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O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal161121

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#silvio_meira – mergulhando neste autor.

Qual é a abordagem do artigo?

Saiba mais sobre a divisão acima, neste post.

As sete melhores frases do livro de Silvio Meira “O que é Estratégia?”:

“O desafio estratégico dos negócios é saber o que fazer,  para que e porquê e não como fazer.” 

“Sistemas centrados no presente quase nunca influenciam o futuro.”

“Transformação [digital] de um negócio é a transformação da atual teoria do negócio para outra.”

“Desafiar e mudar tradições depende basicamente da descoberta de suas origens e o que se perde e ganha com tais mudanças.”

“Viver é participar de diálogos.”

“Liderar é o processo de motivar pessoas a colaborar para superar grandes desafios.”

“Aprendizado é transformação.”

Veja aqui o PDF com as sete melhores frases: https://bit.ly/3qoPxlD

Ou o vídeo com as sete melhores frases: https://youtu.be/QEYwOw7S5Wo

Vamos aos comentários sobre o livro:

Quem indicou?

O livro “O que é Estratégia?” de Silvio Meira foi indicado pela Bimodal Fernanda Pompeu.

Qual é o objetivo do livro?

Apresentar uma visão de como se fazer estratégias de maneira geral com alguma ênfase no fazer estratégico dentro do Mundo Digital.

O que posso comentar da forma?

O autor opta pelo desenvolvimento do texto incomum.

Se baseia na forma de escrita do filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein (1889 – 1951) com frases soltas, sem grandes explicações para criar um certo enigma e provocar diálogos.

Denomina-se o modelo como um “tratado“.

Conforme o autor detalha no livro:

“Tive uma deliberada intenção minimalista” (…) os 21 itens das nossas definições e descrições deveriam ser tratados, cada um, como a estrutura de um capítulo de um livro que não foi e talvez nunca seja escrito, com o leitor preenchendo entrelinhas, entendendo muitas descrições como provocações – a serem respondidas, talvez refutadas.”

O formato me pareceu também uma estratégia de marketing para atrair clientes para os serviços do autor, pois apresenta de forma genérica uma série de ideias e QR codes para integrar comunidades promovidas pelo autor.

O que acredito que vou levar do livro?

O livro é Reforçador de Conceitos Já Existentes.

O autor diz do jeito dele o que outros autores já tinham dito de outra forma, tal como:

É fundamental ter uma Teoria da Mudança para promover a estratégia.

De maneira geral, as pessoas pensam muito no como e pouco no “por quê e para onde se deve ir?“, como chama a atenção Meira nesta frase (que ficou entre as sete melhores):

“O desafio estratégico dos negócios é o que fazer,  para que e porquê e não como fazer.” 

De maneira geral, os projetos de inovação, mudança, estratégia focam muito no operacional e na metodologia e esquecem da Visão Futurista: de onde se está, para onde se vai, a partir de que cenário? E isso implica NECESSARIAMENTE numa visão de futuro, que Meira chama de “Teoria da Mudança“. Passo a usar este conceito, que me parece bem adequado.

É fundamental não perder o foco na competitividade quando se pensa em criar estratégias.

De maneira geral, as pessoas começam a se perder no que o pensador israelense Eliyahu Goldratt (1947 – 2011) chamou de Lógica Circular (veja minha análise sobre um dos livros dele aqui.)

Na Lógica Circular, se confunde o que deveria ser a causa da consequência, ou, no popular, “o que é o rabo do que é o cachorro”.

Não se consegue mais enxergar o objetivo final do que se está fazendo como chama a atenção Meira nesta síntese que fiz mais abaixo nas Sete dicas de Meira sobre Estratégia:

“O objetivo da estratégia não é desenhar grandes planos, mas produzir grandes resultados, através de melhoria da competitividade e sustentabilidade num ecossistema.” 

De maneira geral, os projetos de inovação, mudança, estratégia acabam se perdendo, pois deixam de focar na demanda presente e futura dos atuais e possíveis novos clientes e passam a olhar para o próprio “umbigo“.

Competir é conseguir entender a demanda do cliente presente e futura e criar formas de atendê-la.

O que não gostei?

  1. é preciso neste novo cenário, deixar claro que estamos precisando de estratégicas atípicas, não mapeadas, pois estamos vivendo a chegada de uma nova Era Civilizacional. Podemos dizer que precisamos de um tipo de Estratégia Trans-Eras (da migração de um Ambiente Produtivo para outro).
  2. acredito que logo de início deveria ter sido feita a defesa das mudanças estratégicas voltadas para a competitividade, o que ficou mais para o meio. É sempre bom começar qualquer projeto sempre no para onde e depois focar no como, principalmente num livro que fala de estratégia e destaca a importância da teoria.

Qual é a síntese que fiz da visão sobre estratégia do autor?

Segue abaixo:

As sete dicas de Meira sobre Estratégia

(Aqui fiz uma síntese, mixando frases e tópicos distintos, com alguns destaques em negrito.)

  1. o objetivo da estratégia não é desenhar grandes planos, mas produzir grandes resultados, através de melhoria da competitividade e sustentabilidade num ecossistema;
  2. tudo, nos sistemas e na vida, são escolhas, assim, lideranças estratégicas devem priorizar a antecipação de futuros, ainda mais em grandes transições como a atual, com desafios estruturais, já que sistemas que dependem apenas de mudanças espontâneas tendem a não sobreviver;
  3. sistemas centrados no presente quase nunca influenciam o futuro, portanto, é preciso criar mais tempo para o futuro no presente, aumentando, assim, o potencial estratégico;
  4. numa estratégia é preciso ter propósito, que é um compromisso de realizar ações que levarão algo a existir no futuro, sendo que o estado de partida é um conjunto de aspirações;
  5. o desafio estratégico é definir claramente o que fazer e para quem e porquê e não como fazer;
  6.  é preciso criar uma teoria da mudança, que parte da atual teoria do sistema e migra para outra;
  7. para ser útil, a teoria da mudança deve ser válida e deve passar por um crivo de realidade bem como motivar, engajar e empoderar pessoas em rede.

Síntese final:

A teoria da mudança tem que ser lógica e a proposta competitiva criativa e não o contrário.

É isso, que dizes?

Colaborou (ram) o (s) Bimodal (is):  Fernanda Pompeu.

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Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO – MAPA MENTAL BIMODAL:

 

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