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É comum ouvir aqui na escola meus alunos falarem do real e do virtual.

Virtual, significa:

  1. existente apenas em potência ou como faculdade, sem efeito real, que poderá vir a ser, existir, acontecer ou praticar-se; possível, factível.

Por que chamamos, então, a interação digital de virtual?

Isso, a meu ver, se deve pelo fator emocional de estranhamento da chegada da nova mídia.

Tudo que é estranho nos parece “não real”, irreal, virtual.

Quando falamos pelo telefone, principalmente o fixo, não estamos considerando que é um mundo virtual, pois nós já estamos acostumado com ele.

O mesmo ocorre quando assistimos à televisão.

Não pensamos que o filme, o noticiário ou o programa de auditório é algo virtual.

Podemos pensar que é gravado ou ao vivo.

O que temos como variante real é a dicotomia presencial e a distância.

O telefone, a televisão, o WhatsApp, o Youtube, o Twitter são mídias que permitem a interação a distância e não virtual.

O problema que temos hoje é que a forma como vemos o digital é muito mais perceptiva, emocional, do que conceitual, refletida.

Quando chamamos do digital do virtual, estamos, na verdade, criando um afastamento, criando algo, que, na prática não existe.

É uma forma de criar um estranhamento, propício (não necessariamente intencional) para aqueles que querem adiar, ao máximo, as mudanças que podemos promover.

Profissionais que desejam ajudar a sociedade nos novos desafios têm que passar o tempo todo atentos aos conceitos que vão utilizar.

Conceitos são os tijolos da parede das narrativas. E as narrativas são o mapa do que é e o do que se deve fazer.

Se os mapas para a nova formação estão com problemas conceituais, não há processo TRANS que seja eficaz.

Conceitos eficazes, bem refletidos, são ferramentas fundamentais no processo competitivo.

É preciso entender a importância disso e não esquecer.

É isso, que dizes?

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“Nepô, quero ser bimodal!”

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