Feed on
Posts
Comments

Resumo do artigo feito pelo Tio Chatinho:

Neste artigo, Nepô apresenta a necessidade urgente de migrar para a Educação 2.0, focada na integração profunda com as Mentes Artificiais em vez de sua proibição. O autor defende que a nova complexidade demográfica exige um ambiente de sobrevivência mais tecnológico, onde o papel do professor se transforma em incentivador do uso criativo da IA, deslocando o foco da avaliação do produto final para o “rastro” do diálogo e da capacidade de cocriação entre o Sapiens e as máquinas.

As melhores frases do artigo (selecionadas pelo Nepô):

O Sapiens já está convivendo, desde a década de 40, com Mentes Artificiais, que vão ficando cada vez mais inteligentes.

Quanto mais inteligentes ficam as Mentes Artificiais, mais elas se capacitam a fazer aquilo que era exclusivo do Sapiens.

Repare que todos os profissionais, seja em que área for, só se destacará pela capacidade de utilizar bem as Mentes Artificiais para atender a seus clientes.

Acorda: não existe mais a ideia de um profissional que não tenha como assistentes Mentes Artificiais na sua atividade.

As escolas, desde cedo até a universidade, precisam criar métodos para que as pessoas passem a utilizar, de forma eficaz e inteligente, as Mentes Artificiais.

O diferencial do Sapiens 2.0 não é dominar o conhecimento, mas conseguir, a partir do conhecimento, gerar algo criativo, que seja cada vez mais útil para seus clientes.

A Avaliação 2.0 surge, assim, como uma avaliação baseada na capacidade de diálogo com as Mentes Artificiais.

A diferença de um Profissional 2.0 não é mais absorver conteúdo, mas, a partir do conteúdo, ser capaz de usar uma Mente Artificial para ser eficiente e criativo.

Educação 2.0 não é sobre evitar Mentes Artificiais, mas sobre formar humanos capazes de dialogar com elas de forma estratégica.

Quem proíbe o uso de Mentes Artificiais na educação está, na prática, treinando alunos para um passado que já não existe.

O novo analfabetismo não será não saber ler ou escrever, mas não saber interagir produtivamente com Mentes Artificiais.

A vantagem competitiva do Sapiens 2.0 nasce da combinação entre repertório humano e capacidade de orquestrar Mentes Artificiais.

Avaliar sem considerar o uso de Mentes Artificiais é medir a performance ignorando as ferramentas reais do jogo.

As melhores frases dos outros:

“As crianças podem aprender sozinhas se lhes dermos acesso ao conhecimento e às ferramentas certas.” – Sugata Mitra

“A máquina não substitui o homem, ela o prolonga.” – Marshall McLuhan;

“A inteligência é a capacidade de se adaptar à mudança.” – Stephen Hawking;

“Aprender é a única coisa que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende.” – Leonardo da Vinci;

“O futuro pertence àqueles que aprendem mais rápido que a mudança.” – Eric Hoffer;

“Quem domina a tecnologia domina o futuro.” – Ray Kurzweil;

“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo, mas só se soubermos usá-la para criar, não para repetir.” – Sir Ken Robinson;

“A criatividade é a inteligência se divertindo. E, no mundo digital, a diversão é a chave para a inovação.” – Walter Isaacson;

Vamos ao Artigo:

“A verdadeira inovação não vem de quem sabe tudo, mas de quem sabe usar o que não sabe para criar algo novo.” Clayton Christensen.

No artigo passado (ver aqui), defendemos a ideia de que Inteligência Artificial é um conceito fraco.

Frase em destaque: 

O Sapiens já está convivendo, desde a década de 40, com Mentes Artificiais, que vão ficando cada vez mais inteligentes.

Frase em destaque: 

Quanto mais inteligentes ficam as Mentes Artificiais, mais elas se capacitam a fazer aquilo que era exclusivo do Sapiens.

Repare que as Mentes Artificiais vieram resolver a crise civilizacional que estamos passando.

