﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Nepôsts - Rascunhos Compartilhados &#187; Sociedade 2.0</title>
	<atom:link href="http://nepo.com.br/category/sociedade-2-0/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://nepo.com.br</link>
	<description>&#34;Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir.&#34; (Sêneca)</description>
	<lastBuildDate>Wed, 28 Jul 2010 21:29:22 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.5</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>A relação dos tipos de rede com inovação</title>
		<link>http://nepo.com.br/2010/03/09/a-relacao-dos-tipos-de-rede-com-inovacao/</link>
		<comments>http://nepo.com.br/2010/03/09/a-relacao-dos-tipos-de-rede-com-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 11:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Capitalismo 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Política 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=10768</guid>
		<description><![CDATA[
Todo mundo quer descobrir como enlatar a criatividade, mas ela vem da liberdade e não do controle –  George Buckey, presidente da 3M &#8211; da minha coleção.

Há uma relação direta entre controle da informação e inovação.
A China controla fortemente a informação, pois só copia e repete.
Cria pouco.
No dia que quiser começar a inventar coisas novas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em><br />
Todo mundo quer descobrir como enlatar a criatividade, mas ela vem da liberdade e não do controle –  <strong>George Buckey, presidente da 3M &#8211; <a href="http://nepo.com.br/frases/">da minha coleção.</a></strong></em></p></blockquote>
<p><em><strong><img class="alignnone" src="http://www.zaroio.com.br/i/o/2007021203522119.jpg" alt="" width="429" height="497" /></strong></em></p>
<p>Há uma relação direta entre controle da informação e inovação.</p>
<p>A China controla fortemente a informação, pois só copia e repete.</p>
<p>Cria pouco.</p>
<p>No dia que quiser começar a inventar coisas novas, vai haver um conflito entre a censura e os pesquisadores de ponta.</p>
<p>E vão pedir de joelho para o Google voltar.</p>
<p>No Brasil, estamos parados no <a href="http://nepo.com.br/2010/03/03/brasil-1-0/">sopão da mesmice.</a></p>
<p>Do jeito que vamos e aceitamos de somente oferecer ao mundo matéria-prima e comida, nosso ambiente controlado e estático,  está para lá de suficiente.</p>
<p>O mundo 2.0 por aqui vai andar, como já anda, com freio de mão ligado!</p>
<p>(Não falem do mundo externo, do usuário pessoa física, digo dentro das pessoas jurídicas.)</p>
<p>No dia que alguém vier querendo uma indústria de ponta para valer com valor agregado, nosso calhambeque informacional 1.0 vai ficar no acostamento.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://i9.photobucket.com/albums/a51/mundobizarro/cansado.gif" alt="" width="200" height="160" /></p>
<p>Aqui, vale quem é amigo do rei.</p>
<p>A <a href="http://nepo.com.br/2010/02/23/o-meritocracimetrometro/">meritocracia</a> é uma palavra esquisita que 98% da população não sabe o significado, nem de forma teórica ou prática.</p>
<p>Empresas de ponta, inovadoras, precisam de ar, oxigênio.</p>
<p>De valorizar quem pensa diferente.</p>
<blockquote>
<h2>Os criativos precisam de espaços acolhedores para produzir!!!</h2>
</blockquote>
<p>E a ponte entre a invisibilidade e a influência deve estar aberta.</p>
<p>E o tempo para cruzar as margens deve ser cada vez menor.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://ipt.olhares.com/data/big/51/518478.jpg" alt="" width="450" height="338" /></p>
<p>Ninguém pensa ou cria na prisão.</p>
<p>Ou melhor, até cria, como temos vários exemplos no mundo, mas não co-cria com outros prisioneiros.</p>
<p>E nem inventa se não é valorizado e estimulado.</p>
<p>A Internet cria um ambiente de conhecimento de <a href="http://nepo.com.br/2010/01/04/a-internet-e-uma-midia-de-oxigenacao-social/">oxigenação social</a> para revisar a civilização passada, mas este espaço, infelizmente, não nascerá ou será para todos.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.halloweenexpress.com/sources/com/halloweenexpress/images/products/Zelda%20Prisioner%20pet.jpg" alt="" width="350" height="364" /></p>
<p>Há uma divisão da inovação no mundo, os setores de ponta fina e os de ponta grossa.</p>
<p>Um ecosistema, que puxa todos, sem dúvida, para o empoderamento para as pontas, mas de forma distinta.</p>
<p>Nós estamos no segundo time.</p>
<p>Entre aqueles para os quais o empoderamento das pontas se dará de forma mais lenta.</p>
<p>Claro, que há ilhas no país.</p>
<p>Uns aviões produzidos aqui (<a href="http://nepo.com.br/2009/03/04/o-capitalismo-colaborativo/">que quando entra em crise manda não sei quantos trabalhadores do conhecimento embora, num modelo nada 1.0</a>)</p>
<p>Umas pesquisas bio-não-sei de que acolá.</p>
<p>Portanto, assim, uma relação intrínseca entre:</p>
<ul>
<li>Tipo de produto e serviço que se vende e se propõe a fazer, com mais ou menos complexidade;</li>
<li>Com mais ou menos ciclo de vida entre o antigo e o novo produto ou serviço;</li>
<li>Mercado mais ou menos competitivo ou monopolizado;</li>
</ul>
<p>Versus:</p>
<ul>
<li>Controle de informação modelados para que a produção (mais ou menos colaborativa) ocorra, com redes mais ou menos centralizadas.</li>
</ul>
<p>Quem não quer a ponta, vai necessariamente ter mais controle, evitando, ao máximo qualquer papo 2.0, pois, apesar de se render mais com a descentralização, os ganhos não são tão visíveis. Pra quê? Perguntarão.</p>
<p>Ou seja:</p>
<blockquote>
<h2>Quanto mais rígidas e centralizadas estiverem estruturadas determinada rede, mais o conjunto será dependente de como pensa o poder central, tendo, assim, como consequência, menos autonomia. Espera-se mais, pensa-se menos, a base de indústrias pouco criativas. Governos mais centralizadores (e até populistas) e mais investimento no poder estatal, cujo controle é maior.</h2>
</blockquote>
<p>O inverso também é válido.</p>
<blockquote>
<h2>Quanto menos rígidas e menos centralizadas forem as redes, mais o conjunto passa a se independer do poder central e mais os princípios que norteiam toda a rede precisam ser compartilhados e introjetados para possibilitar a maior autonomia das pontas. Espera-se menos, pensa-se mais, a base de indústrias criativas. Governos descentralizadores e mais investimento nas pontas e incentivo ao empreendedorismo, espalhando o poder para as pontas.</h2>
</blockquote>
<p><img class="alignnone" src="http://getreadytorumble.files.wordpress.com/2009/06/king1.jpg" alt="" width="360" height="450" /></p>
<ul>
<li>No primeiro tipo, a regra, a hierarquia e a ordem têm papel de destaque.</li>
<li>No segundo, a descentralização, a autonomia, o bom senso e a  auto-regulação imperam.</li>
</ul>
<p>Hoje, a maioria das organizações e governos, por tradição do ambiente de conhecimento anterior, pratica o modelo de <strong>redes centralizadas.</strong></p>
<p>Países e organizações que querem a ponta vão migrar como coelho &#8211; com já fazem &#8211;  para o mundo 2.0, mas só aqueles que querem inovar e estar na ponta.</p>
<p>Os demais vão ficar &#8211; com razão &#8211; dizendo que não precisam, pois aceitam a sua condição de periferia, num ambiente do século passado, produzindo tudo aquilo que quem está na ponta 2.0, não quer mais.</p>
<p>Há, entretanto, diferenças entre os diversos setores de uma mesma empresa.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://nebardi.files.wordpress.com/2006/09/sumop-grande-pequeno.jpg" alt="" width="468" height="535" /></p>
<p>Nem todos são iguais, há os que exigem mais ou menos inovação.</p>
<p>Deve-se tentar implantar redes mais descentralizadas no segundo.</p>
<p>Ou seja, a Web 2.0 não nascerá ao mesmo tempo para todos.</p>
<p>Talvez, alguns, como hoje temos hoje massas de analfabeto, nunca saibam o que é compartilhar em rede eletrônica.</p>
<p>E assim caminha &#8211; mal e porcamente &#8211; a humanidade.</p>
<p>Resta sabe o que podemos fazer para reverter esse quadro com sabedoria.</p>
<p>Diz aí&#8230;.</p>
<p>PS &#8211; uma discussão sobre este assunto, nossa incapacidade de inovar pode ser lida neste artigo:</p>
<h1 style="color: black; background-color: transparent; font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif; font-weight: normal; margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0pt; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: #cccccc; font-size: 19px;"><a href="https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/3/9/inovacao-futuro-da-industria">Inovação: futuro da indústria?</a></h1>
<p>O que reforça a nossa incapacidade brasileira para inovar, o autor, presidente da Federação das Indústrias do Paraná, destaca:</p>
<p><em>&#8220;Baixa escolaridade, juros altos, encargos e tributos elevados e burocracia excessiva compõem um custo sistêmico que compromete a competitividade.(&#8230;) Não há no horizonte próximo qualquer sinal de mudanças substantivas capazes de proporcionar maior funcionalidade ao estado brasileiro. (&#8230;) Temos três questões complicadas a resolver: não permitir valorizações do câmbio e reduzir sua volatilidade; melhorar a qualidade do ensino e expandir de forma rápida a formação média, técnica e superior, especialmente em engenharia; reduzir o custo de capital e facilitar o acesso ao crédito de longo prazo. Não são tarefas simples e há anos elas habitam nossa agenda de &#8220;futuro&#8221;. Mas sem encará-las de frente será difícil assegurar competitividade ao sistema produtivo brasileiro&#8221;.</em></p>
<p>Notem que as demandas de quem quer um Brasil inovar, batem de frente contra o sopão da mesmice, insuflado pelo mercado financeiro, que tem outro ponto de vista, diferente do apresentado acima.</p>
<p><a href="http://nepo.com.br/2010/03/03/brasil-1-0/">Veja detalhes neste post sobre o Brasil 1.0.</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<div class="bzbutton" style="float:right;margin-left:10px;float:right;margin-left:10px;margin-left: 10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2010%2F03%2F09%2Fa-relacao-dos-tipos-de-rede-com-inovacao%2F&source=cnepomuceno"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2010%2F03%2F09%2Fa-relacao-dos-tipos-de-rede-com-inovacao%2F" /></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nepo.com.br/2010/03/09/a-relacao-dos-tipos-de-rede-com-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A crise da retroalimentação</title>
		<link>http://nepo.com.br/2010/02/25/a-crise-da-retroalimentacao/</link>
		<comments>http://nepo.com.br/2010/02/25/a-crise-da-retroalimentacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 08:47:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=10825</guid>
		<description><![CDATA[Boa parte das empresas morre não por fazer coisas erradas, mas por fazer a coisa certa por um tempo longo demais – Yves Doz- da minha coleção de frases;
 

Reflexões a partir do debate com diversas empresas no BNDES, ontem.
