Temos várias áreas de expressão no mundo.
A arte visa expandir nossos sentidos, dar vazão à angústias que não se expressariam de outra maneira. Já, a Ciência, foi feita para analisar fenômenos e procurar apontar soluções para lidar com eles.
Assim, a Ciência só toca na vida, quando vira uma metodologia.
Até então, é algo etéreo, que não sabemos se é apenas viagem na maionese.
Marx, por exemplo, foi completo.
Fez a crítica ao capitalismo e, não satisfeito, desenvolveu a metodologia da Revolução Comunista, depois aprimorada por vários outros.
A revisão que se faz hoje do Marxismo é justamente, a partir da análise do resultado das metodologias implantadas, os países comunistas no século passado.
Podemos rever a filosofia:
- O ser humano que trabalha e é oprimido é bom por natureza e se chegar no poder sempre fará o bem para os demais?
A teoria:
- O capitalismo é apenas um instrumento de dominação dos oprimidos, ou um ambiente – o melhor até agora – que nos permite sobreviver a diferentes crises, com todas as injustiças que isso provoca?
A metodologia:
- As Revoluções são a melhor forma de promover mudanças? Não seriam elas provocadoras da chegada ao poder de líderes radicais e isolados, que acabam por desvirtuar os ideais que os levaram ao poder?
Assim, quando discutimos novas teorias é fundamental, para sairmos de discussões infrutíferas, analisar as metodologias que defendem e a sua implantação para, aí sim, saber se é ou não uma viagem na maionese.
O ideal que estes testes sejam feitos em projetos-pilotos, pois se erra rápido e barato, conforme sugere o movimento da startup enxuta.
É isso, que dizes?