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	<title>Comentários sobre: Cara a tapa</title>
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	<description>&#34;Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir.&#34; (Sêneca)</description>
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		<title>Por: SEJA &#8211; Pinus &#187; O impasse da comunicação</title>
		<link>http://nepo.com.br/2010/03/04/cara-a-tapa/comment-page-1/#comment-6397</link>
		<dc:creator>SEJA &#8211; Pinus &#187; O impasse da comunicação</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 19:43:08 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Dar os produtos e os serviços a tapa para serem co-aperfeiçoados. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Dar os produtos e os serviços a tapa para serem co-aperfeiçoados. [...]</p>
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		<title>Por: Carlos Nepomuceno</title>
		<link>http://nepo.com.br/2010/03/04/cara-a-tapa/comment-page-1/#comment-5878</link>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 12:14:17 +0000</pubDate>
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		<description>Ivan, você pareceu o Caetano agora, são tantos não, entre não, dialéticos, que eu diria, ou não. ;)

Valeu!

Vamos adelante!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ivan, você pareceu o Caetano agora, são tantos não, entre não, dialéticos, que eu diria, ou não. <img src='http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Valeu!</p>
<p>Vamos adelante!</p>
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		<title>Por: Ivan Pereira</title>
		<link>http://nepo.com.br/2010/03/04/cara-a-tapa/comment-page-1/#comment-5870</link>
		<dc:creator>Ivan Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 23:06:25 +0000</pubDate>
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		<description>Cê tá certo! Realmente, concebo a ideia de falsos verbos, porque há verbos mentirosos ou em conflito com, ou negando, uma  verdade.

Verbos são substantivos em ação ou sofrendo ação, porque todos os substantivos são elementos sistêmicos acionados ou em compasso de espera para serem alocados a um processo qualquer.

Ora, há falsos verbos porque há falsos processos... Ou processos induzindo inverdades, como nas contrainformações com finalidade estratégica.

Por disso há falsas-falsidades como expressão de uma linguagem dupla, ou informação contra-fluxo nas estratégias de camuflagem com o objetivo (verbo) maior e pela penetração sutil, porquanto baseada em &quot;esclarecimentos&quot; que nada mais são que uma tentativa de varrer as tradições filosóficas, compelindo novas distinções entre &quot;verdade&quot; e &quot;falsidade&quot;. 

Normalmente, vemos isso nas ambiguidades das dialéticas que objetivam controlar os fluxos de conhecimento e padronizar a sabedoria para controles políticos e sociais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cê tá certo! Realmente, concebo a ideia de falsos verbos, porque há verbos mentirosos ou em conflito com, ou negando, uma  verdade.</p>
<p>Verbos são substantivos em ação ou sofrendo ação, porque todos os substantivos são elementos sistêmicos acionados ou em compasso de espera para serem alocados a um processo qualquer.</p>
<p>Ora, há falsos verbos porque há falsos processos&#8230; Ou processos induzindo inverdades, como nas contrainformações com finalidade estratégica.</p>
<p>Por disso há falsas-falsidades como expressão de uma linguagem dupla, ou informação contra-fluxo nas estratégias de camuflagem com o objetivo (verbo) maior e pela penetração sutil, porquanto baseada em &#8220;esclarecimentos&#8221; que nada mais são que uma tentativa de varrer as tradições filosóficas, compelindo novas distinções entre &#8220;verdade&#8221; e &#8220;falsidade&#8221;. </p>
<p>Normalmente, vemos isso nas ambiguidades das dialéticas que objetivam controlar os fluxos de conhecimento e padronizar a sabedoria para controles políticos e sociais.</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Nepomuceno</title>
		<link>http://nepo.com.br/2010/03/04/cara-a-tapa/comment-page-1/#comment-5867</link>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 20:49:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=10962#comment-5867</guid>
		<description>Ivan, admiro sua cabeça e forma de pensar.

Realmente, poderia dizer, concordando e discordando, que o conhecimento é um falso-substantivo.

Todo mundo fica na arquibancada torcendo para que ele saia de falso para verdadeiro, mas ele se mostra falso.

Pois quando ele está, digamos parado, ou em um processo solidificado, ele é um verbo enrustido, dentro de um substantivo.