Todo sistema, qualquer que seja ele, de um jornal a uma linha de montagem de carros, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Boa parte das empresas morre não por fazer coisas erradas, mas por fazer a coisa certa por um tempo longo demais – <strong>Yves Doz</strong></em><strong>- <a href="http://nepo.com.br/frases/">da minha coleção de frases;</a></strong></p></blockquote>
<p><strong> </strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://areaseg.com/blog/images/encerando_ciclos.jpg" alt="" width="394" height="394" /></p>
<p><strong><em>Reflexões a partir do debate com diversas empresas no BNDES, ontem.</em></strong></p>
<p>Todo sistema, qualquer que seja ele, de um jornal a uma linha de montagem de carros, é composto por algo que entra, é processado e sai, a partir de determinada demanda humana.</p>
<p>Para aprimorar o atendimento desse demanda, é necessária uma retroalimentação do processo de produção de forma permanente ou ocasional.</p>
<p>Essa reflexão pós-produção avalia o resultado do processo para aferir se a demanda foi atendida e o que pode ser feito para ser aprimorado, tendo como princípio que uma demanda resolvida gera naturalmente outras em um processo contínuo.</p>
<blockquote><p><em>Não existe demanda parada, ela evolui a cada novo ciclo. O demandante (usuário) quer sempre mais, diferente e melhor.</em></p></blockquote>
<p>As questões que se colocam, a partir desse &#8220;<strong>DNA sistêmico</strong>&#8221; para se gerar inovação permanente no processo são:</p>
<ul>
<li>- há canais estabelecidos para se gerar essa retroalimentação?</li>
<li> <strong>-</strong> qual é o interesse/necessidade dos executores do processo em, a partir das sugestões, caso hajam, em procedê-la?</li>
<li>- os canais desaguam em mudanças?</li>
<li> &#8211; e, caso sim,  qual o tempo despendido entre  o recebimento da sugestão, avaliação de sua relevância e a efetiva implantação?</li>
</ul>
<p><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_570DjOrfx_Y/ScBOpe-VTII/AAAAAAAABWo/alIbk1TyUwA/s320/Os+Tr%C3%AAs+Macacos+II.jpg" alt="" width="300" height="250" /></p>
<p>Nossa civilização, filha da<strong> Idade Mídia</strong>,  estabeleceu, pela característica de um modelo <strong>uni-direcional</strong> de troca de ideias, um ambiente de informação e conhecimento compativel com uma dada realidade.</p>
<p>Ou seja, o tempo da mudança ainda é regido pela característica desse ambiente de conhecimento, que se manteve equilibrado  pela estabilidade do cenário externo ao sistema.</p>
<p>Entretanto,</p>
<ul>
<li> &#8211; o aumento populacional;</li>
<li>- a complexidade formada a partir deste;</li>
<li>- e, por consequência, a necessidade da globalização&#8230;.</li>
</ul>
<p>&#8230;alteraram esse ritmo, gestando a  necessidade de um outro ambiente informacional, que permitisse basicamente uma melhor retroalimentação, tanto no tempo como na qualidade, tendo a necessidade da incorporação de novos  atores e novos canais.</p>
<p><em>(Detalho a nossa carência de novos líderes quando falo sobre o <a href="http://nepo.com.br/2010/02/23/o-meritocracimetrometro/">Meritocracimetrômetro</a>.)</em></p>
<p><a href="http://nepo.com.br/2009/10/19/as-razoes-para-a-internet-existir/">A Internet vem ao mundo</a>, portanto, resolver uma crise de retroalimentação para resolver os novos problemas de uma população de <strong>7 bilhões de pessoas, que consomem por dia 21 bilhões de pratos de comida!!!</strong></p>
<p><em>(Na Copa de 70, éramos 90 milhões em ação e hoje, na do Dunga, 200 milhões!)</em></p>
<p>Melhorar a qualidade da retroalimentacao é, assim, do ponto de vista da crise populacional que vivemos, o motivo principal da chegada da Internet no planeta.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Nossa civilização, portanto, cresceu a tal ponto que há uma clara defasagem entre a  qualidade da retroalimentacao exigida para atender as demandas atuais e a oferecida pelas instituições.</p>
<p>Estamos, sem saber, afundando na lama!</p>
<p><img class="alignnone" src="http://4.bp.blogspot.com/_tlDf5YhCC4E/SHf6fysH0GI/AAAAAAAAAC8/iUl-GjI8DsE/s400/atolado_real_addict.jpg" alt="" width="400" height="278" /></p>
<p>O novo ambiente vem tentar corrigir essa defasagem, através, a princípio, da introdução de uma nova tecnologia que permite um novo modelo de troca de ideias, que, por sua vez cria um novo ambiente que facilita, em última instância, a <strong>qualidade da retroalimentação.</strong></p>
<p>A implantação, entretanto, de um novo modelo de retroalimentação altera e questiona:</p>
<ul>
<li> &#8211; o modelo de controle dos sistemas antigos e os conceitos de quem os concebeu e gerencia, que precisam criar novos modelos mentais, que aceitem o novo patamar da retroalimentação, no qual o controle é feito de nova maneira e sem moderação. Não dá mais tempo para ficar controlando tudo que circula.</li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px;"><em>(Ou seja, não adianta ouvidoria surda , nem entrar por um ouvido e &#8220;sac&#8221; pelo outro. Ou criar projetos de <strong>gestão de conhecimento eunucos</strong></em><em>, nos quais se escreve as melhores práticas de um lado, o procedimento de outro. e nada muda na forma da empresa trabalhar. Quando o cara vai fazer de novo, ele repete os mesmos erros do passado! <a href="http://nepo.com.br/2009/08/06/conhecimento-nao-e-substantivo-concreto/">Conhecimento não é substantivo</a></em><em>!)</em></p>
<ul>
<li> -  cria-se, assim, por outro lado, novos modelos de sistema com melhor qualidade de retroalimentação, que passam a  pensar e produzir de uma forma mais rápida mais adequada as demandas.</li>
</ul>
<p><em>(São 7 bilhões de chatos: um quer coca light, outro não come carne vermelha, aquele só veste azul)</em></p>
<p>Assim, o centro, o DNA,  do que chamamos <strong>projetos 2.0</strong>, do que precisamos para revisar nossas organizações, basicamente, trata-se de melhorar a qualidade da retroalimentação para sair da crise civilizacional que nos metemos.</p>
<p>Ou se joga uma bomba atômica e se mata metade da população.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://subconscientenegro.files.wordpress.com/2009/08/explosao-da-bomba-atomica-62920.jpg" alt="" width="430" height="323" /></p>
<p>Ou se muda as empresas.</p>
<p>Qual você escolhe? <img src='http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Diz.</p>
<div class="bzbutton" style="float:right;margin-left:10px;float:right;margin-left:10px;margin-left: 10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2010%2F02%2F25%2Fa-crise-da-retroalimentacao%2F&source=cnepomuceno"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2010%2F02%2F25%2Fa-crise-da-retroalimentacao%2F" /></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nepo.com.br/2010/02/25/a-crise-da-retroalimentacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Capitalismo 2.0: a revisão da ética do lucro</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/12/01/capitalismo-2-0-a-revisao-da-etica-do-lucro/</link>
		<comments>http://nepo.com.br/2009/12/01/capitalismo-2-0-a-revisao-da-etica-do-lucro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 10:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capitalismo 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Política 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=9949</guid>
		<description><![CDATA[As empresas devem responder os ataques on-line com a verdade - Barry Libert e Rick Faulk - da minha coleção de frases;

As empresas como a conhecemos hoje são o resultado de um longo processo, iniciado com a Revolução Industrial, depois da chegada do livro impresso, que proporcionou um ambiente de troca de informações, muito favorável a poderes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>As empresas devem responder os ataques on-line com a verdade </em>- <strong>Barry Libert e Rick Faulk </strong>- <a href="http://nepo.com.br/frases/">da minha coleção de frases;</a></p></blockquote>
<p><img src="http://www.radarsindical.com.br/blogdoneto/wp-content/uploads/2009/07/comendo_dinheiro.jpg" alt="" width="320" height="320" /></p>
<p>As empresas como a conhecemos hoje são o resultado de um longo processo, iniciado com a Revolução Industrial, depois da chegada do livro impresso, que proporcionou um ambiente de troca de informações, muito favorável a poderes centralizados.</p>
<p>Elas basicamente surgiram e evoluíram para oferecer produtos e serviços que nos ajudem a resolver problemas sociais.</p>
<p>Precisamos nos vestir, comer, beber, nos entreter&#8230;.</p>
<p>E as empresas vêm para solucionar estas demandas.</p>
<p>Oferece-se algo ao mercado e consegue-se determinada remuneração pelo serviço/produto.</p>
<p>Estabeleceu-se, assim,  a lógica do lucro como necessidade para incentivar a alguém a trazer para a sociedade soluções para os problemas. Um estímulo para que os problemas fossem resolvidos e todos ficassem contentes na relação custo/benefício entre cliente/fornecedor.</p>
<p>Assim, é bom que se diga claramente:</p>
<blockquote><p>Uma empresa originalmente veio resolver o problema da sociedade e DEPOIS ser remunerada por isso, o tal &#8221;dar lucro&#8221;.</p></blockquote>
