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O principal erro do futuro é não conseguirmos ver a força principal da mudança: o empoderamento do ser humano com novos canais cognitivos.

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Note que estamos tateando no escuro.

Sociedade do conhecimento, da informação, da inovação, pós-industrial, pós-moderna.

E vamos embora tentando acertar no ponto para, só então, tentar definir metodologias para agir.

O problema é que não temos uma boa base da futurologia para agir, pois estamos diante de uma mudança inusitada: a chegada de uma tecnologia cognitiva reintermediadora, que traz algo muito esquisito: consegue mudar MUNDIALMENTE a co-relação de equilíbrio da injustiça.

Isso faz com que entremos em uma verdadeira panela de pressão, na qual mudanças inesperadas em todos os campos da sociedade estão prestes a ocorrer.

Muitos dirão que é por causa da Internet. Não é.

Ela apenas é o peso final que faltava para colocar uma injustiça que era evidente à prova e isso vai fazer com que entremos, como já estamos, em um macro período de ruptura.

ruptura

Pensar o mundo sem esse fator disruptivo como o ponto central das análise e todos os outros conjugados é fundamental para praticar uma boa futurologia.

Porém, os futurólogos de plantão estão intoxicados com suas bolas de cristais antigas.

É isso, que dizes?

Versão 1.0 – 01/12/2013 – Colabore revisando, criticando e sugerindo novos caminhos para a minha pesquisa. Pode usar o texto à vontade, desde que aponte para a sua origem, pois é um texto líquido, sujeito às alterações, a partir da interação.

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