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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Link encurtado: https://bit.ly/3OxoajO

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Nossos Paradigmas são criados por Conceituadores, muitos deles que nem conhecemos, pois foram sendo armazenados sem grande reflexão.
  2. Então, temos na cadeia de construção de Paradigmas: começa pelos explicadores, passa pelos disseminadores e, por fim, acaba influenciando o trabalho dos operadores.
  3. É preciso entender que nossos Paradigmas foram construídos por Conceituadores que não entendiam o relevante papel da mídia na história.
  4. Se a Ciência Social está em crise, todas as Ciências Sociais específicas estão em crise também.
  5. É impossível, assim, entender o futuro da educação, sem que antes façamos uma revisão da Ciência Social, que está em profunda crise.
  6. Os Conceituadores da Educação pensaram o que pensaram, pois tinham previamente como base determinados paradigmas da Ciência Social, que agora se mostram obsoletos.
  7. Tentar entender o futuro da Educação sem antes revisar a Ciência Social, é uma tentativa que não vai levar ninguém a lugar nenhum.
  8. Mudou a mídia, mudou a educação!
  9. As pessoas estão tentando entender a educação usando os paradigmas da Ciência da Educação 1.0 e é preciso alertar, que não vão ter sucesso.
  10. A Ciência da Educação 1.0 está, portanto, em um labirinto procurando entender o futuro olhando para ela mesma.
  11. Quando se fala, por exemplo, em Transformação Digital se imagina que é um conceito que TODOS têm a mesma abordagem – o que é falso.
  12. Cientistas trazem abordagens e disputam com outros cientistas numa espécie de “mercado das verdades”.
  13. Uma visão mais amadurecida e adequada de como produzimos paradigmas, nos leva a entender que não procuramos verdades, mas melhores verdades.
  14. Todas as análises sobre o Digital estão, de alguma forma, procurando, de forma mais ou menos consciente, revisar o Motor da História humana.
  15. Quando mudamos a mídia, portanto, mudamos o modelo de cooperação!
  16. Quando eu crio uma mídia que me permite uma cooperação menos intermediada, eu sofistico o modelo de sobrevivência do Sapiens.
  17. Um ambiente de cooperação que permite uma maior interação maior entre as pontas, com menor controle do centro, permite criar uma sociedade mais descentralizada.
  18. Temos que ter uma educação que prepare as pessoas para viver num mundo mais curador.
  19. O Sapiens 2.0 tem muito mais opções na vida e precisa, por causa disso, saber muito, mas muito mais o que realmente ele quer para a vida dele.
  20. O Sapiens 2.0 precisa aprender a conversar muito mais consigo mesmo para que possa ser mais feliz.

Vamos ao Artigo:

“Aqueles que não são capazes de mudar sua própria mente não podem mudar nada.”George Bernard Shaw.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Como armazenamos Paradigmas?

Tenho as seguintes recomendações para aprimorar nossas atividades de Disseminadores:

  • Gravar todas as atividades que fazemos;
  • Ouvir depois para analisar erros e acertos;
  • E proceder revisões para que possamos sempre estar melhorando.

Este artigo é uma reflexão sobre a palestra que fiz de uma hora em São Paulo num evento sobre o futuro.

O que eu diria de outra maneira ou talvez como eu aprofundaria determinados temas se tivesse mais tempo ou refletisse mais sobre eles.

Não expliquei como gostaria a questão de como criamos paradigmas na nossa cabeça, algo fundamental para depois falar sobre a relação entre Ciência Social e as outras Ciências Sociais.

Nossos Paradigmas são criados por Conceituadores, muitos deles que nem conhecemos, pois foram sendo armazenados sem grande reflexão.

A cadeia da Construção de Paradigmas é a seguinte:

  • Conceituadores (ou Explicadores, se preferirem) criam os conceitos e as explicações, vão estruturar as nossas ações no geral e nas áreas específicas;
  • Depois temos os trabalhos dos Disseminadores que vão espalhar as ideias dos Conceituadores;
  • E, por fim, temos a atividade dos operadores que vão colocar a mão na massa e colocar os conceitos, que foram reverberados pelos disseminadores, para “rodar”.

