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O áudio do artigo (exclusivo para os Bimodais, com exceção das quartas, quando disponibilizo na rede.) 

Resumo feito pelo Tio Chatinho (ChatGPT):

No presente texto, Nepô nos apresenta um resumo da semana Bimodal 11.6.3, onde discute os e-books de Di Saval. Ele reflete sobre a busca pela excelência na Civilização 2.0, destacando a necessidade humana de deixar um legado significativo. Nepô enfatiza a transição para uma sociedade onde cada indivíduo se vê como uma startup pessoal, enfrentando um futuro de trabalho mais abundante que empregos tradicionais. Ele propõe três escolhas de vida, sendo a terceira a mais desejável: deixar um legado com contribuição social incremental ou disruptiva. Além disso, Nepô revisa paradigmas existenciais e critica a centralização excessiva, defendendo a singularização e a revisão da Ciência Social para uma versão mais atualizada.

Frases de Divulgação do Artigo:

  1. Na Civilização 2.0, cada pessoa terá cada vez mais a demanda de se enxergar como uma startup de si mesma.
  2. Estaremos, dentro em breve, assistindo a Revolução Blockchain, que é a Revolução dentro da Revolução, quando teremos o aumento exponencial dos mercados cada vez mais de nichos.
  3. É impossível traçar o futuro de qualquer setor da sociedade, sem que antes não revisemos os paradigmas estruturais da Ciência Social.
  4. Não adianta resolver o problema de cupins de um armário, se a casa inteira está infestada deles.
  5. Existe dentro de nós um Eu Curador, quanto mais ativo e consciente ele estiver, mais teremos a tendência de levar a nossa vida e menos de ser levado.
  6. Quanto mais um ambiente é verticalizado, mais haverá a pasteurização e não a singularização das pessoas.
  7. Quer descobrir o caminho do seu legado existencial? Se pergunte: o que eu faria até morrer, mesmo não ganhando dinheiro?
  8. Quem não mede objetivamente os seus avanços, está mais perdido do que cego em tiroteio.

Os Mapas Mentais do Artigo:

 

Vamos ao Artigo:

“Não há nada tão inútil quanto fazer com eficiência aquilo que não deveria ser feito de jeito nenhum.”  Peter Drucker.

Vamos fazer um resumo da semana Bimodal 11.6.3.

A semana foi dedicada à análise dos e-books de Di Saval.

Aprendi pouco com ele, mas pude refletir sobre determinadas afirmações da Inovação Pessoal, que circulam muito por aí e merecem melhorias.

A importância da busca pela excelência na Civilização 2.0 

Um primeiro ponto importante é a demanda do Sapiens por deixar legado e isso se explica da seguinte maneira. Note que o Sapiens é a única espécie do planeta que:

  • Sabe que vai morrer, podendo inclusive se matar por escolha própria;
  • Que pode alterar profundamente os rumos da vida;
  • Que acaba tendo uma demanda de deixar algum legado transcendente;
  • E surge, pela sua capacidade de se recriar, a demanda em alguns de se diferenciar bastante dos demais Sapiens. 

Tudo isso, entretanto, faz parte das escolhas que fazemos, a partir dos Paradigmas Existenciais que herdamos e da nossa capacidade de revisá-los.

De maneira geral, dentro dos Projetos Existenciais Mais Hegemônicos, as pessoas não são estimuladas a pensar no longo prazo e procurar ampliar a sua singularização.

Temos como tendência mais imitar os outros do que nos diferenciar, a partir dos nossos Potenciais Singulares.

Isso não era um grande problema na Civilização 1.0, mas é meio inadequado na Civilização 2.0.

Na Civilização 2.0, cada pessoa terá cada vez mais a demanda de se enxergar como uma startup de si mesma.

Na classificação que fazemos das três escolhas de vida possíveis, temos a seguinte divisão, melhorada do que foi dito na semana, reduzindo a três:

  • Legado nenhum, nem genético, nem patrimonial e nem contribuição social incremental ou inovadora para a espécie;
  • Legado  genético e/ou patrimonial e sem contribuição social incremental ou disruptiva para a espécie;
  • Legado com contribuição social incremental ou disruptiva para a espécie.

Na verdade, toda a linha de Conceituadores Renascentista 2.0 aposta na necessidade da terceira escolha: deixar um legado diferenciado e único com contribuição para a sociedade ou mais incremental ou mais disruptivo.

Num mundo em que:

  • Teremos mais trabalho do que emprego;
  • Vivemos uma exponencial singularização;
  • Abre-se as portas para cada vez mais nichos de mercado;
  • E o diferencial competitivo de cada profissional será atender bem um público cada vez mais diferenciado e exigente, que quer comprar cada vez mais excelência.

Na Civilização 2.0, haverá uma forte demanda para a terceira opção “Legado com contribuição social”, pois cada vez teremos mais trabalho e menos emprego.