<p>Com o avanço do capitalismo, a partir da Revolução Francesa, os donos da empresa chegaram e passaram a influenciar  fortemente o poder central. E se sentiu à vontade para tornar o lucro o centro, a mola propulsora, do processo, deixando a resolução do problema para segundo plano.</p>
<p>Estimulando uma lei de mercado, na qual o cliente teria diversas escolhas, vencendo o mais forte.</p>
<p>Empresa boa é a que dá lucro!</p>
<p>Resolver problemas é secundário, ou pelo menos, necessário para continuar dando lucro, em uma relação dialética.</p>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnOPi0WA-A/SYhkzkoFPZI/AAAAAAAAAVQ/RD_C306zBxo/s400/desemprego_e_lucro_do_bradesco.jpg" alt="" width="400" height="309" /></p>
<p>E conseguia, de uma forma ou de outra, manter seus consumidores satisfeitos, dentro de um conjunto de informações parcialmente diponíveis.</p>
<p>Na verdade, era um consumidor nem sempre satisfeito,  pouco informado e nada participativo.</p>
<p>Na verdade, usava-se como recurso padrão um tipo de marketing/propaganda baseados, muitas vezes,  na desinformação e na manipulação para colocar no biombo que o objetivo final não era o acionista, como de fato o é,  mas um pseudo-consumidor iludido, na qual ele tinha razão na frente e, no fundo, quase nenhuma.</p>
<p>Isso, apesar do contra senso, se manteve intocado como a máxima principal do capitalismo.</p>
<blockquote><p><em>Os clientes sempre têm razão, depois dos acionistas, claro!</em></p></blockquote>
<p>A empresa estava de um lado, com seus acionistas ávidos e seus governantes de plantão para garantir um certo controle, reforçado com a força da mídia. E o consumidor, do outro lado, passivo e manipulado.</p>
<p>O pagodeiro que bebe X  fazendo propaganda de Y.</p>
<p>Mas tudo isso se sustentava numa base de uma ambiente informacional controlado para que o consumidor se sentisse ilusoriamente rei, quando, na verdade, o acionista era (e é)  a majestade de fato.</p>
<p>Fumaça, fumaça, fumaça.</p>
<p><img src="http://www.freewebs.com/cabare6/rosto_na_fumaca.jpg" alt="" width="283" height="405" /></p>
<p>E mais: o produto chegava pronto para o consumo na mesinha do neném.</p>
<blockquote><p><em>Olha o aviãozinho&#8230;.abre a boquinha&#8230; <img src='http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </em></p></blockquote>
<p>Agora, há uma mudança.</p>
<p>Haverá uma revisão da lógica do lucro acima da solução de problemas, pois o que muda com a nova tecnologia informacional é o ambiente de troca de ideias, na qual não há mais a mesma regra de controle.</p>
<p>Não há mais silêncio, o vital, silêncio entre os consumidores para a sustentação da ética anterior.</p>
<p>Há vozes discordantes que podem ser recuperadas pelo Google.</p>
<p>E agora?</p>
<p>Quebra-se, como mágica, o ambiente controlado pela mídia, no qual as empresas tinham total controle do que circulava, pois eram elas que patrocinavam com seus anúncios seu funcionamento.</p>
<p>Claro que havia pequenas brechas, mas nada que não pudesse ser resolvido com um papo entre o presidente da empresa e o dono do jornal nas grandes crises.</p>
<p><img src="http://www.robsonpiresxerife.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/cachorros-materia-sobre-a-presidencia.jpg" alt="" width="700" height="520" /></p>
<p>Como não se tinha espaço para que as decisões que privilegiam o lucro em detrimento da solução do problema, pudessem estar claras, nítidas, havia um bom espaço para a manipulação.</p>
<p>Na televisão, a empresa diz que é o seu banco, a sua corretora de imóveis, o seu fabricante de eletrodoméstico, mas por trás dos panos, se fazia mil manobras para que o que você comprava tivesse um cavalo de tróia: antes o lucro, depois você.</p>
<p>Era a falsidade mantida por um sistema baseado no controle informacional da Idade Mídia.</p>
<p>Hoje, com a troca de informações entre os consumidores, via redes eletrônicas, o espaço para esse tipo de manipulação tende a se reduzir cada vez mais.</p>
<p>E talvez mude a face da própria ideia do capitalismo.</p>
<p>Será cada vez mais fácil, para o consumidor, onde se inclui o cidadão diante do Estado,  acompanhar e saber o quanto realmente aquela empresa/governo está focada no problema do consumidor/cidadão ou no dos acionistas/amigos do governantes.</p>
<p><img src="http://www.iar.unicamp.br/alunos/poesiavisual/gomes_monarquia.jpg" alt="" width="400" height="532" /></p>
<p><strong>Mais</strong>:</p>
<p>Agora, até o problema a ser resolvido na ponta, no mercado, que justifica o produto e serviço, está mudando rapidamente!!!</p>
<p>É preciso, assim, fazer uma parceria de produção cooperativa com o consumidor para evoluir os produtos.</p>
<p>O  que leva a empresa a trazer o seu antigo manipulado para dentro de sua corrente de decisões, cada vez mais para cima. O consumidor passa a ganhar status que antes só cabia ao acionista.</p>
<p>Isso tem ocorrido aos poucos, mas é uma tendência forte.</p>
<p>O consumidor quer ver solucionado o problema e aceita o lucro, mas desde que haja uma lógica que o defenda.</p>
<p>O espaço para o cavalo de tróia é bem menor!!!</p>
<p>Isso não se dá na força, na marra, mas no convencimento, o que muda o DNA básico do conceito do lucro x problema.</p>
<p>Hoje, como vemos todos os dias, é cada vez mais difundido o quanto é fundamental criar redes de parceria com fornecedores, empregados e consumidores para acelerar a inovação.</p>
<p>Estas redes, entretanto, não podem se basear na manipulação, mas em um compromisso de todos para solucionar o problema de origem, (que agora, aliás, é cada vez mais mutante.)</p>
<p>Claro, que uma coisa não deve ir contra a outra, espera-se que quem presta um serviço seja remunerado por ele, mas não que coloque o lucro acima da solução do problema.</p>
<p>Esta é a mudança mais profunda que o capitalismo vai viver nesse novo ambiente informacional que estamos entrando.</p>
<p>Criar redes sociais é rever o conceito lá detrás.</p>
<p>Voltar a privilegiar o consumidor e seu problema, em primeiro plano e o acionista em segundo, pois se o consumidor migrar para o concorrente, que vai adotar a mesma rede, o acionista de lá será o beneficiado.</p>
<p>É um ambiente que revisa tudo.</p>
<p><img src="http://crescercomsaude.files.wordpress.com/2009/03/consumidor1.jpg" alt="" width="400" height="342" /></p>
<p>Portanto anote:</p>
<blockquote><p><em>Criar redes sociais envolvendo consumidores, hoje, um discurso predominante no mercado, pressupõem a revisão do conceito de lucro x solução de problemas.</em></p></blockquote>
<p>Quantos estão realmente preparados para essa nova fase?</p>
<p>Uma nova ética vai se estabelecendo, na qual, o problema do consumidor está acima de tudo, pois procura-se garantir não mais apenas a fidelidade, mas o envolvimento e a colaboração para fazer pensar junto nas soluções.</p>
<p>Esta aliança não pode se basear na ética passada.</p>
<p><img src="http://3.bp.blogspot.com/_OnpP93nwbcY/SfYrKwCbpQI/AAAAAAAAAcA/snhud-ZdyG8/s400/knielen_bij_kruis_2.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>Os acionistas devem ser os primeiros a acordar, pois o lucro vai caminhar para quem entender a nova ética primeiro.</p>
<p>Não, não é a Internet que está mudando o capitalismo.</p>
<p>Ela trouxe apenas, e somente, uma nova tecnologia que permite um novo ambiente de troca e articulação de ações humanas a distância, na qual os reis e papas corporativos já não podem pedir que todos rezem em latim e ajoelhem em milho da mesma maneira.</p>
<p>O fiel hoje já não é mais o mesmo.</p>
<p>Eles trocam entre si em escala global.</p>
<p>E aprendem cada vez mais rápido sobre a mentira dos padres.</p>
<p>Querem outra Igreja para consumir na qual são pró-ativos precisam, antes de tudo, ter fé, que elas estão realmente a seu lado, mas com armas poderosas para descobrir quando mentem.</p>
<p>Que dizes?</p>
<div class="bzbutton" style="float:right;margin-left:10px;float:right;margin-left:10px;margin-left: 10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F12%2F01%2Fcapitalismo-2-0-a-revisao-da-etica-do-lucro%2F&source=cnepomuceno"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F12%2F01%2Fcapitalismo-2-0-a-revisao-da-etica-do-lucro%2F" /></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nepo.com.br/2009/12/01/capitalismo-2-0-a-revisao-da-etica-do-lucro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Inovar é desligar o piloto automático!</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/11/16/inovar-e-desligar-o-piloto-automatico/</link>
		<comments>http://nepo.com.br/2009/11/16/inovar-e-desligar-o-piloto-automatico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 12:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresa 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Governo 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Wikishops e palestras]]></category>
		<category><![CDATA[dataprev]]></category>
		<category><![CDATA[dataprev 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=9582</guid>
		<description><![CDATA[
Quem lê demais e usa pouco o próprio cérebro passa a ter preguiça de pensar – Einstein &#8211; da minha coleção;



Fiz semana passada uma palestra em João Pessoa, para o projeto Dataprev 2.0.
