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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Resumo feito pelo Tio Bard:

Harari argumenta que três revoluções (cognitiva, agrícola e científica) levaram ao surgimento da espécie Homo Sapiens, que se caracteriza por sua capacidade de cooperação, controle e mudança.

O autor é mais percepcionista do que padronista, o que limita a sua análise histórica. No entanto, ele traz insights relevantes sobre a necessidade de confiança para a cooperação e a importância da linguagem para a evolução humana.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Sem padrão, como temos repetido, sem solução!
  2. Abordagens percepcionistas são mais válidas para se ter insights, mas não para basear diagnósticos e metodologias.
  3. Quanto mais você precisa tomar decisões a partir de uma determinada análise conceitual, mais terá que se basear em uma abordagem padronista e não percepcionista.
  4. Quanto mais você precisa tomar decisões a partir de uma determinada análise conceitual, mais terá que se basear em uma abordagem padronista e não percepcionista.

O artigo faz parte de qual linha de pesquisa Bimodal?

Vamos ao Artigo:

“Se as pessoas não forem capazes de se reinventar acabam falindo.” Harari.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

O livro Sapiens: Uma breve história da humanidade, de Yuval Noah Harari, é uma obra de não ficção, de 2011, que narra a história da humanidade desde sua origem até os dias atuais. 

Harari argumenta que essas revoluções (cognitiva, agrícola e científica)  levaram ao surgimento de uma nova espécie humana, o Homo Sapiens. 

Nossa espécie é caracterizada por sua capacidade de cooperação em grandes grupos, sua capacidade de controlar o ambiente e sua capacidade de mudar a si mesma.

Harari, dentro da visão Bimodal, é um autor mais percepcionista do que padronista.

O que significa isso?

Vejamos a diferença entre a abordagem, através de padrões (padronista) e não de percepções (percepcionista):

 

  • Percepções – conjunto de ideias de um determinado conceituador que não procura recorrências históricas para que possa comprovar determinadas afirmações, que se baseiam mais na intuição do que em fatos. É uma abordagem menos científica;
  • Padrões – conjunto de ideias de um determinado conceituador que procura consolidá-las, através de recorrências históricas para que possa comprovar determinadas afirmações, que se baseiam mais em fatos do que em intuições. É uma abordagem mais científica.

 

Vamos a algumas regras sobre percepção e padrões:

  • Quanto mais você precisa tomar decisões a partir de uma determinada análise conceitual, mais terá que se basear em uma abordagem padronista e não percepcionista;
  • Abordagens percepcionistas são mais válidas para se ter insights, mas não para basear diagnósticos e metodologias;
  • Sem padrão, como temos repetido, sem solução!

Vamos a alguns exemplos de livros e autores Padronistas, que nos permitem entender os processos:

Exemplos de livros e autores Padronistas,
que nos permitem entender os processos:
Livro Autor Padrão
Colapso Jared Diamond Quando uma civilização não pensa no longo prazo, ela tende a entrar em crise;
O Padrão Bitcoin Saifedean Ammous Quando a moeda é manipulada pelos governos, ela tende a perder valor e a sociedade passa a pensar mais no curto do que no longo prazo;
Cibercultura Pierre Lévy Quando temos uma nova mídia, a sociedade entra em uma nova Era Civilizacional.

A vantagem da abordagem Padronista é que com os padrões se pode entender a dinâmica dos fenômenos e com isso:

  • Poder prever com mais precisão os seus desdobramentos;
  • Pensá-lo mais no longo prazo;
  • E poder criar metodologias mais fortes para poder lidar com ele.

 

Harari é mais um repórter, que faz um bom resumo sobre muitas coisas que leu e desenvolveu o seu livro.

O que elogio e crítico no livro Sapiens? 

O que elogio e crítico no livro Sapiens?
O que elogio O que critico
Trazer o Sapiens para o foco central das análises, num momento em que estamos dando uma guinada civilizacional; Ficar em uma abordagem percepcionistas e não ter procurado os padrões das revoluções de mídia;
Detalhar a Revolução Cognitiva Oral e seus desdobramentos; Não analisar as outras Revoluções de Mídia e o seu papel no Motor da História Humana.
O uso da Animalogia Positiva e Negativa na comparação do Sapiens com outras espécies; Não ter levado isso adiante, a partir das mudanças que ocorreram ao longo do tempo.

