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Resumo do artigo feito pelo Tio Chatinho:

Neste artigo, Nepô apresenta uma proposta de reformulação profunda na organização do conhecimento humano, defendendo a transição para a Ambientologia Conceitual 2.0 e a consequente extinção da Filosofia como um campo de estudo autônomo. O autor argumenta que o termo “filosofia” gera confusão e obsolescência na Civilização 2.0, propondo em seu lugar uma divisão clara entre Ciências Fenomenológicas (divididas em Sociais e Não Sociais) e Ciências Suportológicas (como a Conhecimentologia e a Lógicologia). Dentro dessa nova estrutura, a antiga Ciência Social estática dá lugar à Ciência da Inovação — uma abordagem dinâmica essencial para o Sapiens compreender a “floresta” de sua própria trajetória histórica e, a partir disso, tomar decisões mais eficazes para melhorar sua qualidade de vida.

As melhores frases do artigo (selecionadas pelo Nepô):

Queremos reorganizar a Ambientologia Conceitual para que possamos atender a um Sapiens 2.0 que precisa mais do que nunca de Conceitos Fortes para lidar com uma sociedade cada vez mais complexa.

Uma Organização Ambientológica Conceitual Mais Forte, proposta da 2.0, tende a melhorar nossa qualidade de vida; uma mais fraca tende a piorá-la.

A conversa sobre uma Organização Ambientológica Conceitual Mais Forte não é um papo abstrato e sem sentido, é uma conversa fundamental para que pessoas e a sociedade possam ter uma qualidade de vida melhor.

Uma das características principais da Civilização 2.0 é o aumento da taxa de responsabilização do Sapiens.

Se você não entende as mudanças de curto, médio e longo prazo da floresta fica difícil analisar cada árvore sem a visão do todo.

O Sapiens é uma espécie que aumenta sua capacidade de sobrevivência por meio da inovação contínua de ferramentas, mídias, conceitos e modelos de cooperação.

No qual o Sapiens veio ao planeta para cumprir a missão de ser o máximo singular que conseguir – e é isso que o faz poder ter uma vida melhor, com uma taxa de BOMTRC (Bom Humor, Otimismo, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade) mais alta.

Toda abordagem é uma ferramenta para melhorar nossa relação com determinado fenômeno.

Quem organiza melhor as lentes interpreta melhor os fenômenos, quem interpreta melhor os fenômenos toma decisões melhores e quem toma decisões melhores aumenta suas chances de viver melhor.

É uma necessidade civilizacional para um Sapiens que precisa ser muito mais lúcido do que foram as suas versões passadas.

Ciência da Inovação: por que a Filosofia virou um conceito fraco para explicar o Sapiens na Civilização 2.0

A Civilização 2.0 exige menos filosofia e mais organização conceitual para compreender a trajetória humana

O problema não é a Filosofia, mas a incapacidade dela de organizar o conhecimento para um Sapiens mais complexo

Da Filosofia à Ciência da Inovação: a proposta de reorganizar as lentes que explicam a realidade

Se mudamos a forma de enxergar a floresta humana, todas as árvores precisam ser reinterpretadas

Sugestão para divulgação (até 132 caracteres):

O artigo propõe substituir a Filosofia pela Ciência da Inovação para fortalecer as lentes do Sapiens 2.0.

As melhores frases dos outros:

“A simplicidade é o último degrau da sofisticação.” – Leonardo da Vinci;

“Toda teoria deve ser utilizada como instrumento, não como prisão.” – Karl Popper;

“A ciência é a arte de sistematizar o ceticismo; o nosso conhecimento não é opinião, mas uma tentativa constante de corrigir erros.” – Karl Popper;

“Conhecer é separar, organizar e testar; só assim vencemos a ilusão do imediato.” – Isabelle Stengers;

“Ideias são ferramentas: sua força se mede pelo que permitem fazer.” – Bruno Latour;

“A ciência é a organização do conhecimento que nos permite prever e controlar o nosso ambiente.” – Herbert Spencer;

“A qualidade das nossas decisões depende da qualidade das nossas lentes conceituais.” – Edward de Bono;

“A organização do conhecimento é a base para a evolução da civilização.” – H.G. Wells;

“Um pensamento é uma tela, não um espelho; é por isso que você vive num envelope de pensamentos, intocado pela Realidade.” – Anthony de Mello;

“O que muda numa revolução científica não é apenas a interpretação dos fatos, mas a própria visão do mundo que se tem deles.” – Thomas Kuhn;

Vamos ao Artigo:

“A filosofia deve ser superada pela criação de novos vocabulários, e não pela tentativa de espelhar uma realidade oculta.”Richard Rorty; 

Falamos em artigo recente que existe encruzilhada na visão de cada um sobre a realidade:

  • O diretismo – acreditar que vemos a realidade diretamente e não através de uma lupa conceitual, que nos ajuda a enxergar melhor;

  • O indiretismo – acreditar vemos a realidade indiretamente, através de uma lupa conceitual, que nos ajuda a enxergar melhor.

