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Resumo do artigo feito pelo Tio Chatinho

Neste artigo, Nepô apresenta a transição do “modo instagrante”, baseado na validação externa e na vida como palco, para o potencialismo bimodal, que propõe uma vida orientada por critérios internos, autoria existencial e gestão consciente da própria singularidade. O texto mostra como o potencialismo fortalece o BOMTRC, ativa a Mente Terciária Existencial e oferece uma bússola para habitar a Civilização 2.0 com mais sentido, sustentabilidade e contribuição, especialmente em um mundo cada vez mais descentralizado.

As melhores frases do artigo (selecionadas):

Do palco da validação externa à autoria consciente da própria trajetória, muda-se o eixo da felicidade. (5 votos)

Ser potencialista é trocar a régua do ego pela régua do BOMTRC. (4 votos)

O potencialismo bimodal propõe uma revolução silenciosa de cada um baseada em critérios internos. (3 votos)

Enquanto o instagrante vive para o olhar do outro, o potencialista aprende a escutar sua própria energia vital. (3 votos)

A felicidade que depende do olhar do outro é sempre terceirizada e instável. (3 votos)

Direção vale mais do que perfeição quando se trata de viver bem. (2 votos)

Projeto existencial é o que transforma finitude em potência. (2 votos)

A abundância de voz sem maturidade existencial gera mais ruído do que sentido. (2 votos)

Não é sobre fugir do mundo, é sobre habitá-lo com autoria. (2 votos)


As melhores frases dos outros:

“Torna-te quem tu és.” – Friedrich Nietzsche.

“O privilégio de uma vida é tornar-se quem você realmente é.” – Carl Jung.

“A tarefa mais importante do homem é dar à luz a si mesmo.” – Erich Fromm.

“Quem olha para fora sonha; quem olha para dentro desperta.” – Carl Gustav Jung.

“O importante não é o que fizeram de nós, mas o que fazemos com o que fizeram de nós.” – Jean-Paul Sartre.

“Seja você mesmo; todos os outros já estão ocupados.” – Oscar Wilde.

“A verdadeira liberdade é ser fiel a si mesmo.” – Oscar Wilde.

Vamos ao Artigo:

“A vida não é sobre encontrar a si mesmo, a vida é sobre criar a si mesmo.” – George Bernard Shaw.

Vivemos tempos curiosos. 

A cultura dominante, impulsionada pelo marketing e pelas mídias digitais, incentiva o que chamamos de “modo instagrante”: a vida como palco, onde o valor pessoal é medido por métricas de validação externa. 

Hoje, diferente do passado, todo mundo se sente um pouco artista de cinema com seus fãs.

Nesse cenário, felicidade vira produto de prateleira — dependente de likes, seguidores e consumo.

Eis a camiseta invisível: diga-me quantos likes eu tive e te direi como anda o meu humor.

O modo instagrante não é um fenômeno totalmente novo. 

A busca por validação social sempre existiu, mas as mídias digitais amplificaram essa dinâmica como nunca antes. 

É o resultado de oferecer ferramentas de comunicação para as pessoas, mas sem que elas tenham uma nova escolha existencial.

Agora, qualquer um pode ser ator e público ao mesmo tempo. E, sem um gerenciamento existencial mais robusto, muitos se perdem nesse espelho infinito.

Todos os sapiens modernos convivem, em maior ou menor grau, com tensões entre o olhar do outro e o olhar para si. 

O potencialismo não exige perfeição, mas direção.

O potencialismo bimodal propõe uma revolução silenciosa de cada um baseada em critérios internos. 

Xô visão dos outros e vamos olhar para nossos referenciais internos.

Enquanto o instagrante vive para o olhar do outro, o potencialista aprende a escutar sua própria energia vital. 

Passa a olhar para uma das salas do primeiro andar da Casa do Eu, na qual está a torneira do BOMTRC (Bom Humor, Otimismo, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade).

Em vez de correr atrás de aplausos efêmeros, ele busca coerência existencial, cultivando seu diferencial único. 

Quanto mais se faz o que se gosta – e se consegue tornar isso sustentável – mais o BOMTRC cresce.

No modo instagrante, a felicidade é frágil e passageira; no potencialismo, ela é sólida — nasce da descoberta e do cuidado com a singularidade.

O potencialismo ativa a Mente Terciária Existencial, aquela que pensa na finitude e faz um projeto estratégico para nossa curta estada no planeta.

Ser potencialista é trocar a régua do ego pela régua do BOMTRC. 

Esses seis indicadores formam um painel de bordo subjetivo, não uma cobrança constante. 

Eles ajudam a observar, ao longo do tempo, o alinhamento entre emoções, escolhas e direções de vida. Se está baixo, não significa fracasso — significa oportunidade de ajuste.

