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Há uma confusão na praça.

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Só entramos na sociedade moderna com a chegada de duas tecnologias sociais:

  • – livre iniciativa;
  • – alternância de poder.

Note que as duas tecnologias sociais vieram fazer o contra-ponto há algo muito pior:

  • – a iniciativa controlada pela monarquia e o clero;
  • – a alternância de poder hereditária.

A inovação humana estava limitada, gerando crises, pois havia um crescimento demográfico, que esbarrava na limitação que um modelo monárquico-clérico impunha.

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Os movimentos liberais pós-idade média foram extremamentes  inovadores, criando um novo modelo da Governança da Espécie, que adaptou o que os gregos tinham inventado para muito mais gente.

  • A criação de parlamentos e de eleições para mudar quando algo não funcionasse;
  • E da livre iniciativa, criando uma rede descentralizada para lidar com a complexidade.

A inovação deu tão certo que saltamos de 1 para 7 bilhões, justamente depois de 1800, quando fechamos com a última revolução liberal, a francesa, como vemos no desenho abaixo:

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Muitos consideram que estas duas novas tecnologias sociais são a base do capitalismo, pois criaram um nome genérico, que é algo que representa um sistema econômico.

Note que elas se consolidaram, mas tiveram a sua base estruturada para um determinado tamanho da espécie e não o atual.

O que temos hoje é uma alternância de poder e uma livre iniciativas analógicas, que vivem a crise do aumento da complexidade demográfica.

O movimento novo e que vai criar um novo modelo de governança da espécie será o aperfeiçoamento tanto da livre iniciativa e da alternância de poder, através da incorporação das novas possibilidades digitais, que nos traz a colaboração (digital) de massa.

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A colaboração de massa só é possível, através, pela ordem:

  • – de implantar plataformas digitais colaborativas;
  • – que tem como base uma equipe de gestores, colaboração de massa e robôs;
  • – tudo gerenciado por algoritmos, o que chamo de comunicação matemática;
  • – que se baseia no reputacionismo e na meritocracia digital, que viabilize todo o processo.

É um complexo processo que precisa ser primeiro compreendido e experimentado, através de projetos pilotos.

Esse é o caminho, criar uma nova governança da espécie mais dinâmica, que nos permita enfrentar os desafios demográficos do novo século.

Que dizes?

 

 

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