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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Link encurtado: https://bit.ly/43Iftc2

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Quando criamos a fantasia de eternidade estamos, na verdade, reduzindo nossa Taxa de Humanidade.
  2. Sem uma reflexão mais consciente sobre a morte, se torna impossível chegar a uma Estratégia Estrutural de Vida mais adequada.
  3. O esforço da Ciência Social 2.0 é para um tipo de cliente que escolhe aumentar a sua Taxa de Humanidade e precisa de melhores Paradigmas para que isso seja possível.
  4. Fato é que sempre tivemos e teremos pessoas que querem uma vida mais significativa. E foi para eles que os sábios do passado escreveram.
  5. O Sapiens pode escolher, ao longo da sua vida, ir aumentando, ou não, a sua Taxa de Humanidade. É uma escolha individual de cada um.
  6. Se você quer levar uma vida menos consciente, com uma Taxa de Humanidade menor, é problema seu, caso queira mudar, passa a ser um problema nosso.
  7. Todas as sugestões feitas pela Bimodais por uma Felicidade Mais Estrutural são opcionais. Se não é o seu caso, é simples: você não é nosso cliente!
  8. O Papo da Finitude, que nos leva a uma Estratégia Estrutural, assim, não é uma obrigação, mas uma sugestão para que se possa viver melhor.
  9. Por mais que Mozart tenha sido genial, as baratas, se sobreviverem, não vão escutá-lo.
  10. Do ponto de vista Cosmo-Histórico, se imaginarmos que a espécie humana pode acabar, tudo que fazemos nas nossas vidas não terá sentido algum.
  11. A consciência da finitude dá uma alinhada bastante relevante nos nossos Princípios Estruturais, com a tendência de valorizar o subjetivo e relativizar as objetividades.
  12. Se formos criar um curso sobre melhoria da felicidade individual, a aula primeira e inaugural será: “como você se relaciona com a sua morte?
  13. O Papo sobre Finitude é a porta de entrada para todos que querem ter uma Felicidade Mais Estrutural.
  14. Os outros animais não têm consciência da morte. Esta é uma característica EXCLUSIVA do Sapiens.
  15. Só o Sapiens, entre todos os seres vivos do planeta, sabe que vai morrer.

Vamos ao Artigo:

“A morte é nossa única certeza. Portanto, deve ser a bússola pela qual orientamos todos os nossos valores e decisões.”Mark Manson.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

A Ciência Social 2.0 se divide em três grandes questões:

  • “Quem é o Sapiens – do ponto de vista histórico?”
  • “Como procedemos a Jornada Humana (o Motor da História)”;
  • “Quais são os melhores Paradigmas para aumentarmos as Taxas de Felicidade individual e coletiva?”.

Na verdade, quando se desenvolve a Ciência Social 2.0, a ideia é ajudar clientes que querem ter:

  • Uma vida mais significativa;
  • Um bem estar mais continuado;
  • Deixar um legado mais subjetivo do que objetivo;
  • Ter, enfim, uma sensação de uma felicidade mais plena.

Portanto, podemos dizer que:

Todas as sugestões feitas pela Bimodais por uma Felicidade Mais Estrutural são opcionais. Se não é o seu caso, é simples: você não é nosso cliente!

Como aprendemos com Bill Wilson: 

“Se você quer continuar a beber, é um problema seu, mas se quer parar, é um problema nosso.” 

Numa adaptação, podemos dizer que:

Se você quer levar uma vida menos consciente, com uma Taxa de Humanidade menor, é problema seu, caso queira mudar, passa a ser um problema nosso.

O Sapiens pode escolher, ao longo da sua vida, ir aumentando, ou não, a sua Taxa de Humanidade. É uma escolha individual de cada um.

Aliás, um dos pontos centrais sobre a questão da Felicidade é justamente esta:

Você quer ser o mais Sapiens que você poderá ser? Ou vai preferir operar com uma baixa taxa de Sapienscidade? 

Fato é que sempre tivemos e teremos pessoas que querem uma vida mais significativa. E foi para eles que os sábios do passado escreveram.

O esforço da Ciência Social 2.0 é para um tipo de cliente que escolhe aumentar a sua Taxa de Humanidade e precisa de melhores Paradigmas para que isso seja possível.

