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Estive ontem com os alunos de pós em Mídias Digitais do Senac do Rio, em Copa.

Vamos ter uma série de encontros para discutir a cultura na Web, em torno do conhecimento.

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Fizemos o exercício do “O que é a Internet?”.

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Vejam o resultado final:

A Internet é uma rede mundial de comunicação e de transmissão de dados tão importante quanto à da escrita que mudou mais uma vez as formas de relacionamentos interpessoais, tornando-nos cada vez mais dependentes e vulneráveis.

Acabamos entrando por discussões de Sul a Norte e não trabalhamos alguns pontos polêmicos da definição.

Sobre a vulnerabilidade.

Estamos mais ou menos vulneráveis na rede?

Me diga.

Falamos sobre dependência, ego.

Lembrei do Alice no Pais das Maravilhas, ao falar que a Twittosfera é uma ilusão.

Entramos dentro das tecnologias e nos perdemos do mundo.

A Patrícia deu uma boa dica. O filme Existenz.

Veja a sinopse:

eXistenz, do canadiano David Cronenberg, é um filme que analisa de uma forma pertinente o mundo dos videojogos, o seu realismo e a alienação por ele provocada.

Falávamos de Matrix e da alienação pela tecnologia, o mal moderno. E ela sugeriu este filme.

Não vi ainda, verei e comentareí.

Norma viu um filme sobre os Incas no Futura.

Ficou impressionada com o sistema de transporte e de comunicação deles.

O interessante é que vai passar hoje na TV a última parte:

Série: Civilizações Secretas: Incas e Maias – Dinastias Reais na Selva
Quinta, dia 21/05 – 23:30

Composta por uma vasta rede de 70 cidades, a civilização Maia na América Central prosperou no coração da selva por mais de 2.000 anos. Como a civilização maia foi capaz de se desenvolver em meio à selva hostil, onde há escassez de água devido à hidrografia desprivilegiada da região? Neste episódio final da série, esse instigante mistério será revelado.

Vejam os horários da série completa. Deve ter a que passa sobre comunicação.

Por fim, rolou o debate se estamos, ou não, na sociedade do conhecimento e da informação, e eu passei o link do texto do Castells no qual defende  que tanto a informação, quanto o conhecimento sempre foram importantes.

Mas que não vivemos nem na sociedade de um ou de outro.

Para não dizer que professor não mata a cobra e mostra o mouse que a matou…;)

Veja o trecho

This approach is different from the conceptual framework that defines our societies as information or knowledge societies. To be blunt, I believe this is an empirical and theoretical error“.(pg.8)

Vamos adiante.

Alunos, por favor complementem.

PS – Note que muitos já fizeram anotações de aula neste post. Vou adotar a partir da agora esse critério. Vou sempre abrir um post antes e pedir para que anotem nele. Se tivermos avaliação dos alunos, essa anotação já entra como critério, na defesa sempre de alunos convexos (se auto-ajudando) e a turma côncava (ajudando aos que não estão em sala de aula.) Veja um post sobre isso.

Fotos completares:

8 Responses to “Senac – Pós em Mídias Digitais”

  1. Natalia Lopes disse:

    “A Sociedade do ESpetáculo” (1967) de Guy Debord

  2. adriana levis disse:

    MUNDO DIGITAL
    Milhares de anos se passaram até essa mudança acontecer. É uma mudança muito grande para avaliar, enxergar de perto. Tem que se afastar, indo para trás por meio da história, entendendo as necessidades humanas, introduzindo os filosofos e observando como o ser humano se relaciona com as coisas. A arte precisa ser fortalecida. Sem ela perdemos nossa capacidade de sensibilização.

  3. norma nascimento disse:

    As ferramentas tecnológicas devem existir para acrescentar conhecimento e mais comodidade às nossas vidas. A questão é saber como nos tornarmos sábios o suficiente para não ficarmos dependentes da tecnologia e do que ainda virá pela frente. Aula excelente!!!!

  4. Olha que eu vejo! Rodrigo alô-alô (camisa azul claro na primeira foto)!

  5. Sobre vulnerabilidade, tenho certeza de que a amioria das pessoas vai dizer que estamos, sim, mais vulneráveis. Natural. Estamos naquele momento em que a internet ainda é demonizada pela mídia. “A briga entre as torcidas foi marcada em uma rede de relacionamentos…”, “A menina havia conhecido o pedófilo em uma sala de bate-papo…” e por aí vai. No entanto, tenho certeza de que daqui a algum tempo veremos que não foi a internet que nos fragilizou, que nos expôs, mas nós mesmos. Quando inventaram os talheres e as primeiras pessoas morreram esfaqueadas aposto que alguém deve ter blasfemado contra a pobre da faca que corta o bife.

  6. cnepomuceno disse:

    Pat,

    estou vendo que começou a tirar as “compras da sacola” com estilo. Muito bom, concordo. Acho que há uma atualização das vulnerabilidades e invulnerabilidades.

    Estamos na fase do “engana trouxa” em que os trouxas ainda são trouxas, mas rapidinho todos aprendem.

    Do mesmo jeito que já não andamos mais de janela aberta em sinal depois das 22 horas, ou mesmo não paramos neles.

    Vivendo e…cê sabe.

    valeu,
    Nepô.

  7. […] Me lembrei do fato, conversando com a Dora, uma das minhas alunas no curso do Senac. […]

  8. […] Abri ontem o novo curso de Mídias Digitais do Senac Rio/Copacabana, como já havia dado aula para a turma passada. […]

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