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Há claramente hoje em dia um desprezo e abandono pela tradição do pensar. Parece que o sapiens começou a refletir sobre a realidade, a partir do século XXI e todo os pensadores do passado podem ir para o lixo.

Aristóteles (384 a.c. – 322 a.c), por exemplo, pode nos ajudar bastante a entender por que há tanta confusão diante do Digital, com dois conceitos que já têm mais de dois mil anos: análise indutiva e dedutiva.

A indução é um tipo de análise da realidade que parte do específico para o geral. E a dedução é justamente o contrário, do geral para o específico.

As análises dedutiva e indutiva são ferramentas diferentes mais adequadas para problemas distintos. Problemas mais conhecidos e repetitivos, pedem indução. Os desconhecidos e inusitados pedem dedução.

O Digital é um problema desconhecido e inusitado e pede que se faça uma revisão do pensamento geral para que se possa entender uma parte que não está se encaixando. Pede dedução!

O Digital se encaixa claramente no que outro pensador, este mais recente, Thomas Kuhn (1922 – 96) denominou de anomalia, quando a realidade começa a não rimar mais com as teorias de plantão.

Vivemos hoje o que podemos chamar de “Crise do Indutivismo”. Tentamos entender um fenômeno novo com os paradigmas que ficaram obsoletos!

As pessoas, profissionais e organizações estão indo para um oceano novo e desconhecido, com caravelas frágeis, baseados em mapas e bússolas criados para um oceano antigo.

Precisamos hoje de um ferramental de análise muito sofisticado para entender tudo que estamos passando. Para isso, é preciso colher o que há de bom e ainda atual nos pensadores antigos.

A fatal arrogância, o indutivismo radical, é a principal causa da incompreensão do atual cenário. E quando não entende o que ocorre, fica impossível agir de forma eficaz.

É isso, que dizes?

A Bimodais – melhor escola de futurismo do Brasil –  tem se esforçado para desenvolver uma narrativa, que consiga explicar o que está ocorrendo e sugerir caminhos para pessoas, profissionais e organizações.

Quem tem feito nossos cursos tem aprovado, como vemos no depoimento abaixo:

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One Response to “A fatal arrogância diante do Digital”

  1. Nelson Bezerra disse:

    Acredito que a ciência que já está criada vai servir de base para o momento disruptivo que vivemos , não podemos abandonar nada de bom que já foi desenvolvido e novas ferramentas que virão para acrescentar ao progresso do ser humano.

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