Então, temos na cadeia de construção de Paradigmas:  começa pelos explicadores, passa pelos disseminadores e, por fim, acaba influenciando o trabalho dos operadores.

Assim, para procedermos a revisão dos Paradigmas neste novo cenário do Pós-Digital, é preciso entender que nossos Paradigmas foram construídos por Conceituadores que não entendiam o relevante papel da mídia na história.

A relação da Ciência Social e as demais Ciências Sociais

A revisão de Paradigmas por causa do Digital começa, antes de tudo, pelos conceitos criados pelos Explicadores da Ciência Social e, só então, podemos passar para a reavaliação dos Paradigmas Estruturais de cada uma das Ciências Sociais específicas.

Se a Ciência Social está em crise, todas as Ciências Sociais específicas estão em crise também.

Um problema da visão generalizada, mas equivocada da Ciência, como uma produtora de verdades

Temos um problema de origem sobre a ciência aqui.

Uma visão de que cientistas trazem verdades, o que é falso. 

Cientistas trazem abordagens e disputam com outros cientistas numa espécie de “mercado das verdades”.

Por isso que quando a gente fala por exemplo em transformação digital ou inteligência artificial as pessoas não entram na conversa procurando a melhor abordagem, mas qualquer abordagem, pois acreditam que há apenas uma interpretação da mesma.

Uma visão mais amadurecida e adequada de como produzimos paradigmas, nos leva a entender que não procuramos verdades, mas melhores verdades.

Quando vamos ouvir alguém falando devemos nos perguntar o seguinte: 

  • Qual é a qualidade da abordagem que temos aqui?
  • Como ela se diferencia das demais?
  • Está se assumindo que é apenas uma abordagem ou está se “vendendo” verdades?
  • É feita uma comparação com as demais abordagens, mostrando por que ela se considera melhor?

Quando a gente amadurece a abordagem sobre determinado fenômeno, percebemos que existem várias visões trazidas por diferentes escolas de pensamento que o analisam – sejam elas mais conscientes ou não de seu papel.

A falta de noção generalizada de que a análise do Digital é única e não baseada em diferentes Escolas de Pensamento

O estudo da sociedade, a partir das mídias, é algo muito novo e as pessoas então têm a fantasia de que a abordagem sobre fenômeno é única.

Quando se fala, por exemplo, em Transformação Digital se imagina que é um conceito que TODOS têm a mesma abordagem – o que é falso.

Todas as análises sobre o Digital estão, de alguma forma, procurando, de forma mais ou menos consciente, revisar o Motor da História Humana.

Temos na revisão do Motor da História, a partir do Digital, quatro abordagens, procurando definir o Fator Causante das atuais mudanças:

  • A Visão Conhecimentista – que considera uma mudança no papel e relevância do conhecimento como o Fator Causante;
  • A Visão Informacionalista – que considera uma mudança no papel e relevância da informação como o Fator Causante;
  • A Visão Industrialista – que considera mudanças na indústria  como o Fator Causante;
  • A Visão Midiática – que considera mudanças na mídia como Fator Causante – é a abordagem dos Bimodais.

Como construímos Ciência Mais Fortes?

Não falei na palestra mas é importante detalhar que quando a gente quer fazer uma abordagem mais científica sobre um fenômeno obrigatoriamente temos que procurar os diferentes Fatores sobre ele.

Temos, quando pensamos em uma Ciência Mais Forte, quatro fatores que precisam ser esclarecidos:

  • O Fator Causante – por que o fenômeno ocorre com frequência?
  • O Fator Detonante – quais os fatores que abrem novos ciclos do fenômeno?
  • O Fator Consequente – o que ocorre depois que o Fator Detonante entra em ação?
  • O Fator Atuante – o que o Sapiens pode fazer se tiver que lidar melhor com aquele fenômeno?

