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A expressão “pensar fora da caixa” se tornou popular, mas é extremamente venenosa para a inovação.

A imagem é de que você está dentro de uma caixa e é preciso se libertar dela. Mas vai para onde?

Se vende a ideia por aí de que existe uma “Cracolândia da Inovação” que te leva para fora da caixa.

Palestras e Workshops da inovação, assim, são muito mais um tipo de entorpecente para viagens psicodélicas do que ferramentas de conscientização.

A “caixa” procura simbolizar valores, mentalidades, forma de pensar e agir sobre problemas.

O que seria diferente disso?

A história do ser humano demonstra é de que temos hábitos e mentalidades arraigadas, que só são alterados quando se percebe que há algo neles obsoleto.

Assim, o primeiro passo para que se possa inovar não é sair da caixa, mas ter consciência do que está atrapalhando nela.

Com o diagnóstico do que NÃO está mais adequado na atual “caixa das percepções”, opta-se por uma nova.

Assim, para que se possa mudar para valer não se sai da caixa, mas se percebe o que está obsoleto dentro dela.

E só com este exercício de olhar para caixa e ver o que ficou obsoleto poderemos optar por nova caixa.

O ser humano sempre terá uma caixa, o máximo que se pode é escolher outra, mas nunca sair dela.

Só iremos para uma nova caixa , quando estivermos convencidos por argumentos sólidos – e não pelo crack – de que iremos para uma melhor.

Pensar fora da caixa acaba sendo uma espécie de lema da Inovação Rivotril: “Inovar pode, mudar jamais!”.

Ou seja no MIMIMI de “fora da caixa”, todo mundo assiste ao seminário cracolândia na sexta e volta na segunda de ressaca para a antiga rotina obsoleta.

É isso, que dizes?

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