • Inovações nos Produtos e Serviços – aquelas que vão ser oferecidas para o cliente;
  • Inovações nos Processos Internos – aquelas que vão melhorar atividades internas, sem que sejam oferecidas aos clientes.

Assim, quando falamos em Inovações, sejam elas Conceituais, Metodológicas ou Tecnológicas é preciso especificar se estão sendo feitas nos Produtos e Serviços ou nos Processos Internos.

É o que acaba sendo reforçado no livro mais adiante:

“Desenvolver ou criar novos modelos de negócio, novos processos, novos produtos, novos serviços, novos canais de distribuição e novas estratégias são invenções ou criações tão ou mais importantes que as inovações tecnológicas.”

Aqui, temos outro problema detectado pelos autores.

Há um erro comum no campo da inovação, principalmente na Inovação Organizacional: que inovação é a introdução de novas tecnologias, o que é falso.

Dizem eles:

“A inovação em si não representa apenas um salto tecnológico, mas um salto no grau de satisfação do cliente.”

Diria diferente.

Dentro das Organizações Produtivas não adianta inovar, se de alguma forma, em algum momento, a mudança não trouxer mais satisfação do cliente.

Isso é um fato.

Mas é bom acrescentar:

O processo de melhoria da satisfação do cliente, pode ocorrer por mudanças Conceituais ou Metodológicas e não apenas Tecnológicas.

Dizem eles:

“No entanto, para que essa revolução ocorra, a inovação deve ser encarada como uma disciplina, um método ou uma capacidade sistêmica que leva a empresa desde a ideia ate à implementação e comercialização.”

Diria que:

Não podemos falar de inovação como um substantivo, mas um verbo, uma atitude diante da vida.

A Inovação, portanto, vista como um processo permanente e obrigatório do Sapiens não é uma disciplina, mas uma filosofia de vida.

Não faz sentido, assim, falar de Inovação, mas sempre de Inovação Progressiva.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

Está começando a nona imersão (de janeiro a julho de 2023) – não perca! R$ 700,00 no Pix!

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.MENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Estamos saindo, a partir do Digital, da maior Crise Civilizacional da história do Sapiens.
  2. Já tínhamos vivido outras Crises Civilizacionais, mas nenhuma delas se compara com a atual.
  3. Chegamos neste novo século ao limite das possibilidades do Macro Modelo de Sobrevivência Sonoro.
  4. O Sapiens, por ser uma Tecnoespécie pode praticar a Complexidade Demográfica Progressiva.
  5. Espécies animais que baseiam seu Modelo de Sobrevivência em sons têm limites populacionais.
  6. O Sapiens é a única espécie social do planeta que cresce demograficamente de forma integrada, gerando uma dependência mútua.
  7. Vivemos hoje a passagem de uma Civilização Gestora para uma Civilização Curadora.
  8. Tal processo de Reintermediação Civilizacional dos sons para os algoritmos será a maior e mais disruptiva revolução já vivida pelo Sapiens.

Vamos ao Artigo:

“A Internet traz para sociedade a interação do muitos para muitos.” – Pierre Lévy.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Temos batido por aqui, de forma repetida, na tecla de que:

Vivemos uma profunda Crise na Ciência Social.

A Ciência Social é a mãe de todas as outras Subciências Sociais.

Nunca vamos entender os desafios, por exemplo, da educação do futuro, sem que tenhamos que fazer uma revisão profunda na Ciência Social 1.0.

Façamos aqui uma comparação das duas Ciências Sociais, antes e depois de Marshall McLuhan (1911-80):

  • Ciência Social 1.0 (antes de McLuhan): se ignorava a relevância das novas mídias nas principais e estruturais mudanças Macro-História humana.
  • Ciência Social 2.0 (depois de McLuhan): passa a incorporar como fundamental, estrutural e relevante  a chegada e massificação das novas mídias para a compreensão das principais e estruturais mudanças da Macro-História humana.

O que precisa mudar radicalmente na nossa forma de pensar o Sapiens e a sua caminhada ao longo da sua Jornada de Sobrevivência?

  • Somos uma Tecnoespécie Reflexiva, que consegue resolver todos os novos problemas de sobrevivência com novos conceitos, metodologias e tecnologias;
  • Por termos capacidade de nos reinventar de forma estrutural, conseguimos praticar a Complexidade Demográfica Progressiva;
  • Porém, de tempos em tempos, vivemos Crises Civilizacionais, quando o Macro Modelo de Cooperação se torna obsoleto.

Qual é o principal Fator Causante para todas as crises que assistimos nas últimas décadas?

Nós aumentamos o tamanho da população e passamos a ter um Modelo de Cooperação que ficou obsoleto.

Tivemos de 1800 para cá um crescimento populacional de mais de oito vezes – o que explica vários Macro Problemas de Sobrevivência que enfrentamos no mundo hoje.

A Cooperação Sonora (Gestão), baseada nas Mídias passadas, não foi concebida para o atual Patamar Demográfico acima de 8 bilhões.

O Sapiens é a única espécie social do planeta que cresce demograficamente de forma integrada, gerando uma dependência mútua.

Espécies animais que baseiam seu Modelo de Sobrevivência em sons têm limites populacionais.

Espécies Sonoras, tais como os lobos, precisam ter um líder alfa para coordenar as ações de sobrevivência – o que limita o tamanho do bando.

Lobos não podem passar de determinado tamanho, pois a Cooperação Sonora não permite.

A Cooperação Sonora depende da coordenação de um líder alfa.

E é a verticalização deste tipo de cooperação sonoro, que impede tais espécies de ultrapassar determinada quantidade de membros.

Quando os lobos chegam a um determinado Patamar Demográfico, eles precisam se dividir em dois bandos.

O Sapiens, por ser uma Tecnoespécie pode praticar a Complexidade Demográfica Progressiva.

Fomos, ao longo da Macro-História recriando nossos Macro Modelos de Sobrevivência, sempre de um menos para mais sofisticado.

As Crises Civilizacionais que vivemos só podem ser resolvidas, quando pela ordem:

  • inventamos, disseminados e passamos a usar novas Mídias Mais Completas;
  • que nos permitem começar a experimentar Modelos de Cooperação Mais Participativos.

Sim, nós podemos aumentar a população, pelos méritos de tudo que inventamos no passado, mas isso vai OBRIGATORIAMENTE gerar uma nova Crise Civilizacional.

Já tínhamos vivido outras Crises Civilizacionais, mas nenhuma delas se compara com a atual.

O recente aumento populacional de um para oito bilhões nos levou a uma Crise Civilizacional inédita.

Chegamos neste novo século, de forma inédita, ao limite das possibilidades do Macro Modelo de Sobrevivência Sonoro.

Estamos, assim, saindo, a partir do Digital, da maior Crise Civilizacional da história do Sapiens.

Todas as Organizações Produtivas antes do Digital praticavam a Gestão.

Hoje, temos como alternativa o Modelo de Cooperação da Curadoria, que permite solucionar problemas de larga escala com custo muito menor.

Na Gestão, um líder-alfa necessariamente precisava ter acesso a informações sonoras (oral e escrita) para tomar e disseminar as decisões.

Este tipo de modelo de cooperação mais verticalizado passa a ter problemas quando você aumenta a quantidade de pessoas envolvidas no ambiente.

A Crise Civilizacional que vivemos, portanto, só é possível de ser diagnosticada se:

  • for feita uma revisão filosófica e teórica na Ciência Social 1.0;
  • analisar o cenário, a partir da Macro História;
  • e diagnosticar a chegada do novo Macro Modelo de Cooperação como a grande principal novidade da nova Civilização.

As Organizações Produtivas, como temos dito, vivem hoje uma crise, pois têm que enfrentar, dependendo do Ambiente em que operam, pela ordem:

  • uma crise filosófica e teórica de grandes proporções na Ciência Social, que atinge por tabela a Ciência da Administração;
  • o surgimento e massificação de um novo e incompreensível no Modelo de Cooperação (uberização / Curadoria);
  • aumento da velocidade da inovação e da competitividade;
  • um cliente que está cada vez com mais autonomia, poder e exigência.

Se projetarmos o futuro, o que teremos mais adiante é um radical e exponencial processo de Reintermediação na sociedade.

Vivemos hoje a passagem de uma Civilização Gestora para uma Civilização Curadora.

Teremos mais e mais Projetos Organizacionais muito mais próximos do Modelo de Cooperação das Formigas do que dos lobos.

O Sapiens terá muito mais autonomia – e por consequência responsabilidade – para gerenciar a sua própria vida.

Tal processo de Reintermediação Civilizacional dos sons para os algoritmos será a maior e mais disruptiva revolução já vivida pelo Sapiens.

Estamos apenas começando essa jornada e, quem quer fazer a diferença neste processo, precisa, antes de tudo, entender o cenário para, só então, poder lidar melhor com ele.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Temos a passagem das Organizações baseadas em Prédios para as estruturadas em torno dos diferentes perfis de Mentes.
  2. Os Projetos Organizacionais – e não mais empresas – precisam começar a ser liderados por um tipo de Perfil Inovador e deixados para outros na sua continuidade.
  3. A ideia de se criar uma empresa e não um projeto vai ser cada vez mais rejeitada pelo ritmo da nova concorrência muito mais dinâmica.
  4. No futuro, mais e mais, teremos não mais a criação de empresas, mas de projetos inovadores que procurarão sobreviver o maior tempo possível.
  5. Os investidores não vão mais investir em uma empresa, mas apenas em um Projeto Organizacional, que todos sabem que terão um tempo menor de duração.
  6. No passado, antes da chegada da Civilização 2.0, o Tempo de Vida das Organizações Produtivas era muito maior.
  7. Fato é que depois da chegada e ampliação da Civilização 2.0, temos uma redução do Tempo de Vida das Organizações Produtivas.
  8. As novas Organizações Produtivas não devem pensar em durar no tempo, mas conseguir durar um tempo.

Vamos ao Artigo:

“Qualquer um pode segurar o leme quando o mar está calmo.” – Publilius Syrus. 

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Antes de mais nada, vamos definir o que são organizações no geral.

Organizar – dar determinada ordem a; dispor de forma ordenada; arrumar, ordenar, estruturar.

Um grupo de mais de uma pessoa que realiza atividades regulares durante um tempo é um tipo de organização.

Assim, é preciso dividir as Organizações em dois tipos:

  • Organizações Produtivas – aquelas que estão diretamente ligadas a prover a sobrevivência das pessoas, de alguma forma, seja com produtos ou serviços, seja como itens essenciais ou não, que servem a um cliente;
  • Organizações Não Produtivas – aquelas que NÃO estão diretamente ligadas a prover a sobrevivência das pessoas.

Quando queremos dialogar e operar no campo da Inovação Organizacional é preciso entender que:

  • a Inovação Organizacional não é o único espaço onde a inovação ocorre, temos também a pessoal (de um Sapiens apenas) e a civilizacional (de todos os Sapiens), que influenciam direta e indiretamente as organizações;
  • é preciso especificar de que tipo de Organização estamos falando, Produtiva ou não;
  • é preciso determinar se são Organizações Estabelecidas ou Emergentes e no caso das Emergentes se são Incrementais ou Disruptivas.

Esta definição ajuda bastante a precisar do que estamos falando precisamente e não nos deixa com a ilusão de que a inovação, como é o senso comum, só ocorre em Organizações Produtivas.

Organizações, sejam elas Produtivas, ou não, têm um tempo de vida, na qual são criadas, funcionam e deixam de funcionar no tempo.

É o que podemos denominar de Tempo de Vida das Organizações.

Fato é que depois da chegada e ampliação da Civilização 2.0, temos uma redução do Tempo de Vida das Organizações Produtivas.

Podemos definir quatro grandes fases das Organizações Produtivas:

  • surgimento;
  • consolidação, que pode significar a liderança de determinado nicho do mercado;
  • decadência;
  • fechamento.

O Tempo de Vida de uma Organização Produtiva vai do surgimento ao fechamento.

E temos o processo de Decadência de uma Organização Produtiva, quando ela está deixando de liderar o mercado e passa a perder clientes para os concorrentes sem a capacidade de reação.

No passado, antes da chegada da Civilização 2.0, o Tempo de Vida das Organizações Produtivas era muito maior.

Na expansão da Civilização 2.0, temos um novo Ambiente de Sobrevivência Organizacional, no qual houve uma redução do Tempo de Vida das Organizações Produtivas.

Quais são as mudanças introduzidas pela nova Civilização 2.0 no Ambiente de Sobrevivência das Organizações Produtivas:

  • o surgimento de cada vez mais Organizações Produtivas, que praticam o novo Modelo de Cooperação Digital (2.0 / Curadoria), que tem ocupado o espaço em diversos mercados;
  • aonde ainda não existe espaço ainda para o novo Modelo de Cooperação Digital, temos uma aceleração da concorrência, com o aumento exponencial do empreendedorismo, seja ele incremental ou disruptivo.

Temos, assim, uma radical alteração do Ambiente de Sobrevivência das Organizações Produtivas, a saber:

Antes do Digital:

  • Ambiente de Sobrevivência das Organizações Produtivas estáveis sem concorrência de novos Modelos de Cooperação;
  • Taxa Menor de Empreendedorismo;
  • Concorrência Mais Incremental e Menos Disruptiva;
  • Concorrência Mais Local e Menos Global;
  • Clientes Menos Exigentes.

Depois do Digital:

  • Ambiente de Sobrevivência das Organizações Produtivas como novos Modelos de Cooperação;
  • Taxa Maior de Empreendedorismo;
  • Concorrência Mais Disruptiva e Menos Incremental;
  • Concorrência Mais Global e Menos Local;
  • Clientes Mais Exigentes.

Dentro deste contexto, uma Organização Produtiva era criada antes da expansão da Civilização 2.0 para:

  • Ter um longo período de Vida Organizacional;
  • Lidar mais com a estabilidade do que com a instabilidade;
  • Não depender das melhorias contínuas dos Aparatos Digitais,
  • Operar num Ambiente sem mudanças no Macro Modelo de Cooperação;
  • Operar com uma Taxa Menor de Concorrência;
  • Operar mais no Local e menos no Global;
  • Com Clientes Menos Exigentes.

As organizações eram criadas para um novo cenário COMPLETAMENTE diferente do atual.

É preciso imaginar que:

As novas Organizações Produtivas não devem pensar em durar no tempo, mas conseguir durar um tempo.

Teremos três cenários, conforme o mercado em que atuam:

  • aquelas que já estão sofrendo concorrência dos novos Modelos de Cooperação.
  • aquelas que estão sofrendo concorrência de novos entrantes dentro do mesmo Modelo de Cooperação;
  • aquelas que mantém o mesmo modelo de concorrência do novo cenário.

Por tendência, o que teremos mais e mais é o aumento da concorrência dos novos Modelos de Cooperação, sempre de menos para mais descentralização e participação dos clientes nos processos.

Assim, podemos apostar que:

As empresas do futuro NÃO vão poder pensar mais como algo que foi feito para durar.

No futuro, mais e mais, teremos não mais a criação de empresas, mas de projetos inovadores que procurarão sobreviver o maior tempo possível.

A ideia de se criar uma empresa e não um projeto vai ser cada vez mais rejeitada pelo ritmo da nova concorrência muito mais dinâmica.

Os Projetos Organizacionais – e não mais empresas – precisam começar a serem liderados por um tipo de Perfil Inovador e deixados para outros na sua continuidade.

Os Disruptores vão criar os Projetos Organizacionais e ficarão com eles até o momento que eles se consolidarem, saindo para criar novos.

Os investidores não vão mais investir em uma empresa, mas apenas em um Projeto Organizacional, que todos sabem que terão um tempo menor de duração.

Na Bimodais, criamos a hipótese de que temos Três Tipos de Perfis Inovadores:

  • Incrementador – uma mente menos abstrata, que é mais adequada para a operação;
  • Disruptor – uma mente mais abstrata, que é mais adequada tanto para a disseminação e para a conceituação;
  • Mega Disruptor – uma mente muito abstrata, que é mais adequada para a conceituação, criação de projetos totalmente novos.

Cada Perfil Inovador permite que se tenha mais facilidade para determinada atividade.

Quando falamos, por exemplo, na criação de Startups, que são, em geral, Projetos Organizacionais Emergentes Mais Disruptivos temos como demanda, no seu início de um Perfil Inovador Disruptor ou Mega Disruptor.

É preciso uma série de ajustes para que a Projeto Organizacional Emergente se torne uma  Projeto Organizacional Estabelecido, quando temos:

  • Clientes Recorrentes;
  • Rotinas;
  • Equipe;
  • A possibilidade de recuperar e superar o valor investido, gerando valor para os que acreditaram no projeto.

Ao se tornar uma Projeto Organizacional Estabelecido, os Perfis Inovadores que deram origem ao projeto precisam sair para criar novos projetos, deixando no seu lugar Perfis Inovadores menos Disruptivos.

A Organização NÃO vai ser entendida como a empresa do fulano, mas sempre um projeto que terá início, meio e fim.

O Projeto Organizacional não será feita em torno de um CNPJ ou de uma cultura ou de um prédio, mas em torno das diferentes Mentes, que entrarão no processo, conforme o momento.

Temos a passagem das Organizações baseadas em Prédios para as estruturadas em torno dos diferentes perfis de Mentes.

Ressalva para os Bimodais.

Antes estávamos dividindo os Perfis Inovadores em Conceituador, Disseminador e Operador. Estes não são perfis, mas atividades.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Elefantes não fazem Ciência. Assim, temos Ciências Sociais e Não Sociais.
  2. Toda Ciência estudada pelo Sapiens é humana, o que varia é o tipo de Fenômeno que é analisado.
  3. Sem a devida Revisão Conceitual da Ciência 1.0, se torna impossível compreender o novo século.
  4. A Ciência Social 1.0 é Pré-McLuhan. E a 2.0 é a Pós-McLuhan.
  5. Temos uma Crise Conceitual Estrutural na Administração, na Educação, no Direito, entre outras.
  6. Tudo que pensamos sobre a sociedade humana precisa ser revisto, a partir das sugestões de McLuhan.
  7. As diferentes Escolas de Pensamento da Ciência Social não levam em conta o papel das mídias nas mudanças das Eras Civilizacionais.
  8. A Revolução Digital não foi prevista e, depois que ocorreu, ainda não é compreendida na dimensão adequada pela Ciência Social 1.0.

Vamos ao Artigo:

“O significado das crises: é chegada a hora de renovar os instrumentos.” – Thomas Kuhn.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Conseguimos identificar cinco Camadas Históricas, a saber:

  • Cosmo-Histórica – fenômenos com consequências de bilhões de anos, tal como o surgimento dos planetas;
  • Macro-Histórica – fenômenos com consequências de milhões ou milhares de anos, tal como o surgimento de novas mídias;
  • Meso-Histórica – fenômenos com consequências de milhares de anos ou séculos;
  • Micro-Histórica – fenômenos com consequências dentro das décadas nos séculos;
  • Super-Micro Histórica – fenômenos com consequências nos anos, meses e semanas.

Há Fenômenos dentro das Cinco Camadas Históricas, que são:

  • Não Humanos – que são analisados pelas Ciências Não Sociais;
  • Humanos – que são analisados pelas Ciências Sociais.

Note que rejeitamos o conceito de “Ciência Humana”.

Toda Ciência estudada pelo Sapiens é humana, o que varia é o tipo de Fenômeno que é analisado.

Elefantes não fazem Ciência. Assim, temos Ciências Sociais e Não Sociais.

Do ponto de vista da Ciência sugerimos que:

  • Os buracos negros são fenômenos analisados pelas Ciências Não Sociais;
  • E as Revoluções de Mídia pelas Ciências Sociais.

A Ciência Social analisa Fenômenos Humanos, principalmente quem é o Sapiens e como ele procede na sua Jornada pela Sobrevivência.

O epicentro da Ciência Social, assim, é a definição de como o Sapiens caminha ao longo do tempo.

A partir das bases filosóficas e teóricas da Ciência Social, estruturamos as diferentes Subciências Sociais.

No epicentro da Ciência Social, temos que escolher, querendo ou não, a definição de algum tipo de Motor da História.

É da escolha do Motor da História que todas as Subciências Sociais começam a sua jornada de compreensão e apoio para lidar com os diferentes Fenômenos Sociais.

Ciência Social (“Quem Somos?” e “Como avançamos na Macro-História?”) e as diferentes Subciências Sociais:

  • Administração;
  • Psicologia;
  • Direito;
  • Política;
  • Economia;
  • Educação;
  • Outras.

Quando um fato qualquer não está previsto dentro da Ciência Social é preciso que haja uma revisão não só nela, mas em todas as outras Subciências Sociais.

Temos um efeito Bola de Neve Conceitual.

Efeito Bola de Neve Conceitual – quando há necessidade de um questionamento Filosófico e Teórico, que acaba por demandar revisões em várias Subciências correlatas.

Temos hoje, a partir da chegada do Digital, um Efeito Bola de Neve Conceitual.

A chegada da Revolução Civilizacional 2.0 provocou uma Anomalia Conceitual na Ciência Social.

As diferentes Escolas de Pensamento da Ciência Social não levam em conta o papel das mídias nas mudanças das Eras Civilizacionais.

Note que não é uma Anomalia em pontos secundários da Ciência Social, mas no seu epicentro.

Temos, assim, por causa da incompreensão diante do Digital, uma Macro Anomalia da Ciência Social.

Macro Anomalia – é uma anomalia de grandes proporções, estrutural, em itens primários de uma ciência, que exige uma revisão filosófica das suas bases conceituais.

Temos, assim, hoje uma Crise Estrutural da Ciência Social 1.0, pois é preciso fazer uma Revisão Filosófica do seu epicentro.

É preciso rever como o Sapiens promove mudanças civilizacionais ao longo do tempo, pois o que temos hoje não é mais adequado.

A Revolução Digital não foi prevista e, depois que ocorreu, ainda não é compreendida na dimensão adequada pela Ciência Social 1.0.

Se temos uma crise Primária e Estrutural na Ciência Social, por consequência, temos uma Crise na mesma dimensão em todas as Subciências correlatas.

Temos uma Crise Conceitual Estrutural na Administração, na Educação, no Direito, Política, entre outras.

A Ciência Social 1.0 é Pré-McLuhan. E a 2.0 é a Pós-McLuhan.

Marshall McLuhan (1911-80) percebeu o relevante e fundamental papel das mídias no Motor da História do Sapiens.

Diz ele:

“Mudou a mídia, mudou a sociedade.”

Assim, quando pensamos, por exemplo, a Administração, onde se incluem todos os nossos Paradigmas sobre negócios, é fundamental entender o tamanho da mudança que estamos passando.

Tudo que pensamos sobre a sociedade humana precisa ser revisto, a partir das sugestões de McLuhan.

Por consequência, do que sugere McLuhan nas alterações do Motor da História Humana, temos o seguinte:

  • Mudou a mídia, mudou a educação;
  • Mudou a mídia, mudou o direito;
  • Mudou a mídia, mudou a política;
  • Mudou a mídia, mudou a administração;
  • E por aí vai.

A Ciência Social 2.0, ao incorporar o papel das mídias, consegue perceber a relevância de forças vivas, tais como a demografia e o surgimento de tempos em tempos de novos Macro Modelos de Cooperação.

A Bimodais, na verdade, tem desenvolvido o que podemos chamar de Ciência Social 2.0 ou Ciência Social Bimodal.

O que tem de novo na Ciência Social 2.0?

  • compreendemos o papel das mídias como um Fator Detonante de novas Eras Civilizacionais;
  • que ocorre em função do Fator Causante que é o aumento populacional;
  • que nos traz como Fator Consequente novos Macro Modelos de Cooperação Humana.

Sem a devida Revisão Conceitual da Ciência 1.0, se torna impossível compreender o novo século.

Mais.

Quando falamos em Ciência Social estamos estudando basicamente o que é estrutural no Sapiens: “Quem Somos?” e “O como nos adaptamos na nossa sobrevivência?”.

Quando respondemos o “Quem Somos?”, temos OBRIGATORIAMENTE que responder: somos uma espécie como todas as outras que se adapta para sobreviver.

As outras espécies se adaptam de forma instintiva e nós de forma reflexiva.

Podemos propor na Animalogia Negativa que temos o seguinte:

  • Inovação Instintiva – feita pelos outros seres vivos para se adaptar na sua jornada de sobrevivência;
  • Inovação Reflexiva – feita pelos Sapiens para se adaptar na sua jornada de sobrevivência.

Porém, podemos nos perguntar o seguinte.

Existe a possibilidade de pensar a Jornada Humana do Sapiens sem pensar em Inovação?

Temos dois tipos de visão sobre a história do Sapiens:

  • um Sapiens mais fixo e pouco mutante, no qual se analisa pouco os movimentos Macro-Históricos;
  • um Sapiens mais mutante e pouco fixo, no qual se percebe os movimentos Macro-Históricos.

Quando analisamos a Macro-História, vamos perceber movimentos do Sapiens, que se repetem ao longo do tempo.

Diria que o que se repete é tudo aquilo que leva o Sapiens a sobreviver.

O que é estrutural no Sapiens? A sua luta pela sobrevivência. O que se modifica? Como sobrevivemos!

O que muda de tempos em tempos é o como procedemos a sobrevivência.

Portanto, quando pensamos na Ciência da Inovação, estamos falando de um tipo de abordagem da Ciência Social.

Quando propomos a Ciência Social 2.0, estamos sugerindo que passemos a utilizar a Ciência da Inovação.

As Ciência da Inovação não é uma subciência da Ciência Social, mas a própria Ciência Social vista de forma mais adequada com a nossa jornada.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

Está começando a nona imersão (de janeiro a julho de 2023) – não perca! R$ 700,00 no Pix!

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

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#Susan Anderson – dialogando com este autor.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Nono Ciclo de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Todas as pessoas, estruturalmente falando, são ambiciosas, pois desejam ter uma vida amanhã melhor do que ontem.
  2. Os Conceituadores da Inovação Pessoal, mesmo que não tenham a noção clara do momento, estimulam esta migração do Sapiens 1.0 para o 2.0.
  3. Hoje há não só a demanda, mas o estímulo para que as pessoas sejam muito mais personalizadas, criativas, originais do que no passado.
  4. Vivemos, assim, um Momento Civilizacional Bimodal, uma passagem entre duas Civilizações – entre dois Sapiens o 1.0 e o 2.0.
  5. Mídias Mais Centralizadas têm como consequência, no médio prazo, a Massificação das formas de sentir, pensar e agir das pessoas.
  6. Nestes momentos de Crise Civilizacional Estrutural temos um aumento da Taxa de Massificação do Sapiens.
  7. A atual Crise Civilizacional Estrutural é provocada pela incompatibilidade do Macro Modelo de Cooperação com o novo Patamar Demográfico.
  8. Estamos vivendo o início de uma Revolução Civilizacional – um Fenômeno Macro-Histórico, que terá reverberações nos próximos séculos.

Vamos ao Artigo:

“…a verdadeira revolução causada pela internet mal começou.” – Alan Pakes.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Na Jornada Humana, há Fenômenos que precisam ser identificados dentro das Camadas Históricas.

São as seguinte Camadas Históricas, que servem para identificar os diferentes tipos de fenômeno e as suas repercussões no tempo, a saber:

  • Cosmo-Histórica – fenômenos com consequências de bilhões de anos, tal como o surgimento dos planetas;
  • Macro-Histórica – fenômenos com consequências de milhões ou milhares de anos, tal como o surgimento de novas mídias;
  • Meso-Histórica – fenômenos com consequências de milhares de anos ou séculos;
  • Micro-Histórica – fenômenos com consequências dentro das décadas nos séculos;
  • Super-Micro Histórica – fenômenos com consequências nos anos, meses e semanas.

Há Fenômenos dentro das Camadas Históricas, que são:

  • Não Humanos – que são analisados pelas Ciências Não Humanas;
  • Humanos – que são analisados pelas Ciências Humanas.

Note que rejeitamos o conceito de “Ciência Humana”, pois toda a Ciência é estudada pelo Sapiens.

Elefantes não fazem Ciência.

Digamos que do ponto de vista da Ciência:

  • Os buracos negros são fenômenos analisados pelas Ciências Não Humanas;
  • E as Revoluções de Mídia pelas Ciências Humanas.

Dentro deste ponto de vista, vivemos hoje uma Revolução Civilizacional, que tem as seguintes características:

  • o aumento populacional com o Fator Causante;
  • a chegada de uma nova Mídia Mais Completa como Fator Detonante;
  • e a criação de um novo Macro Modelo de Cooperação como Fator Consequente.

Todos os Fenômenos Humanos ou Não Humanos vivem diferentes ciclos.

Quando analisamos o Fenômeno da Jornada Humana – epicentro do estudo da Inovação Civilizacional – percebemos que temos dentro de um Espiral Progressivo as seguintes etapas:

  • Renascimento – que se inicia com a chegada de uma Mídia Mais Completa;
  • Consolidação – que marca o surgimento de Zonas de Atração, que passam a se utilizar do novo Macro Modelo de Cooperação;
  • Crise – já que o novo Macro Modelo de Cooperação permite o aumento populacional e o torna obsoleto, demandando um novo.

Quando queremos analisar o atual momento histórico, é preciso entender que:

Estamos vivendo o início de uma Revolução Civilizacional – um Fenômeno Macro-Histórico, que terá reverberações nos próximos séculos.

Temos, assim, duas grandes crises que precisam ser administradas no atual momento:

  • a Crise Civilizacional Estrutural – provocada pelo dissintonia entre o tamanho da população e o atual Macro Modelo de Cooperação, que vem se estendendo há mais tempo;
  • a Crise Conjuntural Civilizacional – que é a adaptação que estamos passando de um Ambiente de Cooperação para um novo, que terá uma adaptação menos longa.

A atual Crise Civilizacional Estrutural é provocada pela incompatibilidade do Macro Modelo de Cooperação com o novo Patamar Demográfico.

Nestes momentos de Crise Civilizacional Estrutural temos um aumento da Taxa de Massificação do Sapiens.

Como passamos a ter mais gente para consumir, acaba sendo natural que haja uma padronização dos produtos e serviços.

E o surgimento e consolidação de Mídias Mais Centralizadas.

Mídias Mais Centralizadas têm como consequência, no médio prazo, a Massificação das formas de sentir, pensar e agir das pessoas.

Vivemos, assim, um Momento Civilizacional Bimodal, uma passagem entre duas Civilizações – entre dois Sapiens o 1.0 e o 2.0.

Vejamos a diferença entre os dois Sapiens:

  • o Sapiens 1.0 – que viveu e foi formatado para viver no Ambiente de Cooperação Sonoro;
  • o Sapiens 2.0 – que passará a viver e precisa ser formatado para viver no Ambiente de Cooperação Digital.

Vejamos os desafios da passagem do Sapiens 1.0 para o 2.0:

  • Do ponto de vista Estrutural – passar a conviver em um novo Ambiente de Cooperação muito mais descentralizado e conviver com o uso intenso da Inteligência Artificial;
  • Do ponto de vista Conjuntural – aumentar as Taxas de Personalização, Criatividade, Autonomia.

Estamos vivendo a passagem de um Ambiente de Cooperação Mais Centralizado para um outro Mais Descentralizado.

Este é o contexto geral para que possamos entender determinados problemas que temos atualmente.

Se analisarmos as formas de sentir, pensar e agir das pessoas hoje diante das atuais mudanças vamos perceber que há uma série de velhos paradigmas que estão sendo questionados pelos Renascentistas 2.0.

Hoje há não só a demanda, mas o estímulo para que as pessoas sejam muito mais personalizadas, criativas, originais do que no passado.

Os Conceituadores da Inovação Pessoal, mesmo que não tenham a noção clara do momento, estimulam esta migração do Sapiens 1.0 para o 2.0.

No livro de Susan, temos a seguinte frase:

“Fomos levados a acreditar que mirar muito alto terminará em decepção, nos fará parecer tolos. Mas a realidade é que mirar alto é exatamente o que você precisa fazer. Porque quando você mira alto, inspira os outros. Quando você tem algo empolgante para dizer e quando está claramente empolgado com isso, as pessoas ouvem.”

Não gosto da expressão “mirar alto”, já comentei sobre isso.

Mas vemos que há antigos paradigmas que estão sendo questionados, quando rejeitamos de forma preconceituosa a individualização.

Há visível preconceito quando usamos as palavras como egoísmo, ambição, personalização, melhoria pessoal (denominada autoajuda).

E aqui temos uma conversa interessante sobre ambição.

Vamos definir a palavra:

“Ambição – forte desejo de poder ou riquezas, honras ou glórias; cobiça; cupidez.”

Ambição vem do latim ambitiosus, cobiçoso, ávido, desejoso, sedento. Ambicioso é do mesmo étimo de ambulare, caminhar, e ambire, andar em volta.

Vamos aos sinônimos:

Concupiscência, avidez, cobiça, cupidez, fome, ganância, interesse, sede. Aspiração de alcançar um objetivo: 2 anelo, anseio, ânsia, ansiedade, aspiração.

Digamos que podemos definir ambição como um projeto futuro de criação de um novo ambiente.

Eu estou aqui e quero, almejo, chegar lá, isso é o meu projeto ambicioso.

A ambição não é um problema em si, ao contrário, é algo positivo.

O que pode ser tóxico – da mesma maneira que lidamos com o egoísmo – é como eu lido com a minha ambição.

Não existe projeto de Inovação Pessoal, que não parta de algum tipo de Ambição.

Note que aqui temos o problema da Generalização Conceitual.

Todas as pessoas, estruturalmente falando, são ambiciosas, pois desejam ter uma vida amanhã melhor do que ontem.

Ser Ambicioso é ter vontade de alcançar um objetivo.

Quando se usa a expressão “mirar alto” está se falando de um tipo de ambição, como se o processo de melhoria fosse uma escada ou uma pirâmide.

Talvez, seja mais adequado a expressão mirar longe, no longo prazo.

E podemos separar os dois tipos de Ambições:

  • Ambição Tóxica – que está mais ligada à Felicidade Conjuntural, sem projeto, tem foco no curto prazo e apenas em bens tangíveis;
  • Ambição Saudável – que está mais ligada à Felicidade Estrutural, tem foco no longo prazo e bens intangíveis.

Querer comprar um carro é uma Ambição de Curto Prazo, já deixar uma marca na sua profissão é uma Ambição de Longo Prazo.

Pessoas que vivem uma Taxa Maior de Felicidade Estrutural são aquelas que têm uma Ambição de Longo Prazo.

Por fim, as dicas que Susan apresenta se encaixam na passagem do Sapiens 1.0 para o 2.0:

Vejamos:

  • + Responsabilidade
  • + Ligar o “foda-se”, aumentando a Taxa de Endogenia na sua vida, vivendo mais a partir de seus critérios de dentro para fora do que de fora para dentro;
  • + Refletir mais – usar mais a Mente 3 para que possa evitar ser levado pelas emoções;
  • + Disciplina – deixando a preguiça de lado
  • + Seja adaptável – aumentar a capacidade de adaptação ao novo;
  • + Encontre seus pontos fortes e fracos – se conheça mais;
  • + Seja mais corajoso – um dos epicentro do originalismo, se afastar da normalidade;
  • + Atento a sua vida – Cuide do corpo, da casa. 

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.MENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

 

O áudio do artigo

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#Susan Anderson – dialogando com esta autora.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Nono Ciclo de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Mercadar o nosso melhor passa a ser uma demanda cada vez mais urgente no Mundo Digital.
  2. Temos agora no Digital que promover um longo e difícil processo de aprender a mercadar as atividades que nos motivam.
  3. Não sabemos o que realmente nos motiva, pois não fomos formatados para olhar de dentro para fora.
  4. O sucesso é um processo, uma estrada, com vários pontos de idas e vindas, que são as estações.
  5. O sucesso, visto de forma adequada, é mais a estrada do que uma estação de trem.
  6. Temos que combater a ideia de Sucesso como Substantivo e colocá-lo como um verbo, um processo e não um ponto de chegada.
  7. O importante é desenvolver a referência de dentro para fora e não de fora para dentro do que é uma vida bem sucedida.
  8. Se você ganha muito e gasta mais do que ganha, está ficando cada vez mais pobre.

Vamos ao Artigo:

“…quanto mais as pessoas vivem à mercê das opiniões alheias e não despertam para desenvolver seu verdadeiro talento, mais se frustram.” – Joel Moraes.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Neste artigo damos continuidade à leitura do livro “Mente Blindada” de Susan Anderson, que começou aqui.

O livro, como dissemos lá, é sobre Inovação Pessoal.

Vamos ao que achei de mais relevante.

Destaco a seguinte frase:

Papo do Segundo Mandamento: “Cuidado ao escolher onde colocar a tua felicidade”

“Aprenda a separar ‘renda’ de ‘riqueza’.”

Não pense em quanto você vai ganhar, mas na diferença entre o que você ganha e o que você gasta.

Se você ganha muito e gasta mais do que ganha, está ficando cada vez mais pobre.

Papo do Primeiro Mandamento: “Tua felicidade vem de dentro!”

De maneira geral, uma Visão de Consumo Mais Minimalista favorece a quem quer desenvolver a sua Felicidade Estrutural.

Quando estamos mais empenhados no processo da Felicidade Estrutural mais temos uma visão de Sucesso da seguinte maneira:

  • Mais Endógeno (de dentro para fora);
  • Mais Intangível (de valores e não de coisas);
  • Mais de Processo (e não de ponto de chegada);
  • e Mais de Longo Prazo (mais de legado do que de alegrias).

Vejamos a regra, quando aplicamos a questão da visão sobre o sucesso dentro da atual Revolução Civilizacional 2.0:

  • Sociedades Mais Centralizadas e, por consequência Mais Massificadas tendem a estimular o sucesso mais Exógeno, Mais Tangível, de Ponto de Chegada e de Curto Prazo;
  • Sociedades Mais Descentralizadas e, por consequência, Mais Diversificadas tendem a estimular o sucesso mais Endógeno, Mais Intangível, de Processo e de Longo Prazo.

Vejamos o que Susan diz sobre isso:

“Aprenda a separar seu status no trabalho do seu sentimento pessoal de orgulho e realização.”

Note que temos aqui a referência do sucesso Endógeno e Intangível.

O importante é desenvolver a referência de dentro para fora e não de fora para dentro do que é uma vida bem sucedida.

Mais.

Temos que combater a ideia de Sucesso como Substantivo e colocá-lo como um verbo, um processo e não um ponto de chegada.

O sucesso, visto de forma adequada, é mais a estrada do que uma estação de trem.

O sucesso é um processo, uma estrada, com vários pontos de idas e vindas, que são as estações.

O processo de ganhar dinheiro com as Atividades Mais Motivadoras.

O que são?

Atividades Profissionais Mais Motivadoras são aquelas que despertam uma continuada sensação de bem estar.

Uma vida profissional mais plena é o resultado de conseguirmos viabilizar financeiramente nossas Atividades Profissionais Mais Motivadoras.

Questão da procura do aumento da Taxa de Motivação Profissional:

“Com o tempo, você pode transformar essa paixão (ou algo que você descobre que te motiva) em uma maneira de ganhar dinheiro. Então talvez você vá a tempo parcial. Então talvez você vá em tempo integral. Então talvez você saia do seu emprego diário.”

Aqui, se fala na grande dificuldade que todos temos de transformar aquilo que nos motiva mais em fonte de renda.

O problema é que, antes de tudo:

Não sabemos o que realmente nos motiva, pois não fomos formatados para olhar de dentro para fora.

Temos agora no Digital que promover um longo e difícil processo de aprender a mercadar as atividades que nos motivam.

Num ambiente cada vez mais aberto e competitivo, a partir da massificação da Civilização 2.0 temos o seguinte:

Mercadar o nosso melhor passa a ser uma demanda cada vez mais urgente no Mundo Digital.

 

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.MENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

 

O áudio do artigo

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#Susan Anderson – dialogando com esta autora.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Nono Ciclo de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Conceituador Percepcionista – aquele que baseia suas análises mais em percepções do que em padrões.
  2. Ambientes de Cooperação Mais Descentralizados aumentam a Taxa do Sucesso Mais Endógeno do que Exógeno.
  3. A Jornada Humana pede que, de tempos em tempos, tenhamos um processo exponencial de personalização.
  4. Todos nós somos egoístas, mas praticamos diferentes tipos de egoísmo, que podem ser mais tóxicos ou saudáveis.
  5. Quando os conceitos são mais bem definidos, melhoramos a capacidade de compreensão para estabelecer um diálogo.
  6. Muito dos ruídos que ocorrem nas conversas se deve a conceitos vagos e imprecisos.
  7. Quando se adjetiva determinados conceitos, você limita a sua interpretação e explicita do que você está se referindo.
  8. Sem adjetivos, determinados conceitos geram uma Confusão Conceitual.

Vamos ao Artigo:

“Vivemos uma Epidemia de Cegueira Psicológica – que impede as pessoas de conseguirem terem vidas mais significativas.” – Mark Manson.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Papo de Leitura Ativa:

Quando nos propomos a nos relacionar com qualquer conteúdo, o mais importante é estabelecer um diálogo com o outro Conceituador.

Qual é a sugestão de um bom roteiro operar com uma Leitura Ativa?

Parte-se de princípio que você para ser um Profissional de Excelência já tem:

  • um fenômeno que procura entender e procura ajudar a clientes a lidar melhor com ele;
  • atua profissionalmente de alguma forma nesta relação, seja como Conceituador, Disseminador ou Operador;
  • e já desenvolve uma Narrativa Conceitual própria.

Sugiro, ao praticar uma Leitura Ativa, analisar o que aquele conteúdo pode melhorar os seus Paradigmas (forma de sentir, pensar e agir)?

  • O que questiona?
  • O que melhora?
  • O que reforça?
  • O que eu vou incorporar e o que vou descartar, por quais motivos?

Falemos do livro

O livro “Mente Blindada” de Susan Anderson é mais um que vai para a “prateleira” dos livros sobre Inovação Pessoal.

Susan é uma Conceituadora Percepcionista, pois não procura padrões, mas apenas expõe de, maneira genérica, sugestões para a melhoria da qualidade de vida individual.

Conceituador Percepcionista – aquele que baseia suas análises mais em percepções do que em padrões.

Diria que o livro “Mentes Blindadas” não tem um conteúdo com Percepções muito originais e nem a forma como é escrito é muito atrativa.

Porém, devemos sempre no processo de Leitura Ativa procurar encontrar algo que aprimore nossos Paradigmas (nossa forma de sentir, pensar e agir).

Susan define o objetivo do seu livro da seguinte maneira:

“Neste guia, examinaremos em profundidade o que significa ser um sucesso nos negócios; e como você deve chegar lá.”

Analisemos agora o conceito sobre “sucesso.”

Papo sobre Ciência:

Confusão e Generalização Conceitual

Sucesso, como vários outros conceitos, como egoísmo, democracia e vários outros demandam não podem ser usados isoladamente, pois demandam adjetivos para que possamos precisar do que estamos falando.

Sem adjetivos, determinados conceitos geram uma Confusão Conceitual.

Quando se adjetiva determinados conceitos, você limita a sua interpretação e explícita do que você está se referindo.

Muito dos ruídos que ocorrem nas conversas se deve a conceitos vagos e imprecisos.

Quando os conceitos são mais bem definidos, melhoramos a capacidade de compreensão para estabelecer um diálogo.

Se eu uso a palavra “sucesso” de maneira aberta e sem adjetivos qualquer um pode dar a sua visão sobre isso.

É como se todo mundo tivesse a mesma maneira de pensar o sucesso.

No caso de Egoísmo, é como se ser egoísta fosse uma escolha e não algo estrutural do Sapiens.

Todos nós somos egoístas, mas praticamos diferentes tipos de egoísmo, que podem ser mais tóxicos ou saudáveis.

O uso de determinados conceitos sem adjetivos pode levar o nome de Generalização Conceitual. 

Generalização Conceitual – quando se parte do princípio que um conceito não precisa de adjetivos, tal como sucesso (algo que varia de pessoa para pessoa) ou Egoísmo (um atributo estrutural do Sapiens), que pode ter várias aplicações.

Conseguimos, até o momento, identificar dois tipos de Generalizações Conceituais:

  • quando confundimos o que é Conjuntural do Estrutural (Ex. Egoísmo);
  • quando acreditamos que existe apenas uma forma de pensar sobre determinado fenômeno (Democracia ou Sucesso).

O Sucesso e a Inovação Pessoal:

Quando falamos de sucesso não podemos incorrer na prática da Generalização Conceitual.

Existem várias formas de definir sucesso – o que varia de pessoa para pessoa.

O que pode ser considerado sucesso para um pode não ser para outro.

Temos aqui na escola dois critérios possíveis na medição do Sucesso:

  • Sucesso Mais Exógeno – meta baseada mais de fora para dentro do que de dentro para fora;
  • Sucesso Mais Endógeno – meta baseada mais de dentro para fora do que de fora para dentro.

Podemos, a partir da definição dos tipos de sucesso, identificar e classificar regras para o aumento ou redução das Taxas de Endogenia ou Exogenia do Sucesso.

Como variam os dois tipos de sucesso?

  • quanto mais temos o aumento da Taxa de Verticalização do Ambiente de Cooperação Humana, mais teremos o aumento da Taxa do Sucesso Exógeno;
  • quanto mais temos o aumento da Taxa de Horizontalização do Ambiente de Cooperação Humana, mais teremos o aumento da Taxa do Sucesso Endógeno.

Vivemos hoje, em função da chegada e massificação da Civilização 2.0, o aumento da demanda do Sucesso Endógeno.

O sucesso do livro do Mark Manson, “A sutil arte de ligar o foda-se” é bem emblemático deste período.

O que Manson sugere, basicamente, é que se reduza a Taxa de Sucesso Exógeno e se aumente a do sucesso Endógeno.

Mais ainda.

A Jornada Humana pede que, de tempos em tempos, tenhamos um processo exponencial de personalização.

Isso só é possível com a atualização e sofisticação dos Ambientes de Cooperação Humana.

Com Ambientes de Cooperação Mais Sofisticados, conseguimos aumentar a Taxa de Personalização.

Ambientes de Cooperação Mais Descentralizados aumentam a Taxa do Sucesso Mais Endógeno do que Exógeno.

Na sequência, dialogaremos mais com o livro de Susan.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.MENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Ao servir a qualquer cliente, o fim é sempre aumentar a Taxa de Felicidade de Terceiros e o meio é o produto e serviço oferecido.
  2. Quando entendemos que o foco de qualquer ser humano é viver melhor, temos mais facilidade para nos posicionar no mercado.
  3. O principal foco tanto da Inovação Profissional, quanto da Organizacional é entregar mais felicidade para o cliente.
  4. O cliente, após consumir o que se oferece a ele, tem que ser mais feliz amanhã do que era ontem.”
  5. Ninguém, assim, é profissional de um serviço ou de um produto, mas do resultado de melhoria objetiva e ou subjetiva que isso leva para alguém.
  6. Qualquer profissional ou organização entrega melhorias de vida, através de produtos e serviços. Simples assim.
  7. É da qualidade das nossas decisões que podemos ter uma vida melhor ou pior.
  8. Viver é escolher.

Vamos ao Artigo:

“Um homem aponta para a lua. O tolo olha para o dedo e o sábio para a lua.” – Provérbio Chinês.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Viver é escolher.

É da qualidade das nossas decisões que podemos ter uma vida melhor ou pior.

Temos, entretanto, dois tipos de escolhas na vida:

  • as Escolhas Conjunturais – aquelas que, em geral, têm impactos no curto prazo;
  • as Escolhas Estruturais – aquelas que, em geral, têm impactos no longo prazo.

Temos algumas escolhas estruturais na vida, tais como:

  • a decisão de ter ou não ter filhos;
  • de casar ou não casar e que tipo de casamento adotamos;
  • do estilo de vida que adotamos com impactos na saúde;
  • dos riscos que corremos e colocamos nossa vida em perigo;
  • e de como encaramos a nossa missão de vida, principalmente, a profissional.

Aqui, vamos falar sobre as Escolhas Estruturais Profissionais.

Escolhas Estruturais Profissionais – as que fazemos ligadas a nossa atividade profissional.

Abro um parênteses:

Vimos ontem o seguinte…

Qual é a diferença entre hobbie e profissão?

  • Escolhas de Hobbies – você não serve ninguém e não tem perspectiva de ganhar dinheiro com eles e temos que agradar apenas o nosso Cachorrinho Interno;
  • Escolhas Profissionais – quando escolhemos uma profissão temos que agradar também o Cachorrinho Interno de terceiros, o que aumenta muito o grau de complexidade.

Não se pode confundir hobbie com trabalho, pois são coisas completamente distintas.

Quando queremos transformar hobbie em trabalho, é preciso entender que estamos aumentando a Taxa de Complexidade, pois passamos a envolver a melhoria da qualidade de vida de terceiros.

Fecho o parênteses.

No fundo, no fundo, temos o seguinte.

Qualquer profissional ou organização entrega melhorias de vida, através de produtos e serviços. Simples assim.

Ninguém, assim, é profissional de um serviço ou deu um produto, mas do resultado de melhoria objetiva e ou subjetiva que isso leva para alguém.

Isso nos leva para o seguinte.

Ao definir a sua atividade não se olhe para “dedo” – como sugere o provérbio chinês – mas a lua – a melhoria que leva para alguém.

“Um homem aponta para a lua. O tolo olha para o dedo e o sábio para a lua.” – Provérbio Chinês.

O cliente, após consumir o que se oferece a ele, tem que ser mais feliz amanhã do que era ontem.

Assim, temos o seguinte:

O principal foco tanto da Inovação Profissional, quanto da Organizacional é entregar mais felicidade para o cliente.

Temos, entretanto, que definir o que estamos chamando de “felicidade”.

Felicidade é a sensação que temos de bem estar na vida, mais ou menos continuado, diante dos diferentes problemas que enfrentamos.

Temos, assim, duas grandes Encruzilhadas Profissionais:

  • conseguir, claramente, separar o que será hobbie e o que vai ser trabalho;
  • e que tipo de produto e serviço vou oferecer para que eu consiga uma Alta Taxa de Sustentabilidade dentro do Mercado, seja ela Organizacional ou Profissional.

Muita gente se confunde quando vai definir a sua atividade profissional, pois acabar por se prende ao meio e não ao fim.

Vamos a um exemplo.

Um possível cliente me disse que o seu principal foco era o desenvolvimento da “Inovação Aberta”.

É como se ele fosse especialista da Inovação Aberta.

Inovação Aberta, entretanto, é uma metodologia que prevê utilizar dentro da Inovação Organizacional dentro de Organizações Estabelecidas pessoas de fora da para promover mudanças.

O objetivo de um organização não deve ser implantar a Inovação Aberta, mas passar a oferecer serviços e produtos que deixem seus clientes mais felizes.

A Inovação Aberta, como qualquer outro serviço, deve ser vista como uma ferramenta de ampliação da Taxa de Felicidade dos Clientes.

Um profissional ou uma organização que começa a ver cair a sua Taxa de

Digamos que alguém se especializou em “Inovação Aberta”.

Este profissional não pode perder o foco que o que ele está oferecendo é uma melhoria da capacidade do seu cliente em gerar felicidade.

Ao servir a qualquer cliente, o fim é sempre aumentar a Taxa de Felicidade de Terceiros e o meio é o produto e serviço oferecido.

Isso vale para várias outras coisas.

Ninguém estuda para ter conhecimento, mas para ser mais feliz, a partir do conhecimento objetivo.

Ninguém faz uma terapia para ser melhor analisado, mas para ser mais feliz.

Quando entendemos que o foco de qualquer ser humano é viver melhor, temos mais facilidade para nos posicionar no mercado.

Não se pode confundir, portanto, o dedo com a lua.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. No trabalho, diferente do hobbie, deixamos de nos preocupar apenas com a nossa motivação e passamos a ter que gerenciar a motivação de terceiros.
  2. O hobbie é algo fundamental para nos equilibrar, mas não pode ser confundido com trabalho.
  3. Se você se sente desmotivado na segunda, quando começa a sua jornada de trabalho, há algo errado no seu projeto profissional.
  4. Como saber, assim, o que nos motiva mais como profissionais? Criando hipóteses experimentando e reavaliando.
  5. Estamos saindo de uma Alta Taxa de Massificação para uma Alta Taxa de Personalização em muito pouco tempo.
  6. Antes da Civilização 2.0, as pessoas não tinham tanta demanda por autonomia profissional como agora.
  7. Há, depois do Digital, um exponencial processo de startupização das pessoas.
  8. Um dos principais efeitos da nova Civilização 2.0 no trabalho é a passagem de menos para mais autonomia dos profissionais.

Vamos ao Artigo:

“…só uma pequena parte dos adultos vê suas ocupações como uma vocação.” – Duckworth.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

O artigo aborda o aspecto Profissional da Inovação Pessoal.

Uma pessoa precisa inovar nas seguintes áreas da sua vida pessoal:

  • Profissional;
  • Sexo-afetiva;
  • Amizades;
  • Familiar;
  • Lazer e hobbies;
  • Trabalhos voluntários;
  • Cuidados em geral (corpo, casa, roupas, etc).

O foco aqui é a Inovação Pessoal Profissional.

Todo o Sapiens precisa aprender a se sustentar, gerando valor para algum cliente e sendo remunerado por isso.

Trabalhar para o Sapiens não é uma opção, mas uma obrigação.

Um dos principais efeitos da nova Civilização 2.0 no trabalho é a passagem de menos para mais autonomia dos profissionais.

Hoje, cada pessoa tem se tornado uma espécie de micro organização.

Há, depois do Digital, um exponencial processo de startupização das pessoas.

Temos no Mercado 2.0 um aumento da demanda por inovação, que pode ser observada no aumento da demanda dos seguintes fatores:

  • + competitividade;
  • + criatividade;
  • + autonomia;
  • + adaptabilidade.

Da mesma maneira que as Organizações sempre tiveram a obrigação de definir a sua missão, hoje cada pessoa tem tido esta demanda também.

Antes da Civilização 2.0, as pessoas não tinham tanta demanda por autonomia profissional como agora.

E, por causa disso, há uma demanda hoje por cada um descobrir a sua Missão Profissional.

A definição e escolha da Missão Profissional é complicada, pois exige que:

  • tenhamos que nos autoconhecer muito mais do que estávamos acostumados no passado;
  • aprender, com os tempos, as atividades que nos motivam mais e as que nos motivam menos;
  • saber entender e equilibrar o que é hobbie e o que é trabalho;
  • e, por fim, aprender a gerar dinheiro com as as atividades que nos motivam mais, que escolhemos como trabalho.

Isso não é fácil.

Estamos saindo de uma Alta Taxa de Massificação para uma Alta Taxa de Personalização em muito pouco tempo.

Como saber, assim, o que nos motiva mas como profissionais? Criando hipóteses, de forma, consciente, experimentando e reavaliando.

Uma boa medição da nossa Taxa de Motivação pode ser feita tanto na sexta quanto na segunda.

Se você se sente desmotivado na segunda, quando começa a sua jornada de trabalho, há algo errado no seu projeto profissional.

Mais ainda.

É preciso saber separar dois tipos de atividades na Inovação Profissional, que às vezes se embolam:

  • hobbies – você não serve ninguém e não tem perspectiva de ganhar dinheiro com eles;
  • e a atividade profissional – você serve a alguém e tem perspectiva de ganhar dinheiro com ela.

O hobbie é algo fundamental para nos equilibrar, mas não pode ser confundido com trabalho.

No hobbie, não se imagina ganhar dinheiro ou servir a alguém. É algo que é de nós para nós mesmos.