O diretismo trabalha com a Mente Primária, no que chamamos na Bimodais de Sensitivismo. Eu sinto as coisas e as explico a partir das minhas sensações.

Todo o processo, que vem desde os primórdios dos tempos, quando surgiram os primeiros pré-cientistas (que foram chamados erradamente de filósofos), iniciou uma grande batalha.

  • De um lado os Diretistas e Sensitivistas na linha de baixa reflexão, através do Sensitividade;

  • De outro, os Indiretistas e os Padronistas sugerindo o aumento da reflexão, através do Padronismo.

Assim, quando vamos ler a história dos “filósofos” nada mais temos do que conceituadores que defenderam o Padronismo contra o Sensitivismo. 

No passado, quando ainda não havia se desenvolvido a Ciência, que tem a seguinte definição:

A palavra ciência vem do latim scientia, que significa conhecimento, sabedoria ou aprendizado. 

Esse termo, por sua vez, deriva do verbo scire, que tem o sentido de saber, conhecer ou discernir. 

A raiz profunda dessa palavra está ligada à ideia de separar, cortar ou distinguir uma coisa da outra para poder compreendê-la com clareza. 

Na história do pensamento humano, o termo evoluiu de uma noção geral de conhecimento operacional ou teórico para designar um método rigoroso de investigação da realidade, baseado em observação, testes e na busca por regularidades e causas estruturais dos fenômenos.

 

O normal seria que algum autor tivesse dito no passado.

Ok, chega de falar de filosofia, vamos agora organizar todos os campos de estudo de uma forma a torná-los mais acessíveis às pessoas.

A palavra filosofia “amor à sabedoria” hoje pode ser vista como a proposta de termos amor à reflexão, ao padronismo, a compreensão que a realidade só pode ser vista, por via indiretas.

Qual é o problema?

Algo que surgiu no passado e por diversos motivos não teve a quebra, foi ficando no tempo competindo com a ciência.

Assim, temos a seguinte confusão:

  • A filosofia – um campo que abarca tudo, com definições complicadas;

  • A ciência – que fica dividida entre o que é e o que não é filosofia;

  • O senso comum – que poderia receber mais organização do que temos hoje.

Aí nasce naturalmente a reformulação profunda da Ambientologia Conceitual.

A Ambientologia Conceitual é o que fica entre o Sapiens e a realidade.

Na Ambientologia Conceitual 2.0 – a que defendemos – a palavra Filosofia não faz mais sentido.

Filosofia Nunca Mais!

Antes que joguem pedra, vejam bem.

O que estamos defendendo é a reorganização dos campos para torná-los mais acessíveis e não o que os pensadores fortes nos deixaram de legado.

O que queremos é que:

A defesa de um campo de estudo, que nada mais é do que uma ferramenta de compreensão da realidade, seja aprimorado.

Não queremos jogar fora o que é relevante para a melhoria da vida do Sapiens.

Queremos reorganizar a  Ambientologia Conceitual para que possamos atender a um Sapiens 2.0 que precisa mais do que nunca de Conceitos Fortes para lidar com uma sociedade cada vez mais complexa.

A Ambientologia Conceitual 2.0 é a tentativa de organização – e revisão constante – sobre como organizamos os paradigmas que vamos analisar a própria sociedade.

É da qualidade da Organização da Ambientológica Conceitual que podemos melhorar ou piorar nossa qualidade de vida.

Ou seja, uma Organização Ambientológica Conceitual Mais Forte, proposta da 2.0, tende a melhorar nossa qualidade de vida; uma mais fraca tende a piorá-la. 

Por quê?

Por que a relação que temos com os fenômenos de todos os tipos nos permite tomar decisões melhores ou piores.

Portanto, a conversa sobre uma Organização Ambientológica Conceitual Mais Forte não é um papo abstrato e sem sentido.

É uma conversa fundamental para que pessoas e a sociedade possam ter uma qualidade de vida melhor.

Uma das características principais da Civilização 2.0 é o aumento da taxa de responsabilização do Sapiens.

E antigas Organizações Ambientológicas Conceituais, a 1.0, que ainda defende a Filosofia como um campo de estudo, precisam ser revistas.

Na Ambientologia Conceitual 2.0 precisamos, antes de tudo, separar as Ciências Fenomenológicas das Ciências Suportológicas.

  • As Ciências Fenomenológicas – estudam fenômenos. Seu objetivo é compreender como determinados aspectos da realidade funcionam, procurando padrões para entrar no lugar das sensações;

  • Já as Ciências Suportológicas – estudam as bases conceituais, que nos permitem compreender melhor os fenômenos, tais como a Conhecimentologia e a Lógicologia.

