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O áudio do artigo.

Link encurtado: https://bit.ly/artigobimodal170821

Introdução

O presente artigo procura questionar algumas percepções, que circulam no senso comum:

  • #futurismo  – mais um aspecto do futurismo: como podemos classificar os Futuristas Otimistas e Pessimistas diante do atual futuro?
  • #pessimistas_e_otimistas – o que define uma visão pessimista diante do digital?

É preciso dizer que o presente texto é um Artigo Bimodal Rompedor, pois é a primeira vez que abordamos tais questões dessa maneira.

Vamos ao Artigo.

“Quando vivemos uma crise é preciso revisar premissas, descobrir os ativos ocultos e começar a reedificar.” – Ayn Rand.

Vivemos hoje a passagem de um Ambiente Tecnocultural mais controlado para um mais descontrolado.

Aumentos populacionais geram a urgente demanda de maior participação das pessoas para ajudar a lidar, de forma mais adequada, com mais complexidade.

Hoje, o cidadão comum tem muito mais alternativas para se informar, interagir e trocar do que antes.

O aumento exponencial da Autonomia Individual é uma das características de uma Revolução Midiática.

A regra é a seguinte: mais gente, novas mídias, mais participação.

A BIMODAIS, a partir dos estudos das Revoluções Midiáticas no passado, concluiu que:

  • quanto mais gente houver no planeta;
  • mais haverá necessidade de aumentar a participação das pessoas na vida da sociedade, seja decidindo, seja operando.

A Participação Progressiva é um movimento natural e sustentável, que acaba ocorrendo no longo prazo.

Porém, a ideia de que o Sapiens caminha sempre do maior controle para um menor controle não é algo aceito por muita gente.

É uma conclusão que se baseia no estudo comparativo das Revoluções de Mídia e introduz uma disrupção na visão convencional sobre o Motor da História – o DNA das Ciências Sociais.

Assim, quando passamos a consumir a produção intelectual dos Futuristas, observamos que temos dois tipos de visões distintas em relação ao aumento da Autonomia Individual Progressiva:

  • os Futuristas Pessimistas – que defendem um controle maior dos indivíduos de cima para baixo e do centro para as pontas acabam por considerar que o futuro será pior, pois há um processo de descontrole;
  • os Futuristas Otimistas – que defendem maior autonomia dos indivíduos com o aumento de decisão de baixo para cima e das pontas para o centro acabam por considerar que o futuro será melhor.

Note que, do ponto no Diálogo Filosófico Metafísico (onde se discute quem somos e para onde vamos?), temos uma bifurcação, a partir da seguinte pergunta pergunta:

A espécie humana tem um destino único, uma missão, um objetivo, ou não?

  • Futuristas Pessimistas, em geral, acreditam que há, de alguma forma, um caminho mais coletivo e isso faz com que o aumento natural e sustentável da Taxa de Autonomia dos Indivíduos os leve a acreditar que estamos nos perdendo. Eles têm uma preocupação de preservar aquilo que acham bom para todos, o que acaba inibindo a criatividade;
  • Futuristas Otimistas, em geral, acreditam que NÃO há um caminho mais coletivo e isso faz com que o aumento da Taxa de Autonomia dos Indivíduos os leve a acreditar que estamos nos adaptando melhor. Eles NÃO têm uma preocupação de preservar aquilo que acham bom para todos, o que acaba incentivando a criatividade.

Podemos dizer que há uma visão sobre a espécie MAIS centralizadora e outra MAIS descentralizadora.

  • A mais descentralizadora não se importa muito com o que faremos para sobreviver, desde que seja respeitada alguns valores mais gerais, ligados à forma, por exemplo, respeitar o direito do próximo;
  • A mais centralizadora se importa muito com o que faremos para sobreviver, com questões ligadas ao conteúdo, que varia, conforme a cosmovisão e ideologia escolhida.

No Diálogo Filosófico Metafísico esta bifurcação se dá na visão do ser humano individualista (não temos um rumo definido e vamos construindo nosso caminho, com limitações do que NÃO podemos fazer em relação ao outro) e o coletivismo (temos um caminho pré-definido com limitações do que NÃO podemos fazer em relação a nós mesmos).

Quando analisamos o passado, percebemos que a espécie precisa ser criativa para sobreviver.

O Sapiens inventa seus caminhos e precisa de limites para não ultrapassar o direito do outro, mas não regras para ele mesmo.

A Sobrevivência Criativa precisa de liberdade para nos reinventar o tempo todo, resgatando o que funcionou e descartando o que não.

Como diz Matt Ridley, tudo melhora quando se aumenta as trocas entre as pessoas e “as ideias passam a fazer cada vez mais sexo”.

Vejamos exemplos:

Yuval Harari, por exemplo, tem uma visão mais pessimista do futuro. Acredita que há necessidade de poderes centrais e globais intervirem para que possamos caminhar em determinados parâmetros.

No livro Sapiens, em dado momento, ele afirma que a espécie ainda não achou o seu caminho, seu objetivo, o que o caracteriza como um centralizador.

Pierre Lévy, por exemplo, tem uma visão mais otimista, Acredita que há, com a Internet, o aumento da Inteligência Coletiva e isso é positivo para a espécie. Ele defende que essa criatividade é sadia para nós.

É isso, que dizes?

Colaborou com o artigo o Bimodal: Rodrigo Palhano.

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Os parágrafos que estão deslocados foram selecionados como as melhores frases do mês ou as definições conceituais mais relevantes, que são enviadas regularmente para os Bimodais e incluídas no Mapa Mental dos Bimodais para consulta permanente.

O presente artigo se encaixa nos seguintes tópicos no ROTEIRO/MAPA MENTAL BIMODAL:

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