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Na Mídia

Podcast 241 – Conceito e aplicação do Liberalismo 3.0 (Carlos Nepomuceno)

 

Sobre futuro das organizações – 02/11/15:
Link: http://epocanegocios.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2015/11/vamos-acabar-com-os-gerentes-nas-empresas.html

nepo na epoca

 

Sobre privacidade, Rádio Nacional AM – 21/05/14:

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Sobre Educação e nova Governança Digital:

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Sobre Marketing Digital (ministro aulas em pós sobre o tema em várias universidades do Rio):

mkt2

mktdigital

 

Sobre o novo livro:

ABDE – IMPRESSA, RECOMENDO, FICOU MUITO BOA.

ABDE

Sobre – Banda Larga _ Canal Saúde.

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CBN:

Entrevista Jornal O Dia sobre aplicativos para táxi (setembro 2012):

Entrevista Bom Dia Brasil sobre aplicativos para táxi (agosto 2012):

Palestra para o Governo de São Paulo – no InovaDay.

Veja aqui.

 

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Entrevista para Globo – Coluna Conexão Global – Nelson Vasconcelos – Comprando Filtros – 08/02/2011.

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Entrevista para o site Jornalistas da Web:

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Palestra na Aberje:

(áudio completo da palestra)

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Podcast para o site Sala.org.br:

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Entrevista para a Revista Interna da Infoglobo:
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Entrevista para o Portal do Serpro:

Crowd computing: a revolução da computação colaborativa

Entrevista para o “RH MAIS” sobre futuro das corporações.

Ver aqui.

Matéria sobre participação na Rio Info, uma ótima síntese das minhas ideias feita por Nelson Vasconcelos, na coluna “Conexão Global”, 24/08/2010.

 

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Texto:

CONEXÃO GLOBAL – Página 25
De bandeja
NELSON VASCONCELOS

Anote aí: semana que vem tem o Rio Info 2010.

Este ano, o evento tem como pano de fundo a crescente tendência à
integração de “mídias, coisas, pessoas e serviços”. É um prato cheio
para quem precisa saber a quantas andamos nestes tempos de
multiplataformas, redes sociais, banda larga para todos e TV digital.
Oportunidade, também, para fazer negócios.

Todas as grandes entidades nacionais de tecnologia estarão reunidas no
Rio Info deste ano. Isso não acontece com frequência. Estarão por lá
Assespro, Softex, Abes, Brasscom, Seprorj e Riosoft. Bom ficar de olho.

Entre os vários seminários da Rio Info, recomendo “Integração de
pessoas” (dia 1º, 9h30m), com a participação do Carlos Nepomuceno e do
Sergio Amadeu, entre outros. Tudo leva a crer que vai rolar um bom papo
cabeça a respeito da cultura digital em que estamos metidos.

O Nepomuceno, por exemplo, está defendendo uma tese deveras interessante.

Diz ele que a internet é uma consequência do crescimento populacional no
planeta. Afinal, ela surge num momento em que a Terra soma quase sete
bilhões de pessoas – que, naturalmente, precisam se comunicar cada vez
mais, e mais rapidamente. E desde o século 15 não surgia nada tão
revolucionário no mundo da informação. Com tanta gente espalhada por aí,
parece mesmo que o livro impresso (e as mídias de massa que vieram
depois) ficaram meio limitadas nessa tarefa.

– Em 1800, havia um bilhão de pessoas na Terra.

Nos últimos 210 anos, crescemos sete vezes. Obviamente esse aumento
pressionou os ambientes de produção, mas chegou a hora em que esbarrou
no ambiente de informação – resume o Nepomuceno (//glo.bo/2rewn). – Daí
a web 2.0 vem ao mundo, a baixo custo, para reduzir o número de
intermediários e estabelecer o trabalho colaborativo na produção de
informação, a liberdade de escolha por parte dos usuários, visando
ampliar a dinâmica da produção e alimentar o planeta lotado.

A discussão vai longe, muito além da fronteira desta coluna. Mas Carlos
Nepomuceno deixa claro o seguinte: quanto mais pessoas estiverem no
mundo, mais a gente precisará de produtos para serem consumidos. Isso
vale para pratos de comida ou para a informação pura e simples.

Daí que os novos ambientes de produção de informação são consequência
dessa necessidade 2.0 – e não apenas um mercado vislumbrado pelos
produtores “de conteúdo”.

