Feed on
Posts
Comments

Resumo do artigo feito pelo Tio Chatinho:

Neste artigo, Nepô apresenta o conceito de Metricologia, defendendo que todas as decisões humanas são moldadas, consciente ou inconscientemente, por uma métrica de avaliação que precede a própria ação. O autor contextualiza essa necessidade a partir da atual Revolução Civilizacional Digital — que exige um Sapiens 2.0 mais sofisticado conceitualmente para lidar com o aumento da complexidade demográfica —, diferenciando as métricas exógenas (focadas em reconhecimento externo) das endógenas (focadas na excelência interna). Por fim, utilizando a Existenciologia Bimodal e o Potencialismo como exemplos, Nepô demonstra que a definição clara de critérios de avaliação é indispensável para o aprendizado, a evolução e o aumento da taxa de singularização do indivídual, sintetizando a ideia na máxima: “Diga-me qual é a sua métrica e te direi quem és.”

As melhores frases do artigo (selecionadas pelo Nepô):

De tempos em tempos, conforme vamos aumentando a população, precisamos realizar uma Revolução Civilizacional.

Quanto mais gente temos no planeta, mais cada ser humano precisa assumir mais responsabilidades para poder ajudar a lidar com um mundo mais complexo.

A Metricologia defende a ideia que todas as decisões que são tomadas se baseiam de forma mais consciente ou inconsciente em uma métrica.

A Métrica é uma medida de avaliação de todas as decisões e projetos.

Sem uma métrica, não existe avaliação se as decisões melhoraram ou pioraram a sua vida.

Sem avaliação, não existe aprendizado.

Sem aprendizado, não existe evolução.

Toda decisão humana é tomada em direção a algum resultado desejado.

A escolha da métrica precede a escolha da ação.

Quando alguém muda a métrica, muda toda a sua forma de pensar.

A métrica é o GPS invisível de toda decisão humana.

Toda escolha revela uma métrica, mesmo quando ela nunca foi declarada.

Mudanças civilizacionais profundas exigem a revisão das métricas que orientam a sociedade.

Não somos definidos apenas pelos objetivos que perseguimos, mas pelos critérios que usamos para avaliar se estamos avançando.

Quem não explicita sua métrica corre o risco de ser conduzido pelas métricas dos outros.

As melhores frases dos outros:

“A métrica do sucesso é a nossa capacidade de encontrar satisfação no que fazemos de melhor.” – Howard Gardner;

“Diga-me como me medes e eu te direi como me comportarei” – Eliyahu M. Goldratt;

“Dize-me a que prestas atenção e eu te direi quem és.” – José Ortega y Gasset;

“Nem tudo o que pode ser contado conta, e nem tudo o que conta pode ser contado.” – William Bruce Cameron;

“O que é medido é gerenciado.” – W. Edwards Deming;

“Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia” – William Edwards Deming;

Vamos ao Artigo:

“Não se pode gerenciar o que não se pode medir.” – William Edwards Deming; 

De tempos em tempos, conforme vamos aumentando a população, precisamos realizar uma Revolução Civilizacional.

Os alicerces conceituais e operacionais do Sapiens, com o tempo, ficam obsoletos.

Se fizermos um paralelo com as ideias de Thomas Kuhn podemos dizer que vivemos uma fase mais longa da Sociedade Normal e, num período mais curto, da Sociedade Extraordinária.

Já vimos dentro da TDMC (Teoria do Demografismo Midiático Cooperativa) que:

  • o Fator Causante é o aumento da Complexidade Demográfica;
  • o Detonante a chegada de novas Tecnologias Cognitivas;
  • o Consequente é a criação de um Modelo de Sobrevivência Mais Descentralizado, portanto, mais Complexo;
  • E, por fim, o Atuante que é uma redefinição dos alicerces conceituais e operacionais dentro do novo contexto.

Na atual Revolução Civilizacional Digital, entretanto, estamos vivendo algo completamente novo.

Estamos não melhorando a Gestão (mais centralizada), mas criando um novo Modelo de Sobrevivência muito mais descentralizado a Curadoria.

Os Ubers e os Blockchains são exemplos da Curadoria, no qual os consumidores são muito mais proativos, num modelo muito menos inspirado nos lobos e muito mais nas formigas.

Dentro dessa revisão geral, precisamos de uma nova Ambientologia Conceitual.

A Ambientologia Conceitual é algo que vem antes de tudo.

São os pilares em que todos os “prédios” conceituais são construídos.

