Eu_na_mídia
out 24th, 2008 by Carlos Nepomuceno
Saiu a entrevista para a Revista 360º graus feita pela Natália Calandrini.
Dezembro 2009.
(Natália, ficou ótima, grato.)
Veja aqui a entrevista completa em áudio:
![]() |
|||||
|
Ver parte da linda capa abaixo:
E se quiserem ler a entrevista no papel está na página 36 do PDF.
Ouça abaixo o podcast completo do meu papo com a Natália que gravei e combinei com ela de disponibilizar depois de publicada.
Nós na Comunicação - Cobertura debate
(Outubro/2009)
Nós na Comunicação - Vídeo
(Outubro/2009)
Gostei muito do resultado da entrevista para o pessoal do Nós da Comunicação.
Veja, em duas partes:
Parte I:
Parte II:
Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios
(Agosto 2009/247)
Nós da Comunicação – Agosto
Outra grande entrevista. Quando o entrevistador lê o que você já disse e vai puxando, sempre sai coisa boa. Grato à Christina e turma do Nós.
LingNet – Agosto
Uma boa entrevista gostei bastante.
Revista do Crea-RJ – Agosto:
(Clique na imagem – a matéria esta na página 21 do PDF.)
Jornal O Dia, 09/08/09:
Minha parte na entrevista:
Tecnologia motiva mais os homens
Especialistas em serviço social e em Internet têm opiniões semelhantes sobre o tema solidariedade virtual. Heloisa Coelho, pós-graduada em Serviço Social, explica que, graças à Internet, os homens estão mais participativos. “Antes o serviço voluntário era uma atividade mais feminina, os homens gastavam boa parte do tempo com o trabalho. Agora, o sexo masculino está abraçando mais iniciativas solidárias”, avalia. Na opinião da diretora do Instituto Rio Voluntário, a Internet permite que todos encontrem um tempo livre para ajudar. “Com a nova tecnologia estaremos mais próximos de um mundo sustentável”, acredita Heloisa.
O pesquisador e professor de MBA em Gestão de Conhecimento da Coppe Carlos Nepomuceno é enfático. Para ele, a Internet forneceu novas possibilidades na solução de problemas. “Com a grande rede, nós temos uma possibilidade de uma comunicação multidirecional, o que cria uma cultura de troca colaborativa. Nela, as pessoas usam a mídia como ferramenta não só para fornecer e receber informação, mas também para ajudar uns aos outros.”
Além disso, o pesquisador afirma que os projetos que proliferam no mundo virtual são uma extensão de movimentos que já existiam. Ele ainda cita alguns exemplos de soluções que vão ajudar nas áreas médicas e de conhecimento. “O importante é ressaltar que iniciativas já existiam, a Internet só ajudou a multiplicar a visibilidade. Ações que antes eram dispersas hoje podem ser unificadas, seja para decodificação do genoma humano ou para a criação de uma enciclopédia digital. A distância não é mais empecilho para as pessoas trabalharem juntas em prol de um bem comum”, aponta Carlos Nepomuceno.
Diário do Comércio, a partir do post que a Alice Sosnowsky viu aqui no blog do desesperedorismo.
Entrevista para o Sala 21:
(Na íntegra, pois circulou em Newsletter:)
SOBRE WEB 2.0
Do Newsletter Sala21 – www.sala21.com.br
S21 – O que é exatamente a Web 2.0?
CN - O termo Web 2.0 surgiu de uma necessidade das pessoas que estudam a internet, e foi lançado pelo pesquisador e empresário Tim O’Reilly. Percebemos que a internet e a interatividade que ela propiciava desde o princípio se massificou a partir de 2004. Alguns pesquisadores da área contestam o termo Web 2.0 porque acham que a internet sempre foi interativa e, na verdade, não estava ainda massificada. Eu adoto o termo e acho que ele tem sentido porque marca a massificação da internet.
A internet veio como uma nova mídia e tinha, até 2004, seu uso limitado em função da capacidade de conexão. Com o surgimento da banda larga, que permite ao usuário ficar o tempo que quiser na internet, ele pôde ter acesso à essa nova mídia e pôde exercê-la na sua plenitude. Com a conexão discada, através do modem, não só a velocidade era insuficiente como as pessoas pagavam pelo tempo que ficavam conectadas. Com a banda larga, o aumento da velocidade e a popularização do preço fixo (ou seja, você usa o quanto quiser, pagando um mesmo preço), alterou-se a maneira como as pessoas usavam a internet. A partir do uso constante, começamos a visualizar uma série de possibilidades e novas ferramentas foram surgindo.
S21 – Quais são os impactos dessa nova onda nas corporações?
CN - Quem rapidamente percebe e utiliza bem o novo ambiente de conhecimento consegue ser mais competitivo. No mundo hoje, com a velocidade como as coisas acontecem, a globalização, a possibilidade de troca interativa e de retroalimentação constante das pessoas dentro do sistema, o que se observa é que uma empresa não pode mais trabalhar no modelo hierárquico ao qual estamos acostumados. Esse modelo hierárquico foi importante, mas para uma determinada fase da sociedade. Vivemos um momento em que a quebra de uma colheita no Sul do Vietnã pode ter impacto para um investidor da bolsa de valores do Arkansas. Os fatos que acontecem no mundo já não são isolados. O mundo se interconectou.
S21 – E o Governo, como tudo isso se entrelaça com as relações que o governo mantém com o cidadão, servidores, fornecedores e entre Governos?
CN - A necessidade de tomar decisões rápidas, de maneira inteligente e sábia, faz com que você tenha necessidade de outro ambiente de conhecimento, pois o modelo hierárquico anterior não funciona: se acontece um problema, o presidente manda para o diretor, o diretor encaminha para o gerente dar opinião, o gerente manda para o seu assessor, o assessor faz uma reunião. Dali a quinze dias, tem-se uma decisão que já não tem mais sentido, porque as empresas mais rápidas já fizeram sua escolha e já ocuparam o espaço que estava vago. O modelo das redes sociais é um modelo que as empresas vão adotar e já estão adotando, como é o caso da IBM, onde você recebe um crachá e um endereço de blog quando ingressa na empresa.
É preciso transformar as empresas, incluindo o Governo,, como a sociedade, em uma espécie de colméia em que, quando acontece determinado fato, as redes internas, ou as redes sociais da empresa, rapidamente o absorvem, avaliam as decisões, fazem escolhas e reagem ao fato. Essa velocidade é o que vai fazer a diferença, é a capacidade que temos de modificarmos grupos, pessoas e empresas conforme percebemos as mudanças, os problemas e as oportunidades. O que vai acontecer, e já está acontecendo na área corporativa, é a incorporação dessas redes sociais ao ambiente de trabalho.
S21 – Já existem experiências de Gov 2.0 no exterior? E no Brasil?
CN - Sim, há discussões, mas nada ainda para valer. O Obama está começando algo nessa direção, mas a mudança cultural é muito forte e tende a se concretizar no longo prazo, diferente da Web 1.0, que foi mais tecnológica, mudou bastate a forma de nos relacionarmos com a informação e o conhecimento, mas a estrutura das instituições não mudou.
Agora vai se alterar. É parecida com a passagem do livro mansucrito para o impresso. O primeiro criou a base para as mudanças que o segundo trouxe, como a reforma protestante, as revoluções francesa, industrial, russa, americana, etc.
S21 – No final de maio vc estará em Brasília a convite da Sala 21 para ministrar um curso de Implantação de Gov 2.0 em Instituições Públicas. Vc acha que já é o momento de se pensar em projetos de Gov 2.0 sendo que a Web 2.0 mal começou nas corporações privadas?
CN - É uma questão de senha em uma fila que já está andando. A mudança, como mostra a história, é inevitável. Quanto mais cedo iniciar, o que não quer dizer mudar tudo, mas começar a mudar, melhor. Digo ainda que foi-se o tempo que a iniciativa privada estava adiante do governo, Hoje. a implantação de novas tecnologias de conhecimento e informação do governo são estratégicas para a economia do país e acho que o Governo deve assumir esse papel de vanguarda, por que não?
* O Seminário Implantando Web 2.0 no Governo com o Prof. Carlos Nepomuceno acontece nos dias 28 e 29 de Maio. Os interessados devem fazer sua reserva já, pois as vagas são limitadas.
Entrevista para o PORTAL DA SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO – RJ
28/04/2009
Wikishop que fizemos e acompanhamento do projeto Radiotube.
Saiu no Caderno de Informática do Globo.