– Para ganhar tempo, deixa o cara se servir, como se estivéssemos num
restaurante a quilo – compara Nepomuceno.

Taí uma boa analogia. O consumidor de informação, hoje, escolhe (com
pressa) o que quer, quando quer, como quer, de quantas bandejas quiser.
É uma mudança forte.

– Nós somos a primeira geração de uma nova civilização, que nasce com a
internet. Não somos nem piores nem melhores que as gerações anteriores,
mas mais adaptadas a esse grande número de pessoas.

Enfim, como já disse, a discussão vai longe. Aqui fica só um resuminho.
Bom mesmo é dar uma chegada na Rio Info, que será no Hotel Windsor da
Barra, de 31 de agosto a 2 de setembro.

Informações em www.rioinfo.com.br <http://www.rioinfo.com.br>.

Globo de 24.08.2010

Voltando a acompanhar a Mídia.

Chat com o pessoal do Nós:

Uma conversa sobre empresas 2.0 e o futuro da comunicação com Carina Almeida, Carlos Nepomuceno e nossos leitores

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Entrevista para o Blog da Foco:

“Vivemos uma mudança civilizacional e precisamos de adequação”

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Entrevista comigo no Zero Hora sobre Redes Sociais.

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Saiu a entrevista para a Revista 360º graus feita pela Natália Calandrini.

Dezembro 2009.

(Natália, ficou ótima, grato.)

Veja aqui a entrevista completa em áudio:

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Ver parte da linda capa abaixo:

revista_360

E se quiserem ler a entrevista no papel está na página 36 do PDF.

nepo_revista_360

Ouça abaixo o podcast completo do meu papo com a Natália que gravei e combinei com ela de disponibilizar depois de publicada.

Nós na Comunicação – Cobertura debate

(Outubro/2009)

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Nós na Comunicação – Vídeo

(Outubro/2009)

Gostei muito do resultado da entrevista para o pessoal do Nós da Comunicação.

Veja, em duas partes:

Parte I:

nos

Parte II:

nos2

Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios

(Agosto 2009/247)

pegn

Nós da Comunicação – Agosto

Outra grande entrevista. Quando o entrevistador lê o que você já disse e vai puxando, sempre sai coisa boa. Grato à Christina e turma do Nós.

nos_comunicacao_entrevista

LingNet – Agosto

Uma boa entrevista gostei bastante.

Clique na imagem:

lingnet

Revista do Crea-RJ – Agosto:

(Clique na imagem – a matéria esta na página 21 do PDF.)

crea

Jornal O Dia, 09/08/09:

http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/8/no_mundo_virtual_rede_solidaria_e_mais_que_real_28447.html

odia

Minha parte na entrevista:

Tecnologia motiva mais os homens

Especialistas em serviço social e em Internet têm opiniões semelhantes sobre o tema solidariedade virtual. Heloisa Coelho, pós-graduada em Serviço Social, explica que, graças à Internet, os homens estão mais participativos. “Antes o serviço voluntário era uma atividade mais feminina, os homens gastavam boa parte do tempo com o trabalho. Agora, o sexo masculino está abraçando mais iniciativas solidárias”, avalia. Na opinião da diretora do Instituto Rio Voluntário, a Internet permite que todos encontrem um tempo livre para ajudar. “Com a nova tecnologia estaremos mais próximos de um mundo sustentável”, acredita Heloisa.

O pesquisador e professor de MBA em Gestão de Conhecimento da Coppe Carlos Nepomuceno é enfático. Para ele, a Internet forneceu novas possibilidades na solução de problemas. “Com a grande rede, nós temos uma possibilidade de uma comunicação multidirecional, o que cria uma cultura de troca colaborativa. Nela, as pessoas usam a mídia como ferramenta não só para fornecer e receber informação, mas também para ajudar uns aos outros.”

Além disso, o pesquisador afirma que os projetos que proliferam no mundo virtual são uma extensão de movimentos que já existiam. Ele ainda cita alguns exemplos de soluções que vão ajudar nas áreas
médicas e de conhecimento. “O importante é ressaltar que iniciativas já existiam, a Internet só ajudou a multiplicar a visibilidade. Ações que antes eram dispersas hoje podem ser unificadas, seja para decodificação do genoma humano ou para a criação de uma enciclopédia digital. A distância não é mais empecilho para as pessoas trabalharem juntas em prol de um bem comum”, aponta Carlos Nepomuceno.