Lá pelas tantas, um dos programadores da Dataprev me pergunta como se vai conseguir colaborar, participar, mudar com a quantidade de trabalho que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><em></em><em>Quem lê demais e usa pouco o próprio cérebro passa a ter preguiça de pensar – </em><strong>Einstein &#8211; <a href="http://nepo.com.br/frases/">da minha coleção</a>;<br />
</strong></li>
</ul>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_OO6OJLzjp8E/SpwAOA9LmYI/AAAAAAAAAGE/k1UoELgMVfo/s400/rotina3.jpg" alt="" width="350" height="349" /></p>
<p>Fiz semana passada uma palestra em João Pessoa, para o projeto <a href="http://nepo.com.br/?s=dataprev+2.0">Dataprev 2.0.</a></p>
<p>Lá pelas tantas, um dos programadores da Dataprev me pergunta como se vai conseguir colaborar, participar, mudar com a <strong>quantidade </strong>de trabalho que se tem?</p>
<blockquote><p><em>Não sobra tempo!!!</em></p></blockquote>
<p>Na verdade, o que consideramos trabalho, é tudo aquilo que colocamos na nossa rotina, o que fazemos de olhos fechados, no piloto automático.</p>
<p>Certo?</p>
<p>Qualquer coisa que se faz fora disso, consideramos perda de tempo, ou <strong>não-trabalho</strong>.</p>
<p>Pois é justamente o <strong>não-trabalho</strong> de hoje, que pode ser considerado o totalmente-trabalho de amanhã!!!</p>
<p>Iremos mais e mais trabalharmos para melhorar processos, do que nos processos em si.</p>
<p>Duvidas?</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.claudiafarnesi.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/10/rotina1.jpg" alt="" width="523" height="459" /></p>
<p>Hoje, temos algumas coisas que nos fazem pensar sobre se realmente este modelo baseado no piloto automático, da rotina cega, será realmente eficaz no futuro:</p>
<ul>
<li>O mundo super-populoso demanda mais e mais produtos, mais baratos, mais adequados a cada particularidade;</li>
</ul>
<ul>
<li>Os produtos têm que atender a diversos mercados distintos, em função da aldeia global;</li>
</ul>
<ul>
<li>A velocidade das mudanças técnicas exigem que tenhamos nossa capacidade de adaptação cada vez mais desenvolvida;</li>
</ul>
<ul>
<li>Ligar o piloto automático é tudo que uma empresa inovadora deve evitar;</li>
</ul>
<ul>
<li>Se aposta hoje na capacidade de criar e se adaptar, o que significa que a rotina deve ser sempre repensada.</li>
</ul>
<p><em>(</em><a href="http://nepo.com.br/2009/11/07/o-valor-da-improvisacao/"><em>Veja o café da manhã que tive com o pessoal do Abduzeedo</em></a><em>, que fala do poder da improvisãção.)</em></p>
<p>Ou seja, com o piloto automático podemos repetir, mas não mudar.</p>
<p>Interessa?</p>
<p>Ao se defender &#8220;empresas que aprendem&#8221;, deve-se pensar aprende-se exatamente o que?</p>
<p>Diria: aprende-se a se olhar para o piloto automático e ver o que estamos fazendo de forma repetitiva, burra, sem sentido, sem troca, perdendo tempo, focando nossa inteligência em problemas de baixa complexidade, deixando os de alta complexidade para alguém de cima.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.bn.com.br/radios-antigos/gifs/ekco1a.jpg" alt="" /></p>
<p>O problema que transferir problemas de alta complexidade para uma hierarquia superior é jogar fora a capacidade de pensar sobre o mesmo de quem está envolvido com este, embotando a sua capacidade.</p>
<p>Jogando no lixo a capacidade  da <a href="http://nepo.com.br/2009/11/12/a-inteligencia-coletiva-nao-e-filha-da-web/">inteligência coletiva</a> de todos.</p>
<p>Ou seja, usando cada vez menos a criatividade do cérebro e emburrecendo a força de trabalho, cada vez mais dependente da capacidade de improvisar.</p>
<p>Desta forma, ao se emburrecer as pontas, cria-se ruídos na rede de comunicação, dando mais poder ao modelo aranha e menos ao da rede descentralizada da estrela do mar.</p>
<p><em>(Leiam: </em><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1837950/quem+esta+no+comando"><em>quem está no comando?</em></a><em>)</em></p>
<p>Inovar, assim, é olhar o tempo todo para o que se faz para se fazer diferente, de forma mais fácil,com o grupo ajudando nessa direção, com ferramentas colaborativas a distância e encontros presenciais quando der e aonde der.</p>
<p>Ter espaços, contados como trabalho, talvez o mais nobre, para repensar o que é feito.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.escolasaopaulo.org/atividades/re-conexao-o-amadurecimento-como-possibilidade-de-repensar-as-trajetorias-da-vida/image_preview" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>E normatizações de gestão para que estas demandas mudem realmente o processo de trabalho.</p>
<p>Ou seja, o modelo bottom-up.</p>
<p>Nada adianta dar voz e não dar poder de decisão.</p>
<ul>
<li>Isso não é comunicação, que faz crescer.</li>
<li>É manipulação que estimula o silêncio e emburrecer.</li>
</ul>
<p>Se não vai mudar mesmo, por que discutir e colaborar?</p>
<p>Há uma lógica nisso!</p>
<p>Inovar é dar poder às pontas para se ganhar agilidade, revendo o tempo todo rotinas.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://josieldeoliveirabarbosa.files.wordpress.com/2007/06/olhar-thumb.jpg" alt="" width="672" height="524" /></p>
<p>Esse é o desafio da organização 2.0, que aprende o tempo todo em redes descentralizadas.</p>
<p>E você o que diz?</p>
<p>Concordas?</p>
<p>Ver foto:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9615" title="DSCN4327" src="http://cnepomuceno.files.wordpress.com/2009/11/dscn4327.jpg" alt="DSCN4327" width="500" height="375" /></p>
<div class="bzbutton" style="float:right;margin-left:10px;float:right;margin-left:10px;margin-left: 10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F11%2F16%2Finovar-e-desligar-o-piloto-automatico%2F&source=cnepomuceno"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F11%2F16%2Finovar-e-desligar-o-piloto-automatico%2F" /></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nepo.com.br/2009/11/16/inovar-e-desligar-o-piloto-automatico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Somos todos profissionais de comunicação!</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/11/05/somos-todos-profissionais-de-comunicacao/</link>
		<comments>http://nepo.com.br/2009/11/05/somos-todos-profissionais-de-comunicacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 11:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresa 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da sabedoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do conhecimento 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Governo 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Teorias sobre a Web]]></category>
		<category><![CDATA[redes de comunicação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=9405</guid>
		<description><![CDATA[ Não é por passar a sua vida interagindo que o homem se comunica &#8211; Dominique Wolton &#8211; da minha coleção de frases;


Não adianta colocar a cabeça no buraco.

A Internet é uma grande mídia, que visa basicamente estabelecer a comunicação entre as pessoas.
O resto são componentes desse objetivo maior, que não é dado, é construído, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> Não é por passar a sua vida interagindo que o homem se comunica &#8211; </em><strong>Dominique Wolton &#8211; <a href="http://nepo.com.br/frases/">da minha coleção de frases;</a><br />
</strong></p>
<ul></ul>
<p>Não adianta colocar a cabeça no buraco.</p>
<p><img src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/04/035ostrich_468x538.jpg" alt="" width="300" height="345" /></p>
<p>A Internet é uma grande mídia, que visa basicamente estabelecer a comunicação entre as pessoas.</p>
<p>O resto são componentes desse objetivo maior, que não é dado, é construído, suado e batalhado.</p>
<p>Desta forma, não existem projetos isolados de:</p>
<ul>
<li>Conexão;</li>
<li>Informação;</li>
<li>Conhecimento;</li>
<li>Marketing.</li>
</ul>
<p><img class="alignnone" src="http://oblogdorapaz.blogs.sapo.pt/arquivo/Muro03.jpg" alt="" width="442" height="309" /></p>
<p>Todos visam, em última instância, usar a rede para que as pessoas se comuniquem, visando um determinado objetivo em comum.</p>
<p>Nos perdemos nessa falta (ou erros) de conceito e criamos projetos parciais, que tendem sempre ao fracasso, pois não focamos no problema central: a necessidade dos humanos se comunicarem bem e de maneira positiva para qualquer ação em rede, seja eletrônica, ou não.</p>
<p>Note que a comunicação exige boa vontade:</p>
<ul>
<li>A conexão ocorre ao ligarmos o computador;</li>
<li>A informação quando acessamos uma página qualquer;</li>
<li>O conhecimento está lá na cabeça de cada um, sendo transformado;</li>
<li>A comunicação, entretanto, não é dada, é opcional, eu posso, ou não, aderir a ela, ou boicotá-la, dependendo da minha vontade pessoal. Sem ela, nada acontece!!!</li>
</ul>
<p>Apostamos em todo o resto, pois é mais fácil.</p>
<p>A comunicação não é assim.</p>
<p>Mexe justamente na complexidade da subjetividade humana, o que exige muito mais do que apetrechos técnicos.</p>
<p>Toca em algo que está cada vez mais escasso no mercado:<a href="http://nepo.com.br/2009/01/15/a-diferenca-entre-dado-informacao-conhecimento-e-sabedoria/"> sabedoria.</a></p>
<p>Pode ir na esquina e pedir um pote para ver se acha!?</p>
<p><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_utkTibFbZQ8/SnSLBUDl8qI/AAAAAAAAAws/MsCF0o_rf5I/s400/Gel%C3%A9ia+de+Jabuticaba+ok.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>Qualquer projeto na rede visa garantir que a conexão seja boa, a informação adequada para possibilitar, além de outros ingredientes, para que as barreiras de comunicação possam ser vencidas.</p>
<p>Somos todos limpadores de ruídos entre a comunicação das pessoas. Profissionais que devem ser capacitados para criar <strong>redes de comunicação</strong> entre fornecedores, colaboradores, consumidores, etc&#8230;</p>
<p>O resto é falta de visão do todo!</p>
<p><img class="alignnone" src="http://coachingsp.files.wordpress.com/2009/08/elefante.jpg" alt="" width="400" height="279" /></p>
<p>Só que não nos assumimos, não estamos nos preparando para isso, que é, em última instância, nossa grande e principal missão.</p>
<p>E nos enredamos nas partes secundárias, nos perdendo do todo: que é garantir o ambiente propício para que a comunicação possa ocorrer.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://2.bp.blogspot.com/_5nzsMFvGYWQ/SZlWJ6ovbtI/AAAAAAAAHyM/zY-Y5KTVd28/s320/amarrado-731519.jpg" alt="" width="227" height="240" /></p>
<p>Por causa disso, a Microsoft, a empresa mais conectada do planeta, <a href="http://nepo.com.br/2009/10/30/microsoft-quem-diria-a-empresa-mais-conectada-do-planeta-teve-problemas-de-comunicacao/">lançou o Windows Vista e se esburrachou lá no chão dos projetos de rede sem comunicação</a>.</p>
<p>Já começo até a admitir que vivemos sim na sociedade da falta de informação (sem nexo e sem plexo), justamente pelo desvio que isso significa, pois a informação isolada e sem rede de comunicação humana é pífia.</p>
<p>Não dá um passo adiante&#8230;.</p>
<p>Quanto mais informados e conectados estivermos mais será necessário pensarmos na ampliação da comunicação para que os projetos colaborativos possam dar certo.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.photoshopdesign.net/students/Bruce-cyborg.jpg" alt="" width="560" height="420" /></p>
<p>Não estamos falando de máquinas, mas de pessoas, certo?</p>
<div class="bzbutton" style="float:right;margin-left:10px;float:right;margin-left:10px;margin-left: 10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F11%2F05%2Fsomos-todos-profissionais-de-comunicacao%2F&source=cnepomuceno"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F11%2F05%2Fsomos-todos-profissionais-de-comunicacao%2F" /></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nepo.com.br/2009/11/05/somos-todos-profissionais-de-comunicacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Internet, uma faca de dois legumes</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/09/25/internet-uma-faca-de-dois-legumes/</link>
		<comments>http://nepo.com.br/2009/09/25/internet-uma-faca-de-dois-legumes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 11:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Teorias sobre a Web]]></category>
		<category><![CDATA[rio info 2009]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=8603</guid>
		<description><![CDATA[A inteligência coletiva ao mesmo tempo que é remédio, é veneno – Piérre Lévy &#8211; da minha coleção de frases.