Estaremos, dentro em breve, assistindo a Revolução Blockchain, que é a Revolução dentro da Revolução, quando teremos o aumento exponencial dos mercados cada vez mais de nichos.

Na Civilização 1.0, éramos obrigados a agradar o chefe imediato. Na Civilização 2.0, iremos atender diretamente, via Blockchain, clientes de nicho, que serão cada vez mais exigentes.

As pessoas num mundo mais aberto e transparente, vão querer comprar excelência, confiança, honestidade e para que tudo isso seja possível, você terá que estar em dia com um legado social mais forte.

Na Civilização 2.0, cada pessoa será cada vez mais uma startup dela mesmo e precisa achar um caminho que lhe permita fazer a diferença na caminhada progressiva na direção da excelência.

Não existe um Eu Perdido a ser resgatado numa operação especial 

Na semana, reforçamos ainda a ideia do Sapiens em processo, questionando um papo mole de que eu tenho um eu perdido que precisa ser conhecido.

Nós não temos um Eu perdido, pois o Sapiens é um processo vivo, que não sabe exatamente até onde poderá ir.

Você precisa aprender a conhecer os seus processos e não algo estático e fixo tal como “conhecer o seu Eu original”.

A revisão da Ciência Social 1.0 

Outro ponto que é um trabalho que temos que fazer é a revisão da Ciência Social 1.0 pela 2.0:

Vejamos na tabela a visão da Ciência Social 1.0 sobre o Sapiens e a 2.0::

Temos feito a relação entre ambientes e tipos de escolhas de vida.

  • Na Centralização, há uma tendência de redução da Taxa de Singularização;
  • Na Descentralização, há uma tendência de aumento da Taxa de Singularização.
A metáfora da casa e do armário cheio de cupins 

Um dos pontos importantes na semana foi a criação da metáfora do armário e casa com cupins.

  • O armário – são as Ciências Sociais Específicas, tal como educação, administração, psicologia, economia, ciência política;
  • A casa – é a Ciência Social, que responde a duas questões centrais, pela ordem: quem é o Sapiens? Como ele avança na história, através de qual motor?

Temos repetido que:

É impossível traçar o futuro de qualquer setor da sociedade, sem que antes não revisemos os paradigmas estruturais da Ciência Social.

E aí nos veio a metáfora da casa e do armário:

Não adianta resolver o problema de cupins de um armário, se a casa inteira está infestada deles.

Outros pontos relevantes:

A busca pela excelência é um processo de repetição em espiral, cada dia melhora um pouco. Quem vê de fora pode achar repetitivo, mas não é.

Cai a ficha: o Sapiens 2.0 não tem muita escolha, a não ser apostar em Paradigmas Existenciais mais Proativos e Empreendedores.

Existe dentro de nós um Eu Curador, quanto mais ativo e consciente ele estiver, mais teremos a tendência de levar a nossa vida e menos de ser levado. 

Nos Paradigmas Existenciais Mais Centralizados a tendência será de uma perseguição mais ou menos radical a todos aqueles que quiserem se singularizar. 

Quanto mais um ambiente é verticalizado, mais haverá a pasteurização e não a singularização das pessoas.

Quem vive na cotidianidade está por dentro de todas as fofocas, mas por fora do movimento mais amplo da jornada da espécie.

Quer descobrir o caminho do seu legado existencial? Se pergunte: o que eu faria até morrer, mesmo não ganhando dinheiro?

Quando falamos em foco, é preciso separar o Foco Existencial, que guia tudo, e o Foco Cotidiano, que serve para resolver pequenas pendências. 

Quem não mede objetivamente os seus avanços, está mais perdido do que cego em tiroteio.

Não pense em objetivo final, pois, como somos um processo, é melhor se perguntar, curioso: até onde eu vou conseguir ir com o meu Legado Existencial?

Cada um tem um horário melhor para colocar o Eu Criativo para trabalhar. Descubra qual é o seu, por mais estranho que possa parecer aos outros.

Evite nas horas de criatividade, ser incomodado por qualquer coisa externa, pois isso divide a sua cabeça e baixa a taxa de inspiração.

É isso, que dizes?

Nepô é o filósofo da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.”Leo Almeida.

“Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções. Ele tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos. Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição “sine qua non” para se adaptar aos ambientes deste novo mundo.”Fernanda Pompeu.

“Os áudios do Nepô fazem muito sentido no dia a dia. É fácil ouvir Nepô é colocar um óculos para enxergar a realidade.” – Claudio de Araújo Tiradentes.

Bem vindo à Bimodais – estudamos a nova Ciência da Inovação, que se divide em Inovação Civilizacional, Grupal e Pessoal.

Estamos mais focados em 2024 na Inovação Pessoal.

Estamos entrando na Décima Primeira Imersão (de maio a junho de 2024.)

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Mais dúvidas?

Me pergunta….

Abraços,
Nepô.

Com prazer informo que meu novo livro foi este mês para as livrarias. Já está à venda na Amazon: https://a.co/d/3r3rGJ0

 

 

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