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O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal200921

Introdução

O presente artigo tem a (s) seguinte hashtag (s):

  • #Entropia_Civilizacionalmomentos em que se eleva a Taxa de Entropia, mais gente sem a possibilidade de um Ambiente de Sobrevivência compatível;
  • #Futurismo_Competitivo Metodologia de Prognósticos de Cenários voltada para profissionais e organizações;
  • #Triângulo da Sobrevivência síntese da Narrativa Bimodal para a Filosofia Social, que responde à seguinte questão: “como o Sapiens se adapta para sobreviver na Macro-História?”

É um Artigo Bimodal Fenomenológico (estudo do fenômeno). Não é, portanto, um Artigo Epistemológico (organizativo), pois NÃO trabalha com o detalhamento do Arcabouço Conceitual e nem levanta questões Aplicalológicas (aplicação dos estudos).

Resumo do artigo em tabela:

Vamos ao artigo:

“É loucura levar nossa visão de mundo muito a sério, pois, sem dúvida, ela vai acabar se transformando.” – Marcelo Gleiser.

Entropia:

A entropia é geralmente descrita como uma medida da ordem e da desordem dentro de um sistema – quanto menor for a entropia, mais ordenado será o sistema; quanto maior for a entropia, mais desordenado será.

Podemos dizer assim, então, que existe uma Taxa de Entropia, que pode ser maior ou menor, conforme o momento de determinado sistema, ou ambiente.

Entropia não é algo absoluto, mas uma taxa a ser medida, a cada momento, em cada sistema analisado.

Aqui vamos adaptar o conceito “Entropia” para o da Entropia Civilizacional, quando a Complexidade Demográfica Progressiva nos leva para Crises de Sobrevivência. 

Primeiro, me permitam fazer uma pequena digressão para situar a Entropia no Futurismo Competitivo.

O Futurismo Competitivo tem o foco EXCLUSIVAMENTE naquilo que vai gerar valor no médio e longo prazo no amanhã.

O Futurismo Competitivo é voltado para ajudar profissionais e organizações na tomada de decisões.

O Futurismo Competitivo é uma especialização do Futurismo.

O Futurismo é uma Metodologia de Prognósticos de Cenário Geral e o Futurismo Competitivo voltado para profissionais e organizações.

(Podemos chamar o Futurismo Competitivo também de Futurismo da Sobrevivência, um novo conceito que ainda está em estudos.)

Tanto o Futurismo quanto o Futurismo Competitivo tem um foco SEMPRE no médio e longo prazo, que podem ser aplicados no curto, a partir da visão mais ampla.

O Futurismo demanda estudos dos Padrões Históricos para que possamos exercer esta tarefa com eficácia.

Podemos acrescentar que tanto o Futurismo quanto o Futurismo Competitivo são novas Metodologias de Prognósticos de Cenáriosque ganharam bastante impulso diante do desafio de prognosticar o amanhã, a partir da chegada do Mundo Digital.

O Mundo Digital demonstrou que as bases conceituais da Filosofia Social precisam de uma revisão disruptiva profunda.

Filosofia Social é o Ambiente Filosófico de Diálogo, no qual se tenta sugerir respostas mais adequadas para a seguinte pergunta: “como o Sapiens se adapta ao longo da Macro-História para sobreviver?”

O que chamamos hoje de Mundo Digital são indícios explícitos, a partir de fatos, da consolidação gradativa e progressiva de uma Revolução Civilizacional, que se inicia, a partir da chegada de uma Nova Mídia (a Internet).

Uma Mídia é formada por Ferramentas de Comunicação e Informação, que são as responsáveis pelas ações mais relevantes da nossa sobrevivência, a saber: interação, informação, trocas e a intermediação dos Processos de Sobrevivência.

Revoluções Civilizacionais (sempre a partir de novas Mídias Descentralizadoras) são fenômenos Macro-Históricos e, por causa disso, demandam OBRIGATORIAMENTE uma análise Macro-Histórica. 

Dito isso, é preciso pesquisar e levantar os principais fatores, que fazem REALMENTE a diferença quando analisamos Fenômenos Macro-Históricos.

O Futurismo – por trabalhar sempre com o longo prazo – precisa reconhecer, assim, os Padrões Estruturais do Sapiens.  

Padrões Estruturais do Sapiens são aqueles que fazem a diferença no longo prazo, que modificam as estrutura da civilização.

O Futurismo, temos dito isso de forma repetida, opera muito mais com padrões do que com fatos.

É fundamental, portanto, que o Futurista consiga fazer a separação de Mudanças Conjunturais das Estruturais, provocadas por novas Mídias.

Dito isso, a partir deste estudo Macro-Histórico, a BIMODAIS chegou ao Triângulo da Sobrevivência, que nos mostra uma relação, até então, não reconhecida pela Filosofia Social.

O Triângulo da Sobrevivência é uma síntese da relação dos três Fatores Civilizacionais Estruturantes na Macro-História do Sapiens:

  • o Patamar Demográfico;
  • o Macro Ambiente Midiático;
  • o Macro Ambiente de Administração.

A partir deste detalhamento do Futurismo, do Futurismo Competitivo e do novo Motor da História, podemos começar a entender as variações da Taxa de Entropia Civilizacional.

  • Quando aumentamos a população e não temos novas Mídias Descentralizadoras, a Taxa de Entropia Civilizacional cresce;
  • Quando aumentamos e surgem novas Mídias Descentralizadoras, a Taxa de Entropia Civilizacional diminui.

Novas mídias abrem novas Tecnopossibilidades humanas em diversos aspectos, mas uma em particular é a mais relevante para a sobrevivência: a mudança no Macro Modelo de Intermediação.