As falhas que identifico em Harari:

 

As falhas de Harari:
O que ele diz? Como questiono?
Revolução cognitiva: ocorreu há cerca de 70.000 anos, quando os humanos desenvolveram a capacidade de abstração e raciocínio simbólico. Isso permitiu a criação de linguagem, religião, arte e outros elementos da cultura humana; Sim, isso foi fundamental, mas tivemos outras revoluções cognitivas (de mídia) como a escrita e agora o digital, que criaram novas Eras Humanas, como nos ensinou Pierre Lévy e demais pesquisadores canadenses;
Revolução agrícola: ocorreu há cerca de 12.000 anos, quando os humanos começaram a domesticar plantas e animais. Isso levou ao surgimento da agricultura, que transformou a forma como os humanos viviam e se relacionavam com o meio ambiente; Sim, logo depois de uma revolução midiática temos tanto revoluções de sobrevivência como renascenças que nos preparam para novas Eras Civilizacionais. Criamos um ciclo que é o de nova mídia, renascença, consolidação, crise e nova mídia de novo;
Revolução científica: ocorreu há cerca de 500 anos, com o desenvolvimento do método científico. Isso permitiu o desenvolvimento de novas tecnologias e o crescimento exponencial do conhecimento humano; As revoluções científicas, melhoria na forma de pensar, sempre ocorrem depois da chegada de novas mídias. O renascimento pós-idade média foi resultado da prensa. Harari atribui muitas mudanças na sociedade a alterações de mitos e não da chegada de novas mídias.

 

O que Harari traz de relevante para a narrativa Bimodal, mesmo sendo Padronista?

Ele aborda o tema da necessidade da confiança para que as pessoas cooperem e destaca a importância da fofoca para identificar pessoas de confiança e sem confiança;

“Graças às informações precisas sobre quem era digno de confiança, pequenos grupos puderam se expandir para bancos maiores e o Sapiens pode desenvolver tipos de cooperação mais sólidos e mais sofisticados. (…) A fofoca normalmente gira em torno de comportamentos inadequados (…) Pesquisas demonstram que o tamanho máximo natural de um grupo unido por fofoca é de cerca de 150 indivíduos, a maioria das pessoas não conseguem nem conhecer intimamente nem fofocar efetivamente sobre mais de 150 seres humanos.”

Faz uma relação do tamanho populacional com a confiança e a cooperação, usando a Animalogia:

“O Sapiens tem a capacidade de se precedentes cooperar de modo versátil em grande número formigas e abelhas podem trabalhar juntas em grande número mas fazem de maneira um tanto rígida e apenas com parentes próximos lobos e chimpanzés cooperam de forma muito mais versátil do que formigas mas só fazem com pequeno número de outros indivíduos que eles conhecem intimamente o Sapiens pode cooperar de maneira extremamente flexível com o número incontável de estranhos.(…) Quando dois estranhos de uma sociedade tribal querem fazer comércio, ele geralmente constrói confiança mútuo recorrendo a um Deus, ancestral mítico ou animal totêmico em comum.”

A importância da criação de mitos para a unificação das tribos e da espécie, no processo de globalização:

“Um grande número de estranhos pode cooperar de maneira eficaz se acreditar nos mesmos mitos.”

A relevância da linguagem mais sofisticada para que pudéssemos, por exemplo, ter criado a agricultura e domesticado os animais.

Erro:

“Uma vez que a cooperação humana em grande escala é baseada em mitos a maneira como as pessoas cooperam pode ser alterada modificando-se os mitos contando as histórias diferentes.” 

Sim, isso é possível, mas há a chegada das novas mídias, que permite que novos mitos sejam criados e espalhados, como foi a Revolução Francesa que ele, equivocadamente, atribui apenas a mudança dos mitos.

Uma Animalogia Positiva que reforça nossa ideia de Tecnoespécie:

“Desde a revolução cognitiva, o Sapiens tem sido capaz de mudar seu comportamento rapidamente, transmitindo novos comportamentos para gerações futuras sem necessidade de qualquer mudança genética ou ambiental. (…) Desde a revolução cognitiva, não existe um único estilo de vida natural para o Sapiens. Apenas escolhas culturais, dentro de um conjunto assombroso de possibilidades.”

Curiosidades relevantes:

A importância do Sapiens ter ficado ereto, do fogo para podermos nos alimentar melhor e os impactos que tudo isso teve no nosso cérebro.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.” – Fernanda Pompeu.
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