No trabalho, isso é diferente, temos que ter motivação para servir ao outro e, a partir daí, conseguir sobreviver.

O trabalho aumenta muito a complexidade das decisões, se comparado ao hobbie.

No trabalho, diferente do hobbie, deixamos de nos preocupar apenas com a nossa motivação e passamos a ter que gerenciar a motivação de terceiros.

De maneira geral, muitas vezes, a pessoa está muito desmotivada no trabalho e se agarra a um hobbie para se equilibrar.

O ideal é que se motive com as duas coisas, de forma diferente e que haja sinergia entre eles.

Por fim, quando falamos de missão de vida isso implica, antes de tudo, ter uma forma de geração de recursos para sobreviver.

A maior parte das pessoas depende do seu trabalho para viver.

A pessoa pode optar por não ter filhos, ser solteira, não ter trabalhos voluntários, não ter hobbies, mas terá que ter algum dinheiro para pagar as contas.

Assim, quando falamos de missão de vida, em geral, ela acaba tendo que se concentrar na Missão Profissional, como epicentro, e as outras como complemento.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não é a solução que define o problema, mas o problema que define a solução.
  2. Um dos grandes enigmas da inovação do novo século é: por que NENHUMA organização tradicional lidera o mercado digital?
  3. Por mais que um grupo possa trabalhar num determinado problema, precisa ter uma Mente Disruptiva dentro dele para chegar em soluções mais disruptivas.
  4. Problemas Mais Extraordinários pedem Mentes Mais Disruptivas.
  5. A tendência das pessoas é sempre encarar os problemas a partir das soluções que estamos acostumados.
  6. Mesmo que as soluções não estejam mais adequadas ao tipo de problema, insistimos em repeti-las.
  7. As pessoas têm a tendência de não conseguir compreender que estão diante de novos problemas, que pedem novas soluções.
  8. Pessoas que têm uma Mente Mais Disruptiva são fundamentais para a solução de Problemas Mais Extraordinários.

Vamos ao Artigo:

“A imaginação é mais importante que o conhecimento.” – Einstein.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Na série Mentalista, de Bruno Heller, que está no acervo da HBO Max, temos Patrick Jane (Simon Baker) como um detetive Disruptor.

Uma pessoa que tem capacidade imaginativa maior que a maioria e que ajuda com a sua capacidade uma equipe de policiais a desvendar crimes incomuns.

Na verdade, todos os capítulos apresentam crimes incomuns, que não são resolvidos por evidências.

Podemos separar a equipe de detetive da série em dois blocos:

  • o grupo que cuida do levantamento dos fatos;
  • e Patrick Jane, que fica responsável por descobrir o que não é tão evidente.

O que a série nos ajuda na Inovação, principalmente a Organizacional?

Temos sempre dois tipos de problemas na vida:

  • os problemas normais, incrementais;
  • os problemas extraordinários, disruptivos.

Temos as seguintes regras na Inovação Organizacional:

  • Problemas Normais podem ser resolvidos com um esforço de grupos;
  • Problemas Extraordinários pedem uma Mente Disruptiva, individual.

Por mais que um grupo possa trabalhar num determinado problema, precisa ter uma Mente Disruptiva dentro dele para chegar em soluções mais disruptivas.

Temos na Epistemologia dois métodos, que podem ser usados no processo da Inovação Organizacional:

  • O Método Indutivo – trabalha com dados e revisões nas Metodologias, que exige baixa Taxa de Abstração. Funciona melhor para Problemas Normais e Incrementais;
  •  O Método Dedutivo – trabalha com insights e revisões nas Filosofias e Teorias, que exige alta Taxa de Abstração. Funciona melhor para Problemas Extraordinários e Disruptivos.

Temos, assim, os seguintes padrões na Inovação Organizacional:

  • Problemas Extraordinários – que pedem Soluções Disruptivas, através do Método Dedutivo para solucioná-los, em geral resolvido por uma pessoa;
  • Problemas Normais – que pedem soluções incrementais, através do Método Indutivo para solucioná-los, em geral, resolvidos por grupos.

Quando estamos diante de diversos tipos de problemas, é preciso identificar de que tipo de problema estamos enfrentando.

Não é, portanto, a solução que define o problema, mas o problema que define a solução.

Thomas Kuhn (1922-96) no seu recomendável livro “A Estrutura das Revoluções Científicas” se debruça sobre este problema.

Ele nos ensina que:

A tendência das pessoas é sempre encarar os problemas a partir das soluções que estamos acostumados.

Mesmo que as soluções não estejam mais adequadas ao tipo de problema, insistimos em repeti-las.

Temos aí um problema que podemos denominar de Solucionismo Repetitivo.

Solucionismo Repetitivo – procurar repetir as soluções, mesmo que sejam para problemas diferentes.

Isso explica, por exemplo, um grande enigma da inovação neste novo século.

Um dos grandes enigmas da inovação do novo século é: por que NENHUMA organização tradicional lidera o mercado digital?

As pessoas têm a tendência de não conseguir  compreender que estão diante de novos problemas, que pedem novas soluções.

Pessoas que têm uma Mente Mais Disruptiva são fundamentais para a solução de Problemas Extraordinários.

Problemas Mais Extraordinários pedem Mentes Mais Disruptivas.

Por mais que um grupo com Mentes Mais Incrementadora se esforce, não conseguirá soluções adequadas para um Problema Mais Extraordinário.

O que vemos na série o Mentalista é justamente um equilíbrio entre uma equipe incrementadora e uma mente disruptiva de Patrick Jane.

Sem ele, como vemos em alguns capítulos, a taxa de solução de crimes despenca.

A série é, claramente, inspirada em Sherlock Holmes, que tinha uma Mente Mais Disruptiva e era chamado justamente para solucionar Problemas Mais Extraordinários e se utilizava, com eficácia, do Método Mais Dedutivo.

Assim, eu ousaria questionar a frase de Einstein.

Diria que a imaginação é mais importante do que o conhecimento, dependendo do tipo de problema que estamos enfrentando.

Para uma cabeça tipo Einstein ou Patrick Jane a imaginação é a ferramenta principal para solucionar os Problemas Extraordinários.

Porém, a vida não é feita apenas de Problemas Extraordinários.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Um projeto inovador de alto risco é, nada mais, nada menos, uma aposta num novo paradigma.
  2. Quanto maior o risco num projeto inovador, mais e mais vai se exigir uma Mentalidade Inovadora Disruptiva ou Mega Disruptiva do Investidor.
  3. Quando se fala de uma forma MUITO diferente na forma como sentimos, agimos e pensamos temos aí uma disrupção.
  4. A base para toda e qualquer Inovação, seja ela qual for, se baseia em algum momento numa aposta de futuro.
  5. Fala-se muito sobre inovação, mas de uma forma pouco estruturada.
  6. Temos hoje uma baixíssima qualidade no diálogo sobre Inovação na sociedade.
  7. Estamos passando, com a chegada e expansão da Revolução Civilizacional 2.0, um aumento exponencial da Inovação.
  8. A Inovação é um fenômeno humano que está vivendo um raro, mas recorrente, momento de expansão.

Vamos ao Artigo:

“Não gaste seu precioso tempo tentando convencer aqueles que simplesmente não precisam daquilo que você oferece.” – Alan Pakes.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Qual é o papel de uma Ciência? Organizar o diálogo sobre determinado fenômeno, visando ajudar a compreendê-lo para que possamos lidar melhor com ele.

Temos algumas camadas nas quais ocorrem as reflexões e as atividades científicas:

  • Fenomenológica – entender o fenômeno em si, criando, sistematizando e organizando os diversos conceitos, da forma mais lógica possível, a partir dos fatos;
  • Epistemológica – refletir sobre o ferramental conceitual para que se possa melhorar o processo Fenomenológico;
  • Ambientológica – desenvolver um Ambiente de Pesquisa e Aprendizado para promover o Diálogo Progressivo sobre o fenômeno, refletindo, inclusive sobre como promover Debates Mais Saudáveis;
  • Metaepistemológica – que é a revisão das outras três camadas.

A Inovação é um fenômeno humano que está vivendo um raro, mas recorrente, momento de expansão.

Estamos passando, com a chegada e expansão da Revolução Civilizacional 2.0, um aumento exponencial da Inovação.

E, por causa disso, o tema inovação passou a ser cada vez mais citado, procurado e trabalhado pelo Sapiens.

Porém:

Temos hoje uma baixíssima qualidade no diálogo sobre Inovação na sociedade.

Fala-se muito sobre inovação, mas de uma forma pouco estruturada.

A Bimodais tomou para si, como desdobramento do seu processo do desenvolvimento da sua Narrativa Conceitual Progressiva, o desafio de organizar o Diálogo Progressivo sobre Inovação.

Nessa jornada, o primeiro passo é compreender, do ponto de vista Fenomenológico, de que não podemos falar em Inovação de forma genérica.

A Inovação ocorre em camadas específicas de atividades, que precisam ser separadas para que possamos entendê-las de forma particular e a relação que existe entre elas.

Nessa direção, conseguimos perceber três grandes Camadas Inovadoras, são elas:

  • Civilizacional – mais espontânea, a partir de forças estruturais do Sapiens e que ocorre sempre na Macro História ;
  • Organizacional – feita por grupos e que ocorre na Meso ou Micro-História;
  • Pessoal – feita por cada pessoa e que ocorre na Micro-História.

Dentro das Camadas Inovadoras, encontramos sempre três Perfis Inovadores:

  • Conceituadores (criam conceitos);
  • Disseminadores (disseminam conceitos);
  • Operadores (fazem os projetos de inovação acontecerem).

Quando abordamos o tema da Inovação Organizacional, de forma específica, podemos definir três Subperfis dos Operadores.

  • Coordenador – que coordena projetos de inovação;
  • Investidor – que investe nos projetos de inovação;
  • Desenvolvedor – que desenvolve os produtos e serviços inovadores.

O artigo tem foco no detalhamento dos Investidores, que fazem parte de um Subperfil Operacional da Inovação Organizacional.

Temos, na Inovação Organizacional, dois tipos de Investidores na Inovação:

  • Investidores em Organizações Estabelecidas;
  • Investidores em Organizações Emergentes, que se dividem em duas Emergentes Incrementadoras e Disruptoras.

Se alguém investe em um novo Hortifrúti é um Investidor de uma Organização Emergente Incrementadora.

Se aposta numa empresa de Inteligência Artificial para diagnósticos médicos é um Investidor de uma Organização Emergente Disruptora.

Baseado numa conversa que tive com Gustavo Carriconde, CEO do Resumocast e da Gutemberg (fundo de investimento em startups) que tem estudado profundamente este assunto, podemos começar a organizar aqui o perfil dos Investidores em Organizações Emergentes Disruptoras.

Fiz para o Gustavo a seguinte pergunta:

Quais são os problemas mais comuns dos Investidores em Organizações Emergentes Disruptoras, que, em geral, é feita através de Fundos de Investimento?

Ele respondeu e eu sintetizei aqui:

  • Jogar dinheiro fora em projetos que não vingam;
  • Não ter paciência para aguardar o retorno, que, em geral, é demorado;
  • Desconhecimento do ambiente das Organizações Emergentes Disruptoras;
  • Não ter controle sobre os rumos das empresas que investiu;
  • Perder bons negócios, que podem estar ocorrendo no mercado;
  • Não ter tempo para se dedicar no acompanhamento dos projetos,;
  • Não ter o capital suficiente diante de requisitos mínimos de alguns fundos;
  • Ter que enfrentar problemas jurídicos;
  • Optar por investimentos menos complicados.

Podemos dizer que um Investidor em Organizações Emergentes Disruptoras tem algumas características:

  • uma demanda subjetiva por maiores desafios, que foge um pouco da média do mercado;
  • é alguém que não quer apenas colocar o dinheiro e esquecer, mas sabe que tem uma demanda maior de participação.

A base para toda e qualquer Inovação, seja ela qual for, se baseia em algum momento numa aposta de futuro.

E aí podemos criar alguns padrões no campo dos Investimentos em Organizações Emergentes Disruptoras:

  • Quanto mais disruptivo for o projeto inovador, maior será a Taxa de Incerteza;
  • Quanto maior a Taxa de Incerteza, maior será a chance de multiplicar o dinheiro investido;
  • E quanto maior o risco num projeto inovador, mais e mais vai se exigir uma Mentalidade Inovadora Disruptiva ou Mega Disruptiva do Investidor.

A nossa aposta é que na sociedade temos Três Mentalidades Inovadoras:

  • A Incrementadora – que atinge quase 80% das pessoas;
  • A Disruptora – que atinge 18%;
  • E a Mega Disruptora – que fica apenas nos 2%.

Em resumo:

O perfil para o investimento de alto risco se concentra naquelas pessoas que têm Mentalidades Disruptora ou Mega Disruptora.

A grande missão dos Fundos de Investimento de Alto Risco, é conseguir achar no mercado pessoas que tem um perfil deste tipo.

São os investidores com Mentalidade Disruptora ou Mega Disruptora os primeiro que vão se aproximar de investimentos de alto risco.

São o que podemos chamar de Começadores, talvez a melhor tradução para o que inglês se chama early adopters. 

Depois, com a consolidação dos projetos e o investimento de mais risco se tornando mais e mais algo mais natural outros perfis vão se aproximando.

O que nos leva para a segunda questão que fiz para o Gustavo.

Como superar os desafios de superar os medos do investimento em Organizações Emergentes Disruptoras?

Gustavo respondeu e faço a síntese:

  • compreender que o risco gera boas oportunidades de remuneração;
  • proceder análise cuidadosa antes de investir;
  • aprender como funciona o Ambiente de Organizações Emergentes Disruptoras, através de  livros, assistir palestras e grupos de discussão;
  • conversar com outros investidores no mesmo campo para obter orientações e conselhos;
  • começar com investimentos pequenos para aprender com o risco menor;
  • diversificar a carteira, investindo em várias startups ao invés de colocar todo o dinheiro em uma única;
  • conhecer a equipe da startup em que se quer investir, ficando de olho no progresso e desenvolvimento da empresa, o que me deu uma maior segurança e confiança em minha decisão;
  • analisar a performance do fundo, que precisa ter bom desempenho para garantir retornos para os investidores existentes;
  • garantir que os gestores do fundo estejam priorizando os interesses dos investidores em vez de seus próprios interesses;
  • analisar se o o fundo de investimentos está de acordo com todas as leis e regulamentos aplicáveis;
  • garantir de que não haja, mais a frente, a diluição do capital, quando novas rodadas de investimento possam diluir a participação dos investidores iniciais;
  • analisar se o fundo tem gestores experientes e qualificados para garantir que esteja tomando as decisões de investimento certas;
  • considerar as tendências macroeconômicas;
  • garantir de que haja comunicação transparente e regular com os investidores para que eles possam avaliar o desempenho do fundo e tomar decisões informadas.

Por fim, perguntei ao Gustavo:

Se alguém pensa em montar um fundo de investimento Organizações Emergentes Disruptoras, quais seriam as dicas?

Ele respondeu:

  • Fazer uma apresentação robusta do fundo com informações sobre o histórico de investimentos, a estratégia de investimento, o time de gestão e o desempenho histórico do fundo;
  • Criar uma rede de contato para divulgar o fundo para outros investidores anjo potenciais;
  • Participar de eventos e conferências relevantes para o setor de startups e startups e network com outros investidores anjo;
  • Utilize plataformas digitais para divulgar o fundo e estabelecer contato com outros investidores anjo;
  • Fazer parcerias com outros fundos de investimento anjo ou VC pode ampliar a sua rede de contato e atrair outros investidores interessados;
  • Oferecer uma estrutura de investimento atraente como uma taxa de administração baixa e uma estrutura de investimento flexível;
  • Oferecer um “track record” sólido com um histórico comprovado de sucesso e retornos significativos;
  • Apresentar a diferenciação dele com as outras opções de investimento com vantagens únicas para os investidores;
  • Demonstrar o valor agregado, através de suporte para as startups no fundo, tais como mentoria, networking e recursos;
  • Manter conversa pessoal com potenciais investidores e responda perguntas de forma clara e honesta.

Complementaria que é fundamental para os Fundos de Investimento em Organizações Emergentes Disruptoras  ter Teorias Fortes sobre o futuro.

Note que quando falamos de algo disruptivo, basicamente, estamos falando de algo fora do padrão.

Algo que não está dentro dos Paradigmas vigentes. Entendendo Paradigma como a forma de sentir, pensar e agir das pessoas.

Um projeto inovador de alto risco é, nada mais, nada menos, uma aposta num novo paradigma.

As pessoas sentem, pensam e agem da seguinte maneira e está se propondo uma nova forma que pode ser melhor do que a atual.

Basicamente, é isso que é um processo de inovação.

Quando se fala de uma forma MUITO diferente na forma como sentimos, agimos e pensamos temos aí uma disrupção.

Temos na ciência um enorme diálogo sobre novos e velhos paradigmas que deveria ser muito mais utilizada pelo mundo dos investidores.

A base para que projetos inovadores disruptivos tenham menos riscos é a passagem da visão Percepcionista para a Padronista.

Quando se aposta que algo muito diferente terá a aceitação das pessoas, é preciso se identifique os padrões.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

Está começando a nona imersão (de janeiro a julho de 2023) – não perca! R$ 700,00 no Pix!

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Se preocupar demais com aquilo que você não pode controlar, é um claro sinal de que algo não vai bem na sua vida.
  2. São destas escolhas que fazemos ao longo da vida que teremos vidas mais significativas ou menos, a partir do critério de cada um.
  3. A arte de bem viver é o progressivo aprendizado de nos relacionar, de forma adequada, com o ambiente que nos cerca.
  4. A arte de bem viver é conseguir separar o que é passível de mudança e o que não é.
  5. É importante não colocar o seu bem estar em coisas incontroláveis, pois você vai terceirizar o seu humor.
  6. O processo de Originalização significa a progressiva redução da influência dos outros nas nossas vidas.
  7. É preciso aprender a ter uma atitude proativa com o ambiente e saber aquilo que podemos agir e o que devemos apenas olhar de longe.
  8. Uma vida mais saudável implica aprender a se importar menos com aquilo que não temos tanto controle.

Vamos ao Artigo:

“Maturidade é o que acontece quando aprendemos a só ligar para o que vale à pena.”  – Mark Manson.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Viver é um verbo progressivo em que cada um faz as mais diferentes escolhas ao longo da vida.

E…

São estas escolhas que fazemos ao longo da vida que teremos vidas mais significativas ou menos, a partir do critério de cada um.

A Inovação Pessoal é a base para as outras duas inovações: a Organizacional e a Civilizacional.

É sobre a nossa Personal Inovação Pessoal que temos a maior capacidade de interferência.

Porém, a Inovação Pessoal não opera no vazio, mas na relação com as outras duas Camadas Inovadoras.

Viver é aprender a nos relacionar:

  • com nossa impotência –  aquilo que não temos condição de mudar;
  • com nosso potência – aquilo que podemos;
  • e com a nossa onipotência – aquilo que não podemos, mas achamos que podemos.

Fato é que as Camadas da Inovação se auto influenciam.

Na verdade:

A arte de bem viver é o progressivo aprendizado de nos relacionar, de forma adequada, com o ambiente que nos cerca.

A arte de bem viver é conseguir separar o que é passível de mudança e o que não é.

A Bimodais optou –  como sugestão central para uma vida pessoal mais saudável – de sugerir o Mantra da Potência (importado da Oração da Serenidade dos grupos de mútuo ajuda, tal como o Alcoólicos Anônimos (AA)).

  • Serenidade para o que eu não posso modificar;
  • Coragem para o que eu posso;
  • E sabedoria para perceber a diferença.

Os grupos de mútuo ajuda, estilo AA, são um exemplo de atividade da Inovação Pessoal.

E começam e terminam com o Mantra da Potência.

Por quê?

Justamente por entender que o que:

O mais importante para uma vida mais saudável é o aprendizado progressivo sobre a nossa potência – que fica entre a impotência e a onipotência.

Quando alguém, por exemplo, se deprime por causa da pandemia ou porque está chovendo muito, temos um Problema de Potencialização.

Problema de Potencialização – dificuldade de discernir entre o que podemos e o que não podemos modificar nas nossas vidas.

Sim, temos que nos preocupar com o que ocorre à nossa volta, porém é preciso separar dois tipos de preocupações:

  • Preocupação Saudável – ao analisar o cenário, ter uma  atitude proativa, impedindo que interfira no nosso bem estar continuado;
  • Preocupação Tóxica – ao analisar o cenário, NÃO ter uma atitude proativa, deixando que interfira no nosso bem estar continuado.

A Preocupação Tóxica é um claro sintoma de que não estamos nos relacionando bem com a nossa Felicidade.

Temos dois tipos de Felicidades na vida:

  • Felicidade Conjuntural – alegrias no curto prazo;
  • Felicidade Estrutural – legados no longo prazo.

Podemos estabelecer neste caso uma importante regra, cruzando os dois tipos de Preocupações com as Felicidades:

  • quanto mais estamos imersos na Felicidade Conjuntural, mais teremos a tendência de aumentar a Taxa da Preocupação Tóxica;
  • quanto mais estamos imersos na Felicidade Estrutural, mais teremos a tendência de aumentar a Taxa da Preocupação Saudável.

Por quê?

O aumento da Taxa da Felicidade Estrutural só é possível, quando aumentamos a nossa capacidade de nos Originalizar.

O processo de Originalização significa a progressiva redução da influência dos outros nas nossas vidas.

Passamos a aprender a ter uma relação mais saudável com o ambiente, impedindo que ele influencie no nosso Bem Estar.

É preciso aprender a ter uma atitude proativa com o ambiente e saber aquilo que podemos agir e o que devemos apenas olhar de longe.

Uma vida mais saudável implica aprender a se importar menos com aquilo que não temos tanto controle.

É o que Stephen Covey denomina de áreas de atuação e preocupação.

  • Zona de Atuação – aquilo que podemos agir e devemos nos preocupar mais;
  • Zona de Preocupação – aquilo que NÃO podemos agir e devemos nos preocupar menos.

Quanto mais estamos imersos na Zona de Preocupação, mais e mais estamos à mercê da influência do ambiente no nosso Bem Estar Continuado.

É, portanto, importante operar com a Potência Saudável, vejamos:

  • Potência Saudável – capacidade de operar mais na Zona de Atuação do que na de Preocupação, aquela em que podemos alterar os processos;
  • Potência Tóxica – incapacidade de operar mais na Zona de Atuação do que na de Preocupação, aquela em que NÃO podemos alterar os processos.

Um bom diagnóstico para avaliar a qualidade da vida de uma pessoa é o quanto ela é afetada pelos fatores incontroláveis à sua volta.

Faria, assim, uma ressalva na frase de Manson:

“Maturidade é o que acontece quando aprendemos a só ligar para o que vale à pena.”  – Mark Manson.

Diria que maturidade é aprender a se ligar mais e investir naquilo que realmente podemos influenciar de alguma forma.

Isso não significa não se preocupar com coisas incontroláveis, mas apenas equilibrar a nossa preocupação para evitar alterações desnecessárias no nosso Bem Estar Continuado.

Se preocupar demais com aquilo que você não pode controlar, é um claro sinal de que algo não vai bem na sua vida.

Importante, portanto, ressaltar o conceito “sabedoria” no Mantra da Potência apresentado acima.

A sabedoria implica em ter um critério e uma relação mais reflexiva com a felicidade.

É importante não colocar o seu bem estar em coisas incontroláveis, pois você vai terceirizar o seu humor.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

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O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma coisa é inovar em Organizações Estabelecidas e outra, bem diferente, é inovar nas Organizações Emergentes, onde estão as Startups.
  2. Quando refletimos sobre um fenômeno, com as ferramentas da ciência, estamos, no fundo, nos desemocionando.
  3. Organizar o diálogo sobre determinado fenômeno significa classificar, conceituar, sistematizar e padronizar.
  4. Todo fenômeno relevante para o Sapiens demanda uma sistematização para que possamos lidar melhor com ele.
  5. Fato é que muito se fala em Inovação, mas pouco se organiza o diálogo em torno dela.
  6. A Inovação em Startups é, basicamente, a arte de separar o joio do trigo: o que vou introduzir de novo e o que vou aproveitar do antigo no meu campo de atuação.
  7. Quando nos referimos a Startups, na verdade, estamos nos referindo a Organizações Emergentes Disruptoras.
  8. Uma coisa é o processo da Inovação em Organizações Estabelecidas e outra, bem diferente, é feita nas Emergentes.

Vamos ao Artigo:

“Não foram os donos de carruagem que inventaram os carros.” – Anônimo.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

O papel principal de uma Ciência é ajudar o Sapiens a compreender e lidar com determinado Fenômeno.

Porém, para isso, é preciso organizar o diálogo.

Temos, assim nas Ciências as seguintes atividades:

  • Atividade Primária da Ciência – ajudar a entender e lidar com determinado Fenômeno;
  • Atividade Secundária da Ciência – organizar o diálogo sobre determinado Fenômeno para que possamos entendê-lo e lidar melhor com ele.

O objetivo da Bimodais é entender e ajudar a lidar melhor com o Fenômeno da Inovação.

Fato é que muito se fala em Inovação, mas pouco se organiza o diálogo em torno dela.

Nossa proposta é organizar a Ciência da Inovação, através da sistematização do diálogo sobre este Fenômeno.

Note que NÃO vamos aqui definir o que é Inovação como uma verdade para todos.

Mas fazer uma ABORDAGEM, a partir de várias escolhas que fizemos, do que a Bimodais considera o que é mais adequado em termos da compreensão e da melhor maneira de lidar com a inovação.

Temos uma Escola de Pensamento, que tem um Curador responsável (Carlos Nepomuceno) e é ele que tem a missão de propor uma Narrativa Conceitual.

Assim, será apresentada a visão do Curador, que é sempre avaliada, questionada e melhorada com o Diálogo Progressivo com os Bimodais.

Tudo que falarmos sobre inovação é, assim, o “nosso jeito”, o jeito Bimodal, de encarar o problema.

Já vimos aqui no desenvolvimento da Narrativa Progressiva Bimodal de que a Inovação pode ser dividida em Três Camadas Inovadoras:

  • Civilizacional – mais Espontânea, que se desenvolve na Macro História, a partir de mudanças em Forças Estruturais do Sapiens, a saber: demografia, mídias e novos Macro Modelos de Cooperação;
  • Organizacional  – mais Dirigida, que se desenvolve na Meso e Micro História, a partir de mudanças nas diversas formas cooperativas do Sapiens, em organizações de todos os tipos;
  • Pessoal – mais Dirigida, que se desenvolve na Micro História, a partir das mudanças individuais que cada um faz na sua vida.

O objetivo deste artigo é abordar a Camada da Inovação Organizacional.

Temos as seguintes divisões na Inovação Organizacional:

  • Organizações Estabelecidas;
  • Organização Emergentes.

Do ponto de vista da Inovação, está é a divisão que mais interessa, pois teremos pontos em comum e diferenciados, conforme o tipo de Inovação Organizacional, que estamos falando.

Há um erro no mercado quando se fala em Inovação ao embolar duas situações que são bem diferentes.

Fato é:

Uma coisa é o processo da Inovação em Organizações Estabelecidas e outra, bem diferente, é feita nas Emergentes.

Organizações Estabelecidas têm características, que vão ser relevantes no processo da Inovação:

  • têm rotinas já estabelecidas;
  • estabeleceram relações com clientes;
  • têm patrimônio;
  • têm uma Cultura Organizacional.

Organizações Emergentes têm características, que vão ser relevantes no processo da Inovação:

  • NÃO têm rotinas já estabelecidas;
  • NÃO estabeleceram AINDA relações com clientes;
  • NÃO têm AINDA patrimônio;
  • NÃO têm que gerar o que podemos chamar de Cultura Organizacional.

O que há em comum entre as Organizações Emergentes e as Estabelecidas?

  • compartilham, em alguma medida, da mesma formação cultural da sociedade;
  • e herdam uma visão similar da Cultura Organizacional vigente.

Quando queremos abordar o tema Inovação para Startups, é  preciso separar dois tipos de Organizações Emergentes:

  • Organizações Emergentes Incrementadoras – aquelas que vão mais imitar do que se diferenciar das Organizações Estabelecidas;
  • Organizações Emergentes Disruptoras  – aquelas que vão mais criar do que se imitar as Organizações Estabelecidas.

Quando nos referimos a Startups, na verdade, estamos nos referindo a Organizações Emergentes Disruptoras.

Há dois grandes desafios na Inovação das Organizações Emergentes Disruptoras:

  • se livrar de alguns aspectos da Cultura Organizacional vigente para poder fazer algo diferente;
  • e adotar alguns aspectos da Cultura Organizacional vigente para criar a sua própria Cultura Organizacional.

A Inovação em Startups é, basicamente, a arte de separar o joio do trigo:  o que vou introduzir de novo e o que vou aproveitar do antigo.

Papo Bimodal.

Quando falamos de Inovação Organizacional é aquela praticada por uma ou mais pessoas.

Há vários tipos de Organizações mais formais ou informais.

Mas são Organizações.

Organizar é:

“Dar determinada ordem a; dispor de forma ordenada; arrumar, ordenar.
“o. uma biblioteca” // conformar(-se), estruturar(-se).”
Não existe organização isolada.

Uma pessoa não é uma organização.

Uma pessoa precisa se organizar e quando se organiza com mais pessoas cria algum tipo de organização, mesmo que seja informal.

Assim, é mais fácil e adequado denominar a Camada Inovadora Intermediária de Camada Inovadora Organizacional, deixando claro que abrange qualquer tipo de organização feita por um ou mais pessoas.

Podemos dividir as organizações, a partir daí, com ou sem fins lucrativos.

Mais formais ou mais informais.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Para que possamos inovar, em qualquer uma das Camadas Inovadoras é preciso que possamos flexibilizar nossos Paradigmas.
  2. Pensar é um processo não de aprendizado em cima do vazio, mas SEMPRE de questionamento sobre nossos Paradigmas.
  3. Pensar é, antes de tudo, o ato de refletir sobre as nossas formas de sentir, pensar e agir.
  4. O diálogo, podemos dizer, é o epicentro do processo inovador!
  5. A Inovação começa pela nossa capacidade de estabelecer diálogos.
  6. É muito difícil estabelecer um diálogo com alguém se o tema da conversa gira em torno de Paradigmas Mais Inflexíveis.
  7. E, se não se está aberto a se aprender, dificilmente vai se conseguir inovar.
  8. Ninguém consegue aprender coisas novas se não desenvolve a capacidade de dialogar.

Vamos ao Artigo:

“A crítica e o diálogo são os únicos meios de chegar mais perto da verdade.”–  Popper.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Antes de tudo, é preciso deixar claro que…

A sociedade humana só conseguiu chegar a incrível marca de 8 bilhões de Sapiens pela sua capacidade, pela ordem, de:

  • dialogar;
  • aprender;
  • e inovar.

Ninguém consegue aprender coisas novas se não desenvolve a capacidade de dialogar.

E, se não se está aberto a se aprender, dificilmente vai se conseguir inovar.

É importante ressaltar que existe uma diferença entre dialogar e debater:

  • Dialogar – é uma conversa na qual duas ou mais pessoas estão abertas aprender algo um com o outro sobre determinado assunto;
  • Debater – é uma conversa na qual duas ou mais pessoas estão fechadas ao aprendizado e apenas estão procurando convencer terceiros da sua forma de sentir, pensar e/ou agir.

Para que haja o diálogo, o tema da conversa tem que ser de Paradigmas Mais Flexíveis e não Mais Inflexíveis.

  • Paradigmas Mais Flexíveis – aquelas formas de sentir, pensar e agir que estão guardadas em áreas da mente que podemos alterá-los;
  • Paradigmas Mais Inflexíveis – aquelas formas de sentir, pensar e agir que estão guardadas em áreas da mente que NÃO conseguimos alterá-los.

Assim, é muito difícil estabelecer um diálogo com alguém se o tema da conversa gira em torno de Paradigmas Mais Inflexíveis.

Assim, podemos dizer que:

A Inovação começa pela nossa capacidade de estabelecer diálogos.

O diálogo, podemos dizer, é o epicentro do processo inovador!

Não adianta querer dialogar com alguém, quando o tema da conversa gira em torno de Paradigmas Mais Inflexíveis.

Ao invés de se estabelecer um diálogo, entramos em um debate, no qual se aprende pouco.

Um Inovador de Excelência tem que desenvolver a capacidade de identificar, o mais rápido possível, a disposição de seus clientes ao diálogo e, por sua vez, à mudança.

Inovador – aquele profissional que atua na área de Inovação, seja ele Conceituador, Disseminador ou Operador.

Inovador de Excelência – aquele Profissional da Inovação que sente, pensa e age com Verdades Mais Fortes.

É possível, entretanto, em alguns casos, melhorar a capacidade de diálogo, tanto a nossa quanto a dos outros.

Em primeiro lugar, é preciso compreender que:

Pensar é, antes de tudo, o ato de refletir sobre as nossas formas de sentir, pensar e agir.

Pensar é um processo não de aprendizado em cima do vazio, mas SEMPRE de questionamento sobre nossos Paradigmas.

Para que possamos inovar, em qualquer uma das Camadas Inovadoras é preciso que possamos flexibilizar nossos Paradigmas.

E precisamos aprender, além disso, de quem devemos nos afastar e podemos ajudar no processo de inovação.

E aí entramos na questão central do artigo.

Podemos dividir nossa relação com os fenômenos de duas formas:

  • Relação Percepcionista com os Fenômenos – mais baseada em sensações do que em padrões;
  • Relação Padronista com os Fenômenos  – mais baseada em padrões do que em sensações.

Quando vamos nos relacionar com os Fenômenos ou ter um trabalho de Disseminação de Conceitos sobre os mesmos é importante identificar qual é o tipo de Relação que o nosso cliente tem com os fenômenos.

Numa Relação Mais Percepcionista com os Fenômenos, a pessoa está sendo levada a achar coisas com baixa preocupação em padrões.

Qualquer diálogo com alguém que tem uma Relação Mais Percepcionista com um fenômeno é mais difícil, pois a pessoa não baseia sua análise em Fatos Históricos Recorrentes.

“Eu acho isso e aquilo, fulano disse”, beltrano disse e por aí vai.

É preciso identificar, antes de tudo, de que tipo de Relação nosso cliente tem com os fenômenos para que se possa se fazer um trabalho mais eficaz de formação.

É preciso, em caso de tentar ajudar um cliente a se abrir mais para a mudança:

  • explicar os dois tipos de relação com os fenômenos (Percepcionista e Padronista);
  • mostrar a importância da Relação Mais Padronista com os Fenômenos;
  • e, só então, apresentar a Visão Padronista que você escolheu.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Cada profissional que atua no campo da inovação precisa definir em que Camada Inovadora quer atuar e em qual perfil?
  2. Temos hoje no mercado uma forte demanda por uma formação mais consistente no campo da inovação.
  3. Sem ter claro o seu perfil e a camada que atua na inovação fica muito difícil ter um trabalho de excelência neste campo.
  4. Fica impossível que uma pessoa atue na Inovação sem que antes defina qual é a Camada Inovadora em que atua? Civilizacional, Grupal ou Individual?
  5. Fica impossível que uma pessoa atue na Inovação sem que antes defina qual é o seu perfil de atuação? Conceituador, Disseminador ou Operador da Inovação?
  6. O foco da Bimodais, a partir da Nona Imersão, é organizar o diálogo sobre o Fenômeno da Inovação.
  7. Pensar é reduzir a Taxa de Emoção de como analisamos os fatos.
  8. Pensar é um ato de desemocionação.

Vamos ao Artigo:

“Aprenda a usar suas emoções para pensar e não pensar com suas emoções.” – Robert Kiyosaki.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Pensar é um ato de desemocionação.

Ou se quiserem:

Pensar é reduzir a Taxa de Emoção de como analisamos os fatos.

Podemos definir Taxa de Emoção da seguinte maneira:

Taxa de Emoção – medida que avalia como reduzimos as emoções primárias e refletimos sobre elas, tornando-as secundárias e primárias.

Quando estudamos qualquer fenômeno, num processo de Cientificazão, estamos criando em torno deles alguns procedimentos.

Cientificação ou Cientificar – neologismo que cria uma série de normas para analisar determinado fenômeno. 

Para reduzir a Taxa de Emoção, ao analisar um fenômeno, em geral,  é mais adequado adotar as seguintes atividades:

  • classificação;
  • sistematização;
  • padronização;
  • conceituação.

A Ciência tem como foco ajudar as pessoas a lidar, de forma mais adequada, com determinado fenômeno.

Todas as operações, sejam elas quais forem, tiveram algum processo de reflexão sobre elas.

Assim, as atividades do Sapiens passam pelas seguintes etapas:

  • Conceituação – processo de classificação, sistematização e padronização dos fenômenos;
  • Disseminação – difusão dos conceitos;
  • Operação – uso dos conceitos para lidar melhor com os fenômenos.

O foco da Bimodais, a partir da Nona Imersão, é organizar o diálogo sobre o Fenômeno da Inovação.

O primeiro passo para a organização de qualquer fenômeno é classificar as suas diferentes camadas.

A Inovação ocorre em três Camadas Inovadoras:

  • Civilizacional – movimentos espontâneos da espécie, que norteiam todas as camadas abaixo;
  • Grupal – na qual há diversas subcamadas em que se pode ter mais controle sobre ela, envolvendo mais pessoas;
  • Individual – em que cada pessoa cuida da sua própria Personal Inovação.

A Macro Camada Inovadora Civilizacional é uma atividade de inovação grupal, mas como não temos controle sobre ela, fica separada.

A Camada da Inovação Grupal se divide em diferentes subcamadas, a saber Organizacional, Regional, Municipal, de Grupos Informais.

Dentro da Subcamada da Inovação Organizacional temos:

  • a Subcamada da Inovação em Organizações Estabelecidas, que têm rotinas, legados objetivos e subjetivos e clientes;
  • a Subcamada da Inovação em Organizações Emergentes (Startups), que ainda NÃO têm rotinas, legados objetivos e subjetivos e clientes.

Cada Conceituador, Disseminador ou Operador da Inovação, querendo ou não, atua dentro de uma das diferentes Camadas Inovadoras.

Fica impossível que uma pessoa atue na Inovação sem que antes defina:

  • Qual é o seu perfil de atuação? Conceituador, Disseminador ou Operador?
  • Qual é Camada Inovadora em que está o seu cliente? Grupal (nas diferentes Subcamadas) ou Individual?
  • E no caso de Conceituadores, se procura entender a Camada Civilizacional, já que aqui não tem cliente.

Cada um destes Perfis da Inovação e destas Camadas Inovadoras são escolhas que cada grupo ou pessoas escolhe para atuar na Inovação.

Sem ter claro o seu perfil e a camada que atua na inovação fica muito difícil ter um trabalho de excelência neste campo.

A Bimodais, por exemplo, tem, além da organização do diálogo sobre Inovação de maneira geral, se dedicado mais ao campo da Inovação Pessoal.

Temos projetos na Nona Imersão de trabalhar também na Subcamada da Inovação Organizacional das Startups.

Porém, temos nos dedicado ao trabalho de Conceituação e Disseminação e não de Operação.

Cada Bimodal, tem um campo preferido.

No passado, eu, Nepomuceno, nos meus três livros, me dediquei ao trabalho de Conceituação da Inovação Civilizacional tendo como cliente as Organizações Estabelecidas.

No meu quarto livro, Civilização 2.0, que será lançado em 2023, meu foco deixou de ser as Organizações Estabelecidas e passou a ser a sociedade de maneira geral.

Temos hoje no mercado uma forte demanda por uma formação mais consistente no campo da inovação.

Cada profissional que atua no campo da inovação precisa definir em que Camada Inovadora quer atuar e em qual perfil?

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não controlamos totalmente as nossas mentes, temos SIM que aprender a nos relacionar com elas.
  2. O ideal para quem depende mais da Criatividade Profissional, é ter jornadas intervaladas.
  3. Quanto mais você depender da sua Criatividade Profissional, mais a sua vida precisará ser disciplinada.
  4. Conforme a Civilização 2.0 for avançando, mais e mais vamos precisar melhorar nossa relação com a nossa criatividade.
  5. A Rotina Repetitiva – estilo carrossel – que sempre gira sobre o mesmo eixo reduz nossa capacidade criativa.
  6. Uma Rotina Criativa é aquela do espiral, todos os dias vamos dando uma melhorada em alguma coisa.
  7. Não mandamos nas nossas mentes, aprendemos a nos relacionar bem com elas.
  8. Não podemos falar da mente, mas falar das mentes, pois temos várias.

Vamos ao Artigo:

“Seja constante metódico na sua vida para que possa ser violento e original no seu trabalho.” – Gustave Flaubert.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Antes de tudo, vamos detalhar que estamos falando de Criatividade Profissional.

Temos a Criatividade alocada em dois campos, que se complementam:

  • Criatividade Profissional – aquela que você utiliza para trabalhar e sobreviver;
  • Criatividade para Hobbie – aquela que fazemos sem nenhuma perspectiva de levantar dinheiro.

A Criatividade Profissional é hoje em dia cada vez mais valorizada, pois estamos entrando no Macrociclo do Renascimento Civilizacional.

Nos Macrociclos dos Renascimentos Civilizacionais temos a demanda por um aumento da capacidade criativa das organizações, dos grupos e das pessoas.

Antes de tudo, quando falamos sobre a mente é preciso entender que:

  • não podemos falar da mente, mas falar das mentes, pois temos várias;
  • e que NÃO controlamos totalmente as nossas mentes, mas temos que aprender a nos relacionar com elas.

Temos dentro das nossas mentes, entre outros, os seguintes “personagens”:

  • o organizador – que nos ajuda a organizar as bagunças e os caos;
  • o memorizador – que lembra coisas da memória de longo prazo, tais como nome das pessoas;
  • o lembrador – que nos recorda compromissos de curto prazo;
  • o criador – aquele que inventa coisas tanto na área profissional, quanto nas outras áreas.

Cada um destes Personagens da nossa Mente precisam ser identificados, nomeados e valorizados.

São atividades separadas que, se forem integradas de maneira mais adequada, nos ajudam a ter uma vida melhor.

Assim, quando falamos em criatividade, estamos tratando de uma das mentes, que se relaciona com as demais.

Entre todos os Personagens da nossa Mente o mais “chatinho” e “idiossincrático”, sem dúvida, é o Personagem da Mente Criador.

O Personagem da Mente Criador nos ajuda a ter ideias novas e diferentes, mas precisa de uma série de artifícios para que possa trabalhar melhor.

O Personagem da Mente Criador, por exemplo, não produz muito bem na continuidade, mas na descontinuidade.

Ele gosta de intervalos para produzir melhor.

O ideal é que nos intervalos utilizemos outros lados da nossa mente para deixar o Personagem da Mente Criador descansar.

Arrumar a casa, por exemplo, é tarefa do Personagem da Mente Organizador.

O Personagem da Mente Criador, quando entra no modo descanso, passa a trabalhar e, quando menos se espera, surgem ideias nos momentos mais improváveis.

Por isso, é importante deixá-lo quieto – em modo descanso – por um período.

O ideal, assim,  para quem depende mais da Criatividade Profissional, é ter jornadas intervaladas.

Mais.

As Jornadas Intervaladas para a Criatividade Profissional precisam estimular áreas da mente diferentes das que criam produtos e serviços.

É muito adequado para a Criatividade Profissional intervalar as atividades criativas com atividades do tipo:

  • esporte;
  • jogos;
  • atividades artísticas;
  • arrumação da casa.

Mais ainda.

É bom que você estenda o fim de semana, ou tire uma folga no meio da semana para que o Personagem da Mente Criador possa produzir melhor.

Além disso, é bom chamar a atenção que:

Quanto mais você depender da sua Criatividade Profissional, mais a sua vida vai precisar ser disciplinada.

Parece uma contradição, mas não é.

É o que diz Flaubert:

“Seja constante metódico na sua vida para que possa ser violento e original no seu trabalho.” – Gustave Flaubert.

O aumento da Taxa de Criatividade demanda que você aumente a Taxa da Rotina.

Porém, existem dois tipos de rotinas:

  • a Rotina Repetitiva – que funciona como um carrossel, que sempre se repete sem grandes novidades;
  • a Rotina Criativa – que funciona como um espiral, que sempre introduz novidades no cotidiano.

Uma Rotina Criativa é aquela que vai sendo aperfeiçoada lentamente e de forma constante.

O Personagem da Mente Criador precisa, assim, ter uma estrutura sólida em torno dele para que ele possa se concentrar na criação.

Mais ainda.

O Personagem da Mente Criador precisa que o Ambiente de Sobrevivência, no qual está inserido, seja harmônico.

Assim:

O aumento da Taxa de Criatividade demanda que você se relacione com lugares, situações e pessoas que não geram stress.

Mais e mais, conforme a Civilização 2.0 for avançando vamos precisar melhorar a relação com o nosso Personagem da Mente Criador.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Estamos saindo de um longo período de mais verticalização da Cooperação Humana e isso nos levou a redução da Taxa da Felicidade Estrutural.
  2. Hoje, diante do Renascimento 2.0, estamos tendo um forte incentivo para o desenvolvimento da Felicidade Estrutural.
  3. Nos Ciclos Civilizacionais do Renascimento teremos o aumento da Taxa da Felicidade Estrutural e a redução da Conjuntural.
  4. Numa Organização mais verticalizada, as pessoas tenderão a aumentar a Taxa da Felicidade Conjuntural e reduzir a da Estrutural.
  5. A Felicidade Estrutural necessita que tenhamos o incentivo à personalização no Ambiente de Cooperação.
  6. Quanto mais madura é uma pessoa, mais ela passa a focar na Felicidade Estrutural e menos na Conjuntural.
  7. Temos dito aqui e repetido, que não podemos falar em Felicidade, mas em Felicidades de curto e longo prazo.”
  8. Papo reto: as pessoas inovam, pois querem, no fundo, serem mais felizes.

Vamos ao Artigo:

“Quando as pessoas passam a confiar na estabilidade da moeda conseguem pensar menos no presente e mais no futuro.“ – Saifedean Ammous.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Quando tratamos do Fenômeno da Inovação não tem como não abordar a questão da Felicidade.

Papo reto: as pessoas inovam, pois querem, no fundo, serem mais felizes.

Temos dito aqui e repetido, que não podemos falar em Felicidade, mas em Felicidades de curto e longo prazo.

Temos dois tipos de Felicidade:

  • Felicidade Conjuntural – curto prazo, alegrias;
  • Felicidade Estrutural – longo prazo, legados.

E temos algumas regras importantes sobre as Felicidades.

Quanto mais madura é uma pessoa, mais ela passa a focar na Felicidade Estrutural e menos na Conjuntural.

As Taxas das Felicidades variam conforme o tipo de Cooperação que está sendo praticada:

  • quanto mais uma Cooperação é Mais Verticalizada, mais teremos o aumento da Taxa da Felicidade Conjuntural;
  • quanto mais uma Cooperação é Mais Horizontalizada, mais teremos o aumento da Taxa da Felicidade Estrutural.

Por quê?

A Felicidade Estrutural necessita que tenhamos o incentivo à personalização no Ambiente de Cooperação.

Obviamente, que cada pessoa pode praticar mais ou menos a sua Felicidade Estrutural.

Porém, em termos mais amplos e gerais, podemos dizer:

Quanto mais o Ambiente de Cooperação é mais horizontalizado, mais as pessoas tenderão a desenvolver a Felicidade Estrutural.

E vice- versa.

Quanto mais o Ambiente de Cooperação é mais verticalizado, mais as pessoas tenderão a desenvolver a Felicidade Conjuntural.

A Felicidade Estrutural demanda que tenhamos uma capacidade maior de reflexão sobre nossas formas de pensar, sentir e agir.

Assim, em cada Camada Inovadora (Civilizacional, Organizacional, Grupal ou Pessoal) teremos variações nas Felicidades, conforme a Topologia da Cooperação.

Por exemplo:

Numa Organização mais verticalizada, as pessoas tenderão a aumentar a Taxa da Felicidade Conjuntural e reduzir a da Estrutural.

Nos Ciclos Civilizacionais do Renascimento teremos o aumento da Taxa da Felicidade Estrutural e a redução da Conjuntural.

Hoje, diante do Renascimento 2.0, estamos tendo um forte incentivo para o desenvolvimento da Felicidade Estrutural.

As variações dos Ciclos Civilizacionais afetam as Taxas de Felicidades.

Estamos saindo de um longo período de mais verticalização da Cooperação Humana e isso nos levou a redução da Taxa da Felicidade Estrutural.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Vivemos hoje a passagem do Macrociclo da Crise Civilizacional para o do Renascimento, quando temos o aumento exponencial da Taxa de Inovação.
  2. Conforme o Macrociclo Civilizacional que estamos vivendo, temos uma variação na Taxa de Inovação Civilizacional.
  3. O problema principal que temos hoje de incompreensão do Digital é a falta de teorias melhores sobre os Macro Movimentos da Inovação Civilizacional.
  4. A Inovação Civilizacional ocorre, através das alterações das Forças Civilizacionais Estruturais do Sapiens.
  5. O principal objetivo de um Renascimento Civilizacional é aumentar a Taxa de Cooperação da espécie.
  6. A Inovação Civilizacional é um movimento da espécie muito mais espontâneo do que dirigido.
  7. A Inovação Civilizacional só é percebida se tivermos a análise feita dentro da Macro-História, que analisa séculos ou milênios.
  8. Inovar é introduzir algo totalmente novo em um determinado Ambiente de Sobrevivência.

Vamos ao Artigo:

“O homem com a sua rede neural incomparável, nasceu para se conectar.” – Niall Ferguson.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Inovar é introduzir algo totalmente novo em um determinado Ambiente de Sobrevivência.

Identificamos e classificamos quatro Camadas Inovadoras:

  • Civilizacional (mais espontânea);
  • Organizacional (mais dirigida);
  • Grupal (mais dirigida);
  • Pessoal (mais dirigida).

A Inovação Civilizacional só é percebida se tivermos a análise feita dentro da Macro-História, que analisa séculos ou milênios.

A Inovação Civilizacional ocorre, a partir de mudanças nas Forças Civilizacionais Estruturais do Sapiens.

Forças Civilizacionais Estruturais do Sapiens  – são aquelas que ocorrem na Macro-História, tais como mudanças de mídias, aumentos populacionais e novos Macro Modelos de Cooperação.

A Inovação Civilizacional é um movimento da espécie muito mais espontâneo do que dirigido.

A Inovação Civilizacional faz parte dos Padrões Históricos Recorrentes do Sapiens percebidos apenas na Macro História.

A Inovação Civilizacional ocorre, através das alterações das Forças Civilizacionais Estruturais do Sapiens.

O problema principal que temos hoje de incompreensão do Digital é a falta de teorias melhores sobre os Macro Movimentos da Inovação Civilizacional.

O Movimento das Forças Civilizacionais Estruturais do Sapiens na Macro História criam Três Macrociclos no Espiral Progressivo da espécie:

  • Renascimento;
  • Consolidação;
  • Crise.

Conforme o Macrociclo Civilizacional que estamos vivendo, temos uma variação na Taxa de Inovação Civilizacional.

Esta variação na Taxa de Inovação Civilizacional ocorre na civilização de maneira geral, com características específicas em cada uma das regiões do planeta.

Temos as seguintes variações da Taxa de Inovação Civilizacional, conforme os Macrociclos Civilizacionais:

  • No Ciclo do Renascimento – um aumento exponencial da Taxa de Inovação;
  • No Ciclo da Consolidação – uma estabilização da Taxa de Inovação;
  • No Ciclo de Crise – uma redução na Taxa de Inovação.

Vivemos hoje a passagem do Macrociclo da Crise Civilizacional para o do Renascimento, quando temos o aumento exponencial da Taxa de Inovação.

Não é à toa – devido ao atual Renascimento Civilizacional – que temos o aumento da demanda e da oferta de iniciativas inovadoras em toda a sociedade.

Isso é uma característica direta da chegada de mais um Renascimento Civilizacional.

O principal objetivo de um Renascimento Civilizacional é aumentar a Taxa de Cooperação da espécie.

Todas as Camadas Inovadoras Mais Dirigidas (Organizacional, Grupal e Pessoal) precisam ser ajustadas para passar de uma Baixa Taxa de Cooperação para uma maior.

Temos as seguintes novidades nos Renascimentos Civilizacionais:

  • o aumento de Taxas de algo que já existia no passado, tais como cooperação, autonomia, competitividade, criatividade;
  • e a convivência com novidades totalmente inéditas, como a Engenharia Genética, a Curadoria ou a Inteligência Artificial.

No Renascimento Civilizacional 2.0, temos:

  • Nas Organizações – o surgimento da Curadoria, nova forma de Cooperação que cria organizações com uma Filosofia Cooperativa totalmente nova;
  • Nos Grupos – quebra das barreiras de tempo e lugar;
  • Nas Pessoas – demanda por mais autonomia para competir num ambiente muito mais aberto e transparente.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

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O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Falar de inovação sem abordar a questão da felicidade é o mesmo que falar de chuva, mas ignorar as nuvens.
  2. Se você coloca a sua felicidade na mão do outro, fica dependente do humor deste alguém.
  3. Só você pode saber aquilo que te motiva. Este é o grande problema de uma felicidade mais personalizada.
  4. Felicidade Conjuntural são alegrias passageiras.
  5. Felicidade Estrutural é aquela que deixa legado.
  6. Que coloca em algo fútil a sua felicidade, está pedindo para ser infeliz.
  7. A sabedoria é o conhecimento temperado com critérios de felicidade.
  8. Apostar teus critérios de felicidade no teu corpo, por exemplo, é colocar a felicidade no lugar errado.

Vamos ao Artigo:

“Valores escrotos são aqueles que envolvem objetivos externos.“ – Mark Manson.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Basicamente, a arte de viver está em saber lidar com a nossa felicidade.

Conhecer é apenas uma etapa da nossa sobrevivência.

É importante temperar o conhecimento com motivações que é a sabedoria.

Vejamos a diferença entre as duas Felicidades:

  • Felicidade Conjuntural – de curto prazo, alegrias;
  • Felicidade Estrutural  – de longo prazo, legados.

A Felicidade Estrutural, entretanto, não cai de céu. Ela é um processo de reflexão sobre nossas formas de sentir e agir.

A reflexão humana, entretanto, na caminha em direção à Felicidade Estrutural se divide em algumas etapas:

  • Sensações (dados) – bem automáticas e mais instintiva;
  • Percepções (informações) – primeira etapa reflexiva;
  • Conceituações (conhecimento) – quando atribuímos nomes às Percepções;
  • Narrações (sabedoria) – quando organizamos melhor as Conceituações e incluímos o critério das motivações internas.

O grande pulo do gato da Felicidade Estrutural é saber onde colocamos nossas expectativas.

Se apostamos nossas fichas em algo que não temos tanto controle, colocamos nossa vida em risco.

A Felicidade Estrutural demanda que você tenha mais controle sobre aquilo que te motiva.

Foi formatada em nós a ideia de que o certo é seguir a normalidade e o errado é ser diferente.

A ideia de que a Felicidade é Coletiva e não individual.

Que somos mais felizes imitando os outros e não nos personalizando.

É usual entre os Conceituadores da IP, diria que é quase uma unanimidade, de que a motivação vem da nossa capacidade de fazer o que gostamos.

A realidade nos mostra que fulano se motiva fazendo “a” e beltrano se motiva fazendo “b”.

