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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

  • A Psicologia Positiva e a Ciência da Felicidade estão trabalhando com uma visão incompleta do cenário atual.
  • A Felicidade 2.0 é um novo tipo de felicidade, baseada na originalização das pessoa dentro do novo cenário digital.
  • A Felicidade 2.0 é um desafio e uma oportunidade para as pessoas e para a sociedade e precisa ser compreendida para que possamos incentivá-la nas pessoas.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. A Felicidade 2.0 nunca foi experimentada pelo Sapiens – é completamente nova. Precisa ser entendida para que possa ser praticada.
  2. A Felicidade, como a sociedade humana, não é um carrossel, mas um espiral. Não estamos voltando a falar de felicidade, mas de um novo tipo de felicidade.
  3. Com a chegada da descentralização, se aumenta a demanda e a necessidade pela originalização e pela personalização e o tema da felicidade volta com toda força.
  4. Todo o aumento da Taxa de Felicidade nos leva OBRIGATORIAMENTE ao aumento da regionalização das pessoas.
  5. Portanto, quando defendemos uma Felicidade mais descentralizada, estamos entrando, sem saber, em uma briga política!
  6. Sucesso e Felicidade fazem parte do epicentro do comando e controle de uma sociedade.
  7. Quando temos centralização da sociedade, há uma tendência a manipulação negativa dos conceitos de sucesso e felicidade.
  8. Acredito que a Ciência da Inovação, aliás, é mais consistente, do ponto de vista da Ambientologia, do que a Ciência da Felicidade ou a Psicologia Positiva.
  9. Hoje, os Cientistas da Inovação tem como missão ajudar as pessoas a serem mais felizes neste mundo mais descentralizado.
  10. Pessoas com uma Taxa de Felicidade maior são aquelas que conseguem se originalizar mais.
  11. Quando temos concentração de poder seja em uma região ou em toda a civilização, há uma tendência à massificação das pessoas e o aumento da Taxa de Infelicidade.
  12. O que estamos fazendo no Pós-Digital é incentivando o aumento da Taxa da Felicidade só possível agora no processo de descentralização civilizacional.
  13. O aumento da Taxa da Infelicidade que estamos vivendo é um sintoma indireto da explosão demográfica, que nos obrigou a um processo radical de centralização e massificação da civilização.
  14. A massificação, com consequências negativas evidentes, é algo sistêmico, infelizmente necessário diante das impossibilidades administrativas que o aumento populacional gera na sociedade.
  15. As pessoas estão mais infelizes porque foram massificadas pelas mídias de massa.
  16. O aumento exponencial da conversa por Felicidade é um dos sintomas da Renascença Civilizacional, não está ocorrendo por acaso.
  17. O Sapiens 2.0 tem uma demanda muito maior por autonomia, responsabilização e originalização do que o 1.0.
  18. Vivemos um acelerado processo de descentralização da civilização, que exige o surgimento de um Sapiens mais maduro.
  19. É evidente que tanto para os Psicólogos Positivos quanto para os Cientistas da Felicidade está faltando uma visão mais consistente do cenário.
  20. Me parece que a Psicologia Positiva procura atuar em cuidados prévios, sugerindo que as pessoas reflitam sobre seu bem estar e evitem maiores problemas psicológicos.
  21. Seria muito bom os defensores da ideia da Psicologia Positiva conhecerem a abordagem Bimodal sobre o atual cenário civilizacional.
  22. A Psicologia Positiva faz parte da tendência atual dentro da Renascença Civilizacional 2.0 do incentivo à originalização do Sapiens.
  23. O termo Psicologia Positiva não deixa de ser uma crítica à antiga abordagem na psicologia, considerada, então, de Psicologia Negativa.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“A felicidade é um estado de espírito que se alcança quando nos sentimos bem com nós mesmos e com o mundo ao nosso redor.”Martin Seligman.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Felicidade 2.0: os desafios da inquietude no Mundo Digital

Saiu ontem, dia 13/12/23. no Globo um artigo de Angélica Banhara com o título “Sobre a ciência da felicidade”.

Neste artigo temos alguns destaques relevantes para o nosso projeto de Felicidade 2.0 para Inquietos, que está sendo o foco central da Bimodais.

Papo de Psicologia Positiva

O primeiro destaque já comentado é o surgimento da Psicologia Positiva, que procura uma nova abordagem no campo.

Diz ela:

“Ao longo do século 20 a psicologia havia se encarregado de estudar os problemas e patologias do ser humano, priorizando que havia de errado com as pessoas e com que não funcionava. No século 21, a ciência por meio da psicologia positiva passou a estudar os melhores aspectos das pessoas – os motivos que fazem a vida valer a pena.”