Crescemos oito vezes a população do planeta e o Ambiente de Sobrevivência 1.0 ficou obsoleto.

Há diversos problemas que não conseguem mais ser resolvidos  – devido à complexidade – pelo Ambiente de Sobrevivência do passado.

Estamos, assim, criando um novo Ambiente de Sobrevivência mais compatível com a nova Complexidade Demográfica.

No passado, não havia Mentes Artificiais com o QI (Quoeficiente de Inteligência) que temos hoje, podendo assumir funções que eram exclusivas do Sapiens.

Como na relação com todas as tecnologias, passamos a ter atividades que são transferidas para elas e outras que elas não conseguem realizar e é nesse “oceano azul”  que o Sapiens precisa atuar.

Conversando com uma vizinha, ela me disse que tem professores que fiscalizam se o aluno usou Mentes Artificiais e pune aqueles que as utilizaram.

Tentar resolver a complexidade atual com a centralização do conhecimento no professor é tornar a formação do aluno insustentável para o mercado 2.0. 

O papel do professor é agora de um incentivador para que cada vez mais os alunos consigam usar as Mentes Artificiais de forma criativa e inteligente.

Nada mais Educação 1.0 do que isso!

Frase em destaque: 

Repare que todos os profissionais, seja em que área for, só se destacará pela capacidade de utilizar bem as Mentes Artificiais para atender a seus clientes.

Frase em destaque: 

Acorda: não existe mais a ideia de um profissional que não tenha como assistentes Mentes Artificiais na sua atividade.

Frase em destaque: 

As escolas, desde cedo até a universidade, precisam criar métodos para que as pessoas passem a utilizar, de forma eficaz e inteligente, as Mentes Artificiais.

Estamos, assim, vivendo a transição da Educação 1.0 (com Mentes Artificiais menos inteligentes) para a 2.0 (com Mentes Artificiais mais Inteligentes).

É uma mudança estrutural na forma de pensar todo o processo.

Frase em destaque: 

O diferencial do Sapiens 2.0 não é dominar o conhecimento, mas conseguir, a partir do conhecimento, gerar algo criativo, que seja cada vez mais útil para  seus clientes.

 

A Educação 2.0 não pode mais avaliar apenas o produto final, pois o produto final perdeu sua capacidade de revelar a qualidade do processo cognitivo.

O que passa a importar é o rastro.

Frase em destaque: 

A Avaliação 2.0 surge, assim, como uma avaliação baseada na capacidade de diálogo com as Mentes Artificiais.

Digamos que eu sou professor de cenário digital, uma cadeira que já lecionei em diversas escolas para centenas de alunos.

Vou passar um trabalho para eles.

Como eu vou avaliar o trabalho dos alunos?

  1. vou incentivar que eles usem uma Mente Artificial, eu enviando um prompt para que ela possa avaliar o artigo do aluno;
  2. a Mente Artificial (um projeto específico) tem todo o acervo do meu trabalho, que estou disseminando para eles;
  3. no prompt vou pedir que o meu projeto dentro de um GPT avalie a originalidade e eficácia do artigo para um determinado público, a ser definido pelo aluno;
  4. o aluno passa a dialogar com o GPT para que ele possa melhorar a nota;
  5. com a nota acima de sete, caso o aluno queira ficar com esta nota, ele me envia o link da conversa que teve com o GPT;
  6. e eu posso pedir para um outro GPT, com outro prompt, avaliar como o aluno se saiu no diálogo com o GPT específico.

O que muda aqui?

Eu não quero mais que o aluno aprenda o que eu estou ensinando, mas que ele consiga, a partir do ensinado, procurar utilidade e criar em cima.

Frase em destaque: 

A diferença de um Profissional 2.0 não é mais absorver conteúdo, mas, a partir do conteúdo, ser capaz de usar uma Mente Artificial para ser eficiente e criativo.

Bem vindo à Civilização 2.0!

É isso, que dizes?

O link para o Glossário Bimodal:

https://bit.ly/glossbimodais

Leave a Reply