A Organização Ambientológica Conceitual é uma Macro Meta Ciência Suportológica, que organiza todo o universo e nos permite enxergar que o campo de estudos da Filosofia está mais atrapalhando do que ajudando. 

Vamos mais fundo?

Nas Ciências Fenomenológicas existe uma nova divisão:

  • Temos as Ciências Fenomenológicas Não Sociais – na qual o Sapiens e a sociedade não interferem, tal como o movimento dos planetas ou das marés:

  • E as Ciências Fenomenológicas Sociais, que estão diretamente ligadas ao estudo da sociedade humana.

As Não Sociais estudam fenômenos externos à dinâmica social humana.

  • A física;
  • A química;
  • A biologia;
  • A astronomia;
  • A geologia, entre outras.

Todas procuram compreender fenômenos específicos da realidade, que são independentes da sociedade humana.

Já as Ciências Fenomenológicas Sociais estudam o Sapiens.

  • Sua sobrevivência;
  • Sua cooperação;
  • Sua jornada histórica;
  • Seu funcionamento individual e coletivo.

Mas mesmo dentro das Ciências Fenomenológicas Sociais existe uma distinção pouco percebida.

  • Há Ciência Fenomenológica Social Central (Ciência Social) – que procura compreender a floresta;

  • E há as Ciências Fenomenológicas Sociais Periféricas, que procuram compreender determinadas árvores.

A ciência social (Ciência Fenomenológica Social Central) precisa responder à pergunta mais ampla:

Como o Sapiens avança na história? Ou ainda: Como uma Tecnoespécie consegue aumentar progressivamente sua capacidade de sobrevivência?

Sem responder adequadamente a essa pergunta, todas as demais análises das Ciências Fenomenológicas Sociais Periféricas ficam parcialmente comprometidas.

Se você não entende as mudanças de curto, médio e longo prazo da floresta fica difícil analisar cada árvore sem a visão do todo.

Qualquer explicação sobre economia, administração, educação, política ou psicologia depende de uma determinada visão sobre a trajetória humana.

Se mudamos a explicação da floresta, mudamos também a explicação das árvores.

A Ciência Fenomenológica Social Central era conhecida como Ciência Social, mas o nome era e continua fraco.

A Ciência Fenomenológica Social Central pode receber apelidos, tais como Ciência Social 2.0 ou Ciência da Inovação.

Por que Ciência da Inovação.

É uma abordagem dentro da Ambientologia Conceitual Mais 2.0, pois:

  • Ciência Social – sugere um estudo do Sapiens e da sociedade de forma estática, porém a inovação é algo central na vida de qualquer espécie ainda mais do Sapiens;

  • Ciência da Inovação – sugere um estudo do Sapiense da sociedade de forma dinâmica, destacando que a inovação é algo central na vida de qualquer espécie, ainda mais do Sapiens.

A proposta de migrar da Ciência Social para a Ciência da Inovação, assim, é a procura de uma Abordagem de uma Organização Ambientológica Conceitual Mais Forte da seguinte forma:

  • Ciência Social –  Abordagem de uma Organização Ambientológica Conceitual Mais Estática;

  • Ciência da Inovação –  Abordagem de uma Organização Ambientológica Conceitual Mais Dinâmica.

Por isso, a Ciência da Inovação ocupa um lugar especial. Podemos chamar de Ciência Social 2.0, detalhando que é uma visão mais dinâmica.

Detalho:

A Ambientologia Conceitual organiza o ecossistema de lentes — o mapa geral. 

A Ciência da Inovação organiza um domínio específico dentro desse mapa: a trajetória humana. 

São dois níveis distintos de organização, não funções concorrentes. 

A Ambientologia Conceitual é uma meta ciência, que organiza todo o conhecimento e permite ver, por exemplo, que não há mais espaço da defesa da filosofia como um campo de estudo.

A Ciência da Inovação ou Ciência Social 2.0 é, a nosso ver, a Ciência Fenomenológica Social Central.

Inovação por que?

O Sapiens é uma espécie que aumenta sua capacidade de sobrevivência por meio da inovação contínua de ferramentas, mídias, conceitos e modelos de cooperação. 

Por isso, colocar a inovação como eixo central da Ciência Social 2.0 não é estudar um aspecto da trajetória humana, mas o principal mecanismo que explica sua trajetória. 

Seu objetivo é compreender os padrões estruturais da jornada humana.

A partir dela podemos trabalhar três grandes camadas:

  • A inovação civilizacional – procura compreender como a espécie avança ao longo da história;
  • A inovação coletiva, onde estão as organizações –  compreender como grupos resolvem problemas;
  • E a inovação individual (Existenciologia) – compreender como cada pessoa resolve melhor seus próprios desafios.

