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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

O texto de Nepô apresenta, na sua primeira parte, uma sequência lógica no consumo de novos conteúdos, destacando a importância de definir claramente o “Tapete de Aladim” como o problema principal que se deseja ajudar os outros a lidar melhor. Para isso, é necessário criar uma Narrativa Ativa, refletindo e explicitando os avanços em relação a esse problema, o que facilita a Leitura Ativa. Nepô argumenta que quem não tem um Tapete de Aladim bem definido enfrentará mais dificuldades em absorver conteúdos, resultando em uma experiência onde grande parte do que é consumido não terá um impacto significativo na vida profissional da pessoa.

Na sua segunda parte, o texto do Nepô explora a relação entre o estoicismo, a psicologia cognitivo-comportamental e o conceito japonês de Ikigai como fundamentos para um novo modo de vida. Nepô destaca a importância de incorporar esses princípios não apenas como práticas terapêuticas, mas como guias para uma vida mais significativa e resiliente. Ele argumenta que a disseminação de paradigmas existenciais mais fortes é essencial para enfrentar os desafios da nova Civilização 2.0. Além disso, ele propõe uma abordagem bimodal que combina escolhas individuais, atitudes e métricas existenciais para promover o florescimento pessoal e social. Ao abordar a obsolescência dos paradigmas existenciais tradicionais, Nepô enfatiza a necessidade de um movimento multidisciplinar na disseminação desses novos modos de vida. Ele sugere que essa transição é fundamental para capacitar indivíduos e sociedades a lidar com as demandas e complexidades do mundo contemporâneo.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. As pessoas, assim, quando colocam algo no Instagram não querem disseminar algo positivo dela para os outros, mas, arranjar formas de se sentir como se fossem artistas da Globo.
  2. O objetivo de todo Projeto Existencial (seja ele Filosofia Ética ou Prevenção Emocional) é se transformar em um Modo de Vida fortemente enraizado na vida das pessoas.
  3. Temos Paradigmas Existenciais da Mídias de Massa da Civilização 1.0, que são incompatíveis com a 2.0.
  4. Os atuais Paradigmas Existenciais ao invés de nos fortalecer está nos enfraquecendo diante do novo contexto.
  5. Estamos, assim, vivendo a profunda crise do Modo de Vida 1.0, não só incompatível com o novo cenário, mas nos tornando extremamente frágeis diante dele.
  6. Precisamos de um equilíbrio emocional melhor e, por causa disso, carecemos de Paradigmas Existenciais Mais Fortes.
  7. Quem não tem um Tapete de Aladim bem definido terá muito mais dificuldade de absorver conteúdos.
  8. Todos nós somos uma semente, que tem apenas potencial, se ela vai desabrochar e virar uma planta ou uma árvore, vai depender das decisões escolhidas ao longo da jornada.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“A “filosofia estóica” foi inventada para pessoas comuns e não para que ficasse trancada nas “torres de marfim” da academia.”Robertson.

Primeiro parênteses.

Conversando com Carla Ponce, uma Bimodal Exógena, me veio o seguinte insight:

A relação entre Tapete de Aladim, Narrativa e Leitura Ativa

Temos uma sequência lógica no consumo de novos conteúdos, em especial livros:

É preciso que tenhamos definido claramente nosso Tapete de Aladim (que define nosso problema principal que queremos ajudar os outros a lidar melhor com ele);
Para isso, é preciso criar uma Narrativa Ativa, na qual refletimos e explicitamos em textos nossos avanços em relação a isso;
E, com tudo isso, conseguimos ter uma Leitura Ativa.

Ou seja:

Quem não tem um Tapete de Aladim bem definido terá muito mais dificuldade de absorver conteúdos.

Boa parte do que tiver contato em termos de conteúdo entrará por uma porta e sairá por outra sem grande impacto na vida profissional da pessoa.

Fecha parênteses.

Continuemos a Bimodalização do livro “Estoicismo e a arte da felicidade” de Donald Robertson.