Eu e o Andrei no fundo da sala.
Nós da Comunicação - 24/3/2009

Entrevista para o pessoal Nós da Comunicação.
Veja a entrevista completa aqui.
Brazilian Business – janeiro – fevereiro de 2009.

Matéria sobre Web 2.0.
| De muitos para muitos - Entrevista que concedi em fevereiro de 2009 para a Revista “Minas Faz Ciência”.
|
QuemPodCast – Conhecimento em Rede – jan – 2009
Palestra RioInfo – Lançamento ICO – “O Futuro da Web” – 02 de Outubro de 2008 – Parte 1.
[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=ceCWgNTEaLI]
Palestra RioInfo – Lançamento ICO – “O Futuro da Web” – 02 de Outubro de 2008 – Parte 2.
[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=7GJq1FRhOJI&feature=related]
A Internet é a grande revolução
[ Jornal de Debates - março 2007 ]
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=nRbz4DFHIJE&eurl=http://www.nepo.com.br/entrevistas.html]
Para Carlos Nepomuceno, coordenador do ICO (Instituto de Inteligência Coletiva) e autor do livro O Conhecimento em Rede, a internet é a grande revolução da comunicação do homem. “Desde 1960, estamos vivendo uma revolução que é paradigma de comunicação. Pela primeira vez o homem tem uma ferramenta comunicacional que permite a interação. E dentro dessa revolução, a Web 2.0 é uma segunda revolução”, afirma. Gravado pela equipe do Jornal de Debates durante a Conferência WEB 2.0, realizada em São Paulo, dias 28/02 e 1/03
—
Entrevista concedida a Marlucio Luna
Editor do Portal da MULTIRIO
Publicada no blog de Terezinha Machado.
————-
Achei aqui uma das primeiras entrevistas comigo, veja aí:

















Temas que estou relendo e reeditando no blog:
Prosumidor 2.0 - (










Carlos, foi neste dia que voce ensinou-me “Esqueca a web 2.0, daqui a pouco havera caixinhas de f’osforo 3.0″ Sensacional! Foi neste dia que voce ensinou-nos que a Internet ‘e a releitura da historia da humanidade! Sensacional! Que bom o Brasil ter um pensador como voce! Boas clicadas! Um grande abraco Gil Giardelli
[...] Eu_na_mídia [...]