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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

Texto do Nepô: Continuemos a bimodalização do livro “Estoicismo e a arte da felicidade” de Donald Robertson. Este é o quarto e último artigo. Robertson poderia ter sido mais conciso, mas seu objetivo foi trazer o Estoicismo para melhorar a vida moderna, aplicando-o com foco na prevenção de distúrbios emocionais através de paradigmas e atitudes que promovem uma vida melhor. A distinção estóica entre o que podemos controlar e o que não podemos é fundamental para viver bem, destacando a importância de focar na Zona de Atuação ao invés da Zona de Preocupação. Robertson reforça que aceitar o que não podemos mudar e agir sobre o que podemos é crucial para uma vida saudável e emocionalmente equilibrada.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. É fundamental em uma vida mais saudável que consigamos estar mais na Zona de Atuação do que na da Preocupação.
  2. A Zona de Preocupação é uma espécie de fuga da realidade, na qual colocamos nossa mente para pensar naquilo que ABSOLUTAMENTE não podemos agir.
  3. Os estóicos, aliás, criaram essa dicotomia de uma vida mais saudável: Mais Virtudes e Menos Vícios.
  4. Viver é a arte de estar o tempo todo transformando os limões da vida em limonada!
  5. Quando temos Projetos Existenciais Mais Fracos colocamos no outro a referência de que estamos bem e não em nós mesmos.
  6. Não podemos mudar tudo que está à nossa volta e podemos alguma coisa. Se todo mundo se preocupasse com essa alguma coisa, o mundo estaria bem melhor.
  7. Se você não escolhe Padrinhos Fortes tem problemas na sua jornada mais saudável. Se não escolher nenhum Padrinho, ela não se inicia.
  8. Se você dissemina um guia de felicidade, tem que ser o primeiro usuário de tudo que está sugerindo dentro dele.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Concentre-se no que você pode controlar e aceite o que não pode. Escolha sabiamente suas preocupações.”Plutarco.

Continuemos a Bimodalização do livro “Estoicismo e a arte da felicidade” de Donald Robertson.

Este é o quarto e último artigo.

Como disse no início Robertson poderia ter sido mais conciso no seu livro.

Seu objetivo, porém, foi:

Trazer o Estoicismo (uma proposta Ética) para se ter uma vida melhor e aplicá-la nos dias atuais.

Ele um psicólogo que abraçou a Terapia Cognitiva Comportamental é mais um que acredita na importância da Prevenção para evitar que mais e mais pessoas tenham distúrbios emocionais.

Dentro da prevenção, temos uma série de sugestões de Paradigmas (formas de pensar e agir) sobre nossa vida na direção de uma vida melhor.

Destaco como muito relevante a colaboração Estóica na questão da Alienação Saudável em relação a tudo na vida.

Diz Robertson:

“A escola de Epicteto fez do tema central de toda a sua filosofia a doutrina de que devemos distinguir muito cuidadosamente o que “é nosso encargo”, ou está sob nosso poder, e o que não depende de nós. Isso porque o principal bem da vida está diretamente situado dentro da esfera de nosso controle, em nossas próprias ações e julgamentos, e tudo o mais é classificado como “indiferente” no que diz respeito a viver uma boa vida.”

E aqui temos algo que marcou no tempo e tem sido usado, desde os grupos de mútuo ajuda, tipo Alcoólicos Anônimos (AA) e autores importantes tal como Stephen Covey – conhecido pelo seu livro “Os sete hábitos de uma pessoa eficaz” (que consta da nossa Bibliografia Básica.

Covey fez uma distinção entre a Zona de Preocupação e a Zona de Atuação.

Zona de Preocupação e Zona de Atuação

Vejamos a regra na comparação de virtuosidade e as zonas que cada um ocupa:

Numa Vida Mais Virtuosa, concentramos nossa energia na Zona de Atuação e deixamos de lado a da Preocupação;
Numa Vida Menos Virtuosa, concentramos nossa energia na Zona de Preocupação e deixamos de lado a da Atuação.

Isso, aliás, é um dos sintomas para se avaliar a saúde emocional de alguém.

Quem passa o tempo todo preocupado com o que não pode controlar, tende a estar com mais problemas.

Diz ele, citando Plutarco:

“Concentre-se no que você pode controlar e aceite o que não pode. Escolha sabiamente suas preocupações.” – Plutarco.

É fundamental em uma vida mais saudável que consigamos estar mais na Zona de Atuação do que na da Preocupação.

Pessoas que estão o tempo todo na Zona de Preocupação são aquelas que estão com mais dificuldade de resolver os problemas que as afligem.