Na questão “Quais são os melhores Paradigmas para aumentarmos as Taxas de Felicidade individual e coletiva?”, temos os seguintes tópicos em contraposição:

 

Ciência Social 2.0:
“Quais são os melhores Paradigmas para aumentarmos as Taxas de Felicidade individual e coletiva?”.
Visão Mainstream Ciência Social 2.0
Fantasia da Eternidade
sem projeto estrutural
Ser Finito com possibilidade de criar um Projeto Estrutural de vida.
Sapiens Estático Sapiens Aprendiz
Ser Único Ser Múltiplo
Fantasia do Destino Traçado Vida em aberto,
a partir das próprias escolhas 
Felicidade sem esforço  Felicidade conquistada com muito esforço 
Felicidade com métricas equivocadas (em geral baseada em parâmetros externos) Felicidade com métricas mais adequadas (baseada em parâmetros internos)

Vamos neste artigo aprofundar o primeiro tópico “O Sapiens é um ser finito com possibilidade de criar um projeto estrutural de vida”.

Como diz Mark Manson:

A morte é nossa única certeza. Portanto, deve ser a bússola pela qual orientamos todos os nossos valores e decisões.

Só o Sapiens, entre todos os seres vivos do planeta, sabe que vai morrer.

Os outros animais não têm consciência da morte. Esta é uma característica EXCLUSIVA do Sapiens.

Todos sabemos que vamos morrer, a partir de uma determinada idade.

Assim, quando falamos sobre Finitude, não estamos discutindo quem sabe ou quem não sabe, mas:

  • Qual o nível de reflexão que você fez sobre a Finitude;
  • E quais são os Paradigmas que usou para fazer tais reflexões.

A pergunta que fica, em termos de felicidade individual, é a seguinte: o fato concreto e objetivo de que você vai morrer:

  • Define algo na sua estratégia de vida? 
  • Colabora com algo nos seus princípios estruturais? 
  • Ou você, simplesmente, não pensa ou nunca parou para pensar nisso?

O Papo sobre Finitude é a porta de entrada para todos que querem ter uma Felicidade Mais Estrutural.

Se formos criar um curso sobre melhoria da felicidade individual, a aula primeira e inaugural será: “como você se relaciona com a sua morte?”

Richard Carlson, no livro razoável, “Não faça tempestade em copo d’água” sugere que você deva se colocar no seu enterro para refletir sobre a morte.

A consciência da finitude dá uma alinhada bastante relevante nos nossos Princípios Estruturais, com a tendência de valorizar o subjetivo e relativizar as objetividades.

Quando paramos para pensar que vamos morrer, surgem as perguntas: 

  • Afinal de contas, o que você quer fazer durante o tempo que está vivo?
  • Você vai procurar criar algum projeto?
  • Pensa em deixar algum legado?
  • Ou não quer pensar nisso e vai Zecapagodar “deixa a vida me levar”.

Diante da Finitude, nós temos duas escolhas que definem de forma ESTRUTURAL a vida:

  • Tornar isso uma realidade palpável, que vai interferir na nossa forma de fazer escolhas ao longo da vida, criando um projeto estrutural de vida;
  • Ignorar este fato, criando uma certa fantasia de eternidade, não esquentar a cabeça e ir tocando sem pensar.

Do ponto de vista Cosmo-Histórico, se imaginarmos que a espécie humana pode acabar, tudo que fazemos nas nossas vidas não terá sentido algum.

Por mais que Mozart tenha sido genial, as baratas, se sobreviverem, não vão escutá-lo.

Quem faz a escolha por ter uma vida mais significativa – que é TOTALMENTE opcional – precisa passar pelo Papo da Finitude.

Sem uma reflexão mais consciente sobre a morte, se torna impossível chegar a uma Estratégia Estrutural de Vida mais adequada.

Quando se cria um Projeto Estrutural de Vida, colocando-se a morte como um norte, me parece que:

  • Se tem uma sensação melhor ao longo dos dias, aumentando as Taxas de Motivação e Tranquilidade;
  • É mais fácil fazer melhores escolhas;
  • E se consegue com mais facilidade separar o que é mais do que é menos importante. 

Quando criamos a fantasia de eternidade estamos, na verdade, reduzindo nossa Taxa de Humanidade.

 

Quando falamos de finitude, do tempo limitado que estamos aqui, de projeto de vida, surge a conversa sobre legado.

É o que vou escrever sobre isso a seguir no Papo de Legado.

 

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