O problema é que:

Só nós, olhando de dentro para fora, conseguimos descobrir aquilo que nos motiva. E isso exige um trabalho interno de prospecção.

Conforme o Ambiente de Sobrevivência Pessoal que nos influenciou nos legou mais ou menos capacidade para revisar nossa formatação.

Ambientes Pessoais de Sobrevivência – aquele que influencia cada pessoa, família, cidade, amigos, escola.

O principal problema da Inovação Pessoal, como dissemos acima, é termos coragem e capacidade de revisar a nossa Identidade Progressiva.

Note que na escola, por exemplo, quando respondemos a uma questão “errada” somos repreendidos.

A professora marca em vermelho todas as nossas respostas erradas.

De alguma forma:

Somos formatados para seguir aquilo que é considerado “mais normal”. E quando queremos sair disso, há um clima de que “você está errado”.

Vou trazer de novo frases de Joel Moraes:

Há, assim, uma tentativa de querer agradar quem está de fora, sendo normal, fazendo o que é esperado.

A construção de uma bússola interna é o grande desafio que cada Sapiens tem no seu processo de Originalização.

Trabalhemos um pouco sobre esta frase de Manson.

Valores escrotos além do problema de virem de fora para dentro, Valores Exógenos, tem o problema de se apoiar em conjunturas e não estruturas.

Explico.

Você tem um corpo bonito hoje, mas amanhã isso tende a não ser mais assim.

Apostar teus critérios de felicidade no teu corpo, por exemplo, é colocar a felicidade no lugar errado.

É um valor escroto não porque veio de fora, mas por que a felicidade foi inadequadamente colocada.

Temos aqui duas questões sobre a Felicidade Estrutural, que precisa ser apoiada em:

  • Valores Mais Estruturais e Menos Conjunturais;
  • Valores Mais Endógenos e Menos Exógenos.

Frases que exemplificam o equívoco entre os Valores Mais Exógenos do que Endógenos:

  • “Claro que seus familiares querem sua felicidade. Mas vão dar conselhos e orientações segundo a ótica… deles.”– Joel Moraes.// “…quanto mais as pessoas vivem à mercê das opiniões alheias e não despertam para desenvolver seu verdadeiro talento, mais se frustram.” – Joel Moraes.// “Valores escrotos são aqueles que envolvem objetivos externos.” – Mark Manson.//“Maturidade é o que acontece quando aprendemos a só ligar para o que vale à pena.”  – Mark Manson.//“Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.”- Steve Jobs.//”Não seja aquilo o que a sociedade espera de você.” – Benvenutti.

Frases que exemplificam o equívoco entre os Valores Mais Estruturais do que Conjunturais:

  • “Você é definido pelas batalhas que está disposto a lutar.” – Mark Manson.// “Não existe valor no sofrimento quando não há um propósito.” – Mark Manson.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Novidade inédita para o Sapiens 2.0 (parte I) : poder viver em outros planetas.
  2. Novidade inédita para o Sapiens 2.0 (parte II) : poder mudar a genética do Sapiens.
  3. Novidade inédita para o Sapiens 2.0 (parte III) : conviver com Mentes Artificiais (Inteligência Artificial).
  4. Novidade inédita para o Sapiens 2.0 (parte IV) : poder alterar o próprio cérebro.
  5. Hoje, já dentro da Civilização 2.0, vivemos a passagem do Ciclo Civilizacional de Crise para o Ciclo Civilizacional do Renascimento.
  6. No Vale do Silício, por exemplo, a Taxa de Inovação é maior em todos os Perfis Inovadores.
  7. Em Ambientes de Sobrevivência mais Inovadores todos os Perfis Inovadores precisam aumentar a sua Taxa de Inovação.
  8. Quanto mais Cooperativo é um Ambiente, mais ele tenderá a ser inovador.

Vamos ao Artigo:

“Quanto mais complexo o todo, mais dependemos da divisão de conhecimentos entre indivíduos.” – Friedrich Hayek.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Em todas as etapas da sociedade humana, há um equilíbrio entre diferentes Perfis Inovadores, que se distribuem da seguinte maneira:

  • 80% de Incrementadores;
  • 18% de Disruptores;
  • 2% de Mega Disruptores.

Estes perfis se ajustam aos Ambientes de Sobrevivência.

Quando temos um Ambiente de Sobrevivência mais cooperativo e, portanto, mais inovador, temos um aumento da Taxa de Inovação em todos os perfis.

Por que isso?

Existe uma relação da Taxa de Inovação com a da Cooperação.

Quanto mais Cooperativo é um Ambiente, mais ele tenderá a ser inovador.

Em Ambientes de Sobrevivência mais Inovadores todos os Perfis Inovadores precisam aumentar a sua Taxa de Inovação.

Dito isso, podemos estabelecer as seguintes regras para a relação do Ambiente de Sobrevivência, Inovação e Competitividade:

  • Quanto mais um Ambiente de Sobrevivência é mais Inovador, mais competitivo ele é;
  • E quanto mais Competitivo é um Ambiente de Sobrevivência, mais e mais todos os Perfis Inovadores precisam aumentar a sua Taxa de Inovação.

Isso vale para qualquer tempo, para qualquer região.

No Vale do Silício, por exemplo, a Taxa de Inovação é maior em todos os Perfis Inovadores.

Dito isso, coloquemos estas regras dentro da Inovação Civilizacional.

Temos no Espiral Civilizacional Progressivo do Sapiens – que só conseguimos identificar na análise Macro-Histórica – três Ciclos da Inovação Civilizacional:

  • Ciclos do Renascimento – quando surgem e se massificam Mídias Mais Completas;
  • Ciclos da Consolidação – quando surgem e se massificam novos Ambientes de Cooperação Mais Participativos, que estimula aumentos populacionais;
  • Ciclos de Crises – quando o aumento da Complexidade Demográfica torna o Ambiente de Cooperação obsoleto e demanda novos.

Hoje, já dentro da Civilização 2.0, vivemos a passagem do Ciclo Civilizacional de Crise para o Ciclo Civilizacional do Renascimento.

No novo Ambiente Cooperativo 2.0 temos a demanda por um upgrade de todos os Perfis Inovadores do Sapiens.

Podemos falar do surgimento do Sapiens 2.0.

Sapiens 2.0 – novo ser humano, que está aprendendo a viver no Ambiente de Sobrevivência da Curadoria, com as mudanças objetivas e subjetivas em curso em função do novo Ambiente de Sobrevivência, a partir das Tecnopossibilidades das Novas Mídias, que tem demandado e demandará cada vez mais autonomia, agilidade, personalização, originalização e participação.

O que muda no Sapiens 2.0?

Temos na vida do Sapiens 2.0 dois tipos de mudanças diferenciadas:

  • o aumento exponencial de características que já existiam;
  • e a convivência com novidades totalmente inéditas.

O que temos de aumento exponencial de características que já existiam no Sapiens 2.0? O aumento das seguintes Taxas:

  • De Autonomia;
  • De Cooperação;
  • De Criatividade;
  • De Competitividade;
  • De Inovação;
  • Da Adaptabilidade;
  • De Originalidade;
  • De Diversidade;
  • De Globalização;
  • De Tecnologização.

O que temos de novidades totalmente inéditas para o Sapiens 2.0?

  • o surgimento de Mentes Artificiais (Inteligência Artificial);
  • a possibilidade de alterações genéticas;
  • de poder viver em outros planetas;
  • de poder alterar o próprio cérebro;
  • de ter ultrapassado a marca de 8 bilhões de Sapiens vivos convivendo no mesmo planeta;
  • de ter uma nova mídia totalmente distinta das passadas;
  • de estar experimentando um Modelo de Cooperação mais próximo das formigas do que dos mamíferos.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Todo Renascimento Civilizacional nos leva a um movimento exponencial de aumento da Taxa da Inovação.
  2. Uma vida mais autônoma é aquela que tem consciência de que nós não deixamos a vida nos levar, mas criamos a nossa vida.
  3. Temos hoje a estrutural e exponencial demanda da passagem de um Sapiens menos para um mais autônomo.
  4. O Sapiens para ser Sapiens mais original e diferenciado precisa aprender a se reinventar.
  5. Hoje, o grande desafio que temos é a construção de um Sapiens com muito mais autonomia do que no passado.
  6. Ser humano é questionar a nossa Formatação Básica Obrigatória, a partir dos potenciais únicos que só você é capaz de descobrir.
  7. A grande demanda – e uma ótima oportunidade de trabalho – tem sido o incentivo da migração do Sapiens 1.0 para o 2.0.
  8. A Originalização deixa de ser uma atividade de nicho e passa a ser uma demanda generalizada do Sapiens.

Vamos ao Artigo:

“Se você quer uma vida fácil, é só pegar um martelo e bater bem forte na cabeça. Vai receber até comida na cama.“ – Eliyahu Goldratt.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Vivemos hoje, com a chegada do Digital,  uma Renascença Civilizacional

Objetivamente, estamos concluindo o Ciclo Civilizacional da Crise e passando para o da Renascença.

Temos três grandes Ciclos Civilizacionais dentro do Espiral Progressivo do Sapiens:

  • Renascimento – que se iniciam com novas Mídias Mais Completas;
  • Consolidação – quando os novos Ambientes de Cooperação se massificam e se tornam mais hegemônicos, permitindo o aumento populacional;
  •  Crise – quando os Ambientes de Cooperação ficam obsoletos em função do aumento populacional e precisam ser renovados, a partir da chegada de novas Mídias Mais Completas.

Vivemos hoje a passagem do Ciclo da Crise Civilizacional para o do Renascimento.

Este diagnóstico nos ajuda a entender muito do atual cenário e o motivo principal de por que estamos falando tanto de inovação em todas as Camadas: Pessoal, Grupal, Organizacional e Civilizacional.

Todo Renascimento Civilizacional nos leva a um movimento exponencial de aumento da Taxa da Inovação.

Nestes momentos Macro-Históricos de Renascimento Civilizacional, uma série de formas de pensar, sentir e agir começam a ser estruturalmente questionadas.

Temos hoje a estrutural e exponencial demanda da passagem de um Sapiens menos para um mais autônomo.

Toda a literatura que vamos ler sobre Inovação – em que camada for –  tem como fator motivador principal o incentivo da autonomia do Sapiens 2.0.

Os conteúdos sobre Inovação de maneira geral – em todas as Quatro Camadas Inovadoras –  questionam as antigas formas de pensar, sentir e agir que eram:

  • mais adequadas para o Sapiens 1.0;
  • e que se agudizaram ainda mais com a Crise Civilizacional que tivemos no último século.

Hoje, o grande desafio que temos é a construção de um Sapiens com muito mais autonomia do que no passado.

Toda a produção de conteúdo principalmente para a Inovação Pessoal tem se esforçado para nos ajudar a sermos mais autônomos.

Na verdade, há o resgate de sugestões de maior autonomia do Sapiens, que já estavam presentes em diversos Conceituadores relevantes do passado.

Porém, o que temos hoje com a chegada da Civilização 2.0 é o aumento da Taxa da Autonomia do Sapiens.

Digamos que:

Um Sapiens para ser mais competitivo no passado, antes da Revolução Civilizacional 2.0 precisava ter uma Taxa de Autonomia muito menor.

A grande demanda – e uma ótima oportunidade de trabalho – tem sido o incentivo da migração do Sapiens 1.0 para o 2.0.

Há muito que se resgatar do passado, porém há novidades no momento, pois:

A Originalização deixa de ser uma atividade de nicho e passa a ser uma demanda generalizada do Sapiens.

Se analisarmos os 12 Mandamentos da Inovação Pessoal Bimodal que sintetizamos de diversos livros de Conceituadores da Inovação Pessoal, temos a cada sugestão de mudança o questionamento de um Mantra do Senso Comum sempre na direção de menos para mais autonomia.

No primeiro item o senso comum – no segundo os 12 Mandamentos da Inovação Pessoal Bimodal:

  1.  Siga tudo que seu mestre mandar – Tua bússola vem de dentro;
  2. Tenha convicções fortes – Tome cuidado ao escolher tuas certezas!
  3. Olho por olho, dente por dente – A Reação é sempre tua!
  4. Siga o seu coração – Reflita sobre teus pensamentos, emoções e ações!
  5. Siga o teu destino – Viver é escolher!
  6. Não erre – Errar faz Parte!
  7. Leve a vida na flauta – Amadurecer é se responsabilizar!
  8. Não pense na morte – Faça da morte o teu Norte!
  9. Evite a dor – Sentir dor faz parte da jornada!
  10. Tua inteligência é fixa – A inteligência é progressiva!
  11. Espere sentado no sofá o prêmio da loteria – Sem disciplina não se chega a lugar nenhum!
  12. Não esquenta a cabeça – Problemas fazem parte da jornada!

Se formos, assim,  fazer uma síntese do conteúdo sobre Inovação Pessoal, vamos descobrir que todos eles são, de alguma forma, um movimento contra o senso comum, contra a repetição, contra a anti-inovação ou, de forma mais popular, Anti-Zegapagodista.

Explico.

Peguemos, como exemplo, a letra da música “Deixa a vida me levar” de Serginho Meriti e Eri do Cais e fez sucesso na voz de Zeca Pagodinho.

A música é um exemplo claro da Anti-Inovação Pessoal.

Na música, observamos a defesa do senso comum em termos de como a vida deve ser vivida de forma menos autônoma, preguiçosa, reativa, que aguarda a sorte do destino.

Vejamos a letra:

“Eu já passei por quase tudo nessa vidaEm matéria de guaridaEspero ainda a minha vez.”
Boa parte da narrativa dos Conceituadores de Inovação Pessoal defendem que não se deve esperar, mas agir.
“Se você quer uma vida fácil, é só pegar um martelo e bater bem forte na cabeça. Vai receber até comida na cama.” – Eliyahu Goldratt.
O termo guarida é definido assim no dicionário:
Guarida – algo que oferece proteção, amparo, acolhimento; abrigo, asilo, refúgio.
É no meu entender a sugestão de sentar no sofá à espera da sorte, de um determinado privilégio.
Criticada fortemente por Joel Moraes:
“Aos que desejam resultado rápido com mínimo esforço, aviso logo que essa conta não fecha.” – Joel Moraes.
Sigamos:
“E deixa a vida me levarVida leva eu.”
A ideia de que a vida nos leva, significa que o ambiente nos leva, uma visão passiva do Sapiens.
Uma vida mais autônoma é aquela que tem consciência de que nós não deixamos a vida nos levar, mas criamos a nossa vida.
Criamos a nossa vida, a partir do relacionamento que estabelecemos com o Ambiente de Sobrevivência.
A letra proativa seria assim:
“Deixa eu levar a minha vida, a partir da minha bússola, bússola interna, leva eu.”
Um Sapiens que espera as coisas acontecerem – que espera a vida lhe levar – tem uma crença passiva diante do destino e da sorte.
Vamos chamar, de novo, Joel Moraes:
“…é mais fácil ver pessoas reconhecendo que têm medo do que assumindo serem preguiçosas.” – Joel Moraes.
Ou Sêneca:
“Para um barco que navega sem sentido, nenhum vento é favorável.” – Sêneca.
Na verdade, a vida mais reativa tem embutida uma alta Taxa de Preguiça.
“Só posso levantar as mãos pro céuAgradecer e ser fielAo destino que Deus me deu.”
É uma visão, sim, religiosa, mas de uma religiosidade passiva.
Há visões religiosas mais proativas.
Esperar o destino, a guarida, esperar, esperar, esperar.
Chama o Mark Manson para nos ajudar:
“Eu achava que a felicidade era determinada pelo destino, e não pelas minhas escolhas.” – Mark Manson.
“Se não tenho tudo que precisoCom o que tenho, vivoDe mansinho lá vou eu.”
Vamos chamar a Angela Duckworth:
“…aquilo que conseguimos na vida talvez dependa mais de nossa paixão e perseverança do que de um talento inato.” – Angela Duckworth.
Vou aceitando a vida passivamente.
Note que aqui não se compreende o papel da Formatação Básica do Sapiens.
Nós não somos passarinhos, que operamos com o instinto.
O Sapiens para ser Sapiens mais original e diferenciado precisa aprender a se reinventar.
Ser humano é questionar a nossa Formatação Básica Obrigatória, a partir dos potenciais únicos que só você é capaz de descobrir.
“Se a coisa não sai do jeito que eu queroTambém não me desesperoO negócio é deixar rolar.”
Vamos ficar parados, empurrando com a barriga, pois algo de fora vai ocorrer, é só esperar, que vai.
Aperta o controle remoto aí.
Manson de novo:
“Você é definido pelas batalhas que está disposto a lutar.” – Mark Manson.
“E aos trancos e barrancos lá vou eu.
Sou feliz e agradeço”.”
A expressão aos trancos e barrancos é boa.
Representa a falta de planejamento, o improviso, eu vou me arrumando.
Veja como Frédéric Lenoir combate isso:
“…nossa felicidade é alimentada pela qualidade da atenção que damos ao que fazemos.”– Frédéric Lenoir.

É isso, que dizes?

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Link encurtado:

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“xxx” – xxx.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Falemos primeiro sobre Ciência.

Toda Ciência vem para a sociedade para entregar uma Metodologia.

Para que possa entregar uma metodologias é preciso encontrar os Padrões Históricos Recorrentes de um Fenômeno para nos permitir lidar com ele de forma mais adequada.

Em cada uma das Camadas Inovadoras da sociedade, precisamos criar metodologias, ou como podemos chamar de Fatores Atuantes.

Temos na Bimodais desenvolvido, a partir do quinto ano da escola, a Ciência da Inovação Bimodal (CIB), que tem por objetivo entender o Fenômeno da Inovação nas suas Quatro Camadas: Civilizacional, Organizacional, Grupal e Pessoal.

Aqui, vamos falar sobre o 12º MIP (Mandamento da Inovação Pessoal) – “Não culpe ninguém pelos seus problemas!”

O primeiro passo aqui é entender que:

Viver é resolver problemas.

Todos os seres vivos precisam, todos os dias, tomar uma série de decisões para se manterem vivos.

Não existe uma vida sem problemas.

A arte de viver está diretamente relacionada a saber administrar melhor os problemas.

Roberto Shinyashiki escreve um livro sobre isso “Problemas, Oba”.
O que ele sugere?
Problemas devem ser visto como desafios, de forma proativa e não reativa.

Diz ele:

“Para ter sucesso atualmente, a lição mais importante é entender que os problemas que as pessoas nos trazem podem ser os melhores presentes que acontecem em nossa vida.” – Roberto Shinyashiki.

Vejamos as duas relações possíveis das pessoas com os problemas:

  • Relação Pessoal Tóxica com Problemas – problemas vistos como algo ruim, chato e desagradável;
  • Relação Pessoal Saudável com Problemas – problemas vistos como algo bom, desafiador e agradável, tanto na vida pessoal como profissional.

Para encarar os problemas de forma positiva, é preciso estar dentro de uma Jornada de Originalização, na qual tudo pode e deve ser aperfeiçoado.

Uma visão mais proativa da vida entende que viver sem problemas é impossível.

Por isso, que é interessante:

  • não acreditar que não teremos problemas;
  • e passar a atuar na vida de forma a escolher os nossos problemas.

Diz Mark Manson sobre isso:

“Pessoas excepcionais são obcecadas por se aperfeiçoar.” – Mark Manson.

Se aperfeiçoar é OBRIGATORIAMENTE lidar melhor com novos e antigos problemas.

De novo Manson:

“Se os problemas da tua vida foram escolhidos por outros você se sente vitimado e infeliz.” –  Mark Manson.

Quando você vai se Originalizando, vem embutido novos problemas, que precisam ser vistos como algo positivo e não negativo.

Uma vida sem problemas, é uma vida parada.

Vejamos como o autor fala disso no livro:

“Grande parte das pessoas vive estressada, e por isso procura ter uma vida calma, sem sobressaltos.” – Roberto Shinyashiki.

Na verdade, há uma relação entre a Taxa de Inovação que a pessoa traz para a vida delas e os problemas.

Quanto mais alguém leva uma vida menos inovadora, mais ela tem dificuldade de lidar com os problemas, principalmente os novos.

Nossa relação com os problemas vai depender de uma visão geral de vida, que podemos dividir em duas atitudes éticas (de escolhas) diante do viver.

A dicotomia entre o Zecapagodismo e o Originalismo:

  • Zecapagodismo – a minha vida é muito mais definida de forma Exógena (de fora para dentro) do que Endógena (de dentro para fora);
  • Originalismo – a minha vida é muito mais definida de forma Endógena (dentro para fora) do que Exógena (de fora para dentro).

Por tendência, Incrementadores tendem a ter uma vida mais Exógena e os Disruptores mais Endógena.

Dizer não é questionar, de maneira geral, o senso comum.

Na frase da música do Zeca Pagodinho “deixa a vida me levar” temos um porém.

Não, não somos passarinhos. A vida não nos leva. É o senso comum da sociedade, através da forma considerada “mais normal” de pensar e agir.

Do ponto de vista dos Disruptores, há, com certeza, um custo embutido na Jornada do Originalismo, pois vai se enfrentar a forma de pensar e agir do senso comum.

Alguém que se Originaliza, querendo ou não, incomoda os demais, pois o que é considerado normal é questionado.

Quando se faz algo diferente, as pessoas, teoricamente, são obrigadas a se colocar numa encruzilhada: posso e quero fazer isso também?

Se Originalizar tem embutida algumas dores:

  • a quebra das ilusões, que foram criadas e acreditamos nelas. Nem o Papai Noel existe e nem o Coelhinho da Páscoa;
  • o aumento da Taxa da Solidão, pois acabamos por ter que nos afastar dos Zecapadodeiros;
  • e a difícil e árdua tarefa de encontrar Originalizadores como você.

Mark Mason no livro do “Foda-se”, bom para Originalizadores, fala muito disso. Ser você implica em enfrentar dores para as quais você precisa estar preparado.

Há uma ilusão nesse mundo da Originalização, se quiserem podemos chamar de inovação, de que inovar é uma festa de felicidade o tempo todo.

Ao contrário, é um tipo de felicidade que é conquistada numa trajetória de várias dores suportáveis, que fazem parte do processo.

Muita gente não se Originaliza, justamente por não querer enfrentar estas dores ou a batalha que é se afastar do senso comum.

Desse ponto de vista, os problemas são vistos como ferramentas de aprendizado para lidar com o processo de Originalização.

Sem essa visão de que ser Originalmente feliz é enfrentar dores e alegrias, a coisa não anda.

Mark Manson é claro, escolha a estrada na qual as dores são suportáveis.

Eis o exemplo típico de uma Vida Zecapagodista, na definição de Roberto:

“A ideia que essas pessoas têm de viver bem é uma rotina sem interferências.” // “Afinal de contas, você quer ser especial ou apenas mais um na multidão?”

Aqui, entra o problema do momento atual, que definimos no artigo sobre a Macro Crise da Civilização 1.0.

Temos hoje um Novo Normal e não é o Novo Normal por causa da Pandemia, mas um Novo Normal por causa da Revolução da Sobrevivência 2.0.

Na novíssima Civilização 2.0, Incrementadores e Disruptores precisarão aprender com outro patamar, pois temos um Cenário DICID+ (+Dinâmico +Inovador + Competitivo +Informado +Descentralizado).

Diamante.

“Há um aspecto curioso em relação à palavra êxito. Ela vem do latim exitus e significa saída, ou seja, um desfecho positivo, a solução de algo, a transposição de alguma adversidade. É a tal luz no fim do túnel.”

Ter êxito, assim, é conseguir encarar e sair de um Problema de forma  mais Saudável. Se for profissional, de um jeito que consiga resolver a dor de um cliente de uma forma original, gerando valor para ambos os lados.

Comentários sobre o Prefácio de Sergio Valente

Gostei disso:

“(Roberto tem) …uma técnica animal de desconstruir o ser humano e guiá-lo por seus próprios caminhos para que ele conseguisse se reconstruir e reencontrar-se melhor.”

Não diria desconstruir o ser humano, mas iniciar o processo de Reformatação Endógena para afastar a Formatação Exógena.

Vejamos as duas formatações possíveis:

  • Reformatação Endógena – aquela consciência de dentro para fora, em geral, feita no processo de Originalização;
  • Formatação Exógena – aquela consciência criada de fora para dentro, em geral, feita no processo de Socialização, que tende à Massificação.

Reforça o foco principal do livro:

.“..foco nas oportunidades que os problemas geram.” //”Liderar é isso, aproveitar as oportunidades que os problemas geram.” // “Acho que a vida é assim mesmo, problemas puxando soluções.”

Transformar problema em aprendizado e melhoria.

Uma frase boa para uma camiseta, que me ocorreu:

Viver é encarar os limões sempre com foco na limonada.

Já no livro depois do Prefácio:

““Para ter sucesso atualmente, a lição mais importante é entender que os problemas que as pessoas nos trazem podem ser os melhores presentes que acontecem em nossa vida.””// “Tem sucesso quem sabe trabalhar para resolver os problemas dos outros, sejam eles seus clientes, seus superiores ou seus colaboradores.” //”Um dos segredos dos homens de sucesso é fazer diferente do que a maioria das pessoas faz.” // Sucesso é gostar de superar dificuldades.”

É bom definir sucesso, pois temos o Endógeno e o Exógeno.

Sobre o Google:

“…conseguiram criar um programa revolucionário, simples de usar e extremamente amigável, que não só organizava as informações da internet como também as classificava por relevância, levando em conta as buscas que cada usuário fazia.”

O uso dos Rastros Digitais Algorítmicos.

O problema da acomodação pessoal, profissional e coletiva:

“Percebi que, com o tempo, ele foi ficando sem disposição para ouvir falar de problemas. Foi acomodando-se com as regalias que havia conquistado depois de trabalhar por tanto tempo na mesma organização.” //”…depois de algum tempo, os profissionais tendem a querer ficar longe das dificuldades.”

Um bom sintoma para quem se acomoda. O outro não é mais o foco. Isso vale para tudo.

A crise de uma sociedade, setor, atividade é sempre essa. O outro não é mais a referência.

Se Originalizar é estar o tempo todo encarando novos desafios.

Empurrando com a barriga:

“Há quem ache que é inteligente porque consegue escapar das encrencas.”//”Ou seja, a pessoa menos experiente e que recebia o menor salário era quem acabava sendo responsável por resolver a encrenca.”

Frases do autor:

“Crescer significa estar à frente da solução de problemas.”

“Para vencer na vida, é necessária muita dedicação ao processo de fazer sumir as preocupações da vida dos outros.”

Frases de outros:

“…a mente que não trabalha forma um tolo.” – Victor Hugo.

A Indicação do livro foi da Bimodal Fernanda Pompeu.

 

  1. “Construir álibis para explicar o fracasso é um passatempo nacional.”  – Napoleon Hill.
  2. “Em geral, somos tão cegos para as nossas falhas quanto somos atentos para as dos outros.”  Karl Popper.
  3. “Deixe de ficar atento com a falha dos outros e foque na sua.” – Popper.

Agora, passemos às duas relações possíveis dos profissionais com os problemas:

  • Relação Profissional Saudável com Problemas – basicamente, voltada para resolver o problema do cliente e como consequência do próprio profissional;
  • Relação Profissional Tóxica com Problemas – basicamente, voltado para resolver o problema do profissional, sendo o cliente apenas uma ferramenta para isso.

Vejamos como o autor fala disso no livro:

“Qual é o problema que você pode ajudar as pessoas a resolver? Quais problemas você pode ajudar as empresas a resolver?”.// “Então, da próxima vez que um cliente ligar para você e disser que tem um problema, quero que você grite bem alto dentro do seu cérebro: Problemas? Oba!” // “….as pessoas se aposentam porque estão cansadas de resolver problemas”.

Aqui, temos algo interessante que é, de forma mais geral, como encaramos a vida.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. “Recomendo os Bimodais a todos que precisam fazer negócios na era Pós-Netflix.” – Francisco Sarkis;
  2. “A Bimodais me dá lastro para entender o Digital.” – Fernanda Pompeu;
  3. “A Bimodais mudou o meu sistema operacional.” – Léo Almeida;
  4. “A Bimodais é o respaldo teórico para toda minha prática educacional inovadora!” – Thereza Rodrigues;
  5. “A Bimodais consegue me explicar o porquê das coisas…” – Viviane Laporti;
  6. “A escola fornece conteúdo ímpar e um ambiente de troca de ideias para quem busca inovar e sobreviver melhor na era digital.” – Rodrigo Palhano;
  7. “O lugar para quem quer trocar o vagão pela locomotiva.” – Talvacy Chaves de Freitas;
  8. “Me fornece maior clareza, inclusive para a tomada de decisões ” – Milene Spolador.

Vamos ao Artigo:

“Uma revolução não acontece quando a sociedade adota novas ferramentas, mas quando a sociedade adota novos comportamentos.” – Clay Shirky.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

A Bimodais completa hoje quatro anos de existência.

Definiria a Bimodais, do ponto de vista conceitual, como uma das Escolas de Pensamento da Ciência da Inovação, que parte do seguinte Núcleo Duro:

  • conseguimos identificar na sociedade, pelo menos, Quatro Camadas Inovadoras: Civilizacional, Organizacional, Grupal e Pessoal, que são sinergéticas uma com as outras;
  • na Camada Inovadora Civilizacional, identificamos o seguinte padrão recorrente: mais Sapiens geram demanda por novas mídias para que possamos criar novos Ambientes de Cooperação Mais Participativos.

Núcleo Duro – escolhas filosóficas e teóricas, que são feitas no estudo de determinado fenômeno pelas diferentes Escolas de Pensamento (conceito apropriado de Imre Lakatos).

Definiria a Bimodais, do ponto de vista organizacional, como um Ambiente de Diálogo Progressivo Renascentista Digital.

Expliquemos.

Vivemos hoje dentro do Espiral Civilizacional Progressivo o início de mais um Ciclo Civilizacional Renascentista.

Renascenças ou Renascimentos Civilizacionais são fenômenos raros e recorrentes da jornada do Sapiens. Surgem após a chegada e massificação de novas Mídias Mais Completas, que visam criar Ambientes de Cooperação Mais Participativos, diante do novo Patamares Demográficos. Nestes momentos, há uma exponencial demanda por mais autonomia de cada pessoa. É preciso um upgrade completo na nossa forma de pensar, sentir e agir. É um momento muito particular da Macro-História do Sapiens, no qual novas Narrativas Conceituais são criadas por Conceituadores de todos os tipos, de diferentes áreas e regiões, onde se inclui também movimentos artísticos. Renascimentos Civilizacionais são movimentos que estimulam a Originalização das pessoas para que possamos colaborar mais e mais com as operações e decisões, ajudando, assim, a espécie a lidar melhor, de forma mais participativa, com o novo Patamar de Complexidade da Sobrevivência.

Nos Momentos de Renascença Civilizacional, há uma demanda para o surgimento de novos Conceituadores, que não pertencem ao Mainstream.

No passado tivemos dentro das Renascenças Civilizacionais o surgimento de Escolas de Pensamento mais independentes e de continuidade, através de um Ambiente Progressivo de Diálogo:

  • temos o exemplo das Escolas Gregas no Renascimento Civilizacional da Escrita Manuscrita;
  • das Escolas Europeias no Renascimento Civilizacional da Escrita Impressa;
  • e agora o surgimento de Escolas de Pensamento Digitais.

As Escolas de Pensamento Renascentistas não são apenas disseminadoras, mas criadoras de novas Narrativas Conceituais.

(A Singularity é um bom exemplo de uma Escola Renascentista Digital.)

Uma Escola Renascentista Digital tem as seguintes características:

  • Narrativas Conceituais mais originais, que se diferenciam dos Paradigmas mais disseminados na sociedade;
  • intenso uso das Tecnopossibilidades Digitais para as suas atividades, principalmente, sem os antigos limites territoriais;
  • atração não por sua tradição, mas pelas novas explicações que proporciona;
  • não criação de turmas, horários, mas de seguidores, que acompanham e participam do desenvolvimento das Narrativas Conceituais;
  • pouca preocupação com a forma e com burocracia, tal como diploma;
  • maior importância na qualidade dos Conceituadores do que na estrutura física;
  • sustentação financeira direta com os clientes, independente de apoios governamentais;
  • baixo ou nenhum controle governamental.

A Bimodais é um exemplo de uma Escola Renascentista Digital, que completa quatro anos de atividade.

A Bimodais é um dos Cases do mercado de uma Escola Renascentista Digital, com algumas particularidades, que podem se diferenciar de outras.

  • operamos no Brasil;
  • escolhemos mais recentemente o desenvolvimento de uma Ciência – um Ambiente de Diálogo Progressivo – e não mais nos limitamos ao estudo de um fenômeno particular com sugestões de metodologias, como foi feito até aqui;
  • optamos por compreender o fenômeno da Inovação para sugerir melhoras formas de lidar com ele dentro do novo contexto do Mundo Digital;
  • escolhemos o desenvolvimento de uma Narrativa Conceitual Progressiva, com participação dos alunos, publicada no Google Docs.;
  • desenvolvemos o conceito de Softwerização tanto para a melhoria progressiva da Narrativa Conceitual, mas também dos períodos em que os alunos se engajam na escola, através de Imersões Semestrais;
  • e, por fim, a produção diária de conteúdo nos dias úteis (tanto áudio, quanto texto).

A última versão do Verbete “Bimodais” no Glossário Progressivo da Escola:

Ambiente de Pesquisa e Aprendizado Progressivo, criado em 21 dezembro de 2018, que se utiliza dos recursos digitais para desenvolver a sua Narrativa Progressiva, tendo como Curador Carlos Nepomuceno. As pessoas que participam do projeto são também chamadas de “os Bimodais”.  A BIMODAIS tem como missão “ajudar pessoas, profissionais e organizações a entender e poder lidar melhor com o fenômeno da Inovação, tendo como cenário o novo Mundo Digital. 

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Conceitos Mais Adequados são aqueles que nos permitem estabelecer um diálogo menos confuso e tomar decisões melhores.
  2. Conceituar é conseguir rimar o fato com o conceito.
  3. A precisão conceitual é a base fundamental para que se possa tomar decisões melhores.
  4. É a identificação dos Padrões dos Fenômenos que nos permite projetar, de forma mais adequada, cenários futuros e criar tratamentos.
  5. Sempre olhamos para a realidade, através dos nossos Paradigmas, onde estão embutidas nossas formas de sentir, perceber e conceituar.
  6. Ciênciar é Conceituar.
  7. Quanto mais um Conceito é adequado, menos confusão e mais precisão ele criará.
  8. Pensar, de forma mais eficaz, é integrar a percepção em conceitos.

Vamos ao Artigo:

“De um lado as coisas, do outro, como elas são vistas.” – Luc de Brabandere.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Falamos ontem sobre Ciência e hoje vamos detalhar os diferentes tipos de Conceituadores.

Comecemos por um exemplo banal.

Hoje, segundo o Dr. Google, temos cerca de 30 espécies de patos, classificadas em 6 subfamílias diferentes.

Assim, quando nos referimos ao conceito “pato”, sabemos que não estamos falando de cisne ou de pardal.

Porém, chamar um bicho de “pato” não é suficiente para precisar de que pato estamos falando exatamente.

“Tirei a foto de um pato.”

Mas que tipo de pato?

É preciso detalhar de que tipo de pato estamos falando para que se reduza o ruído da comunicação em um diálogo.

A precisão conceitual é a base fundamental para que se possa tomar decisões melhores.

Como diz a frase famosa de Lewin:

“Não existe nada mais prático do que uma boa teoria.” – Kurt Lewin.

Teorizar é conceituar, conceituar é pensar, pensar é definir nossas formas de agir.

Por fim, é da qualidade dos conceitos que temos uma melhor qualidade de vida.

Pato é um conceito genérico e Patos Assobiadores é um Conceito mais específico, que permite uma precisão maior entre o conceito e o fato.

O importante num trabalho de conceituação é que haja a relação mais próxima possível entre o conceito e o fato.

Conceituar é conseguir rimar o fato com o conceito.

Conceitos Mais Adequados são aqueles que nos permitem estabelecer um diálogo menos confuso e tomar decisões melhores.

Regra:

Quanto mais um Conceito é adequado, menos confusão e mais precisão ele criará.

Um conjunto de Conceitos articulados forma uma Narrativa Conceitual, que é a ferramenta principal de análise e sugestões para se lidar melhor com os fenômenos.

Portanto, Conceitos precisam ser detalhados dentro de uma Narrativa Conceitual, compondo um Glossário para que todos possam entender o que se está expondo.

Podemos dizer que:

Os Conceitos são os tijolos de qualquer teoria.

Conceitos são criados por Conceituadores, que os articulam em uma Narrativa Conceitual.

Todo Conceito ou Narrativa Conceitual se inicia com uma Percepção, ainda numa fase de baixa reflexão.

Narrativas Conceituais são Percepções mais refletidas.

Diz uma das nossas Conceituadoras sobre Ciência preferida:

“A razão funciona integrando os dados da percepção em conceitos.” – Ayn Rand.

Não gosto do conceito “razão”, pois pensar é refletir sobre as emoções.

Nunca temos uma taxa de emoção zero.

A dicotomia razão versus emoção, a meu ver, é falsa.

Refletimos sobre as emoções para termos um pensamento melhor.

Faria, por causa disso, uma adaptação da frase de Rand, da seguinte forma:

Pensar, de forma mais eficaz, é integrar a percepção em conceitos.

Ciênciar é Conceituar.

Pensar é refletir sobre nossas sensações e percepções.

As três etapas do pensamento humano:

  • Sensação – é uma pré-percepção, um sentimento difuso;
  • Percepção – uma reflexão sobre um sentimento difuso para o qual damos um primeiro nome, em geral, que é o mais usado na sociedade;
  • Conceituação – minhas reflexões sobre as sensações e percepções de forma mais sofisticada e, de maneira geral, fugindo do senso comum. 

É da reflexão sobre as Sensações e Percepções, que vamos procurar descobrir os Padrões dos Fenômenos.

Chamemos Manson para a conversa:

“Sentimentos são apenas sinalizadores, não ordens, por causa disso, precisam ser questionados.” – Mark Manson. 

Temos, muitas vezes, a fantasia de que olhamos para a realidade diretamente, mas isso é falso.

Sempre olhamos para a realidade, através dos nossos Paradigmas, onde estão embutidas nossas formas de sentir, perceber e conceituar.

Basicamente, a Ciência se faz do estudo dos Padrões dos Fenômenos.

É a identificação dos Padrões dos Fenômenos que nos permite projetar, de forma mais adequada, cenários futuros e criar tratamentos.

Quando não temos Padrões dos Fenômenos consistentes, apenas podemos apenas palpitar, mas não prognosticar.

Temos, assim, dois tipos de Conceituadores:

  • Conceituador Mais Percepcionista – elabora percepções sobre determinado fenômeno sem maior preocupação da identificação de Padrões Históricos Recorrentes para criar a sua Narrativa Conceitual;
  • Conceituador Mais Padronista – procura trazer Padrões Históricos Recorrentes sobre determinado fenômeno para a estruturação da sua Narrativa Conceitual.

Pierre Lévy é um Conceituador Mais Padronista do que Clay Shirky que é mais Percepcionista. Ambos procuram fazer uma análise do novo Mundo Digital.

Regra:

Conceituadores Padronistas são devem ser a base para o início do estudo de qualquer fenômeno, sendo complementado depois pelos Percepcionistas.

Conceituadores Mais Padronistas são a base para a criação de Escolas de Pensamento e das Ciências.

Temos, dentro desta classificação dos Conceituadores, os seguintes Conceituadores Padronistas:

  • os Fenomenológicos – os que se limitam ao estudo do Fenômeno, sem maiores reflexões com a Epistemologia, a Ambientologia ou a Metaepistemologia;
  • os Metaepistemológicos – os que além da Fenomenologia, procuram refletir e criar conceitos nos campos da Epistemologia, Ambientologia e a Metaepistemologia.

Veja a divisão dos campos existentes dentro de um Ambiente de Diálogo Progressivo de uma determinada Ciência?

  • Fenomenologia – estudo do fenômeno em si;
  • Epistemologia – o ferramental utilizado para o trabalho Fenomenológico;
  • Ambientologia – a influência do Ambiente de Diálogo Progressivo no estudo do fenômeno;
  • Metaespistemologia – reflexão sobre o quadro geral que envolve os três fatores anteriores.

Na sequência da nossa relação com a realidade e do pensamento, temos as seguinte camadas de Conceituadores, que acabam por criar nosso senso de realidade:

  • Conceituadores Padronistas Metaepistemológicos;
  • Conceituadores Padronistas Fenomenológicos;
  • Conceituadores Percepcionistas;
  • Disseminadores;
  • Operadores.

Quando temos um problema operacional, há algo que precisa ser revisto no trabalho em uma destas camadas.

Temos, por fim, ainda outra divisão entre os Conceituadores do ponto de vista da Inovação:

  • Conceituador Mais Disruptivo –  aquele que traz uma visão bem distinta da normalidade das análises;
  • Conceituador Mais Incremental – aquele que traz uma visão mais próxima da normalidade das análises.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. É da qualidade da Escola de Pensamento escolhida para lidar com determinado fenômeno que podemos ter mais ou menos resultados melhores.
  2. Fica a critério de cada pessoa, grupo ou organização a escolha entre as diferentes sugestões de Melhores Verdades aquela que vai escolher para lidar com determinado fenômeno.
  3. Portanto, a Ciência não produz uma verdade absoluta ou única, mas um conjunto de sugestões de Melhores Verdades por diferentes Escolas de Pensamento.
  4. A Ciência precisa ser vista como um processo em movimento.
  5. A Ciência, entretanto, não é um substantivo, mas um verbo Ciênciar.
  6. O que caracteriza a Ciência não é só a escolha do tipo de conhecimento a ser estudado, mas os métodos utilizados.
  7. A Ciência foi criada pelo Sapiens para que pudéssemos lidar melhor com fenômenos que afetam diretamente a nossa sobrevivência.
  8. O objetivo da Ciência, assim, é apoiar o Sapiens para que ele tenha uma vida cada vez melhor.

Vamos ao Artigo:

“O ser humano não pode sobreviver apenas com percepções. É preciso conceituar.” – Ayn Rand.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

A Ciência foi criada pelo Sapiens para que pudéssemos lidar melhor com fenômenos que afetam diretamente a nossa sobrevivência.

A Ciência demanda, antes de tudo, uma série de métodos para que possamos:

  • identificar um fenômeno para que possamos saber o que ele é e o que não é;
  • identificar e classificar os padrões do fenômeno;
  • sugerir formas para que possamos lidar melhor com ele.

Temos dois tipos de conhecimento:

  • Conhecimento Objetivo – aquele que afeta diretamente a sobrevivência do Sapiens;
  • Conhecimento Subjetivo – aquele que NÃO afeta diretamente a sobrevivência do Sapiens.

Basicamente, a Ciência é feita para lidar melhor com os Conhecimentos Objetivos.

O objetivo da Ciência, assim, é apoiar o Sapiens para que ele tenha uma vida cada vez melhor.

Ao longo do tempo, a Ciência, diferente de outras formas de produção de conhecimento, desenvolveu métodos para que pudéssemos estudar os fenômenos.

Assim, o que caracteriza a Ciência não é só a escolha do tipo de conhecimento a ser estudado, mas os métodos utilizados.

Os métodos utilizados pela Ciência procuram melhorar a capacidade que temos para lidar com os diferentes fenômenos.

A Ciência, entretanto, não é um substantivo, mas um verbo Ciênciar. 

A Ciência precisa ser vista como um processo em movimento.

Como diz o físico brasileiro Marcelo Gleiser:

“O mapa do que chamamos de realidade é um mosaico de ideias em constante mutação.” – Gleiser.

A Ciência – diferente do que pensa o senso comum – é um Ambiente de Diálogo Progressivo, no qual há diferentes abordagens sobre os mesmos fenômenos.

Ambiente de Diálogo Progressivo ou Ambiente de Diálogo Conceitual ou Mais Científico – espaço criado para se analisar fenômenos de todos os tipos com sugestões das melhores formas de lidar com ele, dividido em quatro camadas: Fenomenologia, Epistemologia, Ambientologia e Metaepistemologia.

Com o tempo, se criam Ciências, que se dedicam a estudar determinados fenômenos específicos e dentro destes Ambientes de Diálogos Progressivos se criam Escolas de Pensamento.

Escola de Pensamento – Ambiente Progressivo de Diálogo que faz Escolhas Filosóficas e Teóricas, que definem o tipo de abordagem de determinado fenômeno. Inspirados em Imre Lakatos, consideramos que as Escolhas Estruturais de uma Escola de Pensamento formam um Núcleo Duro, que acaba por definir a abordagem predominante da Escola. Temos Escolas de Pensamento na Educação, Psicologia, Economia, em todas as áreas. NÃO é um espaço físico, mas uma escolha consciente de vários Conceituadores, que escolheram determinado DNA Filosófico. Escolas de Pensamento  NÃO são de “tijolos”, mas Ambientes Conceituais. Escolas de Pensamento criam formas de pensar e agir diante de determinados fenômenos, que nos ajudam mais ou menos a lidar melhor com eles.

Portanto, a Ciência não produz uma verdade absoluta ou única, mas um conjunto de sugestões de Melhores Verdades por diferentes Escolas de Pensamento.

Fica a critério de cada pessoa, grupo ou organização a escolha entre as diferentes sugestões de Melhores Verdades aquela que vai escolher para lidar com determinado fenômeno.

Podemos sintetizar assim, uma revisão de como pensamos a Ciência:

  • não é algo definitivo e acabado, mas sempre um processo;
  • não existe uma abordagem única, mas diferentes abordagens a serem escolhidas por cada pessoa, grupo ou organização.

Temos alguns fatores que interferem mais intensamente para que determinadas mudanças ocorram na forma de enxergar determinados fenômenos. São eles:

  • novas visões trazidas por Conceituadores Disruptivos;
  • novas tecnologias, que nos permitem analisar de forma diferente os fenômenos;
  • o acúmulo de conhecimento;
  • fatos novos, que demandam a necessidade de revisão dos antigos Conceitos;
  • os resultados obtidos com as metodologias propostas.

É importante, portanto, quando nos propomos a entender o atual Cenário Civilizacional para promover diferentes tipos de Inovação compreender que:

  • escolhas precisam ser feitas entre as diferentes Escolas de Pensamento que analisam o atual Cenário Civilizacional;
  • de que estas escolhas não são definitivas, mas um processo de atualização constante diante de novos conceitos e fatos que surgem ao longo do processo.

Podemos dizer assim que:

É da qualidade da Escola de Pensamento escolhida para lidar com determinado fenômeno que podemos ter mais ou menos resultados melhores.

O objetivo da Bimodais é desenvolver a Ciência da Inovação Bimodal. Aqui, temos o seguinte:

  • a escolha do fenômeno Inovação como o foco principal de interesse para que possamos compreendê-lo e lidar melhor com ele;
  • deixar claro que teremos uma das diferentes e possíveis abordagens sobre tal fenômeno, deixando explícito, o mais possível, todas as escolhas que fizemos na nossa jornada;
  • e, por fim, a criação de um Ambiente de Diálogo Progressivo, usando as Tecnopossibilidades Digitais para o desenvolvimento de uma Narrativa Conceitual.

Narrativa Conceitual ou Narrativa Conceitual Progressiva – conjunto de conceitos desenvolvido por um mais Conceituadores sobre determinado fenômeno, visando compreendê-lo para que possamos lidar melhor com ele. Narrativas Conceituais são o resultado do trabalho de determinada Escola de Pensamento.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

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O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens 2.0 precisa ser muito mais autônomo do que foi o 1.0.
  2. As Zonas de Atração do Sapiens são sempre aquelas que conseguem praticar modelos mais sofisticados de Cooperação.
  3. Na Civilização 2.0, já temos – e teremos muito mais – o aumento exponencial da diversidade humana.
  4. Quando temos Revoluções Civilizacionais, há um aumento exponencial pela demanda de mais autonomia das pessoas.
  5. Para que se possa ter aumento de autonomia da espécie, é preciso NECESSARIAMENTE que cada Sapiens seja ainda mais diferente do que os demais.
  6. Revoluções Civilizacionais geram um aumento exponencial da demanda por personalização e originalização das pessoas.
  7. Hoje, diferente do passado, há espaço para que as pessoas possam sobreviver sendo mais originais.”
  8. A Originalização não é, portanto, uma opção para a espécie, mas uma obrigação para que possamos viver melhor.

Vamos ao Artigo:

“O acesso a ferramentas baratas e flexíveis remove a maioria das barreiras para tentar coisas novas.” – Clay Shirky.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Hoje, temos, mais do que o normal, uma profusão de livros na área da Inovação.

Se tentarmos fazer uma síntese, basicamente, se sugere que aumentemos a Taxa de Autonomia das pessoas.

As sugestões para o Sapiens 2.0 giram em torno de mais liberdade, mais criatividade, mais empreendedorismo, mais consciência de suas escolhas.

A maior parte dos livros de Inovação que estão no mercado sugerem que:

  • deixe de seguir tanto a norma e seja mais criativo;
  • procure construir mais o seu destino, tendo como norte um critério mais de dentro para fora de felicidade.

De maneira geral os Conceituadores da Inovação não têm uma noção mais clara do contexto da Revolução Civilizacional que estamos passando.

Eles percebem que há uma demanda por mudanças e sugerem formas de como elas devem ser feitas, mas não entendem, num contexto mais geral, as causas.

Existe uma causa para que tenhamos hoje este alto estímulo para o aumento da Taxa de Autonomia das pessoas?

Sim, se analisarmos o cenário geral dentro da Macro-História iremos perceber a migração de uma civilização para outra.

Estamos vivendo uma Revolução Civilizacional, que tem o objetivo maior da experimentação de diferentes maneiras de um novo Macro Modelo de Cooperação Humana.

Temos uma regra importante não tão conhecida na Macro-História do Sapiens pela Ciência Social 1.0:

Quanto mais gente colocamos no planeta, mais descentralizada precisa ser a Cooperação Humana.

Temos, ao longo da Macro-História, estágios de Cooperação Humana, que vão migrando de modelos mais verticalizados para mais horizontalizados.

O aumento da Taxa de Horizontalização da Cooperação Humana só é percebido se tivermos como referência a Macro-História.

Sim, sem dúvida, há momentos em que temos aumentos das Taxas de Verticalização da Cooperação Humana como ocorreu, por exemplo, no século passado.

Porém, ao longo da Macro-História do Sapiens percebemos que os Modelos de Cooperação tendem sempre para o aumento da Horizontalização.

Por quê?

Quanto mais gente temos nos Ambientes de Sobrevivência do Sapiens, mais aumentamos a complexidade das decisões.

O aumento da complexidade das decisões demanda que mais gente participe delas para que a sobrevivência se torne melhor e com mais qualidade.

Lembro o ensinamento de Hayek:

“Quanto mais complexo o todo, mais dependemos da divisão de conhecimentos entre indivíduos.” – Friedrich Hayek.

Quando há uma verticalização das decisões, como cada vez menos gente decide por mais, temos uma queda da qualidade de vida.

Ao longo do tempo, constatamos que:

As Zonas de Atração do Sapiens são sempre aquelas que conseguem praticar modelos mais sofisticados de Cooperação Mais Horizontalizados.

Para que possamos sofisticar a Cooperação Humana, OBRIGATORIAMENTE, cada pessoa precisa aumentar a sua Taxa de Autonomia.

Quando temos Revoluções Civilizacionais, há um aumento exponencial pela demanda de mais autonomia das pessoas.

Porém, é preciso dizer que:

Para que se possa ter aumento de autonomia da espécie, é preciso NECESSARIAMENTE que cada Sapiens seja ainda mais diferente do que os outros.

Revoluções Civilizacionais geram um aumento exponencial da demanda por personalização e originalização das pessoas.

Hoje, diferente do passado, há espaço para que as pessoas possam sobreviver sendo mais originais.

A Originalização não é, portanto, uma opção para a espécie, mas uma obrigação para que possamos viver melhor.

Todo o movimento que assistimos na difusão da Inovação em todas as camadas tem esta causa principal:

O Sapiens 2.0 precisa ser muito mais autônomo do que o 1.0.

A principal característica da Civilização 2.0, assim, a partir das novas Tecnopossibilidades, é a possibilidade de termos uma Filosofia de Cooperação mais próxima da praticada pelas formigas.

Até aqui, o Sapiens praticava uma Cooperação Sonora, mais próxima da praticada pelos mamíferos.

Formigas se organizam, através de Rastros Químicos, que permite a participação muito maior de cada membro na operação e decisão das colônias.

Como nos lembra Steve Johnson:

“Quem está dando ordem num formigueiro? Ninguém, as formigas se auto organizam!” – Steve Johnson.

Podemos dizer que o desafio do Sapiens 2.0 é deixar a sua formatação para viver num ambiente mamífero e passar a conviver num mais próximo de uma colônia de formigas.

Neste ambiente, há uma forte demanda pela autonomia das pessoas.

É preciso entender que para se ter mais autonomia precisamos que cada pessoa aumente a sua Taxa de Personalização.

Na Civilização 2.0, já temos – e teremos muito mais – o aumento exponencial da diversidade humana.

O principal esforço de adaptação do Sapiens para viver neste novo cenário mais horizontalizado é, no fundo, do aumento da personalização da felicidade.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Se personalizar é passar o tempo todo dizendo muito mais nãos do que sins.
  2. O senso comum tem atualmente uma visão de que muito mais nos adaptamos à vida do que criamos um espaço para viver.
  3. Nós nos Zecapagodamos e temos a tendência de mais sermos levados do que levar a vida de forma mais original.
  4. Uma coisa é você seguir o que é a norma, outra é começar a criar suas próprias normas dentro do que é viável.
  5. Viver com mais sabedoria é escolher as pessoas, os lugares, as situações e os conceitos que fazem com que possamos nos sentir melhor.
  6. Por isso, que se personalizar é passar o tempo todo dizendo muito mais nãos dos que sins.
  7. Se Personalizar é questionar o conceito de destino que é incutido na nossa cabeça!
  8. O Sapiens 2.0 precisa ser muito mais autônomo do que o 1.0 para poder viver neste novo Ambiente de Cooperação mais descentralizado.

Vamos ao Artigo:

“Eu achava que a felicidade era determinada pelo destino, e não pelas minhas escolhas.“ – Mark Manson.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

De maneira geral, quando apresentamos uma sugestão para dar um upgrade nas nossas vidas, estamos questionando uma forma de pensar, de sentir e de agir do senso comum.

Há uma normalidade que pensa de um jeito e que este jeito não nos permite ter uma vida mais significativa.

E se sugere que tenhamos que alterar essa forma de pensar, agir e sentir.

Isso ocorre em TODAS as fases da vida do Sapiens.

Hoje, entretanto, vivemos um momento especial da civilização.

Estamos vivendo um Renascimento Civilizacional.

Um Renascimento Civilizacional é um fenômeno raro e recorrente da jornada do Sapiens. Surge após a chegada e massificação de novas Mídias Mais Completas, que visam ajustar o Ambiente de Sobrevivência ao novo Patamar Demográfico. Aqui temos sugestões e ações de ajustes na forma de pensar, sentir e agir da sociedade em larga escala. Identificamos três tipos de Renascimentos Civilizacionais na jornada do Sapiens: Renascimento Gestual, Sonoro e agora o Digital.  É um momento muito particular da Macro-História, no qual novos conceitos são criados por Conceituadores de diferentes áreas e regiões para tentar ajustar a forma do pensar e agir dentro do novo Ambiente Midiático de Sobrevivência. Renascimentos Civilizacionais são, na verdade, movimentos que estimulam a Originalização das pessoas para que possamos colaborar mais e mais com as operações e decisões, ajudando, assim, a espécie a lidar melhor com o novo Patamar de Complexidade.

