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Resumo do artigo feito pelo Tio Chatinho

Neste artigo, Nepô apresenta uma crítica direta à forma como a ciência tem sido tratada como um fim em si mesma, defendendo a ideia de que sua função original e central é guiar melhores decisões humanas. A partir do conceito de Ciência Forte, ele argumenta que a ciência deve produzir verdades provisórias testáveis, combater conceitos vagos, organizar ambientes de diálogo e ser avaliada pelo impacto real que gera nas decisões pessoais, organizacionais e civilizacionais, especialmente no contexto do Sapiens 2.0.

As melhores frases do artigo (sem seleção):

Ciência que não melhora decisões é apenas retórica bem vestida.

A função original da ciência não é explicar o mundo, mas ajudar pessoas a escolher melhor.

Quando a ciência vira um fim em si mesma, ela deixa de servir ao Sapiens.

Ciência forte organiza o caos decisório; ciência fraca organiza papers.

A ciência não entrega verdades finais, entrega versões melhores para agir agora.

Método sofisticado sem impacto decisório é apenas vaidade acadêmica.

A qualidade de uma ciência se mede pelas decisões que ela melhora, não pelo prestígio de quem a produz.

Conceitos vagos criam conforto intelectual, não decisões melhores.

Ciência é um mercado de ideias em disputa, não um tribunal de verdades eternas.

Quanto mais confusa a decisão gerada, mais fraca foi a ciência por trás dela.

Vamos parar de fantasiar sobre ciência.

O objetivo da ciência é guiar decisões.

O Sapiens 2.0 precisa ser muito mais sofisticado do que o 1.0 e precisa de ciências fortes e não fracas.

A verdadeira função da atividade científica é a de organizar ambientes de diálogos bagunçados para que o Sapiens tome decisões melhores.

Vou repetir de forma clara: a ciência é uma ferramenta para tomada de decisões melhores pelas pessoas.

A ciência foi criada no passado para guiar decisões – nada além disso.

Quando a ciência vira um um fim em si mesma está se afastando da sua missão original.

A ciência não produz verdades, mas melhores verdades provisórias.

O pensamento mainstream costuma tratar a ciência como um oráculo de verdades absolutas.

Os cientistas procuram não verdades, mas melhores verdades para que possamos tomar decisões melhores a cada momento.

A ciência, assim, é um mercado de ideias disputando espaço na sociedade.

A Ciência Forte luta contra conceitos vagos e populares que geram mais confusão do que clareza.

Assim, todo mundo sabe do que estamos falando, evitando os conceitos dúbios que muito mais atrapalham do que ajudam.

A ciência forte não estuda só o fenômeno, mas também tudo que está envolvido para que isso seja possível.

Uma Ciência Forte não se mede apenas pela sofisticação dos seus métodos ou pela autoridade dos seus cientistas.

O verdadeiro critério de avaliação é o impacto real que ela gera nas decisões humanas.

Ou seja, o valor de uma ciência está diretamente ligado à qualidade das decisões que ela inspira — sejam elas pessoais, organizacionais ou civilizacionais.

Quanto mais forte a ciência, melhor a decisão; quanto pior a ciência, mais confusa e equivocada será a escolha.

Por isso, qualquer ciência que ignore os efeitos objetivos do que ela proporciona à sociedade está falhando em sua missão principal.

A Ciência forte é a que ajuda a tomada de decisões melhores, aumentando a qualidade de vida do Sapiens e a fraca o contrário.

As melhores frases do artigo (selecionadas):

A função original da ciência não é explicar o mundo, mas ajudar pessoas a escolher melhor. (4 votos)

A qualidade de uma ciência se mede pelas decisões que ela melhora, não pelo prestígio de quem a produz. (4 votos)

Ciência que não melhora decisões é apenas retórica bem vestida. (4 votos)

O verdadeiro critério de avaliação é o impacto real que ela gera nas decisões humanas. (3 votos)

A ciência não entrega verdades finais, entrega versões melhores para agir agora. (2 votos)

A verdadeira função da atividade científica é a de organizar ambientes de diálogos bagunçados para que o Sapiens tome decisões melhores. (2 votos)

A ciência não produz verdades, mas melhores verdades provisórias. (2 votos)

As melhores frases dos outros:

“O conhecimento científico é um corpo de enunciados de graus variados de certeza – alguns vagos, alguns quase certos, mas nenhum absolutamente certo.” – Richard Feynman.