Dentro da Inovação Individual, temos a Existenciologia.

A Existenciologia é o sinônimo de Inovação Individual, que pode ter diferentes abordagens, a nossa, por exemplo, é o Potencialismo.

No qual o Sapiens veio ao planeta para cumprir a missão de ser o máximo singular que conseguir – e é isso que o faz poder ter uma vida melhor, com uma taxa de BOMTRC (Bom Humor, Otimismo, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade) mais alta.

Quando alteramos os paradigmas da Ciência da Inovação (a Ciência Fenomenológica Social Central), todas as ciências periféricas precisam ser revisitadas.

Uma nova visão da história humana altera:

  • A economia;
  • A  administração;
  • A educação;
  • A política
  • A psicologia.

Primeiro precisamos compreender a floresta. Depois podemos compreender melhor as árvores.

Temos ainda as Ciências Suportológicas.

Seu papel é fortalecer a qualidade das explicações produzidas pelas Ciências Fenomenológicas.

Aqui entram dois campos fundamentais.

  • A Conhecimentologia – procura compreender como produzimos conhecimento de melhor qualidade, como reduzimos erros, como validamos explicações e narrativas mais consistentes;

  • E a Lógicologia – procura compreender a qualidade dos raciocínios utilizados na produção do conhecimento, aumentar a coerência entre observações, argumentos e conclusões.

Por fim, existe ainda uma camada adicional que costuma ser pouco percebida.

Todas as ciências trabalham com abordagens.

Não existe uma única forma de estudar um fenômeno.

Existem diferentes narrativas.

Diferentes paradigmas.

Diferentes modelos explicativos.

A Física possui abordagens distintas.

A Psicologia possui abordagens distintas.

A Economia possui abordagens distintas.

A Ciência da Inovação possui abordagens distintas.

A Existenciologia possui abordagens distintas.

A Conhecimentologia possui abordagens distintas.

A Ambientologia Conceitual também tem diversas abordagens.

Estamos propondo explicitar que ela existe, é necessária e olhando ao alto da montanha que ela nos permite, podemos dizer que a Filosofia como campo tem que ser extinto.

O desafio passa então a ser outro:

Como avaliamos uma abordagem?

  • Muitas vezes isso é feito pela tradição.
  • Pela autoridade.
  • Pela quantidade de adeptos.
  • Pelo prestígio institucional.

Mas esses critérios são frágeis.

Uma abordagem não deveria ser considerada forte porque é antiga.

Nem porque possui muitos seguidores.

Nem porque é defendida por especialistas.

O critério precisa ser outro.

Toda abordagem é uma ferramenta para melhorar nossa relação com determinado fenômeno.

Por isso, a pergunta correta é simples:

Esta abordagem melhora ou piora nossa relação com o fenômeno estudado?

  • Se melhorar, estamos diante de uma abordagem mais forte;

  • Se piorar, estamos diante de uma abordagem mais fraca.

As abordagens, assim, procuram melhorar a relação entre o Sapiens e os fenômenos.

Quanto mais uma abordagem aumenta a capacidade de compreender, prever, decidir e agir diante de determinado fenômeno, mais forte ela é.

Quanto mais confunde, limita ou dificulta essa relação, mais fraca ela é.

Talvez possamos resumir tudo isso numa fórmula simples:

  • As Ciências Fenomenológicas estudam os fenômenos;

  • As Ciências Suportológicas estudam como produzir explicações mais fortes sobre os fenômenos.

E as abordagens são avaliadas pela sua capacidade de melhorar a relação entre o Sapiens e os fenômenos estudados.

A Civilização 2.0 exige exatamente isso.

Menos apego a tradições conceituais.

Mais preocupação com a qualidade das explicações.

Menos foco nas nomenclaturas.

Mais foco nos resultados.

Mais do que nunca, precisamos compreender a floresta, as árvores e a qualidade das lentes que utilizamos para observá-las.

Terminemos assim:

Quem organiza melhor as lentes interpreta melhor os fenômenos. 

Quem interpreta melhor os fenômenos toma decisões melhores. 

E quem toma decisões melhores aumenta suas chances de viver melhor. 

A reorganização da Ambientologia Conceitual, a extinção da filosofia, a troca da Ciência Social pela Ciência da Inovação – tudo isso faz parte dos ajustes necessários para ajudar o Sapiens 2.0 a viver melhor.

Isso, apesar de denso e abstrato, não é uma discussão que não impacta a vida do Sapiens.

É o início de uma nova fase, na qual precisamos urgentemente dos conceitos fortes do passado para viver melhor o presente e o futuro.

É uma necessidade civilizacional para um Sapiens que precisa ser muito mais lúcido do que foram as suas versões passadas.

É isso, que dizes?

O link para o Glossário Bimodal:

https://bit.ly/glossbimodais

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