A Zona de Preocupação é uma espécie de fuga da realidade, na qual colocamos nossa mente para pensar naquilo que ABSOLUTAMENTE não podemos agir.

Diz ele:

“Essa dicotomia fundamental entre o que “é nosso encargo” e o que não é foi descrita como o princípio “soberano” e mais característico dos estóicos.”

Dentro do nosso Projeto Existencial Bimodal temos as sugestões das Atitudes Estruturantes. Nela, a preocupação com se ligar no que podemos mudar, é o Foquismo.

No Foquismo temos a sugestão de sair e evitar se perder na Zona de Preocupação.

Isso é reforçado por Robertson da seguinte forma:

“A consciência dessa distinção entre o que é nosso encargo e o que não nos compete é um dos principais remédios para o sofrimento emocional.”

E ainda:

“Isso é claramente expresso na “Oração da Serenidade”, uma conhecida fórmula do início do século , utilizada pelos Alcoólicos Anônimos e muitos terapeutas modernos: Deus, concede-me a serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem para mudar as coisas que posso e a sabedoria para discernir umas das outras.”

(A oração da serenidade do AA chamamos na Bimodais de Mantra da Potência)

Por fim, diz ele:

“A maior parte do sofrimento humano está relacionada à ruminação sobre o passado ou à preocupação com o futuro, e que ninguém confina sua preocupação ao momento presente.” // “Ao nos concentrarmos no que nos é presente em vez de nos preocuparmos com o futuro, podemos dar um passo de cada vez e superar obstáculos que de outra forma poderiam parecer esmagadores.”

Outro aspecto do Foquismo.

Não perca tempo com o que você não pode modificar e isso envolve:

O que está no passado;
E o que está no presente e futuro longe da sua Zona de Atuação.

E isso nos leva para a sugestão de seguir o fluxo:

“Zenão ilustrou isso com uma metáfora marcante: o homem sábio é como um cão amarrado a uma carroça, correndo ao seu lado e acompanhando-a com suavidade, enquanto um homem tolo é como um cão que luta contra a trela, mas se vê arrastado ao longo da carroça de qualquer maneira.” // “Não procure que os eventos aconteçam como você deseja, mas deseje que os eventos aconteçam como eles acontecem, e sua vida correrá sem sobressaltos.” (Encheirídion). // “Os homens são perturbados não pelos acontecimentos, mas por suas opiniões a respeito deles” – Epicteto.

E ainda:

“Entretanto, a maioria das pessoas julga erroneamente as coisas externas como “boas” e, portanto, experimenta sentimentos de desejo por coisas fora de seu controle, o que as conduz à frustração e ao sofrimento.”
O AA é um bom exemplo de Curadoria Pré-Digital

Diante da liberação das bebidas o atendimento aos viciados no álcool, um tratamento e larga escala se tornou uma demanda exponencial, que exigia:

Nova forma de pensar no problema;
Um novo modelo de tratamento mais popularizado.

Como resolveram?

Criaram um Modelo Curador, no qual cada grupo segue – numa espécie de Blockchenização – um código geral, com adaptações específicas.

Virtude versus vício

Os estóicos, aliás, criaram essa dicotomia de uma vida mais saudável: Mais Virtudes e Menos Vícios.

Uma das premissas de um Guia de Felicidade Mais Forte, aliás, é justamente este: quando temos um propósito maior, isso nos enche de energia e reduz a nossa demanda por Paixões Mais Tóxicas.

Quando sentimos que estamos subindo cotidianamente no nosso Tapete de Aladim, fica mais fácil dizer não para determinadas necessidades que acabam virando vício:

Beber líquido é uma necessidade, mas pode virar um vício;
Comer é uma necessidade, mas pode virar um vício.

Se estamos gerando, a partir das nossas rotinas e do nosso senso de propósito, sempre energias mais positivas, fica mais fácil não transformar nossas necessidades em vícios.

Uma frase boa de Sócrates nessa direção:

“Devemos “comer para viver” em vez de “viver para comer”.” Uma frase boa de Sócrates nessa direção:

Outra:

“Paixões irracionais, excessivas ou doentias são simplesmente incompatíveis com a obtenção de uma boa vida e nos impedem de progredir em Ética ou Lógica.”

Não fuja dos desafios, transforme-os em limonada

“O que se coloca no caminho se torna o caminho. Apenas mais uma oportunidade de exercer a virtude, que é tudo o que ele de fato tem vontade de fazer na vida.” // “O resultado dos eventos ainda depende muitas vezes de suas ações.”

Isso lembra o livro “Problemas? Oba!” de Roberto Shinyashiki, que sugere que os problemas que aparecem precisam ser transformados em desafios.