Este é o Terceiro artigo.

Robertson é defensor da linha Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) da Psicologia:

“Em particular, existe um grande corpo de pesquisas sobre a TCC que nos diz muito sobre formas sadias e prejudiciais de responder à angústia emocional.”

Temos o resgate na Inovação Pessoal Emocional 2.0 (Psicologia 2.0), como vimos no Seligman, da defesa da disseminação de uma prevenção generalizada contra distúrbios emocionais:

“Entretanto, como observado acima, a prevenção é melhor que a cura, e o foco principal dos exercícios psicológicos estóicos seria mais bem descrito como parecido com o que agora chamamos de “construção de resiliência emocional”.”

E aqui temos algo interessante.

Quando olhamos a experiência de algumas regiões no Japão, que se utilizam do Ikigai, observamos que eles não encaram o Ikigai como um ramo da Psicologia Preventiva e bem de uma Filosofia Ética.

O conceito Modo de Vida

O Ikigai é visto como um Modo de Vida.

O Ikigai é – numa linguagem mais Bimodal – um Paradigma Existencial, que se tornou um Modo de Vida.

O que é um Modo de Vida?

O Modo de Vida é um Paradigma Existencial, que se tornou a base para que as famílias passem a educar seus filhos com aqueles princípios.

Modo de Vida não é mais:

Algo que é ensinado na escola;
Ou algo que é absorvido pelo pessoa na vida adulta;
Mas algo que passa a ser incorporado na educação familiar, se Bimodalizarmos isso, na Formatação Básica Obrigatória.

O Ikigai é um Modo de Vida, que foi incorporado por regiões no Japão e, pela sua eficácia, permite que se aumente não só a Taxa da Felicidade, mas também a da longevidade.

Quando falamos de Modo de Vida, não estamos falando de ramos preventivos da Psicologia e nem de Filosofias Existenciais.

Na verdade, podemos dizer que:

O objetivo de todo Projeto Existencial (seja ele Filosofia Ética ou Prevenção Emocional) é se transformar em um Modo de Vida fortemente enraizado na vida das pessoas.

O objetivo de um Modo de Vida Mais Forte é aquele que permite que as pessoas possam se relacionar melhor com suas emoções.

Por isso, que:

A conversa sobre novos Paradigmas Existenciais Mais Fortes envolve não só as famílias, mas também todo o ramo educacional.

Quando falamos assim:

De Ética Filosófica, tal como a dos Estoicos e de Prevenção Emocional, tal como TCC, TREC ou Psicologia Positiva, estamos sugerindo que se transformem em Modos de Vida;
Quando falamos de Ikigai, temos Projetos Existenciais, que conseguiram se transformar em Modos de Vida.

A Proposta Existencial Bimodal (ou Guia de Felicidade) é, na verdade, mais uma proposta a ser transformada em Modo de Vida.

Revoluções da Sobrevivência e Paradigmas Existenciais Mais Fortes

O que estamos descobrindo é o seguinte com a Ciência da Inovação 2.0 (também chamada de Ciência Social 2.0):

O Sapiens, ao longo da Macro História, precisa assumir mais responsabilidades na sua vida;
O aumento da Taxa de Responsabilização sofre um aumento exponencial depois das Revoluções da Sobrevivência, iniciados pela chegada de uma nova mídia;
Uma maior Taxa de Responsabilização nos obriga a começar a disseminar na sociedade Paradigmas Existenciais Mais Fortes;
A proposta dos Paradigmas Existenciais Mais Fortes é que, com o tempo, se transformem em Modos de Vida.

Não estamos falando, assim, nem de Psicologia Preventiva ou Ética Filosófica, mas da própria Formatação Básica Obrigatória do Sapiens, que precisa de uma guinada.

Talvez, essa seja a principal missão dos movimentos renascentistas.

Criar condições para que os novos Paradigmas Existenciais Mais Fortes sejam disseminados para poder atender a um Sapiens ainda mais responsável.

