Feed on
Posts
Comments

Saltamos de um para 7 bilhões, tornando a demanda cada vez mais complexa e vamos precisar reintermediar uma série de agentes em todos os campos (economia, negócios, política) para tornar o modelo mais sustentável, a partir das novas possibilidades, que quebram antigos limites, das tecnologias cognitivas.

Coroa_Camada 1.gif São três leis:

  1. Toda vez que tivermos um aumento muito grande da complexidade da demanda, teremos que ter um ajuste na complexidade da oferta;
  2. O aumento da complexidade da oferta significará necessariamente a reintermediação (retirada de intermediários) de alguma parte do processo para ganhar agilidade, alterando o modelo de governança exercido;
  3. Quando tecnologias cognitivas permitirem essa reintermediação rapidamente e em massa em vários setores da sociedade, estamos diante de uma mudança radical da governança da espécie, pois o modelo da troca entre oferta/demanda será o novo padrão em toda a sociedade.

O fato é simples e aceitável. Um exemplo que tenho usado, fora do âmbito das tecnologias, é o restaurante a quilo. Aumento radical da complexidade da demanda obrigou os restaurantes a tirar do circuito o garçom e o cardápio, no fundo o cozinheiro, que fazia cada prato por demanda. O novo modelo tornou a complexidade menos complexa, dando ao usuário mais poder para decidir. Essa é a base da compreensão das mudanças da governança para o próximo século.

Saltamos de um para 7 bilhões, tornando a demanda cada vez mais complexa e vamos precisar reintermediar uma série de agentes em todos os campos (economia, negócios, política) para tornar o modelo mais sustentável, a partir das novas possibilidades, que quebram antigos limites, das tecnologias cognitivas.

monarquia-51 Obviamente, que na maior parte dos casos, o uso de novas tecnologias cognitivas permitem que esse processo de reintermediação seja feito.

Quando pensamos na nova governança digital, estamos falando em lidar com mais complexidade de uma nova maneira, reintermediando os atuais processo, eliminando intermediários e fazendo com que a troca dentre a demanda e a oferta sejam feitas de forma mais direta.

Analisem todos os casos e verão que esta é a anatomia das mudanças em curso. Assim, o que está impulsionando o mundo não é a tecnologia, mas a nova complexidade da espécie (de 1 para 7 bi), que viu nas novas tecnologias cognitivas uma possibilidade de inovar e vencer antigos limites para tornar a relação oferta e demanda com mais adequada ao novo cenário. É isso, que dizes?

Leave a Reply