Diário do Comércio, a partir do post que a Alice Sosnowsky viu aqui no blog do desesperedorismo.


diario_comercio

Entrevista para o Sala 21:

(Na íntegra, pois circulou em Newsletter:)

ENTREVISTA COM CARLOS NEPOMUCENO
SOBRE WEB 2.0

Do Newsletter Sala21 – www.sala21.com.br

S21 – O que é exatamente a Web 2.0?
CN – O termo Web 2.0 surgiu de uma necessidade das pessoas que estudam a internet, e foi lançado pelo pesquisador e empresário Tim O’Reilly. Percebemos que a internet e a interatividade que ela propiciava desde o princípio se massificou a partir de 2004. Alguns pesquisadores da área contestam o termo Web 2.0 porque acham que a internet sempre foi interativa e, na verdade, não estava ainda massificada. Eu adoto o termo e acho que ele tem sentido porque marca a massificação da internet.
A internet veio como uma nova mídia e tinha, até 2004, seu uso limitado em função da capacidade de conexão. Com o surgimento da banda larga, que permite ao usuário ficar o tempo que quiser na internet, ele pôde ter acesso à essa nova mídia e pôde exercê-la na sua plenitude. Com a conexão discada, através do modem, não só a velocidade era insuficiente como as pessoas pagavam pelo tempo que ficavam conectadas. Com a banda larga, o aumento da velocidade e a popularização do preço fixo (ou seja, você usa o quanto quiser, pagando um mesmo preço), alterou-se a maneira como as pessoas usavam a internet. A partir do uso constante, começamos a visualizar uma série de possibilidades e novas ferramentas foram surgindo.

S21 – Quais são os impactos dessa nova onda nas corporações?
CN – Quem rapidamente percebe e utiliza bem o novo ambiente de conhecimento consegue ser mais competitivo. No mundo hoje, com a velocidade como as coisas acontecem, a globalização, a possibilidade de troca interativa e de retroalimentação constante das pessoas dentro do sistema, o que se observa é que uma empresa não pode mais trabalhar no modelo hierárquico ao qual estamos acostumados. Esse modelo hierárquico foi importante, mas para uma determinada fase da sociedade. Vivemos um momento em que a quebra de uma colheita no Sul do Vietnã pode ter impacto para um investidor da bolsa de valores do Arkansas. Os fatos que acontecem no mundo já não são isolados. O mundo se interconectou.

S21 – E o Governo, como tudo isso se entrelaça com as relações que o governo mantém com o cidadão, servidores, fornecedores e entre Governos?
CN – A necessidade de tomar decisões rápidas, de maneira inteligente e sábia, faz com que você tenha necessidade de outro ambiente de conhecimento, pois o modelo hierárquico anterior não funciona: se acontece um problema, o presidente manda para o diretor, o diretor encaminha para o gerente dar opinião, o gerente manda para o seu assessor, o assessor faz uma reunião. Dali a quinze dias, tem-se uma decisão que já não tem mais sentido, porque as empresas mais rápidas já fizeram sua escolha e já ocuparam o espaço que estava vago. O modelo das redes sociais é um modelo que as empresas vão adotar e já estão adotando, como é o caso da IBM, onde você recebe um crachá e um endereço de blog quando ingressa na empresa.
É preciso transformar as empresas, incluindo o Governo,, como a sociedade, em uma espécie de colméia em que, quando acontece determinado fato, as redes internas, ou as redes sociais da empresa, rapidamente o absorvem, avaliam as decisões, fazem escolhas e reagem ao fato. Essa velocidade é o que vai fazer a diferença, é a capacidade que temos de modificarmos grupos, pessoas e empresas conforme percebemos as mudanças, os problemas e as oportunidades. O que vai acontecer, e já está acontecendo na área corporativa, é a incorporação dessas redes sociais ao ambiente de trabalho.

S21 – Já existem experiências de Gov 2.0 no exterior? E no Brasil?
CN – Sim, há discussões, mas nada ainda para valer. O Obama está começando algo nessa direção, mas a mudança cultural é muito forte e tende a se concretizar no longo prazo, diferente da Web 1.0, que foi mais tecnológica, mudou bastate a forma de nos relacionarmos com a informação e o conhecimento, mas a estrutura das instituições não mudou.
Agora vai se alterar. É parecida com a passagem do livro mansucrito para o impresso. O primeiro criou a base para as mudanças que o segundo trouxe, como a reforma protestante, as revoluções francesa, industrial, russa, americana, etc.

