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Cada pessoa a mais no planeta traz a demanda de comer três vezes ao dia.

Ponto.

Quem questionar isso é maluco, bloqueia logo para evitar problema.

Qualquer análise honesta e eficaz da sociedade humana precisa partir da fórmula básica da do que podemos chamar de Complexidade da Sobrevivência.

Se temos uma tribo com 500 membros.

Podemos dizer que aquela tribo tem uma Complexidade de Sobrevivência, que poderia se traduzir na seguinte fórmula:

500 x 3 = 1.500 pratos de comida/dia.

Pode não se comer três vezes ao dia, mas o índice de complexidade vai girar em torno deste valor.

Todo o modelo social, político e econômico daquela tribo, querendo ou não, terá uma relação com este Epicentro Social: da Complexidade da Sobrevivência.

Certo?

Assim, o Modelo de Comunicação, de Administração e Econômico – todos Tecnoculturais – daquela tribo terá uma relação direta com aquele valor da Complexidade da Sobrevivência.

Se a tribo crescer e virar 5 milhões, com a Complexidade de Sobrevivência de 15 milhões de pratos/dia algo terá que mudar nos Modelos Sociais, certo?

Repito: quem questionar isso é maluco também, bloqueia logo para evitar problema.

Assim, se a tribo começa a aumentar a população e, por sua vez, a Complexidade da Sobrevivência, algo precisa ser feito para que se continue a produzir a quantidade de pratos de comida.

Esta relação progressiva habitantes/pratos de comida define o que chamamos aqui na escola de Complexidade Demográfica Progressiva.

O que é isso?

O ser humano tem demonstrado ao longo do tempo a contínua demanda de aumentar, quando pode, o tamanho da população e isso TORNA OBRIGATÓRIO ajustes na Tecnocultura, seja com a introdução de novas ideologias como de tecnologias.

A forma de pensar e agir da sociedade, em função do aumento demográfico, vai se tornando obsoleta.

O que temos, assim, é o que podemos chamar de Modelos Sociais Progressivos para fazer frente à Complexidade Demográfica Progressiva.

Certo?

E é por isso que, de tempos em tempos, temos que promover Revoluções Midiáticas, que nos permitem dar um upgrade civilizacional, criando novos Modelos Sociais.

]A chegada de novos Modelos Sociais tem como meta lidar melhor com a Complexidade da Sobrevivência, criando um novo ambiente social (onde se inclui o educacional), político e econômico.

A Complexidade Demográfica Progressiva e Modelos Sociais Progressivos são um dos principais conceitos da Quarta Geração da Escola de Antropologia Cognitiva Canadense, na sua versão brasileira.

Os outros diria que são: a Curadoria (novo modelo social do sapiens), baseado nos novos canais e linguagem digital, além da a ideia da Descentralização Progressiva, na qual todos os novos Modelos Sociais tenderão a um empoderamento maior de cada sapiens.

Todos estes conceitos são debatidos na formação da escola.

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Um dos formandos da escola me disse  seguinte:


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