Há, porém, falsos-substantivos mais falsos do que outros, por exemplo, o conhecimento que tenho da cidade do Rio de Janeiro, que é mais falso (sólido, menos mutável) do que a minha opinião sobre a Internet, que é mais declaramente mutante, a partir dos inputs que recebo.

Sei que você vai ser rebelar com o conceito do falso verbo, mas o que seria de um blog, que não fosse provocar os seus habitantes? ;)

Forte abraço,

Nepô.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ivan, admiro sua cabeça e forma de pensar.</p>
<p>Realmente, poderia dizer, concordando e discordando, que o conhecimento é um falso-substantivo.</p>
<p>Todo mundo fica na arquibancada torcendo para que ele saia de falso para verdadeiro, mas ele se mostra falso.</p>
<p>Pois quando ele está, digamos parado, ou em um processo solidificado, ele é um verbo enrustido, dentro de um substantivo.</p>
<p>Há, porém, falsos-substantivos mais falsos do que outros, por exemplo, o conhecimento que tenho da cidade do Rio de Janeiro, que é mais falso (sólido, menos mutável) do que a minha opinião sobre a Internet, que é mais declaramente mutante, a partir dos inputs que recebo.</p>
<p>Sei que você vai ser rebelar com o conceito do falso verbo, mas o que seria de um blog, que não fosse provocar os seus habitantes? <img src='http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Forte abraço,</p>
<p>Nepô.</p>
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	<item>
		<title>Por: Ivan Pereira</title>
		<link>http://nepo.com.br/2010/03/04/cara-a-tapa/comment-page-1/#comment-5865</link>
		<dc:creator>Ivan Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:00:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=10962#comment-5865</guid>
		<description>Nepô disse: -- O conhecimento, ao invés de  substantivo,  sempre foi um verbo –  nós é que não víamos!!!

EMHO, conhecimento é, ao mesmo tempo, verbo e sustantivo. Depende do momento da constatação, porque quando se está frente ao decupar ou conceber um conhecimento temos um substantivo. Então nos afastamos, fisica ou mentalmente, e voltamos ao instante anterior, então, o conhecimento já é verbo, porque fluiu, porque em estado processual. 

Afinal, todo verbo é um processo e todo particípio passado é a sua saída, o tal &quot;output&quot;.

Isto é, o conhecimento nunca é o mesmo para um mesmo indivíduo. O que determina ou informa a diferença é a capacidade perceptiva ou a aplicação de cada um.  E esta diferença pode ser um avanço ou caducidade conceitual. Tudo passa... Tudo flui...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nepô disse: &#8212; O conhecimento, ao invés de  substantivo,  sempre foi um verbo –  nós é que não víamos!!!</p>
<p>EMHO, conhecimento é, ao mesmo tempo, verbo e sustantivo. Depende do momento da constatação, porque quando se está frente ao decupar ou conceber um conhecimento temos um substantivo. Então nos afastamos, fisica ou mentalmente, e voltamos ao instante anterior, então, o conhecimento já é verbo, porque fluiu, porque em estado processual. </p>
<p>Afinal, todo verbo é um processo e todo particípio passado é a sua saída, o tal &#8220;output&#8221;.</p>
<p>Isto é, o conhecimento nunca é o mesmo para um mesmo indivíduo. O que determina ou informa a diferença é a capacidade perceptiva ou a aplicação de cada um.  E esta diferença pode ser um avanço ou caducidade conceitual. Tudo passa&#8230; Tudo flui&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Alessandra</title>
		<link>http://nepo.com.br/2010/03/04/cara-a-tapa/comment-page-1/#comment-5848</link>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 14:30:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=10962#comment-5848</guid>
		<description>Acho que você é um otimista!
Mas se não formos como mudaremos aquilo que está velho e ninguém se da conta?
O mais importante nessa história é investir na mudança do eu.
Sem o eu consciente de que nada lhe pertence de fato, o apego e a posse continuarão atrapalhando os processos.
A empresa e as pessoas precisarão de muito trabalho e análise para evoluir e cooperar, compartilhar e dividir e principalmente se comunicar.
Bjks,

