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O áudio do artigo

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal250423

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#Contardo_Calligaris – dialogando com este autor.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Nono Ciclo de Leitura Bimodal:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Terapias são meios para se chegar a determinado fim e não um fim em si mesmo.
  2. O conhecimento e o autoconhecimento são meios e não um fim em si mesmo.
  3. Quanto mais um Paradigma está enraizado dentro de nós e quanto mais ele atrapalha, mais precisamos de ajuda para poder superá-lo.
  4. O papel de Terapeutas Psicológicos eu diria: ajudar as pessoas a desenvolver sua Bancada Inovadora para ter vidas melhores.
  5. Quem não inova, seja que espécie for, não sobrevive.
  6. Todo Sapiens precisa criar uma Bancada Inovadora dentro de si para que possa conhecer seus Paradigmas e ajustá-los para ter uma vida melhor.
  7. Viver melhor é um processo contínuo de melhoria progressiva.
  8. Viver melhor é um processo de reinvenção sobre nossa Formatação Básica Obrigatória.

Vamos ao Artigo:

“…nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente.” – Contardo Calligaris

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

Continuemos o diálogo com Contardo Calligaris.

Este é o nosso segundo artigo.

O primeiro ponto é o seguinte.

Qual a relação da Psicologia com a Inovação?

Muita.

Toda a Inovação começa e termina com pessoas.

Temos a Inovação Reflexiva feita pelo Sapiens e temos também a Inovação Instintiva das outras espécies.

Quando trazemos Charles Darwin (1809-82) para a conversa, podemos dizer que evoluir é se adaptar e se adaptar é inovar.

Quem não inova, seja que espécie for, não sobrevive.

Quando queremos melhorar a Inovação Humana, temos as Inovações Organizacionais (mais gente) e as Pessoais (de uma pessoa apenas).

Todos nós passamos por uma Formatação Básica Obrigatória, que precisa ser revisada nos aspectos positivos e negativos para que tenhamos uma vida melhor.

Viver melhor é um processo contínuo de melhoria progressiva.

Temos que aprender a olhar para as nossas formatações e criar em cima delas.

Viver melhor é um processo de reinvenção sobre nossa Formatação Básica Obrigatória.

Todo Sapiens precisa criar uma Bancada Inovadora dentro de si para que possa conhecer seus Paradigmas e ajustá-los para ter uma vida melhor.

Se me perguntarem qual é o papel de Terapeutas Psicológicos eu diria: ajudar as pessoas a desenvolver sua Bancada Inovadora para que elas possam ter vidas melhores.

Porém, nossa relação com os nossos Paradigmas variam muito, pois temos:

  • Do ponto de vista da dificuldade de acesso – Paradigmas que são mais fáceis ou mais difíceis de serem conhecidos e revistos;
  • Do ponto de vista do que nos atrapalham – Paradigmas que nos atrapalham mais e outros que atrapalham menos.

E aí podemos estabelecer uma regra.

Quanto mais um Paradigma é enraizado dentro de nós e temos dificuldade de acesso a ele e quanto mais ele atrapalha, mais precisamos de ajuda para poder superá-lo. 

A partir do problema de acesso aos Paradigmas, temos dois tipos de apoio dos Terapeutas Psicológicos:

  • Terapia Psicológica Conjuntural – aquela que vai modificar Paradigmas mais Superficiais, que atrapalham menos a vida de cada pessoa;
  • Terapia Psicológica Estrutural – aquela que vai modificar Paradigmas mais Profundos, que atrapalham mais a vida de cada pessoa.

Não existe, sob este ponto de vista, uma Terapia melhor ou pior, se for mais ou menos superficial, pois o importante é que a pessoa passe a viver melhor.

Quebra-se, assim, uma falsa dicotomia entre Psicoterapia e Psicanálise.

O que existe no campo dos Tratamentos Psicológicos são Terapias mais ou menos Superficial ou Profunda, DEPENDENDO do problema a ser melhorado!

