Profeta digital

Especialista em cibercultura, o francês Pierre Lévy critica intenção inglesa de controlar redes sociais e fala sobre o futuro dos livros. Lévy estará no Rio semana que vem, finalmente, acho que vou conseguir vê-lo ao vivo.

Veja o que achei melhor:

Publicada em 16/08/2011 

 

 –> http://advivo.com.br/blog/luisnassif/pierre-levy-e-a-imprensa-dinossauro

1 – O preconceito, na maioria das vezes, é gerado pela ignorância;

2-  Os jornalistas tinham todo o tipo de preconceito com a comunicação digital, e hoje todos estão usando essas ferramentas;

3 – No futuro, não haverá suportes físicos para levar a informação;

4- . Os grupos de mídia que não se adaptarem ao novo momento, em que as comunicações são completamente descentralizadas e mais distribuídas, serão dinossauros e vão morrer;

5 – Eu acho que as notícias serão consumidas através das redes sociais, como Twitter, Facebook ou Google+; (Mussoi ex-globo tem a mesma opinião, veja aqui. <—);

6 – A mídia social permite que você escolha suas fontes e ordene suas prioridades entre as fontes. Você pode personalizar a forma como vai receber as notícias;

7- O  usuário terá a habilidade de priorizar as fontes e os temas e escolher deliberadamente o que ele quer saber. Será uma atividade que a próxima geração já vai aprender a fazer nas escolas;

8 – O  ranking formado pelos algoritmos do Google é bastante primitivo. São mínimas as possibilidades de personalização de seu ranking;

9-  O sistema de escrita que usamos hoje na web é desenhado para mídia estática. Nós ainda temos que desenvolver sistemas simbólicos de escrita que sejam capazes de explorar todas as capacidades de um computador;

10 –  no futuro, a grande maioria dos livros será lida nos tablets ou em periféricos como o Kindle, muito pela possibilidade de interatividade. Os livros passarão a ser escritos dessa forma, com esse objetivo.