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“Não há explicações finais apenas explicações melhores” – Gleiser;

Versão 1.0 – 02 de março de 2012
Rascunho – colabore na revisão.
Replicar: pode distribuir, basta apenas citar o autor, colocar um link para o blog e avisar que novas versões podem ser vistas no atual link.

Uma teoria procura nos ajudar a lidar com processos relevantes;

Processos relevantes são aqueles que se não bem administrados causam ou causarâo mais sofrimento que o necessário para as criaturas vivas;

Uma teoria objetiva, assim, a nos ajudar de forma mais eficaz com os processos relevantes;

Um processo é formado pelas suas principais variáveis, respectivos pesos e relações, a partir de um dado contexto num dado período de tempo;

As principais variáveis sâo aquelas que influenciam de forma mais efetiva os processos;

Como tudo está em movimento, só há possibilidade de estudar processos em movimento;

Teorias sobre objetos e não sobre processos são falsas teorias, que nos levam a falsos problemas;

O contexto define o peso (maior ou menor) que cada variável exerce em um dado período de tempo;

Cada variável deve se transformar em um número/referência (branda/média/aguda) de influência no processo multiplicado/ou dividido pela taxa do contexto;

As taxas definirão se um dado processo está em expansão ou retração/ equilíbrio ou desequilíbrio;

Uma teoria deve prever, assim, uma relação das variáveis (regras) e um método (metodologia) para lidar de forma mais eficaz com elas;

Uma metodologia é uma forma de aplicação daquela teoria para criar, recriar e fazer ajustes nos processos;

Uma teoria só faz sentido quando cria uma metodologia, senão será sempre algo subjetivo – a ciência trabalha com objetividades e a arte com subjetividades;

Quando os métodos de ajustes e criação não são mais eficazes é o momento de rever as teorias que os originaram;

As teorias e os métodos devem procurar ser redigidos de forma simples e sintética para reduzir o ruído da compreensão;

Quando a redação da teoria se torna prolixa, fica mais difícil compreendê-la, extrair um método e comprovar suas premissas;

Uma teoria, portanto, é formada por reflexão e observação de uma dado processo (fase 1), a redação do que foi observado (fase 2) e a sua aplicação em um dado processo (fase 3) e a análise do resultado (fase 4);

Uma teoria sem um método de aplicação não pode ser testada e passa à falsa-teoria;

A falsa-teoria nos leva a um exercício intelectual inútil;

Como já existem opiniões formadas sobre a maioria dos processos, uma teoria procura analisar os fatos e questionar visões anteriores ou vice-versa, conforme conjuntura e perfil do pesquisador;

Não existe uma teoria final, mas sempre a ser aprimorada, a partir de novos conceitos e tecnologias de medição;

Os métodos para se chegar a uma teoria eficaz variam, conforme o perfil do pesquisador, não havendo uma regra única ou absoluta;

Tentativas de métodos únicos embotam teorias;

Teorias são ferramentas e não podem ser vistas como verdades, apenas hipóteses também em processo, mais ou menos eficazes, conforme sua aplicação e contexto;

Uma teoria, assim, nos ajuda a compreender melhor como os fenômenos ocorrem;

Sem teorias e metologias eficazes o sofrimento das criaturas vivas será sempre maior do que o necessário.

 

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