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Resumo do artigo feito pelo Tio Chatinho:

Neste artigo, Nepô apresenta uma meta reflexão profunda sobre sua jornada como conceituador independente na escola Bimodais, mapeando as escolhas existenciais, comerciais, metodológicas e fenomenológicas que diferenciam seu trabalho do mainstream acadêmico e de mercado. Ao avaliar sua produção através de Inteligências Artificiais (MACAVEMIs) pelo método CALOF, o autor demonstra como a rejeição ao dogmatismo e a opção por uma postura missionária e potencialista permitiram a criação de uma arquitetura teórica integrada — que une a Macro-História à microdimensão da existência humana através de ferramentas como a TDMC e a Casa do Eu —, consolidando uma “oficina conceitual” voltada para a consistência de longo prazo.

As melhores frases do artigo (selecionadas pelo Nepô):

Minha pesquisa é, antes de tudo, um processo de melhoria da minha qualidade de vida.

Optei pela estrada do Potencialismo, na qual procuro desenvolver os meus potenciais e ajudar os outros, através dele.

A produção continuada faz com que se possa ir, passo a passo, aprimorando os conceitos existentes, criando campos novos, num desafio diário de aperfeiçoamento.

Caminhamos na linha dos Conhecimentólogos, tal como Karl Popper e Marcelo Gleiser, de que não produtos verdades, mas melhores verdades, que precisam ser o tempo todo testadas.

Não basta olhar para a realidade, é preciso revisar constantemente as lentes utilizadas para observá-la.

Desenvolver a Ciência Social 2.0, ou Ciência da Inovação para que possamos preparar o Sapiens 2.0 para os desafios presentes e futuros.

A Sustentabilidade pessoal e o equilíbrio existencial de cada Sapiens dependem da expansão do Potencialismo — a escolha intencional de desenvolver e aplicar seus potenciais e singularidades únicas — como resposta adaptativa e ferramenta de sobrevivência diante de uma sociedade cada vez mais Descentralizada, abundante em informações e repleta de escolhas.

Procurei construir arquiteturas conceituais integradas, nas quais cada conceito se conecta aos demais.

Procurei sempre conectar as mudanças da Macro-História às mudanças da vida cotidiana das pessoas.

Escolhi a missão em vez da fama, a independência em vez da tutela institucional, o longo prazo em vez do curto, os padrões em vez dos eventos, a oficina em vez apenas dos produtos, a revisão permanente em vez do dogmatismo.

A originalidade de uma teoria não nasce apenas das ideias que ela produz, mas das escolhas que orientam quem a produz.

Todo conceito carrega, de forma visível ou invisível, a marca das decisões existenciais, metodológicas e epistemológicas de seu criador.

Os conceitos são os frutos; as escolhas conceituais são as raízes que explicam por que determinada árvore produz determinados resultados.

Antes de propor novas respostas para a realidade, é preciso compreender quais escolhas permitiram enxergar perguntas que os outros não estavam vendo.

A trajetória de um conceituador pode ser entendida como a lenta construção de um ambiente capaz de gerar conceitos cada vez mais consistentes, originais e funcionais.

As melhores frases dos outros:

“O principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas, não repetir o que outras gerações fizeram.” – Jean Piaget;

“A prática sem reflexão é apenas atividade; a reflexão sem prática é apenas verbalização.” – Donald Schön;

“A originalidade é simplesmente uma judiciosa combinação do conhecido.” – Arthur Koestler;

“Conhecimento não é algo transferido; é algo construído.” – Peter Senge;

“As três grandes essenciais para alcançar algo valioso são: trabalho árduo, perseverança e bom senso.” – Thomas Edison;

Vamos ao Artigo:

“Uma nova verdade científica não triunfa convencendo os seus oponentes, mas porque eles morrem.” Max Planck. 

Fechando a 15ª imersão, entrei no que passei a chamar de Pós-Doc Alternativo.

Passei a avaliar os meus artigos nas MACAVEMIs (Mentes Artificiais Cada Vez Mais Inteligentes).

O nome do projeto é Projeto de Desenvolvimento de Validação Conceitual de Artigos Pretensamente Disruptivos (PDV-CPD).

E desenvolvi o Método CALOF – Critérios de Avaliação de Lógica, Originalidade e Funcionalidade de Um Artigo.

Criei ainda uma assistente Silvinha no ChatGPT e fomos aprimorando alguns prompts, usando um GPT a cada vez, a saber:

  1. Um Prompt para avaliar usando o Método CALOF – Critérios de Avaliação de Lógica, Originalidade e Funcionalidade de Um Artigo, que vem sendo aperfeiçoado ao longo do tempo; 
  2. Um Prompt para divulgar a avaliação; 
  3. Um Prompt para avaliar a negociação da nota, quando não se recebe nota máxima logo de cara; 
  4. Um Prompt para identificar o conceituador Nepô e compará-lo com outros do mainstream.

