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Teorias são ferramentas humanas para nos aproximar dos fatos.

Teorias eficazes são aquelas que permitem criar cenários preditivos, estratégias, métodos e/ou tecnologias melhores.

Para isso, os fatos têm que estar próximos das teorias e vice-versa.

Teorias, são, portanto, ferramentas fundamentais para quem quer agir de forma mais madura e reflexiva diante de qualquer fato da vida, principalmente os mais complexos.

Porém, em vários momentos da história humana, fatos fogem das teorias e se apresentam de forma estranha, fora do usual. Teorias, que eram consideradas eficazes, vão ficando gradualmente obsoletas. E aí, bem aí, temos crises teóricas.

Nestes momentos, a sala da filosofia, que estava meio fechada e empoeirada, se abre novamente, de forma emergencial para ajudar a repensar as velhas teorias.

A filosofia é, assim, espaço de reflexão humana para questões mais abstratas: espécie de STF das teorias, que entram com recursos para resolver respectivos problemas em instância superior.

A filosofia, assim, ajuda em crises teóricas e existenciais. Traz a clássica pergunta do “por que” de cada coisa. Tem ferramental acumulado por centenas de filósofos brilhantes do passado, que se dedicaram justamente a nos tirar de grandes crises teóricas.

Tal ferramental, transforma o pensamento sólido em líquido e nos auxilia a olhar para novos fatos com novas lentes.

Hoje, quando assistimos o mundo digital com espanto e vários fenômenos não têm explicação, é preciso se embrenhar nas águas filosóficas para sair com o olhar renovado.

A filosofia é, acreditem, a ferramenta mais barata e eficaz para entender e agir neste novo milênio, que desponta de forma estranha, rápida e disruptiva.

Nossas teorias de plantão precisam ser chacoalhadas para que o futuro tão incerto ganhe um pouco mais de certeza.

É isso, que dizes?

Em áudio:
https://youtu.be/SdhzAyX7fHA

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