Hoje, temos uma forte demanda pela Originalização das pessoas.

Sapiens 2.0 – novo ser humano, que está aprendendo a viver no Ambiente de Sobrevivência da Curadoria, com as mudanças objetivas e subjetivas em curso em função do novo Ambiente de Sobrevivência, a partir das Tecnopossibilidades das Novas Mídias, demandará cada vez mais autonomia, agilidade, personalização, originalização e participação.

Portanto, nestes períodos de Renascimentos Civilizacionais, é normal que tenhamos um boom da Literatura de Inovação Pessoal, que de forma mais inconsciente do que consciente, procura estimular o Sapiens a se Originalizar.

O Sapiens 2.0 precisa ser muito mais autônomo do que o 1.0 para poder viver neste novo Ambiente de Cooperação mais descentralizado.

Diante desta forte demanda pela Originalização do Sapiens, temos que reorganizar o diálogo sobre Inovação Pessoal.

E procurar entender o novo contexto, no qual um novo Sapiens passa a ter que se acostumar em um Ambiente Cooperativo bem diferente.

Na leitura que fizemos de diversos livros de Inovação Pessoal, chegamos até o momento a 12 sugestões de mudanças nas formas de pensar, sentir e agir – que passamos a chamar de Mandamentos da IP (MIPs).

No geral, se enquadram no que chamamos de Fator Atuante.

São eles até o momento:

  1. Tua bússola vem de dentro!
  2. Tome cuidado ao escolher tuas certezas!
  3. A reação é sempre tua!
  4. Reflita sobre seus pensamentos, emoções e ações!
  5. Viver é escolher!
  6. Errar faz parte!
  7. Amadurecer é se responsabilizar!
  8. Faça da morte teu norte!
  9. Sentir dor faz parte da jornada!
  10. A inteligência não é fixa, mas progressiva!
  11. Sem disciplina, não se chega a lugar algum!
  12. Não culpe ninguém pelos seus problemas!

Cada um destes mandamentos nos levam a refletir sobre aspectos particulares, tais como liberdade, disciplina, escolhas, amadurecimento.

Com o tempo, podemos modificá-los, agrupando de uma nova maneira, mas servem, mesmo que de forma provisória, para que as pessoas o utilizem para ter uma vida mais significativa dentro do novo Ambiente de Sobrevivência 2.0.

Vamos nos dedicar neste artigo em particular ao Quinto Mandamento: “Viver é escolher”.

Quinto Mandamento: “Viver é escolher”.

“Eu achava que a felicidade era determinada pelo destino e não pelas minhas escolhas.” – Mark Manson.

Qual é o senso comum na forma de pensar, sentir e agir que é questionado por este mandamento?

Que nossos destinos são traçados, desde antes e de fora para dentro e não temos muitas escolhas nessa nossa vida.

Regra:

Podemos dizer que quanto mais verticalizada é uma sociedade, mais e mais a ideia de um Destino Mais Exógeno será estimulada.

Destino Mais Exógeno – visão de que o destino das nossas vidas vem mais de fora para dentro do que de dentro para fora.

Estamos saindo hoje de uma alta Taxa de Verticalização da Sociedade e isso implica que tenhamos um aumento da visão do Destino Exógeno em detrimento do Destino Mais Endógeno.

Destino Mais Endógeno – visão de que o destino das nossas vidas vem mais de dentro para fora do que de fora para dentro.

O senso comum atualmente tem uma visão de que muito mais nos adaptamos à vida do que criamos um espaço para viver.

Nós nos Zecapagodamos ao temos a tendência de mais sermos levados do que levar a vida de forma mais original.

Manson toca neste ponto:  “Eu achava que a felicidade era determinada pelo destino, e não pelas minhas escolhas.”

Aqui, temos um forte questionamento do Destino Mais Exógeno e o estímulo pelo Destino Mais Endógeno.

Eu posso ter uma vida mais diferente e ter mais escolhas, questionando o Destino Mais Exógeno.

Obviamente, que ao se referir a ter mais escolhas significa que possamos ter TODAS as escolhas.

Eu preciso, de forma consciente, me adaptar ao ambiente e, dentro do possível, me Originalizar.

Os livros de Manson fazem sucesso, pois estimulam a passagem do Sapiens 1.0 para o 2.0.

Temos, de maneira geral, a fantasia do destino como algo traçado mais de fora para dentro do que de dentro para fora.

E isso se acirra bastante nas Crises Civilizacionais, quando temos o aumento da Taxa de Verticalização.

Assim, temos a demanda por uma personalização, o que implica em um questionamento do Destino Exógeno.

Se Personalizar é, assim, questionar o conceito de destino que é incutido na nossa cabeça!

De maneira geral, temos hoje uma forte demanda pelo estímulo do Destino Mais Exógeno do que Endógeno.

No aumento do Destino Mais Endógeno, aumentamos mais e mais as escolhas que fazemos.

Há no Renascimento Civilizacional uma forte demanda pelo questionamento das atuais normas.

Por isso, se fala tanto em inovar, em romper as regras existentes.

Mas romper as regras existentes significa, necessariamente, escolher o diferente, o inusitado, o não usual.

Quando começamos a querer nos Personalizar, nos distanciar da nossa Formatação Básica Obrigatória, as encruzilhadas vão aumentando e se tornando mais conscientes.

Por quê?

Uma coisa é você seguir o que é a norma, outra é começar a criar suas próprias normas dentro do que é viável.

Quem não está na busca do aumento da Taxa de Personalização, meio que segue a norma e reduz a quantidade e a qualidade das encruzilhadas.

Viver é escolher é um mandamento que chama a atenção de que você precisa aumentar a consciência sobre as escolhas que faz na sua vida.

A frases de Austin Kleon, por exemplo,  nos traz uma primeira nuance do Quinto Mandamento:

“A ideia de que você pode fazer qualquer coisa é apavorante.”  – Austin Kleon.

Ou seja, escolher precisa ser feito em bases em alguns critérios.

Não, você pode fazer muitas coisas, mas não pode tudo.

Ele se refere ao problema da nossa eterna Encruzilhada Existencial Estrutural da Potência.

Encruzilhada Existencial Estrutural da Potência – as escolhas que fazemos entre a impotência, a onipotência e a potência.

Por causa dela, que temos a difusão, ao longo de séculos, do Mantra da Potência, conhecido como Oração da Serenidade dos grupos de Mútuo Ajuda.

Mantra da Potência:

  • Serenidade para o que não posso mudar (evitar a onipotência numa boa);
  • Coragem para mudar o que posso (sair da impotência);
  • Sabedoria para perceber a diferença (praticar a potência).

Ser potente, empreendedor, proativo é escolher, a partir de determinados critérios vindos mais de dentro para fora do que de fora para dentro, os nossos caminhos.

Há no senso comum duas vertentes tóxicas diante da Encruzilhada Existencial Estrutural da Potência:

  • uma que estimula a impotência – nós não podemos fazer muita coisa diferente do considerado normal, não vale insistir;
  • uma que estimula a onipotência – nós podemos quase tudo, basta querer.

O Quinto Mandamento nos alerta que você não pode tudo, não quer tudo e tem que aprender com o tempo a fazer escolhas mais adequadas PARA VOCÊ.

Viver é escolher um norte, uma bússola, a partir daquilo que mais nos motiva.

É o que identificamos no Primeiro Mandamento: “Tua bússola vem de dentro”.

Quem opta por um Destino Mais Endógeno precisa se acostumar e aprender a escolher.

Diante dele, teremos mais e mais escolhas, que implicam nas seguintes encruzilhadas:

  • Lugares – que você vai frequentar;
  • Pessoas – que você vai se relacionar;
  • Situações – que você vai escolher viver;
  • Conceitos – que você irá escolher.

Viver com mais sabedoria é escolher as pessoas, os lugares, as situações e os conceitos que fazem com que possamos nos sentir melhor.

Por isso, que:

Se personalizar é passar o tempo todo dizendo muito mais nãos dos que sins.

Na sequência, temos a seguinte frase:

“Para realmente apreciar algo, é preciso se limitar.” – Mark Manson.

É preciso se limitar com sabedoria!

Vai além:

“Somos definidos pelo que escolhemos rejeitar.” – Manson.

É preciso aprender a dizer não.

E fecho com mais estas duas frases:

  • “Maturidade é o que acontece quando aprendemos a só ligar para o que realmente vale a pena.” – Mark Manson.
  • “O segredo para uma vida melhor não é precisar de mais coisas; é se importar com menos e apenas com o que é verdadeiro, imediato e importante.” – Mark Manson.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Viver de forma mais significativa é procurar nossos desafios mais personalizados.
  2. Nos responsabilizar pela nossa vida é sair de uma atitude passiva, vitimista, para uma proativa, empreendedora.
  3. Para que possamos sair de “ter uma vida” e passar a ter um “projeto de vida”, é preciso encarar nossa finitude!
  4. Uma vida menos refletida nos leva para a fantasia de que somos eternos.
  5. Uma vida considerada “não vivida” é uma vida com baixa Taxa de Personalização.
  6. Assumir a nossa vida é sair de uma atitude passiva, vitimista, para uma proativa, empreendedora.
  7. Uma pessoa proativa, como sabe que algo é conjuntural e vai passar, dá menos importância para aquilo.
  8. Todo o processo de Sapiensnização se consiste em irmos cada vez dependendo menos da nossa família.

Vamos ao Artigo:

“À medida que assumimos a responsabilidade por nossa vida, mais poder adquirimos para mudá-la.“ – Mark Manson.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

O objetivo aqui é sistematizar as sugestões dos nossos Conceituadores da Inovação Pessoal Preferidos para que as pessoas tenham vidas de mais qualidade, mais originais e mais significativas.

De maneira geral, os Conceituadores da Inovação Pessoal não se preocupam muito com Sistematização.

Sistematizar é um processo de identificação, classificação, ordenamento e, a partir disso, detalhamento dos conceitos para que se possa refletir de forma mais adequada e, com isso, lidar melhor com qualquer fenômeno.

Hoje, já conseguimos identificar dentro dos Fatores Atuantes da IP, onze Mandamentos da IP:

  1. Tua bússola vem de dentro!
  2. Tome cuidado ao escolher tuas certezas!
  3. A reação é sempre tua!
  4. Reflita sobre teus pensamentos, emoções e ações!
  5. Viver é escolher!
  6. Errar faz parte!
  7. Amadurecer é se responsabilizar!
  8. Faça da morte teu norte!
  9. Sentir dor faz parte da jornada!
  10. Sem disciplina, não se chega a lugar algum!

Com eles, podemos organizar as frases dos nossos Conceituadores da Inovação Pessoal Preferidos.

Este é o quinto artigo na sistematização das frases de Mark Manson um dos nossos Conceituadores Guias da IP preferidos.

Neste artigo vamos detalhar dois Mandamentos da IP entre os 11 já identificados:

  • Sétimo Mandamento: “Amadurecer é se Responsabilizar!”
  • Oitavo Mandamento: “Faça da morte teu norte!”

Sétimo Mandamento: “Amadurecer é se Responsabilizar!”

“À medida que assumimos a responsabilidade por nossa vida, mais poder adquirimos para mudá-la.”  – Mark Manson.

O processo de Originalização de cada pessoa passa NECESSARIAMENTE pelo aumento da Taxa de Responsabilização.

Todo o processo de Sapiensnização se consiste em irmos cada vez dependendo menos da nossa família.

Sapiensnização –  neologismo que procura identificar o processo que todos passamos de nos tornar Sapiens, pois todos temos que passar por uma Formatação Básica Obrigatória.

Digo mais.

Amadurecer é se afastar, com o tempo, da nossa FBO (Formatação Básica Obrigatória) e ir construindo a Reformatação Básica Opcional.

Reformatação Básica Opcional – atividade humana que revisa nossa Formatação Básica Obrigatória, a partir das nossas individualidades.

Se responsabilizar é assumir a sua vida, evitando transferir para os outros nossos problemas.

Temos dois tipos de Responsabilização:

  • Responsabilização Objetiva – quando nos responsabilizamos pela nossa sobrevivência, através de algum tipo de remuneração e dos cuidados com diversos aspectos da nossa vida;
  • Responsabilização Subjetiva – quando nos responsabilizamos pela nossa felicidade, através de atividades que nos trazem um Bem Estar Continuado.

No processo de responsabilização, temos que passar da etapa da mesada para a remuneração com algum tipo de trabalho.

E, no amadurecimento, no processo de responsabilização, identificar e procurar praticar aquilo que nos deixa mais felizes.

Além disso:

Temos a tendência de culpar os outros pelos nossos problemas e não os encararmos como um desafio para melhorar.

Gosto da ironia que vemos nesta frase:

“…ninguém pode ser considerado fracassado enquanto não começar a culpar os outros.”– John Wooden

O que Manson, procura nos transmitir na frase mais acima, é de que quanto mais encaramos a responsabilização de maneira reflexiva, mais e mais temos condições de mudar nossas vidas.

Uma das etapas na direção do Segundo Eu é justamente a capacidade que temos de passar a viver com nosso próprio dinheiro.

Vejamos as três etapas na vida das pessoas:

  • Primeiro Eu – quando somos formatados para nos tornar Sapiens;
  • Segundo Eu – quando questionamos a formatação ainda com baixa capacidade de Originalização;
  • Terceiro Eu – quando questionamos o Segundo Eu e começamos a viver um aumento mais expressivo da Taxa de Originalização.

E passar a cada vez menos responsabilizar os outros pelos nossos problemas.

Nos responsabilizar pela nossa vida é sair de uma atitude passiva, vitimista, para uma proativa, empreendedora.

Um dos aspectos principais de que estamos entrando no Terceiro Eu é a capacidade que temos de:

  • entender que todos nós recebemos coisas boas e ruins na nossa Formatação Básica Obrigatória;
  • de que é preciso agradecer o que foi bom e melhorar o que foi ruim;
  • para o que foi negativo no passado interfira cada vez menos na nossa vida presente e futura.

Por fim, podemos criar nuances deste mandamento, ao analisar a seguinte frase:

“…otimistas normalmente procuram causas temporárias e específicas para o sofrimento, enquanto os pessimistas culpam causas permanentes e genéricas.” – Angela Duckworth.

Note que aqui otimista é sinônimo de proatividade e pessimista, de reatividade.

O interessante é que há uma confusão entre o conjuntural e o estrutural.

Uma pessoa proativa procura analisar se determinada situação é algo passageiro ou permanente.

Uma pessoa proativa, como sabe que algo é conjuntural e vai passar, dá menos importância para aquilo.

É preciso para que possamos ter uma vida mais significativa, como sugere um dos mandamentos, refletir sobre como pensamos, sentimos e agimos.

No processo de responsabilização, é preciso ficar procurando evitar procurar culpados.

Fecho, por enquanto, o texto com a seguinte frase:

“A crença de que você não pode mudar nos leva a ter uma mentalidade de vítima.” – Daniel Pink.

Oitavo Mandamento: “Faça da morte o seu norte!”

  • “A morte é nossa única certeza. Portanto, deve ser a bússola pela qual orientamos todos os nossos valores e decisões.” – Mark Manson.

Quando falamos no desenvolvimento do Terceiro Eu procuramos promover a passagem da Felicidade Conjuntural para a Estrutural.

Vejamos a diferença entre as duas Felicidades:

  • Felicidade Conjuntural – de curto prazo, alegrias;
  • Felicidade Estrutural  – de longo prazo, legados.

A procura da Felicidade Estrutural implica em:

  • ter noção de que a vida é finita;
  • de aprender o que nos traz Bem Estar Continuado;
  • e aprender também o que é possível realizar no médio e longo prazo, na direção de deixar um legado até a data da nossa morte.

Podemos usar aqui a sugestão de Sócrates (470 a.C.-399 a.C.):

“Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida.” – Sócrates.

O que ele quer dizer com isso?

Que você precisa superar a Formatação Básica Obrigatória procurar os seus desafios personalizados.

Interpreto Sócrates:

Viver de forma mais significativa é procurar nossos desafios mais personalizados.

Para que possamos sair de “ter uma vida” e passar a ter um “projeto de vida”, é preciso encarar nossa finitude!

Como diz o brasileiro Gustavo Caetano:

“As pessoas mais geniais que eu conheço não trabalham apenas pelo dinheiro.” – Gustavo Caetano.

O dinheiro é apenas uma ferramenta de sobrevivência é um meio e não o fim de uma vida.

Lembra aquele ditado italiano:

“Quando o jogo termina, o peão e o rei voltam para a mesma caixa.”

Note que:

Uma vida menos refletida nos leva para a fantasia de que somos eternos.

Amadurecer significa, basicamente, antes de tudo, assumir que temos um prazo e que podemos criar um projeto de vida dentro dele.

Fecho com a frase:

“A maioria das pessoas é orientada a evitar a vida.” – Hardy.

Na verdade, o que nossos Conceituadores da Inovação Pessoal Preferidos  chamam de vida é uma vida que se afasta da Formatação Básica Original.

Temos, assim, vidas menos e mais personalizadas.

Uma vida considerada “não vivida” é uma vida com baixa Taxa de Personalização.

Uma boa frase que complementa esta ideia é a seguinte:

“Se você passar pela vida fazendo somente o que é fácil, deve se envergonhar.”- Patrícia Miranda.

Temos outra nuance deste mandamento que é a questão da coragem.

Vejamos a frase:

“Até um cachorro ou cavalo sabe quando o dono não tem coragem.” – Napoleon Hill.

Coragem – firmeza de espírito para enfrentar situação emocional ou moralmente difícil.

É preciso coragem para que possamos nos personalizar.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A inovação não é um fim em si mesmo, mas um meio para que possamos viver com mais qualidade.
  2. Não existe, assim, um Certo Final ou Absoluto, mas um Certo Progressivo!
  3. O Sapiens não é uma espécie intuitiva, mas Conceituativa.
  4. Inovar significa um processo de desautomatização.
  5. Inovar nunca é uma estação de trem (parada), mas sempre o trem na estrada (em movimento).
  6. Inovar é, assim, sempre “Estar Inovando” sempre no gerúndio.
  7. Inovar é sempre um ajuste entre a vida e o Ambiente de Sobrevivência que estamos vivendo.
  8. Inovar, nada mais é do que uma tentativa constante e progressiva do Sapiens de promover na sua vida e da sociedade uma adaptação de uma situação pior para uma melhor.

Vamos ao Artigo:

“Não se pode controlar o que ocorre conosco, apenas a reação.” – Mark Manson.

(Do Acervo das Frases Bimodais de outros Conceituadores da Inovação Pessoal)

Voltemos, então, à procura dos Mandamentos da Inovação Pessoal, a partir das frases dos nossos Conceituadores de IP Preferidos.

Aqui, estamos analisamos algumas frases do Mark Manson.

Vejamos esta abaixo:

“A certeza é a inimiga do crescimento. Quando aprendemos algo novo, não passamos de “errados” a “certos” — passamos de “errados” a “um pouco menos errados.” – Mark Manson.

O que seria certeza?

“Conhecimento certo, total e absoluto.”

Podemos dizer que:

Nossa mente é uma espécie de “armário”, no qual colocamos formas de pensar, sentir e agir em “gavetas” e “cofres”.

Existem formas de pensar, agir e sentir que estão em gavetas mais acessíveis e outras em gavetas menos acessíveis.

E existem formas de pensar, sentir e agir, que estão em cofres, alguns deles temos a combinação e a chave e outros não.

As Certezas Absolutas são armazenadas em cofres que não temos mais acesso.

Certezas Absolutas – formas de pensar, sentir e agir que ficam armazenadas em áreas da mente não mais acessíveis.

Qual é o problema das Certezas Absolutas?

Quando nossas formas de pensar, sentir e agir são inadequadas para lidar com os fatos.

As Certezas Absolutas nos tornam vulneráveis e nos fragilizam.

Sim, existem Certezas Absolutas que podem estar na mente, mas que não interferem na nossa sobrevivência.

São Certezas Absolutas Neutras.

Certezas Absolutas Neutras  – aquelas que não afetam a nossa sobrevivência, como a escolha de um time de futebol.

O problema são as Certezas Absolutas Fundamentais.

Certezas Absolutas Fundamentais aquelas que temos que ter muito cuidado ao armazenar em áreas da mente inacessíveis, pois alteram a nossa sobrevivência. 

O problema não é a certeza, portanto, é o tipo de certeza, pois alguma certeza temos que ter para que possamos decidir.

Diz Manson:

“Quando aprendemos algo novo, não passamos de “errados” a “certos” — passamos de “errados” a “um pouco menos errados.”

Na Bimodais, optamos pela Certeza Provisória Razoável, que é um estágio que me permite tomar decisões, mas sempre com espaço para que possamos revisar nossas certezas, a partir de fatos ou argumentos mais razoáveis.

Qual mandamento tiramos disso?

Tome muito cuidado ao lidar com as suas Certezas!

Manson nesta frase reforça a visão da Certeza Provisória Razoável, quando escolhe a ideia de que não existe o “certo final” ou o “certo absoluto”, mas uma Certeza Progressiva, que vai melhorando, conforme vamos caminhando.

Não existe, assim, um Certo Final ou Absoluto, mas um Certo Progressivo!

Vamos a outra frase:

“Não se pode controlar o que ocorre conosco, apenas a reação.” – Mark Manson.

Não temos controle do ambiente à nossa volta.

O que podemos fazer é aprender a lidar com ele, tomando decisões que nos fazem ter uma vida com mais ou menos qualidade.

Isso lembra uma frase do Jean Paul Sartre (1905-80):

“Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.” – Jean Paul Sartre.

Aqui, temos o Terceiro Mandamento.

Quem define a reação é você!

Vamos em frente.

“Tomar decisões com base apenas no que seu coração manda, sem o auxílio da razão para se manter na linha, é pedir para dar merda.”  – Mark Manson. //“Sabe quem baseia sua vida em emoções? Crianças de três anos e cachorros –  ambos cagam no tapete.”  – Mark Manson.

Aqui, temos uma aprofundamento do Terceiro Mandamento “Quem define a reação é você”.

O que ele sugere é que é preciso refletir sobre as emoções.

Para que você possa evitar que reações mais automáticas atuem sobre determinados momentos, o que podemos chamar de Gatilhos Emocionais é preciso conhecê-los.

Como você pode reduzir reações mais automáticas indesejadas?

Refletindo sobre as emoções.

Desenvolvendo o que chamamos na Bimodais de Mente Mais Revisora ou Mente Mais Reformatadora.

Gatilhos Emocionais – reações mais automáticas que não temos muito controle sobre elas, a não ser que possamos identificá-las, classificá-las e atuar para que possamos ter mais controle sobre elas.

Aqui temos o Quarto Mandamento:

Quarto Mandamento – “Reflita sobre as suas emoções para ter uma vida de mais qualidade”

Voltamos aqui a falar do domínio dos nossos impulsos.

O Sapiens não é uma espécie intuitiva, mas Conceituativa.

Amanhã, continuamos.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O principal problema da Inovação Pessoal é termos coragem e capacidade de revisar a nossa Identidade Progressiva.
  2. A construção de uma bússola interna é o grande desafio que cada Sapiens tem no seu processo de Originalização.
  3. Nossa identidade é artificial, não é natural. É fruto da obrigatória formatação que todos sofremos.
  4. Quanto mais nós acreditamos que a nossa identidade – criada de fora para dentro – “somos nós”, mais dificuldade teremos para inovar.
  5. Foi formatada em nós a ideia de que o certo é seguir a normalidade e o errado é ser diferente.
  6. O “eu” é um processo progressivo de construção, que só acaba na morte.
  7. Não existe uma proposta de mudar algo na sua forma de agir, que não passe por uma revisão no pensar e sentir.
  8. Somos formatados para seguir aquilo que é considerado “mais normal”. E quando queremos sair disso, há um clima de que “você está errado”.

Vamos ao Artigo:

“Maturidade é o que acontece quando aprendemos a só ligar para o que vale à pena.” – Mark Manson.

(Do Acervo das Frases Bimodais de outros Conceituadores da Inovação Pessoal)

Viver é um processo de revisão da nossa Formatação Básica Obrigatória.

Nossa Formatação Básica Obrigatória, conforme vamos nos Originalizando, sofre uma revisão baseada naquilo que somos diferentes dos demais.

Nossa identidade é artificial, não é natural. É fruto da obrigatória formatação que todos sofremos.

A maior complicação do Sapiens para inovar na sua vida pessoal é, antes de tudo:

  • entender que nossa identidade, na primeira fase da vida, foi muito mais construída de fora para dentro do que de dentro para fora;
  • E todo processo de individualização consiste, nas etapas de amadurecimento, em recriar, reformatar, a identidade de dentro para fora.

Quanto mais nós acreditamos que a nossa identidade – criada de fora para dentro –  “somos nós”, mais dificuldade teremos para inovar.

Viver melhor consiste basicamente na revisão da nossa Formatação Básica Obrigatória.

Temos uma falsa ilusão de que o “eu” sou eu, quando, na verdade, o “eu” é um processo progressivo de construção, que só acaba na morte.

Portanto, não existe uma proposta de mudar algo na sua forma de agir, que não passe por uma revisão no pensar e sentir.

Primeiro Mandamento – “A bússola da Inovação Pessoal vem de dentro.”

Temos um problema grande no quesito melhorar de vida

Foi formatada em nós a ideia de que o certo é seguir a normalidade e o errado é ser diferente.

É usual entre os Conceituadores de IP, diria que é uma unanimidade, de que a motivação vem da nossa capacidade de fazer o que gostamos.

A realidade nos mostra que fulano se motiva fazendo “a” e beltrano se motiva fazendo “b”.

O problema é que:

Só nós, olhando de dentro para fora, conseguimos descobrir aquilo que nos motiva. E isso exige um trabalho interno de prospecção.

Conforme o Ambiente de Sobrevivência Pessoal que nos influenciou nos legou mais ou menos capacidade para revisar nossa formatação.

Ambientes Pessoais de Sobrevivência – aquele que influencia cada pessoa, família, cidade, amigos, escola.

O principal problema da Inovação Pessoal, como dissemos acima, é termos coragem e capacidade de revisar a nossa Identidade Progressiva.

Identidade Progressiva – construída ao longo do tempo, quando a pessoa procura, de forma progressiva um processo de melhoria.

Note que na escola, por exemplo, quando respondemos a uma questão “errada” somos repreendidos.

A professora marca em vermelho todas as nossas respostas erradas.

De alguma forma:

Somos formatados para seguir aquilo que é considerado “mais normal”. E quando queremos sair disso, há um clima de que “você está errado”.

Vou trazer de novo frases de Joel Moraes:

  • “Claro que seus familiares querem sua felicidade. Mas vão dar conselhos e orientações segundo a ótica… deles.”– Joel Moraes.
  • “…quanto mais as pessoas vivem à mercê das opiniões alheias e não despertam para desenvolver seu verdadeiro talento, mais se frustram.” – Joel Moraes.

Há, assim, uma tentativa de querer agradar quem está de fora, sendo normal, fazendo o que é esperado.

A construção de uma bússola interna é o grande desafio que cada Sapiens tem no seu processo de Originalização.

Diz Manson:

  • “Maturidade é o que acontece quando aprendemos a só ligar para o que vale à pena.”  – Mark Manson.

Na sequência, frases que reforçam a ideia, mas que vão merecer mais reflexões na sequência dos artigos:

  • “Valores escrotos são aqueles que envolvem objetivos externos.” – Mark Manson.
  • “A morte é nossa única certeza. Portanto, deve ser a bússola pela qual orientamos todos os nossos valores e decisões.” – Mark Manson.
  • “Antes de analisarmos nossos valores e prioridades a fim de torná-los melhores e mais saudáveis, precisamos duvidar dos nossos valores atuais.” –  Mark Manson.
  • “Você é definido pelas batalhas que está disposto a lutar.” – Mark Manson.
  • “Não existe valor no sofrimento quando não há um propósito.” – Manson

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Se Originalizar, assim, é uma constante revisão da nossa Formatação Básica Obrigatória.
  2. Quanto mais a nossa identidade é vista de forma mais consolidada e fixa, mais dificuldade teremos para mudar.
  3. A maior complicação do Sapiens para inovar na sua vida pessoal é rever o que chamamos de identidade.
  4. Por trás de toda sugestão de mudança na forma de agir sempre há, obrigatoriamente, uma mudança na forma do pensar.
  5. A principal complicação do Sapiens para inovar na sua vida pessoal é não saber o que ele pode vir a ser, se afastando da sua Formatação Básica.
  6. A principal complicação do Sapiens para inovar na sua vida pessoal é justamente não ter muito a noção do que ele é e do que ele não é.
  7. O “eu sou” é resultado de uma longa formatação, na qual há formas de pensar, agir e sentir que se mostram com o tempo inadequadas.
  8. Todo mundo, de alguma forma, quer um amanhã melhor do que o hoje.

Vamos ao Artigo:

“Quanto mais alguma coisa ameaça sua identidade, mais você a evitará.” – Mark Manson.

(Do Acervo das Frases Bimodais de outros Conceituadores da Inovação Pessoal)

Bom, já entramos numa dinâmica mais ágil na classificação das frases dentro das Funções Estruturais da Inovação Pessoal.

Imaginem a Ciência da Inovação como se fosse um edifício de quatro andares, embaixo a Inovação Pessoal, no segundo andar a Grupal, no Terceiro a Organizacional e na cobertura a Civilizacional.

Cada um destes andares tem várias “salas” das Funções Estruturais Inovadoras.

Os andares do edifício representam o ONDE a Inovação ocorre e as salas dentro dos andares procuram identificar o COMO ocorrem.

Depois de organizar os andares, estamos procurando identificar as salas,  começando pelo andar debaixo da Inovação Pessoal.

O método é o seguinte: depois de ter selecionado as melhores frases dos Conceituadores da IP, vamos tentar classificá-las por temas para que possamos compará-las e identificá-las.

Qual o objetivo de classificar as frases dos Conceituadores da Inovação Pessoal?

  • possíveis divergências entre os autores;
  • o que se repete de forma constante;
  • e o que determinado autor apresenta de novo.

Vamos classificar agora 26 frases selecionadas da leitura dos livros de Mark Manson para testar o modelo e consolidar os Fatores da Inovação Pessoal (as salas dos andares).

Fiz aqui uma primeira seleção das frases e agrupei pelos Fatores da IP, que tínhamos classificado anteriormente pela seguinte ordem lógica:

  • Fator Identificador da IP – o que é IP?
  • Fator Motivador ou Causante da IP – quais são as motivações do Sapiens para inovar?
  • Fator Detonador da IP – o que dispara o processo de Inovação?
  • Fator Complicador da IP – quais são as Complicações do Sapiens quando quer inovar na sua vida pessoal?
  • Fator Atuante da IP – quais são as sugestões para que o Sapiens possa inovar na sua vida pessoal?
  • Fator Consequente da IP – quando iniciamos o processo da IP o que esperar como
    consequência?
  • Fator Revisor da IP – quando avaliamos as consequências, o que precisa ser revisado?

De maneira geral, a maior parte das frases, ou da abordagem, dos Conceituadores da IP, são voltadas para o Fator Atuante.

Porém, nem sempre.

Outro ponto, nem sempre é tão fácil classificar a frase, pois uma parte se encaixa em um fator e outra em outro.

Mas o importante no trabalho de classificação das frases é:

  • Consolidar os Fatores e os Subfatores da IP;
  • E dentro de cada um deles refletir as suas variações, detalhes, sempre aprofundando mais e mais a Inovação Pessoal.

Vamos às frases, mas já com uma primeira classificação, pela ordem lógica da arrumação das salas nos andares do Edifício da CIB.

Todas as frases são de Mark Manson.

Fator Motivador:

“O sofrimento é o agente preferido da natureza para inspirar mudanças.” – Mark Manson.

Estamos na Sala “Fator Motivador” do Edifício da CI , no primeiro andar do Edifício da Ciência da Inovação.

Aqui, procuramos responder a questão: quais são as motivações do Sapiens para inovar?

Já amadurecemos – isso foi uma escolha –  que o Sapiens se move por causa do sofrimento, da dor, do desconforto.

Lembro a frase emblemática do Fator Motivador:

“A única meta do ser humano é a remoção do desconforto.” –  Mises.

Todo mundo, de alguma forma, quer um amanhã melhor do que o hoje.

O que ocorre, porém, é que muitas vezes entramos em desarmonia com o Ambiente de Sobrevivência – o que acaba provocando sofrimento, dor, desconforto em maior ou menor grau.

É este desconforto, que pode ser conjuntural ou estrutural, que nos faz ter vontade de mudar.

Assim, podemos melhorar a nossa visão do Fator Motivador, dividindo os nossos desconfortos diante da vida em dois.

Os dois tipos de desconforto que temos diante da vida:

  • O Desconforto Estrutural – sentimentos mais fortes, que exigem revisões e mudanças mais profundas dos Paradigmas Estruturais;
  • O Desconforto Conjuntural – sentimentos mais corriqueiros, que exige revisões mais superficiais dos Paradigmas Conjunturais.

Fator Complicador:

“Quanto mais alguma coisa ameaça sua identidade, mais você a evitará.” – Mark Manson.

Estamos na Sala “Fator Complicador” do Edifício da CI , no primeiro andar do Edifício da Ciência da Inovação.

Aqui, procuramos responder à questão: quais são as Complicações do Sapiens quando quer inovar?

Aqui, temos vários motivos, mas o principal é o seguinte: o Sapiens para ser Sapiens recebe uma Formatação Básica Obrigatória, que fica fortemente entranhada dentro da sua personalidade.

O “eu sou” é resultado de uma longa formatação, na qual há formas de pensar, agir e sentir que são inadequadas. 

A principal complicação do Sapiens para inovar na sua vida pessoal é justamente não ter muito a noção do que ele é e do que ele não é.

Mais ainda.

A principal complicação do Sapiens para inovar na sua vida pessoal é não saber o que ele pode vir a ser, se afastando da sua Formatação Básica.

Lembro a frase emblemática do Fator Complicador:

“Não é o que você não sabe que vai colocá-lo em apuros. É o que você tem certeza que não vai.” – Mark Twain.

A frase de Mark Manson: “Quanto mais alguma coisa ameaça sua identidade, mais você a evitará.”

O que ele nos diz?

É muito complicado rever o que chamamos de identidade.

Nossa identidade sempre é um pouco falsa e um pouco verdadeira, pois nunca somos, sempre estamos.

A maior complicação do Sapiens para inovar na sua vida pessoal é rever o que chamamos de identidade.

Quanto mais a nossa identidade é vista de forma mais consolidada e fixa, mais dificuldade teremos para mudar.

Nós confundimos a nossa identidade com a Formatação Básica Obrigatória.

Se Originalizar, assim, é uma constante revisão da nossa Formatação Básica Obrigatória.

Quando temos uma situação que questiona o nosso “Eu”, reagimos, e quanto mais profundo for este questionamento, a tendência é a reação ser maior.

Fator Atuante:

“Não fique aí parado. Faça alguma coisa. As respostas virão no caminho.” – Mark Manson.

Estamos na Sala “Fator Atuante” do Edifício da CI , no primeiro andar do Edifício da Ciência da Inovação.

Aqui, procuramos responder à questão: quais são as sugestões para que o Sapiens possa inovar?

Aqui, temos na Literatura da IP várias sugestões para que possamos superar nossas dificuldades de Inovação Pessoal.

São tantas que tivemos necessidade de dividir em Subfatores ou Mandamentos da Inovação Pessoal.

Até o momento, temos os seguintes Mandamentos da Inovação Pessoal:

  • Primeiro Mandamento – “Errar faz parte da Jornada”
  • Segundo Mandamento – “Mudanças Disruptivas pedem Revisões dos Paradigmas Estruturais”
  • Terceiro Mandamento – “Viver é escolher”
  • Quarto Mandamento  – “A bússola da Inovação Pessoal vem de dentro.”

Na verdade, todas as sugestões de mudanças na forma de agir, vão questionar algo na nossa forma de pensar.

Existe um senso comum que nos impede de inovar que passa a ser questionado pelos Conceituadores da IP.

Assim, por trás de todos os Mandamentos da IP temos sempre:

Pensamos “da forma a” e precisamos passar a pensar “da forma b” para começar a atuar de maneira diferente.

Ou seja:

Por trás de toda sugestão de mudança na forma de agir sempre há, obrigatoriamente, uma mudança na forma do pensar.

No próximo artigo, passo a detalhar os Mandamentos da IP

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma bússola para a Inovação Pessoal mais adequada vem de dentro.
  2. Viver é escolher. Escolher é dizer sim para algo e não para outro ao mesmo tempo.
  3. Temos que reconhecer que se fala muito sobre o Fenômeno da Inovação, mas o trabalho científico sobre ele ainda está muito precário.
  4. Não adianta escalar uma montanha que não vai te deixar feliz.
  5. Os livros de Inovação Pessoal não são ainda suficientes para criar as bases das Escolas de Inovação, que precisam de uma Ciência para que isso seja feito.
  6. Sem a Inovação, não estaríamos aqui podendo nos orgulhar de ter permitido que 8 bilhões de Sapiens pudessem viver ao mesmo tempo.
  7. Inovação é uma atividade central do Sapiens praticada desde que resolveu ser Sapiens.
  8. Hoje, se fala muito sobre inovação, mas se pensa pouco, de forma sistematizada, sobre o tema.

Vamos ao Artigo:

“A ideia de que você pode fazer qualquer coisa é apavorante.” – Austin Kleon.

(Do Acervo das Frases Bimodais de outros Conceituadores da Inovação Pessoal)

Na sequência do nosso trabalho, percebemos que precisávamos desenvolver uma abordagem da incipiente e pouco (ainda) badalada Ciência da Inovação.

Hoje, se fala muito sobre inovação, mas se pensa pouco, de forma sistematizada, sobre o tema.

Inovação é uma atividade central do Sapiens praticada desde que resolvemos ser Sapiens.

Sem a Inovação, não estaríamos aqui podendo nos orgulhar de ter permitido que 8 bilhões de Sapiens pudessem viver ao mesmo tempo.

Já passou da hora de termos uma Ciência, com diversas abordagens, feita por diversos Conceituadores, que embase o diálogo sobre as diferentes Camadas Inovadoras.

Mas para que serve uma Ciência da Inovação?

Não basta termos diversos livros e conceituadores apresentando o que se deve fazer para termos vidas melhores, se não organizamos toda a conversa.

Todas as atividades humanas, seja ela em que área for, cumpre uma determinada sequência:

  • Conceituadores identificam regras nos fenômenos e sugerem a melhor forma de lidar com eles;
  • Disseminadores formam pessoas para entender os Conceituadores e se preparar para agir;
  • E, por fim, os Operadores, a partir das filosofias, teorias e metodologias dos Conceituadores, detalhadas pelos Disseminadores, agem.

Disseminadores – responsáveis por disseminar os conceitos criados pelos Conceituadores na sociedade. São os responsáveis pela formação, educadores, professores.

Operadores – aqueles que atuam com os conceitos criados pelos conceituadores, disseminados pelos disseminadores.

Hoje, estamos, apesar de não termos clareza disso, vivendo a maior Revolução Civilizacional da história do Sapiens.

O Digital permite que mudemos, de forma disruptiva, o nosso Macromodelo de Cooperação.

Macromodelo de Intermediação ou de Cooperação –  a partir das Tecnopossibilidades Midiáticas, a perspectiva que passamos a ter de criar formas mais sofisticadas de sobrevivência, que acabam por guiar as vidas das sociedades, das organizações, dos grupos e das pessoas.

Hoje, na nova e ainda incipiente Civilização 2.0, pela primeira vez na Macro-História, estamos criando formas de sobrevivência similares às das formigas. Isso é inédito!

Vivemos hoje um Renascimento Civilizacional – um dos três ciclos do Espiral Progressivo do Sapiens:

Espiral Civilizacional Progressivo ou Espiral da Sobrevivência – movimento Macro-Histórico Civilizacional, no qual vivemos Ciclos Recorrentes com mudanças estruturais, são eles: Renascimento, Consolidação e Crise Civilizacional.

No atual Renascimento Civilizacional, temos o aumento exponencial da Taxa de Inovação, que atinge todas as nossas atividades.

Urge, assim, que tenhamos uma Ciência completamente dedicada a entender a Inovação nas suas diferentes camadas, a saber: Civilizacional, Organizacional, Grupal e Pessoal.

Precisamos com a Ciência da Inovação classificar e organizar as diferentes regras e sugestões de ações para que novos Conceituadores possam aprimorar a Conceituação,  Disseminadores em todos os níveis possam preparar os Operadores para viver melhor neste novo cenário.

Quando tivermos que criar – isso já é uma demanda – do zero cursos de formação de graduação, de pós, de mestrado e doutorado em Ciência da Inovação como seriam?

Quais seriam as bases filosóficas, teóricas, metodológicas na formação dos Inovadores 2.0?

Inovadores 2.0 ou Inovadores Digitais – Conceituadores, Disseminadores e Operadores, que terão que viver e trabalhar na Civilização 2.0.

Antes de tudo, é necessário na Ciência da Inovação que identifiquemos as diferentes Camadas Inovadoras , nas quais ocorrem a Inovação Humana e no segundo momento os Fatores da Inovação em cada uma destas camadas.

A separação dos dois grandes campos de estudo da Ciência da Inovação:

  • Camadas Inovadoras – onde a inovação ocorre, identificamos quatro: Civilizacional, Organizacional, Grupal e Pessoal;
  • Fatores Inovadores – as regras que determinam como a Inovação ocorre nas diferentes Camadas Inovadoras.

Um jovem, por exemplo, poderia se aprofundar na Inovação Pessoal, outro na Inovação Organizacional e outro estudar a Inovação Civilizacional.

Um doutorando, por exemplo, teria que escolher desenvolver um tema dentro da Inovação Pessoal, mas seria preciso especificar qual entre os diferentes Fatores Estruturais, ele quer se dedicar.

Note que:

Se analisarmos os livros dos bons Conceituadores da Inovação Pessoal que estão no mercado, o objetivo deles é ajudar as pessoas a melhorar de vida.

Eles sugerem, na maior parte dos casos, formas de atuação para o desenvolvimento da Inovação Pessoal.

Porém, os Conceituadores da Inovação Pessoal que fazem sucesso hoje não estão preocupados em organizar o diálogo sobre o tema.

Os livros de Inovação Pessoal não são ainda suficientes para criar as bases das Escolas de Inovação, que precisam de uma Ciência para que isso seja feito.

E talvez, por causa disso:

Não temos ainda na Inovação – tão badalada e popular – iniciativas científicas mais adequadas sobre o tema.

Organizar uma Ciência é muito diferente da missão de ajudar as pessoas a lidar com determinado fenômeno.

Quando pensamos em organizar uma Ciência, temos como desafio criar um Ambiente de Diálogo, que permita organizar a conversa e permitir uma formação mais adequada sobre o fenômeno estudado.

Nossa jornada nessa direção se inicia na Oitava Imersão Bimodal e avança para a Nova Imersão, que se inicia em janeiro de 2023 e vai até o final de julho.

Imersão Bimodal – período semestral, no qual a Bimodais organiza o diálogo com os participantes da escola.

É da qualidade do Ambiente de Diálogo Mais Científico sobre determinado fenômeno, que podemos lidar melhor com ele.

Temos que reconhecer que se fala muito sobre o Fenômeno da Inovação, mas o trabalho científico sobre ele ainda está muito precário.

Começamos nossa jornada, de uma forma muito particular.

Primeiro, definimos, de maneira provisória, as Quatro Camadas Inovadoras.

Vejamos as Quatro Camadas Inovadoras:

  • Civilizacional – marcada por alterações de mídia, populacional e dos Macro Modelos de Cooperação;
  • Organizacional – marcada por alterações da forma como se coopera em organizações mais formais;
  • Grupal – marcada por alterações da forma como se coopera em organizações menos formais;
  • Pessoal – marcada por inovações das pessoas.

Cada uma destas Quatro Camadas da Inovação têm diferentes Fatores e Subfatores Estruturais, nas quais o Fenômeno da Inovação se desenvolve.

Começamos nosso trabalho de identificação e classificação dos Fatores e Subfatores Estruturais da Inovação Pessoal, a partir da análise de frases aleatórias.

Cada uma delas nos apresenta um dos Fatores e Subfatores da Inovação Pessoal, o que vai nos permitindo organizar esta Camada Inovadora.

E, a partir dela, podemos adotar os mesmos critérios para as demais camadas.

Este é o quarto artigo nesta direção, concluindo aqui com mais três frases dos nossos Conceituadores da Inovação Pessoal Favoritos.

Vejamos:

  • “Toda escolha envolve renunciar a uma oportunidade.” – Benjamin Hardy.

A frase de Hardy pode ser classificada no Fator Atuante da Inovação Pessoal.

Viver é escolher. Escolher é dizer sim para algo e não para outro ao mesmo tempo.

A frase se junto à outra.

“A ideia de que você pode fazer qualquer coisa é apavorante.” – Austin Kleon.

É a mesma abordagem de Hardy é um Subfator Atuante da IP (Inovação Pessoal), no item Viver é escolher

Aqui temos uma variante do Subfator Atuante da IP “Viver é escolher”.

Que vamos classificar, de forma mais aberta, dos Mandamentos de Atuação Mais Adequados para a IP ou Mandamentos da Inovação Pessoal.

Quem não escolhe, não consegue se dedicar a nada e a sensação de poder fazer tudo é, como ele diz, “apavorante”.

Podemos completar

Viver é escolher um norte, uma bússola, a partir daquilo que mais nos motiva.

A escolha, como sugere Moraes, tem que partir dos nossos talentos, nos afastando dos nossos Paradigmas Estruturais, no quesito:

Uma bússola para a Inovação Pessoal mais adequada vem de dentro.

É preciso fazer escolhas daquilo que você vai fazer, a partir dos seus critérios.

Você não pode tudo.

Sim, como diz Moraes, é preciso sair da inércia e fugir da perfeição, mas é preciso escolher que estrada seguir.

Não adianta escalar uma montanha que não vai te deixar feliz.

Ao final do trabalho, já consigo estruturar um Mapa Mental inicial para os Diferentes Fatores Estruturais da Inovação Pessoal.

Os Diferentes Fatores Estruturais da Inovação Pessoal:

  • Fator Identificador da IP – o que é IP?
  • Fator Motivador ou Causante da IP – por que inovamos?
  • Fator Complicador da IP – quais são os principais obstáculos a serem superados?
  • Fator Atuante da IP – o que é mais adequado fazer para promover a Inovação Pessoal?
  • Fator Consequente da IP – quando iniciamos o processo da IP o que esperar como consequência?

Conseguimos ainda, depois deste esforço inicial, chegar aos seguintes Subfatores do Fator Atuante da Inovação Pessoal.

Ou se quiserem:

A classificação dos primeiros quatro Mandamentos da Inovação Pessoal: 

  1. Errar faz parte – supere a vergonha ou a dificuldade de errar, pois errar faz parte de quem está vivo e quer melhorar –  da frase de Moraes “Melhor feito do que perfeito”;
  2. Mudanças Disruptivas exigem rever o Paradigma Estrutural – mudanças mais profundas exigem que se modifique os Paradigmas Pessoais Estruturais do Pensar – da frase de Covey: “Não se pode mudar os frutos sem mudar as raízes.” // e de Goleman os Paradigmas Pessoais Estruturais do Agir e Sentir “A capacidade de controlar os impulsos é a base da força de vontade e do caráter.”
  3. A bússola da Inovação Pessoal vem de dentro – da frase de Moraes: “…quanto mais as pessoas vivem à mercê das opiniões alheias e não despertam para desenvolver seu verdadeiro talento, mais se frustram.”
  4. Viver é escolher – da frase de Benjamin Hardy: “Toda escolha envolve renunciar a uma oportunidade.” E ainda: “A ideia de que você pode fazer qualquer coisa é apavorante.” – Austin Kleon.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma atitude mais adequada e mais sábia é escolher as nossas “personal dores” e aprender a lidar com elas.
  2. Viver é aprender a administrar nossas dores!”
  3. Nós Inovamos na nossa vida pessoal para superar as dores que sentimos.
  4. A dor é algo estrutural do ser humano.
  5. Quem não quer perder nada, não ganha nada.
  6. Se a pessoa não procura referências internas – aquilo que a faz praticar a sua originalidade – a sua vida fica mais chata e menos significativa.
  7. Na confusão conceitual diante da Civilização 2.0 , é mais fácil que pessoas mudem do que organizações.
  8. No campo da Inovação, temos muita literatura para Operadores e muito pouca para Conceituadores e Disseminadores.

Vamos ao Artigo:

“Quem não sente dor, está longe da realidade.” – Mark Manson.

(Da Coleção de Frases Selecionadas pelos Bimodais.)

Estamos realizando um processo de desenvolvimento da Ciência da Inovação Bimodal.

De maneira geral, os Conceituadores da Inovação, seja em que camada operem, se dedicam a produzir conceitos para os Operadores.

Operadores são as pessoas, de maneira geral, que precisam de explicações mais objetivas sobre o fenômeno e formas de lidar melhor com eles.

Identificamos na Bimodais Três Perfis da Sobrevivência, que têm papéis distintos na sociedade:

  • Conceituadores – que nos ajudam a pensar;
  • Disseminadores – que multiplicam os Conceitos dos Conceituadores;
  • Operadores – que agem, a partir dos Conceitos criados.

De maneira geral, a Literatura sobre Inovação é voltada para Operadores.

O conteúdo voltado para Operadores, é bom que seja assim, tende a ser de fácil consumo, sem grandes preocupações sistematizadoras.

O problema é que sem um Processo de Sistematização Conceitual feito por e para Conceituadores, que estruturam melhor a abordagem do fenômeno, passamos a ter uma visão mais superficial e de curto prazo dos mesmos.

Processo de Sistematização Conceitual – trabalho de organização conceitual, que procura identificar os diferentes aspectos de um determinado fenômeno para que possamos lidar melhor com ele.

É o que tem ocorrido com o Fenômeno da Inovação.

Como há uma demanda muito grande por tentar entender e lidar melhor com a Inovação, temos muita literatura para Operadores e muito pouca para Conceituadores e Disseminadores.

Um Processo de Sistematização Conceitual é muito mais lógico do que emocional, voltado para um cliente específico, que vai trabalhar na melhoria da Conceituação ou na Disseminação dos Conceitos.

Sim, é um processo mais chato, sem dúvida, mais cansativo, porém, fundamental para que possamos começar a lidar melhor com determinado fenômeno.

Nosso trabalho agora tem sido nessa direção.

Como primeiro grande passo do Processo de Sistematização Conceitual da Inovação, optamos por dividir a CIB em dois grandes eixos.

Vejamos,  a Divisão Básica da Ciência da Inovação Bimodal (CIB):

  • Camadas Estruturais da Inovação – Onde ocorre a Inovação?
  • Fatores Estruturais da Inovação – Como ocorre a Inovação?

Nossa missão agora é começar a organizar o segundo bloco que são os Fatores Estruturais da Inovação em cada uma das quatro camadas.

Optamos por começar pela Inovação Pessoal, pois:

No momento atual de confusão conceitual diante da Civilização 2.0, é mais fácil que pessoas mudem do que grupos e organizações.

Como resolvemos trabalhar nisso?

  1. selecionamos as melhores frases dos nossos Conceituadores de IP Preferidos ao longo dos últimos anos;
  2. estamos agora analisando cada uma delas para distribuí-las nos diferentes Fatores e Subfatores Estruturais da IP;
  3. E criando, para facilitar a disseminação, o que passamos a chamar de os Principais Mandamentos da Inovação Pessoal, que se encaixam como os Fatores Atuantes da IP.

Escrevemos quatro artigos que podem ser lidos aqui, nos quais analisamos, inicialmente, dez frases aleatórias de Conceituadores da IP.

Temos, até o momento, a partir deste primeiro trabalho, o seguinte quadro dos seis Fatores Estruturais da Inovação Pessoal:

  1. Fator Identificador da IP – o que é IP?
  2. Fator Motivador ou Causante da IP – por que inovamos?
  3. Fator Complicador da IP – quais são os principais obstáculos a serem superados?
  4. Fator Atuante da IP – o que é mais adequado fazer para promover a Inovação Pessoal?
  5. Fator Consequente da IP – quando iniciamos o processo da IP o que esperar como consequência?
  6. Fator Revisor da IP – quando avaliamos o Fator Consequente e passamos a revisar os demais fatores.

Dito isto, vamos às frases de Mark Manson, que, a partir de agora, passa a fazer parte do Acervo dos Conceituadores Favoritos dos Bimodais.

Por quê incluímos Mark Manson?

Ele consegue ser de fácil leitura e bastante pertinente na sua forma de abordar a questão da Inovação Pessoal.

Vamos às frases:

  • “Pessoas excepcionais são obcecadas por se aperfeiçoar.” – Mark Manson.

Note que aqui não temos uma sugestão de ação, a frase não entra como Fator Atuante.

Manson aborda a questão do Fator Motivador.

O que ele diz?

Que existem pessoas “excepcionais”. E que estas gostam, são obcecadas, por se aperfeiçoar.

Há uma questão importante dentro da Sala de Diálogo do Fator Motivador da Ciência da Inovação Bimodal (CIB), que dialoga sobre os Perfis Inovadores:

Existe um perfil mais adequado, diferenciado por algum motivo objetivo ou subjetivo, que tem mais facilidade ou demanda para promover a inovação?

Sala de Diálogo – procura identificar temas para diferentes diálogos.

Se trabalharmos com Taxas de Inovação, podemos procurar apontar que determinados perfis específicos de pessoas e determinados Ambientes de Sobrevivência permitem que tenhamos mais ou menos Inovação.

Sugerimos que temos dentro do Fator Estrutural Motivador, os seguintes Subfatores, que influenciam na Motivação Inovadora:

  • Fator Estrutural Motivador Geral – por que inovamos do ponto de vista objetivo e subjetivo?
    • Subfator Motivador Ambiental da IP – como o ambiente influencia na Inovação Pessoal?
    • Subfator Motivador Psicológico – Neurológico – como o perfil de cada pessoa influencia na Inovação Pessoal?

Assim, dentro do Subfator Motivador Psicológico – Neurológico, Manson defende que existem pessoas “excepcionais”.

Ele não explica o que considera excepcional.

Que poderia ser traduzido por:

Pessoas que têm mais facilidade para Inovar, que praticam a Inovação Progressiva nas suas vidas.

Há uma discussão enorme sobre isso na Literatura da IP.

Nós da Bimodais, pela experiência, sem pesquisa, chegamos a conclusão que existem, sim, os Disruptores.

Disruptor – pessoas que têm um Perfil Psicológico – Neurológico, que favorece a inovação. Dentro das nossas percepções e leituras, sem ainda nenhuma pesquisa, acreditamos que um Disruptor tem uma mente com mais capacidade de aceitar e compreender mudanças, capacidade abstrativa e lógica maior, que exigem revisões filosóficas e teóricas mais amplas. Funcionam bem em momentos de extraordinariedade.  Tem mais facilidade de se desapegar dos Paradigmas Estruturais. Sinônimo de Inquieto Inovador. Disruptores são pessoas que têm, por motivos ainda desconhecidos, uma Taxa de Criatividade Estrutural maior.

Obviamente, que:

Um Disruptor tem mais facilidade para a Inovação, mas isso não significa que ele será um inovador.