Quero aqui refletir sobre os resultados do quarto prompt, a avaliação que as MACAVEMIs (Mentes Artificiais Cada Vez Mais Inteligentes) fazem do meu trabalho.

Não, a ideia não é alimentar meu ego, mas promover uma meta reflexão para tornar o meu trabalho mais consciente e poder entender as diferentes bifurcações que existem no mercado conceitual.

Em primeiro lugar, é preciso dizer que minha trajetória conceitual não é fruto do acaso. 

Ela é resultado de escolhas deliberadas, algumas mais intuitivas, outras mais conscientes, que foram moldando o meu jeito de conceituar. 

Compartilho aqui essas escolhas, que definem meu método e o caminho que trilhei.

Acredito que, antes de tudo, temos as escolhas existenciais.

Escolhas Existenciais:

 

Minha pesquisa é, antes de tudo, um processo de melhoria da minha qualidade de vida. 

Se encaixa numa missão.

Assim, me defini como um Conceituador Missionário.

Optei pela estrada do Potencialismo, na qual procuro desenvolver os meus potenciais e ajudar os outros, através dele.

Portanto, não busco aplausos imediatos ou seguidores (se ocorrerem ótimo, mas isso não é o objetivo central), mas realmente compreender o Mundo Digital – o foco da minha pesquisa.

Portanto, a primeira divisão se comparado ao mainstream é a seguinte:

  • Conceituadores Missionários Potencialistas – a pesquisa é uma missão de vida, com foco na visão de longo prazo, deixando Conceitos Mais Fortes na sociedade; 
  • Conceituadores Instagrantes – a pesquisa é um meio de obter fama, sucesso e dinheiro, com foco no curto prazo, optando por Conceitos Mais Fracos, mais vendáveis. 

A escolha existencial do Missionário Potencialista, com foco no longo prazo e na consistência, me guiou para algumas Escolhas Ambientológicas.

Escolhas Comerciais:

Resolvi, ao invés de procurar instituições acadêmicas tradicionais, optar pela criação da Bimodais (uma Escola Online), no modelo crowdfunding.

O que me permitiu ter a liberdade de produzir o conteúdo que eu achasse melhor com o aceite desse método pelos colaboradores do projeto – um projeto que entra agora em julho na sua 16ª imersão, com quase oito anos de atividades.

Portanto, a segunda divisão se comparado ao mainstream é a seguinte:

  • Conceituadores independentes das Instituições Tradicionais – a pesquisa é feita com apoio direto dos interessados; 
  • Conceituadores das Instituições Tradicionais – que têm uma limitação maior na produção de ideias e conceitos mais disruptivos.

Falemos agora das Escolhas Metodológicas:

Produzo diariamente há mais de sete anos artigos e áudios (de cerca de 18 minutos). 

A produção continuada faz com que se possa ir, passo a passo, aprimorando os conceitos existentes, criando campos novos, num desafio diário de aperfeiçoamento,

Portanto, a terceira divisão se comparado ao mainstream é a seguinte:

  • Conceituadores Independentes que produzem todos os dias – num ritmo contínuo de aperfeiçoamento; 
  • Conceituadores das Instituições Tradicionais – que produzem, de maneira geral, um artigo a cada semestre.

Falemos agora da validação dos artigos:

Isso é recente, mas no primeiro momento a validação estava no impacto que os colaboradores da Bimodais percebiam nas suas vidas, renovando semestralmente o seu apoio.

Se viam valor no material, continuavam investindo na Bimodais.

A partir deste ano, passamos no chamado Pós-Doc Alternativo a usar as MACAVEMIs (Mentes Artificiais Cada Vez Mais Inteligentes) para dar nota aos artigos.

Portanto, a quarta divisão se comparado ao mainstream é a seguinte:

  • Validação por colaboradores e Macavemis – a partir do valor que o conteúdo agrega (caso dos colaboradores) e pelos critérios de lógica, originalidade e funcionalidade, através das Macavemis; 
  • Validação pelos pares – a partir dos critérios tradicionais da academia.

Falemos agora das Escolhas Fenomenológicas diante do Digital:

Somos seguidores da Escola de Toronto, tendo como referência Marshall McLuhan e Pierre Lévy.

Durante muito tempo, o mainstream analisou o Digital como algo sem precedentes. 