(Ainda sintomas distante do rico debate da RioInfo.)

A web é uma inevolução.
Ou seja, nem evolução nem involução, as duas, ao mesmo tempo.
Inevolui do ponto de vista da divisão social, aumenta as distâncias, apesar de favorecer muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>A inteligência coletiva ao mesmo tempo que é remédio, é veneno</em> – <strong>Piérre Lévy</strong> &#8211; <a href="http://nepo.com.br/frases/">da minha coleção de frases.</a></p></blockquote>
<p><em>(Ainda sintomas distante do rico<em> </em><a style="text-decoration:none;color:#265e15;border-bottom-color:#996633;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;margin:0;padding:0;" href="http://nepo.com.br/2009/09/14/humanidade-2-0-isso-e-possivel/"><em>debate da RioInfo</em></a><em>.)</em></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.eupodiatamatando.com/wp-content/uploads/2007/09/boxe_luta_desigual.jpg" alt="" width="410" height="410" /></p>
<p>A web é uma inevolução.</p>
<p>Ou seja, nem evolução nem involução, as duas, ao mesmo tempo.</p>
<p>Inevolui do ponto de vista da divisão social, aumenta as distâncias, apesar de favorecer muito quem está dentro. E cria problemas de várias naturezas cognitivos, psicológicos e filosóficos, ao mesmo tempo que resolve vários outros.</p>
<p>Adianta e atrasa, ao mesmo tempo.</p>
<p>É uma moeda com cara e coroa, sempre girando, que nunca cai.<br />
<img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2032/2240997682_d465692139.jpg?v=0" alt="" width="500" height="331" /></p>
<p>Sem alternativa.</p>
<p>O que é preciso:</p>
<ul>
<li>1- ter consciência dessa características;</li>
</ul>
<ul>
<li>2- fazer com que as instituições sociais (público e privadas) façam o contra-ponto para diminuir os aspectos involutivos, mesmo que seja muito difícil separar um do outro.</li>
</ul>
<p>Amplia o fosso, mas você dirá, mas é preciso ir adiante.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_ezaUKpkJ4Tc/SbkBD7cqYgI/AAAAAAAAK-c/7n8qqeqsr5E/s400/Fosso" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>E outros dirão e aqueles que não foram?</p>
<p>Para um excluído do interior do Piauí ou da África pode não haver nada pior no mundo que a chegada da Internet.</p>
<p><em>(Tudo vai depender de quem está dentro, ajudar a quem está fora a pular o muro.)</em></p>
<p>Não sabia ler, agora não saber o que é computador, muito menos pesquisar no Google.</p>
<p>Pode ser até que viva mais feliz, do ponto de vista do contato com a natureza, mas está condenado à miséria.</p>
<p>E, provavelmente, seus descendentes.</p>
<p>E estão, parados, iletrados, restritos as ideias do seu pequeno povoado ou da aldeia global da manipulação radiofônica-fechada-restrita-televisiva.</p>
<p>Como a maioria, infelizmente, do nosso povo.</p>
<p>Ao mesmo tempo que a rede é avanço, é atraso.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://bp3.blogger.com/_I3S67nDkUfg/R8ry566UzDI/AAAAAAAAALk/PL8604HO-Gs/s320/Plataforma+vazia.jpg" alt="" width="320" height="235" /></p>
<p>Sempre foi assim.</p>
<p>Sempre vai ser.</p>
<p>Cabe-nos ponderar entre os dois pólos para ampliar um, desde que se possa compensar o outro.</p>
<p>Uma utopia, como aquele maluco Sísifo, que precisava levar a pedra ao alto da montanha e quando rolava, começava do zero.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_lMIvR-Uhc_0/R8Qua3fnK-I/AAAAAAAAAF4/V7jJ3V3yvT8/S240/sisifo-1-fd%5B1%5D.jpg" alt="" width="240" height="238" /></p>
<p>Assim, constato: uma tecnologia de comunicação sempre será elitista.</p>
<p>E excludente.</p>
<p>Faz parte de sua gênesis, do DNA.</p>
<p>O que se pode é evitar a tsunami com medidas inclusivas.</p>
<p>Mas não tem jeito: é sempre uma inevolução permanente.</p>
<p>Resolve ao mesmo tempo que trás, inapelavelmente, rastros de problemas.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://newserrado.com/wp-content/uploads/2008/06/tornado-iowa.jpg" alt="" width="372" height="276" /></p>
<p>Quem se beneficia dela, só vê o lado bom.</p>
<p>Quem perde com ela, o ruim.</p>
<p>E quem  nem sabe dela, não sabe na roubada que está deixando de se meter.</p>
<p>O problema é que o planeta é redondo e não tem esconderijo.</p>
<p>Quando vamos nos tocar disso?</p>
<p>Não importa muros, nem no México, nem em Israel e nem na Rocinha.</p>
<p>Sempre alguém vai aparecer e dizer de uma forma delicada ou violenta: oi, olha aqui a minha necessidade, esqueceu dela?</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.teclasap.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/12/other.jpg" alt="" width="614" height="614" /></p>
<p>Só, assim, de foram paradoxal e dialética, como uma luta de foices, podemos entender a chegada de novas tecnologias.</p>
<p>De forma ponderada e nunca sectária, de um lado ou de outro.</p>
<p>É nesta estrada estreita que temos, nós que estamos nessa vanguarda, que nos situar, nos posicionar e agir!</p>
<p><img class="alignnone" src="http://elproyectomatriz.files.wordpress.com/2008/03/20060213193944-equilibrista.jpg" alt="" width="306" height="194" /></p>
<p>O resto é ilusão ou opressão.</p>
<p>Concordas?</p>
<div class="bzbutton" style="float:right;margin-left:10px;float:right;margin-left:10px;margin-left: 10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F09%2F25%2Finternet-uma-faca-de-dois-legumes%2F&source=cnepomuceno"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F09%2F25%2Finternet-uma-faca-de-dois-legumes%2F" /></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nepo.com.br/2009/09/25/internet-uma-faca-de-dois-legumes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Personal Ibope</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/08/28/personal-ibope/</link>
		<comments>http://nepo.com.br/2009/08/28/personal-ibope/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 09:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analisando o Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro digital]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=7832</guid>
		<description><![CDATA[Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos &#8211; Eduardo Galeano &#8211; da minha coleção de frases.

Ontem, escrevi que somos todos um pouco  Rede Globos.
Blogamos (no nosso jornal), Twittamos (na nossa Agência de Notícias), Gengibramos (no nosso Rádio) e Youtubamos (na nossa Tevê).