Além de ter um Perfil Psicológico – Neurológico mais propício à Inovação, um Disruptor precisa adotar formas de pensar, agir e sentir, que ajudem no processo de Inovação Pessoal Progressiva.

Vamos seguir com as frases.

  • “Se os problemas da tua vida foram escolhidos por outros você se sente vitimado e infeliz.” –  Mark Manson.

Temos aqui uma repetição de frases similares às já vistas.

Vamos ao nosso Acervo das Frases Bimodais de outros Conceituadores da Inovação Pessoal.

  1. “Claro que seus familiares querem sua felicidade. Mas vão dar conselhos e orientações segundo a ótica… deles.”– Joel Moraes.
  2. “…quanto mais as pessoas vivem à mercê das opiniões alheias e não despertam para desenvolver seu verdadeiro talento, mais se frustram.” – Joel Moraes.

O que temos aqui?

Estamos falando aqui do Subfator Atuante da IP, mais especificamente do Terceiro Mandamento da IP – “A bússola da Inovação Pessoal vem de dentro.”

Se a pessoa não procura referências internas – aquilo que a faz praticar a sua originalidade – a sua vida fica mais chata e menos significativa.

Vamos achar diversas variações sobre isso na Literatura da IP.

Vamos em frente:

“A única maneira de encontrar significado e propósito é rejeitar alternativas, num processo que constitui um estreitamento da liberdade.”  – Mark Manson.

O que temos aqui?

Estamos falando aqui também de um Subfator Atuante da IP mais especificamente do Quarto Mandamento da IP – “Viver é escolher.”

Toda escolha que fazemos significa a perda de algo.

Quem não quer perder nada, não ganha nada.

Vamos à outra:

  • “Quem não sente dor, está longe da realidade.” –   Mark Manson.

Aqui, voltamos ao tema do Fator Motivador sob outro ponto de vista.

Nós Inovamos na nossa vida pessoal para superar as dores que sentimos.

O que Manson diz é que temos uma Dor Estrutural, que não tem como ignorá-la.

Viver é aprender a administrar nossas dores!

Manson não fala que inovar dói, como já abordamos anteriormente em outras frases.

Ele diz que viver dói.

A dor é algo estrutural do ser humano.

Nós Inovamos na nossa vida pessoal como uma forma de administrar a dor estrutural que sempre sentimos em alguma medida.

Sentir dor, desconfortos, faz parte da vida, não podemos eliminar isso.

Uma atitude mais adequada e mais sábia é escolher as nossas “personal dores” e aprender a lidar com elas.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O que motiva o Sapiens é viver melhor amanhã do que hoje.
  2. Determinadas mudanças mais disruptivas demandam modificações de Paradigmas Mais Estruturais.
  3. Um conceituador, seja ele qual for, não procura a verdade, mas uma abordagem mais adequada da verdade.
  4. Fazer o que gosta é um fator motivador e o que não se gosta é um desmotivador.
  5. O Sapiens se motiva mais quando consegue realizar atividades na sua vida que ele tem mais facilidade do que os demais.
  6. Quando procuramos ter uma vida mais plena e significativa procuramos aumentar nossa Taxa de Originalização.
  7. Quando falamos de Inovação Pessoal Disruptiva, estaremos sempre nos referindo a aprender a mudar nossos Paradigmas Estruturais.
  8. Se não controlamos os impulsos, não conseguimos decidir melhor e ter uma via mais plena e significativa.

Vamos ao Artigo:

“Não se pode mudar os frutos sem mudar as raízes.” – Stephen Covey.

(Da Coleção de Frases Selecionadas pelos Bimodais.)

Fechamos com este artigo o primeiro ciclo da tentativa de identificação dos Fatores Estruturais da Inovação Pessoal.

Resolvemos nesta primeira jornada proceder à pesquisa, através da análise de frases sobre o tema de Conceituadores da Inovação Pessoal Preferidos.

Selecionamos dez frases, de forma aleatória, para esta primeira jornada.

Na sequência, vamos continuar o trabalho com vinte frases de Mark Manson, um dos Conceituadores da Inovação Pessoal, que consideramos mais relevante na atualidade.

Quando desenvolvemos, entretanto, qualquer aspecto de uma Ciência é preciso sempre “subir e descer” dentro da Narrativa Conceitual.

Narrativa Conceitual ou Narrativa Conceitual Progressiva – conjunto de conceitos desenvolvido por um mais Conceituadores sobre determinado fenômeno, visando compreendê-lo para que possamos lidar melhor com ele.

Um aspecto de um ponto, nos dá insights para abordar outros.

No processo “de subida“, gostaria de registrar as diferentes etapas de um Conceituador.

Dividiria o estágio de um Conceituador da seguinte forma:

  • Conceituador Junior – preocupado com um fenômeno e como se alinhar melhor com ele;
  • Conceituador Pleno – além do que faz o Junior, já aborda Questões Epistemológicas e Questões Ambientológicas de forma parcial;
  • Conceituador Sênior – além do que já fazem o Junior e o Pleno, já se preocupa em criar um Ambiente de Diálogo com Questões Fenomenológicas, Epistemológicas, Ambientológicas e Metaepistemológicas.

Detalhemos estas diferentes questões sobre o estudo de um dado fenômeno:

  • Questões Epistemológicas – o ferramental conceitual para estudar o fenômeno;
  • Questões Fenomenológicas – problematizações sobre o fenômeno em si;
  • Questões Ambientológicas – problematizações sobre o ambiente em que se estuda o fenômeno;
  • Questões Metaepistemológicas – revisão de todos os processos de reflexão, revendo a forma de se organizar um Ambiente de Diálogo.

Dito isso, no meu papel de Conceituador Sênior assumido recentemente estou me propondo ao desafio de organizar o Ambiente de Diálogo da Ciência da Inovação Bimodal.

Ciência da Inovação Bimodal ou CIB – é uma das abordagens possíveis da Ciência da Inovação com várias escolhas e sugestões do que é e como lidar com este fenômeno dentro das diferentes Escolas de Pensamento da CI. Temos, assim, uma Escola de Pensamento com escolhas próprias. Nela, sugerimos ser mais adequado, por exemplo, ter as seguintes Camadas Conceituais, onde ocorrem a Inovação Humana. São elas: a Civilizacional, a Organizacional, a Grupal e a Pessoal.

Escola de Pensamento – Ambiente Progressivo de Diálogo que faz Escolhas Filosóficas e Teóricas, que definem o tipo de abordagem de determinado fenômeno Inspirados em Imre Lakatos, consideramos que as Escolhas Estruturais de uma Escola de Pensamento formam um Núcleo Duro, que acaba por definir a abordagem. Temos Escolas de Pensamento na Educação, Psicologia, Economia, em todas as áreas. NÃO é um espaço físico, mas uma escolha consciente de vários Conceituadores, que escolheram determinado DNA Filosófico. Imre Lakatos.

Note que definimos que não estamos organizando a Ciência da Inovação, de forma geral, pois já há, mesmo que de forma não explícita, várias Escolas da CI distintas.

Estamos organizando aqui UMA das possíveis Escolas de Pensamento na área da Ciência da Inovação.

Um conceituador, seja ele qual for, não procura a verdade, mas uma abordagem mais adequada da verdade.

Procurar a Verdade é sempre um trabalho da procura da Melhor Verdade Possível, nada além disso.

Melhor Verdade ou Melhor Verdade Possível – conceitos que nos ajudam a tomar decisões mais adequadas para sobreviver com mais qualidade.

A Bimodais desenvolve uma abordagem específica da Ciência da Inovação com várias escolhas e sugestões do que é e como lidar com este fenômeno nas suas diferentes camadas, a saber: Civilizacional, Organizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos, a partir de frases selecionadas dos nossos Conceituadores da Inovação Pessoal Preferidos, procurando estruturar um primeiro Mapa Mental desta Camada da Inovação Pessoal. 

Conceituadores da Inovação Pessoal Preferidos – aqueles que consideramos que se afinam mais com a maneira de pensar, agir e sentir dos Bimodais.

Este é o terceiro artigo, os outros podem ser vistos aqui.

Passemos às frases para, ao final, atualizar o nosso “Mapa Mental dos Fatores Estruturais de Como a Inovação Pessoal ocorre”:

  • “Não se pode mudar os frutos sem mudar as raízes.” – Stephen Covey.

Aqui, estamos tratando do Fator Atuante da Inovação Pessoal, quando refletimos um conjunto de Metodologias da Inovação Pessoal para que possamos atuar de forma mais adequada.

Covey está sugerindo mudanças na forma de agir, baseado na seguinte premissa:

Determinadas mudanças mais disruptivas demandam modificações de Paradigmas Mais Estruturais.

Aqui, podemos identificar uma regra de causa e efeito da Inovação Pessoal.

Quanto mais Estrutural é um Paradigma, mais ele tende a ser “guardado” nas camadas mais automáticas e menos acessíveis da mente.

Covey cria a metáfora “raízes” para o que estamos chamando de Paradigmas Estruturais. E o que chama de “frutos” são os nossos hábitos, rotinas, atividades cotidianas.

A frase de Covey nos obriga a ter que separar:

Os dois campos distintos de atuação na Inovação Pessoal:

  • Inovação Pessoal Incremental – aquela em que as mudanças são mais de hábitos do que de valores, que os Paradigmas Estruturais NÃO são alterados;
  • Inovação Pessoal Disruptiva – aquela em que as mudanças são mais de valores do que de hábitos, que os Paradigmas Estruturais  são alterados.

Quando Covey fala de “mudanças nas raízes”, está abordando Inovações Disruptivas, que demanda modificações nos Paradigmas Estruturais.

(É o que ele define, como abordamos aqui num artigo sobre o mais famoso livro dele “Os sete hábitos” a Ética do Caráter.)

Covey NÃO está abordando a questão da Inovação Pessoal Incremental, mas a Disruptiva, aquela que exige mudanças dos Paradigmas Estruturais.

Fato é que:

Quando falamos de Inovação Pessoal Disruptiva, estaremos sempre nos referindo a aprender a mudar nossos Paradigmas Estruturais.

É assim, uma das dimensões da Inovação Pessoal, específica, que precisa ser bem definida.

De maneira geral, estamos abordando aqui na Escola a Inovação Pessoal Mais Disruptiva do que Incremental. Aquela que é mais difícil de fazer e é a que está sendo demandada hoje dentro da nova Civilização 2.0.

Porém, aqui já temos:

As Subdivisões do Fator Atuante da Inovação Pessoal – identificadas até o momento:

  • Errar faz parte – supere a vergonha ou a dificuldade de errar, pois errar faz parte de quem está vivo e quer melhorar –  da frase de Moraes “melhor feito do que perfeito”;
  • Mudanças Disruptivas exigem rever o Paradigma Estrutural – mudanças mais profundas exigem que se modifique os Paradigmas Estruturais – da frase de Covey: “Não se pode mudar os frutos sem mudar as raízes.”

Vamos a outra:

  • “A capacidade de controlar os impulsos é a base da força de vontade e do caráter.” – Goleman.

Aqui, de novo temos o Fator Atuante.

Goleman nos lembra o fator “sentir” dentro do nosso Paradigma Estrutural.

O Paradigma Estrutural se divide em três aspectos:

  • Nossa forma de pensar – que é a origem das outras duas;
  • Nossa forma de agir – que é reflexo de como pensamos, que, em geral é menos automática do que os sentimentos;
  • Nossa forma de sentir – que é a mais automática de todas.

“Impulsos” vêm da parte mais automática da mente, da nossa forma de sentir, que precisamos aprender a lidar com eles para fazer escolhas melhores.

Se não controlamos os impulsos, não conseguimos decidir melhor e ter uma via mais plena e significativa.

O que ocorre de novo na seguinte frase:

  • “…quanto mais as pessoas vivem à mercê das opiniões alheias e não despertam para desenvolver seu verdadeiro talento, mais se frustram.” – Moraes.

Aqui, temos um aspecto do Fator Atuante e outro que é do Fator Motivacional.

Vejamos.

O que motiva o Sapiens é viver melhor amanhã do que hoje.

Porém, isso é genérico.

Podemos usar o conceito da Pirâmide de Maslow, criado por Abraham Maslow (1908-70), que sugere que na jornada humana primeiro temos que resolver o básico para depois ir na direção das subjetividades.

É preciso, assim, aprofundar e dividir o Fator Motivacional em dois.

Os dois aspectos do Fator Motivacional da Inovação Pessoal:

  • Fator Motivacional Objetivo da Inovação Pessoal – que é melhorar diretamente nossa qualidade de sobrevivência;
  • Fator Motivacional Subjetivo da Inovação Pessoal – que é como nos sentimos na nossa vida, mais ou menos motivados, mais ou menos felizes.

Moraes, aborda com esta frase “quanto mais as pessoas vivem à mercê das opiniões alheias” o Fator Motivacional Subjetivo da Inovação Pessoal:

Quando procuramos ter uma vida mais plena e significativa procuramos aumentar nossa Taxa de Originalização.

Taxa de Originalização – medida que avalia a capacidade de cada pessoa ou grupo de poder operar de forma mais personalizada na sua vida.

Ou seja, se defende a ideia que que Fator Motivacional Subjetivo da Inovação Pessoal é a capacidade que temos de nos originalizar.

O Sapiens se motiva mais quando consegue realizar atividades na sua vida que ele tem mais facilidade do que os demais.

Fazer o que gosta é um fator motivador e o que não se gosta é um desmotivador.

O Fator Complicador no processo da procura pela Originalização, Fator Motivacional Subjetivo da Inovação Pessoal  é justamente a não preparação da pessoa para que possa se originalizar.

Isso vai depender do tipo de Formatação Básica Obrigatória que a pessoa recebeu, além do Perfil Psicológico Inovador de cada um.

Perfil Psicológico Inovador – característica estrutural de uma pessoa que denota mais facilidade para as mudanças e a inovação, chamado pelos Bimodais de Disruptor.

Continuamos no quarto artigo para fechar as dez primeiras frases.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal051222                                                                                                          

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quem tem medo ou vergonha de errar tem mais dificuldade para inovar.
  2. Inovar é sempre “Estar Inovando” sempre no gerúndio. Nunca uma estação de trem, mas sempre a estrada.
  3. Se o Processo de Originalização não tivesse uma alta taxa de sofrimento envolvida, a quantidade de gente que se originalizava era muito maior.
  4. Inovar NÃO é um processo alegre e sempre para cima, pois envolve muito sofrimento.
  5. Inovar na nossa vida pessoal é tornar consciente nossa forma de pensar, agir e sentir para que possamos escolher as mais adequadas para nós.
  6. Precisamos ser formatados para que possamos virar Sapiens e passar a vida num processo de reformatação para nos tornar um Sapiens específico.
  7. Temos que escolher na vida sofrimentos que estamos dispostos a suportar.
  8. Inovar na nossa vida pessoal não é um processo só de alegria, mas que envolve também sofrimento.

Vamos ao Artigo:

“…romper as barreiras da criatividade é como perceber que o carro estava com o freio de mão acionado.” – Irmãos Kelley.

(Da Coleção de Frases Selecionadas pelos Bimodais.)

Quando pensamos em Inovação Pessoal, é preciso separar dois grandes campos:

  • As Camadas da Inovação Pessoal – quando definimos a dimensão de tempo e lugar de onde ela ocorre;
  • Os Fatores da Inovação Pessoal – que procura definir como ela ocorre nas diferentes camadas.

Nosso foco aqui é a identificação e classificação dos Fatores da Inovação Pessoal, tendo como método o uso de Frases Selecionadas por Conceituadores que gostamos da Inovação Pessoal.

Quando lemos qualquer livro sobre Inovação Pessoal temos a necessidade de classificar as Frases Selecionadas para poder:

  • classificá-las de alguma forma;
  • poder comparar as diferentes frases e poder, por fim, criar um Mapa Mental dos Fatores da Inovação Pessoal, a partir das frases dos Conceituadores que você teve acesso.

Estamos começando a organização dos tópicos das Frases Selecionadas pelos Bimodais. Este é o segundo artigo e o primeiro você pode ver aqui:  (https://bit.ly/artigobimodal021122). 

No primeiro artigo, chegamos a um primeiro mapa mental dividindo as Frases de outros Conceituadores sobre Inovação Pessoal nos seguintes fatores:

  • Fator Motivador da Inovação Pessoal – melhorar de forma progressiva sempre;
  • Fator Detonador da Inovação Pessoal – uma sensação de desconforto entre o que queremos e o que temos;
  • Fator Complicador da Inovação Pessoal – fenômenos que nos impedem de pensar, agir ou sentir de forma distinta para que possamos inovar.

Chegamos nestas três camadas de classificação do Acervo das Frases Bimodais de outros Conceituadores da Inovação Pessoal, a partir de três frases:

  • Fator Motivador da Inovação Pessoal – “A única meta do ser humano é a remoção do desconforto.” –  Mises;
  • Fator Detonador da Inovação Pessoal – “A dor é a pedra de toque de todo o crescimento.” – Bill Wilson. 
  • Fator Complicador da Inovação Pessoal – “Não é o que você não sabe que vai colocá-lo em apuros. É o que você tem certeza que não vai.” – Mark Twain.

Antes de recomeçar o trabalho e analisar mais sete frases, no intervalo entre os dois artigos, me ocorreu mais um Fator da Inovação Pessoal: o Fator Identificador da Inovação Pessoal.

No Fator Identificador da Inovação Pessoal – aqui procuramos identificar o que é e o que não é Inovação Pessoal.

Continuemos, a partir dos Conceituadores da Inovação Pessoal. nossa tarefa de classificação dos Fatores.

Temos as seguintes frases:

  •  “É uma pena, mas não existe uma maneira de atingir os seus objetivos sem sofrimento.” – Seth Godin.
  • “Antes feito do que perfeito.” – Joel Moraes.
  • “…romper as barreiras da criatividade é como perceber que o carro estava com o freio de mão acionado.” – Irmãos Kelley.

A frase de Godin se encaixa no Fator Complicador da Inovação Pessoal.

Inovar na nossa vida pessoal é uma atividade que faz com que passemos – querendo ou não – por um Processo de Individualização.

Processo de Originalização ou de Individualização – movimento individual de afastamento da nossa Formatação Básica Obrigatória, no qual cada pessoa procura de dentro para fora aquilo que tem de diferente, justamente aquilo que lhe traz mais motivação.

O que Godin nos chama a atenção é que:

Inovar na nossa vida pessoal não é um processo só de alegria, mas que envolve também sofrimento. 

Me lembra uma frase de Mark Manson, que nos diz algo parecido, não achei, mas vou resumir:

Temos que escolher na vida sofrimentos que estamos dispostos a suportar.

Na verdade, este é um grande dilema do Sapiens.

Precisamos ser formatados para que possamos virar Sapiens e passamos a vida num processo de reformatação para nos tornar um Sapiens específico.

Ou se quiserem um Sapiens Originalizado.

A Formatação Básica Obrigatória gera em nós formas de pensar, de agir e de sentir que são mais ou menos conscientes.

Inovar na nossa vida pessoal é tornar consciente nossa forma de pensar, agir e sentir para que possamos escolher as mais adequadas para nós.

O que Godin nos coloca é que:

Revisar nossa Formatação Básica Obrigatória e ter uma vida mais individualizada dói, não tem jeito.

Se o Processo de Originalização não tivesse uma alta taxa de sofrimento envolvida, a quantidade de gente que se originalizava era muito maior.

O objetivo de Godin aqui é questionar o senso comum de que:

Inovar NÃO é um processo alegre e sempre para cima, pois envolve muito sofrimento.

Inovar significa questionar a nossa Formatação Básica Obrigatória, questionar o que pessoas importantes na nossa vida nos deram.

Formatação Básica Obrigatória – etapa obrigatória para que cada Sapiens possa se tornar um Sapiens. Precisamos ser formatados, através da influência da família, ambientes educacionais formais e informais, mídias, comunidade, amigos, parentes para que possamos viver em sociedade. Nossa missão é rever aquilo que funciona e o que não.

Mais ainda.

Há um processo de separação de um determinado tipo de formatação que outras pessoas a nossa volta continuam com ela.

Você não se separa de Paradigmas Pessoais Estruturais sem, de alguma forma, se afastar de algum lugar, de alguma pessoa ou de alguma situação.

Paradigma Pessoal Estrutural – forma de pensar, agir e sentir que guiam a maior parte das decisões que tomamos na nossa jornada, que foram criados desde cedo e que temos mais ou menos consciência deles e capacidade maior ou menor de modificá-los.

Há uma dor embutida neste processo.

Passemos a outra frase.

  • “Antes feito do que perfeito.” – Joel Moraes.

Repare que com a frase de Moraes mudamos o eixo.

Não estamos mais falando do fenômeno, mas do Fator Atuante.

Como devemos agir e não mais por que agimos, qual a dificuldade para agir e os sentimentos ruins que vêm agregados.

Aqui temos um novo Fator da Inovação Pessoal.

O que Moraes sugere é o seguinte:

Faz parte do Fator Atuante da Inovação Pessoal – ou a metodologia mais adequada para se promover a Inovação Pessoal.

Fator Atuante da Inovação Pessoal – conjunto de ações mais adequadas para que se possa ter mais êxito no processo da Inovação Pessoal. 

O que Moraes sugere é que:

Para que possamos inovar na nossa vida, não temos que ter medo de errar, o perfeito não existe!

A Inovação seja em que Camada Inovadora for, é um processo de tentativa e erro que nunca para.

Quem tem medo ou vergonha de errar tem mais dificuldade para inovar.

Aqui, estamos falando do Fator Atuante da Inovação Pessoal, basicamente da Metodologia sugerida.

Melhor se movimentar, fazer algo, não ficar parado, não se deixar levar pela inércia, evitando se preocupar com a perfeição.

Inovar é sempre “Estar Inovando” sempre no gerúndio. Nunca uma estação de trem, mas sempre a estrada.

Vamos à outra.

  • “…romper as barreiras da criatividade é como perceber que o carro estava com o freio de mão acionado.” – Irmãos Kelley.

Aqui, estamos de um novo Fator, o Consequente.

Note que o processo de inovação já começou e quando procuramos olhar para ele, no seu início, descobrimos que tínhamos um “freio de mão acionado”.

Vimos que nossa Formatação Básica Obrigatória tem aspectos que nos ajudam e nos atrapalham.

Inovação Pessoal significa um processo de revisão da nossa Formatação Básica Obrigatória.

Rever a Formatação Básica Obrigatória é, assim, na Inovação Pessoal, um processo de não andar com o freio de mão ligado.

Os Paradigmas Estruturais podem ser freios de mão, quando queremos inovar nas nossas vidas.

Quando começamos a querer criar algo diferente, vamos superar os antigos paradigmas, que estavam nos bloqueando.

Como fomos até aqui?

Temos, até o momento, os seguintes Fatores na Inovação Pessoal:

  • Fator Identificador da Inovação Pessoal – o que é e o que não é Inovação Pessoal?
  • Fator Motivador da Inovação Pessoal – melhorar de forma progressiva sempre;
  • Fator Detonador da Inovação Pessoal – uma sensação de desconforto entre o que queremos e o que temos;
  • Fator Complicador da Inovação Pessoal – fenômenos que nos impedem de pensar, agir ou sentir de forma distinta para que possamos inovar;
  • Fator Consequente da Inovação Pessoal – o que ocorre depois que o processo da Inovação Pessoal se inicia.

Continuo o trabalho no próximo.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Não é o que não sabemos, mas o que não conseguimos mudar na nossa mente, que causa um grande risco para as nossas vidas.
  2. Temos certezas que se tornam invisíveis, imutáveis, pouco flexíveis e que não conseguimos inovar por causa disso.
  3. É a dor, seja ela objetiva ou subjetiva, que motiva as pessoas a inovar.
  4. Estamos sentindo dor, que é a pedra de toque, o Fator Detonante, para procurar inovar na sua vida.
  5. Quando os Paradigmas estão desalinhados com a realidade, começamos a sentir um certo desconforto, pois passamos a perceber consequências indesejáveis na nossa vida.
  6. Inovamos para quê? Para que possamos ter amanhã uma vida melhor do que a de hoje.
  7. Todos os seres vivos, incluindo as outras espécies e o Sapiens, têm esta demanda: sair de uma situação pior para uma melhor.
  8. Quando estudamos qualquer fenômeno, é preciso compreender, assim, a motivação dos elementos vivos que o influenciam.

Vamos ao Artigo:

“A única meta do ser humano é a remoção do desconforto.” –  Mises.

(Da Coleção de Frases Selecionadas pelos Bimodais.)

Diria que temos várias fases na vida de um Conceituador.

Conceituador – têm como missão criar explicações sobre determinado fenômeno da realidade para que se possa lidar melhor com ele. São diagnosticadores, como um médico, que não entrega aquilo que o cliente quer ouvir, mas aquilo que ele acredita que está acontecendo, pois em qualquer fenômeno há fatos que independem da vontade do Conceituador.

Diria que numa fase mais avançada da pesquisa temos a atividade de um Conceituador Sênior.

Conceituador Sênior – aquele que não só procura explicar determinado fenômeno, mas se preocupa em organizar também o Ambiente de Diálogo em torno dele. 

Um Ambiente de Diálogo mais eficaz sobre qualquer fenômeno se preocupa em criar dentro da Fenomenologia o seguinte:

  • Acervo de Conceitos – organização dos conceitos criados em um Glossário Progressivo;
  • Acervo de Conceituadores – Conceituadores mais relevantes, que nos ajudam a refletir e agir sobre determinado Fenômeno;
  • Acervo de Frases – seleção e classificação de frases relevantes de outros Conceituadores sobre o Fenômeno;
  • Acervo de Mapas Mentais – sugestão de classificação dos tópicos sobre o fenômeno, com respectivas hierarquias.
  • Acervo das Regras Principais – aquelas que vão sendo descobertas no estudo do fenômeno.

O trabalho de organização do Ambiente de Diálogo sobre determinado Fenômeno, entretanto,  tem alguns aspectos:

  • Fenomenologia –  aqui se trata das escolhas feitas pelos Conceituadores do estudo do Fenômeno em si – o que ele é e o que não é para que possamos ir ao passado para procurar Padrões Históricos Recorrentes;
  • Epistemologia – aqui se trata das escolhas feitas pelos Conceituadores do ferramental de apoio para a Fenomenologia, que precisa se tornar consciente para que se possa promover ajustes, pois acaba por influenciar a análise do fenômeno;
  • Ambientologia – aqui se trata das escolhas feitas pelos Conceituadores do ambiente no qual a pesquisa é produzida, que precisa se tornar consciente para que se possa promover ajustes, pois acaba por influenciar a análise do fenômeno;
  • Metaepistemologia – aqui se faz a revisão de como se deve organizar um Ambiente de Diálogo.

Nossa proposta aqui é de iniciar o trabalho de classificação dos tópicos do Ambiente de Diálogo da Inovação, com a abordagem dos Bimodais, aqui, com ênfase na Inovação Pessoal.

Temos reunidos, ao longo das Leituras Bimodais, um conjunto de frases sobre Inovação Pessoal e nosso desafio aqui é classificá-las para poder organizar o diálogo sobre ela.

Fizemos na Leitura Bimodal, a partir dos nossos critérios sobre Inovação Pessoal, uma seleção das frases mais significativas.

Aquelas que mereciam ser guardadas para poderem ser lembradas e utilizadas no processo de formação dos Bimodais.

O que vou fazer abaixo é um exercício criativo em cima delas, procurando classificá-las dentro de uma determinada lógica e estruturar, assim, um Mapa Mental do Ambiente de Diálogo sobre Inovação com foco na Inovação Pessoal.

Mapa Mental do Ambiente de Diálogo – classificação do fenômeno por tópicos para que se possa organizar a conversa sobre ele.

Vejamos o comentário sobre três frases de forma aleatória do Acervo de Frases dos Bimodais sobre Inovação Pessoal

  1. “A única meta do ser humano é a remoção do desconforto.” –  Mises.
  2. “A dor é a pedra de toque de todo o crescimento.” – Bill Wilson.
  3. “Não é o que você não sabe que vai colocá-lo em apuros. É o que você tem certeza que não vai.” – Mark Twain.

Comentemos cada uma e em que tópico podemos criar para dividi-las com uma certa lógica:

  • “A única meta do ser humano é a remoção do desconforto.” –  Mises.

Aqui se fala do Fator Motivador.

Fator Motivador – detalhamento da motivação dos elementos ativos que influenciam qualquer fenômeno.

No caso do Sapiens, o Fator Motivador – aquele mais estrutural – do que queremos da vida define todos os outros passos no estudo da Inovação.

Inovamos para quê? Para que possamos ter amanhã uma vida melhor do que a de hoje.

Quando estudamos qualquer fenômeno, é preciso compreender, assim, a motivação dos elementos vivos que o influenciam.

O Sapiens é o elemento vivo principal no processo da inovação e definir a sua Motivação Estrutural é fundamental para que possamos dar início ao diálogo.

Motivação Estrutural – demandas essenciais dos elementos vivos de um determinado fenômeno, que nos ajudam a compreendê-lo melhor.

Optamos pela visão de Mises, que nos permite dizer que o primeiro passo na análise de qualquer fenômeno é compreender o Fator Motivador – a Motivação Estrutural.

Quando se procura explicar qual é o grande foco de uma pessoa no mundo, estamos escolhendo, entre tantas outras opções, dizer que é viver melhor amanhã do que vive hoje.

A visão de Mises é mais voltada para a sobrevivência e elimina a ideia de que vivemos para ter uma outra vida depois da morte, por exemplo.

Mises, ao definir a Motivação Estrutural do Sapiens como um Processo de Melhoria Progressiva, coloca a inovação como ferramenta principal para a sobrevivência.

Processo de Melhoria Progressiva – Motivação Estrutural do Sapiens na direção de viver amanhã melhor do que hoje, conceito inspirado em  Ludwig von Mises.

Podemos dizer que:

Todos os seres vivos, incluindo as outras espécies e o Sapiens, têm esta demanda: sair de uma situação pior para uma melhor.

Temos aqui, assim, o início da jornada da Inovação Pessoal, quando definimos o Fator Motivador Estrutural do Sapiens.

Passemos a outra.

“A dor é a pedra de toque de todo o crescimento.” – Bill Wilson.

Aqui, Wilson não fala mais de motivação, mas de faísca, de detonação, do Fator Detonador de algum processo de um movimento que vai de “a” para “b”.

Fator Detonante ou Detonador – momento em que determinadas demandas do Fator Motivador saem de um modo passivo para um ativo, o que dá início a um novo tipo de etapa de um determinado fenômeno.

O que diz Bill Wilson?

Estamos vivendo a nossa vida, mas em alguns momentos começamos a ficar desconfortáveis com determinada situação, o que vai gerando a sensação de dor, de desconforto.

E aquilo se torna o Fator Detonante de uma determinada mudança.

No caso do AA, por exemplo, quando a pessoa bebe, dirige e bate no poste. Ali temos as consequências de uma forma de pensar, agir e sentir que gerou dor.

Na ideia de que sempre queremos uma vida melhor hoje do que ontem, há momentos que percebemos um desalinhamento dos nossos Paradigmas com o Ambiente de Sobrevivência.

Paradigmas ou Paradigmas Conceituais – conjunto de formas de pensar, agir e sentir sobre determinado fenômeno.

Quando os Paradigmas estão desalinhados com a realidade, começamos a sentir um certo desconforto, pois passamos a perceber consequências indesejáveis na nossa vida.

Lembro a frase de Ayn Rand (que entra aqui para ilustrar):

“Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de ter ignorado a realidade.” – Ayn Rand.

Dor aqui é sinônimo de desconforto, que pode ser objetivo ou subjetivo.

Estamos sentindo dor, que é a pedra de toque, o Fator Detonante, para procurar inovar na sua vida.

É preciso rever algo na nossa forma de pensar, agir e sentir para que possamos nos sentir melhor.

É a dor, seja ela objetiva ou subjetiva, que motiva as pessoas a inovar.

Crescer aqui é sinônimo de Mudar. E não de repetir. E tudo começa por um determinado desconforto.

Bill Wilson reforça uma narrativa bem atual do empreendedorismo, que aborda sempre a tentativa de procurar resolver a “dor do cliente”.

Wilson defende, assim, que algum tipo de dor é o Fator Detonante para que as pessoas inovem.

Vamos para a segunda frase:

“Não é o que você não sabe que vai colocá-lo em apuros. É o que você tem certeza que não vai.” – Mark Twain.

Twain aqui aborda outra questão.

Não aborda nem o Fator Motivador e nem o Fator Detonador, mas o Fator Complicador.

Fator Complicador – impasses que dificultam que determinadas demandas se tornem ativas em um dado fenômeno.

O que Twain aponta como Fator Complicador?

Temos certezas que se tornam invisíveis, imutáveis, pouco flexíveis e que não conseguimos inovar por causa disso.

Ele diz:

Não é o que não sabemos, mas o que não conseguimos mudar na nossa mente, que causa um grande risco para as nossas vidas.

Assim, temos, por enquanto três fatores, até aqui:

  • Fator Motivador – demandas que estão latentes e que podem se tornar ativas, conforme o contexto – “A única meta do ser humano é a remoção do desconforto.” –  Mises.
  • Fator Detonador – algo que permite ou impulsiona que determinada demanda estrutural se torne ativa – “A dor é a pedra de toque de todo o crescimento.” – Bill Wilson.
  • Fator Complicador – algo que impede que a demanda passe de passiva para ativa – “Não é o que você não sabe que vai colocá-lo em apuros. É o que você tem certeza que não vai.” – Mark Twain.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal011222

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#Covey – dialogando com este autor.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Nos preocupamos muito mais no como fazer e muito pouco no que deve ser feito.
  2. Nada é verdadeiro, pois a verdade é muito mais verbo em movimento do que um substantivo.
  3. A Verdade é um processo contínuo de conhecimento, que vai sendo sempre testada.
  4. É mais Verdade aquilo que permite ao Sapiens viver melhor e vice-versa.
  5. No livro de Covey, temos o resgate de uma série de sugestões vindas de Conceituadores do Passado para que tenhamos uma Ética Pessoal Mais Saudável.
  6. É fundamental em uma Ética Pessoal Mais Saudável que cada pessoa tenha mais consciência sobre as escolhas que faz na sua vida.
  7. Covey nos lembra que atuamos na vida muito mais preocupados em metodologias do que em filosofias.
  8. Antes de escalar qualquer coisa na vida é preciso definir qual é a montanha que nos trará mais Bem Estar Continuado.

Vamos ao Artigo:

“Pessoas que não têm autoconsciência não estão vivendo são vividas.” – Stephen Covey.

(Da Coleção de Frases Selecionadas pelos Bimodais.)

O livro “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, de Stephen Covey, de 1989, é um clássico da Literatura da Inovação Pessoal.

Covey cria uma dicotomia entre duas Filosofias da Inovação Pessoal, a saber:

  • Ética da Personalidade – aquela que é mais voltada para agradar os outros, mais Exógena (de fora para dentro) baseada em valores mais conjunturais e mais fracos;
  • Ética do Caráter – aquela que é mais voltada para dentro Endógena (de dentro para fora)  baseada em valores mais estruturais e mais fortes.

Ética Pessoal – escolhas que fazemos diante de várias Encruzilhadas Existenciais diretamente ligadas a nossa vida pessoal.  

O que é uma Ética Pessoal Mais Saudável?

  • Ética Pessoal Mais Saudável – aquela que se baseia em escolhas que nos permitem viver um Bem Estar Continuado, que tem como base sugestões de Conceituadores da Inovação Pessoal relevantes do presente e do passado;
  • Ética Menos Saudável ou Mais Tóxica – aquela que se baseia em escolhas que NÃO nos permitem viver um Bem Estar Continuado, que NÃO se baseia em sugestões de Conceituadores da Inovação Pessoal relevantes do presente e do passado. Aquela que a pessoa inventou sem recorrer ao acervo filosófico do Sapiens.

Temos um verdadeiro acervo de sugestões de Conceituadores da Inovação Pessoal do passado para que possamos ter uma vida mais saudável através de Éticas Mais Saudáveis.

Covey fez um estudo dos últimos 200 anos –  retratado no livro “Os sete hábitos” – e percebeu que tivemos uma queda na taxa de escolha de Éticas Mais Saudáveis.

Ele não aponta o motivo, mas, na Visão Bimodal, isso se deve à Crise Civilizacional, que vivemos principalmente no século passado.

A Crise Civilizacional 1.0 se caracteriza pelo exponencial aumento populacional sem que tivéssemos uma nova Mídia Mais Completa, que substituísse o Ambiente de Sobrevivência Sonoro e nos permitisse criar novas formas de cooperação mais sofisticada. 

Nas Crises Civilizacionais, temos um aumento da Taxa de Verticalização da Cooperação, o que favorece o crescimento das Éticas Pessoais Menos Saudáveis.

Mais ainda.

Quando verticalizamos as mídias e reduzimos a Cooperação Humana, há uma tendência geral por Éticas Pessoais Menos Saudáveis.

O que seria dentro da Narrativa Conceitual de Covey o aumento da Ética da Personalidade e não do Caráter?

Narrativa Conceitual ou Narrativa Conceitual Progressiva – conjunto de conceitos desenvolvido por um mais Conceituadores sobre determinado fenômeno, visando compreendê-lo para que possamos lidar melhor com ele.

Hoje, temos na sociedade o processo de Renascimento Civilizacional, no qual:

  • as pessoas vão se empoderando de mais informação não só em volume, mas em diversidade;
  • e aumentando a possibilidade de cooperação entre elas, o que favorece a personalização e a busca por Conhecimentos Mais Fortes e Éticas Pessoais Mais Saudáveis.

Covey se refere ao aumento de Éticas Pessoais Mais Saudáveis da seguinte maneira:

“A paz de espírito chega quando sua vida está em harmonia com os princípios e valores verdadeiros e de nenhum outro modo.” 

Não gosto da expressão “verdadeiro”.

Opto por Éticas Pessoais Mais Saudáveis, que resultam em vidas mais saudáveis, a partir da experiência e sugestões dos nossos antepassados.

A expressão “verdadeiro” soa como se fosse algo inquestionável.

Nada é verdadeiro, pois a verdade é muito mais verbo em movimento do que um substantivo.

A Verdade é um processo contínuo de conhecimento, que vai sendo sempre testada.

É mais Verdade aquilo que permite ao Sapiens viver melhor e vice-versa.

No livro de Covey, temos o resgate de uma série de sugestões vindas de Conceituadores do Passado para que tenhamos uma Ética Pessoal Mais Saudável.

É fundamental em uma Ética Pessoal Mais Saudável que cada pessoa tenha mais consciência sobre as escolhas que faz na sua vida.

Ou que se reduza a Taxa de Zecapagodismo.

Taxa de Zecapagodismo – medida que avalia o quanto a pessoa tem consciência e escolhe a forma que leva a sua vida, de forma mais ou menos endógena ou exógena.

Diz Covey sobre a alta Taxa de Zecapagodismo:

“Pessoas que não têm autoconsciência não estão vivendo são vividas.” 

Temos hoje um movimento global pelo aumento da Taxa de Personalização, na qual há uma demanda por:

  • produtos e serviços cada vez mais personalizados;
  • envolvimento maior dos fornecedores, todos que trabalham, para que atenda melhor seus clientes, o que demanda uma paixão maior pelo trabalho;
  • o aumento exponencial da Startupização das pessoas, que passam a ter mais trabalho e menos emprego.

Taxa de Personalização – medida que avalia a tendência humana de aumentar a individualização, que se torna um movimento exponencial e massivo  com a chegada de novas Mídias Mais Completas ao longo da história

Diz ele sobre o resgate de Éticas Pessoais Mais Saudáveis, citando algo da filosofia oriental:

“Não buscamos imitar os mestres, procuramos o que eles procuravam.”

Dessa forma, a procura de Éticas Pessoais Mais Saudáveis exige a revisão de questões estruturais.

Sobre isso, diz Covey:

“Não se pode mudar os frutos sem mudar as raízes.”

Podemos entender raízes como escolhas das Éticas Pessoais, que fazemos na nossa vida e os frutos, as consequências que aparecem, como o tempo, resultado destas escolhas.

Covey enfatiza que:

E lembra a demanda de se criar numa Filosofia Pessoal Mais Saudável o foco – usando o Conceito Bimodal – da Felicidade Estrutural.

Felicidade Estrutural – aquela que se escolhe e se faz um projeto pessoal, a partir dos seus potenciais e critérios de felicidade. Aqui, há uma necessidade de se admitir a finitude para se ter um projeto estratégico de vida, com planejamento de longo prazo, que visa deixar uma “pegada” para o além da vida.

Diz ele:

“Sem uma missão pessoal não se possui base necessária para sustentar seus esforços.”

E aqui temos uma bifurcação importante na escolha de uma Ética Pessoal Mais Saudável:

  • Maior Taxa de Consciência Existencial – que nos leva a operar mais e mais com o conceito da Felicidade Estrutural – “Deixa que eu levo, de forma mais consciente, a minha vida”, reduzindo o impacto do ambiente na minha jornada, mas aprendendo a me relacionar com ele de forma sempre progressiva;
  • Menor Taxa de Consciência Existencial – que nos leva a operar mais e mais com o conceito da Felicidade Conjuntural – “Deixa a vida me levar, de forma menos consciente a minha vida”,  aumentando o impacto do ambiente na minha jornada.

Neste momento é preciso separar duas coisas importantes para a tomada de decisão mais consciente e mais adequada:

“Uma coisa é ser urgente outra bem diferente é ser importante.” – Stephen Covey.

O diferencial de vidas mais significativas, segundo ele, está justamente na visão que temos da nossa Ética Pessoal Mais Saudável:

“Se a gente visualiza a coisa errada produz o resultado errado, pois pessoas capazes de performances admiráveis São visualizadores.”

Covey nos lembra que atuamos na vida muito mais preocupados em metodologias do que em filosofias.

Algumas frases emblemáticas sobre isso:

  • “Estamos tão ocupados com o corte das árvores que nem sequer percebemos que estamos na mata errada.”
  • Metamorfose requerem liderança primeiro e só então o gerenciamento.”
  • “Gerenciar e fazer as coisas do jeito certo. Liderar é fazer as coisas certas.” – Peter Drucker;
  • “A liderança determina se a escada está apoiada na parede correta não adianta conquistar vitórias.”

O que temos aqui?

Antes de escalar qualquer coisa na vida é preciso definir qual é a montanha que nos trará mais Bem Estar Continuado.

Na verdade é:

Nos preocupamos muito mais no como fazer e muito pouco no que deve ser feito.

 

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.MENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Temos, hoje, com a chegada da Era Digital um exponencial aumento de Cooperação entre Desconhecidos.
  2. Com o crescimento populacional, temos o aumento das cidades e o consequente distanciamento das pessoas, que precisam de novas mídias para voltar a interagir.
  3. Com o tempo, a Civilização Humana acaba ficando limitada nas Barreiras Midiáticas da Mídia de plantão.
  4. A quebra das Limitações das Mídias permite que possamos superar determinadas barreiras de sobrevivência que antes eram inviáveis com as mídias que ficaram obsoletas.
  5. As Limitações das Mídias acabam por gerar uma Crise Civilizacional, pois o Modelo de Cooperação de hoje, com mais gente, fica obsoleto amanhã.
  6. Todas as novas Mídias Mais Completas que surgiram no passado abriram portas para que pudéssemos aumentar a Cooperação entre as pessoas.
  7. Quanto mais o Sapiens consegue colaborar mais apto fica para lidar com a Complexidade Demográfica Progressiva.
  8. Uma Tecnoespécie como a nossa consegue aumentar gradualmente a população, mas se vê obrigada a criar novas formas mais inteligentes de sobrevivência.

Vamos ao Artigo:

“A participação pública voluntária – depois da Internet – passou de inexistente para fundamental.” – Clay Shirky.

(Da Coleção de Frases Selecionadas pelos Bimodais.)

Há uma grande novidade na forma como pensamos a Jornada Humana, a partir da chegada da Internet.

Jornada Humana – caminhada do Sapiens ao longo do tempo. Utilizamos Jornada ao invés de evolução, pois não é um processo de melhoria, mas de adaptação.

Há uma relação de causa e efeito entre população, mídias e modelos de cooperação.

Uma Tecnoespécie como a nossa consegue aumentar gradualmente a população, mas se vê obrigada, de tempos em tempos, a criar novas formas mais inteligentes de sobrevivência.

Tecnoespécie ou Tecnoespécie Progressiva – espécie que se utiliza das tecnologias como ferramenta central para sobreviver e precisa, obrigatoriamente, inovar para que possa lidar melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Formas mais inteligentes de sobrevivência se tornam possíveis quando temos novas Mídias Mais Completas.

Mídias Mais Completas – que introduzem três novas camadas midiáticas (linguagem, canal e armazenamento). A chegada do Rádio e da Televisão é um exemplo de uma Mídia Incompleta, pois não introduziu uma nova Linguagem Midiática.

O que seriam “formas mais inteligentes de sobrevivência”?

O passado nos mostra que gradualmente, ao longo do tempo, que o Sapiens tem inventado Macro Modelos de Sobrevivência cada vez mais Colaborativos.

Somos, como várias outras espécies animais, uma Espécie Social, que depende um dos outros para sobreviver.

Espécie Social – Espécies animais que dependem de outros membros do grupo para sobreviver, diferente, por exemplo, de alguns tipos de aranha, que sobrevivem praticamente sozinhas, sem precisar de outros membros da mesma espécie.

Colaborar é a junção do prefixo “co”, que significa junto, com “laborar”, que significa trabalhar. Colaborar é trabalhar junto. O mesmo dissemos de Cooperar. Cooperar é operar juntos. Cooperar e Colaborar são sinônimos.

Não existe, assim, para o Sapiens a possibilidade de sobreviver sem a cooperação ou a colaboração – a não ser em casos muito excepcionais, como vemos em filmes de naufrágio, por exemplo.

É preciso para entender para onde estamos indo, a partir da chegada da Internet, a seguinte relação de causa e efeito:

  • a principal ferramenta de sobrevivência do Sapiens é a cooperação/colaboração;
  • no epicentro da Cooperação Humana temos novas mídias, que permitem sofisticar a cooperação/colaboração;
  • novos modelos cooperativos estimulam o aumento populacional, que nos obriga a inventar novas mídias e novos Modelos de Cooperação.

Assim, o que temos na Jornada Humana é a Cooperação Progressiva, movimento de ampliação da capacidade do Sapiens de cooperar com cada vez mais Sapiens.

Podemos dizer assim que:

Quanto mais o Sapiens consegue colaborar mais apto fica para lidar com a Complexidade Demográfica Progressiva.

Todas as novas Mídias Mais Completas que surgiram no passado abriram portas para que pudéssemos aumentar a Cooperação entre as pessoas.

O surgimento de novas Mídias Mais Completas permitem que:

  • haja uma quebra de tempo e lugar tanto para as mudanças na forma de agir como na de pensar;
  • a possibilidade do surgimento, sem os filtros do passado, de novas Autoridades tanto Operadoras quanto Influenciadoras;
  • em resumo, novas Mídias Mais Completas permitem o aumento exponencial da Cooperação entre Desconhecidos.

Autoridades Influenciadoras – Conceituadores, que acabam por ter papel de destaque e influenciar a forma de pensar da sociedade.

Autoridades Operadoras – Empreendedores, que acabam por ter papel de destaque e influenciar a forma de agir da sociedade.

De maneira geral, as mídias criam novos Ambientes de Sobrevivência que, com o tempo, chegam a determinadas Barreiras Midiáticas.

Barreiras Midiáticas – limitações que cada uma das mídias têm em diferentes aspectos – daquele ponto em diante, ela não é mais capaz de ir além.

Como surgem as Crises Civilizacionais, como a que estamos saindo agora?

  • Novas Mídias Mais Completas geraram novos Modelos Cooperativos;
  • os novos Modelos Cooperativos nos permitiram aumentar exponencialmente a população;
  • e acabamos por esbarrar em uma Barreira Civilizacional: temos mais Sapiens, mais complexidade, mas faltam novas mídias para que possamos resolver problemas de forma mais adequada.

Com o tempo, a Civilização Humana acaba ficando limitada nas Barreiras Midiáticas da Mídia de plantão.

As Limitações Cooperativas das Mídias impedem, assim, que tenhamos uma expansão da Interação entre mais pessoas.

As Limitações das Mídias acabam por gerar uma Crise Civilizacional, pois o Modelo de Cooperação de hoje, com mais gente, fica obsoleto amanhã.

Limitações das Mídias – limites que uma determinada mídia tem para permitir a cooperação entre mais pessoas.

Revoluções de Mídia vêm para a sociedade para aumentar a Taxa de Cooperação entre Desconhecidos, facilitando, assim, nossa capacidade de lidar com a Complexidade Progressiva.

Novas mídias tem como função principal permitir o aumento da Cooperação entre Conhecidos e Desconhecidos que não podiam interagir antes ou que interagiam menos antes.

Com o crescimento populacional, temos o aumento das cidades e o consequente distanciamento das pessoas, que precisam de novas mídias para voltar a interagir.

A quebra das Limitações das Mídias permite que possamos superar determinadas barreiras de sobrevivência que antes eram inviáveis com as mídias que ficaram obsoletas.

Temos, hoje, com a chegada da Era Digital um exponencial aumento de Cooperação entre Desconhecidos.

Era Digital – Era Civilizacional marcada pela chegada da Mídia Digital, que nos permite uma disrupção na forma de sobrevivência.

Se você observar, todas as grandes Inovações que temos assistido na sociedade hoje, verá que por trás dela há, em alguma medida, a possibilidade de um novo tipo de cooperação, que antes não era possível em função da obsolescência da antiga mídia.

Temos hoje a criação de novos Rastros Midiáticos, que permitem ampliar a Cooperação Humana.

Rastros Midiáticos – informações que ficam armazenadas em algum lugar, conforme a mídia disponível, que permitem que possamos sobreviver.

Tivemos no passado os seguintes Rastros Midiáticos, que foram acumulados em diferentes lugares:

  • Rastros Midiáticos Gestuais e Orais – que foram e continuam sendo armazenados na memória;
  • Rastros Midiáticos Escritos – que foram e continuam sendo armazenados em diferentes suportes e organizados em grandes repositórios escritos, tais como bibliotecas;
  • Rastros Midiáticos Digitais –  que estão sendo armazenados em Bancos de Dados Digitais.

Temos dois tipos de Rastros Midiáticos:

  • os Rastros Midiáticos de Sobrevivência – mais diretamente ligados à sobrevivência, tais como preços, tipos de produto e serviço, reputações de pessoas e organizações;
  • os Rastros Midiáticos Genéricos – indiretamente ligados à Sobrevivência, tais como filmes e novelas.

Quando abordamos o tema da Inovação, o que faz a maior diferença são os Rastros Midiáticos de Sobrevivência.

Com a chegada da Internet, temos os seguinte quadro:

  • os Rastros Midiáticos de Sobrevivência Sonoros – conjunto de indicações de sobrevivência produzidas nos limites do armazenamento gestual, orais e escritos;
  • os Rastros Midiáticos de Sobrevivência Digitais – conjunto de indicações de sobrevivência produzidas nas novas Tecnopossibilidades Digitais.

A grande novidade dos Rastros Midiáticos de Sobrevivência Digitais é a possibilidade de:

  • acesso a produtos e serviços a distância;
  • acesso a avaliação de cada fornecedor e de cada bem de consumo por outros consumidores;
  • geração de reputação digital de consumidores e fornecedores para que se possa ampliar a Cooperação entre Desconhecidos.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Um dos motivos principais, pouco estudado, da alta Taxa de Interação com Desconhecidos do brasileiro é o efeito da mídia oral na nossa formação.
  2. Quando comparamos o brasileiro com outros povos, que vivem em Ambiente de Sobrevivência Mais Escrito, percebemos que temos mais facilidade de interação com estranhos.
  3. Num Ambiente de Sobrevivência Escrito as pessoas são menos dependentes da Interação com Desconhecidos, pois conseguem se informar de outro jeito.
  4. Quando se fala interação com desconhecidos, temos mais facilidade de conversar com pessoas que não conhecemos em Ambientes de Sobrevivência Orais do que Escritos.
  5. Uma região com um Ambientes de Sobrevivência Mais Oral tende a ser mais interativo do que um que vive a influência de um Ambientes de Sobrevivência Mais Escrito.
  6. Em Ambientes de Sobrevivência Mais Orais as pessoas tendem a se informar pela conversa, sem leitura, o que demanda que se tenha a necessidade de contato muito maior com desconhecidos.
  7. O fato do Sapiens ter atingido a espetacular marca dos 8 bilhões de habitantes gera impacto em todas as sociedades em função do aumento da Taxa de Integração e Codependência.
  8. A Globalização Progressiva tornou o Sapiens cada vez mais integrado e codependente.

Vamos ao Artigo:

“As sociedades sempre foram moldadas mais pela natureza dos meios que os homens usam para comunicar-se que pelo conteúdo da comunicação.” – McLuhan.

(Da Coleção de Frases Selecionadas pelos Bimodais.)

Para entender o estágio de sobrevivência da nossa Civilização de maneira geral, temos que analisar Três Macro Fatores Civilizacionais:

Macro Fatores Civilizacionais – aqueles que exercem mais influência na forma como o Sapiens sobrevive, a saber, pela ordem: demografia, mídias e modelos de cooperação.

No passado, a Civilização tinha uma Taxa de Integração e Codependência menor.

Taxa de Integração e Codependência – medida que avalia o estágio de cooperação em sociedades humanas e não humanas.

Tivemos nos últimos séculos um processo gradual de globalização, no qual reduzimos o isolamento e aumentamos  a Taxa de Integração e Codependência do Sapiens.

Com o aumento da Taxa de Integração e Codependência do Sapiens passamos a ser afetados, em diversas ocasiões,  mais e mais pelo Ambiente de Sobrevivência não mais local, mas Civilizacional.

(Vide, por exemplo, a Pandemia da Covid, que tivemos recentemente ou a guerra Rússia-Ucrânia.)

A Globalização Progressiva tornou o Sapiens cada vez mais integrado e codependente. 

Globalização Progressiva – movimento de integração e codependência promovido de forma natural e obrigatória pelo Sapiens na direção de mais e mais interação das diferentes sociedades.

Neste contexto, de um Sapiens mais globalizado, temos o aumento exponencial dos efeitos dos 3 Macro Fatores Civilizacionais, que passam a exercer cada vez mais influência sobre as sociedades.

O isolamento da China – com seus quase 1,5 bilhão de habitantes – passa a impactar cada vez mais todo o planeta, principalmente quando os chineses passam a consumir e produzir produtos e serviços de outros países.

Portanto, podemos dizer que:

O fato do Sapiens ter atingido a espetacular marca dos 8 bilhões de habitantes gera impacto em todas as sociedades em função do aumento da Taxa de Integração e Codependência.

Porém, se podemos falar de aspectos gerais do Ambiente de Civilizacional de Sobrevivência, temos também particularidades dos Ambientes Regionais de Sobrevivência, restritos a determinados países ou grupos de países.

Ambiente Civilizacional de Sobrevivência – características comuns a todos os Sapiens, em alguma medida, tais como tamanho populacional, mídias e modelos de cooperação mais inovadores.

Ambientes Regionais de Sobrevivência – características comuns a determinados Sapiens, que vivem em determinados grupos de países, em um país, estado, cidade, bairro, etc.

Temos na atual Civilização uma divisão clara do uso maior ou menor de determinados Ambientes Midiáticos.

