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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.)

Os Mapas Mentais do Artigo:

Síntese do Artigo:

Evolução das Leituras Bimodais na Décima Imersão:

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Uma Validação Mais Exógena nos afasta da nossa personal Felicidade e Motivação, o que reduz a nossa Taxa de Felicidade Mais Estrutural.
  2. A Validação Mais Subjetivista é aquela que eu aumento a minha Taxa de Validação de dentro para fora e reduzo a que “vem de fábrica” que é mais de fora para dentro.
  3. A Validação sempre vai existir quando falamos em Inovação Pessoal, o que varia é o quanto essa validação é feita por mim, a partir dos meus critérios de felicidade.
  4. Uma das escolhas da Inovação Pessoal, é justamente aumentar a Taxa de Validação da Felicidade de dentro para fora e não de fora para dentro.
  5. Para que possamos validar algo precisamos de critérios, de escolhas, de métricas para poder dizer que a minha vida está piorando ou melhorando, a partir das minhas últimas decisões.
  6. Na Visão Mais Subjetivista da Inovação Pessoal a meta é a procura da Felicidade Mais Estrutural, que pode, obviamente, ser repleta de Felicidades Mais Conjunturais (alegrias).
  7. O grande desafio da Inovação Pessoal é conseguir trazer para nossas vidas pessoas, lugares e situações que mais nos motivem e, ao mesmo tempo, nos tranquilizem e vice-versa.
  8. Diria que a melhor métrica para se medir a felicidade na vida de cada um é conseguir um equilíbrio constante e de longo prazo entre motivação e tranquilidade.
  9. A base de uma Inovação Pessoal mais forte é justamente o ato diário e contínuo de musculação da Mente Secundária.
  10. Ser mais nós mesmos é um processo de superação dos paradigmas e traumas, a partir do uso, de forma cada vez mais contínua e adequada, da Mente Secundária.
  11. A Mente Secundária é uma revisora da Mente Primária, na qual estão armazenadas a nossa Formatação Básica Obrigatória e respectivos traumas.
  12. Foi justamente para superar a nossa Formatação Básica Obrigatória que o Sapiens criou a Mente Secundária.
  13. Amadurecer na direção de uma vida melhor é, assim, um processo contínuo e progressivo de rever os Paradigmas da nossa Formatação Básica Obrigatória.
  14. Ter uma vida melhor implica OBRIGATORIAMENTE num processo progressivo e interminável de destraumatizamento.
  15. Não existe Sapiens destraumatizado, pois para virar Sapiens todos nós OBRIGATORIAMENTE tivemos que ser, em alguma medida, traumatizados.
  16. Não é fulano ou beltrano que foram formatados e têm traumas, todos nós temos traumas.
  17. Para que possamos ser Sapiens somos Formatados e esta Formatação Básica Obrigatória nos deixa sequelas, que precisam ser administradas ao longo da vida.
  18. Se formos classificar os autores de Inovação Pessoal que consideramos mais consistentes, de alguma forma, eles estão sugerindo uma migração de uma Visão Mais Objetivista para uma mais Subjetivista.
  19. Acreditamos que boa parte das pessoas que tiveram vidas mais significativas, equilibrando as suas Taxas de Motivação e Tranquilidade optaram por um tipo de Felicidade Mais Subjetivista.
  20. Quando conversarmos sobre Inovação Pessoal, querendo ou não, estaremos fazendo sempre diversas escolhas que definirão nossa Taxa de Felicidade na vida.
  21. Toda vez que pensarmos sobre a questão da Inovação Pessoal, OBRIGATORIAMENTE, teremos que responder a questão, “Quem é o Sapiens?
  22. Consideramos que a abordagem sobre Inovação Pessoal mainstream é mais Objetivista e defendemos na Bimodais uma visão mais Subjetivista.
  23. As mudanças no Ambiente de Sobrevivência na Civilização 2.0 tem forte impacto na relação do Sapiens com a sua Inovação Pessoal.
  24. Na nova Civilização 2.0 temos um ambiente de sobrevivência mais dinâmico, mais descentralizado e mais empreendedor.
  25. O objetivo do novo campo de estudos da Bimodais “Inovação Pessoal” é ajudar pessoas a serem mais felizes na nova Civilização 2.0.

Vamos ao Artigo:

Só uma percepção mais acurada dos sentimentos, nos permite ir atrás do que nos traz felicidade.Claudio Nofilter.

(Do Acervo dos nossos Conceituadores da Inovação Preferidos)

A Bimodais entrou, a partir do ano passado, em mais um campo de pesquisa denominado Inovação Pessoal.

O objetivo do novo campo de estudos da Bimodais “Inovação Pessoal” é ajudar pessoas a serem mais felizes na nova Civilização 2.0.

Na nova Civilização 2.0 temos um ambiente de sobrevivência mais dinâmico, mais descentralizado e mais empreendedor.

As mudanças no Ambiente de Sobrevivência na Civilização 2.0 tem forte impacto na relação do Sapiens com a sua Inovação Pessoal.