Terapias Psicológicas, repito, visam a melhoria da Bancada Inovadora Pessoal para que possamos conhecer e revisar os Paradigmas que estão atrapalhando nossa melhoria de vida.

Assim, temos dois tipos de Terapias Psicológicas, do ponto de vista dos resultados:

  • Terapias Psicológicas Fortes – são aquelas que ajudam as pessoas a viver melhor, a partir dos problemas que cada um tem com seus Paradigmas;
  • Terapias Psicológicas Fracas – são aquelas que NÃO ajudam as pessoas a viver melhor, a partir dos problemas que cada um tem com seus Paradigmas.

Precisamos, sobre este ponto de vista, de fugir da algo bem comum em todas as terapias, seja elas quais forem de confundir o que é meio do que é fim.

Terapias (metodologias de apoio) são ferramentas humanas para a melhoria de vida.

Terapias são meios para se chegar a determinado fim e não um fim em si mesmo.

O conhecimento ou o autoconhecimento são ferramentas humanas para que possamos ter vidas melhores.

O conhecimento e o autoconhecimento são meios e não um fim em si mesmo.

Por diferentes razões, há uma tendência de se confundir o que é meio do que é fim, gerando muita confusão, perda de tempo e dinheiro.

Diz ele:

“…nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente.”

Temos a preocupação de Contardo Calligaris de evitar termos Terapias Psicológicas sem metas.

Temos a preocupação de Contardo Calligaris de evitar termos Terapias Psicológicas sem metas.

Temos, assim, uma divisão das Terapias Psicológicas:

  • A Terapia Psicológica Fraca – não incentiva que o cliente desenvolva por conta própria a sua Bancada Inovadora Pessoal;
  • A Terapia Psicológica Forte –  incentiva que o cliente desenvolva por conta própria a sua Bancada Inovadora Pessoal.

Terapias Psicológicas Fracas podem ser praticadas por dois motivos:

  • A má fé do Terapeuta Psicológico – de incentivar propositalmente um tratamento que se estende o máximo possível, sem que os resultados melhores apareçam;
  • A escolha de métodos inadequados que acabam confundindo a Terapia como um fim em si mesmo e não uma ferramenta de melhoria de vida dos clientes.

(Note que tenho chamado paciente de cliente, pois é preciso resgatar o papel utilitário da atividade. No caso aqui, o fato de ser cliente não significa que ele tem razão. Ele tem demandas que pedem até tratamentos que ele, a princípio, não concorda, mas acaba melhorando de vida.)

Porém, nossa relação com os nossos Paradigmas variam muito, pois temos:

  • Do ponto de vista da dificuldade de acesso – Paradigmas que são mais fáceis ou mais difíceis de serem conhecidos e revistos;
  • Do ponto de vista do que nos atrapalham – Paradigmas que nos atrapalham mais e outros que atrapalham menos.

E aí podemos estabelecer uma regra.

Quanto mais um Paradigma é enraizado dentro de nós e temos dificuldade de acesso a ele e quanto mais ele atrapalha, mais precisamos de ajuda para poder superá-lo. 

A partir do problema de acesso aos Paradigmas, temos dois tipos de apoio dos Terapeutas Psicológicos:

  • Terapia Psicológica Conjuntural – aquela que vai modificar Paradigmas mais Superficiais, que atrapalham menos a vida de cada pessoa;
  • Terapia Psicológica Estrutural – aquela que vai modificar Paradigmas mais Profundos, que atrapalham mais a vida de cada pessoa.

Não existe, sob este ponto de vista, uma Terapia melhor ou pior, se for mais ou menos superficial, pois o importante é que a pessoa passe a viver melhor.

Quebra-se, assim, uma falsa dicotomia entre Psicoterapia e Psicanálise.

O que existe no campo dos Tratamentos Psicológicos são Terapias mais ou menos Superficial ou Profunda, DEPENDENDO do problema a ser melhorado!

É isso, que dizes?

“A Bimodais me dá um background filosófico e psicológico sobre inovação, que me ajuda na minha vida e no meu trabalho.”José Flávio Albernaz Mundim.

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.” – Leo Almeida.

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