Isso não é um trabalho de Psicólogos ou de Filósofos, mas de um movimento multidisciplinar na disseminação destes novos Paradigmas Existenciais Mais Fortes, tendo como eixo central a Ciência da Inovação..

A obsolescência dos Paradigmas Existenciais

O que vivemos é um obsolescência dos Paradigmas Existenciais do passado, da seguinte maneira:

Os Paradigmas Existenciais Mais Fortes do passado, que viraram Modos de Vida, passaram a ficar restritos a nichos regionais, como é o caso do Ikigai;
Não foram mais disseminados em larga escala, dando lugar ou para Paradigmas Existenciais Anti-Sistêmicos (“tudo está ruim é preciso mudar tudo”) ou Paradigmas Existenciais Sistêmicos Tóxicos (“o importante é grana, coisas, status, seguidores, fama, curto prazo”).

O que precisamos é disseminar Paradigmas Existenciais Mais Fortes que nos permitam:

Resgatar os do passado que se mostraram consistentes;
Adaptá-los ao novo cenário;
E iniciar um amplo processo de disseminação, com o objetivo que sejam incorporados pelas famílias e Ambientes Educacionais.

É o que procura fazer alguns ramos da Psicologia, mas isso não é algo da Psicologia, mas da sociedade.

Fato é que estamos dentro da nova Civilização 2.0, usando os Paradigmas Existenciais 1.0.

As pessoas, assim, quando colocam algo no Instagram não querem disseminar algo positivo dela para os outros, mas, arranjar formas de se sentir como se fossem artistas da Globo.

Temos Paradigmas Existenciais da Mídias de Massa da Civilização 1.0, que são incompatíveis com a 2.0.

Estamos com os Paradigmas Existenciais 1.0 vivendo na Civilização 2.0, que pede um modelo muito mais sofisticado.

Qual é a consequência?

Os atuais Paradigmas Existenciais ao invés de nos fortalecer está nos enfraquecendo diante do novo contexto.

Mudando de assunto, diz ele:

“Devemos permitir que a filosofia permaneça conosco, vigiando continuamente nossos julgamentos ao longo da vida, fazendo parte de nosso regime diário, como ter uma dieta saudável ou fazer exercícios físicos.”

Não diria que é a “filosofia que deve permanecer conosco”, mas temos que ter Paradigmas Existenciais Mais Fortes para guiar nossas decisões.

Continua ele:

“Assim como nos tempos antigos, as pessoas insatisfeitas com a vida, e necessitadas de cura emocional, estão frequentemente entre as que se sentem atraídas pelo estoicismo, em busca tanto de paz de espírito quanto de um sentido de propósito.”

DIria que:

Precisamos de um equilíbrio emocional melhor e, por causa disso, carecemos de Paradigmas Existenciais Mais Fortes.

“A ética e a terapia estóica, portanto, andam de mãos dadas, estão no centro do tema e são os aspectos que as pessoas tendem a achar mais relevantes e interessantes hoje.”

A ficha que cai.

Não é algo da Psicologia, mas muito maior.

É algo da Inovação Pessoal, que envolve todas as Ciências Sociais, onde se inclui a Educação, Economia, Política, Psicologia, Medicina, etc.

Ou seja, o que estamos defendendo? Um novo Modo de Vida 2.0, um movimento que não pode ficar restrito a uma das Ciências Sociais, mas a todas as Ciências Sociais!

E aqui temos:

“O estoicismo tem sido descrito como a inspiração filosófica para a terapia cognitivo-comportamental (TCC) porque ambas as abordagens interpretam as emoções como algo decorrente principalmente de crenças e padrões de pensamento (“cognições”).”

Sim, o problema, assim, não é da Psicologia, mas de todos que querem uma sociedade melhor, na disseminação de Paradigmas Existenciais Mais Fortes.

