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“O ser humano é a única espécie vivente que tem que perceber a realidade.”Ayn Rand.

Temos feito um esforço na Bimodais de criar uma Metodologia Geral para Separação entre Conceitos Mais Tóxicos dos mais Saudáveis (que pode servir para análise de qualquer fenômeno) e nessa direção há uma série de artigos que estão sendo produzidos, podem ser visto aqui.

Neste artigo, em particular, vamos procurar apontar a origem de diversos erros graves sobre a análise da Sociedade Humana numa Dicotomia Conceitual que denominamos Animallogia versus Animalfobia, veja a tabela abaixo:

Quando estudamos o Sapiens, temos uma dificuldade de nos encarar como animais também.

Quando ignoramos o nosso lado animal, de um ser vivo que necessita OBRIGATORIAMENTE realizar uma série de atividades permanentes para sobreviver, temos uma grande chance de começar a projetar possibilidades humanas irreais.

Um ser vivo é marcado pelas limitações impostas pela sua necessidade permanente de ter que sobreviver. Com o Sapiens, não é diferente.

Quando se criar Narrativas sobre a Sociedade Humana, ignorando o fato que somos também animais, se abre uma margem grande para começar a imaginar algo que não somos.

O Sapiens é um animal com particularidades, mas é um animal que precisa comer, beber, dormir, procriar.

Quando analisamos a obra conceitual de Ayn Rand (1905 – 82), por exemplo, um dos seus diferenciais é justamente um trabalho permanente da Animallogia, sempre comparando o Sapiens com outras espécies.

Rand, por exemplo, nos alerta que as outras espécies sobrevivem quase que automaticamente e nós precisamos decidir como vamos sobreviver, com resultados positivos ou negativos, diante das escolhas feitas.

A Animalfobia, assim, é extremamente prejudicial para a compreensão do Sapiens, principalmente agora, com as Mudanças Estruturais Civilizacionais, que estamos passando, a partir da chegada das novas mídias.

Toda a Narrativa Bimodal, por exemplo, adota o caminho da Animallogia, quando analisamos, por exemplo, o Triângulo da Sobrevivência das outras espécies e o do Sapiens.

Nele, percebemos que o Sapiens pode crescer demograficamente, pois altera, de forma estrutural, tanto o seu Macro Modelo de Comunicação e, a partir deste, o de Sobrevivência.

As Narrações Científicas sobre qualquer fenômeno são feitas a partir de escolhas, que se desdobram em mais ou menos afastamento da realidade, com a criação de Conceitos Mais ou Menos Tóxicos, Mais ou Menos Saudáveis.

O grande equívoco da Animalfobia é justamente a dificuldade de enxergar o Sapiens como um ser vivo, que precisa tomar decisões na direção da sobrevivência.

Na Animalfobia há uma tendência de considerar que a sobrevivência é algo natural – e não sempre uma criação humana, que vai escolhendo as melhores Ferramentas Operacionais e Conceituais, que foram testadas ao longo da nossa jornada.

É isso, que dizes?

One Response to “Animalfobia é o principal equívoco dos Conceituadores ao analisar a sociedade humana”

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