De maneira geral, independente das reflexões sobre a Civilização 2.0, as abordagens sobre o tema “Felicidade” são:

  • Mais Percepcionistas do que Padronistas;
  • Mais baseadas em achismos do que nos legados das reflexões de Cientistas da Inovação Pessoal do passado;
  • Mais de curto do que de longo prazo;
  • Com mais referência de fora para dentro do que de dentro para fora;
  • Maior valorização de bens materiais do que imateriais.

Consideramos que a abordagem sobre Inovação Pessoal mainstream é mais Objetivista e defendemos na Bimodais uma visão mais Subjetivista.

A abordagem da Inovação Pessoal mais Subjetivista nos parece ser mais compatível com a visão que temos do Sapiens.

E isso é algo importante.

Toda vez que pensarmos sobre a questão da Inovação Pessoal, OBRIGATORIAMENTE, teremos que responder, “Quem é o Sapiens?”.

De maneira geral, a visão mainstream do Sapiens, que acaba sendo aceita, sem maiores reflexões das pessoas, nos leva a seguinte visão do Sapiens:

  • Um Sapiens com uma Fantasia da Eternidade sem projeto estrutural e não a um ser Finito com possibilidade de criar um Projeto Estrutural de vida;
  • Um Sapiens Estático com uma fantasia do Destino Traçado e não um mais Dinâmico e Aprendiz, que vai se modificando ao longo da vida, a partir das próprias escolhas;
  • Um ser Único, que controla seus “cachorrinhos internos” e não um Ser Múltiplo, que precisa aprender a gerenciar e se relacionar com os seus “cachorrinhos internos”;
  • Um Sapiens que consegue chegar a Felicidade sem esforço e não um que precisa se esforçar para ser feliz, num projeto diário;
  • Um Sapiens com Métricas de Felicidade Equivocadas (em geral baseada em parâmetros externos) e não um com métricas mais adequadas (baseada em parâmetros internos);
  • Um Ser Puro que tem uma identidade perdida que precisa ser achada e não um Sapiens Formatado que precisou ser formatado e o trabalho na vida é se reformatar, a partir de critérios próprios.

Quando passamos a dialogar com os autores sobre Inovação Pessoal, batizados de forma preconceituosa de “autores de autoajuda” acabamos, de alguma maneira, esbarrando com as visões acima.

Fato é que:

Quando conversarmos sobre Inovação Pessoal, querendo ou não, estaremos fazendo sempre diversas escolhas que definirão nossa Taxa de Felicidade na vida.

Acreditamos que boa parte das pessoas que tiveram vidas mais significativas, equilibrando as suas Taxas de Motivação e Tranquilidade optaram por um tipo de Felicidade Mais Subjetivista.

Se formos classificar os autores de Inovação Pessoal que consideramos mais consistentes, de alguma forma, eles estão sugerindo uma migração de uma Visão Mais Objetivista para uma mais Subjetivista.

O autor Claudio Nofilter (provavelmente um pseudônimo) no seu livro “Filosofia da Felicidade” aponta para essa escolha da Inovação Pessoal mais Subjetivista.

É o segundo artigo que comentamos sobre o livro.

Voltemos a analisar as melhores frases selecionadas, a partir da leitura.

Nosso objetivo é o de aprimorar a Narrativa Bimodal sobre Inovação Pessoal, procurando identificar possíveis, a nosso ver, erros e acertos na Narrativa do autor.

Ele diz:

“Assim como os (traumas) físicos, os traumas emocionais também deixam sequelas que o tempo não apaga, restando-nos apenas aprender a conviver com elas e cuidar para que seu efeito sobre as relações interpessoais futuras seja ao menos amenizado.”

Aqui, temos a necessidade de reforçar o Paradigma do Sapiens Formatado.

Para que possamos ser Sapiens somos Formatados e esta Formatação Básica Obrigatória nos deixa sequelas, que precisam ser administradas ao longo da vida.

Não é fulano ou beltrano que foram formatados e têm traumas, todos nós temos traumas.

Não existe Sapiens destraumatizado, pois para virar Sapiens todos nós OBRIGATORIAMENTE tivemos que ser, em alguma medida, traumatizados.

Ter uma vida melhor implica OBRIGATORIAMENTE num processo progressivo e interminável de destraumatizamento. 

Fato é que existem vários tipos de traumas na vida de cada um:

  • Uns mais conjunturais, que levam menos tempo e demanda menos esforço para que possamos gerenciá-los;
  • Uns mais estruturais, que levam mais tempo e demandam mais esforço para que possamos gerenciá-los.

Amadurecer na direção de uma vida melhor é, assim, um processo contínuo e progressivo de rever os Paradigmas da nossa Formatação Básica Obrigatória.

Foi justamente para superar a nossa Formatação Básica Obrigatória que o Sapiens criou a Mente Secundária.

A Mente Secundária é uma revisora da Mente Primária, na qual estão armazenadas a nossa Formatação Básica Obrigatória e respectivos traumas.

Ser mais nós mesmos é um processo de superação dos paradigmas e traumas, a partir do uso, de forma cada vez mais contínua e adequada, da Mente Secundária.