Diz ele:

“Elas também compartilham a suposição de que, alterando crenças relevantes, podemos superar o sofrimento emocional.”

Ou seja:

Paradigmas Existenciais Mais Fortes sendo disseminados desde cedo, de maneira geral, tornam a sociedade melhor, reduzindo a demanda por terapias emocionais mais básicas, sobrando apenas para os problemas mais graves.

Modo de Vida 1.0 e 2.0

Estamos, assim, vivendo a profunda crise do Modo de Vida 1.0, não só incompatível com o novo cenário, mas nos tornando extremamente frágeis diante dele.

As Três Camadas da Proposta de Modo de Vida Bimodal

Diz ele:

“A isso, os estóicos mais ortodoxos podem objetar que a “tranquilidade” (ataraxia) é tradicionalmente vista como um efeito colateral positivo da virtude, e não como o objetivo da própria vida.” // “Os estóicos argumentaram que o principal bem na vida deve ser algo tanto bom em si como “instrumentalmente” bom, o que significa trazer boas consequências.” //Entretanto, a busca da sabedoria e da virtude como objetivo principal na vida leva a algo que tanto se mantém quanto traz outras coisas benéficas, incluindo a tranquilidade.”

Por isso, dividimos nossa Proposta Existencial em três camadas:

As Escolhas Individuais – do nosso Tapete de Aladim, que é um dos Fatores Causantes de uma vida mais feliz;
As Atitudes Individuais – como nos relacionamos com nosso corpo, mente e emoções e com todos os contextos que temos contato, lugares, pessoas, situações, conteúdos (conceitos e narrativas), que é o outro Fator Causante de uma vida mais feliz;
E, por fim, as Métricas Existenciais Conjuntural e Estrutural – para saber se as Escolhas Individuais do Tapete de Aladim e as nossas Atitudes Individuais estão sendo bem feitas, através da avaliação do BOMTRC, que é o Fator Consequente.

E aqui estamos dando uma guinada.

A Guinada de visão influenciada pelo Ikigai

O que o Ikigai nos ensina é que a Potencialização da Singularidade é algo que faz bem para todo mundo e não só para os disruptivos – como achava antes.

O que diferencia um disruptivo de um incremental não é a Potencialização da Singularidade, mas o tipo de atividade singular que vai se exercer.

Nesse sentido temos dois tipos de atividades possíveis:

Atividades Singulares Mais Incrementais – que se aproximam do mainstream e do tradicional, desenvolvida por Perfis Inovadores Mais Incrementais;
Atividades Singulares Mais Disruptivas – que se distanciam do mainstream e do tradicional, desenvolvida por Perfis Inovadores Mais Disruptivos.

O que dizem os estóicos sobre isso?

Diz Robertson:

“O caminho do estoico: “Viver de acordo com a Natureza”” // ““O objetivo da vida é ‘viver de acordo com a Natureza’, aceitando de bom grado coisas fora de nosso controle.” //. “Devemos também viver em harmonia com nossa própria natureza humana, tentando cultivar a razão e progredir em direção à perfeita sabedoria e virtude.” . “Devemos viver em harmonia com o restante da humanidade, vendo-nos como todos fundamentalmente semelhantes uns aos outros, na medida em que possuímos a razão.”

Note algumas coisas interessantes.

O viver conforme a nossa própria natureza é o que interpretamos de viver, conforme a nossa própria singularidade.

Quando temos que viver de acordo com a natureza geral, digamos a realidade, é aceitar que há algo lá fora que não controlamos.

Numa vida mais sábia é preciso aceitar o que não podemos controlar.

Estoicismo como sinônimo de Pracismo

Aqui se reforça o que tenho dito sobre Estoicismo como sinônimo de Pracismo, inclusive no artigo passado:

“A expressão “filosofia estóica” foi, portanto, tomada para sugerir algo como uma “filosofia de rua”, uma filosofia para pessoas comuns, e não trancadas nas proverbiais “torres de marfim” da academia.”