Temos os mesmos recursos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos &#8211; </em><strong><em>Eduardo Galeano &#8211; </em><a href="http://nepo.com.br/frases/"><em>da minha coleção de frases.</em></a></strong></p></blockquote>
<p><img class="alignnone" src="http://4.bp.blogspot.com/_ZmJVdKJRzv8/SacmmJHqEUI/AAAAAAAAAoI/IyXBnYF3rrY/s400/personal_and_professional_coaching.jpg" alt="" width="345" height="398" /></p>
<p><a href="http://nepo.com.br/2009/08/27/o-twitter-nao-existe/">Ontem, escrevi que somos todos </a><a href="http://nepo.com.br/2009/08/27/o-twitter-nao-existe/">um pouco </a> Rede Globos.</p>
<p>Blogamos (no nosso jornal), Twittamos (na nossa Agência de Notícias), <a href="http://www.gengibre.com.br/">Gengibramos</a> (no nosso Rádio) e Youtubamos (na nossa Tevê).</p>
<p>Temos os mesmos recursos que qualquer rede de comunicação.</p>
<p>A única diferença é a audiência.</p>
<p>E ai vem uma questão interessante.</p>
<p>O computador, antes da Web,  trouxe um ambiente, no qual criou entre mim e a informação um meio gravável.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.gamaleoes.com.br/imagens/portfolio/mdigital_interface/interface.jpg" alt="" width="376" height="337" /></p>
<p>Quando leio um livro, ninguém sabe o que pulei, o que li, o que marquei.</p>
<p>Aqui não.</p>
<p>É como se tivêssemos uma webcam na cabeça e um HD nos dedos.</p>
<p>Vai tudo ficando ai pelo mundo&#8230;</p>
<p>E isso se expandiu na rede.</p>
<p>Assim, meu rastro cognitivo passa a me acompanhar, como uma sombra gravada.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.imagemnativa.com.br/fotos/298_22_sombra.jpg" alt="" width="720" height="488" /></p>
<p>Mais: eu passo de consumidor da informação a também agente desta.</p>
<p>E, a partir daí, passo a ter &#8211; sem querer ou optar &#8211; meu próprio Ibope, pois se há emissão de mensagens também, começo a ter uma importância ou uma desimportância para o mundo cada vez mais informacional-visível.</p>
<p>Fulano tem uma rede que &#8220;vale&#8221; mais do que a rede de fulano.</p>
<p>O ser humano por natureza coloca, para sobreviver, critérios de valor em tudo.</p>
<p><em>(Não quero dizer que isso é moral ou imoral, mas precisamos disso para tomar decisões. Que cursos você fez, onde estudou, como reage a determinadas situações? Não é isso que se pergunta ao se entrar no emprego? Agora, você já respondeu tudo, sem saber, na rede.)</em></p>
<p>Nesse novo mundo, para o qual estamos colocando apenas ainda um pézinho, os rastros digitais mudarão a nossa maneira de pensar a existência, pois agora mais e mais meu futuro dependerá disso, muito mais do que meu currículo, o que digo, o que imagino que sou.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://bp0.blogger.com/_bAEbo1E9ork/SEg0Gf7lOwI/AAAAAAAAAaE/G4L2wo0TN8o/s400/p%C3%A9+grande.jpg" alt="" width="378" height="367" /></p>
<p>Para o bem e para o mal, você estará por ai recuperável.</p>
<p>O Twitter é o laboratório mais perto desse futuro ainda se formando.</p>
<p>Destacam muito os seus 140 caractereres (que representa a velocidade e o enxugamento necessário da mensagem) como a novidade.</p>
<p>É, não deixa de ser.</p>
<p>Mas a grande inovação, a meu ver, é a sua possibilidade de flexibilizar as redes de quem segue e é seguido.</p>
<p>Essa ideia se consolidou nas redes sociais, tipo Orkut, mas agora ficou muito mais dinâmico.</p>
<p>Ali, é quase uma bolsa de valores de açõe informacionais, de relacionamento.</p>
<blockquote><p><em>Diga-me quem é sua rede, que te direi quem és.</em></p></blockquote>
<p>Quando começarem a traçar este perfil de forma mais matemática, ficará muito mais claro quem é quem.</p>
<p>O potencial de cada um.</p>
<p>E qual é a sua no mundo.</p>
<p><em>Uma cartomante digital algorítimica.</em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_RhWVq2n-OnI/R8GlgnW3pJI/AAAAAAAAAO4/8JDQ0JrkIdc/s320/cartomante1.jpeg" alt="" width="313" height="320" /></p>
<p>Você &#8220;vale&#8221;, ou melhor, você é e será, pela sua capacidade e opção de montar a sua rede.</p>
<p><em>(Haverá problemas de privacidade &#8211; <a href="http://nepo.com.br/2009/08/25/politica-precisamos-de-um-partido-pirata-no-brasil/">por isso estão lançando os partidos piratas</a>, mas, por outro lado, haverá mais meritocracia e menos taxa de erro na hora de ser escolhido para algumas tarefas.)</em></p>
<p>E não falo da rede numérica.</p>
<p>Mas desta aliada com a qualitativa, logo teremos ferramentas mais apuradas para medir isso, se é que não existem e eu não sei.</p>
<p>Vejamos.</p>
<p><strong>&#8220;A&#8221;</strong> tem 3 seguidores e<strong> &#8220;B&#8221;</strong> tem 3 também.</p>
<p>Mas seguidores de<strong> &#8220;A&#8221;, </strong>cada um tem 100 seguidores.</p>
<p>E os de <strong>&#8220;B</strong>&#8221; tem cada um 10.</p>
<p>Numa matemática de botequim, posso dizer que a rede de <strong>&#8220;A&#8221; </strong>de um ponto de vista tem mais poder de diapasão do que a rede de<strong> &#8220;B&#8221;</strong>.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.colegiochamberlain.com.br/moodle/file.php/188/quadro_azul_matematica_formulas_garoto.jpg" alt="" width="410" height="255" /></p>
<p>Ou seja, um dado é quantos seguidores você tem.</p>
<p>O outro é quantos seguidores tem sua rede de seguidores.</p>
<p>Não se pode comparar uma a outra sem levar em conta isso.</p>
<p>E há a temática.</p>
<p>Se os dois se aprofundam no mesmo tema, pode ser que os três de um, apesar de numericamente não ter os mesmos seguidores, podem estar com as pessoas mais importantes daquele meio, mas usam aquele ambiente de forma discreta, por exemplo.</p>
<p>Pode apostar: isso vale muito dinheiro e será padrão nas ferramentas informacionais e comunicacionais que vão surgir pós-Twitter.</p>
<p><img style="border:0 initial initial;" src="http://www.galizacig.com/imxact/2005/11/acceso_internet320.jpg" alt="" width="240" height="320" /></p>
<p>Ou seja, em resumo:</p>
<ul>
<li>As possibilidades de se traçar esse &#8220;Personal Ibope&#8221; é infinita, pois entra o tempo todo, quem segue e é seguido: você acompanha e é acompanhado;</li>
</ul>
<ul>
<li>Quer se saber como é você dando e como é recebendo;</li>
</ul>
<ul>
<li>O Twitter, mais do que uma ferramenta ágil de comunicação, traz com ele, uma bolsa de valores pessoais, nos quais cada cidadão é uma rede de comunicação, que se alarga ou diminui conforme suas ações online, já era assim antes nas cavernas, mas agora  computador digitalizou e a rede conectou;</li>
</ul>
<ul>
<li>E sua maneira de viver a rede informações, se tangibiliza, assim sem você querer, fica ali tudo se mexendo e espelhando nosso atuar no mundo digital;</li>
</ul>
<ul>
<li>Por fim,  nosso jeito de ser e estar no mundo, cada vez mais na frente de uma telinha. É um movimento de seguidores do Orkut, de mão dupla, totalmente ágil e se relacionando não só apenas com nossos amigos, mas também com nossa audiência oculta, pelo que valemos em termos informacionais.</li>
</ul>
<p>O assunto vai longe, mas vou ficar por aqui.</p>
<p>Repito, vejo pontos positivos e negativos em tudo isso, mas, como dizia Toquinho, &#8220;<a href="http://letras.terra.com.br/toquinho/87372/">a vida sempre tem razão</a>&#8220;.</p>
<p>[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=bK1kgWp65IA]</p>
<blockquote>
<p style="color:#555555;font-size:13px;border:0 initial initial;margin:0;padding:0 0 20px;"><em>Tem dias que eu fico pensando na vida<br />
E sinceramente não vejo saída.<br />
Como é, por exemplo, que dá pra entender:<br />
A gente mal nasce, começa a morrer.</em></p>
<p style="color:#555555;font-size:13px;border:0 initial initial;margin:0;padding:0 0 20px;"><em>Depois da chegada vem sempre a partida,<br />
Porque não há nada sem separação.<br />
Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão.<br />
Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão.</em></p>
<p style="color:#555555;font-size:13px;border:0 initial initial;margin:0;padding:0 0 20px;"><em>A gente nem sabe que males se apronta.<br />
Fazendo de conta, fingindo esquecer<br />
Que nada renasce antes que se acabe,<br />
E o sol que desponta tem que anoitecer.</em></p>
<p style="color:#555555;font-size:13px;border:0 initial initial;margin:0;padding:0 0 20px;"><em>De nada adianta ficar-se de fora.<br />
A hora do sim é o descuido do não.<br />
Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão.<br />
Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.</em></p></blockquote>
<p style="color:#555555;font-size:13px;border:0 initial initial;margin:0;padding:0 0 20px;"><span style="color:#000000;">Que dizes?</span></p>
<div class="bzbutton" style="float:right;margin-left:10px;float:right;margin-left:10px;margin-left: 10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F08%2F28%2Fpersonal-ibope%2F&source=cnepomuceno"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F08%2F28%2Fpersonal-ibope%2F" /></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nepo.com.br/2009/08/28/personal-ibope/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A escassez do sentido</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/08/18/a-escassez-do-sentido/</link>
		<comments>http://nepo.com.br/2009/08/18/a-escassez-do-sentido/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 11:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[abundância]]></category>
		<category><![CDATA[escassez]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=7553</guid>
		<description><![CDATA[Não existe crise da informação, mas dos modelos de negócio da mídia &#8211; Aloy Jupiara, da minha coleção de frases;

Ando pensando sobre essa idéia do Anderson sobre a escassez e a abundância.