O Modelo de Intermediação é a “espinha dorsal”, o DNA dos Processos Humanos de Sobrevivência.

Todo o Processo de Sobrevivência (que também pode ser chamado de processo administrativo) precisa de um tipo de Comando e Controle, que se estabelece dentro de determinado um Modelo de Intermediação, dentro das Tecnopossibilidades das Mídias de Plantão.

  • Temos os Micros Modelos de Intermediações (nos países, organizações, setores), que são aplicações do Macro Modelo;
  • E o Macro Modelo de Intermediação, que são as Tecnopossibilidades existentes na nova Mídia, que estão disponíveis para TODA a espécie.

Temos repetido aqui que o Futuro não é uma marcha militar, mas um processo de guerrilha.

Novas Tecnopossibilidades, que surgem com novas tecnologias, são opcionais para o Sapiens. Usa quem quiser.

Quem usa as novas tecnologias, de forma inovadora e inteligente, tende a gerar mais valor do que quem não usa.

Mais ainda.

A Inovação Progressiva, assim, praticada dentro de uma Revolução Civilizacional gera gradualmente Zonas de Atrações Civilizacionais, que vão gerando a vontade do Sapiens de imitar e aderir.

Zonas de Atrações Civilizacionais são locais em que se está se utilizando as novas Tecnopossibilidades de Sobrevivência e atraindo as pessoas tanto para estarem perto ou imitar.

O processo de implantação dos novos Macro Modelos de Sobrevivência, portanto, não será obrigatório, mas opcional. Quem aderir vai gerar mais valor e vice-versa.

Um exemplo?

Antes do Digital, era IMPOSSÍVEL, por exemplo, criar um Uber. Foram as novas tecnologias que permitiram que os Ubers fossem possíveis.

Foram as Tecnopossibilidades Midiáticas, que permitiram que o Uber se tornasse viável.

O mesmo podemos dizer de todas as Organizações Curadoras, tais como Airbnb, Twitter, Mercado Livre, Youtube.

Organizações Curadoras são aquelas que já se utilizam das Tecnopossibilidades do novo Macro Modelo de Administração Digital.

Outro exemplo?

Por mais que um Sapiens quisesse sair da terra para passear no espaço, isso só se tornou possível depois da invenção do foguete.

Podemos dizer, que, do ponto de vista das viagens humanas, temos o Sapiens pré-foguete e o Sapiens pós-foguete.

Tecnologias abrem novos Tecnoplanetas para o Sapiens.

Regra Bimodal (vamos detalhar as regras, a partir de agora).

Conforme vamos aumentando a população, o Macro Modelo de Intermediação antigo vai aumentando a sua Taxa de Entropia.

Não é o aumento da Taxa de Entropia desta ou aquela organização, mas uma Taxa de Entropia Civilizacional, pois TODA a espécie não conta com novas mídias para poder minimizá-la.

Até o momento, o Modelo de Intermediação Analógico resolveu os problemas da espécie, porém vem gerando cada vez mais o aumento da Taxa de Entropia Civilizacional.

O Modelo de Intermediação Analógico, por causa do aumento populacional, gera problemas de agilidade, personalização, participação e de custos.

Tudo isso só passa a ser superado com o surgimento do novo Modelo de Intermediação Digital, que permite, estruturalmente, reduzir radicalmente a Taxa de Entropia Civilizacional.

Assim, o aumento populacional gera o gradual aumento da Taxa de Entropia Civilizacional.

Só começamos a poder reduzir a Taxa de Entropia Civilizacional com o surgimento de novas Mídias, que permitem, via inovação, compatibilizar o Macro Modelo de Intermediação com o novo Patamar Demográfico, via novas Zonas de Atração Civilizacional.

O novo Modelo de Intermediação Digital é o fato mais importante para a Macro-História do Sapiens, pois inauguramos, com ele, uma nova Civilização.

Até o Digital, nosso Macro Modelo de Administração era similar ao dos mamíferos e daqui por diante vamos operar de forma mais parecida com os insetos.

O Modelo de Intermediação Digital tem as seguintes melhorias em relação ao Analógico:

  • permite o conhecimento, via Rastros Digitais, dos “pegadas” voluntárias e involuntárias de cada usuário, permitindo superar a, até então, intransponível Produção Personalizada em Larga Escala;
  • empodera o cidadão/consumidor de tecnologias para que possa operar, decidir e fiscalizar melhor as organizações de todos os tipos da sociedade;
  • e expande, em muito, a capacidade da Inovação Progressiva, através da capacidade de informação e interação entre as pessoas, superando as barreiras de tempo e lugar.

No Modelo de Intermediação Digital, denominado Curadoria Digital, a participação das pessoas nas decisões e processos é largamente maior, o que permite, com este esforço mútuo, lidar melhor com o novo Patamar de Complexidade.

  • O Modelo de Intermediação Digital pelo conjunto da obra nos faz diagnosticar que saímos da Civilização 1.0, que pode ser caracterizada pelo uso de todo o potencial possível da oralidade e pela escrita (Mídias Analógicas).
  • E ingressamos na Civilização 2.0, quando o Sapiens passa a contar com um novo aparato Tecnocultural, que nos permite superar as antigas barreiras antes intransponíveis com a mídia passada, via Mídias Digitais.

Hoje, com o Modelo de Intermediação Digital é possível ter uma Produção Personalizada em Larga Escala, reduzindo, a partir dela, a taxa de Entropia Civilizacional.

É isso, que dizes?

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PALAVRAS EM CAIXA ALTA E NEGRITO: CHAMANDO A ATENÇÃO DO LEITOR PARA ALGO ESPECÍFICO, DO TIPO OBRIGATORIAMENTE.

Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

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