Resumo do artigo feito pelo Tio Chatinho:
Neste artigo, Nepô apresenta a Ambientologia Conceitual 2.0 com foco na Conhecimentogia, propondo a substituição da Filosofia tradicional por uma abordagem meista e utilitária do conhecimento. Ele defende que as ferramentas cognitivas devem servir para ajudar o Sapiens a viver melhor e aprimorar sua sobrevivência, estruturando a produção intelectual como um processo contÃnuo e dinâmico, em vez de uma verdade única. Por fim, aponta que as resistências a novas ideias nas fenomenologias sociais estão diretamente ligadas ao impacto que causam nos modelos de sobrevivência consolidados, tornando o domÃnio de ferramentas conceituais fortes ainda mais crucial em um mundo progressivamente dinâmico, descentralizado e inovador.
As melhores frases do artigo (selecionadas pelo Nepô):
A Ambientologia Conceitual 2.0 é um macro rearranjo da forma de refletir, que tem como eixo principal o descarte da Filosofia como campo de estudos.
A Ambientologia Conceitual 2.0 da Bimodais defende o esforço de reflexão diante dos fenômenos, a partir do critério de melhorar a sobrevivência da espécie.
O Conhecimento Meista – como uma ferramenta, cujo objetivo não é apenas conhecer por conhecer, mas ajudar o Sapiens a viver melhor.
A abordagem da Ambientologia Conceitual 2.0 da Bimodais é a do Conhecimento Meista, com o objetivo de ajudar o Sapiens a enxergar melhor a realidade.
Outro ponto importante é entender que a produção do Conhecimento, seja de onde venha, não é produtora de uma verdade, mas de diferentes abordagens.
O fenômeno existe, mas diferentes observadores podem criar narrativas distintas para explicá-lo.
O Conhecimento que vai sendo utilizado e nos ajuda a entender e lidar com os fenômenos vai ganhando força e se torna um Conhecimento Mais Forte.
Quanto mais um determinado conhecimento afeta a sobrevivência de determinada pessoa, mais ele tenderá a se abrir ou fechar para ele.
O grau de abertura a novas ideias não depende apenas da qualidade dos argumentos, mas do impacto que tais ideias podem provocar nos modelos de sobrevivência já consolidados.
Em um mundo mais DDI – Dinâmico, Descentralizado e Inovador abraçar ferramentas conceituais mais fortes para entender e lidar com a realidade se torna algo cada vez mais relevante.
Conhecimentologia: o estudo das ferramentas cognitivas que moldam nossa forma de entender e sobreviver à realidade
Por que conhecer? A Conhecimentologia propõe que o valor do saber está na sua capacidade de melhorar a vida humana
Entre verdades definitivas e ideias em evolução, a Conhecimentologia defende o conhecimento como processo
A força de um conhecimento não está na autoridade que o criou, mas nos resultados que produz ao longo do tempo
Em um mundo DDI, entender as ferramentas do pensamento torna-se tão importante quanto entender os fenômenos que elas explicam.
As melhores frases dos outros:
“Amente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.” – Oliver Wendell Holmes Sr.;
“Duvidar de tudo ou crer em tudo são duas soluções igualmente cômodas.” – Henri Poincaré;
“A ciência começa por problemas, práticos ou teóricos.” – Karl Popper;
“Os fatos não falam por si. Eles falam a favor ou contra teorias concorrentes. Fatos divorciados de teorias são meras curiosidades isoladas.” – Thomas Sowell;
“O importante na ciência não é tanto obter novos fatos, mas descobrir novas maneiras de pensar sobre eles.” – William Lawrence Bragg;
“A dúvida é uma das formas da inteligência.” – Jorge Luis Borges;
“O progresso é impossÃvel sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar as suas mentes não conseguem mudar nada.” – George Bernard Shaw;
Vamos ao Artigo:
“O maior obstáculo à descoberta não é a ignorância, mas a ilusão do conhecimento.” – Daniel J. Boorstin.
SÃntese:
O conhecimento deve ser avaliado pela sua capacidade de melhorar a sobrevivência do Sapiens e não apenas pelo seu valor contemplativo.Â
Nos artigos anteriores, refletimos sobre a Ambientologia Conceitual 2.0.
Estamos, a cada passo, aprofundando mais e mais as nossas reflexões.