Ambiente Midiático – espaço humano de sobrevivência regido por determinadas mídias.

Podemos, por exemplo, afirmar que, com segurança:

  • na Europa temos um Ambiente Midiático muito mais baseado na Cooperação Escrita do que na Oral;
  • e na América Latina um Ambiente Midiático muito mais baseado na Oralidade do que na Escrita.

Cooperação Escrita – cooperação humana baseada mais nas mídias escritas do que nas orais.

Cooperação Oral – cooperação humana baseada mais nas mídias orais do que nas escritas.

Podemos criar as seguinte regras que influenciam na Cooperação Humana:

  • Quanto mais um Ambiente de Sobrevivência se utiliza da Cooperação Oral, mais as pessoas tenderão ou estarão mais acostumadas a interagir com desconhecidos;
  • Quanto mais um Ambiente de Sobrevivência se utiliza da Cooperação Escrita, mais as pessoas tenderão ou estarão menos acostumadas a interagir com desconhecidos.

Por quê?

Ambientes de Sobrevivência Mais Orais – que se utilizam mais das Mídias Orais do que das Escritas

Ambientes de Sobrevivência Mais Orais – que se utilizam mais das Mídias Orais do que das Escritas.

Em Ambientes de Sobrevivência Mais Orais as pessoas tendem a se informar pela conversa,  sem leitura, o que demanda que se tenha a necessidade de contato muito maior com desconhecidos.

Assim, é mais natural em Sociedades Mais Orais que haja contato com pessoas desconhecidas, o que acaba por gerar um tipo de Subcultura Midiática.

Subcultura Midiática – cultura que é diretamente influenciada pelas mídias, diferente de outros fatores, no qual a mídia influencia menos, tal como a genética ou aspectos climáticos ou territoriais.

Uma região com um Ambientes de Sobrevivência Mais Oral tende a ser mais interativo do que um que vive a influência de um Ambientes de Sobrevivência Mais Escrito.

Percebemos as seguintes Regras Fenomenológicas:

Há, de maneira geral, uma facilidade maior da Interação entre Desconhecidos em Ambientes de Sobrevivência Mais Orais;

Há, de maneira geral, uma dificuldade maior da Interação entre Desconhecidos em Ambientes de Sobrevivência Mais Escritos.

Regras Fenomenológicas – conjunto de causas e efeitos que caracterizam determinado fenômeno.

Quando se fala interação com desconhecidos, temos mais facilidade de conversar com pessoas que não conhecemos em Ambientes de Sobrevivência Orais do que Escritos.

Num Ambiente de Sobrevivência Mais Escrito as pessoas são menos dependentes da Interação com Desconhecidos, pois conseguem se informar de outro jeito.

Temos, além da influência da mídia mais oral ou mais escrita, o aspecto populacional quando vamos medir a Taxa de Interação entre Desconhecidos.

Taxa de Interação entre Desconhecidos – medida que avalia a facilidade ou dificuldade que as pessoas no geral ou uma no particular têm de interagir com estranhos.

Em cidades maiores, mesmo em Ambientes de Sobrevivência Mais Orais, se reduz a Taxa de Contato entre Desconhecidos.

Quando comparamos o brasileiro com outros povos, que vivem em Ambiente de Sobrevivência Mais Escrito, percebemos que temos mais facilidade de interação com estranhos.

Um dos motivos principais, pouco estudado, da alta Taxa de Interação com Desconhecidos do brasileiro é o efeito da mídia oral na nossa formação.

Para fechar.

Revoluções de Mídia vêm para a sociedade para aumentar a Taxa de Interação entre Desconhecidos, facilitando, assim, a Cooperação Humana.

Um país mais oral tem mais facilidade de adaptação a esse tipo de novo ambiente do que um escrito. Ou seja, o que foi uma desvantagem no passado – o não uso da escrita – pode ser uma vantagem no atual momento.

(Vou escrever um artigo específico sobre isso.)

Comentários internos para os Bimodais:

Uma coisa é você falar de sensações sobre fenômenos, outra bem diferente é desenvolver uma Narrativa Conceitual, que precisa estar articulada e com conceitos bem definidos, não brigando um com os outros.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A Inovação Grupal Mais Descentralizada favorece muito a expansão e a criatividade de qualquer atividade humana.
  2. Com a pelada, de forma descentralizada, temos a prática do futebol sem a necessidade de um comando central estimulador do esporte.
  3. A pelada, diria eu, é a o Fator Causante da criatividade do jogador brasileiro.
  4. O futebol brasileiro é mais um resultado de um esforço coletivo descentralizado da população do que de um projeto centralizado.
  5. Países mais desorganizados esportivamente, podem se destacar em um tipo de esporte que depende menos de apoio central.
  6. Nos outros países, por não existir, como no Brasil, a cultura da pelada, a formação dos jogadores é mais dirigida do que aqui.
  7. Hoje, podemos dizer que o Brasil foi e continua sendo o celeiro dos jogadores mais criativos do mundo. Qual o motivo?
  8. Assim, independente de estímulo governamental, o futebol prospera no Brasil, graças a uma Inovação Grupal Mais Descentralizada.

Vamos ao Artigo:

“Pesquisas demonstram que as crianças mais criativas são aquelas menos inclinadas a se tornarem as favoritas dos mestres.” – Grant.

(Da Coleção de Frases Selecionadas pelos Bimodais.)

Hoje, podemos dizer que o Brasil foi e continua sendo o celeiro dos jogadores mais criativos do mundo. Qual o motivo?

Vou atribuir a criatividade do jogador brasileiro aos seguintes motivos:

  • a baixa demanda de aparatos para que o futebol seja praticado, pois basta uma bola;
  • a quantidade de jovens que jogam futebol no país, no aspecto populacional;
  • o clima, que favorece que permite que se jogue boa o ano todo;
  • a cultura da pelada, um exemplo típico de uma Inovação Grupal Mais Descentralizada;
  • a monocultura esportiva do país, que praticamente – até um passado recente – só jogava futebol.

Antes de tudo, vamos separar o futebol brasileiro do jogador brasileiro.

Sem dúvida nenhuma,  nos melhores times do mundo, sempre vamos encontrar um ou mais jogadores brasileiros.

Hoje, somos o país que tem mais copas, apesar de não ser o mais organizado em termos de inovação esportiva.

Assim, diria que:

O Brasil se destaca como o maior celeiro de bons jogadores e podemos especular os motivos, usando o Ferramental Conceitual da Ciência da Inovação.

Ferramental Conceitual – conjunto de conceitos para que possamos analisar qualquer fenômeno seja ele humano ou não humano.

Antes de tudo, é preciso destacar que:

O futebol é um dos esportes, entre tantos outros, que menos exige aparato físico para ser jogado, pois basta uma bola e mais nada.

Para se criar um campo de futebol, basta colocar quatro sandálias para definir os gols e nem tênis se precisa, pois pode se jogar descalço.

Ao andar por qualquer cidade brasileira, sempre vamos encontrar perdido, aqui e ali, um campo de pelada, bem como nas praias traves para que se possa pratica o esporte.

A baixa demanda por aparatos físicos do futebol, facilita a popularização do esporte e reduz a necessidade de apoio central para que seja praticado.

Compare, por exemplo, o futebol com o basquete.

O basquete exige que se coloque duas cestas em uma determinada altura, o que dificulta mais a descentralização daquele esporte.

Bem como, o trabalho de manutenção para manter a tabela e a cesta na altura e planos adequados é enorme.

Assim, podemos dizer que:

Países mais desorganizados esportivamente, podem se destacar em um tipo de esporte que depende menos de apoio central.

Diferente do sucesso que determinados países têm em alguns esportes, fruto de algum esforço central, o futebol brasileiro é um celeiro de craques, graças a um esforço coletivo descentralizado.

No epicentro do esforço coletivo descentralizado futebolístico brasileiro, temos a famosa e pouco estudada pelada.

A “pelada” é um exemplo típico de uma organização descentralizada da prática do futebol, que é definida em cada local.

Cada grupo de jogadores define o tempo de cada jogo, como um time permanece e outro entra para jogar, por tempo ou por um determinado placar.

A pelada não precisa de um coordenador e isso facilita que seja praticada de forma descentralizada por uma infinidade de pessoas.

A pelada, diria eu, é o grande diferencial da criatividade do jogador brasileiro. 

Na pelada, o jovem não joga para agradar a um treinador, ele tem a liberdade para você o que quiser em campo.

Nos outros países, por não existir, como no Brasil, a cultura da pelada, a formação dos jogadores é mais dirigida do que aqui.

Com a pelada, de forma descentralizada, temos a prática do futebol sem a necessidade de um comando central estimulador do esporte.

Além da pelada, temos ainda três aspectos relevantes para explicar o diferencial do futebol brasileiro:

  • o clima, que, permite, mesmo nos lugares mais frios, a prática do futebol ao ar livre ao longo de todo ano;
  • o tamanho da população, já que o Brasil é, entre todas as concentrações demográficas, o que escolheu o futebol como o esporte preferido;
  • uma espécie de “monocultura esportiva”, já que os outros esportes até ganharam mais relevância nas últimas décadas, mas nada se compara a popularidade do futebol.

A Inovação Grupal Mais Descentralizada favorece muito a expansão e a criatividade de qualquer atividade humana.

Inovação Grupal Mais Descentralizada ou Mais Centralizada – medida que avalia como um determinado grupo gera novidades.

Assim, independente de estímulo governamental, o futebol prospera no Brasil, graças a um modelo de Inovação Grupal Mais Descentralizada.

A não existência de treinadores e coordenadores nas peladas brasileiras, que passa a ser a formação básica de todos os jovens, faz com que tenhamos um aumento da Taxa de Criatividade.

Taxa de Criatividade – medida que afere o grau de criatividade de pessoas, grupos, organizações ou momentos civilizacionais.

Poucos comentaristas futebolísticos, em especial João Saldanha (1917-90), que foi técnico da seleção brasileira, destacava a importância da pelada e  até comentava que o aumento das grandes cidades havia reduzido a quantidade dessa atividade entre os jovens.

E isso gerou uma redução da formação de jovens jogadores mais criativos.

Porém, mesmo que isso tenha ocorrido – acho que aconteceu uma passagem de uma formação menos para uma mais centralizada – se comparado a outros países, o Brasil ainda lidera a formação criativa de seus jogadores.

Vejam, do ponto de vista, populacional os outros países mais populosos, e note que em nenhum deles o futebol é um esporte popular:

  • China: 1.426.000.000.
  • Índia: 1.412.000.000.
  • Estados Unidos: 337.000.000.
  • Indonésia: 275.000.000.
  • Paquistão: 234.000.000.
  • Nigéria: 216.000.000.
  • Brasil: 215.000.000.

A Pelada Brasileira é um exemplo muito interessante para o estudo da Inovação Grupal Mais Descentralizada.

Temos como exemplo similar os grupos de mútuo ajuda, como é o caso do AA (Alcoólicos Anônimos).

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO COM PARÁGRAFO RECUADO: FRASES QUE SERÃO USADAS NO NOVO LIVRO E/OU NA DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS.

GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Se não temos uma visão mais clara do cenário em que vivemos, teremos problema no processo de adaptação/inovação.
  2. Todo movimento de Inovação, querendo ou não, em que campo for, sempre será um processo de adaptação a um determinado cenário.
  3. Inovar – Introduzir / Nova / Ação no mundo.
  4. Inovar no campo pessoal, assim, significa introduzir mudanças no Ambiente de Sobrevivência, que te farão se sentir melhor.
  5. É da qualidade do conjunto das decisões que tomamos, que irá definir como estamos em relação a nossa felicidade.
  6. Uma pessoa que desenvolve uma baixa Taxa de Inovação Pessoal na sua vida é aquela que não conseguiu chegar a um mais adequado Equilíbrio Existencial.
  7. Quando queremos modificar algo em nossas vidas é preciso, antes de tudo, ter um bom diagnóstico do cenário para que possamos decidir melhor.
  8. O principal problema que temos na Inovação Pessoal é estabelecer uma relação equilibrada entre a Impotência, a Potência e a Onipotência.

Vamos ao Artigo:

“Antes feito do que perfeito.” – Joel Moraes.

(Da Coleção de Frases Selecionadas pelos Bimodais.)

Adaptamos aqui a Oração da Serenidade dos Grupos de Mútuo Ajuda, onde se inclui o AA (Alcoólicos Anônimos) – um bom exemplo de Inovação Grupal – para a Inovação Pessoal Bimodal.

Inovação Pessoal – Camada da Inovação, através de movimentos das pessoas à procura da Felicidade, a partir de seus critérios.

Inovação Pessoal Bimodal – abordagem Bimodal no campo da Inovação Pessoal.

Vejamos o que diz a Oração da Serenidade, que se transformou no Mantra da Potência e agora, como nova sugestão, o Mantra da Inovação Pessoal Bimodal:

  • Serenidade para o que não posso mudar;
  • Coragem para mudar o que posso, o que inclui criatividade e proatividade;
  • Sabedoria para perceber a diferença.

Quando falamos em Mantra, estamos sugerindo uma filosofia geral para a Inovação Pessoal, que vai guiar as ações neste campo.

Por que esta filosofia mais geral se torna tão relevante para a Inovação Pessoal?

O principal problema que temos na Inovação Pessoal é estabelecer uma relação equilibrada entre a Impotência, a Potência e a Onipotência.

Se formos analisar os problemas na vida de qualquer pessoa teremos, em algum momento, como diagnóstico algo ligado a essa dificuldade de de estabelecer o Equilíbrio Existencial.

Equilíbrio Existencial – conceito ligado à Inovação Pessoal, na procura de cada pessoa em equilibrar, de forma mais adequada, a impotência, potência e a onipotência.

Quando queremos modificar algo em nossas vidas é preciso, antes de tudo, ter um bom diagnóstico do cenário – sempre em movimento progressivo – para que possamos decidir melhor.

Todo movimento de Inovação, querendo ou não, em que campo for, sempre será um processo de adaptação a um determinado cenário.

Se não temos uma visão mais clara do cenário em que vivemos, teremos problema no processo de adaptação/inovação.

Inovar no campo pessoal, assim, significa introduzir mudanças no Ambiente de Sobrevivência, que te farão se sentir melhor.

Inovar – Introduzir / Nova / Ação no mundo.

Há sempre algo em qualquer cenário que temos que nos adaptar a ele e inserir mudanças possíveis e adequadas, a partir dos nossos critérios.

Uma pessoa que desenvolve uma baixa Taxa de Inovação Pessoal na sua vida é aquela que não conseguiu chegar a um mais adequado Equilíbrio Existencial.

Taxa de Inovação – medida que afere o grau de mudanças que são promovidas por uma pessoa, um grupo, uma organização ou pela própria civilização, através de mudanças estruturais, tais como aumentando a população, adotando novas mídias e novas formas cooperativas.

Vejamos as diferentes relações que temos no nosso Equilíbrio Existencial, item estrutural da Inovação Pessoal:

  • Impotência – não posso nada;
  • Potência – eu posso algo dentro de um determinado contexto bem avaliado;
  • Onipotência – eu posso tudo.

Podemos dizer, assim, que:

Uma pessoa que tem maior Equilíbrio Existencial é aquela que consegue desenvolver, de forma mais saudável e adequada, a sua potência.

Porém, tem algo interessante na sugestão final do Mantra da Inovação Pessoal Bimodal, adaptado da Oração da Serenidade do AA: “sabedoria para perceber a diferença”.

Por que não se colocou a palavra conhecimento e sim sabedoria?

Qual a distinção entre as duas?

Nos grupos de mútuo ajuda, temos três pilares para que se possa promover a Inovação Pessoal, através de um movimento grupal:

  • Os doze passos – a metodologia de tratamento contra algum tipo de compulsão;
  • As doze tradições – a metodologia de organização dos grupos, que os permite serem criados de forma mais descentralizada;
  • A Oração da Serenidade – que abre e fecha todas as reuniões definindo uma Filosofia Existencial para lidar melhor com a vida.

De maneira geral, quando falamos em Inovação se fala muito em conhecimento, mas não em Sabedoria.

A Sabedoria depende claramente de um Conhecimento Mais Forte, aquele que é baseado em Padrões Históricos Recorrentes.

Conhecimento Mais Forte ou Mais Adequado – aquele que funcionou no passado e, assim, acaba por permitir uma visão de longo prazo, que nos ajuda a sobreviver melhor.

Porém, o Conhecimento é uma ferramenta para que possamos decidir melhor, mas a meta no campo da Inovação Pessoal é viver melhor.

Viver melhor é conseguir atingir um estágio de Bem Estar Continuado, quando conseguimos progressivamente tomar as melhores decisões possíveis dentro de um determinado contexto.

Já dissemos isso e vamos repetir:

Viver é decidir.

É da qualidade do conjunto das decisões que tomamos, que irá definir como estamos em relação a nossa felicidade.

Precisamos entender por quê e como posso inovar na minha vida pessoal para que eu possa aumentar o meu Bem Estar Continuado.

O porquê estou tomando determinadas decisões se encaixa nos critérios da Sabedoria.

Vejamos a separação entre Conhecimento e Sabedoria:

  • o Conhecimento – ferramenta de sobrevivência humana que me permite saber quais são as minhas escolhas, descartando as decisões inviáveis;
  • A Sabedoria – ferramenta de sobrevivência humana que me permite saber quais são as minhas escolhas, a partir das decisões viáveis, a partir dos meus critérios de felicidade.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A grande novidade do novo século não é a Internet, mas o que ela nos permite criar em termos da descentralização da cooperação humana.
  2. Quanto mais Sapiens temos no planeta, mais cooperativa tem que ser a sociedade.
  3. Um bebê nasce dentro de um prédio, ou de uma casa, na qual temos cama, toalhas, aparelhos diversos para promover o parto. Não é um nascimento, mas sempre um Tecno-Nascimento.
  4. Nada, absolutamente nada no Sapiens, pode ser chamado de natural, pois somos totalmente artificiais, inseridos em Ambientes de Sobrevivência Tecnológicos.
  5. Não podemos dizer que no caso do Sapiens, fazemos adaptações para sobreviver, mas sempre Tecno-Adaptações.
  6. Quem não inova, seja o Sapiens ou outra espécie, tem mais dificuldade de se adaptar, pois o ambiente não para de se alterar o tempo todo.
  7. A diferença da Inovação Humana para a Inovação das outras espécies é que a nossa inovação não é instintiva, mas reflexiva.
  8. Inovar, nada mais é do que uma tentativa de adaptação de uma situação pior para uma melhor.

Vamos ao Artigo:

“Nada permanece além da mudança.” – Heráclito.

A vida é um processo. Tudo está em movimento, mesmo que pareça que não.

Lembra aquela frase do mesmo Heráclito de que “Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio…”.

Viver é, assim, ter que se adaptar.

Como tudo muda, mesmo que de forma incremental, imperceptível, nós inovamos o tempo todo.

Inovar, nada mais é do que uma tentativa de adaptação de uma situação pior para uma melhor.

Todos os seres vivos estão neste processo – não só o Sapiens.

Podemos dizer que temos inovações humanas e não humanas de outros seres vivos.

Uma trepadeira que resolve subir por um muro para ficar com mais luz está procurando inovar, a partir de seus instintos naturais.

A diferença da Inovação Humana para a Inovação das outras espécies é que a nossa inovação não é instintiva, mas reflexiva.

Podemos dizer mais.

Quem não inova, seja o Sapiens ou outra espécie, tem mais dificuldade de se adaptar, pois o ambiente não para de se alterar o tempo todo.

O objetivo de cada ser vivo, portanto, é viver da melhor maneira possível dentro das condições existentes.

Note bem esta expressão “condições existentes“.

Há fatores ambientais que todos os seres vivos enfrentam que nos obriga a nos adaptar a eles.

As condições existentes é o que podemos chamar de Ambiente de Sobrevivência. Todos os seres vivos precisam se adaptar a ele.

Ambiente de Sobrevivência – o contexto no qual todos os seres vivos vivem, incluindo o Sapiens.

O Sapiens, entretanto, vive dentro de um Ambiente de Sobrevivência Humano ou Tecnoambiente de Sobrevivência.

Ambiente de Sobrevivência Humano ou Tecnoambiente de Sobrevivência  – o contexto no qual Sapiens vive, no qual se inclui as nossas formas de agir e pensar dentro das tecnologias disponíveis.

A Inovação Humana é feita, assim, dentro de um Tecnoplaneta enquanto a dos outros seres vivos é realizada no planeta.

Tecnoplaneta – o Sapiens não vive no planeta, mas em um Ambiente Tecnológico de Sobrevivência, no qual as tecnologias nos obrigam a modificar nossa forma de pensar e agir.

Um dos principais problemas que estamos enfrentando para nos adaptar ao novo Mundo Digital é justamente a mega fantasia de que vivemos num planeta e não num Tecnoplaneta.

Mundo Digital – uma forma simples de definir o novo cenário trazido pela atual Revolução Civilizacional 2.0, que se inicia com a chegada de novas Mídias Mais Completas.

O conceito de Tecnoplaneta é bem definido por Marshall McLuhan (1911-80) na seguinte frase:

“O ser humano cria a tecnologia e a tecnologia recria o ser humano.”

Portanto:

Não podemos dizer que no caso do Sapiens, fazemos adaptações para sobreviver, mas sempre Tecno-Adaptações.

Tecno-Adaptações – é a forma como o Sapiens promove o seu processo de sobrevivência, sempre dentro de um Ambiente de Sobrevivência Tecnológico.

Na verdade, nunca praticamos a Inovação, mas sempre uma Tecno-Inovação.

Tecno-Inovação – forma mais adequada de descrever a inovação praticada pelo Sapiens sempre, de alguma forma, baseada nas Tecnopossibilidades existentes.

O Sapiens não tem, assim, um cérebro, mas um Tecno-Cérebro.

Tecno-Cérebro, pois ele está completamente imerso nas tecnologias existentes, a começar pelas mídias, incluindo mesmo os gestos e a oralidade, Mídias Mais Primitivas.

Mídias Mais Primitivas – a Gestual e a Oral, que são as primeiras criadas na nossa jornada.

Nada, absolutamente nada no Sapiens, pode ser chamado de natural, pois somos totalmente artificiais, inseridos em Ambientes de Sobrevivência Tecnológicos.

Um bebê nasce dentro de um prédio, ou de uma casa, na qual temos cama, toalhas, aparelhos diversos para promover o parto. Não é um nascimento, mas sempre um Tecno-Nascimento.

Por isso, temos que entender que o nosso Tecnoplaneta tem elementos que definem, de forma estrutural, nosso Tecno-Ambiente de Sobrevivência.

Os Elementos Estruturais que definem o Tecno-Ambiente de Sobrevivência do Sapiens são:

  • o Patamar Demográfico – quanto mais Sapiens temos no planeta, mais cooperativa tem que ser a sociedade;
  • as Mídias – que definem a forma como podemos cooperar;
  • os Ambientes Cooperativos Humanos – mais sofisticados que conseguimos criar, a partir das mídias existentes.

Quando introduzimos uma nova Mídia Mais Completa na sociedade, temos a possibilidade de dar um salto exponencial na forma como cooperamos.

Uma nova Era Civilizacional, assim, é marcada pela chegada e massificação de uma nova Mídia Mais Completa.

Uma Mídia Mais Completa permite que possamos desenvolver Modelos Cooperativos mais sofisticados e mais adequados ao novo Patamar Demográfico.

Modelos Cooperativos Mais Sofisticados/Descentralizados – são aqueles que permitem o aumento da participação das pessoas nas operações e nas decisões – única forma sustentável de lidar melhor com a Complexidade Demográfica Progressiva.

E temos assim a descrição do Motor da História Bimodal, um Espiral Civilizacional Progressivo, que gira em torno de cada vez mais gente, chegada de novas mídias e criação de novos modelos de cooperação, cada vez mais descentralizados.

A grande novidade do novo século não é a Internet, mas o que ela nos permite criar em termos da descentralização da cooperação humana.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO COM AZUL E ROXO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÊM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÉM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: ITENS QUE SERÃO INCLUÍDOS NO NOVO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE É A NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL, QUE ESTÁ SENDO EDITADA NO GOOGLE DOCS.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO REGRAS DE CAUSA E EFEITO QUE VÃO SENDO DESCOBERTAS AO LONGO DO NOSSO PROCESSO DE TRABALHO E SÃO INCLUÍDAS NUMA ÁREA ESPECIAL DA NARRATIVA PROGRESSIVA BIMODAL.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma Revolução Midiática nos traz um tipo de Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).”
  2. Há uma infinidade de Conceituadores que preparam livros, palestras e cursos que vendem muito, mas explicam muito pouco o novo cenário.
  3. Hoje, no Mercado de Conceitos, estamos tratando teorias como se fossem cuecas ou calcinhas e não teorias que precisam se afinar com os fatos.
  4. Temos, assim, uma profunda Crise Conceitual, pois as bases de todas as Subciências Sociais foram construídas pela Ciência Social 1.0, que ficou obsoleta.
  5. A maior parte dos Conceituadores da Ciência Social 1.0 ignoravam e continuam ignorando solenemente o papel das mídias na sociedade.
  6. Hoje, se procura entender o Digital se utilizando de antigos paradigmas, que não estão mais válidos, gerando uma tremenda confusão.
  7. O primeiro passo para podermos nos relacionar com o novo Cenário Digital é admitir que precisamos rever paradigmas bem arraigados sobre o Sapiens.
  8. A chegada da Internet e suas respectivas consequências bagunçaram completamente a forma como pensávamos o Sapiens e a sua jornada.

Vamos ao Artigo:

“Se uma revolução na sociedade fosse facilmente compreendida de imediato, não seria uma revolução.” – Shirky.

A maior crise que vivemos hoje diante do inusitado Mundo Digital é a conceitual, por causa dela, temos, na sequência, uma crise Psicológica.

A chegada da Internet e suas respectivas consequências bagunçaram completamente a forma como pensávamos o Sapiens e a sua jornada.

Até aqui, não tínhamos a clara noção do papel das mídias nas mudanças que provocavam na sociedade humana.

A maior parte dos Conceituadores da Ciência Social 1.0 ignoravam e continuam ignorando solenemente o papel das mídias na sociedade.

O que estamos descobrindo agora na tentativa de compreender o Mundo Digital é que:

  • as mídias são a “espinha dorsal” da sociedade humana;
  • quando elas se modificam, temos mudanças significativas na sociedade. Como nos ensinou Marshall McLuhan (1911-80) “mudou a mídia, mudou a sociedade”.

O primeiro passo para podermos nos relacionar, de forma mais adequada, com o novo Cenário Digital é admitir que precisamos rever paradigmas bem arraigados sobre o Sapiens.

Temos, assim, uma profunda Crise Conceitual, pois as bases de todas as Subciências Sociais foram construídas pela Ciência Social 1.0, que ficou obsoleta.

Hoje, se procura entender o Digital se utilizando de antigos paradigmas, que não estão mais válidos, gerando uma tremenda confusão.

É o que diz, de forma adequada, Gil Giardelli:

“Não podemos usar velhos mapas para descobrir novas terras.”

Os velhos mapas são os antigos paradigmas diante de novos fatos, que demanda a criação de novas teorias.

Novas teorias são os novos mapas, que precisam de novos “mapeadores” ou novos conceituadores.

O problema é que há uma demanda urgente de compreensão do Digital, o que atraiu um exército de “conceituadores salvadores da pátria”, que procuram dizer, mais ou menos, o que os clientes querem ouvir.

O Mercado de Conceitos, entretanto, não funciona como a venda de um produto, pois é baseado em diagnósticos diante dos fatos.

Conceituadores são diagnosticadores, como um médico, que não entrega aquilo que o cliente quer ouvir, mas aquilo que ele acredita que está acontecendo.

Hoje, no Mercado de Conceitos, estamos tratando teorias como se fossem cuecas ou calcinhas e não teorias que precisam se afinar com os fatos.

Há uma infinidade de Conceituadores que preparam livros, palestras e cursos que vendem muito, mas explicam muito pouco o novo cenário.

Vejamos um exemplo, que vai nos permitir desenvolver teorias interessantes sobre mudança.

Vejamos dois conceitos bem populares: “Mundo Vuca” (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade) e “Mundo Bani”  (Frágil, Ansioso, Não linear, Incompreensível).

Aqui temos um equívoco conceitual recorrente, pois é preciso, ao se analisar uma mudança provocada por um fenômeno da seguinte maneira:

É preciso criar quatro Camadas das Mudanças:

  • o Fenômeno em Si –  que entra em processo de mutação e  provoca novos fatos na vida de cada pessoa, de um grupo, de uma organização, na sociedade, no planeta ou no universo;
  • o Tipo de Mudança que a mutação do fenômeno gera –  incremental, radical ou disruptiva?  rápida ou lenta? conhecida ou desconhecida? conjuntural ou estrutural? Conhecida ou desconhecida?;
  • as Sensações que determinado tipo de Mudança provoca – conforme as respostas acima, teremos mais ou menos as sensações de Ambiguidade, Fragilidade, Insegurança, Ansiedade. 
  • e as Ações Necessárias Diante de Mudanças –  para que se possa compreender de forma mais clara do que se trata a mudança para que possamos nos alinhar com o novo cenário.

Note que quando falamos que vivemos em um “Mundo Vuca ou Bani” estamos embolando diferentes Camadas da Mudança.

Está se confundindo as Sensações Diante das Mudanças com o Fenômeno em Si.

Sensações diante das Mudanças – uma das quatro Camadas da Mudança, que ocorre nas pessoas diante de mudanças específicas.

Fenômeno em Si – uma das quatro Camadas da Mudança, ao procurar diagnosticar os fatos novos que determinado fenômeno traz à tona.

Tipo de Mudança – uma das quatro Camadas da Mudança, quando é preciso analisar se é   incremental, radical ou disruptiva?  rápida ou lenta? rápida ou lenta? conhecida ou desconhecida? conjuntural ou estrutural? Conhecida ou desconhecida?

Ações Necessárias Diante de Mudanças –  para que se possa compreender de forma mais clara do que se trata a mudança para que possamos nos alinhar com o novo cenário.

Note que estamos diante de uma Revolução Midiática, que cria uma nova Era, na qual temos alteração nos ritmos de diversas características da sociedade.

Isso faz parte do Fenômeno em Si.

Uma Revolução Midiática nos traz um tipo de Mudança DRED (Disruptiva, Rápida, Estrutural e Desconhecida).

Toda mudança, seja ela qual for, traz determinadas sensações para as pessoas, que nos levam para uma certa Ambiguidade, Fragilidade, Insegurança, Ansiedade.

Quanto mais as Mudanças são Disruptivas, Rápidas, Estruturais e Desconhecidas mais teremos estas sensações de Ambiguidade, Fragilidade, Insegurança, Ansiedade.

A Pandemia gerou esse tipo de sensação na sociedade, assim como a morte de uma pessoa querida ou uma demissão inesperada.

É, portanto, pela ordem para poder se relacionar de forma mais adequada com qualquer mudança:

  • Diagnosticar qual é o Fenômeno em Si;
  • De que Tipo de Mudança estamos falando;
  • Qual a Taxa de Sensações que este Tipo de Mudança provoca;
  • E, por fim, quais são as Ações Necessárias para lidar de forma mais adequada com ela.

Quanto mais disruptiva, mais desconhecida, mais estrutural, mais rápida, mais e mais teremos o aumento da taxa de sensações de Ambiguidade, Fragilidade, Insegurança, Ansiedade.

A Revolução Midiática Digital acelera o ritmo de determinadas atividades da sociedade, tais como da inovação, da competitividade, da criatividade e do empreendedorismo.

São fatos concretos, mudanças estruturais, que temos que passar a conviver com elas, a partir do estudo do Fenômeno em Si.

É preciso, assim, superar as sensações de Ambiguidade, Fragilidade, Insegurança, Ansiedade para conseguir entender o que está ocorrendo e poder lidar, de forma mais adequada, com este novo cenário.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTEÉM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÉM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA, QUE VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS..

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO PARÁGRAFOS, QUE VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM CAPÍTULO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Tivemos, antes do Digital, um aumento exponencial do Zecapagodismo em todos os cantos do planeta.
  2. A grande demanda hoje – dentro do contexto civilizacional que estamos vivendo – é o desenvolvimento do Terceiro Eu.
  3. Todos nós temos, a princípio, características únicas, que só podem ser conhecidas pela própria pessoa.
  4. Quando falamos em felicidade, no fundo, estamos nos referindo em ter uma vida em que determinadas demandas internas são atendidas.
  5. O Terceiro Eu tem uma Taxa de Endogenia (movimento de dentro para fora) muito maior do que a construção do Segundo Eu.
  6. A construção do Terceiro Eu já não é mais um movimento tanto do contra, mas do a favor de nossas demandas internas mais personalizadas.
  7. Dividimos na Ciência da Inovação Bimodal quatro Camadas Inovadoras: Pessoal, Grupal, Organizacional e Civilizacional.
  8. Já dissemos aqui que toda a literatura chamada de “autoajuda” nada mais é do que de Inovação Pessoal.

Vamos ao Artigo:

“Os dias mais importantes da sua vida são dois: aquele em que você nasceu e quando descobre o porquê.” – Mark Twain.

Toda inovação começa pelo indivíduo.

É importante ressaltar, entretanto, que antes de tudo, no processo de Inovação Pessoal de que o Sapiens é a espécie mais artificial do planeta.

No processo de Animalogia (comparação com outras espécies) vamos perceber que nós temos uma Taxa de Instintividade muito mais baixa que as demais espécies.

Taxa de Instintividade – medida, na comparação com outras espécies, do grau do uso de instinto pelo Sapiens.

O Sapiens é naturalmente artificial com uma forte camada formatadora, que precisa ser revista ao longo do seu Processo de Originalização.

Processo de Originalização – capacidade que cada pessoa tem de procurar o seu diferencial, que, ao ser colocado em operação, a deixa mais motivada.

Outro ponto importante a ressaltar é de que:

Diferente das demais espécies – cada Sapiens pode vir a ser bem diferente dos demais.

Porém, a Taxa de Originalização de determinada pessoa ou de determinado grupo irá depender fortemente do contexto em que se vive.

Taxa de Originalização – medida que avalia a capacidade de cada pessoa ou grupo de poder operar de forma mais personalizada na sua vida.

Temos na Taxa de Originalização as seguintes variantes:

  • o contexto Macro-Histórico, no qual é preciso compreender em que estágio estamos no Espiral Civilizacional Progressivo;
  • em que contexto, cidade, estado, país e/ou região a pessoa vive;
  • as características estruturais da pessoa, que marca a demanda por mais ou menos Originalização.

Espiral Civilizacional Progressivo ou Espiral da Sobrevivência – movimento Macro-Histórico Civilizacional, no qual vivemos Ciclos Recorrentes com Fases Estruturais Civilizacionais, são elas: Renascimento, Consolidação e Crise Civilizacional.

As três Fases Estruturais do Espiral Civilizacional Progressivo:

  • Renascimento – momento que se segue após a chegada de uma nova mídia, após um longo ciclo de Crise Civilizacional;
  • Consolidação – etapa em que as novas Tecnopossibilidades Midiáticas são dominadas, possibilitando um aumento populacional, gerando um Impasse Civilizacional, que só se resolve com a chegada de uma nova mídia;
  • Crise Civilizacional – momento em que não há novas Tecnopossibilidades Midiáticas e uma Elite Intermediadora passa a ter uma espécie de domínio continuado dos processos.

Fato é que muito se fala de inovação, mas pouco de Inovação Pessoal, pelo menos, com este nome.

Já dissemos aqui que toda a literatura chamada de “autoajuda” nada mais é do que de Inovação Pessoal.

Dividimos na Ciência da Inovação Bimodal quatro Camadas Inovadoras: Pessoal, Grupal, Organizacional e Civilizacional.

Todo o processo de Inovação Pessoal começa com a revisão da nossa Formatação Básica Obrigatória.

Formatação Básica Obrigatória é uma etapa obrigatória para que cada Sapiens possa ser um Sapiens. Precisamos ser formatados, através da influência da família, ambientes educacionais formais e informais, mídias, comunidade, amigos, parentes. 

A Inovação Pessoal é, basicamente, um processo de revisão da nossa Formatação Básica Obrigatória para que possamos nos sentir melhor na nossa vida.

Podemos dividir o processo de Inovação Pessoal em três etapas:

  • Primeiro Eu – resultado da aplicação, sem muita participação da pessoa, na Formatação Básica Obrigatória;
  • Segundo Eu – inicio do processo de revisão da Formatação Básica Obrigatória, ainda em um processo mais de dizer não do que de reinvenção;
  • Terceiro Eu – capacidade de nos afastarmos da Formatação Básica Obrigatória de forma mais criativa e mais afinada com nossos critérios personalizados de felicidade.

Depois que passamos pela nossa Formatação Básica Obrigatória iniciamos uma segunda etapa que é a revisão da mesma.

No primeiro momento, que podemos chamar da construção do Segundo Eu, começamos a revisar a Formatação Básica Obrigatória.

Porém, a construção do Segundo Eu é mais um movimento contrário à Formatação Básica Obrigatória do que na construção de algo mais personalizado.

Temos, assim, num determinado estágio de nossa vida a passagem do Segundo para o Terceiro Eu.

A construção do Terceiro Eu já não é mais um movimento tanto do contra, mas do a favor de nossas demandas internas mais personalizadas.

O Terceiro Eu tem uma Taxa de Endogenia (movimento de dentro para fora) muito maior do que a construção do Segundo Eu.

Quando falamos em felicidade, no fundo, estamos nos referindo em ter uma vida em que determinadas demandas internas são atendidas.

Todos nós temos, a princípio, características únicas, que só podem ser conhecidas pela própria pessoa.

O movimento na construção do Terceiro Eu vai na direção do aumento de dentro para fora da nossa personalização.

Podemos dizer que há uma relação da Inovação Civilizacional com a Pessoal quando abordamos a questão do Terceiro Eu.

É preciso identificar em que fase estamos do Espiral Civilizacional Progressivo para ter uma visão mais geral sobre a Taxa de Originalização das sociedades.

Quanto mais próximo estamos de Renascimentos Civilizacionais, mais e mais há uma demanda pelo desenvolvimento do Terceiro Eu.

Renascimentos Civilizacionais são filhos da chegada de novas Mídias Mais Completas.

É preciso entender que, conforme o Sapiens aumenta o tamanho da população, há uma demanda natural pela Originalização de cada Sapiens.

Por quê?

A única forma sustentável que uma Tecnoespécie tem para poder gerenciar o aumento da Complexidade Demográfica é a descentralização das operações e das decisões.

Renascimentos Civilizacionais são, na verdade, movimentos exponenciais de Originalização das pessoas.

Um Ambiente de Sobrevivência Mais Complexo exige que cada Sapiens assuma mais e mais a responsabilidade por cada vez mais operações e decisões.

Revoluções Midiáticas, na verdade, são movimentos exponenciais de Originalização, a partir das novas Tecnopossibilidades disponíveis.

A grande demanda hoje – dentro do contexto civilizacional que estamos vivendo – é o desenvolvimento do Terceiro Eu.

Na Crise Civilizacional que estávamos vivendo tivemos o aumento exponencial da aceitação do Segundo Eu como norma.

Tivemos, antes do Digital, um aumento exponencial do Zecapagodismo em todos os cantos do planeta.

Revoluções Midiáticas, assim, modificam a nossa relação com o Terceiro Eu.

Quanto mais vamos aumentando a população, mais e mais vamos tendo a demanda obrigatória por Ambientes de Sobrevivência mais descentralizados.

A Descentralização Progressiva nos leva ao aumento da Taxa de Personalização.

E o aumento da Taxa de Personalização nos leva ao aumento generalizado da construção do Terceiro Eu.

Porém, temos que ver o Terceiro Eu não como algo estático.

O Terceiro Eu no Ambiente Midiático Sonoro era um e agora no Digital será outro.

Podemos até dizer que temos o Terceiro Eu Sonoro e o Digital.

  • Terceiro Eu Sonoro – capacidade que tínhamos de sermos mais originais dentro do Ambiente Midiático Sonoro;
  • Terceiro Eu Digital – capacidade que temos de sermos mais originais dentro do Ambiente Midiático Digital.

O Terceiro Eu Digital exige uma Taxa de Originalização sem precedentes do Sapiens, num processo contínuo de aperfeiçoamento.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTEÉM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÉM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA, QUE VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS..

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO PARÁGRAFOS, QUE VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM CAPÍTULO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quando se fala hoje em Transformação Digital, quase 99% das propostas, é o uso parcial das Tecnopossibilidades Digitais com a mesma Filosofia Administrativa do passado.
  2. NENHUMA, Organização Tradicional foi capaz de sair da Gestão e ir para a Curadoria – o que caracteriza a profunda Crise Psicológica que estão passando.
  3. Os Ubers geram tanta atração, pois conseguem quebrar os limites administrativos das Organizações Tradicionais.
  4. Antes das Mídias Digitais, era impossível criar um Uber, ou um Youtube ou um Airbnb.
  5. A Curadoria Digital permite a criação de organizações completamente diferentes das atuais, com muito mais capacidade de oferecer qualidade a baixo custo.
  6. A jornada humana ocorre, assim, em um processo de Espiral Civilizacional Progressivo: novas tecnologias, mais gente, novas formas de sobrevivência, mais gente, novas tecnologias…
  7. Conforme vamos aumentando o tamanho da população, vamos sendo obrigados a inventar processos de Descentralização da Sobrevivência.
  8. Há uma forte relação entre mídia, tamanho da população e formas de sobrevivência.

Vamos ao Artigo:

“Não foram os donos de carruagem que inventaram os carros.” – Anônimo.

Desde o dia que começamos a jornada da nossa espécie neste planeta, procuramos formas mais adequadas de nos organizar para sobreviver.

A principal novidade que estamos descobrindo é que:

Há uma forte relação entre mídia, tamanho da população e formas de sobrevivência.

Não, não existe um modelo único de sobrevivência da nossa espécie, mas Zonas de Sobrevivência mais ou menos atrativas.

As Zonas de Sobrevivência Mais Atrativas são aquelas que as pessoas querem estar ou servem de modelo para as demais.

As Zonas de Sobrevivência Mais Atrativas são aquelas que conseguem se aproveitar de forma mais inteligente das Tecnopossibilidades disponíveis.

Há uma regra relevante para entender como a nossa espécie funciona no tempo.

Conforme vamos aumentando o tamanho da população, vamos sendo obrigados a inventar processos de Descentralização da Sobrevivência.

A jornada humana ocorre, assim, em um processo de Espiral Civilizacional Progressivo: novas tecnologias, mais gente, novas formas de sobrevivência, mais gente, novas tecnologias…

Se analisarmos nossa jornada, veremos que caminhamos na direção do aumento da Taxa de Curadorização da Sobrevivência.

Taxa de Curadorização da Sobrevivência – medida que avalia a maior descentralização dos processos de sobrevivência.

Curadorar é aumentar a capacidade de participação das pessoas nos processos de sobrevivência.

Tivemos no passado, até a chegada do Digital, algumas experiências de Curadoria Sonora.

A Curadoria Sonora permitiu a criação de modelos mais descentralizados de organização utilizando o potencial máximo das Mídias existentes.

Hoje, com a chegada das Mídias Digitais começamos a experimentar a Curadoria Digital.

A Curadoria Digital nos permite um aumento exponencial da participação das pessoas na operação e decisão dos Processos de Sobrevivência.

A Curadoria Digital permite a criação de organizações completamente diferentes das atuais, com muito mais capacidade de oferecer qualidade a baixo custo.

Antes das Mídias Digitais, era impossível criar um Uber, ou um Youtube ou um Airbnb.

Os Ubers geram tanta atração, pois conseguem quebrar os limites administrativos das Organizações Tradicionais.

As Organizações Tradicionais operam na Gestão e os Ubers na Curadoria.

É o surgimento e massificação da Curadoria na sociedade, que nos permite criar a atual disrupção na civilização.

Todas as Zonas de Atração do futuro serão variantes da Curadoria.

Note, entretanto, que a Curadoria é uma nova Filosofia Administrativa Disruptiva, se comparada a que estávamos utilizando.

Filosofia Administrativa Disruptiva – mudança profunda – de difícil aceitação e compreensão – na forma como se promove o Comando e Controle dos processos.

Quando se fala hoje em Transformação Digital, quase 99% das propostas, é o uso parcial das Tecnopossibilidades Digitais com a mesma Filosofia Administrativa do passado.

A Curadoria introduz na sociedade uma nova forma de Comando e Controle, que muda basicamente a forma como os processos são gerenciados.

Mudanças filosóficas são aquelas que modificam de forma disruptiva o modelo de pensar e agir do passado e, por causa disso, são tão difíceis de serem compreendidas e incorporadas.

A Curadoria, entretanto, não para na Uberização, vejamos:

  • Curadoria 1.0 – novo Modelo de Comando e Controle utilizado na Uberização, que se utiliza de Modelos Cooperativos Platafórmicos. São mais centralizadas e apresentam limites, se comparada à Blockchenização;
  • Curadoria 2.0 – novo modelo de Comando e Controle utilizado na Blockchenização, que se utiliza de Modelos Cooperativos Ecossistêmicos. São mais descentralizadas e quebram os limites, se comparada à Uberização, Modelo Cooperativo Platafórmico.

Papo Bimodal:

Neste artigo, joguei a toalha, pois acho que não faz sentido falar em Curadoria Sonora.

Tivemos um modelo de Gestão mais ou menos centralizado.

O que era definido pela Filosofia Gestora, a forma de Comando e Controle utilizado pela Gestão.

Filosofia Gestora – forma de Comando e Controle utilizado pela Gestão – modelo administrativo que sofre os limites da forma de pensar e agir dos Gestores, que foram formatados dentro do Ambiente de Sobrevivência Sonoro.

O que vemos hoje no mercado é a tentativa de se utilizar da mesma Filosofia Gestora dentro do Ambiente de Sobrevivência Digital, que permite a criação de uma nova Filosofia Curadoria mais ágil e mais competitiva.

Filosofia Curadora –  forma de Comando e Controle utilizado pela Curadoria – modelo administrativo que supera os limites da forma de pensar e agir dos Gestores, que foram formatados dentro do Ambiente de Sobrevivência Sonoro.

O grande problema que temos hoje na Inovação Organizacional é psicológico.

A Curadoria introduz na sociedade uma nova Filosofia Administrativa Disruptiva que as pessoas não só não querem adotar, mas se recusam a compreender.

É o surgimento e massificação da Curadoria, que nos permite afirmar que entramos na Civilização 2.0.

A Mídia Digital apenas abriu a Tecnopossibilidade de criarmos novas formas de sobrevivência que são muito mais sofisticadas do que as do passado.

Nunca na história da sociedade humana, tivemos a possibilidade de criar modelos administrativos tão cooperativos como agora, a partir do Mundo Digital.

Para fechar.

Note que nenhuma, anote aí, NENHUMA, Organização Tradicional foi capaz de sair da Gestão e ir para a Curadoria – o que caracteriza a profunda Crise Psicológica que estão passando.

Mais ainda.

Já estamos vendo se repetir o mesmo problema psicológico com a passagem da Uberização para a Blockchenização.

O discurso fantasioso do Metaverso Faceboqueano é um sintoma disso.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTEÉM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÉM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA, QUE VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS..

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO PARÁGRAFOS, QUE VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM CAPÍTULO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

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O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens 1.0 foi formatado para ser muito mais massificado do que será o 2.0.
  2. Basicamente, temos com a chegada e massificação da Civilização 2.0 a demanda por um Sapiens muito mais autônomo do que o 1.0.
  3. A Civilização 2.0 tem no seu epicentro o surgimento da Curadoria Digital, que nos permite resolver problemas complexos com muito mais agilidade e personalização.
  4. Temos na Civilização 2.0 um exponencial, desconhecido e rápido processo de Reintermediação dos Antigos Intermediadores.
  5. A Curadoria Digital permite que se possa resolver problemas de grande quantidade com muito mais personalização e agilidade do que no passado.
  6. O principal problema da obrigatória Adaptação Civilizacional, é a rápida demanda pelo aumento da Taxa de Personalização de cada pessoa.
  7. O Patamar Demográfico que ultrapassou os 8 bilhões de Sapiens exige que cada pessoa seja muito mais autônoma do que foi no passado.
  8. Estamos assistindo neste primórdios da Civilização 2.0 um exponencial processo de Personalização em Larga Escala.

Vamos ao Artigo:

“O principal problema da humanidade hoje é o seguinte: vivemos em um mundo exponencial com uma intuição linear.” – Kurzweil.

As mídias são o epicentro do Ambiente de Sobrevivência do Sapiens. São elas as responsáveis pela nossa forma de nos comunicar, interagir, cooperar, consumir, nos informar.

Quando temos novas Mídias Mais Completas – aquelas que possuem as Três Camadas Midiáticas (novos canais, nova linguagem e novo armazenamento), inauguramos novas Eras Civilizacionais.

O Sapiens, independente qualquer coisa, vive sob a égide da Inovação Progressiva em todas as Camadas Inovadoras: Civilizacional, Organizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos diante de uma nova Era, pois chegou uma nova Mídia Mais Completa e, por causa dela, temos mudanças significativas, que exigem uma Adaptação Civilizacional.

Adaptação Civilizacional é aquela que precisa ser feita para que se possa pensar e agir dentro de um novo Ambiente de Sobrevivência mais ágil, mais dinâmico e mais participativo.

Basicamente, temos com a chegada e massificação da Civilização 2.0 a demanda por um Sapiens muito mais autônomo do que o 1.0.

A Civilização 2.0 tem no seu epicentro o surgimento da Curadoria Digital, que nos permite resolver problemas complexos com muito mais agilidade e personalização.

Temos na Civilização 2.0 um exponencial, desconhecido e rápido processo de Reintermediação dos Antigos Intermediadores.

A Curadoria Digital permite que se possa resolver problemas de grande quantidade com muito mais personalização e agilidade do que no passado.

O principal problema da obrigatória Adaptação Civilizacional, é a rápida demanda pelo aumento da Taxa de Personalização de cada pessoa.

O Sapiens 1.0 foi formatado para ser muito mais massificado do que será o 2.0.

Lembro duas frases de Taleb sobre esta questão da Adaptação Civilizacional do Sapiens 1.0 para o 2.0:

  • “Viver em nosso planeta, hoje, requer muito mais imaginação do que nos ensinaram a ter.” – Taleb.
  • “Nossas intuições foram feitas para um ambiente com causas e efeitos mais simples e com informação que se moviam mais lentamente.” – Taleb.

O Patamar Demográfico que ultrapassou os 8 bilhões de Sapiens exige que cada pessoa seja muito mais autônoma do que foi no passado.

Estamos assistindo neste primórdios da Civilização 2.0 um exponencial processo de Personalização em Larga Escala.

Personalização em Larga Escala é a possibilidade que se abre, a partir do novo Ambiente de Sobrevivência 2.0 da Curadoria Digital de se aumentar de forma exponencial a Taxa de Personalização do Sapiens.

A maior parte dos esforços da Inovação Pessoal vai na direção da Adaptação Civilizacional: a passagem do Sapiens 1.0 para o 2.0.

Vejamos as alterações necessárias do Sapiens 1.0 para o 2.0:

  • Maior autonomia;
  • Maior personalização;
  • Maior capacidade de adaptação;
  • Mais criatividade;
  • Um pensamento mais científico

Diz Toffler sobre a questão do reaprendizado:

“O analfabeto do século 21 não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender.” – Alvin Toffler.

Diz Lévy sobre a demanda de adaptação:

“Pela primeira vez na história da humanidade, a maioria das competências adquiridas por uma pessoa no início de seu percurso profissional estarão obsoletas no fim de sua carreira.” – Lévy.

Reflexões para os Bimodais:

Temos neste artigo o trabalho continuado de criação do novo livro Bimodal “Ciência da Inovação”.

Nele, tenho reunido as melhores frases, que já estão sendo utilizadas nos artigos, divididas por temas.

Vários pontos deste artigo abrem os diferentes capítulos, que estão ainda em fase inicial, são tópicos e não ainda um texto corrido.

Aos poucos, vamos incluindo verbetes no Glossário Bimodal Progressivo, que no atual momento já passou dos 600 itens.

Temos como novidade no artigo, que vale um destaque, o novo conceito Adaptação Civilizacional.

Há uma forte demanda para que cada pessoa possa ser muito mais autônoma na Civilização 2.0.

A Macrotendência do futuro é o aumento do trabalho cada vez mais autônomo dentro dos Ecossistemas Blockchenizados.

Note que um motorista do Uber, por exemplo, que é avaliado o tempo todo pelos passageiros precisa aprender a se relacionar de forma mais direta com o cliente.

Antigamente, um taxista também se relacionava com os clientes, mas ele dificilmente – se cometesse erros – sofreria algum tipo de consequência.

Na Civilização 2.0, com a chegada e massificação da Curadoria Digital, o cliente passou a ter muito mais poder do que tinha antes, pois pode avaliar cada vez mais produtos e serviços.

A Curadoria Digital se baseia na criação de Rastros Digitais em que cada pessoa e item de consumo passa a ter um histórico.

O que temos assistido com a Reintermediação Digital é o aumento gradual do empoderamento dos clientes.

Hoje, um produto ou um serviço ruim não está mais nas sombras, mas na luz do sol digital.

O surgimento da Reputação Digital de cada pessoa, organização, produto ou serviço nos levou ao aumento da Taxa de Empoderamento dos Clientes.

Organizações e Profissionais precisam se adequar a um mundo, no qual o cliente tem exponencialmente muito mais poder.

O aumento da Taxa de Empoderamento dos Clientes exige que as pessoas passem a ter uma empatia com os clientes muito maior.

Além disso, o Mundo Digital, em função dos novos Canais Midiáticos, permitiu a quebra das Barreiras Interativas de tempo e lugar.

Barreiras Interativas – limitações relacionadas à Interação diretamente ligadas ao tempo e lugar.

Isso nos leva ao aumento da Taxa de Competitividade, pois hoje o consumo é muito mais independente dos limites geográfico como foi no passado.

Taxa de Competitividade – medição da capacidade de diferentes fornecedores poderem disputar clientes.

O Sapiens 2.0, assim, será muito mais autônomo e terá que ser praticamente uma Personal Startup.

Personal Startup – neologismo para identificar o aumento da demanda de que cada pessoa terá que lidar com os clientes de forma muito mais direta do que no passado.

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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O áudio do artigo

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Muito do fracasso de várias pessoas, grupos ou organizações diante de mudanças de cenário está na incapacidade de rever Certezas Mais Estruturais.
  2. Quais foram as regras criadas pelos nossos antepassados que foram mais adequadas para lidar com os diferentes fenômenos.
  3. O mundo está sempre mudando. Por isso é preciso olhar o passado para ver o que muda menos.
  4. Por isso, é importante basear nossas certezas em Padrões Históricos Recorrentes do que em Percepções menos Refletidas.
  5. É preciso equilibrar aquilo que podemos ter mais certeza daquilo que devemos ter menos certeza.
  6. É preciso para se ter uma vida mais saudável adotar uma postura mais flexível na nossa forma de pensar.
  7. É importante ter muito cuidado naquilo que colocamos no Modo Automático do nosso cérebro, pois o que hoje é remédio amanhã pode ser veneno.
  8. Uma determinada certeza sobre determinado fenômeno que é válida hoje, pode não ser mais amanhã.

Vamos ao Artigo:

“Não é o que você não sabe que vai colocá-lo em apuros. É o que você tem certeza que não vai.” – Mark Twain.

