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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

O que aprendi com este artigo?

Resumo feito por um Chatbox:

No presente texto, Nepô nos apresenta a bimodalização do livro “Ikigai: os segredos do Japão para uma vida longa e feliz” de Francesc Miralles e Dan Buettner. Ele destaca que, embora o Ikigai seja mencionado, o foco principal é a experiência de longevidade dos japoneses, especialmente de uma vila específica. O livro aborda cuidados com o corpo, alimentação e relações sociais como pilares para uma vida longa e saudável. Nepô relaciona o conceito de Ikigai com a Logoterapia de Viktor Frankl, ressaltando a importância de ter um propósito na vida para uma existência mais plena e significativa. Ele também explora como o conceito de aposentadoria difere no Japão, onde as pessoas mantêm-se ativas por toda a vida, e como a busca por atividades significativas pode influenciar positivamente a saúde mental e física.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. O Sapiens é a única espécie viva que se suicida, quando não vê um sentido para viver.
  2. O Ikigai é o epicentro de uma vida mais longeva, pois dá a pessoa um sentido para viver.
  3. A pergunta milenar no Japão: qual é teu Ikigai? É a mesma que se faz hoje em dia sem cessar nas Mídias Digitais: qual é o teu propósito de vida?
  4. Não existe a possibilidade de uma vida mais longeva e saudável, tanto do corpo quanto da mente, sem que você tenha definido o seu propósito/Ikigai.
  5. Quando dizemos no Brasil “vou me aposentar” – isso significa, no fundo, que: “não dependo mais dos clientes externos para viver.”
  6. Uma pessoa que vai envelhecendo e não coloca desafios cotidianos na sua vida, tende a perder a qualidade da saúde física e mental.
  7. Para que não percamos a qualidade mental, temos que colocar nas nossas vidas atividades apaixonantes e todo o dia subir o “sarrafo” mais um pequeno centímetro.
  8. Ikigai seria: escolhas que fazemos para ter uma vida que vale a pena ser vivida.

Os Mapas Mentais do Artigo:

Vamos ao Artigo:

“Só em atividade você vai querer viver cem anos.” – Provérbio japonês.

Iniciamos a Bimodalização do livro “Ikigai: os segredos do Japão para uma vida longa e feliz.” Francesc Miralles de Garcia e Dan Buettner.

Este é o primeiro artigo.

O livro deveria ter outro título e se chamar “Longevidade, a partir das experiências japonesas”.

O livro fala do Ikigai?

Fala sim, mas não é o ponto central.

A conversa central é a experiência japonesa no geral e de uma vila específica no Japão de mais longevidade, na qual o Ikigai é um dos Paradigmas utilizados.

O livro de Garcia e Buettner aborda, além do Ikigai, as seguintes preocupações:

Com o corpo – apresentando uma série de exercícios;
Com a alimentação – sugerindo várias dietas;
Com as relações – com amigos e comunidade.

Podemos dizer que:

O Ikigai é o epicentro de uma vida mais longeva, pois dá a pessoa um sentido para viver.

Lendo o livro e depois ouvindo um podcast sobre Logoterapia – citada no livro – caiu a seguinte ficha, bem importante:

A questão do suicído na Animalogia

O Sapiens é a única espécie viva que se suicida, quando não vê um sentido para viver.

A consciência da morte gera uma demanda por uma justificativa de vida.

E daí vem a importância do Ikigai e similares, tal como a Logoterapia, que passam a ser o epicentro de uma vida mais sábia.

A pergunta milenar no Japão: qual é teu Ikigai? É a mesma que se faz hoje em dia sem cessar nas Mídias Digitais: qual é o teu propósito de vida?

Uma constatação importante:

Não existe a possibilidade de uma vida mais longeva e saudável, tanto do corpo quanto da mente, sem que você tenha definido o seu propósito/Ikigai.

Dizem eles:

“O diretor do MIT Media Lab, Joichi Ito, sempre diz: “É muito mais importante ter uma bússola apontando para um objetivo concreto do que ter um mapa”.”

A relação da bússola-mapa é interessante.

Se usa um mapa para saber como chegar onde queremos.

Se não temos um foco – um norte – o mapa e diria até a bússola pouco ajudam.

O Ikigai é um método de reflexão sobre o propósito de vida, que precisa se transformar em rotina para que possamos ter uma vida mais sábia.

Passemos a falar do que aprendi com o livro de Provérbio japonês.

Papo de Logoterapia

Pela primeira vez, ouvi falar de Logoterapia e uma comparação entre ela e o Ikigai.

Dizem eles:

“Logoterapia, isto é, a terapia do sentido da vida.”

Diz o Tio Chatinho (TC):

“A logoterapia é uma abordagem psicoterapêutica desenvolvida pelo neurologista e psiquiatra austríaco Viktor Frankl. Baseada na crença de que a busca por sentido na vida é a principal força motivadora nos seres humanos, a logoterapia se diferencia de outras formas de psicoterapia ao focar na busca pelo significado pessoal como caminho para a saúde mental e o bem-estar.