Outro ponto.

Estóico sim, mendigo não!

Diz ele:

“Musônio diz a seus alunos que, enquanto eles tiverem as virtudes interiores de um filósofo, “não precisará vestir uma capa velha, andar por aí sem camisa, ter cabelos longos, ou comportar-se de forma excêntrica”, como os cínicos.”

Ou seja, se questiona uma corrente mais minimalista radical, que queria viver na rua sem nada.

Mais ainda:

“Concentrar particularmente nessa dimensão prática do estoicismo, como uma “arte de viver”, que tradicionalmente mantinha a promessa de alcançar a eudaimonia, a suprema Felicidade e a realização.”

Diz TC:

“A palavra “eudaimonia” vem do grego antigo “εὐδαιμονία”, que é composta por “eu” (bom) e “daimon” (espírito, alma). Tradicionalmente, é traduzido para o latim como “beatitudo” e para o inglês como “happiness” (felicidade), embora algumas traduções prefiram “florescer” (florescimento) ou “bem-estar” (bem-estar). A eudaimonia é um conceito central na ética aristotélica, que se refere não apenas a um estado de prazer do passageiro, mas sim a uma vida de virtude e excelência, na qual a pessoa realiza seu potencial mais elevado e atinge a realização pessoal e a felicidade verdadeira.”

Procurar a Eudaimonia é, basicamente, potencializar a sua singularidade.

Aparece aqui a palavra “florescimento” que Seligman passou a usar na Psicologia Positiva. Ou seja, um termo que está embutido dentro da ideia da procura da eudaimonia.

E para isso::

“Xenofonte também acreditava que, assim como as pessoas que não exercitavam o corpo se tornavam fisicamente fracas, as pessoas que não treinavam o caráter por meio da autodisciplina se tornavam moralmente fracas.”

Diria que não treinavam nem a mente e nem o caráter, mas exercitavam um Modo de Vida Mais Forte.

Singularização:

“Eles acreditavam que todos nós nascemos com a responsabilidade de nos sobressair, levando nossa própria natureza à perfeição.”

E aqui temos muito de Ayn Rand com um tipo de Animalogia:

“Não agir como um “animal estúpido”, mas sim realizar nosso potencial natural como animais humanos.”

O que nos diferencia? O uso da reflexão.

Mais ainda.

“Por “virtude”, eles na verdade entendiam “excelência” ou “ desabrochar” em termos de nossa natureza humana racional, em vez do que hoje poderíamos conceber como um comportamento “virtuoso”.”

Aqui me veio a imagem de que:

Todos nós somos uma semente, que tem apenas potencial, se ela vai desabrochar e virar uma planta ou uma árvore, vai depender das decisões escolhidas ao longo da jornada.

Reforça aqui a ideia de Projeto Existencial:

“Portanto, o estoicismo é uma filosofia que se concentra em nos ensinar como nos destacar na vida, como nos tornar melhores seres humanos e como viver uma boa vida.”

Com fazer com que a semente possa germinar.

“Portanto, também pode parecer um pouco como uma religião, embora baseada principalmente na racionalidade, e não na fé.”

As religiões ocuparam o papel ao longo dos séculos de Projetos Existenciais, guiando as pessoas para algo melhor.

Porém, como diz Robertson, era mais baseado na fé, sem comprovação, de que aquelas atitudes poderiam gerar uma vida melhor.

As etapas dos Projetos Existenciais no tempo

Temos as seguintes etapas na disseminação de Projetos Existenciais no tempo, que, de alguma forma, hoje ainda ocupam seus lugares na sociedade:

Religiões;
Filosofias Éticas;
Psicologias Preventivas;
E agora estamos propondo um Projeto Existencial, um novo Modo de Vida, dentro da Ciência da Inovação, um espaço multidisciplinar.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

Valor: R$ 200,00, no pix.

Bora?

Quer doar e ganhar quatro aulas de aula gravada?

Por aqui:
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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

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