Resumo do artigo feito pelo Tio Chatinho
Neste artigo, Nepô apresenta o tédio como um alerta existencial que surge quando a vida se transforma em um carrossel de repetições sem desafio. A partir da distinção entre carrossel e espiral, o texto mostra como a criatividade contÃnua, os desafios progressivos e o estado de fluxo saudável são essenciais para manter a sustentabilidade pessoal, evitar atividades animadoras tóxicas e construir uma vida com mais sentido, especialmente no contexto da Civilização 2.0 e da ascensão das Mentes Artificiais.
As melhores frases do artigo (sem seleção):
Viver, querendo ou não, exige ações repetitivas ao longo de toda a vida.
O principal desafio humano é lutar contra o tédio.
A repetição gera chateação e, é por causa disso, que passamos a procurar, constantemente, atividades que nos tirem do tédio.
Quando trabalhamos em lugares que criam a conexão entre desafios e nossas habilidades, por tendência, temos um aumento do BOMTRC (Bom Humor, Otimismo, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade).
Quanto mais colocamos nossa vida num espiral continuado e menos sentimos um carrossel, tudo se repetindo, mais chance temos de combater o tédio existencial.
Quanto mais reduzimos o tédio existencial, mais chance temos de dizer não a atividades animadoras tóxicas.
A vida sustentável precisa de uma espiral ascendente. Se virou carrossel, o tédio assume o comando e a saúde existencial desmorona.
Sem criatividade recorrente, o Sapiens tende a adoecer e abraçar atividades animadoras tóxicas.
O estado de fluxo, esquecer o tempo da vida, pois estamos sendo desafiados, gera uma carga positiva no corpo.
Porém, a pessoa pode ir para um cassino, gastar todo o seu salário e estar, teoricamente em estado de fluxo, esquecer da vida.
Quanto mais a sua vida está em um espiral para cima, mas chance você tem de dizer não para atividades tóxicas.
E aqui tem algo importante, pois quando falamos em espiral temos que defender o espiral para cima, pois podemos também ter o espiral para baixo – a vida piorando cada vez mais.
Criar reduz o estresse crônico, elimina a ruminação mental e constrói resiliência. É, literalmente, um remédio para o corpo.
Projetar a própria existência é o maior ato criativo que existe.Â
Em um mundo de ruÃdo constante e excesso de opções, a falta de sentido corrói a energia vital.Â
A criatividade é a única ponte sólida entre o caos e o significado.
Num cenário mais descentralizado e com o surgimento das tecnologias das Mentes Artificiais, a criatividade deixa de ser uma opção e passa a ser uma obrigação.
Tudo que as Mentes Artificiais não conseguem fazer, sobra para o Sapiens realizar.
Diante das tecnologias, sempre fomos desafiados a ocupar novos territórios, naquilo que elas não fazem.
Desenvolver a criatividade desde cedo e estimular que ela não saia das nossas vidas se tornou uma obrigação social.
Criatividade não é um talento extra, é um mecanismo de sobrevivência existencial.
O tédio não é um defeito da vida, é um alerta de que paramos de evoluir.
Quando a vida vira carrossel, a alma pede fuga; quando vira espiral, ela pede criação.
Sustentabilidade pessoal começa quando o tédio deixa de comandar nossas escolhas.
A repetição sem desafio corrói mais do que o esforço de aprender algo novo.
Atividades tóxicas são atalhos emocionais para quem desistiu de crescer.
Criar é o antÃdoto mais eficiente contra o esvaziamento da vida moderna.
O estado de fluxo saudável não nos faz esquecer a vida, mas ampliá-la.
Sem desafios progressivos, o Sapiens troca sentido por distração.
Na Civilização 2.0, quem não cria passa a ser criado pelas circunstâncias.
As melhores frases do artigo (selecionadas):
A vida sustentável precisa de uma espiral ascendente. Se virou carrossel, o tédio assume o comando e a saúde existencial desmorona. (3 votos)
Na Civilização 2.0, quem não cria passa a ser criado pelas circunstâncias. (2 votos)
Viver, querendo ou não, exige ações repetitivas ao longo de toda a vida. (2 votos)
Projetar a própria existência é o maior ato criativo que existe. (2 votos)
As melhores frases dos outros:
“O fluxo é um estado em que as pessoas estão tão envolvidas em uma atividade que nada mais parece importar.” – Mihaly Csikszentmihalyi.
“O estado de fluxo é a experiência ótima, na qual o corpo e a mente são empurrados aos seus limites em um esforço voluntário para realizar algo difÃcil e valioso.” – Mihaly Csikszentmihalyi.
“A vida é como andar de bicicleta. Para manter o equilÃbrio, você deve continuar em movimento.” – Albert Einstein.
“Se você não está criando nada, então você está apenas consumindo. E o consumo por si só nunca trará satisfação.” – Brené Brown.
“O homem é um ser em busca de sentido, e essa busca é a força primária de sua vida.” – Viktor Frankl.
“O tédio é o inimigo da alma; ele corrói silenciosamente o sentido da vida.” – Søren Kierkegaard.
“A felicidade aparece quando aquilo que você pensa, diz e faz estão em harmonia.” – Mahatma Gandhi.
“O fluxo da vida exige desafios; sem eles, a mente adormece.” – Mihaly Csikszentmihalyi.
Vamos ao Artigo:
Quando você para de criar, a felicidade começa a evaporar
“A vida só é suportável quando o indivÃduo se dedica a uma atividade criativa.” – Mihaly Csikszentmihalyi.
O principal desafio humano é lutar contra o tédio.