Aqui estão alguns pontos-chave sobre a logoterapia:

Busca de Sentido: A logoterapia sugere que o desejo fundamental do ser humano é encontrar um propósito ou sentido na vida. Frankl argumenta que, mesmo em circunstâncias extremamente difíceis, as pessoas podem encontrar significado em suas experiências, o que lhes dá força para continuar.

Triádica de Valores: Frankl identificou três categorias de valores que podem ajudar as pessoas a encontrar sentido: valores criativos (o que a pessoa dá ao mundo através de suas criações e ações), valores de experiência (o que a pessoa recebe do mundo em termos de experiências e sentimentos), e valores de atitude (a atitude que a pessoa adota diante do sofrimento inevitável).

Responsabilidade Pessoal: A logoterapia enfatiza a responsabilidade pessoal na busca por sentido. Frankl acreditava que cada indivíduo é responsável por encontrar e realizar seu próprio sentido na vida.

Superação do Sofrimento: A logoterapia propõe que, ao encontrar sentido em seu sofrimento, as pessoas podem superar as adversidades. Frankl desenvolveu essa ideia enquanto estava preso em campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, onde observou que aqueles que encontravam um propósito tinham mais chances de sobreviver.

Diferença entre Logoterapia e Outras Terapias: Enquanto a psicanálise de Freud se concentra no inconsciente e a psicologia individual de Adler na busca por poder, a logoterapia foca na busca por sentido e propósito na vida.

A obra principal de Viktor Frankl, “Em Busca de Sentido”, detalha sua teoria e é amplamente considerada uma das bases fundamentais da logoterapia.

Referência:
FRANKL, Viktor E. Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração. São Paulo: Editora Vozes, 2008.”

(O próximo livro que vamos analisar é dele.)

Garcia e Buettner procuram comparar a Logoterapia com o Ikigai.

Aprofundando o Ikigai

Eles sugerem novas formas de pensar o Ikigai, dizem eles:

“Este conceito japonês, que seria traduzido aproximadamente como “a felicidade de estar sempre ocupado.”

Não acho que é bem isso.

Diria que:

Ter Ikigais é escolher algumas atividades centrais – cada um tem a sua – que colocamos no nosso cotidiano, que nos permitem acordar todos os dias motivados.

Vejamos a etimologia japonesa, dizem eles:

“Ikigai é escrito 生き甲斐, onde 生き significa “vida” e 甲斐 significa “vale a pena”. 甲斐 pode ser dividido em 甲, que significa “armadura”, “número um”, “ser o primeiro a ir (para a frente em uma batalha tomando iniciativa e liderança)”, e 斐, que significa “elegante”, “lindo”.”

Ikigai seria: escolhas que fazemos para ter uma vida que vale a pena ser vivida.

Eles se redimem e dizem o seguinte:

“Ikigai é a razão pela qual nos levantamos de manhã.”

Uma pessoa sem sentido na vida acorda de manhã mais desmotivada e isso, temos visto nos livros, tem impactos na saúde e na longevidade.

Dizem eles:

“Alguns estudos sobre longevidade sugerem que viver em comunidade e ter um ikigai claro são tão ou mais importantes do que uma dieta japonesa saudável.”

Os dois tipos de Ikigais

Veremos no decorrer da Bimodalização do livro, detalhar que existem dois tipos de Ikigais:

O Ikigai Central – aquele mais importante, tal como, no meu caso, o desenvolvimento das pesquisas conceituais, com desdobramento na produção de livros;
Os Ikigais Periféricos – aqueles que complementam minha atividade central, tal como caminhar, nadar, tocar música, desenhar, pintar, cuidar das plantas.

Reflexões sobre o conceito “Aposentadoria”

Dizem eles:

“Uma das coisas que surpreende quando você mora no Japão há algum tempo é ver como as pessoas permanecem ativas mesmo depois de se aposentarem. Na verdade, um grande número de japoneses nunca “se aposenta”, continuam trabalhando no que gostam, desde que a saúde o permita.”

E complementam:

“Na verdade, não existe nenhuma palavra em japonês que signifique aposentar-se com o significado exato de “aposentar-se para sempre”, como fazemos no Ocidente. Conforme afirma Jan Buettner, jornalista da National Geographic que conhece bem o país japonês.”

Note que precisamos rever isso.

Na Narrativa Bimodal definimos cinco idades:

Primeira – até a pessoa deixar de receber mesada;
Segunda – até escolher além de uma profissão remunerada, algo que faça mais sentido para ela;
Terceira – até que consiga não precisar mais depender de clientes externos, podendo atender só os internos (seus próprios propósitos);
Quarta – até ter condições de saúde física e emocional de continuar produzindo seus Ikigais ou subindo no seu Tapete de Aladim;
Quinta – “foi bom ter passado por aqui”.

Quando dizemos no Brasil “vou me aposentar” – isso significa, no fundo, que: “não dependo mais dos clientes externos para viver.”

Ou se quiserem, podemos dizer:

Agora que entrei na minha Terceira Idade, posso colocar o meu Ikigai totalmente a serviço dos meus clientes internos.