Algo que colabora com a melhoria da sua jornada.

Bimodalizamos isso da seguinte forma.

Viver é a arte de estar o tempo todo transformando os limões da vida em limonada!

O problema da Codependência Existencial

“Se outra pessoa controla o que desejamos, então nos tornamos efetivamente escravos dessa pessoa.”

Aqui, temos o problema de colocar o norte do seu projeto de felicidade nos outros, uma visão exógena e não endógena.

Quando temos Projetos Existenciais Mais Fracos colocamos no outro a referência de que estamos bem e não em nós mesmos.

Destaco:

“A riqueza não traz a virtude, mas a virtude faz a riqueza e tudo mais que é bom para os homens, tanto individual como coletivamente” – Sócrates.

E ainda:

“Podemos retomar a posse de nós mesmos escolhendo valores intrínsecos, como sabedoria, em vez de valores extrínsecos, como status ou poder.”

Não confunda aceitação com resignação

“A maioria das pessoas confunde aceitação com resignação.”

Na verdade, aqui está o epicentro das escolhas que fazemos.

Se temos algo que não podemos atuar, é melhor deixar de lado.

Se age diretamente sobre o que podemos.

Um bom exemplo é um Altruísmo Saudável que você faz todos os dias.

Tem que cair a ficha.

Não podemos mudar tudo que está à nossa volta e podemos alguma coisa. Se todo mundo se preocupasse com essa alguma coisa, o mundo estaria bem melhor.

Não tente salvar ninguém que não quer

“É claro que outras pessoas são “externas” a mim, e, portanto, sua virtude não é meu encargo, não depende de mim e não pode contribuir diretamente para minha Felicidade ou eudaimonia – em última análise, é assunto deles, e não meu.”

Isso lembra mais um aspecto estóico do AA, quando eles dizem:

Se você bebe é um problema seu, se quer parar de beber é um problema nosso.

Adapte essa frase para todas as relações que tem na vida.

Pergunte-se sempre quando pensa em ajudar alguém (isso vale também para clientes):

A pessoa quer REALMENTE que ser ajudada?
Você tem condições de ajudá-la (tempo e competência)?
Você quer ajudá-la? Isso vai te fazer mais bem ou mais mal?

Perdão Saudável

“De certa forma, os estóicos viam as pessoas tolas e maldosas como se fossem crianças pequenas fazendo birra. Eles não entendem realmente o que estão fazendo, e não faz sentido ficarmos zangados com eles.”

Aqui se pratica um tipo de Perdão Saudável:

Você não consegue gerenciar bem a sua mente primária e eu já tive problemas parecidos, me identifico, lamento e te perdôo;
Mas, conforme o grau de sem noção da pessoa, é preciso escolher o tipo de afastamento necessário, mais light ou mais radical.

Papo de Padrinho

“Sêneca coloca isso muito bem quando diz que precisamos do conceito de uma pessoa verdadeiramente “sábia e boa” como um padrão com o qual possamos nos comparar, porque “sem uma régua para fazê-lo você não vai deixar reto o que está torto”.”

É uma máxima Bimodal.

Se você não escolhe Padrinhos Fortes tem problemas na sua jornada mais saudável. Se não escolher nenhum Padrinho, ela não se inicia.

Otimismo Mais Saudável

“Ao rever o que mais teme, o paciente começa a aceitar a possibilidade do evento temido.” // “Faça uma lista com as quatro ou cinco piores catástrofes que poderiam ocorrer verdadeiramente em sua vida.” // “Em vez de imaginar o futuro mais provável, os estóicos treinam imaginar o pior cenário possível, mesmo que seja improvável que aconteça de fato.” // A versão de premeditação de Russell envolve enfrentar nossos piores medos na imaginação, pacientemente, e nos convencer de que eles não são tão catastróficos quanto se supunha inicialmente.”.// “Não vejo a razão”, observou a raposa, “não há caçadores nem cães de caça à vista; de fato, neste momento não vejo ameaça alguma.” O javali respondeu: “É verdade, mas, quando o perigo surgir, terei outras coisas na mente além de afiar as armas”. Em tempos de paz, prepare-se para a guerra.”

Aqui temos um questionamento do Otimismo Mais Tóxico.

Um Otimismo Mais Saudável é aquele que você julga os pontos positivos e negativos do que pode ocorrer.

Aposta tudo no melhor, mas sabe que tais e tais coisas podem ocorrer, aumentando a sua resiliência caso ocorram.