Mudou a mídia, mudou a cooperação!

Acho importante explicar o seguinte na relação de mídias com cooperação:

  • Para sobreviver o Sapiens precisa cooperar um com os outros, operar junto;
  • Que a cooperação tem como base a comunicação, que é baseada nas mídias disponíveis;
  • E que quando mudamos a mídia, portanto, mudamos o modelo de cooperação!

Por isso, alteramos o Ambiente de Sobrevivência e abrimos novos ciclos civilizacionais.

Quando eu crio uma mídia que me permite uma cooperação menos intermediada, eu sofistico o modelo de sobrevivência do Sapiens.

Um ambiente de cooperação que permite uma maior interação maior entre as pontas, com menor controle do centro, permite criar uma sociedade mais descentralizada.

Dessa forma, existe um elo muito forte entre comunicação e cooperação.

Quando eu mudo a comunicação eu altero o modelo de cooperação.

Detalhando melhor o Espiral Civilizacional Progressivo

Uma novidade que surgiu na palestra quando eu falo de dois momentos do renascimento civilizacional que são os seguintes:

  • O Revisional – ações de revisar o passado, procurando paradigmas que podem ser considerados ainda válidos;
  • O Propositivo – a criação de novos Paradigmas para que possamos utilizar melhor as novas Tecnopossibilidades disponíveis e tudo que vêm junto com ela, incluindo os problemas.

Muito do que é propositivo vai ocorrendo de forma mais espontânea e intuitiva, através de projetos inovadores sem grandes explicações.

Tais ações vão sendo analisadas pelos Conceituadores Renascentistas, que vão procurar criar novos Paradigmas para explicar e organizar uma nova forma de pensar e agir.

As duas mudanças que as mídias provocam no Sapiens, individualmente

  • Formatação Explícita – aquela que é feita de forma mais consciente, através do conteúdo;
  • Formatação Implícita – aquela que é feita de forma mais inconsciente, através da mudança de forma.

O labirinto da Ciência da Educação ao querer entender o futuro olhando para ela mesma.

É impossível, assim, entender o futuro da educação, sem que antes façamos uma revisão da Ciência Social, que está em profunda crise.

Os Conceituadores da Educação pensaram o que pensaram, pois tinham previamente como base determinados paradigmas da Ciência Social, que agora se mostram obsoletos.

Tentar entender o futuro da Educação sem antes revisar a Ciência Social, é uma tentativa que não vai levar ninguém a lugar nenhum.

Porém, nós temos diferentes explicadores/conceituadores.

Destaco que a frase:

Mudou a mídia, mudou a educação!

É algo que eu já tinha utilizado no e-book e a primeira vez que eu uso numa palestra para educadores.

As pessoas estão tentando entender a educação usando os paradigmas da Ciência da Educação 1.0 e é preciso alertar, que não vão ter sucesso.

A Ciência da Educação 1.0 está, portanto, em um labirinto procurando entender o futuro olhando para ela mesma.

As duas grandes linhas de pensamento da Ciência da Educação:

  • Umbiguista – Educação como um fim em si mesmo;
  • Objetivista – Educação como ferramenta de sobrevivência.

A diferença entre a Educação 1.0 e a 2.0

  • A Educação 1.0 é Gestora – prepara as pessoas para sobreviver um mundo de líderes alfas, dentro da Gestão;
  • A Educação 2.0 é Curadora – vai preparar as pessoas para sobreviver em um mundo sem líderes alfas, dentro da Curadoria.

Temos que ter uma educação que prepare as pessoas para viver num mundo mais curador.

A Educação 2.0 precisa preparar o Sapiens para ser muito mais:

  • Resiliente;
  • Autônomo;
  • Empreendedor;
  • Filtrador.

O Sapiens 2.0 tem muito mais opções na vida e precisa, por causa disso, saber muito, mas muito mais o que realmente ele quer para a vida dele.

O Sapiens 2.0 precisa aprender a conversar muito mais consigo mesmo para que possa ser mais feliz.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

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