Na verdade, não foi a ciência, mas uma Escola de Pensamento dentro da Psicologia, que resolveu ter uma nova abordagem.

O termo Psicologia Positiva não deixa de ser uma crítica à antiga abordagem na psicologia, considerada, então, de Psicologia Negativa.

Certo?

O termo Psicologia Positiva embute uma crítica, pela escolha do nome, ao que vem sendo feito hoje em dia dentro das outras abordagens.

Tio Bard define assim a Psicologia Positiva:

“A Psicologia Positiva é um campo de estudo da Psicologia que se concentra nos aspectos positivos da experiência humana, como a felicidade, o bem-estar, as emoções positivas, as forças de caráter e as virtudes. Ela surgiu na década de 1990, como uma reação ao foco tradicional da Psicologia na patologia e no sofrimento humano.”

E diz que temos diversas críticas a ela:

  • É uma ciência acusada de ser uma ciência “soft”, ou seja, de não ser baseada em evidências científicas sólidas. Os críticos argumentam que a Psicologia Positiva é muito subjetiva e que suas conclusões não são replicáveis;
  • É uma ciência elitista que se concentra nos aspectos positivos da experiência humana de pessoas privilegiadas. Os críticos argumentam que a Psicologia Positiva ignora os problemas reais que as pessoas enfrentam, como a pobreza, a desigualdade e a violência;
  • É uma ciência funcionalista: argumentam que a Psicologia Positiva não leva em conta os aspectos negativos da experiência humana, que também são importantes para o desenvolvimento humano.

Tirando o desconto dos equívocos que os chatboxes cometem, nada do que foi dito acima invalida a nova abordagem.

Diria que:

A Psicologia Positiva faz parte da tendência atual dentro da Renascença Civilizacional 2.0 do incentivo à originalização do Sapiens.

Seria muito bom os defensores da ideia da Psicologia Positiva conhecerem a abordagem Bimodal sobre o atual cenário civilizacional.

De pronto, podemos dizer que temos em qualquer relação com qualquer fenômeno dois tipos de abordagem:

Cuidados prévios – que procuram evitar ou minimizar problemas;
Cuidados posteriores – que depois de constatado problemas parte-se para a atuação.

Me parece que a Psicologia Positiva procura atuar em cuidados prévios, sugerindo que as pessoas reflitam sobre seu bem estar e evitem maiores problemas psicológicos.

Ao invés de procurar tratar os problemas, a Psicologia Positiva propõe se antecipar, sugerindo uma série de ações preventivas para que uma série de distúrbios não ocorram ou, se ocorrem, sejam mais leves.

Temos um problema com o nome. A refletir no melhor mais adiante.

Papo de Ciência da Felicidade

A colunista do Globo destaca ainda que o tema tem chamado a atenção das pessoas e que a Ciência da Felicidade, da qual a Psicologia Positiva integrante tem chamado a atenção das pessoas.

Tio Bard define assim a Ciência da Felicidade:

A ciência da felicidade é um campo de estudo interdisciplinar que se concentra na compreensão dos aspectos positivos da experiência humana.

Aqui estão alguns dos principais objetivos da ciência da felicidade, que fiz editando a resposta do Tio Bard:

  • Essenciologia – compreender o que é a felicidade;
  • Atuação – identificar as ações, práticas e intervenções, que podem ser feitas que contribuem para o aumento da taxa da felicidade;
  • Métrica – como ela pode ser medida.

Diz ela:

“Na última década, a procura por cursos sobre felicidade disparou: há anos o curso de ciência da felicidade do israelense Tal Ben-Shahar está entre os mais concorridos de Harvard. No Brasil, psicologia positiva é curso de pós-graduação da PUC do Paraná do Rio Grande do Sul e de outras várias faculdades.”

Tal Ben-Shahar, o autor citado, aponta que a Felicidade é a combinação do bem-estar físico, emocional, intelectual relacional e espiritual (deixar legado, ter propósito).

Entrevistado sobre o interesse no tema, Gustavo Arns, professor de Psicologia Positiva na PUC-RS disse o seguinte:

“Acredito que o que vem motivando os estudos sobre felicidade é o crescente adoecimento das pessoas.”

Reflexões sobre a abordagem Bimodal sobre Felicidade

É evidente que tanto para os Psicólogos Positivos quanto para os Cientistas da Felicidade está faltando uma visão mais consistente do cenário.

Eles estão trabalhando ainda com as bases conceituais da Ciência Social 1.0 e com os Motores da História 1.0 – o que dificulta uma visão mais ampla do cenário.

Eles percebem a demanda, sugerem várias coisas interessantes, mas não tem uma visão mais consistente do quadro geral, o que ajudaria bastante numa reflexão e atuação mais eficaz.