Alessandra</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que você é um otimista!<br />
Mas se não formos como mudaremos aquilo que está velho e ninguém se da conta?<br />
O mais importante nessa história é investir na mudança do eu.<br />
Sem o eu consciente de que nada lhe pertence de fato, o apego e a posse continuarão atrapalhando os processos.<br />
A empresa e as pessoas precisarão de muito trabalho e análise para evoluir e cooperar, compartilhar e dividir e principalmente se comunicar.<br />
Bjks,</p>
<p>Alessandra</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Nepomuceno</title>
		<link>http://nepo.com.br/2010/03/04/cara-a-tapa/comment-page-1/#comment-5847</link>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:35:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=10962#comment-5847</guid>
		<description>Rodrigo, 
que eu saiba, não.
O livro &quot;empresa 2.0 para dummies&quot; ainda não saiu ;)

Eu diria algumas coisas sobre isso:

Empresas menos monopolistas, com mais competição e necessidade de inovação, já tem algum tipo de processo mais democrático, por necessidade.

O Wiki para estes vai ser apenas uma ferramenta facilitadora, ou seja, a tecnologia.

Vai se ter mudanças de cabeça, mas já é prática.

Outras empresas mais pesadonas, se quiserem migrar para esse mundo novo, vão passar por revisão de percepção e depois implantar a tecnologia.

Não é nada de outro mundo, desde que se estabeleça os diálogos necessários para que todos passem a ver os problemas nos processos como um inimigo de todos, sem donos.

É um jogo contra a vaidade de cada um e contra os donos dos atuais processos.

Até aqui se vai, a implantação deve ser feita também de forma colaborativa, através de encontros focais, de conversa aberta e diálogo.

Não tem como dar errado, se todos se engajam e pensam num bem maior.

Estarei sendo diálogo-otimista?

O futuro me dirá.

E assim que aprender blogarei. ;)

Que dizes?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,<br />
que eu saiba, não.<br />
O livro &#8220;empresa 2.0 para dummies&#8221; ainda não saiu <img src='http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Eu diria algumas coisas sobre isso:</p>
<p>Empresas menos monopolistas, com mais competição e necessidade de inovação, já tem algum tipo de processo mais democrático, por necessidade.</p>
<p>O Wiki para estes vai ser apenas uma ferramenta facilitadora, ou seja, a tecnologia.</p>
<p>Vai se ter mudanças de cabeça, mas já é prática.</p>
<p>Outras empresas mais pesadonas, se quiserem migrar para esse mundo novo, vão passar por revisão de percepção e depois implantar a tecnologia.</p>
<p>Não é nada de outro mundo, desde que se estabeleça os diálogos necessários para que todos passem a ver os problemas nos processos como um inimigo de todos, sem donos.</p>
<p>É um jogo contra a vaidade de cada um e contra os donos dos atuais processos.</p>
<p>Até aqui se vai, a implantação deve ser feita também de forma colaborativa, através de encontros focais, de conversa aberta e diálogo.</p>
<p>Não tem como dar errado, se todos se engajam e pensam num bem maior.</p>
<p>Estarei sendo diálogo-otimista?</p>
<p>O futuro me dirá.</p>
<p>E assim que aprender blogarei. <img src='http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Que dizes?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Leme</title>
		<link>http://nepo.com.br/2010/03/04/cara-a-tapa/comment-page-1/#comment-5846</link>
		<dc:creator>Rodrigo Leme</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:00:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=10962#comment-5846</guid>
		<description>Nepô, excelente como sempre. Eu já convivi com procedimentos o suficiente para saber que o dono raramente é o menos capacitado para avaliá-los. Isso acontece muito por sermos também condicionados a enxergar o mundo por meio de indicadores: vendas, leads, unidades produzidas e atuar em cima destes números, e não da experiência gerada por eles.
Eu gostaria de saber - na prática - como se aplica um conceito wiki de gestão de procedimentos. Existe algum exemplo disponível de como se constrói essa rede, em termos de dinâmica, local de acesso e níveis de permissão?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nepô, excelente como sempre. Eu já convivi com procedimentos o suficiente para saber que o dono raramente é o menos capacitado para avaliá-los. Isso acontece muito por sermos também condicionados a enxergar o mundo por meio de indicadores: vendas, leads, unidades produzidas e atuar em cima destes números, e não da experiência gerada por eles.<br />
Eu gostaria de saber &#8211; na prática &#8211; como se aplica um conceito wiki de gestão de procedimentos. Existe algum exemplo disponível de como se constrói essa rede, em termos de dinâmica, local de acesso e níveis de permissão?</p>
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