Viver é decidir. E para decidir é preciso conhecer.

É da qualidade do que conhecemos que tomamos as melhores decisões.

Assim, conhecer é uma ferramenta de sobrevivência, que nos permite viver melhor ou pior.

Lembro da frase:

“Não construa castelos em areia movediça.” – Goldratt.

Fato é que de maneira geral, todas as espécies procuram economizar energia. O objetivo é sobreviver com o menor esforço possível.

O Sapiens é a espécie que mais se utiliza do cérebro e há uma grande batalha na vida de cada pessoa para economizar energia cerebral.

A economia da energia cerebral faz com que criemos determinadas certezas mais estruturais para que possamos decidir com mais facilidade.

Armazenamos nossas certezas mais estruturais em áreas do cérebro mais automatizadas para que possamos deixar as áreas mais reflexivas mais livres.

As Certezas Mais Estruturais devem ser aquelas que não brigam com os fatos e são necessárias para que possamos economizar energia cerebral.

Certezas Mais Estruturais Mais Saudáveis são aquelas que conseguem identificar aquilo que muda mais e o que muda menos nos diversos ambientes que vivemos e cria regras adequadas para lidar com os fenômenos. 

Certezas Mais Estruturais Mais Tóxicas são aquelas que NÃO conseguem identificar aquilo que muda mais e o que muda menos nos diversos ambientes que vivemos e cria regras  inadequadas para lidar com os fenômenos.  

Todos nós criamos nossas Certezas Mais Estruturais e muito da qualidade de nossas vidas está relacionada a estas escolhas.

Lembro este provérbio chinês:

“O mundo está sempre mudando. Por isso é preciso olhar o passado para ver o que não muda.” – Provérbio Chinês.

Faria um complemento a este provérbio:

O mundo está sempre mudando. Por isso é preciso olhar o passado para ver o que muda menos e quais foram as regras criadas pelos nossos antepassados que foram mais adequadas para lidar com os diferentes fenômenos.

As Certezas Mais Estruturais é aquilo que definimos como Paradigmas, como nossos dogmas, que servem de mapa para nossas decisões.

Quando vemos pessoas, grupos ou organizações com problemas de se alinhar aos fatos, quase com certeza, vamos encontrar Certezas Mais Estruturais Mais Tóxicas guiando as suas decisões.

O problema que temos no processo de economia de energia cerebral é que os processos do lado de fora são dinâmicos.

Uma determinada certeza sobre determinado fenômeno que é válida hoje, pode não ser mais amanhã.

Por isso, podemos dizer que:

É importante ter muito cuidado naquilo que colocamos no Modo Mais Automático do Nosso Cérebro, pois o que hoje é remédio amanhã pode ser veneno.

Modo Mais Automático do Nosso Cérebro – formas de pensar e agir que são mais automatizadas para economizar energia cerebral

É preciso para se ter uma vida mais saudável adotar uma postura mais flexível na nossa forma de pensar, com espaço para revisão mesmo para aquilo que denominamos Certezas Mais Estruturais.

Muito do fracasso de várias pessoas, grupos ou organizações diante de mudanças de cenário está na incapacidade de rever determinadas Certezas Mais Estruturais.

Temos que ter consciência de que uma vida de qualidade está diretamente ligada às escolhas que fazemos nas nossas formas de pensar e agir.

O conhecimento é uma ferramenta de sobrevivência e é por isso que devemos procurar formas de agir e pensar mais adequadas.

Primeiro e antes de tudo com os fatos e depois de proceder o alinhamento com os fatos definir as decisões pelos nossos critérios de felicidade, quando aumentamos a nossa Taxa de Sabedoria.

Temos diversos problemas quando procuramos formas de agir e pensar baseadas em Conhecimentos Mais Adequados.

Há um Mantra do Senso Comum que acredita que a realidade é relativa, cada um escolhe a sua como se fosse um filme do Netflix.

Todo o esforço da Ciência, seja no estudo de que fenômeno for, procura as Verdades Mais Consistentes para que possamos decidir melhor.

Verdades Mais Consistentes são as propostas de formas de agir e pensar que se apresentam mais adequadas para que possamos viver cada vez melhor, pois a Verdade é uma ferramenta para sobrevivermos melhor. Não é um fim em si mesmo.

Vejamos algumas distorções da nossa forma de nos relacionar com o conhecimento:

  • Tudo muda o tempo todo – expressa na famosa frase de Sócrates (470 a.C.-399 a.C) “sei que nada sei”; 
  • Nada muda – que expressa uma forma dogmática de pensar o mundo, na qual nossas Certezas Mais Estruturais não mudarão nunca;
  • Tudo é relativo – eu penso de um jeito, o outro pode pensar do jeito dele, como se não houvesse uma realidade que precisa ser levada em conta.

É preciso equilibrar aquilo que podemos ter mais certeza daquilo que devemos ter menos certeza.

Por isso, é importante basear nossas certezas em Padrões Históricos Recorrentes do que em Percepções menos Refletidas.

Defendemos na Bimodais, a Ética da Construção da Verdade baseada na Certeza Provisória Razoável.

Certeza, pois é preciso decidir, provisória, pois é aquilo que nos baseamos para tomar aquela decisão naquele contexto. E razoável, pois amanhã pode-se ter algo mais razoável ainda.

Uma forma mais flexível no agir e pensar é relevante para as Três Camadas da Inovação, nas quais temos mais ingerência, a saber: Pessoal, Grupal ou Organizacional.

Porém, temos também a Inovação Civilizacional, que cria novos Ambientes de Sobrevivência, de forma mais espontânea, a partir da chegada de Novas Mídias.

A Inovação Civilizacional sempre apresenta aspectos novos e desconhecidos da maioria das pessoas, que questionam diversas certezas muito arraigadas na sociedade.

Vivemos hoje justamente um momento em que estamos assistindo diversas mudanças inesperadas, que questionam as antigas certezas, pois estamos vivendo um movimento da Inovação Civilizacional.

Temos hoje diante do Mundo Digital o desafio de rever Certezas Mais Estruturais sobre a sociedade.

Por que a tarefa da revisão das Certezas Mais Estruturais fica tão difícil diante do Mundo Digital?

  • Depositamos a tarefa da revisão das nossas Certezas Mais Estruturais às Autoridades Conceituadoras;
  • as Autoridades Conceituadoras de plantão muitas vezes são incapazes de proceder às revisões necessárias nos Certezas Mais Estruturais Mais Utilizadas;
  • As revisões necessárias das Certezas Mais Estruturais Mais Utilizadas que vêm de Conceituadores Fora do Sistema, que não gozam do status de autoridade.

Tal problema me lembra a seguinte frase:

“Uma nova verdade científica não triunfa convencendo seus opositores e fazendo-os ver a “luz”, mas por que seus oponentes finalmente morrem e uma nova geração cresce familiarizada com ela.”-  Max Planck.

Reflexões para os Bimodais:

Quando falamos em Certezas Mais Estruturais estamos falando de formas de agir e pensar que acabam sendo depositadas na Mente 1, a que é mais automatizada.

O problema de proceder revisões em Certezas Mais Estruturais é que determinadas áreas do cérebro são mais difíceis de serem visitadas e revisadas.

Podemos falar da “Melô da Mente 1”, que é a música “The Sound of Silence” de Simon e Garfunkel:

Olá escuridão, minha velha amiga
Vim conversar com você de novo
Porque uma visão um pouco arrepiante
Deixou sementes enquanto eu dormia
E a visão que foi plantada em meu cérebro
Ainda permanece dentro do som do silêncio
Em sonhos agitados eu caminhei só
Em ruas estreitas de paralelepípedos
Sob a luz das lâmpadas da rua
Levantei minha lapela para me proteger do frio e umidade
Quando meus olhos foram apunhalados
Pelo brilho de uma luz de néon
Que rachou a noite
E tocou o som do silêncio
E na luz nua eu vi
Dez mil pessoas, talvez mais
Pessoas conversando sem falar
Pessoas ouvindo sem escutar
Pessoas escrevendo canções
Que vozes jamais compartilharam
E ninguém ousava
Perturbar o som do silêncio
“Tolos” eu disse, “vocês não sabem
Silêncio é como um câncer que cresce
Ouçam as palavras que eu possa lhes ensinar
Tomem os braços que eu possa lhes estender”
Mas minhas palavras caíam como gotas silenciosas de chuva
E ecoavam no poço do silêncio
E as pessoas curvavam-se e rezavam
Ao Deus de néon que elas criaram
E a placa faiscou o seu aviso
Nas palavras que formava
E a placa dizia,
“As palavras dos profetas
Estão escritas nas paredes do metrô
E nos corredores das casas”
E sussurravam no som do silêncio

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTEÉM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÉM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA, QUE VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS..

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO PARÁGRAFOS, QUE VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM CAPÍTULO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

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#xxx – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Conhecimento é uma das etapas da Sabedoria, mas que ainda não incorpora os aspectos da felicidade.
  2. A Sabedoria é um conhecimento que incorpora nas suas decisões os critérios de felicidade de cada pessoa.
  3. O equilíbrio entre a impotência e a onipotência é possível, através da potência, no desenvolvimento da sabedoria.
  4. Para termos uma vida mais saudável, é preciso aprender a lidar com três fatores: a impotência, a onipotência e a potência.
  5. Se analisarmos mais a fundo as franquias na Inovação Organizacional encontraremos também a Metodologia da Organização das Atividades e a Metodologia da Organização do Tratamento do Problema.
  6. O AA é um bom exemplo de uma Curadoria Sonora, um modelo mais descentralizado de organização grupal, mas ainda com os limites pré-digitais.
  7. Logo se viu que eram os próprios alcoólicos, que deveriam gerenciar as atividades para que se pudesse ter um aumento exponencial dos grupos.
  8. O AA começou de forma mais centralizada com coordenadores de grupos não alcoólicos, mas isso gerava um problema do crescimento dos grupos.

Vamos ao Artigo:

“A dor é a pedra de toque de todo o crescimento.” – Bill Wilson.

Dividimos a Inovação Grupal em quatro camadas: Civilizacional, Organizacional, Grupal e Pessoal.

A experiência dos grupos de mútuo ajuda, como é o caso do AA (Alcóolicos Anônimos) se encaixam na Inovação Grupal.

A Inovação Grupal é aquela que envolve mais pessoas do que a Pessoal, mas é mais informal do que a Organizacional.

O AA é um exemplo de Curadoria Sonora.

Curadoria Sonora – modelo mais descentralizado de organização dentro do que era possível antes da chegada do Digital.

O AA começou de forma mais centralizada com coordenadores de grupos não alcóolicos, mas isso gerava um problema do crescimento dos grupos.

Logo se viu que eram os próprios alcóolicos, que deveriam gerenciar as atividades para que se pudesse ter um aumento exponencial dos grupos.

No decorrer do processo do AA, se viu a necessidade de dividir dois tipos de Metodologias:

  • A Metodologia da Organização das Atividades – aquela que define como os grupos ou organizações devem ser gerenciadas;
  • A Metodologia do Tratamento do Problema – aquela que define a melhor forma de lidar com determinado problema, que vale não só para as pessoas, mas para grupos ou organizações.

No caso do AA temos o seguinte uso das Metodologias Inovadoras:

  • As Doze Tradições – Metodologia da Organização das Atividades;
  • Os Doze Passos – Metodologia do Tratamento do Problema.

As Doze Tradições definem como os grupos devem se organizar. Sugerem o que se deve ou não se deve fazer na parte organizativa, o que permite que se crie grupos de forma independente, sem pedir autorização para um determinado centro.

Basta seguir as sugestões organizativas.

Os Doze Passos definem como as pessoas podem ter mais sucesso na batalha contra a bebida. Sugerem o que se deve ou não se deve fazer, o que permite que o tratamento se espalhe por cada vez mais pessoas. Basta seguir as sugestões do tratamento.

O AA é um bom exemplo de uma Curadoria Sonora, um modelo mais descentralizado de organização grupal, mas ainda com os limites pré-digitais.

Outro exemplo de Curadoria Sonora, já na Inovação Organizacional são as franquias, que permitem um aumento exponencial de determinado atendimento.

De alguma forma, veremos que:

Se analisarmos mais a fundo as franquias na Inovação Organizacional encontraremos também a Metodologia da Organização das Atividades e a Metodologia do Tratamento do Problema.

Na Metodologia do Tratamento do Problema do AA, há o que podemos chamar de Filosofia Estrutural do Tratamento do Problema, que é a Oração da Serenidade.

A Filosofia Estrutural do Tratamento do Problema – é a abordagem diferenciada que determinado grupo ou pessoa sugere para lidar com um problema específico.

Na Oração da Serenidade do AA se sugere serenidade para o que não se pode modificar, coragem para o que se pode e sabedoria para perceber a diferença.

Note que a Oração da Serenidade, uma sugestão que se inicia com Francisco de Assis (1182-1226) e aperfeiçoada pelo teólogo protestante Reinhold Niebuhr (1892–1971) é uma sugestão de se lidar com a vida e com a própria inovação.

Por isso, adaptamos a mesma e passamos a denominá-la na Ciência da Inovação Bimodal de o Mantra da Potência.

O que se sugere no Mantra da Potência é o seguinte:

Para termos uma vida mais saudável, é preciso aprender a lidar com três fatores: a impotência, a onipotência e a potência.

E para que:

O equilíbrio entre a impotência e a onipotência é possível, através da potência, no desenvolvimento da sabedoria.

Note que temos na escalada de uma vida mais saudável alguns elementos: dados, informação, conhecimento e sabedoria.

  • Dado – aquilo que percebemos sem grandes reflexões;
  • Informação – dados mais articulados e organizados;
  • Conhecimento – articulação entre diversas informações, que nos levam a decidir;
  • Sabedoria – agregar as nossas decisões, a partir dos dados, informações e conhecimentos disponíveis, o que atende melhor a nossa felicidade.

A Sabedoria é um conhecimento que incorpora nas suas decisões os critérios de felicidade de cada pessoa.

O Conhecimento é uma das etapas da Sabedoria, mas que ainda não incorpora os aspectos da felicidade.

Reflexões para os Bimodais:

Temos como novidade a ideia da Curadoria Sonora e a Digital.

Não podemos dizer que a Curadoria começou com o Digital.

Curadoria é um tipo de proposta de Comando e Controle mais descentralizada, que tivemos no passado, mas que sofria os limites das mídias sonoras.

A Curadoria Digital tem uma capacidade enorme de escalar a sua proposta de solução dos problemas.

Propostas de Comando e Controle mais abertas e descentralizadas com menor ingerência do centro são utilizadas para romper a barreira da quantidade de pessoas atendidas.

Quanto mais se procura o aumento de escala, via  descentralização, mais e mais as Metodologias de Organização e de Tratamento do Problema precisam ser explicitadas.

O exemplo do AA é bem emblemático dessa descentralização, pois os grupos sabem como se organizar e ajudar as pessoas e por causa disso são tão escaláveis.

No fundo, podemos dizer que a Gestão é uma espécie de Curadoria mais Centralizada, na qual as formas de organização e de tratamento ficam mais dependentes de um centro.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS, QUE JÁ CONSTAM NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTEÉM CONCEITOS NOVOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: SÃO PARÁGRAFOS, QUE CONTÉM CONCEITOS ANTIGOS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA E VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA, QUE VÃO SER INCORPORADOS NO GLOSSÁRIO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS..

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO PARÁGRAFOS, QUE VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM CAPÍTULO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS E VÃO SER INCORPORADOS EM ALGUM TÓPICO DO LIVRO “CIÊNCIA DA INOVAÇÃO”, QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO E JÁ DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS. 

O áudio do artigo

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#Crises Civilizacionais – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Assistimos na atual Revolução Civilizacional 2.0 o conflito Uber versus Táxi, que expressa bem a atual Crise Civilizacional Conjuntural.
  2. Vivemos hoje uma Crise Civilizacional Estrutural, que se estende há mais de século.
  3. O Fator Causante da atual Crise Civilizacional Estrutural é o exponencial aumento populacional, que tivemos nos últimos 220 anos.
  4. Quanto mais gente temos no planeta, mais e mais temos a demanda de criar novas formas mais sofisticadas de sobrevivência.
  5. A grande novidade da Ciência Social Bimodal (que sugere operar com a Ciência Social 2.0) é incorporar de forma diferenciada a relação entre demografia, mídias e novas formas de sobrevivência.
  6. De uma hora para outra, as Elites Intermediadoras passam a perder a sua liderança na sociedade e não têm a mínima ideia de qual é o motivo.
  7. Toda a estrutura da sociedade, tanto na área social, política e econômica são reflexos das mídias de plantão.
  8. Temos, como em todas as épocas civilizacionais, uma Elite Intermediadora, que, num Momento Civilizacional Bimodal, não compreende a nova dinâmica e começa a perder espaço para uma nova.

Vamos ao Artigo:

“Nenhum organismo biológico ou instituição humana, que sofra uma mudança de tamanho e uma consequente mudança na escala de proporções, não passa por isso sem modificar sua forma ou conformação.” – Galileu.

Vivemos hoje uma Crise Civilizacional Estrutural, que se estende há mais de século.

O Fator Causante da atual Crise Civilizacional Estrutural é o exponencial aumento populacional, que tivemos nos últimos 220 anos.

Vivemos o que podemos chamar de Entropia Civilizacional.

Entropia é sinônimo de desordem.

Entropia Civilizacional significa o momento da sociedade humana quando o Modelo de Sobrevivência não é mais compatível com o Patamar Demográfico e precisa de ajustes.

Fato é que:

Quanto mais gente temos no planeta, mais e mais temos a demanda de criar novas formas mais sofisticadas de sobrevivência.

Vivemos, entretanto, além da Crise Civilizacional Estrutural presenciamos neste novo século uma Crise Conjuntural Civilizacional.

Vejamos os dois tipos de Crises Civilizacionais:

  • Crise Civilizacional Estrutural – aquela que é provocada pelo aumento populacional, que demanda novas mídias, que nos permitem criar formas mais sofisticadas de sobrevivência;
  • Crise Civilizacional Conjuntural – aquela que é provocada pela chegada de novas formas mais sofisticadas de sobrevivência e o conflito que se estabelece com as antigas, quando há duas formas distintas de sobrevivência, que definimos como Momento Civilizacional Bimodal.

As Crises Civilizacionais não são visíveis na Ciência Social 1.0.

A grande novidade da Ciência Social Bimodal (que sugere operar com a Ciência Social 2.0) é incorporar de forma diferenciada a relação entre demografia, mídias e novas formas de sobrevivência.

Na Ciência Social 2.0 fica claro que as mídias são um pilar estrutural na forma como sobrevivemos.

As Mídias são responsáveis pela forma como nos informamos, conhecemos, interagimos, consumimos, cooperamos e, por isso, quando mudam, estimulam modificações em toda a sociedade.

Toda a estrutura da sociedade, tanto na área social, política e econômica são reflexos das mídias de plantão.

Como as mídias demoram no tempo para serem alteradas, criam uma Fantasia Civilizacional de que a sociedade é do jeito que é por outros motivos.

Fantasia Civilizacional – falsa impressão de que a sociedade é do jeito que é não por causa das mídias existentes – de que a sociedade é do jeito que é por outros motivos.

O que ocorre a partir disso?

Temos, como em todas as épocas civilizacionais, uma Elite Intermediadora, que, num Momento Civilizacional Bimodal,  não compreende a nova dinâmica e começa a perder espaço para uma nova.

Elite Intermediadora – pessoas e organizações em todas as áreas da sociedade, que lideram o Ambiente de Sobrevivência.

Há nas Revoluções Civilizacionais o surgimento de uma nova Elite Intermediadora, que passa a propor novas formas de sobrevivência na sociedade.

As novas Elites Intermediadoras vão criando novas Zonas de Atração e se estabelece o conflito entre a velha e a nova forma de sobrevivência.

Assistimos na atual Revolução Civilizacional 2.0 o conflito Uber versus Táxi, que expressa bem a atual Crise Civilizacional Conjuntural.

A Elite Intermediadora 1.0 baseia a sua liderança na Gestão, que tem na sua estrutura as Mídias Sonoras e a Elite Intermediadora 2.0 na Curadoria, que operam com as Mídias Algorítmicas.

O principal problema das Crises Civilizacionais Conjunturais é que nunca tivemos consciência dela.

As Elites Intermediadoras, até o presente momento, não têm a mínima consciência de que toda a sua liderança se baseia nas mídias de plantão.

De uma hora para outra, as Elites Intermediadoras passam a perder a sua liderança na sociedade e não têm a mínima ideia de qual é o motivo.

Há o surgimento de uma nova Elite Intermediadora, que passa a se utilizar das novas Tecnopossibilidades Midiáticas, criando mais e mais Zonas de Atração.

As antigas Elites Intermediadoras, de uma hora para outra, vão percebendo que estão gerenciando Zonas de Abandono.

E neste momentos logo após Revoluções Midiáticas temos o conflito entre a velha e a nova Elite Intermediadora, o que caracteriza a Crise Civilizacional Conjuntural.

Foi o que se viu, por exemplo, na Reforma Protestante, um dos primeiros sintomas da Crise Civilizacional Conjuntural provocada pelo surgimento da prensa na Revolução Midiática da Escrita Impressa.

As Crises Civilizacionais Conjunturais tendem a se estender por várias décadas.

Porém, a tendência futura depois das Crises Civilizacionais Conjunturais é mais e mais a criação de Zonas de Atração baseadas no novo Modelo de Sobrevivência, pois são mais sofisticadas do que as do passado.

O que vamos assistir na atual Crise Civilizacional Conjuntural é mais e mais o uso das Zonas de Atração baseadas na Curadoria, pois é uma forma de liderança muito mais ágil e barata do que na Gestão.

Considerações finais:

Sempre haverá na sociedade uma forma de liderança.

Liderar é saber se utilizar das Tecnopossibilidades mais sofisticadas para criar melhores Zonas de Atração.

É uma fantasia acreditar que viveremos em uma sociedade humana sem que haja algum tipo de intermediação, que será exercida por alguma Elite Intermediadora.

O que ocorre na fase mais aguda e final das Crises Estruturais Civilizacionais é que a Elite Intermediadora consegue uma centralização midiática e passa a praticar um aumento da Taxa de Egoísmo Tóxico.

É justamente a alta Taxa de Egoísmo Tóxico, que torna a Elite Intermediadora mais avessa às mudanças, aguçando ainda mais a Crise Civilizacional Conjuntural.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO. PASSA A FAZER PARTE DO GLOSSÁRIO BIMODAL PROGRESSIVO, QUE OS ALUNOS DA ESCOLA TÊM ACESSO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

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#Filtragem da informação – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A partir da Revolução Midiática, passamos a ter um período de adaptação entre o antigo Macro Ambiente de Sobrevivência e o novo. É o que denominamos de Momento Civilizacional Bimodal.
  2. Uma Linguagem Midiática não é um estilo de Linguagem, como a poética, televisiva, teatral, mas uma nova forma de codificação e decodificação da troca de informação do Sapiens.
  3. Nosso grande problema hoje é a criação dos Filtros 2.0.
  4. Uma Revolução Midiática abre espaço para que tenhamos novos Intermediadores mais sofisticados, que possam resolver as novas demandas mais complexas do Sapiens.
  5. Novas Mídias Mais Completas (que introduzem as três camadas) permitem que mais pessoas possam gerar conteúdo na sociedade.
  6. Novas Mídias Mais Completas (que introduzem as três camadas) permitem que mais pessoas possam gerar conteúdo na sociedade.
  7. A única forma massiva de aumentar a cooperação e participação é com a chegada de novas mídias, que tragam mudanças nas Três Camadas Midiáticas.
  8. Uma nova mídia, que provoca nova Era Civilizacional, introduz na sociedade três novas Camadas Midiáticas: canal, linguagem e armazenamento.

Vamos ao Artigo:

“Não temos um problema de excesso de informação, mas de filtros.” – Shirky.

Uma Revolução de Mídia se caracteriza pela chegada de novas tecnologias de informação, comunicação e de interação que têm três Camadas Midiáticas:

  • o Canal Midiático – por onde circula as informações, tal como a boca, o papel e o computador;
  • a Linguagem Midiática – os códigos utilizados para codificar e decodificar as informações;
  • o Armazenamento Midiático – onde são armazenadas as informações.

Uma nova mídia, assim, que provoca nova Era Civilizacional, introduz na sociedade três novas Camadas Midiáticas: canal, linguagem e armazenamento.

Note que a chegada da Mídia Eletrônica (Rádio e Televisão), por exemplo, introduziu um novo Canal, um novo tipo armazenamento, mas não uma nova Linguagem. Por isso, não foi uma Revolução, mas uma Evolução Midiática.

Aqui é preciso deixar claro que:

Uma Linguagem Midiática não é um estilo de Linguagem, como a poética, televisiva, teatral, mas uma nova forma de codificação e decodificação da troca de informação do Sapiens.

O melhor sinônimo para Linguagem Midiática é o de Códigos Humanos, que nos permitem Interagir e Cooperar.

Temos assim, dois tipos de Linguagem Midiática:

  • Linguagem Midiática Interativa – para troca de informação no geral, que não visa a solução direta da sobrevivência, tal como bate papo no bar;
  • Linguagem Midiática Cooperativa – para troca de informação no geral, que visa diretamente a sobrevivência, tal como os preços e as estrelinhas do Uber.

A Nova Mídia, que introduz novidades nas Três Camadas Midiáticas inaugura uma nova Era Civilizacional.

As Mídias são as Tecnologias Mais Centrais do Sapiens, pois são elas a base para a Interação e Cooperação Humana.

Novas Mídias Mais Completas abrem as portas para um novo ciclo de Inovação Civilizacional, com repercussões nas Camadas Inovadoras Organizacional, Grupal e Pessoal.

Por que?

O Sapiens aumenta sempre a população – o que gera mais complexidade – e a única forma mais sustentável de lidar com ela no tempo é aumentando a Taxa de Cooperação e da Participação e a Decisão das pessoas nos Processos de Sobrevivência.

A única forma massiva de aumentar a Taxa de Cooperação e Participação das pessoas é a criação e massificação de novas novas mídias, que tragam mudanças nas Três Camadas Midiáticas.

Novas Mídias Mais Completas (que introduzem as três camadas) permitem que mais pessoas possam gerar conteúdo na sociedade.

Dessa forma, a partir da chegada de uma Mídia Mais Completa há um aumento exponencial da informação, pois muito mais gente passa a ter possibilidade de introduzir conteúdos na sociedade.

Uma Revolução Midiática permite que os Canais Midiáticos se horizontalizem e que mais pessoas possam introduzir conteúdo para mais gente.

Uma Revolução Midiática é um Fenômeno Recorrente do Sapiens, que visa basicamente Reintermediar os antigos Intermediadores, que com o aumento populacional e o tempo de uso da mídia antiga se tornaram obsoletos.

Uma Revolução Midiática abre espaço para que tenhamos novos Intermediadores mais sofisticados, que – ao se utilizar das novas Tecnopossibilidades Midiáticas – possam resolver as novas demandas mais complexas do Sapiens.

Uma Revolução Midiática abre espaço para que se inicie a construção de uma nova Era Civilizacional.

Uma Revolução Midiática promove a Reintermediação com o aumento exponencial dos seguintes itens:

  • da produção de conteúdo;
  • na operação dos processos;
  • nas decisões de sobrevivência;
  • na cooperação entre conhecidos e desconhecidos.

No quesito aumento de produção de conteúdo, passamos a ter a necessidade de promover um novo Macromodelo de Filtragem de Conteúdo.

É o que nos sugere o influenciador digital americano, Clay Shirky com a frase:

“Não temos um problema de excesso de informação, mas de filtros.”

Vamos decupá-la.

Temos o excesso de informação, sim é inegável, mas Shirky diz que este NÃO é o problema principal.

Nosso grande problema hoje é a criação dos Filtros 2.0.

Tivemos no passado, até a chegada do Digital, uma Crise Civilizacional, pois tivemos aumento populacional e continuamos a praticam o mesmo Macro Modelo de Sobrevivência.

O Motor da História Bimodal nos mostra que vivemos um progressivo e recorrente Espiral da Sobrevivência.

No Espiral da Sobrevivência temos:

  • Revoluções Midiáticas;
  • Aumento Populacional Progressivo;
  • Esgarçamento dos Macros Modelos de Sobrevivência;
  • Novas Revoluções Midiáticas e o retorno ao mesmo ciclo.

Uma das características do Esgarçamento dos Macros Modelos de Sobrevivência é a concentração da produção de conteúdo. Foi o que ocorreu no final da Idade Média e é o que ocorreu no século passado com as Mídias Eletrônicas.

Temos, assim, diversos sintomas nas Crises Civilizacionais, todos na direção da concentração:

  • da produção de conteúdo;
  • da produção de bens e serviços;
  • que geram o aumento de massificação humana e a redução da personalização;
  • tudo isso dificultando a nossa capacidade de solucionar de forma mais ágil e barata as novas demandas cada vez mais complexas.

Um dos aspectos, assim, de uma Crise Civilizacional provocada pela falta de uma nova mídia é a Concentração da Produção de Conteúdo, que impede que façamos Inovações Civilizacionais necessárias para lidar com o novo Patamar Demográfico.

A partir da Revolução Midiática, passamos a ter um período de adaptação entre o antigo Macro Ambiente de Sobrevivência e o novo. É o que denominamos de Momento Civilizacional Bimodal.

Um dos problemas a serem superados nos Momentos Civilizacionais Bimodais é a demanda pela adaptação de um Macro Modelo de Filtragem de Conteúdo para outro.

Precisamos hoje, diante da Crise Civilizacional da Filtragem de Conteúdo  passar da Filtragem de Conteúdo Gestora (ou 1.0) para a Filtragem de Conteúdo Curadora (ou 2.0).

  • Na Filtragem Gestora, temos um Intermediador de Conteúdo Mais Verticalizado, que determina de forma muito mais ativa quem vai incluir conteúdo e quem vai consumi-lo;
  • Na Filtragem Curadora, temos um Intermediador de Conteúdo Mais Horizontalizado, que determina de forma muito menos ativa quem vai incluir conteúdo e quem vai consumi-lo.

Há dois movimentos necessários para minimizar a atual Crise Civilizacional da Filtragem de Conteúdo:

  • A Filtragem Exógena de Conteúdo – através de um conjunto de novas metodologias e tecnologias de filtragem, que nos ajude a separar o conteúdo mais útil do mais inútil;
  • Filtragem Endógena de Conteúdo – através de um conjunto de novas formas de pensar e agir de cada pessoa para que possa filtrar com mais qualidade.

O problema de filtro que temos é a passagem da Filtragem Gestora para a Curadora, muito mais ágil, aberta e horizontalizada.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO. PASSA A FAZER PARTE DO GLOSSÁRIO BIMODAL PROGRESSIVO, QUE OS ALUNOS DA ESCOLA TÊM ACESSO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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#Inovação Pessoal – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Um dos problemas mais relevantes quando se trata da Inovação é justamente a capacidade que temos de lidar com a potência, a impotência e a onipotência.
  2. Aquele Mantra do Senso Comum de que a “melhor forma de se prever o futuro é criá-lo” é totalmente enganoso.
  3. Quanto mais abrangente é a Camada Inovadora, mais e mais temos que cooperar com mais gente e nos adaptar a este contexto.
  4. Uma pessoa pode realizar diversas inovações na sua vida. Porém, quanto mais gente estiver envolvida no processo, mais complexa será a inovação.
  5. Não temos um problema, assim, com os Conceitos de Autoajuda, portanto, mas da qualidade dos mesmos, que podem ajudar ou atrapalhar a Inovação Pessoal.
  6. Se refletirmos sobre o conceito de “autoajuda”, não podemos dizer que existe mudança pessoal que não seja feita pela própria pessoa se autoajudando.
  7. Hoje, um dos principais problemas da Inovação Pessoal é a confusão que se estabelece entre ela e a chamada conversa ou literatura de “autoajuda”.
  8. A Inovação Pessoal é aquela que as pessoas dependem mais delas mesmas do que do contexto para ser feita.

Vamos ao Artigo:

“Serenidade para o que eu não posso modificar, coragem para o que posso e sabedoria para perceber a diferença.” – Reinhold Niebuhr.

Dividimos a Ciência da Inovação Bimodal em quatro Camadas:

  • Civilizacional – a menos dirigida de todas, que ocorre na Macro-História;
  • Organizacional – que é promovida por organizações formais;
  • Grupal – promovida por grupos informais;
  • Pessoal – feita por cada pessoa.

A Inovação Pessoal é aquela que as pessoas dependem mais delas mesmas do que do contexto para ser feita.

Já a Inovação Civilizacional é feita de forma mais espontânea, gerando um contexto geral, que todos acabam por ter que se alinhar a ele.

Hoje, um dos principais problemas da Inovação Pessoal é a confusão que se estabelece entre ela e a chamada conversa ou literatura de “autoajuda”.

Se refletirmos sobre o conceito de “autoajuda”, não podemos dizer que existe mudança pessoal que não seja feita pela própria pessoa se autoajudando.

O que temos, na verdade, no que chamamos de “literatura de autoajuda” é o trabalho de Conceituadores de Inovação Pessoal, que procuram refletir e sugerir sobre as nossas formas de pensar e agir neste campo.

Não temos um problema, assim, com os Conceitos de Autoajuda, portanto, mas da qualidade dos mesmos, que podem ajudar ou atrapalhar a Inovação Pessoal.

Todas as camadas da inovação começam, de alguma forma, pela Inovação Pessoal, que é a base para as Inovações Grupais e Organizacionais.

A Inovação Civilizacional depende menos da Inovação Pessoal, pois é feita por movimentos mais espontâneos dos quais cada pessoa tem menos ingerência.

Dito isto, temos ainda um segundo problema no campo da Inovação Pessoal.

Temos na sociedade Camadas Inovadoras, que precisam criar sinergia entre elas e este é o desafio conceitual da Ciência da Inovação, de maneira geral.

Todas as pessoas operam dentro de Camadas Inovadoras, que se relacionam entre si.

Uma pessoa pode realizar diversas inovações na sua vida. Porém, quanto mais gente estiver envolvida no processo, mais complexa será a inovação.

Quanto mais abrangente é a Camada Inovadora, mais e mais temos que cooperar com mais gente e nos adaptar a este contexto.

Por isso, que:

Aquele Mantra do Senso Comum de que a “melhor forma de se prever o futuro é criá-lo” é totalmente enganoso.

Um dos problemas mais relevantes quando se trata da Inovação é justamente a capacidade que temos de lidar com a potência, a impotência e a onipotência.

Para podermos praticar uma Potência Saudável, é preciso separar o que é uma Zona de Preocupação de uma Zona de Atuação.

Em função da tentativa de optar pela Potência Saudável, a Ciência da Inovação Bimodal sugere como Metodologia Inovadora na Camada da Inovação Pessoal o Mantra da Potência.

O Mantra da Potência é baseado na Oração da Serenidade dos grupos de Mútuo Ajuda, que são uma boa referência para a Inovação Grupal.

Sugere o Mantra da Potência, que se deve ter:

“Serenidade para o que eu não posso modificar, coragem para o que posso e sabedoria para perceber a diferença.”

Note que podemos aplicar a Sabedoria da Potência separando as diferentes Camadas da Inovação.

O que se percebe na Sabedoria da Potência é que determinadas inovações precisa do envolvimento de mais gente, subindo nas Camadas da Inovação.

Uma pessoa pode proceder vários tipos de inovação, mas conforme a mudança ganha escalas de complexidade, precisará de mais gente envolvida.

Mais gente envolvida implica em subir a Camada Inovadora para a atuação em grupos ou em organizações. Tendo como limite a Camada da Inovação Civilizacional, que nos leva a um movimento mais de adaptação do que de alteração.

É isso, que dizes?

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#Inovação Civilizacional – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Futurismo não foi inventado agora, sempre existiu, mas no passado tinha outros nomes.
  2. Não é possível projetar o futuro no médio e longo prazo se não tivermos embasados em novos Padrões Históricos.
  3. Dentro do campo da Inovação Civilizacional é preciso fazer um alinhamento entre o estudo do passado com as projeções futuras.
  4. Sem a revisão dos Padrões Históricos, é impossível compreender as Extraordinariedades Civilizacionais.
  5. Ninguém consegue, por exemplo, evitar que as pessoas usem celulares e tudo que ele modifica na vida da sociedade. É uma adaptação obrigatória que precisa ser feita a este novo momento.
  6. O mesmo ocorre com o aumento populacional, que gera uma maior complexidade das demandas, o que impacta diretamente no aumento da complexidade das ofertas.
  7. Quando desejamos projetar as Macrotendências Futuras, no médio e longo prazo, OBRIGATORIAMENTE precisamos analisar as Inovações Civilizacionais.
  8. Os Futuristas de Plantão estão usando as ferramentas erradas para projetar as Macrotendências do amanhã.

Vamos ao Artigo:

“Não podemos usar velhos mapas para descobrir novas terras.” – Gil Giardelli.

Inovação é uma Atividade Estrutural e Obrigatória do Sapiens para poder sobreviver ao longo do tempo.

Dentro da Ciência da Inovação Bimodal, conseguimos classificar Quatro Camadas da Inovação: Pessoal, Grupal, Organizacional e Civilizacional.

Cada uma destas Camadas da Inovação têm suas características particulares, que precisam ser analisadas, através de Camadas Conceituais.

São elas: Filosófica, Teórica, Metodológica, Operacional e Revisional.

A Camada Conceitual Filosófica analisa aquilo que cada Camada de inovação é e não é. A Teórica a relação das diferentes forças vivas. A Metodológica reúne as sugestões para lidar com elas. A Operacional é a relação direta dentro da camada e a revisional, uma análise de todo o processo para promover ajustes.

No presente artigo, vamos abordar a Inovação Civilizacional.

A Inovação Civilizacional é um tipo de Inovação, que ocorre dentro da Macro-História, através de movimentos de ordem espontânea, com baixa Taxa de Dirigismo.

É uma atividade obrigatória de uma Tecnoespécie e tem como principal demanda o alinhamento entre o Patamar de Complexidade Demográfica e os Macro Modelos de Sobrevivência, que conseguimos criar

Existem dois tipos de Fenômenos Civilizacionais, que demandam Alinhamentos Inovadores:

  • Fenômenos Demandantes de Inovação Exógenos (do planeta para a espécie humana) determinam um tipo de demanda pela Inovação nas suas diferentes camadas. Exemplo: mudanças no clima ou Pandemias.
  • Fenômenos Demandantes de Inovação Endógenos (da espécie humana para o planeta) determinam um tipo de demanda pela Inovação nas suas diferentes camadas. Exemplo: aumento populacional, novas mídias, novas tecnologias, guerras.

Na Ciência da Inovação Bimodal, optamos por criar dois Ambientes de Diálogos Conceituais para poder compreender o fenômeno da Inovação Civilizacional, são eles:

  • Antropologia da Sobrevivência – estudo dos Padrões Históricos dos principais movimentos do Sapiens na direção da sobrevivência;
  • Futurismo – a partir do estudo dos Padrões Históricos, projeções de Macrotendências Futuras no curto, médio e longo prazo e seus diferentes impactos nas diferentes Camadas da Inovação.

Não é possível projetar o futuro no médio e longo prazo se não tivermos embasados em Padrões Históricos.

Toda Ciência, seja ela Social, ou não, se baseia no estudo de padrões.

O Futurismo não foi inventado agora, sempre existiu, mas no passado tinha outros nomes.

Quando vivemos momentos de Normalidade Civilizacional, se pratica um Futurismo Conjuntural (mais de curto prazo) e na Extraordinariedade Civilizacional, um Futurismo Estrutural (mais de médio e longo Prazo.)

Em momentos de Extraordinariedade Civilizacional, como estamos vivendo agora com a chegada do digital depois de um exponencial aumento populacional, é preciso operar com o Futurismo Estrutural.

Em momentos de Extraordinariedade Civilizacional temos a demanda revisões conceituais sobre a história humana, pois se há fatos novos não previstos, existem forças que foram mal avaliadas.

Sem a revisão dos Padrões Históricos, é impossível compreender as Extraordinariedades Civilizacionais.

Portanto, dentro do campo da Inovação Civilizacional é preciso fazer um alinhamento entre o estudo do passado com as projeções futuras.

As Inovações Civilizacionais ocorrem de forma mais espontâneas e obrigam que haja um alinhamento das outras Camadas Inovadoras a ela.

Ninguém consegue, por exemplo, evitar que as pessoas usem celulares e tudo que ele modifica na vida da sociedade. É uma adaptação obrigatória que precisa ser feita a este novo momento.

O mesmo ocorre com o aumento populacional, que gera uma maior complexidade das demandas, o que impacta diretamente no aumento da complexidade das ofertas.

Quando desejamos projetar as Macrotendências Futuras, no médio e longo prazo, OBRIGATORIAMENTE precisamos analisar as Inovações Civilizacionais.

Listo abaixo os erros que os Futuristas de plantão têm cometido ao analisar a nova Era Civilizacional 2.0:

  • não compreensão da Disrupção Civilizacional que estamos vivendo, que nos obriga a rever os Padrões Históricos;
  • a partir de novos Padrões Históricos, observar o que é parecido com o passado e o que há de novo;
  • para, só então, apontar as possíveis Macrotendências de curto, médio e longo prazo.

Os Futuristas de Plantão estão usando as ferramentas erradas para projetar as Macrotendências do amanhã.

Os Futuristas de Plantão têm operado mais com percepções e não com a revisão dos Padrões Históricos, o que nos leva a ter, no máximo, relativo sucesso no futuro de curto prazo.

É o que Gil Giardelli bem diagnosticou:

“Não podemos usar velhos mapas para descobrir novas terras.”

Como traduzir esta frase do Gil (“Não podemos usar velhos mapas para descobrir novas terras.”)  para as regras científicas?

  • “Novas Terras” significam momentos em que nossos conceitos  precisam ser revisados;
  • a revisão dos conceitos implica no uso do Método Dedutivo, quando assumimos que os Paradigmas Conceituais que usamos precisam de uma revisão e é isso que significa “Novos Mapas”.
  • quando não estamos indo para “Novas Terras”, mas para “Terras Conhecidas” os Paradigmas Conceituais os “Mapas Conhecidos” continuam válidos;
  • Assim, não vamos trazer mais dados quando vamos para “Novas Terras”, mas, antes de tudo, revisar os “Velhos Mapas” (Paradigmas Conceituais) para, só então, reanalisar os dados.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

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GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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#Educação 2.0 – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Os educadores estão imersos na Ciência Social 1.0, que ficou obsoleta.
  2. Pensar o futuro da Educação, passa, necessariamente, pelo Diagnóstico Futurista que cada educador está utilizando.
  3. O Diagnóstico Futurista Bimodal aponta para a demanda de uma Educação Curadora.
  4. A Curadoria é um Ambiente de Sobrevivência, que exige uma autonomia muito maior de cada Sapiens.
  5. O aumento da Taxa de Autonomia de cada pessoa passou a ser o grande desafio da Educação 2.0.
  6. A Educação Curadora tem como grande norte superar esta barreira de Ambientes Educacionais massivos com qualidade.
  7. Na Curadoria Digital, temos a necessidade de aumentar a Taxa de Autonomia do Sapiens e é esta, basicamente, a demanda da Educação 2.0: um Sapiens mais autônomo.
  8. Estamos diante de uma mudança filosófica na educação, pois o futuro pede a formatação de um Sapiens muito mais autônomo do que hoje.

Vamos ao Artigo:

“A principal inovação na educação neste novo século é superar o desafio da qualidade na quantidade e na quantidade com qualidade.” – Ronaldo Mota.

Quais são os passos para entender o futuro da educação na nova Civilização 2.0?

  1. Compreender que o Sapiens precisa de uma Formatação Básica Obrigatória para viver em sociedade;
  2. Que a Formatação Básica Obrigatória é direta e indiretamente estruturada pelas mídias de plantão;
  3. Que a Formatação Básica Obrigatória prepara o Sapiens para viver em um determinado tipo de Ambiente de Sobrevivência;
  4. Que os Ambientes de Sobrevivência se modificam no tempo, conforme as mídias de plantão e obrigam um alinhamento nos Ambientes Educacionais;
  5. e que os novos Ambientes Educacionais precisam estar alinhados com os novos Ambientes de Sobrevivência Curador.

O que é o novo Ambiente de Sobrevivência Curador?

Estamos criando com a Curadoria Digital organizações mais ágeis com maior participação das pessoas, através do uso intenso de Algoritmos.

Na Curadoria Digital, temos a necessidade de aumentar a Taxa de Autonomia do Sapiens e é esta, basicamente, a demanda da Educação 2.0: um Sapiens mais autônomo.

Hoje, na Formatação Básica Obrigatória 1.0, o Ambiente Educacional visa a formação de um Sapiens que opere em Ambientes de Sobrevivência mais Verticalizados.

A Gestão, o atual Ambiente de Sobrevivência Pré-Digital, precisa de Sapiens que obedeçam os atuais Gestores.

Na Curadoria, o Sapiens vai precisar operar e decidir muito mais do que hoje e isso exige que seja preparado para este desafio.

Assim, estamos diante de uma mudança filosófica na educação, pois o futuro pede a formatação de um Sapiens muito mais autônomo do que hoje.

Há diversos Conceituadores Educacionais, que sugerem mudanças educacionais, mas é preciso, antes de tudo, ter um Diagnóstico Futurista adequado.

E este é o principal problema  para promover o ajuste nos Ambientes Educacionais: os educadores estão imersos na Ciência Social 1.0, que ficou obsoleta.

A Ciência Social 1.0 não consegue enxergar, de forma adequada, as alterações provocadas na sociedade pela demografia, mídias e os diferentes Ambientes de Sobrevivência.

Para se poder pensar de forma adequada na Educação 2.0 é preciso rever, antes de tudo, a Ciência Social 1.0.

A Ciência Social 2.0, aquela que promove os ajustes necessários na 1.0 e, por causa deles, consegue perceber a chegada da Curadoria, um novo Modelo de Sobrevivência do Sapiens.

A Educação 2.0, basicamente, visa preparar o Sapiens para viver dentro do Ambiente da Sobrevivência da Curadoria.

Portanto, discutir o futuro da Educação, passa, necessariamente, pelo Diagnóstico Futurista que cada educador está utilizando.

O Diagnóstico Futurista Bimodal aponta como a grande e disruptiva novidade a chegada da Curadoria.

A Curadoria Digital é um Ambiente de Sobrevivência, que exige uma autonomia muito maior de cada Sapiens.

É o aumento da Taxa de Autonomia de cada pessoa, que vai ser o grande desafio da Educação 2.0.

O Sapiens 2.0 precisa aumentar a lidar melhor com:

  • a Felicidade Endógena (aquela que vem de dentro para fora);
  • a Filtragem da Informação para separar o que é Mais Verdade e Mais Mentira;
  • a trabalhar para sobreviver, de forma mais autônoma, tendo o cliente como referência e não um Gestor;
  • a ter uma vida menos apegada ao tempo e lugar, a partir do aumento exponencial do trabalho a distância;
  • aprender a lidar mais com problemas cada vez mais mutantes.

Se imaginarmos um Ambiente Educacional 2.0 teremos:

  • menos conteúdo e mais ensinamentos de como lidar com a Filtragem da Informação;
  • menos alguém ensinando e mais o estímulo do Aprendizado Mais Participativo;
  • um aprendizado baseado mais em problemas do que em informações;
  • um estímulo maior à educação voltada para a inovação, autonomia, criatividade e empreendedorismo.

Voltamos a frase de Ronaldo Mota:

“A principal inovação na educação neste novo século é superar o desafio da qualidade na quantidade e na quantidade com qualidade.” – 

Aumentamos a população mundial em oito vezes nos últimos 220 anos e, por causa disso, os Ambientes Educacionais ficaram obsoletos.

Hoje, uma escola para ter qualidade precisa ter uma quantidade pequena de alunos, o que faz com que nem todo mundo tenha uma educação de qualidade.

A Educação Curadora tem como grande norte superar esta barreira de Ambientes Educacionais massivos e com qualidade.

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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#Revolução Midiática Civilizacional – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Revoluções Midiáticas vêm para permitir a criação de Topologias de Comando e Controle mais compatíveis com o novo Patamar Demográfico.
  2. Revoluções Midiáticas vêm para permitir a criação de Topologias de Comando e Controle mais ágeis do que as anteriores.
  3. O Modelo de Comando e Controle do Netflix é o mesmo da TV Globo, pois há um gestor que autoriza a entrada de conteúdo na grade de programação.
  4. Quando se fala em Transformação Digital de maneira geral está se propondo um aperfeiçoamento da Gestão e não a implantação da Curadoria.
  5. A TV Globo e o Netflix praticam a Gestão – o Modelo de Comando e Controle Sonoro, o Youtube opera com a Curadoria – o Modelo de Comando e Controle Digital.
  6. Uma Revolução Midiática permite que possamos criar Modelos de Sobrevivência Mais Horizontalizados, o que viabiliza lidar melhor com a Complexidade Progressiva.
  7. Vivemos hoje, com a chegada dos equipamentos digitais, a Terceira Revolução Midiática da Macro-História do Sapiens.
  8. O Sapiens não faz Revoluções de Mídia para usar novos equipamentos mais interessantes, mas para que possa, a partir deles, viver melhor.

Vamos ao Artigo:

“Quanto mais complexo o todo, mais dependemos da divisão de conhecimentos entre os indivíduos.” – Hayek.

Vivemos hoje, com a chegada da Internet, a Terceira Revolução Midiática da Macro-História do Sapiens.

São elas:

  • a gestual;
  • a sonora (oral e escrita);
  • e agora a digital.

Podemos dizer que a atual Revolução Midiática é a mais disruptiva de todas, pois estamos mudando a Filosofia da Sobrevivência do Sapiens.

Precisamos para entender a nova Era Civilizacional Digital, da Animalogia, a comparação com outras espécies.

Nas Eras Civilizacionais Gestual e Sonora, nos inspiramos nos Modelo de Sobrevivência dos Mamíferos e agora na Era Civilizacional Digital passamos ao Modelo de Sobrevivência das Formigas.

Uma Revolução Midiática marca o início de novas Eras Civilizacionais.

Por quê?

Uma Revolução Midiática permite que possamos criar Modelos de Sobrevivência Mais Horizontalizados, o que viabiliza lidar melhor com a Complexidade Progressiva.

Se analisarmos a história, podemos definir algumas fases de uma Revolução Midiática:

  • a Fase Tecnológica – quando a nova mídia aparece e se massifica;
  • a Fase da Revisão Incremental dos antigos Modelos de Sobrevivência – a partir das novas possibilidades da nova mídia;
  • a Fase da Revisão Radical ou Disruptiva dos antigos Modelos de Sobrevivência – a partir das novas possibilidades da nova mídia.

Vejamos estes padrões na atual Revolução Midiática Digital.

Quando passamos, por exemplo, da TV Globo para o Netflix temos a Fase da Revisão Incremental dos antigos Modelos de Sobrevivência, pois temos a Gestão se utilizando de novos recursos tecnológicos.

Note que o Modelo de Comando e Controle do Netflix é o mesmo da TV Globo, pois há um gestor que autoriza a entrada de conteúdo na grade de programação.

O Modelo de Comando e Controle de um Ambiente de Sobrevivência está diretamente ligado à qualidade das ofertas. Ele é criado para garantir que o que está sendo oferecido tenha o melhor padrão de qualidade possível.

Na Gestão, o processo de Garantia de Qualidade, que se utilizava das Mídias Sonoras, não pode abrir mão do gestor.

Há na Gestão um Modelo de Intermediação dos Processos, que tem um determinado custo, um tempo operacional e decisório e a criação de um tipo de Topologia de Comando e Controle.

O crescimento populacional vai aumentando gradualmente o custo, o tempo operacional e vai tornando obsoleta a antiga Topologia de Comando e Controle.

Revoluções Midiáticas vêm para permitir a criação de Topologias de Comando e Controle mais ágeis do que as anteriores.

Revoluções Midiáticas vêm para permitir a criação de Topologias de Comando e Controle mais compatíveis com o novo Patamar Demográfico.

Naturalmente, a antiga Topologia de Comando e Controle não só fica mais cara e mais lenta como também gera um problema do aumento da Taxa de Egoísmo Mais Tóxico.

Nas Revoluções Midiáticas, assistimos logo nas suas primeiras fases o questionamento da Topologia de Comando e Controle dominante e o surgimento de novos modelos mais ágeis.

Há na primeira fase das Revoluções Midiáticas um forte aumento da Taxa de Egoísmo Saudável.

É por causa do aumento da Taxa de Egoísmo Saudável que se fala tanto hoje em dia do “foco no cliente“.

Revoluções Midiáticas, na verdade, vêm destituir do poder um grupo de Intermediadores, que aprendeu a usar a antiga Topologia de Comando e Controle antiga muito mais para se servir dela do que servir a seus clientes.

Karl Marx (1818-83) tem uma frase famosa que diz:

“A ideologia dominante da sociedade será o da classe dominante.”

Há um ajuste aqui.

A ideologia dominante da sociedade será daqueles Intermediadores que aprenderam a se utilizar dos recursos midiáticos não só para desenvolver seus produtos e serviços, como divulgar a sua forma de agir e pensar.

Intermediadores com o aumento populacional ficam obsoletos e precisam ser substituídos por outros mais ágeis, que percebem o potencial das novas mídias para resolver problemas que antes eram insolúveis.

Quanto maior for a Complexidade Demográfica do Sapiens, mais e mais os Intermediadores terão que ser menos interventores.

Revoluções Midiáticas colaboram para a destituição de uma elite, que passa a ser substituída por outra mais ágil e mais adequada ao novo Patamar Demográfico.

Hoje, com a Revolução Midiática Digital criamos a Curadoria, que consegue oferecer produtos e serviços com muito mais qualidade e menor custo do que tínhamos na Gestão. 

Quando analisamos o Youtube, por exemplo, não há mais um gestor que autoriza a entrada de novos vídeos – o processo de garantia de qualidade é feito depois pela comunidade que acessa a plataforma.

A TV Globo e o Netflix praticam a Gestão – o Modelo de Comando e Controle Sonoro, o Youtube opera com a Curadoria – o Modelo de Comando e Controle Digital. 

Quando se fala em Transformação Digital de maneira geral está se propondo um aperfeiçoamento da Gestão e não a implantação da Curadoria.

A Curadoria é um novo Modelo de Comando e Controle filosoficamente diferente da Gestão, não é uma continuidade, mas um rompimento.

A Curadoria novo Modelo de Comando e Controle surgiu como um desdobramento natural da Revolução Midiática Digital.

O Sapiens não faz Revoluções de Mídia para usar novos equipamentos mais interessantes, mas para que possa, a partir deles, viver melhor.

A Revolução de Mídia é apenas o Fator Causante de vários Fatores Consequentes, que vêm na sequência, que podemos chamar de Sub-Revoluções.

Revoluções de Mídia são feitas para permitir a criação de Modelos de Sobrevivência mais compatíveis com a nova Complexidade Demográfica.