(Estou na pasta com o livro Free do Chris Anderson e assisti para encher mais a cabeça de ideias a palestra sobre jornalismo 2.0 do Aloy [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Não existe crise da informação, mas dos modelos de negócio da mídia &#8211; <strong>Aloy Jupiara, </strong><strong><a href="http://nepo.com.br/frases/">da minha coleção de frases;</a></strong></p></blockquote>
<p><img class="alignnone" src="http://porelsur.files.wordpress.com/2009/06/tango.jpg" alt="" width="325" height="489" /></p>
<p>Ando pensando sobre essa idéia do Anderson sobre a escassez e a abundância.</p>
<p><em>(Estou na pasta com o livro </em><a href="http://compare.buscape.com.br/prod_unico?idu=1853523068&amp;pagina=1&amp;chkpgto=28"><em>Free do Chris Anderson</em></a><em> e assisti para encher mais a cabeça de ideias </em><a href="http://nepo.com.br/2009/08/15/aloy-jupyara-no-mbkm/"><em>a palestra sobre jornalismo 2.0 do Aloy</em></a><a href="http://nepo.com.br/2009/08/15/aloy-jupyara-no-mbkm/"><em> no MBKM, na sexta passada.</em></a><em>)</em></p>
<p>No mundo, tudo que é abundante, tem pouco valor.</p>
<p>O que falta, é valorizado.</p>
<p>O que é abundante hoje, pode ser escasso amanhã.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.interconect.com.br/clientes/pontes/Blog/2009/Julho/Imagens/cobra.jpg" alt="" width="250" height="260" /></p>
<p>Na imagem que o <a href="http://twitter.com/aloyj">Aloy</a> citou da cobra que come o próprio rabo.</p>
<p>O humano quando sente que algo vai faltar, rapidamente inventa uma coisa para colocar no lugar e ganhar dinheiro em cima disso.</p>
<p>O que derruba os cenários catastróficos de futuro, pois sempre há algo que ia acabar e é reposto, através de ideias e tecnologias.</p>
<p>Hoje, por exemplo, distribuir informação é barato, fácil, não há esforço.</p>
<p>Antes, era caro: jornal, CD, papel, vinil, banca, loja, caminhão, avião, trem, caixa, carrinho, entregadores&#8230;</p>
<p><img class="alignnone" src="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/05/06/06_MVG_rio_caminhao51.jpg" alt="" width="360" height="460" /></p>
<p>Hoje, a informação é abundante: chega, via mouse, monitor e teclado, mas sem tratamento, sem personalização, sem contexto, sem relevância.</p>
<p>É caro atualmente arredondar, dar sentido, criar cenários,  improvisar, inovar,  dizer aquilo que ninguém ainda dissse (jornalismo de nicho)  facilitar a tomada de decisão com menos margem de erro.</p>
<p>É preciso saber agregar valor à informação que todo mundo tem na ponta do dedo.</p>
<p>O que temos hoje é a escassez do sentido!</p>
<p>O que a mídia ainda não entendeu.</p>
<p>Hoje, isso tem e terá que ser  feito, neste estágio, de forma artesanal.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.paraty.tur.br/culturasetradicoes/img/artesanato.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>É o resgate do poder do serviço, menos do produto.</p>
<p>Da pessoa, menos da indústria.</p>
<p>Vale quem tem gente que agrega!</p>
<p>Pessoas cada vez mais capacitadas em analisar grandes volumes de dados e fazer cenários precisos, sintéticos, de fácil visualização.</p>
<p>É a apologia do pensador de grandes cenários, ao invés do mega-entregador de dados.</p>
<blockquote><p>Todos entregam, mas pouco explicam com clareza.</p></blockquote>
<p>Amanhã, quando isso se popularizar, e até tivermos robôs ajudando, se industrializar de novo, e ficar barato os cenaristas que vão se espalhar cada vez mais, a dança mudará de novo de lado.</p>
<p>E nesse ponto o que fará a diferença é quem tem os melhores dados para os cenários serem formados, voltando ao momento em que deixamos pré-Web num eterno jogo de gangorra.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://debico.files.wordpress.com/2009/08/gangorra.jpg" alt="" width="457" height="336" /></p>
<p>Vide Google, que é a empresa que vende basicamente relevância, personalização.</p>
<p>Junta o desejo &#8220;A&#8221; de informação com o link &#8220;B&#8221; de onde ela está.</p>
<p>Por isso, o CD de música vale 1 e o show personalizado, improvisado, que junta o dado bruto, música, com o artista, no palco, cantando só para vocês, aqui e agora, coisa rara no mundo <em>Youtubizado</em>, vale 10!</p>
<p>Verão que cada vez mais um show será cada vez mais diferente um dos outros, através do público que vai definir que músicas os artistas vão cantar.</p>
<p><em>(No Rio, isso já tem acontecido com o pessoal dos das comédias de improvisação nos teatros, na qual o público pede e o artista faz, como até é o programa &#8220;</em><a href="http://mtv.uol.com.br/15minutos/oquee"><em>15 minuto</em></a><em>s&#8221;  do Marcelo Adnet, que faz o que os e-mails solicitam, dentro dessa nova cultura <strong>do aqui e agora só para vocês</strong>.)</em></p>
<p>Nunca se saberá o que vai rolar&#8230;em uma eterna improvisação, não <em>downlodizada</em>.</p>
<p>Pois o que vende, o que já está escasso, será o inusitado, o que não está na rede, nem dá para ser baixado no I-Pod!</p>
<p><em><a href="http://nepo.com.br/2008/11/27/power-point-asa-ou-corrente/">(Não é a toa que eu intuitivamente já havia abandonado palestras usando o Power Point.)</a></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://4.bp.blogspot.com/_Lj85ivTaeKY/SlyNNU4AEpI/AAAAAAAABQM/GgVwRWkzrTA/s400/dan%25C3%25A7a%2Bcadeiras%5B1%5D.jpg" alt="" width="250" height="327" /></p>
<p>É nessa dança das cadeiras, quase infantil, que está a sobrevivência de cada um, dos grupos, das organizações e dos países em sempre procurar estar oferecendo o que é escasso ao mundo e não o que está por aí sobrando.</p>
<p>Ou seja:</p>
<ul>
<li>Antever a escassez e ter produtos no tempo certo, é para gênios.</li>
<li>Focar na escassez evidente, é para os sensatos, mesmo que atrasados.</li>
<li>Insistir na abundância barata, e ainda com a força da lei,  só loucos de hospício.</li>
</ul>
<p><img class="alignnone" src="http://3.bp.blogspot.com/_nypvXrcbQYw/Sc3Qs9ag2uI/AAAAAAAAEDI/7nfLTjQEm3E/s400/camisa+de+for%C3%A7a.jpg" alt="" width="320" height="242" /></p>
<p>Concordas?</p>
<p><em>PS - Hoje, o Globo anuncia o fim da era dos fotolitos, o jornal passa a ser totalmente feito pelo ambiente digital (encerrando um ciclo iniciado em 1450 com Gutemberg e as máquinas de tipo móvel). Faz também discussão do por que o Financial Times está se dando bem com cobranças dos leitores, um jornal do nicho. O Valor segue a mesma trilha. </em></p>
<p><em>Escassez, baby, escassez</em></p>
<div class="bzbutton" style="float:right;margin-left:10px;float:right;margin-left:10px;margin-left: 10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F08%2F18%2Fa-escassez-do-sentido%2F&source=cnepomuceno"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F08%2F18%2Fa-escassez-do-sentido%2F" /></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nepo.com.br/2009/08/18/a-escassez-do-sentido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Será o Google a próxima Microsoft?</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/08/17/sera-o-google-a-proxima-microsoft/</link>
		<comments>http://nepo.com.br/2009/08/17/sera-o-google-a-proxima-microsoft/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 14:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futuro digital]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da sabedoria]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=7504</guid>
		<description><![CDATA[
Não, não é fácil ter equilíbrio diante do mundo 2.0.
Muita gente está pilhada.
São os entusiasmados utópicos.
Só a Internet Salva!
Do outro lado, os tecnofóbicos de carteirinha.
Vade Retro, Internet!
Ter um equilíbrio entre os dois grupos, é complicado, pois tendemos ora para um lado, ora para outro.
Há oportunidades enormes com a rede, mas achar que ela veio salvar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://blog.estadao.com.br/blog/media/o-equilibrista2-560-div.jpg" alt="" width="560" height="356" /></p>
<p>Não, não é fácil ter equilíbrio diante do mundo 2.0.</p>
<p>Muita gente está pilhada.</p>
<p>São os entusiasmados utópicos.</p>
<blockquote><p><em><strong>Só a Internet Salva!</strong></em></p></blockquote>
<p>Do outro lado, os tecnofóbicos de carteirinha.</p>
<blockquote><p><em><strong>Vade Retro, Internet!</strong></em></p></blockquote>
<p>Ter um equilíbrio entre os dois grupos, é complicado, pois tendemos ora para um lado, ora para outro.</p>
<p>Há oportunidades enormes com a rede, mas achar que ela veio salvar o mundo, é algo que vai nos levar mais adiante à frustração.</p>
<p>Li &#8220;<strong><a style="font-family:Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#ac0f5c;font-size:12px;text-decoration:none;" href="http://www.revistaserrote.com.br/ogoogle.html" target="_top">O Google e o futuro dos livros</a>&#8220;, </strong> um artigo muito bom da nova <a href="http://www.revistaserrote.com.br/index.html">Revista Serrote</a>, de alguém que tenta estar nesse equilíbrio, entre o bem e o mau,  que é o <a href="http://www.eurozine.com/articles/2004-06-21-darnton-en.html">Roberto Darnton</a>.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://loja.fronteirasdopensamento.com.br/site2007/imprensa/robertdarnton/alta/IMG_7545.JPG" alt="" width="367" height="550" /></p>
<p>Nele, o autor denúncia a possibilidade de todos os livros <a href="http://books.google.com.br/">que o Google está digitalizando</a>, virarem um grande monopólio do saber privado. Nada impediria, teoricamente, que isso aconteça, a não ser a cara de bonzinho dos atuais donos do negócio, já que ele se debruça sobre o intricado acordo feito pelo Google e as editoras.</p>
<p>O autor não acredita que isso faria parte do atual perfil da empresa, mas questiona:</p>
<p><em><img class="alignnone size-full wp-image-7513" title="google_books" src="http://cnepomuceno.files.wordpress.com/2009/08/google_books.jpg" alt="google_books" width="485" height="170" /></em></p>
<p>Não, eu também não acredito em Papai Noel e nem em coelho da Páscoa.</p>
<p>Já fui Home Broker e sei que diante da tela da bolsa de valores o que vale é quem sobe e dá lucro.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2008/10/home-broker.jpg" alt="" width="250" height="249" /></p>
<p>O sistema como um todo ainda não absorveu a Internet e sua aura de colaboração.</p>
<p>Isso vai acontecer.</p>
<p>O que hoje é um conceito, uma premissa, amanhã pode não ser.</p>
<p><a href="http://nepo.com.br/2009/07/31/mbkm-o-blog-em-sala-de-aula/">O Eudes, um dos meus alunos no MBKM perguntou em um comentário:</a></p>
<blockquote><p><em>É público que o Google para entrar na China teve que adotar a lista de censura da ditadura chinesa. De novo, não quero demonizar o Google, mas sim exemplificar a existência da possibilidade, seja ela rídicula ou não, de manipulação dos canais.</em></p></blockquote>
<p>Uma boa pergunta, não?</p>
<p>De ideológico, as letras coloridas não tem nada.</p>
<p>Ou deveria ter?</p>
<p>Ou não deveria?</p>
<p>Business is business, mané!</p>
<p>Repito:  colaboração muitos para muitos veio ao mundo por uma necessidade informacional.</p>
<p>Se não trocássemos mais, tudo perderia a relevância.</p>
<p>Não é uma cultura de bonzinhos, mas uma cultura como outra qualquer de sobrevivência humana.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://esdjccg.prof2000.pt/bacalhau/al6-10.jpg" alt="" width="300" height="280" /></p>
<p>Considerar que esse novo ambiente informacional vai mudar a maneira que o homem se vê, pensa sobre o mundo, quer ganhar dinheiro, se relaciona com seu ego, é uma fantasia, que os iluministas também tiveram no século 18, veja no artigo do Darnton.</p>
<p>Não, não sou pessimista, pois acredito que existem nas colaborações voluntárias:</p>
<p><strong>- a colaboração por necessidade </strong>(ou se colabora, ou não se tem a informação filtrada);</p>
<p><strong>- a colaboração por marketing</strong> (que é a principal hoje em voga na rede);</p>
<p><strong>- e por altruísmo</strong>, essa última totalmente anônima e raríssima.</p>
<p>Quando o Obama vai pintar casa de pobre e metade da imprensa americana tira uma foto, qual das três acima ele está praticando? Quanto de colaboração anônima a Internet está realmente vivenciando?</p>
<p><img class="alignnone" src="http://portal.rpc.com.br/midia_tmp/370--Obama_pintando_muro_de_casa_moradores_rua_feriado_19-01.jpg" alt="" width="370" height="479" /></p>
<p>Estamos em uma nova fase, na qual a reputação colaborativa vale votos, trabalhos, empregos, contatos, etc&#8230;</p>
<p>É interessante?</p>
<p>É.</p>
<p>Mas não vamos achar que o espírito cor de rosa baixou na terra e todos agora somos anjinhos rumando para o Paraíso na Terra.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://rypedro.files.wordpress.com/2008/07/anjinhos.jpg" alt="" width="328" height="400" /></p>
<p>O Lobo Mau sempre vai estar na floresta nos esperando.</p>
<p>Concordas?</p>
<div class="bzbutton" style="float:right;margin-left:10px;float:right;margin-left:10px;margin-left: 10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F08%2F17%2Fsera-o-google-a-proxima-microsoft%2F&source=cnepomuceno"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F08%2F17%2Fsera-o-google-a-proxima-microsoft%2F" /></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nepo.com.br/2009/08/17/sera-o-google-a-proxima-microsoft/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Teremos códigos de barra no pescoço?</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/08/14/teremos-codigos-de-barra-no-pescoco/</link>
		<comments>http://nepo.com.br/2009/08/14/teremos-codigos-de-barra-no-pescoco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 09:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[A web fora da Web]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro digital]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=7334</guid>
		<description><![CDATA[
Bom, já twittei aos quatro ventos que a Veja desta semana fez um caderno relevante sobre a Web.
