Feed on
Posts
Comments

Versão 1.0 – 11/09/13

Colabore revisando, criticando e sugerindo novos caminhos para a minha pesquisa. Pode usar o texto à vontade, desde que aponte para a sua origem, pois é um texto líquido, sujeito às alterações, a partir da interação.

2010518000028s

Nos estudos que tenho feito sobre filosofia é interessante notar que a história da filosofia é um processo longo de construção de aceitação de limites humanos diante da construção da verdade ou do que o ser é capaz de ser (limites e não limites), pela ordem: razão/Descartes, subjetividade/Kant, história/Hegel, finitude/Heidegger, condições materiais/Marx, linguagem/Wittgenstein (no que pude constatar até aqui).

A base de toda estrutura do pensamento, a meu ver, tem como condicionante os limites de construção da verdade pelo ser humano, que passa justamente do que o humano consegue ser e o que não consegue – potência, impotência e onipotência.

Assim, se pudermos definir cada corrente filosófica/ou filósofo podemos dizer que cada um muda conforme vemos o humano no tempo e no espaço, com sua potência, onipotência e impotência.

Quando pensamos em estabelecer uma corrente filosófica (partindo do princípio que estamos em um mundo livre de ideias pós-Internet) é preciso trabalhar como uma proposta que nos traga novos condicionantes para pensar o ser humano e, por sua vez, algo que possa ser dito de novo em termos da construção da verdade, que ainda não foi dito pelos que já estiveram por aí.

Se existir algo que agregue ao que já vem sendo dito.

Eric Havelock

Eric Havelock

Há três fundamentos que consigo (e aí falo por mim e não por eles) da Escola de Toronto, que é uma escola de teóricos da comunicação, que não se propuseram a criar correntes filosóficas, mas que podemos extrair de suas ideias algo que não está problematizado na filosofia e pelos filósofos, mas deveria:

  • – Que somos uma tecno-espécie dentro de uma tecno-sociedade;
  • – De que Revoluções Cognitivas alteram fortemente como vemos e organizamos o mundo;
  • – E que tais fatores (falando do ponto de vista do pensamento meta-filosófico) questiona a forma como mudamos nossa forma de pensar, criando uma nova possibilidade de rever a própria história da filosofia, abandonando critérios metafísicos, que nos levam à modernidade e a pós-modernidade, colocando no lugar eras cognitivas (oral, escrita – com diferentes fases, eletrônica, idem e agora digital).

O ser humano sofreria com a revisão do humano como um tecno-humano uma revisão radical dos seus limites.

É um milk-shake que bebe de diversas fontes e realinha vários autores sobre um novo ponto de vista.

Vou desenvolver mais isso.

Fica apenas o primeiro registro.

Que dizes?

3 Responses to “O tecno-cognitivismo como uma corrente filosófica”

  1. […] por definir o tecno-modelo cultural da escola. Essa visão só é possível dentro de uma nova corrente filosófica que chamei de tecno-cognitivista (incluindo por conta própria o pessoal da Escola de Toronto) em que acredita que somos uma […]

  2. […] da visão de uma filosofia tecno-cognitivista, extraída das principais ideias da Escola de […]

  3. […] Na expansão cognitiva será necessário chamar novos filósofos para revisar o trabalho daqueles do passado para atualizá-los diante da nova complexidade demográfica, em que o digital é a cura e não a doença, tendo como chave da porta a filosofia tecno-cognitiva. […]

Leave a Reply to Filosofia e pêndulo cognitivo | Nepôsts - Rascunhos Compartilhados

WhatsApp chat