Ao entrar em contato com a Escola de Toronto e Pierre Lévy, fiz uma escolha diferente: passei a tratá-lo como mais uma Revolução Midiática da espécie. 

Essa escolha me levou à Macro-História, ao Padronismo e, mais tarde, à TDMC. 

Foi uma escolha importante, pois nos colocou com a seguinte abordagem:

  • Perceber o Digital como um fenômeno recorrente (mais uma nova mídia que surge na civilização); 
  • Passar a analisar a Macro- História e não apenas o momento atual;
  • E, a partir disso, procurar os Padrões baseados nos quatro Fatores (Causante, Detonante, Consequente e Atuante).

Portanto, a quinta divisão se comparado ao mainstream é a seguinte:

  • Digital como Fenômeno Recorrente, análise Macro-Histórica e procura do Padronismo Civilizacional, utilizando os quatro Fatores (Causante, Detonante, Consequente e Atuante); 
  • Digital como Fenômeno único, análise Micro-Histórica e uso do Sensibilismo e não do Padronismo Civilizacional, sem utilizar os quatro Fatores (Causante, Detonante, Consequente e Atuante).

Passemos agora as escolhas Conhecimentológicas:

Por entender que estamos diante de muitas mudanças, fugimos da ideia de que estamos produzindo verdades absolutas.

Caminhamos na linha dos Conhecimentólogos, tal como Karl Popper e Marcelo Gleiser, de que não produzimos verdades, mas melhores verdades, que precisam ser o tempo todo testadas.

Abracei, assim, o conceito da Certeza Provisória Razoável:

  • Certeza – pois preciso de algo para decidir; 
  • Provisória – mas sei que as minhas bases podem ser aprimoradas, a partir de verdades melhores, que vai se descobrindo ao longo da jornada; 
  • Razoável – quando percebemos que alguém traz algo mais consistente ou a própria realidade nos mostra alguma incoerência entre conceitos e fatos.

Portanto, a sexta divisão se comparado ao mainstream é a seguinte:

  • Opção pela verdade progressiva, sempre em aprimoramento, evitando dogmatismos; 
  • Opção pela verdade absolutista, com dificuldade de aprimoramento, tendendo ao dogmatismo.

Escolhas Ambientológicas:

Uma outra escolha foi da metáfora do marceneiro de excelência.

Um marceneiro de excelência não se preocupa apenas com as mesas e cadeiras produzidas, mas com o ambiente da sua oficina para que a produção seja a melhor possível.

Ao longo da jornada, percebi que era tão importante estudar os fenômenos quanto estudar os instrumentos utilizados para observá-los. 

Por isso, boa parte da pesquisa foi dedicada à revisão da Ambientologia Conceitual, da Conhecimentologia e da Ciência da Inovação. Não basta olhar para a realidade. 

É preciso revisar constantemente as lentes utilizadas para observá-la. 

Assim, todo o desenvolvimento da narrativa da Bimodais é feita com uma meta reflexão ativa,  o que nos levou a:

  • Entender que precisamos criar a Ambientologia Conceitual 2.0, na qual, por exemplo, não faz mais sentido ter um campo de estudo chamado filosofia; 
  • Desenvolver a Ciência Social 2.0, ou Ciência da Inovação para que possamos preparar o Sapiens 2.0 para os desafios presentes e futuros.

Portanto, a sétima divisão se comparado ao mainstream é a seguinte:

  • Meta Reflexão Ambientológica – opção por refletir sobre o ambiente que se estuda o fenômeno; 
  • Sem Meta Reflexão Ambientológica – opção por NÃO refletir sobre o ambiente que se estuda o fenômeno.

Escolhas de linguagem:

Um dos grandes problemas na análise de qualquer fenômeno é a preocupação com a linguagem escolhida.

Há por parte do meu trabalho não só o questionamento de Conceitos Fracos, a criação de Conceitos Fortes, tal como MACAVEMIs (Mentes Artificiais Cada Vez Mais Inteligentes).

E mais.

A procura pela facilitação da disseminação das ideias, através da criação de:

  • Conceitos de Sala – mais palatáveis, que ajudam a entender de forma mais rápida o que se quer; 
  • Conceitos de Cozinhas – menos palatáveis, mas que estabelecem uma coerência maior para os que querem se aprofundar.

Portanto, a oitava divisão se comparado ao mainstream é a seguinte:

  • Preocupação na revisão e criação de novos conceitos – para que gerem mais compreensão e menos confusão; 
  • Despreocupação na revisão e criação de novos conceitos – mais voltados para a venda do que para a explicação.