A Ambientologia Conceitual 2.0 é um macro rearranjo da forma de refletir, que tem como eixo principal o descarte da Filosofia como campo de estudos.
Desenvolvemos a ideia de que temos dois tipos de reflexões para entender e lidar melhor com a realidade do ponto de vista do que se estuda:
- A Fenomenologia – o estudo direto sobre o fenômeno com recomendações de como lidar melhor com ele;
- A Conhecimentologia – o estudo das ferramentas cognitivas de suporte que utilizamos, para entender os fenômenos.
Dentro da Conhecimentologia temos alguns pontos para melhorar a nossa relação com os fenômenos, tais como a Lógicologia (desenvolvimento da lógica), a Conceitologia (dos conceitos). Além disso, temos as teorias e as metodologias, mas isso vou abordar em um artigo futuro.
Na Ambientologia Conceitual 2.0, entretanto, temos não só uma abordagem organizacional (dividindo a Fenomenologia e a Conhecimentologia), mas também uma proposta de utilidade.
Que responde a seguinte questão: para que estudamos?Â
A Ambientologia Conceitual 2.0 da Bimodais defende o esforço de reflexão diante dos fenômenos, a partir do critério de melhorar a sobrevivência da espécie.Â
Assim, de maneira geral diante do conhecimento humano, temos duas propostas:
- O Conhecimento Finalista – como um fim em si mesmo, cujo o objetivo é apenas conhecer sem a preocupação de ajudar o Sapiens a viver melhor, obviamente que falamos no curto, médio e longo prazo. Se algo tiver repercussão muito tempo depois não é Finalista, era apenas Meista, com implicações no longo prazo;
- O Conhecimento Meista – como uma ferramenta, cujo objetivo não é apenas conhecer por conhecer, mas ajudar o Sapiens a viver melhor.
A abordagem da Ambientologia Conceitual 2.0 da Bimodais é a do Conhecimento Meista, com o objetivo de ajudar o Sapiens a enxergar melhor a realidade.Â
Outro ponto importante é entender que a produção do Conhecimento, seja de onde venha, não é produtora de uma verdade, mas de diferentes abordagens.
Vejamos as duas possibilidades:
- Conhecimento Único – que determinada autoridade defendeu e se tornou algo inquestionável, como algo definitivo;
- Conhecimento em Processo – que determinada autoridade defendeu, mas que existem outras alternativas, que pode ser questionável, a partir dos resultados da sua aplicação tanto pela explicação como pela atuação nos fenômenos. É algo que vai se abrindo para ser modificado no tempo.
O fenômeno existe, mas diferentes observadores podem criar narrativas distintas para explicá-lo.Â
Como saber o que é mais forte? O tempo se encarrega disso.
O Conhecimento que vai sendo utilizado e nos ajuda a entender e lidar com os fenômenos vai ganhando força e se torna um Conhecimento Mais Forte.
Ainda dentro da Ambientologia Conceitual 2.0 da Bimodais temos a divisão, já abordada em outros artigos, das duas Fenomenologias:
- A Fenomenologia não social – que estuda fenômenos fora da sociedade humana, como os planetas;
- A Fenomenologia social – que estuda fenômenos da sociedade humana.
E aà temos uma regra interessante.
Quanto mais um determinado conhecimento afeta a sobrevivência de determinada pessoa, mais ele tenderá a se abrir ou fechar para ele.
Explico.
Se um conhecimento pode atrapalhar determinada rotina que a pessoa está acostumada e se beneficia dela, mais ele tenderá a resistir a possÃveis mudanças.
O grau de abertura a novas ideias não depende apenas da qualidade dos argumentos, mas do impacto que tais ideias podem provocar nos modelos de sobrevivência já consolidados.Â
Assim, quando falamos em Fenomenologias Sociais a chance de se desenvolver conhecimentos que modificam a sobrevivência das pessoas é maior.
E por isso as resistências a determinados novos conhecimentos é maior.
Por fim, em um mundo mais DDI – Dinâmico, Descentralizado e Inovador abraçar ferramentas conceituais mais fortes para entender e lidar com a realidade se torna algo cada vez mais relevante.
É isso, que dizes?
O link para o Glossário Bimodal:
https://bit.ly/glossbimodais