Assim, podemos ainda dizer que temos:

Ikigai até a Terceira Idade – no qual eu preciso atender um cliente externo, pois dependo dele para pagar meus boletos;
Ikigai da Terceira Idade em diante – no qual eu NÃO preciso MAIS atender um cliente externo, pois NÃO dependo mais dele para pagar meus boletos.

Dizem eles:

“Ter um propósito na vida é tão importante nesta cultura que é por isso que eles não têm o nosso conceito de aposentadoria.”

Qual é uma diferença importante?
O Paradigma do Ikigai – que é repassado desde a Formatação Básica Obrigatória – cria nas sociedades que o abraçam uma visão mais realista do Sapiens.

Note que a procura do Ikigai é bem atual e antenado com a conversa atual sobre empreendedorismo, pois defende a procura de atividades:

Que você ama fazer;
Que você é bom;
Que o mundo necessita;
Que permite que você sobreviva dela, pagando seus boletos.

É o que temos defendido na Bimodais na procura do seu Tapete de Aladim.

A diferença é que no Brasil e nos países ocidentais o Paradigma Ikigai, Logoterapia, Tapete de Aladim não é algo que já está na Formatação Básica Obrigatória.

E esse é o diferencial japonês, que dá melhores resultados.

O Ikigai faz parte da Formatação Básica Obrigatória de algumas famílias japonesas, tornando seus descendentes pessoas mais saudáveis e longevas.

No fundo, toda a batalha da Psicologia 2.0, nas duas diferentes vertentes, vai na direção de que famílias e escolas passem a adotar uma Formatação Básica Obrigatória Mais Forte, na qual se procura tornar viável o Ikigai de cada um.

Os dois tipos de Formatação Básica Obrigatória

Formatação Básica Obrigatória Mais Fraca – na qual o seu epicentro não torna viável o Ikigai de cada um;
Formatação Básica Obrigatória Mais Forte – na qual o seu epicentro torna viável o Ikigai de cada um.

Papo de Alimentação: não encha o bucho!

Destaco ainda, segundo eles:

“Hara hachi bu, que é usado antes ou depois de comer e significa algo como “80% de barriga”.”

Relevância de ter uma vida em comunidade e na comunidade

Dizem eles:

“Os moai são um grupo informal de pessoas com interesses comuns que se ajudam. Para muitos, o serviço comunitário torna-se um dos seus ikigais.”

Papo de Mente Afiada versus Embotada

Com um Ikigai ativo, passamos a ter uma Mente Afiada no lugar de uma Embotada, eles dizem:

“Os fatores essenciais para permanecer jovem, está na capacidade que temos de manter uma mente ativa e flexível, capaz de continuar aprendendo o tempo todo ao longo de toda vida.”

E complementam:

“Na ausência de exercício físico, o corpo e o humor deterioram-se; “Na ausência de exercício mental também há um impacto negativo no indivíduo, pois provoca a perda de neurónios e de conexões neuronais e, portanto, uma diminuição da capacidade reativa.”

Dizem ainda:

“Um pioneiro na defesa do exercício mental é o neurocientista Shlomo Breznitz, que defende que o cérebro precisa de muitos estímulos para se manter em forma: «Há uma contradição entre o que é bom para a pessoa e o que ela tem vontade de fazer. Porque as pessoas, especialmente as mais velhas, gostam de fazer as coisas como sempre fizeram. O problema é que quando o cérebro desenvolve rotinas muito fortes, ele não precisa mais pensar. Tudo é feito de forma automática, muito rápida e eficiente, e ainda mais econômica. Portanto, há uma tendência de nos apegarmos às rotinas, e a única maneira de sair delas é confrontar o cérebro com novas informações.” // “Desta forma, ao introduzir novas informações, o cérebro cria novas conexões e se revitaliza. Por isso, é importante se expor às mudanças, mesmo que o nível de ansiedade aumente ao sair da zona de conforto.” // “Enfrentar novas situações, aprender algo novo todos os dias, brincar e interagir com outras pessoas parece ser vital para o antienvelhecimento mental.”

Uma pessoa que vai envelhecendo e não coloca desafios cotidianos na sua vida, tende a perder a qualidade da saúde mental.

Dizem eles:

“A partir dos vinte anos, os neurônios começam a envelhecer, mas esse processo é retardado pelo trabalho intelectual, pela curiosidade e pela vontade de aprender.”

Para que não percamos a qualidade mental, temos que colocar nas nossas vidas atividades apaixonantes e todo o dia subir o “sarrafo” mais um pequeno centímetro.

Eles complementam:

“Você começa a treinar o cérebro e faz isso através de uma tarefa que está enfrentando pela primeira vez. E parece muito difícil para você, mas como você está aprendendo, o treinamento funciona. E na segunda vez que você perceber que é mais fácil para você.” // “O efeito que tem no humor de uma pessoa é fantástico. Em si, é uma transformação que afeta não só os resultados que obtêm, mas também a percepção que têm de si mesmos.”

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

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