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Os fatores conjunturais e estruturais da sociedade influenciam na educação das crianças.

Se temos um viés centralizador, seja ele estrutural ou conjuntural, teremos um viés padronizador da educação das crianças.

Se temos um viés descentralizador, seja ele estrutural ou conjuntural, teremos um viés personalizador da educação das crianças.

A principal questão da educação das crianças não é se será presencial ou a distância, mas se será uma educação voltada para a repetição ou para a criatividade.

O século XX  foi concentrador e o viés educacional, de maneira geral, nos levou para a redução da autonomia das crianças.

A educação atual é formadora de um adulto que iria viver num mundo vertical, repetitivo, o que demandava uma baixa taxa de autonomia.

A educação para o novo século deve preparar um adulto que irá viver num mundo mais horizontal, inovador, o que demanda uma alta taxa de autonomia.

É o modelo de sobrevivência, seja ele conjuntural ou estrutural, que define a tendência da educação que será praticada.

Países com conjunturas centralizadoras incentivarão educação padronizadora para que se possa formar adultos “compatíveis” com o modelo de sobrevivência.

Países com conjunturas descentralizadoras incentivarão educação personalizadora para que se possa formar adultos “compatíveis” com o modelo de sobrevivência.

Vivemos hoje uma Revolução Midiática Civilizacional, mudança estrutural de sobrevivência, e a macrotendência da educação das crianças é personalizadora.

Haverá neste novo século resgate dos educadores pró-autonomia, que serão reinterpretados e adaptados para as novas tecnopossibilidades abertas pelo digital.

É isso, que dizes?

Estes assuntos estão presentes na QUARTA IMERSÃO no Futurismo Competitivo Bimodal.

Veja o que diz o Educador e proprietário de escola Flexa Ribeiro sobre a nossa formação:

Que sair de Matrix?
https://www.bimodais.com.br/assinatura

 

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