A ideia do Caderninho veio de Epicteto

“Epicteto diz que devemos manter um registro de nossas paixões prejudiciais, ou podemos manter um registro mais detalhado, como o demonstrado anteriormente, olhando particularmente para os “sinais precoces de alerta” quanto a medos e desejos irracionais; isso ajuda a aumentar a consciência e a “distância cognitiva” das impressões automáticas.”

“Adiando as respostas: se elas forem potencialmente avassaladoras, evite ser “levado” por paixões perturbadoras recusando-se a dar consentimento às impressões subjacentes, em vez de segui-las; “ganhe tempo e tranquilidade” ao postergar a tomada de novas medidas até que você se acalme e as impressões não estejam mais “frescas” na mente; fique a certa “distância cognitiva”, lembrando a si mesmo que são apenas impressões, e não as coisas que elas dizem representar, e que você está perturbado pelos próprios juízos de valor, e não pelas coisas ou acontecimentos em si.” // “Monitore seus pensamentos e comportamentos; por exemplo, escrevendo-os em um diário de terapia pessoal.”

Efeito do Caderno.

E ainda:

“Examinando filosoficamente: quando conseguir fazer isso com calma e racionalmente, comece a aplicar suas doutrinas estóicas às impressões que o incomodam; antes de tudo, examine se você está fazendo julgamentos de valor que entram em conflito com a doutrina básica de que apenas o que é “seu encargo” pode ser verdadeiramente “bom” ou “ruim”; você também pode considerar como uma pessoa modelo ou o Sábio ideal responderia à mesma situação; você pode se perguntar quais faculdades ou virtudes potenciais poderia ter que lhe permitiriam lidar melhor com a situação.”

Incoerência

“Temos que digerir essas ideias e permitir que elas permeiem nossas vidas, comparando-as com as ovelhas que comem capim e usam os nutrientes para produzir sua lã. Caso contrário, não somos verdadeiros filósofos: somos apenas comentadores das opiniões de outras pessoas.”

Se você dissemina um guia de felicidade, tem que ser o primeiro usuário de tudo que está sugerindo dentro dele.

Diz ele:

“Por essa razão, os estóicos enfatizam a necessidade de treinamento diário em filosofia como um modo de vida, utilizando exercícios do tipo descrito ao longo deste livro.”

A Ética Filosófica foi a Pré-Psicologia

“A filosofia antiga, em outras palavras, era inerentemente uma forma de terapia psicológica.”

Reforça a ideia de que:

A Ética Filosófica foi a Pré-Psicologia.

“Relevância da filosofia antiga para a vida moderna, particularmente como um meio de melhorar a resistência.”

Um foco maior na Prevenção do que na Pósvenção.

Reforço:

“Sócrates nos mostrou que todos temos o poder de nos curar e mudar nossos hábitos, em qualquer etapa da vida; talvez não nos tornemos sábios perfeitos como ele, mas acredito que possamos nos tornar um pouco mais sábios e felizes”.

Singularização

“Talvez mais fundamentalmente, os estóicos definam o que é “bom” para nós como a realização de nosso potencial, ou a perfeição de nossa natureza.”

“O bom para todos os seres vivos, tanto plantas quanto animais, é a perfeição de sua própria natureza. ”

O bom para o sapiens é se singularizar….

“Mandamento de Zeus, o pai da humanidade, é: levar seu trabalho inacabado à perfeição.” // “Ao dizer que é “benéfica”, eles querem dizer que, de maneira crucial, a virtude é sua própria recompensa. Ela mesma é a própria perfeição da natureza humana e a maior forma de bem-estar a que podemos aspirar, embora também tenda a trazer muitas outras vantagens na vida, se o destino permitir.”

Frases:

“Como notamos, o termo grego aretê é notoriamente complicado de traduzir. Geralmente é traduzido como “virtude”, mas realmente se refere à excelência em termos de função natural ou caráter essencial, de uma maneira que é ao mesmo tempo sadia e louvável.”

Novidade, a partir deste livro: Virtude = excelência.

“Musônio diz que a Natureza nos estabeleceu o objetivo de florescer, de nos tornarmos homens e mulheres “bons”, e que “ser bom é a mesma coisa que ser um filósofo”, um amante da sabedoria.”

De onde Seligman tirou a ideia de Florescer.

“As coisas boas incluem “sabedoria, temperança, justiça, coragem e tudo o que é virtude ou participa da virtude”. As coisas ruins incluem “tolice, intemperança, injustiça, covardia e tudo o que é vício ou participa do vício”.

“Todas as escolas de filosofia antiga concordavam que o principal bem na vida é a eudaimonia, que traduzi como “Felicidade” ou “realização”.

A diferença é o método que nos leva a ela.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

Quer doar e ganhar quatro aulas de aula gravada?

Por aqui:
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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

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