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Resumo do artigo feito pelo Tio Chatinho:

Neste artigo, Nepô apresenta o conceito de Potencialismo 2.0 como uma evolução histórica e estrutural das teorias de singularização humana adaptadas à era digital. O autor demonstra, por meio da lógica demográfica e midiática, que a descentralização da Civilização 2.0 exige obrigatoriamente um upgrade civilizacional de cada indivíduo, demandando um Sapiens mais reflexivo, originalizado e capaz de utilizar sua Mente Terciária para elevar sua Taxa de Sapiencidade e garantir a sobrevivência coletiva.

As melhores frases do artigo (selecionadas pelo Nepô):

O Potencialismo é uma linha de abordagem dentro da Existenciologia.

Potencializar é aumentar a Taxa de Sapiencidade de cada Sapiens, fortalecendo as virtudes únicas.

O ser humano vive melhor quando consegue desenvolver aquilo que tem de mais singular.

A sociedade é mais inovadora e consegue superar melhor as suas crises quando as pessoas conseguem contribuir com o seu potencial para o bem comum.

Não existe Civilização 2.0 sem aumento da responsabilização individual.

Não se trata mais apenas de desenvolvimento pessoal, estamos falando de sobrevivência civilizacional.

Quanto mais gente temos no planeta, maior a necessidade de cada pessoa aumentar sua Taxa de Sapiencidade e reduzir sua Taxa de Apassariamento.

O Sapiens 1.0 conseguia sobreviver sendo mais massificado; o Sapiens 2.0 precisará aprender a ser cada vez mais singularizado.

O Potencialismo 2.0 é, no fundo, uma teoria da adaptação humana à Civilização 2.0.

O Potencialismo 2.0 não é opcional, ele é uma exigência histórica da nova era civilizacional.

O Potencialismo 2.0 não nasce da vaidade individual, mas da necessidade civilizacional de ampliar a inteligência coletiva através da singularidade humana.

Toda sociedade mais complexa exige menos repetidores e mais protagonistas existenciais.

A descentralização das mídias empurra o Sapiens para fora do rebanho cognitivo e o obriga a desenvolver sua potência singular.

O verdadeiro oposto da potencialização não é a limitação, mas a padronização inconsciente da existência.

Quanto mais avançada se torna a Civilização 2.0, mais perigoso fica viver apenas no piloto automático das Mentes Primária e Secundária.

As melhores frases dos outros:

“Tornar-se aquilo que se é, pressupõe que não se tenha a menor suspeita do que se é.” – Clarice Lispector;

“O indivídue que pensa por si mesmo e age de acordo com suas próprias convicções é uma força revolucionária.” – Emma Goldman;

“Ser você mesmo em um mundo que está constantemente tentando fazer de você outra coisa é a maior realização.” – Ralph Waldo Emerson;

“Há pelo menos um canto do universo que você pode certamente aperfeiçoar, e esse é você mesmo.” – Aldous Huxley;

“O privilégio de uma vida é ser quem você é.” – Joseph Campbell;

“Tornar-se aquilo que se é, eis a tarefa da vida.” – Carl Rogers;

“O homem não é nada além daquilo que faz de si mesmo.” – Erich Fromm;

“A vida encolhe ou se expande na proporção da coragem de cada um.” – Anaïs Nin;

Vamos ao Artigo:

“Seja você mesmo; todos os outros já existem.” Oscar Wilde.

Não vamos afirmar que o Potencialismo é ideia nossa.

Ele é uma releitura e uma reorganização das ideias dos Conceituadores Existenciologistas do passado – também chamados, erroneamente por muitos, de filósofos.

O Potencialismo já existia, mas não com este nome.

O Potencialismo é uma linha de abordagem dentro da Existenciologia.

A Existenciologia é a ciência que estuda o fenômeno da existência humana.

Como toda a ciência é preciso definir o que é o fenômeno e como podemos lidar melhor com ele.

Assim, estamos defendendo a ideia de que o Potencialismo sempre existiu, mas não com este nome.

Potencializar é aumentar a Taxa de Sapiencidade de cada Sapiens, fortalecendo as virtudes únicas.

Potencializar é combater o Apassarinhamento humano, a tendência que temos de termos vidas mais parecidas com os passarinhos.

O Sapiens é a única espécie com capacidade de:

  • Ter consciência da morte;
  • A partir disso, refletir sobre e dar sentido à existência;
  • O Sapiens possui Mentes Mais Reflexivas, que lhe permite mudar de forma mais profunda e radical a sua existência;
  • Tem mais capacidade de se diferenciar de outros membros da espécie.

Assim, quando queremos:

  • Incentivar a Potencialização e a Singularização do Sapiens, estamos, de certa forma, dentro da linha do Potencialismo;
  • Incentivar a Massificação e a Pasteurização do Sapiens, estamos, de certa forma, contra a linha do Potencialismo.

Diversas correntes do passado defenderam, não com este nome, os princípios do Potencialismo.

  • O Ikigai japonês, que procura alinhar talento, propósito e contribuição;
    ● Mihaly Csikszentmihalyi, com o conceito de estado de fluxo;
    ● Viktor Frankl, com a busca de sentido;
    ● Carl Jung, com o processo de individuação;
    ● Nietzsche, com a superação de si mesmo;
    ● Abraham Maslow, com a autorrealização.