Temos na nova Era Civilizacional Digital três etapas bem definidas:

  • os ajustes da Gestão, a partir das novas possibilidades digitais;
  • o surgimento da Curadoria 1.0 (Uberização), novo Modelo de Comando e Controle baseada em Plataformas;
  •  o surgimento da Curadoria 2.0 (Blockchenização), novo Modelo de Comando e Controle baseada em Ecossistemas.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO. PASSA A FAZER PARTE DO GLOSSÁRIO BIMODAL PROGRESSIVO, QUE OS ALUNOS DA ESCOLA TÊM ACESSO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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O áudio do artigo

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#Reintermediação Progressiva – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Se analisarmos o que estamos vivendo agora na Revolução Civilizacional Digital, o que vemos é um longo, rápido e disruptivo processo de Reintermediação na sociedade.
  2. Revoluções Midiáticas, assim, vêm para a sociedade com o objetivo principal de “matar” os antigos intermediadores dos processos, que passaram mais a atrapalhar do que ajudar.
  3. A sofisticação da sociedade vai na direção do aumento da Taxa de Participação e das Decisões das pessoas nos processos.
  4. Fato é que o principal foco do Sapiens – igual a de todos os seres vivos – é viver hoje melhor do que viveu ontem.
  5. Assim, a melhoria da sobrevivência do Sapiens está diretamente ligada ao processo do aumento da Taxa de Horizontalização da Sociedade.
  6. Na verdade, Revoluções Midiáticas permitem o início de um processo de substituição dos antigos Intermediadores, que passaram a ficar obsoletos diante da nova Complexidade da Sobrevivência.
  7. O Sapiens baseia a sua sobrevivência no desenvolvimento progressivo de novas tecnologias.
  8. Todas as Revoluções Midiáticas do passado nos permitiram iniciar um processo de substituição dos antigos Intermediadores por novos mais sofisticados.

Vamos ao Artigo:

“O ser humano cria as tecnologias e as tecnologias recriam o ser humano.“ – McLuhan.

O Sapiens é uma Tecnoespécie e, por causa disso, tem a capacidade de aumentar progressivamente a população.

O aumento populacional gera a necessidade de uma sobrevivência cada vez mais sofisticada.

A sofisticação da sociedade vai na direção do aumento da Taxa de Participação e das Decisões das Pessoas nos Processos.

Fato é que o principal foco do Sapiens – igual a de todos os seres vivos – é viver hoje melhor do que viveu ontem.

Assim, a melhoria da sobrevivência do Sapiens está diretamente ligada ao processo do aumento da Taxa de Horizontalização da Sociedade.

O aumento da Taxa de Complexidade Demográfica nos leva na Macro-História ao aumento da Taxa de Horizontalização da Sociedade.

O que podemos nos perguntar é o seguinte:

Como conseguimos aumentar a Taxa de Horizontalização da Sociedade na Macro-História? Precisamos criar novas Mídias Mais Descentralizadas, que permitam que possamos Reintermediar diversos processos da sociedade?

Quando temos a chegada e massificação de novas Mídias Mais Descentralizadas, aumentamos a Taxa de Reintermediação da Sociedade em vários aspectos:

  • do tempo e lugar;
  • do comando e controle;
  • da distribuição dos produtos intangíveis;
  • da validação da Melhor Verdade.

Na verdade, Revoluções Midiáticas permitem o início de um processo de substituição dos antigos Intermediadores, que passaram a ficar obsoletos diante da nova Complexidade da Sobrevivência.

O Sapiens baseia a sua sobrevivência no desenvolvimento progressivo de novas tecnologias.

As mídias são as tecnologias mais estruturantes da sobrevivência do Sapiens, pois elas são responsáveis pelos Modelos de Intermediação que praticamos.

Todas as Revoluções Midiáticas do passado nos permitiram iniciar um processo de substituição dos antigos Intermediadores por novos mais sofisticados.

Se analisarmos o que estamos vivendo agora na Revolução Civilizacional Digital, o que vemos é um longo, rápido e disruptivo processo de Reintermediação na sociedade.

Exemplos das Reintermediações que estamos realizando na Revolução Civilizacional Digital:

  • do tempo e lugar com o trabalho a distância;
  • do controle dos processos com a Uberização, transferindo o poder de fiscalização da qualidade para os consumidores, possível através do aumento da Taxa de Confiança entre Desconhecidos a Distância;
  • da criação de Organizações de Distribuição de Bens Intangíveis, entre elas as de Conteúdo, que passaram a ser feita pelas novas, tal como o Netflix ou o Facebook;
  • do surgimento de diversos Influenciadores Digitais, que passaram a poder se expressar sem a necessidade de serem “filtrados” como no passado, criando uma nova forma de validação da Melhor Verdade.

Revoluções Midiáticas, assim, vêm para a sociedade com o objetivo principal de “matar” os antigos intermediadores dos processos, que passaram mais a atrapalhar do que ajudar.

É isso, que dizes?

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#realidade – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A realidade, assim, que não pode ser ignorada é aquela que exige algum tipo de ação da sua parte.
  2. O Sapiens, como todos os outros seres vivos, precisa se alinhar com os fatos para que possa sobreviver melhor.
  3. A vida do Sapiens – como de todos os outros seres vivos – é feita de escolhas.
  4. A grande diferença entre o Sapiens e os outros seres vivos é que nós não somos instintivos, mas reflexivos.
  5. O Sapiens é a espécie mais artificial do planeta, pois para virar Sapiens precisa ser formatado.
  6. Quando você não consegue se alinhar com os fatos, eles passam a te afetar sem que você esteja adequadamente preparado para eles.
  7. Quando criamos o conceito do Zegapagodismo, tentamos demonstrar que a ideia de que “deixa a vida me levar” é uma atitude mais de um ser instintivo do que reflexivo.
  8. Quando o Sapiens se refere ao que é Mais Verdade é justamente aquela que se alinha Mais aos Fatos e nos permite tomar decisões melhores.

Vamos ao Artigo:

“Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de ter ignorado a realidade.” – Ayn Rand.

Vamos analisar a frase de Ayn Rand (1905-82).

Quando ela diz ignorar a realidade, significa não enxergar ou agir diante de fatos importantes, o que significa “ignorar” fatos que deveriam ser vistos de outra maneira.

O que ela diz: você pode ignorar fatos relevantes, mas a relevância deles é justamente por gerar consequências objetivas, que não podem ser ignoradas.

Você pode ignorar um passarinho cantando na árvore, que é um fato da realidade ignorável, pois o fato do passarinho cantar na árvore não vai trazer consequências negativas para a sua vida.

Mas você não pode ignorar o fato de uma árvore estar mostrando sinais de que vai cair do lado da sua casa, que vai te trazer consequências negativas.

A realidade, assim, que não pode ser ignorada é aquela que exige algum tipo de ação da sua parte.

Uma das grandes contribuições de Rand na nossa relação com a realidade, foi nos colocar na condição de um ser vivo.

O Sapiens, como todos os outros seres vivos, precisa se alinhar com os fatos para que possa sobreviver melhor.

Se está muito frio, você terá que se agasalhar

Rand introduz a Animalogia, que é sugerir a comparação entre o Sapiens e os outros seres vivos, para nos permitir definir o que somos e o que não somos.

Portanto,  quando pensamos na Inovação Pessoal, é preciso entender que a vida do Sapiens – como de todos os outros seres vivos – é feita de escolhas.

O que Rand nos ensina é que o seguinte:

A grande diferença entre o Sapiens e os outros seres vivos é que nós não somos instintivos, mas reflexivos.

O Sapiens é a espécie mais artificial do planeta, pois para virar Sapiens precisa ser formatado.

Escolhemos o tempo todo e é da adequação das nossas escolhas que temos uma melhor ou pior qualidade de vida.

Uma pessoa que não desenvolve uma capacidade de reflexão mais adequada com os fatos, tende a ter uma qualidade de vida pior.

Por quê?

Quando você não consegue se alinhar com os fatos, eles passam a te afetar sem que você esteja adequadamente preparado para eles.

Quando criamos o conceito do Zegapagodismo, tentamos demonstrar que a ideia de que “deixa a vida me levar” é uma atitude mais de um ser instintivo do que reflexivo.

Quando o Sapiens se refere ao que é Mais Verdade é justamente aquela que se alinha Mais aos Fatos e nos permite tomar decisões melhores.

Quando refletimos sobre o atual momento da Inovação Organizacional, por exemplo, percebemos que é relevante que as atuais mudanças sejam bem diagnosticadas para que possamos lidar melhor com elas.

Todas as pessoas e organizações, sejam elas quais forem, de forma mais consciente ou mais inconsciente, escolhem um Diagnóstico Futurista para tomar decisões.

É da qualidade do Diagnóstico Futurista escolhido que iremos tomar decisões de curto, médio e longo prazo piores ou melhores.

Quando entramos no mundo da conceituação, a situação não é diferente.

Todos os autores que escolhemos nos inspirar e os conceitos que escolhemos criar ou seguir devem nos ajudar a enxergar melhor os fenômenos para aprender a lidar melhor com eles.

Temos três Camadas Epistemológicas:

  • Fenomenológica  – as Escolhas Conceituais que fazemos para o estudo dos fenômenos;
  • Metaepistemológica – as Escolhas Conceituais que influenciam à Fenomenologia;
  • Ambientológica – as Escolhas Conceituais de que tipo de Ambiente Científico optamos para desenvolver a Epistemologia e a Fenomenologia.

Quando queremos tomar decisões melhores, temos que escolher Escolas de Pensamento melhores, que estejam mais alinhadas com os fatos.

Para concluir o artigo, temos outro ponto relevante sobre nosso alinhamento da realidade.

Há dois tipos de visão da realidade, Visão Absolutista da Realidade ou Visão Relativista da Realidade.

Detalho:

  • No Absolutismo Conceitual – toda a análise dos fenômenos é feita no estilo zero ou um, do tipo: naquela empresa há inovação, naquela não há;
  • No Relativismo Conceitual – tudo é visto, através de Taxas , do tipo: a Taxa de Inovação naquela empresa é maior, a partir da seguinte métrica.

No Relativismo Conceitual, não se a firma isso ou aquilo, mas se procura desenvolver Taxas para que possamos analisar, a partir de uma alguma métrica, o que é mais ou menos.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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#Sapiens 3.0 – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Há, de forma involuntária e invisível, uma horizontalização das mentes com a chegada da atual Mídia Mais Descentralizada.
  2. Todos nós mudamos áreas da nossa mente, a partir do uso das novas mídias.
  3. É uma ilusão acreditar que os jovens estão prontos para a nova Civilização 3.0 pelo simples fato de acessar um celular.
  4. Os jovens têm mais facilidade para operar com as novas tecnologias, mas isso não significa que estão prontos para o novo Modelo de Intermediação.
  5. Os jovens estão com uma mente mais horizontalizada, vivendo em um mundo ainda muito verticalizado.
  6. As mídias definem, assim, o modelo de sobrevivência do Sapiens.
  7. O que aprendemos com o passado é que as mídias iniciam novas Eras Civilizacionais.
  8. O que estamos assistindo, principalmente nos jovens, é a incompatibilidade de uma Mente Mais Horizontalizada com um Modelo de Intermediação antigo mais centralizado.

Vamos ao Artigo:

“Mudou a mídia, mudou a sociedade.” – McLuhan.

É comum ouvirmos que os jovens estão mais prontos para o novo cenário do novo século.

Falamos de migrantes e não migrantes.

Migrantes são aqueles que nasceram antes das atuais tecnologias e não migrantes os que nasceram depois. Faz sentido isso?

Acredito que temos um problema para definir o novo cenário.

O que aprendemos com o passado é que as mídias iniciam novas Eras Civilizacionais.

As mídias – como o nome já diz – promovem a intermediação das trocas humanas.

As trocas humanas são a base estrutural da sobrevivência humana.

As mídias definem, assim, o modelo de sobrevivência do Sapiens.

Hoje, com a chegada e massificação do Digital, estamos dando os primeiros passos na nova Civilização Humana.

Como dissemos aqui, estamos vivendo o Renascimento 3.0.

Temos as seguintes fases nos Renascimentos Civilizacionais:

  • chegada e massificação de nova mídia;
  • criação de novas filosofias e teorias, que promovem o ajuste entre as duas eras (a que acaba e a que se inicia);
  • criação de projetos que se aproveitam das novas possibilidades de intermediação.

Os jovens têm mais facilidade para operar com as novas tecnologias, mas isso não significa que estão pronto para o novo Modelo de Intermediação.

As novas mídias permitem que passemos a Reintermediar vários processos, a saber:

  • de tempo e lugar;
  • de praticar o comando e controle;
  • de distribuir produtos e serviços intangíveis;
  • da forma de se estabelecer confiança para troca entre as partes.

O que vamos assistir nas próximas décadas é um longo processo de Reintermediação na sociedade.

A Reintermediação Progressiva é um movimento natural e obrigatório de uma Tecnoespécie.

Há neste processo de Reintermediação Progressiva, como dissemos aqui, Adaptações Humanas ao Ambiente Voluntárias e Involuntárias.

Todos nós mudamos áreas da nossa mente, a partir do uso das novas mídias.

Há, de forma involuntária e invisível, uma horizontalização das mentes com a chegada da atual Mídia Mais Descentralizada.

O que estamos assistindo, principalmente nos jovens, é a incompatibilidade de uma Mente Mais Horizontalizada com um Modelo de Intermediação antigo mais centralizado.

A atual Complexidade Demográfica acima dos oito bilhões demanda que haja um radical e exponencial processo de Reintermediação na sociedade na direção de menos para mais horizontalização.

Portanto, é uma ilusão acreditar que os jovens estão prontos para a nova Civilização 3.0 pelo simples fato de acessar um celular.

Os jovens estão com uma mente mais horizontalizada, vivendo em um mundo ainda muito verticalizado.

Este é o principal ajuste que precisa ser feito: um processo de horizontalização na Formatação Básica Obrigatória do Sapiens 3.0.

 

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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#Berndt – dialogando com este autor.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Oitava Jornada de Leitura Bimodal:

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Eu não amadureço apenas conhecendo meu legado, eu amadureço me recriando e me adaptando melhor ao ambiente, a partir dos meus critérios de Bem Estar Continuado.
  2. Amadurecer é, assim, um processo de reinvenção, no qual estabelecemos novas relações entre nosso legado, nossos potenciais e o ambiente em que vivemos.
  3. Cada pessoa para se encontrar, precisa, na verdade, se reinventar!
  4. Num momento de mudanças DRED (Disruptivas, Rápidas, Estruturais e Desconhecidas) é mais fácil começar o processo de adaptação pelas pessoas e não pelas organizações.
  5. O Sapiens é naturalmente artificial ou artificialmente natural. Nunca somos, sempre estamos.
  6. A questão central do livro é questionar a visão do Sapiens Fixo para o Sapiens Mutante.
  7. O livro de Bernt aborda questões da Inovação Pessoal.
  8. O principal objetivo ao se dialogar com um autor é, antes de tudo, identificar as suas sugestões, avaliá-las, incorporar o que acha razoável e descartar o que não considera.

Vamos ao Artigo:

“Em cada um de nós existe também um outro que não conhecemos.” – Carl Jung.

Todo livro procura modificar uma forma de pensar e/ou de agir das pessoas.

Eu tenho a forma “A” e sugiro passar para a “B” para que se possa ter os resultados “Xs“.

O principal objetivo ao se dialogar com um autor é, antes de tudo, identificar as suas sugestões, avaliá-las, incorporar o que acha razoável e descartar o que não considera.

O livro de Berndt aborda questões da Inovação Pessoal.

Diante das atuais disruptivas, rápidas e desconhecidas mudanças que estamos passando, acabamos optando por apostar mais na Inovação Pessoal do que na Organizacional.

Por que isso?

Num momento de mudanças DRED (Disruptivas, Rápidas, Estruturais e Desconhecidas) as organizações têm muita dificuldade de se adaptar a elas.

Num momento de mudanças DRED (Disruptivas, Rápidas, Estruturais e Desconhecidas) é mais fácil começar o processo de adaptação pelas pessoas e não pelas organizações.

Dividimos a Inovação em Quatro Camadas:

  • Inovação Civilizacional;
  • Inovação Organizacional;
  • Inovação Grupal;
  • Inovação Pessoal.

A questão central do livro é questionar a visão do Sapiens Mais Fixo e Mais Natural para o Sapiens Mais Mutante e Mais Artificial.

Temos defendido dentro da Camada da Inovação Pessoal de que o Sapiens não é um “Ser Humano”, mas um “Sendo Humano”.

Passamos por uma Formatação Básica Obrigatória, que se relaciona com nossas características mais pessoais.

Diz ela sobre isso:

“Amadurecer não significa encontrar a si mesmo, mas transformar-se em ressonância com a vida.”

Ou seja, não procuramos um eu perdido, pois ele não existe.

Cada pessoa para se encontrar, precisa, na verdade, se reinventar!

Amadurecer é, assim, um processo de reinvenção, no qual estabelecemos novas relações entre nosso Personal Legado, nossos potenciais e o ambiente em que vivemos.

Diz ela sobre isso:

“Resultados de pesquisas recentes mostram que o cérebro consegue formar células novas e, portanto, novas conexões até na idade adulta, com o potencial de influenciar o nosso pensamento e a nossa consciência.”

Ou seja, podemos estar o tempo todo nos reinventando.

Eu preciso assim me conhecer para me recriar.

Eu não amadureço apenas conhecendo meu legado, eu amadureço me recriando e me adaptando melhor ao ambiente, a partir dos meus critérios de Bem Estar Continuado.

Diz ela sobre nosso Personal Legado:

“Se tivéssemos nascido em outro lugar, em outro tempo, e tivéssemos sido criados por outra família, teríamos nos tornado uma pessoa bem diferente.”

Porém, é preciso entender que há mudanças em diversas Camadas da sociedade, onde se inclui a Camada Civilizacional, Organizacional, Grupal.

Mudanças nestas camadas nos levam a diferentes adaptações.

Mais ainda.

Há dois tipos de Adaptações Humanas ao Ambiente:

  • Voluntária – aquela que eu tenho mais consciência sobre ela;
  • Involuntária – aquela que eu tenho menos consciência sobre ela.

Marshall McLuhan (1911-80) nos chamou a atenção das Adaptações Involuntárias Humanas aos Ambientes Midiáticos.

Disse ele:

“Não importa o conteúdo que você está recebendo vendo televisão, o fato de assistir televisão está te modificando.”

McLuhan também nos lembrou que o contato com as tecnologias, modificam o Sapiens:

“O ser humano cria as tecnologias e as tecnologias recriam o Sapiens.”

Tudo isso é, de alguma forma, um aprofundamento das ideias de Charles Darwin (1809-82) ao defender que o Sapiens também era uma espécie que estava dentro da batalha adaptativa pela sobrevivência.

Diz a autora, citando Werner Greve:

“O si-mesmo não é uma entidade sólida, não é o núcleo imutável da nossa pessoa, não é a substância da nossa identidade”, afirma o psicólogo do desenvolvimento Werner Greve. “Ele muda o tempo todo.”

Mais ainda:

“Portanto, não se trata de descobrir aquela personalidade que teríamos desde as nossas origens. Não existe esse núcleo imutável dentro de nós que precisamos reconhecer e ao qual deveríamos corresponder em nossa existência se não quisermos nos distorcer. A psicologia moderna sabe hoje: nós nos distorcemos todos os dias. Ou em palavras mais agradáveis: nós nos adaptamos. Nós nos desenvolvemos. Nós aprendemos com a vida.”

O que McLuhan sugere é o Fator de Adaptação Involuntário na nossa relação com as tecnologias no geral e com as mídias em particular.

Temos, assim, no campo da Inovação Pessoal, algumas Encruzilhadas Conceituais:

  • Sapiens Mais Fixo e Mais Natural versus Sapiens Mais Mutante e Mais Artificial;
  • Sapiens Mais Consciente das Adaptações ao Ambiente versus Sapiens Menos Consciente das Adaptações ao Ambiente.

Optamos na Ciência da Inovação (CIB) pela Escolha Conceitual do Sapiens Mais Mutante e Mais Artificial e do Sapiens Menos Consciente das Adaptações ao Ambiente.

Isso se resume na seguinte frase:

O Sapiens é naturalmente artificial ou artificialmente natural. Nunca somos, sempre estamos.

Temos, assim, uma Guinada Conceitual na forma como víamos o Sapiens, diz a autora:

“Os cientistas também se ocupam com essa pergunta de modo especialmente intensivo nos dias de hoje. Psicólogos, neurologistas e sociólogos tentam descobrir como a personalidade de um ser humano se forma. E os especialistas são obrigados a admitir: durante muitos anos partiram de premissas totalmente erradas.” // “O sociólogo Hartmut Rosa identificou a importância da ressonância para a vida numa sociedade. Ele descreve a ressonância como o sentimento que surge quando as pessoas se sentem inseridas numa “relação com o mundo””. // “E quando a sensação de ressonância é especialmente intensa, torna-se muito difícil apagar as mudanças moleculares em nossos genes.”

Esta mudança na forma de ver o ser humano mais mutante se alinha a McLuhan e a Bimodais, nos permite entender as atuais modificações que estamos passando na sociedade.

Mais ainda quando ela afirma que:

“No fim, a ressonância chega até a se arraigar nos genes, como mostrou de forma impressionante o novo campo de pesquisa da epigenética.” 

Quando criamos a metáfora da Mente 1 das nossas formas de pensar e agir automáticas, admitimos que há áreas que ficam inacessíveis para a mudança.

É o que Thomas Kuhn (1922-96) nos legou, citando Planck:

“Uma nova verdade científica não triunfa convencendo seus opositores e fazendo-os ver a “luz”, mas por que seus oponentes finalmente morrem e uma nova geração cresce familiarizada com ela.”-  Max Planck.

A ideia de que o Sapiens se adapta e se modifica quando em contato com novos ambientes nos permite entender melhor o que estamos passando.

E de que há formas de agir e pensar, que estão tão entranhadas em algum lugar do nosso cérebro, que a mudança se torna impossível, aqui já se fala em alterações genéticas.

A dificuldade que muita gente tem para entender o novo cenário é ter fixado um Sapiens Mais Fixo como referência e não entender que este Sapiens Mais Fixo não existe.

Diz ela:

“Uma pessoa amadurecida é alguém que vivenciou muito e que permitiu que essa vivência o transformasse.”

Discordo aqui.

Recoloco a frase:

“Uma pessoa MAIS amadurecida é alguém que vivenciou muito e, ao refletir sobre esta vivência, através das Mentes Mais Reformatadoras, se transformou.”

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

 

O áudio do artigo

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Novas Hashtags:

#Renascimento Civilizacional 2.0 – criando e/ou desenvolvendo este conceito.
#Ferida-Narcísica –
criando e/ou desenvolvendo este conceito.

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Ferida Narcísica é uma percepção da realidade sobre a Civilização, que quebra determinada onipotência humana, como, por exemplo, a Terra não é o centro do universo.
  2. Precisamos rever o Motor da História Humana, pois as grandes e principais mudanças que vivemos giram em torno da demografia, das mídias e dos modelos de cooperação.
  3. Renascimento Civilizacional é o momento que surge logo após a chegada da nova Mídia Descentralizadora.
  4. O papel dos Conceituadores e Operadores Renascentistas é o de fazer o alinhamento entre o novo Ambiente Midiático com o novo Ambiente de Sobrevivência.
  5. Quanto mais gente temos no planeta, mais e mais a Cooperação Humana precisará se descentralizar!
  6. Revoluções Midiáticas Civilizacionais surgem como consequência natural da Jornada Humana na direção da Reintermediação Progressiva.
  7. As Revoluções Midiáticas Civilizacionais ocorrem de forma espontânea, pois a chegada de novas Mídias Descentralizadoras não partem de um projeto de alguém.
  8. Quarta Ferida Narcísica é a percepção de que as principais Revoluções Civilizacionais feitas pelo Sapiens são espontâneas e não dirigidas.

Vamos ao Artigo:

“A revolução digital dará aos indivíduos poder e soberania sem precedentes sobre suas próprias vidas.” – Eduardo Galeano.

Sigmund Freud (1856-1939) desenvolveu um conceito denominado Ferida Narcísica.

Ferida Narcísica é uma percepção da realidade sobre a Civilização, que quebra determinada onipotência humana, como, por exemplo, a Terra não é o centro do universo.  

Freud identificou três momentos:

  • Terra não é o centro do universo;
  • o Sapiens não veio de Adão e Eva;
  • não temos controle total sobre a nossa mente.

Acredito que agora estamos diante da Quarta Ferida Narcísica.

Quarta Ferida Narcísica é a percepção de que as principais Revoluções Civilizacionais feitas pelo Sapiens são espontâneas e não dirigidas.

Uma Revolução Social, por exemplo, é uma mudança de um regime social, político e econômico, para outro, é um movimento mais dirigido, que tem seus ideólogos.

Poderíamos classificá-la como uma Inovação Regional, algo que fica entre a Inovação Civilizacional e a Organizacional.

A Inovação Civilizacional tem como fenômeno principal a chegada de Revoluções Midiáticas Civilizacionais.

As Revoluções Midiáticas Civilizacionais ocorrem de forma espontânea, pois a chegada de novas Mídias Descentralizadoras não partem de um projeto de alguém.

Revoluções Midiáticas Civilizacionais surgem como consequência natural da Jornada Humana na direção da Reintermediação Progressiva.

Quanto mais gente temos no planeta, mais e mais a Cooperação Humana precisará ser descentralizada!

Assim, precisamos rever o Motor da História Humana, pois as grandes e principais mudanças que vivemos giram em torno da demografia, das mídias e dos modelos de cooperação.

Vivemos um Espiral Civilizacional Progressivo, que se divide nos seguintes momentos na Macro-História:

  • Chegada de nova Mídia Descentralizadora, provocando o início de uma Revolução Midiática Civilizacional;
  • Renascimento Civilizacional, quando a sociedade se ajusta ao novo Ambiente Midiático, criando um novo Ambiente de Sobrevivência;
  • Aumento Demográfico, a partir do novo Ambiente de Sobrevivência;
  • Crise do novo Ambiente de Sobrevivência em função do aumento da Complexidade Demográfica;
  • Chegada de nova Mídia Descentralizadora, provocando o início de uma Revolução Midiática Civilizacional e tudo se repete de forma progressiva.

O Renascimento Civilizacional é o momento que surge logo após a chegada da nova Mídia Descentralizadora, quando Conceituadores e Operadores possam começar a promover um ajuste entre o novo Ambiente Midiático e o novo de Sobrevivência, revendo as antigas formas de pensar e agir.

Tivemos três tipos de Renascimentos Civilizacionais, que marcam as etapas do Sapiens no planeta:

  • Renascimento 1.0 (Gestual) – com o surgimento dos Gestos;
  • Renascimento 2.0 (Sonoro) – com o surgimento da oralidade e escrita;
  • Renascimento  3.0 (Algorítmico) – com o surgimento dos Algoritmos.

Os Renascimentos Sonoros (2.0 e o 2.1 e o 2.2). Foram eles:

  • Renascimento 2.0 – chegada da oralidade;
  • Renascimento 2.1 – chegada da escrita manuscrita;
  • Renascimento 2.2 – chegada da escrita impressa.

Os três Renascimentos Sonoros 1.0 ocorreram foram dentro do Ambiente Midiático Sonoro e do Ambiente de Sobrevivência da Gestão.

O Renascimento 2.0 está sendo feito dentro do Ambiente  Midiático Algorítmico.

O papel dos Conceituadores e Operadores Renascentistas é o de fazer o alinhamento entre o novo Ambiente Midiático com o novo Ambiente de Sobrevivência.

É isso, que dizes?

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#xxx – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

 

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“xxx” – xxx.

Aqui, vamos tratar da Inovação Grupal, da experiência dos grupos de mútuo ajuda e o que eles podem colaborar para a Ciência da Inovação Bimodal (CIB).

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL: NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO. PASSA A FAZER PARTE DO GLOSSÁRIO BIMODAL PROGRESSIVO, QUE OS ALUNOS DA ESCOLA TÊM ACESSO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

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#Revolução Civilizacional 2.0 – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A chegada e massificação de novas Mídias Descentralizadoras abrem novas Eras Civilizacionais, pois o Sapiens passa a poder desenvolver Macro Modelos de Sobrevivência mais sofisticados.
  2. O aumento da Complexidade Demográfica exige o aumento da participação das pessoas nos processos para que possamos resolver os novos problemas de sobrevivência.
  3. Do ponto de vista sistêmico, as Revoluções Civilizacionais vêm oferecer novas possibilidades administrativas mais sofisticadas para o Sapiens.
  4. Revoluções Civilizacionais são uma resposta humana para o aumento da Complexidade Demográfica.
  5. Revoluções Civilizacionais são momentos raros da Macro-Histórica marcados pela chegada de novas Mídias Descentralizadoras.
  6. Pela primeira vez, estamos utilizando uma Filosofia Cooperativa similar a das formigas, baseada não mais em sons, mas em Algoritmos.
  7. Vivemos hoje a maior Revolução Civilizacional da história do Sapiens.
  8. Quando aumentamos a população, mais dia, menos dia, temos que promover um largo processo de horizontalização da sociedade.

Vamos ao Artigo:

“Quando a teoria fica atrás dos fatos, estamos lidando com programas de pesquisa degenerados.” – Lakatos.

O primeiro passo de qualquer ciência é definir a essência de um fenômeno para que possamos lidar melhor com ele.

Essência no Dr. Google é definida como:

“Essência – aquilo que é o mais básico, o mais central, a mais importante característica de um ser ou de algo.”

Na Ciência, é o que podemos chamar de Filosofia do Fenômeno – aquilo que ele é e o que ele não é para que possamos procurar Padrões Históricos Recorrentes.

Quando vamos definir as atuais mudanças na Civilização temos uma divergência da Filosofia do Fenômeno que estamos vivendo.

Temos diferentes Escolas de Pensamento, divergindo sobre a essência do atual fenômeno, que está nos tirando da Normalidade Operacional do último século e nos colocando na Extraordinariedade Operacional do novo.

Temos na Filosofia do Fenômeno que separar:

  • Normalidades e Extraordinariedades Operacionais – mudanças na forma de agir diante de um fenômeno, que podem ser conhecidas, ou não, tal como uma chuva na estrada, que é algo conhecido;
  • Normalidades e Extraordinariedades Conceituais – mudanças na forma de pensar diante de um fenômeno. Quando temos algo novo, temos uma Extraordinariedade Conceitual, que precisa de uma revisão de paradigmas, como é o caso agora com a atual Revolução Midiática.

Hoje, vivemos uma Extraordinariedade Operacional, que nos leva a uma Extraordinariedade Conceitual.

E é por isso que temos no mercado diversas tentativas de explicar a Extraordinariedade Conceitual.

Temos uma Confusão Conceitual na análise da atual Extraordinariedade, que é a troca entre o Fator Detonante Primário e o Secundário.

  • Fator Detonante Primário – aquele que dá partida na mudança da Normalidade para a Extraordinariedade Operacional/Conceitual;
  • Fator Detonante Secundário – consequências, como se fosse uma bola de neve, a partir do Fator Detonante Primário.

Temos, por exemplo, modificações na forma como promovemos o conhecimento? Sim, temos. Porém, não podemos dizer que vivemos hoje uma Revolução do Conhecimento ou da Informação. Ou a chegada da Sociedade do Conhecimento ou da Informação.

Isso é tipicamente uma Confusão Conceitual.

Mudanças na forma como operamos com o conhecimento, a informação, as mudanças na indústria, na educação, na economia, na política são Fatores Detonantes Secundários e não Primários!

O atual Fator Detonante Primário, sem dúvida nenhuma, é a chegada de uma nova Mídia Descentralizadora, que provoca uma série de Fatores Detonantes Secundários na sociedade.

Assim, é da qualidade da definição feita pela Filosofia do Fenômeno, que temos um diagnóstico mais forte ou mais fraco do atual cenário social.

A Bimodais tem procurado se utilizar de recursos mais científicos para definir o atual cenário.

Dentro das escolhas que no diagnóstico do atual Mundo Digital, diagnosticamos que o Fator Detonante é a chegada e massificação de uma nova Mídia Descentralizadora.

A escolha deste Fator Detonante “chegada e massificação de uma nova Mídia Descentralizadora” define o Núcleo Duro da Bimodais e a diferencia das outras Escolas de Pensamento, que também estão procurando realizar o diagnóstico da atual mudança de cenário.

Neste momento, estamos praticando o Futurismo e, a partir dele, começamos a ter a necessidade de organizar a base conceitual para que possamos encaixar o atual fenômeno dentro de um novo arcabouço teórico.

Foi daí que surgiu a necessidade da criação da Ciência da Inovação Bimodal.

As atuais mudanças, a partir da chegada do Mundo Digital, se encaixam no que passamos a chamar de “Inovação Civilizacional”.

Temos, assim, hoje no mercado diferentes Escolas de Pensamento Futuristas, que estão procurando diagnosticar o atual fenômeno.

Quando procuramos organizar um Ambiente de Diálogo Mais Científico, não basta apenas apontar o que você está observando, mas como os outros estão fazendo o mesmo para que se possa fazer uma análise comparativa.

Identificar outras Escolas de Pensamento é fundamental para ajudar as pessoas a entender as escolhas disponíveis e oferecer argumentos razoáveis para que escolham a sua proposta.

É da qualidade do diagnóstico do atual fenômeno, que vão sair as teorias e as metodologias mais adequadas para que possamos lidar melhor com ele.

Dito isso, assumindo que a Bimodais fez a escolha da chegada e massificação das Mídias Descentralizadoras como o Fator Detonante Primário, passemos a detalhar o que ocorre a partir daí.

Vivemos hoje a maior Revolução Civilizacional da história do Sapiens.

Pela primeira vez, estamos utilizando uma Filosofia Cooperativa similar a das formigas, baseada não mais em sons, mas em Algoritmos.

A atual mudança disruptiva na civilização é uma resposta ao exponencial aumento populacional dos últimos dois séculos.

Revoluções Civilizacionais são momentos raros da Macro-Histórica marcados pela chegada de novas Mídias Descentralizadoras.

Revoluções Civilizacionais são uma resposta humana para o aumento da Complexidade Demográfica.

Do ponto de vista sistêmico, as Revoluções Civilizacionais vêm oferecer novas possibilidades administrativas mais sofisticadas.

Existe uma regra importante que precisamos conhecer sobre a nossa espécie, que a Ciência Social 2.0 já consegue identificar:

Quando aumentamos a população, mais dia, menos dia, temos que promover um largo processo de horizontalização da sociedade.

Por quê?

O aumento da Complexidade Demográfica exige o aumento da participação das pessoas nos processos para que possamos resolver os novos problemas de sobrevivência.

Já tivemos no passado, Revoluções Civilizacionais similares, são elas:

  • A Revolução Civilizacional Gestual – quando iniciamos a jornada cooperativa do Sapiens, através das Mídias Gestuais;
  • A Revolução Civilizacional Oral – quando sofisticamos as ferramentas de sobrevivência do Sapiens, através das Mídias Orais;
  • A Revolução Civilizacional Escrita  – quando sofisticamos ainda mais as ferramentas de sobrevivência do Sapiens, , através das Mídias Escritas;
  • A Revolução Civilizacional Digital  – quando sofisticamos ainda mais as ferramentas de sobrevivência do Sapiens, através das Mídias Digitais.

A chegada e massificação de novas Mídias Descentralizadoras abrem novas Eras Civilizacionais, pois o Sapiens passa a poder desenvolver Macro Modelos de Sobrevivência mais sofisticados.

Do ponto de vista comparativo entre as diferentes Revoluções Civilizacionais, temos o seguinte:

  • Revoluções Civilizacionais Sonoras – que foram baseadas em sons, que demonstrou limitações quando ultrapassamos a marca de oito bilhões de Sapiens;
  • Revolução Civilizacional Algorítmica – baseada em algoritmos,  que nos permite superar as limitações do Ambiente de Sobrevivência Sonoro e poder atender com mais qualidade os oito bilhões de Sapiens.

É isso, que dizes?

Quer sair de Matrix e não sabe onde comprar a pílula vermelha? Me manda um Zap: 21-996086422 (Nepô, quero sair de Matrix!)

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

GRIFOS EM NEGRITO E AZUL:NOVOS CONCEITOS BIMODAIS (MARCO A COR SÓ NA PRIMEIRA VEZ QUE APARECE, DEPOIS FICA EM NEGRITO).

GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

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#CIB – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Toda ciência é feita através da criação de diferentes Escolas de Pensamento, que discordam uma das outras.
  2. Hoje, com a chegada da Internet, vivemos uma Macro Anomalia da Ciência Social.
  3. Toda Ciência é Humana, pois as baleias ainda não fazem ciência.
  4. A Ciência da Inovação Bimodal, por exemplo, optou por dividir a análise da Inovação em Camadas Operacionais (Civilizacional, Organizacional, Grupal e Pessoal).
  5. A Bimodais ao criar a sua Ciência da Inovação quer deixar claro que escolhas estão sendo feitas, que há diferenças entre as várias Escolas para que possamos defender nossas opções, de forma mais clara.
  6. Toda a Ciência, seja ela qual for, se divide em diferentes Escolas de Pensamento.
  7. Portanto, é falso dizer que temos em qualquer tipo de Ciência uma unanimidade.
  8. O principal avanço da criação da Ciência da Inovação Bimodal é a quebra de barreiras entre as diferentes Camadas Operacionais da Inovação, que estão interagindo pouco.

Vamos ao Artigo:

“A ciência é uma viagem, nunca uma chegada.” – Popper.

Ciência é uma atividade que sempre existiu na história do Sapiens com nomes distintos.

É, basicamente, a procura de padrões para a análise dos fenômenos mais complexos para que possamos lidar melhor com eles.

O objetivo da Ciência, portanto, nunca foi, pois é impossível, chegar a uma verdade final, mas sempre a procura da melhor Verdade Provisória Possível para que as decisões, diante de determinados fenômenos, possam ser tomadas a cada momento.

Por isso, optamos denominar Ciência como um Ambiente de Diálogo Progressivo, formado por diversas Escolas de Pensamento, que procuram chegar à Melhor Verdade Possível para que possamos lidar melhor com os Fenômenos mais Complexos.

Cada Ciência, ao estudar fenômenos, acaba por se dividir em Escolas de Pensamento.

Escolas de Pensamento são Ambientes Progressivos de Diálogo que promovem Escolhas Filosóficas e Teóricas, criando um Núcleo Duro (conceito apropriado de Imre Lakatos) no estudo de determinado Fenômeno, tal como temos na Educação, Psicologia, Economia.

Outro equívoco comum é a abordagem que fazemos sobre a Ciência Social.

De maneira geral, se denomina Ciência Social como Ciência Humana, que consideramos um Conceito Fraco.

Toda Ciência é Humana, pois as baleias ainda não fazem ciência.

O que temos de divisão entre as Ciências é:

  • Ciências que estudam fenômenos humanos;
  • Ciências que estudam fenômenos não humanos.

A Ciência Social se caracteriza pelo estudo de Fenômenos Humanos.

A Ciência Social define, basicamente, duas questões centrais, que influenciam todas as outras análises sobre o Sapiens das Subciências Sociais:

  • “Quem Somos?”
  • “E como nos adaptamos para sobreviver ao longo da história?”

Hoje, com a chegada da Internet, vivemos uma Macro Anomalia da Ciência Social, pois é necessário uma revisão das duas questões centrais.

A Ciência Social 1.0 opera, de maneira geral, com os seguintes equívocos:

  • não percebe o Sapiens como uma Tecnoespécie Progressiva;
  • subavaliou a importância da relação entre Demografia Progressiva, Mídias e Macros Modelos de Sobrevivência do Sapiens.

Todas as Subciências Sociais vivem hoje a mesma Macro Anomalia, pois são dependentes das Bases Conceituais Estruturais da Ciência Social 1.0.

Para entender o atual cenário, tivemos a necessidade de procurar novas bases conceituais, que pudessem incorporar as forças vivas, que estão mudando a sociedade hoje.

Percebemos que a Inovação é uma Atividade Estrutural Obrigatória do Sapiens para poder sobreviver, desde que iniciamos a nossa jornada.

Apesar da Inovação ser uma Atividade Estrutural Obrigatória do Sapiens, até hoje, não tínhamos em profusão, uma Subciência Social dedicada a ela.

(Talvez, tenhamos que enxergar a Ciência da Inovação como sinônimo de Ciência Social, pois não existe sociedade humana que não tenha que inovar. Isso, porém, demanda mais reflexões ao longo do nosso diálogo.)

Independente, esta questão, podemos definir de maneira geral o seguinte:

Ciência da Inovação é um Ambiente de Diálogo Científico, que estuda o Fenômeno da Inovação Humana.

Toda ciência, diferente do que pensa o senso comum, não é um ambiente de unanimidade, ao contrário, com o tempo de estudo, vão se formando diferentes Escolas de Pensamento.

Assim, não podemos dizer que estamos criando A (com caixa alta) Ciência da Inovação, mas uma Ciência da Inovação particular, a partir das Escolhas Conceituais que já fizemos e passaremos a fazer.

Quando passamos a fazer Escolhas Conceituais dentro da Ciência da Inovação, estaremos criando Escolas de Pensamento neste Ambiente de Diálogo Progressivo.

Portanto, é falso dizer que temos em qualquer tipo de Ciência uma unanimidade.

Toda a Ciência, seja ela qual for, se divide em diferentes Escolas de Pensamento.

A Subciência Social da Educação, por exemplo, apenas identifica o tipo de fenômeno que analisa (o aprendizado humano), que se divide em diferentes Escolas de Pensamento. O mesmo critério vale para a Economia, Administração, Psicologia, etc.

Já há diversas Escolas de Pensamento da Ciência da Inovação, porém, como é um campo novo, elas não são explícitas.

Mais ainda.

Temos, como sugestão, Quatro Camadas Operacionais da Inovação: Civilizacional, Organizacional, Grupal e Organizacional, que hoje, infelizmente, não estão dialogando entre si.

O aprendizado dos livros sobre Inovação Pessoal (muitos chamados equivocadamente de Autoajuda) não são utilizados na Inovação Organizacional e vice-versa.

A Bimodais ao criar a sua versão da Ciência da Inovação quer deixar claro que escolhas foram e estão sendo feitas, que há diferenças entre as várias Escolas de Pensamento neste campo.

É preciso deixar explícito que há visões diferentes para que o diálogo seja feito de forma mais aberta e produtiva.

A Ciência da Inovação Bimodal, por exemplo, optou por dividir a análise da Inovação em Quatro Camadas Operacionais (Civilizacional, Organizacional, Grupal e Pessoal), todas elas com cinco Camadas Conceituais (Filosófica, Teórica, Metodológica, Operacional e Revisional).

O principal esforço da Ciência da Inovação Bimodal é a tentativa de quebra de barreiras entre as diferentes Camadas Operacionais da Inovação (Civilizacional, Organizacional, Grupal e Pessoal), que estão interagindo pouco.

Temos na Ciência da Inovação Bimodal (CIB), por exemplo, em uma extremidade, a Inovação Civilizacional sobre a qual há muito pouco dirigimo humano, já que aumentos demográficos, chegada de novas mídias e surgimento de novos modelos de cooperação são muito espontâneos.

Temos ainda na Ciência da Inovação Bimodal (CIB), a Inovação Pessoal com muito mais ingerência humana, através da criação das Jornadas Individuais de cada pessoa, que em alguma medida, precisa se adaptar às grandes Macrotendências Futuras.

Entre os dois extremos das Inovações Civilizacional e a Pessoal, transitam as Inovações Grupais e Organizacionais. 

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM ITÁLICO E VERMELHO: DESCRIÇÃO DE CONCEITOS BIMODAIS CLÁSSICOS, QUE ENTRAM PARA O GLOSSÁRIO DISPONÍVEL PARA OS BIMODAIS.

GRIFOS EM ITÁLICO E ROXO: DESCRIÇÃO DE NOVOS CONCEITOS BIMODAIS.

GRIFOS EM NEGRITO E VERDE: NEOLOGISMOS BIMODAIS PARA MELHORAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E MARROM: HASHTAGS BIMODAIS PARA ORGANIZAR A NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

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#Filosofia da Inovação – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Historietas:

Meu primeiro livro de poemas.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Hoje, se acredita que só há inovação dentro das organizações, o que não é verdade, pois temos também a Inovação Pessoal, Grupal e a Civilizacional.
  2. Todo novo serviço e produto de uma Inovação Organizacional passou, OBRIGATORIAMENTE, por uma nova forma de pensar.
  3. Quando conceituamos a Inovação apenas como uma nova forma de agir, esquecemos de tudo que veio antes de modificação na forma do pensar.
  4. Uma nova forma de pensar precisa ser testada para que possamos adotá-la ou descartá-la como algo inovador.
  5. Temos que enxergar a Inovação com um processo integrado entre novas formas de pensar e agir.
  6. A visão de Albert Einstein (1879-1955) sobre Fenômenos Físicos se desdobrou em diversas novas tecnologias e metodologias. O que ele fez não foi o início de um enorme processo inovador?
  7. Toda Inovação começa com uma nova forma de pensar – é o início do processo.
  8. Toda a alteração na forma de agir, seja ela qual for, se inicia numa mudança da forma de pensar.

Vamos ao Artigo:

“A imaginação é mais importante que o conhecimento, porque o conhecimento é limitado, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.” –  Einstein.

De maneira geral, temos dois problemas quando vamos pensar sobre a Filosofia da Inovação.

  • Inovação vista apenas com mudanças na forma de agir e não de pensar;
  • Inovação sem que a coloquemos nas diferentes Camadas Operacionais da Inovação (Civilizacional, Organizacional, Grupal e Pessoal).

Se decuparmos a palavra Inovação, teremos algo do tipo: incluir – novidade – na ação.

E é por causa disso, que muita gente não considera uma nova ideia uma inovação, apenas se partindo da ideia tivermos mudanças na forma de agir.

Hoje, se acredita que só há inovação dentro das organizações, o que não é verdade, pois temos também a Inovação Pessoal, Grupal e a Civilizacional.

Temos um vasto campo de análise,  que deve ser visto de forma integrada e sinérgica, o que talvez seja uma das grandes colaborações da Ciência da Inovação Bimodal (CIB).

O problema, assim, me parece diferente, pois:

Toda a alteração na forma de agir, seja ela qual for, se inicia numa mudança da forma de pensar.

É preciso, portanto, ter uma certa paciência, pois podemos ter novas formas de pensar que nos levam, ou não, a novas formas de agir.

Assim, toda Inovação começa com uma nova forma de pensar – é o início do processo.

A visão de Albert Einstein (1879-1955) sobre Fenômenos Físicos se desdobrou em diversas novas tecnologias e metodologias. O que ele fez não foi o início de um enorme processo inovador?

Temos que enxergar a Inovação com um processo integrado entre novas formas de pensar e agir.

Quando conceituamos a Inovação apenas como uma nova forma de agir, esquecemos de tudo que veio antes de modificação na forma do pensar.

Esse desvirtuamento da maneira de pensar reflete o que podemos chamar de Operacionalismo Tóxico, que é o uso inadequado do Método de Análise Indutivo.

Quando novas formas de pensar não resultam em novas formas de agir, nem no curto, no médio e no longo prazo, aí sim temos um conjunto de Conceitos Eunucos.

Uma nova forma de pensar precisa ser testada para que possamos adotá-la ou descartá-la como algo inovador.

De maneira geral, há um segundo grande equívoco, pois quando falamos de Inovação, se imagina sempre e somente a Inovação Organizacional.

Na Ciência da Inovação Bimodal, dividimos a Inovação em quatro Camadas Conceituais Operacionais:

  • Pessoal – restrita na vida de cada um de forma mais dirigida;
  • Grupal – de grupos mais informais de forma mais dirigida;
  • Organizacional – de organizações formais e mais estruturadas de forma mais dirigida;
  • Civilizacional – que ocorrem em toda a sociedade, de forma mais espontânea.

Dentro da Inovação Organizacional, podemos ter diversas sugestões de mudanças e algumas delas se transformam em produtos e serviços.

Todo novo serviço e produto de uma Inovação Organizacional passou, OBRIGATORIAMENTE, por uma nova forma de pensar.

Na Ciência da Inovação Bimodal, dividimos a Inovação em cinco Camadas Conceituais:

  • Filosófica – a essência do fenômeno;
  • Teórica – as relações entre as forças vivas que causam as reações de causa e efeito;
  • Metodológica – quando se define as recomendações na forma de agir;
  • Operacional – quando os conceitos são testados;
  • Revisional – quando se avalia os testes operacionais.

Podemos, assim, definir Inovação da seguinte maneira.

Fenômeno obrigatório humano, tendo como fim a sobrevivência, que para ser compreendido precisa ser decupado. Sugerimos Cinco Camadas Conceituais e na Camada Conceitual Operacional, utilizarmos Quatro Subcamadas Operacionais da Inovação: pessoal, grupal, organizacional e civilizacional.

É isso, que dizes?

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GRIFOS EM NEGRITO: CONCEITOS BIMODAIS

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GRIFOS EM NEGRITO E LARANJA: SÃO AS REGRAS BIMODAIS DENTRO DA NARRATIVA.

GRIFOS EM NEGRITO E ROSA: SÃO AS PROJEÇÕES BIMODAIS.

O áudio do artigo

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#Crise_Filosófica – criando e/ou desenvolvendo este conceito.

Os Mapas Mentais Conjunturais do Artigo:

Os Mapas Mentais Estruturais do Artigo:

 

Historietas:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O problema principal de adaptação ao novo cenário é o total desconhecimento que há na sociedade sobre as Revoluções Midiáticas.
  2. Vivemos o desconhecido, mas recorrente fenômeno, de uma Revolução Midiática, algo que não está registrado nas teorias da Subciência Social da Administração 1.0.
  3. Estamos falando claramente que a grande diferença das Organizações Digitais para as Tradicionais está na nova forma de exercer o poder!
  4. Vivemos hoje uma mudança disruptiva e estrutural na forma como se exerce o Comando e Controle dos Processos Administrativos.
  5. Uma empresa não precisa inovar por inovar, ela precisa inovar para competir. A inovação, assim, é uma Ferramenta Competitiva.
  6. Hoje, o que mais temos no mercado é a Inovação Eunuca, que tem o seguinte lema: inovar pode, mudar jamais!
  7. O principal problema da Inovação Organizacional, assim, é ter um diagnóstico consistente do que realmente está mudando no atual cenário.
  8. A inovação não é, portanto, um fim em si mesmo, mas um meio para que alguém possa se manter competitivo.

Vamos ao Artigo:

“Não é o que você não sabe que vai colocá-lo em apuros. É o que você tem certeza que não vai.” – Mark Twain.

Quando refletirmos sobre Inovação Organizacional, temos que pensar em dois tipos de Inovação:

  • A Inovação Organizacional Mais Exógena – na qual uma organização procura se manter atualizada com as novidades do cenário, procurando repetir o que vem dando certo;
  • A Inovação Organizacional Mais Endógena – na qual uma organização procura promover mudanças, a partir de iniciativas próprias para criar um diferencial.

Hoje, vivemos o desconhecido, mas recorrente fenômeno, de uma Revolução Midiática, algo que não está registrado nas teorias da Subciência Social da Administração 1.0.

Uma Revolução Midiática é um fenômeno Macro-Histórico, que nos permite criar novas formas mais sofisticadas de sobrevivência.

As novas Organizações Digitais, aquelas que já se utilizam da Curadoria, são muito mais competitivas do que as atuais.

O problema principal de adaptação ao novo cenário é o total desconhecimento que há na sociedade sobre as Revoluções Midiáticas.

As Teorias Organizacionais foram criadas dentro de um Ambiente de Sobrevivência entre duas Revoluções Midiáticas.

Os principais Conceituadores da Subciência Social da Administração não tiveram o desafio de ter que refletir sobre os efeitos das mudanças de mídia nas organizações.

As organizações operam dentro de um Macro Modelo de Sobrevivência, que se altera com a chegada de novas Mídias Mais Descentralizadoras.

Novos Macro Modelos de Sobrevivência permitem que se criem organizações mais competitivas, se utilizando de novos recursos midiáticos.

Os Ubers estão sendo criados e liderando mercado por causa do uso intensivo que fazem dos Algoritmos, que modificam filosoficamente a forma de praticar o Macroprocesso de Comando e Controle.

Na Gestão, o Macroprocesso de Comando e Controle é feito, através das Mídias Sonoras e na Curadoria, através dos Algoritmos.

O Macroprocesso de Comando e Controle 2.0 consegue superar barreiras administrativas, que eram impossíveis para o 1.0.

O principal problema da Inovação Organizacional, assim, é ter um diagnóstico consistente do que realmente está mudando no atual cenário.

Vivemos hoje uma mudança disruptiva e estrutural na forma como se exerce o Comando e Controle dos Processos Administrativos.

Estamos falando claramente que a grande diferença das Organizações Digitais para as Tradicionais está na nova forma de exercer o poder!

Hoje, os Conceituadores da Inovação Organizacional, que mais influenciam o mercado, têm cometido os seguintes equívocos:

  • baseiam seu diagnóstico se utilizando da Micro ou Meso-História e não da Macro-História, onde costuma ocorrer o recorrente e disruptivo fenômeno das Revoluções Midiáticas;
  • se utilizam do Método de Análise Indutivo, no qual os Paradigmas da Ciência Social 1.0 continuam válidos, analisando os dados sem proceder revisões filosóficas e teóricas, que nos permita compreender a dimensão da atual Revolução Civilizacional 2.0;
  • por causa disso, não conseguem enxergar o mais importante e difícil: estamos criando uma nova Civilização, na qual o poder está sendo exercido de uma nova maneira.

Estamos, na verdade, num processo de migração do Exercício de Poder 1.0 para o 2.0.

Há uma migração disruptiva na Civilização 2.0 que é a passagem do Macroprocesso de Comando e Controle dos Mamíferos para o praticado pelas Formigas.

Assim, quando falamos a sério em Transformação Digital, estamos diante do desafio de modificação da forma de exercer o poder sobre os Processos de Sobrevivência.

O foco de uma Organização Tradicional deveria ser entender as Macrotendências Futuras e analisar que tipo de mudança precisa ser feita para se manter competitiva dentro deste novo contexto.

Hoje, o que mais temos no mercado é a Inovação Organizacional Eunuca, que tem o seguinte lema: inovar pode, mudar jamais!

Note que uma empresa não precisa inovar por inovar, ela precisa inovar para competir. A inovação, assim, é uma Ferramenta Competitiva.

A inovação não é, portanto, um fim em si mesmo, mas um meio para que uma organização possa se manter competitiva.

Não se faz Inovação seja ela aberta, fechada, incremental ou disruptiva que não permita aumentar a Taxa de Competitividade.

O principal problema de compreensão do novo cenário é o tipo de disrupção da sobrevivência, que estamos passando.

Toda a base conceitual da Subciência da Administração 1.0 não compreende que todas Organizações operam dentro de um Macro Ambiente de Sobrevivência, que se modifica no tempo com a chegada e massificação de novas Mídias Mais Descentralizadoras.

Fato é que:

As organizações mais competitivas são aquelas que conseguem se aproveitar do maior potencial oferecido pelo novo Macro Ambiente de Sobrevivência.

Hoje, é preciso realizar uma mudança filosófica na forma de se pensar a Administração, já que o Fenômeno da Revolução Midiática Digital e as alterações promovidas no Ambiente de Competitividade não foram previstas.

Gestão – que consideramos equivocadamente sinônimo de administração – é um Modelo Administrativo, que se utilizou do Macro Ambiente de Sobrevivência Sonoro, que não é hoje o modelo organizacional mais competitivo.

Quando se fala em “Transformação Digital”, de maneira geral, as pessoas não conseguem entender que é preciso uma profunda revisão filosófica para se aumentar a Taxa de Competitividade.

Muitas organizações já estão enfrentando a veloz e voraz concorrência da Curadoria, sem ter a mínima ideia do que isso significa.

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