A Ambientologia Conceitual 1.0, com a sua dicotomia Filosofia/Ciência vai dar lugar a Ambientologia Conceitual 2.0, na qual a Filosofia, simplesmente, deixa de existir.

Não, não estamos apagando os ensinamentos dos Grandes Pensadores do passado, mas reorganizando-os para que fiquem mais acessíveis para muito mais gente.

O Sapiens 2.0 precisa ser muito mais sofisticado conceitualmente do que foi o 1.0.

Eis a regra.

Quanto mais gente temos no planeta, mais cada ser humano precisa assumir mais responsabilidades para poder ajudar a lidar com um mundo mais complexo.

Dentro dessa revisão geral, o tema do artigo é sobre um campo novo que vamos chamar de Metricologia.

A Metricologia defende a ideia que todas as decisões que são tomadas se baseiam de forma mais consciente ou inconsciente em uma métrica.

Em tempos de Copa do Mundo podemos dividir os jogadores, por exemplo, naqueles que focam a sua carreira:

  • Métrica Endógena – na procura da excelência, focado em melhorar cada vez mais em campo;
  • Métrica Exógena – na procura de dinheiro, seguidores, aplausos.

A Métrica é uma medida de avaliação de todas as decisões e projetos.

Na Existenciologia Bimodal, por exemplo, nossas sugestões para uma vida de mais qualidade, sugerimos o Potencialismo.

Qual a métrica do Potencialismo?

Você tem que desenvolver seus potenciais únicos, que quando praticados aumentam a sua taxa de BOMTRC (Bom Humor, Otimismo, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade).

Obviamente, que há uma preocupação com dinheiro, mas a métrica não é mais grana, ou seguidores, ou qualquer coisa que venha de fora.

O Potencialismo defende uma Métrica Endógena – aquela que quando você desenvolve o seu potencial, uma energia positiva vem de dentro para fora e te mantém com o astral lá em cima.

Há uma pergunta, assim, que considero uma das mais importantes e menos feitas em qualquer conversa relevante:

Qual é a métrica que você está usando para qualquer decisão a ser tomada?

Sem uma métrica, não existe avaliação se as decisões melhoraram ou pioraram a sua vida.

Sem avaliação, não existe aprendizado.

Sem aprendizado, não existe evolução.

Toda decisão humana é tomada em direção a algum resultado desejado.

Porém, para saber se estamos nos aproximando ou nos afastando desse resultado, precisamos definir uma métrica.

A pergunta fundamental não é apenas:

“O que devo fazer?”

Mas antes:

“Como vou medir se estou acertando?”

A escolha da métrica precede a escolha da ação.

Quando alguém muda a métrica, muda toda a sua forma de pensar.

O caso clássico da verdade

Tomemos Sócrates.

Sua proposta era a busca da verdade.

Parece algo simples.

Mas surge uma pergunta inevitável:

Como sabemos que nos aproximamos mais da verdade?

Qual é a métrica?

Sem uma definição métrica, a palavra “verdade” corre o risco de se transformar numa abstração impossível de ser avaliada.

A Métrica é a base para a tomada de decisões.

A melhor verdade possível, a cada decisão, é aquela que mantém alta a sua taxa do seu BOMTRC (Bom Humor, Otimismo, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade).

A Metricologia surge justamente para enfrentar esse problema.

Toda proposta precisa explicitar sua métrica.

A métrica molda a decisão

Quando duas pessoas discordam, muitas vezes elas não estão discordando das ações.

Estão discordando da métrica.

Vamos imaginar dois profissionais.

A Existenciologia Bimodal parte de uma premissa específica.

O objetivo principal da vida não é simplesmente acumular recursos, status ou reconhecimento.

O objetivo principal é ampliar a taxa de singularização.

Ou seja: desenvolver e expressar cada vez mais os Potenciais Singulares.

Quando fazemos essa escolha, precisamos também definir uma métrica correspondente.

A Metricologia nos ajuda a perceber que as decisões não nascem apenas dos objetivos. Elas nascem das métricas.

Antes de discutir estratégias, precisamos discutir critérios de avaliação. Antes de perguntar para onde alguém está indo, precisamos perguntar como ele mede o sucesso da viagem.

Talvez possamos resumir tudo numa única frase: Diga-me qual é a sua métrica e te direi quem és.

É isso, que dizes?

O link para o Glossário Bimodal:

https://bit.ly/glossbimodais

Leave a Reply