Um novo aprendizado baseado em problema/solução visa dar autonomia às pontas para começar a criar novas saídas para antigos e novos problemas que o atual ensino não favorece.

 

 

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Não haverá nova escola que não tenha seu aprendizado (e não ensino) baseado em problemas/soluções.

Não problemas escolhidos de cima para baixo, mas de baixo para cima.

Não há como termos um novo modelo de escola sem esse fio condutor.

Tenho feito esta experiência por aqui agora com filosofia.

Não me importo muito em uma didática, em uma ordem, uma sequência.

O meu problema é definido há tempo:

O que é a Internet? Causas e consequências? E como usá-la para aumentar a felicidade/eudaimonia e reduzir o sofrimento?

Tudo que estudo de filosofia vai na direção desse campo de estudo/problema e a minha medição é o resultado que tenho, pois um problema naturalmente me leva a uma personal metodologia.

O meu parâmetro se estou no caminho adequado não vem de fora, de cima para baixo, mas de baixo para cima, pois eu estou atuando na sociedade e o que estou aprendendo está servindo para piorar ou melhorar a vida das pessoas.

Pergunto para as pessoas que eu influencio na minha atuação:

Há menos sofrimento e mais felicidade com esse aprendizado que apresento e ações que sugiro? As ações estão melhorando a vida das pessoas?

E vamos em frente, ou mudamos, conforme a interação.

O aprendizado por problema/solução nos leva necessariamente a intensificação da interação, leia-se do maior diálogo e da verdadeira comunicação.

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Note que um assunto não tem metodologia, pois um assunto pode não tocar no chão.

Quando lido com assuntos, sou dependente de quem o conhece, pois eu tenho que ser uma cópia melhorada deste e não um criador.

  • O aprendizado por problemas/soluções é aberto e vem de baixo para cima, o que dá autonomia a quem está no processo. É independente do alto e transformador do que já se sabe.
  • O ensino por assunto é fechado e vem de cima para,  o que impede a autonomia a quem está no processo. É dependente do alto e conservador do que já se sabe.

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Uma pessoa pode saber tudo sobre Napoleão e daí pergunto eu?

Isso é um assunto que tem que tocar em algum lugar.

A pessoa pode saber tudo sobre Napoleão e ter como um problema:

Ajudar as pessoas a refletir melhor sobre o poder, a partir do que conhecemos sobre Napoleão, para evitar erros, aumentando a felicidade e reduzindo os sofrimento.

No fundo, estuda-se o poder, via Napoleão.

Aprender tudo sobre Napoleão por aprender é um hobbie e não deveria ser encarado como um problema-guia de um ser humano no mundo.

Apesar de hoje em dia ser super valorizado, tende a perder valor, pois é, do ponto de vista humano, um conhecimento eunuco e até anti-ético se encarado como profissão, pois só rende frutos para o possuidor do mesmo. Passa de uma ferramenta de transformação à dominação  e poder e não de redução de sofrimento da sociedade.

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Pior: gera sofrimento, pois é algo que desestimula o estudo, pois nunca vais se saber tanto sobre aquele assunto. O que ser quer é uma dependência daquele que sabe por quem aprende e não a sua independência.

Um novo aprendizado baseado em problema/solução visa dar autonomia às pontas para começar a criar novas saídas para antigos e novos problemas que o atual ensino não favorece.

Mais efeitos da atual revolução cognitiva na escola podem ser visto aqui.

Versão 1.0 – 17/10/2013 Colabore revisando, criticando e sugerindo novos caminhos para a minha pesquisa. Pode usar o texto à vontade, desde que aponte para a sua origem, pois é um texto líquido, sujeito às alterações, a par

rtir da interação.