S21 – No final de maio vc estará em Brasília a convite da Sala 21 para ministrar um curso de Implantação de Gov 2.0 em Instituições Públicas. Vc acha que já é o momento de se pensar em projetos de Gov 2.0 sendo que a Web 2.0 mal começou nas corporações privadas?
CN – É uma questão de senha em uma fila que já está andando. A mudança, como mostra a história, é inevitável. Quanto mais cedo iniciar, o que não quer dizer mudar tudo, mas começar a mudar, melhor. Digo ainda que foi-se o tempo que a iniciativa privada estava adiante do governo, Hoje. a implantação de novas tecnologias de conhecimento e informação do governo são estratégicas para a economia do país e acho que o Governo deve assumir esse papel de vanguarda, por que não?

* O Seminário Implantando Web 2.0 no Governo com o Prof. Carlos Nepomuceno acontece nos dias 28 e 29 de Maio. Os interessados devem fazer sua reserva já, pois as vagas são limitadas.

Entrevista para o PORTAL DA SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO – RJ

28/04/2009

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Wikishop que fizemos e acompanhamento do projeto Radiotube.

Saiu no Caderno de Informática do Globo.

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Eu e o Andrei no fundo da sala.

Mais fotos deste dia.

Nós da Comunicação – 24/3/2009

Entrevista para o pessoal Nós da Comunicação.

Entrevista para o pessoal Nós da Comunicação.

Veja a entrevista completa aqui.

Brazilian Business – janeiro – fevereiro de 2009.

Matéria sobre Web 2.0.

Matéria sobre Web 2.0.

Para ler em PDF.

De muitos para muitos – Entrevista que concedi em fevereiro de 2009 para a Revista “Minas Faz Ciência”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Texto completo da entrevista...

 


QuemPodCast – Conhecimento em Rede – jan – 2009

Para ouvir

quem_pod_cast

Conhecimento em Rede

 

Palestra RioInfo – Lançamento ICO – “O Futuro da Web” – 02 de Outubro de 2008 – Parte 1.


[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=ceCWgNTEaLI]

Palestra RioInfo – Lançamento ICO – “O Futuro da Web” – 02 de Outubro de 2008 – Parte 2.

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=7GJq1FRhOJI&feature=related]

A Internet é a grande revolução
[ Jornal de Debates – março 2007 ]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=nRbz4DFHIJE&eurl=http://www.nepo.com.br/entrevistas.html]
Para Carlos Nepomuceno, coordenador do ICO (Instituto de Inteligência Coletiva) e autor do livro O Conhecimento em Rede, a internet é a grande revolução da comunicação do homem. “Desde 1960, estamos vivendo uma revolução que é paradigma de comunicação. Pela primeira vez o homem tem uma ferramenta comunicacional que permite a interação. E dentro dessa revolução, a Web 2.0 é uma segunda revolução”, afirma. Gravado pela equipe do Jornal de Debates durante a Conferência WEB 2.0, realizada em São Paulo, dias 28/02 e 1/03

Entrevista concedida a Marlucio Luna
Editor do Portal da MULTIRIO

Publicada no blog de Terezinha Machado.

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Achei aqui uma das primeiras entrevistas comigo, veja aí:revista_internautas


3 Responses to “Na Mídia”

  1. Carlos, foi neste dia que voce ensinou-me “Esqueca a web 2.0, daqui a pouco havera caixinhas de f’osforo 3.0” Sensacional! Foi neste dia que voce ensinou-nos que a Internet ‘e a releitura da historia da humanidade! Sensacional! Que bom o Brasil ter um pensador como voce! Boas clicadas! Um grande abraco Gil Giardelli

  2. Ana Luísa disse:

    Bom dia Carlos!
    Trabalho na Adetec, uma OSCIP que organizou-se na cidade de Lins/SP, afim de fomentar o empreendedorismo e ampliar a capacidade de empreender com qualidade e responsabilidade.
    Diariamente temos o desafio de inovar culturalmente nossa comunidade…
    Tenho acompanhado algumas de suas publicações e me interessou uma em especial que fala sobre a Sabedoria Empreendedora.
    Gostaria de divulgar este artigo junto em nossas mídias, mas antes peço sua licença.
    Aguardo seu retorno.
    Abraço
    Ana

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