Diz ele:

“Só uma percepção mais acurada dos sentimentos, nos permite ir atrás do que nos traz felicidade ou nos proporcione ao menos contentamento com a vida.”

Sim, podemos dizer que:

A base de uma Inovação Pessoal mais forte é justamente o ato diário e contínuo de musculação da Mente Secundária.

Qual seria o foco para que possamos balizar que estamos tendo uma vida melhor?

Diria que a melhor métrica para se medir a felicidade na vida de cada um é conseguir um equilíbrio constante e de longo prazo entre motivação e tranquilidade.

O grande desafio da Inovação Pessoal é conseguir trazer para nossas vidas pessoas, lugares e situações que mais nos motivem e, ao mesmo tempo, nos tranquilizem e vice-versa.

Diz ele:

“Mas e a felicidade como poderia ser definida? A felicidade nada mais é que a presença de momentos de bem-estar e alegria na vida.”

Esta visão da felicidade é bem mainstream.

Não podemos confundir Felicidade com alegria.

Precisamos, assim, dividir o conceito de Felicidade em dois para tornar mais claro do que estamos nos referindo:

  • A Felicidade Mais Conjuntural são as alegrias com menor planejamento e reflexão, que duram curtos períodos de tempo;
  • A Felicidade Mais Estrutural é uma sensação de bem estar mais permanente com maior planejamento e reflexão, que duram mais tempo.

Na Visão Mais Subjetivista da Inovação Pessoal a meta é a procura da Felicidade Mais Estrutural, que pode, obviamente, ser repleta de Felicidades Mais Conjunturais (alegrias).

Diz ele:

“Existe, porém, um erro muito comum em confundir felicidade com validação. Isso porque a validação também proporciona bem- estar e alegria. A diferença básica entre os dois está no fato de que, para conseguir validação, ao contrário da felicidade, precisamos nos adequar àquilo que consideramos que os outros admiram, o que muitas vezes significa passar a imagem de algo que não somos, e manter essa imagem pode ser um tanto cansativo.”

Acho que são duas coisas distintas.

Não podemos criar a dicotomia felicidade versus validação.

Validar é “ato ou efeito de validar, de tornar ou declarar algo válido, legítimo; validamento.”

Para que possamos validar algo precisamos de critérios, de escolhas, de métricas para poder dizer que a minha vida está piorando ou melhorando, a partir das minhas últimas decisões.

Uma das escolhas da Inovação Pessoal, é justamente aumentar a Taxa de Validação da Felicidade de dentro para fora e não de fora para dentro.

A Validação sempre vai existir quando falamos em Inovação Pessoal, o que varia é o quanto essa validação é feita por mim, a partir dos meus critérios de felicidade.

A Validação Mais Subjetivista é aquela que eu aumento a minha Taxa de Validação de dentro para fora e reduzo a que “vem de fábrica” que é mais de fora para dentro.

Diz ele:

“Por isso, mesmo os que obtêm êxito em sua busca por validação, de tempos em tempos, sentem o efeito rebote que a inautenticidade dessa validação pode ter, gerando dúvidas, decepção e insatisfação consigo mesmo, sem falar no efeito desastroso na psique dos que não recebem a validação desejada e na insensibilidade que nosso cérebro desenvolve à dopamina, cujos níveis necessários à sensação de validação só aumentam com o tempo.”

Uma Validação Mais Exógena nos afasta da nossa personal Felicidade e Motivação, o que reduz a nossa Taxa de Felicidade Mais Estrutural.

Diz ele:

“Acabamos fazendo escolhas pelos motivos errados. Buscamos um parceiro que se enquadre naquilo que acreditamos que seria aprovado e admirado pelos outros.”

Não só um parceiro, mas todas as escolhas que fazemos nos leva para longe de uma Felicidade Mais Forte e Consistente.

Diz ele, uma frase muito boa:

“Por mais irônico que pareça, precisamos de problemas.” 

Isso aparece muito no Mark Manson.

A frase reforça o Paradigma do Sapiens Dinâmico e Aprendiz que está sempre em movimento, saindo de uma situação problemática e entrando em outra.

O que melhora nosso patamar de felicidade é a capacidade que passamos de criar nossos próprios problemas ou desafios, na medida certa.

E aqui podemos criar a seguinte regra para a geração de uma Felicidade Mais Forte:

  • Quanto mais criamos os nossos problemas mais nos sentimos motivados e tranquilos;
  • Quanto mais deixamos outros agentes criarem problemas para nós, mais nos sentimos desmotivados e intranquilos.

Problemas que não foram escolhas nossas em geral nos tiram a tranquilidade.

O ideal numa vida com uma taxa de motivação e tranquilidade mais adequada somos nós que vamos criando nossos desafios de forma paulatina.

Assim, continuamos na melhor das opções vivendo uma Motivação Tranquila ou numa Tranquilidade Motivada, a gosto.

Diz ele e gosto bastante:

“Caso sejam desafiadores (os problemas) na medida certa, eles nos ajudam a manter nossas mentes ocupadas e motivadas.//Os problemas também aguçam nossa percepção da felicidade.É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

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