Mudança não é chuva que cai do céu – Nepô – da safra de 2011;
Qual a missão de um agente de mudança 2.0?
O agente de mudança 2.0 é aquele que visa acelerar as mudanças para um mundo mais horizontal, aproveitando-se das oportunidades trazidas pela revolução da informação.
(Já falei mais sobre nós aqui.)
E ainda tentando minimizar os problemas que ela traz junto, pois nenhum tecnologia é só alegria, gera sofrimento também.
Temos alguns desafios:
- – a lógica – compreender o DNA da mudança – causas e consequências;
- – o discurso – conseguir colocar no papel, em verbo essa percepção e chegar no outro de tal forma que possa sensibilizá-lo, através de técnicas de colaboração, diálogo, participação, ego 2.0, etc…;
- – a ação – reunir forças para que com uma nova lógica e compreensão, através de uma nova narrativa, as forças da mudança bem alinhadas consigam mexer seus pauzinhos.
Os três movimentos devem estar alinhados, mas nossa missão é deveras difícil, porém contamos com fortes aliados:
- – o tempo que favorece cada vez mais à adesão a um mundo horizontal com o amadurecimento da rede e de todos que pensam sobre ela;
- – a nova geração que força mudanças, pois já se habituou a um outro ambiente de consumo, produção e troca de informação;
- – a competitividade que passa a ganhar vantagem enorme ao reduzir custo e ganhar escala com o novo modelo para atender a uma super-população, para qual o ambiente informacional anterior era/é incompetente.
Nossos principais inimigos:
- O tamanho da mudança, pois não estamos acostumados a lidar com rupturas desse tamanho, o descontrole informacional modifica a base dos nossos conceitos, numa crise filosófica, que é difícil de ser absorvida rapidamente, ainda mais por quem toma decisões e tem muito a perder;
- A tendência conservadora do ser humano que resiste à mudanças ainda mais nessa escala, ainda mais por quem tem mais a perder, ou mais responsabilidade, que vê tudo isso com muita cautela;
- A dificuldade de aproximar dos tomadores de decisão daqueles que não estão conseguindo entender bem o DNA da mudança, os que realmente decidem, que acabam, normalmente, cercados de pessoas mais próximas, mais pela continuidade do que pela ruptura.
Este é o cenário que deve ser visto com seus riscos, problemas e oportunidades.
É preciso, assim se preparar para:
- Aprofundar a percepção, tanto teórica como conhecer os novos “cases de sucesso”;
- Articular o que está na visão geral com o que está acontecendo;
- Conseguir demonstrar o quanto a mudança é definitiva e mexe com a base do sistema, com a sobrevivência da organização;
- Mostrar os resultado tangíveis nos resultados e procurar pessoas que tendem a ter menos resistência à mudança e com forte poder de decisão.
É um momento difícil e delicado.
Mas é, no mínimo, fascinante.
O que dizes?
Quem quiser se aprofundar abri o curso de preparação para agentes de mudança 2.0…ainda sem data, mas aguardando parceiros para realizar no Rio e fora daqui, presencial ou a distância.
Vamos organizar um evento no Rio, em breve com os agentes, aguarde!