Todos eles, de alguma maneira, apontavam para a mesma direção:

O ser humano vive melhor quando consegue desenvolver aquilo que tem de mais singular.

Não só isso.

A sociedade é mais inovadora e consegue superar melhor as suas crises quando as pessoas conseguem contribuir com o seu potencial para o bem comum.

O que chamamos agora de Potencialismo 1.0 foi esse grande movimento histórico anterior ao Digital.

O Potencialismo 1.0 já percebia corretamente a necessidade humana da singularização.

Porém, ele tinha uma limitação estrutural importante:

Foi construído dentro da Ciência Social 1.0.

Ou seja:

Não percebia a relação estrutural entre aumento populacional, novas mídias e necessidade crescente de potencialização humana.

O Potencialismo 1.0 é pré TDMC – Teoria Demografista Midiática Cooperativa, que defende que vivemos um EPC – Espiral Civilizacional Progressivo, que é sintetizado na seguinte fórmula:

S = D/C.

Quanto mais gente, mais Complexidade (C), quanto mais complexidade para mantermos uma taxa maior de Sustentabilidade (S), precisamos mais e mais descentralizar (D) a cooperação humana.

Os antigos potencialistas observavam os efeitos, mas não conseguiam enxergar claramente a engrenagem civilizacional por trás do fenômeno.

De tempos em tempos, assim, há uma expansão e uma contenção das ideias potencialistas.

Novas mídias descentralizadoras incentivam o aumento da visão Potencialista;

Aumentos populacionais, sem novas mídias descentralizadoras, reduzem a visão Potencialista.

Vivemos, assim, com o Digital, na sua fase mais avançada, a expansão das ideias Potencialistas, oferecendo ao Sapiens 2.0, uma base conceitual forte para que possa se potencializar.

E é aqui que entra o diferencial do Potencialismo 2.0.

A novidade da abordagem bimodal não é afirmar que o ser humano precisa se potencializar.

Isso já vinha sendo dito há muito tempo.

A novidade está em explicar por que essa necessidade aumenta historicamente, de forma exponencial, de tempos em tempos..

A partir da TDMC, percebemos que existe uma relação estrutural entre crescimento populacional e necessidade de aumento da singularização humana.

Chegamos, assim, à seguinte fórmula, aplicando agora a TDMC particularmente a vida de cada Sapiens:

S = P / D

Na qual:

  • S = Sustentabilidade;
    ● P = precisa de potencialização;
    ● D = quando aumentamos progressivamente a descentralização.

Quanto mais cresce a população, maior é a necessidade de aumentar a participação singular das pessoas na sobrevivência coletiva.

Não existe Civilização 2.0 sem aumento da responsabilização individual.

O Potencialismo 2.0 visa trazer os conceitos existenciológicos fortes do passado e:

  • Integrá-los;
  • Colocá-los dentro do novo contexto;
  • Popularizá-los tanto do ponto de vista conceitual, como do ponto de vista operacional, com o uso intensivo das Mentes Artificiais.

O Sapiens 2.0 precisa ser mais protagonista da própria vida.

  • Mais reflexivo;
  • Mais originalizado;
  • Mais capaz de tomar decisões;
  • Mais apto a encontrar seus potenciais singulares
  • Mais consciente sobre si mesmo.

O Potencialismo 2.0 nasce justamente dessa percepção estrutural.

O aumento da Complexidade Demográfica Progressiva já exigia um upgrade civilizacional das pessoas, mas faltavam novas mídias descentralizadoras para que isso fosse possível.

Não se trata mais apenas de desenvolvimento pessoal.

Estamos falando de sobrevivência civilizacional.

Quanto mais gente temos no planeta, maior a necessidade de cada pessoa aumentar sua Taxa de Sapiencidade e reduzir sua Taxa de Apassariamento.

Precisamos aumentar a capacidade crescente de usar a Mente Terciária para refletir sobre a própria existência e reorganizar conscientemente a vida.

Sim, no Potencialismo 2.0 Bimodal acreditamos que, de forma metafórica, visando o melhoria operacional, que temos três mentes:

  • A primária – sensitiva/emocional;
  • A secundária – operacional;
  • A terciária – existencial.]

Um Potencialismo mais adequado aponta não para uma briga entre as três, mas a integração entre elas.

O Potencialismo 2.0, assim, não é apenas uma proposta motivacional.

Ele é uma consequência estrutural da Civilização 2.0.

Quanto mais descentralizada fica a sociedade, maior a necessidade de singularização.

Quanto mais singularização, maior a necessidade de autoconhecimento.

Quanto mais autoconhecimento, maior a necessidade de potencialização.

O Digital não está apenas mudando ferramentas.

Está exigindo um novo tipo de ser humano.

  • O Sapiens 1.0 conseguia sobreviver sendo mais massificado;
  • O Sapiens 2.0 precisará aprender a ser cada vez mais singularizado.

O Potencialismo 2.0 é, no fundo, uma teoria da adaptação humana à Civilização 2.0.

E talvez esse seja o ponto mais importante de todos:

O Potencialismo 2.0 não é opcional.

Ele é uma exigência histórica da nova era civilizacional.

É isso, que dizes?

O link para o Glossário Bimodal:

https://bit.ly/glossbimodais

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