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A melhor crítica que li sobre a inviabilidade do sistema econômico plastificado x mercado foi de Ludwig von Mises.

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Ele argumenta que os preços precisam das redes de troca para se formar.

O valor não é dado pelo custo de produção, mas pelo contexto das trocas.

O mercado é melhor que o planejamento central, pois permite, teoricamente, estar mais próximo da realidade.

Cada mercadoria tem um valor em função de objetividades e subjetividades, que não podem ser previstas antes, mas na relação entre quem demanda e quem oferta. Tal mecanismo facilita lidar com a complexidade, pois descentraliza a relação de valor, tornando a economia mais próxima da vida real e menos do que gostaríamos que fosse.

Tira-se uma certa moral e fantasias, para deixar que o ser humano (de carne e osso) decida.

Podemos dizer que quanto mais complexidade tivemos – e isso se relaciona com tamanho de população – mais precisamos da liberdade de troca para sermos mais precisos.

O que se procura no mercado é, no fundo, dados para decidir melhor.

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A chegada da internet traz o mercado para as telas e o registro das ações: mais dados, agora em banco de dados cada vez mais ricos, essa deveria, aliás, ser a base do que estamos chamando de Big Data (gosto de chamar de Big Data 3.0).

Além disso, permite a fácil e barata avaliação de produtos, serviços, fornecedores e colaboradores.

O mercado, com a chegada da Colaboração de Massa fica menos emocional.

É como se fechássemos um ciclo em que uma parte dele era quantificável e agora podemos quantificar outra grande parte, com a inclusão forte do consumidor informando muito mais o que acha de cada troca, tornando o mercado mais próximo de sua vontade.

Por isso, a adoção de plataformas digitais, que permitam as organizações se tornarem mais aderentes a tudo isso as torna mais competitivas, pois tomam decisões mais racionais e precisas.

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É o que podemos chamar da Economia da Reputação, uma das novidades do novo sistema econômico que estamos criando, o Cooperativismo, que vem substituir aos poucos o capitalismo.

É isso, que dizes?

 

2 Responses to “Economia da Reputação”

  1. […] Economia da Reputação – ambiente de trocas que incorpora a reputação a produtos, serviços, fornecedores e colaboradores, através do Karma Digital – em 20/08/11, ver mais aqui; […]

  2. Marco Antunes disse:

    Agora sim! Mises Rules! Só o Livre Mercado liberta! Nepô, você deveria falar mais de Mises para o pessoal da Marina! Ela que quer se colocar contra o PT deveria utilizar os argumentos certos e ir contra a intervenção estatal (planificadora) na economia.

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