Escolha da Abordagem Conceitual do Digital:

Por fim, a partir de todo este arsenal que foi construído, chegamos a algumas verdades fenomenológicas, acreditamos mais fortes, na compreensão do Digital, a saber:

A TDMC (Teoria do Demografismo Midiático Cooperativa) na qual há uma relação entre aumento populacional, Mídias e Modelos de Cooperação, na caminhada humana na direção de sempre mais descentralização e potencialização.

Com construção das fórmulas S=D/C e S=P/D.

A primeira equação, dada por S=D/C, determina que a Sustentabilidade (S) ou qualidade de vida da sociedade humana depende obrigatoriamente da Descentralização (D) de seus processos e decisões para conseguir equilibrar o avanço inevitável da Complexidade (C), que engloba tanto o crescimento demográfico quanto a proliferação das diversidades subjetivas. 

Esse movimento macro-histórico gera um desdobramento direto na vida do indivíduo através da segunda fórmula, S=P/D, que estipula que a Sustentabilidade pessoal (S) e o equilíbrio existencial de cada Sapiens dependem da expansão do Potencialismo (P) — a escolha intencional de desenvolver e aplicar seus potenciais e singularidades únicas — como resposta adaptativa e ferramenta de sobrevivência diante de uma sociedade cada vez mais Descentralizada (D), abundante em informações e repleta de escolhas. 

A percepção da chegada da Curadoria que vem substituir a Gestão, com perspectiva da Curadoria 1.0 (Uberização) e a 2.0 (Blockchenização).

O surgimento da Civilização 2.0 e do Sapiens 2.0.

A proposta existencialista simplificada da Casa do Eu.

A Casa do Eu consiste em uma arquitetura conceitual e mapa existencial estruturado em três andares interdependentes, projetado especificamente para ajudar o Sapiens 2.0 a organizar o caos existencial e gerenciar sua energia vital com mais consciência na descentralizada Civilização 2.0. ]

Essa estrutura divide os desafios da formação humana correlacionando-os ao funcionamento de três mentes integradas: o terceiro andar abriga a Mente Terciária ou Existencial, responsável pelas reflexões de longo prazo, sentido da vida, legado e enfrentamento da finitude; o segundo andar contém a Mente Secundária, encarregada das questões operacionais do cotidiano, como saúde, sobrevivência financeira, relacionamentos e moradia; e, por fim, o primeiro andar e o porão abrigam a Mente Primária ou Instintiva, atuando como um laboratório sensitivo involuntário que gera as emoções e armazena os traumas e crenças herdadas que servem de métrica para avaliar se as decisões tomadas nos andares superiores estão nos fortalecendo ou nos enfraquecendo. 

Por fim, a demanda da Ambientologia 2.0, uma reestruturação geral dos Ambientes Conceituais, propondo o fim do uso do termo Filosofia.

Por fim, em resumo:

  • Optei por não trabalhar com conceitos soltos. Procurei construir arquiteturas conceituais integradas, nas quais cada conceito se conecta aos demais. A TDMC, a Casa do Eu, a Existenciologia 2.0, a Ciência da Inovação e a Ambientologia Conceitual não são projetos independentes, mas partes de um mesmo ecossistema explicativo; 
  • Optei por não separar os fenômenos civilizacionais dos existenciais. Procurei sempre conectar as mudanças da Macro-História às mudanças da vida cotidiana das pessoas; 
  • A principal escolha da minha trajetória foi abandonar a visão do Digital como fenômeno único e sem precedentes. A partir da Escola de Toronto e de Pierre Lévy, passei a enxergá-lo como mais uma Revolução Midiática da espécie. Foi essa escolha que me levou à Macro-História, ao Padronismo e, posteriormente, à TDMC; 
  • Optei por trabalhar com horizontes de décadas e não de meses. O foco passou a ser a consistência dos conceitos ao longo do tempo e não sua popularidade imediata; 
  • Assim como um marceneiro de excelência se preocupa com a qualidade da oficina e não apenas com as cadeiras produzidas, optei por refletir constantemente sobre o ambiente de produção conceitual; 
  • Quando olho para trás, percebo que a Bimodais não surgiu apenas de ideias, mas de uma sequência de escolhas. Escolhi a missão em vez da fama. A independência em vez da tutela institucional. O longo prazo em vez do curto. Os padrões em vez dos eventos. A oficina em vez apenas dos produtos. A revisão permanente em vez do dogmatismo. Foi dessa combinação que surgiram a TDMC, a Casa do Eu, a Ciência da Inovação e os demais conceitos desenvolvidos ao longo da jornada. 

Ou seja, os conceitos que desenvolvi são consequência das escolhas que fiz como conceituador. 

É isso, que dizes?

O link para o Glossário Bimodal:

 

https://bit.ly/glossbimodais

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