“Não há nada de tão prático quanto uma boa teoria.” – Kurt Lewin.

“A ciência é o grande antídoto contra o veneno do entusiasmo e da superstição.” – Adam Smith.

“Não existe conhecimento definitivo, apenas conjecturas provisórias.” – Karl Popper.

“A ciência avança quando abandona más teorias por outras melhores.” – Thomas Kuhn.

“O conhecimento científico é sempre falível, mas é o melhor instrumento que temos para decidir e agir.” – Mario Bunge.

Vamos ao Artigo:

“O valor da ciência mede-se pelo impacto prático em nossas escolhas cotidianas.” – John Dewey.

Vamos parar de fantasiar sobre ciência.

Passo 1: o objetivo da ciência é guiar decisões.

O Sapiens 2.0 precisa ser muito mais sofisticado do que o 1.0 e precisa de ciências fortes e não fracas.

A verdadeira função da atividade científica é a de organizar ambientes de diálogos bagunçados para que o Sapiens tome decisões melhores.

Vou repetir de forma clara: a ciência é uma ferramenta para tomada de decisões melhores pelas pessoas.

A ciência foi criada no passado para guiar decisões – nada além disso. 

Quando a ciência vira um um fim em si mesma está se afastando da sua missão original.

Passo 2: a ciência não produz verdades, mas melhores verdades provisórias.

O pensamento mainstream costuma tratar a ciência como um oráculo de verdades absolutas.

“Os cientistas já provaram, mimimi mimimi”.

Os cientistas procuram não verdades, mas melhores verdades para que possamos tomar decisões melhores a cada momento.

As melhores verdades são testadas para saber quais foram os resultados objetivos para saber o que podem melhorar.

A ciência, assim, é um mercado de ideias disputando espaço na sociedade.

Passo 3: a ciência luta contra conceitos dúbios

A Ciência Forte luta contra conceitos vagos e populares que geram mais confusão do que clareza.

Assim, todo mundo sabe do que estamos falando, evitando os conceitos dúbios que muito mais atrapalham do que ajudam.

Passo 4: a ciência precisa refletir e organizar o ambiente de produção de ideias num processo de metareflexão

A ciência forte não estuda só o fenômeno, mas também tudo que está envolvido para que isso seja possível.

Assim, temos:

  • A Ambientologia Conceitual (preocupada com o nome e o escopo da melhor ciência para estudar determinado fenômeno, incluindo a junção de várias delas, quando for o caso);
  • A Ambientologia Operacional (preocupada com a forma como os estudos são feitos, tanto viabilidade financeira, com o ambiente que será criado para isso).

Passo 5: a ciência precisa ser avaliada pelo impacto das decisões que provoca

Uma Ciência Forte não se mede apenas pela sofisticação dos seus métodos ou pela autoridade dos seus cientistas. O verdadeiro critério de avaliação é o impacto real que ela gera nas decisões humanas.

Ou seja, o valor de uma ciência está diretamente ligado à qualidade das decisões que ela inspira — sejam elas pessoais, organizacionais ou civilizacionais.

Isso nos leva à seguinte máxima: quanto mais forte a ciência, melhor a decisão; quanto pior a ciência, mais confusa e equivocada será a escolha.

Por isso, qualquer ciência que ignore os efeitos objetivos do que ela proporciona à sociedade está falhando em sua missão principal. 

Ela se torna mais uma disputa de vaidades acadêmicas do que uma ferramenta viva e útil para o Sapiens, seja ele o 1.0 ou o 2.0.

Em resumo:

A Ciência forte é a que ajuda a tomada de decisões melhores, aumentando a qualidade de vida do Sapiens e a fraca o contrário.

É isso, que dizes?

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