(Só não gosto das conclusões dos últimos parágrafos, mas de resto, vale várias discussões interessantes.)
Twittei:
Revista Veja com matéria longa e interessante sobre Internet. O termo Inteligência Coletiva foi para capa. Resumo aqui:http://migre.me/4W7v

O interessante é que de todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://2.bp.blogspot.com/_EaRiBh1Rzbc/SJH9ztEE46I/AAAAAAAAAlw/Pn3Etprvwpo/s320/codigo_barras_1.jpg" alt="" width="213" height="320" /></p>
<p>Bom, já twittei aos quatro ventos que a Veja desta semana fez um caderno relevante sobre a Web.</p>
<p><em>(Só não gosto das conclusões dos últimos parágrafos, mas de resto, vale várias discussões interessantes.)</em></p>
<p><a href="http://twitter.com/cnepomuceno">Twittei:</a></p>
<blockquote><p><em>Revista Veja com matéria longa e interessante sobre Internet. O termo Inteligência Coletiva foi para capa. Resumo aqui:</em><a style="text-decoration:underline;color:#806b00;margin:0;padding:0;" rel="nofollow" href="http://migre.me/4W7v" target="_blank"><em>http://migre.me/4W7v</em></a></p></blockquote>
<p><img style="border:0 initial initial;" src="http://1.bp.blogspot.com/_K6vAZCh16Y4/SoJX52hFV8I/AAAAAAAAJYk/L14CECFIDV8/s320/Revista+Veja+-+O+Big+Bang+da+Internet.jpg" alt="" width="229" height="320" /></p>
<p>O interessante é que de todos os aspectos da rede, ela deu destaque a um em particular: <a href="http://nepo.com.br/2009/06/16/blogossario/">os rastros involuntários.</a></p>
<p>Disseram:</p>
<blockquote><p><em>Nenhum outro meio anterior à Internet exigiu do usuário à entrega de tantas informações, pra permitir o acesso a uma rede de comunicação. Isso pode ter um lado ruim para a privacidade, mas também abre uma fronteira de integração e de uso racional de recursos sem igual para a humanidade.</em></p></blockquote>
<p>De fato, eu leio um livro e ninguém sabe o que capítulo me interessou mais, como pulei, o que repeti, o que comentei do lado, idem no rádio e na tevê, tirando a imprecisão dos Ibopes.</p>
<p>Na Web, sabe-se de tudo.</p>
<p>É uma novidade informacional única e realmente nova.</p>
<p><em>&#8220;Eu sei onde você clicou&#8221;.</em></p>
<p><em><img class="alignnone" src="http://novoimages.quebarato.com.br/photos/big/F/5/A0AF5_3.jpg" alt="" width="355" height="300" /></em></p>
<p>Ou melhor, eu não, quem detém o poder do servidor, no qual o usuário clica.</p>
<p>Assim, quem tem o poder é quem tem o servidor, aonde o usuário clica.</p>
<p>O que é preciso é transformar o clique em valor, anúncio, particularização, fazer chegar o produto certo ao mouse desejoso.</p>
<p>É o que as empresas de cartão de crédito sempre fizeram, ou tentaram fazer, mas agora os dados são mais completos e mais precisos.</p>
<p>E não se sabe apenas o que eu clico, mas também o que compro, onde comento, o que leio.</p>
<p>E justamente ali posso colocar o que ofereço!</p>
<p>Pois bem, não vou discutir privacidade x escancaramento, que isso dá outro post grande e completo, até uma categoria inteira, talvez até um blog dedicado&#8230;.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://magiarubronegra.files.wordpress.com/2008/12/vergonha.jpg" alt="" width="477" height="358" /></p>
<p>Mas mostrar que esse é o grande filão da Web, uma das grandes diferenças na forma de consumir e anunciar que já está presente agora e se ampliará no futuro.</p>
<p>Aquilo  que o Google sacou lá através e está nadando de braçada sobre quem ainda não consegue colocar tudo isso na bolsa de valores.</p>
<p>Bom, dito isso, vamos a outro aspecto.</p>
<p>Se isso vale para a rede, cria-se a cultura, as ferramentas de acompanhamento, por que não começar a colocar isso para fora dela?</p>
<p>Possivel?</p>
<p>Sim, três tecnologias começam a multiplicar isso: celular, GPS e chips em todos os lugares.</p>
<p>Já se pergunta por aí por que não começar a rastrear os celulares, os relógios, os tênis, as calças, os carros e, por que não, as pessoas? Loucura?</p>
<p>Não, toda grande nova era, começa com uma erinha e vai crescendo.</p>
<p>Saiu no Valor o artigo:</p>
<p><a href="http://jonasfederighi.wordpress.com/2009/08/05/companhias-investem-em-sistemas-para-unir-o-mundo-real-ao-virtual-582009/">Companhias investem em sistemas para unir o mundo real ao virtual</a></p>
<p>Veja a imagem:</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002315/imagens/arte05emp-code-b2.gif" alt="" width="330" height="461" /></p>
<p><a href="http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=19581">Vejam também que estão discutindo colocar chips nos presidiários aqui no Rio de Janeiro.</a></p>
<p><img class="alignnone" src="http://sinaldabesta.blogs.sapo.pt/arquivo/overic1.jpg" alt="" width="197" height="159" /></p>
<p>E ainda:</p>
<p><a href="http://kiminda.wordpress.com/2008/07/30/carros-novos-ja-vem-com-chip-em-2009/">Carros novos já vêm com chip em 2009</a></p>
<p><img class="alignnone" src="http://3.bp.blogspot.com/_4ClJjhiX_XE/SISg81tZeoI/AAAAAAAAAWw/m2GZJWffiYw/s400/ddd.JPG" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>Se hoje na rede aceitamos sermos rastreados, por descontos, por gratuidade em serviços, somos usuários do Google, do Gmail, do Youtube e não reclamamos.</p>
<p>Mais adiante vão nos oferecer descontos, caso tenhamos um<strong><em> chip de consumo</em></strong> na nossa pele.</p>
<p>Ou se for menos radical, no celular, no relógio, no óculos&#8230;aonde o freguês escolher!</p>
<p>Basta entrar na loja e os descontos vão aparecer somente para nós.</p>
<ul>
<li>Quem tem o chip, paga R$ 20,00 e vê R$ 20,00.</li>
<li>Quem não tem, paga R$ 30,00 e vê R$ 30,00.</li>
</ul>
<p>O chip fala com o celular e nos avisa quem de nossos amigos on-line estão perto no off-line.</p>
<p><em>(O chip do celular é quase isso, não?)</em></p>
<p>O cara da loja saberá que entrou um cliente Prime, que tem x reais no banco.</p>
<p>E você terá atendimento Vip.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://jc3.uol.com.br/blogs/repositorio/leao_branco.jpg" alt="" width="420" height="320" /></p>
<p>Cada um valerá, conforme o poder do chip no pescoço, ou seja lá onde colocarem.</p>
<p>É a fusão de três tecnologias, que avançam e se integram, como já disse: dos chips + da web + do GPS + celulares.</p>
<p>Nesse <strong>personal cartão</strong>, poderá estar embutido nosso cartão de crédito e automaticamente, com nossa aprovação, a compra será feita.</p>
<p>Não gosto de ficar falando de futurismo, pois atrapalha um pouco a vida.</p>
<p>Nos leva a achar tudo uma mágica, algo distante, mas a lei para aprovar o chip nos presidiários está em discussão hoje na Assembléia do Rio de Janeiro, cidade onde moro.</p>
<p>Há uns 3 quilômetros aqui de casa, pertinho, pertinho.</p>
<p>Temos ainda, é fato,  muito chão na estrada para fazer dos rastros involuntários na propria rede, algo que possa ser útil à humanidade e ao humanismo.</p>
<p>Passando-o para as empresas, congresso, justiça, etc..</p>
<p><img style="border:0 initial initial;" src="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,15903136-EX,00.jpg" alt="" width="375" height="495" /></p>
<p>Mas fique atento, pois os primeiros sinais da desvirtualização da Web e da <em>loguinização</em> das pessoas no mundo off-line, já está aí andando do seu lado, mais perto do que imaginamos.</p>
<p>Exemplos não faltarão, mas tudo isso só fará diferença, quando essa erinha, que ainda engatinha, virar uma <em>erão</em> e se massificar.</p>
<p>Quando será?</p>
<p>Só o babalaorixá 2.0 pode saber!</p>
<p><img class="alignnone" src="http://ocandomble.files.wordpress.com/2008/07/consultando.jpg" alt="" width="213" height="160" /></p>
<p>Acompanhemos&#8230;</p>
<p>Concordas?</p>
<div class="bzbutton" style="float:right;margin-left:10px;float:right;margin-left:10px;margin-left: 10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F08%2F14%2Fteremos-codigos-de-barra-no-pescoco%2F&source=cnepomuceno"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2009%2F08%2F14%2Fteremos-codigos-de-barra-no-pescoco%2F" /></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nepo.com.br/2009/08/14/teremos-codigos-de-barra-no-pescoco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