Tédio é, conforme o Tio Google, sensação de aborrecimento ou cansaço, causada por algo árido, obtuso ou estúpido.
Viver, querendo ou não, exige ações repetitivas ao longo de toda a vida.
A repetição gera chateação e, é por causa disso, que passamos a procurar, constantemente, atividades que nos tirem do tédio.
E aà há uma bifurcação relevante em termos de saúde fÃsica e mental das atividades que escolhemos:
Atividades animadoras saudáveis – aquelas que geram no longo prazo uma melhoria da taxa do nosso BOMTRC (Bom Humor, Otimismo, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade), tornando a vida melhor e mais longa;
Atividades animadoras tóxicas – aquelas que não geram uma melhoria da taxa do nosso BOMTRC (Bom Humor, Otimismo, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade), são motivações de curto prazo, criando problemas para uma vida melhor e mais longa.
Quando trabalhamos em lugares que criam a conexão entre desafios e nossas habilidades, por tendência, temos um aumento do BOMTRC (Bom Humor, Otimismo, Motivação, Tranquilidade, Resiliência e Criatividade).
A ideia do Estado de Fluxo, ou subida no Tapete de Aladim (abrasileirando o termo) é uma atualização do Ikigai japonês.
Quanto mais colocamos nossa vida num espiral continuado e menos sentimos um carrossel, tudo se repetindo, mais chance temos de combater o tédio existencial.
Quanto mais reduzimos o tédio existencial, mais chance temos de dizer não a atividades animadoras tóxicas.
Podemos chegar a uma fórmula para a Inovação Pessoal.
A nova fórmula seria:
S = E/T
S = Sustentabilidade
E = Espiral (sempre para cima)
T = Tédio (existencial)
Sustentabilidade existencial: a capacidade de manter uma vida com propósito e bem-estar.
Onde S é sua Sustentabilidade, E é a sua Espiral ascendente e T é o Tédio existencial. Quando o tédio sobe — e ele tende a subir pela repetição da vida — sua sustentabilidade desmorona.
Quando o tédio sobe e, por tendência ele tende a subir, a sua sustentabilidade cai, e você se torna vulnerável à s Atividades Animadoras Tóxicas (fugas, vÃcios, distrações vazias).
A regra de ouro para o Sapiens 2.0:
A vida sustentável precisa de uma espiral ascendente. Se virou carrossel, o tédio assume o comando e a saúde existencial desmorona.
A tendência é você procurar Atividades Animadoras Tóxicas.
O eixo central de uma vida em espiral, nosso principal objetivo, é você procurar desafios, pois são eles que nos obrigam a desenvolver a criatividade.
O carrossel é a náusea da repetição sem sair do lugar, enquanto a espiral (para cima) traz a ideia de evolução progressiva.
Imagine um trabalho onde você repete as mesmas tarefas todos os dias — esse é o carrossel. Agora, pense em um projeto que exige aprendizado constante — essa é a espiral.
Sem criatividade recorrente, o Sapiens tende a adoecer e abraçar atividades animadoras tóxicas.
Como dizia Donald Winnicott:
“Viver criativamente é sentir que a vida vale a pena ser vivida”.
A sensação de desafios constantes nos levam ao espiral e é justamente ele que nos permite combater o tédio de forma saudável.
O estado de fluxo, estudado por Mihaly Csikszentmihalyi, é o nosso melhor bioindicador.
O estado de fluxo, esquecer o tempo da vida, pois estamos sendo desafiados, gera uma carga positiva no corpo.
Porém, a pessoa pode ir para um cassino, gastar todo o seu salário e estar, teoricamente em estado de fluxo, esquecer da vida.
O que Mihaly nos ensina é que o Estado de Fluxo não é esquecer da vida, mas esquecer da vida dentro do crescimento das nossas habilidades.
Assim, o estado de fluxo saudável é aquele que você entra em estado de fluxo e isso não tem consequências negativas para sua vida.
Eis a regra:
Quanto mais a sua vida está em um espiral para cima, mas chance você tem de dizer não para atividades tóxicas.
E aqui tem algo importante, pois quando falamos em espiral temos que defender o espiral para cima, pois podemos também ter o espiral para baixo – a vida piorando
Barbara Fredrickson demonstra que o ato de criar gera dopamina de qualidade e propósito. É um ciclo virtuoso que sustenta o eixo da Felicidade Mais Forte.
Criar reduz o estresse crônico, elimina a ruminação mental e constrói resiliência. É, literalmente, um remédio para o corpo.
Vida sem expressão vira um corpo em estado de alerta constante.
Viktor Frankl foi preciso nesse momento:
“O sentido não é encontrado, é criado”.
Projetar a própria existência é o maior ato criativo que existe.
Em um mundo de ruÃdo constante e excesso de opções, a falta de sentido corrói a energia vital.
A criatividade é a única ponte sólida entre o caos e o significado.
Tudo isso sempre foi válido.
Abordemos agora a questão disso tudo com a Civilização 2.0.
Num cenário mais descentralizado e com o surgimento das tecnologias das Mentes Artificiais, a criatividade deixa de ser uma opção e passa a ser uma obrigação.
Tudo que as Mentes Artificiais não conseguem fazer, sobra para o Sapiens realizar.
Diante das tecnologias, sempre fomos desafiados a ocupar novos territórios, naquilo que elas não fazem.
Desenvolver a criatividade desde cedo e estimular que ela não saia das nossas vidas se tornou um imperativo existencial da sociedade.
É isso, que dizes?