Essa gestão exige um upgrade mental: aprender a coordenar a “usina eunergética” — nossas três mentes internas:

A mente primária (automática), a secundária (reflexiva) e a terciária (curadora de projetos existenciais). Não se trata de suprimir uma e elevar outra, mas de criar sinergia entre elas.

O foco se desloca: a principal plateia da vida deixa de ser o mundo lá fora e passa a ser você mesmo ou melhor: os seus cachorrinhos internos, que precisam abanar o rabo e não ficar latindo e te mordendo. 

Mas isso não significa isolamento. 

Ao contrário: quem se singulariza melhora sua capacidade de se conectar. A autenticidade gera pertencimento de outro nível.

Sim, a vida fica mais sofisticada e complexa, mas é isso justamente que distingue o sapiens das outras espécies.

O potencialismo não é fuga. 

É uma nova maneira de habitar a Civilização 2.0 com autoria e responsabilidade. 

Desenvolver a própria individualidade não é egoísmo — é condição para uma vida com mais sentido e, muitas vezes, maior contribuição coletiva. 

Singularizar-se é descobrir como servir melhor aos outros, viabilizando a sua missão na terra.

A vida potencialista não é livre de conflitos. 

Em muitos momentos, critérios internos se chocam com demandas externas: familiares, profissionais, comunitárias. 

O potencialismo não ignora essas tensões, mas oferece uma bússola do momento atual para a nossa finitude. 

O potencialismo reduz, assim, a taxa de tédio das rotinas e nos permite enfrentar o mundo de forma mais consciente e proativa.

A usina eunergética considera o contexto, negocia com ele, e busca caminhos sustentáveis de expressão da singularidade.

Não se trata de uma utopia acessível apenas aos privilegiados. 

A proposta é um norte, não uma receita. 

Cada pessoa, dentro das condições que tem, pode fazer pequenos ajustes para aumentar sua autonomia e coerência interna. 

Aliás, quanto mais vulnerável for o contexto, mais vital se torna esse gerenciamento para conseguir criar formas de sobreviver num mundo mais descentralizado.

A fórmula da Escola Bimodal resume bem o desafio:

S = P × D

Quanto mais descentralizado for o mundo (D), mais precisamos nos potencializar (P) para aumentar a sustentabilidade (S) das nossas vidas.

Ou seja: a sustentabilidade (S) da vida depende do nível de potencialismo (P) diante do grau de descentralização (D) do ambiente. 

Quanto mais descentralizado for o mundo, maior será o esforço necessário de potencialização individual para manter a vida sustentável. 

Se a descentralização aumenta e a pessoa não se potencializa, a sustentabilidade cai.

O potencialismo entende que a felicidade só é duradoura quando tem projeto. 

Que a autenticidade não é um dom, mas uma construção. 

Que a singularidade não é vaidade, mas ponto de partida para servir com mais qualidade.

Não há linha de chegada. Há movimento. E, para cada um de nós, o desafio é o mesmo: ser cada vez mais a gente mesmo, com menos ruído, mais sentido e mais contribuição.

É isso, que dizes?

O link para o Glossário Bimodal:
https://bit.ly/glossbimodais

As melhores frases do artigo (sem seleção):

Do palco da validação externa à autoria consciente da própria trajetória, muda-se o eixo da felicidade.

Quando a régua da vida é o like, o humor vira refém do aplauso.

A abundância de voz sem maturidade existencial gera mais ruído do que sentido.

Não basta ter ferramentas de expressão se falta critério interno para usá-las.

A felicidade que depende do olhar do outro é sempre terceirizada e instável.

Direção vale mais do que perfeição quando se trata de viver bem.

Cuidar da própria singularidade é uma forma profunda de responsabilidade com o mundo.

Projeto existencial é o que transforma finitude em potência.

Quanto mais descentralizado o ambiente, mais estratégica precisa ser a gestão de si.

Não é sobre fugir do mundo, é sobre habitá-lo com autoria.

A cultura dominante, impulsionada pelo marketing e pelas mídias digitais, incentiva o que chamamos de “modo instagrante”: a vida como palco, onde o valor pessoal é medido por métricas de validação externa.

Nesse cenário, felicidade vira produto de prateleira — dependente de likes, seguidores e consumo.

O potencialismo não exige perfeição, mas direção.

O potencialismo bimodal propõe uma revolução silenciosa de cada um baseada em critérios internos.

Enquanto o instagrante vive para o olhar do outro, o potencialista aprende a escutar sua própria energia vital.

Em vez de correr atrás de aplausos efêmeros, ele busca coerência existencial, cultivando seu diferencial único.

Ser potencialista é trocar a régua do ego pela régua do BOMTRC.

O potencialismo não é fuga.

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