Dentro da visão da Ciência Social 2.0, incorporada pela Ciência da Inovação Bimodal, vivemos um acelerado processo de descentralização da civilização, que exige o surgimento de um Sapiens mais maduro.

O Sapiens 2.0 tem muito mais escolhas do que teve o 1.0 e isso gera as seguintes demandas por mais:

  • Autonomia;
  • Responsabilização;
  • E originalização.

O aumento exponencial da conversa por Felicidade é um dos sintomas da Renascença Civilizacional, não está ocorrendo por acaso.

Quando Gustavo Arns, professor de Psicologia Positiva na PUC-RS diz que “os estudos sobre felicidade é o crescente adoecimento das pessoas.” – ele está certo nos sintomas, mas não na causa.

As pessoas estão mais infelizes porque foram massificadas pelas mídias de massa.

A massificação, com consequências negativas evidentes, é algo sistêmico, infelizmente necessário diante das impossibilidades administrativas que o aumento populacional gera na sociedade.

O aumento da Taxa da Infelicidade que estamos vivendo é um sintoma indireto da explosão demográfica, que nos obrigou a um processo radical de centralização e massificação da civilização.

O que estamos fazendo no Pós-Digital é incentivando o aumento da Taxa da Felicidade só possível agora no processo de descentralização civilizacional.

Na análise que fazemos do momento civilizacional, percebemos a passagem de um momento de concentração de mídias para um de descentralização.

Quando temos concentração de poder seja em uma região ou em toda a civilização, há uma tendência à massificação das pessoas e o aumento da Taxa de Infelicidade.

Eis a regra da relação entre felicidade e centralização:

  • Sociedades mais centralizadas tendem a ser mais infelizes;
  • Assim, como as mais descentralizadas tende a ser mais felizes.

Pessoas com uma Taxa de Felicidade maior são aquelas que conseguem se originalizar mais.

Hoje, os Cientistas da Inovação tem como missão ajudar as pessoas a serem mais felizes neste mundo mais descentralizado.

Acredito que a Ciência da Inovação, aliás, é mais consistente, do ponto de vista da Ambientologia, do que a Ciência da Felicidade ou a Psicologia Positiva.

A Ciência da Inovação Bimodal, inclusive, é mais útil, pois aborda a camada civilizacional, grupal e pessoal fazendo a relação entre elas.

O que nos permite entender melhor as causas e consequências de forma mais adequada, situando melhor a conversa sobre felicidade.

Mais ainda.

Quando temos centralização da sociedade, há uma tendência a manipulação negativa dos conceitos de sucesso e felicidade, a saber:

  • Sucesso e Felicidade não são vistos de forma integrada, mas separada;
  • Passam a ser muito mais exógenos (de fora para dentro) do que endógenos (de dentro para fora);
  • Há o aumento da ridicularização da conversa sobre Felicidade, como algo menor e pouco importante;
  • Se aumenta a importância de sucesso e felicidade mais material/objetiva do que imaterial/subjetiva.

Sucesso e Felicidade fazem parte do epicentro do comando e controle de uma sociedade.

São conceitos que são manipulados para que as pessoas sejam dominadas por um determinado centro.

Portanto, quando defendemos uma Felicidade mais descentralizada, estamos entrando, sem saber, em uma briga política!

Todo o aumento da Taxa de Felicidade nos leva OBRIGATORIAMENTE ao aumento da regionalização das pessoas.

Com a chegada da descentralização, se aumenta a demanda e a necessidade pela originalização e pela personalização e o tema da felicidade volta com toda força.

Mais ainda.

A Felicidade 1.0 baseada na oralidade e escrita vai dar lugar a Felicidade 2.0 do mundo Digital.

A Felicidade, como a sociedade humana, não é um carrossel, mas um espiral. Não estamos voltando a falar de felicidade, mas de um novo tipo de felicidade.

Há um aumento de complexidade muito maior gerenciamento dos Projetos de Felicidade 2.0, pois:

  • Temos muito mais opções na Civilização 2.0 do que havia antes na Civilização 1.0;
  • Mais escolhas geram uma demanda muito maior por filtragem;
  • O ritmo das mudanças é muito maior, o que demanda uma série de novas atitudes para que se possa gerenciar melhor os Projetos de Felicidade.

A Felicidade 2.0 nunca foi experimentada pelo Sapiens – é completamente nova. Precisa ser entendida para que possa ser praticada.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.

Comecei esta semana uma avaliação para definir os nosso grupos dos Bimodais Exógenos (aquelas que pessoas que recebem material da escola, mas não estão dentro dela).

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Forte abraço,

Nepô.

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